Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02391


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Full Text
aKAwtMMiMl^baftaMpnMaaHHNBipl

' ANNO DE 1835. SEOUNDA^IRA
/

6 DK JULHO. N. 117.
rmmmmmmmamBmmammamamm
DIARIO DE PERNAMBUCO.
1'uNAMBl'CO, va Typ. de PlX
0 Paria- 1835-
DIAS DA SEMANA-
A Segunda S. Domingo V-M. And. do* J. lo C. de n. d i. te*.
daT.P. Ch.de t.
7 Tenj S- Pulquera'V. M. Ral. ds m: and do J da O. do t-
8 Quarta S. Procopio M. easao da T- Pu. .
g Quinta .S.Cyrillo M. C. Rcl de m., aud. do Jai do C.
de bv e de, t-
10 Kextn S Jaminrio. resalo da T- P. dt m. t aud. da J. 4c O
de t. La eh. hs 4. h. e Ifi m. da in.
11 Pabbadn. S. SaWpo. Rrla^ao de m. Me*, da f\g. G
e t. un Olinda.
\1 Domingo S. Joao Gualbirlo Ab.
Tudo agora depende de nos meninos da nossa prudencia, modo
raijio, ecuerjia: continuemos uiiim principiamos. areme a-
poatado com admiracao cutre a Nacoes mais culta".
Protlmmr.i;ut da JuemUm Grtl i Bratil.
Shr.rere* 1000 r. menae pag-o aHiantado* nerta Tvpn/rra-
fia, e na l'raca da Indrpendencia N. S7 38 : onde e receliem
corrcp iiulencjis li-fAsaitai. e annunrin; iM-rindo-sa ustm gra-
tis sendo don proprio asignantes, e vindo asignado.
PARTIDAS DOS COR HUIOS.
Olinda _Toils oa dins no mel din.
Goiana, AlhaiiHra, I'aruiba, Villa do Conda. Mamanguape, Pi-
lar, Real de S. Joao, Breje d'Areia, Itnitiha, Poiulial, Nova ttn
M. Odade do Nata!, Villas de Gotaniiinli, e No\a da Prince-
sas Cidado da iHorlalezii. Villa do Anuir*. Monte mor noB.
Aracatr Cn.T.vi'l, ChiiihIc, Granja. Impi-iatriz, Ilernar*o.
S. Joo do Principe, Sobrar. Nova d'KlMpv, Ico, S. M atheus, f
achodo MBirne, Santo Antonio do J.irdiin! Qiicteramobi'in, Par-
aihaSegundaa Sextas feira* ao rtieio. dfa.
Santo A lo Todas aa quartas (oirs no mcio dia.
((irnnhiios. e Bonito no* dia* 9 c 48 do me* au meii dia.
Florea no dia IS de cada Mea ao mcio dU-
Berinliupm,' Kio Formoxo, e Limea Segundas Quartas, e
exlue fe i rus o mcio dia.
tKamscfsssmmni. 10.
*
(
Continuabas to Relatoiio do Ministro do Irnpoi
SAUDE PUBLICA.
/tL Providenrja lem fe'iimente p/caersjada at ago-
ra M nii.-s.is praias rdo fl tge'lo da Chojra-Morhus,
que tamaitos estragas lem feto em ootros pnize-;
havendo-se ron*taiiii'menle recincimendado s Autho-
ridades competentes o em prego das molidas preven-
tivas d*> estilu contra a sua invasio. a Suciedad1' de
Medicina tlMa Corte, rom o icio que a distingue
nn ludo'quanto pode contribuir pira a conservacSo
do saude pu'dica, noliciou a existencia do liunv pli-
1n, de cuja nppli.aco nos casos da Cholera ,-e havi-
io eolhido to Mxico o mais favor veis re-tdtados ;
w e Guverno immcdisiameulc mandn \ ir h'rnn ex-
emp'ar dessa plaa, no ao m*M>-i-. o s< u dpsenho,"
tim de te c ae o seu pie-limo ; pm'rD iiif.fimene jrf, aabenida,
(pf, st'ndo profienn para outra* molestias, nao o lie
parn esta.
Poi- tommimirarSo do nosso Consol GtbI em Molt-
tevd*'0 loi o Gotreriio inforuinrlo da exi-tonria de hu-
ma mortfera epidemia em Gnyopjil; itiaa (-Vumen-
te fila ae nao lem at Irrrii tirio*
Ah feiiies nliTnjiltenlt', qtn-rrinavo nos terre-
nos l>aixos rod di halda disl.i Ciclad*;, e liaio rt*-
M*do, <|t>aiido vos foi apic n'ido odllimo Relalorio
t'a nVp.trtclo ora a meo mifi', nao lardarSo a reap-
pari'.ei' rom a c.stnmada 'tcns'idade; e sna latal
influencia se prolongon att: Oj-ieulbro do anno pa-s-1
sadu. O Govei'iio concoiT-o I<>ro cAm Facnllativoi)
e inn. umiiitos, mi ln'iicfi o das pessoas neceMla-
dai, r mais amp'os locorroj. Ilics prestnria, se as nos-
as riiviinslain ta o pe irillissrm. O ri sto dos m<-di-
i-atnnitos acha-se di-pusivlo do Presidente ila Pro-
vincia pura ser emitregado como jtdgar cotiTrnicn-
v.
A Cmara Munie'pil dc.sl s^idade traa de aforar
n* terrenos ti I jadieos ao lone > Bo aterro da Cidade
Nota. Lugo que o Gnvenn. pOssa applicar atgtimas
iorciaao Caual que | i se devr Construir, dar prin-
eipio a estao!>ra, promovendo assini 8 rommodidade
pultliea, v a salubmlnde do ar. que resprrSo o> hahi-
Unlfi daquelle lugar e dassuaa Xisinliaocas. H;- pa-
ra enlir qlte a mesina Cambra niotenha dado t a-
Jora cump imento s suas Posturas, faendo remo-
er os eemilet ios p,ra fora da novnaco. e designado
o loeal pira o.da Sania Caza i\a Misericordia. Tal
r-i ella tenha eueooiiM,!,, ov>slaculosl de que o Gover-
>io todava nao est informado.
Exerceiido t mo estado das calcarla* en alijumas
ras destaCid.i.le, e a fjia nhsoluia ilellas em outra-,
huma prejudicial influencia na saude dos liahi'antcs,
omo p vos I'..i pondeado. o Govi-rno cons'i'-'ou
Cmara Municipal huma quantia nn-nsal para coadju-
va-la tiesta tlespzi.
O Goveruo linha pensionado lambem huma qua-i-
Ita pma o cmceilo da estrada ee-gotartom o dii hre-
j de Tpula, no Destricto d' S. AnlOni.. de S, co-
mo huin mcio de inelhurara atmospltcra daquelle In-
gires doi'niioj, mas lia vendo-ge logo rfepii elhie-
nlo i Pi-e-tiilemcnl da Prnrincia, lu tispi-ifsia a imli-
cada coii!,ig1|i,c0) |, ,,. pt.rirnct.r ,ste o'>j-ctu dita
pie*iderfcns
A a Cunaras Muuicip^n da Coi le da PiOiucia
do Rio de Janeiro, bem como nos Presidentes das ou*
tras Provinci.ia, ordenou-se, 8ol>re repreaenla^io da
Funnidade de Medicina, que nao consent.sem o n\-
ercicio das proGs5es de Medico, Cirurfpo, Botica-
rio, e Porteira, a pessoas que nSn eslivessum liahilita-
dag nos termos da l.ci de 3 de Outuluo de 1832. A
disposico, Senhores, dessa Le he aaudirel ; porem
o preceito he < itremamente r'goroso.
S ciinvem que a vJa, c Mime dos Cida'lo nao es-
leja enln-{ue a empricos" ignoranli s, ,e temerarios,
tambem cao s, pessoas daquellas Artes. A Lei ohrita-as a ex-
amea m qualqne.r das Facultades de Medicina ; mas
como he poasivcl eoncerrer para isso de lantTs luga-
res loiuiuquos do Imperio ou a esta CamTal, ou
di Provincia da Baha ? C*;ie tcommodo*, despe-
jas nao Iraro a essi* ptssois He dilatadas vape.ns ?
Em que abandono nio ficar oa eufermos. habitab-
les desses lugares remotos, durante a aiuncia'de'las ?
Cotiviria pois nue huma das Facilidades, ou ambas
ellas fpssetn au'horisadas a nome*r para nqiielie lm
Delojadcs cus ao menos liasCapitaes das Provincias,
onde para isso houveiem pessoas id.-nens; e dep us,
visla de Ct liiies aullenlicas la approvacn, pas-
sasse n as'dtas Faculdadca os Diplomas. S>m esta
providencia, h qualquer Oiifra, que a vossa sahedo-
ra vossiigerir, a disp.sicao l--oisl.iliva (Icar sem ol-
servancia, on segnic-se-hio da Ma restricta rxeri)c,io
m'-iQi'PS males, (pie o i]ue se preleiidcn atalliar.
A'm datfu. lia proridencia compro tambem n.*er
routemplacSo rom as puspas. <|u--, snpposlo nao per-
tenco a al";unia das referidas proflssoe, p'S*oem
com ludo o'coiiheriinepto de remedios qa> a Medi-
cina ignora, mis a experiencia bmia pele* fe es re-
sollados, quetrolles feo) eulhidn, romo cunt ce c< m
a elephanliasis na Provincia do Mar*rfio, oihU ha
boas esperancas de se ffiConi i u uietl'cdo de curar
esta molestia.
Quauto s Iospecc8es ile S.mde esthe|ecda no* di -
V rsos portus. uenhuma alteracSo lem ncrojrido. a
excepcSo de In^er-se autliorisado o Clvl'e da desla Ca-
pital, em occasiio em que esta*o doenle* os dotis Fa-
iiillntivos, a nomear oulro para servir tempoiana-
mente com huma pra^ficacio pag pela Paifrtda Pu-
hl ca. Esta medida fbi ob'i iga"da pelas rirrunstancias.
Se essa gralificacao se deduzisse das que perrebem os
effecllTo. como em rigor se deyeria pra'ear, elles
si des pe. lirio de hum servico l arriscado, e onero-
so, Vendo-?e privados dos Weos de subsistencia,
(pois (|ue na icadade Ibes nlo resta lempo pira usa-
ren! lora da sua Ai|e) na occasiio em <|0e mais care-
cio delles ; e difficihnentc seria preenc!i:di a ana lil-
la em hum paiz onde a petica da Medicina < flVreet,
com muito menor incommodo, vaiitag os muito mai-
ores, que as que elle* p<*rcebein. A- prl.icSa no
desiacamont'is : a obrigaeso de andar constantemente
no mar, em hum porto lio frecuentad", como o des-
la Capital, Q rigor de hum sol ..rdenle, e do rhuvas
copio as fazem com <|iie os Eoipieios desla Repaiti-
cio nao sejio anpelecidos, e al se to'ne ndipensa-
vel augmentar Ihes desde ja os vcncimenln, como
propoi'ei no Ornamento, tpie lem de ros s*r a prese li-
tado.
Para a Insperco de saude d Cidade to P-ir au-
thorisou se a promptiRcacio dehnm etca'cr d- lilM*
doaoaenico privaliro da Bepirtic) ; conlenouse
ae Presidente da Pie^ieca rntn t Tratar, a ia v'as*
abonar o os Empregados da dita Inspecao na rnei-
menlqs, que mnw.sM(m; por auno, ou por visitas,
como ulgasse rmis conveniente aos interesses da Fa-
zenda Publica.
A Sociedad* de Medicina desta Corte, de queja fjl-
lei no principio do presento Atl'go, continua a facer-
se digna da vossa consideraco, t> da do Gov rno, pelo
exaito deserap i)Ts 'sobri^ne-'S, que giaciosiuicii
le se mp.-i em bnefi io da Sciem iaj_que piuTessa,
da humanidad1 a quem socenn e. Aj"/ar de nao ler
recebid) a roajuvaco prop.ssta no cnterior Rel.ilorio
da Reparlicio ameura'go, ella tem dado principio
a pulicaeio de huma Revista menaal. \ ulidade
!e lai-s assoriacR-", Senhores, lie mmiisiiasv; e no
itilnilo deas promover,, e animar, o Oosvfnu tiara ao
vo*o conhermiuito lumia Propu-sta para a appro'a-
ci i do Decreto, que leni e'evdo a dita Soi'iedada
cail-egoria de Academia, e do Rea!amenlo sorve de Catatulos.
VACKN'A-
Parece iperird, nao digo em luganej 'remotoa. *
n cird scii, e couhecimentos, porem n visiuhanca*
d sta Capial, e mesmo no coiacio della, que pessoa
baja llidixui i.nlas dos seos verdadeiros inieiesses,
ou de ta( aiirh dominada por antigis p di'ixem deaproreilar-se date til preservativo, o du
cincoriec depois com os vacinades aos re-peclivoa
Piofessores, a fm de vei ificaiem o sen effcilo; entre-
lano a exisenci de taes pessoas he huma li i-ta fer-
dde; esosen desluixo, ou t a'uua pieocup.ic6es,
be que se pode altn'mir a apparicio daquelle flge.ln,
tpie i'ln pequeo nuuiero de vi. timas teni prxima-
mente fciti>, coilati'lo em flor vda Ja*.uteis s auas
familias, e Sn>- dnde, ouqueerio as suas lulura*
esperancaj. Q Cverno afilie, C"in deve, lio la-
mcnl.a-eis succesio*, considerando pe "Ja in epata-
vel, que delles resulta ni aos pat lindan s, mas
lam)'in Naci, privada p>r e ervicos, que essia inf. Ii/.fi podiio preslar-lhe : en
Iretanloil'e repon-si tranquillo na conciencia de nao
haver poupado per.suasfle, nem despean', para evi-
tar semelliaules aconleiinienlc*. I).*pt)is do ultimo
Jli-lalorio da Repartieio, que presido, f rao nomo-
a los quatro Vacina lona para Municipios, oudttef
hilares eslarao vagos, e < pus leu sido puutnalrnele
enviados a Indas as partes, en que cmstou haver ne
eessidade dell. Para mas facilitar ees'enlcr ji ap-
' p'icaeio da Vracina, o Dicctor da insliluica estabe-
lecida aesta Corle, Hrcules Octaviuo tuzzi, com-
poi huma Menuiri i. que o Goveno nvut lou impri-
mir, edestr'btiir pilas Prpviiietifl, recommeiiuan lo
aos Presidentes q '. Ihe dess^m a maior puh|(dadu
poss'vel. Pirc(c nu e Isa nuis ao alcaiiea doGovcr-
no ; mas qoaudoislo se nao J"'gOt sarTi.ieiite, n
espera que o auxili"is com a m.-di-Jas, qu a vo>i.>m-
bednra mi diciar.
O numero dos varcnidos na Jaula da Instituicio
Vaccini"a,' de>de > principio de Wa'o do u.iio |asa-
d a<: di-stasFilraS < x nmadas e recuh-iida- 10:11 *eroa-
deira Va:-, ina 3;39." s rest.ii.t- s u enip*tec iv.
A maior aflmela de concurrente leve luga- d pi-
is tpic i'oin-i;ou a gassar aquella uioKstia.
A'em d .8 p soa cima menciona Jas, var< i-iara se
l'atnheill rxprJdo.d'i Arsciil de G.ifrr-, Sdd.dMs .'e,
,.|.Tt -. "Cat. .., Mnibwru, d l'*-.pt 1 Ala*.,


"
2
DIARIO DE fERNAMDUCO.
nos da Casa de Correccaoo, e grande numero de cri-
anzas, a quem os Facultativos desta CommissaS ap-
plicare aqoclle preservativo as casas particulares.
SuCCoKROS rUBLICOS.
Po ultimo Relarorio desta Reparlicao fastes iufor-
n.ados do estado de penuria das Villas Diamantinas,
c do Principe-, das providencias dadas pelo Governo,
a semelhanle respeitu; e da generosidadc, com que os
Fluminenses procurar8, por nielo de huma subsiii-
pca, alliviar os sofirimentos da p daquellasduas Villas: julgo ag-ra do roen rigoiaoso de-
ver participar-vos q' b seu exemph fot imitado pelos
habitantes da Villa de S. Francisco de Paula, na Pro-
viucia do Rio GrandedoSul. A Sciedade Defensora
da Liberdade e Independencia Nacional ali promeveo
huma snbscripcaS a favor daqrelles infelizes, e o sei
resultado foi distribuido pelosdois Municipios na con-
veniente proporca.
O Governo tere noticia de que na Provincia de
Sergipeseexperiinenlava consideravclfalta de farinha
de mandioca, e mmedialamente cuidou em occorrer
aquella necessidade, levndose conta da Thesoura-
i ia respectiva ]a importancia das despezas feitas com o
siippi meato, que se Ihe remelteo
- .
liSTABELEClMENTOS DE CaRIDADE. ^
Hospitaesv instituidos a princip'o por motivos de
Religio, e consagrados depois por huma beneficencia
mal entendida, sao antes asilos constantemente aber*
tos preguica, e falla de bom comportamenlo (de-
finios estes que conduzem sempre indigencia ) do q'
meios reaes de soccorro para as pessoas, que circuns-
tancias.imperiosas mcrguJlio na degraga. Elles en-
tretem naclasse; que de ordinario os poVoa, esse es-
p!to que he a causa primaria, a que tal classe parecejeon-
demnada de geracaS em geraca, eformaS huma ver-
dadeira chaga poltica. Ali se preslao socorros paisa -
geiros a quaquer que se apretenta; mas n.>5 se lhe
ensinao os meios de poder passarsem elles para o futu-
ro; na6 se Ibes poupa mesmoa especie de vergonha in-
herente a tan soccorros; vergonha, que seria hura
grande more! nos moos do Legislador para destruir
iusensivelmente as causas da indigencia. Tal he a
opiniocommum dos Publicista?, e Economista?; ea
sita exactida se ve cada dia confirmada pela experi-
encia. Em Inglatena o numero dos Pobres crece na
proporca dosoccorros, que fe Ibes prcsia.
Nao quero dizer com isto que inleiramonse deva5
desoppareo^rentre nos semelhantes Estabelecimen-
tos: as pessoas decrepitas desamparadas, tem jos
caridade absoluta dos pessoas bcmfazejas, e conside-
raci&do Gobern: as outras so em certas circunstan-
cias extraordinarias, e com ceitas condivo -s.
Para se ir pouco e pmico di struindo este alimento
de inacj6, c da imprevidencia, conviria dar a tacs
Estabelecimenlos bum regulamouto muito diverso,
do que elles tem entre nos; sujeilando cada huma
das pessoas, que a elles se recolhesse, e estivesse no
caso de prestar servico, a iudemnisa-los p ira ha1 lio, das despezas com ellas feitas. Alliviadas
ussim as de. parte das suas rendas, hoj consumidas com bem
pnco proteilo no Iratameulo de entes quasi nullos,
uu completamente taes paran Sociedade, poderia ser
com muito maior proveito applicado ao stabeleci-
mento de industrias facis, era que familias honestas,
e recelliidas achassem o emprego, que Ibes falla, e
ineies decentes de podeivm subsistir, e de tratar-se
uas suasenfermidades. He de esperar que as Assem-
blcas Leg:slativas Provinciacs nao dcixem d- laucar
suas vistas sobre tacs Estabelecimenlos, e de llies dar
huma reforma neste sentido, oueni outro, que mais.
conveniente Ihes pareca: entretanto direi algumacou-
na a Tespeito do Hospital da Santa Casa da Miso icor-
didesta Corte, fundado na expsito, qu a Com-
juissa encarregada do sen examc ullimamente diri-
gi ao Governo.
O Hospital da Misericordia existe constantemen-
te com hum numero de enfermos superior sua capa-
cidade. Para remover este inconveniente, cumpre
prohibir a adnvssadosque ali sao-tratados a sua cus-
ta e a dosescravos da Naca ; remover os dementes,
e reunir ao edificio a parte boje oceupada pelas Re-
colhidas. A adopca destas medidas parece de sura-
ma importancia nao so para o Eslabelecimento, co-
nio aiubem para as pessoas, que delle se ulilisa.
Vedada a! a entradaspessoas que tem mcioj.para
se tratarem, ser mais regular o curativo, e as des-
pezas melhor fi causadas: reunida a paite, que o
RecoUiraenlo oceupa, ha vera o espaco razoavelmeu-
le necessario para o numero de enfermos, com que
se deve contar. Ncm se objecle, que as pessoas ex-
cluidas ver-sc-lu multas vezes em affliccao as oc-
casiues de* molestia. A experiencia lem constan
1
lvenle mestrad que nunca morn m lo abandono
os mesmos rois#avcis -, o te lo .> he, muito me-
nos morrerao dessa sorte aquellis f que tem alguma
fortuna, salvtjs os ii MtaO rasos de huj?a avareza
sem limites. Deje da que a necesidad* epparecer, a paieci-r^ lalx ni
osHospitaes, pai licu'ares, coi Cafs de Sqjide, imi-
tf c*5 das que exjstew as grandes |-t>vp*A< s da Eu-
ropa, e ja m($* H&mtom m ftr.^ta C.npiital.
Be.sla prover n accommOaac.":* das Rerolhidas, e
dos Alienad s. Para aquellas uenlium lugar jnlgo
n.aisapropriado, (loqueo Ccmvcutu das Religioras
de Nossa S.ohora d'Ajud ; -fifj(|is no edificio as indis-
peusaveisdivi 6ei ara *mro>d*>esepative>S de lio-
rna e outia C ro daquella.-Religiotas, e o das pessoas, que all se
acha com o carcter de Reroiidas : quanto s Edu-
cBndas, na hyfo'hese, dse nao poderem conciliar
todos os inUrcsfes, sej; 5 entregues a si as pas, ou
tutores; nao se cempadecendo jamis com os piin-
cip'os da cquidade que se conserve! em perpetua
tintura as victimas do abandono, e da miseria, que
a Nac*6 lem adoptado por uas filhas, o a ca dude
publica ajndado a alimentar para se fiaS choraiem
os inlercssts de pessoas, que tem o abrigo das suas
familias.
Quanlo aos alienados, seria nini conveniente
Iransfiril-f s para o Convento dos Peligi< Sos Franris-
canos na liba do Rm Jess. A silunc&O aprazivel
dfquelle Hospital, a proximidade do mar para lo-
niarem ossi us hanhos, a largueza que all pedem
ter, mtlhorai muito o seu estado, boje vsrdadeira-.
mente deploravel, qual no ultimo Refatorio da Re-
partic>.5a meu caig-o, vos foi descriplo.
"Ai'gmi litada as- im a capacidade do Hospital da
Santa Casa, outi as > bras se fazeni aiuda neoosarias.
cuja desci'ipva omiti por na ser prollxc
A Administrac. 5 Seqhorrs, diste Eslabelecimen-
to lambm canee de reforma ; csland,qpoicmo Go-
verno informado de que se trahalba na organisa<;ao
-de hura novo Coii'promi>ao adoptado s circunslau
ciasacluaes, elle se i eserra para vos apiesertar rm
occasia i oportuna as obserraies, que lhe parece-
rem dignas da vossa ctnsideracao.
Pausando a tratar agora dos Estabelecimenti s an-
nexos Santa Casa da Misericordia), tendo ja pon-
derado a necessidade da rem oca 5 d Recolhifncnto,
sp me ofierece dizer qi:e o .ystema da eduiac.ahi
seguido deve ser substituido por outro, de maneira
que as Rccolhidas receha com hum melhor dcscnvol-
vimenlo phisicoas prendas, qup sa6 necissarias a
huma boa nifii de familia.
Pelo que respeila Cisa dos Exposlos, a Com-
miss-'S, de que ja fidlei, entendequea actual, bem
nuedeconslrucca5 moderna, be mui defeituosa, e
de mui pequea capacidade. As pessoas, qucahi
lem entrado em dias de concurso, sabem por experi-
encia que he mpossivel permanecer por diz minutos,
as salas mais espacosas, sem ser ameacado de suflfo-
cach, emrazidam disposicaQ dos repartimen-
tos, e da r>lta de ventilacao. O nao haver hum
iardiro em Fslalielecimenlos de tal ualurcza he tam-
bem hum defeilo cssencial; cnlrelanlo o Governo
nao de.-cobre meios de poder-se por ora nirlhorar o
queexiMe, nem possibilidade de o transferir para lu-
gar, e rdeficio mais aprop iado aos seus fins.
N-ise lem por <>ra, ptL Reparlicao a meu car-
go, lomado couhecimento do estado do Hospital do*
Lzanos. Havendo-se na Le i do O cnsenlo de a4
de Oulubro de i852, consonado Ih-particaO dos
Negocios da Juslica huma qnanlia em beneficio da
quelle Eslabelecimento, indi-ponsavel se torna que
declaris qual das dnas Aulhoiidadts deve exercer
sobre elle a in peccao que ao Governo competo.
Parece n c aqui lugar mais proprio para fazer
menca dos Seminario* d; S, Joaquim, e de Jacne-
canga. As obras de hum e outro se acho em anda-
mento, mas como ef le ultimo ficou, pela Le i das Re-
formas a Conslilu'ca, peilenceudo Provincia, o
Governo se limita a iccommendaro piimeiro vos-
sa beneficencia, para que arbitieis huma qpan'.ia,
cora que possa brevemente *er concluido em bene-
ficio dos orfos desamparados, e dos exposlos, que
a'i devem receber huma educa^ad accoyimodada s
suas circunstancias, e as necessidades da Sociedade.
Contlmiav-se h.
GOVEUO.DA PROVINCIA.
Expedieneld do dia 3.
Ff'lcio Cmara M. de Goianna enviando o Pa-
recer da Couimissa de Rendas Municipaes apprdva-
do pela Assembka L. R, que mulla a misma Cama
ra em 40 rs. por nao apresenlar em lempo a sua
con tu corren'e, a fim de \ exccu'a .
O
Ao Procurador da mesma Cmara para facer
a cobranca da dita mulla.
*- A'^ftroara M. de Olinda semilhanle remessa
de oulroacto Legis'ativo, era que foi multada em
i^us) rs. | o KiiticC"
_____t_ ,l A.
" Ao Piocurador d'ella para fazerj a Respectiva
cobranca.
Ao Cbefe de Polica para fazer pi ocessar os Ve-
readores da dita Cmara, em virtude do mesino acto
Legisla I i vo.
Ao Procurador Fiscal para dar o .'en parecer
sobi ei. i cpre.-eiitc. 5 da Adro i nial rae. o dos Leus dos
Orph|os, que pede auciprisavuS para comprar un
lerienO conligno casa de Ho.ffs 'tiudares da fcrua do
Vfar!n. nai*a fn7fr mm s e Ih'8 CSM.
o- -' .r
Ao Inspector do Arsenal de M., que p de hopa nao pode existir a guarda pi imnente do
Arsenal, masque lem ordenado que dorante a noite
si j as iiumediacis d'elle rondadas efiect'vamente
por plrnlb*s.
Portara ao Ccmmandanlc G. do Corpo Polici-
al para fazer rondar as immrdiacoosdo Arsenal.
Ao Revi rendo Administrador da Igreja da
MaJre de Dios para informar, quem e com que da-
tino ocupa os cubiclos e sa'5es do anlgo Convento
e si hatlogarcm que possa a Adminisliacao do Patri-
monio dos Orpb.ios. fazer as suas ses.oes.
AoCirmgia da Vaccinnx exigijido a'gumas fa-
milias de"pus para a Camaia de Nazareth.
. Dia/y.
Oficios ao Presidpnte da Relaca para infuimar
os~requirimentos dos JJchaieisF. Peixolo dg l\.
M., A. Alfonso F., C. M. da S. Guimaraens, Fer-
nando A. de M., V. F. Lima, e A. J. Alves Fer-
reira que pedem ser prvidos Juizcs Municipaes, e
de Orplios. ,
Ao dito para dar o scu pareeer'sobre 8,"din da se
pode exercer todas as fonicoes de Juiz Muu. e de,Or-
p'os o Eclesistico br. Francisco J. das Chagas.
Ao Inspector da Tlusouraria, que mandn fe -
ztr pela R/ das^Obras publicas os concei toe do Quav-
le doBalalh.5 7. oreados em .006o900 rs., e
(luedevtm ser feitos daquota do Miuisterio da Guer-
ra.
-- Aodilo que o Commandanle Supuior das. Q.
N. requisita o assenlameoto de'praca de varios Cor-
netas das mesmas G.
-- Ao4C. Superior coramunicando a ordem su^
pra.
Ao Dito para fazer apresenlar ao Comraandan-
danle das Armas os luslruilores do i.: e. Rqta-
lhoesdeG. N.
Aodilo, qe ficaS dispensos de todo e qiialquer
servico das G. N. os Empregidos da .Secretaria do
Governo.
Ao Commandanle G. do Corpo Policial, que
se nao faz precisa a aprovc.,5 da Presidencia da no-
va classificacad dos Ollkiaes, si foi cumplida a Le
rsped iva. N
-. A' AdminLlr.icao dos bens dos OrpliSos, que
i nforme por que rasa5 rcquidlou os salos do Com-
mandaiite da Madre Dos, quaudo o respetivo Ad-
niuislrador, de quem se exigi informacSes, asse-
ver* que parle do edificio esl soh a adinislralracau
d'lla
A'dita, quenaSapprova a requisicaS do Dire-
ctor do Collegio de 5 ou 6 esccavos, por que ha Lei
que veda que as Rparlicoes Publicas airva5 de es-
cravos.
Continuar-sc-h. %
-------U_iJi
O
DIVERJAS REPAR'PICOENS.
polici\.
Prezidenle da Provincia ; a quem fiz przenle
as suas requiicpes, tem ordenado que pelo Arsenal
de Guerra se lhe fornecao -2,i espadagSes, e algn*
mas-os d carluxame de ad. i3, e ij : mande p(,r
tanto V. S. riceber taes objeclos pelo seo Inspector,
que se entender com o Director.do Arsenal. Quan-
lo porem aos lampie que V. S. labctn requizi-
lou, djs-nie que providenciar a x'espeilo eui tein-
po oportuno.
Dos Guarde a V. S. Recife a de Jullio de 1835.
J. N. Machado. Sr. Juiz de Paz do 3. c D. da
Estancia.
Pelo Paquele Januaria remeto a V. S. o pre-
zo de Justica Manoel Gomes de Jezns, que tem de ser
julgado nessa Provincia pelo Jury de *eo domicilio,
segundo bou ve requizicao. Aproveilo esta ocaai5
para reiterar a V. S. meos senlimentos de respei-
to, e amizade, ofierecendo -me uesta nao 10 para o
disempenho do iServico Publieo, como particular de
V. S.
Dos Guarde a V. S. Recife de Pernamlwco 2
de Julhode i855. Sr. Juiz de Direilo Chefe de
Polica da Cidadc das AJagoas. J. N. Machado-

^^ ^^ l



DI A tro Bt P&RNAMOUG*
wmmammmmmmmmmmmmmmmmmKmmmmmmm
Rendimento da Alfandega de Pamambuco, no pre-
cedente mez de 'JunTw. #
IflREiTos de i5 p/o............. e9.48o^8i4
Premio d */ p */ o mez sobre os Des-
pachos a praso.................. i -,a8o$792
Expediente 1 /, p /,.............. 7:4 8&983
Armazeuagem '/4 p / ao mezT....... 6o7$io9
Direiloi do Plvora 5o p %......... io9$375
Direitos de Reex porlaco a p /0...... 56 &043
Mulls impostas pelo R- gulamenlo... ufafy'x
Scllv d(r>popis do expediente....... 9$8
79:746#m
R slilukoe/i de Du-ulos............. o,6&77*
as. 79/49#7o3
--- -
. ;
O Esc lirio inleiino
Manuel Gregorio da Silva.

DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mespia do N." 107.
MEZA
t
EXTERIOR.
PARIZ 1 DE MAIO.
%3 Di de S. Felippp, dia da Fi ata do Rey, se nao
fui de excesivo enlliuziasmo foi lal vez o em que sep.-
tenliou huma alegra arompanhacia de Iranquilidade e
boa ordem, a mais comp'ela, que (em aparecido em
igua,c fwlejos de,p.'dp anuo di? i83o. O lempo eslava
excellenlc, comis bello q.'lem liavido em semelhante
oceaxiioj o que tornara a fqnco muilo mnis brilhan-
ie; com effeilo o j. de Maio foi o mais liodo daprc-
zente estacio. O poro que largando as suas.cazas, va-
gaya polas mas, mostrara a,mais comp'ela alegra, e
58l*.faeo : reparlio-se comer com abundancia pela po-
breta. A recepco da Corle, foi brilhante segundo o
epsturae om semillwnl,es occay.iocs. O corpo Diplo-
mtico foi rrpiezenlado pelo Embajador Austraco,
Copded'Apeoy, o qua,l dirigi ao Re o discurso se-
giiinie:
Seubor. Eu venho em nome, e como Orglo do
CJorpo Diplomtico offerreer a, V. M. a mais pura ho-
roenagem de respeito, e'dar-lhe as parabens, qnceHe
voseara por occazijo do anirersario da rossa fe>la.
Eu seu sensirel a honra que el|e nic fez em meesco-
)her para manifestar a V. AI. em nome dos Sobera-
nos, cujos Repi ezenlantes se aprrsso de comparecer
hojcdianle de Vos, os Seus mais puros sentimentos.
Os seus detejos, Senlior, si sempre os meamos, e
cada armo que dicorre do vosio Reinado, ejles vecm
curaprida, pela sabedoria do rpsso Gove no, reunida
aos exfoicos e ao acord, e uniio que felizmente sub-
siste entre lodo?, a manulenclo da paz, e a prosperi-
dade da Franca,, que repouza as garantas da ordem
publica, e na eneigia e fortaleza da auloiidade. I)e-
haixo de taes auspicios em breve estar .-egura a feli
eidade de V. M. e da vossa Augusta familia, constante
objeclodos arden tes dezejos do Corpo Diplomtico, o
qual espera, que V. M. aceite a renoracio da sua an-
aca, respehoza homcuagem.
ORBI RESPONDRU:
Eu agradeco os dezejos, que me tendea expresaado,
em nome do Corpo Diplomtico, esou searvel ao pra-
zer quemostiaes em serdes o seu orgo. Eu me re-
goanjo em ver que a prosperidade da Franca cresce
proporcio, que os inimigos da ordem perdem porto
da a parle as esperanzas, cosmeios dea perturbar.
Vossabeisque a manulenclo da paz geral tem do
sempre o alvo dos meus maiscou^tautesexforcos, eme
he mui agradare!, qjie vos, o reconliecaea commigo, e
que continu felizmente a subsistir por entre todos os
Soberanos o misino acord, rerdadeira garanta desta
paz lio preciosa para todos-oa Estados, e que he sem-
pre a bazeReal da feh'cidade e prosperidade das jac-
es. Eu agradeco os sentimentos quo expre saeaa meu
respeito, c da ininlu familia.
(The Times.)
A
Terremoto e Voleos etn Guatimalm.
Abelha de Nova-Orleaus de ao de marco publica,
que as carias de Oma relalo o iconlecimento d'luitn
grande terrcmulo o de varias erupcSes de VuleV,
pela* qir^cs kfoi abismado hma grande extenso
do payz, tres Villas, multas povoaces, assim como
]iarte dos partos 8. rVsisjuol a S. Salvador. Cinco orup-
cieseontnaario durante sele dia, derramando ro-
cbas, padras e lanas eu ludas a*Jirrr>e n* distam io
de selenla leonas. Huma d'elluarrtbeniou vinte n>-
Ihas ldide/oi lal que ao meiodia oa habitantes fOi* obri-
gadoi a cenderesn aechles para acerlarem eu caini.
nlio. Jiogrande toi o terror oVp novo que oiu Alan-
cho, trtzentosd'aquellps que vivo bo eMado de con-
rubma^am oiwi'io-sr, quvendo tornan ni-se virtuo-
sos para o Di de Juizo.
(Alias.)

,o
CORRESPONDENCIA.
Snrt. Reda0iores.

V Vms. j devota saber de % nao pequeos roubos
que lem harido neaics dias liirnos, em a lojas da ra
do Queimado: os/gundo foi na noite de a9 dpss. do, e por occazio d'tlle cuvi buen dilogo bem judi-
cioso entre doualogislasj o qual vou roferir-lhrs, se
a lano nas-ajudaremalgumas licso.s de Mnenilech-
nia que me tem i'ado Mr. Gon/iet. -
Ambrosio, r- Sur. \iainbo venho gara da loja do
poln-e rapaz roubado esta noite: faz pena vel-o.
Rafael. -~ Boa vai anossa (erra meo amigo A-
lm tbjflagello da moeda, aldm das malditas intrigas
poliliets que, fiqttlnnnle vema lererler em prejuizo
do Cummeicio, haremos ainda somer ladroesl For-
Ledesgraca he a desta Provincia, arabou a guerra de
Panel las principiqos ladioes comuosco !
Ambrozio. Como nao h de sso acootecer, se
z pol cia dnosla Ierra esl no D poz'to ger*l. e ainda
nfio bou re huma alma ChiUa que requeresre o le-
ranlamentodo depozilo? Diga-memeu Vizinho; j
Ibe conslou qe fosse algum prezo por vadio, e soffres-
se as. penas, anda que bacas, das nossas Uis? Nao
por Otro: logo, esls gcule, deque muilo abunda nos-
sa Ierra, como h de virer se nao a cusa minha, e de
Vas, se elU conla oom a impunidade? Diga-me ma-
isj do.que w\e bum Corpo que aqui h chamado
de polica ? >i Vm. sabe que, eu medeilo tarde, por
lano prsscMisseverar-lhe que a policia nfo ronda, (nos
poucos juWda semana em que d patrulhas)seno a-
t meia noile, c de meia noile para odiauiclis: eas-
sim inetmo as patrulhas destinadas a rondar, al meia
noile, em sendo io horas io'/ ate'ii vo-s reco-
Ihendo; isto poiem conforme o Oflicial que esl de I
F. lado Ma'or no Quarlel porque a esquina da minha
rasa he ponto cerlo de parada, e bom he ouvil-os
descancemos aqui para faser horas que, boje est de
Estado o Oflicial P... que, he bum impostor do da-
bo, e se formoi j ; manda-nos o'uIra vez para a rus
diseni algnmaa vozea, e oniras vamos faxer ho-
ras (accodem oulro) nao: boje cata de Estado popae
S... Eis-aqui meu amigo como be feila a policia da
nossa Ierra: as patrulhas sao ordinariamente com-
mandadas por Soldados quenenhum respeito podem
incu I ir sos ou I ros, Cnlrelantoque, nosti em que se
emp ego os Inferiores que, se as cotumandassein o
ser vico sei ia cerlamente mais bem feito, e milhor se-
ria se bouvassem Oficias enca regados de examinar
que, as patrulhas cuniprissem suas obrigac5es, mais
nada disso, hido vae a Dos ca ventura.
Rafai i.. Mou vezinho, arellaxapo est inlro-
dnzida ero todas as elases. Vm. lem mui la razio no
que diz, respeito aos va dios porque se osJ. de Paz
L^. a. j:_____?_* i ** n ^ o j.
cunipii-sem as dispoztedes dos 1. e a. doait. la
do C do P., nos nao veramos por essas ras tanta
gente que, todo o mundo sabe (mtnos os J. de Paz)
que, vendem cabritos sem rtr nem meis cabra:
porcina respeito do Corpo de policia, nao tem Vm.
tamanha razio. Me rerdade que elle nao ronda da
meia noile para o da, mas dga-me, (Vm. j foi Meli-
cano, edo tempinjio!...) como quer que, cenlo c
lanos hotren, (on meshio aoo segundo ouYi, dias,
hum Oflicial). dc^m a quarlos de guarda na semana,
rondem todas as noites, eda meia noite para o dia ?
Se Vm. me dissev, o Corpo de policia s deve TatVf
oservicoque llie compele deve-se ordenar qie, a po-
licia ronde s da meia noile para o dia, em quanlol-
ver pouca for^a, e at meia noite rondem os J. de Paz
eseus Inspectores por ser menos pezado esle servico
os J. de Paz devem mudar de sistema depalru'bar
e adoptar oque sqguio o Mello, boje Oepuiado, quan-
do foi J. de Paz deste Boirro e &c. a ludo llie diiei
que sim. A rQapei-io dosOITirie enearregados de re
giar as patrulhas dirlhe-be que, eu lenho visto, hu-
mas noles por ou-l ras, hum Oflicial de Policia ac
vallo com ordenanza, e cerlameute anda nesse servi-
co; eseclles mais nao (azom, he por aquella regia
mais antiga do que nos, todos se coci para den-
Iro a culpa lem quem' ocoiiaeiitelporm em ge-
ral o consentidor he Sjiaixonado do exercieio maca-
ca!.
Ambrozio. Dou a mos a palmatoria a quaalo
Vm. disse, mais dig-me cSnr. Veainhn, a uossa As-
sernbVa Provincial re-fu lio o Corpo a -' pracas, se-
gundo minha lembranca, para com ellas dor-se disr
lacainenlos para as 8 Cominarcas, efazer-se a policia
da Cidade, e dos arrebaldei, esta torca.ser bastante
para tanto? FiraVo os pocias toda a sua vida ron-
dando da meia noile para odia, porque necessaria-
menle ainda compiedas as 45o pncas puncas mais das
que existem resllrS depoi de man harem csVsIs-
camenlos ?
RafaKJ-- Os Anjos ^he respondi. Nlolhe ve-
jo oltlr lenudio leheque, nos as Aulhoridacesque-
reni, como creio, que leuhnmos quitlacio, o nossa i
vidas, emiendas segurss, e en to para oanno aAs-
seinble'a que.....
Aqu rHtgjvti o bom do Rafael, Snrt. Redactores,
quando humftpguer que enlrou na loja do Ambrozio
o fez k largar hircos e redes para bir aaarrir-?!!?
alguma cdula falsa quctamhem ja silo em moda,
porque tudo anda falcificado, e com everemlas fal-
sas .....
Transcrevlo, Snrs. RR., esle dialogo por amol-
do nosso Pernambuco, e por fazerem lvor ao
Discpulo de Mr. Gonnet.
Publicacio d pedido.
Parle de urna carta fidedigna vinda das Alagoas.
Amigo................................
Cidade dss Alagas lodeJunhode i835*
.......A.CokteceO, que eu lesse o Diario de Per-
nambuco N. 8f>de ai do passado, e n'elle vl-se in-
serta urna carta de 6 de Maio, onde rinlia assignado
un Snr. Z. G., e como nlo goslo de onvir nar-
rac6es menlirozas em parte ; por i so pisso a contar-
te alguma couz.i, que se passou na Assemblca d'esla
Provincia, e em opozico aoqe'li n'essa carta impres-
(a Diz o lal Z. G. que a Cmara se dividi em
dous partidos (como era natural), eque no plimeiro
estavio unidos os Bacharoi* isto mentira discara-
da; porque podes asseverar-lhe qoe afgum Bactiarcl
nio eslava n'esse partido, csim nodo Perdiglo, qual
tanto conceilo mereceo Cmaro, qo foi nomeado
seo Presidente. Qano ana sorthda disercao d.
Assemblca em que faifa o tal Z. G. podes af7r-
marlhequementiroza; porque se Perdigan desr-
tou indo ver sua familia pelos das Ssntos da Paschoa,
tobem fez o mesmo 6 Juiz deDirilo doPcndo, o
d'esta Cidade, e outros muitos Deputados, assim co-
mo o tio ellogiado Sobral Orador da Assemblea. He
verdade, que tratando-se alii de fixar a forca Policial
da Provincis, ouve um renhidsdiscuelo; pofem co-
mo es' nunca poje ter logar, seno entre duas, ou
mais pesa, ainda ignoro a razio, porque o lal
Z. G. s fallou no seo Orador, qirendo alias na tal
discussia, os expectadores, assim" como eu que fui
tobem Deputado, nao IheoiiVliio esos seos Partida-
rios oufro talento, e energa, senio o abozar-seda in-
violahilidade dss opimOes, j chamando ao actual
Commndante dosMunicipaes Permanentes Logisla,
quando ato nada vinhi ao Cszo, e j dizendo que' o
Presidente da Provincia pareca dar ouvidos ao patro-
nato.
Alem dislo podes liobcrn lazar de menlir&so k
q^uem dicer, que o Projecto sobre o Dlzimo de minn-
castsleve prestes a subir Sancelo, porque, logo que
llie sairo a encoulrd os bous Deputados, que nlo
queriio acabrunhar sua Provincia rom impostes, foi
logo atropellado, e pz'se orna pedra er cima ; e se
elle fosse sancionado spesar da raiva de certa pesada..
.. .(segundo diz o Z. G.) era porque essa pes'sa ma-
is se inleressava "pelo alivio dos pobres habitantes da*
Alaga, do que o Auclor do lal Projcclo, e o Oa-
dor, que na quesllo sobre o modo da sua arrecadaclo,
se por Colleclor'es, se por arrematacio, os seos diver-
sos argumenlos produzidos com ellegancia, eonfor-
me se diz no Diario, nlo folio oylrosj senio acusar
que
O/ador (Sobral) nio fiz outra cotiza, sertio csciidar-
se com a immunidade de Deputado; c atacar na rtiW-
or puLlicidade a un Em pregado Publico; por isso,
apezar de que a Lei livre Sobral de qualquer impu-
tado, porque emelio sua opjniio uocjefcio de De-
putado, com tudo no conceilo dos homens I 011?, elle
nio ser livre em quanlo dio jstillcar sua accercio
perante o.tribunal conpeienle. Basta, Meo Amigo,
j me iia esiendendo muitor ei^lo porqu materia
convida; porem como a nossa Provincia est balda
ao naipe Imprenso, eu me salisf.'CO cmescrenr-
Ihe assim; pois se a ouVesse cutio tu podeiias saber
de multa couz'nilia boa, que vai por esta ntf&a mal-
fadado Tcsra................................
i---------------




Dt-ABIU I>B PER ANNiNCIOS.
J^Abbado Jro i luz o N. I9 do Aristarco contendo
r-sseguinlesarligos : continuado do N.' antecede ule,
JResposta 00 Snr. JuZ* Jo'quiro Coelho, Resposta ao
VelboPeroambucano &c. Vende-i* 1101 lugares do
eostume,
aj^ Por inconveniente da Tipografa nn lem sido
publicada a Cuota do Hospitaea, a qual le acha en
liOMii man y bstanles das.
ajtjj~ Por iiieov*Mirmt's occerridos na Tipografa,
rio [16 le sabir domingo passado o 3 numero do Jor-
nal de Variedades ; porem sabio hoje.fMfjendo os se-
guiutcs artigos : Modas de Lisboa : --Cu-apuras*-A
ponte da Boa vista :Cooo Gabriel Cochrane ;
Sc.___Vende-se na Typngrafia da ra das (.'rutes D.
5 5 a na B AVIZOS PARTICULARES.
fc^Rr. Redactor.O>u>0 Manoel Je Paxeco de Mel
"lo medesafiuu para o Tribunal do Respeitavel Publi-
co pelo annuncio inserido no Diario de Pcinambuco
de2 deJullio de 1835, disendcque i.inguem nogo-
cie a miulu vende, por eu Ihe estar devendo 70&000
res de passagem da liba de S. Miguel para esta Oida-
do, pondo-me a mim de ma f naopiniao dos homens
honrados desta Praga, rumpre-me daer rm minha
faina, que sendo o Sor. Paxeco men Patricio, e indo
n liba ein huma Embarcaco por elle (Vetada, e pedin-
du-lheeu que me conduzUse para Pernaubuco, que
qni Ihe pagara seo frrt*, este honrado Palrij o ab<-
nou-me a cabeca, que nao; pelo que recorra JuZe
Francisco da Mota, hipoqueidhe hum sobrado que ti
nha un liba por Escriptura publica por es paco de 5
annos; eesle roandou ao Snr. Paxeco que mecondu-
zisse para Pernambuco pnr.su* orden, passando-lhe
papt-l pelo que elle se ohrigav-r a pgsr-lhe minba pal
Mgem, >ara cuja srguranca hava eom o meo sobrado
hipotecada, rccebende os Juguis: is-aqui a origem
do debite dos 70$000, os quaea nao lenho pago ab
senhor Paxeco nao be por falla de dinheiro, siui por
nio ler negociado nada com elle, quem Ihe devo a-
qnella quantia he o Mota, e en nfoeslmi rara Uie pa-
garesta divida por nao me constar seo Mota ja Iba
pagou na Hha, e | entregou o meo sobrado livre, e
desembaracado miulu mulber, e filhos, que la fira
rio anda as libas; e nao estou para pagar huma di-
vida 2 veies, mormcnle nao leudo eu coutrahido < ora
?dio obrgacio alguna*, ero elle me confiado nada :
obro por tanto do senhor Mota, porque est* j est pa-
go con o ernpenho, e desfructo do meo sobrado. Ro-
go aoSor. Redactor tanda aboudade de dar ao pre'o
sias razoes para que o publico saiba que o Snr. Paxe-
co nao liuha rataO alguma de me e-pixar no Diario
por mao pagador, e horacm de ma fe, sera ser pre-
ciso dizer roais porque o que vimos de diier parece de
*obejo para fazrr publico sua honra, e eu carcter, a
ulliuiarci que a dc.-pula nao a Jianle.
JoxeRapor.o Grego.
O sae3mo Joxe Ra,|.07.0 Grego faz scienle a qoalquer
senhor, que tiver interesse em 20 barris de vinho que
vierio da liba de S. Miguel na Escuna Rrazilt'na de
.Tonquim Antonio de pontea, eendusidos pelo Snr.
MaaroelJoie Paxeco de Mello, e que se diz terem-se
perdido, apiree na casa do dito Grego, que os quer
comprar pelo maior preco, e havelos do Snr. pax->eo
pidos termos judk-ae.*, visto nao se ferem perdido, sal-
t;iiiotm trra, aprovoitaroe, e o dono do vinho,
ou uo correspondente fu-ario fazendo cruzes na boca.
%& Antonio Goncalves Domingues, heideiro do
fafescido Joo Goocalves Domingues, vende a parte
o halancu e conta correnle, que deu o Sur. Coronel
Genio Joze da Cosa, antes de sua morte, a favor da
casa do fdescido Pai do mencionado, quanlia perten-
ecute a sclte berdeiros, na qualtem desua parte para
iaiade400^ reif, ti casa do faleacido Benlo, obri-
gada a satisfaxer, ou declarar os debloa das pessoas
que de*ercm, cono caixa do contracta d'ondea quan-
tia provem, o nenbuma parte tem mais a l^stamen-
teiraAuna Rita do Rozario, por ae achar debitada pa-
ra com os berdeiros, consta dos Actos de sobre psiti-
Uins, peloJuizo dos Oifiosda Villa do Pau d'Alho,
da muradla da meama : declara a mencionada, e ao,
mais berdeiros, a sua pe.rlcnco ; e quera pentender
comprar dila paite, offerece abate a interese do
coroprndor, conforme os ajustes que fizerem, apre-
crnlando os documentos legaes, exegidos da mi da
dila Testamentara, e doJuizo .ompclente: eportaes
principios, scientifica ao Snr. Capitio Benlo Joze
Alses, como berdeiroe tnes., regado da casa do fal-
Jescido Benlo: qcm pe tender dirija-se a padaiia
da rna dos Quitis D. 6.
X^ Hoje 6 de Julbo na praKi do Snr. Juiz do ^i-
a1 BeuroJq"im de Mi.and Hooriqtte s hade tr-
remsIarflVn escravo mnito bm carreiro, mestre afe
fbriearcar,eoleiro de farer lijlo e lelha, trepador
de coquei.os, sofriv,-! canheiro.
/y Oabaixo assigndo vendo no Diario W. 116
m inuinnioto seahorSeba'sliio Jle Gomesevrlih
cando ao respeithvel Publico que i'sta proceden do cri-
minalmente contra oahaixo assignado por^haver vare-
jado ma casa na roa das Ttinxvh'as qual o mesmo
seuhor Gomes diz ser sua. O biso asignado loi.va
murto os lenlimeiitos do senhor Sbastiio Joze Gomes,
e. por isso rog* Ihe o diantamento desse imaginario
processo, ficatidorerlo que outro tanto nio faria oa-
luizo avsignadosrtHchasseas f .zeiida1, quoainda hoje
Ihe assevero l terem passadod'um muro para outro,
e isto pro vara em Tribu-tal competente
Ignacio Benlo de Laiil.
j^T* O mssmo Ignacio Bentn de rtaidlla, fas etfo
por este annum-io a Sur. G. Municipal Antonio Fe-
lisda-Hi-a, que p >de hir, ou mandar no Correio
derta Cidadarboior ur.s papis seos, que eao em car-
ta feixada. tojaia pap-ia forao achados junto com as U-
zendat que Ihe til a. iodo lrabalhque leve em polieiar
a loja do annunante 111 noite para am.mheccr
odia 30 do p p., fioandoeerlo nio t o mesmo Snr.
G. M., romo lodos os otitro enmaradas que Ihe fi-ro
a honra visitar 'aquella noite, que elle nunca pro-
ceder contra nenhum, os motivos que a isso o con
dui logo fara publico por esta mesma fo'ha.
j^" Preciz.i-se d<' ima mulher forra que saiba co-
ziahare juntamente fzer oaervico de urna casa ; na
ra do Aragio na casa de pasto D.'4-
jqa Offerece-se um rapaz Portuu-z para caixnro
de venda, ou onlra qnlqVpr qualidade da em prego;
de mnito boa conduiia : na roa Nova ao p da ponte
l). 30.
fJHT D'.-se 100^r-isa juros de 2 por rento ao
Diez recebendo-se pf-nh^res de ouro, eu piala; no
p ta se dir quem d.
/y Prccisa-se de um raixeiro pequeo para urna
vend.i anda que tenha pouea pratiea (sendo Estran-
geico) : no largo do Livranten'o venda D. 2
r^p Para resp mder-se 110 senhorMatutoZmga-
do correspondente do Diario n. 1 H, pene se a esse
senhor, que romp o veo do annimo com qo* se a-
coberloii e apareca ao Publico tal qual h>, porque
quem esl bab lita.lo a dar-lhe a re

fa/er, a quem parta lar valor as seas pergunlas lio
vergonhosamenle se embuca.
%^ Se .id o echado no dia 27 do roer. p. p. um ca
vallo 00 campo do Erario com nitros pprtencentes n
Campanbia montada do Corpo dos G. M. Permanen-
tes e como at (I dia 3 do eorronl-? nao appatecsve do-
no, foi o dito ca vallo no mesmo dia 3 veVnelli'lo a este
primeiro Deslrielo do Collegio pelo Tenente Coronel
do referido Corpo, e lofo foi entregue" ao Deposito
Geral : qualquer pess a a quem o dito periencer po-
de dirigir-seao diio Joito.
%ry Rogatseao senh-'Fiscal do Hairro de Saritm
Antonio do Recife h-tja de lancar h snas lvlissimas
vistas MIM o b.'Co i|ua fica por detra da M.itrii, p<.*
e est lazendo do d lo b--eo, mesmo despej qml
se faz nos lugares amule e l> decretado pnra taes fins ;
p >is <* lana a f.tlla de polilica q-ie os moradores do tal
b"rolem, que niuitas v<-7.es eom agoas potifi-raS, pro-
hibernas trauzaeSes das pcssoAS, que ali tranzilio, e
at varumodao muito a'riinhanca n'.iquel'e logar.
O amigo da limpi'/.a.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de S Francisco, cc-m escalla por Macci.
k^Bgue vjagem por estes oilo a dea das, a Sumaca
Gentil Americana ; qinm un me ma quiztr carygar,
ou ir de p is-agem, dirija s^a bordo da mesma|na piaia
do collegio, a fallar com o Mestre e dono Antonio
Muniz de Maduros.
COMPRAS.
V/M escravo de meia idade, que nio tenha vicio, e
nem achaques, que entenda doservico de campo : na
r ra do Crespo loja D. 4, ou no segundo andar da
mesma. N
tO^ 2caxorrosile filia que seio novos e sendo ca-
zal milher : na ra dacadei.t do Recife n. 1a.
AMAS DE LEITE.
IV,
A Piaca da Irrlependencia loja n. 20, se di quem
tem urna ama de leiteda primeira harrgi, crila moca.
A
ALUGUEIS.
Luga-ae um moleque de 18 annos, bom cosinhe^H
e e.spelo para o servico de casa : quem o pe tendea;
2::u:cv pereda folha para se justar.
------------ .
PERDAS.
aV Eideo-sens Cidade de Onda no dia 2 de Julho
do coi rente auno, da algibeira da casaca do abaixo ai-
signado urna caiteiracora urna sedula de 2^000, a
nin roeio bilhete da prezente Lotera-; quem achou di-
la caiteira, rendo consciencia e querenuo-a resiiiuir,
ser generosameniegratificado, na ra do Amparo so-
brado n. 5i.
Manoel Juze do Nascimonlo.
'.
FURTO.
N<
_ O da 21 de Junho, pouco anles das 7 boraa da
lioite, e do ataque dos Padres, fui tambera atacado um
muco no tnesmo lugar do Manguind p;r urna quadri-
Iha de Indi Sea, quealem de Ihe levarem o dinheiro
que trazia, levuro juntamente um cavallo castauho
I cqacnn, nio esquerda branca, e com urna sobre-
cana ainda nova, cauda groca e nao muito cumprida,
pi-aco so fino, linas compridas, muito ardido de es-
po>-as,sip, e brida, e .se.m andar* : quem dellesou-
ber, ou leva-loao Alferes de I.' Linha Raimundo Ja,
za de S"iiza Lobo ser bem gratificado.

VEKDAS.
p
iMp'alanqui.n de corlinas.com quasi nenhum o-
X0 na ma Nova D; 5.
a/3 Uma duzia dccadeias, e um camap de ja-
caranda de bomgosto, em bom uxo: no atierro da
13oa-vista l.ido dn eito n. 54.
Xjr Uin peto bom canoeiro, e bom serrador
aiiid* mosso, e urna canoa de conduzir ag a mni b m
construida e em inulto bom uzo : na ra de Smta Ri-
ta.nova D. a junto a casa que foi do Padre LesSa, *e
di 1 quem Vi-nde.
Jpjr Rata tas ingieras mnilo novase 800 >s. ogig\
c rh pr.lo a l2) icisalibra: na ra da Cruz arma-
zem n. 53.
^r^ Um mulato de boa figura, de 19 annns, a-m
vi(fb, netfi achaque, propino para p.-gem, b >m of-
fi.ial desap.iteird, e com outras mi.itas halielidad.s
convenientes a uma casa : na ra do Crespo loja I). 4.
je? Urna venda na ra Direita D. 57 qu vende
por dia de oilo a dez mil reie,cum seo quintal e com-
modos para urna familia, e o aluguel cornudo: na roes-
na.
%j^ Superior sal de Setnbal chegarlo proximi-
tfoiti* rA G llera S.inta R la, por pre;o commodo : a
ma da cruz n. 12.
---------------
ESCRAVOS FGIDOS,
Oiurenca, mulata, dude 36 annos, cabellos
corridos, cora marr.fas, roslo dtcarnado, tem uma
sicalriz no labio superior do ladu esqerdo ; fgida no
dia u5 deMaio alo correnle anno, com vestido de chi-
t, chales de melini pelos hombros, argas de ouro
cortadas as nrelhas; julga-se andar por Santo Aniso :
os apraheudedores lvem-a a ra do Quemadu D. 5,
que serio recompensados.
1 -
m

NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas da* mares eheias no Porto de Pernambuco
9
o
s
11Segunda
12_T:----
13-Q: i
15-S:
16S:----- -
17D:
1 h 6 m.
2 - 54 a
2 - 42 a
3 - 53
4 - 42 M
5 - 42
6 - 30 a
Tarde
Navio entrado no dia 3.
IlAMBURCO; f>2das; B. Dinamnrqnc Carleta,
cap. Pedro Wuppil : carvio de pedra, gembra,
lUais teneros: aN. O. Bieber. Ton. 175.
Dia 4.
TUOG. DOSUL; B. Dos Tcguarde, cap. Jo*e
Luz Paredes : carne seca : ao mesmo eap. Ion. 9-

Pen. na Tyj>. do l)%ar;o
\M5
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