Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02386


This item is only available as the following downloads:


Full Text
31 DE OUTUBRO Nr*M.
DUS DA SEMANA.
31 Segundajej. S. Quintlo Aud. dos Jtiizes. do Cr.
de m. e di t. ses. da Tlie/.ouraria Publica e
< hanc. <|e i.
1 Terca >fr 1- de Novem!>ro Festa iiot>d.) os san-
to. Qu irlo m- .ios 96 m.'dn ni.
2 Qtiarta Comemoracao toa di'l'mitoi.
3 Quinta S Malaqui.is n. Re. de m. iiml do J do
C. de m- c Ch. de t
4 Sexta S. Carlos or scs. da Th. P. aud- do J. de
O-det
4 Sbado P. carias e s. Isabel Re. de ni. e aud.
do V. (}. de t cin "linda.
6 Domingo S. Severo b.
Tt.de agoradenend <1 nm mt*mni la nosa pru-
dencia, uioijaracao, e energa icoiitjnueinfk* coma
l'rincipiamos. e rcmi> mpnntado i'mi admira-
ijo entre as N'aqoeH mais celtas.
Proclamado Ha tirmhltn Ok ni a" Bratil
8ab*orere-se a I000r<. nicnes pagos adiantadni.
iipsi T, pograna. ra das Cru7.es I). 3, c na Hra
Ja da Indrpi'iidiicia V. '7 t 3H : onde e receben!
correspondencias lernlieadas, p animnitom iiaerinf
lUt se eit>> craiis sendo do* proprios nssignaiue.
*indn eig-nadoa.
CAMBIOS-
Oulubro 29.
-aUondre* 38 |)s. st. poi l ctd. ou prata a
50 porcenli> de premio Nomina.
Lisboa .">;> por ofo premio, por Metal, Nora.
Planea 256 H*. por franco
Rio ile Jan. fi p. e. de prem.
Moe.ias de 640U l32()0 |.1400
4000 ..TOO a 6.,8(10
IVzos | ,,4^
Premio da prata 50 p. c.
.. Cobre '.'5 por cunto de descont
PARTIDA DOS COHHRIOS.
Olinda Tintos os di, ao nirio dia. .
C'oiana. Alliandra, Caraiba. Vill ,: Conde, Ma-
manguape, Pilar, Rea. de S. Joao. Rrejo d'Areia,
Hamha. Poml.al. Nora de Soura. Cidade do Mhal,
V Uta de (oianiiinha. e Nova da Cru.ee*, Cid de
da Fortaleza. Villas do Aipiirs. Monte mor noro,
Aracaiv, CastmVel. Canind, Granja, tmpei'atri)',
S- Bernardo, S. Joan do Prinripe. Sobrar, Novad'
EIRe, c, S. Matbru, Reacbodo Mugue. ?
Antonio do Jardiin, Queierainnhim. e Parnalii a
Segundas e Sextas feiras ao meio Paraiba. Sanio AnioTodas as quintas feirai a
meio da. (i,.-iaiihmis. e rloinio-uo dial JO e iA
de i id.i na tu meio da. Floresno dia I?/ de
cada Atea an meta dia. Cabo. Serinliaem, Rio Ffcr-
mozo, e Porto Calvono dias I, I Ir I de cada
mesi -
t
PARTE OFFICIAL.
1 i
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEa. GR RAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DliPUTADOS.
Sessa'de 11 de A^osto-
. Abre-se a essa s lO huras da manhi,
eappruva-se a acia da antecedente.
Ordcm do dia.
Continua a segunda d'srossaS add:ada
na se>sa ant'iior sobre o projerf que
primtiio entrou emdiscus-aS, e art. ad-
dilivo.
Si apoiadas as siguiles emendas:
k Paia se rolloca" onde rtni*r.
0 pagamento dos juros, e amorlir.acaS dts
a plices dadas aos ciedores pela divi !a
inscripia na Piovinii de Goyaz, confur-
me a It-i de i5deNt>r mbro de1827.fi-
ca a cargo da caixa central da AmurM-a-
. c,a, ficando suspensa na dit Provincia
a disposica do ari. 52 ra rele ida le. Pa-
$o, n de Agosto de i836Assi Masc-
1 en has, Corom'a.
Etnendj ao decrelo n, 2, arligosad-
ditivos para serem cullocados onde con-
vier.
r Art. A Caixa d'Amortisan'S da lfi-
da puba, fi.a tle hoje em disnle debii-
xu da mmediata inspeoqa5 da Cmara dos
Depulados; e huma Commi-saS de sen
aein, uomeada arinu.-lmente p ra o exa-
rne dasconia< da Caia, api.rs^nlar
Cmara urelatorio de nens tr.ibil!ios, coro
as observavSis e propostas a rcip . m A-. As Caixas filiaes fica desmem-
bradas da Th Provincias, e teu^ b flanco- senustrais se-
rio remettidos Caixa Matriz.
Art. Alei-i do (]w esa rons"gnn'o
por lei para duL'caS da C.-ixa de A-riorli-
aacaS, peitencem Ihe ruis osseguiriles im-
po'atos areccita ge.al. I. Direilos de
espoitaca. 2. 20 p i cenlo nos con
ros do Rio Cande. 3. Btndin.ento de
ancoiagem. 4- **" d<* b*m de r;,lr-
5. Os imposlos applicilos para atnorti-
cao do papal, pela 1-i de 6 de Outuliro
de i835. .
.< A. t. Compele C^ixa d'Amoi tis.cso,
n..5 .' li.|iii.lr e fooJar toda a divida
contrahida nolmpe.ioat 3i de Dee-n-
bro de 1826, paf^r o jur. eamorus.ca
dessa ditida, como t unbem Ihe compele:
1. O pigamenlo do trato, ju.o e a-
rnoitisacao do empre>limo Rrasileiro em
Londres. a. O pigaenti do alrazo,
e amorlisaca do emprestimo PortigiieZ.
3. Otesgale e amo ti-aca d- lodo o
|jap.-| moeda em circulaca. 4 O pa-
gamento dos ordenados e cxpedienles das
Caix s MlrI e fiiries, em cada huma d'
ellas.
Arlf Tanihem Ihe compete a admi-
n'sir.'cao dos Cofres des Orplilo-, uo
Municipio da Coite e em todas as Provin-
cias.
ciiculiv-is urJ'le estivef a Caixa Matriz, e
onde liouver Caixas Filia ; tanto em
huma como n cautelas reeessarias, .'e poderi (..ser p<-
g 'ment do juro e morlisc;,o, embota
nao sc]h6 inscriptas "na Caixt onde fjrem
appre.-entadds para o subredilo pagamen-
to. ;
u Art. Nenhunr divida sei fniirrip-
ta, senT proi'eder-se na Iiquidaca5 en-
contr se liouver, conToine o decreto da
af dMarqn de 1821, posto em vigor
p.la lei de 20 deOutubro de i8a3.
Art. O. devedores Fazenda N-cio*
nal, por divida contrahida a'3ideDe-
zembrjde 1826, poder5 pig;i-l.s em a-
policrs d divida puMca pelo seu valor
nominal.
Pago da Cmara dos Depntado", i!
de Aao^to d i836. J. J. Oalva.
O Srtf.' Fe. i-eita da Viga pi opc o ad-
diamentc a fin de se em as emendas im
pre-sas.
O Snr. Corumh concorda no addia
ment, quanto emendas to Sr. GalvaO
e Ilenritjuei de Rezenle, mas 11'5 qoanto
a su*, e do Snr. A-s:s Vascarenha.
O Snr. Souza e Oliveira pst plo ad-
di.imento das emendas dos S'rs. Gilva,
A'is Mascarenhas, eCo.uml, e quanto
a do Snr. Ilenrique de Rz opino que se.deva deide logo rega-
tar.
O Snr. GalvaS approva o addiamento,
com tanto que seja declarado por aJg'.m
lempo.
Pe se a voto* o addimrnt) do prnjec-
to, e nao se approva, ficando porem ap-
provado o addimiento dts etrienda-* pa-
ra se dscutirem em projecto separa-
do.
Dase por concluida a segunda discos
sao do projiclo, e approva-se para passar
terceira.
Continua a discuss'5 do orcamento na
parte relativa renda g' ral e emendas a
pinada-..
O Sr. Fernnd'.s da Silveira manden
me-a huma emenda, para que seja i-
sentos d 1 direilo de iropirt.'ca osaotma-
es de raca, a qual le a potada.
Falito na materia do o"camento e e-
roendas o- Snr*. Sju/.i e Oveira, Mi-
nistro da Fazenda, e Djarle e Silva, e
s5 ap'ii.ida- a< srguintes emendas :
Al. i5 >d tivo. Em lngif de-a por
cento para a icnda provincial--diga-ae
os mpo-t.is sobc ailojas, seges, barcos
do interior etaJCa des eteravos.--Castro e
Silva.
Art. 15 re lija se assm"Art, 15.
Os 7 por rento de expoit'ca. pert. uren-
tes a renda geral, Ica5 reducidos ( menos
as Picvi'iciis do Ri.. de i-tneru, Minas
Geres e $. Paule) a 5 porccn'o comen-
te; reveiiin lo es a por rento ta raluc-
cao a livor da rectta das Provinci-s.
Art. 16. Oinij'oalu d 1 air.-ii Ju' bciXSJ
de raz as Provincia de Minas Gentes,
S. Paulo e Santa Cnllr.rina fica per ten-
cendo iccfit Provincial-t-Calmon, Vi-
ai'ti', S. Marlins.
Fica s iliscus^a addiada pela hora, e
dada para ordem dn dia a continuagaS da
roesma ma'e.ia, I. vanta se asessa depo-
is das duas horas da Urde.
1 a 11 1
SENADO
Scssa de I2 de agosto.
Lido o expediente, conlinuou a disi us-
sa addiada da Resoltic.i vinda da outra
Cmara, sobre os vencimentos do im io
sold, fooredidn 1 tiuvaa, e filhs do*
ODkiaes fallecidos im servitjn, no cato de
casa re m, ecun a emenda do Sr. Paula e
Souza, para que se nsssar a resoloca se
entenda neo efl'iito dVra err diant1, mas
ficou addiada por fiualisar o terup > paia
estas materias.
Cou'inu'U a d;scuss5da resolura, que
limita as attiiliuic-s do Hegenle, no Art.
3. Com a emenda do Snr. Paula e Soura,
que q-ier tnliaome-mo Regente a ta-
culdade de diso'ver a Cmara dos Depu-
lados ; e d pois de la-ga discussS, fui ap-
provado o Art. d lei que lira esta la
culdide, reg- ilando-se a emenda.
Passou-se ao Art. 4 1"e P'ohibe a
roncease dos titules menos os de ('< |e-
Ih >, entrando conjimetatnente a emenda
do Sr. Mrquez de Paranagu, que quar-
ta tamben a c neu-sio de condecoric5-
ps, e ordena Militaies, a excep?a5 dn
hbitos do (ruseiio: mas icou addiado
depois de alguma discussao, por dar a bo
ra. _
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PftOVmClA.
Expediente do dia 29 .
OFFIt IOS.
dedo or le, communicando-lhe que a-
bordo do l'aquele Biasilia q' ora segu pa-
ra os p 11 tos do N jrtti lora embarcadas as
6i armas granileiras que d'aqud-
la Pruviacia vierao paraseiem qui co'n-
St riadas, as quae- sero entregues a sua
disposiQ^S pelo Commandante do referi-
do Paquete.
- Ao Exm. Presidente da Paraiba en-
vindo-lhe os Procesaos julgalos pela
Juunta de Justita dos Reos solJa-
do< J.ia5 Pi Ptreia Campas Anasta-
ci Marques dos Santos, Ti-jano Jusu
CurrcK', e J i'e Pe tira da Silva.
Ao Exm. Presidente das Alagoas
reinettendo-lhe o pcocesso do Reo Solda-
do Femiaooo Pcnira, jidgado pela Jun-
ta da Ju-tica.
A > n-p3ctor da Thesouraria (rans-
mili d i ie du8 ordensdo Thesouro Pu-
blico Nacional pirti, ipand.1 os s.-qnes de
duas L Iras por tte.i vas contra mes-
ma Taest-niaria pagaveis nma Inglis
Cairns 5c C. da quantia de 16:350^000
rs. e outra a Eduardo Johusto 1 do va-
lor de 5:450$000 rtis, em Notas ooSe-
d illas*
Ao )uiz de Dire'to da segunda Vara
do Crime da Comarca do Recife envan-
do-lhe um tiffi.io do Exm. Presidente do
Rio Grande do Norte acomp.nhado do
Sumario ali feito ao Indio Minoel Biptis-
ta um dos Agentes do roubo lerto nos Co-
fres da Mc.-a de Diveisis Rendas nesta
Provincia ; a fin de dar a tae.s papis o
conveniente de-lino.
Ao Administrador Fiscal das obra
Publicas respondendo o su cilicio de
2? do con ente mer, que cham pessoa in-
telligente p preei-o- para os trabalhos da nova estra-
da do Pao do Albo.
-a-A Cmara Municipal do Reeife di-
zendo Ihe que nao he, nt-m pode ser das
attribuices da Cmara marcar o focal
da reuniaS do GolIeg:'d F.Uitoral conlo
pretende ; por que sendo antes estd at-
iribuica da Authoridade Civil .nas gra-
duada (I 1 Dsluiloem conformld de do
5. do Cap. 4. das Inst'rucc5es'de
i\Iarc de 1824, agora he, do Ju z de
Pax do De-trillo onde se tem sempre pre-
cedido as Ele>oes em virtude do Decre-
to de 28 de Junho de i83>, compettindo
somente a Cmara prestar-se a pronti-
Bcacafi dos f necessarioS prepiros como
Ihe incumbe o ra'smo que est amd-
g r c> m a subsliluicaS somente da Autlu-
lidadequejjdeve servir de Presidente ate
a nom ag .6 do Colegio.
Ao Inspector do Ar-enal rJ Mar-
rinha reipandendo* lbe qie fica expedida
aoC mmandante do Registo do'Porto a
Oidetiique lequisitoa em seu officio d
\o Exm. Ptesidetle do Rio Crin- I il do corrente a cerca dos Praticos, sai-


9
DIARIO DE
das de Embarcaces.
PORTARAS.
' Ao Director do Arsenal de Guerra,
para fater encaixotar eembarcar abordo
do Paquete Brasilia que segu paia os
Portoa do Norteas 6o armas granadeiras
vinddas do Rio Grande do Norte para
seiem a ]ui conserta Js ; visto acharein-
ellas prompta-.
Ao Commandanle do Paque Brasi-
lia para ie.eber do Director do Arsenal
de Guerra as armas granadeiras de que fas
ni-nsa a Port-.rid antecedente, e coudu*
ii-las i>eu bordo para a Provincia do Rio
Grande do Norte eniregindo-aa ali a dis-
posica do Exm. Presidente.
Ao Commandaute do Regislo do Por-
to ordenando que na5 deix- sair Escaller,
Bote, Lanxa fcc. seo o seu p >we, e senha
para a olla aera qualqutr Navio regis-
trado atracar, ou ficar atracado a embir-
cacao algnma a nab ser a do Pratico da
Barra ; eque naScoosinti qne os Praticus
larguera para Tora se.n sairem da Ponte do
Arsenal com om galbaidete ciclo, nao s
para seconhtcer que lea ido Pralico pa-
ra o Navio em lita, como para evitir
que ae ajusten dona Praticos para reme-
terem o asesino N*io como tem suced
do j e enriando Ihe urna relacaS dos Pra-
tico* para que delles tauha conhecimen-
Navios despachados uo du 29.
Barca Inglesa Manchester para
Liverpool, Metre Simu< I.
Sumaca Brasileir* Teoaeridade Pa-
ra o Ass e Rio Grande d Norte, Meslre
Mariotil Autooio da Silva Giillo.
DIVERSAS REPART1COENS.
TRIBUNAL DA IlELLACAO.
S^op^a -i. a a-s ov..un
Na AppellacaS Civel do Juiso de Direilo
do Civel desta C dade Appdlante Jo-
s Francisco Pinto Guimaraes por ai, e
romo Tutor de seus cunhados, e Appel-
lado Bernardino Antonio Dorainguei, se
julgou pela reforma da Sellenca A apel-
lada, e conderanado o Appellado n.ia cus-
tas.
prefeiti'r da comarca do i icen e.
Parte do dia 28
lllai. c Eira. Sr.
Da partes recebi Jas, con-la nao lia ver
n >vidade. *'
Dos Guarde a V. Ex. Sec&laria da
Prefeitura da Commarca do Recife 28 de
Outobro de i83C lUm. e Exm. Sr,
Francisco de Paula Cvale u ti de Albu-
queique, Presidente da Pr-vincia.Ma~
noel do Naacimento da Costa Monkro.
Parlado dia 29.
lllm. e Exm. Snr.
Das partes al agora recebi la- consta
tmente, que Tora preso p-lo Commis-
I ai lude Polica do Destlelo do Rosari
II ho o preto de nome Theodoro de S. Au-
na, por ler silo encontiado ro n huma
davina, ebuioa Lea de punta, o q ual
fi/. recolhar a ca'lea destt Cida le ; eque
na me-ma fjlescera hoje pela \ doras da
roanhi o preso de Ju-lca de nome Pedro
Francisco, o qual lluvia sido a eila reco-
Ibido em 5 de Oulubro de i83a, e sen-
tenciado pelo Juiy por crine de mor-
te.
Nada roas consta.
Deo* Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prif-itura da Comarca do Recil a9 de
Oulubro de i83b\Iilm. e Exm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanh de Albu
qutique, Presidente da Provinci. Ma-
uoel da Nascimeuloada Co la Montero.
Rellaca das pescas que jnlgo er-eru Ju-
rados na conformi tade da Lei Provin-
cial de 14 de Abril do curente anno.
1 Antonio Jote de Amo> im
2 Antonio de Sonsa Reis.
3 Antonio Ferreir Duarte Velloso
4 Antonio Gomes Pes-oa
5 Autonio di Silva Compsnhia
6 Coron.l Antonio Marques da Costa
Soaies
7 Major Aolonio da Silva Gusm:6
8 Antonio A'ves da Fonceca
9 Antonio Huberto da Silva
iO Antonio Jos de Magaltma Bastos
11 Antonio Rabello da Silva Perda
1 a- Anlonio Joaquim de Mello Paveco
13 Tebente Afonso Honorato Bastos
i4 C.-pi Aolonio Gomes Perara di Sa
i5 A-i a'o Fe nandes Gima
16 Antonio Vital de Oveira
17 Amonio Francisco de Castro
ib" B-.i-h.iel Antonio J se Pereira
ii) Antonio Egidioda Silva
aO Antonio Peoto Froes
ai Autonio J^se de Oliveia
a2 Tenenle Coronel Aui.mo Francisco
de Moura
23 Antonio Luiz de Sonsa
a4 Antonio Jos da Costa
a5 A'eixo Jos de Luna Freiie
u'(> C|>it 6 Antonio Martina Ribeiro
a7 Antonio Jo-e Gomes
a8 Padre Antonio Tereco d'Oreira An
lunes.
29 Antonia dos S mos Siqndra
30 Antonio Jos Teixeira Bastos
3i Antonio Texea Lopes
32 Antonio B.telho Pinto de Mesquila
33 Antonio di' S I.' u5 .
\ Antonio Cordeiro da Cunha
35 Antonio R.p'i-la Ribiro de Faria
36 Anto iio Xavier da Silva
37 Antonio da Cunba Soares Guima-
lrS
3b" Baclurol Aulono Jo-se Alves Fer-
reira
Continuar se-ha.
BBZA DAS DIVERSAS REND..8.
A paula he a mesma do N. 236.
ARCENAL DE M \RIIA.
O iservHinlo que o E lal que fe p'.ib'ioo
em d la de i7 de Setunhio dep<, de ter
vencido a aprovacab de S. Ex. o Snr.
Presidente tem lido eiecuca da pule
de al^nns rnente e Bev< mo alias te-la
iguslmcntada paite daquelles a quem di-
g1 respeito, pt>o nov.inenle a publicar
I ara que lenba a roainr |>ublcd*de as
disposic5es emexecucabe iaruicnia com
-s 1 r'iens que fez publicar por essa o ca-
sia6.
DDlTtlu
Anlonio P dro de Carvalbo, C/nUafi Te-
nente da Armada N. el., Insp clor
di Arnal da Imrioha Hesla Piovin
vini*, por o Regente c-raNorae do Im-
perador oSenhut- Dora PeJroa. &'
Faco pubco, a bem do Comerrio des-
ta Cid-id-, qoeS. Ex. oSn:. Presiden
te desla Provincia, aunuindo a rt-preseo-
lica que Ihe fu a cerca de na5 luver es-
calla de Praticos ,em quinto n.-5 bouvts-
se hura ngulanaento da Polica Naval do
Porto, e dos Prticos, que tixssse aju.ila
das reg s a respeito m lirad 1 pelas re-
presenta Sis, que me fiserib a manr par-
te dos piincipaes Negociantes ion vi)
em que h>ijv<8se a mencionadi esca a do-
Pial c >s, tanto por ocoasiafi de sbi las-
como por cnii (l.s de Navios : e, c>m >
nao sej* oh igitorio que os Naios rece-
ba Piaticis, p risso que c-le^ lora es-
tl>e!e. i los a b nefii io do Commeicio,
confo.mese acha dedicado na 01 den a
respeito do Infante A1 meante General
de 11 de Vnico de 18O9. conformada
pela rtsduc* da Assemblt-a desta Pro
vmcia, comoiunic.ido em OiTicio do Go>
remo de a7de Abril de i835, o m-xmo
Exm. Sr. conveio igualmente em que to-
da a vez, que o Piloto do respectivo Na-
vio tiver pratica dolYto, n6 ai ja este
obrigado a tonar Pralico. Oulro-sim,
podendo todava -outeeer que o mexmo
Commercio possa ser illu lJo por alguns
Pr.'tico a que convide para fazer cntrir
ou sahir o seu respectivo N.vio, som ev
tarconvenientem.nte-hibelitado por i sao
que huns si de Crl-S sem xcepqaS, e
oulros du excepca, com Eneai regado
da Policij naval do Porto, e do gnero
dos Pratiros f-co publco quefi-^nlo
livre a escolha do individuo sera' toda-
va parlecipado a esta Inspecca qu*lo
Ptico convidad coco a declarac5 dos
pez do repectvo ella lo d'agoa, para q
o Pair5 mor vcrifiqae, se o mencionado
Pratico se acha'ou nao habelitado. E pa-
ra que chegue a nolieia de lados mandei
affixar opresente Editd n s lugares m ais
pnblicos, e imerillo nos Diaiios dcsta Ci-
daHe. Arsenal deMariuht 17 de Sel. m-
l>ro de i836.
Amn.l de Manaba 37 de Oulubro de
1836.
Anloni Pedro deCaivalho,
Inspector do Arsenal.
COR R RIO,
Exi-l-m na Administraci do correio aa
Cablas seguaas aballo.
Carta para Tiburcio Valeliano da Silva
T va res.
O (a Pedro Ignrio de Miranda
[)jta 0 Manuel Jo e Lopes Das.
A Sumaca Fl >r "do mar, de que he
Mes're Isidoro daSlva,s*e pira o Araca-
li no du 6 ie Oulubro prximo fuluro.
El> torea da Fieguesia de Mirangua-
pp, que t.e publica de novo por buiu e-
quvoco.
OsSenhores Volos
Tenente Coronel Francisco de Pau-
la Soiizi Lea............... >86
Coronel Fr,ncisco Antonio de Sou-
sa L ab.................... 179
Canil 5 Raimundo Nonato de A- .
raujo...................... l48
Reverendo Vigariu A' Ionio B (Hita
Gtelh....................... i6
Capito,Jo bus Cava cante d'AI-
hijqueique.................. ''?
Joj da Cruz Fernandes Souaa,., ii3
Joo de Pinho BorgS........... i< 9
Suplentes.
0> Srs. volos
Capitao Manoel Cavalcante d'Alh-
qneique Laceida Bietoi ...... 1 7
Reverendo Filippe Neii de Faria 9j
Reverendo Joab avid Mideira... 5 1
Pnente Amido:1 de^Araujo C val-
cante Lins.................. 4'
Bei nardo Gomes Chacou......... 4
Reviren-Jo Pedro Francisco Buena 38
Luiz Gomes Fe i reir........... 3;
D1ARI0 DE PEBNAMBUCO.
A Barca Bella Pernamburana vind<
do Poito ratificou em parte as no-
li, as que ltimamente Imi moa dada
trazi las por ura Brigue Americano que
enlrou n'esla atribulo em viagem de Lis-
boa para Buenos Aes sobre a pioclami-
cio d* Coustituico de 18J0 em Lisboa.
A Carla Constitucional de 1826 dada
por D. Pedro foi bo di e p',clamada
a Coustituico Poliliea da M noquia Por-
tugoeta dea3 deSlemb.c de l8ao. E,la
grande muanca f j feli-.raenle eHvctuada,
ao que temos Jo das folbas da C.d 1 le do
Poito, sem hostilidade nem contrarieda-
de cn orrendo a R.inha pt-la sua pai le
.eu B-pazo para ella, juran lo na Cuna-
ra Municipal da Ci la Je de L:aboa aquel-
la Con 11 ncao com as modificapoeus, que
asCiies, que devio inomediatamente
convocar.se houverfo de fazer.
Este acto da Rainh 1 serenou os animo
recemzos e parece qiie co.ic.rreu em to-
do o Reino para seab.-rfga- esta ui-idanca ,
que p ooj'te ser dostnelho es aqspicio.s p.
la alegiii e regocijos a que o Povu te
tem volado.
Damoi abixo a nlrega do Decreto da
Rainba em que declara em vigor a Cons-
liluicio de i82o, o manda proceder na
forma d'ella a leunio das Cortes Gaiaes.
O Ministerio loi nteiramente mudado
e be hoje composto das seguinte> notabili-
dades : -
Guerra, e Marinha e Presidente do
Conseibo de Ministros Conde de Lum-
ca res.
Fasenda e inteimenle dos Estran-
geros Viaconde de S da B-uideira.
Juatica e Ecclefiasticos Manoel {An-
tonio Lopes Vieira de Castro.
Em Hespanha tobern houve mu-
danca de Ministerio, e o nome de Men-
digaba I que entra na sua composico doa
niais feliz agoiro paia o triunfo da Causa
da innocente Rtinba Isabel II J aqu da-
mos os seus nomes :
Gueira e Justig* -- D. J >se Landei'a.
Fisenda D. Joio Alvares y ueui-
zaba'.
B.-ino D. Joaquim Marta L pes.
Bftrinha e Co:nmerco D. Ramn
Gil de La Cuadia.
Sao as noticias mais roporlanles que
podem iscolher eque nos apiessamos a
dar aos uossos Ullores.
Ministerio do Reino.
Tenlo Eu Concordado com as repre-
seiitacoens que acabio de me er Lilas por
grande numero deCidadaos, e Atienden-
doaoutras claras dem->nstraeo -ns d- O-
piniao Nacional a favor do nst ment da Coust luicio Poltica da Monar-
qua de a3 de Setembro de 1820 com as
modilicacotn que as ciicunslancias ie-
rem nece.-sarias : Son servida declaraime
em vigor a dita Consliluicao e mandar ,
que immediatamente se proceda na forma
uV-ll.i reuuo das Coi tes Geraes da Na-
ci Poitugueza, a cuj^.s epuladis, aUm.
da- f, poderes precizSt para azerm na mesma
Co'islluicao as modicacoens que as men*
ciouadasCodes entendeiein 1 o iveni.nle-.
O Miiisiio e Secielario il'E-taJo dos Ne-
gocios do Reino assim o tenlia enien lido ,
e f..ga oxteutar propando me logo as pro-
videncias ntcessinas para o pronifito Ju-
ramento da Con tituicao e reuniio das
Cortes. Palacio das Necessidades em 10
de Selembio de i83G. -- Ilaiutn Ma-
noel da Silva Pa-sos.
EXTEU10K.
A interveneo do Franca nos negocios da
Hespaobj.
Em quanto vimes a Regente de H-spa-
nha, na posse do Guverno, em qunto
existi na Hespanha hima aulhoiiuade
livre, legitima, con titucional, q.cs po-
de.-se sustentar com ii n-a, fomos de pa-
re-erque se acod'S-e aos votos dos homens
sabios que, rom fervor, sollicit \*tb a n-
ter venco Fiance/.a. Na guerra da ln le-
pendencia a rlesp veigonhada de chamar era seu socorro os
exwrcitos lngler.es ooni 1 a a potencia formi-
davel de Napolefo, e nos nao veimv que
essa iniarvencaS, sem a qual ella loria su-
ccun.bido, tetilla diminuido sua gloria.
E na gu ira da succcs--o, soh Feu'p V,
nao Ihe foi to proveiluso lar VendrWn.' por
general, e os adidos de Luis- XIV por
auxilanos? Mais vale sem duvda ,
chamar em seu soco ios homa naci ami-
gando que pocurar na anarqua, no s-
sasiiuato, na bancarola, recursos deplora-
veis, easmaisveies infracliferoa. Hu.n
exercilo Francez, leiia silo sem duvida
raas proveilos) sulvagioda Hesp-nfn e
suj honra, do que nunca osera a cons-
tituicio de i8i2 e ess.s agiuc s deplor*-
vais, que talvez vira. f .vorfrcer a cauta do
desp.ttsmo! O goveruo Hespanhul nos
chdinava ; os homens probos e modemdos,
que aiuda coiuervavio a moioiia as c-
maras imploiaviu o apoio da Franca 5
t r5 adiado no,sos soldadas a deiender
hU'oa caua bonro/.a, hum govemo amigo
e abado, busa h-n leira digna de emparei-
Iliar se com a nossa.
Hoje, todo he mudado, he deraiziad.i-
BMutj tarde. O goveroo leal e,ta derri-


D I A R'f O Dl P ERMBCo.
/
bado; a Regente priaioneira cid Madrid;
huma iri.-uiecio de >ol lados impo/.-lhe a
eonUitoieio de i83s. Na H.-spariha nao
/jexistfe mais auloiidflde central, reconhe-
cida, e nacional; Madrid, Cadix, Sara-
gossa, cada Provincia, cada Villa, tem seo.
guverno separado : Quem pode prever os
aconteeimentos? Q.iem p .de ditero que
na-rei densa immensa anarqua ? A Ca-
pital canssar-se-bt d'fiura liando de faci-
nerozos e assassinos ? II im ia> Ue bom
senso, e de patriotismo vira c>cl.irerer as
Cidades e Provincia* rev.diadas para tra-
zel-as outre vez obediencia ? Qjem se-
ta encarregado de rever consttuigio de
i8i2, quero dizer, de fa/.er outra ; pois
que com elU nio se pode 01 gaiz r hum
governo? Oj eoli >, o que iafeRsmetitd
he mais provavel, logo nio hiver mais
na H --pinha seni) anarqua, revi.ha, e
eaa lugar d'num governo renda!, mil go-,
vemos revolucio ia, ios. Oque he certo,
he, q >e hoje ning lera pude dizer qual he o
governo da He p inlia, e se ella pjssue an-
da alguto.
A favor de quem riamos agir inter-
\r ? Para a Regente piesioreira em W-
did? Para oonsiiiuici'i de i8i2 '! II
riio nosos soldados na Espanta derramar
seu angue sem saber para que cauza ? En-
trega) i a a Franpa seus exerci'oi no dispor
da anarquii? liilrariam s na tlespanha
para, nossa vista, Ter p'antar-s* a pe ira
da consliluieio, e proteger quanto o* a-
narquistas quzeiem faser em rime d'hu
ma rainba na infmci i, huma regente sem
poder, e d'hiima con-tituieio absuda ? E
si crescer o mal, irritaren!-se as ptixes,
sea camecera e a banca rota deshonraren
cada da a cauza que su ten'ario n o-svaar-
mas, se enfi.n se proclamar a repafihca,
que pulido seguir) os no*so* soldados?
Retirar -se-hio, ou entei viio ellesconta
tojos, contra D. Cario* e contra a corn-
tiluicio de 1812, COdtia Os frades e Cjn-
tra os assasinos de M&diid ?
Temos de.ejado a intei venci, ma- hu-
ma iiiierveucao racio-uvel, gloriosa para
a Frang, til para a He-.p.nti. Deiej
mus a intei vneto q.an lo nos chamara
hum governo amigo, Desejamos a inier-
venvo, mas qgaudo sabamos favor de
quera iulerviriamos. Se a Franca nio
tea a pe teneo de ItftpOT IKspatilia umi
consttuigio ou outra qialquer forma de
governo ; la nbem nio tem a ridicula ge-
nerozi lade de querer d rr unir sen s ingue
por paix's que dedionriu a.cauza da li-
berdade, p > jlUan partido que talvez ues-
te moni nto expulsa do Irono a Regen'e
nossa aliada. He nnst.r ver o que lai o
esp rito revolucionario, hoje dosencadeja-
do; a Franca nao ihI rvra nem pro neni
contra c|le. Ko estado actual da Espa-
Tilia, na inoer,teza do luf.uro, be o muco
p.utido que se deve lomai*
Opiti'io do Jornal dos Debat, ful ha m
nialerial de Paiis.
VARIEDADE.
CARAPUCA AMERICANA.

Na Revista dos dois Mundos peridico
publicado em Pam temos hum quadro as-
isio natural da Repblica de que nos
querem az> r pre>ente a ferio, e a logo,
os atrozea Gotu;alvi-tas. Naqurlies para
quem a Religiao ; e o amor da Patria >o
mais do que simples n une* estremecetn
de horror mnima idea desse futuro que
viru te os intus'ros lo se*m de cnia,
como hum novo cabos, sepultar riossos
de.tmos na tn.in honivel das nuiles. O
leiior M/udo que couhece os persona-
gens, que fguro entre os anart hiaas ,
vtia as linhas que vamos haduzir que
onde a Lei nio impeiu o> m..l. mi. cu-
mcidem em proj ctos, e m^-ios d'execu-
?io e o Povo pxssindo pelas mi os de ou-
t'oi tantos barbuos senhores quant sao
os ambicio rs que triumpliio flucta
li'hum ocrea no onde ten a tempe-lede
sentada no solio ni donho da Revolmio.
as Repblicas Me&i.-anas a Agricul
tura a In ni-.ii ia as Arle* de toda a es<
pecie estio n'iium total desprezo ; huma
uiultidio de auibiciozos tem os olbos U
nos empregoa lucrativos e querem servir
a Patria de al^uma sorte contra vnrit<-de
del I. He tal o fervor, tal esta surte lie
patriotismo que produzria feitos assom-
hrozos se ti veste in.llmr .objecto he
hum asfalto d'intrigus de cabalas entre
' oa cididios, que fe disputio 0< t-mpregos!
presentio-se milhares, que (ouent,rriio
em seren l'iesidentet, milhares, que se
votio aos | ios tos de Geneiaes de Coronis
&c. Succede oi.tio tanto acerca dosem-
pregos qivii. M4S como Patii.i nio tem
necessidade de tanta geule de boa vonta-le;
todos aquelles cujus .-.ervicos nio pode
acccitar tem por nico recurso derribar
o teutes ; e molidos p los meamos incenti-
vos, animados pelas mesmas esperangas ,
tomio as a mas ou, para sei vir-mo-noj
da txpressio consagrada no paiz pro-
nuncio-se pela defeza d Liberdide; to-
dos de rommum accordo d-.-clario seus
adversarios aristcratas ou suis-culiotes ,
tiaiores, infames salteador.-* irisure-
ven -iis na I sla d s proscriptos e sbito
entrio em carapuiha. Nada mais ordi-
nario miis simples, e faiil que huma
revoluco militar no M-xico. He bem ra-
ro que se p >sse hum inlervsllo de simo a
seis mezes sem que se despregue o estan-
darte da revolta e como a maioc parte
deslas revoluc's, quepod-'iio chamar-
se peridicas diosempe felices resulta-
dos aos que as era prebenden romo os
ch. fes s>b m seirpre h -bilmenlj d'-Has ti-
rar pai t do, cada hum qu'-r tental-as, des-
de o General at ao cabo d'esquadra.
Ora eis aqui como se faz huma revo,-
lucio militar : hum Srgr emplo acha se deguarnico a huma al-
de< cora vintc h*imeris; este numero he
mais q e Miicietite para a execucio de
seus di'-ignios : em huma bella raanhi ,
apo Jer.i-se delle hum arces-1 <*? pa'i itilis-
m e quer sertir su idolatrada Patria na
qualidade de Coronel ou de General. No
domingo, depois da Mi^sa rene em hu-
ma taberna seus Tintesoldados : ali depois
de algumas libagoes toma hum t m so-
lemne a continencia de hroe e Ibes
declara : ,jUe 0 Governo violara ^ste ou
aquelle artigo da Constittiicio ; que a li-
berdide h- ame.c-ida ; que a elles est re-,
servada a h .ma de def-nder as gloriozas
p eio ; i'iv ,, J i Nagio e que elle os con-
du/i a esta nobre empresa ,, estes a.
plautiem o orador g-itando : viva .' vi-
casa terrea pegada ao sobrado que fpi do
lale.ido l'.s, i iv6 Gondim.
taes elementos o exercto marcha de suc- / ou Tnoelteira, annuiuie, ou driia-se a
cesso em sucesso; triumphio, e o nosso
Su-ganto feilo rejImente. Coronel ou Ge-
ne.!, he proclamado salvador la Liber-
dade.he roe imo_Oi tal, cidadio beuemeri
toda-la Pai.ia em grado Iwroico. Eia aqui
em toda a etacijo do-, fados, oque he
huma n-volucio no Mxtro ; eis-aqui por-
que meios ^hum arli-qaim, afumas vezes
hum ladtio dVslradi tem chegado as pr-
meiras dignidades da Repub.lirt.
Com h. bitus, e costumes quz seme-
Ihantes aos que habita a Ameiica x He>-
panhola, que sera de n<, so nos vissemos
as gnres dos laes Libertadores? Dos
nos pre ei.ve de tio negro dest no. Mil ve-
res antes mor ir com as armts em puubo,
d. fen lendo com a Monarchia Conslitn io-
nal tudo que o hornera tem de mais sagra-
do, a intercsssntv sobre a trra.
(Do Liberal Rio-grandense).
va Com o copo na mi > proclamiu-o Co-
ronel ou General, Convocio el nriy il
lustreaiuiitameuto a mu lllu-t|'6 Muni-
cipa'idade que se compoein ordinaiia-
mente de trer. ouquatm vaqueros, que
fcilmente se faz entrar no ro-iloin. Tet-
se quazi sempre de mi algum letiado,
lionieni deprima, especie de mestre, a
q tem enrarr.gio de redigir em estilo in-
t ll'givel o plano islo be o enunciad. dos
rno'ivosda rebelliao e sen fin ; depois,
durante a >.essio end.reca se ao povo
huma pioclaraacio que omeca pou.o
mais ou menos por e tes te-mo- Povos
do Universo cinlisado s. d/* testemunhas
da ju-tica da nossa cauza .' al vos res-.a-
rio nossas qu-ixas ; os direitos do Povo
.Si b- rano h.if) sido raleados nos p ; ve-
ris cono os valenlis Blhoi de MonteZuma
sabara subliahir-se esciavidaS, etc.
O Povo Soberano, que l ealas bell-s
couzas, g.ita : A I cinge eritc a espada e monta a cavallo.
Se existe por ali pe to alginri chele de la-
dres nao deixa de vir com a sua qua-
dnlh a ofiferecer si-u-. sei vicos quesera-
pie sao aerfeitos ; fazera o CapitaS, oque
liie d a vamageui de saquear impuuemen*
te em lime da Patria Marchad st.bre as
visiuhas aldeas, f.zem as insurgir, abrera
as prues, e os salteadotes, e assassinos
sao associado.- ao, cam, e.-s da Santa Cau-
%i. A lama apregi o piouuoci imento,
ebegio de todas as paite em grande nu
meiu o> descontentes, eos desempregados:
entio os pioMuncia-.il.s, em numero de
qumlientos a seiseefits, tomio o nome de
exercto libertador. As>im que a victo*
r a se torna p. ovavel, os do partido oppos-
lo mi dio de b.ni ie.ra ; h.i no campo ini
roigo dlguin i befe, que faz gestos de que-
rer sust rilar a actual orden, de couzas,
proemio gaiihal-o a forga de dmheiro, e
lie mu raio quealguiis milhares de pezos
uao U'iUinphem da.aua lesistencij. Cora
AVIZOS PARTICULARES.
O Oiiector do Theatro tendo de r
a outta Provincia do I ripetio aisa por
u'tmi vez aos Senho es que fiz-rgo
Beneficios nos dias 14 de Agosto, l.J Je Se-
t-rubro e i3 de Outub.-o pira que vendi
resgalai suas letras e de-onerar os seus ha-
dortS para deste modo eviiar QUaesquer
contestsc5es que possio suscilar-se era sua
ausencia; r.ga aos fisdoi es dos ditos Sis.
hjio de os pregar para o resgate de suas
fim s nest>s irez das o mais tardar.
jcy OSnr. L. P. B. quiira t^r a bon-
dade de mandar pagar o aluguel de uns
dias do sobrado da ra do Aragio i?a Boa-
vista, q le ficou obrigadj a pig.ir, desde
o atino passado, e cura > al hoje nio'o
tem feilo, ficai a annunciante obligada* a
declarar o seu nome.
A. X.
Precisj-se de uu caixeiro Porlu-
guez, que d conhecimeuto de sua c/u-
ducta : na ra da Coucegi da Boa-vi-"
veud D. 30.
jry. Oabaixo assignaio pede aos Srs.
inematantes de bebidas espirituosas qua
v.i a sua (averna na rui da Conceica da
Boa-vista, pira presencisrem o que alfa
vende de.-testffeitos.
Joze Percira de Alcntara.
IHP O Sr. que possue una enerara
crila por nome Luzia que fugio oo dia 27
do carrete mez com ura ferro em um pe,
e por saber com cei tesa aoude est reco-
lluda, pede aomesmo Sor. que a mande
entregar na roa Nuva loja .%5; acaso
querr fkser lgiitn Negocio* cora a rnes-
m ou por troca de alguiua negrinha ou
m-d.tinlia de 8 at 1O anuos o anunciante
far ludo negocio, quaodo na6 usar dos
meios que a iei Ibe faculta, e previne ao
publico que ningu.in fassa trausacad com
dita escrava.
Mauoel Joaquim Pascoal Ramos.
Preciza se de unta ama parda, ou
preta trae seja capaz, para o fe vico inter-
110, e exle.no il um* ca-, < uja familia
consta de trez pe?soas, p.g wdo Ihe sema
nal, ou mens-hlente, o que se ajiisjar.'
ra da Sanzalla vellia venda de 3 portas
n. i3.
W Quem snnuncio 1 querer saber a
morada de Francisco Gania Chaves, 1 da-
tivo a Sociede dos meios hilhelts, dirja-
se a ra do ( abug ao p da loja do Sur.
Bar leira.
IBP Quem pelo Diario n. 234, de Sex-
ta feira 2y do corrente aiinunciou querer
fallar Antonio JoZe de Souzt, dirija-se
as cinco Pontas 110 largo da Igi'-ja do Toe
co a casa de sobrado de dois .indares D. 6
contigua jde Atitcnio Luiz Ribeiro de
Brillo.
Vap* Precisa se de urn fetor para um
silio que entenda de orla, eque saiba tra-
tar de rneles, prt-f. re-se sendo po. tugueZ;
na 1 ua do Col'eg o junto a Botica, sobrado
D. 6 no 2 andar ; as ira como tambera
se preci a de umi /J^ Quem quiser dar do cotilos de
res a premio de u n era io(por cento ao
mez toril hipoteca em um pied o desemha-
racado, por lempo de 2 nvzes: annuticie.
jrjr* Aluga-se um preto que entenda
alguma cousa de ranoeiro : quem o tiver
annunc'ie por esta lollia para se Iraciar do
ajuste.
Hy O abaixo assiguado faz publico
quedo i.'de. Noiembio v. nd- r bebidas espi> idiosas na sua vend<
do Vuradouro de Olindi "n. 18, e tambera
avisa ao Snc arrematante do d lo contrac-
to pata recetor o q ie o abaixo as-ignado
Ihe est devendo, visto nio querer a. cucar
o que de direito.
Ca> lo* Corris Mendes Simoens.
fc^r* Deseja-se filiar tiesta Placa, com
os Sus. A'itoni Dooin^ues da bilva e
Pelro Antonio Pinto Freir, a negocio,
qu-irio lera b ndoded atinunciarem por
este Uiano a mus moradas.
a/jr No beco do Ouvidor sohraditiho
de um andar Di 1 continua se acorrer fo-
Ihas, e tirar pass.poi le com brevuade.
axfjr* A quem cotivier trocar urna caza
tena 110 piteo do Hospital do Paraizo do
lado da 1-jreja, por oiilra em alguma das
ras, teita al N, S. do TerfOj 0taj,
No dia 21 desle mez nchou-se 11.
ma Cdboci-I de -l.de poovo mais ou mo-
nos de.-eis annos, que andar perdida
a quil diz cham.r-se Ama, que e-tava
em casa de um Sur. por uome Emenelai-
do, e nao sabe dar mais no5es nem da
ca-a# nem da ra : a pes^a que se consi-
derar com direito s bre ella procure ba
ra Nova D. 32 qu> dita quem a tem
certodequeessa pessoa ut5 se responsa'
bil i por cousa algumo.
*W Aleluia 5 Aleluie j Ressuscitoa no^
vamente o verdadeito -^o seu av 0 he
urna matavilha, nao digo bemditeime-
Ibor, ha lempo a esla parte naft tem a-
parecido dois talentos iguaes, um he o
meo, eo oulro he de meo amigo, o Ver-
dad H osurgiraS repentinamente esem
serem espeiaJos estes d. u> eciiptos, co
mo d.beixode borralho ; abafados pela
cinsa ; luz, por eutre a furaaea, seus
nomes merecern ser gravados no lomiar
fereco sem e.-rrupulo aos olbos dos Ueoiff-
nos I. i ores os a visos entre mira e o meo
amigoO Verdaderoapesar que sempre
roe lie.5 receias que algum fal'ador (por
qi/H sempre os ha por m-lliorts que selsO
as obras) no- ponha de tol >s ; isvj ha ao
meo amigo o V rdadeiro, tolo por andar'
pergeniando asosiras, e importasse cora
quem Oto se importa com elle por coo-
sas quenaS vio nem vera : e a ram de
tolo por dar resposta os tol roes : disse
e mais ii lina
O que cinta bem.
Precisa.se de um caixeiro que te-
nba pratici de armiZem deassucar, e que
saiba bem ler e contar dando fiador a sua
conducta : annuncie.
jr^- O abaixo asignado ten 'o ultima-
do o bilatiQO em a sua lerrtm, e nao eo-
coritrando falta alguma no-fundos entre-
gues administiaca de seu caixeiro Joaq.*
An.0deS. Tiago bessa, faz este iiinunciu,
a fimde que o re-piilavel Publico suspen-
da qualquer jui/c a respeito do meu n-
ouncio inceito no Diario N.u 233 de 26
de Outubro andante, visto que o mesmo,
leve origem para sal>-.T-se que tran2ac6es,
ou negocios exi-tem por elle feitos, por
nao existir as-eito algoin, e arao ter lem-
bi anca do que resta .; pagar-se de madei-
ras, ijue tem comprado, a prazo.
Joaquim Pereira Xavier d'Olivera;
IBVM* Nesta Piuca dt-zeja se fallar aoSr.
Francisco Joze de Otiveira, natural da
Prepuesta das Cap.I as da liba de i. AJi-
guel, tilho de Manoel de Vivei.oi, -na
Vlu-ber aS." L). Antonia da EspiritoS.
o 0110 Sr. Kranciso J te de livctia, he
cazado con a Sra. O. Mura Francisca de
Mello, q 11.-ira por este Diatio, annuii-
ciar a su > morad.., para se Pie fallar a ne-
gocio de giande prectrao.
Vpf iMiguel Joze hodrigues, tem tra-
ctado a compra d'u'na ca/a terrea, cita
n< ru.i d'Agoas vt-ides D. 22, pe tt tcen-
le a D. Tliereza de Jezus Pacheco: quem
se achar com diieito a dito predio por
qualquer titulo, .uiiiunc.e por esta fullu.


ata
viTMirur-ii
NAVIOS A CARCA. ,
Pa rt Maceio
Segurqprtterivclmtntu viagem no dia
5 do prximo Novembo o B'i-jue Escuna
Deliberaco, de coustiurco urasileira, e
forrado de coin, Gapito Manoel Perti-
fa de S : q-iem no me uv> quiser ca re-
gar, ou ir de passagtm (paia o (pie tem
excedentes comod tarics Boza & Linio, ruada Cruz arma-
zem n. a3.
Para o Havre
' flj^ A Barca Fianceza m di s, Capi-
llo Maniere, uavio da primeir viagem
de superior marcha, sabe sem fa'la i-t lo
de D^zembro, pur ler a maiur parle do
scu carieg.unroto ctrg jalo para sabir no
ooenciouado dia : q.m quis r caircgr, ou
ir de pa-sagem dii ja-se ao seus consigna-
tario Leirntr L'e.uchet Pgil.
ARRI.MATACAO.
Perante a AJmlnistracio doPstrimonio
d >s O. Tos se hade ai rematar a quem roas
derno dia 3 do futuro mee de- .,vembro
a* renda an mal dasseguinks propriidides
peitencenles ao mesmo Patrimonio.
Hum sitie na malla da Miroeira junto a
Bibiribe.
Hum dilo na estrada de Bellera no lagar
denominado Rosarinho.
Hum dito na estrada que vai para S.
Ann, e Poco da Panilla no lugar ulicamente d.-nouiinado Pama
meirim, e onde piesentemeule moia Joze
Fidtlii B.noZo de Mello.
As nessoas que as quisersm arrem-lar
podeicompuecer c ni seos fiadoies no
dito dia 3 as 4 horas da tarde fio casa das
sesbes da mciina AdministracSo.
Caa da Administracio dos Olaos em
a7deOutubrodc i856.
Joze Mai ia da Cruz
Escripturario.
COMPRAS.
O segundo volume da Legislacio civil,
e Penal, e Tctica das As*erab!is Legis-
lativas por Betilhara : aurium.it!.
VENDAS.
Cartas de Echo e Nir izo, oplimimcn-
te impressas, e sobn-mamente enraderna-
das; Alala ou os Amores de'mus Selva-
geus Dole de Suzaniulia, Belisario, Ca-
inoens, Clara d'Alba, Iz.bcl ou os desler-
rados da Siberia V'osjien, Diccionario
Geogrfico, edicio deste auno, Telemn-
cosem Portuguez, Inglez, 6 Franecz: na
Frica da Independencia loii de livros n.
57 e 38.
Listas dos Bilhetes, da Lotera do Semi
nario, premiados no i att c 3." da: vend*-
se n Praca da Uniio loja de i v. os n. 57 e
38, na ra doCollegio Botica D. 5, nestfl
TypDgrafia, ra das Ci uzes, e. na Cidad*
da Olinda ra do Bomfim osa do D.tri
buidor deste Diario n. i.
%^ Um Saluso, um Cornelio, urna
Carta de Cicero, um Tilo Livio, um 2.0
tomo de Virgilio, uzado-, e o i. e2 lo-
mo Horacio, ainda uovos; na TypograGa
deste Diario.
%3^ 120 pares de botns por 1$600
cada um: no -arinascm de cuuros da ra
do Encantamento.
W* L'm rook-que de 14 anuos,, um
preto de 30 anuos bom oHkial de sopUriro,
e um mulato de 18 anuos, bom mestrede
armadilha de pescara, cnrral e rede : na
ra do Fugo D. 11.
fcJB" Una flauta de bano com 4 chi-
ves de prta por 9$ res : na ra do Ca-
bug stima lija do lado din lo vindo da
pi tea o'a Independencia.
1X9" 'laboa: da Suecia de todos os cum-
primentos e Va.' guras, larinln de milho, 1
saliUP, polvuja fina, uru 1 olcjue, e um>
l
cal a : no armasen! da roa da Cruz n. 16.
W* Urna franta de rhano d'nmi
chave goto moderno milito bem afiliada
e sonora ; urna dita de huxo ordinaria ; e
urna guitarra de faia amarclietada en-
vemizada, e de muito b as vozes, c lu-
do em muilo hom uz< : na ra do Noguei-
ra lado do Sul D. i9.
%q^ Um Tito Livio em hora uzo : na
misma caza cima
fi^* Se'iolasem restase ac rentos pt-r
preco cmodo: no armise u do Mai hado
ra do Vifeari n. 14.
%W' PJ'a fc"1 "'a Provincia urna ne-
gra de naco com 25 dimos de ida le pouco
tois ou menos, alie cosinhar, lavuf de
vainila, ecos r, todo com pe.Fetclo,esem
vicio i'gum : na ma Nova l). 23, se dir
quem a reltu.
Ijjr Um e.'cravo c- i'o de i4 a i5 mi-
no, sm vicios, f de lonia figura, p-o
I rio pai a ape dev qualqU'T ulfirio : na
roa da Fio'entina ja saiudo pual'.iLcio
vilho defrouie da imbrica de papello.
^^ Um* negra-9 boa hgu a, b mita,
semviiio, nem molestia alguna, moaaa,
Babe bem ensboar e lavar de hariidla, e
e fa er dores j cosinha o diario de urna ca-
za ; s.becomprar, e vender na im. A
isla se dii a ia.-o porque .-e v-nde na
ra Nov' 3a, i.a.m'iar.
JCy Um C*Vfllla alazio apatacado ,
muilo n'Voe com bons andares, gordo e
muilo bonito.' no poi to das canos djBeci-
le arm<'sem I). 4.
tfy" Graxa nova de 9; a l^JaSO ris
a iruzia m 9.1.0 re tal no : as 5 Ponas D.
48.
yjO" Diariamente capim de planta em
honsluxis a 200 reis: na venda da ra
Nova junto a Ponte D. 36.
XfS" Um es-lavo efl ial de sapattiro,
de 16' !8 unos; na ra do Risaiio es-
te eila D. 16. .
V31* -edes do Muanlio de muilo
bom gosio, erapc' chegtoo : no armasem da ra do Encanta-
ment por biixo do s biado d 'Reverendo
\ ca io do liji ile. [ >^
93^" Na loj 1 do Encadernndor riaca da
Independencia lado du.s Quaileis 11. 26
l'.'in de venda os bvros seguiules : AHlon-
ciada, roem r H'-roiro, (Ioriu.-|i, M, Livii, ,
o Hysmpis de l'o 111a de niz, An- de
Guh iteiro, Gergicas poi lugoez s, Qds
Pindarieas dd Dcui'-, conducta d" con-
l'econs 2 vol., Gramtica ltali.ua e Fran-
ceza, D. Joio de Castro, C lliecisino de
outiina Cbrisii, Crlas de -labisem do-
is frmalo, ditas para enterro, labiadas,
conbecimenlos treslados bilheles para
garrf ciever; e na mermase con inua a eirqua-
dernai ao gobio d 6 que peiten leiem &vr-
vir se de seo piesliim por inod co preco,
e mesmo Mi sa s por muilo arruinado- que
esttjio por ter para isso os necessarios ar-
ranjos. ,
13" Um cav e gordo na casa junto ao^orlaoda Ordeiu
ti retira de & Francisco O. 7.
9:^" Urna e-pada de poula direita e
muilo em bom estarlo propi'ia para qual-
quer ofiici.d de 1." linlia ou G. N. : as-
sim como urna banda de m* la e una bar-
reii'ia com eboi'5 tola piieihada em
mei > uzo e p r commodo prero na vend 1
da ru.i iNo>a .unto p me D. 3T).
VS** ^ nde-s os dicii na ios pe tugue-
tes de Mor es da ten eir ed Ci, enca-
ileru.c 0 franceza, e novas-,.na ra d is
florea oaza uiliuu o p da'1 yp giaphia
lided gna.
ALUGUF.IS.
Alug se duis casas terreas na ru3 da
Florentina: na ra do Collegio em casa
deJoioZr.ich D. 10, 3.and.r.
W&- Alu^a se urna prela para lodo o
servico de urna casa de liom<.-m solteiro,
ou casado, com pone familia, sendo pego
o salario annualmenle : qum a pe tender,
auouruie a sua morada.
Hty Aluga-se urna casa terrea ni la-
deira do Varadouro, para passar a lesla :
quem a.pe tender falle com Antonio Fer-
reia na venda da esquina no mesma Va
radetaroi
PEItDAS.
Do subodinlio no beoo do Ouvidor D.
1 S bbolo 29 de Outobrolugio um Papa-
gaio Llladoi', e bstanle manco; quem o
uver dii ja-se ao mesmo lugar que sendo
ptssia d- bem se Ihe li ai agraderi-'O, e
sendo oulr. quafquer pe^oa sera gratifica-
da.
FURTO.
Fuitou-seno dia 24 do corrente d 1 En-
genbo l.iinofiri), FiegUe/.'a da Es a la, do
is cav.illos, om osseuui!es s g iaes : um
rus.'O di pelle prela, rapa, o, heme alier-
t, e ara tanto de.sCabenada ; f-rido n*
custella minima, elinas prelis, e cauda da
ror du corpo ; tem um lohiubo no mbugo
rtO oh feixevdos qUMi't'JS (la parle inte-
lioi, ijue p ra S'.rvisto riece.-srio, que
se levanta n cauda; ferrado 110 quario e
no <|iieixo : o oulio melado ciato, frente
aberl, b> m e^qnipador ecarregador : i;p
ga-se a ptss"a que delle- soub> r os lomem
e l< tem a vi n ta da esquina da ii do Fa-
gand s junio a BlbJiVa a Antinio Caldas
da Silva, (jiit tei lOj^ reis ..de g at fica-
t,io por ca-'a um.
ARItHNDAMENTO.
Arrela se de renda annual, ama gran
de m .rada de casa Ierres, sita no lu^ardo
Maug ,inbo desta Pruvinca, a qual he si-
tuada defionte da ca-a de 1). Laurianha
Roza Cundida, e em seguida a estrada du.
Aflictas, e !em a me-nn pro(..riedade qua-
tro guatros, e acabada de novo : es penen
denles diiijos'a Lourenco Joslirvano de
Siqueira no u-esino lugar do Manguinho,
fin de traclar-se doaju-te.
F.SCRAVOS FGIDOS.
Lour^nca, molda clara, estatura ordi-
naria, groca do corpa, cab los enea hpi-
nh'-dos, e vermelhos ou louns, c>.ni 5 fi-
lh"S. urna di* imni Rozlma, oui- o pur no-
roe i*< outeo Manot-I, ou ra T.ieolora,
e oulia J enna. Todos n.ui alvos, c b I-
Ics corrillos ^ lou ros: os aprehi-ndedoies
levern na a 1 E-igi no Jure>aca no ilio 1 h -
mado Cjuero a Joze Felis, que lero 50^5
de giatilieacao, ou mais.
*ry En 11 de Abril do crrente an-
uo fugiu do poder do aba o as-'gnado um
esciavode nome Anlouio, nago labinda,
idade de 50 anuos pomo mais 011 menos,
estatura ordinaria, cujo esciavo foi de Jo-
ze Piapczo B enade Audrade morador na
Psenla do (Juapao Brejo da Madre de
Deo-; qualquer p- s licacio.
Joze Joaquim da Costa Leite.
^3^ Oabaixo assignado loga a lodas
as Autlioriilades P ilii iaes dos Bainos, e
I)e-t irlos do Rerifie santo An'01 io ,
Beavisla, Poco da Pan Ha, Olinda e
ra de oitas D. 12O iiue d.ra viole mil rs '
de gratilficafo,
Francisco Jo? Duai le.
ty Nodia i"4 de Setemhro p. p., f gi-
riodo Engenho Mjiisiimhu' junto a V.U
de Goiuuua, dois escravot, um de norua
Jo.quim de idade 20 anuos pou^o maisou
menos, bem preto, nfo bixo nem alio,
boniu figura, tem aIgumas marcas de chi-
cote n:isco tas, p rri.is, e miosgroca^, le-
vou cb peo de pelha embreado dea'catro,
e baeta encarnada qnase nova. (Julio
chimada Francisco de idade a5 anuos,
baixo, benit 1 figura, rendido de urna ve.-
rilha, tem o co-lume de cuspir antes de
responder aoijue se Ihe pe.gunta, levou
baeta en amada qu.si. nova, e ambos oa
prelO3.->0 de naci Aug la. Os ap ehen-
dedn.s levem-no- ao dilo Eigenbo Mus-
sumbu', ou na Boa-vista a casa de Joae
Antonio Alves da ilra, pois em qudlqu >r
daspiriesstro generosamente recompen*
Sidos.
VW ^ rnofici-d derarpina, crido,
id id* de 28 a 1 nos, alio, espadando, caa
larg, p 1111.1S finas, pez apalhelados, cOm
signaes de sieatiises de duas ruiladas urna
ca lala, eovilia na mo amina do-lado es-
(juerdo, ttlem de cuijas pequeas sit'.tri.
scesde le iairnloa no mesmo brco, l'ugi-
do,do Engenho d'Agm., Pubt-ira pe nodia i4 de Se embro p. p. j os apre-
ben di-do i es. lev- in. no ao un -smo fi'ig-nho
d'Agua, ou na Boa-vis a a casa de Joro
Anlouio Alves da Silva, pois m qualqrt r:
das j;art>s lectb-r .,0-^ r. is d? gratified-
cfp.
Fugio no da |9 de Marco do anno p>s-
sado hum negro ci ionio de nome Joa-
quim repre.enla ter 3 > anuos de idade
e tem oss'gnaes seguinies : altura regu-
lar, corpo meiocbeio, cara redonda, cor
fulla, pouea baba, perna* linas muilo
l ti no, e falla mui o desembircado :
quem delle st;nh<-i, ou Iprer 11 tiria porla
dingir-se ao.SenMior Amaro Gonsalves dos
Sainos com loja drf Usen das m prarinha
do Livifiuenio que recbela 5 $-00 rs.
de gi>|ificaco#,
ttC?" A dois anuos pausados fugio
hura molaiiiiho p-r nome' Felis, o qual
consta ler andado pelos seri s prximos
a esta Provincia, que ltimamente este-
ve tomo fono no Rio Rial com l>ge de
cpalos: os signaes s.16 os sefftlofii bai-
xu, rtl.iis.do e bvm feito de crpo, pa-.
rece calioucu^o, cabellos nem muilo cor-
rido, nem muito pegado,-tera." de idade
18 anuos piuco mais ou menos, as pei-
nas tem sie.. e heicos, cara redonda denles -limados ;
diz ler filhode Prnambuio fji arremata-
do en. Praca na Babia, tem principio de
AlUiale : quem delle souber ou aprehen-
d l-o di ja-se a ra da Cruz m.' 5, que
swi ice -inp'-ii -.'o.
Taboat das marta tneat noFtttio dt
Fernambuco
aaSegunda | oli.5 m
23T:
^a4-Q:
^a5-Q:
das do interior ; assim como qual |uer p s-
soa que souber ou tivi-r milicia de um
es.rav de nome Bento fugi io 23 de
Agosto do conente anuo, de naco da
costa alto bem preto da coi;, tem de ca-
da lado da rara dous talhos grandes que
pegi'i da testa e findao no qu<-ico, cutres
trez talboi rio meio da t- sta |ouco bar-
bado, j pintando debramo, tememri-
made s did k i marca ounoprida em cada um e o ditto
d do da man diicita que t m a mm-a nio
d ibra ; e he minio < o .hecido na Villa de
MiCeio or ter sido e-cravo de tntiuio lle-
lem, (dono do Trapize velho da dita
Villa ) depo s p issou a ser e-cavodo Ma-
jorJo Pe-Jro na memia Vih; e viudo
aest piaga do Recif- rom o dilo esciavo
vendeo-o ao nmnciante : o prendi ou
e b.vjiloa caa do abaino o.-sigualo : na
o
x
l-4a
2- 30
3 18.
4 6
4 54 .
5- 30
l Man.
NO'rIClA8MARITlMA8.
Navios entradas no dia a8.
P Oito ; 30 dias ; Barca Poi tugueza B I-
la Peiuambucana, Capito Emilio Juze de
Oliv. ira : Vdiios p< m 1 o-.
Tena Nova ; 35 di .s; R. Amr. IMary
llebc, Cap. ..vid Elevell : bacalho :
Ib mique Foistr #Comp..
Han burgo; 63 dias; B. Hamburgus
llerrmann, Cap. G. Tlode : varios gene-
ros : A. S biamm.
Terra Nova ; 40 dias ; B. Ing. Madom
na, Csp. A D. Smilh : aS.'.O barricas de
bai all a : Crbtre.e Hevwarth 8e Comp.
Sicilia,- 58 di. Le Brocq : a38 pipas de vinho, e miude-
zas : Me. Calmnnt.-
Salndo no mesmo dia.
Liverpool ; Barca Ingleza Superb, Cap.
Tilomas WiHe-i : varios gTteos.
' 11 1 a
PBKai. 4 A T1P., l M. I'. I-ARIA iOiu.


tESPONDENCIA.
Pern. na'I'yp. de \]. F. de Faiia ib*36.
Srs. Redactores.
Ocupad inteira e nicamente com os meus
toegOCoa a cuidados domsticos mal diria eu que
o Si'. Joo Sergio Cezar de Andrade me teria mi-
inozeadoeom a sua correspondencia deslribuida com
o Diario N.2io. Picado da curiosidade, eu ali,
e neo ni raudo n'ella as grosseiras calumnias de que
esl i ni 4ieada (a que o Sr. J. Sergio chama um des-
alalo) tendentes todas adeprimir o meu crdito, e
o que (' mais a menoscabar a boa re puta cao,
e conceito dos Ministros da nossa Relaco ali
az mu conspicuos, por sua illibada conducta, e
ivultados conhecimentos e credores por isso mesmo
dos justos, e bem merecidos encomios que geral-
menle Ibes fazem todos os bons Pernambucanos con-
feco-lhes Srs. Redactores, que a minha primeia idea
depois de baver lido um lo nojcnto papel, foi en-
trcga-lo ao desprcio que merece nao curando do
mam-ira alguna de defender-me ; porque ao abrigo
dos nnmes de pessoas tao respeitaveis jamis poderia
o meu crdito sofrer quebra ou miugoa e e-se sim-
ples facto de seren elles ali tso protervamente aboca-
nhadas pelo Sr, J, Sergio, era de sobijo para minha
completa defeca inteir descrdito do mesmo e pa-
ra que o Publico imparcial ajuizasse exactamente para
que ludo pendiao a razo, e juslica. Occorreo me
port-m i;nmt dalament que assim faltara eu a um
de ver para com o Publico para cora estes benem-
ritos Meaiitros por tantos motivos dignos de cousi*
deraco e da publica eslima e para comigo mes-
mo, S;m Snrs. Redactores, seo bom desempe-
111) i das respectivas obrigacoens de qualquer empreo ,
um ri'oto.o de ver de todos, e cada um dos funccio-
narios pblicos pira com a Patria que n'elies os col-
locara nao t menor o dever que para com esta tem
em geral, e empa-ticular todo o bomem probo de
sustentar e promover o respeito e eslima que aos
mesmos sao devidos publicando a despeito da calum-
nia o seo elogio quando por suas virtudes elles o
merecem e muito principalmente quando temos
sido a cauza, se bvm que innocente, de que sejo elles
o alvo d'essa mesma calumnia. Envergonhei-me eii-
to coromigo mesmo, somente por baver acquiescido
um momento idea de recusar-me a prestar a virlu-
de a omenagam que Ibe devida e desde logo re-
solv responder aquella boa peca de eloquencia do
Sr. J. Sergio e eis ah Snrs. Redactores o que me
occorro responder-Ihe.
Tend eu ( pela maior das minbas infelicidades )
contrallado umasociedade para o Engenbo Matupiru-
ma com allluslrissima Sra. D Arma Benedicta Boa-
ventura do Carmo pr lempo de 6 annos quede-
correrto de Maio de 1828 a Maio de i83{, aconte-
ceu que devendo esta Sra. entrar com a sua parle
do dinheiro precito para as despezas do Engenbo ,
tesrecebi, foro Gosooo rs. em i4 de Setemhro de
1829 depois Rs. aos'ooo, e em s3 de Novembro do
mesmo anuo Rs. ''ijsi'fo valor das duas tercas par-
tes de tres laxas que Ibe comprei e abonnei na im-
portancia das mesmas despezas (como declara o seu.
proprio recibo ) o que ludo faz a quautia de Rs.
4'7' 1J1. Continuando eu (porque u isso me vi
obrigado ) a fazer por minha tocia idnticos dezem-
boleos e tendo feito minba cusa urna caza de pur-
gar com 1G0 palmos de fundo e 5o de largura com
dous balcoens por Ibe baver cedido (por obzequio), aquella que eu
habita va e mepertencia como Administrador do
Engenbo, obras estas que a dita Sra. era ohriga-
da a levar-me em canta da renda fui a seu requeri-
mento cbamado ao Juizo de Paz em 1 de Outubro de
i83i para pagar Ibe Rs. i:333s'333, importan-
cia de 2 annos da renda do Engenbo. Apprezentei
u'esse acto a conta das despezas, que liuba feito por
conla da sociedade em que a dita Sra. me devia Rs.
(Jao'638 e requer que fossem avaliadas aquel-
las obras para se melevarem em corita das rendas ,
segundo o nosso contracto (1). EfomooSr. J. Ser-
gio seu procurador bastante, tivesse o despejo en
ingralido de dizer que esta conla era de grao capito,
propuz que ella fosse examinada por tres Srs. do
Engenbos e que as parcellas que estes reprovassem
eu asdeduziria da mesma conta, e nisto se concor-
dou Fui eu mesmo pelo empenbo que tinba da
ver esta conta liquidada que requer no dia i5 do
mesmo met nova conciliaco para este fim e com-
parecero como arbitros os Srs. Felippe Paes, Sr.
do EngeuboDou bracos debaixo Deuiz Joze Hercu-
lano, Sr. do Engenbo Limoeirinho perante olllm.
Sr. Joo Marques Correada Costa, Sr. do Engenho
Diamante, que ento dignamente exercia o cargo da
Juizde Paz da Freguezla da Estada eque se dignou
ser o terceiro arbitro. Acrescerao a aquelles Rs.
6?.o,sti38 Rs. 35|6fa que eu ommittira e ficou
sendo o debito de minba Socia Rs. 65(>|25o, da
que Ibe abali Rs. 33s;4o que o Sr. J. Sergio mos-
trou ler pago por minha conta 2$'5oo rs. melada
do custo do assenlamento novo que o Sr. J. Ser-
gio me devera pagar por inleiro (por ser obro nova,
segundo, o nosso contracto) e duas oulras parcellas ,
( por ver que de oulro modo se nao liquidara esta
conta) que todas montano a Rs. i34f:'-4 e ficou
sendo o seu dabilo Rs. 522soio, com a approvacio
dos r feridos Srs. de Engenbos que examinaroa-
quella mnba conla parcella por parcella. ( a)
o nao tez, e que cu me vi
na dura necessidade de
fazer pela mesma Sra. desembotaos com que nao con-
tara e que a primeira quantia que por conla d'es-
( 1 ) Veja-ia vista d'esta expolelo a verdade
com que o Sr. J. Sergio disse na sua corresponden-
cia que sua Mai me chamara a Juizo de Paz para
pagar-lhe Rs. i:333s'333, dos a annos de rendado
Eogeoho; porque a dita Sra. nunca recebera de
mini um real por conta das jnesmas rendas '.'.'.....
( 1 ) Veja-so vista do documento segrale,
I


Lavrou-se por tanto o termo de onciliaco em que
deduzidos aquelles Rs. 5aasoio da quanlia pedida,
confessei ficar devendo a quanlia de Rs. 8lls'33a,
mas n'csse mesmo tormo se declarou que d'esta
quanlia se hava de abater anda?, a importancia das
eiz.s de purear e vi venda depois de serem ava-
lladas pui mestiesCurpnleiros por us ambos nome-
adus.
P Q'uVm diiia qOe pouco lempo depoes, nao se leudo
aii.ili l'il nqu-'lis a"vall t ens estando eu no F.n-
gVi/Kb bVd'do Pao do Albo o Sr. J. Sergio reque-
r ii.i n '!:n Si. Drzen.ba.'gador Onvdor do Ci\el ,
ninn "idi di pi-iilxia contra mtm pelos referido*
8Y"I y 33*3 s. ? INiguem. Pois assim a'eoiiieceu ,
t--. lm. Sr. Ouvidur do Cite!, n*a*fc imaginando i.il
a I'va e i'llu/'j biido no lerov dp cdneiticJo a
11 :i.im confis de divida, mas nao leudo o resto
( como devo pensar ) m.ridou pa do se bem que com a clauzula de fu ser primera-
mente requerido pelo pagamento da sobrtdiia quanlia.
Era precizo pois que eu fosse citade ; e uto rnei;il
de Juslic passnndo ao Sr. J. Sergio urna certidao
falca em norae deum Meirinbo do Pao do Albo, de
razio com que o Sr. J. Sergio diz que a minha
conta faziu tiemer as carnes, e a inculca por dolo-
z* .'.'!....
Illm. Sur. Joo Marques Correa da Costa
Prezadissiroo Sr.
Motivo de boma ule obrig a pedir V. S. o fa.
vorde dechrar ao pe" d'esta se lia co'nta de despezas
do Engerida Matupiruma que aprezenlei peranlc V,
S. comoJuiz de Paz no aclo de cuneiliaco a que se
proceden no dia 17 do trrenle mez, ceri minha
Sooiu I). Amia Benedicta Roa ventura do Carino e
taja cunta V. S. corno Sr. d'Rngerihu se dignou
examinar V. S. encntrou algurha parcella que
lhe parscesse iiverosiruil, oualguro indicio de dolo ,
por cujo inti\o nao devesse a ditta Sra. pagar me a
sua respectiva parle da importancia das mesaras. Li-
songeio-me de qne V. S. attenden minha rogativa,
favor que receherei com senlmeiitos de gratido
IfcV. S.
Engenho Jundi. 26 Muito ltenlo Venerador e C.
de utobro de i83i.
Joze Venancio Pimenla de Carvalho.
Illm. Sr. Joze Venancio Pimenta de Carvalho.
Rcebi a sua carta e ao p da mesma sou res-
ponder como me pede* Aconta que V. 5. appre-
zentou na ocasio da cohciliacao, pareceu-fne razoa-
vel, e nao me deixou motivo de desconfiar haver
n'ella dolo. E' e que lenho a dizer. Sou com toda
estima
DeVm.
Attento Venerador
Joio Marques Correa da Costa.
NB. Esta carta, e otitr com igoal resposta do
Sr. Deniz Jcze HerculanoSr. do Engenho Litnoeii-
nhoentreguei ns a uro dos Sr. RedaciOrCs do Diario,
logo que appareceu a correspondencia do Sr. Joo
Sergio para que elle nao prjssa dizer que sao car-
tas de favor agora obtidas.
mehavr lado n'aqueile sobredito fngen-ho fez-se
com c (frito a penhora em quatro escravos meos no
Engenho Matupiruma, deque fui avizado a lempo
de provar a falcidade da citaco como prove pe-
rante o Mtritissimo Ministro prezenle o Sr. J.
Sergio, em consequencia deque, e de ser urna di-
vid ilquida aquella pela qual eu fora penhoiado,
oblive senttica, que annullou a referida penhora,
e condemnou o Sr. J. Sergio as rusias que ainda
nao cobrei. Mas, pondo de parle este pequeo n.
cidenle, esla demiiidu, que me obrgon a ter oSr.J.
Sergio, esla bagatrla, contir.uarei a minha narrativa,
Os Rs. \\jsifa t 'I"e e" "o principio d'esta mi-
nha correspondencia disso havia reci hido de minia
Suela com OS Rs 5>.asoio que se meahuuarao na
conciliaco referida, somSo lis. jjl.s 3a ; mas,
nem por i>so>e pn.se( a pezar dbcredit 1 que merece
o Sr. Sergio*) que 1 star quanfro era o 3 das dea-
pezas da sociedade como elied.z, porque n' lia ero
incluidas parcellas que p rteuviao particularmente
a minha Socia ; a saber :
Metade do custo do assenlamenl" novo,
que por ser obra nova minha Socia deveria
pagar por intero.......Rs. 5as'5oo
Custo de to carros de canas para sement ,
que a mesma Sra. me pedio comprasse por
sua corita para ficar esla sement pertencen
do ao Engenho........,, i.'osooo
Quanlia paga por mim a pedido do Sr. J.
Sergio...........,, a3,>'ooo
Importancia de um Iid que lhe vend e
de faiinha, que despend com os seus es-
cravos........... ags'o^o
Juros, que par sua conta pagad a Jozo
Antonio da Rocha. .......,, 4J00
Importancia de 45 arrobas de assncar,
pela lalla de escravos seus na sociedade. ,, 4$^00
dem de um loro novo na tacanissa do En-
genho e de um a\ menlo de farinha qne
por sua conta comprei. .....,, 2 i'2no
Somlo Rs. S3f3o
Os quae's deduzidss d'aqueHes Rs. <)3()si4a, ficio
Rs. tio4j8o2 (piesenda a lerciira parte das despe-
zas da sociedade perlenceute a minha Socia monta
por consequencia a tolalidade destas a Rs. Sis'^ud,
enoaRs. a.8i^s'io5, em que as calculou o Sr. J.
SeTgro.
N m tso bem 6 verdade ( a pezar de o Sr. J. Ser-
gio rrfo ser costumado a enganar-se, e menos a alterar
a verdade ) que essa conta tolal das despezas da socie-
dade fosse com posta de despezinhas miudas porque
n'ella segundo aquelle calculo se deve considerara
parcella de Rs. /joosooo, importancia das minhss
duas tercas partes do ordenado estipulado ao Admi-
nistrador do Engenho Rs. 80S480 duas dilas partea
do casto de Urna laxa quecomprerpara a sociedade ,
ese encentra logo na primeira pagina d'essa cor.la a
parcella de Rs. i85s3io impcrlanc'ia do ordenado ,
ecomedorias ao feilor do Engenho, e as segu 11 tes
Rs. gas'000 custo de 4h carros de canas para se-
ment Rs. hpiaao ao Carpintiiro Mello, Rs.
87s58o, importancia de 119 formas Rs tisyoo
ao PurgadOr e Rs. 32 s'460 ao ferreiro heve* (po
monlo a Rs. i:oogs5oo, a fora droftai onlras de
menor quanlia ,que nao sei como senda o Sr. J.
Sergio urna pessoa inconteslavelmente muito veridica ,
de muito bom senso e atiladisaima razio baja ca*


(3)
eiirado dcrpezinhas ma Jas !.'!
Yendoeu que os favores, que linlia foito a roi-
nba Suciu erio pagos con) negra iugralidda e nao
n:e conviudo continuar a fa?er por osla Sra, povos
desembteos _, analmente, ten do as mais ponderozas
raiocns pata demiuir-me d adrainitraeo do En-
genbo retirar-mo para o Recite para minea mais
U vollar ( como fie) e disligar-me de ij desgracada
sociedade, pronuz luatei, e consegu entregar a
adiuinistreco do Erigen ho ao Sr. Antonio da Silva
Mallos, e deslatar sociedade, liinilnido 0 numero
dos anuos d'esta a i o que se verifcou pela esc plo-
ra do destrato m 17 de .limbo de 18J1 na qual
seestipulou ( rep ra-se b m) que os socio; co-i
ro. r-ni quaOlQ a Ci ;ir se safra nova en lazer-M qua s
quer servicos que nao sej. > os precizofl pan tirar-se
a safra que creada e que deveComeenra tirar-
se no prez-nle atino de 1R.J1 a cujo respailo te en-
feude ( reparp-se bem ) que exista a mesnia socied 1-
da at acoba> te de moer a referan safra.
Deitoo-se o Ei $enhoa moer rmOutnhrn de 1831 ,
elendo-se terminado a moagem rm Abril de i83,
firaro no campo 56o paens d a- uear pela avali rio ,
quedepois le fe/., em que en fura lezado s-g indo
me inforwou aqi.JIe Administrador VJattoa.
Rao creio que possa barer quina duvide q" astas canas avalladas em 55o paens de assoear ios em
parte da safra que eslava no campo quando destra-
tamos a sociedade e aquei'a condico a cima expen-
dida fez qua eu julgasee a sociedade subsistente,
m quanto ellas -e nao moegst m embora tivesse pas-
sado o me? de Main p' rqtie aquella condico nao dc-
sigoou este mes como termo danossa sociedade, mas
sim concluzo da moagem da safra que eslavi.
oieada* vista de cuja expressa condico, de nada
valen) os sophistcos argu lientos do Sr. J Sergio,
fundidos na prarica dse ti 1 minar, m en? Mao es
arrenda mritos dos Engenbos, e n 1 ronla dos anuos
estipulados na escriptura prime!' do nos^o contra*
eto que n'essa parto derogada fora pela do i stra-
lo. Nenbuma Le prohiba que minba noca ,
e en estipulsemos d'aqu'-lia mantira o termo da so-
ciedade, e nos assitn o filemos. Aquella coa lico
ibi fondada cmjuslica; porque sem ella acibaria a
sociedade em Maio de 183a <.- eu perdera as canas ,
que ficessem no campa porque certissimaraent*
minba Soria argumentara enlo coai apratn, ec-ona
aconta dos anuos ila sociedade para eu air do fn-
genbo n'esse mes perdesse eu o (ua perdesae l; em
sita utilidad*. ForSo mes.no essa pratica e calculo ,
dosannos da sociedad', cora que tanto argumenta
o Si. .). Sergio, razoens porque so,eslipulou aquella
condico em que fundo o met direito para consi-
derar como sempre censdrarei a sociedade subsis-
tente al se arab,tr de 010 -r a safra que stava creada ,
anda que d'esta moagem rezoltass* grave prjoixo a
minba Sr-cia pois que aquella condico se bavia
siig! lado quanto mais que tendo esta Sea. so-
iner.te fi escravos de servic do campo, e havendo
poucoa lividores, io En.jenlio e estes de pouca
torca, faiil, s pessoas intriid< doras d'esta msteria
ajuizar, secuta Sra. poderia ler fundado urna safra
lo que Bcara no campo, orqrmenle dekando-se cedo
o Engcnho a moer orno era muito possivel.
Ou eu son o bomem mais estpido do Mundo ou
o cu raciocinio a exacto.
Eu i que, (infelizmente de balde ^ srmpre ter.bo
querido evitar qoestorns eom a minba e*. Soria,
(piando foi lempo do administrador do Engenbo fjzcr
as precozas des>pozicoets para a moagem d'aquella par-
te da safra que i( .>: campo dase ao Sr, .T. Ser-
gio que segundo aescriplura do destrato eslava a
dad obligada a m r este rosto da safra entre-
gue! I lie adita escriptura e pedi Ibe que eonsulloss<
os jen-, Advogadns no cazo de!er a!i davi la aest
respe.:!.). I'ass.los poneos das es! Sr. entr-gou SO
iiiu Advogado o Sr, Jw da iUi (tuimaiaeus a ni s-
Doa escriptura dis*e, que linlia rensullado alguna
Letrados, e m i-.irnn-.-e luvencido da que a socitda-
da dara compl lar a m< igcm de toda a safra 5 em
consequenei do que me dse d-p'-is que escrevera
n'esso sentido ao ^dinini trad r Ei [j'iibo. Minba
So ia porem 080 estere por sto loi [lessoalmento
rom escravos. e n;ondor*s do Rngenho despejar a
caza que eu fizera em qu co o Administrado do Kng ubo, mandou por no
meado campos n us trastes disse altamente quo
Iba neo emportavin o. ,. ras dos Vdvogadns que
ella qoe governa > i n \'\ < -i > e u>slu logo
depois o Adminislradoi pata que retirasse do Enge-
nbo o* meus escravos ;,' .. &
Instruido d'i si < sean 1 > lim nto chame
esta 'ra. ao loizo d" '} di l'Vegu zn di E-cada,
r -,m sustentar a sociedi ie -''' -e acbar de moer n
resto da '(: e nislo li e em *ist.t um do dous obje-
cos, 00 veriQcar-se (Si moagem oterno termo de
inconcilwi o um d icu ent cm qun podase provar,
o ro:npun-jito d spoti o d'.qu lia para aseu lempo
exigir d mesma Sra. apena estipulada de lis.
i.oo'ooo. Minl a ca tendo declarado nesseacto ,
pelo seu procurador h staute o Sr. Sergio que nio
continua va na soc**'ade, e exigido novaroente qno
o Adm nislradoi Mtiase do Eng-nho torio o que
impcrlenca, procedei-se msdiatamente avalia-
cii das canas referidas, constante do mesmo termo
de ioconcl aco.
(onzas diz o Sr. J. Serg'o na sua conespondencia ,
que nio merecm s plo -- que eu pretexta va querer moer o remo da sa-
fra para me enct'xar no Engenho e entrar pela
s- que tinha conseguido a instancias minhas o des-
trato da sociedad. con> o mesmo Sr, J Sergio
confessa na sua cor eq. ndencia (|ue ainda
me nao julgeva 00 Recife (astant m-nte looge de
Matnpiruma e da sua alia/ eslimavel Pessoa co-
mo quereraali tornar ewn que direito entrar pela
safra que sua Mai bavi 1 cr ado ? O respeitavel Pu-
blica decidir s est nliiuiaMpressiodo Sr. J. Ser-
po, propria de um bomem dbem e nada mais
digo.
A ra/.ao por qoe eu repugnara panar Os ftl,
8us'33o confessados por a>im, eos Rs. 666f666 do
do i ; e ultimo armo da renda do Eugcnlu, era,
porque da primerra qwntia se devia abiter a impor-
tancia das es/as de purgar, viveuda, queoinda seno
linbo avallad), porque me era reyoliaoie pagar
por nteiro aquella renda tendo-me minba ex Socia
acuzado o prejuizo da Cana que se perder no campo,
pelo seu proavdimertto d spotico, e oigulhozo, que
narrei. E. o que deu brigem ; ai'Co d escriptura,
'que contra mim i tentn o Sr. Sergio que como elle
mamo confessa fura mal i tentada e que t< 1 do ido
desculida subi cooctuzo do im, Sr. Dr Mar.-


(4)
tiritan a tlocli Bastos para cujo teslemui.lio ap-
' pello altamente, afim depravar acalumnia, que roo
assaca o Sr. J. Sergio pois nunca falle, a S. S. so-
bre esta naestlo ncm pessoa alga fallou ai S.
emmeu favor. S. S. no tendo pois que despre-
tar os meus mpenhos e pedidos ( que somente
existirio na esqucntada immaginacio do Sr. J. Ser-
fio ) senlenciou como enteodeu e eu appe le da sua
sentenca pura o Tribunal da RelacSo. Al. uve en.
iDfii favor o pri.neiro acordo que eondemnanao-
me a pagar os lis. 6G6J66 do 3 ar.no da renda ,
mandn com justica que se abalease desta quantia a
mportaOCa das canas que ficario DO campo e
julgou a accao improcedente quanto as mais par-
celias requeridas porque sendo illiqnidas nao po-
diio ser pedidas por assignacSo de lo dias. Este A c-
cordo foi assignado pelos Illms. Sur. Dezembar-
gadores Ve'lozo Malheiros, Ramos. Ponte e o
lita. Sr. Nums Machado. Fm'-aigou oSr. J. Ser-
gio este Accordao, queporouto :.i alterado, o qual
embargue! na Chaiicelaria, c sendo recibidos os meus
embargos, foi confirmado o p.iimeiro Accordao por
oulro ,' que assignaro o Jila. Sur. De/.embargador
TiiOffiU Ant DIO Maciel Monteiro, digno Presiden-
te d'aquelle Tribunal, os Illms. Son. Dezembarga-
doies Velloso Ramos, Ponce, e os Jllms. Snrs.
Juizes da Dire'tlO Aunes Machado e Vicira de
Mello.
Com istors. Redactores, me persuado estar so-
nejamentc justificada peranle o Publico a mmha bem
connocida conduela e carcter, contra os injustos
cUmores e desconcertadas gri.arias do Sr. J. Ser-
gio; mas nao basta isto, cumpre-me fazer-lhes alguas
pequeas reflexoens sobre a decirio do Accordao da
P.claclo, para poi em toda a luz da evidencia a sua
protervia e nimia sem ra/io com que despejada-
mente insulta os Juizes que foro nosobredito Accor-
dao dando assim pasto ao seu genio violento, e
mordaz. .
Assevera o Sr. J. Sergio -- ser o Accordlo lio injos-
to, e contradilorio, que desde que h;i Tribunaes de Jus-
tica ainda se nao vira obra goal ; eque nao neces-
sario ter con heci raen tos jurdicos para conhrcer-se ,
que hum Accordao to vergoohozo, s pooMaser da-
do, ou por escandalosa proleccio ou supina ignoran-
cia. Na verdade Srs. Redactores, o Sr. J. Ser-
gio um g'ande talento e incomparavelmente audaz !
Ninguem tem um espirito to penetrante tcm urna
dialctica emmii.entemenle deslinda, urna capacidde
alem de todas as capacidades do nosso seculo .' Que
energa de elocucio, que forca, e finura de aigu-
mento !! por quanto dit elle, ou a cauza se devia
considerar de Libello, conforme a classificaro os
Snrs. Dezembargadores, autores do Accordao, ( nao
fallo com os Snrs Vellozo e l'once que contra tile
sempre se oppozero ) ou de dez (lias e seja o que
for. Se ella era propria para o Sr. Pimenta ser con-
demnado na renda do ultimo anuo, por constar esta
da escriptura do contrato, porque lobem nao era
propria a mesma aeco para ser por ella o roesmo
Sr. Condemnado nos Rs. 8iis33o, dos dous pri-
rneiros annos de rendas que nao s sio provenien-
tes da escriptura do contrato, como demais a mais
eonfessados no Juizo de Paz cuja confmo equivale a
urna sentenca de condemnacSo ? -- Que Ibes parece
Srs. Redactores entio nao admirio ? Por tres ve-
tes sim, sim, sim Sr. ; equivale essa conciliacao
ou confissao a urna Sentenca, e dizendo melhor, urna
sentenca rigorozamenie dita por forca de Le, mas
porque nio execulou Vm. Sr. J. Sergio ou nao
exec.Ua inda agora essa sentenca ? Nao sei como
sendo Vm. to afilado nio I he tenha occorrido esta
lembrenca Nao foi Vm., e o seu Advogado ,
que escolherio e propozero a accao de dez dias ?
Qaem Ihes mandn que a propozessem ? mas e.n
fim visto que assim o qu.zero nao leve ella o
curso e andamento que por Lei est marcado a taes
accoens? A onde, ecomo Ihe consta, que os Me-
ritsimos Juizes do Accordao ( com excepcio dos
Illms. Srs. Vellozo e l'once ) a claeificasem como
aeco de Libello e scpanssem essas quanlias da ren-
da do i.ce 2. anno s foi Vm. m smo, e sua
Mi que as separaro por aquella ajuste de co.itas
em conciliacao ? Orar, Sr. J. Sergio Vm. ouvio
cantar o galo mas nao sabe aonde. Ora poes aqu
enlre nos, (que ninguem nos ouve ) ouca e saiba;
Ouem classifica as accoens conforaao as couzas a
Lei e noos Juizes, e quem as propoem sao as liar-
les e do aceito, ou desacert da sua escolha face
da Lei, nasce a procedencia ou improcedencia das
mesma*. Saiba rosis que a nota caracterstica que
l'az distinguir as accoens, em ordinarias, sumarias
nao o serem ou nao propostas por Luidlo sim a
ordein e lialuren dos termos do processo que Ihe
esta proscripto pela mesma Lei, e multas accoens su-
ma, ias b, que sao propottu psr Lib.llo. E' ver-
dade que pode acontecer, e de facto acontece que
em virtude dessa mesn.a ordem prescripta aopiocesso
de-al<;uas accoens summai ias liquen, ellas reduzidas
aos termos ordinarios o que s m duvida se verifica
us dos dez dias, e geralmente em todas as oulras ,
sempre que se recebem embargos por dezembargo.
Mas d'ab nao se sig.e, que ellas seconvertao ca
aeccio re Libello at porque nem urna l. que tenha
esle nome assim como nem rfue p^la oceurrencia de
um tal accidente se tomemde improcedentes proce-
denles, ou ;s avessas o que seria absurdo. Estas
ideas Sr. Sergio, cabem na comprehensu de qual
quer Procurador de cauzas o menos atilado ; por tan-
to sirva-se gurdalas na sua supina inteligencia nao
levante fdlsos lestemunhos aos Meritissimos Juizes do
Accordao e prossigamos. Ou a caura era de Li-
bello insiste Fnu, ou de dez dias e sej. o que
for.... Vallia me Dos Sr. J. Sergio, que colpa le-
udo eti, ou mesmoos Meretissimos Juizes do Accor-
dao ( com excepcio dos llliW. Srs. Velloao, e Ponce)
que Vm. nao querendo /.er OZO da Dialecla em
que aliaz se inculca mu versado cominetta na de-
dueco das suas ideas, de Iva ou m le um erro^
' aincia mais crasso (loque o primeiro? A aeco nao
Sr., na ca nem nunca foi de Libello como j
se disse ; era, e foi sempre de dez dias, desde o seu
comeen, ecmtodo o sen prngresso : julgou se sim
procedente, quanto qtfanlia de Rs. (t6s'66 da
renda do 3., e ultimo anno, nVHa fui *u com-
demnado, d> duzdo respectivamente o valor das ca-
nas que ficara no campo e que velhas ou novas ,
forao avahadas em 55o paens de assucar ; e improce-
dente quanto a quuntia do Rs. 8ns'33o, das rendas
do i., e a. anno, u mais parcellas pedidas no
requermento primordial da aeco. Tudo isto assim
Sr. J. Sergio, mas, que Vm. d'ahi conclua que
fosse qual fosse a aeco devia eu ser condemuado nos
Rs. 8ii,s'33o das rendas dos dous primeiros annos,
por seren provenientes tabem da e-criptura do con-
tracto, e eonfessados uo Juizo da Paz nos termos e
I


erma ditos asfiim como o fora. na renda do 3. e
uliimoarwio por constar da escriptura do contracto,
iss> o que na", cab- sh nao na sua estremada cabeca ,
e medeixa 11 t-ramtinima pasmaceira. F, se nao, di-
gim*, sf ila quimlia dua Ka is55o rs. dedu/ir-mos ab-
guuaa outra que I- va abater-se ficar ella senda
a mesma quantia d esses 811 j'3oo rs. ? Ktro seria essa
nma inaior cdnlradicco do que a que aclia na deoi-
z>> do Accordo ? Se Vm. tivesse lido e betn en-
tendido a Ord. L. 3. tiJ. 25 pertot. e nao 21
como Vm. citou nao loria talvez avancado un
.ellianle almudo. Ora poes queira ler para seu
d'-zengano. E' n'esta Ord. que tem fundamento ,
eotigt-m as aeeoens deccmdiaes ella que diiniu
a sui nal mezo e respectiva ordem do processo ; n'el-
li ver Vm, qm* esta aeco s tein lu;ar as quan-
tia* liquidas o filiando o autor mostra escriptuta, ou
Alvai.4 assignado pelo R., pelo qual conste que elle
obrigado a pugar Ibe nma cena coito* Ou quantia ;
vea indis que O tal cazo d termina lia, que se
ll)> assignem os t/. das para que pague, ou mos-
tr que pageu essa quantia ou allegue e prove den-
tro d'cbea qualquer outra razo de embarcos, que
o releven} d'essa obtigaco e que nac o fazendo as-
sim seja condemnado no pagamento ou entrega d'es-
sa mtsina quantia constante da esciiptnra ou Alvar ,
mas se ao contrario elle o provar, se Ibe rrcebo os
mesnios embarcos, por desembarco, cazo era que,
vulgarmente, s diz ficar a aeco reduzida aos termos
ordinarios. I. que outra conza aconleceu na de que
tratamos; nao fui isto exactamente/1 hade conceder-
me que sim e mesnio lorcozo o conceda. I* nto 5
se \ m tem alguma lgica porque nao faz uzo d'ella ?
JNoacha Vm. urna bein saliente di Hertica na ori-
gi ni modo e circunstancias, que determino o
debito d'estas duas quanlas ? Poes de certo que exis-
te e nao ells pouco notavel. Aquella das rendas
dos 2 primeiros omos feita a novaco no ajuste de
conlas em ac'o de conciliario nao consta, nem
se contt-m na escriptura primordial da sociedade ,
co sta sim d'essa menina conciliaco e ajuste de
contas em que ficou reduzida depoes de abotina-
das varias quautias a Rs 8tis3Jo, dojide deve mi-
da abater-se o valor das duas cazas que anda oje se
nao sabe consequentemente ilquida e incerla ,
e por mais que deserndesse da escriptura primordial,
nao podia ser demandada pela aeco de 10 das fa-
ce da Le que regula taes aeeoens. A do 3. e
ultimo anno j>orem constata da escriptura nao ti-
iiba sofrido novaco nem eslava sugerta a deduccSo
alguma. Aconleeeu por tanto o que devia csperar-*e ,
que aconeeesse e nada mais. Na inferior Instan-
cia bavia eu allegado e provado exuberantemen-
te dentro dos 10 das a improcedencia da aeco,
quanto s rendas dos dous primeiros annos, pelos
fundamentos que deixo ditos, e o rompimenlo da
sociedade e perda das canas da ultima safra por
esse vilenlo e arbitrario laclo do despejo que se mo
li/cm por parte de sua M.ii e minba socia razio,
assaz allendivel para rlevar-me quanto renda
d'esse 3. e ultimo anno e porque fossem rn,eus
embargos ali desatendidos d'ahi rezultou que em
virtude do recurso que interpozera fosse na Re-
loofio mu justamente revogada a Sen lenca do Hlm, Sr.
Bastos e se olgasse improcedente a aeco como o
era quanio a essa quantia Ilquida das rendas tos 2
primeitos annos pela qual, nao devera nem ain-la
ter-iu assignado os 10 das ; e quanto do 3. anno ,
se julgasse ella sita procedente c fosse cu conde m na-
do n'ella com oabalimento respectivo porem ao valor
que so liquidasso do damno das canas que se me
liavia cauado, que justamente o que nao qaieria o
Sr. J. Sergio nem sua INIi. Mal, note brm Sr,
J. Sergio o Accordo nao julgou que a renda do
3. auno era Ilquida como a dos dous primeiros
julgou sim que era relevante a razo que eu allega!
ra e provara., c que devia por isso soler o descon-
t respectivo do valor das canas porque tendo o ar-
rendamenio a sua origem no contracto de sociedade ,
que estipulramos e sendo em ludo dependente da
existencia e condicoens da mesma jamis podera
baver renda sem abierto atienta a reciprocidade do
obngseoens em todos os contratos bilateraes. Ora ,
diga-me agora o Sr. J. Sergio aonde ucba nlii essa
veigotihoza c.oiitradit:ao, e injuslica do accordo, su
de tanto c capaz ? (tic impoi ta que essa conciliaco ,
econfisso perante o Juizde Paz ttnba forca de sen-
tenca ? nao envolve elli addueco. e abatimenlo
que devia fazer-se por acrordo de ambas as partes do
valor das duas cazas ? fto otaro as senlencas n;i
mesma razo das escripturas para poderem ser ajui-
zadas pela aeco dos dez dios ? Ou nao podero illas
lachen ser chjfcto de accoens ordinarias ? Leia bem
o 8. da Ord j citada ou antes melbor ser
que consulte a Academia de Olinda sobre a sna inte-
ligencia para oque supponbo ! coens e depoe.s fallait-mos.
ScaolUm. Sr. I)tz< mhargador Vellozo que apar
do Illm. Sr. Dezembargadcr Ponce mereceu ao
Sr. J, Sergio urna exeepeo lao bonro/a entre os Jui-
zes do Accordo escapou na sua redaco urna exprs-
sio lo inexacta, e impropria como a da palavra L-
bello, em lugar de aeco pedido, ou em fim qujl
quer outra ,'que fosse maisdogosto do Sr. J, Ser-
gio com tanto que nao seja a de Libello isso fp.
collamente porque e&le Sr. eslava dislrahido com1
tbem natural, atienta a multiplicidade dos lrabalho
literarios a que diariamente se applica. Mas essa*
mesma inexaclido com quanto possa ser de alguma
maneira imputavel a esse Illm. Sr. Uezembargador ,
porque como o Relator Ibe eralivre, e prevativa-
mente sua a redaco jamis pode se-!o aos outros
Juizes seus adjunclos que tando de intervir c pres-
tar atlenco a outros'objeclos concernenies ao bom
dezempenbo de seu oflicio, os empedio nem de-
vio gastar lenopo no exame do urna expresso de lo
pequea uionta que nido inllue no mencimenlo da
questo o anda menos na juslica ou injuslica da
decizo do Accordo ; s sim patent por um lado a
falta de propriedade nVsse termo de que moa o so-
bre dito Illm. Sr. De/embargador e pelo outro a
pin rilid.id" e inepcia do fundamento de quelancou
mo o Sr. J. Sergio, para mostrar essa imaginaria
contradkrao e injustici do mesmo Accordo.
Se tudo isto assim Sr. J. Sergio, para que hade
V. m.cc declamar tontra o Accordo taxando-o
de vergonhozo, contradictorio, e injusto ? Para que
attrilmir a sua decizio a supina ignorancia, ou es-
candalosa protectao dos Juizes vencedores .devida
sympaihia do Illm. Sr. Dezembargador 'Phomaz An-
tonio Nlaciel Monleiro para commigo? (1) Snr. J.
Sergio, esta sympalbia que murto muto me hon-
rara masde que nao tenho noticia, por certo que
s existe na sua fecunda mas perturbada mente, cain-
(?.) K' la menta vel,'que lando este Sr. 3. Sergio


(G)
tjuandoexistisse, nenhuma influencia teiia no ulga-
monto. Vm. bem o sabe o carcter probo e hon-
rado deste Sr. ben o afiancio assim como as vir-
tudes que orno o seo. coraco lo conhecidas n'es-
ta Provincia como m outras do Imperio. ero este
Sr. coropeiindu-he apenas o desempate na quali-
dude de Prtzidfi.lc roui digno que da nossa Rea*
cao podia volar demaneira alguma sobre a impro-
cedencia da areno, r|ue o Aecordo mostra vencida
por plurahdade do votes. As sessoens da Relaco sao
publicas, l; podia o Sr, 3. S'-rgio ir ouvir a dlscus-
so, e saber em que se fezmister o seu veto. Pelo
que respaila api putros Juizes em ge ral, e emparli-
cular o-> lllnis. Srs. Aunes Machado, e Vieira de
Mello qu fo.o vencedores, o seu carcter e con-
ducta sao lobero geralm ble conbecidos por illibados,
e por isso debaldeos pretende o Sr. J. Sergio menos-
cabar e to debalde que n'esla estulta pretendi a
i mesmo que se desacredita. Porque *e queixao
Sr. J. Sergio de que losse rbamado para o julgamen-
to o III ni. Sr. Nunes Machado, enode<|uc o fosse
o lllm. Sr. Vieira de Mello nao Ihe sendo o voto
d'esle ultimo Sr. mois avoravel ? Isto nao miste-
rio cujo conhecimenlo depende de revelaco mais
que humana. O Sr. J. Sergio bem e sabe ; e tal vez
mais alguem.... no entanlo nao o fez, porque Ihe nao
couviuha, Convem-lhe sini dizer que eu me ga-
bara na prezenca dos llims. Srs. Joao Marques Cor*
rea da Costa e Joao Marioel de Barros Wanderley ,
que tanto a cauza do Arresto (a) como o Libello que
un bom coraco e sendo to agradavel na cou-
versaco, e at mesmo inletessanle pelas suas jacosi-
dades seja todava mui sugeito iracundia !.'! Nos
accessos d'esta paixo fica Coi a de si, diz e escreve
quanto llu veai caheca inventa Tactos altera a
veidade e sem querer levanta a le ves... E' ver-
dade que logo depois te arrtpendc tnui'o, mas de
que serve isto se elle qunelo oll'ende publicamente,
tm o reprebensivel pejo de se nao desduer e pedir
p idao tobem publicamente A sua corresponden-
cia (a que, con grande repugnancia e sacreficio
rtspondo, ) fo eacripta n'uiu d'aquclles accessos,
motivado por ter perdido ( urna apoz outra) duas de-
mandas com que tanto me inquielava. Estqu bem
persuadido de que os Meritissitoos Magistrados cuja
reputadlo mordeu sabendo esta sua mi/cria com-
passivos Ihe perdoaro j e nao faro o menor cazo do
que este Sr. diz.
(a) E' um embargo requerido h 3 ou f\ annos pelo
Sr. J. Sergio contra mim pela quanlia de Rs. i:3oo'
e tantos mil rs., allegando que cu estava para fugir d
Provincia, e vendendo o que era meu e protestan-
do provar o allegado dentro em 3 dias, obteve injus-
to mandado de embargo que realizou em meus bens.
Mas eu, (apezar de estar para fugir) prestei flanea ,
e levantei logo o embargo que annullei sendo um dos
fundamentos o nao terero s lestemtinhas que produ-
zio o Sr. J. Sergio a elasticidade de consciencia ,
que ella dezejava. Ora da sen tenca que oblive
na primeira instancia, appollou o Sr. J. Sergio para
a Relaco roas deixou passar o prazo prescripto pela
Lei em que a devera ali fazer subir, e por isso foi jul-
gada dezerta e nao seguida, E clama o Sr. J. Ser-
gio proleccao injuittea, milagres da Relaco....
Ora nao e isto urna mizeria admira vel ? O Sr. J. Ser-
gio embargou na Chancelaria aquella sentenca a meu
favor. Ora ahi vai oulro proguostico Sr. J. Sergio ,
Ihe inlenfei exigindo Rs, i.-coosooo em consequencia
do rompimento desptico da sociedade havio de ser
julgadas a meu favor ; e que eu nenhum cazo fazia da
sentenca que n'esta ultima havia dado fconlra mim o
lllm. Sr. Dr. Loureiro quando Juiz Municipal de
Olinda. Convem-lbe tobem attrihuir aquello jura-
mento, htympalhia proleccoens escandalozas ig.
norancias supinas, fallar em milagres, ludo para
verseconsegue que nos julgamentos que se se-
guirem sobre outros processos tinho os Juizes o me-
lindre que elle refere do lllm. Sr. Dezembargador
Malheiro, q' dotado da reclido necessaria para emit-
tiroseu voto, como en tendeo de jnstica no piimeiro
Aecordo careceo de cordgem para o sustentar no
segundo. Orapoes, continu o Sr. Sergio no seu
encelado plano (porque ninguem Ihe confieca a es per-
te zat e finura) conserve, se Ihe possivel a sym-
pathia des Illnis. Srs. Vtllozo, e Ponce j mas per-
milta-me qu-1 Ihe diga uma vez por todas se dtscjn
ganhar sympathias nao sao estes os meios. Bas-
ta.
Srs. Redactores, lenho escriplo esta corresponden-
cia aos pedacos e com bstanle repugnancia poes
me aborrecem estas polmicas principalmente como
Sr. i. Sergio, meu notario e gialuilo uimigo o
decerto nenhuma respo^a Ihe dara se nao fossem
os ponderosos motivos, q' ja expend. Promelto, po-
rem ser esta a ultima vez q' responda ao Sr. J. Ser-
gio e nao desgostar mais o Respeitavel Publico ton
correspondenci.is d'esta natureza que na verdado
aborrico, e que a Indos deven ser enjoativas.
Dignem-se Srs. Redactores entretanto publicar es-
ta enfadosa respoata do de
De Vm.
Milito atiento Venerador e C.
Joze Pri naucio P i menta de Carvalho.
e diga depoes que eu ir.pgabo os Ni embargos ,
qu ainda estft na concluza*, e que deve dicidir como
Relator o lllm. Sr. Urzembargtdor Vellozo que a
Vm. nao suspeilo litio de ser despiezados eo
Aecordo con firmado; porque tiles em Direito ou-
tra couza nao merecen. Disse verdade, que eu es-
perava ver brevemente sentenciada a meu favor esta,
cauza e porque o nao dria eu ? Para esperar o con-
trario seria precizo suppor os Meritissimos Aligadores
ignoraules ou injustos. Disse sim Sr., que pouco me
emportra a sentenca do lllm. Sr. Dr. Loureiro, por
que nao era esta a que decideria a cauza e disse mais,
que tao injusta me pareca que se nao fossem consi-
deracoens de prudencia erespeito, eu tera pedido
a algum Juriscousullo, qtt a analisasse para mostrar .
que dos mesmos princios em que t lia barcada deve-
ria resultar una sentenea contraria. Mas porque nao
disse o Sr. Sergio, q' ee litigo do tao boa l q', n'es-
sa mesma occasiao Ihe propuz o consultar-mos, com os
autos d'esta queslao os Advogads que elle quizesse ,
e qua se estes decidissem a ineu lvor, eu s quere-
rla que me pagasse, em compensacao dos prejuzos
que me ten cauzado, Rs. ,5oos'ooo, em lugar da
irooosooo rs. e que se contra mim fosse a deciza ,
eu Ihe pagara os mesmos ooosooo rs. ? Porque nao
disse, quanto eu instei para que d'esle modo evilasse-
moj esta demanda e que aquellcs mesmos Srs, fora
teslemunLas da' sua recuzaca ?
Pern. naTyp. de M. F. de Faria, i83G


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EOYPNJI25_P5RQY1 INGEST_TIME 2013-03-27T15:56:54Z PACKAGE AA00011611_02386
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES