Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02378


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Full Text

-f.
I ll i 1*1
riBMaMttU
.
ANNO DK 1836. QUINTA FE1RA
20 DE OUTUBRO N. 22S.
Pbrwamboco. a Tip.iu M. P. d P e a i 1836-
DAS DA SEMANA.

17 Segundas. Heduviget D. Aud. doaJaizet,do Cr.
de m. e de e<. da Thesouraria Publica e
Chae, de i- Quartc'cr.'as 6. h. e *. m. da m.
18 Tf$a S. Lucas E. Kel- de ni. e aad. do J. de
O. de t.
19 U'iarta S. Pedro de Alcntara Ses. da Th. T-
20 Oiiinta S Joa3 Canelo Re. de m. aud. do J_ do
21 -SextiwS. rsula sen. da Th. P. aud. do J. de
Sexta-!
O. de".
22 Salado S. Mara Solme
do \" G. de t em "linda.
S.'i Domingo Joao Cupistrano
Ilel. de ni. e aud.
Tudo agoradenende c nos meimni da nnaaa un
dencia. inoditracao. e ener<:a;coiiiiiiiiemo com
principiamos, n e.renion ap""tados coen admira-
c.So mu re as Natjoex mait cultas.
Proclamaf0 da Jiiemhlto Bit al da Bratil
sa
Suhscrere-ne a lOOOr. mensae po adjuntados
nema Tvpografta. ra das Cruzes L). 8, e na Pra-
Qa da luili-peiideuciar X. .17 e HH : onde e recehem
dorroipondetioias leiralisaaas. e annuuriosj nuerin-
uo sp pul, f ratiy -rudo dos pronrios ABllgliailtei,
rindo ssiynados..
L,
CAMBIOS.
Oultdro 19.
Ondrcs 33 D*. st. poi l r<, ou prata a
o!) porcento de premio Xoinina.
Lisboa 55 por o|o premio^ por metal, N'om.
Franca 355 Ra. por franco
Rio ile Jan. fi-p. c- de prem.
Moeiias de t>4;l IS..20 13400
40U1) G..;:ia GSU0
Peao I ,,440
Premio da prata 50 p. c.
.. da* lettraa, pormex I 2poro|o
Colire 25 por cento de descont
PARTIDA DOS COK R ROS.
Olinda _Todos os dias ao meio da.
(iiiMna. Allianitra, Parailin. Villa do Conde, Mn-
maiiifiape. Piar, Kea. de S. Joao. Brjo d'Areia,
Raiiiha, Pomhal, Noca ci Souaa. Cidade do Natal,
Villar di GoianninhaTe Nova da Prinec^a, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquirs. Monte mor noTa,
Ara'Htv, Cascare!, Caninde, Granja, Imperairix,
S- Mcrnardo, S. Joo do Principe, Sobrar, Novad'
F.lliev. Ico, S. Matbeos, Rcachodo Mogve, S
Antonio > Jardim. Qucxeramoliim. r Parnalii a
Se rumias e Sextas feiras ao meio da por via da
Paraiba. Santo AutaoToda a* quin'? (eiraao
meio da. Oaranhans, e llonitonos Jias 10 e *4
de Wda iiieic ao meio da. Cabo, Serinbaem. Rio Fo
Boao. c Porto Calvo-nos dias 1, lie 21 de cadi
mez- _______ .

PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSKMBLE4 OKU AL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Scssa de i de y/gQstj.
A's i0 horas feta a chamarla, e schan-
do-se noBTo legal, foi aheria a se sao
depois de lida, e approvada a acia 'ante-
cdeme.
. O Stir. i. Secretario d coot* do ex
pediente.
Ordem do di.
O Sr. Joze Joaquitn da Cosa prope
a urgencia para que ,e discuta al as 11
horas o parecer da Comms-So de Consli-
luicao. relativo ao Padre Joie Antonio
de .Caldas.
A ure-ncia he anulada e discutid, e
a nnaflhe approvada. Ent a por con-
sequencia ero discussio o siguite paie-
cer:
^ O Padre Jore Antonio de Caldas re-
corre a esta atigjst Cmara, para ohter
a de-laraca de e aehar elle no goto dos
direitos de Cidadio Brasileiro ; e para isso
seoecupa eni sua representacaS a reftal-
os lundajnentos com que a Reg-oci. Per-
manente, em nomedo Imperador, negon
a sanrca esoluca que a re\pei'< loi
approvada pela As>emblea Geral na sessa5
de i834. O Fundameftloi allegad'8 P'I*
R.-geucia fora: i. Iiaver o suppliCfiltf,
sem prea licenca d< Govemo Impe-
rial, aceitaJo oempreg' de Cura do Seno
J,ugo; a. ter servido de Capellad do ex-
ercilo atj.entino, durante a guerra com o
Biasil, iibmdonando e hoslisando o pj-
ii que Ihe havifl dado nascimenlo.
O supplicante contesta e-tes fundamentos
allegan-lo, quanto ao i., q"e elle n*5 foi
Cura proprietaiio, roas suijplesmerite- in-
terino, por is(. que foi se .pre rrp 'tado
Cidadio Ra j'eiro emigrado; equafit> o
2. cita oarl. 9 do tr-tado de a7 de Agos-
to de I828, no qnal e conven, ionou al-
*olut.> e ueipeti.o esquecivnentu de todas
e quaesquer opioies poticas, 00 fado
que os habitante* da ProTucia de Monte-
\iio, eos do territorio do Impe io do
Bia/il, que cstivesse occopado por tropas
da Rep iblica Argentina, tives^em profe*-
ssd<> ou praticadoat a poca da ratifica-
ci d<> dito tratad".
u A Cornmi'Sd de ConitituicaS, con
bi loiatido que as allegaces do mpplicaoto
nt>5 des'roem osdi'o.> fopdamentoa apre-
eLtitodiS pela Regencia, jaaiteadidoj e ap-
p;ovados por esta casa, na se s.'6 i'-j an-
uo passado, lie de p/teccr q e oaoppli-
ca.'.te -eja indeferido.
Paco da ('amara dos Denuta 'o<, aos
5 dejunho de 1836. H. II. Cameiro
Lea5.M. J. de Mello e Sou/.a.C J.
de Aiaiij.i Vianm.
O S-ir. Ignacio Joaquirh da Costa offe-
rece como emenda ao pancer, hurn pro-
jecto que declara : A Ass> ml>'e Geral
Letislaliva resolwe,'etc.: O Padre Jote
Antonio de Caldas e.t no goto dos direi-
iba politicns de cidadio hrazilero, etc.
H-! apoiad 1 e entra igualment'.- em disrjSi'-
saO.
DepoW de algom debate, o Sur. Bap-
li>ta Caetano ohierta que a urgencia fra
ti ii'inlo mi at aconte huras, e como es-
las ja tivessem djdo, devia passar-se
Jis'ii.->sa5 do orcamento.
ConulU-e a Cmara se acaso se devia
passar ifiscu^a do nrcamenio. nao -
tuite na5 achar-se pie-ente o Sir. Mi
nistro di FaZenda, e decide que nao.
Continua por conseguinte a di-cu so s bre o parecer. He apoi..da a seguinte e-
menda do Sr. Alcibiade-t :
A As embica Gersl Legislativa resol-
ve :
OGoverno he autorisatfo a conceder
carta de natmalisaca ao Padre Jt'Ze An-
tonio Caldas, independente das clausulas
tslabi'lei ida na lei da naturalisaca. Pa-
co da Cmara, etc.
A di.fuss ii.aidiida para se passar
outia parte da ordrm do dia.
Continua a di-ru-sa ^.bre o orcamento
do Ministro da Fazenda, na parle adiui-
nisirativa.
Sao ap'dadas as seguidles emendas :
Com o uro da divida ao legado de
Manuel Fernandes Cuimaries, rontra-
hida por carta regio de 6 de Junho d 181.4
3:090$00O 1 s ; com u> pagamento rio ju
roatiaado ao me-smo legado de Manoel
Fernandes Guimarcs, i:000^Jrs.Man-
so. 11 .
S pprima se o ordenado ?os doos
qualifcaduies doassucar.Rodrigues Rar-
boza. n
Depois de longo deba'e ero que t >m.i-
rafi parte m Sra. Duart; e Silva, C.l-
mou e Mini-tro da Fazenda, li a a diarus-
sao adiada pela hora, e o Sr. Vice-Pre-
sidenle d para ordem do da 5 a u esma
materia dada, na ultima hora a eleica
d 1 M si j e levanta a ses.-a depois das du
as horas da larde.
SENADO
Scssio de 3 de Agoto de 1836.
Reunido na mero suHeulo dcS.-nalo-
4
respira >\mu\- casa, declar3-se aberta a
sess'5; a acta te lid* e appi ovada.
Lidu o expedieut", o Sor, Monltiro de
R.uro-, por paite la Cofomi-s de Io-
IrticcaS publica, le hum Parecer com
hum Projecto de Rea ilttaafl sobre a Jubi-
lacaS dos Pnife'Kires pnbm'Os de E-tudol
preparatorios, que (Icou para en'rar na
ordem do^ trabalhe>8.
OSr. Saturnino por pjrleria Commis-
o de Marinln, eGuerr>| sobre a pte*
tenca de Pedro Aoajusto No!a-co .Peeir.
iJh Cunha, pora que .-j 1 a >: -nn pe ten*
Ci r< rr.etif.'a ao Uoverno: ficou para dis-
cuiir-se.
Oulro sobre Rento Goncalves Touiinho,
que teve o mesiro deslitio.
Entrou cm a. discasaao o Requerimen-
fo do Sr. M. deRaibacuta, pira que se
nomeie huma Co -imissa, que nd>que
os'livroa mais neceaiaiios pira comno-
rem a biblioteca do Senado, e para que o
Sr. i. Secretario fique dxtde j autor sa-
do a mandar vir osdebaRa das Caq aras
Legislativa', de Franca, Inglaterra, e.Ej-
la los Unidos ; o que foi approvado.
Jiilgna-se prejudirados os papis rela-
tivos Aposentado!a do Rriaadeiio J ia
V.-lenliin de Faiia e Souza Lobato, por
baver este fallecido, e maniara .-e para
a Si cr taria.
F"i p rovada em 3. discoMafi a Re-
.'oliicci que declara a Jos Antonio da
Espera rica, no coso das direitos de Cida-
dao Brasileiro.
Fui tambis approvada em 3. discos*
sj5 a Re>oluca5, cjue confirma a t*-nca
conoedida pelo (overnj, a D. Izabel Wa
isoi.
O meamo scunteceo Resoluc de ap-
nrovacaS da lene* de D. Leonor J aquina
i.oli", em remunerac.i dos ser vicos de
"ii P.ie o Rrigadeiro Francisco Joaquim
Lob>6.
Continua a >. discussa da le que sus-
pende as garantas na Provincia o Rio
ian'e e foraS arprovadj os art<. q'ie
rest*rio da .sesso an'ecedente, e o Sr. Jo
te I^na^io R rgjs 'ff:ceceo hum art. ad-
dirivu para que Oq -em amnistiados tolos
os que .ii aq.fii se tem apteseu'ado, e pa-
ra os q ie pra o futuro u fiieiem,fica o
Governo bUtlioriaado a c-mce ler-lh'a.
OSr. Almeida e Albuqu rque mandn
huni'i emenda ao art. additivo pjra que
se conceda k amnista a tolos os imp i-
oadoH mi Crimea p.l t.cos na me roa Pro-
Tincia.
OSr. Veiguero inand u anda outra
emenda pira que o Governo faca na
amnista as modfic; Depois de lo'iga d'srusssS oi approva-
da a I, parte da uiienj, do Sm. Bor-
g^^, e a do S-, Vcrgneiro, prejudicadas
as ma'.
1".-itron em 2. discussaa lei que limita
as tt ibuicSrs Jo Png-nte no i, artigo,
que quaul'i a altrihuicad de declarar a
guerra e l'zer api/., mas por dar ahora
li u i a materi dia'la.
Discuro do Orcamento do Ministerio da
Maridha.
O Sur. Lirnpo de AUreo Na5 preten-
da en falar hoje solneo Orcamerute da
Mtiioha; mas como o JVobre Depntado,
queacab dea-sentarse ( S'". Vascon
cellos) aniei ip-i/. huma di.-cuss', que pg-
dc tornar oliozo o "Senado, e a mais al-
ijuem, .-tiniimttisanrjo huma medida que
acaba de ser propo-ti na Cmara vitali-
cia, eu entendo q"e, pelo menos, devu
desdeja diminuir qual impressao des'avo-
ravel que as plarras, com o Illus-
tre Depulaile te> inin >u o seu discurso ,
posaJ i atizar na (amara que as ouvio,
entre as peasoaa que estaS pre-entes.
Sr. Presidente, en nao sei em verda-
de, que relacaS podia ter o projeeto (jue
se apresentou im Senado sobre as limita-
e rom que o actual Reyente deve
goveinar, com huma discu.-sa5 do Orca-
mento da Maiinlia. O Nobre Deputadd
dis'se, com diferencia a certas pnlavras de
Sinnondi, que de ordinario quem gover-
na temporariamente' a final he temado a
gopernar vitaliciamente. Por oulra par-
te tem-se feito arguices ao Governo de
que elle pretende acabar com o principio
monarchico. Eis que a Cmara vitalicia
addmitte a ds'cu s 5 hum projecto que,
com quanto possa ser def-Mtuoso, na6 p>
de deixar de considerar-se como hum
projecto que offerere mais garantas
a este principio 'monrquico, dis-se
logo qdea atstocraaia invoca a sua ->ro-
pria ruina Quaudo na5 pode
provar se intervencaS alguma da par-
le do give ni na aprsentelo deste pro-
jecto c mo que r's propoiilo por oc-
casia dille, se emitte a pn posicaS de q'
a uctoi idaile que he temporaria acabt
nrdin.riameute p .r rlezejar i>er vitalicia !
Sur. Presidente Se be sempre diflicul-
toso em qtuesqu r pases qae na5 e>tija5
as oircuustaucias em qe esta' o Brasil,
no Brasil nns circun-taeiciaa em que se
echa lora impos-ivcl que o deposito a
que seallude, posa ronverter-re em'pro-
piopriedade. Quando o Curpo Legislis- *
vo est dominado dos piucipio> de mai-
or acatam vU ao Thrutio Impeiial,eu
entendo sd huma greve e (Tensa ao Corpo
Lrgi I t vo, huma injuria a Naca Brasi-
leira emilliiem se proposices t-es, romo
a. que tinho ouvido. O lempo dse dis-
cutir este projecto, aindi n.-5 he ebegaio
a
LHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


*^f* i* '.- ;<> s1
2
DIARIO EPERNAMB ICO.
KZ3
cl'e a indi nao paisa na Cmara vitalicia,
qum lo all pausar, quaodo for remelti-
do a Cmara dos Dfpula Ion, enta ni
veremos oque he mus u(il ao Fui. en-
U 0 discutiremos com anque fio, e vo-
taremos como fnt< nder-mos tnilhor ; nao
se aceutem as as ateneo s de quera pro-
pof. este pri'j-.'cto, na5 se antecipe hama
opioia, nao ja contra hum individuo em
particular, mas contra huma coip >raca
ta respeitavfcl como o Senado do Brasil.
O taffipo era 4)ua accusaijes se fasia ao
Senado de-ve ter sessado ;, esou mea-no
persuadido de que ellas nao conseguir
sen tion, e quaudo m"amo conscg iiss- m
o fira de desacreditar p Senado qual se-
ria o resultado de seme!h Na5 seria sem divida avoravel ao priuci-
cipio raonarchico ao pimcpio que o
Qorerno sustenta sustenta cora lealdade, e
que mohos Snrs. Diputados dise-n (e es-
tou cerlo que disem a verdade) d.zejo
sustentar. Se hum dos meios de susten-
tar este principio, he o projeelo queaca-
ha de ser offerecido no Seado, n- o ve-
remos ; enta enta t.-lv i se- realiseode-
leio que ja moilrou tr hum NJbre De-
pululo pela provincia de Minas Geraes ;
enta se devidira os lados da Cmara, *e
cada hum dos lado, alem de se dividir
ficai com asfeics que Ihds deverem
persuadir.
Sobre o orcamento pouco arrescenta-
rei ao que ja tem exposto o Sr.' Vues-
tro. O Nobre Deputado fez-lne a troni-
cad de que elle desacredita va osOffiiaes
da Armada e b;*ra a-sim a todos os seus
subalternos, quando declara que havia
preva icaces "em toda a repaitiga da
Marinha. Quanto aos Ofieiaes da Ar-
mada ea supooho qae he precisamente o
contrario do que dis-e o Ilustre Depuiadu,
porque, aebem queme record, tenho
ieuibi ancas que muitos elogios emui da-
tinelos, fe dos Officiaes da Ar-nada o Sr.
Ministro da Marinha no seu Relatorio.
Quanto aus Empreados das reparlices
subalternas suponho que elle apenas dis
se, que havi.i-ibuioh era algum >a das \-
dmimstraces subalternas. E poder o
Nobre Deputado negar que existem abu
zos? E porque o Menislio declara que ti-
les existen poder d'aqui seguir-se que
"langa hum stigma geral sobre todos os Em-
preg ds seus MibaMeruo^? Bastante elo
cios fazia aos Erapiegados seus subalter-
nos hnm Ministro da Marinha o Sr.
Torre, e com ludo no seu tempo a'guns
foio procesados. Entre tanto cielo que
o faci do Ministro o ex por com fran-
queza huma verdade in jurstionavd que
salta aos olhoa de todos i-to he,^ue n<8
repartices exist m abuzos nao he argu-
mento para he sopor que elle ju'ga previ,
i cadores a ti dos os Empregados seus su-
balternos. A par diato he digno de repa-
ro que quaodo hum ontro Ministro derla-
rou nao ter noticia de Empregados na sua
Reparlica que nao fossem dignos de conti-
nuar a exener seus cargos avancou im-
mediatamente o contrario. Fui convida
do para huma rliscussa seria; sobre taio-
l)i to eu dis-e que quera discutir seria-
niente por que nao sou interes-sado em
abusos, nem des jo conservar Emprega-
dos que nao si ja5 dignos ; no entanio lu
gio-se de.-ta di-icussio seria, que eu o5
tomo, e para a qual agora convido ao no-
bre Denotado, quando entramos na ter1 ei-
r discussio do oiQamentoou seja do Im-
perio ou seja dos Negocios Ettrangeiio.*;
espero que elle cumplir a sua palavra ;
na certeza deque nao sj muito dignos
de o ser, e de que n. 5 tenho aflhados.
He certo que .-.o me convencere! por po
vas de que teis e taes Empregados de.em
ser dimiltidos mas nunca o farei por de
clamaces vagas. No entarito icpito ,
que uat Repaitices que administio oa
conhegoseno Empiegados bons, porque'
se e-tivera persuadido que os havia raaos,
dimitt' lo -hia quaodo o podesse fazer, ou
mandara procesca-los. Ora hstto-J que
eu meexpressasseassim para o N-'be De-
putado iusislir emque bi Empregados toa-
os na Reparlica dos Negocios Eslrangei-
ros,- oiz porera o Sr. Ministro.da Mari-
nha que ha ahuz'sem diversas reparheo
que estad sujr-itas sua Gscalisaca. Oh/
ent<5 respond.-se-lbe logo que todos os
Empregados sao ptimos! Sr. Presidente
guando efazea censuras aoGoverao de
ve se saber como ella, sao feitas, por qae
osexcessos na censura produem o- resul-
tados contrarios no que se desejj. Q jan-'
do se faaatn atguices diametralmeute op-
postas nro digo*j a dous Ministro-, mas
ao mesmo Minislio segando as circuns-
tancias em que elle se acha ou segundo
a> p oposices que elle emitte no mesmo,
dia taes arguices n.*6 calan na convii gao
dos ouvinie*; deordinario elles as despre-
9k ; e oGoverno adquie sempre maior
forga na ra/adas injusiigas notorias, de
que he victima uessas censuras.
DI VERAS REPART^CORNS.
PRBEITL'RA DA COMARCA DO RECIFE,
Paite do dia 19.
Illm. eExm. Sr.
Partecipo a V. Ex. que tendo-me di-
rigindo a e-ta rambi ao lugar de San-
to Amaro d'Agoa fria, por denuncia que
tive de que ali se arhavio ocultos em hu-
ma rasa alguns do< criminosos, fgidos
da Korale-a do Brum, nao can toi pos*
sivel eucontralo; sendo poreun preso
nesta oceaS'io Jo Jos de Brit branco, morador no dito lugar, por ser
sn-peilo ler oceulto em sua casa a An-
tonio Ferreira Marinho deseitor do
B t -lio stimo de Cansadores (que tambem
Bz prender) e ser Ihe encunti adqttpma
graiadeira a rolada, e Jk'regadi: cu-
jos presos fora recoihido aprisa, e ti
veea depois o competente destino ; que
o Sub-Prfeito da Fregdesia de Jahoata5
remetteu presos a Francisco Antonio,
branco, Andm Gomes Feneira, e Jo*5
Nepom>ceno paed is, por furto deCa-
vallo, e por seren vadio< ; e que fura
preso o preto de nome Gonsilo, escravo
dejse Lino- Coelho, por ter insultado
com palavras injuriosas a um suguito ,
estandoelle em >ua ^asa.
Paitecipo mais que em Urna das cano-
as de Hospi io apfiarerera hontem ura
cadver, que -e suppoem ser d'algura af-
fogado, do q' se proceden nos competentes
termos.
Nda mais consta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prtf-itura da Comarca do Recife 19 de
Outuhro de i836. Illm. e Exm. Sr.
Fiancisco de Pau>a Cavalcanii d'Alhu-
querque. \<|inoel doNascimeoto da Cos
ta Eouteiro.
MBZA DAS DIVERSAS RRNDA8.
A pauta he a mesma do N. 2->3.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
O Hyate Bras'Ieiro S- Jos de Riha-
mar, vmdo de New Y k, Capit' Joa
qoim da Costa Ramos Guedes entrado
em i9 do con ente Consignado a Mauo 1
Joaquim Bamos e S Iva.
Manile-slou osguinle :
800 ha?ricas batjdas rom si us prrten-
ces, a inatros paia uso do Novio, t To
nelaJas de pedrs pira Lastro.
ARCENAL DE MAR H#.
Pelo Arsenal d- Marinha se faz scien'e
aos Operarios do mesmo Aisenal que
tnanlia ao coritnte lei lugar o p g'-
mente da Feria vencida a |5 do 00 ren-
te. Arsenal de Marinha i9 de Oulubro
de 1836.
Antonio P^dro d*' Carvalho,
Inspector do Aisenal.
- O '
OBRAS PUBLICAS.
Pela Admioistraco Fiscal das Ohras Pu-
blicds teui de se comprarem trez jaulas de
Bois mansos de carro, para oa trabalhos da
nova estrada do Pao do Alho: a pessoa
que o^ quiuer vender pode aparecer na sal-
la d- dita Administraco, das nove horas
as daas para traotar do seo ajus'e.
A. F. de Moura
Admistrador Fiscal.
- Namovj. estrada do Sul tftn de sec
..b-.ta um 1 picada de reconhec.mento de
4210 bracas de extenso desde o lugar dos
Praseras at estrada d por-te dos C.rva-
lhos, quemquiser emureitar este irahalho
n de comparecer na Inspercio das Obra.
Publicas nos dias 3, 5, e 7 dQ mez de No-
vembro prximo vindou. o dm to horas da
mahhf a> 2 da tarde, afi-n de s..' cotrac-
tdoodito trahalho. Inicio das O-
bras Public s 19 de QutuhrWe i836.
Moraes Ancora.
ARCENAL DE GUERRA.
O Arce-nal de Guerra compra damasco
verde, e amarello, ques ja da India, Ita-
lia, 011 mesmo Portuguez ; assim como
8]a de boa qualidade: as pessoas que taes
objectos tiverem compareci no mesmo
Arcenl para se ajostar. Arcenal de Guer-
ra I9 de Outuhro de 18 16.
' Joo Nepomoceno da Costa Monteiro.
Director do Arcenal.
OAMARA MUNICIPAL DEOLINDA
9.* Sessad ordinaria fie 3 de Junho de
i836.
Presidencia do Sr. Barros.
Comparecerio os Snrs. Xavier, Gue-
des, Pereira e Albuquerque ; faltando
cora cauza os Snrs. Barata, Doutor Cha-
gas, e Passos.
Aherta a SessaS o Secretario dando
ronla do expediente menciooou hum of-
ficio do Exm. Sor. Presidente da Pro-
vincia respondendo o OfB io da mesma
Cmara de 3 do crrente que ihe havia
consoltado para se b'iro puedo do
Varadouio; exigindo que a.Cmara Ihe
informasse se de facto estav.<5 ac fon-
tes e-onsertadas, quies estas sao que di
nhe>ro existe no rofre, para as desposas
da Obra da abeitura do Caes, e fioalmen
te qual o estado das rendas da Cmara ."
Inteirada.
Outro Of6c0 do mesmo Exm. Presi-
dente remetiendo a Copia do parecer da
As^em,blea Provncial para que a Cma-
ra responda a re-peiio do requerimert-
lo da Cmara doRecife, que perieniia
se investir oa pos-e dos llagados que
estava em sen Municipio perlencente a
Patrimonio desia Camaia que aquella
pertendia para si : inteirad.
Houvers-5 varios requerimentos de par-
les. Nesta Sessad o Hr^ curador apresan-
t"u suas conl -s do trimestre p. p. e se
mandn a Com/nis a5 dos Snrs. Cardim,
e Xavier ; o Sur. Presidente levantou a
S-ssa5, e liouve apre-eole reuno oidi-
ii.i por fiixadaf e 6z esta Acta em que
a-sgnara Eu Manoel da Violta Silvei-
ra, Secretario da Cmara o escivi. Bar-
ros Falcad, Piesidenie, Guedes, Albu-
querque, o Padre Pereira Xavier.
=s*jaiose* Lstas dos Eleilores da Freguesia deS. Fr.
Pedro GoasalveS.

O.Senhor.S Votos
Jo-e Gomes Le-I............... 3oo
B veieudo Francisco FeneuaB 1-
eto....................... a9,
J se Antonio de Oliven a......... ^89
Gaspar de Meoese Vas onceos
Drraond.................. 286
Beveiendo Francisco JozeTavares
da Gama.................. ^fig
Francisco (Javalcaute da Mdl...... 2)3
Bernardo Antonio de Miranda. 261
Fiancisco Mirneue de Almedi... 2.S8
Antouio Gomes Leal............ 257
Reverendo Igna. io Fraii. ico dos
5. J0.16 Morid Seve............... 252
Jos Antonio di Slra Giiilo...... 238
Joaquim Jos de Miranda Jnior.,. ai6
Joaquim Leocadio de Oliveira Gui-
mares.......... ..... I0*
1 Bu pen tes.
OsSeohores Votos
Bmto Jos Al ves.........jl...... 57
Manoel Gdlalves da Silva....... 141
Doutor Joio Jos Pinto Guima-
raeoi.....-'............... "^
Luiz Rodrigues SeUe.... ....... l24
Antonio Annes Jocome Pire-..... iai
Reverendo Joaqaim R.fael da Sil-
va........................ ,8
I'naci Antonio Boiges......... 82
Antonio Joa5da Ressurreica e Sil-
va ........................ 7
Francisco Gonsalve.Bastos....... 78
Francisco Jos da Silva......... 7*
Joio Pinto de Lemoi........... 72
Elias Baplista da Silv........... 68
Jeroniu o Jos Ferreira.......... 65
Joaquim dos Santos......... 65
Eleilores da Freguesi da S.
OsSrs. ?o'o
Juiz de Paz Felipe Manoel de
Cbristo Leal................ 220
Capita Cosme Joe Guedes... .< 218
Major la Legi>5 Jos Joaquim de
Almeida Guedes........ 217
Major Joa5 Paulo Ferreira....... a 16
Gapila Joa Baplista da Silva Man-
guioh&...................; Jl6
Tenente Coronel Antonio Joaquim
Guedes.................... 2l4
Capita Manoel Antonio dos Pasos
e Silva..................... *l3
CapitaS Antonio Simplicio de Bar-
ros....................... 21a
Antouio Jernimo Lops Viauna. 1O8
CiruigiaS Mor da L-gia8 Francisco
Jos do Amai al......\....... a"3
Doutor Francia, o Domingos da Sil-
va......................... >90
Suplentes.
Os Snrs. ,M
Conego Francisco Antonio Mendas
Grujo.................. 163
Doutor Francisco Joaquim d-s Cha-
gas....................... '6*2
Padre Mestre Joaquim Fiancisco de
FariaP...t.................. 58
Conego Ignacio Luit de Mello..... l54
Cura Jo.6 Machado Frei........ i5i
Silvestre Antonio da Lage Jnior. 138
Capital Boa Ventura de Mello Cas-
W-lllo Branco................. '*
Professor Alexanlie Jos Dornel-
las......................0g ^ *
Capita Caetauo Duarte Pereira.. )30
J.ja Tvares Gmiesda Silva..... m4
Antonio Joe do E-puito Santo
Barata..................... *
A Asaembla G-ral Legislativa resolve;
Art. i. O e-tudante, que dentro, ou
fra de* qu^lquer ds Academias Jurdicas
de S. Paulo, ou dj.O oda, empregar inju-
rias, ame. ca, ou violencU de .qual quer
n til reza contra qual quer os Lentes por
cauza de actos do seu oTicio, 11S0 poder
ser admittido matri. ula, nem Actos em
ali-uma das diotas Academias por espco de
hum a seis anngs, a joizo da Congregafo-
nspecliva.
Ait. 2.a O processo para a impoticio
das penas mencionadas no Art. i-* r*
escripto .pe-rante o Director pelo offic-al
Gii-rda-L'vros, e cons stii n'huma inda-
gaejio feila pelo Direcior ex ollicio, ou
requtruueuto de algum dos Lent-S, ouvi-
do o delinquvnte, quando eompareca ao
iiimeiio chamado, e pess<>as chamades,
que esiejo -cieiit- s do la to.
Art. 3." Tudo que rezultar da ind ga-
(So sei sem maij formaiidade reduzido,
termo, elevado ao conhecimenio da Co-
gregacio a quem tica competindo o julaa-
mento Oefiuitivo, e perante ella escrevera
no Processo oSecretaiio d'AcadeniM.
Ait. 4** 'Podas estas dispozceasio ap-
plicaveis ii injurias, araeacas, ou violen-
cias, que na mesma forma do Art. 1. fu-
lera feitas a os Professorcs dos ealudos Pie-
MELHOR EXEMP


atasaft
DIARIO DE PERNAWB C0.
paratorios pelo* seus respeclivoatflHcipu-
lo.
Ar. 5.*lco revog3das as dispices
ero contrario.
Paco da Cmara dos Deputado%i7 do
Agosto de 1806. J. da* Torres --- F. P. Serqueira Leile
Fiaocisco Gomes M.rtins. ( D> Jornal do
Commercio do 1.a de Seplembro. )
Puhlicacio a pedido, e que est em nos*
so poder desde 28 de S.daibio.
Ill." Sr. Io-pector. Respoodendo Por-
tara que. V. S. se dtgnou derigir-me com
data de bontem, tenho a dizer que, visto,
nao encontrar hnm individuo que tendo
as precisas qualidades me pos*? substituir
noEmprego de Mestre Ca pinleiro d'este
Arcenal, do qual havia pedido derncissio,
e me lora concedida pelo Ex.-0 Si-. P.zi-
denle, ea de bom grado annuo a coulitiu-
ar a servir o dito Emprego-, por isso que
estoa intimameme convencido, que assim
praticando, tenho cumplido hum dever,
a que roe acho ligado com a Naco, o qual
he de voluntariamente prestar os meus de*
beisservicos, quando Eila de mmosexi-
o\v por necessdade. Assegurando a V. S.
d. estima, e resp'to que consag-o sua
pessa, resta-roe por ultimo suplicara V.
S. qtte se digne |evar ao conhecimenlo do
Ex.m0 Sr Prndente os motivos que me
fazem continuar a servir o referido Empre-
go de Mestre, a fim de que o mesmo Ex."
Sr. d'elles inteirado, me laca a divida jos-
tica quando por ventura se diga, que o ar-
rependimeco de ter pedido demis-io me
obrgara a que agora tomas-e a pieseote
rezoluco. Dos Guarde a V. S. Arse-
nal da M-rinha 16 deSetembiode 18.16.
Francisco Joi Marnbo, Mestre Carpm-
teiio.
CNRESPONDENCI*.
Snrs. Redactores.
Contento, e satisfeto, de que correriaS
as rodas da L'teiia do Seminario de Cia-
da no da 17, como tinha annunciado,
ompre o meo bilht-tinhu, ver o que a
sorte quera com m go; ex quando nao
conea ye'o motivo de ter se quebrado
hura dos globos. Mo da I7 anda com a
pib.la de'ser certo o arontecimento do
globo, purera depois que vi enjareto as
sidas para as ra-as, onde se vendern os
bilh'-tes, isio he massos dos mesmos, q e
anda exisiiaS por se vender por falta do
ati avisadores n*6 teiem concn ido as
vesperas de correr, g itei, e exclaniei
Padre Mestre, quebrou-se a cor-la Lote-
L ra edeosi! Que^rou-se o g-b..' E-perai,
meu p.>vo Snrs. Redactles, rogo-Ihes
o obsequio queiiad inserir els ludias,
que muito agradece a
O que tem seu bithetiubo.

Snrs. Redactores.
iaao ira-
a andar
o? e#r
oR.itor
Foi hontem i7 o da annunciado ni-
preteiivelmenlcpelo Reitor pa
a rodas da Lotera do Seminario
que nao andar? qual a rasad
na foi sciente, que as 6 horas da m t>e apiesentou aqu hurai Estudante, para
?screver a extracto? ceuta6 o que aera?
queb*ou-se as rodas, em que ejercicio?
quando se ronseitar, quando se acahar
de tender os bilhetes, que arada ha, bom,
bom, bein dada bola.
O que e-pera sua sdjf^p.
.... JL.
yARIEDAEs-
O Cha.
A pequea arvore de que as folhas for-
necem esta bebida aromtica que o uso
ba tomado indispensavcl a mullas pessoas
he indgena da China e do Japio nicas
legies onde ella seja cultivada cora hura
fim til. He serapie verde, e e a-seme-
Iha hum pouco ao Mirto. Sua altura va-
ria en t. lese Srs pes soporta climas
muito diferenlM, e p'odus igualmente
nos irredoreg de Canto onde o calor he
algumas vezes insopurtavel raesrao para os
naturaeado paiz e junto de P kim onde
o invern he umitas vesos lio rigoroso co-
mo no norte da Europa. He cora ludo na
provincia deNankino, da qual o clima
conserva o meio termo entre os'dous ex-
tremos de que acabamos de (alar que s
recolheocha de huma qualidade verdadei*
ramete superior. A maior poicio da-
quelle que be trazido aos mercados de
Cantio e vendido aos Europeos tem sido
preparada pelos indnstiiosns habitantes da
montuosa provincia de Fckien. f. ta
planta preciosa partee dar-se bem nos va-
les sobre o declive das collin is expostas
aoSul, e sobre tudo s bordas dos rise
libeiros.
Giovani Bot*-T que publirou em i59o
bum tratado sobre a causa da proi-peridade
dasCidides, he o primeiro ulhor que
tenha-falado do cha ; sera pronunciar s.u
nomeelle o dascieve to t>era que se no
pode de.-conhecei ; O Chme.-es, dis elle,
tem huma planta de que tirio hum suco
delicado que Ihes serve de b< bidi hub-.-
tlue o vmho e as prese va assim da
molestias que causa por entre nos o uso
immoderado dos licores fermentados.
A arvore d<> >h se propaga pela srnos-
te. Buracos formando Alhenas regular. 1
sio cavados em distanci positio em cada hurja, de seisat doze graos,
porque apenas a quinta parte he piodruc-
tiva. Regio-os cuidadosamente em quanto
nao esto nascidos, e anda que logo que
sahdjs da trra posso dispnsar otro*
cuidado, com tudo o cultivador inteli-
gente prepara o terreno todos os ranos ,
e o liuipa das outras ervaa.
Alguns viajantes tem pretendido que as
melbores especies existi sobre niooia-
nhas escarpadas, no meio de priripicio",
e que os Cbineses na5 p.odendn chegar a
es'e} logares inacessiveii costomo perse-
guir os macaco- que os habitao e provo-
cal-los bcando-lhes pedias a fim de que
e-tes animae.i excitados Ihes lan. em em re-
torno ramos de cha. Este ooto ridiculo
se refuta por s roesmo pois que se trata de
huma planta que oecet-sita da iudustia do
hornero para ser niel horada.
A primeira colheita se trez annos as folhas esto na sua piimei
ra sa?io 'e sao muito abundantes 5 aos se-
te anuos a arvore alean a em geral sua al-
tura e as folhas se tornio raras e spera ,
corta-e entfo o arvoredu pelo pe! o que
' produz no esto seguinte hum frtil co-
lheita de novas vergooteas : Igunm ve-
tes com tudo sedifere esta opeacao at ao
dcimo anno.
O cha se recilhe com as precauces as
maii minuciosa; cada foi ha he s-parada
d per si e hum aceio excessivo se exige
daqoelles que se oceupio deste Irabalho.
Existe no Japio perloide hum* Cidade
chamada Uis huma nfbutanha onde se
rre que o cha adquire hum sabor maisex-
quizito assim o esertio lodo para o Im-
perador, hum larg. fosso cerca este lu-
gar privilegiado e se prohibe a chegada
a qualquer Outro alem dos guardas. O
arbusto protegido por estes cuidados asi-
duos, s fie pouco da intemperie das 6s-
tatjes ; tira-seala poeira que manchara
aua foi ha. Algumas semanas ames da < o.
Iheita os obreiros ah empiegados sio o-
biigados a nutrir-se d comidas escolhi-
das ; leme-se mes'mo a influencia de seu
balito : durante o trabalho suas mos es-
to cohertas de |uvas, e elles se banhio
duas ou tres vee*1 por dia.
Apezar do vagar que produiem taes
proc^ssoa bum bou em pode rolher de lo,
a l5 libras de cha no seu dia Fazem se tri
00 quatro ro^heias por *nno de-de o 6m
de Feveieii-o at o mez de \gosto os po
ductos da primen a sio os mais e-tiroados
nomeio-os na China cha imperial elles
nao.-o d atinados ao mercados de Can-
tio e a ultimas colheias maja ou menos
mistuiadaschegio quasi unicaraenie Eu-
ropa.
As trras sio na Chinado tal maneira
divididas que o numei o das plantacdea de
alguma extenpio be mui diminuto; sa
algumas assim ah exslem ; o proprea-
rio e sua familia ba-lio ordinariamente
cultivacio e as folhas sao vendidas im-
mediatamente a pe?sOas que se enca regio
de is secar e por em lado de ser enva*
das aos nena lores de Ca litio.
O'meio empregdo para4 desecac'>
Vario segundo a qualdide. Cotiteutio-e
algumas v%s de expor as folhas a travs
de huma coilina aos raios d< sol diextn*
doya militas vezes: outias vezes porem ,
especialmente quanto aocha verde, se uta
de hu na peca coutendode 10 ao peque-
nos fornos, bum vaso de ferio pouco pro-
iundo se colloca em cada hum delles, e no
nutro canto es< huma long meza muito
baza toda cobna de esleirs; quando o-
vanos esto aqueci osa hu 11 ponto conve-
niente ahi se lancio algumas fibras de fo-
lh* novamente colindas : penetradas pe-
lo calor ellas se abiem e deixo escapar
alguma parte de seu suco ; be necessario
eulio agita-las com a mo com a possi
?el rapidez at que nio posso mais ser to-
cadas sem dor ; entio as tiiio cora huma
especie da colher chata, e as deposito
sobre as esleirs onde aqueiles que de-
vera enrola las as turnio em p-qu-rns
quanliJades e as 1 olio no concavo da mo,
observando nao Ibes dar mais que huuia
direoe.o ; out.as pe-so is agi'io entre tan-
to abanicos a lira deque refriadas mais
prompiamente ellas ro'i-enem raelhor
su.s d.br.is: esta me.-mai ope avise re-
pele 3 00 4 ve^zes o mais se he necessa-
r0, mascada vetes vazos recebem hum
calor menos forte e os mesmos procesos
se lenovo com hum vagar e precauces
sempre crecentes. Acredltou-se em nutro
lempo que o cha verde hera secado em
chapas de cobie e que sua lr hera de-
v da a esta circunstancia a qual turnava
o mesmo terapo seu u/o nocivo mas a
falsidade desta opiniio he buje lecnoheci-
dd.
.A oiigem do uto do cha na China se
p. roe na noite dos lempos elle ,he uni-
-fer.-al em todo o impeiio e se acha tanto
na mais simples cabana como no palacio
imperial. Aquelle que o p >vo ci-nnnme ,
h?, nio somente inferior* mas inda
muito froco p*du que os naturae- do paiz
que acompanhavio a eraheixada di Lord
NJccartnei procuraa5 com avidez as fo-
lhas ) servidas e depon de s mo!h*r com
Ht:oa fi.ia oMinh. huma bebida melhor
que aquella a que estavao acostumados :
ao roesmo ten p > ve*se que ao' cha dado
pelo Imperador Kiem Lorag ao eroriaixa
dor, faltava bum pouco deste leve amar,
goaoqual ri- damos trato apresao. O-i
Chinezes lonao cha 3 vezes por dia ao
menos, e as pessoas licaa muitas mais,
oflVrece-se aquella pss>a que se leo-be,
e faz parte dos sacrilicios religioso?. Pre-
pario-no na China da mesraafnineira q e
en* re nos, mas n5 se ajuuta nem leite
neui assra ar.
Eis aqui a'g ras detalh.s dados por Vi.
Ellis sobie huma vezila feta por Lord
Amherst a" Kiaog Mandaiira de h ma
classe elevada : -- O cha que se nos ser-
vil he aquelle chamado u Titro que
na5 serve se M0 pra as grandes ceremo-
nias ; he huma pequea foi ha verde e
muito aromtica es tacas em que se to-
mara se assemelhava s no-sos t- de
caf e bera5 collocadas sobre pequeos
bteis de madei^ou metal, que recorda-
do as Barcas ^PnetS.
No Jap.5' onde o cha he tambera hu-
ra* b bida cora muro a todas a* cla-ses, o
iedu/em a p extremamente fino, en-
chem-se as tacas deagoa fer*endo e se tan-
ca em cada huma dellaa com a pona de
hum caivete huma pequ.na porca deste
p, o qual secosluma conservar em boce-
tas muito elegantes.
O pouco tfmpo passado desde a inlro
doccadochem l'glatena pode farer o-
I-iar como bum verda teiro fenmeno a ex-
teicaS prodigiosa deste ramo de commer-
cio.
Pertende se que os Hu laudases o trou-
xc io no p' incipio do 17 S-culo mas nio
ae acha traco albura at l650 : lO annos
depois hum acto do parlam<-|.lO < igualou
como materia taxavel ao Caf e Chicolate.
S>u uso cora ludo eslava longe de ser ge
ral m-smo por enlre as p ssoa* de huma
alta classe : P*py i* ** j'"'"'. 25
de Seternbro de l661 Tamh > mandado
procurar huma chicia d cha, bebida chi-
hum semelhanie mimo da companhia das
Indias rientaes, que em IG67 ^eu Pe'a
primeira ves oidera a os seos agentes de
IrYe enviar cem libras: diz se que as pri-
meiras se veLd^-io a 60 chillis cada hu-
ma (*) .
E-te commercio nio fez muito progres-
soem IgNterra : to p> incipio do 18.* Se-
cuto a ira portacio nio monlou a 800:000
libras nos 1O primeiros annos: nio bera
anda mais que hura objecto de luxo reser-
vado opulencia. Servia se o cha em Bu-
le> da mais b Ha porcelana, e se tomaj-a
era tacas que apenas continhio huma co-
lher. He provavel que a esta epocha se
deve rem ntar esta anedocta lio conheoida
de Jonh Bol, o qual aopoem que huma
mulber vi rendo t*6 campo e recebendo de
pilfiente alguraasoncas de cha, imaginan-
do que hera hum h'gume estraugeiro o fea
ferver longo tenapo esperando torna-lo
mais tenro, depois iancou tora a agua, e
chegou a persuadir-se yue e-'te pr. hum genero mno hei# ex ellentc Em
183 1 en ti aiio em IngTateira 26 milbas
4 >-25a23 libras de < b.
Era Frauga durn'e longo lempo o uto
do cha se nio esptlhou fofa de hura peque-
no numero de casas ricas, de alguns boti-
qun, e nos prrtos do mar que esto habita-
alente em relaio com a Inglaterra ea
Holanda. Hoje ha poucas cazas de fami-
lias abastadas nio smente na Cidade, co-
mo no campo onde se nio faga uto do cha
ou como bebida sudavel, ou como obje-
cto ordinario, sobre tudo as noites.
bus K.lados Unidos as Sociedades de
teuiperanca, guo se exforcio a arrancar o
povo a -eo- hbitos de heliedice tern chega-
do a subiituir em hum grande numero de
localidades o uso do cha ao dos licores for-
tes. E-ia muda-ica tem trazido notaveis
melhoramentos na conducta dos bateis e
dos carros, e na execucio das estradas, ca-
naes, e trabtlhos industriosos de toda a es-
pecie. Qoanto influencia que esta subs-
tnuicio pode exercer sobre os costumes do
povo, he muit.i evidente para que nos seja
necessario demonstra-la pelos exemplos
que puderia-mos tirar do paiz que acaba-
mos de citar.
Megaan Universal.
neza, que anda nio tinha provado'.
Tres annos depois, algumas libias de
cha, nio herio olhadas como hum presen-
te iudigao de hum Rei; Carlos 2. recebeo
A Polica de Pars.
Os Cidadios de uma Cidade -bem polici-
ada go/io da ordera nella estabalecida,
sem sonharem quanlos incommodos cu-ta
aos que a cstahellecera, ou a conservio,
hera como to lo- os bomens gozio da regu-
laridadedos moviraentos celestes, sem te-
rete disso conhecimenlo algum : eatquan*
tQ mais a ordera de uma polica parece,
por sua urufoi iiii'fade, a dos corpos celes-
tas, taulo maissensivel, e por conseguate
tanto mais ignorada, quanto mais prleita
he. Porio qualquer que pertendesse co-
nhecel-a, e a profndala, ficaiia espanta-
do.
Entreter perpetuamente em urna Cida-
de, tal qual he Pai i-, uo consumo immen
so, coja infiuidade de acdenles pode sem*
pie esUncar algumas orgens, reprimir ai
tyiania,dos meicadores re.-peito do pu-
blico, e ao mesmotempo anniraar o seu
commercio ; impedir as mutuas usurp. es d--iras sobie os oi.tros, freqoentemen-
ledifiicies de evitar; reconbecer, n'uitu
mull io infinita, todososque podem ma-
is fcilmente oceultar nella uma industiia
perniciosa, pulgar deliea a sociedad?, ou
nio tolralos, se no quaudo delles se p*
de colher alguma utihdade, por meio de
e.up ego, que outros a no serera elles,
se nio encarregai iio, ou nio desempenba-
riio t.im bi-m: cooler os abu.-os mecan-
os as bahsas prescripias pela necessidade-
e que esto sempre expo-las seren ultra-
passado; encerrar na obscuridade que
devem ser condemnados, nio dar-lheacas-
ti^os mu foi es, igoorai o que mis vale
guor.-r, doquepuoir, punir raras veses,
e utilmente: penetrar, por conduetoies
subterrneos, no interior das familias, e
guardar-Ibes segredo, que ellas nio confi-
aiot uma vez que nio be mister fazer
delles algnra caso: achar.se presente por
toda a part, sem ser visto : em fim mo-
ver, ou parar seoarUitrio uma mullida
1-
(*; Quaz ji#OQ0j:es.
5LAR ENCONTRADO
m
m**


DI ARI9 DE P R R N A !I n C O.
rumen a c tumultuosa, e ser alma sem-
tre ictiva e dyasi desconherida del'.'
grande orno, eisaqui qua s ifoem geral,
asfiincv^s do M.igisir-,d> da polica.
Parece que um homem s nao basta pa-
ra .-so nem p-?la quantidade de Colizas, le
que leve ser nslruido nem pelas itas
que llie compre seguir, nem pea appfioa-
ca que Ihe he mistiT la ser, nem pe<< vai ie-
dade de conducas, que Ihe cumpre ter, e
dos dferenle raracleies que Itie he prtci-
io tomar: porm a voz publica responde-
r, se d'Ai'geuason baslou >ara ludo.
( Fi nleiidle E:oge de d'Argenson )
AV1Z-OS PARTCULA RKS.
JoioTorcato Lopes, na prnca d>> Com-
merrio detronte do Coi po Snto casa o.
ltimamente .negado d Baha, ten. e-ta
belevdo um Deporto de rap Princesa da
babia da tem conceitoada F< b< i a de (las-
te. Esle Aurtor he bem contiendo na Ba-
bia, e as niais Provincias do I tu pe o por
ter sido mulos annos u ]>rinci > 1 (VJestre
da Fabiicade Rape* Princesa de I.i b a, e
por mo bw^oca o annunciante a axcellen-
te qu.li l.ide do r.ip dosi u Deposite, ees-
t protopto a trocar qualqier poncu que
u'esia Cidade se a lie arruinado parten*
cetite a uicsina Fabrica. Quaiquer pea-
soa, uu pes oas, <]ue (t'i'sereifl a'guma en-
comoienJa de rap t n.io para vita Piovin-
cia, como para fora d'dU, podem dirigir-
se iiodito Deposito onde siio as encom-
m> nlasque fiserem de.sprrpenhadas com o
Inaior dive'io eeva^tidao.
H^ Jorge Brtnklt-hursl & Con'p fi-
zrmsciente ao resp' tavel publico qu d'o-
re em diaule nao continua m.tis no exerci
ci de seu caiseiroo Sur. Cephas Eluard
C.w-rd.
3P- Queni precisar de 400$ rp, a
premio sibre penhoces de ouro ou hipo
teca em alguoi prtdio, pelo lempo que
llie convier di.ija se a fabrica do fundi
para trat-tar do negocio.
*ZW Q 'em quiser mar dir coser ros'o-
ras, tanto de hornern como de seobora, di-
rjale a rus do Pir.s O. 8.
$2?" Quem precisa'' de uma ama para
Cisa, dirije-se a ra Diieila D. 5i.
tCSP" Qnem annunriou p e ittir de
3:100$ res, por praso de 4 metes, com
hypoteca, sendo que quei, a dar i por een-
to, dirija-sea aua do Corgo 3." andar
pegado ao Doulor Guiprseos, aleas8 hp-
. tadodia achai caro quem t> arlar.
y Viuva Cota & Fillios evisio a.
Snr. F.ancisco Miguel de Siqoeira, que,
em poder dos annunciantes ex sie um> le
ta de um cont de iei.s; sacada pelo Mi-
jor Francisco Antonio Con-ira de S ; e
aceita poro dito Sor. Siqoera, a vencer
odia 27 di crrente roes,
WJr Quero nnunciou querer Teodor
uma mulata de 18 a 20 anno, le boa fi-
gura, e que sabe toser peritamente, e
engomar aiillior ice., dirij.- Caldeiieiro 26, oau que fas frente com
0 fundo d> lyreja dos Martirios.
W, Preaisa-sedf omfeitor para trac-
tarde um sitio na Magdalena, que en-
ttnda deorta, eque s.iba .licitar facas,
equese^ugeiie atralull^r de enseria, d-
ee-lhe men almente 10$ 00 res e meza,
prelere-se Portugus: n..s 5 pmlai D. 17,
ST3T- DesejJ-,,efn|!ar nesta Praca. < om
os Snrs. Antonio Do mingues da S<\v, e
Pedro Antonio Pinto F.eire, a negocio,
queirao lera bondad* de snnonciartm su-
as moradas por este Diario.
XP OfIe.ec-.se urna rnulner b anra
para ama da un esa, e Robem ^ po
1 5e a engomar re-Up : qtiem >e qui,er u
lilisar do seu pnstimo d rija-se a ra ve-
Ihacasa n. 2.
WP" Quem pitcisar de um esise>rn
Biasj'eoo, pira loa, na, ou arraasem,
daud fiador a sua c-nducla, diijt-H a
ra do -\rai0n. i84.
ty* Q ra quiserserC b ador dea*'
sougue, dando ianca capas, dirijs-se a
ron do Rangel em Cdraa defronte da Crtsa doj Diversos Berebimen
tos que abi ac'^a com quem trCtar.
8^. Nesta Pra?1 de eja-ae fil'ar ao Sr.
Vi. en'e Fiancisco Ce Alc.n'ara, eaoSur:
Jorge Acurcio Silveira, a negocio, tjuei-
15o por este Diario annunciarem OS su rnoiadas, pawa se Ibes fallar. .
*"* O abnixo asi^nado fa scienle aos
arrema'antes e mlleclores da Ci.latle de O-
linda, que des le o dia 18 do curente mes
deikou de ou ler na sua vrn I no Vara-
douro n. i5,tod e para o que pagou al esle dia, tildo quan-
to se acbava devendo, como consta do re-
cibo do mesmo Col lector.
Antonio Manotl Coelho.
*$&* Roga-te as rondas puleisea que
rondarlo ni noite de |8 p-ra |9 do cor-
rente (jti tendo algraa dellas viss- "m es-
calio cssttoho, e outro csrdlo, aonun-
ciados 1 esta folba^jo aitigo fui lo, baja por
obsequio qnim os \o dar parte na roa
D reiti D 3.4.queser rerompen-ado p ia
se saber i dir.icao ({uetomaio dilos ca-
#v^H s q ie ib o furt.-do-.
*trTy A pe--ioa que annunciou ter uma
parta, e uma preta para vender, di>iia-
te ao armasen de vj.Jos o la lo' da Cadera.
fc"JS?" O Sur. Joio Bapti-ts da Slva,
queira vir buscar uma caria virria le Lo-
ando, qve p-T encino se tiiQ-i d'-> Correioj
na la d> Cabula na loja de Francisco
J.aqmni Dual te Se Comp.
J9" Pr-cisa-->e de 500-2) fs a premi>
de d iis porcentoao iu>' ; annuncie por
e>la fol'ia.
tT^m Precija-se de -um bom caixeiro
que en'endr defatendaspara urna loja fu-
ra tiesta Provincia e bem assim nm escra-
VobotnoO um es.-rava que fritenda de
tod o -ei vico de casa ; annuru ie>-r
\r^p" Precita-se de nm rr.oco de i5 a 16
annos, que tenlia t alguma piatea t)e
botica; aquelle qn" es'iver nestas cireun*-
tanci^s, .e dando fiador a sua conducta,
falle na ri.a di Ca'leia vt-llia caza u. lO.
ou na mesma ru botica de Vicente Joe
de lirilo.
ns.
NAVIOS A CARGA.
Para o Aiacaly
S gneviagem a Sumara Ave Maris, do
que Mc-tre Anselmo lose dos Santos:
quem nel> qoiser ca regar, diiij.- e ao
di'o Mestre abordo da mesina, fon nada ao
p da I ingoe ;-,o.i n > l'oito das canoas ca-
sa d> Xalac 1.
COMPRAS.
O livr^ nlitu'ado Lii-s d? um P..i a
urna filha, anda mesmo sendo em nuio
uso : no ..Herr da li a-vista loja de euros
U%i5, ou innunci.
^'jr Eacraosladinos quesejfo mo-s s,
e de boas figuras, sem tnoleli.s, e nem
axaqnes e livres tiobVm de depende iciaa :
na ra Dneita D 46 I dudo n<.si ente, das"
6aia> 8 horas do da, advvrte se que o
paga ment prumolo.
VENDAS.
Uma negra de nato Anin-la com 18
8 o nos dei'ace, cosinln o diario de nina
asa, ensubon bem e muilo boa quitan.
deia d" roa, e .Muiavi'.io oeuburu : na
I na d.. Rmgel I). 1/.
W2P ..riz 1 om carne de p<> eo e de
vaca, ca hisson em c e de 2, dito preto, agoardenle de Fran-
,-a em baniz e em garraf**, fiasqm-i'as
com tt.U't 1 b ) g-ne b dt-Olariti^, vinlio
egarrutado da aeguintes qualidds, do
Porto, da Vadei-a, de Lsb.u, le Bor-
deaux, a de (Ji ra, ba'rs eoen lila fina
de diferente' con-s, ranateia le Swiim a
preeo co no ! t 's vitola-, bur/. c m al&tlrfp, pes-as de
Jo a i\ Iiu sia, bou'jaacom tfio de liuln-
ci, spalos, inolhos paia peixe, aedeliles,
cMiiii-..s de listado, de midapoJo, e de
bata, b.iii/. cora arenques, charo los de
II luna em cusas e a. retaiho, tapioca, 0-
cubis de ver o longe, saltlo em latas, li-
gas com tal rt (do, tifulloi par aria: l'j-
aasa
ca, vac'mras de palba e le Cabello, pill-
eis- de difereotes tamaitos i>.n pifllr,
bono*! para marup, e oulr.is dferentes g-
neros, e uuio poi'Qo de l.tbuad de pinbo:
na roa da fipul n. 5 em o arma-ora deFeild
Corroll Jon or.
U'i'a escrava crila d? i5a 16 an-
sabe oom'nhar o diarioe faser leuda,
e Os maii arranjo" de ua>j 1 casa: na 1 na do
R n.fel sobrado D. 2^ segu.d > andar.
vcJJP" Um esrravo mssso, e b .rn traba-
liad t : na ra do FagUodeS I).. IO.
*fW Uaa preta dogeutiode angola de
20 a a5 ano )s sem vicio nem mu!e>tia l^oa
vendedeirn de roa dinja-.-e a roa da saotalla
v.IIki n. 44
qCJ?6 PotasSl em brriz grandes e pe
queno., t? plvora : na mj*. Ja C em a-a de Joio Matheut.
tey Dois pianos fortes rhegdoi uhi-
mainen'e de Han burgo do roilbor gosio e
V >ses, e tlua^ canteas de qii.1t'o rodas
pr prias para Engenho, ludo lo'pricj
rhuitn cmodo : na ra da Cadeia velba
D 48. .
%W 21 pranxes, os qu.ies se acbio
no porto da p inte velha : na roa que a-
irsvessa da Gloria pira a d> Alegra casa
confronte ao assougue.
'*3?" Uoia prea mu to b'-a vend-deira
e anlii lii.a : na ra ta Penba s brado
novo D. 7, t se dii O motivo porque se
vende.
tt^f* A dinbeiroavista R;i| lino piin-
ce/a inassaioc : na ma da Crut do R.cile,
Botica d-- Lo7 Pedro tl.'S Nevs.
t^JP Urna fl 'Uta de Enano com qnatro
chaves de prata, pelo pieco ele 9fy reia :
na ra do Calinga l.ja de Perrio.
^JP* 7 vareas de leile, e se nioduiida
dar alguiii pra-o a quem comprar to las,
.-culo prssoa 'jueiigrade: na i ua doQiei-
mado foj d f.i-eii.ia f>. 8.
*r^ U.iia mirad i de casa cem suB i-
entes cimnodoi, quintil murado, e ca-
cimba, -ita ao Raino da Roa-vista na ra
03 Gloia I). 28 : na mtsroa.
V!T* Vtnde-.-e, cu troca-se por um
quarto um cava I lo alacio c>xito, com
bous andar : no alterrodos Afolados de-
fr nt do viveiro arm isem de sal 1). 21, ou
bununcie.
T3>" Caix'nhasccm ve'las de fosforo de
tima composii;iu a /m r-vel, pist com o
loicer o pavio aparece una luz'iuito ie-
gulsr que do:a miis de cinco minutos, o
que muilo til par.i as c a,-sm como ca \at ct.m 24 p-penlns dos
vertladeiros poxes de soda, que .-erve le
u.n exclleiiie iefienerante, e ao mesmo
tempo de ora leve purgante, todo por
pri c Cmodo, na Pracinba do Livramenio
luja de fdienda L). 25.
*{&* Um Segundo t. nio. de Virgilio e
un p'imeiro tomo de Horacio, l dos em
boa) estado: no atierro da Roa-vista casa
junta a loja de ceraj
ft.y Um moleque n iolo de o, annos
pooco mi> ou m nos, proprio para apren-
drrqualquTcilicio por ser mu io esperto:
"un roa da Cadeia vilha o. 5.
fyJQr Potsaso Amtriraru em b-rrii p -
qnenoa, porpreco cmodo i Da ra doA-
zeile de Pejxe n. 17.
rjp Una caisa de ferro, por preco
cora do: 110 atierro da BoaUta loia D.
6. J
?jry Una canoa rom 4 palmos de
boca e 60 de comp fo. nova, de urna sa-
fra rom todo, o- seus perlences por pret"
rommodo: na praia do Co'egjo defronte
no boro d*arm8i-m ao seu propietario
C.rloa Jo/e de OintOos.
LTPKBffisaaxa
PEDAS.
ALUGUEIS.
Aloga-se om sitio peqoeno, com casa
de v.venia, una gr.-nde casa nova acaba-
da o armo pi- .lo, e urna cs.i ni is peque.
na, tuda lira a oiargem lo Rio Capibari-
b- no \affit di Capuoga : os perten lentes
procurem na ru.. alia/, da iild'.t?. d- R .1-
vi-ta csi n. 17, |. .a ar d^s dual !ior;.s
da tilde at as 5, 01 nal mesrnas casas da
Capung'.
Perdeo-se no da i9 lo coi rente desde a
Ria-vis'a t o Montciro uma ordem d.-
50$ ieis pa.sada por Jos Mara BancKira
tle Vloiira a J.-io da Cunlia Reiscontia o
Snr. Francisco Antonio Peieira deBiilo,
uma caria de dens de Domingos de tal
morador no Engenho da Tapea a Joio
Joaquim d Paixoconlra o Snr. Joio de
Carvalho Paes de Aitdrade da quaulia de
tO^reis; e urna caita que nada vallia;
quero asar entes Ire papis equi.er en-
trega-Ios pois os ditos Snrs. j eslo prive.
thdcs de nao os pa^ar se nioa seos prop ios
dono, e so recompensado, dirigindo-se
a rus do Quemado loja de niiudesas 5
de Euichio Piulo &C Comp.
ESCRAVOS FUGiDOS.
Em iG do correrte, fugio uma e era va
de nome Jo.uu n. de naci Angollr, re-
presenta a4 anuos, be.11 preta, b >a estat.
ra, nao gorda, tem em sima oelim dos u-i
um sigual de coilura, Jevou ve-tijo de
chita usado e pao da costa ; quem a a-
preben lee levem-rts a roa do Queimado
loja de Tienda 8.
I?" N > da inte qua tro de Ago-to do
rorrete anuo Iti^io u-n e cravo de iidcio
Angda com os signaesseguifiiesalto cor
cidra ctbeca pequeos, e c..b lios gran,
des tem um braco euxado f .11.. gro^a
levou vestido calca de eslop.i ,-uj.a, carai-
ra de brim grosso e ch 'peo de pdha pin.
Uelode verde: os apteheudedores leiem
a casa de Joio Fianeisco das Cliag-.s Silva
em r Recife ua ra da Cadeia que sera'
gratificado.
?ry Bibiana, crila, mossa, eslitma
ordinaria, cluia do coi po, cor fulla, com
piulas pelas no rosto, pe/. giOcos, que
n.o-tra quefoi negra do Engenho, cabella
um lano soi o, faila b anda, I vou ve^ii-
dode chita roa novo, saia preta, pano
drosla, novo, roican^a asul 110 re-coco,
fgida no da i3 do torrente, costuimda
a vender na roa, e fo esc r a va de Antonia
Vieira do Carino, moradora na ra Ve-
lha : os aprehende lores leyera-na atraz do
Corpo Sanio I). 67, que seiio geneosa-
meniereto-ni ensados.
*J" A n deSettmbro do lino p. p.
u^io um pardo de nome Antonio^ de it a
17 anota de idade, caa redouda, naril
um laotoaehaio, dbos rgul.r.s, a oielbi
esquerds fu rada com uma argoiiqha de
orno; uma scal.izde xibata na lace e-
querda, ahur.a rinco pilmos pouco mas
ou menos, Corpogrosio, bom cabello, pa-
rece riiais tapuis que paido; qu.m oa
prebende.! ter 50> re.sde sen lrbslho,
e o leveem Fora d puita.ao 2.0 Tenenta
J io Baptista d'Oiv, ira Giiimaraens p..ra
hliser pago e ser entregue aoabaixo as i-
uado que seu dono.
Angelo Custodio RimoJp
liveira.
laboas das mares cheias no jHorio dm
Pernambuco,
8 Segunda | oh. 30 m 1
-' j-T:
- 10 -Q:
g 11 Q:
n i aS:

" id
s.
Q m
K
Taid,
. NOilCIASWAniTIllAS.
iVrti'io sahido no dia 12,
Aracoty ; S. S. Josa Palofox, M. Igna-
cio Marques : tai ios gneros. Pssaget-
ros 17.
l'EKN. NA Til'., lili IVI, l'. PaSUA Ib JO.
MELHOR EXi=


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