Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02365


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Full Text
ANNO DE 1836. QUARTA FEiRA

5 E OUTUBRO N. 215;
WtJk
Pana sinoco, a Ttp.obM. P. de Rsais. 1836.
DIAS DA SEMANA.
3 Secunda t> Candido"M. Aud dos Juiaea. do Cr.
de m. e de t. se, da Thezourana Publica e
Chae, de t. .
4 Terca S. Francisco de a Re. de m- e aud. do J. de
5 (nana S. Placido e sens C. Ses. da Til. P-
6 Quinta S Bruno. Re. de m. aud. do J do
C. de me Ch. de t.
7 Sexta S. Marcos P. es. da Til. P- aud- do J. de
O.dcL ,
8 Sbado-ungida vinva Princ. Re. de m. e aud.
do V, O. de t ein (Nimia.
g Dominro O Patrocinio de 9, Jozc La nov* as
8 h- e 49 a t.
TtHo aeoradepende e nt raeimoi da nossa prq
denota, inoderacao. e enerva.-continenlos coma
principiamos. e eremos aromados com admira-
gao cutre a Nacoea mai cultas.
Frociamoc* da Ji$tmilf ral ds Urosil
Subsoreve-se a lOOOrs. mensaes papo adiantados
nesia Tjpoarana, ra das Cruzes D. 3, e na Pra-
ca da Independencia N. 37 e 38 t onde e recel.em
correspondencia leealisadas. e annunrios; inserui-
n .ir< fraila irndo dos proprioa asiicnantes,
viudo situados.
CAMBIOS-
Outuiro 4.
JLiOndres S7 Ds. St. poi l ctd. oupratai
50 prcento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 260 -65 Rs. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moedas de 6..400 i3.,2(lO IS..400
4000 6..700a6800
Peaot I ,,440
Premio da prata 50 p. c
das lettras. por mea 1 porop
Cobre 25 por tinto de descont
PARTE OFFICIAL.
RIO-DE JANEIRO.
Ministerio da Fazenda.
ConlinuadodoN. antecedente.
(B) Diferentes escala i>a a o sy tema mo-
uetario.
i. Segundo o Pi ojelo de L .
11
Ouro. Tit.-Peo. 4 oit. Valor i0#000
la
11
a *
12
II
Prata -50 gri >a
aOO
12
li
a aa5
12
ii
5#000
i#000
500
aOO
100
a a 90
la.
11
t 45
1-2
2. Subte boma oulra proponjio.
Ouro. Ct." Pezo. 4 > VttIor l0#000
a
u
a
la
il
Pratt. 4a0 grios
l
ii
atO a a
la
ii
-a 84-
la
li
a 42
3. Segundo huma nova prop;>rcaO
Ouro. Tit. "ptt 4 oit. Valor 10&000
a
, i- a 5&000
la
Prata. 4>0g' ^^
a
, a05 500
a
ii
5#000
1#000
500
200
100
100
a 8a a a
la
l
a 4l w *
a
(B) DemonlracaS do producto de rrmes-
sas feitas a Londres em moedas de ouio
e prata, segundo o projecto do sytema
monetario, volado pela Cmara d S
D< pulidos, e segundo oulras novas re-
laces que p opSeni se faZer.
Oag.ios Brasileiros se deduzem a grios
Ingl.zes -sendo multiplicados por 0.769.
Ouro.Asm edr.ide i0$ rs. rontVn-
d.4 oitavas do titulo de n/12 ou de aa
quilates co-t^m a88 graos Braseiros x
0.769 a21 472 graos Ingleze*. Em Lon-
dres o Valor de ouro de a2 quilates he de
lib. 3,17,i0, ou 77sbilling8 e 10 pences
por cada orna Iroy de 480 grios: pis
como 480:77 8; :aai 472: 35, 89; por
isso caila moeda de i0$ rs. vale tlli p'-
10 seu preco intrnseco lib. 1 15,lO 1/a
ou 430.88 pnces agora 4!50,89/lO 43,089
ou 43 peni e< por mil reis.
Piala.As moedas de i$ reis, irgun-
do o pi 450 graos Braseiro-, cuja quantid-de x
0,769 he 6ual a 346,-5 pra6a Iogleze-. A-
goia o valnr de pi-ata de Lei de 11,1 di-
nlu'Oa be 5". 1 1 /a ds., ou 61, 5 da.pir
onca, por conseguidle a prata da Lei de
11 dinheitos v^le 5s. o 94/iOO d.., 011
60 94 pen<"e ; pois como 480:60,94;
346 05: 43 95, ou 44 pences por mil rs.
As moedaa de i$ rs., hegundo a l>ypo-
iheM de er cada ipil reis 4a0 grios Ba-
S'leiros, cujos x 0.7C9 -322,98 g. ios In-
giere, cujo valur em Londres a ra/.i d
t>0,94 pences por onca, he coito 480:60
9!: :3aa 98: 41 peos por cada mil r-.
Asmoed.18 de 1$ re, sgundo a hy
pjihf.se de ter cada mil rs. 4l0 g'i"S Bra-
sileiros, cojos x 0,769- 3l5,29 grios^ In
gltwes, cujo valor em londies a ratsS df
60.94 peine, por onca, he como 480.60,
94: :3l5,a9:40 pence por cada mil reis.
Illm. eExm. Sr.-H .vendo se deter-
minado finalmente, que a Maquina de
cunhar fos>e em fim enllocada posto que
com algumas modicat;5es, recordme
quano V. Exc tem sido sollicilo em ad-
quirir informac5es p. prosseguir, com huma certeza quasi pli-
kjoa, as utilidades da Csa d Moeda, u-
tilidades que por os seus anlece-sore fo-
ra5 vutas, mas que s de V. Exc. iee-
bera6 o constante impulso : e tendo pre-
sente a sua hondade, com que no armo
todo roeOfiiciou acerca do carimbo e
moeda de cobre, a que em iS de Julho t
3 de Agosto ioformei a V. Exc. que en
tio me occorrera, mostrando a vantagem
e cconumi pe qal le poderia era hu-
PARTIDA DOS COR ROS.
Olinda_Todos oa dias ao mrio dia.
Ooiana, Alhandra. Paraiba. Villa do Conde, lo-
manxuape, Pilar, Rea: de S. Joo. Brejo d'reia,
Rainha, Pombal, Nova de Sonxa. Cidde do Natal,
ViPa de Goianninha. e Nora da Prineeia, Cidade
da Furulcza. Villas do Aqurs, Monte mor nova,
Arcatr Cascavel. Canind, Granja, Imperatria,
S- Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Notb d'
BIRer, Ico, S. Matheos, Reachodo sanRUf, S
Antonio do Jardim, Quexeramobim. e Parnahi a
Segundase Sextas teiras ao meio dia por va da
Paraiba. Santo Antao-Todas as quintas feirasao
meio dia. Garanhun, e Bonitonos dias 10 e 2'
de cada mea ao meio dia. Cabo, Serinhaem, Rio '
mozo, e Porto Calvo- nos dias I, M.eSIdeca
d
mea-_______^___________
m unir operaco converter as moidas
r.co'hidas em humdinbeiro domis per-
feito cunh.i, em harmona do novo sys-
tenu annetaiio rtUlivo no typ-s pe e
valor; methodo que, com pouca altera-
qo. ja foi p>r nrm executalo sat'sf.tnri-
amenle no Estado de Buenos-Ay es, de^
mon-lr-ri'io demais, que esta operaca5
por meio das novas machinas, deveria le-
v^r menos teropo, e ain la menor despe-
za que a projectada operacaS do carim-
bo.
Agir pois que V. Exc. fem dados sul-
ficientes, pt-lo resultad. ja feito pela o
peraca do carimbo, para aesatisfazer que
t-lopiniio foi hem Fundada, p^sso a de
mon trac, pelo calculo junto, que fme-
Ihanle operaco lodavia he praticavel, e
que lapo na peisuaso de que, log depo-
is que o projet tado resga'e ^e effecluat.se,
V. Etc., com toda a aolividade, ter de
subtiiuir a moeda carimbada, por huma
moeda domis perFeito cunho; hum be-
n- licio para com a Naca, que sem duvi-
do por tim huma b< ilhante terminacaS a
lo !os 01 nielhoraroenlos, que, durante o
Ministerio de V. Exc?, s>? tem pralirodo
espeiio o meio circulante do Impeiio.
Por gratida a V. Exc, u me ofivreco
a rom por os mi.^terei para, na mesmi
Maquina que agora se trata de organi.-ar
e pi em movimento se applii ar f^ te-
n.a decoite e recunho da moeda vellia,
que Forausreptivel de cunhar ^e com os
requisitos da L i. E-le methodo ser por
mira lev.-do execUcio sem remunerapi-S
alguma, mais do que proponho para a eol-
io, aca eaccivscimo das Maquinas re-
etido com pesar, como sempre o le-
nho Feilo, a perca do lempo que tem de
corrido dedeo anuo de i830 t hoje,
que ieo niof>a, esla.ia V. Exc. hoje
c.m o cobre e'ho lodo reduzidoa huma
moeda legil, un.F rme, e por is-o forado
alcance de introducto.es, que desgrasada-
mente tem continuado a impoilar moe-
das de 80 reis.
Pr isso V. Exc se dignara hem pon-
derar esta tninna F rta, e ver se Ibe a-
g.alio as proposites que levo a Presenca
doGoverno deS.a Magestade Imperul,
a 6 11 de ver se de huma vez se acaba com
o armamento da Maquina, que tanto em-
peoho tenno ido pa.a concluir a fim de
ver nesie pa z hum sy tema regular de
cuohar w>oeda, 'optado pelos pa.zes ma-
is toiantados em conhecimetitoa uleis ao
genero hum-no.
Tenho a honra de ser com todo o res-
peiio e consideracaS, de V. Exc. o ma-
is obediente creado.
Rio de Janeiro i4 de Marco de i836.
-IlltOj eExm. Sr. Manoel do Nascimen-
to Castro e Silva, Ministro da Fszanda
Seo. &c. John Mias.
(Continuarse .)
PERNAMBUCO.
OOVRRNO DA PROVIHCIA.
Expediento do dia 4-
CFFICIOS.
Ao Comman-lante das Armas, com-
monicondo-ihe que foi expedida orJcm
ao Director do Arsenal de Guerra paia
recolher no mesmo osolije. tos bellicos
que perleocera a Fortales* de Gaib e
bem st-i te da C >noa que os conduzio, devendo
o mesmo Commandanie das Armas en-
viar urna relacaS dos ditos obj 11js ao re-
Feit.'o Director.
-. Ao Commandanie Superior da (J.
N. do RtciFe para mandar dispensar da
eivitjo, os guardas da quarla compa-
nhia do i." alalh 5 ManoelJoze Ftrni-
ra e Jo.i Francisco Pard.llia-, cuja dis-
pensa requesita o Inspector do Ars-nl
deMarinha em qua.nio estivetem empre-
gados em PaliSesdas Lanxas.
Ao Inspector do Ais?iiI de Miiiih
communicando Ihe a ordem expedida pe-
lo OlTicio antecedent''.
A o mesmo dUetuln-lhe que n6 po-
de ser sali Feita a requisi.io que Falda
urna Guarda de 6 Soldados pa.a o Arse-
nal vi>loa Falta de gente que ha como
vera' do Ollicio do Command.ntedas Ar-
mas que J-e Ihe envia.
Ao Coronel CluFe da Lc^iaD das
G. N. de Si-rinhaem dizendo-lhe qu->
tendo o Governo resolvido que no Muni-
cipio do Rio Formozo hoja um Esqua-
dra5 de Cvala, i* o qual dever ser or-
gauisado com Guardas Nacionaes do re-
Ferido Municipio e do d Se. inhacm de-
vendo formar-se urna companhia m cada
Municipio ; cumpre que o mesmo Chele
de Legitexpressa as necessaria* ordeiis
para esle tira.
__ A Caa-ara Municipal de Goianna ,
di^endo Ihe em re.spo.-ta ao seo ollicio ds
i9deS.tembio findo em que parteeipa
que a elleicio dos novos Venadores Fora
feita na Povoaca de Pedra* de Fogo,
por n8ter o Reverendo Parocho da Fre-
gue-ia de Itarob consentido que se fi-
zesse na Igreja Matrix como a niesma
Cmara havia deliberado por ser este lu-
gar maisdacenle, que foi mandado ou-
tiro reFetido Parocho sobre este objec-
lo, ordenando-se Ihe que pela iua ptrle
aaa=



D I A. R {O 91 PIRN
ata
^^^^n?T
d) ex 'C'I.Mij 10 disput o > I. d Cl -
pit ti i 2. di^ Instrose-Se Je a$"le attree
de i84" au" dequ pioxiin* elei^i
di l.. e:o es di Paro ni < ie eflfetii: aa
M'In ; e que igual o I* a f i dirig la a
Juiz d- Pai ; re"p"ctv- ; cujas oidfn.se
em ttem a Caro.ra p ra envalas cora lo-
da a bieriJades dos ddos Parodio, e Ja-
is de Paz.
PORTARAS.
Ao Vigario da Freg ieia de I tam-
bo, Minoei Themoteo do Atevedo e G-tu-
pas, ordenond i-Ihe : que na proaima El-
JeigaS dos EUitjrcs de Parochiicumpia
S i, do Capitulo a. das lu-trucco 8
de 26-le Mareo de i82i. .
Ao Juiz de Pat da so^redita Fre-
guesia iideligenciando-o ,de que a pr-
xima aleica dos Eleilores daquello lu-
gar de ver ser f-ti nalgerji Mal ir. na
conformidade doi. Cap. a dslus-
truces resp divas.
Ao administrador do Corre;o, mana
dan I11 lernelter hoje mum > a C-rair-
Muni>pil de Goiaoua as Puilirias pre-
cedentes.
Ao Di ector do Antena' de Cu-ira,
para rec-dher o9oljectos bel" o vi'perten-
leucera Fortaleza de Gaib ; e pa-
gar Hez rail reis de frita da Canoa pie
os 1 oa Juio.
^ Coutinmr-se )
Dito a Idicionaes do cha ,
Dito da Plvora 50 p. / t
Multas de I par"/. .,
.ti d* 5 p .r /. ,
R 'x.porL.cio i I'"*/
Eup.dente de I i/ip, /.,
Aiim,fnip"m l/4 pr / t
Premio de I/a por /
Multa- conformo o repec-
(ivo Lvij de Ri ceiu a f.
3 #S50
1:699.25117
iig2))56
a#>fa
599-3755
la:75i3)75f
i:4539S5
a;OS6#98
i3a:88o-2>i9
iO#440
13a 899-^8 5g
Altradega 4 de Oufubro de 1836.
OEoin inte Manuel Ifigenioda Silva.
-aaaaaBWSfe*
DIVERSAS REPARTICOKNS.
TRIBUNAL Da REYL.VCaS.
Sessa de 4 de Ouluhrn.
Nos mbirgos ao Accord.r profer lo
ni App||-ci<5 crime (do Juis de Dreito
desta Cdsde, Embargante Francisco Xa-
vier Couiinh e Embargado o Promotor
Publico foia os mesms dispresados.
Na ApelaeaS civcl do Juizo do Civel des-
ta Gd'de Apellante Jos Be naido Fer-
nandea G.ina, eAppellados ; Commis.^5
Administradora dos bens dos Hospilaes da
Caiidadefoi julgado pela contii maga di
Sentenca appellida.
Na Appelbca civel do Joiio Munici-
pal da Villa do Peoedo Apptllante Fi.
Dmaso Mauricio de S. Thoma* Proru-
1 ador do Mosteiro de S. Bento di Cidade
daB-hia, e Appellado o Juizo deCpl-
las. foi reformada S ntenca recorrida.
Na Appel'acaS eiime do* Jurado* da-.
Argots \ppelluite D. Anna J >aquiru de
Va-conr-illoi romo administiadora de seu
Eseiavo Manoel c Appellado u Juico se
iulgou o Pi cesto nulio de f. i4 em di-
aute.
Na Appfllar.'i ciime dos Jurados di
Cidade do Natal Appellante S/-verino Jo-
?e Braaobo, e oiltios e Appell'do Se ve i*
no Ranura da Cola se julgou o Recurso
procadeiite
BJB/A DASDIVBR8\S RENDAS.
Rendimento di Meta de Diversis Ben las
Nuionaes de Perntaibuou no me-, de
Soten bi o p. p. A saber :
Dilimo do Assuc. desta Pro-
'inci................. 3:093$2;>e
Dito do AlgodaS da dita____16.497^)843
, Mein de Miuaoaa......... 178-35(1 >5
Impostoannual d. c..;5es pequeas........ 153^600
I era dos Ksi-ravos eipoila-
do................... 30$0C0
Direitos de aO por /. U'-gu-
ardenle de consumo.... 544
I.Jem de 7 por /, d'ezpur-
co.................33:3^3^602
Meio poi*/ dos asignados 7i#57i
Direilo>- de Ancoragem.. a.07i^i80
Saldo dos din ios deposi
t^dos ecinipiclieiididos
uoroubo............. 4:i5iJ5)932
TRCEITIRA DA COMARCA DO RECIPE.
Paite do dis 4-
III.ri. e Ezra. Sr.
Da Pai te da Commis-arlo de P.-lieia de
Fora de poitas consta terem Md > presos
Soaquim J"se, e Jt-tino da Cooli, cor-
netas de G. N. e Pedro Gomes da Sil-
va Maia, Sol'ado do Bat.dhi* 7. 3 Cassa l< res, p r strem ene ntradoa em
desorden > ll h-rasda noite.
Nada mais cansa.
Dos Guarde a V. Ex. SeretaiM da
Pri-ffitora da Conniarca do Re. i fe 4 ,,e
Outubro de i836. Uta, e Bm. Si.
Fran-iscode Paula C.valcn-ti d AUmi-
queique, Prezidentw da Pr. Tinct M
notl do Niscimeiito da Costa Moouleir.
lUcdimento da Alfstideg* ao m^s rf* Se-
ttnibro p. p.
Direitos de 15 por//. Ii3.90#499
59.67a^i63
Diversas Provincias.
Disimosdo As ft<8................. 7^)480
dem do Aigmiio da Parai-
>.....-............ 465^58.
dem do Rio Ga.ule do
Norte................ uO#aOa
60.a75^426
O Aminislrador.
Miguel Arcanjo Mouleiro de Andrade.
A pauta he a rnesraa do N. 2 i2.
EDITAES.
A Cmara Moni ipal da Cidade do Re-
cife e sen Tei rao &c.
F.. saber, que era rumpnm nto ao
a.ti^odo lUgimenlo le 28 de Ja.-no de
183a, cont i'lo para a ane. ad.^a5 d
Imposto do ao por eeuto so'tre o c insu-
mo das afOM aidorites de p odu<:ca5 Bia-
sileira teto eatab.letido unicamenle co-
mo base, que ha de si-rv;r a dita mpo-
aic* oe.te segund'j Smeotie doroirei-
le auno o prco de 4oo r. por cada
uiaiian di 11 ti'ii, (I nie-irioo ido ge
ero. E p p:o a noticia de todos se mandoM p<-^r n
pcente E lital. R.cife ens S^-s^ de
aa de Setemluo de i836 Eeu F'i'gen-
j lnf.nle de Albuqutxquer e Moli ,
Societario oe-crevi.
J.se Macha lo Freir l'ere'ira da Silva.
P. Piesid nte.
'I'iiom -s Jo-e dt Silva Gusin
J w. Felis de muza
Ani ru Gomes Pofso.
Joce lunario da Caioam.
Ptrimooio: 1.a Ai a'acoe dos peso,
e "di las ni qimtia de l5O2Ji0O rs
pir temo de am> : a. = A casa
qu-jfoi d* pj!or* no lufir] do) Magut-
nlio por a rend tri-u.l. q-is p tacipia.
1 correr do dii 18 le N>vm>ro o. f 1-
turo, oreado na q^uta de3G75liO rs.
prann>: cijos .eiu .taiitet aeapre-
sentaro hshililJos coas fiador edoneo na
foronda L'i.
E pira que clrgue a noticia'de todos
fee psstr o presente sob -.ea sigr il, e Sal-
lo que sei finado nos lugires pbli-
cos. Oiudiera Seisa extrsorlinaria de
30 de Siembro de i836 Ei J laquim
Htg'no da M-dti Silvei-a Secretado I:i-
torino o escriri.
Ignacio Antonio le BiiTos Fa!ca5,
Presidente.
Jos-; Antonio do Olivoirs e Silva,
Antonio Jos do E-p'rito Santo, Bj-
rsta.
Jone Joaqun de Alm^-ida Guedes.
Manool AuIoqo doS n'os e Silva.
e ornamentos respectivos".
Casi di Admini>traco dos Olaos em o
i.* de Outubio de 1836.
Joze Mari a di Cruz
Escriptuiario.
A Cmara vQiitcipal da Cidade d' Oinda
e seo Tormo em virtude da Le Ve.
Fsr. salu-r a quera conv;er, que n > dia
li deOotubio p. segrate sei arrema-
thdo no Pai-o 'este C onselho pur ais der os conlvactos seguioles de seu
Vereadores pira a Cimir.i Municipal da
Cidade d'OIrada.
Os Hasta. S irs. Votos
Maj r Jo>e Joaqun de Oleira Gue-
des 43'
Tenente Co'on-1 Ignacit) Antonio de
B^rro* Falci. 385
Bacbarel Jo l)'>mingue da Silva 568
iVI*j >r J.ut Paulo Fe 1 reir 3i5
C.-pili Manoel Antonio do< Pa.ssos
e Silva.
Piofe-oi Manoel Antonio d'Assuin-
pco Cardim
Tcin-nte Coronel Fnncisco de Pau-
la Souzs Le 5.
Doutor JdO Cap .--trano Bradeira de
AleI lo
306
ag
087
aGl
Fiegoesia da Se!.
Juiz di Paa, ^
0 Sr. Felipe M-rnel do Christo
Suplente.
O Sr. Silvestie Antonio de Lg-i Ju-
mor.
i34
116
Froguesia de S. Pedro Marlir.
Jui/. de Pit.
O Sr. Csp'tioJose Antouiod'O ivei-
ra e Silva. 7l
S'p'ente
O Sr. Capital M'guel lose T.ixeira 64
Fr-gues'a do Poco da Panella.
Juiz de P*t.
O Sr. Francisco Ceeai 10 de Mello n5
Suplente.
O Sr. Joaquiu do R go Barros Pes-
os 101
Figuesia de Maranguape.
Juil de Pal.
O Sr. CapitaS R^imutido Nonato de
Aro u jo. 98
Suplente.
OSr. Capt*0 Jo.- L;ns Cavante de
Albuquerque. 64
ADML\JSTBU;\'0 do PATRIMONIO
dos OP.F.v OS.
A \dmin&tracio do Patrimonio do- Or-
fos leudo ile comprar p ira o Collegi d s-
ints notOi f s "S seeu u'es I vrosCarta-.
do Padre A .I -n 10 Vi'- ira, Vid* de U. Joio
de Cstro, e de D. Fi. B.irtliolomeo d >s
Minyres ; e na alta destes as Luttadas de
Caoioens, ou ootros Cl-sicis, bem romo
l'um )0^o de Diociooaros Poilugiifjes da
ultima ediocio e ia eollecc s de diBFeren-
les ir sl.-d s, con vi la as pcisoas jue por
ra-nos os (i'iiaereiii ve-d r a comparece
rt m no da Urde na cs> de -imscs-- s.
A mj-rai AdministiaciO do Patri-
monio d >sOrfios t- n lode mamlar fasir di-
^e'SHi ulr-s no Codegio dos ra-mo Or-
fios, e cmreitoa n<. casas n. 51, e68;
convida as pessoas quepr m nos se qui-e-
quem enca regar a comparecer- m cora .--e-
o- fi-d res oo da 5 do corread rae as 4
horas la tarde na casa de sus sc.ses, em
cuja occasiao m;io presentes as ccndicSes
INTERIOR
Constaudo-niS estar prohibido o recir.
so das gr<.c-9 espiritoaes Santa Se" Apoi-
tolica, a nos outros Catliolicos Br*zile.r.ij
pelo GoVoruo, que j .r sustentar a Religiao Catliolica Pumi,.,, de.
s- j un -s saber em que Aitigo do Codigg
Criminal fioario ucuisos aq.ielles Fiei>
qii conlravieiem a meucionida pr hibi-
cao. Ser por ventura nuA-iigo8l de
roe-mu Cod go, como ou vimos dittr liutu
Sr. Ueputado na respectiva Cmara?
Mas para l-r logar a appiicaco de-te Ar-
tigo qoe di : Recome authoridaJe
e.-tiangeira residente dentro ou fora do I u.
perio, aera legi na liceiica pira .iipet -
cao de gracas cspiriluies, ditiuces ou
privilegios na geraichia Ecclesia.sti -a, o
para .mlhoi i.-.a^ao de qualquer acto teli-
gioso. Penis de pi iao por tres ou no-
ve uieies he ueces-aiio cousiilerar o Sura-
uto Pontifioe Vicario de Je/.us Chiisto 10.
lliO -.IratigHiro a Ig'eja u n -a Ja lia Indi
Clavel Pciira do Aportlo S. Pedio i'J
seculos. Ora isto mosmo he o que ate a-
qui m m o memo Coverno, nem o '-.vo
lra'iiei.o tem considerado, era pod*
consideiar como Cattiolico, pois he htre-
zi' expres.amente condemnada.
Nom o Coverno, nem o Povo tera at
agora considerado o summo PonliGoo co-
uio authoridade estiangeira. A Igieja, da
q,i,l somos meaibros, he a congregtcs'o d
lodos Os Fi< i. Chrittit'S, queso aclio der-
ramados e dispeinos pelo Mundo intoiro,
cuja caneca c o Papa (o que os uicsmcs me-
ames sabem pela cartilha do Padre Ignaci-
o. ) A I^reja he huma, o S iCvrdoeio lis
hum, a Fe he huma e a mesmt nem per
t-t ob que, a e como i-s Hiazileiios soro-is
niemhroa de>ta Igreja, (atondo pule des-
le Coi po raystico, do qual o Papa he a ca.
b^ca, a^ue-se, que o Sjmnio PantiGee
cmo cabec-i da I;ieja, nao p >de ei c- nsi-
dera.lo na O dem e-piritoal, e nem lie au-
Ihoiidade e-trangeia, pois que impo-siv|
de que o Corp 1 saja d.ffert nte d.i caba-
pa, e a Cabece do SOfpn. A I'ieja de
No-so Senhoi JeEtts Christo, nao heaesla-
tu de Nabuco lonoso. Dera.is a R l-
C-tlioliea Ap<>stt>lica Romana he a Reli-
giio do Estado expresamente garantida
i\^ Conslitucio lo Inpeiio. Titulo i*
Ari. 5.* queieza \ Religiio Catliolit a
Apostlica Komaiu continuar a ser a Re
li io do Imperio. Logo esu Reiigiio ser
seuipre a Reiigiio do I nper dos, to C >-
vern dos Legisladoie, e dos Sub itos
IJi a/iloiiot, poi con equen'ia do esla'>ele-
ido se 'lelua : ou que o u ligo 81 do Co-
d-g he inccnsiilrrcional e de .-u natmexi
n lo, ou que tem era vista, nao n- os Ca-
thoicos Romanos, poreui sim <>s Prol-s-
lantes e os J 1 lees, que nesle Imperio sso
tolerados. M s n. ainda no'ouviiuos di-
ier que aulliori la le a'guma Brazileira se
tenlia intremetfdo com os Piotestanies e
ts Judeos ; impedind > que eHes recorri
aq .elles a quera usup5-m lereiii direito de
dirigirs >us Ctnscienc-as ; e se assim fi-
te.-seni ell giit.iiido : A Con-lituicio garante a lber- .
dade de consciencia, e o Governo nioes-
caparia do ler ctratcsiacescom as Poten-
cias Esinugeiaa, t-tc. *tc. Agota dgio-
nos, se pela mtsna Cori-M uioio n(>s 01 Ca-
tholicws, nao temos o inesmo dinilo de
roclamar aimla com moiti mai- razan que
os Pxiteslantes e os ludios, log que se nos
impideoiecuisoemmateiias-lecoiiscien -ia
a autr.orid.ide Ugilima, que lie o Pp.'
Nao lie a S 1'eJro, e por cons.quencia,
os Papi's seos Stiqats -res < no leiuos nO
Evangeltio e he de Fe Calliolica, que Je-
sus Quisto enearregou o Governo de sua
Igr ja, enir-gando ao seu cuidado e amor
oj C> ideiios e a* Ove Ins do en rehanlio ?
Como eniioa authori lade deS. Pedro,
a desons Soon ores he authO'idade estran-
geira? A cato o Divino Salvador, que le
a' Sibedoiia Eterna e infinta naosibia o
quel'-zii, ou deixaria ao Capricho, a. pa*
Kes e iulei-esses dos horneas, mudar, res-
,.


m

DIARIO DEPERNAMBCO.
t.inpr, suspender, uu ami .llar as sims do '
terminaces ? N >, certamente nio, pa9"
sa.a.5 os Ceos e a trra ; poreui as suas pa"
lavras nio piscara.5.
Se o Coveroo mocara o Su rumo Pont'fi -
cee os sem Delegados, como aulh inda le
cstrangtira (.;a phrase dos hen jes e pi*, como lis que leu recorrido es-a
inesma aothori.la 'e para a coulinnari >
de Bspoi, para leformis de O d ns II li-
pios, v pira aira tica r graras espiritu^es?
Ou tem .-iJa matriditor-o e incoiisequen-
te, ou o art. 81 na r.ompiehcnie os I a-
steiio* Catholicos. Ou tei-se-b* acabalo
pi'i os Fiis 'leste I nperi >, e para ellas
a lio preeonisida M>ec'dada de oonsciencia,
e ser crime procurar cd i limn o remede
desua conciencia que Jesils Christo d p>-
ritou para se npre as tiiios daquelle a
qufiri dtsse: O que I gires-.oltrealer i se-
r ligsdi no Cea, e o que delatares -ob e
a (erra se. destalo no Ce? C nci i se
estas palp ivris contradiees, c dig se-nos
p loa ii' r de. Dos, crnin h- une bum G'-
Vemu Ctbo'i<:<> ( pois os Cibios he
qu p x'eru exercer cardes pblicos) ,iro-
bibe a seus subditas aquillo me-so que el'e
be, ejuiou mantee e defeudei ? Com i po-
de buii Calboli O, considerar o l\ip 11 o no
entran {fro, ou negar ao Cbefe, ou rabee*
do Go pa que peitence, a ob lien he
sohiui-so que Ibes deve co no unnib o
dse ni-siin co po? Nio est 11 vigor u
Consliluico do E-ia lo l Com pois se pro-
hib? e se castiga a quero cumpre 1 tMi
ade-eus aitigoi f mdamentaes ? qu. ntra
dicc6-?s e |'ie tristes conseducnciasise po-
de do exposlodeduzir )
Concedamos embara, que o Artigo 81
corapreheude os Calhnlicos, nao he es'e o
cazo em que como Clh >li-os nos he pur-
miltido p3runtar com os Ap !> A
q-iem devenios ni obeJecer a Oevs, ou os
honen-? ou diier com S. Mauricio
Aqui estamos, degollai-nos, sempre Mjb-
mi so* e obediente ; porem nunca apo ta-
tas ? Par ventura ter cliegado psra r:s o
tempo da prova ? Se assim he, S. Pedro
nos exhorta pa a o M n tirio na -u< p imei-
is Epi tula. CartiitOiis, nao vos peitu-
bsis no logo da tr holacio. .. mis folg'i
de serdes partii ipantes das penali lados de
Chri-tc, para que folgueii lanbem com ju
bi'io na apuaricio da SU a Glo a \ e impor-
ta mmlo lermo.s em vista o que snc< deo em
noasos das, e:n ca.o idntico na Franca
de i78y a 18OI ; por lint A'tig te ( de la G mstitttti 11 civl Ja CI- rg ) o
Artigo 81 d nosso Cdigo, te derramarlo
ros de sangne, e nao .- os virtaesoS Sicer-
dotes e Religiosos de rabos os Setos d
Franca e dt Blgica, mas innuni?rTei-
pessoas de tn lo-os esa los e idades, por
nio quererem .", e smente, jurar setne-
lhaiite Artigo ( que pouro.costara.....
mis ufo pira Calhdicos) hanhirio -on
seo preciosa sangqe os r.id.f los, ?,endo
ver aos imp'o-, nao veivci lade dos
Mrtires da piimiliva Igrijt, mas que ral
toilo os tem pos h'ver VIjiI rs na I =; ej *
de Jess (iliri-ti ; testas haibrdaae-ro-
bririo os detestareis revohn ionarios de iin
ferete elerno, fatendo sua roeitioria exe-
navel ao muoilu intei.o. L rn'ire-m -nos
tambem do eiito desta dla t iv l reb: Idia,
contra a \it ji. A Relfg'o, e s Pe Ira en
que ella est edfioa la, te.u esm-t;ado la lo
quaMto contra ella se levanta. Porl;e i"fe
ii non pitewtlebunt a Iv^nu- eam. Os Pro*
tentantes, ponro a pou-o, e a^Ti rapi L-
mente, l va quebiar-se na Pe ira funda
mental da Ig eji, renunciando o fna,
e a hered a ; e nos qae < nv< Cttlioro-,
que nos glo innos de r nlji s d.. Ig--. \.,
beque, pr csprio, noade'xai. m sea-
hir, e emputar ni-b'-modi i'erdicio ?
DOS NOS DEFENDA.
Mas quil be a cania desta patthibiofo ?
be, SMOUln pos consla, or ter o Pipa
n-galo as bulls de ro-'lirnncto bu.n
B spo nomeado pelo Guwrno; 1 aria man
te qoando se fea e sa nooieiacfo r'*o se i< ve
em vida as regraa l'anonica. d.. I^reja, p >
i, iijualuiente auvi d| rq ifl Sua Sentida-
de alagara sua coi cieuci 1 para a no
con'irmacio.
X)i o segrado Concilio Trideniino as
S-'s-6es de 1* i4 que forruio oColg
actual Dseiphoa da Igreja Cathoc- ,
dente nutras -nuitas soasas tu, na 8et-!o
a{ Cap. Sde Refurniatioie. Finalm.n
,, le a niesioo Santo Concilio commovido
com lanos incotnolos da Igreja, uso
pude deixar de lemlrar-se que ou-a
neuhuma he mais necessaria Igreja) de
a Djus do qi.etaipreiar o Beatsimo
Ponlitice Ruioauu aquella sulicitude ,
que pelo dever do seocirgo deve a lo-
it d a Igreja. Univ. r-a; Ecclesa; ex mu-
m 11 -1 ii -ni o!l 1 1 debe asab-r:.,. que
ponba na (ioverun 8'*"S osmelluies e mais idneos Paa-
,, toies, ni t no ios ui-xime alque i lone-
,, os Hartaras liaguJis Ecclesiis p>a;8ciat ,
,, e isio lauto, mais i|u.-nto he crio q ie.
,, Nusso Seiihoije-uis ctuUto bade reque-
,, rer dasmios dclleo naiikiue de sua ove-
,, llus que se perderem p. lo a 1 ngimen
,, daqm lies Pa toes, que forera l'ronxos e
,, negg-ntes 111 mis 0D1 igacio, i ieque ro
,, magis (ju d oviin C'iiiile Sa igumetn ,
,, quaj ex malo iiegligeiitium, et ui ffi.11
,, imaeiiDMuin Pastor un regimiue, pe-
,, ribuiii D. N. Jess Christus de imiu-
,, busejus sil riquisturas.
Ore, se he ceita c ni 1 assevera o Cun-
cilio, (jii o Papa hade dar cuntas ao Sen-
bor, des C u denos que se pe derem por
iu|ii du.s mos Bi-p' s, 1 o ii" he q' se quer
o biigar o Sup eino Pastor sobrar coa-
traasiacomi ocia ? O eui .-e allieve a
ser Juiz d> consciencia atheia ? e qual be
o c Iholic > qne se attreve em engir-se J>.it
de .-eo Pastor? E como por semilbante
m< tivo nos querem privar do rrCUraO ao
Supramo PaiiliHce basia e vejam s se
a DOsss Veneranda Ci>mmissio E cKsiitica
nos delen 'e uniarneute >m a cimara Elle-
cliva de semelhante m I. Deus mise ealur
no-(ri tt benedicta b n-licat i.-obi-. Ps.
66.
( Do Allante )
OS R. DEFI'TvDj BVl'TISTV CiFTiNO
eos n3:858C&553 rs !
EXTRAVIADOS DO COFRE IV1PFREAL
Multse deve lastimar que a Carona dos
Sr.i. Depula los, na Se--io do crrente ati-
no, nio ooseaVue u Nobre Oepuialo Se.
Paim Membruda Co nu>'Jo de Contaa Uo
Tol.ir di-Sui Ma^esla I-Im,ieii.l ; se is-
so aronUcra decii que e nao tive
^e estriado o telo que o iNub e I) pul d >a
preeil^a o anuo p i-tado, quatido em ^* 11
Relator o dei la ou uullo oconlr. to f iio pe-
lo ne mo actual Tutor com o Sr. Depola
d. B pti'a Ca.t.nu de Al nei la e que,
giac-oi< sitas inlgac's, o Publico ea-
l \,siboje coropletameute infnmid) das
p --oas (ine au la 1 Su a fumar ao e\'l'lie-ou -
reiro o Sr. \1 noel li^ns- ioS^ans C'sb >a
os U:cJ58^5.r)3 exliaviad.-sdos Co-
fres lo uosu Joven I i.pera lor.
A Cumn.is-S > nom id< e^le anno para
exame u'-quellas conts, c-raquauo eja
co upo ti de milito ron pie u >s L)eput-du> ,
lodiviaenlendi rao que nao pode id adin
ta" os coi4ai iraeui sdoPuTdicoa esp-ilo
rl'i-sse enmir pan-amosque 1160 tem o /Jo netessariq
nara entrai en iae> in lagaifte, ja po que
OS fPU 1 i U 11 S \leuib os 11 1 Ion O denu-
do lo No'>re f) pul-do o Sr. Paim em a
tacaros ladre-, por mi> alio que s. i o
po-to quo elbs o rupem. D'a iesuliH
queo S<-. D pillado Bapii-ta C Al 1 -idi ha-dj coiriuuar no guZo pnifi-u
dos Bensdj d Tlwsooieiro o S Sosrea
Li boa e queo Nos-o Joven Imperado!
nao ve> a sequr tOO itvs -i'e-se- flmalos
113.858^553 fis .'.'! q ie Ibe f.io roa
bados.
( om tITeito, fnisi-r 'jan os ne^o- os do
trapela I Pupi lo e-t- jio lio abandona los
e lu'eir.-mei'U A' nil oci, para que non-
leci o que l m a- onleci lo, que 1 s pa-
noo- a leiupilulir p ra memuiia do Pu
b ico.
O Sr. M-nul Igna.io soarel.i-boa, ho-
ra m que ua-la po-si i, nones lo Tbesou-
ranra da (!a>a Imperial em i83t, e come-
ca a recebar do Til -ouo > Di t-ci de S. M.
o Imperador, sendo sen Fia lor o Se. Bap-
lisia Co tnu de Al neid i, De, ut >do \-
semb ali. ral pela provincia de Mina* Ge*
raes, o qual nio p >ssula bens n'esla L'ro',
epeujeui a dita prutjji la urna laven '-
U con pouco g'do e ntiiito pceos !! !
Em 18.13, dado un li.lau.-o no Cofre
Laperi.d, atb.i-se o Tu-.s<>ureiro alcancada
em rl3 88$555 is. e se oonheee que
0 seu Fiador u Sr. Bautista C.i. luna de Al-
roeida era cmplice n'esse aleante por I. r
sacado ao ex Tlnsoureno oSr. SuUre- Ls-
boa.rca de UNs50 CONT qve tata va
di-vendo, sbe.do alias que o TlieaoureiiO
lo pi onuiici ido por denuncia que d'eile
dra o novo Tiieaodrtiio ou Vloidomu Mor
na Casa l.np.-i ial, e iura 1 ar< el d o u em -
ha goJos doisai maeus de ni dliodoS e urna
loja d -i laSeiiduSu' elle ha va eo h prado com
pariedoUinheiroexliatia o ijo uiie lm-
uii-ial.Cbtga'l< M imm m i8d.j u..i. L)- pu-
tado Bapi..>i.i ( 11 11 1 de Alme.da; a ac
eu-acao de ex Ti.e^uutciro ,.ii-n 1 .i...d ,
pelo 'Vluidnniu ri e coi re a ie< h* p> rau-
le o Jiyy onde abso'vido ; lemove-se o
Oep'isito do.s geueos arresui o> ao ex-The
sourviro ptr itiiu o u de pe-soa de sua on lianca- Lo us-
a que esie gneros lorio ven 1 lo ein le -
lio p n liculai Si ra autoi idaile da JuSlica, e
o seu prod 11 lo mo eiitriii |ira o l-i I 1 Im-
perial, mas .-uu iira o iiu beOiaVelitUiaUO
fiador, ouu.i- p sa o l Com o Exui Tutor, pt|u q il, tiypoiliu
endo .1 (alend la 'los porcos que ja esta*
va hypi.iiiera la pila flanea, ass aitigoso dus l enseti'tst dos au cx-Thesou-
reiio, .-ob prumessa de psgar u r< tibo b i-
lo ao I np la |. r, nao s D. 111 jS Se cu \ ilile,
seem u.ais anuos !!
A Cmara dos Sis. U, pu'ad sriproVa,
na S Ss'fu do armo paSSaUo esle i eiebe; ri-
mo i 01 iraiu ; e o qi.e Conlect ?! .'....
Jricrb.o o Tul' r, a cents do lu t frito
SClJipCiador, ao mei O- o produca dos
gneros ai restados SoexThesoureiro e ven.
Uidos em leiliu ?'..... N.uia on ta.
As BOnlaa pin va: veniente se ni toniSlfu
esle anno : o Sr. epuiaiio Bptial Cae-
tdiioes' na Cunara para apoisi o S M-
nistioda F.zenla (ju u io elle as S<_vcrar
queo mub i du t esouro necrssarismente
devia aiouiocer, pornue os ld< oes enir.i-
rio, ariombrio a porlade S. Jurge e le-
vii.. a- Nula, que quiz ic ; c p Sr. l.im-
po de Ab co evr.ve pi i Minas declaran-
do que o V. B plsiaC etanode Al neid.
boro e fiel manila tai i e qudele rie-
elutu ooiii os ou i ros dn rae-nio aei, uia-
qiie ijua tlizem queo TbezpuiM dtVe s i*:;ur-
d do, e q e o Mini t o deve d*T toma-
antes de pe.iir emjne limos......
( S tede \l ril )
CO.NRESl'OrEN I \.
Snrs. /(adait-ef.
Niera da miulia i. I ncio encornos-
los mais sin un igu -lhes tonesj ou ieii'i s
que ibe tums-se sen pelo, roas romo i ni >
s-u N. 201) p rece-se huma corie pondvn
ci do Carceieirn do Limui-iio de L'sboa
em h cpilfa-indo huma defisi de Antonio
da Sil va & Con ti nbia, a n niolrus por c> n
tU'i.ilaiiiia, toniu i alnniad ", rou p r t ia
de-eup"l', pedir, aoR pi.v I Paib o
a su p usa di su juico, em quailto u
nspoii lo a es-a rorrespondencia, o que
milito Un *idec ri
Osen rcn-lanle L ito.
FrncisOo Joze ... bou.
ELOGIO
Para se rerifr no The lm de Peinflmbn-
ro lio da (> 'ei'ui'bo Aun sui --ri.i
de S. M Con li'ucio a' Lui| l'b* i-
pe 'eO leus, R i dosFisucrats.
D-dicado ao- Biionos S; bdi'O- de lio lo i-
ruta Naci
PiloDirecloi do TheI o.
Et'remo de vi lu le he vici si mpffa
|>',\i en o ou fie u'i nada d In :
A Franca o ronhereo ehi ttu di lii o.
Ruma, eGr-cia lnb ni qnao lo pa s io
A Meta d rasf en s u- Gei n< s.
A'dec-nla I dore Libe rilada
O Templ d. li \7-\'0 irie Fr nca
l)e ir i" e f en 71 les que vendada
Vio Simulacro al r-ce curva,
Cnuetra dos m.n laes! Ab! quSnt-i pode !.
0 -V..11 id 1 a rasio,scce.o em ira
I O genio do- hrror.*, di Franca o jienio
D'etpinhoa marchando s> bre e-p-uhos
Julgandoque trithava a rutes estrada
J.i m s incoa Ira Liberal caminho :
Km *< de L berdade os I-nos bisca
Vacila, nio.ecei |a,efur'o-o
A sii'ions- < nlreg u 1; ;i eu-rra, mortc.
Abe-s.- a O ll-ci'ipcio, la n pe jio armas
A VI 'Tle se dedica, < 11> s d tansufl
Se 1 one< li m Danubio, S n,M, e R lien o
Oue a> .Mar (lai i.il, en N gru ao Ruxu
An Ocrcano, au Ballj o, ion u?em
Oud s (le S n 11 ras crrenlessuas.
Delirio -.ios M-ntais Oh .' guerra ii.Riusta
A ce, .Mo-cauv, \ iena, e Li/.ia
E ouia- rnuitaa hish, v climas foiCo
Do laso asaolador di n u 1 g.....ra !
Ix) ial iou-.-i. des '-o'r. d c furibundo
Que da 1 egra i Renca c.-mbatid
Niu pudendo fingir.e m se tinga;
E de.ois de 1.,,..,, S.1IS rnembr-S louos
A vm a denodado a quauto encontr
I i\iomele, derruba. f-remala,
1 A despeiio dos ico-, di Natureta !
Q-ial vlaaiinq e damnd>, enfurecido.
j A sin propiio S j T. que de eslrag 1a1 h>rroii-adoa
C oj'/e^io-se tnii. si li,i..,,.||-, e Nure-s
I Opoudo loica a loica, e morle norte
T I Irnica rodea la, e De 11.il i'ontiarn s -m- riv I AL. i he vio inor qu- uir'ora s Franca
A aeos m sinos inimigu -; mai.s dea :
O al rufa 1 mo a q" |n|u 0 salgue, as l'orcas
E 11 si di xa opera 1 qunm dii que o cura
j (E a moi le Ibe ministra as nas das vse-)
i Ta! a Franca rec be oTriinoanli^o
l!o B niln-, e i's h 7. s p ir (|iiem pugna
Alia Poltica em dsd u o de ambos.
Ap li.ae s-.b mis- fiea Franca
Deixando coudiivir neo genio altivo
Core d eos man oes i-emgat, semb.io.
Desee a Sepultura o Ri i enligo
O'ii'o B"U' 111 n no Throno Ibe sm-ede
Q'melhoi nio curau'aeu povoinficto ;
cSeu- mi lili" iut. reres nao 11 sp ila
A casas eopraxersaus pastos regem:
i Acola be 1 aquerida nico pnio
I l Jn le esi orava a Liberdade a Franca:
j \vi.nt.ilebe qu-mng o maulo he lu-fo
Ss manda huid Peyronel FianQa emudece
' Se maula i*. ILiiu a 1 nprensa he muda,
I E<* tcnuo final! Final Uremo
Eis o genio Eran e/. b vaula a fronte
I E rendo mu diieitoatropelado
V ptica illu-an j nconlie e:
Ei-enbiatao Pa*et, a lauca empunha
" A-ainiis lid "as 1'lb ix Urna
' v i'.'in s lv-r nu morra a impienea
" m rer ou I. be iladt V va a Calta
Oute reci raqnislar.,, Ao g'iio scudem
Os gen o- da Naeso, i s mais -u limes
I.,.111' 1 luicrtal, s qilantos bravos
1 i Vial que ixir-im aj di testa a F.....ca
f- em mi o le ni" ni" ti lm la honrosa
Cual laudo i- i!.-Vario Plebe insana
E-linio ilv ib ai s be ron rocada
R. i dos Fr.....e-e-, ,..,t ir. inda a id. de
S 1 Lu i o I eroi d. L b dade.
pirece li al FfijiedeS VI. Lua Ph
|ipC| ante s qual -e .iui< a ? nm t)
IIV SO.
1
Poro Francs povo brioso
U-ii'iii-< on-. ".' rices
I'. -.} e n'oni da to dito/n
Ce .ein \ia.11in-f prix s(R-)
' I'. tu M' narclia v-leno:o
. (Jilean-, ri"ss 1 vi if>ador.
! Aceites por nos-o peuhor
I O 11101 de um pufo /.i liso.
CORO.
Soldadu- Ci olai'S
\'. 111 n- sso T icolof
O li.ns, O leails
hi n pre -? a
LNoa.-u l.ib 1 is lor
i.
Eis aqui R ai to Augusto
L) s e g n.'ns'i ai tiro,
Oue "ao gran '< o no lio judo,
neirpr lm I loloda Navao. (Bis)
A ell se 1 \yi' d ve emos
li l-et il. de, i- C-ui-.i lu cao
-). 1 mo-, da nos-i 1 raii ao
N l insis 1 os. I sa'emus.
>'
Soldados &c.
MUTILADO


~t:
DIARIO DE P E R N A M B U C .
3.
Salve oh dia inrroorav-1
Em que i*. Grande Monai ch incomprovel
Q' Ui quer a orden, a Le: (Bis)
Nellesempre encontraremos
TN"so Pai, nosgo protetor,
Das nossis Leis o defncor
F.is o que i)> todos queitmos
Soldado &c.
4/
Doa tiranos oa thonos vacio
Duron fe. ros, pjvo-, quebreie.
D'O.leant tropas ecp rao
P'ra coinbater peno-jos Rei*. (BU)
Saudai, vos, puf* di?ercoa
Da Lib. rdad' o defeiuor
Des annarchUtas o te< ror
Q8 por elle hio de ser disperso?.
Soldados &.'.
Por bum Patiiota Francei.
AVIZOS PARTCULA BES.
O abaxo assignado i z se i n'e a s Col
lectores das Agoai denles que dea.ie odia 3
deOutuhro deixou de vender o dito ge-
nere
Ji<> F.ami co Pont.s.
Frecisa-se de urna negra, pa-a ser-
vico de urna casa, e mu n era Coiinbtiro ;
quem liver, e qoiser alug-ir podo compare-
cer na raa da (.rus n. 5 afiliar cora Joe
Latary.
ypjr Quem tver para logar, <>u qti
zer .-eJei a chave coiu lgun-as alvk-aras
de urna casa t<-. re., que lenhd bastante fun-
do quintal, no Furte do Millos, ou ra
da Sauz.lia *elria it' o beco larga ; non
ce puesU filia que se faz lodo o nego-
cio com osalugueis di uesma.
Wr* Ficci a-sede una preta captiva,
ou forro, par* serir de am-en urna casa
de pequea familia : no largo da Igreja i'e
N. S.d. Teryo D. 4.
iqr* Na ra dos )ua< fei-. P. 6 precisa-
sede um caixero que terne rota de urna
padaiia por bala no-'ando fiador.
*3" Quem quiser dar um cont e sis-
cu tos mil reis, a juro-.le um e ineio p r
ceuto ao mez, com hipoteca, diiij.i-ae u
roa do P-idrc Floriano p.iaa i ua do Jar-
dim, bobiado novo de dois andaros, e tii-
peira, quedirq ,em qner.
tW Quem annunciou, do Diario de
hontem, iiueivr corop. ar um Diccionai o,
urna Grammatioa, e um Telemaco em
Francez, em mui.) b.ro estado, p->de pro-
curar na i-id do Rangel, esqu na do bero
do cari ereii o vi n u Ij. a6.
3^ Deteja se fallar com o Snr. Fran-
cisco Xavier Alende da Silva morad r no
Eiigenhugieira do Cabo no silio do Fa-
nide- a negocio de seu inlereae ou rom
ag-nn pt8So que ijv.r conherimento do
inesmoSui. am da se Ifa- daer qusl o
neg io : auouncie para ser pr.,cu ado.
*J^ A!u;a.se um sitio per |. d p< -ci :
quem tivrr dlf ija-.-e a iu< d^ Orias D. 65.
WT OSm. J. F. S. A. nilmal das A-
l-go.-s, q< erra por bondde pagar o que
deve a maisde a,,iio e meio o abaixo a-sig-
nado, quaiidi. nao pu.-s.ir pelo de gol/Oe
tr seo nome por esienco.
Manoel Ilud igues do P..so.
pipas a. b Irado ; e por i$so desde ja pro-
testa opor .-e a toda ene.cao que se
Ihe fizer : E porque a Lei citada nao
manda ai b tur as pipase sim arrendar
o tributo das caad**, que e consuroi-
rem, o ab-ixo assignado avisa o Sur.
Colector do arbitramento que mande lo-
to o das anee.dar poralgum dos i-eus
asentes oque se apmor, e consumir d<-
qu.llcs genero, romo be l>em expresso
no artigo 3. 8 da Lei citada ; pois
na8 quer d-ver tiihulos nem ser taixado
de impuntual em pag qoeslSi's pa>a o futuro c m o Sr. Cole-
lor, uem iiquidac5ea em sua 'rasa.
Manoel de Azcvedo Maa.
flp O b-ixo assignado fa te ente ao
Snr. Arrematan'e e mais intert-ss^dos do
contrario da n por e-nada sobre o'viuhos e agoardenle*
e lorias asmis bebidas espirituosas qe
hindo hontem os ditos Sms. em sen ar-
tna-em de Bolludo pa a >e avancarem ,
elle annun iante n*5 convelo pela firma
e maneira que os ditos Snrs. querem no
avanramenlo e i-im gmente couv r p ir
aquella maneira do que v. rdadeiramente
consume a retalbo, e nio do que vende
por atacado para o mato, e nutras partes
onde se vio consumir, e do contrario pro-
testa nao p 'gar ae naS o que a L*i Ihe
detei mirra.
Joao Manoel Rodrigues Valenca.
O abaixo assignado, com vende
no Atierro da Boa vista, faz sriente ao Snr.
Colector do Imposto d-- 4o reis por Cana*
da de *inho e mais bebidas espritu.isas,
..-ir.ln-1 rid.5 no consmi.o d.i te>ra|iela
L-i de 6 4e de Junio de l83G que visto
nao se ter convemionado com elle na
qnaotid de de pipis, quese cm^uniem
em ciit sua venda prit .-ta n<5 pag.r
o rium-ro extraordinario de pipas, que
arbilrou, porser inp ssivel que huma
\er\A* cir ruladas de outras vi-nias, pos-
:a Vr-nder por auno, de inh e nutras bebidas aibiliadis
peloSenhor Ci^ctor; e nern elle o pode
|j ..y... de forma alhuma admi.ivel em
dirit0G sum pro va plena, o abaixo
"S-gnado m5 pode ser condu'nnado em
Tribum! s'g'iti e p*ger 0?! nanerode
Franc'sca Senhoria da Silva faz
sriente por e la folba ao re-pcitavel pu-
b'ico que Ihe consta que o Snr. Lus
Francisco B deaunular a venda que a musir fez de um
seu escravo pe non-e Antonio naca mu-
cambique, o S ir. Antonio Pinto propri-
edade legitima da suplicante e por e-la
circunstancia roga a dito eti dadrato
que Ihe n.ostre os motivos que t-ni deas-
simibiar, para a Hita Senboi nha Ihede-
J firir os raaos que tem a mostrar judicial-
mente.
*3" O abaixo as-ignado avisa aos Srs.
G lectores do imposto de 43 rs. por ca-
ada de agurdente, e vinho d> consu-
'mi, qup naeronvenriona uaqtiella quin
lia (|n- Ib i d.-.d i paite a seu caxeir de
a6 pipas de vinho e m*s e.*p ito na
sua venda pois os ditos Senbores a la
i inliiS hido e visto as suas entradas o que
acliara foi i5 pipas entre vinho e mais
espirites de todas as bebidas por tanto des-
de ja convida aos scnhoies arrematantes
para viren) dar bataneo das bebidas que
existir e delles se pagar, e das mais que
for comprando eer logo pago pois pro-
te la de n 5 pagar essa quantia de p pa-.
exurbitaoc'a dequeua5 ha roisurao.
Jos Gomes Pereira da S.lva.
A peS'Oi q' por png no tirn do C rrero
de-ta Cidle huma Carta rom o nome de
Jo.5 Fred-rico de Ab en R-'CO N. 3953
V uda doR o de Janeiro no PataXoB'a-i-
leiio Peinanibuc.no, rhegado prxima-
mente, baja dea entregar na roa do Cres.
po D. ti, ou ao mesiDu Reg na ra di
l'eiti p dar it D. 33.
CP* Snr. bum que tirn a sub-rrip
cao eporout-o lado arrematante do ron-
siniio das bebd'S espirituosas, com Vm.
resm / qu>- falla ., que quer seos dois mil
res, en.8 het-pado, com que c res pon le Vro. ao anuneio inserido no
liaiio de Sabbado N. ai i que diz n.'8
ter salislaca nnibuma a dar, eque n. 8
tere o gostinlio de ver a qualidade do me-
tal em quauto na8 declarar o meo nome :
l'iu Snr. arrematante se for a responder
s sua asneiras ponto por pun'o serei
muito estenco e nisto enfado ao Pi.bco,
masagoia lembro-me daquelle lifa anl
go que diz quem nao tem v< rgonlia lodo
mundo he seo, odinbeiro da subscn'pca8
j i e.-l, agora quem quiser receber o
.-eo ontingeute \a ao Epilo receber em
sabollas e quem mai*. se atrever a fallar
ni-lo bii degrada'o para o Rio Formu-
lo, se antes nao levar alguma sova com
D. qu ri de.Vlendonca, e linalment- Snr.
da bubs(T|>ca sub que na8 estuii auto
i iad. para advogar esta causa, mas sim
e-lou aut.irisado por minba parle a saber
q tanto se lirou na subsciipco, quantose
gast >u, quinto existe em caixa, e traga em
viwtas ii sub>cripc8#s nue se lem tirad j
nesta Provineia que os que as tiri-8 no-
me;io TbezoU'euo, e deludo dio cenia
aos socios, ou subscriptores at pelo pre-
lo, e Vm. o ha8 fea pois be Cap pita 6 e
dono e Caix do mesmo, se opozicaBque
quera lser era p-ra entrar no c.-nlieci-
menfo de quantas vend.s existem n<>
tres Bairi O e quem s os d-mos para poder
maia livre Brremat.u- roo o fez, dispo-
ticamenle est dclibeando as vendas da
quelfs mesmoa que deia8 tus dois mil
reis ( e oulroa quatro) suata era a oppoai-
ca que perlendia fazer a co*ta dos vende-
Ihes declare-re porque enla o que quer
os seos dois mil reis procurar outros mei
os com tanto que nao leve o xexo do Sr.
da subscr ipca8- Em ronclusaS docaxaxo
n8 Ihe hade sabir
O que quer seos 2$000.
%LV Alguma molh'r, que qui/er ser
ama de um i ca.a de pequea familia; de-
lija se ra d'agnas verde, c-za lerris
de una porta e duas janllas, que fu-a de-
frcnie d sobrado D. 16.
)y Roga--e ao Sr. Joaquim da Fon
ceca Soarcji de Figueredo que baja de de-
clarar a sua rooradia nesta Pra^a, e na fal-
ta derjja-re a ra nova D. 2i nao compa-
recendo sua senhoria, nao se ocandelize
quaodo se publicar os motivos de tintos
anunci-'s.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
Sabe imp eterivelmenle no dia io do
coi r. rite o Bigoe Drasileiro Mrquez de
que Capillo Antonio Greg rio da Silva
Pesinna, ainda leva alguma carga, e lem
ex < lenles cmodos para passageiros: os
pretendentes dirijio-se a Gaudino Agsti-
i'ho de Barios na pracinba do Corpo San
to D. G7, ou ao Capitn.
COMPRAS.
Moedas de ouro de 6t!)$00 aen lo do cu-
nboantigo: oa praainbi do Corpo Santo
D. 67.
IlJJJ1 U na casa terrea, ou um sobrado
de um andarj sendo 00 Bairro da Boa-vis-
ta, ou Santo Antonio : na ra das Agoas-
verde sobrado I). 38 1.'andar.
%3P* Um Saluslio ta lu'.ido ao p da
letra, ou Ep-'ttolas de Cicero em porlu-
guez, ou tiobem ao p da letra: quem ti-
ver annnncie para ser prociua-'o.
HTf Urna nsrrava mnsso, de bonita
ficu', com 1 u cria ou sera ella ou mes-
mo pr- ire, e que tenha slgumas a^i ida-
des : na ra de Ort.-s sobrado D. 4yt ou
annuocie.
VENDAS.
Boa farinha de mandioca em sac-
ras e st ni elas e por pieco cmodo: no
ai mas m de Smtos Braga, ra da Vloeda
n. i4i.
W Dois qnadros um do ex-Impera-
dor do Bra il, e oulro da Imperatrit, um
globo de, vidro para m< ide salla, e um es-
tojo pa'a b rba caixa de m deira com to-
do slarranjos piecisos: oollargo do Terco
D. 4.
IdT 4 vaccas de lei e qne dio meia ca-
ada cada urna, 2 paidas de p-incos dirs,
e as oudas prunhes, entie as quaes urna
filha do p isto e as mais > 1 de lugar que
nao diff renca des pastos de c, ual.nt-nse
mais outra aca parida a oito das, porem
infer )iaa 4: na ra do Q leimado I -ja de
(Vendes D. 8.
8^ Urna negra de 16 annoscnm prin-
cipio de co.tura, e engomado, sem vicio
uemachaques: na ra do Caldeiieiro (>.
26, casa que faz fente com o fundo da I-
grejj dos Martirios.
%j^ LTm escravo hom ganhador, e pro-
pri para trab.ilh.) de enx.di por j ter
cistume: anuncie,
Uf Agoardente branca em pipas, e
poUssa anerii.-in* em bniiz pequetiOJ,
para carga em ravallos, por preco como-
do : na ra do Azi le de peixe n. i7.
Sin* Farinha detuperirqualidade: ni
prai.. d Collegio armasfm de Guilberme
Soares Bodlho.
*y Bomsortimento de s patos fran.
ceses para homens, dit s para senbora di-
t.H para meninos, telina in'gleaea superio-
res, selinspara senbora, de um gosto mo-
derno, bridas de ferro pulido, ricas esti.
bos de lati, lindas cabecadas de trenas"
eacovinbas para Soldados, bins mano-
quina, e bizenos franceaia, em porcio, e a
retalbo, Blas de retroz de todas as cores
grvalas de lustro para militares, bnns cha-
peos pira psg.-ns, e esporas d. lati j uo
1 rgodLiranienio bja Fianceza.
fry Urna excellenle negra da Cosl^
vnilade Macei para pagamento, boa |al
vadeira. Coainha, e ptima vendedeira de
ra : na ru Nava loja de ferragem D. io
junto do Relojotiro.
Jr Um titio a earruil iada de Be-
lem do ladoesqueidoquvm vai do Recde
para a Cidade, com casa de pedra e cal
arvor-s de fructo, baixa para rapim, rom
proporfoer s para vacas de lete: na ra
Nova sobrado D. i9 do lado direto quem
veni da ponte.
*y Urna forda nova umbjn de paoo
fino novo com galio amirello verdadtiro
da largura de 4 dedos por 12$ reis, e urna
espd de bainba de as-o de bom g sto :
na ri do Livrameuto loja do Snr. Her
cu'a ae di quetu vende.
%^> Una negrinba de ia annos psra
fora da Provincia : na ra dos Quarteis D
6. \ /
WP Urna espada com muito poi.co u-
zo, de irona direita, propria para qual-
quer olhjul, a.-airn como urna banda de se-
da, e urna barretina d fundo de sola rom
pluma de chorlo, telina e pasta, ludo com
punco uso, e p r milito cmodo preco : na
vendada ra Nova junto a ponte D. 36.
WP 24couiose>pixadoi: na ra iNo-
va D. 9.
W^ Umapreta de 16 a 18 anuo, com
nha o diario, e propria para todo o serv-
90, e ama negrinba de i o a 11 anuos ; na
ra di Rosan estrella no armasem du-
da-tes de Brang.
FURTO.
Desapareceo no dia 3 do correte u na
canoa de amarello muito sao, com marca
na poupa M L, com 34 palmos de curn-
prido, e tret p^lm a e tanto de boca ; di-
zrra que ouririo quem tiiou diser que hia
por no Diario, visto nio ter dado com o
dono, a qu.l stava defronte do Tivm :
quem souber do dito furto dirijt-se a loja
de miudesa ao 1 o S.ir. Bandeia, que
sei r. com p .>nsa do.
Taboai das mart chetas no Pono dt
Prrnambuco.
a4 Segunda S ih. 4? m \ a i5 .1
i a5T:
J26-Q: 3 18 > [
- 4 -2 iMan,
28Si - 4-54 I
ag: . 5 18 1
1: 6- 6 /
NO-lIClASMAlUTIlIrAS. t
Navio entrado no dia 4>
Xlli; 63 diasi B. Arar. Hope, Cap-
Frederico B>i kmon : cobre em p : Fer-
reira & Mansfiel. Ton. a55 ; esta Em-
barcarle entrou com agoa aberta.
Angola; a4daj; B. Portuguez [Jozela,
Cap, Joio Pedro de Andrade: varios g-
neros: Joaquim Ribeiro de Br.to. Ton.
146.
Saludo nos mfsmo dia.
S. Malheos; LanxaN. S. da Conceico,
M. Feliciano Gomes Nogueira ; lastro.
"_Z-Jj-i..i.ii"! !"__H..^UZL^_jfti "
Per^. na tii\, nu M. P. Fama lodo.
MUTILADO
.


COBRE SPONDENCf A
Pern. na Typ. Je M. F. de Faria iu36.

O 'i8 Sabia* Iiitilui^8c y que ton >o rpnnsaves
o Magistrados, quando julgao contra a literal dis-
pos c- >> 'as Lti em vigor e os condeno). a perda
o su Empicgo e na m darte par oniro, fossem
u!re nos restrictamente exei litadas, e os meam
fcagistrados cstieeaaem d'i'wo convencido, tal vez nao
aparecerse um r*roceso como este, onde, prefer*
aos ale os Relos na I uro**, de delira, e a lormul. s
uiais un,iM(l'i Foro, -e profer rao Sentengas no to-
oh uiensi vas as Leia e des dirottna adquirid is de cada
ii : entretanto anda resido esperancas aos apelan-
te, e estes muito cr.nfta da futegridada e S.ibedo-
ria d-'esle Tribunal, cine serfio desagravados da in-
justa opres.sa que h.6 sofrido.
Antes de ntraimos na analyse de taes julgadcs ,
principiaremos a talar dos agr vos no auto do pro-
(Maso por que o ten coniecimento deve ser anteri-
or a decisaS final: n Yate* se Iobriga a mesma injus-
;a das Sentenqas, anda nuis agravan'e, ao que
parece 4 pela conliecida parcialidade e t*macidadp
no jii a t|no, em nio encontrar con/a algnma de
justicci em os reqtiermento* dos apelante* de flt e
i., alias fundados em ireito ; o que torna os des-
pachos recorridos n. cazo de seretn reformadas
Quanto ao i. agravo a (1. 2*4 inegivel er
o Ju:z feito agravo, porque nao sendo a queito
ventilada nYste procesan das exceptuadas, ms sim
tiro julgado que remo veo S.iitamc.inie.il>' da tutela
um Tutor em audiencia sus, e extingui urna fd
jni.iisti, r,io em que ingerencia algiima tinlia o Jui-
zo, corno logo mostraremos j claro que re ebida
devia ser a apelaca nos efeitos regulares acrecen-
do a isto a simples conaideracad de que o di iheiro
(causa de tanta bulha e desejos de por fas, e por
lelas exerctr-.se urna Tutora ) que se aeha em de-
posito na mo do Coronel Antonio Marques da Cos-
ta ftoaus produto dos bens do commnm di-vedor ,
nao deve entrar em o Cofre dos Orlaos por ser pro-
iriedade dos Ctedores, e nao da menor Paulina,
hitada lurdeira a beneficio de inventario, cuno
ve a fl. j)i e como tal, smente com direito de
baver oque restar, pagaras dividas, sendo por is-
so inquestiona.\el a injuslica d<> despacito recorrido.
O.5 agravo a fl. ^4" na nteama rasan do
i. z, por quanto sendo a notifracad a fl. 3i" 'e a
antes de recebida a apclacao, e ha ven Jo (Pella da Ir
J"iz vista para embargos, faseudn por t*0 ser an-
teada em Procesa> a parte, nao devia este Pro ta-
sa de nolifi: dcao e embargos ou contestaran a mes-
ma iiotifict'Ce entran ha r-se nos presentes solos, *
menos seren considerados estes embargos e .m
pistos u Sen I eneas fl. e fl. por que elle* nao se
opunhe as Sentencas, ms sm a umn exiemprva-
.nea notihcace : c por que o .luis despresand mli-
niine taes embargos com aquelle frivolo pretexto,
*>apelantes recorressem d'essa d*cizi<, o mesm
luis Ibes negasse a mtefpofejfi do recurso a pesar
das rases com que osen Procarador quera defen-
der sena direitos, claro, que o Juz conieteo acra*
v, por nao dever o mesino impedir ma!' sim fa <
cuitar o recurso as partes dcixando ao Tribunal
Superior o conhecer da procedencia, ou nao, de lacs
recursos.
O 3. agravo a fl. o.^?> esta as circunstancias
dos dous primeiro*, por que deven do o IVocesso ser
trasladado, e copiado pelo Escruto nao poda o
Juz sem pitar prompto o traslado laxar o prazo
de trinta das para ana apresentacaO uV.-tt- Tribu-
nal : c verdade que em geral podem os Jaiz-s di-
minuir o prazo legal da apre.-eniac.a5, mas islo de-
vt> en'euder-se cjonnlo esta depende inleirametife
davoniad do ap.'1-inlc, ma naS qnando snjetta a
vontade d'um 3. 5, como oEscrivIo, ou alguma
OUtra cit'.'unstancia ifivrncivel alias j.'Oit.os recur-
sos ebegariao aos Tributiaes Supe iores '. por tanlo
a d ciza nVsta especie foi injns'a, e s'i parece ter
tido por fi?n entorpecer a marcha regular do Pro-
cessa e constituir aos apelantes no estado de perder
seus direitos.
F.rn o 4. agravo a fl. 260 militac os meamos
motivos de injustica dos outros, por quaulo confie-
cendo os apelantes o demasiado desojo c!o apelado de
ter em seo poder os livros e papis p.-rlenceiites a
sita a Iministraca, e cometidos aos seos cuidados e
deligencia, eqnerendo oirrr a qualquer {filisfica-
c.* e extravo fiscra o legal requer meo to a fl.
260 que s-endo-'he ndferdo o Jniz Hie lez agravo
pelo principio coi rente quod tib non nocet, et
altcri prodest, od id ubgatus es--, e alem di.to
para qu' a torio o tempo podesse com dimito mos-
trar o ():" ifce!ier-i5 e o que otit< gar 5.
O 5. e ultimo agravo a 11. 9.67 v. est na mis-
ma raio dos antecedenlea por quan'o neuhum
lujar linha notilica oes eomtnalorias no estado,
em que se achara o Procesa, cumprindo a quem
diieilo tivesse exigir dos apelantes por meio de aca5
competente o reinanescente da beranca e conlaf n
aacestan, e nunca por simples desj>a lio do i~'i
em um Proceaso alheio inleiraniente d'esle negoi o.
Por tanlo, avista da pahnar injmli<*a de todol es
despachos, que ocaxtonarao os agravan menciona*
do<, conta .0 apelante com a titoria em aerein a
mesmos r frmados. Isto posto vamos a Cal r daa
Sentencas a peladas 1 f-eu lo antes d'i.o um breve
resumo da historia do Procesan*
FalecenJo n'esja Praca Manoel Maihi- de Pre
tas, iuvolved- em tran-nc-s de Comercio, de q
resulisra debito, acredito, sua Viuva, c>.!!u-*eB-
do estado complicaJo de -oa caza, convoco I
sena Crcdorm e Ihc-. propon que d*enlre 1 -
o'e*u uma admini-Uac que se encar Ja
liquidar mas^a deisada por mu filaridn m


afiridcqne U*fa protnpamente oam ft<**
seus crditos: acqniescendo oscredoresao deseas
da Viuva, nomeera d'enlre ,j aos apelante, que
entraren logo na edminiatreclo da Cose depo.s de
feilo por cHa o respectivo inventario, como Hl
0. 3i v.: ten.o a dita Viuva ficado pejada,, e dan-
do a lu o postumo, es.e faleceo, esua Mae pe o
termo a 0. 6a V. fez abstcneao da heranca deixad..
por seu marido tanto do que Ihe perlencia. de mea-
a, como do que Ihe poderla tocar por norte de
m f.lho; passandoem consequenc.a disto o que
osse heranca de Manoel Malinas para Manocl Joze
dos Preseres Psi do mesmo.
Fiando o neRocio n'este estado apareceu a me-
ror Paulina, habilitada em um Processo que cor-
reo a reveli- como se vi- a fl. 75, herde.ra de Frer
tas, tosomente a beneficio de inventario, e ngu-
VHodo por ella sen Tutor o probo Cidado 1 raneseo
Manoel de Almeida Calanlio. .
Apenas leudo este entrado a exercer o seu Ot.icio
deTulor, procurando xeler o que podesse ficar em
remauescente a Ma tutelada depois de pagas as dm-
das, eis que surje um celebre Credor, e devedor
ao mesmo lempo, Antonio Gomes Vilar, por sen
Procurador pretenden^ por todos os Qiodoe co-
oilados, e nao cogitados tirar da admimalracio aos
apelantes e a tutela do poder de Catanho : c de que
se lmvia sembrar? requerer ao Jnil que nao so pas-
atase a aiinmiblreeto para o Jui/.o dementes, mas
igualmente que admitase o encontr d um seu cr-
dito ainda mearlo, e litigioso rom qei o ims.no
deviu liquidanienle a massa administrada; c por
cine cora uslissima razio Ti apelantes, co Lulor se
opra.ssem a lio extica corno ilegal pretencao 80-
rumio se ve a fl. no c fl. I5 em mais delir.r-se
a coosa ulguma aparece a Turca, ilegal, o crimi-
nosa Portarla fl. 129, elogo a posd'clla a benleu-
?a fl- -4 011 .-
Custa a ci er Snrs., como em urna Gidade tao
populosa a face d'ura Tribunal Juiz se animaaM, como se fora Magistrado em Cons-
tantinnpia a privar a set Cidadios da sna proprie-
dade, e direitoa adquiridos e o oulro Cidadio de
um Munuspublico, com infamia, e sem ser ouvi-
do, e convencido, somente ao que parece, e os
autos mostreo, por se haverem posto a aquella
pretendida coinpenaaoio 1 isto e revoltante l !. A
Ord. L. 1 II. 08 5o.. L. 3 tt. i $. 5- e h, 4-
11. ios. 5- 1. il verdad*, jurisdicio ao Juiz dos
Orlaos para poder remover fulores e Curadores,
ni-. e-te poder nao se deve entender diacripciona-
j iu e arbitrario ms sim acomodado as regias, e
preceilos geraes da nossa LegUlacfo : e somente ha-
v.-ndo audiencia do Tutor, que se pretende reino-
?er e conbeciinento de cauta que pode ter lugar
a remoefo ; assim entendem a palav. a informa-
do que vem n'aquella Ord. L. I. tt. 88 5o.
os melhore.- Praxilas: pode ver-se alen, d'outroa
Guerreiro tt. 3. L. 8 c. 4 n. 5. C. 5. n. 5a. -
Tereira e Sonsa i.1" linbas do Processo Civil ola
joia e LobaO no seu Tralado de acoes sumarias
38a e nota. .
Jiemover nm Tutor antes de lempo e ltame-
lo, rt-move-lo e infama-lo aemoouvir ofensa de
Direito Natural Ord. L. 2. tt. I. $ >3. Por meis
sumarissiino que teja, qualquer procedimenlo sao
mdispimsnvoi aS formulas c- requisitos de Direito;
AmeamaOrd. L. 3 tt. 18 5. naa-palavras--re-
move-los se echar que sao suspeitos supoem a
necessidade (Palgum processo anterior, e o permite
em lempo de Ferias-, as palavras finacs do mesmo
5. e julgar sobre elles o que lhe por Direito
parecer comprehensivas de tudo o que se contein
no mesmo ; parece exigem tal ou qual Senlenca
com conbtciniento de causa.
Si quisesemos sustentar esta douttina com ex-
eniplos d'outras Naces, baalariamoa recorrer ao
Cod. de Fred. da Frusta, onde na P. i." L. 3 ti.
12 S 6. expressamente diz o Juiz examinara ma-
duramente os fundamentos da acusarlo, que faaetn
auspeito o Tutor, e depois de o ter ouvido sumaria,
mente sobre o que elle alegar para sua justif.ci-
c-o, Jnlgar o mesmo Juiz segundo as circunslan-
Cias &c ms o Direilo a respeilo entre nos cx-
presso, e mostrado est que o Juiz o disprezou ie.
guindo someiue a sua fullate*
Esla inepcia e injuslica do Juiz anda se loma
mais ecreyeule pelo acto de nomear um homem,
que e" Contador da Faxenda Publica para servir de
ntor sendo elle escuso de exercer este lugar pelo
fjanoslo na Ord. I-. 4- ,o4 **' e de ma.s a
rnais sem ter o requesilo de abonado exigido pe-
lo n. do til. loadadila Ord., por que nao sa
mostr do ProcesiO que provase esla qualidade,
sendo alias publico, que elle nada mais tem que o
seu mdico ordenado de Contredor : e devera sub-
sistir urna tal nomeacao, feila ao que parece de
proposito contra a Lei, e quice cora o uraco fim
de lamjar raio do que pertence aos apelantes e ou-
tros Credores ? arredilamos que nao.
Deixeiiioa a Tutela, e vamos a tratar da Sen.
tenca 11. i4i, peca nao menos importante que a
Portera fl. lar,: principia o mesmo Juit I. por
iulear exlincia a dminiitracao dos apelantes; 2.
por anular os actos da meama edmimstracao depois
da liebelilaeeS menor Pauline ; 3. por atribuir ao
Tulor o pagamento de 1 :oo5so2o rs. de ./.ima le.-
lo pela ad.nini.st.acaG em conaequencia de lieyer
conaentido por indolencia que os apelantes cont.-
nuasaem na sua gesto passado obiemo; 4. por
prohibir a percepcao de por-centos do que arrecu-
darafi, e pagerio os Ad.uinUtredore; 5. por
torser ao Tutor ( ilegalmente ..orneado ) lassr
quaesquer Iran.-acoes sobre a herance e o. Pc
mandar recolb.r ao Cofre o dinheiro apurado pelos
apelantes administradores. Segurado esta mesmaaV
vuaS passaremoj a mistrar analil.camente a impro-
ceden ia de semilhaute julgado. ,nnB7
,.. decisa. Nenhunia aplicacao tem para ocaw
ou especie dos euloe os Air de 17 de J.n.bo de n,
de ,0 deNove.nbro de 18.0, e sb de i****
,'.,5, tinque parece se quis fa^ejejerig /*
para dissoUer ,'e extinguir a admnmlr.ao,
!er excedido obiennio, por quanto a adm.ns;.
de que se Irada nao foi orgarasada pelos n orno
aposentados nos ditos Alv, mas s.m por peo.uo
Viuva meeira dos bens, e que em ai tmne o
de seu deagreoedo consorcio, que *p**J
e isto a exemplo do que em cazo .denUcj se P.a
cara com a Viuva de Joze Alvares de Mu-1
po qoeUee Alv. falaO e procedem na bypotbcse dci



ver Calecido um Negocian le sem herdeiro algum prc-
zei ::, e que piar isso compela ao Juiz deauzentes
;i airenkI.i(,mo da sua lazenda ; e para evitar o pre-
juizo em tal cazo dos Credores que aquellas Le*
determinaran, que durante o espaco do dovis anuos
nao entrasse na administracao o Juizo de auzentes ,
nas sim uin Credoi- do lali-cido : ora Mtinoel Ma-
linas de Fveilas moireo e nao sdeixoii presente
sna nuilber epejada ms tambem sen Pe : lopo
como considerar-se a administracao formada por e-
llilo d'aqnelies Alvaras ?'
Os apelantes Ibra nomeados Administrad.nvs
pelos Cu-dores da massa de Freilas u pedido da Viu-
va Ma mulber e her.leira e antes (te lser obsten*
Cf de bcrauca, esla adniinislracao simp'csmenle
particular, l.i buscara apiovaoao do Ji/o sotmm-
te para poder figuiar no mesmo J ti izo do irfvenla-
r0 esi ella fosse formada por efeito d'aepielies Al-
varas, fiila onha sera A marche a.seguir, e ou-
lro o Juiz perante qttem se devia lser a nomesca,
por qnanlo sendo ole negocio da competencia das
iVezaf da lnspecco e por extineno d'eslas segun-
do a Le de 5 de Novembro de 1827 das Justinas
Ordinarias, claro que a ser a adniinistiaya tal
como pretende o apelado enl.5 nao devia inlervir
o Juiz dos Orlaos, e sim o do Civel, uno esrreveria
no Procesan o E.crivao deOrlaos e sim o do Ge-
ral : logo sendo a administradlo particular, organi-
zada pelos Credores de acord com aenlao bei'dei-
ra inquasttonavel que nada tem com ella o Juizo
de Oifaos, e que nao eslava na rbita de auas atri-
buivoes o poder de dissolve-la ms sim aos interes-
sados na massa administrada.
2.* deci.-io. Demonstrada como est pelo que
cebamos dediser, anenhuma j-misdicao do Juiso
de Oifos sobre a organisaco e gestad da adminis-
tracao COUSequente que nao poda o inesino Juiz
anularos seus autos, embota diga que o fazia por
ja estar habilitada a menor Paulina-.* por quouio
nio sendo esla berdeira se nao a beneficio de inven-
tario, e verificando-se por este, que, oque i-xis-
te, nao cltega para pagamento dos Credores, e* ob-
vio que neulium d'reito assisle a berdeira de lal na-
tureza se nao o de pedir o remauescenle si bou.
ver, da berenga a quera estiver de posse d'ella ,
e verificar pelos me ios competen!, s si lionve boa
011 ma admiiiistiacio, requrrendo sobre isso O q' fbr
de Direilo para conservaco do que llie possa locar.
3.a decizlo. Os apelan! s, representantes 3a?
massa de Frtifas, sao os competentes pan a zela-
reui e iinped'iem qualquer pagamento que por ven*
tura I lies seja individamente pedido: o mencio-
nado celebre Vilar prelendeo exigir da administra-
cao o quo se Ibe nao devia que lser? a opozicao
da inlalivel, assini obraia os apelanles, e po-lo
que livesseui a 1/ Senle ca contra, que motivou
o mandado de Difima, todava milito meUiorrfo
na Superior Instancia mandando-se at(l cobrar do
Vilar como Cusios a Dizima poraadmnistracio pa-
ga segundo odocumenlo a II. t*: por lano
de neiibiim momelo lal decizo do Juiz.
4.a decizlo. Alein de ser principio correule que
ninguom obrigado a habalhar gratuitamente para
os 0111 ros, alem de terem aquelles que administrad
be) 3 all, ios direilo a urna gratificaco qualquer,
aerease star este principio nao s can misa Jo entre
nos em casos simelbauhs segunda o D. de 4 de Ja-
neiro de 1771 ms igualmente adoptado em alguna
modernos Cdigos Comerciaes da Europa como
pode vei-se em o Cod. Ilcs;auliol ort. 1078, e ora
oCod. Portugus ai t. ai3, e por con-equenca no
cazo de nao poder admitir-se alguma duvida sobre
o direilo da percepeo de por ventos devidos aos
apelantes
5.a decizao. Eis uin dos ins da remocSo do Tu-
tor, e nomeaoad'd'oulro: como o 1. nio anuioa
lesivosenconiros de Vilar, nomo oadministrado^
res se tem constantemente oposto a que a (atonda ad-
ministrada, pte lambem Ma fasenda, nao seja
disninida a voiiade do Juiz, e TuJOT nlrusn ai:-
lrn.;e-se a este Tutor a lser tudas as tr.ms.coes so-
bre a beraoca; que bt*lo mido de administrar Us ti-
ca Oart, t. I< Dispon, Prnv, aereada admins-
tr.ic-io daJnstca Civil expresamente proii'e, que
os Tutores possa transigir arei'ca d-is beus dos Or-
laos, e o.lu-7. siijx-inlo-s,- superior a L i auloriss ao
'J'nl.ir ( nole-se ) da Paz somenle > transigir .' Sii
tal piincipio podse wgomar, ea espero de Tu-
loies cp'e nao prestao garanta alguma romo o Tu-
for da-Psz, adeos bens de Orlaos, adeos beranca ,
adeos direilo de propriedade, adeos ludo : os Tu-
tores serian os berdi iros, os de. gr.icados Orlaos ri-
lo mendigar o pao de po,-|a eiti poi t- e os credo-
res vii iao de bracos ci usados evaporar-se., o (pie Ibes
podVria perlencer,
6.a e ultima decidlo: a en irada do dibeiro a-
purado para o Cofre. Aqu temos o 011 tro lim da
r'mocaos v o dinbeiro para o Cofre, e em pon-
eos dias nao existir un seitil o Tutor 86apresen-
tara era campo reqnerendo> que se de a premio o
mes rao dinbeiro como cotiza vantajoga a sua pupila,
e \ ilar 011 sen Procurador, ou oulro ejuadem ur-
feris, se sptessar a loma-lo, e em breves pasaos
quaudp ds <.'redore. o procuiarei em lugar de d-
ubeiro aeliaro deposiiados no Cofre papis sem a
menor garanta: e quera ser o rtsponsavel neste
cazo pira indemnizar aos ('redores do sen projuitoi*
O Tutor da Paz nao, porque Tutor sein banca e
irn sponsavel, tanto porque nada possue alera do
sen ordenado, como por estar exercendo a tutela
nulamente: o Juiz que onomeou do misino modo
por que vivando do Oflicio deAdvogado, e 11.
teudo bens Patiimoniaes esl a lal respeilo uascir-
cunstancias do Tutor: e nao ser Su "s. ludo sto
urna manobra para "absolvereni-se os bens de Fre-
las, boje perteurenies a seus Credores ? nao ser o
1. 3 exemplo disto o baver ja n Juiz mandando dar
ao Tolor da Paz 5oos rs. s para despezas udicaes
( ese mais pedir mais Ibe dera ) como se v a II.
v.07 ? e quaes sero eslas despezas ? as d'este e u-
tios Processos semilbanles, que loiiZe de ulisar a
sua tutelada, vai Ibe diminuindo por um, e oulr
lado o (ue Ibe poderia tocar.
Mas oque anda para admirar vera a ser, (pie
cpon.io-se os apelantes a tao revollanles dec>oes por
nv.io dos emljargos u., lveraO a sorle de ver pea
Senlenca II. ao.j despiezadas os seus embugos j
por um oulro Juiz, que send'J letrado deveria e-
mendar oserros do leigo, a (piem subsiituo : utas,
seja o motivo qual lor, a>sim nao aconteceo e o
Juiz a quo seguindo o Lurtuozu caminbo alterlo por
sen antecessor feixa os ou vi Jos aos clamorosos, e



arios grito da jatiica e sustenta a decalo embarga-
em ao menos dar-se ao trabalho, como era
do seu rigoroxo dever de apresentur uui ao funda-
mento em que baseasse o eu julgado.
Como c possivel que o Juix recorrido abundo o
autos nao achasse i. e que a menor Paulina so
herdeira a beneficio de inventario, 2. 9 que o di-
nheiro apurado nao chega ainda para o pagamento
demetade dosCiedoies da heranca contantes de
fl. 28 3. s a ilegalidade da nomcaca do Tutor na
pessoa do apelado t com eidu.saS d'outro que al
eia Paili inbo de Baplisino da dita menor ; 4. q
emroutu maior seguranza estar o diiiheiro apu-
rado eiu mo dos Administradores apelante Pro-
pietario* Negociantes de grosso trato do que a
disposicaS d'nm liomem que nenhuma garautia o-
fcrcct ?
Nada Snr. nada decedio o Juit recorrido a fa-
lerjustica a menor Paulina, como at nao se ani-
mou a ngaf o Juiz que proferio a Sentenca fl. 112
pouco tei arrecadar da heranca deFreita, talver
a'guma divida it.cubravel, logo como por-se a dis-
po-i?a do apelado todos os hens dcixadu por Fre-
ia,s, quando o Tutor s foi noroeado para cuidar
d'este pleito e no sentido era que caminha estan-
do a tutelada em cara e puder de sua Mac, e sendo
a mcsma somente herdeira depois de pagas as divi-
das ? Re^ueira o Tutor o que lhe parecer U que o Administradores prestem contas, Iiquida9a5 da Caza, e d*-pois de liquidada, un
entlo escnla, si restar algunu coma, *l't pi.
der pedir, que neja ao Cofre resollado: tal a
cndilo que partilha oa herdeiro a beneficio de
inventario.
Que conceito e deve fuzer d i-m Tutor, qu
principia por nao prestar urna fiauca idnea ; que
diTeudendo plejtos injustos pede para os usientar ,
cae lhe manda entregar ut. fl. 207 5oof 1 que
conhecendo perfeitamenle nada locar a sua tutlala
do dinheiro apurado, insiste ein recoiher-se ao Co-
fre dos Orlaos esse dinheiro, que sustenta naot-stir
ialida a Caza ds Freita para continuara vencer ju-
ros Crditos que os vencia ? Si apar d'esias conside-
rares recorremos a promptide com que o Juiz re-
corrido a tudo se tem prestado para satiafi>aer aua
desejos do Tutor da Paz, o que concluiemo* ?
Na5 mai, Snrs., a vosa prespicacia auprii o
resto, e da yossa rectida, e sabtdoria couiao os
Apelantes que serao relbrniada a Sentenca ape-
ladas Julgando-se na conformidade do ultimo -r
tigo dos euibargo fl. i/fa v- llu y,,,e c &11'* *
Solit. Just.
E. C.
KaTyp. de M. F. "S

/


Full Text
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