Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02373


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Full Text
ANNO DE 1836. SEXTA FtilRA
II E OUTUBltO N. 223
Pbrhambuoo, iia Tvr.D* M. F.de Paria- 1836.
DIAS DA SEMANA.
10 Se de n. e de t. ses. da Thczouraria Publica c
Chae, de .
11 Terca S. Firraino n. Re- de m- e aud. do J- de
12 Quarla S. Cipriano fe-Ses. da Tli. P-
13 Quinta S R uardo Rei Re. de m. aud. do J. do
C. de m- c Cli. de t.
14 -xta S. Caiisto P. es. da Tli. P. aud- do J. de
O. det
15 Sal.a.lo .Thcreaa de Joans Re. de m. e aud.
do V. G. de t em Diinda.
16 Domingo ?. Martiniano M.
Ttdo soradepende c nos rnenmos da nossa pru
denca. uioileracio. e energa .continenlo com,
principiamos, e ramo puntado coni admira-
cao entre as Nacoes mais cultas.
Proe/umaf da JuembUa QtoI d Bra.il
8iilicree-e a lOOOrs. mensae papo adiantado
nesia Tjpografi. ra das Criizcs D. 3, e na Fra-
cs da Indepeiidi-noia M. Si e 3K : onde c rrceliem
correspondencias legalisadas. e annunciosj insirin-
do *r *-te irrali sendo dos proprios assignantes,
rindo CAMBIOS-
Oulubro 13.
-LiOndres 38 Ds- SI. poi 1 ctd. ou prata a
50 porcento de premio Nomina.
Lishoa>65 por o|o premio, por metal, Nora.
PrancsSSS Ha. por franco
Kio de Jan. 6 p. c. de prcm.
Moedas de 6..4IX) 13. .200 I3..400
4000 fi..T00a6S00
Pcaos 1440
Premio da prata 50 p. c-
da lettra, por me t I 1 por ojo
Cobre 25 por cento de descont
PARTIDA DOS COK II ROS.
Olinda _T<>dos os das o meio dia.
Boln, Alliandra. Panilla, Villa do Conde, Mo-
manRiiape, Pilar, Rea! de S. Jlo. Brcjo d'Arcia,
Haiuba. Pombal, Nova de Souza. (wlade do Natal,
Vil'as de Ooiaiininlia, e Nova da Prineeza, Cidaile
da Fortaleza. Villas do Aquirs. Monte mor nova,
Ararat* ('ascavel, Canind, Granja. Impertirla,
S. Bernardo, S. Joilo do Principe, Sobrar, Novad'
RjRev, Ico, S. Matheus. licachodo sansue. S
Antonio rio Jarilim, Quexeramoliim. e Parnalu
-Segundas e Sextas leira- ao meio di por via da
Paraiba. Santo AntSo-Todas ai juin'ss feir.-i ao
meio da. Giiranbuns. e Bonito- nos das 10 t- .4
de -ada mee ao meio da Flores-no di 18 de
cada mez aomoio dia- Cabo. Seriiibaem. Itio ro
mozo, c Porto Calvo-nos dia I, lie 21 de cadi
mez- ___^__________
PARTE OFFICIAL.
tra o projerto de resoluta qne- f-z
tnsiva a di-pobicsS do art. 154 lo C
ex-
4 lo Codi-
sobre intelli-
n^ei ir na ac-
RIODEJANEIRO.
ASSEMULE1 GliRAl. LEGISLATIVA.
SENADO-
Ses sao de 27 de Juiho de i836.
Reunido numero solTirienle de Senado-
res p.rafo.mar casa, de.lara-se beitaa
sess*5; a a. ta le lid* e app-ovadn.
O primeiru SerVtaro da cunta do ex-
pediente.
Ordem do da.
Continua a discussaS adiada s b aolucaS que apl^ova o decido de 28 de
Agust.. de i835, coiicedcndo a Fr. Pedro
deS. Jo> a iu..nlia de 175$ rs. *
aes, a titulo de alimento, etc. Depon de
aleum di cu-sio, fi'a ait.da aiti.ida por .-v.~, ..------... -
rhUar a hora de se pas.ar a outros Haba- -cinho Ra,.Cel tem d.re.to a p-rreber .-
I g r lem dos800$.s. com que f 1 aposentado
O Sr Presidente observa qne a M-il| tfo lugar de Thesou.oi.o Geral das trops,
cabadler partecipacadeh.v.rfaileci- mais a00$000 .- queIhe lorao con-
lo o Senado" Jo,eCa, tao Fe. reir de ed.dos por decreto de 25 de Marco de
g. Criminal a instruecaS
gencias d.'S leis. Vai a
la.
Continua a discussi doait. 3. do pro-
jecto, que oigani-o oqaadro do exeici-
to com as emendas *p liadas as anteriores
sessts, e adi.da pela hoia na anteceden-
te.
O Conde de Lages manda mesa o se-
guiole : Requeiro, com urgencia, que
aeja convidado o Ministro da Guerra pata
fettiatr discussaS do projecto de lei, so-
be o quado do exircito, Meando este a-
diado en're tanto.
H apoiado e entra ero disniss-, sus-
tado se a da materia primord al. Daido-
se por oLcutido, posto a vo os Bi*a appro-
vado, ^orso adi.tda a d'scu-sio do pro-
jecto, exp'dindose cfficio de convite ao
Minielro para assislir di.-cussi> do dia at)
pelas 11 hnas.
Se>>uc-se apiimeira dirusso da re lucaS, declarando que Ignacio Vieeas Tou-
acat
OO ytfruiiuui w----------------
Aguiar, que tem de ser depositado hje
pelas 5 horas d< tnde na Igreja de S. re-
dro, em aqual amanlii pelas |i scele-
brar suas exequias. Segundo o Kegi-
m nto, dee as>istir a este arto huma de
put-cad de membios do Senado ; porem
a hora em que elle lera lugar hejostamen-
le qUJI.em que o Senado se acha o pado comtrahalhos legial^tivos, por wso
adeputaca anomear se > lera a de.em-
nenhar a mssao do acoropmhamento pa-
to deposito } ep.ra el'a ai., nomead.-a
o. Sr.. Conde de Lages Rodr gues de
Andrade, Marqueres de Palma e l.aepet.
.ty, Rodiigues de Cartalho, e Joto fcvau
6 EnVra em difeCOOu a seguinle resolu-
?" : A ASeu.blea Ger.l Legislativa resol-
T6,; A.t. ,. Adi-posica6doa.t. .54''o
Cdigo Crim.nal comp.ehende a Mude
.urop.imeolo das inslrurces, aUtorMa-
das DOi decreto do Poder Exe.ut.vo, ex-
pedido para a boa in-eUtgenca e M.tt-
Udasleis, em V lude do S !* **
d;iCo;,itu,ca5.fiore dposicSes em contrario.
, pco do Senado, etc.
UepoSi de breeei nflexes, ****"
di,cuU e po U a votos 6c .RP-T-
di'0 Sr. Almeida Albaquerqoemipdi
nu.aosesuinte; Declaro que v,te, cea.
por decreto de a5 de fflrf
i835.
O Snr. Pau'a Sou/a impugna a reso-
luca, fundado em u*5 ser aitribuiga do
Corpo Legislali?o conctder aposentado-
rias, e .-im aoGoverno,
O Sr. S tuinino declara, que a Com-
m sso, t|inn lo apiesenlou 'sti re.solocao,
nao naide fura das raias de auas altnbui
ces-, demonstra os I odanvnloi que a
Comm s io leve pira a presentar, e en-
tende que ella deo passr.
O Sur. B.r^es considea qne se a esoe
Iuca5 tem porfim reparat a injustica qu-
li e z o Governo, o meio n 5 he e-te ; a-
|. ai de estar convencido que ao Gove no,
e nao ao Corpo Legislativo, compele 1 epa-
rar o m.lhoramento de su aposentado-
ra, o q ial, na aposentad ria qUQ Ihe
c ncedeo co.u o ordenado por inUiro, 0-
brou confdi me a le.
O Sr. Vergieiio declara na6 poder vo-
l.r pelas liases da te.-olucatem diteito
a peictber por es'ar con vencido de
que tal direito Ihe a assist--, vista da
disposica da lei que manda posentai>em
relaca ao ordenado, mas ti5 com grali-
Bcaces, oque be hum lerrivel preceden-
te. Dando se por di>cnli la, poeta a votos
pjra passar asegunda discussa, vncese
que n..
'Pendo d.'do a hora, marca-se para or-
dem du da d teguiole ses-io, a discussa
de diversas resoluces, e levanta-sca ses-ao
dp lis d,tsduas hora da tarde.
CAMARa DOS DErUTADOS.
Sessa de 27 de Jul o.
A's 10 horas feita a chamada, e arhan-
do-se numero legal, loi aberla a se sa5
depois de lida, e approvada a acta d'ante-
cedente.
O Snr. 1. Secretario d conta do ex
pedante.
Ordem do dia.
Entrio cm dii-cus o s, sao approvadas,
disrutilas e adiadas oulras, e algumas
imprimir, as seguinles Resolufes : i. -p-
provandoa tenca concedida ao Teneute
C. Flix de SeixasSouto Maior. a. aprov.
o vencimento de 300^ rs. ao Cirurgio
Mor de Matto Gms-o Jce Alexandrino
DasdeMnura. aprov. a pensio conce-
dida pelo Coverno de 500^5 rs. Je uina
Emilia deM.deiros. (\. aprov. spenl-
es annuaes de 300$ reis aos segundos Te-
nentes da Aimada N. Manoel Lopes Fe-
nhrl, e Antonio Velloso.
L-se hum oficio do Mnutro da Guer-
ra, em que partecipa que por se adiar
imposibilitado nao pode vir assislir dis-
cussio do projerto de lei do ore,meato
da R-paiticio a sencar(;o.
O Sr. Maciel Munteiro, oblendo apy
l.ivra pela ordtm, oh erva que a mateiia
que se v i discutir he muilo intcn-ssan
le, e a ua di-cussa deve asM tir o Sr. Mi-
ni-tro da Guerra, para dar os esclareci-
meolo< piorisos; e como el'e ve ache irn-
poiaibilitado de comparecer, ^egllndo o of-
iicio que diiigio Camira, elle, Ueputa-
/o, tem que pro por oadiamenlo alqoe
S. Exc esteja piesente, pois que nio en-
tende quen'hom Goerno Con>lilocional
e piiasfe discutir materia de tal ntureza
s 111 que o Ministro esl. j < p. esem>; e en-
tende igualmente que nio pode haver 11
lunn Governo Consliiueional hum M-
ni tro que na5 siiba fallar no pai lamen-
to.
O Sr. Limpo de Ahreu declara-se con
tra o adiamento, que Ihe parece querer
fivolw orno obrigac-m dos Miui>tros
a si-lirem < s5esdas pioposl?, 'pji-
do a Conililuka, tratando das propos-
tas, di', que elles poder comparerer se
quiYrem; ora, sendo i-to as-im, julgn
que o Mioistro pode ditar de asistir
discus.-o, de mais oh erva que o Ministro
esi incommodado, e sendo a*m, como
sequer obligar aoMiuistio a virassitir
discuss., e nao querer-se que a Cma-
ra t< respectivo Miuislro, quando elle na5 po-
de vir?
U Sr. Carneiro Leio declara tomar
paite na discussio, por ouvir o nobre Mi-
ni)tro dos E^trangeiros diter que a propo-
sien do adiamento era anti parlamentar.
Concorda coro o nobre Ministro que os
Ministros nao sao obrigados a assislir a
discussa de sua proposta, e que o ait.
da Constituici.5 a ele re-peito he faculta-
tivo; inasta6beni esl naopiniaS da que
a Cmara na5 he obligada a di cutir hoje
esta pn.posta ; podendo adia-la para de-
pois discuti-la, dizendose segundo as
convenien.ias, seconvem ou nao adia-la.
Se pois os Ministros nao sao obugadoS pe-
la Con>tituica a assistir d;scu s6.s das
propostas a Cmara tambera nao he ohri-
gada adscutirja hoje a proposta do 01-
camento de guerra, pode adia-la se pul-
gar convenienle, as-im como o Mi ni tro
pode deiar de iublfar d.scuss;-o. O Sr.
MinUtrodaGoeiranio seescusa; sem
melhor, se elle na5 quer compaiecer, que ,
sto dissesse-, mas diiendo que se acha ac-
tualmente impos ibildado, pince-Iheque
o Sur. Ministro dos Est.ang ir.-a n*5 leve
toda aattencaS com o ^eu co!l ga da re-
pailic-6 daGuena, quando se oppoe a
que a Cmara espere por elle praU
dicussa 5 parece-lhe que o Snr. M.tns-
IrodosEstiaogeiros, por attencao, por
decoro devido ao seu collfgs nao.devm
exigir que a Cmara privMN bon-
ra.ia ao Snr. Ministro dos N,go:.o.s da
Guerra (.poiidos e risadas.) De mais, elle
D putado ob erva que as infurmacoes es-
cripias nao sa5 M6 .cuiunciadas que
posa.5 exelt.ir oulras que lei- necessa-
rias. Lemb=a -ais que, poto que o Sr.
Minian o dos Negocios Estrange.ros po>-
sa dar esclate.imeiitos Cmara no que
toca asii.tenvSes do Governo sobre a po-
lilica emgral, com ludo, noque he par-
ticular t-oMinisiio daGneira, o Sr. Mi-
nistro dos E-traogeiros nao pode oflerecee
os estlarsi imeuto precisos Cambra ; por
fnto nao .leve privar a Cmara de ouvir
ao Sr. Ministro d.. Guerra a respoiio.
Curopre qua o Ministro corope?a, so
nao acacha impedido por molestia chro-
nica, poruue enta cumpie sabir doWi-
oisterio da Guerra, poi- que nas crcuns-
tancias acluaes nao estamos em termos da
haver hum Minist.o rachelico. Uuaa
Provincias ach-Sse iqbUvad-s, fe repart-
g.,5 da gueira desorganisada ; n5 temo!
exercit-, nao Ierro- diaeiplma, se o Mi-
nistro pois n.S.s'a em c.rcunstanc.as de
bem ejercer o scuemprego, cumpre del-
xar o lugar. Vota peto adiamento.^
O Snr. Maciel Monteiro declara nao M-
bc em quelpossj s. r laxado de pouco
pat lamentar, quando propuZera o adia-
mento, p iticipalmcnte quando he uso da
Cunara, eque seinelhantes propostas lem
sido di .ululas eilj presenta dosSms. Mi-
nistros respectivo. Parec-lbe aoles qua
o nobre Mi ni tro dos Et.angeiros na.
prcedeu Bfrte caso muito parlamentar.
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2;
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I


DIARIO DEPERNAMBUCO.
wtHBmmeJuma*ataifvr"*fw^iafrs
mente, qmremlo dar entender que as
preieiiea do nobe Muisterio Ja Guerra
t-ra escusada. Da uiai* elle Daputaloea-
tende de b-oluta ne essid ide que o \li-iii-
tro ot-ji pie*ent<> para dir os es Ineci-
mentos neceo&arios : nu quer com o ad
amento senio act entes qui possio resu'Ur ao im-.m- Si*.
Ministio, e l.ti-.iv Gacerno huma p ova
rie onsiJcracio. Enteti c que a f-tlt di>
Ministio respectivo ne-la difrn s pode
ser de geavissirn < da ta no nio so aN eo,
citm > inGot'einn. A N*u^o, porque p
de acontecer que a Camna, nio nuil es-
clarec la sobo o que canvm ie*oIver nes
te objecto, nio arista ao Govern o com os
meios necessu*'o* para restabalecer a or-
dena no l up> rio ; e por orno la lo, senda
esta huma proposta do Governo, parace-
llte confia' muito que o Gnve< ni esclarece
a Camira. Depois de mai* algumas tefl
xes -.I), e a neceada le deedar presente o
Sr. Ministro da Guerra a esta discuti,
pasra a responder i i zoes p e-euta Jas
pelo Si. Liiupo d Aiireu, e dizque o no
bie Ministro dos N.-goci-s E.tra'ueirb
parece estar esqoectdo do q n* se passo i na
Cmara, quan.lo se dis u'i.t a i-.teso de
forcas, quando foi dito militas veZs qii- >
lol.itdi o dj Sr. Mini-tro di Guerra foi
muito escaseo, muito fue-quinho ; quemni
tes Depulad >s nao votaio pelas forcas pe-
didas pelo Govern >, em c na terero informaees sume entes; por
coasequencia a rata dada pelo Ministro 'ios
Estrangeiios, de que <> Miniaiao d. Guer-
ra nl'cirm >u a Camera de tu lo q i> nto de'
via informar, nao pode proceder, nao p
de ftzer com que o adiamento nie p.s-e.
Nao demonstrara que lio i\ ese huma ubri*
ga-.o OSO i ipta, do Mini-tro a asaislir dis-
cusss ; mas lia huma ohi igacad que resul-
ta da relaci eiitie o Govi no e o C<>rpo
Legislativo; o Governo tendo de exigir
uni, do Corp L gsUli-o d ve prestar
para ^ste Gm as infjrmaces neceesitas ao
Co'po Legislativo; e quanto ao prolon-
gamento que pode ter a imj osdbilida do M nistro, di ia que a prolongar se mui-
to ete iiup d ment, b>m ha que Mi-
nistro passe a pasta a hum :cu collcga ; que
de hum ou outro n do lie preciso que a
propusts do Governo trnlia hum defensor
Coiiclut; insi.iiirido pelo adiamento; conlie-
rendo t< davii que n- ha hum i ol>rigae*5
escripia, eque secoin elle:to o Ministiodi
Gueira ds.*esae q e ru vinha asdstir
discoss-5 nao propunha o adiamento ;
mas di/.endo que e-t impedido por hoje,
pde-se esperar al amauhi ou depois, ou
ale que possa ap> esenUr-se.
liav. ii lo jinda nlgiiiis dos Sis. q ie j
tintino l.ill'd < pedido a palavra, o Sr. p '-
nit-iro Secretaiio l o ai tig > do regiment
que prohibe fal'ai-si; maii de huma vez
i ; *l
nest.is que-toes, a execc o 'io autor do re
querimrnto, qu' t-iri a paUvra mais hu-
ma vez.
Dep s de fallarlo Si. Rafael de Cova-
lho, m jiiv.uid o sen v.iio contra oadia-
meiit), da-se a materia por discutid > ; e o
adiammlo submettido vot'C5 he tegei-
tadopor4i votos contra 40.
Anda suscit i- e hu na out a qiestt de
ordem sobre a viii6^*<;a5 da votaga, e a
final decide-se (pie nao de ve lar lug-r a es-
iviicicn. Sendo p lis regeitad o adimcii-
to, entra ern *iacu s. n ^guinte :
c.vpitulo vi Ministerio j Gueria.
Art. 7. VTinistro eSerreUrio d Es-
Halo dos Negocios da G ierra he aulho iza-
do a despender no anno 6na4(ceiio desta
lei: 1. Com a Secreta 1 ia dn Estado e >eu
exficliente, induiive a imp e sao dos actos
expedidos p*. e-teatniitt*i 10, 2d:lale3)a >o;
a. (-'um o Conselho Su^iemo Mil lar
ia.t6-670; 3. Com oseo nmandos de
armas 18 l59.$600; 4. Com O Estado
Mnor do Eiercilo, Ul iaes de Corpoi,
IHciaes afulsos, comprehendi ios o< de
m ; 11 linha que v-neem sido, e refir-
mados, 1,0(31:3^0^4.9-^ ; ^ n ^or
pr> oe Bngiuheiiua 5:9980 ; 6. Co n
es Corp s de p i n.-ira hnlia e rompa ihas
dJ Ait fi es, 1,346 S7^ S 7- .('or
as d vi/e-.. d- Pedestre e Ligehos,
56383^5io; 8. Cinn o Hoaplaes Re-
gtniCOtaas Ib.oifi); 9. Com a Acade-
mia Militara2:5ao$; lo Com o Archi-
vo Mili'sr e oRieirta liiliographi,.....
6:9?.3^i">>.'; S li- ('"m os Aiienaea de
Guerra e ai uiazens di depsitos dcarlijjuS I
bellicos, 228:752^)200; 12. Com cra-
tificaces e cavalgailuras, 19:000^); ^i3.
C<-m telegrapho, luzes, diarias presos
condenados a trabalboj, soldadas a pati-s
e 1 ema 'ores de t sraKres, alugiieres d ca-
zas, ir .ii p 1 tes e -miras despezai, .....
3a 8005); i/{. Cora as cb s e i-piros
lodi-pensaves as fortalezas e qunrteis, e
romnuaciS das da Ac d- m-a Militar, ..
4'>'ooo$ ; 1 5. Gom aa disoezas event 1-
ue.- 3 iionafa ; 16. Com divida p-i-siva
po.-terior ao anuo de 1826200:000^%. ..
3,i5G:o97$583.
Sio apoiadas as seguintes emendas da
Commis-o :
" 4 S*}* sulistitiiirlo pelos segnintes:
4* Gom o E lado Maior do Eien ito ,
53:287^230; 5. Com os Officiaes de
primeira hnha ero .-orposavulso- 500:000$
6. Com os Oiliciaes>lesegunda linhauue
tem sold 100 000$; 7. com og Refor-
ma os, 380.000$; o p^sa a sei 8; 0
6 passa a ^er q redimido assim : C m os
coi pos do excrcito Iig iros de Mato Gi os-
so e ompuihias He Artfices; o 7 sup
primido ; 0'8, ge i0pis-ii ser 10
1 t e i'j; o 11 passa a ser 13 redigido as-
sim : C>m os -^isentes de Guerra e ai m^zrns
deartigos b-l ico- ; podendn ^er elevad >0
numeio de 200 os menoie- addi los ao Ar-
senal de Guerra da Cote, 200 000$, o
I2 pasa a ser 14 regido as im : C no as
gratifieaeSes e cvalg*du Eugenheiros e d-s oU'ras armas que po-
sao ser ecDpregad >s. 6 000$ ; o t3 p s-
sa a gerr i5 ; < 14 passa a ser 16, redimi-
do assim : com d coutinuaco das obras e
ri-paro'dosedificioi que o (overno julgar
indispenS'Veis com despezas eventuaes ,
70 000$; o >5 sopp .a ser i7 redigido v>im : com a amo- ti
sacio da divi la paas'Ta anterior ao anno de
1826, 100:000$ 18 addi-ivo. cuna
compia de ai mmenlo e com a ulicina
deartieiro, 50:000$:
V>m me.-a e sao apoialas as scguin'cs
emendas :
D Si. Al'mquerque Maranho: Com
o rep iro d Fortaleza do Csb d'do na ^ro
vincia d. P^rdiibi do Norte, 20:oOO$
Do S Brit 1 Guerra : l'aia -er collo-
ca lo como melhor cuvier n'liura dos
do artigo 7 d Mmiste'io da Gieira: 'om
o piompto reparo d* Fortaleza da B*rra
rio Rio Grande do Norte, de.de 8:000$
D1 S Assia Msscaranhas : O 7 re-
dija se assim : cot as divises do R>o Do-
Ce, lig.ios do Msranhio, Goyaz e Pedes-
tres do Espirito S.nto 63.59l$44o.
Depois de fall uem algn* Sr*., 6ca a
discus-io adiada pela boa. O Presidente,
depois de marcar a orlen do da da se-
guidle -es*io lv.inta a p mii'b p> las
da hoias da tai de.
PF.RNAMBUCO.
OOVIRNO DA PROVIHOIA,
Expediente do dia i3.
CFF1CIOS.
AoJuiz de D reit d primeira Vara
do criine, respondendo-lhe que ser pre-
sente, a Asse.nblea Piovioridl Osen nf-
Gcio em que pede deci-.au da duvil,,
em que se ada sol re o julgameuto eru
enme de contrabando quando as Inpr-
cadorias coutibandeadas nc e*ceda
a cvm mil res ; visto que tal snluca
irop ola interpretar; 5 da Lei Prorinrid
de 14 de Abril d^steaun<>.
A3 Cnsul de S. Msgi.-tade F le-
lsima, cominunicmrlo Ihe : que se ex-
peli ordem ao Chhiujiiante do ii-
gue Nger -- para itc*emhircar os dos
mrinheiros Joio Alfonso, e'iimnl Jos
da S Iva como elle requi-jiou, p subditos de su Naca.
Ao Insp cmr Geral das Obras Pu-
blica-, enfl vi ti do em q ie sejs encanega-
do da diieccu da nt>ra da K ta da di
M.inguinho, Joaquim Carneiro de Souza
L'ct-1 ds.
A A'lminislraca dos es'ab -lecim- n
tos de C ci do Exm. Presidente da Bihiasobio o
elfeitns que tem prodaido ni Hospital
dos Lazaros d'aqaclU Piovincia a aplica-
Qa5 da raz de Guie":
A Gara denando Ihe : que a eleica dos Eieitores
da Freguesia da Varzea deve ser feia na
greja de N. S. da Paz da Povo*ca dos
Aifogados, por ser a Igr. ja M-driz, visto
q para ella fez o Exm. e Km. Bispo t ans-
feriroSS. Sacramento e celebrar todas as
funciSes Parocliiaes.
PORTARA.
AoC<>inmnJatite do Biigue -- N'ger --
para f>zer desembanar os Marinheiios
Joa5 Alfonso, e Manoel Jos da Silva, por
strem suliditos Purtuguezes.
<
Navio De-paihado 10 Jia 13.
O B igue Braseiio lz Rio de Janeiro Meslre Autonio Siquei-
ra.
DIVERSAS REPART1COENS.
TRIBUNAL DA MELLACAO.
Scssa de 11 de Outuhro.
Na Appellaca crime do Juiso dos desta Cidade. Appellmte Anacleto
Jo.-e de Mendonca, e Appellado IM Joaiiuim do Praizo : Nd6 se totnou co
nherimeat" da Appellacio.
Sessa" da i3 do dito.
Na Appelaca Civel do Juizo do Civel
desla (i lade, Appellante Caihaiim Fian
ciscado E-pi,iio Ssnto, App^lludo \Ia-
m-el P-eruarditio Monteiro loi coufimada
a S' ii tenca lecorrida.
rREEITl'RA DA COMARCA DO RBCIPBi
Paite do dia i3.
IIIm. eEzm*^6r.
Fora presos a minlia ordeA e ncollii -
do* ao Callahouco do C rp^de Policia
o pardo de' nome Joaquim Jos e Jos
Maiia branc", ambos marojos, e do Ar-
senal de Mu 111I11 lemetidos pelo Com-
missai io de Pvlicia do Distria to de Po-
ta de portas, o prime-iro por le d-do ai,-
iim bol'et.ida no corneta Jo^e Joaquiajrfdr'
Santa -Anna e o segundo por peitende
uzar de viol ni ia para soltar a aqu
Daniel Jacinto) Penei-a, branen, r^et
tido pela paiiulba de Policia, quevon-
dou no destricto da Boa-visia p r ter
sido encontrado com urna fac* de ponte;
e Manoel rtai Vi-gens Boig^s por ser en-
contrado fora de hora dando motivo de
naspeta.
Nada mais consta.
DeosGuaiue a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Commarca do Recife i3 de
Outubro de 1836. llm. .; Exm. Sr.
Framiscode Paula Cavalcsnti de AHui-
querque, r*i tidente da Pr Vincia.-Ma-
nuel do Nasrimentu da Costa Monteiro.
HKZA DAS DIVERSAS RI-.NDAS.
A pauta he a inesma do N. 217. O
Asiuc.r biixou pira l$600 o novo, e o
vellio pus i$400.
CORRKIO.
O Bi igue No ioftal Izaliel recebe a no-
li pira o Rio d-- -Janeiro, hoje i4 do cor-
ren le.
Hu'gued GuerraJJNicional Niger re-
cebe as mal as para o Rio Gran le do Nor-
te, Marafitiaft, t Para boje (i4) i,s nove
burai da manli.
O Piaxo Jouma Elisa Recebe a ma-
la boje \f\ do frrente p>ra Acarar.
O Paquiit* Inglez Express, recibe mal-
la para a Baha, e R'O de J.muio a uia-
nh i5 d j correte as 3 horas da tarde.
'rrriiiTCicaaaessn-n.-------.
OBRAS PUBLICAS.
Pela Administraco Fiscal das Obras pu.
Idicis lem de se comprarem tiez junias le
Bois mansos de cairo, para os trabadlo da
nova estrada do Pao do Albo; a pessoa
que o* quiser vender pode aparecer na gdl.
la da dita Administraco, das tuve horas
as duas paiatract.ir do seo ajusie.
A. F. de Muura
Adrtii trador Fiscal.
ALFANDRGA DASFazENDAs.
A Ruca Iuglezi Man- he.*ter vinda de
Tena N >va, ent ada em i3 d > coi ren-
te Capita Samuel Rock < on*ign*da a
Harrissons LittfUI & Hib'iert, Mauillslou
o segninte :
i930 barricas com bacalhao, e 3 ditas
com pe xe.
a
ALAG AS.
Assemblea Legislativa Provii.cial.
N. 18.
Antonio Joaquim de Voura Presiden-
te da Provineia das Alagse : Faro salier
a tolos os seus habitantes que a Assem-
blea L gisl ti va Provicioial Decrelou, e eu
ancrionei a Resoluc.5 segumte.
Art. i. O Presidente da Provincia fi-
es auihoi i-aiio a collocar no Ai raid de
J.icuipe burn Clrigo de bons costumes,
que exetQa aquelles Povos todas as fon'c-
;5es do-en Ministerio.
Art. a. E-te Saceid .te percebera'an-
nualmenle o Ordenado de tresentos mil
reis pgos pelas Rendas Pioviuciaes, em
quanto a sua tstada ali for nece*sria.
Ari. 3." fi:a revocadas,todas as Leis,
e Dispi siies em con ti ario.
Mando pur tanjo a todas as Aulhorida-
des a quem o couheciiuento e execu-
ga da 1 efe. ida ResolucaS perten- er, que a
cumprn, e f mente, como Helia se con11 m. O Secre-
ta- io d sta ProvincW-a faca imp.in.ir,
pubfca, e correr. PuJa.'io do Governo
dasAlagpa* em 9 de Margo de i836 d-
cimo quinto da Independencia e do Im-
perio.- '
. An'onio Joaquim de Moira.
Snrs, Redactoies.
Como em sua respeitavel folha de aa
de Junho do corunte auno n. i35, foi
impussa a Lei Provincial de 6 de Junlio
lio inesuio anuo na qud sobreca reijou .
novas Couiril)uii,-5i;s ao Povo, e como se
Faj mister o eonhecimento do Reguiamen
to qnedeu oGoVorno a s Collectoies ou
ari emaianies iUs ntipot^oes de 4o is. a
cariada, e de ao por "/, das tes da Prolucca.5 Brasileira, e pori-so ro-
go I lies o favor de o reimp imir em sua es-
limavel folha, o qud icinetto Original
impress", e com este favor lara Vms.
grandes beneficios aos Colleclados, e a este
seu leitor
O airante da lei.
Bernardo Pernia de Vo-concelo--,
Pre.-id nie do Tribunal do Tbe-ouro Pu-
blico Nacional, pai.i bem *e a. recala 1 en
a.* lmposices novamente e*'abele. idas p> "
la L. i del 5 deNovembro rie i83i, aiti-
go 51 ia e i3, 01 (lena se obse ve o Pe-
gulameidu seguin'e.
_ Art. i. As iiD|osi('es de oitenta mil
ieis annuaes sohe cada casa de I.eiLo,
de 4"$ IS- solne cada huma das casas
de Mo.los, e de vinte por cculo no cousu-
ijj_o das aguas ardenles de prodcelo Bra-
smira, stra lia. uln-nlas, e cobradjs pe-


DIARIO DE
n^SSL^rS'J^t H. | .. d. ,830. D.c,e, a. a. o.,.kl.
luga,es, en qoe uno houverem kcui de
Diversas Ren las.
Arl. a. O CoUectorea nesta fisc.lisa-
cao e cobranca reguUr-se-haO pelo
obi-e.lito Reglamento tm lulo o que
for aplica vel, e por este se nao Iterar.
Inposices sobre as Cajas de L ili ., e
de Molas.
Arl. 3. SaSsugeitas as repectivas Im-
posi.-s tod.s a Casas de Le.ljs, e de
Modas, je hotifeic. noDisaicto, ou
a-jad siibelfctdas etn loja do andar da
iu ou se achem nos sobrado*. huma
vez que por taesseja coohecidas ou (lo-
meadas e enlejo publicamente franque-
adas.
Ar. 4." O Lancamento, e a cabran-
ca des as Di-post s far-seh. no mes-
IfcO
Ail. ia. Quan de Modas, as Lojas, Taberna, Enge-
ntas, Fa tilicas, e Casas de Alambique
pssarcm a ootro proprietaiio dcpois de
feto o lancamento, pastara' eom ellas o
onus do pagamemo, para se ha ver de
qaem quno, corno ora se
pratica e continuar a platicar a res-
peiio dos imposto* so^re os Botequins, e
Tabernas, e u de i2$800 sobre Lojas ,
Armasem &c.
Rio de Jmeiro 28 de Janeiro de i83a.
Bernardo Pe eir de Vasconcelos.
Sis. Redactores.
Escrivan a Sr. D. Ama Frauci-ca mu
llicr do Sr. Antonio A Ivs.
Juiz por devoco a Si. D. Hileua mu-
Iher do Sr. AntO'no Pinto.
Escrivan dita a Sr. D. Ann< mullu-r do
Sr. Joze JoHjiiin Das Femandes.
VARIEDADES. ~~ '
lempo, e pelo mesmo modo eatabe-
Jerido para olangament, ea cobranca
dos I npostos denominado, do Banco, ha-
vendo pa exped.ente bum Lino pri-
vativo.
I.nposiga de inte por cont sobre o Con-
limo das agoas ardeute. depioduccaS
Brasilea.
Ait. 5. A cobranca desta I nposicaS
sera' regulada p los Lncamento, que se
fjzertm, eaqueficaS sugeitas nao as
U bermas, e lojs, ein publica, e geraluien-
ta se vender aga rlente mas tambera
as mesma-Fab.icas Engenhos, e Casas
de Alambique, em que t-luj se liaei, pela
que venderem por miu lo.
Ait. 6." Os lancaruentos s.raS feio< de
seis em%is mezes concluidos t o dia i5
dos mc-cs, de Janeiro, e Julho de cada
um auno ; e nesss m sea, depois do- lan.
rnenlos, se proceder a cobranza do que
?edever do semestre antecedente na coo
forniidade do preco q i tivcr arbitra-
do.
Ait. 7." Nos laocamentos se de igna-
ra a re-p ito de cada huma Taberna,
Loja, Fabrica, Eiucnhi, ou Ca-a de
Alambique, a quantidade deagoa arden-
le, deque deve pagar a imposif-5 e es
ta d signacio sea' feita pelos Col helores
por meo de hum rasoavel aibitriocom
atiencad as circnustancias, que podem in-
fluir para O maiur, ou menor consu-
mo.
Art. 8." As Cmaras Municipaes n is prin-
cipios dos mu-es de J mi ro, e Julh d. cad'
om-nno( 'imenlepaia-ei vir pnsicaS) estab- lecera, conforme o estado,
e circunstancias do mercado, o preco das
agoas ardentes denlro dos seus d silicios,
eo fai publi. o p r Edilaes : ic-milo
sugeita a sua lelibeiaQa ao icciiiso esta-
be'ecido no Art. 73 da Lei do i deOu
tubio de ip.8, oqual p dei ser int r-
poto pelosGollectoies para os Presidentes
d.is Provin ias, e por este aposentada ao
Govirno.
Art. 9 Marera' para expediente da
fisc.ilis.irao, e cobranca d-sta Impo-ica
hum livr" privativo ; ram todo se pro-
cedei pelo mes-no naelliodo ordenado
]).ia o lancamento, e cobranza dos im
postos denominado do B- Art. iO. Se depoi-. de concluido o
lancamento se feixar Ignma Lija, ou
Taberna ; deixar de ha ver vendagem por
ui'udo nos Engenho, Fabricas, ou Ci*
sas de Alambiqu j ou por quilquer motivo
se Ihu deminoir o consumo, cmedi ta-
nnnle se dai paite ao respectivo Col-
leclor, para que, ceitilcado da veidado,
mande I r/er no lanera mo as noUs,
e ait- ra^es necessari^s, a fim de pagarem
"5 Culi ciados .(') o que diieitamenie de
veiem : qnando se n 5 der esla |>arte
antes de lindo o Seme>tie pagar o Col-
htado a impoitancia deile por inleiro
na uriioim.ii.de do Lanpamento.
Dispo-iyes Commun-.
Art. ii. Su os Collcclores, ou Collec-
" dos aclu, de ql lrali.5 OsaitigOl 5, 4,
e 7, proceder-se-ba da maneia ordena-
da pgia US reclama^Os tonlra o- laii-
vaniuptos das De mas dios Jr-
^iiO no art;go 8. da Lei de 27 de Agos-
Como nio podesse o Reverendo Prrga-
dor da f s(a de N. S. do Roy.,., io, ler no
Pulpito a Eltipio da nova Meta, rogamos
V. VI. sedignem imprimi-la no seu Dia-
rio para conhecimeolo dos nov..s Eleiios,
como he de C'stume.
O. Procuradores da Meta.
Eleicio do Juiz, Escribi, TneZom-eiro
e mais Vogaes da Meza, que hade servir
a N. S. do Rozario no Miii ro de S. An
Ionio da l'ilady do Reciffe para o anuo de
i837.
Juii O Irmfio ex D. fini lor Roberto mo-
nix de Medeiios.
Escriio o ex Pioc: Felippe de Smto
lago Correia.
Procurador Geral o Iritocx Juil Ma-
noel de l inos.
Tlnzou'eiio o Irmio ex Dinidor Be-
nedito do Kpii ito Santo.
Piocnrador do B. di-S. Antonio: o Ir.
Jacinto Joze da Costa.
Procurador do R<.rifle o Irmio Antonio
Marque*
Con-ullores
O Ii mo ex Juit Joie da Silva Coelho.
ex Pie: Joo Pedro Gou.es.
') ex Def: Felis Nones da Co.-ta.
11 Justino Ferreira de S, Anna Pao
Brasil.
11 Crispiano VJar'pjes.
Apolitiaiio da Silva.
Joio Luis de Medeiro*.
x Joan Antonio Coelho.
i) Pedro Thioioro.
a 11 Jo/. Francisco.
o Antonio de Caivalho.
t Beu dt> da Cimba Cantuaria Pessoa.
/ ila lor Mano.-I Joaqnim dos Santos.
Sac islao Amaro Ferreira de Jezas.
luisa a ir Mariana Caetana mulher do
Ir. Alexandro loi Pertira.
E clisan a Ir. Catharnu Feliciana, mu
Iher do ir. Manoel de Barros.
Juti por de ogi.. a Ir. Caihariua Ala-
ria da Conceicio.
E-mrivan dita a Ir, Arcangeia Francisca
das Chagas.
Mor lomas.
A Ir. Romana Mara do^ Prazeres.
w .Maiia da Conceigao, flha do falen-
do Francisco das Chagis.
a Vtlleiiana Mari.t da Conceico, mu-
lher do Ir. B nedito da Conha.
n m Maiia Loiza d< Conceicio.
m Antonia Maiia ta- Candcias, mu-
lher do Ir. Felis Felicio Aa C
Vl.n i.i do R.'i-il'-, (i I ha do Ir. Fran
cisco das Chagas Marques.
L) < ia de Amorim.
n n Joaquina Vi.ira.
Mariana Joaquina ra Costa.
,, Frain isra das Cbagas.
,, ,, Boza Gomes.
,, ,, Gerlrudes Mara da Conceico.
Pritpio as.
A Ir. ex Juiza Vernica Ferrei.a d*
Silva.
A Ir. ,, Joaquina da Corla,
Eleico do Juiz, e Etrffvo II sino-,
que hio de fe-tejar N. S. d R.mari > no
ti. de S. A ni n>0 da Cidade do Recif'e no
armo de 1837.
Juiz o lllm. e 11*. Si. Padre Meatre
Miguel do S'Cramei tu L > c Gama.
Juiz por devocio O lllm. Si. Joo Mo-
reir Marques.
F.scrivso o lllm. Sr. Antonio de O i
vena Melio.
L). por devocio n I 'm, e Rm\ Fian-
cS>o Rodrigues Vl Juiza a Sr. D. Jo/.ele Hara do-i Praze-
res, mulher do Si. JuioH-iiiiques.
O Diario de Roma da legorole draciip
Vo da Cereuionia a qoe se procedeo ,
por motivo de concluir se a estupenda 0-
b a do desvio do Anio, joalbe pralicara
lurando--e um mente.
* O Soberano Ponlifi.-e trasladou-e a
Tivo'y para assi-tuao desvio do Anio. Se
eutajovens da Cii.tde, vertidos de bran-
so foloitario, e obliverao a g ag de ti-
car pelo coche do Santo Paire. H.vendo
rhegado dehaixo do arto tiiumphal, que
ce llic bavi lev.ntad >, recebto abias cha-
T-'S da Cidade, t dirigio-SO logo Igr.j-
de S. Francisco, caminlian lo deliaiio de
palio, e seguido de todo o Clero. Depoi-.
de bavar re-ado dianle do Santsimo Sa-
craruenlo e implorado Santa V.r;eni.
ju'.t de sua antiga Estatua deo a bencio
aos 6eis. Sua Santidade foi immediatam n-
le examinar os ti'abalhoa feitos poroidem
sus. A ponte Gregor ana constru da no
bre a iep>-es< do A ni altrabio sobr. V d
asna atlenci" ; elleadmirou oatrevinun-
lodoaico, lio solido, quanio elegante,
ape-arde tergO palm-s de ab-rtura. A', m-
boc-djia dos condiii-tos lUbterraneos
praticados no monte Calillo lee a ins-
crpcioem letras de bronse fixada-. em
urna t boa de marmore ccllocAda em bti-
xo das aberturas. Esla insrripcio estacn
rebida nos ^egnintes termos.
Gngorius XVI. Ponlifex. mximos.
ad Anienuin, infrenandum.
pi rfoso, monte. alo anno MOCCCXXXV:
ruratite.
Aogostino. RivaroU c-id.
pojle-to. operi. peifiien''o,
Francisco X.vlero. mximo. IX V'r.
VHBGVR. ab. acta.
Cemente. Folchi. eq. aicbitec'o.
O S. Padre visito 1, sobro a tiaigem
esqu as obras con- truidas parj f.TCar o rio a en-
trar nos condui los -u'> ler caneos: exa mi-
n o- dques que tm havifo ff'lo na su
embocadura, fim de t>ou
depcis nos conducios sobteiraneos es
querda e nio pOde deixar de mane-lr ..
sua a Imirario avi.slac 1I.1 grandeza da billa
e prompla execucio de urna impresa lio
magnifr-a e lio til. Soa Sn'Hade haroo-
apai laudase do leo an ., tl.o. en beu
num abrir fechar d'olhos 08 condo*to,
subterrneos, d,., regando ni geslo a-
meute anas pguas pouco nlts to temi-
v..s, precipiloo.se noahy,mo incomneu-
uravel, que se acha debaxo da nova,
ijii- d 1.
Fui este um eipectacu'o magnill.o, e
sublime, que se nfo p. de beiu dasrrever.
s espectadora extasiarlo-se vendo esie
losigoe Iriuaipho da A, te, e-t j.r*nde
peoaamento lio felizmenle ro.i.cb'ido e
lio prmptamente executado. Para
c-servar a memdria desle .., Cllllll u
urna iiiedalb., de 2 po'. g.da, e 9 I.nhs do
f;"0, "lavelpelape,f,au.ot(abj.
Ih-uEhreprcsenUdeom lado a entrad.
doAoio em seos cooducto, loblenioeos,
comUdelod..aos mooooieoto, ant.
(;os descob- rtos por e,u occaeilo. N 1 i,
cumreremeia l s vuilWe D|0f f
-G.;g.nu, XV lausu. Romano, S.cri
principutusanno II inthoavit. V rfe ,t
-EM.vers,,cs.oAniosab,ndo,ro8co,,-
duelo.subte.nneos, e. direit. cidade
le liroly, c.-m e,i en.rg. -Tibu ie<
C.H.IIo perfo,.lo. id clo.Aniei'e e.
vat., annoDomini MDCCCXXXV'/
C DoConeioOlIicijI )
IVIZOS PAKllCULAaB.
Oabaixoa^n.dong, a todas .,*.
tondadea Polici.e.doB.rroaeDeatVo.
doRc.fe Smio Amonio, Boa-us!d P0
^?P^el.,Olida,>.,d;,J^
Nirn como a ,|a quer ,,,S.0H '
souber, ... livernoicia de um Escravo
denome J,rno f.,g,do a f d0 correte
m-z He Oulubro de naci mocambinu..
ron. 30 .unos pouoo mais cu menos, Ito
cl.eiodoro.po, bstanle fulo, rosto largo'
testa esl, eiia, tem sobre o nariz urna sica-'
l-iz, b icos groms, d.ntes limado,, mg09
e pez g.jindes, e g o,o.s, lev,,,, (a,,,i8a e
cal a de al.;o.lao ,'. muu roil|ie,.i()o I|0
Dediclodos Afllic osporesur || al/rum
lempo em un sitio: o prendi, u 0
m ndem prender, elvalo a casa donn-
11 ;n>anl na ro. do muro da Peoh. D. 18
que salisf loda a (I pe/.-i.
Miguel Ar.anjo Motil iro d'Andmdr.
agr
rio 1 or ido o condiirto subterrneo em In-
da a soa estensio, que he um quinte d>v
milla, ch*g u ao pon'o as-ignalado pan
a nova queda e p^d julgar de soa eleva
|er VlstO todas a8 Obras paj OU ao PalnCo
d Sania Cruz que >Du|> nuzera a sua (i 'Spnsuj ).
A' noile houveao magnificos fo2's
ai t-licia's, palo estilo das guarnilas do
Palaei.'d'S ngel >. Em fente da em
bocadu.a dos couductos mble raneos so-
bre um atura se havia piep rado um
ampbilheatro em niejo do ijual se cotill-
eara sobre d graos o Tbrouo d Sua San-
lilade. Todo o eamtnho desde o PaJ de Sania Cruz ateamphitheatro ( qua si una
legua) eslava illuminado, ornado de co-
lumn-iias e fesle-i de mirlo. Ao-igual d-i-
de por Sua Sanlidade atooi-e f go *
pe^as de arlefii io que H'Umin.rlo rom o
^eo espen 'o. loda % base do monte Calillo,
aleas profundidades d.-sgrandes escava
e>. Foi .sobreliido notavel o .imulai r ,
em manga- d s g n tes da cahida do Anio,
lal romo devia ser n*i outro dia; sta- man-
gas de.-emhocrlo d s cooilocio- sobler-
raneos erorioio o 1 ito destinado para
a-aguas do rio Din ar.le este tenpo ouvi
rfotede quaudo m quando -alvas de ar-
lirh'ri.
Na manhl do dio seguir.lr, dia para
sempre ri.eiiioiavel 01 bi.-t ira deTivoty,
e na das Alies Sua Saiiti lade se dirig 1 1.,
mplntbealio jiara a-si-tirao desvio lo A-
11.o. Apena- se di-o o sigial abruio--eas
portas q > conlinhlo o Rio entiada dos
condu tos suhlef raneo*, e eolio o Anio ,
*3f O baixo .arenado rom nn 'a no
V.railouro c.i-a n. i5, o. Cidade de Olin-
da, faz .cenle .o Sor. C. 1 e.-to. do i.u_
polo de O res por caada d? .i.gn.is ar-
denles, ein.ii bebidase-pi ito s,.s ,| ,on.
?omi.da ierra pela Lei de t -'e Junho de
18.I6. que visto ni ter cric, rdado coro
elle na qmr.nJaJe de upas, q,. JB consn-
memnadila.ua venda: protesta nio pa-
g-r o numero de pipis, q.e fbitioo, p ir
er i upo-.-ieel que urna ppqueoa venda,
otrcu'a la de l nl.,a, e domis amis eom
pou o- r.n los | ossa vender p r uno, ..u
p .r m-z 'amas pipas de vinbo, e oulra. be-
b U espijinrsai arbitrada, pelo Sur.
C'ollicio ; o que nio pode prov.r de ior-
ma .Igoma adinissivii em direito. O a-
b.iix) as-ign.i io ni> pode ser coodemru-
Hn em t-ihuiial algom a pajar e*se nume-
ro de pipa a. binado i por Uso qoe fai
e.le par. tiiar equvocos, e u.ui princi-
pal nenie para 1 S.n Colle< tor nio se cha-
mar a ignorancia ; e de.de j; protesta op-
pr-se a toda ix.c.cio, que se Ihe f ser
pos-a e porque a L cil.i la nao manda
arbitrar 1 pipa., e .-un ai recodar o trbulo
i-.-i cnida-, que -e c usumio m ; e por
isa 1 avila bu Sur. Coh'ector do aibitra-
01 en o, que mande lodoa o. di*, cneca-
dar por algom do. -eos agente., o que ao
apurar o euo.umir daquehes genero, co-
mo be bem ex .r..-.sj n. a.t.3.08. da
L- < da ci-iacio do impo o, poi- nio quer
lev r tributo., iieni ser tav-do de aso-
lenle, o. m quer 'i! gi -s pira o fuiuro rom
a S ir. Col lector, n. m liqudJCOe. em sua
c.i.-a.
Amonio Man. el Coelho.
ry O .i'.'.-iv:o;issi>nailn, roga lodas
Aothrib des I\lici..e-,, lano da Pr.ca,
como de V 1 Ui e r' andante do Rgiato do porto; e acunas
quaesquei' pe s as o olizequio de Ihc man-
1,
i.
a


4
I
DIARIO E PERNAMB V C O.
dar prender, urna Mia.saava f.giJa, ou
furia da, na noite do dia j i, cuj fo os seguintcs : alta, magra, tor muito
fula, pt alguma cou torios pai a d
no andar, tabaquista e muilo ladina, sa-
hio a venders 3 lioivs da tarde bolos de
baca, e piodtl, como era de co-tunu', e
levou nocoipo um ve tilo ja usado de
:xamaloteeor de cafe, >a-a preU de lila CO'm
barra de vei botina e pao da costa : quera
u pegar leve-a a casa do annum ante na
ra d s Auoas verdea cas-a tenca D. 36 que
gratifica! so conductor.
Franci,co Goncalves Gurjo.
JL^' A Comrois-o Administrad.>n do
Gran le Hospital faz sciente a lo 'aa as pe<
hOSS a quem competir que no (lia u ^e
Novembio po timo futuro pela* nove ho-
ras do dia ha revista geial pe 11 Comis-I > a
todos es Fxpo-tos di vendo neta ocasilo
rcci.be'-se o producto daquel'as queesti-
veren engajadas. Grande Ho.-pital do
Recifo 1 2 de Ou' ubi-o de 1836.
Fiancisco Xavier do Miranda
Escrivio d'Aiministracio dos H spi-
laes de Caridade Lazaros e Esporos.
r^t> Dt fronte da Igr.-ja de Santa R (a,
rasa de rotula verdes de 3 pnrta< acha-se
lima carta viuda da liba de Fernando
para o Snr. Joze da Costa Pinto.
&3JP* A Comssf Admistra lora dosHoa-
pilaes de Caridade faz sciente ao publico
que no dia iy ocorrente se hade arrem-
tarporqueni menos fizer os furnecimpn-
tos das carnes verdes, e pi para o Giande
Hospital de Cardaile, Lazaros, e Caza d
Expo to ludojMr lempo de um ahno, as
pssoas que lhe.ounvier dii'ijao-se n>men-
' Clonado dia pelas 4 horas da ta de na sal.
de suass s oes munidos de seus fiadore-.
Grande Hospital do Recife 12 de Ootubro
de i836.
Francisco Xavier de Miranda
Escrivio o'Administracfo Geral dos
Ilospitaes.
fcy Hum sugeilo que se mud desta
jProHnci perlende vender a heranca que
.ha b>afltUcar de um seu prente dentro
etfa pstffifc a pessoa a quem couviei o
rgo io,5^il'nuneie SUS morada para ser
Procurado, ou di< ij.>e a ra da Cadeia
do BainodeS alo Antoni > casa D. 1 que
ahiachi comquem tractar.
Mpy L) zi-ja-.-.e alugar umi casa ainda
que pequea coni tanto que tenha loj pi-
ra negocio, e cornudos pira .morar urna
pe.'S >a ; sei viudo na rufl do Queimado,
pracinha do Livramento, ou ra Direita,
na falta d'oulros lugares inais pblicos :
quem a tiver anuuucte para ser procura
Jo.
*f&" Quero precisar de um pelo bm
oHl.ial de jj du 11 o, e cosiuheiio, e um pi-
ra ser vi 90 de campo, procure no porto das
carios, di fronte do Cnsul P.irlugue, q.'
acba com quern tractar.
jr O ubaixoassignado fazsoirnte por
esta aminncio a to^Oi os credoies ca-m do
falecid > Jo/.e Podro d'Alcanfara, que d 11
tro do prazo iuipreterivel de oito das coa -
tados da data oeste, venhio reieber as
su.is competi-ti'utes q US II lias que pelo pri-
m iro dividen lo a que se proceden c >n>
ti po.'cenlo d'ob>te Mies coube, e nao o
f.Seodo diu'ro d'e te t-. mp mateado, ti a
i o ib lixo'as ijn do desoneraJo da com
rnissfee-que -e 1 nb.i encarreg do na qwali-
ilade r!e prornrador bss ante da Mi d*-
quelle ltese id >, e a illa entregar toda e
*"'qualquer quantia que eiu seo p d-.-r exis
"ti:, tanto rooeda como em documento*.
Ange'o Francisco Gsrueiro,
%^ A me/.a actual aja Lman lade d..
Sur.d.s Chagas lera designado Domingo
16 lo corrate as 9 horas dodia fizer urna
lucia geral pa tratar de negocios uig> li-
tes du Irmandadc*, e para isso convida a
todos Oj Ironios da mts na lrmandade.
jCjr Qi em tiver um moleque, ou ne
jjra quequeira al.jgar pra ItriiC) de Uflla
casa, di-ija-se a ra da Cadeia nova D. 4
U-W Q ieto precisar de uira ama d
casa para coser, engomr, e c->.--inhar, dL
1 ija-se a ra do Rusai io estrtila casa da es-
(.nina da ruada Larangeira.
f^ Pricisv.ie de um eseravo pira.
cr*code poitasfords: na r-raca da I ide
i codeniia ti. 33.
A pe toa que 4 inun iyu ii'xpiatio
Je 10 do rente querer vender urnas o-
1) as de Direilo Publico por Silveslr.- Pi-
nlie'io. diiijasea tua Nova defrunteda
emOlinda.
Vy- Deeja-se Tallar nesta Praca aos
Sms. Joze Peieira de OIivira, e Joz.e Fer-
nandes da Silva, cujo Snr. Portugutz,
queirsoterabondi.de de annunciaiem por
este D-rio as suas moradas paia se Ihes
fallar a negocio. f
yy T. oca se urna carttira de urna Su
face, em meio uso, e com duas gav. tas
grandes poi baixoda ci\a, alem d.s pe-
qmnas de deutio, n'uma das quaea_ tem
um segredo 5 por'uma cmoda que nao se-
ia de amarelio, e nena muito grand-, e an-
tiga em O inda ma deMathias Ferreia
sobrado n. 11.
NAVIOS A CARGA.
Para M ue:<5
Segu viagetn 110 dia aodocorronte im-
prelerivelmeiite o Palaxo Pernambuca-
no: qutm pertender carregar ou ir de
pasagem diiija e ao Capitao Joze I^na
rio Piuieiita, ou com Manuel Goncalves
i'ue a Lima.
ARRKMATA9O.
Pelo Juizo do Civel da piimeira vara
andio em pra;a duas moradas de casas
terreas sitas oa ra d'.tgoa veide de-ta Ci-
dade do Kecife a", i e 24. do lado da
sombra, ambas avaha las em um cont e
setecenlos m 1,1 s. penhoradas pr a Fazenda
Publica por Diiima da Chanielleiia a A-
gostinho II mu queda Silva e herdeiros de
Antouio AJuniz da Medeiros, ese hio de
ariematar al 18 i'o curente Ou ubro a
quem por ellos inais der.
COMPRAS.
Ttulos da divido Publica Pri vincial :
na ra do Palacte em cab de Frau.isco
Goncalv s do Cabo.
S/Jp Urna dusia de cadenas de palhi-
nha, qu. tsteja em meio uso, doas b.ni-ss,
nao e-i-ndo muito uta las, e urna mesa pa-
meio se di quom compra.
Ury Urnas coixas de balanza que sir-
vu para pesar bonicas com as-ucar :
quem tiver aununtl.
LE LA O.
Que peitondem f & Gomp. na rasa de sua esi lencia, pateo
do Sacramento de Santo Antonio, na casa
em oueestevea Tvpogratia du Diario, no
dia Qtiarta feira 19 Ju crranla, as 10 hor^s
da m>nb de ddlerenli s f .sendas e miudj-
zas tr.iiii esas.
VENDAS.
Ri'.hi'lps, e meios hilhetes da I^olrria
do Se uinarie ; na rraca da I11 i< penden-
cia loja rfe livros 11. 37 e 38.
Ijr^F Um presepio de omito butn gosto,
e mais Uiu ditu contendo .- o nascirmnlo;
meias de linho abei taa pua senhoras i na
Pracinha do Livrameoto loja de ferragem
D. 35.
irjr Uma rede tracada de muito bom
gusto, boa para tipoia, viuda do Mara-
uhio : na ra da Madie de Dcjs lo a n. 12.
St^r" Urna pica de naci, de 18auno-,
sab cosiniar, en^o uar, e faz todo o ser-
vico de urna casa; ua ra de Santa I he-
t:li D. 27.
*|^ xNo Esciirtoiio de Manoel Alves
Guerra, ra u'Afand ven le Ripi; Princea da ibia de exceden-
te qualidade da I) 'io concei'.uada l'.b ica
i e (1
^rjP* Vilitiiiai de fv&uros. .m ca'xi-
nhas do 50, de uma comp >sicio anda aqui
nao vista, pois s com o torcer o pavio, faz
aparecer uma regular luz que dura por
espaco de cinco minutos; assim como cai-
xinhascom 24 papelinbos dos verdadeiros
poses de seidlitz, ou a muito aprovada o-
da, que seivepaia refresco a tambm de
um leve purginte ; tudo por prego com
modo: na pracinha do L vramento luja
defasendas U. 25.
jry 4 p- ios de 2 arroubis, e uma Jja-
I mea g.ande de pe ar asurar, ludo em
bom estado: na venda da esquina da ra
do Fagundea, que tem o lampio.
%ry Uma cabra de 20 a 25 anuos, de
bonita figura, cose, engoma, e lava : em
Santo Ajuara no sitio de Antonio Joze da
Costa Ribeiro.
a/y Um balcionovo, que f i de luja :
na ra deMathias Ferreir. n. 11.
tn Um escravo de naci de a4 a a5
aniotiie bonita figura, p.oprio para lo
do serwV'' na 1 ua do Fagundes D. 11.
sjTJ" Urna pi|'a de agoa ardente b^n-
ra bixas muito boas, e preco cmodo :
na ra do L'vrmento armasen) de louca
e molbados D. lo. '*".',
iy> Uma p ug5 de colla da Bahia :
ra da Cruz do Recife N. 22 a fal..r com
Alexandre Pereira do Lago.
jcy Urna vacia parida de poneos di
as, boa leiteira : Olinda a falar com
o porUiro do Colegio dos oifas e no
Recife ao 1 vreiro defront' do Cullegio.
jr^ Uma morada de casas terrea, cita
na 1111 d'agoas verdes, de Theiesa de Je-
ss Pacheco, D. 2: ra Nova aima-
zam de Louca lina I). 12-
Sjr^" Um moleque de idide de a sn-
nos fas lodo o' servico de huma c a ,
proprio para aprende qnilquer ofB io :
a ra de S. 'Phama D. i9.
Coriiinin-.-e a vendar ptimos licores
de varias qualidades, em.porg- gaande ,
e pequea, ate cincuenta, e recebe-se en
lommendas para fara fora da Provincia
emb'iricado, e bem acondencionado pe-
lo mdico paeco r'e 180 rs. a garrafa : a
ra da Roda lado do Su! D. i5.
.flp Urna morada de casa detaips si-
ta na ra da caa foite, da parte donas,
cente, em muilo bom lugar que u xe.
ga xeia, propria para se pas.-ar a fesla,
tendo no quintal as s gnuiten frutas : qua-
tro pez de laranjeirjis, dous ditos de cafe-
eiros, bum de rumam um de piuha,
e tiez de figueiras : ao atierro da Bol-
vista em casa de .load Mario.
/y Uma negra de naoa Angola, de
30 atinos deidad*, lavadeira pentima de
f.irrela e saba, cozinba bem o ordina-
rio da uma casa, coe hio; eum pre-
10 de 40 anuos bo u carreiro anbos sem
vicio algu n : ruada Santalla velha por
delia/. das casas do falecido Cerouel B n-
lo Joze da Costa, .sobrado d Irez anda-
res, a falar no primeiro das noves hnas
ao meiu dia.
sala velha ua esquina do beco doPoi lo das
Canoas : na mesma.
fcy Uma venda n 1 hiqoinha de S. Pe
dro de O in la n. 4* coa D'ns f'n'.li10'
dos para familia ; queo a quiser dirja-
se a mesma venda que achata com quem
tratar.
W Na ra do ozeite de P.ixe n. 17,
um braco Portugus e balanza grande com
seos c .mpetenliS peso".
Va? Huma rede de palinha ot ma para
tipoia por preco cmodo na ra das ag ias
verdes Ud> do sol 15 que athai com
qui_.m trtr.
jCjr 11 .ma porcode pranxoens ealgn
mas taboa-senadas por pceo cmodo a
pr..ia do coego armazem de Fralese..
Joaquim da Cosa.
Hqsr Huma negra de naci cozinba o
dario, eogoiha lizo lava de Van ella
boa vendedeira e tambem hum molcote
louita figura, official de aapattiro, n 1 ra
nova, logi de ferragem defronle doal-
fdit Fl'anc. 7..
ALUGUEIfe.
Aluga-seuma loja com muito comido,
e quintal, pioprit para armascm : quem
a pertender dirija-se a roa da Sanza a nova
sobiado da isquias I)- 3-
ARRENDAMENTO.
Arrenda separa passar a festa uma ca-
za na estrada do Monleiro d fronte da de
Joao Rodrigues de Miranda e contigua
de JoSu Ignacio do Higo : na tua do Co-
legio D. 8, primeiro andar.
PERDAS.
Perdeo-se um pnnteiro de prata' da |>j a
do Mag.ilh.ieni Bastos al o fi n da ra das
Cuites; quem o achou querendo-o r<-Mi-
tuir pode enhegalo na Botica da ra do
Queimadode Miguel Jo^e Ribeiro.
ESCRAVOS FGIDOS.
Co-mo oficial de carpina, crido,
i l*d>; de 28 annos, alto, espadaudo, caa
larga, p 11 n..s fina, pez apallu-tados, com
signaes de sicatrises de duas cutiladas urna
La testa, e oulia na mi ambas do lado es-
querdo, alem de unirs pequeas sicatri-
zesde feimrntoa no mesmu bra^o, fgi-
do do Engenho d'Agua, Ribeira de Arari-
pe no da 14 de Se embro p. p. : os apre-
dendedores levcm-no ao mesmo Engenho
'Agua, ou na Boa-vis'a a^casa de Joie
Anlonio Alves da Silva, pois em qualqu r
das partes 1 eceb.rS 40^i res d.'gralifica-
90.
iy No dia 2 do corrente .Ou'ubr-,
fugiu hum ceravo do geuliq Muc.a"ttibi-
que, de rumie Miguil, "Iw^rnttio do
corpo, bem baibado, lt viiii^sjEA, ,....-
xa de lgodao e camisa de e^tofijr^iinii-
ga curta : qualqlii r GapiLm de Campo,
que dellesouber o pode levar- seu Se-
j**tlTor Manoel Perreit^&felilss, na 1 ua Lda
Casimba casa que morou Francisco
Xavier Martins Bastos.
Sjry Fuaioa 11 das huma preta de
nome I e fugiu Aera fasenda, biixa, gorda, lem
poucos cabellos na c. beca, ou para mu-
ihor diser he pellada, dila negra perlence
aoCommandaute da Forlalcsa do Brum :
quem a pegar leve-a ao me-.mo que sera'
recompensado : di-.em que est acoitadi
noscalogis por detrs da ra das 5 punas,
tambein da ra du palacete, a o meio do
aleiro dos aff igados.
Fugio no dia i9 de \lar90 do auno
pa>sado um negro crioulo por nome Joa-
quim lepresenta a8 anuos de idade, cor
tulla, cara red mda, pourabuba, muito
la lino, estatura regular, falla borne mui-
to desembarazado, anJava pelomatumas-
.ati.indo no 1 mpo de outros senliores,
tendo dito negro muilo-. prenles no mato,
quando fugiu iliase que bia para o sertao
de paj,. d- floies e atelevuu caita fal-
sa parala, e poiisso se promete aqueiu
o pegar em quer pairgem ou tnesino
quem deC noticia serta 50^000 de gra-
tilieacao a l-m dasdevpesas que se huii
verdefaser: a prcinlia do Livrameiilo
lija defazendas D. 19.
1'aboai dat mares cheias no Pono de
Pernambuco.
Segunda 5 6h. 6 m
2 -T:
^ 3-Q:
5-S:
5 6S:
7 I>=
- 6-54 .
7- 4a
- 8-30 a
- 9 18
iQ 6 n
a i0- 5i
Man.
NOTICIAS BIARITIMAS
Navio entrado no dia i3.
Terra Nova; i\rt dias ; B. Birca Ing.
Monchestir. Cap. Samuel Rnddeeq : b<-
callj: Harrisons L Ton. lG5. Passageiro 1.
; w>. NA Xli'., un \. k\ ialUA |8/,D.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRA


CORRESPONDENCIA.
Pern. na Typ. de M. F. de Faria i36.
Senhores Redactores.
Ara que o respeilavel Publico mais se oriente na
injuUcJ cora que *e pertende usurpar a heranca de
nuilia infeliz Tutelada a orfa menor filha do fal-
lecido Manoel IVJathias de Freitas, rogo-lhes o fa-
vor de inserirem em sua Folha a resposla, que com
esta lhes envo, dada pelo Senhor Doulor Curador
Geral quando a Relaco o mandou ouvir. Muito
tera o respeilavel Publico, Senhores Redactores,
de admirar nesta questo ; porque athe, leudo eu
dado de suspeito a dous Senhores Dezembargado-
res, amicissimos de Antonio da Silva & C." os Se-
nhores Lima v e Belmont, de cujas cazas nao se
tira o Senhor Silva de ves em quando nao qui-
zeto acceitar a suspeico no que mostro cada vez
mais o interesse que tem rn ulgar a cauza. Hum
desles Senhores ja nao equivoca prova deu de ami-
zade ao Senhor Silva & C* como Procurador da
Cora, Fazenda o Soberana Nacional, decidin-
do-se a favor de sru an,i;o, contra Le expreca,
na questo dos Africanos que tendo o Jury decla-
rado livres, o Seitbor Procurtdor da Coroa assen-
tou em hir de ecotdo com a Rellacao para declra-
los eacravos; e o mais he, que tendo tido o Sr.
Companha o primeiro Acordo contra, pode obter
^isla para Embargos na chnnellaria n'huma causa
ciime 11 / contra a Lei, e a-hi ser absolvido, dan-
do-se-lhe lugar a vender publicamente gente livre,
a vista e face de todas as autboridades, e do pu
bbco estimulado, r: ressentido. Que be pois de es-
perar? Todos ssLem que a juslica em grande parte ho-
jeanda em leilo; e que a the boje slo de rrsponsa-
belidade he hum fantasma. Mas, Senhores Redactores
guardem-se os prevaricadores de quealgum da Ibes
nao cahia tm cima hum raio da verdadeira respon-
sabelidade. O Sr. Antonio da Silva & C." tem meios
poderosos de se fazer^valer; e no estado da questo
vantajozo Ihe he semear, ou peider a/guroa cousa
paia colher o restante; esperemos porem; a juslica,
e a honra ainda tim morada em algutis eoraces,
e a Orfandade ser hura dia desagravada. Seremos
promptosem dar o seu a seo dono. Ecessopor hora
de o importunar, confessando-me
Seo Constante leitor
Francisco Ludgero da Paz.
Illm. e Exm. Sr. Presidente da Relaco
Diz Frar.cisco Ludgero da Paz Tutor da me-
nor Paulina, flha, e nica herdeira habilitada do
finado Manoel Mathias de Freitas qoe faz brm
de sua lutdfcdaque o Escrnao das Appellaccs Joa-
quim Jote Ferreira de Csrvalho vendo os auetcs de
Lihello civil de Diogo Burn e Companhia centra
ella que subirlo a Relaco por Appellacfio, passe
por Certido os theores do Acordo que mandou ou-
vir o Doulor Curador Geral dos Orfos e a re-
posta que este deo na superior instancia da mesisa
Relaco.
P. a V. Ex. se digne mandar
. nassar a requerida ceitid*
E. R. M.
Passe. Ilecifie 26 de Setembro de i836.
Maciel Monteiro.
Joaquini Jote Ferreira de Carvalho Escrivo das
Appellacoens crmes e civeis do Tribunal da Rela-
co dssta Cidade. Certifico, que revendo os Autos
de Appellaco civil em que sao Appellantes Diogo
Born a Companhia, e Appellados o Supelicante Fran-
cinco Ludgero da Paz como Tutor do menor Paulina
e os Administradores da caza do falecido Manoel Ma-
thias de Freitas; dilles consta ser oibor do Accordo,
e Resposta do Curador de q' faz mencio apetico retro
oseguinle-Accordoem Relaco &. Que secontinaem
os autos o Curador Geral para dizer por parte da me-
nor e salisfeito torne concluzfo. Recifle seis de
Setembro de mil oito ceios trinla e seis Maciel
Monteiro- Prezidente Liraa vencido em parte Liba-
n io Vellozo- Belmont vencido em parte Silva Ta-
vares Respcsta do Curador As luzes, ea estica
prezidem a este conspicuo Tribunal, e a minba in-
feliz Curada somente Ihe implora aquelle reflelid
exame que compele ademar.das to transcendentes.
He forca repetir os argumentos dos Contrario* para
serem milhormente analizados. primeiro he -qua
a Correspondencia mercantil entre a caza dos Appel*
Untes, e a do finado Manoel Mathias acha-se escrip-
ia nos livros deMe e tendo as mesmas sido exami-
nadas pelos Apellados a folhas trinla e liet sein que
Ihe a chassem vicio ou defeito algum delles e com
citaco dos Appellados como de folhas cincoenla e
trez as folhas cincoenla e quairo os Apptllautes fue-
ro extrahir a certido de folhas ciucoenta e quairo,
a folhas setenta sette pela qual aprezentro tada
a correspondencia tntre as dnas cazas t com tanto
valor como se fesse a original segundo acha-seex-
presso na ordenaco Livro terceiro ttulo sessenta em
principio e eis por que nao existe o primeiro funda-
mento da scnlenca
Taes sao os argumentos com que os Appellante
procuraro invalidar o primeiro fuodamtnlo da sen-
tenca ms quem nao ve a Iraqutza de que se
elles resenle ? Fm primeiro lugar o precipitado
exame de fclhas trinla e Un nao pode dar a me-
nor luz a menor garanta o jui/o do Julgador
por que o exame selimilou nem pedia deixar de
limitar-se quelles dbitos que a primeira vista
d'olhos aparecem como falla de rubrica, de numra-e
cao, faltas que se ali notaro e que na opinio
de todos destroem a fe dos Livros tommerciaes :
cbservou-se alcm disto que o Litro copiador de car-
tas eslava escripturado pelo finado Manoel Mathias
somente athe bllio nte e nove e quem da hi em
dianle esrre\o ? Se os Administradores nao qui-
zcrem faltar a verdade diio que a esenpturacao
que se seguio foi feita depois do alcwmento: a
#


e
(i)
Livros que nao slo escriptos pela propria mi do peanles confesso as razoens a folha cento e ctnco-
Ne^ociante on por pessoa por elle authorizado eota e selle ? Ahi dizem lies que sendo eerto que
por seo conhecimenlo provio contra elle ? Como os Livros de huma caza Mercantil-contendo vicios-
te diz que nao se notaro defeitos no Exame ? deixo de fazer prova a favor daquelle a que per-
vide folhas trinta e trez. lene*, nio menos corto he que os mesmos Livros
Ero segundo lugar quanto a certidao de folhas conservio sernpre rigoroza prova contra quem os
(incenla e quatroa folhas setenta e selle posto para escreve, ou aleles se serte como he de ver em
ella fosse citada o Tutor este nao comparece, e Maugeret Commentador do Cdigo do Cororoercio
por consequencia nao existi a sua extraco : Ms F. sobre o Art. treaenonde dizque pela exprecio
Senhores, ponderal que nesta certidao seno de- do mesmo Art. -auprofit do ceux que les aurent
clara a ntureza do documentos de que foi ella time* segue-sc peraaitir O Legislador aos adver-
exlrahida sent originaes, ou copias: que nio fo- sarics de ceux qui les auvout tenus o direito de cita-
rao originaes prova-e primeiro pela repugnancia, marera a seu prove to o conteudo de laes livros.
que tiverio os Appellantes em ajunlalios os au- Se o Appellantes honvessem lido o Cod. do Cona-
tos e por que finalmente os nio ajunlarao: Se- mercio Francs teriio riato que a sua despozico se
fundo por que o seilencio a rrspeito endut a esta refero aqtiles livros que os Negociantes sao obri-
presumpcao: terceiro por que o fado de aiuntarem gados a ter pois diz o citado Art. Ireze Les livres
os Appellantes neste Iribnnal a carta a folhas cen- qui les individua faisant le commerce sont ohliges
to e sessenta e huma quando j ella constava da de teir &c equaes sio os livros que os Negociante
irtesma Certidao a follias cincuenta e quatro d a sio obrigados ter segundo o mesmo Cdigo ? Os
entendet* com evidencia, que este he o nico do- arts. oito, e nove Os designio: sao o Litro Diario,
cumcnlo original que possuera. Se pois aquella o Livro dos Inventarios annuaes, copiador de car-
Certido he copia de copias que valor merece em tas ms prevalecen os dois ltimos quando nio existe o
Juizo? primeiro que lie a chave de huma caza Commrr-
Leia-se a Ordemnacio Livro terceiro titulo ses- cial ? Certo que nio por que he este Livro de
senta innrincipio a qual foi invocada pelos Appel- todos o mais essenctol, he elle que decide as duvidas
lantes por que ou a nio le rio oo a nio entenderlo, e differeaca dos outros : C'ert le Jivre journel qVil
Ahi se diz: que se algum instrumento fizer men- faudrait suitre les autres n'en. etant eu quel que
cao de outro nao dar o Julgador f a tal instru- sorte que le releve : assim se explica fc sabio Cim-
roento de que o segundo fuer roensio salto sendo alentador Mr. Rogrou. Nao he somenWo'Corligo
mostrado o primeiro, ou sendo encorporado o Francez o que exige o Livro Diario, MtEpffNgo
secundo perante menlo pertence e a caso forio esses documentos a Portuguez Artigo duzentos e dezanore o lirijfli) os
que se a certidao refere mostrados a parte ? Cor- Negociantes a teles o em toda a parle esse Livro
to que nio : on se o dito primeiro instrumento de be de huma necessidade absoluta. O interesse dos
que o segundo faz mencio for leito por aquello Ta- Commercianles dea o Visconde de Cayn'i exige que
beliio que fez o segundo e o ditto Tabeliio assi o a escripturacio de seus livros maiorroente do On-
diga o da-se nesse cazo a supozico da Ordemna- rio o comas seja feila na devida forma. Ms que
co? Avaliai Senhores A carta a folhas cento e he do Livro Diario do finado Manoel Mathias?
irii.ta e oito do guarda Livros do finado Malhias por que o nao exibirio os Administradores ? le
em aqual elle declara que os Livros nio esli mer- crivel que bum Negociante que girava com tantos
canlitmenle escripturados foi conciderada pelos Ap- contos to dispreveuido estivesse do Litro mais es-
pellantes como bum papel gratuito: he esta a vez sencial ? Sem durida elle est sunogado, e por eer-
pi impira em que ouvimos dizer, que hum papel to que a sua prexenca o sen exame terifio posto
3ue a firma a existencia de hum faci determina- termo a esta injusto demanda. Mu Senhores, BMt*
o, e que a nao existir desluz o carcter, o honra pro deslinguir ostra os vicios eanolles que sao ewn-
daquelle que o afirma he hum papel gratuito Es- ciaes e os que sao accidentaos; O Livro, qe "o
se papel Senhores deve de merecer lodo o vosso for escripto pela propria mo do Negociante ou
couceito : elle li leito por bum home m honrado pessoa por elle aulliorizada o com seo consent ment
versado na escripturacio mercantil, e que alera est essencalmente viciozo atada, que seja da-
disto dependa dos Administradores quando a escre quellet, que es Negociantes sio o brigadas a ter,
veo.' Era o guarda Livros do finado Mal las foi nio faz prova nem contra, nema seo favor: pvo-
ao C*pO da adroinistracie e eslava seiento do va-se pela carta a folhas cento e trinta e oito que
estado da caz. Mas dizem os Appellantes nio as contas de Diego Bur esto lancada* nao nos
ce deve admitir esta especie deprova sem o con- Livros do finado Manoel Yathus porem nos Livros
sentimento do Autor ( o qual nio existe) pelo Art. d'Administracio, e Rodera ellos foaer prova? Is-
no*eta e trez do Cdigo do Processo Criminal : to se dote esperar de hum Tribunal a onde prezie
este Artigo i.ao tera applicacio ao cazo em queslo dem as luzes e a iuslica ? O motivo por que
primeiro pvj que o Cdigo do Processo Criminal os livros posto nio escripios pola propria mo
al dio raeoens especiaes que para a qui nio ser- estando esses livros em poder do Negooisnle ludo
ven. Nio su verifica a respeilo da carta -m questio o que se neties escrever tem o seo consentimcnlo.
a regra de diraito : dictus ulius t dictus nuJIius, Dumoulen ad' l Cod. de reb. cred. Strck usq
por que esta regra h lugar quando outras cir- mod. L. 2 ti 4 S a et c>m ** volonlale nter-
cusiantias auxiliares nao concorrem ms a folhas catoris hace) omnia scripta sin! a meroaore scripta
trinta e trez est o exame do* Livros. Ms para esse videnlur. Mas aprezumpoio Senhores cede
que conlestacoens sobre a existencia dos ticios e de- a verdade ; ess feitos dos Livros aprezenlados quando sobre a prova da carta a folhas cento e trinla o oito e Examo
que offrrecem o exame a folhas trinta e tre, e a folhas trinta e trez. Onde est a confissio dos
caita a folhas cento e trinta e oito os mesmos Ap- Administradores allegada pelos Appellantes ? Queta
t


(3)
confeasou fo sonriente Antonio da Silva e Compa-
nh'ia, e j nos tatos se prova que sobre nao valer
a confissSo de hura s quando sao trez os Adminis-
tradores, accresce quearespeito do Administrador
confesso b muitas razoens de soipeicio, e que
nao podendo os Administradores transigir a sue
confieso que h huma transigencia h nenhuma em
direito. Onde h que est a prova em que fun-
daro os Appellantes a sua intencio? Na conta cor-
rete de folhas cento e dez a folhas oento e treza?
Esta conta nada prova em Juizo por que h huma
copia a respeito da qual se nao dero nenhuma das
duas excepces da citada ordenacio Livro terctiro
titulo sestela inprincipio.
Certo, que nao he extencivo as co)fes o favor
concedido ao commercio a respeito dos Litros:
aregra de direito : Exemplo perneciosom est eut ei
sc-ripture credatur qua unus quis que sibi aduota-
tione propria debilarem constituat I7 Cod. depro-
han. be mollifica la a he do Commercio e a
favor do Negociante a respeito dos Livros quando
estes Livros tem todos os requezitos legaes e admi-
tidos pelo uzo das N'acoens civilizadas ; mus se aper-
feico detaes qualidades, e requezitos seno podetn
conhecer pelas copias, se a ordena cao Livro tercei-
ro titulo sesseota nao admite copias, se os Livros
originaes nao foro exibidos segue-se que o JuU
gador se nao pode dicidir pela dita carta de folhas
a folhas por que Ihe obsto as citadas regras Direito e Ordenacio. Em que mais fundarlo os
Appellantes a sua i n ten cao ?
Na carta que agora aj unta rao e rom que ou-
zo querer ellaquear n nossa ba f ? Observai que
essa carta j se acba copiada na celebrrima certida
a folhas cincoenta e quatro e folhas ciucoenta e
selle: all truncarao essa carta copiarao huma par-
te della logo em principio da Certido e outra
parte a folhas cincoenta e sete, ms esta desloca-
ca be nada a vista da omissa que tambera hou-
ve, vede Senhoresa certidat a folhas cincoenta e
quatro e observai que ah se omiliro as seguiutes
palavras da carU por falta de Navios nao tenbo
carregado aea as quin/.e Caixas do meo ultimo
a vizo, e nem mais cem que j Gca em armazem:
o assucar tem baix.do para quatro centos res o
pena h vossa merc nao ter mandado para aqu
dotis ou tres navios por isso que suas cargas serio
e eslaecm*
que outras
ioteiramente consignadas consignadas a vos mer-
c
Que reflecoes nos nio devem sugerir a divi-
zio e ommissio que houve na copia da Carta ?
Infalivel reflexio que a certido a folhas cinco uta
e quatro e setenta e sette h falca por qu.*ou-
mitio as citadas palavras da carta,
missio h vehemente prest mpca de
ommissoens houvero pois falsus in uno falsus in
mnibus. Que f deve merecer huma certidiu
onde se depropozito copiou ludo o que era contra-
rio aos Appellantes, e se oratnitio, e truncou lu-
do que bavia a seo favor ? Por que nao apre-
zeotario os Appellantes os originaes ? Agora so-
mente ollerecetn huma Carta, que ja eslava copia-
da ? Nao he isto prova de que bu este o umeo
documento original? Esta caria, Senhores he
o farol que vos deve guiar no julgamento : ella
descubri a perfidia dos Ajipellautes. Por mais
indulgentes que fossemos nos nao pederamos ar.e-
dar dcste dilema: ou a Certido h falca, ou nao
h copia dos originaes e sim de papis que os
Appellantes a seo bel prazer mandarad copiar: em
hum ou outro cazo quer a falcidade nascesse dos
ofticiaes que lavraro a Certidojpor nio copiarem
em integran os Documentos que Ibes forio apa-
rentados quer nascesse dos Appellantes por apre-
zentarem copias truncadas e Documentos que so
aprejudicavao aos Appellados em ambos os cazos,
Senhores o rezultado deve ser a favor de nimba 4
infeliz cuzada. Alem disto como j de monstrou
o Advogado a carta aprezentada em que orinado
conii mava a conta cor rente prometa remeter cen-
to equin/e caixas d'assucar he datada de dezesste
de Abril de mil oito centos e trinta, e as suas rel-
lacoens ainda continuario por mu i to lempo. A vis-
ta do exposto e do que deve de suprira inteligen-
cia dos sabios Julgadores a sentenca recorrida hade
ser confirmada F. J. e C. o Promotor Publico
Joze Thomaz Nabuco de Araujo Jnior Nada
mais continha em dilta Accordo Resposta aqu
transcripto e aos sobreditos autos me reporto e
esta vai conferida e consertada na forma do estillo.
Recule vinte e seis de Setembro de mil oito centos
e trila e seis. Escrevi, e assignei Em f de ver-
dade e C<' Joaquim Joze Ferreira de Carvalho.
Concertei Francisco Baptista d'Almeida.
*
a*'
Pern. na Typ. de M. F. de Faria 1836,
i


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