Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02381


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Full Text
IM.
ANNO DK 1836. SEGUNDA FEIHA
-=*
21 DE OUTU15RON. 231.
PBHKAMBnno. n Trr.nii M. f.*r PRI. IH36.
DIAS DA SEMANA.
" de in e de. < '* ,H Theaoarana Publica e
Chae. #> l.narhe.aHsS. h. e 15 m..da t
<_>;, Terca tTCrispnn. Re- Je m. e aud. do J. de
26 Suaru S. Lviristo P M. Scs. da Til. P-
} Quinta jej. P Elcsbao I. Hel. de m. aud. do J. do
C. di" e Cli. de t
28 ><-xia >Tf S- >imaO etfuiliu Thadco-App.
S9 Saha.lo ?. Feliciano M. Uel. de m. e aud.
,1o V. O. de t > O'linda. (
30 Dominjro ?. Serapiao u.
PART OFFIC1AL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLKl GERAL AlSLATIVA.
CAMAR* DOS DEPUTADOS.
Sessao de 5 de Agost.
A's 10 horas feita a chamada, e schan-
do-se i)uroero legal, foi a berta a se nao
depois de lida, e approvada a aeta d'ante
cedente.
D se conta do expediente, lenuo-se
hnniOlficio do Ministro d^ Fazenda in
cluindo a represenlaca da A>seinblea
Legislativa*Provincial de Mallo Grosso, a
fut deque os imposto g-raes s.ja t.m-
poraiuniente appcados i despeas Pro-
vinciaes : CoromissaS do Orcamenlo.
Do Secreta, io do Senario, commuuican^
do que o Regente consentir na iesoluc.5
. d'Assett.blea Gfral. que eleva a a:400# a
eoogua duBi pode Goyaz.
Menciona se huma representac.- da
"Cmara Municipal de Batbacent, pe^in-
do tfievogaq da lei de 7 de Noverob.o
de 1831, e diversos requeiimenlos de par-
tes: Cotos, respectivas.
Julga-se objecto de deliberarlo, e vai a
imprimir hum projecto da Commis.io de
PensSes e oidenados, approvando a pen-
sio atinnal de 560$ rs. ao>Capita5de F>a-
g.,ta Guilhenv.e Eyre, o que na5 tere po-
rem logara respeiio de outro parecer da
mesma Cotnnvs>a approvanlo a tenca de
2 0 pa^ para verificarse em sua mulher.
He apoiado o seguidle :
ACommissaS de Const!lUca6, para
do Sur. Henrique de Rezende, requer que
se peca ao Governo copia da formula do
juramento que costum 5 prestar os Reve-
rendos Bijpos nesle Imperio, e intorma-
ca5 sobrA termos em que sao concebi-
dos oa avilo, quecoucedem o Beneplact-
to i Bulas de confirmado dos mes-
Paco da Cmara dos Deputados, 5 de
Agoto de I836.-C J. de Ar.ujo Van-
ua.M. I- deMelloe5uoia.il
Antes de pa aar-. ciU-se qut-sta de ordem, sobre o que se
deva discutir primeiro, se a u-gem la pe-
nosla pelo Sin. Viscont'e deGoynna, se
op.recersoh.e o Padre Caldas, se al.
diicus.-aS do Projecto n. 7. e p pondo
o Sr. Ignacio Joaquim da Costa a ergui-
da sobre o parecer do Padre Ca'd.s, n.5
lo i approTada,
Tido a >>rs depende e nos me.smns ds nnm prn
danoia. moileracao. e energa icontitmemoi com
principiamos, e tercin-> apnniadoB com admira-
cao antre at Na<;6ef maia cuitas.
Proclamaba da JiunbUa Oiral 4 Hrmif
8uhcreTe-ie a lOOOrs. tnensaps pago>ad>anUa
nesta rp>grafia. ru das Crnzcs I). .*!, e 1111 Hra-
Ca da Independencia N. SI. onde ne rerel.em
correspondencias le^alisaas. e annunciom inserin-
do ee MU" irrati eirdo dos propriu asii^iy/iitef.
Isi^nadot.
do se lei
r TindBBs
CAMBIOS-
Oniuara I.
Jl^Onrlraa M Ds. St. pm I,; <%H. oa prat a
60 porcento de premio Non)ina#
Liaiioa j.r) |xir o|o premio, por metal, Nora.
Franca 555 Rs. por franco
!tio d<: Jan. 6 p. c- de pejn.
Mnecias de 6..400 13..200 IS.,400
40(a) 6,.7:K)a6800
Pozos |440
Premio da prata 50 p. c.
da* ledras, por me I i9poro|o
Cobre 25 por canto de descont
PARTIDA ni)S I'ORIIKIOS.
Olinda _Ti'dos os das ao mem dia.
_(.oi.ina, Ai'iamlra, Parailia, V|M do ("onde, Mv
manfuape. Piar, Hea. de.S. Joao. liiejo d'Areia,
Rainha, Pomlial, Nova de Souaa. t'idade do Nata),
Vil'as d#Gnianninlia, e Nova da Prinee/a, CicUda
da Fortaleaa, Villas do A(|iiirs, Mnntc nmt mu,
AracalT, Cascavel. Canind, (irsiiia, Impcnilrii,
S- Rernardo, S. Joao do Principe, Sohrar, Novad'
lRev. Ico, S. Matheus. Reaffibodo s*n|ra. 8
Antonio do Jardiin, Quexeramoliim. e l'arnahi a
Seirundas e Sextas reirs ao ineio di.i por via da
Par.'iha. Santo Aman- Todas a* qin'la trras a o
meio da. Garauliuns. e Uonito nos .lias 10 e 24
de rada mez ao nielo dis Floresno dia 13 du
cada diez o meio dia- Cabo. Serinbaein, Rio Fo
mozo, c Porto Calvo-tos dias 1, 11 e 21 de cad\
I mez- ___________ .,..,,.
Ordem do dia.
Entrando m primeira discuss>o pro-
jecto do Sr. Soyza Maitins, declarando
que aProf im-ia do Piauhy fica elevada a
lii.-.p,iilo sepiradada*DoceZe do iVfaranho,
e pedido o udiamento p?lo S. Heurique
de Rezende, ficou a discu-s.>6 nddiada pa-
ra se entrar na'outra parte da ordem do
dia.
Coiit'mia a di^cussa do ofeamnto da
Fszetida n^ prte administrativa, comas
segmutes tm ndaa apoiadas na anterior ses-
sa.
Cjm a nonstrucgaS de hum caes no de-
embarque para a Alfandega da Jidade da
l'arabiba do Noi te, cJcze tontos do res.
Veiga Pessoa.
Ioclua se rr.ais no paragrapbo 4 8
quantia de 3 380 is., correspondente
quinta1 parle .dos ordenados que actual-
mente terri os emprrg.d >s da Contadura
Geral da Rei-5 do Thesouro Pubio, a
tilulo de gratificaca, as quaes devero
peiciber de.sd j Ca.iiro Vi.nna.
TenJo filladu sobie a materia oa Sis.
Souza e liviira, MinistiO da Fa/.enda,
tleorque de Rezende, qui roandaV^uma
enunda de tuppiessao no \"j do> 6:000
do reis, com gr^t ficape- exirordiniias,
&c.Mariel MonteiiO, Vianna, e ouira
vez o Ministro da FaZcnda, fica a diicos-
s. addia*Ja pela hora.
He marcada pira ordem do dia seguidle,
a meara* mateiia.
Levnta-cea sessaS depois ds duas ho-
ras da tarde.
SENADO
Sessao de 6 de Agosto de 1836.
Lido o Expediente, entrn em i. ea
disCussiS, e foi approvada a Resoluca6 vin-
da da ontra Cunara qu approva a pen-
sa de 360^5 reis concedida peloCovt-rno
o. Tenenle da A' no.-da Joa Aa Silva
Lisboa, incloindo-se-lhe #a de 180$ n.
que ji percebia.
. O mrsmo'aconleceo Resolucaem fa-
vor de Joze Francisco de out, Commis
sario da Armada, agataciado pelo Gover-
no c<>m a petwlo de 300^ rs., e a de M-i-
noeULopes Piuhel, e Amonio Ve'oso, se-
gundos Tenentes da Armada Racional, tm
"bem de300^ is.
Continua a dis> u*so da RedaccaS da
Resoluc^-5 que marca as attribut5*s do
Tribunal Supremo de Jostiga com ase
mendis postas na Sessao antecedente,* que
foi appro'ada.
Continua a a. discussaS do Ar't. i. i.
da Le ^ue liffliU as atliibuifes do Re-
gente do Imperio com as Emendas -que
havio sido postas na uUiu a Sessid, e u
Sr. Rodrigues d.-CaiValbo mandn u-
ta Em-tida p deIda as senuintes limitati^s* ter
etc. O Sur. M. de P-iranagu ofTereceo
varios artigo* adclitivos que ficarao para
sercm discutidos depois da Lei, donai-
tindo em farrr subsistir a~ disposices da
actual Li do Regente acerca da samci
das Le.
OSr. Mrquez de B-rbacena mandou
huma emenda para que se*diga no princi-
|)io da Lei que, o Rigente tr no txer-
cicio dos Pedrea Moderador, e Execulivo
as limitacSef, etc.
OSr. Borges retiroa a emenda que Ita-
via po>to na outra Sssa para que.o Re-
gente podesse declarar a Guerra, e man-
dou outra copiando as palavras da actual
Lei d Rancia na introdcelo aosait.
que,dehigna5 as quarleacSes. dos pode-
ie*:
O Snr. Mrquez d Birbacena retiren
a sua emenda : e por dar a hora ficou ad-
cli.nl a materia. .
S.'.^sa de 8 de Agosto.
Lido o expediente, entrou em discus-
sa a resoluca apiesentada pela Gom-
misa damea aulbuiisand ao Gc>varoo
para vender em basta publica o tneno
contiguo ao Paco do Senado da parle do
campo, applicandn o .^eu producto para
reparos d> mesmo Paco; eo Snr. Conde
de Val.iica mandou'huma emenda para
que se inclua nesla venda a casa arrui-
nada que servio de cavallaiice. Oque foi
ludo appi ovado.
Continua a a. dicusaa5 addiida da le
das attiiuices do Regente no ai l. i. .
i. com as emendas apoiadas na sess5 an-
tecedente, eoSnr. Vergueiro mandou hu-
ma emenda propondo que em logarde' se
discutir lei como se achava proposta se
disentiste os arts. da lei de 14 t*e Joo.ru de
t83l, de 18 para diante, em que.seiimi-
lad as atti-ibuicesj Regencia, a fim de
revogar tquelUs que se julgassem couTeni-
entes, edeixarooutros.
L)ep. is de gra/ide discussaS, foi appro-
vado o aif. I. i. como se acha no Pro-
jefto,vsto he, que o Regente na6 possa
declarar a guerra fin faiere paz sem ap-
proy*c.<5 da Asamblea, regeitadar4e*M
as emendas etcepto a do Sr. Rodngues
deCarvalbo, que dil no prea^ulo, que
o Regente s ter as limitacS.s marcadas
pela piesente lei.
Ministerio da Fazenda.
Continuaban doN. aa6.
Sobre oreseade do P-pal M eda no Brasil.
Duas m di-las ha que sa5 p.'ra o Bra-
' sil da maior urgencia e irapoitanciar : I.
o resgate do papel moeda ora. circulante :
2.a, aimpoitacsS de Colonos Europeos ,
que se empreguem na lavoura, e otitn.j
ramos de trabalho, on por sua pioprui
conta, ou pela das peosoaa com qutin
tratarem.
Sobre ambas ellas as?az tenho medita-
do e e-tudado nestes ullitnos lempos; e
o resultados das minbas medilaces lia
que se achir concisamente exposto oes-
te papel.
Comecarei pelo regate do papel moe-
da. Oque est em cirrulacaS monta, se-
gundo o RcUtoiio do Ministro da Fasenda
na Sessao de |833, a vmte mil conlos de
rei.
Ha de mais umi outra e pecie de pa-
pel moeda (a moeda de cobre) que o mes.
moMuiistro, rompolou em del mil eoli-
tos de reis, e que se est litando da cr-
rulaca em troco de Sedulas ou Notas
fiduciaria*. Oa, como estes dez in 1 con-
tos de reis podem e devera mediante
hum recunlio total ser reducidos a A mil
conlos de reis em moeda legal de cobre, o
que ha veta realmente para resgatar-se em
papel moeda de todas as aenominaces
sei nao 3o mil contos de reis, e sim aG
mil contos.
Este resgato deve ser gradual esuc-
cessivo : para fase lo be mister que baja
hum fundo annual, especialmente consig-
nado a esse resgate; e he oque nao ha :
por que ale hoje nao tem bavdo equili-
brio entre o Rendimento ea Detpesa nos
Bu Ijetido Imperio.
C<>n la poicn que o Governo trata de
crear esse fundo consignando Ihe os tri-
butos mencionados no 5. do Decreto
de 8deOutubro de i83b ; eo producto
do augmento (bem entendido) que preten-
leude fastr nos direitos de eut adi dos
inhos, agurdenles, e licores E^tran-
geiros.
Na6 creioque isto baste; romo me-
didas suplemental- lembraivi a de iqbmet-
ter-se, por espato de ao anuos, twLli-
tores de Parochn e Provincia bul im-
posto annual obrigmdo os a tirarera as
respectivas Cmaras Mumcqiaes (onde to -
dos devem ante schar-se matro ulados em
hum Livro destinado a ete eflFe.to) huma
Penle annual, que ferviv. para qual.-
ficHl-os antes os Colegios Elleitoraes em
qualquer parte do Imperio e pela quat
i.agaia o reepectivo tributo : ficand-o
privado do direito de Eleirbr o que nao
estirar munido de tal Patente no anuo er-

1PI AR ENCONTRADO


-*
9
rente, e or 3 precedente*. Em hum pa-
ix onde es e direito est tafi imprudente-
mente vulgriado, graodUsira > deve ser
o numero de pessoas qoe gosa6 desse dii
reito:e supondo que os Eleitores de.Pa-
rochia psguem annualmente 6$ooo rea;
,o. de Provincia *4# oorjis : o queda
o termo medio de i0#* ron por indi-
viduo montar o |prodocto auuual de
t.I importo a 5oo conloa de res, com-
putarle em 5o.ooo o numero (que n.o
Lio ex,ger.io) de Ele.to.es de embaa
as Cathego.ia*. Com o producto desle,
dos a iribotos cima especificados, pos-
lirel aera' forma/ se hum fandotespocial,
eannual de 1,000 cont de res, e com
hum tufando iofallivel ser operacao
do resgate de todo o papel moeda ora cir-
cuanle no espaco de a6 anoos por meio,
de huma amortiaca6, que chanure sim-
les, isto he, retirando da circolaceo, f
aniquilando a importancia da protejo
00 Tundo annoal (os 1,000 contse
*E modo de r- sgate he tardkfe d>
pendioM. Outro ha abreviado e econ-
mico, e he o que psaso a indicar roa. B ,
tabelccido e conaignado o fundo especial
pa.a o pretendido resgate eewbalec*-se
Por Lei huma Ce que charaarei-Dos
Descontos e Regasle-que em rigor era
huma 2." Caita de Amo.tisscao com, a
uuicadiCferenca porem de que a ja exis-
tente opera sobre os propnos e nicos
Ttulos da Divida Publica do Imperio,
nuaiido a que proponbo operara em-
restando o fundo especial eraqueslao ao
Commercio e a.Lavoura descontando
na6 aoroente aletra doaNegociante.de
reconocido crdito que forero admiti-
dos ao descont da caixa, med.uBte a Pr-
ria forroalidede de huma votapao em es
crutinio tecreto, como se pratica no
Banco da Franca : maa tarobem as letras
sacadas e ecceilas entre dos proprieta-
rios rustico, e urbanos, a pratoque nao
exederd hum anno : deeendo os predi-
os do Mceaaor e aceitante de taes Mas
ficarem por Lei, concluidos em huma
hvpoteca geral e previlegisda ate o pa-
gamente das re pectivss letraa e poden-
do ellas ser reformadas huma nica tet,
mediante o pagamento do novo descont.
Alera desta* precauces tomar-beh-5 ou
traanameama Lei, tendente a prevenir
as continencias de eboiiea administrado,
o de Mu de pagamento das letiaa des-
contadas, _
E.taCaixi opera-a por roo do.bo-
veroo, qoe nomeat os Agentes della:
devendo essa nomeaceS recakir sobre pes-
soas denotoiia iotegridade, ede r.conhe-
cida ideneidade para este genero de em-
prego. Ser fiscalisada por huma Com-
mis-io especial, composta de a Senado-
res, a Depuladoa, e a Officiaea de Fa-
senda, ou Negociantes} lodo* nomeados
aonualmete ploGoverno.
Em todas as principaes Provincias ma-
ritimas eceatraes, haveiio Caixas Filas-
es da Central, estabelecida na Capital do
Imperi". Serlo fiscalizadas por Comrois-
s5es, foimadsde 4MembroH das Asaem-
bleas'Provinciaes, e dou Ofiriaes de Fa-
senda on Negociaotes ; todus nomeados
annoalmente pelo Gove. no, t nto as Cai
laaFiliaea, como a Central serio balance
adas no fim de cada semestre: os balan-
eos daa Filiara serio remullidos Central
onde se fa. a o bataneo g' ral de to las ellas,
que *et *uhmeitido ao Coverno. A Cai-
xa Central lera a plena adminittracfo de
todo o fundo especial; e ella o partidu-
ra entre t. e a.suasFiliaes, em propor-
Cj6 ao emprego qu a elle so off reea
em cada huma das leapectiyas localida-
des.
CtEmpregO do fundo annoal, e d-. na
pro^essiva accomalaeaS ser leito ra.
xa5Te6 at 8 por cento, segundo as cir-
cunstancias das Provincias. Os descont*
serio dedutidos, segundo a piaticamer-
cautil do montante das letras descont
das: e serfoaocuaolados aos Ca pitaes das
Caitas, i-lo he, tsnlo o fundo animal,
romo os deacontoa cobrados era6 embra-
gados a joro compotto de 6 at 8 por
cent. .
Eis todo o saeehaoimo da Caixe dos
de conloa e resgate: elle he simple* ; anas
operaeftes, esccipturacaS, e contabilidad
lambeta oaav) emui poucoaompregados
serio precises para pol-a|fc acca. Ad-
mittindo este modo de resgate por vis de
arcumulacio a juro composto, duei o que
he huma verdade Matheoiatica, e he,
que eom huma pretacao anoual nao de
kOOO cont s, esioa de 600 contos da rs.,
ser integralmente rengada em al aonos
toda a massa de papelmoeda, ora circo-
Unte, e custai Naca6 i3",aOO contos:
entretanto que o mesmo reagale, sendo
feito pelo modo que chamei simplen far-
se ha em ft aonos, e cuslaria NacaS
a6 000 cootos de reis. A differeoea entre
os 2 d embolaos de 26 000 contos, em
hum caso, o de i3,*00 contos, em ou-
tro, be de la,800 contos que he huma a-
voltadissima economa : e tanto ficar as
algibeiras dosContribuiotes.-
( Contiauar-se-a )
P Ao Direitor do Lyco, par. faser
avisar ao Substituto das Cadeiraa de Lrarn-
offkica Lst.ua desta Cidade, pa.a ir re-
ger a Cadeira da Boa-viate. durante o
impedimento do respectivo Piofeasor,
PERNAMBUCQ.
G Expediento d dim ai.
OFFItlOS.
Ao Presidente da Relaei envisndo-lbe
um oficio do Inspector da Theaouraria a
companbado de outro do Collector de
if/ersas Rendas da Villa de Naiareib que
aprsenla sobre as dovidaa e embaracos
e quera se acba para acobianca de Diffa-
rentea I m pos tos; a fim de que informe
com o seu parecer.
Ao Inspector Geral daa Obras P ubli-
blicas respondendo-lhe queaoid-.m ds
qoe trecta o seu oficio de ao do corren-
te para a 0recadaca da pedra que exis-
te as proximidades da Ponte dos Car-
valhos deve ser inlendida a rejp.i o de
toda que perlencer'a faaenda P.ovincial,
e ns tiver -ido cedida a alguem por qual
quer contracto.
Ao Commandante Geral doGorpo
Policial para mandar receber do Direc-
tor do Arsenal de Guerra ciocoenla e se-
is ai mas do adarme treae que a4i exis-
tem.
A Adminitraca6 dos Bens doa OrfaSs
comunicando-lhe que confiimando-se.a
Presidencia com o parecer do Director do
Collegio dosoifadstem marcad) in'eri-
ii'menie at *pprovaca5 da Aasemblea
Provincial, o ordenado de 480^000 rs.
ao Mest're da Cadeira de Muzira vocal e
instrumental do mesmo Colegio ; obrigan-
do-se elle a por a ana cuata Me-t.es
do instrumentos que nao tocar, quando
sea conveniente ao ensinodos meninos.
Igual partecipacaS fui diigida ao
Director do Collegio dos orlaos Fr. Car-
los de S. J -se.
~- Ao Coronel Chefe da LegiaS das
Guardas Nacionaes de Olinda para man-
dar "pensar doservico das Guardas, o
Guaid* Nacional do Poco da Panella An
tonioAires Veloso Jnior q'seacha eier-
-endo o Emprego de Fiscal.
Ao Prefeiio da Comarca de Santo
Anta respondendo-lhe que o armamen-
to e municeH que requisita em sea offi-
rio de .a7 de S-tembio p. p. psra o Des-
tacamenio Policial de sua Comarca, de-
vem s'-r fornecidas pelo Commsndaote
Geral do ( 01 po de Policial; ficando na
inteligencia de qne aa demissSes dos sol-
dados ali engajado* p' dem |er cenca-
di da pela Pieaidencia.
Ao Juix da Direito do crime da Co-
ro afta do Brejo diendo-lhe que com
aiofoiosacio do Prefeito d meema Co-
marca que se Ihe envi fiea respondido
o sen offico de lo do correnta requsi-
tando a remesas do H. o Joio Evaugeli ta.
PORTARAS.
Ao Commandante da Escuna .Virtoi ia
pascar para f*ser para bordo da Charra
3 de Agosto o Segundo Teiiente Jo-
a Baptiza de Olivara Guimarles.
Ao Dmpctor do Ar-enal de Guerra para
entregar ao Iospeelor Giral das Obras
Publicas dona Chucos para armar orna
Guarda dos gneros d.s mesraas Obras.
Ao mesmo para faser entiegar ao
Commandante Geral do Corpo Policial aa
56 armaa do adarme l3, qoe eiistem no
10tamo Arsenal segundo o meppa quoa
DDITAL.
Tendo de prover se no Collegio do Or-
f*5s urna Cadeira de Msica vocal.e instru-
mental com 01 demnado intn-roo de 48 v3
ra. ataapprovsc*6 da Aasemblea Legis-
lativa Provincia, obrigsndo se o Meatre
a por a soa ou,ta qoero ensine ^ tocar o
instrumento que rt5 souber qoaodo seu
ensino seja conveniente aos meninos :
MandaS. Ex. o Sor. Presidente a.aim o
faeer publico a fim de qoe os Cid*dao.
Biasileiros qoe a referida Cadeira preten-
dere oppor-se haj^6 de apreseotsr os
seus requeriroeotos documentados para
surero babelitsdos para o Concurso 00 pra-
so de 3 das da data deste. Secretaria do
Govarno de Pernambuco aa do Oulubro
dei836.
No impedimento do Secretar da Pro-
vincia. ,_
Maooel Paulo Quiatalla.
Oficial M*iur.
Navios despachados do da SO.
Bjige Brasileiro Fenis -Para Aogo-
la, Meatie Candido Forjas de Laeerd*.
Mistieo Pepaohol a-S. PabloPara
Barcelona, Meaire D. Antonio Maltas.
DIVERSAS REPARTIC^OENS.
raaBITURA. OA COMARCA rBRCIFB.
Pacta do da al,
III m. eEim. Sr.
Consta das Part s recebidas n'ests Prf-
feilura terem sido presos a miuha ordao,
e 1 ecoIhidos ao Callubouco do Coapo de
Polica, Jote Joaquim Cabial, brsnco por
t* r comprado doia Cavallos, furtadoa que
Ihe for.' tomados eser compivendido no
furto deontros, cujoa Cavallos fora5 reco-
Ihi ios Cochia do dito Corpo, e se prore-
deo nos termo da Lei; e o Preto de rime
Pedro, eicravo, por estar fgido, intito-
lar-ae livre, e casado, e curandriro de fei-
ticos, maleficios, e possestos ; todos remet-
idos pelo Sab-Prereilo da Fregnesia de S.
Aotonio: Jos Goncalvea Pereira por ea-
amar um fego, remetido pelo /Comman-
dante da Guarda da Rbeira da Boa-vista :
Dionisio AUes pardo, remedido pelo
Siih-I'i. frito da Freguetia de JaboataS,
por ter sido encontrado com urna faca de
ponta, e -er vagabundo; e Francisco Xa
vier da Cunha braneo, remetido pelo
Com mis-a rio de Poli' ia do Districto do
R"sainho,porter eapancado,e ferido mor-
talmente na estiada do mesmo nome ao
velho Manoel Gomes Pereira, que, tendo
sido igualmente remetido em ana rede,ax-
pirou penco depois na Enfei aaaria da Cs-
deia, do que rnandei faser O competente
Corpo de dilirto.
Nada maiseonsta.
Deo< Guarde a V. El. Secretaria da
Prefeitura da Comarca do Recife ai de
Oatobro de r836. Illm. e El. Sr.
Francisco de Paula Cavalca/iti de Albo
querque, Presidente ds Provincia. Ma-
noel do Naschneoto da Costa Monteiroj
A ordem desls Prefeitura acbtS se re-
colhidos a Cadeia de-ta Cidade alguna ea-
cravo, fgidos, de ambos os sexos que
coofessarao pertenoer as pe-soas, abaiao
declaradas, aa quae< por ai, ou por se-
os procuradores, competentemente aotho-
rifados, deverafi comparecer eom os seus
ttulos em forma para roesberem os es-
ciavos, que defacto Ihe perlencerem.
Joaquim detal morador na Alalaia.
Lourentine Gomes ilem em Halhadioha
Joaquim Lopea Chivos itea em AmUw-
Antonio da Rosa falleacido, moraJor no
Rio de Jaueiro. .
Jos Goei morador em Cerera No-
Domingo5 Virua'imo morador no Rio do
Janeiro. .
Joaquim Pinheiro Kael morador no
Riaxo doSangue.
Francisca de tal.
Cosma Pereira 4'Asevedo moradora em
Maraangoape, Pioviocia da P.raiba.
Joa Rsmos morador 00 boganho ral-
PadreFilippe Leo morador em Cacuaru
Secretaria da Prefeitura da Commarca
do Recife 22 de Outubro de 1836.
M. do N. da G. Monteiro
Prefeito da Comarca.
ALFANOBGA DA FaeBNDAS.
O Brigue Brasileiro Herclea, vindode
Boston .entrado em al do cnente Ca-
pit..6 Narciso Jote de S. Anna, Conaigoa-
do Elias Bsplista da Silva.
ManifestOU osegointa :
39o barricas de ferinha de trigo, 4 p-
oa, 383 barricas abatidas com sous pe leas
ees. 48o taboas de pioho, a caanles, i5
barricas da polaca, lo77 fciaoi para aa-
socsr,
ha DAsoivaasAa aairoAt.
A pauta he a mead do N. 2a3.
oorubio.
O Brigue Dclfim recabe a ella pra
Lisboa boje ** 0% correte.
........aan
AmCRMALDBMARlRHA^

O Arsenal deMaiioha admite 8.serrea-
tes 4 Mancebos de carpinU.ro, doos de
calaf.te para aerem empregada no des-
mancho da Galera S. J.ao Baptists. O
me,mo Arsenal adoiilte lambe ssi res-
pectiva Ferrara', hum bom offi -iaI de
Fo. ja. Arsenal da Marinha aO de Oulu-
bro de i856.
Antoni Pedro de eareelho,
Inspector do 'Arsenal.
Para fornecimento dos Armasens pre-
ciM-se comprar coro brevidsde o segoin-
le: bacalb/o quatro bai ricas, eacca sal-
gada viole bairicas, vioho duss pipas*,
cafdetairoubas, Aasucar. d arrbis,
fe.ia6 quintesacca-, fa.ioha e.nte eemeo
s^ccas. As pessoaa a que tal venda con-
vier haja6 de comparecer 00 dw -aa
a4 do cor rente com uas amostras, pata ve-
lificar se o rtspeclieo ajuste. Iospeccao
2l de Outobi o de B36.
Atouio Pedro de Carvalho,
Inapecloi- do Aiaeuel.
'
OORAS PUBLICA.
Pela Adminisiraco Fiscal daa Obras Pu-
blicas tat de aoomprarem trea ionios de
Boia manso, de carro, para a trabathoe de
nova estrada de Pa do Albo: a peaso
que os quiser vender pode aparecer na sal-
la da dita AdministracAo, das nove horas
s dmaa paia traaUr do seo ajuste.
r A. F. doMoara
Adi>ua% F^ok
RDSTAL.
A Gomare Municipal da Cidade d' O.la*"
tea Termo ea virtude da Lei Ac
Fas saber, que ea comprimen da
Artigo i. do Regiment de a8 de Ja-
neiro de 183a que concede aopor-eento
para a srr*cadeca& do Consumo das sgoes
ardentea de producca6 Braaileira ltCB
marcado e avahado, para servir de >*
rariavl nete tegUfid^ semeiire, que la-
mina em Desembro do crrenle auno,
preoo do JWO Cj*po| cade mus canad o0


DIABIO DE P BRWAMBUCO.
n
vs o indicado genero.
E par que chigue noticia de todos
tnandou passar o presente E lital sob aea
ignal, e Sello, quesera miados logares
mai publico. Oiuda em Seu5 extra-
er JioarU de l de Outubro de i836.
F eu Juaqum Higino da Mutta Sileir,
Secivtar io Interino o escriii.
Ignacio Aotooio de Barros FalcaS, /
Presidente,
Jote Ignacio Xavier.
Jos Joaquim'de Almeida Guedef.
Maootrl Antonio dos Pateos e Silva.
Looienco Antonio de Aibuquerque, e
Mello.
ElUitores da Freguesie do Poce de Pe-
nella.*
! Wu
C< SenhorrS
Vigario Jese Joaqun) Borges TJxa
Tenente O onel Francisco de Rusa
Paea Berrtito................
M jor Frani isco d'Olauda CataU an-
te d'Arbuquerque............
Major Florencio Jos Carneiio
Monteiro..................
jse Camello do Reg Barros.....
Tee o te Coronel Francisco Joie
Martins....................
Capila Fiancuco Duarte Coelho..
CapitaS Aniooio Lina Caldas......
Suplentes.
Os Snrs.
Capila Christiano Taveira Nunes.
Coronel Francisco Jacinto Pereir.
Tenente Joa5 Ignacio R.beiro Ro-
O e e s> *J
Major Luiz Antonio Alvares Mas-
taren ha-................ m a*.
Antonio Aires Velloso..........
Cap t 5 Joaquim Tibaioio Ferrei-
r#* '.Vi
Jo. Francisco do Rago Mayer...
Francisco Cosario Je Mello.......
Votos
i72
44
ni
n9
113
1OS
103
99
?Otee
9*
75
62
53
50
45
39
38
EK iteres da Frrfueaia de^Maianguape.
Os Senhores Votos
T. nsMtte Coronel Fransiaca de Pau-
le de S1 ua Le6............. 186
Coronel Francisco Antonio u-
zeLe5.....................79
Capiie6 Raimundo Non-te 'Ara-
uio .**
Revieado Vigarie Antoaio Bp-
ti.ta Coelho.................
CapitaS JoeSLiaeCavalcaale 4'AI-
bvqoerque
4
......
]oa6 da Ct s Farnanda. Souaa.. .
Joa da Pin to Bol ge*...........
Suplentes.
O* Srs.
Capit6 Manuel Cavalcante d'bu-
quei que Larerda B ito........
Reverendo Joa6 Davido Mdia
Tenente Amador d'Araujo CaVal-
ceute Lina..............
Beinardo Gome Chacn........
Kaver* ndo Pedro Francisco Bia-.-r
Luis Gomes Feneira...........
Atieres Antonio Francisco de Sou-
sa Lead ......
..4
US
104)
Totee
1O7
5*
4i
40
38
37
31
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Vimos folhas Francazas de Pars at a3
de Agoto p. p. vinlasna Galera cbeg.da
a poneos i s do Havree oioencomiamos
nellasnotioiasde grande inteiesse. At a-
quella data nio tmha batido mudana no
Mini>terio Franeee, noticia e>ta qoe rece-
bemos pelo Paquete Ingles. O Parla.-nlo
Ingle* tinba sido adiado, e nessa occasio
o Re Gu.Inerme IV tii.harectdo hum
Di-curso no qual fes ver que contioueva a
receber do Soberanos da Europa nao e
quivocas provsde amisade e boa intelli-
gencia ; que elle entretanto deploreva n
eontmuacio da guerra civil na ri.paola,
cuja durado tiuha excedido sua expee-
tativa. que entretanto elle havia inviado
huma E quadra em auxilio da Rainha, em
cumprimento doT.aUdo da quadrupla al-
lianca que elle eslava determinado a cum-
plir a lisca, equetroba fixos os olhos so-
bre a^ltuacao da Hespanba cuje iiM me-
reca a sua mais particular Solcilude da
qual dependa a continuacio d pez da
Europa. Consta das mesms folhas que o
General Francs Lobeau derrotara huma
grande forca Caruata junto eos Pe neos
com mandad a por Villa Real, General em
ebefe das tropas de D. Carlos.
Pelo CapiUo do afio Hespanhol che-
gado a pouco de Barceloua em a4 dias de
vi gem, sabernos que as forc* de D- Car-
los tmanlo buidas em diversas pontos e
que as tropea da Rainba animada do me-
Ihor espirito tem por toda a parte derro-
tado os bandos do Pertendent. .
Sabb do aa do correle chegou a este
porto hum Bergantim Americano sabido
de Lisboa jm-a Montevideo em 16 do mes
pav-ado. A sua chegada espalhario-ae
oesta Cidade notienaa mu atterradoras da-
queila Capital; hu* diziio que raais de
quarenta mil hmeos havifo cercado o Pa-
lacio Real para obligar s Rnha a procla-
mar a Constituvio de i820 e que esta se
refugiara abordo de hum navio^ de guerra
In^lez, outros que a500 homens Ingleses
saltai-io ero trra para auxiliar a mesma
Rainlu, outros queo Principe sell espozo,
fora obligado a Gcar em tena, e^final-
mente cada hura arraajava ss noti'iis a
ba fantesia e conforme os aeos desejos.
Napoiemcom a impaiciliadade que nos
careteiisa, daremos o facto tal e qual o
on vimos d.) Capillo Americano: Elle diz
em suma, que chegada dos Diputados do
Porto eommecario a apparecer pelas ras
e piacas,]diversoa grupos de povo cantando
e hymoo Constitacional de i820, estes
grupos sugmenUiio-se consideravejmente
nos das 13 14 e l5 m*z passado ; o
Governo mandou huma porfo d^lancei-
ros para dispersar p povo, os lanceiros 11.
nulo seao mesmo povoeentoaiio o hyru-
no, a de meis tropa fez o mesmo, porem
hum t oilicial nio sesebava a sua frente,
e s appaieciioalguns Sargentos; 110 da
i4 dieia-se que o Almirante Ingles tinha
offereci lo Rainba a500 homens para
coadjnvar o seu embarque, no caso de que-
rer embarcar; porem uto nio p boatoa, o faca verdico he que sabida.do
Rrigoe Americano, a Rainha ni > liava em-
barcado, neto aeaabia coro certeta se ella
embarcara. Eatas -io exactamente as no -
lacias queda o Capillo por cuja exactido
respondemos aos noasos leitores.
Governo nlo julga legitima a suspendi da
garantas sem lei precedente que as au-
thri'e 5 e ni quer que oa direitns indi-
inej
ico,
viduaes sejo violados nejo arbitrio dos a-
HE9UMO CURIOSO.
Da a arguices, feitss pela OpposicSo *0
Governo na queati de auspenso de ga-
rantias p.ra o Rio Grande ," e das ras5 -
es, que proteo essasargoicSe.
O Sr. Hermetto jeJgo, queoGoverno
tende pare a democracia porque nio tem
j casado as duss Princesas Meninas. O
Sr. Torres julga que o Governo tem ten-
dencias ou sympatias pouco lavoraveis a
Monarchia por fados da vida privada
dos Mioialros que nio pode relatar. ,,
OSr. Cornelio, (ofilho, eapador do
Sr. Franca author do projerto para ser
destituido do Imperio o Imperador actual,
e aaBamiba Imperial ea ssonarchia muda-
da em Repblica ) increpa o oovein de
tender nio para a democracia mas para a
dissolacio do Imperio, os fictos compto-
bativoaficaiio na mente do orador. O
Sr. Mai tim Francisco increpa o Governo
de nio ter proposto a suspensio de garan-
tas para o Rio Gmnde ,' antea de romper
a rebello ; Uto he de nio ter violado ,
e pedido a violceo da Conatiluicf o que
so coacede aquella medida no caso de re-
bebi aherta. O Sr. V.sOncellos eo I
gentes do Poder Public. O Sr. Figuei
ra de Mello censura o Governo p irque
nio manda os Permanentes pra o Kio
Grande e porque nio responsabiliza o
Presidentes de Provincias que tem vio-
lado e Lei da rreacio dos Permanentes ,
mandando-os para o Para. Os meamos,
e outros Sr%. da Opposicio tem increpado
o Goverdo de nio ter atoldadsdo tropaa
extrangeiras; concordio que nio as poda
a soldada r sem lei precedente que o au-
therizasse ; e dio como prova da czor-
btscio, e n> f do Governo nesta ob-
jecto o ter mandado assoldadar marinhei-
ros extrangeros, authorsado pela lei
anterior, que Ihofsculta; aecusio ao Go-
bern de falta de promptidio na rernessa
de tropa para o Ro Grande e querem
que primeiro peca urna lei, que authoriso
a assoldadar tiopasextrangeiras; que es-
paie que essa le se discuta levando cada
doze ; ou vinte ses.5es consumidas em
insultes aos Mini-tros e lalvez s su*
familias ( do que j temos exemplos ) ; e
que, depois de todos esses debates em am-
bas as Cmaras mande a duas mil leguas
engajar jasas tropas que io de vir com
piomptidio su (Tocar a rebebi existente,
e salvar aquella Provincia. 0 Sr. Souza
e Oliveira increpa o Governo de ser con-
ducido pela mi pela Cmara : o Sr.
Vasroncellos rejeita o requermento do
Sr. AI vis Machado, em que pedia mis
urna hora de sessio empregada na dis-
cussio das emendas ao Coligo do ProcessO,
o das Les de suspensio de garantas para
o Rio Grande, e do m carnelo poique
o Governo nao veio anda indicar Ca-
reara que era necessaiio es-e augmento de
terrvpo nos trabalhos a rargo da Cmara !
O tioveroo be responsavd por lodo ,
quantosefas, e por ludo, quanio se dei-
xa de fsser ; a at be rila a causa de que a
Cmara Tempoaria nio atienda ur-
gencia das medidas de que depende a sal-
va^a do Imperio, e desde j a salvaca8
de uma das suas mais importanto-
vinnas ; be tambein respousavel de que
os Srs. Deputados, quegasta5 a quatro
horas da Sessad em a>guic5e e dvaga-
edes mise avtis, nao o,ueir*5 de linar uma
hora de trabaIho para as medidas de sal-
vamento psfa a Causa Publica/ Pobre
Governo A sua posicio he semelhante
doGuardiio que e donato do convento de todos os desas-
tres, que acontecilo pelo Mundo : se uma
trovoada ai ratava os crneos, e destrua
as esperances dos la vradores 5 se uma tem*
pesiado submergia no mar a f>i tuna do
negociante e do armador dizia logo o
donato em quaoto tivermos este Guar-
dKo s hio de acontecer desastres ; se ba-
ria uma esterilidade uma epidemia ou
outra alguroacalamidade publica eraa-
inda a culpa do Guardii; se um crime
era cummeitido anda que, fosse a du-
sentas leguas de distancia era sempre a
culpa do Guardiio : assim o Sr. Vascon-
celos e assim outros omito* Sv. di Op -
posicio querem faser oGovern9 reaponsa-
vel de todas as calamidades e males pbli-
cos do Brazil: se a* ambic5es individuaes,
favorecidas pela deb.lidade das leis repres-
aivasd liccnca e doerime tratero om
rompimeoto e transtmoo da oidem pu-
blica a culpa he do Governo ; ae oex-
cesso de garantas concedidss ao acensado
no Cdigo do Proces-o, e a pe.-sims cla-.-
aificscio dos crimes mais grates 00 Codito
Penal; a iropropriedade do sy>iema juJ-
cun para as cu constancias do Pas e
a ignorancia, 00 relaxacio dos Juise,
ti asem a iexpunidade ; se a Legialaci > coo-
Mgra o principia de j'gr o infriiar da
que tema colpa de tudo isso: se as C-
maras Legislativas os Repiesentanis do
Povo consomem o tempo em longos dis-
cursos aem proveilo e eo reci iroiuac5ss,
e isDptaces ao Governo, arbitrarias e
falsas; se assim os Repreaeotaates di Ne-
cio se esquecem dos negocios de ioteresse
publico e do seo mais rigoroso dever ,
he o GoVemo que tem a colpa : se o Go-
vei no nio acode prompt man te a rebeliio
com a forca armada e medidas legislati-
vas de exeepcio e de vigor que as Ca-
ma e dificultado he o Governo que tem a
colpa ; se a Cmara Tempqrana tas Be-
^foi mas Constitucionaes e a Legislatura
em outros actos enfrsquecerio o pi incipo
Monarchira, e dilstiio o elemento fede-
ral e democrtico o Gavatruo be O que
tem a culpa da tendencia para a democra-
cia he oque recusa garantas .Monarchia
Representativa; finalmente se a Cmara
'IVmporaria nio quer tornar mais uma ho-
ra detrabalho para neg reos da mais ur-
gente necessidode para a salvacio do
Estado sea maioria nio cedeo proposta
patritica de um Deputado que pedio
esa maior duracio das .-e-se, he anda
O Governo que tem a culp% dessa ignara
' falta de d.'vo.io cvica dos*Deputado, que
se recusarlo a lio diminuto sacrificio, ou
antes suave pralica de um dever para a
Causa Nacional : o Governo he o culpa-
do:'o Governo uad veio dizer Cmara
que epacasse as suas sessdes; be si mpre o
Governo ; he sempie o Guardiad o que
tem a culpa.
Legisladores, que vos assentsis nos ban-
cos (i.i Opposicad, altentai ao ridiculo,
em que inconeis fazendo arguices t>5
visiva s, ta ontiadictorias, ela imper-
tinentes e infundadas ; argui os minis-
tros aecusai os msanos do abuso do Po-
"der de que se acolo re vestidos ; censu-
rai-os da m Onvenieocia ou desacert
das suas medidas ; nao poupes os en os ,
anda deaculpaveis em que tiverem cabi-
do; censurai-os seberamente at da mais
ligeira iuconveniencta dos-actos queprati-
carm dentro da rbita de suas attiibui-
ces; velai como vos compre, pela
guaida da Const. a das leis se nao for
por amor da salv. c. publica a > menos
pela vossa propria repotacao ; mas na6
consumis o tempo precioso da Legislatu-
ra com inepcias que revelaS mais um
proposito accintoso e funesto contra n
ordem social do que os sen lmenlos de
vosso dever, c da vossa propria dignida-
de; sabi desse nizeravel cilicio das inju-
rias, e* do- convicios, para o desempeoho
da grave, e alta misaa6 de uma OppqsicaS
Nacional, e do Bepresentantesdo. Povo ;
ceosurai, aecusai o Governo ; nal nao o
embaracis no desempenha dos seos deve-
ras: e concorrei antes euin elle e de boa f
para s salvacad da Patria, ta grave, e e-
mnentemeote compromettida. O Biazil
nad se ha de illudir sobre as verdadeiras
eausas dos msles, que psdece, nem sobre
os que verdadeiramente querem remedal-
os, ou pe pelual-os.
( Do Indicador.)
Sr. Hollanda Cevalcant, !* verna de arb.lr.rio, porque^ pede orna ^ re8S,f .,he, ass^ursr a aun
la. que legitime para o futuro os actos bli4ad# lo tbu$l dM pengofo
oltrabgse* que a necesaidade da s-lva^so
publica fas que a. jio pratieados pelas u-
thoiidodes na Provincia rebelada ; 3 re-
cosa a medida da auapencio de garantas
para aquella Pievincia poique a esto
de facto suspensas e a le he desnecesaa-
ria em aemelhantes casos ; slobe, incre-
pi o Governo, porque*quer faier reamar
o escndalo de violacSes da Conslituicio ,
e das le, usando de meio legal, que fa-
culu e Constituisjao do Estado} porque o
reaponaabidade pslo abuso desia perigof
dueit ; e se date principio ( subversi
vo aa forma em que be eaiabelecido.) re-
sulta a anarchia geral nos diversas grada-
v5es do Servico Publico ; se estes uvales
au pdete aT emendado*, ae nao por
meio de proaptas e apr -prialaa med
das legislativas., quc^nhio a Legislagie
em armona com o m}" do Paiz e que
faci reprimir anarcnia, que a mesma
Lgalacio tem creado, ha o Goveroao
MUTILADO
CONRESPONDENClt.
Snrs. Redactoret:
Eolio, que nos diiem sobre eleices;
sobre caballas, aobre eleilus, sobres sal-
vacao da Patiia ? Val iato tudo s mil ma-
avilhaa! Nio ha que temer. Tem Vms.
gottado de ver gomo a> desstarraxou em
todos o nimos o g< o principio da sobe-
rana papular, aiasnaro como se mano-
broo oesembnrao.'das*ute de b tac lita ? P i lie eaalm : quem I be nio a-
gradar o Qegocio tome banlios de nev. A
alguusgenioa melancolices tanbo eu ouvi-
do diaer que estamos oi me da mbar,
longe va o augorav, e nio julgo asum, o
que me par.ee Im que a Patria vst teado
iuoi ue ale agora ana tida e havida por expos-
ta cuida. em revindicaf aeus ttulos de
nacionalismo, e lem-i* aprmeotsdo na bar-
ra dos negocios publico. E he ista roao ?
Digao a justica, a rutare, e a Patria ;
be certe que iato de inultos heiduroa ni
l^x bom cabillo so PriiHQgemta, e ajaj




DIARIO DE PBBNAMOUCO

I
Testamntenos.... Ah sso he Diabla !
Poder-se- arranjsr alguna sonegpdos!
JvLis como? Como meu^ Srs. se nos te-
mos sello* por t da a parle? Sellos ras
Urnas, Sellos as porta-, sellos as sepul-
turas per *a de rifo resurgirera caodi lat s
do outro mundo ; Sellos be tero querido
poralhe as cortinas doSacrariu? !l O li-
vro do Apocalypi couta-os do Cofdiro,
quetinha as mi ba selle sellos: bagatel-
l Sogeitinho temos n< boje em dia,
que nao tri selle sello/ >, t-ai si He Tere-,
settenta sellos, e he capa/, de por sello, no
ouveiro d'liurn mosquito Toando. I.lo lie,
que he ser abihdo^o, com ludo nio he
hutn objecto hi-toiico, he apenas entre
nos hum raso d banigada. Vamos ao
ponto. #
Eu tenho gostado muito, Srs. Redacto
re*, da vari.lade das aleicoes presentes so*
bre Candidatos novos, proia iso a lber-
dade dos votos, e be mi.i justo quesesubs-
titua novos sirineos, q' venhaS ajudar aos
antigus a levar a Patria o Calvario: os
antigos devem de Oblar fatigados e mol-
do* de tanto trah.lho; devem bir d.sc.n-
sar em meio dos aaoa penates, de tantos
bacxificio-, de seus dezintere-se, do sua 6-
lamropia : v=,5, ya5, dormir hum p"U< o,
porque a Patria na5 os quer esfdfados ;
alguns entre as beneios delta, e outros en-
tre seus pontaps, va atalas Ordeits Ter-
ceiras fazer penitenciare merecer do To-
do Poderoso (j>or que em vevdade Elle
pode alhe islo ) O Pcido de suas cul-
pas patriticas, eali-religiosas, para que
aejap digno* de entrar naqu tial, que sendo Cidade grande, hade ter
muilissimos empieg>s do reprcsitacSes ,
pingues, e de gloria eterna, que eu a to-
dos desejo, quanto antes,- para que pre-
guen] ao Dibo esse grandis imo olote.
Hum Votado.
Dissr:
LOTERA do LIVRAMENTO.
A Lotera a favor das Obras da Igrejl de
Nossa Senhora do Ligamento, sendo
composta de dez mil Bilhetes, apenas i es-
lio dous mil por vender. A prompta ven-
da desle resto de B Ihetes decidipa da bre-
vidade do andamento das respectivas ro-
das, que ser annunciado marcand >- o
dia impreterivel em que se elledeve elTei-
tuar. Os Globos em que as sortea tem de
girar *5o de vidro as raesm.'S sorles esta-
rio patentes no so giro dos espectador s,
e Irmandade nao tem p^upado meiss pa-
ra conseguir; apri-sentar na extracto da
sua Latera, a maior decencia, e regulari-
dadeafim de merecer tola a reputaco.
Os Bilhetes conlnuo a vender-se no Re-
cife Loja de Moraes, em Santo Antonio
Lojas de Luciano Roza as 5 Pontas, de
Jorede Menezes na e quina do P.-s-o, na
da Praga da Independencia n. 3? e58, de
Antonio Joie Rodrigues, ra do Qiieima-
do, deBandeira, e Botica de J fo Vloni
reir nt> rateo da Matriz, na Botica de
ManoelRomo, ruido Lirramnfoj e na
casa do Thesoureiro Nicolao RoJrigues da
Gunha na Florentina.
Pnblicaco Literaria.
Sahiu a lu hum Optisrulo sbreos De-
veres do3 Espozos, traduiido doFrancez:
vende-se na Praca da Independencia loja
de livros n. 37 e 58 pelo pieco de doze
vintens.
AVIZOS PARTICULARES.
JoioTorcato Lopes, na praca do Cora-
mercio dtfronte do Corpo Santo casa n.
a ltimamente ebegado da Babia, tem erta
belecido um Depoz'rlo de rap Prinreaa da
Babia da be n conceitaada Fbir*a de Gas-
so. Este Auctor he bera onhecido na Bj.
bia, e as mais Provincias do Ira pe io por
ter sido muitos annos o principal Mestre
da Fabrica de RapPrioceza de Li b a, e
por isso aanca o annunciante a excellen-
te qualidadedorapdoseu Deposito, e es-
t promplo a trocar qualqier porfi que
n'esta Cidade se alie arruioado pe tun-
ente mesma Fabrica. Qjalquer pes-
soa, ou pisos, que quserutu a'guma e-
commenda de rap tanto para esta Provin-
cia, como para forad^tlla, podem dirigir-
se ao dito Deposito onde se.o as encom-
mmdasque fisereni desecopeuhadas com o
maior disvello* exaclido
%cga Piecisa-Sede um feitor que entrn-
da de orta, psia um sitio peito da Praca,
prefere se sendo Portuguez ; quem esliver
nestas ciicnrislin- ias diriji-s^-a ra do Col-
legio Botica D. 6, no segundo aBar.
*y Fiecisa-sede io< $) reis agremio,
por espaco deum anno, ou oito mezes coai
hyp-*eca em um* tscrava : annuncie.
97* A mulher futra ou captiva que
qui>er ser ama de urna casa de pOura fa-
milia para coM-nh:r, e romp.ar o preciso
para a mesma : annuncie a sua morada pa-
ra ser pr< coi .id >.
W> Pieca-se de 50^ reis a uros de
3 por cento, com segnranca ; quem con
vier annuncie a sua morada paia ser pro-
cmada.
yy Quem se qiiiar propir a en-ignar
a contara um rapaz, indo a c;.sa pa^.--ar Ihe
licSo, dirija-s a ru< do Cresp i loja D. -,
que se dir quem c o pretendente.
^y O abixo asaignado, J"iz da Ir-
mandade de No-sa Senhora do Amparo da
Cidade de Olinda, de.-ejan-'o riuiiprir o
que manda u'Coanprisso da. dita Irmaod-
de, aii-a a lod< s os SeoTiores [rmiOi da
fhe.ma queno dia 30 do pie.s'nte mez de
Outabro se far a Meza chamada da No-
mina, principiando a d-ta Meza as Oli-
las do ddo dia, celebrando se as 8 e mcia
a Missa do Eqd'ilO Santo, pelo qoecou
vida todos'O*Seohoiex I ruo desta Ci
dade, como tiobem a todos oa Sri. Irmioa
moradores na Cdade do R*ife, e pede en-
caiecidamenlea tod.fi os Sur.-. Linios em_
geral, que poraervico da mesma Senhora
do Amparo,' e beneficio da di>a Confraria
nio dcixem tic comparec r no dto dia, pe-
loque lites ficai milito agradecido, ea di-
la Senhora os premiar com gfeeu Amparo
especial.
O Padre Joo Joze Pereira.
dore : oa roa da Madre de Dos na
de Manoel Faneira P.nto.
*y Pessas de 6!>400 reis, .em ser das
do Imperio a 13J0SOO: no armasem de vi-
dros ao lado da Cadeia.
Vy Doisou qualro escravos carpm-
teiros, ou calafates, oniciaes ou mancebos :
na Hospedara da ra da Cadeta tto Recife
a fallar com Francisct Joze da Graca &
Filh >, ou no E criptoi io de Manuel Joa-
quim Ran-oe e Silva. t
^y- Una cabra bixo com bom l> ite e
pari la de pouco : na raa do Caldeirtiro
D. 25, ou annuncie.
Ur Um piano j usado, e que lenh
hois vozs : na 11 da Madre de Dos Es-
ci iptorio de M&noel Joaquim Ramos e Sil-
va.
precisa-se de i 600-3J reis a pre-
mio, rom hiputera em una casa desemba
racad* : quem osq'ii or dar tiiouncie pa-
ra ser procurado.
tjCp Preci>a-se de um feitor que en-
tenldeoita, pam um siti<> pertu di Pra-
ca, e orna ama pra urna casa, que saiba
cosinhar: quem esliver nestas circunstan-
cias dirija-se a roa da Madre de Dei* Pen-
qt de alg.dio n. 35.
^p" O abaixo assignado, declara ao
publico, que ficou de bastante pro u ador
de Antonio Joaquim da Silva Az^-vedo,
tratando dos negocios de sua venda de mo-
Ihadoss ta em Fora de Portas, e como es-
ti ja inlrelacado c ni a pi?ca, ja depois da,
sabida do dito Azevedo; previne a pu-
blico, que nnguem eonlracle negocio al-
gumeom dita venda, com elle, o,u com
oulra pessoa, que Ihe pirepa estar aulho-
lisdo a lser dito negocio, pus protesta o
altaico aasignado anuullar qualquer trac-
to,' que se laca sem lie ser sabedor, para
segurarte* da sua diyila, e as qu- a ca a
de ve a Praca.
Joio Antonio da Tiiudade.
tfy frrcisa-.'H fallar cora o Snr. Joze
Joaquim Vieira, para negocio de sen in-
tu -se : na ra do Crespo loja de Tbomaz
de Aquiuo Pinto Barrdeua.
tjrjT Preiisa-se de urna ama rom bom
leile, forra ou captiva milhor : na ra do
Caldeiiiiro D. a5.
ARRF.MATACAO.
Hoie na praca do Snr. Doutor Navarro
peUs 4 horas da laide e hiu de arremaiar
d'ii-cavallo-'de estribara, n ivamrnte va-
had' s, os quaes lb co Alves de Mello.
'tfftU
COMRaUAS.
Uuia porfo de Sidra, e outras quaes-
quer qualidades de frutas, que sirvi para
V
LEILO.
" Qu pertenlem faser Ponchet Frns
& CuUlp. na"rasa de Sua residencia, pale.O
di Sacramento de Srtiilo Antofiio, na casa
em que" es^ve a Xyp-.gralia do D ario no
dia Terca teira 25 do correte aS li horas
da mauhi ile diferentes fiseudas e miude-
Z..s franceas.
VENDAS.
Platilltas delinho puro; pes?as de bre-
lanlia de hamburgo rom i3 i.ircis; 'finissi-
mas bretanhas de I ianda ; hrins, branro
f pariltf tiansado lobem de linho ; ditos
de l-nlio lisas; liscadinhos de muito bom
gosto, etn< para vestido* de S nhora ao lempo da fe*-
ta : na Pnrinha do Livrameuto, loja no-
vade Manoel Francisco da Silva, tudo por
preco romedo.
.y Urna cad. ira da Babia de muito
b )m gosto, e urna grande canoa de amare-
1, com 65 palmos de Gumprida ; na mis-
ma loja ai iota.
&2B" Noces Elementares d'ontologio,
pcr'Silve-tre Pinlieiro F-neir, 480 ; o
I." tomo de Ni'eroy, Revi-ta Braileira,
de Sciencia, Lettrw, e Aries ; obra de
mutto mrrecmn'o asefipta en l'ari/por
trea Bratileirdis; econtendo o i.ol-me
arl g's sobre Astronoma, -Economi. Po-
ltica, Literatura, ideas subre a mu-ica, e
Viagem Piloresca e Histrica o Brazil;
o pregy destev.ilume i2^920 ; e a pro-
porpio que forem chegando os outros
e irlo anonadando; na Hrua da Inde-
pend ncia loja de livro- n. 3/ e 38.
^CJ" Potasa* americana em barril pe-
quenoii, por pteco como lo na iui do
A/.eite de Ptixe-n, 17.
jqa Urna duzia re cadeiras, e nmc-
mapede palhinba era*nmi uso, por pie-
cocoiQ->do, ou troca->e por igilaes pecas
sendo melhores: na Praca da Independen-,
cia lojadeSiiguoiro j^into de Reloj aeiro.
SC^" Umi mol la de 'm'-mIc qO anuo.-
pouco mais, cu infnos, bmi propria paa
ama de um 1 ca de familia- sabendo l i-er
todo o sei vico de rasa, coser, lavar, cosi-
nhati faser d ce tc. : na ra do Vigario
n. 28.
/JJf* Vellas bogas de cera de LisboT*
moitosuperior, cera retina la em granito,
lamben de Lisboi emuilolva, e tians-
parente, pira uso de Botica, e para Li-
mas de cbeio, cera de Anguila em po, e
de b >a qualiladi", tudo por pncm como
dos, ta: 11 < 111 |K r,o como as jibras: na
ra das Ciuies Udo do nascente sobra-
do D. 16 pri curando para a Ordem Ttr-
le'na de S. Francisco.
aj37* Tijollo dealv> nai ia posto na obra:
na raa Nova loja de selleiro I). 22.
IfS* Pot^ssa nova Americana da pri-
meirasoitc em barrz pep'-nos e.dguns
grandes, chgada agora no Br>gue Globe:
quem a pertender comprar d:rtja-se Lu-
iz Gom> Feneia fiwansfield.
%^* Um 1 einot de ctrregai'6 1 8 eatiai
(! ubt-uca : a Pallar, com Joio de B ito
Correia, K0 3 ues'-leiroao pt'di Rib ira,
ou a Joaquim d'Annuii'iacio t Siqueira
Vaiejio na ra atray da Mitria daBaa-vis-
1...
ajCJ^ Urna czsa terrea sita na ra d'A-
goas verdes D. 22, lado da sombra : na
ru Nava armasem de louca. D. 12.
Umselim novo ainda nioseiviJo^
do milhor gosto, e proprio para ravallaria;
na ra da Gruiarma>em de trustes n. 5l.
fry Urna negrinha de 11 a 12 anro>,
srm vicio, ncm uchaque : atiaz da Main/,
da Boa-v isia 11.
ajty Um escravo bom canoeiro,- na
ra da Praiacasade Cresjum Ma gueira.
\fjfr Sabio da Lbrica da Babia : na ra
do Vigario n. 8.
%CJV" Superiores charetos com capas de
Vergina, a poucoch-gados da Babii a 3$
reisacaixa: no armasem da escadinha au
p da Alfandega.
J3>f" Um siiioem chaos propiios no lu-
g-r da Magdalena procurando para o Re-
medio, muito bem plantado, cujo ai vnre-
docomeca agora a dar, com excedente ca-
za de vivenda, tod 1 envidracada, "muito
b ni p<-r;o de agoa de beber, e no fundo
ura bom viveiro de criar p-ixe, onde Ihe
entra agoaera todas as nm es : quem qui-
ser comprar 1 sle silio piocure no Hospi'a!
do Parado o Padre Regente, dono do dito
sitio, e com elle seajustui.
PEKDAS.
O abaixo assga'do pardeo no dia rao do
rente um meio bilh-te n. Al, da Lle-
_ J.. f ... _____.. .. :____ j
CO
l-iMirinr-inii iii'.-iij uini' u- 11. ti, 11a i, li-
li.i do Livr ment ; e p r isso pede ao *r.
Tluzouieiro da rnesRin, nio p gu# o qu.;
por i-oile houvar de saltir, moa que u.
esteja preztnte o mesmo abaixo assignado.
Marcelluio Joze Lopes.
ESCRAVOS FGIDOS.
Mara,#pret,'de45 a 50annosde dade,
de boa altura e pouey corpulenta : r< ra
do \mparon. 28 em Ouda serecompt 11-
sai querr) apri hendel-a.
0^ Luiza, crila, alia, cor fala, cara
pexigoza ; fgida no dia 20 doconente:
os pieheudedoies levem-na a ruado Li*
vraroenlol ja de couiosD. g.
%3P* En 18 <4 h'gia um e.srravo com os
sguatssegumtes: chama-se Simio, do
gento de Angola, natural do Cabiuda, sei O
do corpo, as mos alguma Cuita tortas, com
taba ile um dentH o<]ueix d sima, es-
tatua recular, pela buii-ji (em umas la-
brejts d> Sua le ra, e ter boj pouco ma-
is ou menos a idade d>- 40 anno-, Em I8i5
ogio outio, de'noitieLuiz, estatu a baix,
e de d litado do qU'ixo de sima, t bico, tem os pez apalbetados, falla como
cri lo porque nascro pelo mar na viuda
de sua Jenea p.ifa o Brasil, e consta que
es^ na Povoicio di Norte Provincia das
VAiagoas, em casa de Ajexandro Gomes, e
ter hoje de dade 4l anuos com pouca
differeiua. Em 1834 f"gio outro Luiz,
de 36 anuos de dad, gento de Angola,
naco iat;ange, baixo, groco, tem os pez
e mo* pequeos, desdentado de um aO
d'-nte do quL'iX) de sima, oielhas pequeas
eums'gna! na f.'nte de um calombiidio de
carne, pouca birb, tem o jIch d^ pa-
deiro; darse G2) res de gratificacio a
quem troucer qualquer deste Esiravos, o
leu proprietano AnPuiio Joze Ferreirj
Munizna 1 ua da Cadria do R-nf .
Taboat das mares cheias no Pono de
ternarnbuco.
i5Segunda 3 6!i. 30 ; 7-l8- m ^
16-T: .
3.7-Q: S. 8- 6
^ i8-<: - 8-5i
i9-S: ai m 9-4,
520a: - 10-30 N
2i rv. 11- 18
Tard.
NOTIClAa MA RITIMAS.^
Navio entrado no dia 21.
L*sboa ; 43 dias ; B. Arar. Cap. HoaV
sebolase mais g'eros: Ferreira & Mans*
fiald este Brigue entrn com agoa abul-
ta.
l'ERrf. Ni TU'., Ul A. 1. FaHIA. lJ.
MUTILADO


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