Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02392


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Full Text
(
ANKO DE 1835. fEfeCA FEIRA

t-

7 IW .IULHO. fe ? 1S.
DIARIO DE PERNAMJMJCO.
PaWAarmjco, nx Tve. dr Pi*
e Pabia- 1*3*-
!'
BUS

das dasemava.
0 Segunda S. Domingos V.M. Ai)d. dos Ja. do C. ds m. c da t. te.
daT- P. Ch. de t
7 Terfa S- PilqueriaV. M. RtI. de mr and da JdcO.de t.
8 Qirta S. Proco pi M. icaVao da T-Puh.
9 -tlnirrta S.Cjririo M. C. Re de m., aod. doJoi do C.
de m-e de t.
10 SexU S. Jannario. i>e.ao d T. P. de" m. e aud. do J. de O
de I. Lna ch* a* 4. h. e 16 m. da m
11 fiahbado." S. Sabino. Relaeo de m- and. do Vig O
de t. em Oljnda.
19 Domingo S. Joao Gualberto Al).
RIO DE JANEIRO
Jtstembloa Gem Legislativa.
CamUaoos SEHAnnaB*.
Txtiacto da Sexsao em 9 dt Maio de 1835. *
Presidencia do Sur. Berilo Barrozo Pereira.
R
Eunidos pelas 10 horas r meia 26 Senadores, o-
brio se a Sesso j leridw-se a acta da anterior fo ap-
prevtda. .
ORDEMDOI)I\.
Entrn em prfmeir dscuss8o resoluco que re-
reito para os Cofres da Faten'.'a Pub'iea os emolu-
mento de que tracta o Decreto de S de Junho de
1S3I.
A Asapmhlea Gefflf ate.
Art. Tnico. O emolumento', de que Irscta o
Decreto de'8 de Junho de 1831, ser arrecadados
por inteiropat-a a Faterid i Publica, e formarn par-
te da Recitj Geral do Imperio, tirando para esse fim
somente derrogados o sobre b'lo Decreto, quaes-
qoer nutra dj-po-icovs em contrario.
e PaCO da C< "har do Depulad-s, ftc. %
Q Sor. Saturnino mandou mesa.o seguinte : *Re-
* queiro ondiamchio da RcsolucSo a' tremados as R> nda< Prbvinriaes das Geraes pela
Le orgnica mandada fazer pe'o 4* ilo ait. it
n da Li d dW'U'-lO, suhsta:id>-$e a da reso'u o; di-p.>i. de
breves refl^xo s, dndole por discutido, posto vo-
lacao, foi approvado ; ficou por conseqnencia adiada
a dita Resotnc.
Passaro- adiidas, a fim do Sena lo Ibes dar o competente des-
tino.
O Presidente covidou n*1.*S.-cre!arioa cenpar a
cadeira da prrs d ncia.
Entrando>m discusso i Resoluco vinda da oulra
Cmara" sobre pruposlus do Cotisi-llio Geral da Pro-
vincia, da-Ahgbas, creando quatro'eadeiras de e>tu-
d(i preparatorios na mesma Provincia, adiada em
Sessao de 4 deNovembro de 1830.
O Sur. Burroto ob Koln,6es que >e achio no Senado, verso sobeobjec-
los, que pplu Le das Reformas, ficaro compelindo
as AssembleasPi-ovinriacs ; duaN e-petiea de Resol u-
cOeshaviio na casa, huma formada das" Proposoos'os
de Conselhos Gerae-. que o Senado cnei leu eni Re-
aoluc&es, e oulra, as Pinposta % Conselho4Geraes
enviadas oulra Cmara, por pila convertidas em
Resolucan, approvadas, ercmeltiilfs oSen-ulo ; que
hs da primeiat-spccie p.d!o s>.i- enviadas ao'Gnviriio
dando-se-lhe. a causal, a lim do mesmo Govorno as
remetter as Assemhleas Provineiaes; mas na segunda
?specie havia diffieuldade por ser necessario f,.ser a
remes-a out.a Cmara, confu me a Constituido,
a qual detprnjoa (,Upa rmessa so pode ter fugur u-
*a>ido-sedas palavras o Senado reenvia ('amara
ilos eputados a Besotelo tat,' qual nao ten.' podi-
dodai o sen concniroento,.. o q.-e impoi ta huma le-
geico, quando o Senado nao leyeitava a sua materia,
|or s-r n., sim dei-avn de loniar conlier menlo del.
Ij por h..je Berda Competencia das Assp.i,b!p.a* Pro-
v;nci.ip< ^ c a no li.iy, r outro mtio pira seiem enri-
Tndo asfiraritpendede n mr r*^>. e gjicrgfo; ecn;1n::cn;:'; c.*-.;r. s prncipiansot. serenes a-
poaMlo* cu* mlmiracao entre ai \acoca mai culta.
Prori'iMfS da JtMmlU* Gerttl i Brttll.
SMl)creve-e a tOOT r. m?ne p,ifo^ adiantado* n*a TTprvrra-
fla, e oa Praca da In.l.p-nHcncia SI e$8.onde fe rpchra
correspondencia'Icral'*.-'!iv e ann'iiWo t inerindo-a e*tea gra-
tis sendo dos proprios ainante, e rindo Aljrnadaa.
ag?aaagBaiiiBaW'jsaaitM
adas taesResolucO's, efa pridente a nece-sidade de "-
.'r se da formula qu* marca a Contitiiico, dando a
discuto que ora"o ventilara, a purccbe'r otra C-
mara qtiaes stkf&el la reme-aa.
Segui se a 1 .* dicosio da segnintc ResoloqJo :
A As^emMea Geral Le-hlatva Resol ve :
rt Art. i. Fie perlenendo Canora Municipal
dPtaGidide d< Rio de I.hero, e postvisto sudis-
E'btictrO, para mercados, pracas r lopfradouros pu-
ico'-, todos os terreno de Marinhr, que a magua
Cam ir. tem reclamado para 0^< usos indicad", em vir-
lude da di-pMic. 6 deNvcnibio d I83t, e ijup for5 mdidose demar-
cados por Proviso" do Th'-soviro Vubieo de l4 de
Novembro' de 1835.
Art. 2. Fi''a a rhesma Cmara Mimicip!-antorisa-
da para mandar demarcar no pinlano ou mangue da
Cidade Nova, o local para bum 'can'a, e a rXai que
leeurtrn.ntaabrir-separa otTJbfade e sOubitdade
publica, pudendo aforar o restanfp do ter fio a
quem qui/.er' dp-.eca-lo P ne!!e PIIcar, perefb"nlo
o foro, q-ie'fr j-islo estipular, cora attencij naiti-
rela do 'me*mo teirpno.
Art. 3. Fie- re rogadas todas ss Leis, c Decre-
tos em con'rario.
a Paco da Cm*ra do D-put-ido. e'e.
I)eu-se por discutida, e paas u *m anguila entrar
em segunda discmsJ.
Eotrou em discii'so o en i artigo, o Snr. Pao-
la StittZ off receo a segui-ue snb't l'C 5: Fica5
a p'Tinnenie as Iispiie3'*s do art. 37 da lei de 3 de
a utobiqde 834. Suprina-ie o art. ", quando
est .-e)a approvaJo. a
Foi apo#da e entrn en discus 8
Finio lidos div rsos pappis a r speitn.
a Art. 38. Terminada a liscus-5 se proceder
voiatjo promiscua, e oque se drscotir p*fa mair>ria
dos membros prsenle, ser a reolucao da A^seltl-
blea G-ral para ser levada SaurcaoImperial."
O Snr. Paula Suiza .ff.iecco n aeguint addicio-
riamento. Haver volaco nominal todas as vpzes
quealgnm Mimbro a requeira, sendo approvada
por dous lei'Q >s dos Membros e^etiles, iiidepm-
den'e le mais diaca!. F< apoiauo.
OSur. F^rreiiM de Mello offereceu igualmente o
aeguint: Quando a materia se referir a interes-c in-
dvdual,Va ser por escruimo secreto. *
Foi igualmente tpoiado, e dando a hora ficou adis-
cusso adiada.
O Vice-Pi t dente den pira or>lem do dia da ae
guinte sesso, iralialhos de Commiss3ta at ao meio
dra, v depoi. diversas resolucSe-, etc.
CAMAflA BOS DEPl'TAOO.
Fxtrato da Sets) em ft de Meo.
F.
Presidencia do Snr. AraujoLima.
' PARTIDAS DOS C0RRE10.
O'indaTodos o* diasao meio dia.
Goiana. Alhandra, Paraiba, Villa do fondi\ MatnanRHSpe. Fi-
lar, Raal de S. Joo, Brejo d'Areia. Rainha, Pomlwl, Nor do
Sours. (iriade di N .ya!. Vil'w de (oianninha. e Nora da Priaee
ia: Cidade da Fortaleza, Villas lo Anuir. Monte mor o*o,
Aracatr Cavc.Tol, Cnnind. Gran,s. imperatri*. S- llern,ar 5. Joao do (>nnripc. Sobrar. Novad RIRev. lo. S. M aHteu^ i-
c>i do ansup.. Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobin. Pf
nauta Secundas '. Suatas foi ras ao mio dia.
Santo Aiuau Toda*a* quarla* feira* no meio dia.
Garanhnne. e Bonito- no* iliai. 9 e .1 do loea ao anela da.
Flores no dia IS dr cada mez ao meio dia-
Serinhaem. Rio formozo. e Lmcira* Segaiaila, Qoartae. a
xtas feira ao meio dia.
Procedendo se aoe-crolinio, e aebando-sc sobre a
mesa sesaenta e nove sed ida, Teriflrou-e a nomea-
co no* Snrs. frita a Ma-tins, rom 30 volt: Baptis-
ta de Oliveita, 2fj, e Hollonda Catalcatiti, 96.
Seguio-se a noneacfifi de huma Cmmi-sa Especi-
al para tvatar dos meios dse pnblicarero v trabtttlio
da Casa, e*abirio leitos o Srfs. Veiga Pess 25 rotos; Barbjza Cordeiro, a5 ; e \foni Brrelo,
\t criir. rrrnpii iimm i^" --i -----
reto ooo dtc'.srz, que Ios residente ou nascdos no B-ail sero livres. $&
Rita a hamada pelas 10 bora da manh, e a-
'Presidente declanm abei la a Ss^t-f^i o (ida a acta da
antecedente foi approvada.
RDRM noniA.
Nom-arSo da G'iiiin^j,, f. p Mal para tratar do
Ho riiculaoie.
Passon-se leitura dePropost elndicpcfiei.
O Snr. Otrnelio Franca leu hum P'OJecto de Of>-
crelo para que fpjo amni*lda lodas as pes-oas m-
'eolida* en crirm politieo, commetlidos as Pro-
vincias de Minas Gerae e Ri" de Janeiro, al ao fnn
do auno pausado, firando em perpetuo silencio lodos
o*proces*os a este respeito. quaUpier qt^ seja o osla-
do em que e. aeb-m. julgou-ao objecto de delibera-
c'a8 foi a imprimir.
O Snr. Ferreira I'"ranea leu hnm Pi-o|ecfo e W-
cretoi
d<
se jdgou objecto di deld>erac5.
Entrn cm discnsssS o aeguiu'e Parecer da Com-
mis?a de Potleres :.
Fi presente C'-unmisso dos.Pdderes 0 nflicr'o
do Ministro cS cretario de Estado do Negocio do
Imperio, en que partecipn a providencia que bu
paraaer snpprid > bum d<-s lugares do Depnlado pe-
la Provincia das Alagoas, que ficou vago befa Mas-
sinalu di Depntado da dita Provincia, o Vicario Jo-
te Vicente de Macedo. Do referido offipjo Conrfa
qnea ("amara Municipal da Capital da dita Provincia,
duvi Ion dar o competente Diploma ao snppleute ma-
is rotado, oCid.da Jote Rafael de Macedo, com o
p.piesto de se sebar elle pronunciado, e qne o mea-
mo Ministro rep.ui.a as u dens sobre a pxpedic-5 do
Diploma do dito Snpptente, determinando qne Roa-
,n Mispnrotodo e qual quer procedimento co-.iha
elle, al qne por es'a Cmara ?o<9e lecidido se clin
dpvia, ou n5 ser admiiti lo aoexercitio de Deputado.
A Comm''ss-5 con-iderando devidamente esta mate-
ria, e attendendo a o qne o dito.Cidada Joze Rafael
Meeedo acha-se na Corta, e a que sondo elle o pri-
meiro Supplpnfe da erovinria das Alagoa, posto que
seache pronunciado, eompPte->he bum lugar de Uo-
pulado ordinario da dita Provincia, visto 0 falleci-
mento de liom dos eus Deputados, e ser a sua pronun-
cia poslerior eleifla-, e alletidendo mais a que- be
segundo supnente dadi provincia o cidada An-
tonio de Castro Viauna, e qna ae acha ua Corle, c
appresenton Diploma na casa, e a qne, aItb do De-
pntado faiccido, falta o Sur. Dr. Mano*! Joaquina
Fernandes de Barros, que ua6 tcm comparecido no-
ta sessa, escacha'ausente, lie de parecer qne se
toiin-m as aMHaie* Ircises:
i Que se admita a lomar sssento na r%*a, oV
mo Depnlado ordinw o da Prneincia das Alagoas, a
("i Iada3 Jos Rafael d Macedo.
a a Que Uthoett lome assenlo na Casa oCi lnda6
Amonio dn Cari.o Vi.mua, como Supp'ente do Sr.
Depi.tad.. ManoelI Juiquin Fernandos d.! RarT>a, em
q uanto durar o >cu impidimcnlo.
. 3 9 Que se wlleie^ ao Cv--rno para rne t>prc*
asrdeos afim de qur, qtia:nlo abfc, seja'r.metliflo a
esfa Cama i a, >-op;n dnProce.ss > em |ue.-C *cha prono-
miado o dito CmiM JOaa Rafael de MsCe lo. para
.^- a \- ,i* titilo n o -t. deliberar,
ILEGIVEL
-^


;
DIARIO



NA ALBUCO.
'
imar no exercicio de Depirtado, oti ser suspenso de
suas funegoes.
Paco da Cmara dos Depulsdos, 8 de laio de
i835. Carneiro Lea6 ; C. J. de. Aiaujo Pia-
a ; Luis Cavalcanti.
OSr. Henriqufs de Rezende oppz-se primeira
parle do Parecer, sendo de opiuiao que a Cmara
nao devaadmitlir este Sr. Deputado sem que Ihe
fosse presente o seu Diploma, e que mandara por
lano emenda mesa para que se m< Municipal da Capital das AJagoas remella o Diploma
do Dcpuladodequese trata. Smdoapoiada entroui
igua]m?nje*cm discusao.
O Sr. Carneiro Lea sustenlou o Parecer da
uigflJHfar qualquer rpaiz,
n. 5 q\j meios : ol at&abir a externa, 011
*fa era j Deputado ordinario da Casa p^la morte do
Vigario Jos Vicente de Macedo, que na casa, quer
neola Legislatura, quer as pastadas, anda se nao
dejxou deadmittir huin Deputado ordinaiio por fal-
ta de Diploma; que anda ha poneos das o Sr. O-
dorico Mendos bava sido admitlido srm ler Diploma,
ej cm outra Sessao o mesmo se praticou a rWpeito
dosSrs. Leinos, Goncalves Marlns e oulros ; e que
finalmente na Assembla Conslituinle o mesmo au-
tor da emenda tomara asseulo como Deputado sem
DJplanaa. ; que pois.a Comroiesao segua ne>te caso
as regias, e os preceden les da casa, sem discrepar
ronsa alguma ; e que se a falta de Diploma nao lem
servido de regra para na5.se admillir bum Deputa.
do ordinario, o paracer deve ser approvado.
, OSr. Mello volou conlia a primeira paite "do
parecer, allegando que lodos os precedentes da cara
a semelhante respeito tcm sidocoutraios jei, e ao
mesmo regiment da casa.
O Sr. Cornelio Franca volou pelo parecer rm
todas assuas partes, demonstrando que eia o nume-
ro de volos, e nao o Diploma o que confiluia a le-
galidad* de Deputado, poique o Diploma .so servia
para sereconhecer da identidade do sugeilo, e que -
a esta Cainafa, segundo determina a Consttuica, he
que pertcncia tomar conhecimento desles objecloa. e
decidir seo iadividuo era ou nao Deputado.
Foi interrumpida a discussa en consequencia de
.chocar o Mjujtro da Juslica.
Pelo meio da foi ulxoduzdo na Sala o Mutrp
da Juslica com as formalidades do eslo, e oceupan-
do o competente lugar, leu oRelatorioda Reparlicao
,dos Negocios Eslrangeiros de que uterinamente est
encarregado, e concluida que foi a sua leitura reli-
ioii-se con as mesmaa formalidades com que entrn.
,-... Continuou ad/scussao.
Ten do fallado maisalguns Diputados, julgousea
.materia sufficierrtemente discutida.
Posta votaca a primeira parte do parecer, foi
approvada. ForaS igualmente approvadas Ionio a
segunda como a Ireceira parte, bem como a primei-
ra parle da emenda do Sr. Delinque de Rezende re-
lativa a pedir-se o Diploma do CidadaS Joa5 Rafael
de Macedo.
Leu-seeapprovou-se hum parecer da mea, para
que nao se admita mais empregado algum para o
servico da Cmara, en? quanto o numero dosempre-
jados actuaes fr suficente para preenclier 09. ti aba-
bos occorrentes.
Lera5-see discutra-sedifferentes paiecercs adi-
ados do anno passado sobre prolences de pirle*, os
quaes tivera o competente destino.
Como tivesse dado a hora o Presidente convidou
a Ilustre Commissa de Juslica Criminal para dar o
seu parecer sobre o Cdigo que j se achava impres-
so, e igual convite fez a Goramissao de Commercio,
Agricullura, Industria e Artes sobre o Codito de
Commercio que lambem esl impresso, e dando pa-
ra ordem do dia 11, primeira discussa da resposta
a Falla do Trono continuaca da discussa do Pro-
jecto N. i37j ecabtude no tempo, segunda discus-
sa do ProjectoN. Ia8 acerca do Subsidio d Re-
gente : levanlon-se a' Sessao pelas duas horas 'da
larde. r '
Para ai
nao ha sen; o douS mec M<&lerna, ou
promover a interna. Quanto ao primen o, reserv-
me para clelle no Artigo Colat);flc<5 quanlo ao
segundo, vos na8 ignoruei a op'mia hojomais acre-
ditada < ni re os Economistas.. Todos ellesconci.rd.iS
cm que a popiflajMBt'a.ugrnenta na rataS dos meios de
existencia; e sendo isto induhitas'iV couviria tal-
vrz fiar huma regia, para que os bomens casados
ejerjggejn^dp guaidade de circun tandas, aos sol-
o provimento dos Empregws, cuja renda fos-
Kiirof-erHus mil res, e Mrlii para,, cima. IJt-s-
WhrasatfOs fcri/o"niais b'nm nieio de existen-
cia para a procrenc.iO de huma prole legitima, sem
ConlintutcaSdo Ilelatoiio do Ministro do Imperio.
PO>ULAfA5.
JS.
E a populac.i.5 be o mel, e o fim da prpsperi-
dade dos Estados, parece que bum dos maiorea ser-
vic;oj, que se podem prestar ao Brasil, be .certamen-
te o promovel-a. Com eiTeito, 9. nossa be diminu-
tsima, comparada com a ex ten sao do terreno, e
com a sua fatilidade. O Brasil poderia manler
muito mais de oitenla miibes de habitantes ; sem
descer a huma subdivisuS dos seuslerrenos, como a
que se observa na Fronc.i, e em algumas parles da
Italia, com reconhecida desvanlagem da agricultu-
ra em grande, entretanto a sua populacaS, por hum
calculo aproximado, apenaspodera elevar-.se a seis
inibfs.
AGRICULTURA E COLONIACAS.
Ja Senhores, vos t. m *ic!o por yezes pondera-
da a necfc'sidade de huma Le, que promova a cultu-
ra dos nessos torrnos) e c<.nio esla se nao pode e!e-
cl'uar com a desejada rapidez, sem a adquisicaS de
bracos eslrangeiros, deve eg.sa lei providenciar cobre
a stnvenv'graci'.o, boje sunniianiculc necossaria pela
extineca co brbaro trafico da escravaliira. N. 5
penis que, quando asm me expresso, o Govcmo
1 agora praticadentre nos : seus vicios, e as conse-
qu encas del les, sa5 bem conhecidos, para que na5
deseje reslabelecel o ; o Governo lem sim em visla at-
tiahir capilalisla?, e homens laboriosos, quese trans-
plaulera para o rioss/) paz, sem despeza da nossa par-
le, e sem outras roncessSL's, mais que as de terrenos,
e de ceiias exempees por hum determinado nume-
ro de anuos. Nesle espirito est concebido hum
Projecto, queem tempo opporluno ser oferecido
vossa. cousiileracao.
Na6,tem o Governo recibido alo" agora doj Presi-
dentes das Provincias de S. Paulo, Santa Calbarina,
e S. Pedro, as. informacSes, que.espera^ como vos
foi aauunciado, sobre o melboramenlo da- cultura,
e fabrico da herva Malte : por lano naja mais
se pode accrescenlar o que sobre este objecto se dis-
se no Relator.o antecedente.
Pelo Jardn) da Ligoa de Rodrigo de Frelas foi
remetida. Cidade da Baha huma puccao de mudas,
esementes de plantas para o Hoiio ali. destinado ao
estudoda Bolaijca._ O estabelecimenlo da Fazenda
Normal, que s deve formar no dilo Jardim, anda
esl dependendo de providencias ordenadas na Lei de
12 de Outuhro de i833, e pertencente a outra Re-
parti? i ; eqjretanto lem-se ali construido hum cha.
fariz, que serve como peca de decoracaS* e da pri-
meira'til ida de.
A cultura do Cha esl naquelle Jrdm em acti-
.vibade, o a ina colheta este anno foi de quasi dez
arrobas. Ainda que parta da planta seja mui ntig-i,
e parte collocada em terreno estril, com ludo ella
ainda se acba com proporces para dar animalmente
Irinta arrobas daquelle producto, e cincoenla, ou ses-
seuta llqueirei desmenle ; quanldade esta ultima,
que ordinariamente se di.lribue pelas (hffereutes Chi-
caras, e Fazendas das immediacoe desla Cidade, e
que d bem a conbecr que lal cultura muito se tem
vulgarisado.
Coucluirei, 5enhores, este artigo participando-
vos que se na5 lem anda realisado, tiem pode rea-
lisar, a IrTislerencJa, ordenada pela Cei de 8 de Ou-
tubro (fe i8o5, dos vntecasaes de escravos, do Ar-
senal da Maiinha para aquelle Eslabelecimenlo. O
adianlam^nto dos seus trabalhos, e as obras, que es-
ta6 em andamento, exige hann numero maor de
bracos, do que o existente : aisim o Governo espe-
Commissaj allegando que a possoa deque se trata- que nisio se possa allegar offensa aos dirotos daquel-
Va ei'a j Deputado ordinario da Casa n,-l.i raort* i\n les, queonaSsa; por quanto os primeiros lem em
seu lavor mais huma virtude, que estes na5 possuem.
De ouia uudida se poderia ao mesmo tempo lan-
car nia5 com proveito ; e vera a ser o eslabelecimen-
tp de Colonias Naconaes as margens dos nossos rios
navegaveis, e beira das estradas principaes, onde
appaiecossim terrenos devolutos, aconvearda pro-
ximidade das povoa^Ses para os lugares mais remo-
toa. Formado o ncleo destas Colonias icm fun.i-
Mas de caiTiponeies indigentes, para eHasse deveri. 5
suc'ces.i,ivamenle emeller espessoas de hum e outro
sexo", que n:6 exerctm honesto tmprego as povo
ac5e., ou na5 enconlia em que se oceupem. '.Jesla
fcorle lornar-se-bis5 mais cemmodas e mais seguras
as nossas ci.n-muuic.-K,oes j dar-se hia niaior exlen*
.'5 agricullura ; animar-s*.tya% os consorcios en-
ire pesaoas quemuilas vezes os iu5 conlrahem por
falla de meios de subsistencia ; dimiuuir-ie-l)ia cou-
sidciavelmcnlea corrnpya dos costomes ; firalraeii-
le aproveilar-se hiao bragos, que jazejn na ociosida-
do. Fazer productivos brafos inteiramente nulcis
equivalle sua adquisigao. Este assumpto, Scnbo-
res, he bum dos ra a imprtenles, que se vos pode
offerecer j 09*5 dunda o Governo q,ue o meditis,
can toda a allencaS, que elle mciece.
ra da vossa solicitude que |be proporcionis os meios
que julglrdef mais convelientes prua snppvfy est;'
filia, alugandojornaleiros, ou reinovenuo para ali
os escravos da aca5, que exist.<5, c nai5 se. a8 |a5
necessariosorn oulros lugares; e que Ine augmentis
a consignabas para as despezas, na p-opnrca dos
bracos,- queali liver de alimeul;ir.
MIXEP.ACA.
Depois doullrmoRclalorio, Si'nbores, humacom-
panhia d Naciohaes, o E trageiras Vi tauthorisada '
paraenaprelierider irttbaldos do mineracaShas lavrasde
o Condonga, Provincia de Ninas Geraes, deboixo
das conditSes que acompanhro o Decrelo da indica-
da sulboris.Tca.
No referido Rolalorio foslis informados, da exis-
tencia de huma mina decervau de p< drajna Provincia
deSanl C-rthina. O respectivo Presidente aprovii-
1 lou-se de preslimo de bum Inglcz Mr. Davdson
queali apaiecco, e linha conhecmenlo da malcra-
fez explorar a dita mina, eo resultado'dfis observn-
ces, a que este obsequioso o.-trangei'ro procedeo ho
lugar, confirroa5 que o combustivel he de boa quali-
dade^ s mina abundante c de fcil USballho. Por d-1
verbas inforniacSes sp conjeclura ;que' olla se^esU-nde
'mu las leguas ao Nortee ao Sul do lugar"em'que fjj
examinada.
Taes s.5 os csclai'ecimcntos, que a es'e respeito
se tem podido alo agoracolher: quando exporlacao
do produelo, o Governo esl p< rsu,tdido de que esla
se lia 1 facilmento pelo Rio 1 uhaia Villa da La-
guna, abrinijo-s duas airadas, dedoze aoualorze le-
guas, cada huma, a primeira com direccao da minaao
porto do embarque, a segunda con djreccao do Ro
rifeiida Villa. He para crer (|ue a Asserobla Le-
gislativa Pjovincial nao deixar- de promover, quin-
to esleja ao seu alcance hum objeclo, queppde ser de
incalculavei.jiileiesse ua5 so para aquelle paiz, como
lambem para todo o Imperio.
'J,
INDUSTRIA.
No snleror Relaf oro fosles, Sabores, informa-
dos da descoberla de huma maghina cm vaso iberio,
ledenle a transformar o sumu da carina em assocar.
desetenlaa oitepla graos do thermometro centgra-
do, sem que baja produrca de melado ; e da hilen-
ga6, omqueestava o Governo, de entrar em ajus-
te pomo author da "referida machina, para declarar
o segredo ; elle exige huma gratficaca de sessenlfl
coiilos de reis pela dscoberta j mas parecendo exor-
bitante essa quanlia, e apresenlando-se inpflveiiien-
les, pelos quaes o Governo na5 pode previamente
certficar-se dos resultado? p.-omellidos pelo inven-
tor, e da irjiporlancia da "'ulidade atriles, tem este
negocio fie.ado alo agora suspenso.
Julgo dever fazer aqu emoria do Cidada Mar
noel Montetro de Barros; o qual offerecto ao Gover-
no huin pequeo carro movido por vapor. Este car-
io acha-se depositado na Sala dos modelos da Soce-
dade Auxiliadora da Industria Naciona', para ser exa
minado pelos curiosos, e intelligeules.
O Governo ttm procurado exactas informaces
sobre a existencia do insecto d.i seda no Brasil. Com
eifeloelle apparece as Provincias 110 Rio de Janei-
ro, Babia, MinasGeraes, EspiritoSanto^ e Alagqas;
mis c de huma especie particular, e os seus casillos
nao se podem desmanchar polo mesmo modo, com
que se lira a seda dos que sao fabricados pelo insecto
geralmunteconbeeido na Europa, segundo tem in-
formado o C'dadao Frucluoso Lu'z da Molla, qua
nesta Corledeo principio ahuma fabrica de teridos
d.iquella materia. EstcCidada, verdadeinmente ze;
loso d"o promover a nosa industria, projecla a iotro-
dpccao do1 insecto da seda conhecido na Europa: ja
recebeohnma qanlididc desementesdelle* e conti-
nua as suas expe ienrias, por cujo resultado ojpe>-
ra o Governo para dar a este objeclo o iiirpnbo, que
r esliver na orbila das suas altribuices, e posibilida-
des.'
Concluir;, Senhores, aprevena ndo-vos cm N. 7
Huma Rclfcao de lodosos Privilegies Exclusivos, que
se tem concedido por invenco,s, na conformidade
da Lei de 28"Agosto de i83o ; e posto-que conhe-
ca que alguns delles talvez encontrem, quando se fo-
reni'a por em pralica em ponto .grando, obstculos
'nao oceur rentes fio pequeo ponto dos modelos; e
queolrosolferecem pequea vantagem; becom lu-
do lsongero ver a tendencia, que se tem manifesta-
do para laes objectos, e o desenvolvimenlo, que la
Tavora veis principios nos promet em.
Continuarse t.

\


MAftl DE PERNAMBUCa
1
3
m
*
EDITA L.

Francisco de Paula Ctalcanti de Albuquerque,
Fidalgo CavaUeiio, Offtcial da Imperial ordem
do Cruzeiio, Coronel da segunda Linha, e Pre-
zidente da Provincia de rernambuco poi a Re-
frenda em N'orne do Imperador o Snr. ID. Pedro,
a.0 tiue Dos LruaraeS,c.
prximo passado, deven sei''engajados por dyis an-
uos Cidados Brszileiros, que aprezentem informacio
doJuzdePaz do respe tivo Destelo, que abone a
sua conduca, e probidade, sendo prefer vel os que
ia tiverera servidp na Tropa de Liuha, convida a-
quelles Cidados qtie eslivercm as circunstancias de
se eng.j'wem, para que dentro de eesaeata das con-
laJos da datadesle, compareci peanle o Co m man-
dante Gvral da dila Fojc.i, afina de sereno alistado,
fu-ando na nteligeucia dequejuido este prazo, acra
que ten-ho comparecido, se proceder a recrnlamen-
to, sendo os recrutados obligados a servirem quatro
a naos.
Os Soldados de Cavilara vencers dezacele mil re-
s por mez,o os d'Infantaria dezeceis mil rei-t. E para
lie chegue noticia de lodos, mandei Iavrar o pec-
iento, que ser afixado nos logares do costufne, e
publicado pela imprenta. Palacio do Govorno de Per-
nambco 7 de Julbo^d 1835.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerqde.
_-----
GOVERNO da PROVINCIA.
ConlinuacaB do Expedienta do (lia 4.
JV' J- J steves, que tica dispenso do fornecimen-
to (Je farinlias para o Acampamento de Lagoa dos
Gatos, e volla a letra que deve vr acompanbada de
recibo do respectivo Com mandante.
Portara ao Commandante das Forcas Marti-
mas, para passar para bordo do Paquete do Norte
aspracasda Divido do Para, informando por que
se acbaS ellas redusidqs a lies.
Ao Commtndantedo d'to Paquete, para rece-
ber e fazer a devida entrega daspracas de que' Irada
a Portara supra.
Ao Director do Arsenal de G. para faztr remo-
ver das 5 Pon es para o mesmo Arsenal os objcelos
constantes de retaca5'rictat.
Ao Inspector daa Obras publicas para faZer os
conceilosdo Qnartel do Balalln 7. de que cima
te tiaclou.
DIVERJAS REPARTICOENS.
polica.
Sirva-so V. S. reeoiier a aeo bordo, c condu-
zir com egurnaa para a Provincia de Alagoas, a
entregara Che fe de Polica da idade o prezo de
Juslica Manoel Gomos de eius, com o ncluzo ofli-
cio, que serve de'Gu
D?os Guarden V. S. Recife 2 de Julho de i835.
J. N. Maxado. Sr. Commandante do Paque-
te Januaria.
MEZA DAS DIVERSAS-RENDAS.
A pauta 1\* a mesma de # i 07.
DIARIO DE PERNAMRCO.
uDiado fiqoeoque ficar; que sobre os nossos ar-
aujos, e desarranjos sobre que lanto que dizer, bo-
je avenios darcemefiaO. A' muito mal, e algum bem
para notar: comesjareraos p*Jo mal, nao porque de-
ifjeraos aatesiviluparar quedar louyores ; sim porque
a^ensaco.do mal mai viva, o seu progresan mais
estenio cOraparavo ao bem poltico que sempre ma-
is bnma espeanca, do que hura gozo.
Hum momvnio do reflexo sobre o eatado febril do
Imperio, faz estremecer anda quelle que mellioreses-
perancas tem na Providencia. Era verdade, quando
a hjsloria, qaando a experiencia falasNaces, quan-
do o conbecmento pratico demonstra quotidanaman-
te a nnpossibidade de inslituicoesadmissiveis apenas
entre hum povo culto, emorlisado; o querer suprir
com theorias o vacuo que a educacao, os antigos costil -
mes (en oberto, e as rucas intestinas tem espassado en-
tre huma populadlo hoterogenaa ; sarlamenta t qua-
-Of sobressallear a m.irxa lenta da tiatureia: aventu-
rar lauto, 'como'diziamos, fbrfa'r onuXilio da Pro-
videncia; mas nenhura homem sensato eleve esperar
o amparo celeste commetendo desenvoltura. Tal e" o
estado do Brazil, e o Brazil se precipita levado am sn -
as nstituicS.s lguroas'dasques esi#> em contradi-
cao com os seus'costumes: e o mais': que 6 qnarem
anda precipitar mais'deprssa, 6u de nvis alto, fa-
sendo-o abrassar a nuvem por Joo. A nnvem.....
alegora fune.-ta !
Porem oque rilo.tem prinifno tilia poVexis-
tir. u TaTheo argumento f.vorito dos "reformistas in-
novadores, desse pesradores oiigiftaes, /p'oressen-
ca, que chelos de filaucia, e conY algum servissinho
quando rai quiosos de figflrar em scena (inda mai< de.enxer a bol-
ea) Nao duvidSi) por o picarete aoedificio social, des-
mornalo para tar a ufana d subir sobre as roinas, e
eDto as ruipas Ihe parecem hum bello monumento,
Respondamos aoseu sillgismo oque tifo tem
principio rilo pode existir Prrgunta-se : ignoraes
v>o que era o Brazil antes de 1821? Tem o Brazil
principiado a ronstituir-se com nquelle lento, e me-
diana que releva va o atrasamento de sua civliaco?
Tem-se atlendidoao tristonho peculiar de soa popu-
lado? Trata-so finalmente de principiar, on d to-
car perfectibilidad's polticas, e g--zar no todo, oque
anida entre oatras Naco s muito niais aptas e cultas,
progred lentamente e algumas bem longe esto de Ihe
dar nacimento Nada mais irrisorio, nada mais com-,
Hto, quTa ouvrao< nossos reformistas legisladores lou-
queaa'lo por essas run, di/.er hansA o Brazil s
coiwem por ora a Monirquia dizcm outros -* Cui-
de-se era democratizar o Brazil a me.-ma cousa : Mi-
seraveis"! Oidastino fucturos d'uma Naco esto ao
alcance de quatro duzas de mossoilos cufronhadosem
quatro paradoxos d'alguns philosofos virtiginosos da
Franca ; estar ao dispor do,hura ou dous velbo ton-
tos, taes como o D. puiado Fraftea ? No olheis para
vos por que sois pescadores, e o vosso tnico material
he anzol: olhai para 6 Brazil, recapilulai ludo que
se tem passado, contai ludo oque se tem feito, me-
d tai, e responde o que possuimos? O que em re-
alidade em beneficio publico? Grandes institu?5es
amor parte em palavras, ou cujo andamento empes-
silhado ntreos travarieos da mmoralidade, e da ig-
norancia torulo-se maisprejndiciaes que uteis. Que-
ris ouvir a prova De certo que duvidareis, que nao
reflectireis: mas ou viro out ros que'vos podem appor
bar re ras, que podem rebater voasos diiirios: em-
brai-vos que os horaeus nSo sao mos por natureza ;
vos mosmos nao nacestes anarquistas.
O Brazil alcansou a Independencia ; comessou a
Constituir-se, teve ConstituicSo, Liberdade, Eleices
Populares, Asscmhlea Legislativa, Instituico Muni-
cipal, Juizes de Paz, Jury, Abdicaco, Reformas,
Asambleas Provinciaes, e mil Rusga?.. ;. E ludo
tem sido improficuo: pelo menos o gozo pouco tem
correspondido s rsperancas e aos fins. O que quere-
mos mais? Que se anhella de novo? Treis ou qua-
tro anuosdeanarquia para cotnprehender-mos'alicao
dos nossos visinhos. Excepto a Independencia cuja
vahtagem eafencial e ndivisivcl; tu do o mais tem
sofrdo_a mingoa da nossa menoridadeent ducacio;
embora o niocreo, passemos a demonstrar.
Reflectitdo sobre o ponto de immoralida^ a que
temos sob'do d<>po's da epocha da Independencia;
quando vemos por essa causa fatal de todos os nossos
males, o desleixo, prevaricacio, e egosmos da mor
parte das Authoridades em cujas mos pende a chave
da tranquilidad interna, a seguranca dos CidadSos
&c, 8cc. eslremrsse o amigo do Brazil, o verdadeire
patriota^ e lbe parece hum sonho na nos vermos to-
dos devorados pela anarqua. Em Peinambnco.....
desgraca! O quadrohe relativo todo o Brazil. Em
Pernambuco, de todas asparles se multiplica* desor-
den1', os roubos, e os assacinos horrriao; aimpie-
dade ameassa huma gera) subverso de deasj a inso-
bordnacio naoquer encontrar lirntts: acorrupeo
de carcter, e de costumes revestindo espiltoa des-
freiados de todos os trajes da vilanij vai depon junto
dos cofres d'ouro, as homenagens e respeito que se de-
vem le, Patria, aos graos sociaes, ao morito,
virtudeeaReligio! O que entre nos a inviolabili-
dade dos Cidados? a forca 6 hum ferrolho bem
grosso porta, c a cautella criminosa de traztrem ar-
mas, e entre os tmidos recolher-se aos seus domici-
lios e vigiar a entrada. As leisreprecivas existem, e-
xiste huma cousa que por ah chamo pocia, porem
hum tacto doloroso que nao se apiico providencias
ao cime. E deque procede esta relaxaco infame ?
A immoraldade dos ho nens torna improficua todas
as instituicoes. Demonstremos anda mais:
A instituico do Jury devia ser tao saudavel, to
benfica como as dos Juizes de Paz: mas a experien-
cia nos ten feito tremer dos seus resultados: e como
assim nao ser *e o Cdigo recomendando bom en o e
probdtd, os Juizes de Paz, e as Cmaras acho
/
muitoJ.'so, porque julglo que o mesmo fallar, qu^
saber pensar; qtteasss pode julgard'hum ladrio pre-
so, lum trapaceiro que viva sollo: por isso poi al-
gumas sentengar que nos parecem exticas talvez te-
nhio sido dadas em boa consciencia. Orlium Juiz
ignorante, enfatuado no gosto de sentenciar, ouvindo
a bellas e persoa-ivas phrases d'hun Advogado, que
(Arar o pobre rharlalo enleiado no iabiriulo da chi-
catta, abalado pelo mitigo dictado boje por ti, a-
rnarrliipor mim Vendo sabr todo a inipunidadc
"deificada pelo falco philanlropisrno,-oqne tira? Gran-
dissimas parvoissos corno temos visto. O povo ttm
volado porafVices de partidos e na em altcncio ao
mrito: e dessas afeiges ou odios, lobeni nasce o
desmantelo do andamento social: d'ahi a vida, a pro-
priedade dos pacficos Cidados, merc do^ facino-
rosos; efamiliarisadosa impedade, e iujustiva, a de-
vacido, o egosmo, a rivalidade, aambicao, o serv,
lismo spaixes, (se nao fazemos ponto na carreu-a
das innovacoes para dar-mos consistencia e ordem ao
que jpossuimosde sobra*) Preparo-nos hum fuctu-
ro melanclico e funesto na voragem d'bum lerrivel
Volclo. Anda voltaremos sobre o assumpto.
*---------
EXTERIOR.
- THIESTB l8 d'ABRII..
VHegara mais dols Navios d'Alexndria, que
trazem cartas at n de Marfo ; as quaes pinto com
as mais horrendas cores, acresccn'e destruico cauzada
pela pesie em todas as Proviucias do Fgyto ; cuja ma-
lighdide no tem igual. A' partida dos ditos Navios,
o numero das mortes em ASexandria anda va de n5o a
a7o por da. Alguns Negociantes tem sido atacados
do mesmo mal. O Brigue Austrico, Pealos, j tinba
lcenca para entrar ueste porto, quando a peste ap-
parceu abordo, e por isso isso R> levado com metad,e
da equipagem saos a Canda, quefica mu pertd j En*
traanlo algumas pessoas dizam que a gente que le-
vou no he suficiente para a rnanobla do navio, que
foi abandonado aos ventos, c s ondas.
As noticias de Conslantnopla de 6 d'Ahiil dizem,
que tem bavido grandes temporaes na costa, e con-
to-se ioNavios.nanfragados. Hum barco de Vapor,
segundo dizem, foi a pique perdende-se inteiramentc
a carga, e tada a sua equipagem.
Noticias de Scutari dizem, que o descontenlamen-
lo, eferraentaco na alia Albania, continua em au-
mento, e din ament se receia hum nsurreicio g-
ral.
(Tbe Tun)i
- ANNUNCIOS. ^
^AiojeoS.* n.* da ronle da Boa-vista !! Quan-
tas, e quanl.ij pessoas deixar d'almocar je o seu
be!ocaf>-, ou x tomado de garfo, para almocarema
letura da P. da B. ? E' desupor que os Snrs. Bo-
lequiseiros, e PasteleirOs nos diasem que sae a P^nte
roanos freguezes les balo porte, por preferirem un-
tes bater na da Typ. Fid., ou na da loja de Bandei-
ra Jnior ra do Cabug; s afim de comprarem a
fruta nova em trra velha: a seus Redactores, que
culpa tera de taes acontecimen los ? por ce rio que
nenhuma.
AVIZOS! PARTICULARES.
Retende-se com urgencia alugar, no Bairro de
Santo Antonio, om sobrado: quem o tiver para este
fim, e quizer efectuar esse arrendamento 5 dirija-se
a ra das Cruzes, carloro do Esc ivo Bandera, que
ah se Ihe dir quem o pretende.
fcJP Precisarse alugar urna escrava, ou un escra-
vo para o ser.vico ordinario de urna casa ; na ra PJo-
va no 2.* andar do sobrado D. 26.
fcy Offerece-se um homem chegado prxima-
mente de Lisboa para cosnbar em qualquer casa es-
trangeira ou nacional, o mesmo entende sofrivelmeu-
te de posinha e massas : a pessoa a quera convier ele
negocip, dirija-se ao atierro da Boa-vi-taD. 19, ou
annuncie para ser procurado.
fc^" Roga-se ao Snr. Domingos A!ves Barboza
queira amanhar melhor o annuncio a que prdeedeo no
Diario da sabbado de 2? de Junho ; pois que este hon-
ra alguma da ao mesmo Sur, isto lie, na ciuadade
de Guarda Livros, .pois que estes lera obngaco de
laucar um prente, ou parntesis em seu divido lugar.
Se assim obrar satisfar curiosidade de um
Lapouifl".


'
.
4-
t^T* M*n->f! Jnsqnim da Oslo OH reir 1 0idt*
r^ie f0J <\n 4. Corp. de AiliMiatia de Po-ico de 1.
DIolia f> ver n* rrpeitavel robm que deo b aixa do
mc-mo Cnrpn por lr dado cm seu lloaro Paisano
ftanoel Gomes de Sonsa, pnis que o mfjmo til c*le
imrumcio poi-q-m virios ritemrtres, qm- somenle >-
ropSo-seem andirem por Boleqnins e Boinas, fallan-
do da* Tifias olluias. nao o'hindo estes setihores para
OS turas, que tcr o milito em que se d.vrilirpm.
^r^f" Precita-se de, um hom prinuiras U'lra para o pnvoaci do A'linho sendo
particular : a pcstaa que quizrr dirija se ruado Livra.
ment a caa tratar.
?C^ Qoem .muunnou ter pnrt alagar* um mole-
quede t4 Hnnosoosiiilx'irii: sondo ainda qmira, di-
rija *e o Arcenal de euerra, (antigamentv conhcci-
rio,p >r Tiom) que o Ajudante deste perlende tase ne-
rocio.
^G* A riessoa que anuum-im no Diario de hentem
t*r "ni moleqae pira ali-par, dirija-ie a ra velha
payo dolo *'V heru de Joi. Franrisco D. 17.
V^ Qui'Ui anuncion ter pira allu-'nr buen mole-
que quc-salic cosinliar, dirija se a ra d > (ropo lyja
). 2 que vira pura a Carfei*.
*J35" A p-*sso que nnnnnrion nn Diario n. 11/ l*r
nm mol- qe para alusiar di ij -se a ra d'Auriira rssa
ii. i4, que achara com quero Irariar.
COMPRAS.
,
lm. pu doil pifies pedreros : o ru do Co'e^io
botica do Cyp'Un Luiz da Paz.
^C7"" Urna pifia mossa, que mil engomar bem,
coser, e lavar : no atlerr" da Boa-vista N. 20.
tc^* Urna cadvjra pro horp pi: no alieno da
Coa-vista sobiado D. i4, 8." andar, nu annun-
C?.
TTfgqg NAVIOS A CARGA.
Para o Cear.
O
Bague Pasos e Vi'tori, at o fim do torrente
ene?, de Ju'ho : q iem nelle quizer carregar. oo ir de
passagim, dirjase ao E Ki'ho, ou ao Capii'jdo mesmo Bfigia .Vianoel Je*e
"Ribfiro.
VENDAS.
f~AO'e Mbioa lu a li*l* d.>* biihcte que aabro pre-
ftiiados lioutem (5.* din) a Lotera; o ontinun-e
a vender a* do* ptineiraa h"*ta Tipos^rufi-i, e n* bolina
4o senhor .loie Aleidie Ribeiro, ra do eollegion.
5; e ero Onda rna do Borofioi era caa do Drln-
buidor deste Diario n. 2.
*DP" Um oavallo al.uo not. bom ra.rrcfjador e
qiipri'lur, por preco commodo : na ra d'Ortaj D.
40.
*T3f Urna ejrravi de naci mora e de bonia fi-
gura, aem molestia :dpinta. rosiolui, e engoma com
toda a per!fi,o, cote xao. Taz vmia quididades de
dores, e lamlifiu refim assucar ; lava de sjbo, e var-
relU, e muito dclig-uie noseu ser t ico : i. ruado
Ararn 1). IS.
tC^ Um escrav, de bonita fi$urn, de 28 anu< e Wm arliaqoo olgum : na iua do Nogu^ira venda da
esquina D. l.\
' *Gf Umi ngrnh com idade de 12 auno, sabe
roser, e (azer lavdriutos, e laml>eni lem principios de
engomar: na na da Smta Cruz D. 30.
>f&* Urna rede grande de costa, em bom uto, e
por preto commodo: junto do pillar n. lf>4-
HJF Um j:o de Gamonovo: na roa do Galegio
botica de Cvpriano Luir da Pai.
fjiy Por tudit moeda de cobre que Utiba o pezo
)egl,' faiendas de todas as qualidadas. e por preco
oimmoJn: na loja nova da prqa da Independencia
n. ?.
V^ Umsorlimentode frascos d'oleo mara5ar in-
g'.er, e d'outras qnalidad-*s superiores, agna d eolog-
n, 6 sabontes finos, vestidos de fil de linho borda-
dos com differentes babados, lencos dito par pesrnco
de Knhnra, suspensoriaJ elaticos, lenco* de g'da sima
Tcs bordados, ditos dita com binado*, ditos de rass?
on|<*dos, vestidos prelos de fi', mcias pretas cortas
de <''da, dilas branas dita, um sortimento de rendas
o btcWWfhuitn bom gnsto, lindas sarjas de dier*-s
con, vidros para agua derheiro, vellidos pretos, fa-
rinha desnb) pira lavar mlo ; tudo .to cima se
vende |i o- nttcado, o a ret d'uuro <{p f'.i^ran pira cabrea de snhora, ditos esmal-
li.liis j't diM, *tis dito* rom dUoianle"*, briaeos
MAaiy BE PRftNA>W&G.
**
i-
defi*g; I de differentes gostos, primamente, ebeg-
dos de Franca, boiovs aTfntprina paia am'ti i de llo-
mim, diloa d'u o idem, l'rapcelii d'ouro 'd g- siaq
andemos para homeo e euhori, anneis com i*mnn-
ts ropa, anne'osesmaUados para homem, alfineiles
d'ournesmaltad* pura senbora, relegios de euro pa-
ra seiifeora, espai tilboscorn mella, e seni ella, roeias de
linbo finas, curtas, e cumpridas, brides dej ferro,?^
limitaco das que se azern q'ui, caetas de prata, man-
gs de vidvo lizas, e lenterims atrombetadas com ra-
mo He cores, e c n,iiinba : no atierro* da Boa vista ,nn casa de Joo
Fffnei*eo Santos e Siqueira, ludo que slo obras d'ou-
ro, e o mai na ra da eadeia velha no i." andar da
cus* n. 7 rntendendo-se par o ajn>te com o mesmo Si-
queira, eom rranri-ro Joaqnim pe.dro d* Cosa.
^pjp" Um pre'a dr26 anpos, de bonita figura, ct>-
r.inba O diario de una rasa, lava, e v boa quilandwira:
na rna" dos Martirios D. 10.
^y Dois p-e'os de 25 a26annos, bons] carrei-
ro, aem molestia, p'eprios para ttodo oseivic*:
a rtta do Roiarin venda t:.
jry Una anel d'agoas mar'nhas. encastosdo em eu-
ro, obra per tima, epropria para alt>um sepbor Fie-
riemlo ('oneno, ou Vicario : 1 lidiar com Di-stribui-
dordei.te Diariodo B'rife.
ley* Bisas muito b as grandes e peqnenas e por
preco c nimodo, piota ti familia em vidrus. em
pequeas, e Brandes pnre- s, e com o seo competente
lv hHo : na i na do R. zat o estreita Bolita de Joo
Pavwia da Silv.im.
sjy l nirorazo rom requififes de onro, um ern-
eifi^o rom colar, e entro iMito com cruz, um par de
mt<-a d modcilo de riMiriiulir, rom sua mola, u-
n.a eb^vr com correrte de ouro para relogi, i k'go de r. iix* de ouro cipe regula Ifni, 2 pares sde es-
pora?jaoia b'idee um par de. e-lnvos de prala, um
!.bo grande de %i*liorom correnle para ine:o de Wr-
le. m** quadros. f u rspeibo de paica'c, porpif5o
ii>o'*el: no pateo de S. Joac D. 8.
fc^e* 3 mgros, um ou ico #. ranino, ou'.ro de t"do
o .n vc/ e upi moqoe de 10 nonos : na ra do Vi-
gaiion, i0.
tfy Caf do Rio, cms*cca do a^irrobas, a 5^ is.
por arroba : na na do Tivpixe armarem. n. 3.
\fiF Bi*,boas 'becadas de I.iboa, por'preco
connuqdn; na roa do Boza rio estrella venda D. 17.
jcy* Uouieseiava- ba covnln-ira, engomadcira, e
lavadeira, e prop i.i paia t.-do o imis servido de orna
isa, ..'em vicioalgiiau : na rna V\lh* lado dinito .
tjry* Um relogio de >in,a de mez-v 6 pm !la de
fulha, dua fii\rloi\-s f;iand' s de broca com mus xa-
pas e radiados cuai toda teg-nauc : na ra das Kloies
D. 8.
^y B xas boa de preco Ja 320 a 800 ni-i, p:t;-
znntoN pprlugnetr s a 3()0 I bea, disoiugliz n *200,
viuUo de L>Iki de f i( R a 200 a gar., di'.odilo a 100,
dito a l40, do es>redo en cenada a 960, de Lh'ioa a l$500. eemf,i rala a 200 >., e todos o
mais genero ie venda, por pu-i,o coiumodo: no at-
ierro da Bu*-visla D. 19.
%y* Brincos de IDagri. com darnanl<*s, muito bom goslo, ainis d* divinantes, aboHiaduras
corn esmalte, caixa-* de prala, v b'imO", aneis, argo-
Ua, eiozeia> de nunas novas e g izla : na e.-qu na
do bi co da congregacio D. 21.
sXy* Um leneno com 180 palmos de fren!, e mil
c tantos de fundo no lugar doallerro Jos Af .gados da
parte do rio cap baribe, nira canoa propiia para *e
abrir urna barcaca com a.maier parle da madriade
cicupira e de aniarello; tol/em h oulra canoa de.
vella lita propria para pescaria do alto, e lodo se
vende por prreo commodo : a f.illap com Jote Higi-
no de Miranda.
tpy" Umaescrava crila de LoanJa, rep'cenla
ter 2 a unos deidade, cosinha o diario de urna casa,
cozedio, c engoma liso, e lava de varrella, e sal-ao
beni : na ra do Nogueira sobrado de um amlar O. 6.
^y Um prelo bein robisto, de naco e propri"
para qualquer sei vico : nn forie do Mallos, roa da
Lapa 1). 160, de luanlii at as 9 liosas, e de Urde das
2 por da ule.
GP"* Chumbo em f >lh* e por preco commmodo :
em casa de Antonio Joxe de^Vlagalbes Bd?to-, rna
do-Queimado.
Itjf Urna negra moca, de boa figura, sabe lavar
de barreda, e coaiuha : ua ra do irespoloja D. a,
ijue volla para a na da eadeia.
sjy Urna vmia cm murta bom lugar, com fun-
des de 00 a 600^ res, adinhwiro, ou prazo': na
ra dys(v)iiai-teis venda D. 2.
*y Urna escrnva, debanita fgura, cosinha, en-
P'-nia com peifeiciO, coze ebio f f'ZiVarias qualida-
d'S d<' i!o na i ua yf^ Roas de Ali xaudria, o mai* flores : defron-
leda Igr.ja daS-ledade casi verde de liei portas.
%ry Uma porcode laboas de loimo que servirio
de urna armacn de venda, e juntamente os perteit-
ees da mesma venda, todo por pi eco commodo: na
ra do Arago D. 5 : ad verle->e que tambeuv se venda
rada coua de per si.
|^ >6 coceas de Irile, por preco commodo !
na rna do Fagulides D. 13. ,
A R RENDA MENT.
&R'enda-teiini engenho de lieslas ni fregiietia da
Villa de S. Anis com urna legua de Ierras, e mudas-
matas virgens : no engenho novo da inesma Villa,
ou na ra do Collegio 1). 4 !* andar.
FURTO.
jL^I'sciicaminboii-se. ou furlarao do Quintal da Or-
!eiu 3 do Carmo dois quarlo. un castanho cora
caroco nojoelho de ambas as p> roas e pelo espmha e ama Igmnas marcas de peladas, e outro rus>o |>e-
quviio conruma lerida a berta na sarnvia de um gii-
nnim, alguma cousa cabeludo pela barriga ; ambo*
j vtllio/t : qurm os axar ou del'rs livor noticias, diri-
ja a na Nova b-ja de alfaiate n.'20, que recompen-
Car.

M
ES.CK A VOS FGIDOS,
.Artinlio, ciiolp, official de sapaleiro, idad de
l5 n 10 annos, cor fulla, seco do corpo cara descar-
nada, a orelba e^querda rom urna pequea s'cain'r:,
beicos grosxos ; fugido no dia 19 de Junho do nm
|)as-ado, levou Testido calca de brna branco, carniza
de madapoln, suspensorios de mnia fritos na trra,
cuj mobqtie ja audoii fugido o i lo das, e sendo pe-
gad coulessou que dorma na ra da eadeia em ca-a
ilumliiplez semqueo dono i.'a casa snbess, sim
admetido por un .'cu csciavo, assim promele-se
uz.ir com talo o rigor da lc contra quaqner
pessoa i|ue o lenha e>tondido, e os apri hrndeiloo
le ven) yo rna da Florentina ultima ca-a ao p do
no or serlo geuoi osameule recomprncados.
9B
m
NOTICIAS MARTIMAS.
Tabitas das mures eheias no Porto de Pernambu eo
3
11Segunda
!12_T:-----
13-Q:
l4-(^:
15S:
16 S:-----
,7_D:----
lh. 6 m.
I 2 -- M
i 2 -- 42
d 3 50
4 42 n
5 4i a
Tarde

rnmigues, e qoartmlias, eiipas: na na Nova ao
peda pona l). 29. .
tey Una casa de canrpn, cila no Poco da Panoli*
confronte a margen*, do rio rapibirib-i junto n um lo-
mudo do 1.1-nwn : noarro do Adtqae D. .*>.
_ 6 -- 30 a
Xavios entrados no dia 5.
1 HILADEtPHIA ; 36 dias ; B. Amr. Globo, cnp. j
Jolwistsii : varifts gneros: Ferreira Mansfield.
Ton. 260.
BAHiA ; 5 das; B. Amr. Niobe Ballimore, rap.
AllemFile: lastro, e 36 raixas de cha : Henriquc
Forster. Ton. 194. Pasrgeiro--Valentim da Coa-
la Monteiio.
Sahidos no mesmo dia.
1 ORTOS DO NOBTH; Paq. Nacional Braiili..,
rom. IViuiciseo-Rottiano da Silva. Passageins-Joan
Coelhode Soua, o cupilo de segunda Lin'ia Fran-
cisco Manoel do Reg Brrelo, 3 'eX-*)ldados por or-
dem superior; e o c^pilio de pruneira Linba Fe--
per
liando da Costa.
PORTOS DO SCL; Paq. Jannaria, com. o 2.'
Tenenle lanicio Eugenio Tavares. Passageiros-*
capiio Tenenle da Aunada Rodrigo Tlieodoro de
Fi-eitas. o I. Tenenle .loie Ferreira Gimares, Ho-
}&~ Doce de guaba, peras finas, ditas groaas, rtolio jW Ferreira 'l'enenle do Eoginheiro, Pedro
Antonio da Funreo, Carlos Augusto de Muraos, o
Paulino Augusto da Silva F.eire.

II-li.-. -U
J.ll-il.1 IJ!"
Pan. im Typ. do Diaria 18**5
ii Pt^iwri
i
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