Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02383


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DK 1836. QUARTA FEIRA
26 DE OUTUBRO N. 233.
Pkhuamboco, Th.di M. P.(ie'Pm. 1836!
das da semana.
4 SernnH 3. Ilaf.ul Arc.Aud. Hos Juizco. do Cr.
den. e de i. mu. da Thejioiiraria Pnlilica e
Chae, de t Lna chela ;is 3. h. e 15 m. da t.
25 Tere S. Crisp ni. Kel- de m-e au. do J. de
O. de t.
26 Ciuaru S. Evaristo P. M. Scs. da Th. P.
27 Quinta jcj. S- Elesl.-ao I. Re. de m. aud. do J. do
C. di: nv e Ch. di- t
28 Sexta Jft S. Simao etfuilas Thadeo App.
r
29 Sallado S. Feliciano M.
do V. O. i'j em niinHa.
30 Domingo *. Serapiao b.
Re. de m. e aud.
Ti.do acora depende c nos nuimo da no>s pru
denc>*. moderaeo. e enerjriarcontiniipmos corita
principiamos, e (einna aponladoi com admira*
cao catre ai Nacrsinai* cultas.
rruclamrifo do JiiembUa Otrtl Bratil
JaliRcreve-sea lOOOr*. mensaen pajrnaailiantaitni
neia Tipografa, ra das Cruzes D. 3, e na Pra-
ca da Independencia N. .17 e 38 s mdete rcceliein
correspondencia* leralisartaa, e anniincios; nterin*
do *r "-(. fraiia lendo doa proprioa atair/nantea.
rimlo assifruadoi.
'VGO<
C AMD IOS.
Ouluiro 25.
J-iOndres 38 Ds. St. por l cd. onprataa
50 portento de premio Nomina.
i.i-.lii.;i 5.5 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 255 lis. por franco
Ho de Jan. 6 p. c- de prcm.
Moedas de 640(> I3,.2(i I3..4O0
., 400 6..T00a6o00
Peana | 44o
Premio da prata 50 p. c
das lettras. por me I 2 por 0|0
Cobre 25 por cunto de descont
PARTIDA DOS COR H ROS.
Olinda_Todos na dia a., meio dia.
Goiana, Alhandra, Parailia, Villa do Conde, Mo-
inamciiiipr. Pilar, Real de S. Joan. Brejn d'A rea,
Rainlia, Poinlial, Nova de Souaa. Cidade do Natal,
Tipas de Goianninlia, e Nora da Prineeza, Cidade
da Fortaleza. Villas do. Aquirs, Mnute mor'nini,'
Aracatv, Cascavel. Canind, Granja, Imperatriz,
S. Bernardo, S. Joan do Principe, Sobrar, Novad'
EIRer, Ico, S. Mal he no, Hearlio
  • aiijriir. S
    Antonio do Jardim, Quexeramobim. e Parnabi a
    Segundas e Sextas leiras ao meio dia por via da
    Paraiba. Santo A ntti Todas as quimas IV i ras ao
    meio dia. Garanbuns. e Bonito nos dias 10 e 24
    de cada mez ao meio da. Floresno dia 13 4w
    cada u'/ ao meio dia. Cabo, Serinbaem. Rio Fo
    mozo, c IVito Calvonos dias 1, 11c I de cada
    mea.
    PARTE OFFICIAL.
    RIO DE JANEIRO.
    ASSKMBLEl OH RAL LEGISLATIVA;
    CMARA. DOS DEPUTADOS.
    Scssa de 8 de Agosto.
    A's i0 hora feita a chamada, e achan-
    do-se numero legal, loi aherta a se-saS
    depois de lid, e approirlda a acta d'aute-
    cdante.
    O Si. I. Secretario leo ham Oflico do
    Secrelaik) do Senado acoropanhdo as e-
    metidas felta* s p fixaS as forcas de mar e ierra, para o fu-
    turo auno fnani-eiro: a iropiimir.
    *Meneiona-se huma representaras da C-
    mara Municipal de Jacarahy ern S. Paulo
    pedindo a ievogaca6 da le de 7 de No-
    vemlro de 1831" e requeiimentos de par-
    tes : s Coramisses reepectivas.
    Ordem do da.
    Continuando a diarussaS sohre o Padre
    Caldas com as emendas apoiadas, o S'ir.
    Alci'dades retira a sua emenda e dada a
    materia por discutida, o parecer da Coii-
    missa, queindifere o requei ment do
    Padre Caldas, beapprovado p?r 38 votos
    contra 35 ficando prtjudicada a emendado
    Snr. Ignacio Joaquirji da Corta.
    OSnr. Souia Mait'ns como relator das
    Comraisso- reunidas de 01 cimento e 3.
    defienda los-guinie partcor sobre a
    crdito de dous mil contos p-didos pelo
    Goferno, o qual vai aimpiiroir.
    it As CommissSesdeOiCamen'o e ter-
    ceii a de Fazenda,. tendo presente a pro-
    posta do Governo de 2a de Julho pa-ssdo,
    na qual solicita do Corpo L'gisl vo hum
    crdito de dous mil Cont para occorrer
    .- desperas extraordinaii-.s ocr&siouadas
    pelas .efolias do P Sul e havendo examinado os documentos
    que'acompanhara a refe.ida propona, e
    os'que aa depois fura remetnd -s Ca-
    ntara para fundamenta la e juajifloa-la,
    ant.s de emillir o seu parecer, julg-o
    conveniente faaer Cmara as arguutai
    observacSes: ,
    Piimeiramen'emuito pesa as t-om-
    rnissSes reunidas, que na5 fi.sse approTa-
    do'btla Camaia oreq-ierimento por ellas
    feto para Ihes ser adjunta a Commissao
    de Marinha e Guerra, a qual de certo era
    ipis competente para a-uizar da neoessi-
    d.de de tolas as despezas extraordina-
    rias para rujo stipprimento se re lama o
    crdito. E como osmemluos das Com-
    misses reunidas nao tcm conhncimen'os
    professinaes sohre os dous ramos de des-
    pezas publicas de Marinha e Guerra,
    veem-se obi irados a admittir os Orcamen-
    tos do Governo taes quaes Ihes fora a-
    presentados, sem onzar nelles fazer algu-
    ma- reiluicaS com o recei* de que isso
    possa prejudicar o servico publico das re-
    feridas repartices, e malograr-seassim em
    psrte os exforcos do Gcvcrno na piciG-
    fiaca dis Provincias.
    Notar MI especas accvrst Jas uu Minitei iu (Ja
    Guerra para o torrente anno financeiro,
    sgundo o orcaments do respectivo Minis-
    tro, pro vem dehaver passado na presente
    Sessao o ptojelo" de le de fixica de for-
    jas de tena, que authorisa o Governo a
    eleva-las desde j ao seu esta lo completo,
    e a dar a giaticac' da terga parte do sol-
    do as pracas que entrarem em campa-
    nha as Provincias revoltadas. Como a
    le de 26 de Agosto de l835, que fixnu as
    foicas de trra para o coi rente anno fi i-
    Ciiio, bavia .-rnente authorisaHn o Go-
    verno a elevar o exerrito ate'6 0 pra-
    cas, e a lei do Orcamenlo vigente bavia
    creditado o Ministerio da Guerra, s com
    a quantia coi responder.te a essa fixaca, he
    manifest que a recente authorisaca de
    levar as loicas filadas no seu (stado com
    pleto, i tO he, a i0,26i pracas, imp r
    a necessidade de n>iii>trar se ao Gover-
    no os fundos neressarios para e.-se aug-
    mento de forc, bem como p.ira cpiga-
    mento das gratificaces da terca p sold aos Otliciaes e sol lados que e.itrarem
    em Ci.mpa.nha, oquetuo he oread > pe-
    lo respectivo Ministro em a quant'a
    de rs. &ia;336$a63, alem das somatas
    votados para o Ministerio da Guerra na
    lei du Oicam uto vigente.
    (i As Commissas advertem que no-or-
    tjimenlos des-as d>spezas a> crescidas, que
    ihes f i presente, apparecem vlgumas ad-
    diies, bem como o augmento de des-
    peza com o Conselho Supptemo Militar,
    com a Academia Militar, e com h OHi< i-
    na Lilbograpbioa, que n5 sao conse-
    quencia do augmento da loi ca lixad.<; mas
    romo taes despezas sa5 authori^adas por
    lei, e j ftia5 reconhecidas necessarias
    pela illuslre Comm ss.i de Marinha e
    Guerra, no projecto de lei de orcamenlo
    que se di-ente, nao podiao er regeila-
    das romo supeifluas pelas Commisss re-
    unidas.
    k Q tanto aos dornmentos enviados pe
    lo Governo para authrnticar s extr. faa-semister observar que elle- constad de
    du.is tabellas, em huma dasquais .-e or-
    ean as despezas xlrauadinarias lei tas por
    est'a Kepai iif.' em o anno finneu'io fitt-
    do, cleulidas cmitis 500 000'25, ap-o-
    ximadamenle, e em Outil os gastos ex-
    traordinaiios que p.ovavelmente se effei-'
    tuar.. no anno financeiro rente, que
    se computad em rs. 8i5:9a7$928. Rela-
    tivamente a este augmenta de derpezas,
    enmpre notar que as leis de 2a da Agosto
    de i834, o de 27 de Ago>to de i835, que
    6xara5 as foicas de mar para o anno B-
    nanreiro 6ndo, e para o presente, autho-
    risava o Governo em circunstancias ex-
    traordinarias a elevar a forca de mar a
    3.000 pracas, eade Artilheria da Mari-
    lilia a l.OOO ) ora <|ii.intv> as lais Ju oi't
    rrenlo d-3 deOuln'iro d 1 83 ^ ed3t
    de Outubro de i835, que cieditara o
    Minis'erio da Marinha com as sommai cor.
    respon-lentes s suas despezas, smente as
    calcularas na hypnlhse de permanare-
    rem as cousas no es'adn ordina io da paz,
    e naS Ihe dera o crdito correspondente
    as despezia aceres, idas que se houvessem
    d fazer na occorrencia de ser a forca ma-
    rtima elevada ao mximo a que o Go
    veino seachava autori-ado em circuns-
    tan ias extraordinarias.
    v Ora asCoromissSe.s julga nnegavel
    que depois das rebellSes occonidas na
    Provincia do Pai, em 7 de Janeiro de
    i835, e no Rio Grande do Sul, em 20 de
    Setembro do mesmo anno, o Governo
    devia considerar veiificado a caso pie vis
    lo as citadas leis de lix icio, e ai.tori.-ado
    9 elevar a forra martima ao p de re-pei-
    t^bilidide tuce sario para comprimir as
    sediecea, diisolvcr os rebeldes, e pncifi-
    ear asduas Provincias assoladas por essas
    ficcSes des idenad-s que haS feito estre-
    mecer a unia e a integridade ('o Imperio;
    e por isso as^ent.'S que aautorisaca dada
    o Governo pjia elevar as foicas de mar
    ern t i-t unslancias, taes involve o reco-
    nhei'imsnto da n6(*ea>id i'de do ha'ilitar
    o Governo com os fundosrorre pondenles
    a rata augmento de torcas.
    11 Aceresre i,ue pelo ai t. 4 da lei de a2
    de S terebro do anno passado, o Guver
    no fui autorisado a gastar rs. 220:000$
    com hum coi po de voluntarios no Para,
    e na presente sessaS ja pas-ou na casa ou-
    tio projeciS d' lei que laeulia ao Gover-
    no oispeudei irais rs. 250:000$ com as
    (iii.u-ila-. Nu iotiaes no RiuGi'tnde do Sul,
    lut fisui's que importaS na quantia de
    rs. 4?0:C00<2, naS coniemplados na Ui
    do orcamenlo, que regula no anno cor-
    rente.
    Em presenca de taes consideraces
    fica manifest que essas despezas x1 raor-
    dnaria a que se naS pode occorrer sem
    o crdito pedido, j foraS anteredenle-
    nien.te reconhecidas necesarias pelo Cor-
    po LegUlatiVi, que utoiisou o Governo
    a faze-las ; e por i-so p> n*S as Commis-
    fcSs que a Cmara n.-S pode negar o cie-
    dito agora reclamado, sem rahir na ab-
    surda contradicao de authorisar a Gover-
    no a fazer servicos pblicos que recouhe-
    ceu neressarios, e negar-lhe os meios in-
    dispensaveis para sati.-faser a execucaS e
    cumprin cnto dos mesmos ^ervcos. Qual
    quer que seja o grao de confianza que o
    Govermo deva ou possa merecer da C-
    mara dos Deputados, julgaS as Comntis-
    sSes que a !nanifeta, e urgente necessi-
    dade do fazer esforcos extraordinarios na
    ptcificaQaS das Provincias revoltadas, fl-
    laS mui alto para teunir em torno do Go-
    verno todos os Representantes da Naca
    Brasiieira, e conceder-lbe os subsidios ne-
    cessarios, cuja faifa taJvez possa occasionar
    a perda de duas importantes Provinriaa
    do Imperio; parda laroentavel, quesera
    duas ignomin osas nodoas no circulo lu-
    minoso d bandeira Nacional. Demons-
    trada a riere sidade do crdito, ea impos-
    sibilidade em que alias o Governo se adia-
    ra i'e prehenrher as importantes lune-
    cSes que pela Constituidas e pelas leis lhe
    estaS commettidas, asCommis.Ses reunidas
    julga que se naS pode recusar ao Gover-
    no o* 2,000 conloa que elle pede para as
    despezas extraordinarias, feitas com a pa
    cificacaS das -Provincias do Para a Rio
    Grande do Sul.
    Quanto aos meios de forneeer ao Go-
    verno os fundos necessaries para satisfazer
    ete crdito, as Commisses pensavaS
    primeira vista que elle* se poderia en-
    contrar as sobras que ) ventura se a-
    cbassem reservadas no Thesouro publico,
    accumuladas em es anno financeiro pas-
    sad s e no presente: por quanto era pre-
    sumivel que algumas sobras houvessem j
    proveni.rites doexcesso das reudas arreca-
    dadas sobro as quanlias fixadas para os
    diver-os Mini teno-, j da diffeienca en-
    de as quantias votadas, e as sommas efec-
    livamente despendidas ; e j finalmente das
    revi.tas extraordimnas que kffl"iro ao
    Thesou-u, sem t.r nido contempladas no
    orcamenlo das rendas em cuia clase entra
    asommadereis i08i:i29^i76, que o
    Governo re ebeu de saldo no ajuste de ro-
    tas com o Banco. Mas o Governo mo.-tia
    em os ltimos documentos enviados'aC-
    mara, que taes sobras ha sido appbcadas
    s urgencias das despezas occorrentes, pa-
    ra as (|uaes n..3 fora Instantes as som-
    mas votadas gas leis de orcamenlo dos an-
    nos tiansaetos. Cabe aqu fazer especial
    uiencio das despezas accrescidas com as
    differencas ende o canihio por calculado
    na> -ii de orcamento, c a ta real em
    que se affailuarfO as transar<;5es para Lon-
    dic-., tanto as reniessas de fundos pra
    o pagan ento da divida externa, como
    as leitas pelo Ministerio dos Negocio
    Eatrangeiro*; com o suppMracnH feo
    as rendas proviociaes a( o auno finan-
    cairo findo, em coulormidade com oait,
    \.
    MUTILADO


    2
    .'" '-*"*'
    DIARIO DEPESNAMBUCD.
    4i da le de iC de Outubro de i833 ; com ''reis : naS sendo de esperar que
    a promptificaco das notas do novo pa* sofra a dittiinuick em os annos fuimos
    dio, para o que se nao hara votado qu- vi ta do progressivo' incremento donus-
    ta alguma as leis de orcamenlo; e fi-
    nalmente cora a maior despeza das A!f in-
    di gas, e Collectorias depois da r I" va9.
    As Corumisses porem devera ob-er-
    vy que esaes documentos justificativos
    do Governo sao apenas tres (bellas, a
    que se mo-tra em esum > a receita e di-
    pesa effectiva, ou presumida em os tres
    annos finaoqfiros de i83i a i83;,de
    donde apareen hura dficit de R-......
    3,6 i :o35$6po para os servicos do cor-
    rente anno tinanceiro ; e duas outias ta-
    bellas, dss quar-s huma mostra o quadro
    to rom me r co. Hum augmento propor-
    cional se deve presumir das outras Al-
    fandegas do Imperio, bem como da me*
    Ihor arrecadacaS das rendas publica*, a
    cujo respeito as CommissSes concordad
    perfeitamente com o parecer da Com-
    missa do O rea ment ja referido na ca-
    sa. Alem de ser muito provavel (a vi-ta
    das noticias ltimamente recebidas) que
    o restabelecimentos da ord -m as duas-
    Provinciaa resoltadas se consgt antes do
    fim do corrente anno em tal caso o Go-
    verno na5 ter precisad de manler o nu-
    aproximado das reudas arrecadadas no; mero de frca de mar e trra que actu
    ultimo auno financeiro, e outra o das
    despesas feitas -*m o tnesmo anno, que
    em parta tambem 3i calculadas por apro-
    ximcio, por nao baver ainda o Gover-
    no receb do os esclarecimentos necessa-
    riosdemaitas Provincias. Documentos
    alm-nte se fasem precisas podendo C)(D
    a sua rc-duccaS poupar huma parte das
    despesas que para tal fim s<*5 oreadas pe-
    las Reparticesda Gueira e Ma'rinba.
    I.lo posto assentaS as CommissSes q'
    huma parle do Crdito pedido pelo Go-
    taes sao absolutamente insufficientes para veroo pode ser suppriJocom as sob-as da
    que a Cmara pissa ficar s<-gura, nao
    so da quantia activa como da leg-lidade
    das somas despendidas em os dous lti-
    mos anno fimneeiros; visto que o roes-
    mo Gorerno assevera nao ter aindi
    todas as pecas justificativas das despegas
    do auno de 18'. \ a \'7>b, e que as do
    anno de irJ55ai836 sao orcads por a-
    proximaca, em cujo cnloulo be |faol-
    vel que se tenha commettido erros con-
    sideraveis para mais ou para menos.-Ta6
    incompletas sa5 essas tabellas, que nem a
    mesma do anno de 1834 *-1 i35 indica suf-
    iicientemente a authonsaca legal em q'-e
    funda o exessso das desposas effectuadas
    sobre as que fora votadas n* respactiva
    lei do orea me uto. Mas como o Governo,
    pelo artigo i3 da Le de 3i de Outubro
    de i835, s? acha dispensado de apresen
    tar na presente f.essa o bataneo dos dous
    ltimos anno3 finauceiros, as Commis-
    oesjuljaj indisp'iisavel que se aguarde
    a a,presentaca dos balancos, para que,
    examinados" ^e!a Ccnimssa de Coritas,
    e recenhecida a auctorisaca legal dessas
    despesHS, 83-.a como a athsnticidade dos
    documentos qcc es i'jtnu, poo-a (Ja-
    mara conrsacer se da sua conveniencia e
    legalidade, e depois apprcva-las ou re-
    prova-iasj'e.'undo bem Ihe aprouver. Mas
    actualmente as Corr.rnisj.6as na5 p sem teocridade, faser juiso alguin a res-
    peito ; e por as-.o pre.-indindo da legali-
    dad* ou quanlidade das tomints despendi-
    das em os dous ltimos annos bnanceiros,
    sao obrigadas a admiltir .a demonstrarlo
    do Governo como verdica na impossi
    bilidade de colher outra mais especificada
    e mais conveniente.
    Pata encontrar pois as despesas ordi
    nariaa e extraerdiuarias do anno corrente,
    oreadas as tabelles enviadas a (.'ornare,
    em i4,5~o:oco$, c Governo conta gomen
    te com o saldo do anno finauceiio lindo
    que elleoaiculla em 348:9S{$, e com o
    producto das receitasque sehouveremde
    realisar no decurso do anno, o qual dedu-
    cido o desfalque esumido as duas Prov.
    revoltadas, he orcrdoem Rn..ii(6;>u:ooo$
    vem a ser o total dos recusos, esperado,
    pelo Geverno R*. n,98 96'$. To-
    dava asCommisses reunidas i'ga que
    ste calculo deve ser muito inferior a rea-
    lidade romo passa a demonstrar. Pare
    ce primeiramente improvavel, q'as rendas
    geraes dasduas Provincias do Pa e Rio
    Grande do Sul oreadas pelo Sr. Mi-
    nistro da Faseoda em i,oia:4uo$ res ba-
    jan de solver no deru lo do anno o de -
    falque de 665:a6a$ rtis, por qu c ansian -
    do achar-ae restourada a legalidade a Ca-
    pital da Provincia do Para', desde i3 He
    Maio passado', e tsmbern estar ja ern po-
    der das forcas iegiea a Capital do Rio
    Grande do Sul; e lendo o commercio
    martimo destas Provincias protegidos
    pela nosea esqnadra, no*he presumivel,
    que as sua- rendas verih.o asoffrer tama-
    nha quebra, como o ioculca a cautelosa
    prarisa do Coiernu. -Tambem as r n-
    daado anno correte as nutras Provinej
    as devern produzir mais do que sao or-
    eadas pelo senhor Ministro da Fasenda :
    por exemplo no o cmente do G<>verno,
    o producto do reodimentos da Alfaedega
    do Ro de Janeiro he cal. ulado em
    3,6u0:000(5* res: qaandn no ultimo anno
    com-
    Ao Prefd'to da C. de Caranhuns
    tiiiitiH-and. Ilie q'em rorihderaQa8 o que
    ivpresentou em eu offici /la i4 de Se-
    te-nbro; foi expedida oadem ao Comtu.
    Geral d Corpo Policial pira Cser mar-
    char para a d ta Comarca com a p.hsi-
    vei hrehdade um destacamento domesmo
    Corp compoito de um Sargento, um
    Cabo, e 2o So...lados, devendo o pnfeito
    pro i leudar sobre o Quartel como#ja
    se o.denou em offi.io de a8 de JuUio ; e
    recomnitndan lo-llie que emprague todo
    seu di-vello para que na sua Co mauteuhaa ordem e tranquillidade' pu-
    blica.
    Ao mesmo respondiendo-Ibe que po-
    de engijir pessoas de fora ua Comarca,
    yoanceiro essa receita subi a 3 r>3i:883^ I com tamo que eatas apresentem infjr-
    rectia piesumivel no anno corrente, sen
    Ho somente ne.essario crear recursos ex-
    traordinario na impoi tancia de R.....
    i,5oo:ooo$quea (lomroiss.- J'uga indis
    pensavei autborisaro Governo a adquii ir
    P'tr meio de alguma opperaca |de crdi-
    to.
    Mas sendo avesso ao bom existo des-
    saope.acao financeira, precrevtr ao Go-
    verno o modo ou expediente de que elle
    deva lanctr mad para ohler a quantia
    concedida, julga5 asCommis-s que a tal
    respeito se Ibe deve deixar a mais ampia
    faculdade, pira que segundo asciicuns-
    tancias eenlre o> varios arbitrios que
    se Ihe pos a5 oerectr tenha o Gover-
    no a vantage/n de poder e>coIhrr aquelle
    que mais conveniente for aos intereses do
    paiz ou que mais prompto possa occor-
    rer as urgencias do Thesouro ; e por isso
    offerecern a cousiileraca da Cmara a
    proposla do Governo assim emendada, e
    conveitida tui piojecl > de Lei.
    A Assemblea Geral Legislativa resol ve :
    Art. 1. ^ O Governo heauclhoris..do
    a emittir -te dous mil contos de rtis, em
    apolices da divida publica interna, fim
    de occorrer as despesas com a pacificaca
    das Provincias do Para* e S. Pedio, de-
    vendo dar huma Conta especificada do
    seu emprego a As-emblea Gral Legis-
    lativa logo que cessem os motivos, inde-
    pendenle do balanco geral da receita e dea-
    pea.
    Art. 2. Fica igualmente autorisado
    a emitir bilhetes de crdito com o ven-
    cimento de meio por cento ao m<, nos
    inlervallos di emtnissa do artigo. i.,
    que deve ser pjr mineira que n*d altere
    sensivelmente o prepo da* ap lites no
    meicado com tanto que esta mediJa seia
    lomada dentio dociedito concedido.
    Art. 3. Fica5 revogadas todas as le-
    is em coQtraiio.
    Pag da Cmara das Deputados, 8 de
    Agosto de i836.
    (Conlinuar-ae-).
    PERNAMBUCO.
    GOVERNO DA PROVlRGIA,
    Expediente do da a5.
    OFFICIOS.
    msc 5 da J^nctoridade Policial do lugar
    eni que residiiem em abono de' sua pro-
    bidades conducta ; e que he concedido
    um mez de licenca, com vencimento de
    ordenado ao Amanuense da sua Prefei-
    tura para ir a liba de umarac faier o
    engajam- nto referido.
    Ao Prefeito da Comarca de Santo
    Anta coramunicando-lhe que vai ser re-
    tirado o Destacamento do Corpo deTolicia
    que ali existe, por assim convir ao Ser-
    vico Pobico, fic-udo o Sargonto, e o Ca-
    ba para comen .indar [os eng A' Cmara Muoipal do Recife, respo-
    dendo-lbe que para ser dada a providen-
    cia que exige em seu ofiicio de 19 docor*
    rente, he nessessario q-te informe qual be
    a Lei que reformou o 5. do Capitu-
    lo 4. das Instrucces de 26 de Marco de
    l8a5,'e Decreto de a8 do Juribo de t83o,
    impondo a Cmara o deVer de designar o
    local pira a reunia do Colhgio Electo-
    ral.
    Ao I)iiector do Arsenal de Guerra
    enivando-lhe jimc-xeraplar do Orcamen-
    to da detpesi Provincial, que pede em
    seu cfficiodesta dala.
    Ao Commandante da Charra
    Trinta
    que foi ja tX|iedidaaKjrd',n>
    Victoiia paia entregar-lh--' seis Mannhei-
    ros para o completo da Tripulapaq da
    mesma Charra e quanto a nomeacad
    de um Ollicial da Armada para o c<>a-
    djuvar no ser uco o authorsa para Mome-
    ar um dos que leva de passagem a sea
    bordo, para hervir durante a vi ager.
    PORTARA.
    Ao Commandante da Encuna Victoiia
    para ni..nd. r entregar i-oda Charra 3o
    de Agosto a fim de completar a sua guami-
    ca e seguir o s*.u destino seis Wai inheiros.
    k
    Navios despachados no dia 25.
    Canoa ConceicaS do Pilar Para a
    Paraiba adestr Pedio Galdino Pinto.
    de Agosto communcando-lhe
    no da Escuna
    /" DIVERSAS REPART1C0ENS.
    TRIBUNAL Da RELLACAO.
    S--ssa5 de 25 de Outubro.
    Na Appellagad Civel do Juizo do Ci-
    vel des'a Cidade Appellante, Jlo Ba-
    piista 13 anco, e Aappelladosos herdeiros
    de Anna Felicia Branca fui Julgado.
    Na Appellaca Civel do Juiso de Direito
    da segunda vara desta Cidade, Appel-
    lante Francisco de Paula Negramonte, e
    Appellado Agostinho Tavans Rodovolbo
    se julgoa pela ronfirmacad da Sentenca
    recorrida.
    Nos Embargos oppostos por Manoel
    Zeferino dos S -otos ao Accordad proferi-
    do na Cauza de Appellatio crime do Jui-
    lodeDireito da s de-ta Cidade; e ju'gon.
    Nos Embargos de Antonio J-.se Muniz
    oppo tos ao Are -rda nov Autos de Apptl
    lacao civel d- sta Cidade em que he Ap-
    p.-l'ada D. Anna Maiia Je/c de Mello : fo-
    r. 6 os mesmos di pie a dos e mandada
    cuinprir o Acordn5 embargado.
    Na Appellac.iS Civel do Juizo dosor-
    faos desta Cidade, App> liante osadminis-
    11 res di Casa do Falecido Man -ti Ma-
    thias de IV. i tas, A u pellada a menor Pau-
    lina por seu Tutor Francisco Ludgiro da
    Paz, se mando-i com vi -ta ao Curador Ge-
    ral.
    Na Appellaca Civel do Juiso do Ci-
    vel desta Cida le. Appellante Joa5 Ribei-
    ro da Cunha e Appellado Nicolao Joa-
    quina Rodrigues, foi confirmad* a Saii-
    tenca te o nda.
    PREEITl RA DA COMARCA DO RKCIFE.
    Parte do dia a5.
    Illm. eExm. Sr.
    ForaS presos, ererolhidos ao cilabou-
    co do Qiurtel do Corpo de Polica o me-
    nor Jos Leandro do Reg, e o preto de
    uome Ventura, escravo de J-iaquim da
    Silva Regada, por teiem arrombado urna
    pipada Alfadeg, e estarem a furtar o vi-
    nhod'ella; Hilario Fe reir, pardo por
    ser encontrado depois de tneia no;to, e
    deitara correr, fasendo-se suspeito ; to-
    dos reneltidos pelo >ub-Preferto da Fre-
    guesa deS. Antonio, e o preto Custodio,
    e.-cravo do Convenio de ,S. Antonio de
    Iguara^, entregue por Bei nardino da
    Sena Lima, por estar fgido.
    Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
    Prefeitura da Comarca do Recife a5 de
    Outubro de i836. Illm. e Exm. Sr.
    Francisco de Paula Cav-lcanti de A!bu
    querque, Pret-deote da Provincia.Ma-
    noel do Nascimento da Costa Monteiro,
    ALFANnEOA DAS FAZENDAff.
    A Barca Hespanbola N. S. das Dores,
    vinda de Barcelona e Malaga, Capitn
    Agostinho Cabanes, entrada a 11 do cr-
    lenle. Consignada a Manoel Joaqun- Ra-
    mos & Silva.
    Manifestou o 9. guiri te :
    De Barcelona.
    25 pipas de vinho tinto, 1,000 restis
    d'albos, 1 caixa rom verdete, 7eax6es
    com 1009a, 1 bahu.com marroquina.
    De Malaga.
    . 4o bais de quatro em pipa rom axeita
    doce, 6 ditos de 6 em dita com dito, 800
    caixas de pasaas, 100 han is com aseito-
    nas, 6 Barricas com alpista, loo Ceiras
    com figos, a5 caixas com arnexas, ,5o po-
    tes com uvas.
    O Brigue Inglez Joan Wlson vndo
    de Liverpool, Capiu Johom Wilsoo, en-
    trado em a4 o corrente, consignado a
    Bernardo Lasserre & C.
    Mauesf^u o seguinte:
    Ii5 caixas cora queijos, 6a caixas com
    lasen das, 3o8 farde s com ditas, 277 volu-
    mes com ferragem, 1 barrica com vdi os,
    6 jo barricas com maoteiga, 8 j gg -s com
    loaoa.

    A Barca Francesa Alie, vnda d > Ha-
    vre, Capitad Dacheux, entrada em 24 do
    corieute Consignada a Manoel Alves
    Guerra.
    Manifestou o seguinte:
    3a8 volumea de diversas f.sendas, 115
    barr e hum cesio com maftteiga 100
    restos "um vinho, a03 barucas com fari-
    nba 6a9 cestos com oatata-, 4 "i**9
    com caneila.
    Fora do Manifest.
    35 barricas cora manteiga, 80 caixa
    com queijos, i8dusias dito^ 8 caixas fa-
    aendaa, 1 Paqnote com bejoteiia Falca, 7
    ditos igoora-se o cometido, 1 dito com a-
    mostras de farinha, 1 dito corn ditas de
    caffe,a Gaolaa com passaros, 37 5 Panel -
    ros com batatas.
    A Barca Franceza Mediis, vinda o'
    Havre CapitaS Maniere, entrada em 241
    d 1 correte Consigruda a Lenoir Beaeu-
    chet & Pcget.
    Mao f. stou o seguinte :
    33i volumes de diversas fasendas 5 di-
    tos com agoas mineraes, 5 hanicas com
    inbo 175 cestos com dito, .5 caixas com
    dito, 2 ouas com conseivas, a oluines
    cm comestivos, 1 f*ido por de sapaio,
    a4 caixas com anuas, a fard os. com lico-
    res, la cestos com aceite, 8 caixas rom
    drogas-, r barril corn agurdente, 7OO
    cestos com b tatas, 1 caixa com xaiopes,
    5oditas com queijos, 3uo cestos da aei-
    eja, a35 bai ris com manteiga,
    Fora do Manifest.
    i. 29 cainas, aoo gigoa de batatas, 5o mo
    MUTILADO ,


    DfARIODE P ERHAMBUGO.

    fdtocoS8; 2 b0"*:'',hos con> M. ^ lastimar o menoscabo queso faz accin-
    Tk"b'?*M ditos com v.nho, i temente d'.qullo que nos pode.ia ac.r.e-
    mbrulho, i balaio com peras 8 cieos c'o
    serveja, 3 sacos com milito.
    ra
    -


    MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
    A pauta he mesraa do N. 2a3.
    CORREIO.
    A Sumaca Trndade deque he CapitaS
    Manoel Jos da Silva Brillo sae para o Rio
    Grande do or le e Ass do dia 1. de
    Novembro.
    A Escuna Virgina de que he C.-i pita 5 Jo-
    aquim Gon-ilves Maiia sae para o Mar*
    ti ha 5 no dia 5 do correte.
    BEFLEXOENS SOBRE ALGITVI\S
    MEDIDAS D'ASSEMBLEA GE-
    RAL.
    Manifestou-se emfm o parecer da Com-
    miiio da Cmara don Srs. Deputados a-
    cerra do Tratado de Commenio e Nave-
    gacto entre o Brazil e Portugal e a x
    cepcio do anigo 7. s sobre o qual a C -
    missio entendeo, que se sollii itasse do
    Governo satisfactorias decLracdes por
    Ibeio de notas reveraes ou el ai ligo ad-
    dicional, t do mai> pareceo bom e mui-
    to bom ao Sr. Calmon Relator da Cora
    missio de Diplomacia. Com effeto ex-
    foicou-se a Commis-io por sustentar a
    inmediata utilidade que provii ao Com-
    menio Brazileoda reciproca diminuicio
    de j/3 dos direitos de consumo, vanta-
    gem esta que assegurai ao Brazil, e aos
    seos productos ag colas, e industriaes um
    mercado de 3 millies de consumidores,
    enlorpecendo a concuri enca de iguaes
    productos importados por outras Na,-6es ,
    etc. Ora queia Dos que a Com missio
    se niodeixas-e levar pelas bellas theorias,
    que no papel sao lindas e ninguem deixa
    de sanccion.l-as lendo-as mas qne na
    pratica faliifo Unto como infelizmente
    ludo tem Lili, do entre ni e no entan-
    to poucos p izes terd urna Constiluico ,
    um Cdigo Bsttal e de Processo, e ou-
    tras mais Lesmo ebegadas pe f mo nos out os Rele itnlo-nos aos nos-
    sos principios anteriormente enjillidos so-
    bre o Tratado com Portugal, nos abi-
    temos agora de reflexionar acea das ideas
    da Commis-io sendo o nos o ultimtum,
    ajue o teinpo nos mostrai se vivermos ,
    (jualsei o incremento que o Tbesouro
    JfVa'cional obler em suas rendas, com a
    atedio do art. lo do Tratado. Fcil se-
    la/sem duvida mostrar para o futuio se
    a Commisso entendeo bem ou mal o
    art. io, pois que urna vez em pratica o
    T'alado, poder-se-h no 6m dos annos
    Gnan/reiroso n-se a receita goal da ira-
    poi lacio Poiiugueza, e juntamente a da
    exportacio BraziKia, e combinndola
    com a dos annos anteriores, ver-se-b
    com evidencia, se a Receita Geral do Im-
    perio cresceo por essa lado, ou se a Com*
    us o erigdrii.u-se em seo pensar. Qoan-
    to nos dirigimos ardentes votos ao Ceo
    pira que nossas ideas se nio reslisem com
    o lempo pois disao provr benefi.io ao
    Osso paiz castigo este quesempre de-
    sejaiianios offier quando errasseoivs :
    po m o lempo poder acairelar a solu-
    to da uiua questio que apezai da 1-
    lustrada opiniio da commis-io perma-
    nece com todo em p a grande, copia de
    fundadas razes contrari.-s, que habis
    pon nas fizerio .-eiiLr na Co, te do R o de
    Jantiio.
    Fazeudo poim urna estranha digres-
    ?io da materia de novo crguemas pela
    s guoda vez nossa M$a contra o impol-
    tico e teirivel artigo da Le do Orca-
    mento vigente, que manda pagir poru
    80* Jornaes Naciouaes que circularen de
    Provincia Provincia. Ora em vudade
    quaodo se medita com reflexio em se-
    '"elhante disposicao dos nossos Legislado-
    '**, nio pode o Brazleiro que almeja a
    prosperidade de seo paiz e par della ,
    a protcccio e o Nacionalismo de seos Re-
    presentantes nio pode, digo delxar \ nos adiantarinos, nos atrasemos !
    quillo que nos podei
    tar mais proficuos resudados! Como
    conciliar-sa o passo actual dos nossos Le-
    gisladores, com ai|uilIo que tiles seulirio
    6 aun js ? Lamb ados estamos, de que
    u'Administracio do Sr. D. Pedro I se
    aventou a idea de tornar se franca a circu-
    lacio dos peridicos, mas que motivos
    deseonhecijos obstaiao sempre semeibaote
    adopeio : logo que o Sr. D. P. Jro 1 ab-
    dicou, a Regencia Provisoria sanecionou
    ( se bem nos lembra ) essa resolucio da
    nossa Assemblea Geral, eis sanio quando
    agora que as luzes hiio penetrando mais
    fcilmente pelo interior de nos-as Piovin-
    cias ( por de grapa nimiamente atrazadas )
    he justamente que a A's-emb'i Geral de-
    creta a supre'ssio d'essa formidavel garan-
    ta que pe tence aos Povos, em um Go-
    verno Representativo onde a franca pu-
    bticidade dos actos d"A Iministiae >, e
    ma s que tu lo d >s M indalai ios do l'ovo .
    .-ao olijectos da mais alta magoitude. Se
    altendermos que nenhuma Le deve ex-
    istir sem a utilidad*? Publica que a moti-
    vou debalde se pretender provar, que
    razoes-de publico interesse lerio a As-
    sembla Geral promulgar semelhante
    imposto. Sesesuppe, que grande co-
    pia de illustricio provenieute da fiaaca
    cirrulacio d >s jomis foi talvez o incen-
    tivo poderoso para se Ihe por um dique ,
    que evitasse algum mal eminente nin-
    gu> m ]> r reito abracar urna supposicio'
    tanto mais errnea quanto impo^ivel
    de dar se, porquanto nunca se< do aug-
    mento das luzes, que se de vio temer ma-
    les ou revi lucSes antes a falta deltas
    tem sido o funesto piineipio d'essas san-
    guinolentas catastrophes que tanto des-
    honro a humanidade. A' ser pois ver-
    dico um tal rarjoi inio f.c.Imente se de-
    preheudeque no torio motivos polticos,
    ou rhoraes que derio oigem ao novo
    imposto sobieos jornaes do Lnpsrio. Exa-
    minemos agora se as iazi_s (inanceirns
    motiviio <> ml que tanto lamentamos:
    s-e attendermos para a receita que a Na-
    (o poder colher d'ssse novo tributo ,
    Veremos qG be tso dimiut, lio pou-
    co garantidora de novos, e grandes recur-
    sos pecuniarios para o Governo e Na-
    ci que he mais grave o prejuiso que til
    mtdida vem causar na massa geral-dos ha-
    bitantes do Brazil loque o beneficio re-
    soltante de sua adopeio. Quem em boa
    f acreditara' que o R. azi! necessitando
    de laucar impostos sobre o Poto para cu-
    biir o seo Defoit ou augmentar sua re-
    ceita despiezase tantos object"S de me-
    ro luxo Nacional e sobre os quaea pnde-
    ria recahir o novo imposto resultando
    de.-ta medida duplice vantagem para ir
    de encontr com o maiseflicaz dos meios
    conhecidos para Ilustrar os Povos, vedan-
    do a liberdade dos jornaes, nio diiecta,
    mas indirectamente poique lancar im-
    posto sobre os jornaes, be o msmo que /
    8 I
    que iorem cuiioos, eamarem a leitura, |
    ea inslruccio. Mas talvez e nos diga que
    a A-semblea ru poda laucar ti bu o- so-
    bie objectos de luxo, sem violar os trata-
    dos para com as NacSes que os impor-
    tad leudo se estipulado o direito de 15
    por o/n por lempo pie6xo etc. E nio
    foi essa mesma Le do rcamtmo con-
    t/a a qual nos de. taramos hoje qutm
    lauco o mais i5 poro/o sobre o ih? Quera
    foi que aboli o donativo que do )<>ng >
    lempo pag.vaS os importadores de azeite
    deoliveia? Arhou conveniente a nossa
    As-emblea abolir um diieito, qual o do
    donativo com que ** achava o povo ha-
    bituado eque, paia assim dizer, n.
    pezava directamente sobre elle, e nio
    ponderou euto a gravidade de urna me-
    dida que vem tolber as fontts da instiuc-
    910, vedando que os jornaes circulem
    pcJo Itupeiij .-em pagar porte? Ora em
    verdade o homeiu lluslrado, e sincero
    artiigo dos progressus humanos nao pode
    a saugue fro suppoitir ni-d das, que a
    nao ser a falta total de conhecimentoa em
    Legislar;. e em Politiza, 01.tro motivo
    napoderia Ulvez serassignado seni um
    firme proposito de occoltar o povo ,
    lulo quanto se passa obrigando o a vi-
    ver iguio de todos o. actos de seos man
    dtanos em lira querer que em vez de
    Ah
    E quem seria o re>ponaavel, se da igno-
    rancia do Povo proviessem males, e re-
    voluces? O homem sensato que deci-
    *..... Paremos aqui, e na5 prosiga-
    mos em urna mateiia, que, por sua trans-
    cendencia e pessimo acolhimeuto que
    lhe dera os nossos Legisla lores tornara
    delirante o espirito m>is b-to intenciona-
    do, epiudenle! He mister por tanto ,
    que os Escrfptores de todo o Brasil alcem
    uas vozeseneigicas contra semelhante me-
    dida e que fac >entir aos nossos Legis
    ladores a necessidade de revogarem no
    futuro orcament), que devem discutir
    esleanno, urn^ mtdida totalmente con-
    traria a civisaca a poltica e a ur-
    gente necessidade do Povo Bra-ileiro.
    Admira nos que o nosso collega do Cor-
    ieio Official, que devra como o-gao
    d'AdmimstracaS Geral fazer sentir o ab-
    surdo de urna tal medida se tenha con-
    servado silencioso, sem proferir urna s
    palavra em t 5 grave como interessante
    assumpto. ^s por tanto o convidamos a
    erguer sua voz [unto mesmi ao-. no-sos
    Legisladoi er, e corajozamente dizer- Ibes.
    Srs. o povo grita contra vos He preci
    zo que attend -is s Mas suplicas, e quo
    deis prompto lemedio seo mal. Vos Sra.
    acabis de dar um golpe mortal na in truc-
    ^o publica, vedando o livre g'ro d >s jor-
    naes, que sempre sao os 01 gaos da opiniio
    publica, e-cuitas vezes servem de antemu-
    ral ao despotismo, ou anarqua, e he
    necias cris s, que o Povo procura com evi-
    dez ouir os seos llunnnados, e quando
    e-tes so de boa f, e falli a linguagem da
    verdade, e do publico interesse, raras ve
    zes d ixa ella de ser esrutada. O Povo,
    Srs. qiier a franca circulacio dos jornaes,
    enip he justo, que em rima de multipli-
    cados impostos que hoje pesio sobre elle,
    se veja anda aggravado com a privacioado
    nico lenitivo ->eusqueuume-, islo he, a
    e.irjerancosa iua que nasce da leitura dos
    joi naes, quesempre e empenhio pelo me-
    Iboramento, e nunca pelo atraso do seo p -
    iz. Ea por tanto a unisona voz de todos
    os Brazileuos, e tio respeitavel ttulo bas-
    tar para merecer de vos benigno acolhi
    ment. Eis aqui era resumo os votos
    que dirigimos em gei al aos nssos collegas
    d is Piovincias, e especialmente aos nossos
    Legisladores, pois be para Ustimar que em
    um Imperio nascente, e falto de luzes, e
    de civili-acto, se entupi 01 m*is appro-
    rados canaes de propalar a in-trucio pub i
    ca, tornando da leitura dos jornaes um oh
    jectodeluxo, e s dado ao homem afor-
    tunado, que p ie desembo'gar diubeiio
    para saber do que se passa no so paiz E
    quem diiia Brazileiros? !!
    tes; alela oLavrador, frtil sa os nossos
    campos, p.voaos nossos deselos, avigo-
    ra L i, eiiibus4suu o guerreuo,.e laz
    sempre victoriosas as saas armas.
    Entrnanos. V. soi^ testemunhas
    de que nio sio illu=6es as vantagem da nos-
    sa Liberdade. Floren ja em nosso solo,
    parda tranquilJade asegi,rada pela fir-
    me columna do Sy.toma Federal, a feliz
    reiino destes bcus soberanos. De vos
    nio se exige mais para que o. logris, 0
    passem em heranca a vossos lillio., do que
    a patria de vosiss virtude Tendes por
    elemenlos, pira chegares ao termo de tio
    veotorosa ea/rem, sangue Argentino,
    prdigamente deiramado em quanto lu-
    gares loi preciso combater contia os jiiini-
    gos esliaiiRos e domestico!. Tendea afi-
    anzado, como base a mais solida da vossa
    traoquill dade, o Systema Nacional d- Fe-
    deracio. Tendes pruprieJades que deafruc^
    tar, genio qne desernojver, obrigaves
    preciosas que curuprir, e espadas que vos
    protejio.
    SolJados. -m. Vede os beos que era um
    t dia vos deo a conhecer o Sol de Mato.
    Entao a lorca do lyciiuo usurpava eles
    doiissaero-sanlos 5 purera o Voajo valor os
    consquitou coigioiia; conserve-os a vos-
    sa honra.
    Cidadios, Soldados lie este o noiso
    principal dever; cons,.grem0j.lhe todos
    os noss.s exforcosj grave.no lo profun-
    damente em nossos coraves, para q,ie
    conservando o em nosJOs pedos como em
    umsanctuarioincoiiup'ivel, tagarnos que
    a nos.a Patria eternamutu VIVA. P48.
    cual Ecb>gue.
    (DoCorreioOfTKia!.)
    AVIZOS PAKTICULAHES.
    ( Do Coneio Mercantil. )
    Panam i5 do mez d'Ameiica de i8."G
    dizer quo s leo os ricos ; e destes, os J Saudacio aoS I, pronunciada por S. Ex.
    o Governador da Provincia d'Enlre-Ri-
    os, ao nascer este Astro no dia armiver-
    a rio da Liberdade e Independera,.'dos
    E-lados Argentinos, na praca principal
    da Gidade, em pieseuca dn um un men-
    so e luzido com curso de Cdidios, ede
    tropas formadas em ordem de parada.
    Supremo Ser, Arbitro S berano dos
    tnnrtaes, di^na-te acceilr o justo tributo
    de gratidio, que os fillios da Ameiicaofie-
    rerm hoj** ante sftua. sag adas aras, eem
    prova da beuignidade com que ouves os
    nossos vot-js, permiite-pos saudar o Astro,
    que presidio ao afortunado dia da nossa
    I.ib i dade.
    Salve, Sol de 25 de IVlaio, pai do Uni-
    verso ; salve, objecto encaut.'d u- do Sul ;
    modera tua mpetuo.-a carreira, e presta-te
    aos hvmnos, que em oli.se |uio de tio I .us-
    lodiaeotnam leo-, fillios. -Alu;* da N tu
    reza, Siberano do Inca, enche-tede in-
    cessaute jubilo vendo ja sem lerros os Se-
    res que libertaste. A li'evt da e.-ciavidio,
    que -em outro tempo fi'tscou a tua luz,
    foi p.i.sempre di.-.-ip la, e o arrui lo ps-
    pantozo dasca J< ias qua oppriinirio o Ame-
    ricano, couve teo--e em cntico, de alegri-
    a. Nio desampares, Pai da Liberdade,
    este solo, nem os Altares que erige em teo
    a aniversario o Patriotismo Argentino Ani-
    ma, e reproJuz Cora ico ardor os viven-
    Lendo o Diario n. 226 de Terca feirS
    8 do rorrele vi o annuncio do Canta
    bem e nem o Seu auclpr j le escolher
    milhor titulo como o de Canta
    bem-pois at est sprendfn.'o msica, e
    aos msicos compele cantar bem : Snr Jo-
    ioiMame Pinto Chaves. Vejamos o seu
    aianz.l, emquediz amis de i8annos
    laz ser vico tiesta p.aa Sem notta ; j o
    convenco d j contrario ; que estando o Ba-
    ta hio 54 le Capadores de !.< Linha aquar-
    lel'aJo, eem seivico activo, aonde Vm.
    t-nha prnca na 5.* Compnbia, fte-se lem-
    po faltavaao servico, lgoeis urna notta,
    isto para nio allardear de homem justo 8
    veroadtiro. Por lano torno de noto ar-
    iognr ao Illm. Sr. Tenante Coronel do Ba-
    lalhio de Olinda, que nio se dexe ir pelas
    lab as do Snr. Chaves, pois elle cania bem,
    e quem o nio conhecer anda lhe fica res-
    tando, e so'nio Iludir a quem o conhe-
    cer como acontece agora com o Snr. Te-
    nenle Onofre, que jsabe com quem tra-
    balba. Torno de novo a pedir ao Illm.
    Snr. Tenente Coronel Mamed-, que Sus-
    teufea sua dignidade puche o homem para
    o servico, e pesso ao Snr. Prefeito que h
    huma grande injusti<;a se confirmar a pas-
    sagem do mem rbuado Snr. Chaves, pana o
    Batalhiode Olinda, p. is Vai atiopellar os
    seus compatibeiros, visto elle moir no
    Recife romo prova o rrolamento de Jotr?
    A o lio da Suva Grillo, quando Juiz de
    3. Deslricto da Madre de eos, e foi r.isto
    que o Sm. Tenen'e Onofre J-ze J-* C^.ta
    Jnior, bazioua sua inf.rniacio.
    O Vcrdadeiro;
    Quem quiser mandar serrar ma-
    deirasdclouro, e amerello; dirija-se aJo-
    ja de ourivts do Snr. S boia na ra dono-
    zai o -o |i do Bo'equim da porta larga,
    q-ie se dir ijut in f.z e-te negocia para tra-
    tar do ajuste.
    Sty Preri-a se de um feitor para ura
    suii que entenda deorla, eque saina tra-
    tar de meloes, pn f re-se sendo re, tugaezj
    n< ra do Colleg'o junto a Botica, sobrado
    D. 6 na % andar ; as ni como tainbam
    S'|)'H,i.ide i/Bii que tenha bom Lite.
    X^" Sr. J. J. de S. queira ir bu-car '
    urna cai.Tt com ronpi qoe existe em casa
    do annimciaote, luido de levar o dinhe-
    roqueficou devendo do aluguel de urna
    casa qUernoCoU : o annuncaiite faz o pie-
    zente annuncio para ficar desoneado d<
    1
    I


    r~
    DIARIO DE PERNAMBtJCO,
    qualquer averia que possa le a mesma
    TUpi.
    Domingos da Silva Pinto.

    t/y A Commissio Administrativa da
    Soci.d.deH T. emviilule do6.#ari.
    6 dos Estalos, convida a"S Senhores So-
    cios da mesma pan que sedignem rom pa-
    ree r no Sa'io d'A'fan tega velha, cinco
    huas da tarde do da 26 do corrate.
    VJp Achio-se cem bacras de farinha
    viudas do Aracaty na Sumaca Felicdade a
    ent'egarao Snr. Jo/e Joaqu m Vieinj e
    corante ignota a sua monda roga-se ao
    raesmo Snr. queira apaifce- na ra do
    Crespo loi < do consignatario Tbomaz d'A-
    quino Pinto Bandiira, para lomar runta
    da mesma, e satisfacer o frele, Si contra-
    rio se pas.-ar a vender a mesma por conta
    do mesmo hete.
    9^ Precita!* da quantia de lira con-
    t e quiohentos mil fe* a juros de um e
    rneio por cento, p'or lempo de cinco au-
    oe, com hypoteca em un Engenho livie
    edesembatacado ; pagando-se o juro^an-
    imalmente : quem quis r darannuncie.
    %y Quern annun ion no Diaiio de
    Sabbadoaa docorrente querer arredilar
    um sitio com arvoredo e caca de t -ipa, po-
    de comparecer n ra atrai da Matiiz da
    15 avista casa terrea do H*rcu!ano apii-
    meira, todos os das al s 8 hoias da raa-
    nh, ou na na ra do Vigario n. i2, a
    qualquer das outras horas.
    %rja D-se 400$ reis a premio, com
    hypoteca em alguma morada de casa, ou
    peiihores de uro, pelo tempo que lhe
    conver, dirija-se a Fabrica do Fundi a
    fallar com ocaixeiro da mesma.
    Yf Joio Slecle tendo de retirar-se
    desta praca no dia S.bbado 29 do corren-
    te, convida a tod-'S as pe-soas que se con-
    siderao credores d'elle, de mandar as suas
    contas antes de S-xta feira, na casa do
    Gonsul IngJez, ra da Crusn. 10, para se
    rem satiafeias.
    Vjp Qm quiser saccar sobre a Praca do
    Rio de Janeiro, aqt.1 de um corito, a um
    cont e quibenlos mil reis ; dirija-se a roa
    da Cruz do Bairro do Re i te ca-a n. 60,
    ques?dir quemquer faseresta tratizaco
    fjrjj Quem aflnuncou querer 50-JJ) r.
    comseguranca, diiija-se a Fura de Portas"
    venda o. aa.
    tF Quem precisar de 100$ reis a ju-'
    ros, dirija-se a mesma venda cima.
    HW Firmioo Jnior, Anl >nio Jo/e
    da Silva Guimaraen, Antonio Fernandes
    da Costa, F. G. Chaves, Francisco Mar-
    lias R apozo, A. J. *P., Mmoel d-; Souza
    Pereira, Joio Joze de Moraes, Joio dos
    Santos Poeto. Francisco Joaquina da Costa,
    Luiz J. P. de M,J. X. P.deM. V. A.
    Machado, francisco Joaquim Duarte, Gui-
    inaraeos & Danlas, Dionizio Joze de Oli-
    ve ira, e Silva, sao interessados em 40 m os bhete/ dos N. seguintes: 309 3io,
    3i3, 3i4. -SiS.Sio", llV, 3i8, 3i9, 15i3,
    Si4, i53l, i53a, i533, aa04, 2208,
    2209, aaio, 3-111, aai2, aal3, lili,
    a2l5, a6, 22i7, ^218, 1i i9, Mal,
    aaaa, a225, 2a28 aaag, aa30, 2a3l,
    aa33, 9234, 2a35, a704, 2700, e 347a,
    os qua< s burieles fico em poder de Francis-
    eo Garca Chave?. ,
    *y A pessoa que anrunciou querer
    fallar com Domingos dos Smtos Snr. do
    Engenho Massauassu', pode dirigir -e
    ra doLivramento D. 12, 1." andar, Es-
    w criptorio do Escrivio Reg Rangel.
    yp&* O abaixo assignado preciza saber
    se existe, ou nao alguma divida c< ntrahida
    por seu caxeiro Joaquim Antonio de S.
    Tiago Les-a, por qualquer negocio que
    em sua aiizencia ton ha o raesmo seu ca
    Zeiro contratado, anda resino quanlias
    adiantfajas por conta de 1n.de1r.1s encom-
    mendadas, >u mesmo empr sumo de di-
    nheros, a fim de puder com o bolineo q.'
    tem de dar em sua senaria sab-.r se alguma
    pessoa est por pg-*r; asm como de h je
    em diante uem hum negocio aprova o
    raesmo abaixo assignado felo pelo mesmo
    aeu caixeiro, seja qual fjr o teu geneio,
    Tsto ter estabik'i ido novas 01 dona a rtspei
    lo.
    i< aquai Pereira Xvier d' iveira.
    ,yy Joio B?>pti:>ta Correia Nun-s, mo
    rador no print-ipio do ateiro dos af gados
    defiooto do Viveiro do Munii, leen para
    vtn Jer duzetito ea;ifc6.4 com do se ^-.w da
    goabida ; e hum selim com todos os seos
    pertences, e de muito boro gosto leudo ja
    sido servido por poucas vezes, tudq por
    piego c 'irio lo.
    IfW O Sr. Mestre Pid.eiro ciioulo
    de noirie Bo-vintura queira aparecer no
    Sitio ao | daPoiteia do Engenh. da
    Tone para t.actar de negocio de seo inte-
    resse, ou anouncie onde rezide; da mes-
    m forma roga-se 10Sr. Joaquim Joz dos
    Santos Olcial de Carpira morad-.-r que f >i
    na ra do Livram< rilo.
    Iff O abaixo as gnado, faz sipnte ao
    Sr. Arremataule do consumo da aguarden*
    te branca que no di 20 do corre'nie rnet
    d'outiibro lhe deu ptrtcemque tilo ven-
    da mais adilta agoardente desde o di 17
    do Crrente mea mandando-lh-' os bilhe-
    les para o dito arrematante lhe faztr adivi-
    da d cl.-r.cio, o ni- fu, o nnunciane
    prote-u nao lhe pagar .enio aquelle dia i7,
    em que finalizou a arg >ardenle que tinha
    em suas ven Jas.
    Jote Domiugues Pimenta.
    WT" O Sr. Pedro Antonio Pinto Frei-
    r, queira procurar huma carta, na loja
    de J.ize Maii.i Geraldes, na quina da ra
    do Cre-po, que %olla para o Colegio, e
    deixara espot da dita caria.
    %rjr* Nesta Praca deseja-se fallar 011 ao
    Sr. Jeze Joaquim da Silva, ou ao Sr. Fe-
    lipe Neri, o qual he Portugus, a negocio
    de imb'is qu ira annuuciarem as suas
    morad, s para se lhe fall NAVIOS A CARGA.
    Para a Babia
    Signe viagem no dia 15 de Novembro
    o Pataxo Amisade Feliz, Capitio Cypi iajj-
    noJozePinlo: quem no mesmo quiser
    carrtgirou ir de passagem para oque
    tem excellentes cmodos,, diiija-se ao Ca-
    pi'o, ou o Escriptorio de Manoe! Joa-
    quim U unos e Silva.
    COMPRAS.
    Quatro pezos de a arroubas, e de urna
    arrouba al urna libra : no armasem de
    cabos defrunte da lgr>.ja do Coi po Santo
    o. 5.
    .LEILAO.
    Jobnston Pater & Comp. faz leilio, no
    dia Quinta feira a7 do correnee mez, de
    diveisas fa-endas limpas e avariadss, no
    seu armasem, ra da Madre de Dos.
    *fl^ H je Q ta feira 26 do crrente
    se lude lser leio de urna porcio de fu-
    mo de superior qudlidade em lo'es de
    5 rolos;.no armasem de Antonio Joaquim
    Pereira.
    VENDAS.
    Urna escrava crioula, parida de um mez,
    e sem cria 5 tem boa saude, e bonita, 00-
    r.inha, engoma, e core tudfl bem : a fal
    lar com Antonio da Silva Gusmio.
    *fWm Bnncos com brilhintes e sem el-
    le, medalhas, ro>eta.s, e corati-s, ludo de
    filagran, e rosetas le pe ha. branca, e um
    prr de castiga' s, ludo obra do Porto, por
    prego romodo: na 1 u 1 do coilegio loja O- 5.
    tfJT 30 bi ricas de carne de ipeca sal-
    gad,, e a b 11 ricas de Estaque fino : na roa
    da Cruz n. 11.
    VJ>" Potaba nova rinda da America
    no Biigue Ere is : no armasem do Macha-
    do ra do' Vii-ario n. >4-
    VJF S.ip-i ioreAfci vi grandes e pre
    tas : na praca da JadepeiiJeucia loja n.
    a >.
    V3T" E t'.'iras de Angola em porcio a
    2 .0 ris cada urna, e quartollas vacias de
    olio : no armasem de vid ros ao Udo da ca
    deia.
    U na m rada de rasa terrea sita na
    ru.i deManoel Couro: na ra Ida Penha
    D. 9, si-brado %ry Urna negra de naci Angola, ida-
    dade r5 atd 16 annos, abe lavar de var-
    rella, sabio, cosinbar, engomar, e coser ;
    na rUa do Rangl indo para a^ribeira, lado
    direito ultimo sobrado d um audar com
    varandasdefenoi
    f> Urna flauta preta, de urna chave
    de prata, por preco cmodo : nesta Typo-
    grata.
    ^T^ Um moleque bom ofllcial de car
    pinleiro : na Pracinha do Livramento loja
    O. 19, que ahi se dir quem o vende.
    fcJT Um cavaMo bem novo, e em boas
    carnes, muitoardigo.i na ra do Cetovel-
    lo D. 10 se dir quem vende.
    %rjr Urna banda de balho, ebegada
    do Rio de Janeiio, e igualmente urna es-
    pada de roca : na praca da Independencia,
    loja de cambio.
    ff Urna \. a1 de fasendas as 5 Pon-
    laa defrontedo Forte, com poucos fundos,
    b"m afreguesada para o mato, com como-
    dos para familia, sal, estribara c outras
    bemfeitorias na outra casa anexa, que
    ranvo, e se eommuocio, donde provem
    o sfreguezamenlo do dito estabelecimento ;
    na mesma.
    %W 7 vaccas paridas de novo, moilo
    boas leiteiras : n 1 Madalena i. sitio es-
    querda logodepois da ponte que vi para
    o Luca, pertencente a Joaquim Nune Fe-
    rtira de Faria.
    >^r* Um terreno na estrada de Joio
    de Barros, com 400 palmos de fente cono
    8-.-OS arvondos de fruto, e cercado de li-
    mio pela fente: na ra do Rosario da
    Boa-vista esquina que volla para o becodo
    Tambi D. 6.
    ^y" Charutos de Habana re supeiior
    qualidade, ltimamente ch' gados : na ra
    do Vigario o. 16.
    . n?" Um sitio na estrada do Arraial
    com urna casa de pedia e cal acabada a
    pouco tempo, pintada e envidrafada, tem
    eomodos para urna grande familia, com es-
    tibara ecosinba fura e quarto para fetor,
    tem capacidad* para ter vaccas deleite,
    urna grande capoeira para tirar lenha,
    lera tresentos pez de larangeiras, e algu-
    mas j enseriadas ; e tiobem se troca por
    alguma rasa nesta Praca; na Praca da
    Boa-vista O. 16.
    trJT* Urna preta de nagio, com bia fi -
    guia, boa vendedeira d'agoa, e com prin-
    cipio de cosinha, por preco cmodo: no
    pateo de S. Pedro D. 8, casa de duas por-
    tase urna jauelli ; e tambera se troca por
    urna moleque pequeo.
    %W Um escravo -apateii o ole 18 a 19
    anuos: na ana do Rosario estreita D. r6.
    Ity* Bixas ch-gadas ltimamente, g an
    des e p> quenas, com a condicaJese re-
    ceber as que n5 negar, vinho madeira
    secca ditodo po.lo em garrafado, dito
    muscatel dito, e em caadas, dito doce,
    dito tendo de Lisboa velho e b-m claro,
    dito PRR, dito do estreito bom caada a
    i,ia0, a l,ooo, e a 9-o, rs., a7eite do-
    ce a 3,7 ors. a caada, e garrafa a 48i,
    banba de porco sem sal, a 4oo rs. a Ib.,
    manteiga de superior qualidades, cha Is-
    soii a 1.4 >o rs. a Ib. dito pe ola a i,9a0
    rs. dito sequira 960 rs. caf do Rio de
    Janeiro, dito moi lo a 3ao is. a Ib. uvas
    novas, passas ditas, figos,e arm-xas too-
    cinho de Sinos e de Lisboa, e mais g-
    neros por prego cmodo : na ra do Li-
    vramento venda deCardial e-quina do be-
    c doPadi D. 1.
    t^r Barris de vinho YTaliga, de qua-
    lidade superior que se discub'io, com seis
    can-ida-, p >r pie^o como lo : na mesma
    cima.
    ARRENDAMENTO.
    Arrentfa se de renda annual, ama gran-
    de mirada de c.-a Ierre.*, sita no lugar do
    Mang .inho desti Provine a, a qual he si-
    tuada depone da casa de IJ. Lmrianna
    Roza Candida, e en seguida a estrada dos
    Aflictos, e tem a mesma proprieda le qua-
    tro quatros, e acabada de novo : os penen-
    denles dirijo^-* a Lomenco Justimano de
    Siqueira'no mesmo logar do Mauguinho,
    afini de tractar-se doaju te.
    t^* Arrcnda-se um sitio no lugar da
    Emberibeira, com casa d venda, ai rua-
    ren para arranjar cavlos, e terr as
    plantas com bastantes coqueiros e mais
    plantas : quem o partender diija-se a roa
    Nova D> 16, que ali se dir quem faz dito
    negocio.
    yy Arrenda-se um Engenho d'agua
    copeirosito no Brejo de S. io/.e, Fiegutzia
    de Santo Antio, com meia legua de trra
    e partidos muito pe tos do mesmo Engenho
    com cercados limpose maltas vigens pa-
    ra facturas do serrado do mesmo por pre-
    go cmodo, exigindo-se ora cont e qu-
    nhentos mil res avista : quem pertender
    dirija-se ao mesmo Engenho que achara
    com quem tractar.
    PERDAS.
    Perdeo-se urna caixa de tab ta'lavrada, edourada toda, cheia de ra-
    p, que cabio da varanda do segundo ani-
    dar da casa, que loi do falescido Doulor
    Bernardo Luiz Ferreira, no pateo do Car-
    ato, na noite de Domingo a3 para ama-
    nhecerSegunda feira a4 docorrente Oa
    tubro. Roga-sc a pessoa, que tiver acba-
    doditaeaixa, o favor de a mandar entre-
    gar na dita caa ao abaix > a-signad" que
    iecomptn-ai.
    Joze Narciso Camello.
    Perdeu-se no dia aa de Setembro
    do coi rente anno das cartas dentro de um
    lenco branco embaulba las, as quaes forio
    mandadas de Juliio Gerv7o de Aguiar a
    falescido Padie Jze de Souza Monteiro :
    quem as achou queira entrgalas ao anun-
    ciante, ou dirija-se a casa 25 na ra do
    NixodoNoia, que achaiquem as receba
    com alguma grutih\ acio.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Joaquim, crile, 3o annos de idade,
    allua regular, corpo meio ch-lo, peinas
    Anas, cara redonda, cor fulla, tem muito
    pouca barba, falla muito bem e desemba-
    razado, muito ladino ; fgido no dia i9
    de Margo do anno pastado. Este nero
    loi criado do Mallo, e tem parentes pelas
    Mittas e no Serlio : os api elja^Jedores le-
    vem 110 a Pracinha do Livranrento loja .
    19, que recebera 50$ reis de gratifica-
    co.
    Taboat das mares cheias no Pono Wft
    Pernambuco,
    15Segunda * a - 6h. 30 m ' 1 ''
    -i6~T: 4) 7-18 .
    *j 17 -Q: O. . 8 6
    -o '0 X* fl 8 5 - Taid.
    * i9-S: 9 4
    -20-S: ," ' -10 30 -
    ai D: 0 m ' 11- 18 t
    NOTICIAS MARTIMAS.^2B0{
    Navios entrados no dia ib.

    Porto ; 6a ; dias ; B. Aurora, Cap. Jj;i-
    quimSoaiei m ra : varios gneros: M
    Joaquim Ramos eSilva. Ton. 139. Pas-
    sageiros 5.
    llha de S. Miguel; 48 das; B. Lo
    a.*, M. Antonio Gomes de Paiva : varios
    gneros; Joze Antonio Gon.es. Ton.
    i35. Passageiros 47.
    Navios saludos no dia 1^.
    Liverpool, pela Paiabiba ; G. lera Ing.
    Chi'flain, Cap. J.mes: lastro, Pass-tgei-
    ros 5.
    Lisboa Bergantim Port. Delfim, Cap.
    Tiieotonio Joze da Silva : varios gneros.
    Passageiro 1.
    Baicelona j Mstico flespanhol S. Pa-
    blo, M. Antonio Mallos: algodao.
    Pr.n. ha Tip., UK M. F. Faria ibjb.


  • Full Text
    xml version 1.0 encoding UTF-8
    REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
    INGEST IEID EHNKXGT8Z_0UM7DU INGEST_TIME 2013-03-27T17:13:39Z PACKAGE AA00011611_02383
    AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
    FILES