Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02364


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Full Text
ANNO DE 1836. TERA FFMW
J V
4 EOUTUBRO.
FmntMiiiiou, aa Tvf.oi M. F. de P.sai. I 36
das da semana.
SSe-unda S. C'mdid.) M. Aud. dt-JoTe* dfl'Cr.
de"m. e de t. ses. da I hezourarm Publica e
Chae, de t. .
4 Terca S. Francisco de Kel. de ni- e aud. do J. de
5 Quarta S. Placido c sens C Ses. da Tli. P-
. 6 Quinta S. iiruno. Re. de m. aud. do J do
C. de m- e Ch. do t.
7 S.-xtn 8. Marcos F. es. da Th. P. aud- do J. de
8 Sbado Brigida vinva Princ. Re. de m. e aud.
,1,1 V. (?. de eni 'Minda.
9 Oomlneo O Patrocinio de 8. Jone La nov i as
8 h- e 4 a t.
T do agora depende ensmesmns da nona pru
denei. noder^O, e energa :coi.liniemo com.
principiamos, e eremos apoMados com a.imira-
Qo entre as Nacoe mais culta.
Proclmala da Jmmilt flitol d B'cisil
Suliscreve-se a 1000 rs. mensaes pagos adiantados
tiesta tipografa, na das Crines D. 3, e na Tra-
ca da Independencia N. U e 38 : onde *e receben
correspondencias legnlisadas, e amium ios; inserin-
,|,, t, te* (rali* sendo dos proprios assig-naiitet.
e iisat> signados.
CAMBIOS.
Outubro 3.
JLiOndre M D*. St. poi I., ctd. ou prata
50 purcento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o pri'inio. por metal, Nora.
Franca 260 -65 lis. por trinco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Modas de (..400 13..200 IS400
4000 6..7()0a 6..8O0
Pe 20 I..440
Premio da prata 50 p. c.
.. da lettras, por mea I 2 por o\o
Cobre 5 por cento de descont
PARTIDA DOS COHBEIOS.
Olinda_ToHos os das ao nieio dia. ,
Goiana, Alhandra. Paraiba, Villa do Conde, Mo
manguape. Pdar, Rea', de S. Joao, Frejo d'Areia,
Hainha, Pombal, Nova de Soma. Cidade do Natal,
Villas de Ooianninha. e Nova da Prhieexa, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquirs, Monte mor nova,
Aracatv, Cascavel. Canind. Granja. Imperatriz,
S. Bernardo, S. Joo do Principe, Sobrar, Novad'
P.lKev. Ico, S. Matbeus. lteaciio do saupic. S
Antonio do Jardim. Qoexeramobim. e Parnahi a
Secunda e Sextas teira* ao meio da por va da
Paraiba. Santo AnioTodas as quintas (Viras
meio da. Garanbuus. e Bonitonos lias 10 e 2
de rada mea ao meio dja Floresno dia ISd-
cada nez ao meio dia- Cabo. Serinliaem. Rio Fo-
moxo, e Porto Culvo-no* dios I, ll.e 31 de cad
mea-
PARTE OFFICIAL.

RIO DE JANEIRO.
Ministerio da Fazenda.
Continuado do N. antecedente.
E-las demonstrarles mereerro roaior-
consideraca, se lembiarmo> que *e acha6
deduzid.s das relacSes qe tem o B.a.il
com aquella Naca, que concorre pelt mi
or paite paia comas suas iroport-c6e.e ex
p irtacSes, e por cojo meio 0.4 Negocian le
desiaPraca p-iricipalmenle t'ncamiuha as
Mas (r.naaccSrs monetaria. Ufa. esta con
sidracaO na6 he de lano impoi te, pois
que por varias circunstancias poderia a-
char-se o meio circtiUttte 'vre de t^ mal;
huma mais forte tnuo existe no faeto de
que sefor alterada u Lei do molo a indi-
cado, o Governo ja (icaria ern po se deam
plosineios de poder M de piala, e emittit-a>; nperacad esta,
que sobremanera dar contentamente por
todas as Provincias. Temos pois de
monstrar oide exi.-tem os meios sufficien-
te* pura comprar a quantia de prata. 'I'"
depois de eunbada em moedas cte 500,
200, e lOO lis deve r> putir-se p lias Provincias do Imperio, em amortiza
Ca5 de semelhante qnantia da moeda pp-l
em giro, cuju impoi tante servir/ o Co-
terno pode foiet sein notavel p rda, e ve-
remos <|U'' o meios paia aexicuciS df.s-
ta operaQ existem na mceda de ccb> e que
o Govemo tem ie^olh;do. anda tem de
lecolber. He preciso sqoi notar, que he ira-
OMttl da parte do Guve.no f.zer agora
liuutaemissaS de rnoed. s de p-ata, caso (o
estabelecido o systema motut-rio do medo
,em que ja pa^sou ptla Cama.a dos Deputa
dos, semhummui grande sacnhcio; nem
pode empiehender sem | eda, antes de a
Tbarem-se sUb.lecidas as relaces c n.-
merciaes desta Praca com aquella ^Lon-
dres: sobre hum cambio de 44 t 4. "
ioevento na5 pedera ter lugtr po. alguns
anuo-, e mesmo 10 caso de achar-se o cam-
bio permanente en 40 a 4i, e o Governo
qu./esse ft.ere.s .ac.ifi. io de eICtuar
huma erais a6 d* prat. conforme tal b.e,
he claro que, ou logo deve desparecer da
ci-culaga pelos mot.vo demonstrados pe
h Tabella C. ou deve jui.ir hum ag.o
correspondente, ambos sendo males que
se devem evitar. P.Io co ifario, alteran-
do a has* do pierna roooet.no do mod 1
recommendado, ja ^e pode pnncipiar, e
uando feit., nio deve existir duv.da al-
cumadeficar lal moed. permanente em
iro. Os elementos de.ta operacao se
moatf.6 pelo modo segu ule: calculando
a total quaniia de cobre em cire ilac-5 em
v nte mil cont, e estimar.do-a na raza
de hum. libia porcada 1^280 reis, de-
duiimos a total qu.ntia em pe/.o de t d
ocobre em ci.culdCaS em 15.6.5 libas.
Agora aupponhamos a quantia que se de-
vc recunhar em pe.feita mo-d<, segun-
do nptrd dem >nst aca5 jt feita, em
3,000 000$ reis, ou em peio 4 687.500
libras a qoantiUde de cobre que deve.
le.-t.r, depois de cunbar, d.-pois de cu-
nha esta somma de nova moeJa, se de
10,937,500 lihras, cuja qu .ntiJade de co-
bi remet4do a Londres p*ra ser all ven-
dido, dever produ.tf o spgnirite :
1O 937.530 libras, ou 4-88a to-
n.laddS, vendidas a arroba lib.
95 par t melada........... 'J\6i-.760
Fete sobre 4'88a ton. ladas, Mf.
roba bb. 3......... 14.646
S guro, arroba i/a porc. 6 Commissio........... 5.368
_-----aC 790
L'quido producto, .endo equiva-
lente em moeda Nacional ao
ranib'o de4 1 ds. a rs.......
2.555.4*0$.............. 436 820
Abate-se disto out a com mi?So
sobreest quaulie de i/a por
c. para compra de pmt.>.. 9220
lib. 434.6OO
Ora com estas l>. 434-600, o Governo
pode comprar em Londres |T ta de l del i,l ds., ra/.a5 de 37 s 9 i/a ds. por
marro, fritado hum total de a'iO 000
m I) do/ se o frete d ste
metal pai a esta Cor-
te a a por c,
Arcrescente-se 1ga
pata reduiir o ti
4 600
2a5 400
iu o de 11,1 para
11. d.......... 2.Ota
Total 307 41 "
S-gundo o que temos prop < to para k
bise do systema mon ta.io. isto he, dsn
do a cada moeda de hum mil reis 4O g,s,JS
de prata, cada matoo tleve sr eonhado
em li$a<0 ... Deste modo 2a7:4l- mar-
cos sera5 cunhrdosem a 556:110$ reis de
novas moedas de piata, que devem .er e-
mittidas em.rrOitiacs desemelhante va
lor de pagel moed-. Por i-so vemos que
asta quantia he a mesma, como aquella
do equivalente do producto de cobre ven-
dido do modo cima demonstrado, [caso
este for remanido para esta Coi te ao cam-
bio de /j 1 d. A ora erodio p<-U de mo.
e las de mais perfeito conh^, de tinada,
ge.al ircula^aS pelo Imperio para llo-
ros, eqoe be proveniente do producto da
ve!ha moeda de cobre re-gatada ei en-
1*0.
Nov is modas de peta de
valor corrente datis.. a.556:if0$
Novas moedas de cobre
recunhado.......... 8:000:000$
Total nova emi^saS..... 5.556:110$
Ocunho das moed i. de prata pode.
faier se simullaneamenle corn o recunho
daquella. de cobre ; a. circunstancias em
que nos adiamos na5 demandio que se
faca esta operacao toda de pronto, pelo
contrario por forca a-i gradual a ^a e-
eeucafl ; p is usando-se todos os esforcos
que ae po lera applicar aesteobjrcto pe-
la casa da Moeda, na6 he possivel tff-c-
tua-la em menor teropo de dous ate ires
tilmos : mas hum vez. que a base fosse de-
terminada, eoGoverno authotis.da a fa-
ser esta brillunte eutissim* operacao, a
sua grad fl execucaS he fcil e .gura.
N .5 he diffi il demonstrar o modo pelo
qual sepolei recolh-r e fa.er disponiel
para este objecto o Cubre velho, o t.m-
bem como fluctuar a sua venda 110. me-
Ihoies mercados de E ropa: huma vei
que o Governo I en ha plena authorisaca,
e t m deteiroinad de proceder y>t-mati
carnete pata tal i-npoitante fim, ver-se-
hi que aquellas consideiages que agora
asustaS os nimos tmidos, s pela sua
giande importaron, logo cessaio de p.-
leeor lidicold-des em fim tuda he pra-
liravel, e iufallivelmente ceilo de hum
f liz rea iltadn.
( A ) Razio do valor legal correspondente
que tem seroe'hante peio de ou. o e pia-
la, c in'iada em vi. lude do syitema mo-
netario usado por differente. Nsce .
Titulo de Val. rorreapond-
Prata Oi.ro Prata uro
10,7 io,5
Hepanha
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11 It
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Porluga
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10,6 106
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D.ied.ao m. tit.-----
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Inglaterra aote.
de i8l7,.egun-
do a re. entre
11,1
o Guineo e o--------
Sbilliug.
la
11
Dita depois de
1817,segundo
a re. entro
o S ber e o
Sbilliug. 1a
11
D. red.aom. tit
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D. durante os
ao annos an-
tes de 1817 ,
qaandoo Ban-
co de Ingla-
terra pai n re-
edil 1 a gran
de frita que
bou ve de tro-
co. eroitt'o
huma moeda
de prata con-
vencional cha
nuda Bank
Foken
10,7
xa
Bra.il, segun-
do o Projee 1 o
do Systema
monetario vo
tado pela c-
mara do. Di-
putados, on-
deas moedas
de pr-ta de-
ve.5 conlt-r
45o
ii
gr.. em cada
mil rei. la
D. no ca.oq'
cada moeda
de mil rs. de
li
prata ronti-
ve.se 4ao gr. ia
D. no raso q'
cada moeda
de mil leis
contivt.se
II
4iogr. dap------1
12
l i4o,8
.a
11
-------i il,v
a
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11
. i 14v, iSfl
la
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I 4j 87
12
t
i i3,84
11
,i
-L 14,236
il
\
NUMERACAO INCORRETA

li
1 14,583
IX

- i5,i5
i 1
Continuir-ae a. )


BIARI Q^JS
PSRNAWBUCG.
vi ir.iir i
^3SSl
PERNAY1BUC0.
GOVKRNO DA PROVINCIA.
Expedienta re dia 3.
CFFICIS.
Ap Inspector da Tnesouraria pira
fi.ar na iiitelligena de que o Regente
ern N-mie do Imp-rador Huir por he m
roured r 4 mtses de licenca com ordena-
do aoDo'ilor Manoel Mara doAmaial
Lente do ''uro Jurdico d'Olind*.
Ao D rector do4ursi# J^rjtttf O.'MYD
municanJo Jbe o conteuo no precedente
AoCoramandante das Tirinas para
dar eierussaS ao Aviso expedido pela Se-
cretaria de E>ta 'o d -s Negucios da Guer-
ra de que se lites envia copia sobre io-
fornr.5'S de contacta dos OCcaes das
C'asses.
ao I o .-pe t >r da Thesouraria parlici-
l'nndo-lhe que a Cmara aiunipal del*
puara-s noraeou a Fiancisco Xavier da
S>Ia para eacarrcgaJo da tacina u'-quel-
le Municipio.
Ao Coronel Che fe da Legia q*ss
Guardas N. d'Olioda para m*odar dispen-
sar do Ser. ico, o Guarda da 3.* Cumpa-
nhia do Bjtalh*d do Poco da PauelU Fran-
cisco Dorolliea R. d ig/es e Silva, que
se ach nome --AoPrefe!o|da Comarca do Recife cura-
mun cando-lbe o conteuJo no utlicio an-
terior.
Ao Coron-1 Cl fe da Leio5 das
G. N. de Seimhaem participando-Ihe
as nomeacS^s dos CHadad Jno Rapiisia
Pai Brrelo para Tencnle Coropt-1 Cow-
niandante do I5.ii.ilh o de Una, Joa5
M.iuiicio Vanderlii para Major do n es-
rno BalaUa, e Fraticis o d* Ro,xa Van-
derlei, para M*j r. Cominan-Jante do Es*
quadia de Catalana do Rio Foi muso.
Ao mesmo :ui li< ipuido-llte .tt-reip
gido nomeados Sebastia Antonio Accjole
Lina para 'Pedente Coionel Comman tan-
le dRaalhaS de Sennhaero,.e Juse Mar-
celino de Barros Franco, para Major do
mesirio But-Uw.
Ao PreRito da Comarca do R > For-
mlo para lser ,fim de entrarem uO
ejercicio de si as Postos q,> .Oficiaes de
que trata os dous precedentes OfPifiios.
Ao Commanla tile Sup gjpr da G.
N. do Recife para mandar, uis.peq.-ar do
Recife para mandar dispensar do Sei vico
das mesmas a Franci-co de Re.-ende Api n ,
tador do'Arcenal e Guerra, e Fej.iciino
de Souza Ca alean te, Anudante do Por-
teiro do mesmo Arrenal, petemen lo o
1." a quinta Oompanhia do 3. Bala ha,
e segundo a qu.-.ria Compauhia d 2. =
B.tilh..
Ap Commaiidanle Superior ,da. G.
N. de Go;anna pua fas. r lmur as l* iu
panhias de Cruangi ,, e Mo. s -o B .t-lii-S
le N. S. do. O'; e qs Guai d* Jia.ei es
do Utni parlenceuiei aquella Moni, .o,
ao BaialhjS de T jucupapo visto o^epfal-
que que'ijsofreo o leferi lo R.it.ilh^Q >.<
dn>5 do Termo com o dt I .una i ac.
PORTARA,.
Ao Director do Arcenal de CjUfiraj pa-
ra faser apromptar e i metter, a" Uite-
tioi do J.id.m B. t ico di-OI n la t|ua-
renta Caix5es segn to o m.d< I p que pe-
lo dito Director do Jaidim Ihe tor -p-
presentado.
Navios De-pachado i o da 3.
Patacho Portugus Bom sm-t-ss'.
Mestres Joaqu-m Aniomo d' Aliu< ida
para Cabo verde, eLoauda.

DIVERSAS REPART1C0KNS.
-
FBEEITl HA DA COMAltCA DO nECIKB.
Paite do da 3.
lllui. e Exni. Sr.
Foi rfmettido a faja Piefectura mel
Sl-Pileitod Antonio, i ao Callahouco do CVfj* de Pulida, Pedro
Antonio de O i.eir, rantonomasia
P-p.'g'ijpreao pelo abo do 4.
Corpo de Aitilliar4ia Joio Romio d
Souta por ser enjfSo1iVl imite com um
ccete de embu,rada na Ribeira e.iprea
talves de Manoel Tesrira dos Res, i
quem o dito preso ha.i* ja de d a esoan-
cdo faseiido ihe wn grande brexa na
tabee* que o deit.iu ap.or te r
'em que o Hendido q e p ci6
cadamente e-tava a vtnder nn dito,
lugar a sua f. rinha Ihe desse motilo
para tal procedimento; eprocedeo-se a
re-peilo co^taii^'fpe, inaas. aeb' Su.b
Pyre'to qjfije|>(df|f>piezo \.l-ar.a ^a-
Mhktyfa eincliuado ajtialv'ade-a-. ailii
'l>indo-se-Ire at o assass'mio prejVeta'do
no pi eto esc vo de V. E*.
For.. me tamhem remet Jos pelo Sub
Precito de Mu i ibera o tecruia de no-
roe Joio da Silva epelo de S. I.ouren
da Malta ns piesos F lix Gum s de O-
liveira, Anlonio Marques de Sou/a, e Au-
di Jq.- poi fuit) de clvalo.
N da m* i- consta.
Deo-Gua.de a V. Ex. Secretaria da
Pr- f itura da Comarca do Recife 2 de
Outubro de i83S. Idm. e Exm. Sr.
Fiancisco de Pau'a t'avalcanti d'Albu-
querque. Manoel do Nim intento da Cos
ta Eonleiro.
Parlado dia 3.
Juna, e Fxm. Sr.
Hontem pefas noVe horis da noit" fi
pender Soldado a primeira cumpa-
nhia do BatalhS 7/de Cassadies de 110-
m- J .se Francisco do E piulo Santo ,
por tel-o encontiado ainmlo de baheta.
O Cwnimissario de Po^itJia de fra de
portas prenden o M.r..jo de nome An-
ipnjp.Jos Peieirk, eiuprvgado noAiee-
nal de M/rmha por Ur sido encontra-
do eui d'-sordem, o ambos liverad desti
no.
"Na Ja mai| consta.
D'eosGuaide a V. Ex. Secretarla dn
Piefeitura da Commarca do Rerif'e 3 de
Outubro de (836. Mili e Ekui. Si.
Francisco de Paula Cualct' ti de AP>u-
queique, p Presidente da Provioci.'.-Mi
noel do Nascruiento da Csta'Mooultir.
_' Il'ulii-simo'S 'r. -- Em r '6c0 de Vosli Seiihojia de hdnt m rela-
tivamente a., que rielle me di/, de le < be-
gado sua m.li< ii que o Offirial que
rondn' dac sel a dtie horas da ta te do
dia trinta do nez prximo Sudo pr> n e-
n e collia ao iuesmo psso um IhHiai-
du<> que ha Ja espanca/o o ii" 1 n'e
IV raS na la da Cadei.i velha ; en-i
:V. S a p'-rtequ- me'dirigi o OfLial,
e no fii dHa rae^ca8 na que dti, pot t r
da lo o Official depoi-. da que remetli V.
S.' e della ve> que tal pr;i;6'e so'ltuta
uoitve, e-ehnive ^He a iia6 derla'
em ai a paite e a-^cg1!! ou-me qoaudq d'
>l'e iiid'iguei vist* do OPlicio de V. 8,de
.so ler occofriup o que relia nieucina -
D os Guarde V. S. Quari \ o Corpo
Policial de Outubro de i836 tltit. ?Si.
Mndl d Nascimeritodj. Cbst* Mulero
Pief- ito da Comarca Fia mi c Aii'Onio
iJeS Barrito, Co'nmaud">te G ra'. --
Corpo P.licial Pi im-i ri'R ida fjar-
te Ri.id ios trez Boinof testa* CiJjade
e enconliei as patru lias n>m a vidida,
giandi *m teo-* respecti'Oi j t nBarro do Recife na na daCa-
iliria "b ei vei tumulto de g"nte a junta
do L"g sl Bara8; o qual h via ap in(jado
h mJp'iicalas, e mo.-trandu-me liu-n
.dos as ilents o iiidividu >, que dita ser o
aggre.-aoi J). tei o Oav.lo pra elle, e
como deilasse a' f"gir ap'iq -e o cabalo
na 1 a o prender por'eni aroando-se n ca-
vdlu, j o 11*6 pule seguir, e tiiaridei o
meu ordertancas, que o S' guise e o ptn-
des>e, n 'que ii^S teve iffvito p' r rilar*
setd.i cjcuiidade da noite, e-ciiif.iiidjr-se
com a dem H* pe 8 a> que na o.*sio6 a-
ptreeJi-6 -'Q 11 ro de Outubro de 1830 A t -l'iofja-
nuaiio B.i reio O li'i.tl da Runda.
Est contorne CaV de-ule d'Albu-
quenjue, Societario doPrefeito.
KCA DASDVBR8A8 RKNDA8.
A pauta he a naefraa do N. 2i2.
OlIva-S'PUBUCA.
A R putico das Obr*s publicas prcoi
za d.ffiiaes de pedietr, e Serventes,
quem e-ver nestas ri cunUancias d'rija-
se easd da m>suna Inspecco as horas do
expedienti-, Insp<>ocio dasObra^ Publicas
3 de Outubro de l836.
Moraes Ancora.
AWNJSTR4C\'0 no PATRIMONIO
DosORF.VOS.
A ^dministracio do Patrimonio do-. Or-
fos tendo de comprar para o Collegio dos
nusuio-Oi fa< 1 ta Hega'AlfB 1 veosC'laa
do P-dre Ai.tnio Vieira, Vida de D. Joa'o
de Castro, e de D. Fr. Bartliolonieo d..
Martyies; e na falta destes as Luzi t'amotns, ou utios Cla-sir s, bem como
humjogo de Diccionarios Portuguejes da
ultima ediccio e ia colltcc s de differen-
les tr-sl.do.s, con i la as p ssoas que por
in< nos s quiseiem vet-d r a comparece
rem no dia 5 do cnenle m> z as 4 noria
da tarde na casa deuassrssSts.
- A me-m.1 Admioistiacio do Patri-
monio dos Orlaos t' n1o d- mandar fasi r d-
vesas ol)frt| no Cotlrgio dos me-ino Or-
fos, e C'>nre.tos ria ca>as 11. 5, eG8;
convida s pessoas que por m D' s se quise-
quem ehca regar a con.parecer- m com ^e-
o^ li'^dires no da 6 do i orr- nie mez as 4
hor-s da tilden casa de io'as sssi 8, em
e orcaiilntu8 respectivos.
Ca-a, d i Admini-liario dos Ori; s em o
i.* de Otbio de 1836.
J>ze Mari da Cruz
Escriptrs'iio.
^Tri-flnhT
.
w*^
O DIA 7 DE SETF1MBRO.
No Rio de Janeiio.
Nesta ( rte sal-mn sou-se u Anniver-
sario da Indepen^n ia rom toda^ as de
monstrac/Se* de jubilo costumads em se-
nielhant.s veca-ies. Ao despotr da Au
rora a- h>rlalern. e *-mb;ica(;es deGucrra
ii.cio'i-aes e stiang iias eml^nd i ara5-se
e '.o nina salva de, ar ilheria, que repe-
l i 'uiia hora d tarde e ao | do Sol.
"O diveiS' s Cmpca de Guarda Nacional
formrio.-e na Prac da Cuubtituicio; d'a-
li mircl'iao para o Largo-do P090, o>de,
H( pois d. s decargr.
em (ontinencia em i", ente de S. M. O Im
pe'ra'dor que sea hav. a Uiu< d is Jantai
do Pila io. S. M. O 1 opera Jor l itha -e,
pelas 11 h< ras da nunli, di' igid" C pel-
la Imperial a a-si^lir uti s -lemne 'I'e l)e-
um, depois do qu 1 recel o no Paco os
cumnrinenlos do Co po Diplom.li o, D-.
putac s dast.'amaias do- Senadores e De-
potados < uj ntos, Graudei Fueoionarvpa d" Filado e
toda* s clen'sia respeilaveii cUs-e.v ite Ci-
i d 6*. P'lsolo hofas di 11 tile, -Di-
m 11 s S M. I,, acnompiinha jo de SS.
AA. II.. E\ms. Reg.me eTutoi e dir, i
MisOllici e- de sua C.'S.i, ssi-tir *< V, p-c
I icolo no Theali.o Co :sli ucitn 1 Flumif
nense, onde f i r ceb d 1 um toda- as de-
111 mistralSaa de ifcff" to e \ivo mliresse,ae-
lrando-ae pela noeia n ite pa a sua resi
rlencia bal ilual d.i Qmila de S. C isto-
v
Nenhu-n* ore renpia triste que nos
conste, ffu-eou o b ho u'e-te, certa-
rente, Ptimeiio Da Br.sileiio, n.<6 obs-
tante h.viein n'imeru.as reuuies eio: lu-
das a-. Pariiqua-, p'-r st o dia .marcado
p t lei para as El i s if! Jui/e de Pai e
Vcreadoiesdas (amaras Mumcpaes.
D-curo pronunciado P'lo Sr. Mrquez
de Bai b.ceiia como Ora'or da Jum-
Mfefuda Cmara dos S Seo.'d -rea.
SRMJOPx Eilre s iNai5e>que por
secul is *8ii*i-. suj ilaa .-< dominiode un
R--I esirangeiro, 11 iibum acontecimento
la uotaa/el, Quiihuui d a t0 glorioso,
como aquella em que a Independencia d%$.
sas Naces f,.i proclamada. O Brasil SR.
OR, goza da Jndepen leticia desde n d,
Srten biO l8ac, dia f<|it e precursor da
Monaiquia Constitucional que tambem
foi prodamada poneos dids depois da 1 ule.
pend nci?. Honra ele* na seja feita Na-
c'5 Bratileira, que enta, como agora,
prezandu a Jndepeiiria e a Libeidade, t(J
vio a seguranza o'tsses bens na In>tiluic.o
sublime da Monarqua C-nstitucioii ,|.
Ella nos lein salvado de de-gra^s ex pe j.
mentadas n .s Repblica? visinhase contem*
poraueas. Ella, ainda na infancia, lem
resistido s ronjurat,s de v.tu.nia especie
que'apparec^Pa oas ext*emddes do I n-
perio, efillafai. durante o Jungo e ftlu
Reinado do JoVn Monarca, Sagrado obit c
lo do taosao amor e de nossas esptraiicds.
que a NacSo Brasileira, cresc4da era p pu-
Icso, moialidade e riqteta, tome a 1 mi-
nente cathegotia para que a Providemia
Duina a destinou col'o andu-a na melhor
parle do tVlund conhecido.
Sn do SENIIOU, sndo IdiperialfiU
por con vicc. 5e zelosodef nsor da lnd p. u-
deucia Na< icnal, aproveituii o dia que te-
une satina iccoi (Utes para mandar ante
a Augusta Pre enea de V. M. I e-la s- lem-
ne Deputa^a como iuterpitle deseus sen-
tim: nfas.
Digne se p"is V. M. I. de aceitar Be-
nigno as respeitos8 nado pelo A universal io da Indepen len-
eia- do ira-il 1 ongiatulates que -ao a*
con>pfih.d.s dos mai- favorosos votos pe-
la Saudee Vida deV. M. I.
-Disruiso pronunciado p 1> Snr, Luir
Fian-seo de Paula Cava I anti d A -
buijuet que como oraihir da Commi--
S06 da Cmara dos bn.s. Deputa.io-.
SENHOR. A Cmara dos Depnlnd.s
1101 enva em D. puUcad ante o'l'ionu
|> r se i'ong t.tular com V. M. I. pelos
idises tunos que se boje cclehr5 da In-
dependencia da uussa .Pi lia.
Protigida, e promov la pe'o Primo-
genio da Casa Reinante, fcil fui d- coti-
seguirmos a Independencia proclamada
por todos os Brasileitos.
A Ptovideucia Divina d'S'ina a V. M.
I. a nobre enipnsa de desenvt Iver 110
li.o pfrtil tolo do Basil > f 1 u lo-de
sua Indepen cim uto por educ c5 e por todos (8
seos inteiesses V. M. 1. deve nutriros
senlimentoa de Nacionalidade uue ibripaO
a b.se da- virtudes do Momncha, < tu lo
s eniamiiilu para que V. \i. I. haja
de firmar o seu Coverno sobre o amor
doacd'des, oirais solido fundamento
da Poder identificando s seus intresses
com >s dos Brasilei os e fajen do con-i>tir
a su.. Gloria no de;eovolvinetito da fuli-
cidade da B|p.-6.
Aosps do 'Prono indi-pen-avel dr >.
\1, I. se quebra asambc-s dos B'a
S|>iros. eosCbefs de quaeMpier pa ti-
do q' parecessein nre^ar Ordoi Puldi-
ca Sj pela forca di- 1 ou as, icnsicng*
dos a si.bmeler se ao Primeiro aoa'Brasi-
leiros A experiencia deunit'long Me-
'Cqidad.s Eli ment Democialoo a que es' amo n-
tregues na ba?t*le p-T si pnafa*
aer a frlicida.de OaNoC-. A g ral ten-
dencia p.ra a Muiidi-quia ConslitU'i'ina'
no Bra il se al menta e cre;ce no .-em da
paz oda fra f. fl l-5 que inautem as pjo-
viucias cada .ve* mal firu.e. nauniado
lu.p rio, sem que pata i-so fosem gda< por Porca M.lilar nem ptr lg"-
'111a outta prr>V'd ncia 'o G iVerin.
Rodeado oB.asil de N ce- ii.etiaspo-
deross, limitado tm gtande parle p u"
um vas'o qccuo, a Gloria e \ '
nao depenJeda ai risc^da soi te d'scoui-
b.tes. O (.overuo Ci.nsUir-iimal o
mais apto para tornar tai vel o YKnar
ea destinado a lser o b 111 e iid n mi.
envan lo las provincias a L-gislatura ^S
capacidddes^iue poder 5 set de.-cnnlie-
cidas d.. Trono, e pla puh. i lade repe-
lilas do ser vico NaLn-l as m. dioc 1 la-
de-, lento detod-'S os p.nilo, e Clie-
ftdaNag.5iiit--i.-, tet V. M. I. aeS'-lia
li*i6 da cap^ri lade p.ra o Poh'lC" S I-
vico quae-(|uer que sij..5 suas dier'aa
opini.s. Os tlenlos evnlules, locan-
do aprimasia quo Ibes dtvida, foia6 rts-


DIARIO DEP ERNA M BUCO.
3
peitavel o Tronp, cuja Gloria se abrlliau-
ta ou se off'.isci na isa 6 da cap. ci 1^-
do e cop4up.t cos.
A fe^icid^de do V. \). I con idir n
pst eq pio.-peiidade do Basil, piorno-
vid. pe promulgue .5 e execucsid de bu-
as lei* que sustent m a segu ranea individu-
al e da p/Q|iriedade, e que, a p.r da li-
bcrdadedo C-immcrcio ja boje existente,
(1 envolverlo arique as de-i>- v,shiCon-
linente. A livre coneunencia da n.ve-
g.'Q' de todas as Nac.6 s, augmentan-
do v-lor de ncnsas pi odueces, nos
Irar, a par da cun ncd da le- da vida,
as M'i ncias e lodos o c mhecimenlos utem
alera do cieciment > (le nossa puppIacaS
livre. Betiprocamente os E IrspigrUO-i,
interesado- no InciOiO (^ramenio do
Brasil ,J procuraras en'retrr conslante-
menie re'l.nSes d-harmona rom u G >-
verno de V. M. I. a quem as mais pule-
rosas Na.6e.s re-peitar..5 tanto tois ..in la
pela semelhanca da forma des.us Gover-
iios rom a do nos-o.
A Gomara dos Depilados, SENI10B,
nm dos ramos da As-emblea G<'ial a quem
a Con .tituicaS confiou a Tutella de V. m.
I. mi Menoi^dade, se gloria d 'prever fu-
turos tt5 lisongeiros ao Bia-il conloa
preciosa v da de V. M. I que D.bs ro-
sei ve por longos annuj para s. t, Lca do
votos de todo Bi. s leiros.
QL'E MALE-SOFFUEMOS NOS P QITM 1115 A
CAUSA DBLL88?
Reun o se os homens m Soriedade
para melhorgota/em de s- usdiieit i-debn-
den la-se rccjpro ament cnir o-pervei-
foi, eontai incoen a probecao das Aut "3 -
Hades, depositaras d P"der Folili o.
Feliz prtatelo lie a Naca, quando os in-
dividuos vivem Jrarqo,l!o ern anas oceu-
picts, segaros d'1 que seos ''reitos respet-
iad--s,e que a Aulhmidade vigilante os
piotegeia contra os ataques do tere se ,
e das paixes. Estaremos n6s nes'as cir-
cunstancias? Proprt dsde material e
moal; pimei'o rli oito do homem--po-
"der a'g'ifm deacanC'T seguro deque de
ropente llie nao sejio arrancad us os seus
ben- Ouvc.^e (i*d -s oa .1 .<.-. i.--1 casa t n
roubada, e isio ond--? mutat veavs as
ras ruis pov ai a da (i id a le-. Dos C- io-
pos fa.tto-se galos: das g\v-tas, e das
propriasaljjjbeiras da-^apparecem as nioe-
das C cariejtan, pifienhures diaria-
mente sao privados dos seus esoretos se lu-
irlos ou rojibidos. A vi !a b.se de to-
da n propriedade e-t -ugeita ao maia in
figoiti -aptu caprieliu do ^> bioo do
vioga/Jvo, e do p -rverso. H jedi-se -em
t.il parte apparrcea. io'VP 0" a**--'*! "''
F. a( ign-raiido-ie o motivo. Tin in-i
guieante h? lie. OCiUdiuria propria
casa rodeado de sui familia e militas ve-
z syesiobu.d* Au.iborid.ii-p.ib'i-a ne W
comeilido, beaslitado. Se elle nao o-t
aollicito, e xigildita'i si "o esprei'a o
o punbal b r
- ro 'i d i pe> lid i
O ere. uto e a reputado que f mte
osboroeos prop ied.< le de m^ior val r,
lie entre ndsatasnaHiada-le m-l m n-iras.
A Impre cornmiuiirrtr roa rapidez do rai >o peo-
miiim.io 'o bom.nM Bf>' i I"*
lanos bens tem fito <>o genero hamn>
v*rnnqjeoen1o-(de desoubunas e on'iei
liiaiil no Brasil leui serv d i qua-i ex
clusivaaiente pira tir.iro pin un r e a
reputaeiu o 15r.uile.iiMs. Com a imp a armuu-seo baco do (iuiid., cob.rde,
pimd bail'idoanoni i O. maldita* i e in-
juriar sua voi.tade at a qu-^.n n m-a i
offendeu, Go ne la ar.na terrWvl a6 u -e a
li..go do oiJdiaiiie, qti- iin.mn-m-nte
atta o.tu.u.p ii -a as re.put .,-a mu- b- es-abelecidas. A b'ira a tr.-.-n-ee rir-
tid- mur.dia e ii, i., ile.app.ireo. a vis-
tdo dezof.ro, com qu- iifHuoi P'
lodosos lad;ivdespesivei,ldvanno a vy ,
enfleme*b.il......"ir- tu i. qu Mo i i
demiisre pil.-v-i obr-- t- r S wa H-
ariaa provocaeSea e^cili- o JaarauaeaU*
n.eoto, desenvovn paxS rm orosa :
nut.eae a v.i^.iuca e p^ petuau-se os
partidos, quo dilacciio as eutiaiihas Ui
Patria.
E i o unidos beis, que o Brasil deve
impreiisi! Nio sio >uficientes os exeui-
plo-funestos, que a de>envoltiira da ira-
prea, tem aprsenla lo em difFjreote'Pro
ynoiaa do [inperio A'guns tem i lo as-
sis-i.ia.lu>; e outros tem pago coma vi-
da exces.os nio provoca los ; e tal ha a nos-
si desg'aga a tal p >nto di uJigqdcfo
tem Lvadoa irop iiiilade ou a insigoili-
cancia dt.s penas decretadas crimesde lio
larg is consequeni-iai que. u mes n i Cid
dio hone-io ap;)iova estas Tlodirtas part*
eoloies, p.,siu que ir.in.. d^s lOi.epien-
ci*'.
( Diaiio da Babia )
aea
Q >and ) ron'eniplaivos-ei iamente esla.
Utos s ibreos nales, que flli^e u Br.iiil ,
mslesas veses iiseilaJos po aq o lle< mea-
mol (j le .i, iio lt vantar una f >ne e in-
vemivei barreira c^iHra elles cuno que
roeacaploaa pdatras da Mr. Azaia-Cooa
ineiit i< l.i G tu i Ht -11 P Cu.i o aiab.r i.-t ?
Ale >,n lo un espuito de liberiina'uem e
a-ve/es de itiiii'cio nos hade arrestar?
Oiespetoa Dos e a Beligii, qn> aoti-
g mente forma va as delicias dos Romera
tnsalos n Ulris a sua Pjliia hade hoe
er desioabecido al mes-no pelo qu
di s on'ieco'n o q' falli tt pi-ranle ipiem? !
() Certu he que o at evnn ii o |a se t-m
lomado escandaloso, ba-t a qualquer i-
gnorante ter lilo aa obras de vola y. p"
r. se conaliluir um S.bichlq dd G eci.i ,
laucar a lua a g.'ie m da, e e n tom de Juvenal p ol'.-iir palavrS*
es de coiiC-m tados, e olTt'i.iviis da moial;
e o peior |i?, qu-* m jilos leiid > li lo < >-
nioMipomos, as beas do seo viar-dista Vo1-
ney 'iuf.>lzm< nle nio o entenuera e a
de piiio da sioidez q o homens
honrado deve conserva' pe. menos n
apnencia, inrulcin s>' semiletradus e
l'.-lidio-os serial ios da Ib r'iiuagem. O -e
mU^-i i<>! H idp un liomson por ai"; eme o
ntullar a R-ligiioseroo ca''elal s iffi-
cente pira insten)ar as loueiirs. ty\e -
vane. .'! Aqueii pretenlera a;%Jar M e?
Aos Sabio< P Nio ; riem se -oltamenie e
ao l'esuio tPinp> condoeai se do p uo op
neoliom f ucl i,, que tirob da ese da de
prim iras letir.s: ao> igno'antes ? Mu ti
merio- ; por -bjrie.'e'eri dctenos, e m-
S'i'lo- cootiaoq ie he de m os respeta vi ;
poitaolu coiicluiui s, qifees.se eiile s.) a
si i|ie.sm ) ag'a la e s- n-i-ebe .pplmo- de
aluuem be por zomb'ia, ou pa a in
fl lil-o a aAb co itinue n su ejspant*)
mar ha. Q i-delirio lo f.ii ouv r-in >e
niFrauca iiotem;io de su. *a1'tig au re-
forma d R^li'iao,' os di-parales >l as re
focni las Una ac'iil'esssrem ae A'heistai,
outios oi ti, oitros M.lerid'ijias ou
lio Pautaislas, otrps FliTutl', u'troa
tpeureu-, oiit o St i"os c lodS fEgO'*
tris : tins qu'r n t.> p rte icer ao paifd '
i^ II -i-ie,, on'ro- a fl Spii Ai u >s in
tiluljo lo-se .liscpuhs d-1) il p"' d;
llilvecio, unad-R.)S eau outosleVol-
tane ; as ve,/."s ipp'ea -M'avio se <> no se
veros \M.'ar.-io^ ptrarepre nlerem i M in
lo, denlunni l > contra os iH'dsO; oittroa
Hltso'iiann d se paiVerem Ct-.em s la
mu .al in iu MS I >-se bm. amij'a cois-
picu is Ci 11 lus ; qii pr. t-n ii> ? O S -
lF.-.f;-osdo Povo para se trrnar m algo-a
i. me ni P>vu |a' di linniel < n-
iri a B.efiilo Cilhoiici, qe fez i b illn i-
livtio d. Re-no de S. L >\i ; ila'vlo m>-
bire, de pir.dixus e d.hi pi'ocedu.i H
moite, e p.'.si.uic> dui Miin tro- I-
Stutiii-a-i Qii-er-mos, qu- la*S IT-
rs .|U- Sdiea vrtr-ddos no Dcciuui.
o d ; B as Crlaa Per-ana. e Judaicas n > IJi-
\o* is de Luciao e fe Iva- no nn N >-
vallas, l'.-n.-, e rmadoW de iioil,
ii-i li.sss-m > pie ene n'ra i 'e Uvi
aiMra 4 Kelig q.ta a iiio t""bi d lo
seu> m io es mi nig >, e npr- victcriosa-
mulla.' bitido% Go no he p -sivul que s-
,, ,ss eoi.t"'..ci.-lrt- s. ei I nes pr vas, .ne
,|omu tairi a veraci lee santi Lid-; la Re-
li.>ijo l.hii-t .-obr> lo los as mat*! A-
b o o- Aii-i-esdo Chriatiattia/hd, e fi a<
ri.i euver,o!ihi ls jris do -u-a Isv^l
sp-.-clac do que se Ih s cp e-etlt Jachi-
rios bts.ietioio' que Mi e.ti' feilo M na-
niiale, bnefi io* confeisaJoi ai pelos
Gentos ; foi lilla queai polio os costumes,
deoio .Mundo idolatra um novo ser, au-
lag ns que de cedo nao einoiiMo os
que pa pagelo as R^ligies. da Tracia ,
vpto, de Spirla d< Alhena, do
Lacio, e de Rom*]; a do afamado CONFU-
CIO, QUE PFRvIUTINDO A PAPO
ZJCX'O E INPANTIi 1D1H OS MI-
NISTROS DA RELLl \'0 DE J. C. OS
RE'.QLHEM, E (JRIA'O; des>.e,ao-.fl
os Soerdoiei da D 'os V im naca quetma-
reui incens ao *lagis da Ca!d 'a ao.s Bra
ro >ue da ludia ao D. uid -a d is Gal'ias,
e se Igueui se julga dencoot nt-- ni., of-
f -irla a Moral l'ublioa nio vomite im-
properios (outra a Religiio guan d < pela
L i Fundamental; rr tire-se v h-.bitar
cun o Sophi da Per.ia aum o K m dos Ira
(aros, com o I np-ia lores do lapio, se
h-* que nio ppiiendeser q-iem pr-jm-va a
de grag da Patria : po n grae.4' mil
eraras ao GeoiiiTatelar dd Hr./.il Ele
-inda c-nt im s ia d.fes Ojitos ; d s, |T b >s C dadios volados ao benn
geral ; -Pe tem c imo HUleinurasa esses,
ein quem justamente i-e-..lii iu os aufragi -
os d- P'l-ii qutf semprelbes ser agr e
decida.
( du a'lante. )
EXTERIOR.
Carta e-u ripia Lord Palroerst n.
F.\.ma Smbor A vo.sa P-ltia. no
qu* din respailo eO Leste de E11 op* f'n
da ni.' > hcmh sHi":enl. rpenle d-se/ivol-
vida p ra habilita.!' ao Publico firmar
um- joala opino q'ire O sen m rilo;
m.n en uua'uto o L--te fo d uninado p-lo
O sle, njo se po le negar, nue a Graip
B rtanha & han lo-e emba-acla com
obfigavoea onio as, n oo comprimento
p d 1 s r rpidamente chmala, nio iti
Ka- 'e inairac Ru si 1 p?rincs de
pie Urna n-cniio mai-fsv ravel espresta
r f>a-a jyJVr em exer'nijlo o-sena p ojertim
sobre a Turqua mais cedo d > pie c neo
a-mos a-iifi, o pod-'-o n Sntcipir 03 beu
ma;s esq'ehtados K.ialisas.
p'var-noi a tolo o preco de ce culpa, otl
juhlicuao de quafqoer 111-dids ctivjs
imme iit.is. e-ta sit; icnip riz-riio,
a Ru-si.i amenia .. i a -te que devese dei-
xar ao uosia alr drio oreguljr os n^go-ioj
d. M panlli, em qu'alito lealem iiiiu u ou
satisfazlo McreU a opnio publica dst
lucio ifiladi conti'4 o-bt-baro. ultrages
com-ncitidos pelas organ'tadis burdas de
D. Culos, conn o precursor do moni.mo
ha milito de$eiado ein qu-' c-oti o imp; lo d
um Tigre pssa a seu salvo lau;ar-ae so
bre sua prez?.
Po-ico i-npoili Mi!o*d que na f-lia do
Thron ios jactis da boa inteilig uc 1 en-
tre Fr."ica, e aligl-terra, por que nio
o'tataule s-r muito par sl> de-t-jar q-e ex-
i>i e-a boa ime-l gencia. com tu lo, nio
podis Cjitir sobre la para p o nover
qu Iquer importante olje? venir *'j; un mI comideraveL
O actual piiraeiru Vtinistro de Luiz Fi-
I po lea ja san odamirchaa pinta da
decl.iiar, qae a roiiper a gu-rra entre I,i.
glaterra, e a Russ-a, a nvuliai dad; feria
a p iliti;-.i da Fiancl ; < o.n a co iperaclo di
Eianca', po:- tuit >, nj ha use contar, o
podei eis c.-uliiii vis n 1 su 111 utrali I d? na
cano de spparecer algmiii ieoi vio de lu-
. o ler.it .-.1 --lilo on !(( le-icia, i>u pic-
mio da hestili i.-d ? O de rdCo pom-
r r- V. Ei. alados.se lile faltar a Fia m-a?
\ rltltanda f u oin aoi-go, e fiel qlHd<*
id liiglaieria, >n st 1 esqneci I a d > si'io di Antuerpia no
me,, d> urna prufiindd p 1.
A H Sui'ih.', ob'i", apenas po le ser
fo de I- f anq ie*a, e Po iiielliore* cncui sUncias e>!,'i.
Pul. i V". 'x Confiar se na am-zai
d A (filia, mi d 1 l'in-si.? Ni-> lem V.
I'.x. d'!i.. i\-> da d eoganpsa deseg'iroi
p.s.-.s de '.Ir. Ctuniog fritode-viaiem-se
d" o. os Go ver nos -i.?
O itra d 1110 1 traca saliente do d---vio
-' V. I'".x. da pollita d'aqu-Ale estadista.
V. Ex. sabe, que el'e foi adverso i Sinti
Adiaiu, e por tanto jnl 01 q-ie ff-on-
tando lodos, que a coropunhio, obrava
1 o 110 ille icri 1 liit.i; pOd n Veja dlffa-
rencai\I Gana og opposv-se Santa
\limc', fil) i'Iiiiimi c, e i-m hrMi-r
I
A garnn'a -lo Trai. d di Blgica <- "m
ja.'.., que -obr* n-p-ta, a U te .10. q-e I COlitlOUOU, e < cnlm i.m, os prin.-.pios, ira
8 med>d.< de f. Et. resp.it-,I. lle-p. q ella -e firmn, e -ob os .-aes obra ta,
nba ni n s im o '11 nutro Igudmente
Ufaii, e ni-i mnr. d. Ifidl a si c i-ii : s-'
V. Ei. nos inv > ve irV.>\i n-ad.iuient na
lula de II spaoh, dilfi il J de su -p r,
q ie a R 1 i. d x es ap.r esta occi'tli de
petu bar a B-lgi'a, o q iS)'ella po e f<
zer a q-lalquer hora ; e bilis v.-/, I -I coma
oii .'o, q ie ecfirc- put-r fafe-'ja lada-
terr;ri > Mar N-*gio o-'c mi* la com a H s-
pan'n, eiB^Ui-a? \ FriiKV *< b.r----
I11 g laliuetltO imp -sibilia la : po i|iie
ui> ohs'.ni* p'ecerquE evid ule. ')
L ii/. Phehpe esi ivi i'vi lo fil desl'. -r
.-i vn l'.rca, m m laud) um e ninsul p -r a ti couta, coiB I Russla
Ili 1 p 1 le dsc.mll-cer, qu- se-A iuipo- "' I
'i R-i dos Frnceips dxar lambe-n dr n
Herirse na be'girios da Belglc, n> caio
i|oe o Rei le lio la-id- 1- lie forca de "-
aa 1 --I le R-i no I)-t|.ie iea-idi cnpurlmci <
ni 1 re o en lio pn a a Riittis a. eo-iipliei-
i-, tju^ Ib reos m ule n.scriii no .a'o
di lt,'l,iica ser o -bjeolO u 1 na contena,
tiiqu.l os inte.eisaa di Franca, elnga- ; hdade corr que osappif.-avt, elle k-a com
le aa2h1r.se hii-i iueviiavelm ote em >p q* ,|i(' -''no "te o- t-o.v. -.s d Cu(-
meio Com que con*, gui sua di*aolurto ;
0 ;is Co91 o- Gove no-, i-oial.>s, da Rus-i.,
Austria, a Prus-U foi sempre o ardent-de*
-. i u ie'lr. t'-iinin io--r vara m sa*a'
lit-il amii'ade. I't i 1 o >ro dep i- de t r el-
1 e 1' 1 I paca o M ni ler o, queoiAgm-
iH I lipl -m.ii.i- o da S na Ailianca e dir-
,-, r >em ro p para Iba repie itrem .sa-
b e Urtl 1 ftieJid par cular, e -le p-re-np-
loiiarneida lecoaju entrar em iliscussiu
. Lu-i-a a re-,ci, e pr rita iec b < cun
eordi i a I- -s 1" n m-ini. pa-, q i qu l-
qil.r dlla qu:/-s. I,i/e -!ne da pile do
s o respectivoG..ver.io, ,M 'auinti^ l'u-
i>0 le o. rrc iii'ieeer c 11 or no- .-I--S-- S-
g.iifid com firuie/a f:-t.i ti u de condo.-ia
e|U ata.'ou a Santa Aliisiiua, m.-nup u-
co te "P'i ahni ca i ni- ni- o delU pronto
acoopr.'i con eileeo q jalquer grande
qu Ma > do di., q' mais :mm? Jiatirn me
[ne o le-e di/e. respeil". Pela p /.iiode
.1 -i.lt o, em q'elle col o'ou a Graja B.-eta-
11I11 pelos sao-', j Mii* loiuiipii-, qur* el-
la- proclama va, e pela v^ h /.i iinparria-
poZQio us ao ouiio- .' Ei 11 tal c-/o ,
po-- q-ianW lempo oiiinu 1 ao o ilji- I! '
nos .1 c.o.i'ar ni H rpmhl P"' ron*
guir um ubj el 1 c >ui iiiim ? e e de x i->-m
lente o respi-'lt-se o, ni -s a' ohrigou oa
seos sub lit<>s s.liiiir ,1-Iu, depos donle-
lej.rr, e fialmvole a o linea cun confi-
afici a l ul-li'i pia proteciAi Se una
de sssim o faaer, a ditiieuldal* da pa la g""f. -e'ieiit.ssi nspera Jmente urgip-
di inglAtefra de cune t sar-la '> i un- "' Europa, ete pi /, a. luna ..la u-
iL. a u rracivil ni II- p -iba tuiin.s--lii. ^.-p'-un, 1'Pmi.iJ-, q 1 o oqtio-n-
i,a'u .vel iisii'iini -r, aboban l-a-ai por l" |'J i ; '*'' l' m eoetva elle.
,.,ta mai.sjM a luValerra, e a Franca I be a 1 I SssFm 1. -s- n- mente? Sc,
Ua.. p ta. o no. tira en altitud-qi ,/i le- I |)>- ', q '- SN-vOes < E i-op cofie clarad.mente ho li fic-iaaB ssacun- '>>' |" oa la po di le V. I.x. quan-
pi,-.iv4,iieote livre .1- ,.o eju- n .- seu- o qu- fa. reviter as p-r.u.-.> ..s, e
p,-rt|.-eto-de eiiu,-. 1 U-i-neio o L -f. !' <*spr -4 las u.'im bda Sna Allianc,
f.) l-i-seba poi tailo d iVid f U-n. de !> u 1 po q
111 e .1
Bu- a esure-ia co.n ni\i'i-d' e\-
ii- t 11 i- o
promover na
E mi p em'..' que V. !5<. deseja que
t em' ca la pasaoi que -e di-' p.-a in -I [> ,>>:
,s.e PaiemaiimMS n. lula ditleapi iba? I Cong s-o., ou coule-fi. iasdosgrandra
IT. entretanto ta.v /. ou h -x 1 falta, u.i imi--- p-'a irranjar .. r.^ti b p.aieroa
pnie do \.t r.t-, de prova. deunin- 0:1 ;| '" "<-'iOS |> 'ten.,os, era
UuvSes moderadas; ulvea a S-l- trisi "" nlode proceder ..o gu..l VI.-. Can-
e,a.uJaau.n J--nio ailimai'as su peita. >" J1 smiure la-) Oupo4', que os .p,
*.


DIARIO D P'BlM'BC'O.
E1HHH
probadores le laes p>oeednentot d-scre-
veiio-o com tendo par* elles u na anti-
pathia morbifin ; e V. K\. piufess-ndo
imilar esse e tallista faz a Europa retumbar
tora protocolo i pet p-otoeol s, conten!
decretoi, e encorpoi *da Meooapre**n-
d-j rs interessea, e v.mtades do povo V. Ex.
com o protolos o tira do d iminio do sen
verdadeiro soberano para o transferir a on-
tro, te terretoiial, ou arteiramente ref orear
'g ima policio militarT otan lo *r
ranjar es negocios da Ilepmln, V. Ex.
ern-sedespi lo la neutrali la le, e iedan
do urna interferencia vio putas domesticas, s ;ro que e->t-j. no J*o
de poder sub tanciar mu > re X ame. q i-
os subditos Bi tnicos dalli provenhio -
Dindo par esta ruinein a sanelo da In-
glaterra dbulrinadeio'erfererrein, q'oan
do os Governo* abal julguemde leu interese o applica la era
qualquer cazo particular, nio termos di-
tatito de prot st.r contra tal.
Todos o* partidla, por consequenria,
$io induzidos a olh.rcm c >tn de-confi mea
a poltica da Inglatei r, ruja b>ze tein-se
tornado a conveniencia, e nao a j alie*.
-A Diplomacia de Inglaterra rujol ca-
ratteriaticofl foiio i. lloara, a ni parciali-
zado, ea boa le, lem sido desrida a> nivel
di dosTal'eyrands, Metternih, eNessel-
rodts.
E' verdade, que a pn fe tun o-inserva-
d >, mas o inif'iv.I i fin i lo emprrgado
em reduzir c te Pas por en h'ca pos-
sivel, lauto para impedir a guetra,?cyno
para aTronta-h, rj nn lo aconteca.
Tacs me pareeem -er os resultados V. Ex. terse npirtado do espirito, c prin
ripios da poltica Mr. Canning* Tenho
a honra de er de V. Ex. Alu-nto'Venera
dor e Obediente Criado. Solpieiu*.
( Da Paquete di Rio. )
LOTERI\j>oSE\INARI-).
O Hedor do Seminario Episcopal de O
linda pela secunda e ultima viz fsadente
ao resp-it v I publ o, que no dia 17 correte (Jutubro andso irnpr terv< Iroen-
le as robas da 14* Lotera em o Consis-
torij da Ireja oe N asa Sen hora lo Rosa-
rio, eqne j se acbio promptoa o- hdie
tes da segunda parle, c ja txtiaco f ra .-a-
hir o onuuciu para aul-s do N tu!.
A VIZOS P A ti riC U A, A B RS.
Oab-ixo asaignado (n se ente fo Snr.
Airematante e mais Merecados do cot-
da' lo da nova iuiposiyode 4 ''* per a-
nada sobre 0^ rji ho< e agurdenla, e to-
das a- mais bebidas espi ituo as que iudo
horitem os uitos Snrs. un seu aimdscmde
moldados para >e rauca-em. elle annun.
ciante nio coineio pela fo.nn e maoeira
que os ditos Suri, quetem rio avaneamentu
e sim simiente oonrir por sqnelia inane]
ja d>que verJadtiramenie con a b>, e nio do que rtnJepoi atacado pi-
ra ornato, eoiras partes ond se to ceo-
eumir, e do contiario pVutesta nlop ;;^r
te nio o q'ie a L-j I be determii a.
V&- Al'ga se urna casa t-n-,i m o/a'-
querrua do 1J.no da Boa Ut: q leu
iiverannuticie, ou dirjale a r*a Velhau.
?C^ Luu lote Marques f"i publico que
nao annuionem convem i n .11 com o r.
anematante dc| 40 teis de Ag. a. dente,
Tinhos, \i> ores, e m. zas, na quautidade de pipaa, que o oitar-
biirou, em grave pejuis) do ann ti n> an-
te, quanlidod-1 1 que nunca venden, nm
poJer vender, eiiesde prutest 1 nao pa-
gar simlhanie ai bllrari di^e, mas iira .-
quillo que lor justo, porque a l.i y de (i
da Juiibo 1 .. rorrele auno que siabe'e-
erq tace tesa s os s obriga a pagar .is be
bi das, iue se con-ui iiem, tomo c'aia-
jmenle e quando tr cta de ta imposifio,
Ait. 3 8., c r.io a quanii a ,'e que o
arrem^iaiiie aibitrac, o qu. 1 uto se deve
|.eru.d r que t:i uii.cri-ado simp- a
quantidide que quia r, pjrque se **:im
loia nao tb podeia anenatar, por 16
cont e tanto, mais al por cero ; foque
pn* lid o dinheiro o negocio llie era ro-
tijoso. Por tanto o arsnuociante por es-
teconvida ao Snr. Arremilan'e, que ve-
dha (luantn Hule, na (averna do annunci-
ante na riid da l'iacioha do I/vrament > 11.
4i para tomar nota dos vinhos. e ms b?-
bidas exis'entts, afim le pagar t u trib 1-
lo i (|inl.is, ()ue der consumo, e depois
disto o annunciante ni" comprar qualqoer
sorlimenlo ds litas bebidas Sera que Ihe
d paite para sua intelligenri.
f^ST* VlrtOiel Duort, f 1 sciente ao
respeilavel publico, que ni me ig">l ao seu, e para evitar qualquer
engiri que possa haver, continua de b >je
i*m d .1 t a isaignar-se pi r
Manual Duaite Vieira.
tTP" Piecis>-ae de urna mu'her p-rla,
on branca, de 4ft a ^ unos, que s'iba la-
vir engomar, ec cf o, pira tomar conla de tima familia,
de p utas adentro, adverte-se que para
en-ignar crias de rasa, d (ante da Pag
una lego, e que di', fiador a sua condue-
la ; quem estiver nestas circunstancias di-
'ija s a roa d<> Rosario lr.a v. n la D. 4
qu^ l -e dii quero pcit. n le.
T5* OrTereoi-se para qualquer ra' n,ue
BStiver em estado de utllj ar s-u pre'i-nn
iin rapa/ de ai anuos fJ,. iladp, s>lenlo
pife:tatente as lingoaa Portuguea, F i-
cesa, a Inglesa, IWim r0moa escripturacio
ero partidas dohr-'d h c >m conbe iroen
lo de ludo o que pertence ao comroeicio:
qo.'iri quiser IMIar ou iractar com p annun
riin'" avise por este Diaiiopaia ser pro
cu a lo.
try Pede se a cerlo T-nentJ To onel
Commandante de um R^talhio d- G. Na-
cin !, baja pornbz-quio lancir snss vis-
tas sobre um .'eu Compadie G. N., que
se nio lera *preentado no Batalho, tai-
vez persuadido qua a ley izenta os Com-
pairsdo CoiTimandatite ; com o que fat
que senosopnba que p r seu con
sentiment que esse G, nao comp trece.
*r^ Quem precisar de um rap?, que
d fia 1r a sua conducta, paia quilqicr cr-
z de negocio. ( aexcopcio de tenda ) >u
m-'smo '.'Imm -1ro a e*cravatura d'aleii'n
si'io oeilo da pr.' n. 38.
C|r Antonio Joio Ramos f aoonr. an (Miiat.tt tu das ageardentes que
elle nio Vende ipa o refiri ido genero na
mi 'avi't na sita na roa da Sanzalla velha
n. 53 desde o dia 50 d Selembro em d!an-
t", visto o anni.ut snie ter procurado oaais
dest is veies ao dito arrematante para com
ee s> entender, e nio tem sido nossivel
euc -mlt a'J 1 en sua esa; e para que o dito
arrematante nio se chame a ignorancia faz
o presente un nuncio.
^rje* riecisa-se alujar um sib'alo de
'i sandnr. comu-o los pira urna firoilio, cqu no ex-
ceJa dt- I0-3 00 reis nnnsaes: qui-m ti
*er prniuncie aa ser procurado.
IV OSrir. que oflVeceo 6$400 por
um relojo na vmd 1 I). 2 no pa'eo de S. re-
uro, quir lser o fator Je ir busclo.
K'sT' Que n pivci-ar de urna niri'iie en
gonadrira, drija-sea roa Velha n. 2. of
quem q iser dar a eiig- mar *mc.si Ja
annun laote-
93?* rre isa-se de dm caixeiro p ira ven.
der piu a ra. e queja s |a ciiiiu "na lo a
150 : na ra L' eiia I). 35 lado do po'enje.
I'^?1" P, ecis.t te alugar un, ou dnja ind-
ios para sei vico de enxa la, comer 400 rea por dia utd, exie seque
sejao l:ous tiabalhtd tres : na mesma casi
cima,
ttjr" Preci^a-se alugar un ^o'irado de
11 ji andar, pu um primeiro andar s*n to
ns piiuctpaes ra, e que nio exceda d
8aioJJ roa roen-aes, pagtnJo se m'-/"s
adi.miado, ou fiador : quem ti ver annun-
ce.
precisa dedois servente- para o ser vico in-
goaidentes, que do 1. de Outubro erodi-
an'e d ixou de vender este genero tid sua
taveina na mi N'Va D. 8.
Ja^ Qjem precisar de uro rapaz Brasi-
b'iro pora'!Xu!io de csciipta, sabe b ro
lr>r e esrrever, dandi fndor a sua con-
ducta, acnonrie.
VJP^" Quem liver, e quiser alugar urna
pre(a pa'a o servign de una rasa de pouca
larnilia, e que s-ibi cos har sifi i'elmeii-
te, pagando-se-Ihe una pataca por dia, e
de comer, Innuncie a su 1 muraHa fiara ser
procurado ou f. Ptaca da Independencia n. 3? e 3S. qu l
se Ihe dii quem quer ahigar a dila pela.
V0* l S"ja-e salw se o Snr. D >min
gos Gomes dos Smlos morador no En^e-
n p> Miss.iu-sii t mne.tl prac pcurador
ou alguem que f annuiieie.
COMPRAS.
U n Diccionario Francez, um Graroati-
ca l'iance/a, e o Telemaco em Francs,
em seguido mi, mais que estejfo ainda
ero b m uo : quem tivere qiisji vender,
aniiunciesua mora 'a, pa.ia ser procurado.
VENDAS.
Urna necra cri la d.-20annos, sadeci-
tinnar o diario de urna casa, cosp, e faz rea
da, e um m deque de i'2 minos: n^ rua
das Crujes D. 9.
WP" Urna npgra mica, boa figura, b <-
cetepa. e co-inh t o diario dii io de um ca
ta e d boa conluc'a, ea sua venia por
nao se querer continuar no dito trafico :
na rua Croa n 38.
19 Una finita nova com quatro cha
ves : a rua do Encan'amento no armasem
de cnljros de Tavares Soares.
*"& Urna morada de casa na Cidade
de O'ini^ com bons commodi s: na rija
do Ampiro n. 70.
dl9' As seguintes obras em PortngU'Z
Hispria Sagiada 1 vol., Tlu-ologia de
Larraga, D'a de hum P01 togoense, Bo-
Miet Discnrco sobre a historia Umveisa!,
Aite de Furtar, Cartas de huma Peruvia-
na, a milhor das carias Amatorias. Horas
Lu/ianas, Dit.-s Marianas, Ditas Porto-
goe7as, e Ditas da semana Skiita, Sani
Clair das has, ou os Derradoa da ha da
l^aira, EucdesGei.metria, oJ.v.n Cici-
hano, em que continua a hitou'a de G|-
pras, o Diaho A-narozo, S- rmo ns do P -
re Antonio..Vieira, Csininba Tratado de
L'bellos, Freir Diacnreo sobre Delitos
pense, Cathicsmo de Montepelier, IVJodel-
lo- para 08 meninos, e ou'r^s mu'es o-
biaschpgadas de L'boa, e de Pars : 111
Prara da I'idependencia luja de livros n.
37 e38.
VC2T" Uro r*fe enve ipado, com feixes
e trac-do buruido, e duas birriiirus urna
de sede, e oulra de olilo ambis s servi-
io urna vez, e urna h n la de Un, tu lo
pira inferior : ns rua do Coilegio Botica
I). .-,.
**<*?" Pot.-s a di 1 rim a torje! em
casi de iiIiii O dh ro & < orop.
5?" Duis p'paa cum ase le de carrap 1-
to, juntas, 011 a letalho, inranads:aa
rua Nova v< n la D. a.
fciy Pot 4O$00O ieis o casco de um
Btigije enea bso defronte do atmasem do
sal do falescido liento Josa da Costa, lodo
cavilhado decobre, mui'a le-ragem, e bo
as inideii.ts: na rua dj Crespo loja D. a
da p rte do Norte.
"Sje 6) c uros espix 1 i >s muio bous, a
praso: na rua Pire'ita D. 3 j lado do puen-
te.
?.-#- Uma canoa aberla deeaueira b m
constiuiua com commo'los para familia:
no principio do alieno dos Aff >ga los ao-
ierno forros, ou cnptiv s, dnd > se-lhe j brado do Lima defioniedj viveiro do Mu-
comida, e jornal: uo rmastro da rua do I lllz-
Vigario n. 1-, ou rua Direila sobiado da
es |Una do beco de Jote da Peuha.
jry NaTypo^ialia da rua das dures
precisa se de um 1>..U .0 para Irabalhar
d ariamente.
XW Man el Moreira da Costa Jnior
f*z s;. ente a os Snrs. Arrematantes d*s A-
Un mastro de conduii muito
perleito, com na roa do L;vi.miento ai mastn de louca
de Linz Antonio Goncalves.
%W* UmOiatorio com as Imagens se-
guiutea : um Sanio Christo, N. S. da Con-
etieao, e das Dore--, S. Jos, Menino Dees*
e Santo Antonio, sendo est de barro
rua do Coilegio D.;9, 3 andar.
yW Urna preta crila, mosss, rom ha.
bidades, casinha, engoma, e co?e xo,
ensaboa : na Gamboa do Carino f). 5.'
jrJT Urna porcio de prata velba en) o-
bras : quem quiser annuncie,
ESCRAVOS FGIDOS.
J ze B.hia, naci Congo, p .rece crilo,
alto magro, olbos grandes, bons d-:ntes
be 11 elididop-ircarregar.e cadeira: qu.'m
o aprehender e troucer a casa do seu Se-
nhor Luiz G-mes Fer.eira, no Mndego
lee. bi alm do achadu mais 20J re;s
de graliheacio,
Ri ple-se o presente annuncio sobe a
escranCalliarinamoca, que lera de dada
quinzeaunos, e.-tt-tu-a b.ixa, abeca cum-
plida, peinas i-rq nadas, rea compndos
maons secas, pellos altos, ciot ,r fia, nue
lugio i3deJulho do rorrente amo as 8
horoa da noite, e nao lem apparecido, ten-
do sido pro-upa la, e admira nao ter s(|
ella axada, ou pegtda pois foi creada em
casa,e nenhum uso tinha.de rua, e nem
c iiiheiiment. fora. Q tem a decobrir
appare^a noj." andar da casa de lrz so-
b-alos p-rsima da flolica na rua do Coi-
legio D. 5, que sei recompensado.
Taboas das mares cheias no Pono de
Pcrnambuco,
-a4 -Segunda
-25 -T:
Q 26 -Q:
~ 27 -Q:
^8-S:
1 D:
a
a m
13
X -
ih.4a m
a i5 .
3 18
4- 2 -
4 54 t
5 18 *
6- 6
(Man.
NOTICIAS MAMTIUAS. ';
Navio entrado no dia 2.
Maranhio, a7diss; B. Sardo Rustico,
M. J-ze Torres: varios g eros: ; .
Schramm. Ton. 1 4 PaS'ageiros Tho-
maz Ug'viS, esua familia.
Navios saludos no dia 3.
Valpaiaizo B rganlim Amr. Cyiorme,
M Fanria W. Welcti: leva 1OOOO pezos
que li-ouce quati o entroU;
Paiahihs; Paaxo Ingles Dto, Cap.
Deio : lastro.
P. S.
PeloBiigue Sardo Rustico, vindo do
M ruiboem 28 das de li^em, nio re-
cibemoo gasetaialgum.-n, t< nd sido estas
enviada pelo Ptupaete Nucional Brasilia,
sdiiio 8 (lias ad:an'e.
Das i>rUs que timos, consta que os ne-
gocios do Para oiiiou > seren favora-
v-i-, o que bastante indicio as nio inter-
rumpidas 1 eiLo- s-s de n.ena )oii-.s mn-
dalas do Maranhio Eis <> estado do roer-
o.do d'eu u'tima praca em a de Selembro
ultimo.
Algodo de 9$ 1 u'O g$900 i
Couios nO 1201 abordo.
Aro/. 1,2)750 8 1 ,$)800'
S la parrtUia i4^000a 15-3)000
Na .sabemos o preco do assuc.tr, mas el-
le il< ve-; neressri miente sudir, pelo nau-
fragio de dois navios sabidos 'aoiii, p que
levas i. pouco mais ou menos 1200 biili*
es.
Londres 36 Ds. St. cdulas
Pesos mexicanos 50 por cento
Espanh i
Briifileiros 58 v
Moedcs de 45)000 7^Ja00
de 6^400 i32)500.
1'ehn. ~ tip., un m. F. Fskia 183b.
iL


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