Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02376


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Full Text

ANNO DE 1836. TERCA FEIIIA
i8 E OUTUBRO N. 226
i'
P,""4""'co. M Trr.nie M. P. de Pm.
DUS D.4 SEMANA.
17 S.-pnma S. Hetluvi-res D. And. dos Jui/cs. do Cr.
de m. e de l. ses. da Thezouraria Publica c
Clianc. de t. Quartc cr. s fi. h. e 4. ni. da ni.
18 Ter^a Lucas E. Hel. de ni. e aud. do J. de
O. de t.
19 Qunrl S. Pedro de Alcntara Ses. da Tli. I.
20 Quinta S Jqa5 Cancio Hel. de m. aud. do J, do
C. de m- e Ch. de t.
21 Srxta S. rsula scs. da Tli. P. aud-do J. de
O-deU
22 Sbado Ma,.H Solme Jlel. de m. e aud.
do V. (i. de t rm Olinda.
23 Domingo S. Joao Capis! rano
PARTl OFFICIAL
RIO DE JANEIRO.
AS8EMULE1 Ol KA I. LEGISLATIVA.
SENADO
Scs sao de i-de 4goto de 1836.
Reunido numero sufiiriente de Senado-
res pira foimarjras, deil.ira-se abeitaa
hessi; a tu ta le lid e ppiovad<*.
O priineiru SeiTit.ni'i d c-nt i do ex-
pediente.
Ordem do da.
Continua a di-cusso do requerimenlo
doSr. Vergueiro, para que sepic' in-
forroace* a Governo, a fim de saber-se
*e o graciado est ou nao tffeilivamente
lefoimado, off< recido por o. c siio da se-
gunda discussio aiesolucio que app>ova
ii pen-o de t:200$ n-i.s com i di la a Joze
Ignacio da S Iva, Olficial Mir da Se< re-
talia da Guei i a, e adiada p< labora na sem-
ejo de30 de Julho.
Da se o requerimento por discutido, e
potto a votos he rtgeilado, em rons--
quencia do que continua a segunda dis-
cussad da d ta resollad.
OSr. Paula SoTTz'a ainda off re e O M
guinte requeri ento : Q-ie fique adi-d.
a decisa desla pensiu ^sa defin ti
va da app^Sntaduia concedida ao -graii
ado.
He apoiado, entra em di cussa, se
por disculido depois dealgumas bse va
fes, e posto a voto fie a appr>vado, e po
-consequeucia adiada a discussio daie olu-
$eft.
OSnr. Presidente dec'ara que acaha de
reoeber parteeip*<;.5 dMuitS rio Im
puio, de que ba A 'lea Imperial a S re
uissiwa Senhora Princesa D. Janur i de-
ignara odia quinta -ira, 4 do corren!-,
pela buma hora da larde, para prestar o
juramento de que traa o a. t. l06da Con. -
tiluico, que, na qualid..de de herdena
presuroptiva, Iheompete prestar per na
a Assemblea Ucral: o que se p.i>s a tivis-
mittir outra Cmara : ca o Senado u.-
teirado. ,
Sendo a segunda parte da ordem o
dia trabalhos de Coujn.is.es, pa-sao *e-
u* Ilustres Me.nb.os a entrar neste.exer-
cicio, auspendende.se pan este Iim a
eatl, a qual continuando pelas duas ho-
ja,, d-ae a ordem do di, e leaola-se a
ewlo
TliIo agora depende c n meninos da noana pru
leiio. murieracao. e energa.cnitiiiiiemns com
principalo, e remo. nontad, enm admira-
cao entre a N'acoes mais cultas.
Proclamafi da J$iembl*a Gtral i Braiil
Subscrere-ne a 1000 rs. Mensa* Pgo. .diant.Ho
uest rp(1)rrafia. ra das Cruzes I). 8, e na I ra-
en da Independen.;! N. 37 e SU onde e reoehem
enrresPOltdVnoilU leKalisadas.e am.....,.s; i.pr,n-
do sp .,-te. ,raii. sedo dos proprio assirnaiues
indo ig-nado.
CMARA DOS DErUTADOS.
Scssa de 1 dey4sotj.
ISSC.
CAMBIOS.
'Ondres 38
Outubro 17.
Ds. St. poi l ced. ou prata a
., I"" .. eco. o
oo portento de premio Nomina.
kiuboa -W por o|0 pri'mio, por metal, Notn.
PmiOlSSS lis. por franco
">ode Jan. f ,.. c. do prc'-m.
Moeda de 6W 13..2H0 I3..40O
4..000 6. "00a 6.,soo
Ke. i., no
i reiuio da prata 50 p. c.
r'i\.<,r.,c"ra<:' Prme* 2 por ojo
Lol.re 25 |>or cento de cesconto
Al PJiRT">'* rOS CORRRIOS.
linda-Todos os .lias ao mr.o di.
Uoiana, Alhandra. Parail.a. Villa do Conde. Mo-
mai.Kuape y |ar. e,; de S. Jo>. Bmod'AlSa,
aV,, i rn''a' Votada Prinee, Cid.do
\ZZ '?* V,"'",(o atoras. Monte mor ora,
s' i TV* C*"i"d- y. Jmperatri,
piuV";1 .>a"do ''""'l'e. obrar. Norad*
Bllle.T. Ico, S. Matbe.,.. Kearhodo san^oe. S
.intoi.u. do Jardim, Quexeramobim. e Parnabi a
veranda* c ^e^tas (iras ao meio dia por via da
t ara.ba. Santo A .nao-Todas as quintu feiras ao
meio da. Garanhuiis. e Bonito-no da 10 e 24
de cada mea ao meio di. Flores-no di isda
cada mee ao meio dia. Cabo. Serinbaem. Itio Va
muzo. c Porto Calvo-nos dia I, I Le 21 dcada
mi'Z.
A's iO-horas feita a chamada, e achnn-
do-se numero legal, foi aher'a a ^e-sa
depon de lida, e approvada a acta d'anle*
ced-rite.
. Secretario r* tonta do ex
OSnr.
pediente.
Cotitinna
ocnrtp,,t (-omo no proj-cto) 143 OOOeg;
> uS p,ssa a ser 16 redicido assim : Com
O. de
m do di.
a discussa adiada na sesso
anteiior sobro n es'.luca que approva
a tenca, de 240^ res anniifie-, ronce li-
da a Joaquim Aibei to de Souza e O iveira,
e mais emendas etc.
Dr-p.-is dealgum debate continua a s-
s -6 e ficar diada para se pa>s*r outra
parle da ordem do dia, e entra em discus-
sa o orcanaeuln da Faienda :
Capitulo VIL MiniMerio da Fa^cn-
dI-----An. 8. O.Ministro e Secretario de
E t.-du dos fieg-K io< da Fatenda lie au-
lonaado a dei.pei.der no anno fiaoceiro
de*ta lei: ,. Com a divida externa fun-
dada l.b. st. 380.090, calculadas.o ram.
bit de 45 1/0 dinheiios sterlinos por mil
reisa, p,r, a, 1 il:6i i^ilO; a. Cama
di>lla ;nt, 1 n* fundada, l/l90 000^ ; 3
Com a Cn* xa da A monis.c.5, e filial da
Babia, ,8 280^5 j 4 Com o Tribun 1
dj Pliesouro oseu expediente, inclusive
a impress. dos actos expedido* ,
.-, >j::njift>BO ; ^ o. Co.i, a
Tb. snarar:;, iuea as Prowtn in......
23o5a^240j 6. Coto aa AlftAdcgai c
M sdi Diversas R ndas, 6y3 280^481);
7. Com hs Recebednria e Colle. t .ia.
ia5:35q 30 176-22)120; f). Gorn a ip-TacM f*o
tr.co do papel o'cobre, 20:000.52; i0
C mi osemp.egados de repa> lines extinc-
t I i8.Gl2f2)5.;)3 : I I. C-iin os ;i|i:s 11
t.dos, i63 6i279i ; 12. Com pen 5-
e<, 15?.:6g4gn^7; i3. Com os. meios
soldos, f)4.6i4C2>>24; 1:4. Com as sen
t<2iicas,2c^: te Fio, 4i:<7l$tJ24; 16 Com o corle
e i'onducco ilo pao bi.zil, pganHiiti
doj beos de drfun'Oi e ausii te-, ie lilui
f descont^ dos bilheles d< Alfandega
e eparos d^ edificios a c*lg > deste Minia-
te io, i73:COO2; 17. Com g'atilicac-
es extraoidiuanas, 6:000^2; 18. Com
as Je.-p-zas cvinluats, OJ.OUO15?
R. 5,632.304^)264
S..5 ap.n'ada as teg. jatea emeaaes ua
Como'is ao:
Os*-6 e 7, substituidos pelo seguinr
te:
G. Com ai Alldti 'cg'S, Mesas de
Uivtisas Rendas Recebe oiaa o Coll c-
loiias, 728 63().JJ ; 9. Sunptiurdo ; o
S 16 pjsaa a sei J, rtdigido sid ; Com
dtpetas cverituars, 5O:O0O^J.
Depois de fallaren) sobre as emendas
propostas pela Com r.i-sa os Srs. Minis-
tro da Fatenda e Vi.mna, o Sr. Vasronrel-
l<-s p de palavrn para propor huma
quest.dLoidrnjella consi te em diudr
a diMus-a deste capilulo emires uart..
Lemhra que se trata de huma votaca de
mis mil tontos, e parcce-lhe qae nao se
podes fofor -eisjbil coritos em buma .-
; d seja poisque e hale pn'mi-
dissera o anno p*sadoque n5 duv'dav*
?otar pela lei, seonobre AI nistro, logo
que 1 ei-orih. ces-c- os grandes deffeitos de
lei, sesujeit<.s-e a hum ca-tigo ipso facto
sem sentenca. Deseja saber que fim po-
de ter esta substituicio, se nao de aggra-
var mais o Ttiesouro Publico. Seascou-
sas caminharem por este modo, n5 est
muro distante a bancarrota. Ptde pois
Cmara haja deadoptir a decisa da dis*
cus io por elle pioposta.
O Presidente consultando Cmara, es
ta decide-se pel.i idea proposta pelo Sr.
na e externa, e em lercciro ligar ras di-
veis.s eitHes publicas de fatenda. Julga
fe absoluta Ovcessi ide que se (rale de .lis-
ulir oque diz respeito subs'ituicafi do
cobre epapel-moeda, pois que se a Ca-
mara entender que o paiz deve fazer algum
saciifi io pira evitar a em-niuente bancar-
uta, tdlvez possa -ar algum corte na a-
ino. tit-ca, e examinar boje com mais par
hculiiidade os diversos sy temas de amor-
Usaca. Entende que merece buma dia-
cksmS especial o a.t. do orpamenlo que
trata da st.bsliluica do pap.-l moeda, por
quanto d.sgracadaminte va6 se verifica-
do ou r>-..li -.nulo suas prof. cas a rcjuilo
dessa deploravd |t do meio cireu'ante.
"<1 ft s-i.pt.sl a. PTbesonroacba de
'er rcubid > na importancia d- 497 contos
aeris, en s^be elle, orador, ** o ron.
bo foi ni Thesouro, ou for.t do Thesnu-
1 o. O oa lor, a ser ministerial, s pe ten-
oer 111 lion'i, pjra deender o Governo,
p r> mostrar quee te tem proceli.'o com
toda a aclmdade que a importancia da
materia exiga, lena 1 rop-isio ; Cmara
que nom-ns-e boma Commissa que fusse
examinar e te f*'to extraordinario, qu
t.n.'otem de ii.fluir no. crdito publico.
iNy se animando a enunciar todo o s u
pensa rento, s lembra que o caso he rnui-
t.i grve. Acnresce que o nobre Mit.i,-
tro do Thc.-ouro, ou o Governo mandou
substituir as notas los valoies que fora
loal'adas. Nao erilrai rio ex.mi^' de al-
euiuasconsideiicccs juridicas ; n 5 ntra-
la mesmo em eun-idersedet Anaaosff4s,
por que reserva se para discutir cata rna-
ti4 na ociiaiio competf ale, ims desoja
que a Cmara iustitua hum ex me sobre
a utilidade d.sta medida de substituas;
paiecendu Ib- que ne'e objecto vio
Governo imitando sl-as de Penelope;
sub.-titiie, lortia a -uistluir, p..recendo
que n.5 ter hurntruio eta desgranada
operaca. Piev quo o nobre Ministro dj
Fazeuda q itrer diier que qner satisfa-
tec os seiuiuieiitos, os votos dol'gislador;
que por isso tem preeipitado easas opera-
,5fj; mas lcnibra Ihe o que illa, orador,
ro <*a sbbstiliiica do papol m,.<,<),, d,po- Vasconcelos. liol.apoe
1. da a.uorli/aca da divida p. blica nter- / disruss. o n. 110.
OSr. Cfirnt iro Lio observa que, na5
ouvindo a ..Iguns dos Sis. instruiJos na
materia filUrem, quer pedir algunas ex-
plicafes ao Sur. Mmi-t o. Peigunta-lbo
pois qual be o lim poique manda substitu-
ir as notas de 50$ e. por diante? Se el-
le tero outras notas novas par continuar
na substiluica5, ou se mauda anda pre-
p.srala.^, e tem def-zer nova emomnien-
da para L- ndre.. ? Quer em fim saber o
prazo com que conla para fater tod.i esta
stibliluicii? ele.
O Sr. Ministro res pon 'e que o Gover-
no nmndi.u substituir essas olas de 0$
a 500^J res, na5 sp >rque entend buvia utilidade pulilica ntssa medida, intt-
l li an'o 8ssi.ii o roubo dos 470 contos,
que ta: t > importa esse loubo, as classs
'aqudlea valores, r< mo porque a-sim de-
leiuiina a lei de6 de Outubro, qoeorde-
na que logo que appareca notas falsas erft
al^um.is das i lasses, tej>6 el as immtdia-
l mente subsiituidas pelas de re ei vi, qUe
deven baver. He verdade que tambem
f..ri roubid.s asde 20^2 a,: ^JS' m*H
sen lo o roubo deslas de 27 contos,, e na5
leudo pipel para toda a substituicaS, o
vaso que deixava na* circu cao nao per
miltia essa nv.-di b, eenlre os dous male
pref.re o menor. Para supprir a faltad*
aquellis quitio classes- exislem notas dos
valores de 20 is. para baixo com as
qu. e pide o Governo continuar a aubs-
t tuigao d..s seduljs e dorob e. Nao po-
de calcular o prazo de ta nova substitui-
do, porque dep nde da pieparaca dasj
untas de 20J2>, que de cerlo consumir
mais mais touipa do que ro.n aquellas
de ma ores valores. Ni se f z nova en-
Cdtnmeoda, lecommendou-se s m ao nos-
so Ministro que apres-sasse a remei-sj ja
eorommendada em viitude da lei.
OS ir. Tones pede ao S Ministro ha-
ja de infirmar se entende que, apesardes-
ta op>rac5 que quer fater, dte come-
car o troco docebre na forma da lei do
anno pa=sado, ou se esla operaca do troco
doeoDie deve Bear a di.di at que ebe-
guem as novas notas que S. ExC. enrom-
m''udviu para Lond es, eru fim se a medida


que acaba de tomar deve 011 nao retardar
a operacSo do Iroco do cobre. Etn segun-
do lugar deseja que S. Ex-, infrme a C-
mara ero que lempo ( pois parece-lhe que
deve ter feito hum calculo disto ) esta ope-
raclo do rccebimento das novas notas deve
estar acabad. Em Om deseja queoSr.
Ministro iuf roe se as notas que torio
roubadas no Thesouro Publico, se a. he-
vio ou nao recolhi Jas em cofre forte ou de
ferro, ou em que lug.r se achavio de po
litadas j e era segundo lugar se as notas q,
esto por numerar, ou effeclivas na nume
racfo, ficio guaidadsem cofre de ten o
ou fra deste cofre, fra da caa forte. ^
O Sr. Ministro responde que j disse q
o papel que exi-tia era suficiente para a
cootiriu.tco do troco das s quant saodo o papel 35 mil conios, e con-
lendo cada classe 4 m'^ coritos, inutiliza
ds as quatro de 50$ a 500$, i eslo aO
mil cont >s, alm dos i2 mil que vierio ;
e sendo iO mil contos q.' existe de seduUs
em circulacio, ecalculando-se qualquan-
tia de cobre a recolher, o papel que ex i-te
chega para essa operaco. De necessida-
de es-a operacio ha de ser mais morosa
por sso que mais lempo se ha de consumir
na promptifi- aco das notas de a0$ re
para baixo. Quanto ao nais, pode infor-
mar ao Ilustre epulado que as notas q je
forio roubadas ai havio-se na caza forte
dentro de latas, e em caixSes prega los, e
que a nao encoutrarem os ladies as suas
chaves que estavaS dentro dos cofres qae
arrombii a, difficil lhes seria sua entrada
a. Todas as notas numerarlas e por nu-
merar acba-re dentro de cofres que o Go-
verno coroprou ao exlim to Banco para es-
sa operacad. O Governo muito te lisou-
gaaria se a Cmara mandare de seu seio
huma CommUsad, naS para ver es-es
estragos do roubo, como para examinar
essa operagaS a seu cargo. O Gove no ja
paitecipou Cmara essetiiste aconteri-
mento, o oln\to vcio boje e ha de existir
sobre a nseza.
O Sr. Calmon, fallando sobre a materia
em discassad, conclue pedinio oadiamen
lo da discussaS do 9. para que huma
Coinmis95in,,titua eHme e iecdha osee-
cltrecimentos necessarios, a fim da As-em-
blea tomar huma medida a re?peito, ou
to com o meio circulante.
O Sr. Calmon sustenta igualmente o
adiamento e mostea que huma vez que se
dilibeie, que 6que adiado o paragrapho
novo, tambem eMes devero 6car adiados.
D se por discutida a mate ia do adia-
mento e pondo .-e este a vetos he approva-
do.
O Presidente (' para ordena do da do-
U-, a mesflPmatenadada paiahoje, e le-
vanta a sessaS depois das duas hoia-. da tar-
de. _
Ministerio da Fazenda.
Continuado doN. antecedente.
para que CommissaS de Orea ment apr-
sente a segunda parte do seu relatorio em
que eflorecer algumas ideas sobre Cota ma-
teiia. Reconhece que n divizaS propona e
approvada pela Cmara he necessai a, mas
queomesmo nobre Deputado que apro-
pia ha de reconhecer que naS se pode ja
discutir o objecto do 9, e q' se deve passar
ao segundo objecto, que be a divida inter-
na e externa havendo ideas a este res
peito no relatorio da ConimissnS, e-lando
presente o Sr. Ministro que \ le fornecer
osesclarecimentos neCessarios, etc.
O adiamento p. opusio he apoiado e en-
tra em discusa6.
O Sr. Maitim Francisco approva o adi-
amento. A quest 5 he de sua natureza
la5 vital, os males 1*5 inminentes que he
mister que a Cmara toma huma delibera-
ca6 que os possa evitar; para isso as duas
CommUsSea devem tomar hum acord;
quizera mesmo que s duas Commis 5 s,
iulgando precizo, examinem o estado do
Thescuro, etc.
O Sr. Maciel Monteiro appiova o adia-
mento; mas nao julga que, huma vez q'
se ade a discussaS do artigo 9 i-e deva
principiar a discutir os tres pnmeiros
uris^o pede que tambem se a i- a lis
cuss dos 3 pargrafos primeiros e que
se principie a disc ns ao com o resto do ar-
Depis de fallarem o Sr. S >ua Martina
opinando a favor do adiamento. o Sr. Vas-
concellos declarando annuir, na5 tanto ao
atfianienlo propon" pelo Sr. Calmon, co-
mo ao proposto peloSr. Maciel Monteiro,
e exigindo algumas informa-. 5-s do Sr.
Ministro da Fssmda, que s-6 dadas por es-
t S. 1 julga-se di-cutido o adiamento,
que be appiovado.
He apoiadoao depois o adiamento pro
posto pelo Sr. Maciel Monteiro, dos tres
urimeiros do artigo.
O Sr. Maciel Monteiro sustenta o seu a-
diamento, declarando que todo o empe
nh'o que tera tm Mae e"e P,s9e n8 ne
mais do que a boa ordem da discussaS, e
por rtt jue a'guma rela9a6 teta e;te objec-
TraducaS -- A GommissaS nomeada
para tomar cm consideracaS cSrc., pede
venia para expender que todas as van-
tagens exarada* no prembulo todito
Bill se conseguira em sua opiniaS se
elle lor aprovado. Tendo sido enunroe-
das as ditas vantagens no megino prem-
bulo a commis*a6 se decide com o
fim de ai dev .Iver, a seguir a mtsina
oidem nadeducca de suas raz5es para
recomendar a adoca do plano propui>to.
O.0 Artigo do prembulo explita-se as-
siro... O Systema* Bancal que pe mil te
que os Estrangeiros Accionistas, ou nao
Aiciooistas cobrea dividendos sobre os
lucros prodi.zdos pelo nosso papel moe-
da, he considerado, na5 errneo, mas
injusto por quanto e-tes lucros sendo
derivados da circulagiSde Notas do Bauco,
e depsitos feitopor Capitalitas residen-
tes, sao de natures local, e iwwlA fi-
c.'-r no estado.
Nossas Instltuic s B*n ais podem clas-
sificar-seda mapeira S'guinte :
1. Classe- O* Bancos que reunem o
seu Capital porme'0 de sub^crippa e
que devid m semestral mente os seus lu-
cres entre os Accionista*.
Estesyetema n5 pode evitar o mono-
polio porque com nomes supostos ou
comprados, se tena qnasi sempre illuddo
ass.bias disposii5es da Legislatura para
o embarcar.
2. Cassc. O B-nros que prefasem o
seuGaiitil com dinheiro df> mprestimo
a hum premio l*o qne nao ex-eda a 5
por cento ao armo, e cujo lucro exce-
dente aquello premio, perlence ao pro-
pretartoi do terreno e ao Estad. Este
systema f.i piiraeiramente inlr.diuido pe
la AssossiacaS consolidada dos Agrien to
res- da Lousiana : sendo a baso destas Ins-
tituic0*>'8 o estado real, nao pode xistir
monopolio.
Os Bancos da 1. Classe sao :
mercial, O.leans, e dos Mechanicos e
Commerciantes, 8 por cento.
Conservas alea disto grande fundo
de 1 enerva. i.
AsCompanhiaa de Gaslight e Carrollon
(Gar.) e Raw I (. Caminhoa de ierro ; ,
lia pouco que come9ro as auas opera-
?6es.
O B..ncos da 2 a Ca se sao :
Capital. Q. emprestada.
Asso iaco conso-
lidad'.......... 3.no ..000 a.5o0.ooo
O Banco d- Uniio 8.000.000 7.000.000
O Banco dos Cida-
daos,anda en ser
as Acces...... 14400000 ___
a5.4oo.ooo 9.500.000
Deduzindo seas Ae<.5es resga-
tad*s pela AssoiiCo conso-
lidada..................
Soo.ooo
9 0OO.00O
A enorme differenca de vender a Es-
trangeiros A- c5es do B*nco de queelles
tira hura dividendo de 8 e 9 por cento
quandose Ihe* toma dinheiro a hum pre-
mio fixo le 5 por cento, he mu obvia
para precisar .-er Ilustrada : com ludoae
es fundos dos Bancos da 1.a Classe se re-
tiveiem no Paii, he destruido o objecto
da Legislatura quando d regularoentos
a estas InstituicSes. O Capital so pode ser
titroduiido pela venda d^s Accrs a Es-
trangei'Os, ese torna assim hum esgoto
para o Pea : e p*ra que o effeilo produ-
cido sob o a riqueza e industria do nosso
E-tado, por estas duas Classes de Institu-
c5es B-ncaes possa i ser bem entendida,
p.de lic.npa a vossa GommissaS para a-
presentar vossa mais seria consideracaS
as seguiutes exposi^Ses comparativas.
Banco do Est.do da Loui^iana.
1833. Dividendos de Janeiro e Julho so-
bre 1 3 3.700, importancia dos fundos
existentes fora do Est.-do a 9 por cen.
to....... L. 1.7 333
183*. Dito dito a 8.... 104.29b
l855. Dito dito a 9.... n7.3d3
Exct sso p mesmos fundo-........... 52.198
Divi lendos de 5 annos pa-
gos, ou pagavtis for; do Es-
tado................... L. 39i.i6o
Capital. A*. fora do P.
O Banco do Eala-
do da L'uisi-
ana......... 2:ooo,ooo f i:3 3 700
O Banco da L-u-
siana....... 4:ooo,ooo 1:606,600
O Banco da Ci-
dade... ,\ .., a:ooo,ooo 1:17a,7oo
O Banco do Ca- .
nal......... 4:ooo>00<> 3;59i,5oo
O Banco de Or-
leans........ 5oo,ooo
O Banco Com-
mrcial...... 5:ooo,ooo 1:25o,000
O Banco de Me*
clnnic s o Co-
merciantes ... a:ooo,ooo i:io4,ooo
Companhia Oar-
roltor e Bail-
wad........ 3:ooo,ooo
Dita de Gaslight. (i o 0,000 a:6ao,ooo
Dil de Alchala-
lay 1 e Railwad
( raminho de
fer": ) ainda
n 6"' organisa-
da.......... a:ioo,o"o
Dita de Banco de
Cambio...... 2:000,000
Capital Social... 3o.5 >o,< oj ia.628,500
Da Companhia de Gaslinght fora
transferidas 26,000 Acces para N Yo-k, e nao ae s. rao vendidas ou adiantadas.
Dos Bancos refeiidos, o do Estado da
Louisima divide 9 por cento por armo.
Os do Loaisiana, Canal, Cidade, Com-
( Continuar-se-ha. )
DIVERSAS REPARTICOENS.
~...... ......--.-"
PREEITL'RA UA fJOMAKCA DO UF.CIFE.
Paite do dia 16.
III.n. i'Exm. Sr.
Pe CommiVario de Polica do Destii-
cto do Fute do Matto for^S remrttidos
prezo, e recolhidos ao Calabouco do C. P.
Joaquim Antonio, Guilherme Joze, An
lomo Pedro, lodos marojos, e Antonio
do Nascimenlo de Car va I no, por estarem
em leso den, e ter o piimeiro tirado de
urna faca de ponta, que Ihe foi tomada ;
o trreeiro ferido ao sigondo na cabepa
com hum ccete e ultimo desobede< ido a
ordem do m su o Commiasario e insul-
tado a Palmilla rondante.
Foi igualmente preso p >r hum solda-
do de Polica JoaS Jo-e, por estar ebrio,
edu pancada*.
Nada mais consta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefe tura da Commarca do Recife 16 de
Outubro de i836. Ulm. e Exrn. Sr.
Fr*n queique, Prezidente da Provincia.Ma-
noel do Nascimento da Cosa Monteiro.
Parle do dia 17.
Ulm. e l'.xm. Snr.
Fora presos e a minha ordem recolhi-
dos ao Calabouco do Corpo de Pohcl
Antonio Francisco Franco, branco, reme-
tido pelo Comuli-aario de Policia d^ For-
te do vlatto, por ser encontrado em des-
orden com outrem, que, depois de preso
se p le evadir de que reaultou o ficar
bastante espancado : Jos Luiz de Costa,
Manuel Vaz Pe xoto, brancos, Manoel Ro-
meo e Jos Patricio pardos, remetti-
dos 'pelo Sub Prefeito da Freguesia da
Varea, por estarem comprehendidos
oofuito de duas vaccas pertencentea a
Antonio Pereira; Manoel do Nacimen-
to ci ioulo liberto, remettido pelo Sub-
P.efeito da Freguesia de S. Antonio, por
ter ferido a preta de nome Luza es-
crava de Manuel Antonio de Spuza com
urna pedrada.
N*di mais consta. t
Dos Guarde a V. Er. Secretaria da
Prefeitura da Comarca| do Recife 17 de
Outubro de i836. -Ulm. e Erm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanit d Albu-
querque. Manoel doNastimeoto da Cos.
ta Eouleiro.
HEZA DASDIVBR8A8 RENDAS.
A pauta he a roesma do N. tlX
ARCENAL DEMAR1HHA.
Precisando o Arsenal de Marinha de
eis matros de pinho sendo do-a para
hereroempiegados no Paquete Brasilia na
volta de sua viagem proxirna a lser, e
os qoat.o estantes para sobrecellente;
o Inspector do A.seal de Marinha con-
vida em consequeucia a quaes quer Snra.
N.gocianle que de tal encommenda se
queiraS encarregar, a comparecerem na
Casa da IuspeccaS do meamo Arsenal pa-
ra se t.atar do ajuste respectivo, ou a
enviarem em carta lixa la hU propos-
tas, Ar.-eual de Maiinha i7 de Outubro
de i836. 1
Antonio Pedro de Carvalho,
Inspector do Ai seal.
CORREIO.
Exi-te na Adrainistraca do Correo um
Olicio do Exm. Pre.-identedeta Provin-
cia de particular inleresse de Raimundo
Nonato de Araujo, ao Ministro da Guer-
ra que devera' ser remettido ao{ aeu
d^tino depois de paga o respectivo por-
te pelo interessado.
A Sum-ca S. Jos recebe a mala para
o Aracalihoje 18 do corrate as 9 horas
do dia.
MU
OBRAS PUBLICAS.
Pela Administrado Fiscal das Obras Pq-
l.licas tem d- se comprarera trez jontas de
Bois manso-, de carro, para os trabalhoada
nova estrada do Pao do Alho: a pessoa
que o quiser vender pode aparecer na sal-
la da dita Adrainistraca, das nove hora
as duas paiatractar do seo ajuste.
A. F. de Moura
Admi-trador Fiscal.
Pela AministracaS Fiscal das obra
Publicas, tem de se comprar mel le furo,
lodo oanno, para sustenlaca dos borv
empregados na nova estrada do Pao d a-
Hio arpessoas que quiserem contratar
este fuinecimenlo, obrigando-se a polo,
no lugar da dita obra, podem concower
na salla da mesnia Aministraca, todbs
os dias, das nof e horas at as dues, par
tratar do ajuste e comprar-se a quero-
por menos piecoo vender.
Moura,
Administrador Fieal.
amara municipal de olinda
7.' Scssa ordinaria de 3 de Junho de
i836.
Pr.sidi-ncia do Sr. Albuquerque.'
Aberla a SessaS com parecer So os Sin 1


T 1 V afc
Hi
g.1 A R1_g, DE PERNAKBCO.
Guedeft, Xafier, Cardirn, e Manguinho,
f.il lano com cauza os Srs. Passos, Ba-
rata, Pereira, e Oliveira;.
Foi presente hura olicio do Exm. Snr.
Presidente remetiendo huma, resoluc. Ja
A-semblea Provincial e/n que nao ppro
vava o augmento de 200-2) rs. njOrde-
mnadodo Secretario desta Garuara: intei-
rada.
Outro remetend > hum exemplar etn
pies o de aun Memoria para huma Cora-
panhia de Obras publica im qualquer
Provincia do Imperio: inteirada.
Outro Olicio do Cidadio Jos Antonio
de Olivcira eS1 va, participando o mo-
tivo em que se achira para nao poder sea
suplente d> J'iii da P" daF.cguesia de
S. Pedro Mrtir Jpilo que a Cmara o
liouve pore cuto, e que se chamasse [o
enediato en votos.
A CommUsad encarregada de dar o
sen parecer a respeilo do estado em que
se acha o atierra do Varadouro desta Ci-
dade fasendo' ver que ja e quauto antes
se tomasse providencia a fim de que n.5
arrombisse o dito alten o : pelo que a
Cmara resol ven qu visto serjrnui pie-
judicial o ptann que existe nesla Cidade
que faz objecto temelhanle atierro, que
ja at havia Ordena para Mtf arrumbado,
no lu^ar da ponte do Varadouro; mas
como se nao lenhi dado comprmelo
dita oidem, e ella s ja antiga de novo
se consultas*e ao Exm. Snr. Presid-ute
remetendo se-lhe acopia da dila Ordem,
e que no en tan tojo Fiscal tomasse a seu
cargo fazer qnanto antes os reparos ne-
cessa-os, e que o Procurador ficasse as
despeas necessatias.
HouveraS varios requprimenlosde par.
tes. E por dar a hora o Snr. Presidente
levantou a Sessa, e 6cesta acia em que
assignara. Eu Manovl da Molla Silvei-
ra Secretario da Cmara o cacrevi, Al-
hoquerque P. Cardim Manguinho ,
Guedes, e Xavier.
H I
Eleitorei da Freguesia de S. Pedro Mr-
tir de Olinila.
O* Snrs. votos.
Jos** Antonio de Olivoira e Silv ... 71
O Reverendo Vigario Joa6 Jos Pe-
reira........................ 63
O Reverendo Conego Francisco An-
tonio de Oliveira W.elrs....... 56
O Reverendo Don tu- Francisco Jo-
ze He Almeida................ 5*
O Capitn Miguel JoseTtixeira... 48
Suplentes.
Josa Eustaquio Mari^l Monteiro... f
O Reverendo Conego Francisco Jos
Peixoto..................... 4^
Jos Miguel de Souza Magalhiea
Jnior ...,.................. 45
Manoel da M tta Silv ira......... 39
O O-utor Nono Ayque de A vellos
Annos de Brilo Injez.......... 25
AVIZO.
Tendo-se quebrado huma urna Ha Lo-
tera, que mprclervel mente havia cor
temo dia i7 do c ahnuncio feito pelo R. Reitor do Semi-
nan, a qnal se .chaj concertar em caza
domestreenlalhador Jo<5 Chrzos'omo,
o F.scrivaS da mesma Lotera faz sdente
o re.-peitavel Publico, que assim qne es-
tiv. r a uina .concertada, far o annun-
cio para o andamento das Rodas.
um taISr. Barro* A meu ver foi questo
dec.d.d* pela Meza em meio de inaeptoa e
contraditoiioj apoia lo.sem o< pre, izoses-
clarecimeutos, e verdadeir* ntelgenci da
materia.
Setentava o arguente, que o so'dado nao
devia votar, p0' p escnp.o rendirneuto que a Constituicio
exig, e, em nao lei u/.aes sircunstancias
avilianles, que e>lio susg-ilo por seus
Regulamentos. Esta objecto francamen-
te bazeada n'nura erro, e n'bu na preven-
clonadlo fcilmente, demonslracio evi-
dente do acressimo do -o'd militar Cen
c*rlo*corp.),obreo rend meuloq'aCons
tituico narcoi. Por outro lado, a nos-
sa legislarlo s inliib- dos direitos polticos
por senlenca condenatoria, duraute sua
execussio. &c. Eu eou de opiniio de que
os militares devem votar; ninguem Ihespo-
de contestar os direitos d- Cidadlos; po-
rem aduvda nem foi jurdicamente pro-
pala, nem defendida com elaresa e pre-
mio : englobada muit de propozito pelos
defendentes, raostrou se o nanlo se pre-
cizava da votacio dos militares, que ja
n'oulra occazo (e bern prximamente)
foi impugnada com armsma energa e con-
venci, com que agora foi abrass.da e de-
fendida. Como se muJo as circuiran
cas das coatas !
O Cidadio Brazileiro pode exercer os
direitos tivz apenas comph tiros 2t an-
noi de idade ; a lei chama ao servico anu-
lar todo, o Cidadios na id.d de 18 an-
uos; desde que o Cidadio jura bao Jeira-
a lei ronfere Ihe o gozo dos direitos oiz
ainda que elle nao tenha completado os a 1
anuos : porem a lei nio c'ouierio aos sol-
dados menores de 25 ann..s, os Direitos Po
uticos, que sao mu distintos e diferentes
dos direitos civizr O 1. do Artigo gi
da Constituidlo, he Ai ugo Constitucin I
que nao pode ser abrogado, nem amplalo
sera piecederasformasdosa t: 174 I77.
Logo o soldado menor de a5 annos nio po-
deol..r ainda que elle tenha i000re;sdi
ario* desold : igualmente o Officl Mili-
tar menr de al annos nio pode votar ain-
di que ellesej.. Coronel, rilo sendo casad...
I\io he simplcsmenle o fado da emancipa
cao, o que oiorg* o Direito Polili, 0 -fe vo-
tar, nem tara pouco o rendimento de iOO
coutos dereis: he preri-o reunir oulras
prerogativas que a Constituieio exige, ea
primeira he a .dalede a5 annos comple-
tos, exc. ptuan.lo o< cazados, os de ordeni
sacra., eosOffiiaes Militares mn io-
res de ai annos. Por coiisequencia os sol-
d.doa que Domingo votarlo, e que erfo
m. ores de 25 annos, 6/ero-o indevi la-
mente, e contra a letra eapresra de hum
artigo Conalilucioiial: seos defensores de-
vo ser ma.s ainre.o- s. b.e h.m objeelo
tao cnsciencico, nio deviio por tanto
essorco.v para suplantar seo antagonista,
que por si meimn era /ero, e faz-r supe-
r bar.dar voto, ilegaes. Oa illu tres Mem-
bro. da Meza Parochial deverio ^er raai\
r. Retidos, OJaU mioncioe ia, para que Ihes
nao o ibesse boa parte de>t* censura.
Expondo meus seril.menlos sobre hum
cazo de IcgMacio patria, nem pietendo
insultar, n*-m remediar o ma que j esia
filo. Estimara ouvir e laboi o em erro
I'0'-* de taes esplica55es colbe o publico
gian le piovoito.
r zrsstzsixr. \ :***!*=!* Z^m
9-------------f v v inga-
mo que exercer qualquer uduvlria e
que seria hum absurdo considralo era-
prego publieo nao dependendo a N..co
coiza alguna antes raeebendo dos prai
coa sea vicos gratuita. N0 eo,t.nto teudo
o pralieo Jos Fernandes da S.lva Manta
entrado-com o B.igue Fenis pira o Mos-
queirosuccedeo, por circunstancias in-
dependentes delle huaja desgranada al-
tracacio com o Brigue Escuna de Guer-
ra Victoria e quando elle eslava datan lo
d' safF.r o navio, receb o ordem dd prezo
da pu-Ja do Inspector d. Ma.inha e esteve
recolhi lo a bordo de hum navio de guer-
ra6>e tantas horas, sendo depois rela-
xado igualmente por ordem sua I Il
aqu a notar trez couzas; a pri neira ter-
se SS. arvorado em authoridade policial ,
ter conservado em custodia hum cidadio,
q nem mesmo por aquela poda ser prezo,
visto que nio estava commertendo delic-
io, mostra 11 Jo o m..or despiezo pelase-
gurar.ca individual ; o referido p.atico de
vera ter desobedecdo ordem tij illeeal,
e ja que o ni., fez de esperar que se
queuedo Inpeet..r p,a que este rilo
continu calcar aos p< a lei. Veremos
seos nesOS Juizes admilOm a defrZa que
ollereceo ao Presidente d. PiOVncia,
"ber, que o liaba prendido, porque o
cazo era de direilo Mercantil e porlanlo
tiuha recorrido suhs diariamente ao re
gulamento da Toulon ( que elle nunca
vio nem leo.) Tanta ignorancia de nos-
a legi.laco ou antea Loto despez por
ella nio ,jeVe fiCar mpne-
Em segundo lugar antes do successo do
Brigue Fenis, j o patrao-mor desie por.
t,na saluda do B. Escuna Mara Bernar-
da tinlia causado avaria na mesma ,8. una
de guerra Victo, ia, e nada leve n, m mes-
mo huma leve r. p.ehensio ao passoqae
o pralieo Manta foi prezo, est respon-
dendoahumlhellocivel, em que se Ihe
pe:ie dozentos e tanta mil res, e 6-
nalmente soff.eo huma demissio de ser-
vido !
Hum que omio a Oiscusaio.
ST-
Sis. Redactores.
CONRESPONDENCIA.
Snrs. Redactles.
mariva os arn. ur. nw --
curador Fiscal Antonio Joaqun) de Mello,
e Capillo Manoel Ignacio de Carvalho;
era nuiio inhbilmente impugnada por
Tendo ch>gado huma idade em que h
forcozo abracar huma |>rofn-lo lembiei-
roe da de petico convencido das viuia-
gens qifie tJId o6Feiece. Esta minha reso-
lucio loi applaudida por prenles, e ami-
go eem rousequem ia I al il'g> de to-
dos os meos que pod-s em facilitar a sua
execucio. Sao tantos poem os erobara-
co que tem solirevn('o; tero os praticos
pouco lempo essa parle cst.do suj-it ,s
u tantos vexames e arb trariedade> da par-
te do Inspector de marinha qne j de-
sist de meo intento e para qu- me nio
tendi por leviano sim por sujeilo pru-
dente que fogio com lempo do perigo ,
vou-lhe referir alguns factos que lera sido
pralicodos ptlo dito Inspector que cerla-
inente em nada o abonio.
Noderem osSrj. Redactores ignorar
E ---------- "i-
a bem poneos das outro pralieo
novamente admitido, ep oUgido de SS.
deo co n hum navio em huma pedra cha-
mada Ta.tirag., m- stran lo nsso a mas
crassa igoorancia de seo olli o, p .ia (jue
ate boje ufo consta que navio algum fo.-se
la botter e SS. n..da disse nada .epre-
sentou.
Em te ceiro lugar, querendo o Sr.
Inspector beneficidr hum e.irangiro, e
vendo que a permrnecer m sua opinio ,
deque o pralieo esta-a subordinado intei -
lamente *ua authoridade por ser em-
pregado publico nada poda f. zer fin-
gi lutcesse p. lo commercio, e repre-
sent mi ao Preai lente da Piovincia qua era
sua opinio que fo se livre qualquer pro-
prietario de navio chamar o pralieo que
qoizes-e e mesmo pessoa que o nio tase,
e ueste sentido obteve huma orlem da
Piesideucia. Al aqu vamos l>em por
que SS. reconheceo que os pellicos exer-
ciio hum industria paiticuiar, o que ao
principio tanto Ihe repugna va eem re-
> omp. ns. disso poude a Imitlir no nu'tie-
10 dest. s o seo exeompatriola J- ze L pe-,
que i-olada em trra extranha tinha todo
direilo de Ihe lembiar os anti^os lacos que
os prendi. Porem '-(,( inesma ordem
tenda favorecer a sna \ ii tima, opitico
Manta e que fzer em tal cazo ? Pobli-
cou hum edital qua a destrua omp ata-
iente porque sujeita os pioprielarios a
iiem ao Arsenal saber quaes sio os prati-
cos competentes para estes, eaquelles na
vio, o que he pr.,hibicio formal de elh-s
poderem empregar a pts>oa que quize-
rem e o meio de excluir os desnleicoa o-
de SS. O invento nao foi mo e bem
mostra que SS. nio I fallo de recursos
em certas occa es e so lamento que es-
te s ervi se lser mal pessoa que >e
a. ha sob ecarriga la de familia, pai a cu-
ja sustentacio so tinha aquella meio de
est-rem constantemente no" Ti apio-he,
( sem duvida para pilbarem -Iguma ma-
ligna) sem ulidade alguma e sem astr
pira isso aulhorixado, o que oa levou
piocuiar ouha industria. Na inforaia-
to que .ho ao Ex.n. Preedente sob.e o
cazo do p.atico Manta, procurar tornar
odiozoa dous praticos de que nio gost ,'
albrroando que os oulr.^ derlo attestetfoe
iavoraveis p ,r se receiarem delles, tra-
t ndoos a>sim de reos do Polica. Cer-
taanle SS. nunca p nsou que ella tahi-
sedasecietaiia po-emlenha paciencia,
eaojeite-aea r Juieo se oquizerern
chamn-, pata nio calumniar per oulra
vez com tan!, facildade. Fioalraenre
tratar de r.sto os a i|. atados dos negocian-
tes man condecidos desta Pra$e sobre o
mesmo negocio pensando qne todos tem
a mesma s mcerimonia para mentir, ou
jurar falso como erto erapregado, qtfe
Sb. la I vez c.nheca q ,e se cobrio de vr-
gonda em hum dep .ment que deo 00
K10 de Jaruro para proteger hum indivi-
duo acru>ado por se ler envolvido na X-
bi libada.
J deven ver, Srs. Redactores, qfb
Ilegal, e pouco decente tem-sido o proce
dimenlo do Inspector que se jacta de op-
Hmoempiegado publico, e quer elle d
resposta aesle, qoer nio, aiada o heida
importunar huma oa oulra vez, para
dar publicdade em sua estimara! folh'a
aot innuecutes fados que ella f0r prat
cando.
Seo constante leilor
O Vgilanle.
THEATRO.
Quaiti feira i9do correnle Annvar-
sano do nome Augusto de S. M. I. C o
S"i' D' lt,,ro a'se rePresent" om ex*
callente D-ama em que se cantar urna -
n-Patn. lie; apa.ecendoa Augusta ElL
R.e do Snr. D. Ped-o se canta. o Hymno
Brazileiro. No fim do Drama M. Luiza can-
tai a urna Aria Italiana. S guir-se-b a
representaclo de una inaigne feej nov
chegada ltimamente de Maralo nt.tua-
j 7. LlTr Bo Ass"8r">. o o Ermiti
do Monte P..usilipo. No fim da cea se
exculai o gracioso PantomimoAfta-
cruta na Mdeia.
AVIZOS PAKTICLARE8.
vida. Ja v jo, Srs. Redactores, que
Ibes vot roubaudo o t< mpo, c para os nio
enfadar muito nio detalliarei os factos se-
gumtef, -ob e os qu <<-s faiio o juizo ipie
quizerem. Ter o Inspector mandado eda-
tn.ir cada pratico isolad^mente pergon-
lando se o racooheco como autboiilade
( boa asneira ) e se est rio promptos o-
bedecer hum reglamento que elle ia
fazer mostrando-se enfadaJo com hum,
que Ihe disse que primeiamcute quera
Jol. Torcato Lopes, na praca do Com
memo d. fronte do Corpo Santo casa n.
a ltimamente (becado da B.hia, tem etta-
belecdo um Depozito de rap Princer.ada
Babia da bem ronceituada F.-bi ica deGas-
se. Esle Au. tor he bem conbecdo na Ba-
hia, e as mas Pi ovincias do Imperio por
ter sido minios annos o principal Mestre
da Fab ioa de R.p Princeza de L b a, 0
por ssoaSanca o annunciante a exceden-
te) qu lilade do rap do seu Depsito, e ea-
I prompto a trocar qualquer poicao que
n'esta Cidade se a. he arruinado peiten-
cente mesma Fabrica. Qualquer pes-
soa, ou pesso s, que qoserem alguma en-
commenda de rap tamo para esta Piovin*
ca, como para fora d'ella, podem dirigir-
se ao dito Deposito onde seiio as enrom-
ro' n lasque Bserem desempenhadas com 9
maior isvello eexaciiHio
fla* Piecisa se 3;200JJOOO rea apre-
mio de 1 por cento, por lempo de seis me-
aes ; c< m todas as seguraneas necessariaa t
qoem tirare queira faaer esle negocio de*
clare a morada para ser p onurada.
J^" Quem quiser dar 400) res a ju-
ros de um e meio por rento, por seis roe-
zcs com hipoteca em um bomescravo: an-
nuncie a sua ma la para ser procurada.
*^" Alugao-se du..- prel.19, para ven-
der faci de b )i, p^gando-ae 400 res por
da, (|ue aejo filis ; na ra do Rosario da
Boi-viYa casa D. 7.
|LV A luga se urna casa terrea em qual-
qu nio exceda de 0'$ res o aluguel por miz :
a n nuncie.
X^ Qnem qui,er dar 1:600$ reii a
premio, com hypoleca em casa livre,
desembira9ada, dirija-se a ra dj Padre


4
DIARIO
Floiiano, para a ra do JarJim sobrado no-
vo de dous andares e tripeira, que dir
ijuem quer..
yy Joo Francisco de Oliveira f blico aos Snrs. Arrematantes da nova
imposicio de 4 res por ranada de bebi-
das cspiituosas, que nio co-ivencionou na
quanlidade de pipa", que arbitrariamente
Ihe impoz os Snrs. Arrematantes, e po
testa nio.pagar se nio o que t berta mente
consumir a retalho confor-re a Lei de 6 de
Junho ; \eja-seoart. 3.* 8. da citada
lei, e nio a quaniidade de p pas que os Ar-
rematantes ai Litrai ament quiseiem; e
para que nio se chamt m a ignorancia, vio
quanlo anlesna renda do an< unciante na
ra de Orias D. 36, para se onveucionar
no que for de rasia.
yi Se o auctor do annuncio obre o
titulo de Verdadeironio fosse lio igno-
rante, e estivesse milhor informado, tal-
vca nio lio* e agora de roentiro.su : que
3oo Mantel Finio Chaves s procura es-
quivar-ge a0 ser vico de (1. N. seo Sar.
Verdadeiro p onmisse alguma inf->ima-
coouquise-se itqnerer p >r cerlidio nio
Ihe seria dificultoso achar, que elle Chsvts
mai> de 18 anuos (ai sei vico ncs'a prac,
sen nota, por tanto nesta parte oSnr. Ver-
dadeiro, se nao mostrar o rom ra io d ficar de mentiroso; era quanto o pedido
que faz no sen annumio ao Mm. Snr. T
nente Coronel do Bjtalhio de G. N. d< O-
liuJa a6m de nio proteger quelle Chavo ;
permita mediser Ib/, segundo o seo tilia
lo de Verdadeiro ; que nio deve ser ca-
lumniador ; por quanto aquelb Illustre
Commandaote lem bralo segundo a lei ;
e fez sustentar legtimamente o sen poder
e Aothordadc, e nio pie.-i a srr pioteolor
dosG. que Ihe sao subordinad s, portar
cm urna mo a Iti, e em outrao poder ; a-
pesar (que grande honra recea aquel'e
Chaves tendo a dita de urna lio Illu-tre
proleco) em quanto au pedido que junta-
mente faz ao lilil. Sur. Tenente Coionel
Alamede, tsta Illustre Auihoridide tal vea
.I'j precise das suas tosc-as Icmhrancas,
pois tem vasto couherimento, de todas as
pe-soas do seo Destrii tu e de mais a sua
/ bondade he de lodos conhec.da; ;e que
talvez falte a e.*.e Illustre Snr. he as n> tas do prtcedimcuto que palian alguna
subordinados Sius; que quer> ni 1 var pe
las orelbas e al uaesito de 1 asios |uellea
C que lhes sao desafectos; e cslc.i I s no
cal'.abouco ; este procedimento f i o moti-
vo piincipal porque aquelle Cliavrs sees-
forca a sustentar a sua antiga praca no Ba
talhio de Oiiuda e l fi.-esse a sua residen-
cia onde serve com milito rosto e nio pa-
ra se esquivar do servicu, tomo falsamen-
te diz o Verdadeiro mentiroso : sto lio a.-
firmaesustenta o que
Canta lum.
Para cheg&r ao ronhecimento dos
Snrs. J. A. V. S., J. T. P., D. de A. C,
3. da S. M., S. L. de S. F., J. de O.,
M. 3. T. B., 3. G. B. F., J. F. V., P. J.
de O., 3.daS. A., F. A. de M., 3. P. de
M A. J. T. B., 3. de O., M. J. P. M. Q
J. M.da C, M. G. de O., F. VI. F., M.
A. R., eS. C. C. M.'se faz oprtsenUavi o,
que sio intere-sados un quaicnla e doi,
meio, bilbetes da 1. parle da 14. Luleri-i
Jo Seminario de linua curo os uumeos
spguitjlf8 que vio abaixo fielmente copia-
do 2l8l, 2282 2284, 2285, 2286,
2287 2290, a-a 92, a->g5, 2294, 2z95,
2296, 298, 2300, 2610, 203.5, 353a,
3353, 3154, 3355, 3356, 3358, 3359,
3360, 3361, 336-2, 3563, 3364, 3365,
3368, 3369, 3370, 3390, 3400, 4661 ,
466a, 4663, 4665, 4667, 4668, 4669, e
467i.
j^" Precisa-se de um bom caixeiro
que entenda de fa.seudaspara una loja lo-
ra desta Provincia e bem assim um escla-
vo bom ou um esrrava que enlenda de
todo o sei vico d: cusa ; anuun ie.
ARREMATAR AO.
Prrante a Admnistraca do Patrimo-
nio do* O. fios se hade arrematar a quero
mais der no da i9 do crreme m<-z a
renda annuiul das segundes proprieda-
des peit.ncenles ao Patrimonio dos mes-
LLOj Ol ).
1 1 '
Huma morada de casas terreas n. 84
na ra da Guia.
Huma dita de dous andares n. 86 no
beco da Lioguea.
Hum cilio na Matta d* Mirotira jun-
to a Bebente.
Hum ditona estiada de Belbm no lu-
gar lenoroinado Rosarmhf). ^
Hum dito na estrada que Tai para S.
Anria, e Poco da Pan. lia da parte direila
no lugar aiiti^amc nle dunominado Partia-
m inm,
H ma lira de lenas ao pe do uilo ei
lio em que tem huma casinha 3oanna
Frarcira d>sS mos.
A* pssoas que as qu'serera arremattar
poder.o compaiet-er cmneus fiadores no
dio ti a 19 os qnatro horas di l^rde na
ra*a das Ses6es|da m sma Administra*
ca3-
Casa da AdminislracaS do Patrimonio
dos raSs em i5 de Outnbro de i836.
3os- w.-ria da Ciuz.
EbCiipturario.
NAVIOS A CARGA.
Para Lisboa
Segu vpgem com hievidade o Bergsn-
limPortuuezS. m noel, Capilio M a noel
A Ivs da Cunha : qOeffl nellequVr rarr
gar, diiiJT-se ao momo Cap to, 011 a seu
ronsign Silva.
COMPRAS.
Urn selim, em meio u o ron todos s
seos pe tences : no palto S. Pedro l. nasn me D. 6.
rap" Pesias, sem ser das do Impeiio, a
i3$500 reis : no armazem de vidros ao
lado da cid' ia.
ry Pe.-sa de oui o de 6^54 : na Pra"
ca d> Uniio loja de livros n. iy e 38.
LEILAO.
Que pr-itendem fser Ponchet Fires
& (jomp. na casa de ma esi lencia, pateo
do Sacramento de Santo Antonio, na rasa
em que estove iTypografu do Diario, ho
je Quari feira 19 do torrente as 10 horas
da manha dedTerentes f.tsendas e mi 11 ti -
?as francesas.
try l)iog> Cocksholt iGomp. faeeta
leiljo de oirir, porcio de oleados e couros
envrruisadoa b"je Terca feira 18 do cr-
lenle, pelas 10 huras da manha na casa da
sua residencia, ra do Trapicho novo n.
i4.
VENDAS.
Urna fl.ula brarca, cot chave de prata
e aneis de mai Gm, muilo boa, e por preco
commodo : tiesta Typograli.
^JT Potass em b rriz grandes e pe-
queo.", e plvora : na un daCiuzn. 66
em ci> de 3<>o Vlalheus.
^y* A/.eite de cairapato, e de r o o
mais mdico possivel, lgo no pi iticipio de
Fura de portasu.sa de 3eioniino3ozeFcr
reir.
W Coiros de cabra, esola de superi-
or qualidade, e urna canoa de carrea :
na mesma caa acim .
t&* Caf de Apipucos superior ao do
Rio a 200 reisa libra, e em mior porcio
<-se mais em conla, fumo da Ierra de
qualiddde muilo superior, lijollo dealve-
raria, letiha axada ern feixes de 50 res, e
mai, gentos por pr c cmodo : no ries-
einbaiquedo poi lo dascnrioas da ra No-
va casa da esquina que volta para a no das
Floie. Na mema casa alugio se canias
para fi estes. <
%W Serv.ja a 28O a garrafa, genehra
a aooreisa hohja, licor a 2 JO a garrafa, e
queijos do O to frescos e gran es : na
ra da Coocciyo da Bja-vi-.ia ?euda D.
50.
- Canoa, bertas de 500 a 600 tijo|-
|. se urna de milheiro: em ca*a de ioie Hi-
cino de Miranda.
7- Urna molala de 4o annos pouro
is ou menos muito boacosu.heir.., to-
mo tambera urna f.lha de 22 anuos, costu-
reir. e rendeira e engomade.ra, e entet.de
de.odooar.aojode urna casa, e esta lem
uraafilhadenove mezes, as cncun>lan.-.as
e o motivo porque s vende, se dir ao
comprador : na ma d'Oitas D. 50.
S3T Uma preta do gento com 2 1 an-
nos de idade, cose, engoma, e Cosinha com
peiTeivo : no pateo de S. 3oze D. 6 lado
da poente.
a/y Urna preta crtonla de 18 annos,
boaengomadeira, costurtira, e cosinheira:
no olio da Ign-ja d Livra ment sobrado
de tiez andares D. 23.
*jr Bijas grandes e pequeas, de mu
tobua qnalidade, Irocando-se as que nio
pega re m : na ra do Rosario eslreita ven-
da D. 16.
/y Urna mulata de 18 ao annos,
boa figura sadia, e sem dtfeito a'gum :
ce pe f lamente e engoma roelbor,
serve a hum cha, e a huma senhora no
tocador : e huma negrinha da Cosa, que
parece ero "la de 16 annos tam'iem s"m
defeito ou molestia alguma, a qual op-
liniameiiterose, marca e (z layai into ,
tamliem tem Uto de servir mera, cha, e
loucador, p;eco de55o^ioors. : annun-
ci.
y^ Um cavallo rud&di vindo prxi-
mamente do certa he bom pawiio,
muito manco es|uipa, correg bem,
balso, e he muito novo: rua direila D.
45 loja de ourivci. Na mrsroa ca>a sea-
cha5 duascarlas vindaa deAcaracu para
s< rem entregue ao Snr. 3oa5 Francisco
deAlbuquerque e Mello.
PERDAS.
Pcrdeu-se ro dia i4 do correte urna
cari' ira verde com um lan- s pratiado, len-
do dentro da mesma i34$ reis em cdu-
las ; a saber cera mil reis un urna cequia,
e liinla e qual 10 oin cinco, sendo 3 de
10$ e 2 de 2^Ji reis : o annunciantc d
de g> tificacio 205J reis a qu m a adiar e
entregar na riaca da Boa-vista a fallar
com Candido Emigdio Preir Lobo.
Q3F Peideiio-se dois mw 8 Bilhetesda
arlul Lotera do Seiinaiio de Olinda,
cmbriilhadosem um pequeo papel com
olelrtiiopor fia so Snr. Quintal : a pessoa que os acliou
quereudo itstituiMos, p r < lu qnia cnlie-
:' d\- r,una Freir, ou a ?nr ^"d
ruadoCbug que ein t|U. s.i generosamente recumpetisado.
$Tf Urna ataca de ifimianles com cin-
co valias de trancelim lino de orno a
qual foi perdiila dentro da Igri-ja de S.
Thereia no dia da festa ; q lema achar
eqniser restituir, va a ra direila D. 66
coa loja de tira, que aera' bem lecom-
pensado.
ESCRAVOS FUt I DOS.
No dia ia fugio um m gro de no
me Manoel, de naci d id.ide de 50 anuos
pouco ru.'isou meii^, coto os signaes se-
guintes; alto, seco do coi po, canellas li-
nas, cara 1 hupada, ab litado pelo alcunbo
Manoel L do vestido calca e cam'si de estopa escura;
qualquer aprehende lor pdela levar ao
armasem da ra da Sao talla velha do fa
lesi ido Bento3ozo da Costa, que ser re-
coinpens di.
*3fr" Wu dia 6 do correte Outubro, fu-
gio um neg.o por ruma Joze, de naci,
com ssigii. esseguintes: alio e seco, per-
lias, cor fu II.1, niuilu pouca barba, cara
redonda, com um dedo a'eijado em cada
mi, e aullador de ra, levou Vestido
calco ie estopa e camisa d'algodloainho 5
osaprehendedores levem-no a na do Li
vi-mneuto subrado de um and.-r D. qut>
serio ^enerosam nle recompensados. I-
Rualmetile se roga ao Sur. Commandanic
Ri-g slo, que cajo teja embarcado o dito
negro, o aprehenda, e o mande levar a
casa cima mencionada, ou faca aviso por
este Diano.
tCP Co-meofficHl de carpina, crilo,
id de de 28 annos, alio, espadaudo, cara
larga, pamas finas, pez apalhttados, coni
signaes de sicatrises de duas rutiladas unu
cu (esta, e ovina na mo ambas do lado es-
querdo, alem de ondas pequeas sieatri-
zesde ferimenloa no mesmo braco, fur.i-
do doEngenho d'Agua, Ribeira de Araii-
pe no dia \\ de Se.embru p. p. : os apre-
hendedores levem-no ao mesmo Engenho
'Agua, ou na B a-v is'a a casa de Joze
Antonio Alves da Silva, pois em qualqu-.r
das partes leceb-r 4055 reis d.-gratifica-
ci.
Kp- Aviza se a todas as Authoridades
Policiaes desta Provincia, que no dia 8 do
crrenle desapareceo um e-cravo, de no-
mo Miguel, or preta, idade 30 annos)
ci rauma lialul.s junto ao olho isquerdo,
mediana estatura, levou 1 jaquvta de chi-
ta, 2 calcas, urna de olanda, e outia de
clnla, e urna cami-a do dito pao, e um
chapeo de p.ilha, e julga-te que oue-l f-
gido, ou furUdo : n caso de ser peg do,
entregue no Rec fe em ca?a de Joaqun 3o-
te de Mello ra da Cadeia, ou em Olinda
tua do Cox 1, casa deCandido Mendesd'AI-
meida.
^ 3oaquim, tia9o Angola, idale 26
a 28 anuo;, alio, robusto, grosso eb.rri-
godo, levou calca vtlha de hrim, e carni-
za de tstJBa, fui escravo de disliUcio do
Coelho, firgido ao Domingo de noile do
sitio da Cruz d'Abnas. Roga se aos Snrs.
Commissarios de polica e Authoridades,
deem as providencias, que estivetem ao
seu alcance para nio ser embarcado, 011
desencaniinbudo pura o interior, pois el-
le he muito ladino. Antonio, Angola, i-
dde de 40 ann>6 pouco mais, ou tneno-,
baixo, magro por ler acabado de molestia
grave, beicudo bastante, ps gro.-sus de
cavo, urna pequea cora na cabeca de
carrega, a ida com una truux?, embiu-
lliada em uro cobertor de algodio pedindo
pedindoesraolla, e disendo que o Snr. o
manlou procurar a vida : tsapiebeude-
doi es levmonos a 1 ua dasCrur.es n. 7, i.
andada pai le do poenle. Dao-se boas lu-
vas a quem os pegar.
negra do gento de angola idade de 26an-
nos altura mediana cor fula, tem um
talho 110 beico de sima da parte direita .'
qualipier Capitio de Campo que a pegar a
poder levar na ra da Cadeia do Rtcile
loja n. 46 que ser pago na forma du
costme.
Taboas das mares chelas no Fono dt
. Perncmbuco
8 Segunda
6 -Ts
i0 -Q:
11- -Qs
n * 12- -S:
O i3- -S:
t D:


WUTIClAfl MARTIMAS.
Navio entrado no dia i6.
Aiacaly; i6das; S. Laurentina, M.
Manoel ti 11 Sacramento 3uoior: varios g--
nerus : L. 3. das Neves. Passageiros 5.
Dia 17.
Philadelfia ; 52 dias; R. Americano
Globo, M. Jobo VValson : varios getieroi:
L. G. Ferreira & Manad. Ton. 26O.
Saludo no mesmo dia.
Ceai ; B. Un o, M. An'onio Joze dos
Rei : varios gneros. P^ssageiro o De-
pulado Antonio Pinto de Mendonc", e ma-
is 13 pessoas.
PJSR31. na i., nii m. e. Paria iob.
J

"


ESPONDENCIA':
Pcm. Na Typ. de M. F, de Faria. i336.
Snrs. Redactores,
Tcnho estado silencioso, e como estupefacto
vista das ronzas do Pari desde o iufausto din 7 de
Janeiro de it55 e aida maia absorto rustes 11U
timos tempes depuis de restaurada a Cidade. Jul-
gneique acan, que ainda nio est acabada p
(iefse lser alguns Paraenses maia prudentes, eo
exeraplo'mais cautelosos, Refletindo porem maia
liiim pouco, conheci qiiantoeu ctava'e?ii-ani.lo ,
eque sendo os Cheles da intriga prsenle >s in'u'o-,
que linhfo insuflado, uo digo hem, machinado
OS honores seguidos de 7 de Janeiro emdianle, de-
viio necessanameuie continuar'' ainda a sua l-ra ,
por que ao alvo principal nao Iranio attingido,
que era a morte 011 exlremnio perpnluo i!os cin-
co Couaelbeiroa do Governo e de maiso i'n-a Ci-
dai'os entre os quaes eslava notado cun mai* cm-
penho o Conego Seria a queni elles proclama vio
como o principai obstculoaos seus provecto, revo-
' llicioiill- OS.
Balea sao os mpsmos honiens que dezejan xo ver
o dilto Coiiego paia assiiu dizer em sitio, cen
IrtMj ur-tt.ieo mesmo di-s seus a mi sos na > podem
tolerar, que o Snr. Frederico Maiiatt, na in-
do ao seu circulo, nao flequen I ando suas cmn,
nao adulando o boca-berta, f caza do CoiiegO
Serra e se lenha com elle entrelazado en sincera
aruizade. K nao be outro o motivo porque o Si-
nedrio des es J mieos "Pareen es fez npparecer no Ca
Cimbo e Investigador os blalemias, e ialsdads,
com que os seus prenles da Joda persgirio a
Innocencia, e a Virtude Personalizad-i'* AVata
de tanta injustica e como os Sin a, Sena e Ma-
liatl esteja5 pa, tules, c calados, en seu amigo
intimo e seu procumcao nem encou enda vou
advogara sua caima, e faca de conta Snrs. Reda-
ctores, que eu sou ou bum dos dois ou ambos un
dos.
Eu lomo a penna nao por que seja necesario
defender a conducta libada dos Snrs. Sena e Vla-
riall porque na elevadlo em que giiio sna liorna
e probidade ua5 sao capases de chegar as debis im-
pressoens de lo baixas, e to mizeraveis censuras.
Sim cu esfoa na opinio de Marcial que be mais
conveniente, e mesmo de masgloiia, quererlos
hornera palradores e iiivejoros da conducta do ho-
memde bem ou dos seus conhecimenlos contra
elledestro as denegridas lingoas, do que o applau-
do os hornera sensatos o* sabios os imparciaes.
iJaquellesdireisempre cora o mesmo Escriplor :
Ecce rubet(|uidam, pallet, stupet, os titat ,
odil, I loe vol .... Lib. t* i>\.
Porein como por todos os lugares ha homens
malvados e que por toda a paite nunca falla quena
se engarregoc de repetir os helios da oveja, eda
em!.uo .sen pie dispostos di parar sellas contra
os homens maia acreditados, e de melhor nota ; he
a raiio p.rqu tomo meu cargo tirar o fado a es-
es lu .iz mea que as ho.as ( qu ufo quazi to-
cias ) em cpie perdein o en'eniiirnent, e a figura
humana, se dio todasa futas dos maisfruaes
qliad 11 pedes, eque emhrario a morder debaixo
dos pt'sdos doisilhi- 11 s amigos que os tazara mor-
rer de ra va e de i 11 veja (1)
Nao he com dicle o-, com calumnias, corrP
accuzaooeus vagas, que a malvadcza de mcia duzia
de homens perturbadores reconhecidos comotaes
podei lser parar 11a carreira di huma obencrae
1 tu Caplatn de Mar e Guerra e Comandante das
Torcas Navaes desta Provincia Frederico \!a:iatt,
nem julgne que issim pode olTusrar 'he a gloria ,
nao gunhada nesses in mundos chai eos das mais in-
justas intrigas, nesses antros cheio* del f^coeus, e
de silladas t mas nos campos espin liosos de Marte ,
e de Ne| tuno. Nem be com (Mas sediCat armas
ojie se podei le ir o carcter prob do Conego Sil
ve'lre ntunes Pereira da Serra que is: ha niuio
ac lomado fazer vollar essas anuas cunta os co-
raccens dos (pie con ellas o lera qu do fe. ir.
Trahalha em vio essa sociedade sicoph mtica dos
tres sinoens por adulterar o sentido ou o espirito
da simptica ani'Mde daqu lie; dois varoes ou por
li.zel-os desunir: Zoilos 1S0 objectos nio podem com
lauta empieza. Calumniar,' mentir, e fingir
existir o que nem em obras, nem em palavrnsap-
parece he, na fraze de Santo Agostiuho pleitiar
coiilia si mesmo, he nio con liar na juslic,a du sua
cauza. (2)
Firmes nos seos principios nem o Comntartdanle
Marinlh, nem o Conego Serra mudarlo dtf senda ,
e de carcter. Ladrara emnora os tres caensda
Sociedade-Detractor; reviaia-ae cada hura dlles
das tres fauces do Ceib.ro, aquelles dois amigos
zombaro das suas avancadas, e latidos em'Ora
em seu sorcorro invoquem a furias todas dos maio-
res, e mais decantados hroes da Galicaoea. Na5
pensem O Munduruci. Paiquic, o Vlirnoria o
Mallo-jar, que os Sms. rViarialt eS.rrase sir-
virad das suas armas infernaos para as combater $
que nao dormirn de noile pensando as intrigas pa-
ra o outro dia ; que andar. chamando, e fa-
(1)1; Nos qnoqne patere morulms plurincorum ,
qui stim'dante invidia quod consegu non valent,
dispiciunt. S A%o*t.
(*) Non metuittes inlermiscere sensus ndulteri-
nos; eum dicere quod inillius non im-eniturdictis;
ex quo perspicaum esl vos veslrce non confideiQ
cauz.e, S> Jer. praf. ad. Paul,


rorreen^ Calanos pava ergrossar o na pitido,
luaTdareo peta, ras- garrand rapara assig-
Jar contra as Lei. : aquellea honrados Cidadlo. s
os difficnld.de. de uvenooemi calummoaaa, aem
os tr-balbo. de angariaouen. de canjdha *n.
.aforeos, e conlr.ng ment, da adulaort
por a Provincia nova cabana*, anca ,0 por le-
a ,eus gratuito, nimigo.. Animados comeecon-
aelhos de.Sneca nao temer* oda a sua onpoz.cao :
is 5 ema. di. aquelle Sabio os agmlhoana dos
pahadom on Mar* ) e de.se. pedante, que
Setal de V.iri.uu,os: Nunca os ex0.Q0, ou as
2, do 'bou.em de carcter nobre, e .egoro
P La5 das arma, da veje. (3) Continuando
ET.ii. conducta ,-hia, ep.ud.nta, nada ma.s
be prtKiM pra fanr eabiros seus m.m.gos nea
ov -.e elles anda P...6 approfuudando, e en,
queja cahiraS o. Bup t-a Marches, e Vina-
g,'rOue melhor melhodo porem seguir! eunesta
m. para nao ser fastidio .os Le.terea oemof.
In.ior a modestia dos mena amigos ? Boa ferina-
c, me otro, reo.. Demonstrando o pecsimo carcter,
1 amiiMica, os mostaitos dos contrarios, nada
,a, he precio para 0 hiunf'. do. meus amigos, e
entra,eiaU.n as VatasdeS. Paulo, fm se eorn-
ja se reprehenda -sse. homeu. intrigante, e pe -
uLadores que and o de ea*. em caza procurando
iubverte-los e en.in.ndo doulrma. revoluciona-
rias contra o dever, e a Lci, e que naoconvem
aesmteressesd Catado* (4)
Triue e lamenlavel epocha boje se appresenla
no Pa- em pie alguna homen. bem insignificante,
e nueiaibe causaraoos mais sansivelB estrago. re-
poV-8 mu. malignos projeetaa, maabiiiapengo-
so. enredos, e intriga., esatufeiem suaa paixoen.
aeiri a menor oppai?a6 I S^pnava-sepor esta e-
o-ha P'r que rec-.lrod07.ida a Legalidad* se des-
ianrasse de tantos males a lr.ba.bos ma ella he o
tramo e.n que se pode temer a ultima ruma de.la
\*v cada Provino poto o. Pas d-adiscordias ,
es filhos das furias surgin o le novo em uas plaga. ,
tero aju.t.do aballla p lo? foid ment.! Sun
iamuiUH > I'o-.mv.5 deter cli-gadoo lempo de
ie |B!) ,r o. fii.i.l.. nenio* 4 Ii.-^d.!al..dap-ane.l.
Provincia que aSaed.ri Divinaenriquece*com
t da a iflrncndanaturcM. porem esaes pirita.
Lucterinos o Memoria, o Pa.quec a seo. ad-
junls, queviaoquaai esta ventura a reahsar-se e
que u,5 e.t5 COMlenlea se na5 q.ndo ve.mU.do
liarulbado. e confundid 1 o Ceo com aterra, eo
mar com o Ceo cerno di. Juvenal (5) Iargara5
o Maianh 5, e vieran p,esquinzos acudir a sua o-
bra, que a Expedica da t te esteva qua.i am-
qudando. Nao poden o porem ja snspeudar oreala-
belicimentO da or.'em na Capital e a queda dos
rebeldes ; e eis d<- novo estes dias Tiphoens empre-
(3) eque formides bhtteratorum el scorum ac-
leos: nunqmm canute invidia cgregii fortesques
connatas. S. Jgost. Snm. de ver. Ap.
(i) Quosoportet redarg, qui universas domos
ntbvertunt docentes quee non oportet. S. Paul.
Epist. ad Thim.
(5) Qui Cttlum trra non misceal ei mare ctel.
Sat. a.
hendendo dividir os l.omens, que sr^hsw8uni.
dos e perturbar o sucego que comecav,o os Pa-
raensas a gor. Accresce .m !a que os Cb.no.
vendo entrar pela Barra dentroealea doi.aeu.Ge-
neraes e reconhecendo-*c rnti 'ota para se sus-
tentar no Campo, entrega.a5-lbeso9s.us.nte.es-
aspara que con. M.as int na*. diadas podessem
conegoir o que por falta de luiimcoens ja nao pudi-
a a'cansar.
A.ceia. estes di< Campioens a emprera na6 s
por servir os seu, soldad.,.,, como por deleitar as
ua. alma*. Oobrem-se com a capa do Bem publi-
co veslem Seu. coracorus de pelles deovelbas 9
..,'5 em execuca illudindo aqnellef que arhavao
n,,; dispostas aos set intareaaea. Mas por onde
hara de 1 ornear estes malvados a na ol.ra ? Fe-
loConegoSerra que pacifico e re irado vive (se o
e lar sr-.M.e .loen-e be viver ) no sc-io de su. MU
ljQ l para v.rem.-eo lornava odtoio aos seus Con
cididl-rt f*em b-.m abaixo assignado rom mais
fd.idad.es, e mentir, qu^ as que cnnt.nh. todtt
, Historia miibologic.dos Grego.. Na6 m* bem
i,aS foi pai o tornar odilo sen?, r.auv;. Como
,s Cal-a .os Ibes linho entregado os >eus interessas,
erad* sumni. conveniencia afestorda Judicatur. da
Pa o Conegn Serra a ^,n o nwMno Preaideo-
le bavia declarado Ihc >a offi.-iar para conhecer na
forma da Le dos t.s praticados de 7 de Janeiro
Shnlt pelos rebeldes! Com huma hl not.c.a
como na5ficari-6 fro, os Paiqnece- e M.mor.a
Heunio-seo Sinedrio, nao se dornno n.me. e di-
!s conseruvos, formarlo e dosm.nah.ra* mil
nroiec.os: dwi.8 que todo se perdera se o Conego
Sa.se no exerc ci de Ju!z de Paz, e fi,esse o pro-
cesso; QU elle era do carcter mflexnel, eque
elles meamos n.embros do Sencdrio nao estarao se-
guros poU que |a Mito se fallaba de que elle.. .o
osauthoresda Janeirada ; e que nao ^aPai^.
Beu8 dilectos e consocios Manoel Evans o e Meo
to -se. Foi em tanta anciedade e allliccao que
oPaiquic eo Mimoria appre.enlaiIo;hompiano
,,,e agrado,, aos da sucia: tacamos, d.sse.ao elles
boma representacto tecid. de p.lavroens dessa. ben
toantes ni malidecencla, e digamo-que ciieiie
malvad, .evolucionario, que f 1 da abr.latfa,
(1e periga a Patria, que elle pod- pronunciar ta-
jo, os homen. de bem e que se nao Formo, at
tendido*, que lodo* nos retiraremos para lois oa
Provincia : e ve-se ah alguna que assme.n e paia
fater mais bulla n.anda-sa repre.enl.clO pelO
nlermed.oda Cunara, meta-se esL. na danca: w
Mallojar, la esta ao pe do Presidente que se lu-
de lembrar que o Con.go oaensurou em >... re-
riodico por alguna de seus netos sendo elle Coin-
maiidanlf das'Arma, nesia Provincia ; e se)a men-
tira 01. verdade qoem nos hade lomar conlas t r
este plano aprovado con repetidos bravos e pas-
sou-se depois sobre .0 arranjo dos assignantes, qu
cada hum promelleo arraujar os quepodesse sen-
do no.neado porem o Lord Ladrao como o mau
descarado para an.hr em caza sodunndo para as-
ngnatnra. nzedias leva.o na fadlga deapanl
assignantes e quando hum sugeii sendo na ai-
fandega rogado para asignar fia^goraas ponaer.-
coen., dpndo-Ihe parecer ser anuiBobum P*-
io levolucionario, que ca mu.to meo peda dem


\
tinliaS sido a Provine uu lo b 1 n T m0U.,ntft P" *P<* se d. L
denle tomara aquella < "; t" J, ^ P^'"'" da W >,9e <*" arrestar
\mal. (t)
> E o que he q' pediao ellos nesta Repartiese? Baga-
tqjlas: escocer Imm individuo dos que obtiverlo vo*
''-" que eia bm Ed,co' (l"t ** emprego qe occupa, ou na Comalo de que he en-
earregado: proceder de 1.I sor te he atraigo N vi*,
las de quem o empreguii he Irahir o Gov roe que
delle lauca mo: Quii o Sur. Mallo* fingii-se im -
to*para Jufrde Pas anda que io I...-o Jus de
Pa, mas qujcerecme coofianea do Sur. Pre.
sidsfate ou que l> menino Sur. Presidente passaa-
ce asfuncoens do Juiz de Paz para o Juiz de itei-
to ClieiX!.* Polica. Ih.
da
cava se
parcial, tal la va ctmira intrigantes, incu._
manca, c doce, mas di o judcioauS eca que
ninguem pode por muito lempo rep-centar hun
pape! fingido ; cedo se d conhecer. Fique porera
otdem Oh como alo'eobord'inadoa aos mandados
Le Aqu uso se injuria s o ( on go Sena lam-
hetn se faz injuria ao Ex.mo P esidenli uio .- up-
pondo-ocapas de calcar as Leis conu< pidindo p.-
raque abuse do Poder, e proceda ronda a- Ltis.
Anda nao para aqui a sua suda i.i por (pie
cnrapromet'em mesuro a impai lalidade, e siu-
deeadeS. Ex, o Sur. Presidente. Q.iem lie que
diste tiles, que o ConegO Sorra uio lie da c :.l-
iinca do Sur, Presidente/1 T-rao eihrs tanla ol-
midade com o Snr. Andrea, que Ihesdescohrisse
este segredo, quando aliazoSnr. Presidente trata*
w mpre bem ao ConegoSerra, e al Ihe ha vis
dilio, que 1 he a oficiar para formar o procesao das
revolucionarios de Janeiro enllante ? Ku eatou cer-
t6 que anda que o Se Andrea ufo gostaase do Snr,
Sena por moiires augoa, nao era da Dgujdade
e da juatca do Snr. rmidrnle vindo administrar
esta Provincia mostrar essa ndispoztclo, quando o
Utesroo Regente sen respeito eequecendo conzas
antigs o cha.non para llie dar o Govvrno do Para,
He saltillo na lli.-lmia Incln./ i d. .-., P.ovincia'
que Paiqtiic antes do anno de l8Jo*n$o<-ra rn he-
rid se n.) pe'a circun-'anria de ser hu.n rapaiimho
u heilie. e fumar mutoem charutos, ponto de
wr adu irado. O Pudre BapiUla, de quem era
muito am, ea quem elle f.equentava dTanamen-
ie senlnu de o prolej.r,' e de o dar ao Publico e
faz Cense h-:iao de Piovuuia pedindo para que elle
loase rolado ainda i|i e a ida le o nao favorece s.
He Paiqui c ConsJheiro de Povincia, e logo as
primeras Sebceos briglo o Paiquic, e o Coneso
Brpisla, lomando-ae inimi.o- capi'ae*. Era eu
lo Preside ule o Bario de Bagj contra quem >e
declarou eintrigono mesmn I' quic, porque o
Burlo o ita5 linhu vesitado I' i-se ame Irn 'o
o Paiqui na intriga para que leve hu natural
prc p-meo e depois de pequeos ejiaaios projectoa
agrande obra da RevohicaS de -j de Agosto e iH.li
cujoalro principal e>a a morle e-o exterminio do
Padie Baptsta e de mais Cidadfos, para oque
lid necessario a depozicad de Vizconde d G>ianna.
Mas tato eutrava no plao dos conjurados i compro* Esta foi a Mai'ecunda de todos os nossos males, e
melter Aulhoridudes, dividir Cidadlo*, separar as dellas baSlilhasa Abrilada, ees* borrosa de 7 de
Janeiro. Constituido o Paiquic com os auxih.s do
Memoria chele deste Partido revuhi' ion.nio, foi
em oonaequoncia diado com lodo o fuir pi los M I-
cher Vinagre, Cears, Pororoca, luoPtdro.
oceupado linm em prego em Paia estrangeiro para Pelippe dj, Cosa bem como por t dos quanlos lio-
onde se fe tirn nao sei per que do Rio de Janci. je forma vio o exercito lehelde. F.g" Pa quic e
ro. Este hoinem, que sardamente votara no Si- depoia de huma escandaloia pr tere .3 da Gente da
nediio, foi hom que lambein se encarregoudolor- Regencia finada, vollou pa .\l.u*airhlo, ondees-
necer nasiganntea e quem se eiicarieg>u de facer teve alguna meses a ver se aplacava mais o odio
paralizar < negocio da Ju licalura eni ipiaora se dosaugeilix no 1 eados para regressar ao auligu lliea
cuacara gente propria.de assignart elle em tira se tro das suas mlyadezas, ej aoal>i'goda.aiuuistii.
declarou o moia furioso Componente da tal socieda Cosuha ao defunfo Lobo s pdi'ia voliar, o qual
de: ha documento iucon'es'avel em que elle o Ihe respOndeo, qoasim, qu conlcssa por sua propria lica, A-^sim o fez, e loi pelo l.oho muito bem recebido,
Note-se que Paiquic e Loho_ er. o muito ainig s e
(\) Francisco Firmlno Pinto quehe o fal Xlqui- Paiquic ja tinlia morado em sua casa 110 Iho de Ja-
nho rtcebeo pelo lebthfe Mahhcr 01tcenlos mil ero, ese Iral.iv.i por tu.
t 7
loicas e triunfara Cahanada. Nao esqnecerl
de faser apparecer aqui han Sur. Mal ios, tao co-
ndecido no Rio de Janeiro, aonde anda se disputa
se elle he Brasileiro por se dizer ter acceilsd.i e
rotl ( ja se sabe do Thezouro ) como gratificaco
dos ser vicos prestados cis rrvolaces de Janeiro e
do Acara, Igual honroza grati/icaedo teve Manu-
el h uaristo.
() Concepit dolorum et peperit iniquitatem.
Psal. 7.
,l entafi o Padre l'aplis'a ti nltava derrubar o
Presidente Loho, e vingar-se de Camerrau Alcan
taran, e otilros de (jiiem por naosiguireiu suaa
loucuras se ha va separado. Paiquic inlbruiado
j de tas circunstancias adestrado como he na in-
triga nudio o campo e achoii que rtliraria pro-
MUTILADO


cito desta divisa. Wi na parte o Congo Bap-
tista precisado le velhacoa, perturbadora* raanho.
tos e diligentea para a ana revolocao motara-
bcra para os seus inlereasea, ronsiierou sobre as
qualidndes do Paiquic, e ulgouser roe.oir.unlo
(caneado se comegui-se lar Pai |Uice no seo par-
tido. Paiquic para vingar-ae de Camecran, serra,
e Manlaraa e ......os nao duvida tate- o eoor-
Bulbo aua pea do Padre Baptista, edespojar se da-
Siialidade 1* chafe. Baptisla para vtngar-ae nos
me.-mos reconcentra lodo o sen odio, abaixa-aea
Paiquic, c be < priiiH ro a procurar a sua arana-
dn Multo ganhava o Paiquic com isto : a peral*
gurefi daquelles Cidadioa, e o entrar por raerce
do Padre Baptista Pororoca &c., na graca daca-
nalha que le enia5 anda couspirava contra elle.
Eiitrou poianaa aislas dos revolocionarioa, esecnn*
dou da lii em alante a revolucafi com todas aa suas
manhas, e perfidias
Piocurou congracar-e cora o Pororoca, e rom
o> ittdi ja cima nomeadoa com o Martina, rom <
Guariba, como Mulato Marlinho, M*noel Evers-
1o, e maa suca que lignro.i na Revcnoc .
O Ponto onde devera t*r principio a revolueafi
era o Arar. Malcher abri o p^sso, porem das
antea da ocraiafi marcada por se buscar prendero
Papagaio. As enrgicas ProvilenciasdoGoverno
en I o temadas fixerS fug.rao seu antro a Hidra re-
volucionaria. Dorante os lias que os relela"** no
Acara se sustentaras f'ora convidados peloGover-
no todos os Cidadioa pegar ns armas para o coad-
iuvar. O Paiquic porem que nafi que ia comba-
ler contra a una eaiwa nem qu'i pegar etnarmas ,
nem se ppresentou ao Governoj igual proced
metilo tiverafi os Pororoca, Manoel Evaristo Joa
Pedro, e os otlros ja referidos.
Eslava entao Padre Baptista no BioBarcarena
derigindoos actos da revolocao, O Presidente Lo-
bo es Ttve-lhe hum Oflicio para que se recolhoe a
Cidade, poisali e:a necessaria a sua presenca. Bap-
. i i- .< j. ___u_ r\C
fala manda immediatamente a Cidade aqu
fieio ; consultar o Pororoca em cuja cata
.lie Of-
se reu
nia de d. e de noite o Club revolucionario. Pai-
quic est nessa occaziafi em c za d<> Poror a e
at em mangas de carniza e da de ronselhn que
volte logo o eraissario com a respwta de nao eu?, e
deixar-ae rslar e em cuja occagiafi Paiqu'c mili-
to vicit ron c mira o Presidente Lobo. Este ven
do-se getivamente determina a Baptista que venlia quauto
antes para a Cidade, ecujo Olicio foi enviado
},n .i Offio'al paralhefazer dar exeeucafi em ordem
porescripto. Paiquic jantava cora O Official, ei
penas sabe den le, era acaba dejanlar, ecorrea raza de Poro-
rca, e Ihe dic Snr. Jacintbo, mande ja avizar
o nosso amigo Arcipreste que o Lobo vai mandar
bu ca lo para a Cidade-, e he para o prender Ja.
cinlho alvoracado diz-lhe que nao lera causa dar I -
zer a e.-te aviso, Paiquic enta6 es encarrega de o
fezer e nanlo antes manda o esralr da sua fiepar-
ticafi, e eum lium brilbete seu avistando de ludo ao
Padre Baptista e reconunendaiido-lhe que se oc-
ttiliaase.
O Jais de P.iz do Acara procede por ordem do
Pradtnle contra os revoltoso* sao pronunciados
entres entres o, dMoa Pororoca Parir Baptista ,
XicrArdase, Manoel Evaristo, e os ,. .c,,n.
,niunta,n,u,e nomead,s Era conaeqoenCMI fora6
Uiosseis que etafa6 na Cidade s Atdas.e Lva-
X, Caetano Seabra, e naais tres, Pa.q...ce
fi o rimeiro naita-Ios, e fafer-lhea os sena
motestoade adheaaft, eaeus ofiereomeotoa, epro-
Ketteo-lhe. de os por na ra ou \]\"^'A
Eatava entad em exercidodeJuiadePaada C*oear"
do Termo da Capital o Conego Serra. Com elle na/
da poda fezer o Paiquic, guardo..-^ para o ift
deDiivito Gentil Augusto de Carvallo. Requeye-
rao os Heos ao lua de W^. Alva a M henea que Ha-
forma da Lei Ibes loi denegado. Mvestira^re-
plicara porem o Juii de Paz eslava os ^s prm-
cipios. Recorrers para o ditio Wfle Direito.
Anui tomn folego o Paiquic ealM com sua jen-
te. O Snr. Gentil nao poda reaisli ao Paiquic ,
uh protegellos que. a m trar-lbl o processo.
Foi por s o que e le nao quiz estar pelas ce.t.doena
das cuinos, que acompauluvao os Requenmentoa,
e por linca quera,qoe oJuia de PaaIbe enviasseoa
p,. prio, a .tos. Baldada porem foi a sua perlenQ.-o,
elle a seu petar indefero o requenmenlodoaReos.
p.,iquice" busca ainda o recurso do liaba Coj-
_s,_ o a>pisV,al,uun questa5 entre o Juiz de
K, e o J..ii de Direito e de huma pratica do Lo-
Ucl.mo Juix de Direito, toi por este tamberam-
SeBendo a Peic 5 de Habeaa Corpus. Paiquc,
' Uav. afiaacado Reos a ^^a^J^'
nerm.n ira que loase, blasfemara con tra.Juues,
TI Preaidente, e ara huma grande roda unto do
L Vero pno i diaw q"e como por aqu. n-SToraS
sol.es, que elle promettiaem vii.led.aa laie-Ioaaol
tar pela RelacSa do Maranba.
Cbega ? fin. o tremen Jo d.a 7 da J*
l835 h! nuneapodes^eclie ser ^'^
floadias! Cabera aoa golpea des rebeldea, o Praa.
dente Lobo, oCommandaote das ArmasS. ;g^
e outroa Cidadioa i enluta-ae a vtrtude, e revece
Pe d.gaU.....c.o,eflga8oamab-adoa! Dema
nhl vai buma Patrulha c^mmaudada pelo s rgento,
e faeinoroio 6omea buear o I -qu.ee P*"
P,zd.n-e, e como naSesl.vesse ***> J^J^
D.or Gentil e o lev. 6 para Palacw para ser o k.
tidente. Este pofem q ";;" <\WVKi 'l"'V'.
braeVa queToa lembrancal ) de MaJcber, jo
aponte p^raaev Prezdente: loi approvado, eofo-
r!, bus ar na Fortaleza da Barra onde estava prcM>l
Eis o Paiquic lava.-.U-se em agua de rozas. Ja -
ta aetinha reconeiliado com oMalcherpori-w
,T,edioda Bevoluea. Paiquic esto lado de
cher e be quem mais o aguilhi a i ara a pers.p
cao deases doze Cidadioa que elle e-c. eve ejm no
m. lista, ecujo sangue devia sellar ou ser o pe
nbor da unio autre aqoelles das malvados, i-
quic manda offerecei a sua proteccSo alguna d
zdeiros, e se ufana de dirigir a Malcher. <> M
ria, quedepoia de sua cl.egada ando., aeran..' "
do ao Pai.p.ic e que andava como encolh.do
lempo da Legalidade, tamben, se -PP'^"1^
Campo e jactamciozo por ter sido o aulbor d r
no posto em pratica naquelle nefando da, ece
agradecimentos de Malcher, e co.no n.es-.re i-.
bem inculca o seu Patronato. Paiqu.ce lam
arranjava scus papeUuhos Malcher ( que to eai
MUTIL


pido era oMalcher ) do que ellese gabon multas
pessoas. Tal fui a prncamacao para o reconheci-
inento do Joto Pedro no largo do Carino, que es-
lando a gagnejar aquelle bruto, e quereudo dar a
oulro para 1er loaiou o Paiquic o papel e ds-
se: como elle era oque o tinha feito, niuguem
irilhor leria rom lodos os pontos e virgulas e
ssini o praticou. Por empenlio seu passou o RlllO
da muala Uenla segundo Coinmandanie dos \lu-
ncipaes, e o (.'apilara Casi i o sequiz ler lcenca
para nio servir com os malvados, elle lo i osen im-
peuho. Neste lugar convem referir o que aconte-
teo com nata portugus j Estando e*te leciozope-
1 >s sussfssis aterradores na madrugada daquelle da :
' mandn p-dir Paiquic., que quera ir pira siid
caza, mas elle que por mnita se tinlia retirado
de caza man Ion p >r resposla : que se deixasse es-
tar pois nao ira Hada com elle: E que tal ? Lo-
go saina elle bei de lodo o negocio revolucionario*
O Memoria pela, sna parle tam]>em arraujava os
seus interessea rom o seu valimiento que en de
tanto valor que Malclier sendo instad.) para p o-
ver em hum lugar pingue da Alandega liuin IrmaS
do Eduardo sua primeira columna na Hevotoco ,
deixou de o fazer para servir ao Memoria qv; se
emperihava por liuui tal Joaquim d'Oli.era que
Anda boje existe na Alandega.
Paiquic teniendo que o Padre Jernimo fosse
elevado Presidente, por assim se lidiar, e rom i
esle Padre nunca paciuaeise cmi til macado, re-
tlrou-ta jiara Maranhlo, deivando oMakheren-
saido as s'ias lico ns. Airmaro-me que nao
se retirou kj com medo do Padre Jernimo mas
qne lambem foi para p<-rsiguira'i os pro criptosque
p*ia la se retirasaem e fazer rehen'o-la a me*a
revoluco do Pala- Todos os habitantes daqiu.lla
Provincia sabem que Pa'quic chegando la comecou
endeosar o Malcber, easer o seo maior pane-
gerisla. Todos sbtin que quando o Ex-mo Sur.
Senador Antonio Pedro da Cosa Ferreira teveape-
na-i noticias da desgracada sorle do Para que qoiz
iinnndiatamcnte mandar a Fragata Imperalrs com
gente para restablecer a ordern a grande oppo-
ziejo queselhe Taz sendo o dicte della oditto Pai-
quic, que publica, [e escandalczamente fallavtf
contra ele, disendo entre oulras cotizas. Que o
Presidente do Maranhio nao linba autboi idade pa-
ra manda forceas contra o Para, que elle i>ao com-
pela decidir se o qaesetinha feito naquella Pro-
vincia era bom ou tno, que isso s compela
ao Gorcrno daCofte, que elle julgava approvaria
ludo o queali se tiulia feito &c. Concorreo para ai
paliacoeus da demora da Fragata e como o bene-
mrito Presidente pela sna energa e carcter 6ses-
se cora tudo approinptar a Fragata para sabir Pai-
quic teniendo ser o Malclier surprebendido, pem
em pralica lodos os recurses dasuaarte, e faz que
se arranje huma Embarcaco Francesa para ir avi-
sar a Malclier. O honrado Presidente oppoem-se
;'. sua sabida nega-llie o passaporle, mas o Cnsul
insiste, e protesta. O Presidente em fim annue ,
e sabio a Embarcaco a prevenir os Rebeldes. Pai-
qui- escreve Malcher para que se opponha com
todas as toreas Fragata, e nao se de.xe ca.r por
Ten-a, eera ull.nocazo tamban os afirieano......
ah que malvadwa .' Quhm no uiesmo sentido e&cre;
ve 'ao Xico e estas carias torio vistas por aVtimafc
pessoas e be verddeiro o seu leslemui.bo. Dis-
se Paiquic que oGoverno Cen'ral tiSo tmha torc-is,
e qu o Malcher havia ser Presidente, e qte ib* ia
PorloL-al curar-se e que voltaria ao Pai inda
sendodle Piesidenle o que elle bem estimara. A-
qui i-fu pomo deixar de ex clama l com Cicero na sua
l ere .. Tnsculana : Quid plura referani Quid
verba undiam comfactavidra.ru? Que mais bei-
de referir? Para que sao mais provas a visla de
lautos lulos?
15 s- e-ies os bom"ns qne torinfo aharo assig
nados contra Authoridades rectas ? Sao es les os que
I la > un patriotismo, em orde'm jmtica, espi-
rito de vinganca r Quauto as obras So FSo oppos-
ta> i estas pal ivras Neltaa como era doce inelse es-
conden! os venenos mais i cunados como divse O-
vido, (7)
S.m ho estes os homens que boje fe appi rsenta
em campo i'> so* fruindo dessaascendencia procu-
rada em 7 de Agosto dei8>i, na per&eguiudo ,
e intrigando os que com ellos nao enlraifio mis suas
conpiraoS'8 os que com elles nio invenflo huin.
novo crme, bnma nova intriga, huma nova i-
niquidade praticar! EHes pensarlo deitar por tr-
ra os crditos do Conego Serra, ou faZe-lo pa.-sar por
hiim grande bcioorozo, appresenlando ao Publico
essa infame representacio sera hum pretexto plau-
ivl sem huma actiiz icao verdica ou enlame o
ondesevem, nao resumbrar, masgotejar o fel da
calumnia, e as ptridas salivas de linguus envene-
nadas pe'a meadicidcide ; poreni o eltoilo Ibi con-
trario: Ninguem ou Pesboa anda de mellos senso
deixou de percebfr que aquellea cheles de tal as-
signados tnho culpas no Carlorio, e se queriio
ver livrexda recliulo, e jnslica do Conego Serra \
e que por isso, e mais vinganca dopassado, pro-
curavo desacredta-lo, e desvial-o de hum em prego,
de que os seos criiresenormes linho tanto lemer.
AHucinados p*la paixio da vinganca, e pelo sus-
to da punilo, perdeiio o discurso, enfosoube-
rao (pie (piando te quer acensar as latas do prximo,
se deve primeiramente olliai' para assuas para qno
os boldoens nu se volvo contra quem os adra : is-
toalem de er mxima nascida da san doria Eterna ,
era doctrina cofrente entre 08 Paglo*. (8) Nunca o
perverso mostfs malvadeza maioi'j do que quan-
do elle se queT justilicar criminaudu oprocedimnto
do horneni probo. (i()
Ainda mais desacreditados, rmais de-prezveis
se tornro eiles deis toras campiuens depuis que
quizeraS inv-.lver as suas intrigas o Commandan-
te das Forcas Navaes Frederico Vlariatt em que
nao descabrindo nada para o abocoili ir tormaia
hum crime da sua fHSdeCOm odlo Conego,
A'vista do quedeiso escupi i.> he precizoar-
gumentar com a deduca e com a coincideucia dos
(7) Impa iub dulei melle venena latent.
Lib. Elegt
(8) yherum qui incurat prohri, se iptiuri in-
tuere o portel. Plaut in Trwal.
fq) Malina est per quam amibus deceptoriis ,
venate palliat a, vel odium ulleiius vel piopriutn
cvmmodmn aeniitur.
S. Apt
ADO


Tactos pira tirar se a mais "obvia inferencia de que
quell8 doi* oeUberrinios lieioes patrocinarlo a
Cabanada eutira6netla e a dingira. Nem he
tambera precita que cu faca o paralelo dos mere
cunemos dos Snrs Conego Seria, e Mariatt rom
88 infamias e negreg; lias dos Pa quic e Memo-
lia que t>ta lauto abao daquelles, quantoM
possa iwaginar estes no ma:a fundo doCocyi, e
or oulros no oais alio da Fortaleza era que Virgilio
pinlaaEolo.
E se e-tes dois perversos espiritos ach:i5 muito
fundo o lugar, em queos colloquii, eseqveretn
com certeas saber ae estad ou oa5 no- logar compe
tente, me!< a maS < m sua consciencia vejao se
Tuem la per dentro e digaS se podem entrar no
cj'ciilii li una no qoanuis inti "gis, quantas descor-
diai Olanlas perturhacoes quantu sangue, qnan-
tos m.ilea t" ni airado, oupromovido, e anda
Ir i- e.si.i | r d> zin.'lo nesta deagracada Provincia?"
A- ra/..>, as mas os niat'os, os Rios OaS enchc*
ra6 tl'es de sepulturas ? Bssas innmerasOrias,
rs-aa lautas viuvas cubil tas de lulo desfeilas em
lagrimas, no desamparo, e na inizerana6estaQ
esc limando contra elles con mai*dr, e com as
mi-sm8 pal*rr Vnganca ? (i- )
P- militad me Snrs. Redactores que en aqu fa-
ca huma pequea apiostr le aquees doia mons-
tros e que eu aponlia na b>ca do Conego Serra
Pois vos nao peicebeis Memoria e Paiquic, que
todos os russOS pasSos, e os voasos conselhos erao
pblicos, e palenl's N >5 vieiaque trdos slavo
SCientea da vosa allianca na roujurac 16ds Calanos*
Pois julgavvis que ene nitros ignorramos as vezes
queie'saoH clulis do Pororoca e Campos, as cazas
d>s conjurados ondeiei-, >s conselhos que da veis,
quanlos alliciavaa os planos que formareis, o re-
sultado que esperav.is? (11) Para que eslimulas-
teis a quem se esquena dos voseos crimes? Tantas
incidas tanto furor de crimes n.0 podiaS ser oc-
culio> !
Roma pela boca de Cicero nao accuzou a
Calihna das suas mal vade zas com lana jusn'ca ,
como esta Provincia o faz do nefandissimo P ai qui-
c l A"esta eu oi<;o as mesmat palavras daauella.
F.ntao fallava a Patria com Cal i lina hoja falla a
Patria com Paiquic : Hepois de alguns annos ao
esta parle tu es Paiquic, o aut/ior de quanlos
(o) Aforientar innulla Nirg. En. f.
f 11) Patere la Consilia non sents ? Constrictam
jam korum omnium conscientia teneii conjurationen
tuam non vides Quid prxima quid superiore
nocte egeris ques comvcaveres quid concilii ce-
peris, qmm nostrum ignorare arbitrara? Cic. in. cat.
males aqu, se tem praticado : z?<70 ha hu s intri-
ga de mais pezo ouhumcrime mais nolavel, em
que nao len/ias iufluido : ali s se deve toda essa
multidao de mories que se tem perpetrado ; da mi-
uha destrukao tu es cauza ; teus feitos com que os
criminozos teus .-.ocios audein livres, e impunes.
Tu at boje anda boje pata te salvares da fu/tica
merecida ten* trabalbado para se fazer desprezar m
calcar as Leis, e assignarconta ellas &c. (13)
Eo sei que estas verdades va5 cauzar summo
desgastoaosSnrs. Paiquic*, eMimoria; nellasen-
contiario derramado hum fel que lhes hade rere
c ir a boca e promover bai borismos no ventre ,
(. no cerebro : ellas sao ralos que Ibes bao de partir
oscoraces; mas lenha paciencia, porque diz o
anligo adagio portugu*! Quem tem telhado de
vidio na5 atira aodoaheio. Ou como diziaSos La
tinos : Jn quo alterum condenas te ipsum judicas,
.A gimas cotizas d;ei mais em oulra ocoaziaso-
bre '8 Feitos revolucionarios daquelles do s C '<- C ivallaria que d-'pois de accender 1 fugo quea'
boje nos est devorando* reir.uao-se para fora da
Provincia con cnpmhas de bous homeus e depois
de restaurada a Capital da mesma onde nenhuin
s acto Hzera aprol la Liberdade eis surgem na
rarreira e ;\ qiier*rou*se l.izer nicos gallos de
Campia E porque 11 .5 c!iamar<5 e!l< s filiies esta
rev. lueeS-1 E S nhores. d:s elementos com pie
podem sem estiro vingar-sedos -eus oppo.'-tos: Deo-
se-lhea as Capitanas da* las Campanillas de Cava I-
kiiia por proposta do Sur. Millos, e em recom
penai dos aqu ennumeradus feitos. E o Memoria
ti moi o prirneiio lugar da Allandega onde con-
81 rvou e fez subir os seus coinparses da revolucio ,
e Ta/end > d lia excluir os Sur"!. Alcntara?, e Albu-
querque que Minea for^ conniventes com os mal-
malvado, e <]uc 8 mpre *-e portan 5 com Imnra n< s
seu&empregoa, Ao menos, disse hum delles, pata
ser boa ;i revo!uca5 basiava lirae-e este proveilo 1
Est ae 01 ha para estes malvado !
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(la) Quay ( Patria) tecum Catilina, ticagit
et qnodnni modo tacita : Nulhim jam tot annos
jascinns exlilit nici perte : Nallum flagilium site-
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solurn ai negligendaa legos verum etiam &.c.
Cic. Cat, 1.
Pcrn. Na Typ. de M. F. de Parias, i83.


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