Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02363


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Full Text
ANNO DE 1836. SEGUNDA FEIRA
37-9
3 DE OUTUBRO N. $12.
ir^rri
Pkrk.miiim-o. Tvr.nn M. F. dr Pat- IH36
DIAS DA SEMANA.
f
SSee-tinda 8. Candido M. Ad. dosJuizes. do Cr.
de m. e de t. es. da Thezourana Publica e
Chae, de t. .... j ,
4 Terca *. Francisco de a Hel- de m- e aud. do J. de
O. de t. ii
4 Cluaru S. Placido e sens C. Ses. da 1 li. I
6 Quinta S. Bruno. Re. de m. aud. do J do
C. de m- e Ch. de t
7 Sexta S. Marcos P. se, da Th. P. aud. do J. de
8 Sbado Brgida vinva Princ. Re. de ra. e aud.
do V. <\p em '>linda.
9 Dominen O Patrocinio de P. Joze La noT M
8 h. e 4 a t.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
DECRETO.
Ttdo agora depende e no mtimoi d nntia pro
dencia. moderac&o. e energa .continenlo -oin.
priucipiamoK, e ereino ar-ontadot com adinira-
cao entre a Nacor mais cultas.
rruclamaf* da Jiitmbl Otrnl .1. Brotil
Sul>creve-e a lOOOr. menae pago adiantado
nema Tvnograna, ra das Cruars D. 8, e na Pra-
ca correspondencia! legaliaadaa, e nnancioai nterin*
di> pt<. gratii vendo do proprio asiicnanie*.
r rindo ignado.
CAMBIOS.
Outubro I.
-LiOndre* 37 O. St. poi 1., cd. ea prata
50 porcento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o prrmio. por metal, Nom.
Franca '.'60 -265 K. por franco
Hio de Jan. 6 p. c. de prem.
Moedaj de 6..400 I3..200 IS.,400
4tX) 6..700a66oO
Pean i ,,440
Premio da prata 50 p. c*
da lcttra, por me I fporoi*
Cobre 85 por ceuto de descont
PARTIDA IlOS COHRBIOS.
OlindaTodo os das ao mem dia.
(urina, Alli.m.lra. Paraiba. Villa do Conde, Mo-
mauguape, filar. Re*, de S. Joo. Brejo d'Areia,
Rainba, Pombal, Nora de Sonta. Cidade do Natal,
Vil'atde (inianntnha. e Nova da Princesa, Cidkde
da Fortalefca, Villa* do Anuir. Monte mor nova,
Aracatv, Cascavel. Canind, Granja. Imperatrii.
S- Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Novad"
BlRer. Ico, S. Malheiic. Keicliodo sanr/uc 8
Antonio do Jardim. Quenrrnin.iliim. e Parnahi a
Segundase Sexta (eir- ao nielo dia por via da
Paraiba. Santo AmanTodas as quins feiras ao
dlo da. Garanhuus. e Bonitonos Jia 10 e 24
de cada mea ao meio dia- Cabo. Serinbaem. Rio For
moao, e Porto Calvo-nos dia I, lie l'de cada
mea- ________^________
Erando anda pendene< de di-csalo
algumas medida* legilativas de t>uma ira-
port-ncia, o Regente ero Nome do Impe-
rador o Snr. D. Ped.o II, ha por bem,
em virtude do itig ceolo e hum, pa-
ragrapho quinto I- Conatiluioe, proro-
gar at o da dous do futuro mez de Outu-
bro a piesente sessa ordinaria da Assetn-
b!e Geral Legislativa. Antonio Paulino
Limpo de Abren, Ministro e Secretario d'
Estado dos Negocios Estrangein s, eocar-
regado inte* mente dos do Imperio, o
te. assicn enten ido, e faca executar
rom os despaihos mce^saiios. Palacio do
Rio de Janeiro, em lint, nove de Ako>U>
de mil oilo centos e trila e seis, de. mo
quinto da Inde. endemia e do Imperio.
iogo Antonio Feij, Antonio Paulino
Limpo deAbreu.
Ministerio da Fazenda.
A ,msm.pO'tai.le considersC?5 do se trata da questlo lo meio circulante
|lg obtena moneta.io, Materna estaba-
leci-lo em tod-s ospaiiespara lixar huma
Wal e uniforme medida para expriunr
valor de toda a especie de propr.edade.
O esterna monetario pode fund..r-se en.
Urna dert* U-e. bi*e*! o I., onde asmo-
Idaa deot.ro representa semelhante me-
dida legal, emcujo caso as de prata tero
de algutn modo carcter roiiretic.onal .
o ondewmoedas de prata senem de
p.d,-.6 legal, ficando as de ouro suge, as
Hilas- 3., onde as moe las de orno e p.a-
.a muiuamente f.xem hum Valor ce,toe
rrelati'O. EsU ultimas que se echa eata-
belec4da em algn Mine, mas etilo resill-
ado neo Leo mais Mu em pratica, fo, a-
dop! ada na ultima Se De-potados, poreto na5 he anda confirma-
da pela l-a C.m.rs, e aotes de p.ssar-se
emhuma Lei be digna d* se... *tteni;.6
doGoverno ed, ^f^'JZ TJ.
sobre a conveniencia de reforma-la, ea
proxima-l. ao ,y>tema moneta.io da
Naca5 mai-commercial do mundo, da-
LacomaqualoBiasil fica ... .nU-
l.m.nt. lig.do as aasr.nsaccoes o-
net.rias-^ystema que palo, eoltado da
hUa pratica merece toda a .ttencao.
A difficuldade de conservar ."fluctan-
te9 relaces espeito ao. pagamentos, en-
"outoep-ata, dco lugai em IngMerr.
antes de i8i7 a humi frequente e^ca-
cet de nioedas de piala, e produt conti-
nuadas ouill.ices nos mercados: taes
constantes agitaces no comreicio indu-
zii ao aa Cmaras Legislativas a adoptar hti-
m medida em lod > efiiraz a e^te respei-
to : a rf..rraa do seu meio circulante foi
baseada na suppressa das Nulas de peque-
os valores, e no pagamente vista d N ilss que ficavaS em circulacaS por moe-
dws de ouro s, adoptando-se pra este
6m hum novo ^yslema monetario, fun
ded i sobre a primen a das suprament ua-
das base; abrogando o t>ytem. que an-
teiiormen'e eslava em uso, e que era e-
melhante ao referido Piojerto de Lei ja
na preserva da Cmara de Senadores de-
ta Corte. O novo sy lema de Inglaterra
as im e.tabrlecfO o ouro cunliado, o un
co padia de valor geral, e deo as moe-
das de prata hum caiacter em parte 6du-
ci.iiio, dando-as ao mimo teropo a ga
rantia do mais pe. frito cunho, e hum suf-
ficiente valor intrnseco para evitar iodo
o risco de-erem fabricadas por pjrticu-
lares como objecto de lucro, em hum
palavni ficava5 estas moeda puramente
par. trococ. Por es'a Lei o* pagamen-
tos em metalliro -'evem ser sempre em
ouro, e nao se pode obligar a pessoa lgu<
mi rereber em cada ofcasio nmior qui
tia de 40 shillings cni prata.
Na5 falti-5 mesmo boje alvogados para
o velho sy.-lema, porem sSo poucos, e re-
doatio por motivo de interesa*, sem po-
der" vanear argumentos olidos contra o
tiiump.^o dapratica, pois huma experi-
encia de aO annos t m mostrad que es-
te sy'teroa te.m .epond.d) completamen-
te aoseu (ira, v-to que desde 1816 o meio
circuanle de Inglaterra tem sid hvr. de
todas as fluctuaco *, s qoaes eslava sem
pre sujeito durante os precedentes 50
nnos, A esperiencia le.- mo Hado *o
mesmo tempo que em oulros p3UCOm-
meiciaes onde reije o sy lema do d^hra
do pad.o de lu*, as flurtuacSes fcnr.
o. valores das differenies especies lem si
do ince>ntes, e por conseauinte o meio
circulante sujeito a giandes innonvenien
tes.
Pela Tabella A he rfferecida huma de-
monstrarlo comparativa dos vkIjics le-
gae e.-tabelecis, em
r.daca as nioedas de ouro piata, epor
essa ev a di fe renca que em Ii.gUlerra
foi tflectuada pela alterac5 do seu sy-
tema : all tambem se mostra qual he a
differenca que tei lugar neste respeito
se o pr.jecto de seu y-tema monetario
for aittrado mai-iem tonfoimidade da ex-
periencia presentada por Inglaterra.
Perdiiiamos lempo diteulindo supe-
nri lhor se h:r-sei directamente iprovse
f.clos, pelos quaes temos de ver que re-
siliario ao Brasil oui g>aves males para
seu meio circulante, ca*o for adoptado o
ystema j votado pela Cmara dos De-
putados. O Brasil, como he heraaabHo,
tem loles ricas de ouro, que a ttdo lem-
po costuma-se exportar a palies eslran-
g iros em contrabalanza das suas import-
ces, mas nao tem minas de prata; pois
-erope lem de procurar este metal does-
trangeiro com huma constante despeta,
por i-so he evidente que a su* po'iiii a fi-
nanceira he faier quanto pode a Bm de
que a n oedas i'e prata Bquem constan-
temenle girando dentro do Impe io, e
que a ua saluda para lora he hum mani-
fest p'eju'zo.
A Tabella B. mostra 0 bosqueja do
supramencionado systema, pelo qo;.l o
I' g.-l valor de cada oitava de ouro runha-
do r presenta em moeda Nacional som-
ma de a$500 rei, c ja qoantidade de
iiii'O rendida na Praca de Lond es pe'o
sen va'or inhintero, dar o producto de
43 punces por cada mil reis de tal moe-
da, e p..r ronseguitite temos ne>te facto o
legtimos e vr a Ioglaterra. Ora em conformidade do
me huma quanlidade deste m tal correspon-
dente a6l/oitavos (oreada mil reis,
e serm stmelhante maneira a rem-llese-
mos mesma Praca, para ser all vendi-
do pelo son val'T inttnseco, dar o pro-
du to de 44 pences por cada mil reis. Por
isso vemos que o fcg.ci.ntc tem hum
[uemio fa'ndo as suas remessas em mo-
eda de prata em ver de ouro; e he evi-
d nte qoe se tal systema monetaio fr
pi-alicado no Brazil, logo poderla des p.iecer huma poic5 da sua moeda de
lroC> que he iroporlint'Ssimo, fobretu-
do se firar emcirculaca : ea repeitoda-
que'la poicad quepo le< i* ficar girando,
he cUru <)ue |iela loica da mesma causa,
t'-ro de adquirir hom agio tu todas as
Provioi ias oneroso pai a Nca5, e bem
que e^te agio deixai de, dar lucro em
f.ivor da sua eitracca5, comldo deve per-
petuar o malqueial hovo systema pre-
tende evilar. Ag> ra pelo contrario se o
V-lema monetario for eslabeleri lo sobre
a boje de dar em cada mil reis da moeda
de prata 4a0('*<"' u ainda melbor 4'0
grao em lugar dos 450 gios, ou 6 i/4
tvos de piat. de Lei, como ordena o di-
to projeclo, ces-ar le exi.-lir a mesma
r.za para motivar huma expoitacaS das
mo-'daj det'oco, que slo ta5 necessarias
ao mo.vimenlo da industria Nacin 1, cu-
jo effeilo se arh* verificado pelas de-
monstrafSes da Tabella C.
( Continuar se-ba. )
PERNAMBCO.
COVRRNO DA PROVI.CI*.
Expedienta do dia 1*.
0FF1CI0S.
Ao Esm. Prezidrnte da Provincia dal
Alagoasenviando-lhe umarelaca5de ma-
deiras necessarias ao Arsenal de Marinha
desta Provim U, e rogaiido-lbe que a bem
do servico Publico se sirva,mandar api om-
plala e remllelas com a pos>ivcl biwi-
dade, sacando letra da sua impoi tancia .-o-
breo mesmo Arsenal, a qual ser immc-
diatamenle paga.
Ao Commsndante dis Armas para
faier constar ao Commai.dai.te Iule.in
da Fortaleta do Brum o Avizo eipedido
pelaStcelaria d'Estado dos Negocios da
Guerra, e de que sejlhe envia copis.
__ Ao luso ttor da Thi'iouraria com-
mun;cando-lhe tsjr a Cmara Municipal do
Limoeiro homesdo para Cii ui gia da Vac-
cina n'aquelle Munieipi. Jacinto Dor-
nellesRibeiro Pessoa.
Ao In-pedor do Arsenal de Mari-
nha, pailecipando-lheque .esta dala sa
officiou ao Exm. P.esidenle das Alagoat
sobre as madeiras deconitrucca de que
precita o mesmo Arsenal confo. me re-
queiiti u em seo officio de n8 do me p. p.
A'Cmara Municipal de Goi-nna,
pa.tecipando Ihea reiqluoao que lomeo o
Govemode reunir ao Balaihi de G. N.
de Nos-a Sen bota do O', a Compsnhias
de Curuangi, e.VI r-, e so Bat.Uhs6 da
Tijucupapo os G .ardas Nationaes do U-
l.
AoCommaudante Superior das G.
N. de (oianna communicando I he que
podefaxer publicar a P.oposta dos Of-
ti. ampara" o Baialha das Guardas Nacio-
nae*de Tijucupapo, que f>-i approvads.
A" momo dizei.do-lbe em resposla
ao *eu officio deaO do p. p.. ooie para ca
OfliiasdasG. N. serera dispensados do
trvico das mesmas he pecis, que pro-
vem as causas que os imposselita, .
naSalbgMas simplemente por meio d
utn officio.
Navios Despachados r.o dia 1.*
Bi igtie 'Americano Cynosme Para
Valparaso Mestre Ki.ncis W. Welch.
Patacho I.gle DeanPara LiVerpo-
ol e Porios do Norle, Mestre John Dean
CanoaConceicaS Para S. Mathao;
Meslre Ftdeciano Gomes Nogueira.
P*^
NUMERACO INCORRETA


DIARIO DE PE
RNAMBUCO.
DIVERSAS REPARTICOENS.
rREKITl'RA. DA COMARCA DO RECIPE.
Paite do da i.
lllui. e E-ro. Sr.
Alera do preso de nome Felsmindo,
que foi remeli'o pelo Sub Pnf.ito da
Fregoesia de S uto Antonio por ser en-
contra 'o em desod?m.
Nd* mai consta.
Deo. Guarde a V. Ex. Secreta-, is da
Prtfeitura da Ornares do Retiffe i. de
Outubro de i836. Ulm. e lito, >r.
Francisco dVPaue. Cayvalcantf <'**-
querqu*. Mauoel do Nis. imeulo da Coa
ti Eouteiro.
HKZA DASDIVKRS V8 RENDA*.
Pauta do preco corrente dos gneros pelo
qual se fazem os despachos do assu< r e
algodo a Meza das Diversas Reodas
d'esla Provincia de Pernambucu na se-
mana deag Satembro a 5 de Outubro de
i836.
Noto Vellio
1. sorte 9S0 *&?'.<0
2$725 a$5a5
a2j4-25 a#>a5
1500 As. B.
1700 Noto j i .'!.
1500 Dito M. \*.*
la *
I O. t)
a#700 a#500
2&000
iq00
1 {2)800
Algo di o ero pluma 8$000
Monleiro, Administrador.
Mano' I G mea W es d Sil ve.
} lo Pililo de L-inu...
ED1TAL.
A Cmara Municipal da Cidade do Reci-
seo Tesmo &c.
F*t saber, que pelo Bam. Presiden-
te da Piovin.i* he 1'oraS communieadas,
e expedidas asorden* para a Fdcic- da
nova A>*emblea L-gislativ,, Provincial,
cel'ica de seUS Membros, po den'o-
e as tlleicbes conforme as lti->trncc5es
de a6 de Marco de!c5a4, Dacretoa da*
a9de Julhode 1818, a8 de Junh>, o 3 .
de ilutho de l83o } sendo empreterivel
mente em todas as Freguesas das Pro-
vincias a primeira reunido para se for-
maren as Assembleas EUitor-aes no dia
16 do OMi.bro prjimo futuro-: a-se*
gund* cowp >8 a dos El. itorosj que forms
lem OtCollpg'Os pela maneir* deieimi
nada em o dia i3 de Noverobro do enr-
ente anuo : a ulti na e geral apuiaca
na Cmara desla Cid*de no d i5 de
Janeiro do rorrete nno vindour.i. E
para que chezae a noticia de io,-,oa, Be
passou o presente, que seta publicado.
R rife ero Se-s*6 de 3> de Selembro de
j836. Eeu Fhlgemi Infmte de Alba-
qutruoer c Mello Secrttaiio oescevi.
Jos MscbaJo Frene l'ereira da Silva.
P. Pre.sid- nta.
Thoro s Jo-e d. Silva Gusro.o
Jos Feli* de Souza
Antonio Gomes P<*so.
Joze lunario da Cmara.
-------
buco, pouco havi<5 >a.o h m preco merejjtfra dn Corpo do
Comnu-rcio, que aoytero.o jirigio boma
representar, aohV*' r,. ohfred c Da C-
mara Teaiporaria, ayjjsey-. Rodrigue. T..r-
ies, pela ordem pNaia) que te convidasse
as Comm-ses para are a respeito ; e que a Samara tonusse este
negocio em rouia cmaderacaS, tato
poder inferirse pela resj>osta dada ao
Coi po du Commercio pelo Goveino, que
obre ella caba a fsltt de providenciar*.
He assirn, qm* "gao rom os negocios mais
Urgentes! O Sur. Sonza Martina, an>
tes den ti ra-be para a Bahii requceu
adiamenlo da.disc4, sobaje O ciedjrto.
Miplemeutar, este reijuei iuienlo M>rVeM
a.(ajuma opposica dis.'rid. Iiuna que o
Coverno quera acliai .< Cmara mu pou
ro defalcada de Membros pirif.ter pau-
sar o scu pedido; outr. s queria rombater
a piopo>ta: na Seisa'6 de 9 ficou a materia
adiada. Quauto a n6, o Gvamo, nao
precisa de tae* sublerfugio^; poiq', quem
sevseiTdo amia ruis do que pe-Je,
nada tcm que reciar. No 0-cmeuto da
Marinba cuosignou o Snr. M oKtro da
Fascnda demaia, aquaniia de 68 cont* :
este ngana fui encontrado na discussa5,
f>i deiiorit*ad> So Snr. M niilm, elle o
leconhecen ronfessau o erro dredac-
pa6 do o cemento, eensinuou para que
fossem tJuiuados. Com lid) o Orca-
mento passoutom os s< us 63 coritos, gra-
casa l.berdade da Ma/i ih Es hum
fdo novo e ungul.ir na historia Par-
lamentar.
Eis o resu i o do mappa da do Coi lo d > R o no mez de Ago t.9 p. p.
dos principae gneros. C-'f 4'463 sa-
ca8. As-uiar 7j6 aixa1?; n 83 Bar.
3ot7 sacas, Cornos i78a9. Chi(ie> i884i.
Age ar Ano- i6?8 *><, Sulla l55o Mtios, Cos-
6u^ i* a34
Repdimeuto da Alfand g-i do Rio de J.
ero Agosio p. p. Rs. 4 n>:o oJJgl5
Hehdimento da Mei
deD. Renl..s Rs. i34"af^836
531.240^)517
O POR IE DOS PERIDICOS.
O Poiteexeessiro, que em cotif iii.ida
de da lei do orcaoiei lo, pi'giu S gazi-las,
a contar do i.* de Jullio d<> erreiHe anpo,
tem excitado oa justos -clamores .da popula-
tio. E na terdod-, custa mo
0* legidai'oriS, annuindo s repel las re-
coraiiieiidac5es do Sr. Miti sir da Faien-
da, esqueiidos do exemplo do paites m.is
cultos, (onsenti'ir m Oiircgr oui seme-
han'e grvameos vehculos Ja usiruocao.
Fica.r se-ba anda mais embar.acado, sa ^e
quiier entrar n.'S ci.nsi le ai> s, que poda
mover |egi>lailoie lar s inelhante
pasco. O Miiiisi'o eXpmdera no scu rela-
toiio, ar.juea rrceita doC<>rrtio Gia' nao
ebegava mm paia mei. e que convlnba sojeitar ao porte as folhss
per odi.-as. Mis, ja n dissemosem outra
occaziao, nao lie d .st'.n te que se consegui-
r o iJe-ejs l 6 ii. Filenle i o. pelo con-
tra o que, a conii.puar o i.mp alo, (oqoe
uso he 'e e>perai ) o un lmenlo do Cor-
ro vii s Ser- m-is diminuio du que o era
antes da lei; e a razio be obvia. Grand -
numero de pe-soas residentes n^Rio deJi-
neii o, I assgnantes de per io lieos da Fu
top: ignorando a I i, o ti lendo .simouvi-
dn lallai (pie de Julh > em di-nie augmen-
ta-t>s, mas nunca (> n-
san Juque h.im e.sem,ila d b-nn f >;hi m
,glez< (|>r xempl ) ve.se a pagir a05 rs.
de po le, nao rnaoilario o dem para qu
se s.spendes-em .-s as-ign.tuia ; por i >
con ntia-rio as reinis, eo Coireio.de-ve
ter lacrado con^i leravelm ule d f.* jl
Jullio a es i a parle. M .9 ct.nti.uua islo
siin ? Provarem-us, que nio. Fstes as-
unantes |ogo q ie vi i> que o simpl-s
portede hum pe id co d L udres i'i'|Or
taa' em nadan*nos do que em 60$.
70$ e 80$ iis por anno, man lari
priiirr ajsuasassignaluras; e lindo opia-
ta neresssiio pus a bi la e vol'ada crdem
de ?'lsp Ufio, h-claro que o rendimento
, al ficrti men r do que oera antes dea-
^.^.S^XaSW.-f-*" aa*.* "a- -s~v
DI A RO DE PEHNAVIBCa
Os Peridicos que recebein< da Coi le,
ch-ga5 a 9 de oeteinb o. A sima da-
damos a integra do Decrrto Ja ptkaf
rogacaS da Assemhlea Geral, Was C-
maras cootinnsva sempre calorosas dis-
vussoes ja mbe os orcaincnto., )* a *
pilo do crdito aupleineot-r dos
,,oio,oor$ de reis j- finalmente r. p-.
li,dj osProjeclo.iob-e as slrilmicoe* do
agente &.. &c. Ueste ul'in.o Un ha ca-
t,,do oait go que oao-tonsave ajjdis-ol-
?tr as Ctuiara-. Parte que as P10V1-
dadas pelo Snr. Miojit'O da
,f / < .:'
posque poness pessoas ou uenboraasque-
rei5 siijeitar-te a seinelhente onos.
Malogrsdo o RsJF'-auesc quis c inseguir,
qual sei o rezukaata le lio f-liz lembran-
VS? Prmass eaaSflideiro estado de sitio
as luzes dosefjlio.'j liajrantarmo-i ohstaculos
e baneiras pj.a jae se nao intr-duas en-
tre ida eWiassjaeto -europea ; e assestar-
mos b.tei as contra as art^s e as sciemiss
com que no* dota o progresso continuo dj
Velha. Aundo.
Paz -pasmar a lberalidade da le vigeu-
y*. Imp slos sobie livros, e taxas enor-
"m 8 sob e peridicos .' E j que fallamos
dos liros ( que ltimamente tem sido roi-
moreAdos na Airaudegt cum especial.Ca.vor,
co-Jio de-pacho por laclura, &c. ifc. ) fa
remo huma siraplss obse vacio acerca' da
errnriea idea de que, com a abolico dos
drtiios, nio tinhio os livros diminuido
de preco. Perguntaremos sos pregadoies
desta lembranca* quaes era. -aiitigsmaule
e quaes forio depois os preto* dos Magnum
Lexicum, dos Diccionarios de Const >nt 10,
G 1 Braz, D. Quxole, T maqoe, Pou-
illet, Thnsido. Velpcau, Capuron, Co-
qoet, Ny ten. &-. &c. &.-. ? Mis sem
entrarnts ne tes pormenores, ci'areino*
hmente e todos eltes ebras novas, mode.n-.s, de ex
cePenles autiio e com que se innundou
o mercado, t o itentantlose os especulado-
res com o mdico lucio de 15 e 16 poce li-
to, Vo't-mos poico ao nos-o fiui princi
p -I. a questao dos percdicos.
Se o absurdo do importo be grande no
que diz 1 espeto aos perio lieos eStrangetros,
que diremos n' dos pe i 'djcos nacionaes ?
A lei te' d a .-urTocar hum ramo de indus-
tria na-tente entre nos a nebre site ly-
P g'aphi'-a. Em qu.i.-i todas as Cdad s
Pioviit aes que pos.suem peridicos nio
he o auroero de eiguant s ellas se imp imem qiieiaz com que se sus-
tent-m } a popula.cio nio cheg pun tan-
to : be iKi-fss-rio que ai u lio os sij>n tu-
tes de fura. Ora c nio poi te que hojepi-
gio as grela?, estes diminuiio ensivel-
11.ente; as tectias ebegarao apenas para
io'hi- a- d--spezas ; o desa'enlo se apod-
rala de huma cltsse inlu^tiiosa que ja
nio achara ou le empregue a stia arle, e
niiiguem i;noia que a ocio-i-lade he u
de lulos os vicios.
A~ razesque devem preponderar para
queso -x inga o porte sobre as g-zetas es-
trangeira.. sao ;iinda ir-afs poderosas se se
ti atai das f Ibas na >na e. O p >i t e>or-
hit^ntes (pie blie p sa s due ertas gsz tas
desanimo 1 a 11 parte dos as'ign'ntes dis
Pioviucias ,enio paieceremosexngeridos
d./.ni 1 que puncos CU nilillllS hio de
c. riiinuara re eb r as fo has da Corte ,
quan lo houvermus ap esents 1<> o calculo
dqu plecustar o Jxinal do Com-
m. icio por ex-'inplo tm v ii>s po-i-
\\ 8 do 111 pe o. Me sabido, que a asigna
tura do os-O Jui nal he de i0.^ rs. antm-
a<-s. E quanto se penss q-iecusia o >eu por-
te? Duis, tres, equ.tro vezeso impi.r-
te da as-u^naiura. Ki.s o clculos que te-
mos let o.
O simpl s porte do-Jornal do Commer-
cio be annualmeuti de
9&000 na B h;a Sant C.tbaiins e.
P'ernitnibu'O.
iS^JJOOO no P.r Cear Paraliyba e
Macanhioe Alagoai-.
aa-JiiOO ero S. Pauhi. Ri Cis'ide do
Norte, Mii^s( Ouro Piel-.)
36-^000 em Ser>>i'ee E pi itu S'iito.
4li.^(K)0 DO l'iauhy.
5400O em G vize Malo Grosso."
Compre no'arq e este precos *io cal-
culados pna as Capt es dal Prot in< is e
queelWs ao^oienti grdi*liriente conlor-
me s dis'ancia. II una a>signiiura do Jor-
nal 110 O no Pelo fia por l^50o
annaaes; mas1 na Vslh do Principe qi^
Inni^em peitenc1 a Mina* o J v 61$000, no Tej.ico 65&5"0. na \'ill..
Di mantina 70^ 00 e assiuv propor-
0 que In de maravi'h-iso no< resoltados
deila lei, b'que o porte dis gaze'as isa
m ra'io ifi'Vi-rsa da illu-tr-ci > do povos.
Os habitantes das Cididen maritimis quej
gozode alguma c vilisacio podem ain la
ais'goar os |e.iodicos da lorie, ao pas-o
que os habitantes das Provincias internas
que tanto presidio que por enlre elles se
promovi as artes e as sciencias ficio pr.
vados dos beneficios da Imprensa. A le
vigente ob-ta a que se iu-trtia opovo, a qUH
se desenvulva os dona com que a nalureza o
dolou ; ataca d algu'iiae forma a Liberda-
leda Iuipron.sa hum dos piimeiros pi-
meiro. elemenioi du sistema conslituciu-
ni. Ecomo podtri > as Provincias lo-iiin.
qu,<8 conbecer as necassidades do pai/. ? On-
de bi o ellas saber se os seus represen-
tantes meiecema confimea que nelles de-
poslaiio, ese lem mo irado dignos, de
novamenle as representaren) quando ten-
bao de procurar outra ve* os seus solfea,
gios ? A ignorancia he a tausa principal
da pobreza, ds miseria e da dcgr*d,cio
da especie humana. O excea-ivo nnp isio
que 01a pesa sub e <>s peiiodites, rontri-
bue a perpetuar e ta ignorancia, cumpre
po s removel -o.
A unenda apresenlada pelos Srs. Van*
na. Celmori, e Souza Mai tin-, na sessao de
9 do conente, p.ua que os jomaesepu-
blicacSes peridicas paguem des res por
cada numero, sem silencio di-tancia
nem ao peio, boma a t .-les i ilustres parla-
mt n tai t s: a lies s gloria de baverem dado
o primeiro pas o. Conscios da liberdade
que prezid.- aos a tos da Cmara dos l)c-
putados, contamos que approvara istte-
menda, ou niesmo que adoptai huma
medida anida mais genei osa. Nem men< 8
se 1 Je e-p 'ivr de huma Cantar 1 rujo pii-
>n proletarios que representa.
(Do Jornal do Commer. io.)
Cuntinuecio do fm da Historia do As-
Mn-ar Fun l;iva e Couimercio das
Culi nias acluaes.
Sob o Impero d.is leis, que a cada me-
trnpole gaiantuo ocommercio ex> lu ivo
de mus coloromas, e as veses coima o
e-pirito de-las leis, a produccio doa -si-
uir dosmv ilvcu se (m a.r'quesa dot
consumidores.Stpiisfeilas as precisSes, ge-
ralniente giaudus dos im&m ~ po lu-
ciles foi mi'ter bastecer a Eu>o>a e
a-.iOt-.bs t'o Md lterraneo alimentadas
pelo rninoiercio auropco. As colonias
8gui a5 a fortuna das me'ropoles e lo-
rio meessi va mente chamadas a temar
pule tiis ou 111 no 110 abssieci.ue.1 o
g I-'.ilt. nos documen'oi exactos sub'e
oe-tido d'este comneco em dveisas
ep css snna-nle, ach 6 se algumas 110-
t s das principie* vnia.5 s. A produ"-
ca di Madeir.-i e de S Thom subt'i-
tiiin e totDOu lnguida a da SicilJ, do E-
gypto e da Arabia. A coltu-ia da Terra-
l'irme e do % evico. tiouxe mais tai-le a
dimiiiuicio di cultura d'Andaluzia. O
H-asil em fm, sob o dominio Purtuguez,
teioasero rento prin pal de produc-
cio e ate o mirado do.eculu XVII e>t ve
rn pose de a*ast.r, por ta d- Lisboa,
t > los os meicd da En .opa. Ele con*
ti'iuou n es-a oop racio"durante o peri-
odo rio desenv lUimento d- col-u'iiss 11-
vae-, eso de 1/50 a 178O be que as ou-
Itas 11 ices pudeaS p ovtr-se em outras
paites. O Brasil, uuroii de tantas vi-
cis iludes cimseivou se buii dos mais im-
portante pontos da prnducca6 tual^
O preco dn asu ar fo necido pelo
B axil em l650. e cuja qu-nii lade m n-
tava d-quatif m^lhes a qualro 11.il1 5
e qu lbenla! ml am,bis, era h uielea-
do, eimpiriava, s- gu ido o testenunlu>
dos titres, de asO a 260 s. (oala)
cada lihra. A concunenria das A t Ihas
t-ouce huma b ixa a-adoal <>I'ige-
tus, em 1728 feliei asi e de que s pros-
pe.idade de su*, do r> tinba redu-
.do a 1600 161/1 Shill. (6 a68ei$
a libra) op'ec,o t aWca'rj (|Ue d'anles
p.igavo aes poi turnees 4 a 5 L Sierl.
oquitlil (t60 a 200 11is a libra) O
alodio, apiiuenia, oge^i'ire, -"''
earod-ir.s de liniiusiia tnb6 sufrido
huma igual .educcio.
Todaia no a mo le 1706 oB astl
xportava ainda dous milhe setecentos
e cinco uta mil arr..h's de assucar e as
col. nias holandesas d' America Meri-
dional 1 38'.ooo a i,75,..o a.r.ba..
as possi-s o afrancesas, S. Domingos,
a uoica em

DIARIO DEPERNAMBUCO.
s
cultura, forneria, desle i7a6, t,45o,o arronbas Esla quanti lacle chegava a
4,3>o,ooo, tanlo bran o como masra-
adj mi767: a 5,t7.,ooo em 1776;
ea pertd de 5 757,oio ariroubas mi
179 >, nno da ievoIuc franre/.a.
Em^i775, a Martinica a Guadelupe,
e C*yaonaexi>oitavio lodis pouco mais
ou mentK 1,557,000 arroubis de'asi-
car.
A qiantiiade de assucar importada na
Gr*m Bretanba, para o consuma e refi-
mco em i75l, era de 7oO a 8 o mil
quin(.e<. Esa imp irt.cio elevou se g.a-
dus'menle i,ao ou l,5oo mil quinta.-,
cm 1780 ; e no-i ultimo* cinco-nta anuos
l< m sido de i,567,44* 'oneladas de 2,000
libas; dando pancada anuo, que de-
correo de 1731a i76>, a,8 .0,000 arrou-
has ; r para os de 176*. 178 4 65o,ooo.
Em 1787, a impoi tac.5 chegou a 5,5oo,ooo
arrobas, eaexportacio a 690,000.
$ tbi em 1760 que as coloni b e Porto Ricj derio ex'en I> a pioda-
c.io do asquear. Al flitio, a-p ss-5s5-
es espsnhoes do continenie V das ilhs,
mal cheg.vso para prove- a necessidide
los diversos p=yies sobmetidoi ao mes
rao dominio 'Amrica O na Europa.
Pode e ca'cular que a quant dadedo as-
sucr que in'r.va no commenio eumpeo,
ha liiiir S' rulo, eta :
2.761,000 Airubis d. Brasil,
l,7a5tooo da- possessSes hollande
tas.
a;j6 ,ooo d is ilhas majezas,
i,3Jj,ooo das ilhas l'rancezas.
8,6i5,ooo arrobas de asssucir, as quaen
iirt entrad o pro Unto e con-
Mimo espanhoes.
De 1774 a 1776, ou a setenta en nos
denla parle espuriarao se :
1,55o 000 Ai robas (lo Brasil,
5 :> 4 >,uoo das ilhas inglesas, inclu-
so a J im.ira
2,'.7o,o 10 das po se.-s5es holande-
sas e Dinamarquesas-,
a,< 7),ooo da- ibas espanho.s,
5,695,000 >,- d S. D uni^.^e oylr83
ilb-s fi'.nc 2 a.
x6 935,ojo Ariob-i de assucar, diminui-
dos o> cotisii /no I raes e as
1 lv oes ealal.eleti las entre as
col uias do mesmo p >vo;
Quinze anno lepis, hUi he nt m-
po da ievolnc.5 francesa li.ifia este es-
tado de coiizs sol'i i'.'o adorna all.rueja.
A guerra irnpitli 11 lila pira a iridepen-
d ncii da Estados Unido 10 pi im-ipio
perturhou em divers nt.i*. ap od ic-
ce miii seis ou seis anuas de piz de-
5,797,000 5 931,000 i>
2,28,O0O X
69 >,ooo
5.658,ooo 483,ooo
i,3^,ooo 966,000
1,10^,000
a 76o,ooo ;
ca Jodias accidenta-
es, Guisna e Mauricia.
He Cuba e Pi to-rico.
da'antilln- fianceza*,
Guana e Bourb >n.
das i has holandesas e
Guia ni.
das ilhas tuecas e di-
nam .iqup/.a,
do Bra-il(a)
de M.inilha e Philippi-
as.
de Java.
de Bengala e pay^es
que Cummarria em
ftH-upore.
da Cuina e do< p^yses
que lliesa visiobos.
da Lusiaua.
4a 78o,ooo arrobas em total.
N-'6 no he poSMvel seguir rom ex*c-
ldaG nos divb e o.-
meicados dos Estados Unidos di Euro-
pa o empicgo e consumo do ssurr;
exporiatAio-fios aeneoiitrar iluas v rmsma n ercudoria, chepando m diver-
sos pontos pelas espei-ol.eSes 0111-1 ci-
tes Por ou'ro lado, alistmonos de
ncloiY, n eVa^uacaQ que pcede o qiif
Be- n' Azia, e Am. rica, lugares de proauc-
Ca.
O'Es'ados Unidos sbsol^ema8a,76 ooo
arrobas fe a-sm-ar dn Losiaua, cuja pro-
duccO augeitada a huma temptratuia
ja riguiosa e neresaaii meiite vaiiavtl;
elle* coti'-iimem l arrobas de a-sucar e-lraiigeiro que ellt-s
im. ort.'5, segundobos calcui" del s tris
ltimos anuos.
I .a "dudo a ultima vista de olh'S aos
fictos que ac-biiio de mil s.n', ai ha-
mos qiie a Cram-B'etanha emprega p ia
o consumo do ieiii'1-urndo :
15.386 000 arrobas deassucar, e
4i4,ooo ,, paia sua colo-
nias d > Pioil
Os Estados-U'ii los.
2,760.ooo de ?ua p op-ia pi-oi
lu
a,55
5,000
nn-
4,485,000
r^o, e
de a-sucar istrang M
p otado.
i Jaranea.
de a-?ucr colonial, d du-
zi os os H-sUiares 1 elin ufo
ri ex p liados ineia imm
ineliin o asura- ind r--
na .( o da li- -ti :.b=. ) (h)
o que f z.
corridos de. ois do datado d? t78i, fi/e-
ra6 progredir a cultuia as pasa Ss6cs a3,598,000 arroba 1 consumida! ims pay-
6'8 deque -e p>d? ni am.-r
docuintiitos cfnciao-. ( )
Estimando co nelerro litio, a piodu-
c^ noiniil em 4 ,78o,-VM 1 .->..
i9 i8a,o 10 arrobat pa'a al mentar a Es
panii., o Poitogd, a I:1ia a Mi^s 1. e
en.fnii os 1". lad/.- le^te e noite d< I'u-
ropa-
f Atraido da obra de D. L. R idee )'
lianc sa
O limites em qne nos devenios cont'-,
nao nos pet indeiti seguir a< diveis.-s ph -
ses doc"mmfrii> d s assurarea dolan-
te o p.rioto da gueira, qu deco-ico de
i/9 a i8i5. Ese (|U preenion phenom'nos estrorditaiiot,
rebultados dj viva luta tiavada entre a<
naces cu opea-, A sorte d passar sucessivameute au pidei d s i 1-
gles*-s g-an le p irte das colonias, e i-iina-
a da hitnac5 do epslinenta eino|ieo.
al que elUs n oceupavad so vm ii 5
nomeicado inglez excepto os Ksta l'-s
Uni lo-, em <|u ni 1 o Ibes i>\ da lo eoiiser-
\ar a >u neutralidad?.
De 18 1 ate i8i2, import E-tidi-Uni los annualm-iHe, termo me-
dio 3,y5 1.0 >o arrobas de assmeai, dos
qoaes gu rdra para o seu con um 1
1.58',00o a'rolias, 62,170,000 lend-.-ra
em < uiros ro rcados,
A p^z de i8i5 a estitoica de ama
parte das colonias conquistadas pela I a a
glalena, aba S ti dos freles e vg'iio-,a
diininuic 5 de p o'ijecto de ronsomo, e ao depois, na lu
}litfrra o ustabeltcim-'nto do* p*ga-
iitntos mnumeraiio, li.'. a demin>ir
o preco do assurar. E'tas diininnices
PX.i-derS tod -s os littl tes ei i83 e
a ti 5 t mas ao depsis o mercado da logia*
erra inelhorou-se muilo.
Actiialmente as impoit i<;5es d assurar
' cam na europa Me.liienan-oi e Ame-
T,c septentrional, moni, o ha;
'S.S^jjO jo arrobas da* planlacss Init.tii-
( ) As expoi tac s d- Pernambuco ,
termo me lio do^ ltim >s sai ann >s, o-
ia de i,78a,o35 arub, qua e bum
tere, ^i 1 r'>dut'.c-5 total Braaileir*.
(b) A p'O'li.cctS d > -socar in -j-na
em Cianea lem id em 1828 de ;6."Oo
^r o *' em 1831 do 69 voo, r*m 1^3?.
del, 3,000, em 183 4 do 1 3o,oo ,
e tro j835 do 2 i39,"0 arnTb Pie-
lunieeqit0O p'Od.ulo de 1836 excede-
la 3,5oo,uoo arroba*.
(1) Paia se f rmar h'iri'a ili'ia d qmn-
to po le anda cresi er o iizo d'cM b mf-
zej producto, bs'a n >s l-mbrar-m -que
era l''raf)<;a 6 libras .-oiifiilf ent a5 no l-
menlo riiliual dt'Cada nlivid'io, em qilan-
lo i|U- o Alen ao e o .*oi -o g s a I 2. o
ing'>zi6, a p ipiilaca livrc de Cuba 60,
e a da ludia 80 Na iuha, o anmc*r he
ipiaie interdicto s c'a.-se!* pobres por seu
elevado pieco. Tj iavia ek he hu na d. 3
mais uifissiib.-titi.iasaliment're-, eo de lomar mais digestivos e salubrios g< an-
de numero de comeiei sol Jos de bebi-
das.
CON RESPONDEN* I \.
Snrs. Redactoic!.
-i-rT-TT- r\ 1 iin 1 1 n 1 iian ii mi
Terem io !* bum nivio Amyoldebum
surralor, Voilu e de bum mecador de vi.
nbos', Lam-'tie o'e bum cbauelliiro, Ft-
cbier de bum ealireiro Sixto Q tinto de
Li eom ademrraeio hum anuncio que hufn guardador da pnrcs, Tamerlan de
fez Manoel d Aibuquerque Barros ( des- bum p*-tor, SirS Romyli d-bum ouri-
gracadamerHe razado rom minba Mal ) em Trt Quinault de bum m.ic de padeiro ,
seu Diario o." a05 mVndn que ninguurn Rollin contraase hip iie< a, ou vt-nda com^o, so- armador, Massilon do hum lo-iieiro J.
bre trras da I.renda deG da Ho'; isto por ler e > di romha pane M*au do hum relej en o, Galland de luir
anunciado que ipieiia hipotecar e>a Ir- lemen-iio, Beaumarrbais de bum ie!nj<>ei-
goa delaes leiras, e da pa. te de raeu cu- 10, Slmk-p.-ar de hum cortador, Rembamt
uhado, Clu i.-lovio do Re^o Barro-, que
tio hem b po-ui lor de outia m.ia lego*,
vende- 600 ''i-.ctsd* dit f.senda rom iin-
te varan de Leiie : e par- que o Publi o
conbeca qoam mentiio*o be o ar.-uncio da
quelle mal enlem ioudo Aibuquerque em
se cbamai Seub.ir daquella f.zrmda qtie d z
perteme aseo casal j rogo qiirir.* Pinerir
em sua olha es'e ,-apel que me passon mi-
ilba Mai, quando vijva, .'a .lili imilla).
goa de t-iras; cousa que de fado nao lie
de hm uioleiro
( Mensageiro Nictheroyine.
O Ilomem de b^m tem nte-esie em
se mn-trai tal qn .| he; el'e p--'d ra nimio
se vin s" do mi or d >l'* c' sobre os |.|)s, e ob'a como filia. Se-
melliant" a ee iJrusos de q ie .-e f>z men-
ean un Ptuiarco longo it qaerer(tornar
sua casa impend av .-Iheia, aquebe A (buque que, que por inhos ao contrario deseja que illa s ja
falta d- carcter se quima chamar a gnu- Patente de m-inia que t-.ds posjao vei o
auri..; tal vez pr.suadm'o se 1,0-, o que
be dos filhos pVrUneana P.,is; p^ra eile
poder delapidur o que b meu, a -im co
mo tem di-lap.dado o que h de minba !\l,i
lano que ella nao punid or freio a -,-os
imenl s erolami-, \:\ IQ.,0 p. dt,
familha, j coiro Va ido. fice, j tem da-
do priuop.o a sen deroa-io. O fn, tos
desjn iiuii hornero So R-.J.,ciur. .s se 11 os
qu z-me 11.1 rar nao d. i xa. i,o lugar em sua
ara mis rdusa alguma, t-m qual
acif que heo'eivc- O'Un el, apeZ.r
tul ha
qo^r 0 .. < nnvrnja O'ltfiei, apeZi.
qne elle .0111 i>io ge nao le njoiiar. pe'a
Ma falla de caacer, cum ludo pata au
menos sber queo-seus fdclus na. sao a-
Ih.ia a
Juiu Neponuceno Pai d Lira.
Estafa I!-1 o 11 lie. 1 i,..
Digo eu abaixo a s'fln da qj? entre
es n ais leus, que p usuo de manca
e ps-i-a potfn he hum P e li > de
le ra< do criar gal Or na Pregue/sw d Si" Jofed dos Hi/.. r-
ios; as-im como ouru Sitio dTomimdo
Monte d > i\ ^ro t 111b 111 .la niesma Ee-
tm^ti-, rojas ci iifro >t-co> cnua'io do^
Conpet. lites ti llO-, COJOS PiC-ii-is o- bou
ve de 111 acao nlre ouin>- 110 Inveotai o,
e pait.lha- que se pr<* ed 11 por o Jut/.o d.
Oilao, d. Yd a d S.nlo Aira dos bens,
q;n' fiati- do meo fi uado 'Via.ido e Cap
lio Mor Joio Ha. He L 1a : os qu.es Pie-
dio- d > meia te do prtmei. romo 4> Se
gon lo por mili te meu tfO'lo, e sem cons-
t'angimonlo algaiidoo m de em preco
rtinb.s iiiieliiie ele dil ronto e qoa.eiit > mil reis meu lili o J >-
i- Ni-p nureno Pas d Lira ; de enj .s
meaf eos de p.ed.o elle d id" se ii.dti
lo.'.rar ed.. s/or de I les mino seu que be li-
o., sendo de hoje p.ra aanipae ; p Inda
po.-se e ''o 1 r 1 o10 que n>!h* liaba n.ui fi o,
redo, e tiaspasto na p s-oa d m si o do-
ta lp, i-Oiada) Mmente obrigdo |or minba
mo le ciliar p-ra a Gallado eom s ma-
is herder is eom o preco e qoaotia arim-
d'cluada im que re b as am.l.ries d >s
Predios lis loi 111 da Le; e p -r e-te pro-
mello, e tneobigi faer a tolo tmnoo
mcsroo dote boro, firme, e valioso. E pa-
ra con-tir llie pa.-sji o presente, e u que
por cu i'o saber esori;ver p1 di m S 'gen
lo Mor Man el Texeira de A en Peis t es e pji mim fue-se e meu 1 og a 4- |
nasse, i"- ijii'l ui-'ignari 1 juntamente cu
mu le-leinunh ^ que |ire>euls *e arh ra
o SimboieaPed.oVeiboileM.il}, Pian-
risro Anlooio de Garvapio, eJiaqumi 'o :
7. de S .iHa A11 m. Sitio do JariPatia qua-
lo de i e ereiro de rol oit > reo'0> e ti in-
ta e qua'ro. En que t-te fiz e as-'g-n a
rogo da Sc.'hori Dona \biriin.a lo..quina ,
dus Prozeres, iMn.oel Tixeir^ d.- Ab e.i
Pe X itD, Fi'll'i'O Ailtoiiio do C-rvaibo,
P.d'O Velbo de Mello, Jjaquioi Joi de S.
Atina.
que elle abi f./. Qu p m -o> Dense*-, c-
\i*te.ti no seeuiu em q ie \ivemrs !
Poique sao lio ramseut'e os h .mus a
r. lidio e sin eridide ? Dire-me lia que
puriua depravcio naluial. C mas'bio be ebta a nica o. >g.'io d> ml,
lie veui da iaditorifio .le mi.itos P. is e
Miis. El!es se ent eieui diaute de seusfi.
Iho. e como a inale licencia lie op cea do
favoiito betatnbem a que forneco que ti
sem pro a m tai a di Citiveraapio. Naos.?
deveiiao eolluca s bteuanihe*, loais'qua
e\-mp!os de pied d .leju-iioo, de pro-
bidade&O.: liada de l .to; aqii.ll- fes b ||.
cerrla este be bum v Hi ,-o eoi'u.>tro
b-.im l.o.xeo s m le &r. Deata nuneira o*
111 timos .01, h. c itrios: antes d*: te. ouvioo nosnefer homi
TU tulle: que di.to se lites eonicqucn-
CU a
( Manual Moral. )
CAMI'.lS.
Rio de Janei o t de Selembio do 1836.
3o a CO v.
24a
h> M. B.
Oliro em huras..... 5;. a 88 p. c. 11
Doblos Hospanhne\ 23i)550
I^i80 a 1&400
I. ndres...........
Pa.i/..............
II.11..bil fi..........
lu
" lapa 1
Pesos.............
Moedas i\f. G'IOO ..
de 4000 .
I'rala.............
Cubre moedt de 80 is.
a plices de G pe, juro
ro.
1:^-00
6!K!0 a 7^)000
40 7,-50',', pe
|3 a 1 4 pe. de des.
86 7.a7.ip. c.
(Do Paquete do'Rio.)
vAuiznxniv.
Eurpides em G!ho de bou a eoraleja.
Deroo-lbeu> de bum f rr. iro Virgilio de
bum padeiio, H ra^io de bum liberto,
AV1ZOS PAElICULAR^v:,
O Srir. Jernimo J .ie re reir do Fora
de Tea-, (jii-rmo Diano de S-xta fera
anouiicinn q lere compraros t>>b saudi-
tiv s, aununciados em o Oa. i >anece en-
te, po le piocnr.ll i-*m O inda, casa ver-
de, junt > ao 8'b.adiiiho, q'-e dolna paia
0 B' mfim
?P* (J iem precisar de nm moco pi-
a cvn>> "le h.j< de i i de de i4an-
no,oqu.l li na.^or a .-11.1 conduca di-
1 i) se a Olm la a do Senbor C'o-
u.;;j Carneree, la leira dj S; ou annuo
ci .
3, Preri-a-se p ra Cidade di P,-ra-
ib. um cax-iro P t guez l-n lo de 12 a
l6 mu Hile idade indi iiieino na t.-u-
'1o pra'ir.i de n co io : na praya da I id^-
p 11 iencia loa N. M.
Tp* Pr. c a a dj um feit.r que en.
f nd dr p'anl c eos, o qu r. sUj i a-
dOt'kb.lll > d..iH-i G.1I0. a 6 ia i-oiidiir.irt : m inaNcva
D. 5 de|r( n'e ki G .1 teirei. o.
*&* lie tos 1 ubUa que os Srs. arre-
matantes dus qur. uta reis por ranada de
eon-u.nm > de .nI o- e aguas arden^ea ton
hito snutlai iiiju-iic.ii, como leja que es
Snrs. a> rema lano- lem posto m pi tica
una Lei fela a Ma v nUde e S-ti,faca6
que he eiit.ai p I is tabernas den 1*0 I t s
br. de Bra.e a coleilo o -sr. fien to Utt-
-


D 1 A
do ero tantas pipas, quero, posso e man-
ilo, naotenbo aalisfaga dar-lhe. Es
aqui Srs. Redactores o que nos desejs-
nos saber se os Sari. .rremalaotes do
contracto de quarenta reis esto auloriaa-
doi a por esta Lei em pralio.
Um inimigo dos imposto.
jrfr O abaxo signado f Si'. arrematante d'Ago.rJenle quedo 1 de
Outubio diante em deixun de vender o di-
to genero na sua t.vema na iua do Ro>a
lio larga D. 4-
Manoel Pereii*. Reg.
yy Joze Ferreita de Cunto fz scien-
te ao Snr. Arrematante da Agoai dente que
do de Outubro em diaue deixu de
vender estegeneio na sua laierna ua ra
do Ros trio larga D. li.
yy A | 200$ reis, sobre hipotecu em predio, an-
souncie par se tractar do ajuste.
jrjT Eusina-se Geo-raphia e Hi^oia
no decurso desles cinco meses de fd i*s ;
as pessoas quem convier apr- nder din-
jio-se- ra do R< sai o a>treit* sobrado D.
84 primeiro andar, que l achar coro
quero tractar.
fcjr A p ssoa que annunciou no Uiano
deSeita feua 3G da Selembro precisar de
lor$rtis cim hipoteca em umiesnava,
dando o ser vico da m ama pelos uros do
dinheiro, sendo que anda quti-a este ne-
gocio diiija-se a ana Deiasolnado de uro
andar D. 58,defronle da Botfca do Peixe.
ajqy 0 abatata asignado laz sciente aes
Arrematantes do consumo das Agurden-
les de ao por ceuto e de quaieili ris por
taada liquido, que a sua venda .-il* no at-
ierro da Boa vista D. 7 deixou de vender
Agoardente da trra do primeiro do mez
d Oulubrode i83G.
Antonio J^ze da Costa e 5*
Tjr Joze Francisco Collsrts faifcim-
te ao Snr. Arrematante das Agurdente*,
que desde o dia 30 de Selembro deixni de
vender o refer ro genero em sua taverua
da ruaDirtita D. a6.
jt^ Piecisa-s* de um preto captivo,
que enhnda de maceira, ou para vender
pi para o malo : na roa do Cordonii pa-
dsiia u. 43.
jrjp Aluga-euma pretafpara ofceivico
de casa : na passagem do Coi po Santo no
rimen o andar que foi escr ptorio de Joio
apti-ta Branco.
f^*" Antonio Ignacio da Roz*' com
venda na ra Direita D. /\5, fai sciente ao
Snr. Arrematante das Agcaidentes que
deixou de vender o dito genero desde 30
de Selembro de i8g6-
jry O Director |do Tbeatro lend de
fe-t- j'i' os anuos da Joven I'ahel t.* Rai-
nha Constitucional da He>panha, roga a
quem tiver o Retracto da roesrna Soberana
binda que sej.-vem ponto pequeo se digne
nnunciar por esta f. llia, para se faser
qualquer negocio, afirn de o poder i-pre-
sentar era secna no dia 10 do correte Ou-
tubro.
*jry Quem quijer dar 600$000 reis,
com hipoteca em doos escravos ora de
naca, Angola, idade 58 annos, cstwma-
do a sen ico de campo e engenho, urna
cabra de 16 a 18 annos, costureia, ren
deira, e engomadeira, pienlie de poneos
meze*, ficando opiemio pelo ser vico dos
ditos cscravos, e tambero se vendera ;
quem sssim convier proiure na ma do
Hozar io larga a fallar com Manoel Fereira
Reg.
msior parte da sua carga prompta ; quem
na mesma quiser carregar, ou r de passa
gem di> ja-te a ra da Cruz casa o. 17.
ARRKMATAAO.
Hoje Secunda feira 3 deOulubro se ha
de arrematar em Praca publica na rua
Nova em casa do Juiz do Civel da segunda
Vara, o Illm. Snr. Doutor Vavarro : um
sobrado de dois andares na rua do Aia-
gio, com um solio, por execucio movida
contra o Padre Joze Tueodoro Cordciro :
o- perten'lentes pod< m comparecer m di-
ta pra^a 110 rae*mo dia, as hoi as do c stu-
roe.
COMPRAS.
Urna Pq iens cuteira de urna so
fice anda mesino que seja de lomo : an-
noncie.
NAVIOS A CARGA.
Para o Havre
Sahe impreterivelmente at a?'de Ou-
tubro a Barca Francesa Virginia, Cpilio
Fuurnaire.e ttm ainda lugar para rooat
150 saccasde algodio : quem nell* quiser
cariegarou ir de passagem dirija-se soseu
consignatario A. Schramm.
Para o Araca'y
t/y Segu viagem, muite vtl'eira, e
b m conhecida Sumaca S. Joze Palafoi a-
t o dia 20 do mer df Outubro, p'-r tsi *
VENDAS.
Um negiinhade. 1 5 pira i6*nnos, co-
se, 9 faz renda, aem ico, parafoa da
leira: na rua de Santa Thereza D. 8, eo
motiro se d-r so comprador.
jqp> RicaidoEconomia Poltica, Adans
D-fcsa das ConsliluicOes Americanas, Par-
nelle Reforma finroceir, Hamilton s bo-
rneo* eos Costumes, Smith Rqueza d.s
Nac5es. Jaques o Fatalista, Rop Dl.eito
P. nal, Homero Miada, em Inglea, Oolds-
mith, historiada Grecia, fm dito, Dieo-
na.iolnglei. e Po.MRuei, e Po.tog.iez e
Ingler., modellos jara os meninos, I*le
macos em Francs, Porlog .ez, e Ing es.
EstiadaEc nomM Poltica; Jouff oy, Ui-
reilo Natural, Jeruialem de livr p'r
Tasso, Dutens, Eeonomia Poltica, h.ntre-
timento de Ecnomi. volitica, por Mada-
ma Mare : na r ac d. Independencia lo-
ia delivrosn 37 e 38.
1 jrp. 4 vaccas de leite que dao meia ca-
naeacada urna, senio a paridas de 20 tfl-
,,eoutrasp.enhes. entre as qu.e.uma
filh.do paso, e as 3 .ode lugar que: nio
differenca do, pastes d.qu.: na rua do
Oueimado lojade fasendasD. .
T ptimos licores de vanas quaJ"da-
d-s a )80a garrafa, pP mpto p-ra emar-
ricar par* foi da provincia: na ruada
Roda D i5,ladodosul.
sy lima prrta de-nacio, 2o annos,
bonita 6ura, sabe cosinhar, engomar,
lava de sbio, e Tai todo o servico oe urna
casa cm peifticio, m tnoleque de 1a
a i4*nno proprio de apender qualquer
officio e par* pagero por saber bem mon-
tar je tiactar de animal ravalsr -\ rua do
fogo D. 11
a/^> Urna pieta de idade de ao annos,
ba para ama de leite lendo pando de pro-
os dias, boa bjeeleira, rabe ensrooar,
engomar, e entende de cosinha : na toa
da Gloiia perto do Convento das Recolbi-
daseasa D. 3 >.
?jqaj TJm soliradinho na roa do Bom-
fim em Olmda i na rua de S. liento 45.
ipry L'ui rie-m Mioleque o(licil de sa-
paleiro, e proprio para pagem : qu- m o
quiser anr um ie.
XF* Urna cno grande de 45 palmo*
de cumprido, e roais i de rarreir., as quaes
esli defronte do Trem : na I ja ao 1 dv.
Si. Bandeira.
yy Sal do Asr de superior qu.lida
de abordo da Sumara S. Joze Palafox,
fundiada dtfionte da Lingoeta, ou u* rua
da Cruz ras n. i7,
j^ Urna molala sem achaques nem
vicios, cose, engoma, coMiiln.e fas doce,:
em Fora de portas no segundo andar na
casa do Snr. Diego.
ajry IJma canoa de carrea de 4 Pa'
mos de boca, e 3i de cumplimento, em
muito bom estado : ao p do CVpo Santo
n. 69, se dir quem vende.
?jrjp U n cavado alaslo novo d* pri-
meira muda, tero principios de ndares :
na venda de Manoel Goneal ves Pe reir no
beco da Lingoeta-
Sim ntesde vari-'S ortalicei, vio-
das fuamente de Lisbo* : no arma^em
do Machado, rua do Vigano n. 14.
ly. Um moleque de bonita figura, que
representa ter ii*nnos,pioprio para a-
p end. r qualquer ifi > = "8 rua do Amo'
rimo. 96, a.* andar. .
X*. TJir.t ueg.a da Co^la, sabe cosi-
nhar, lavar de v.rrella, e boa vendedeira :
na.ua Nova lojade ferragem D. 10, junto
do R.lojoeiro.
at-y- para f.ra da Provincia uma ne-
gra do gentio, sabe coMnhar, engomar liso,
e er,sal>oar : em Fura de Porta ver.d. de
Dioo Rod.igues pegado ao i. beco da
mat grande.
O. No Recife rua da Cruzn. ia ven-
de-se um. pequ.n. porcio de barricacoro
farellosdetiigo, comid. bo* para engor-
dar cavall '<. .
fc No pateo doCarmo D. I, pnme.ro
andar, em cas* de M. Chametton Rey.r
de Pariz, e acba uro grande sortimento Je
aintcs e supen-orios de gomaelast.ca e de
seda de umgoslo rauilo vana Jo, e que so
. 8Ua fabrica se pode encontrar cor loes
detodaaqu.lidade para segurar relojes,
ehengalas, e.piog.rda de W*J
no,, jogo.depistol.spar. CtH.r.., te
d'Jgibe.ra de differentes qualid.des de I -
gar, caixas par. abaco em^p-pello -de
pao, beng-l.nha, e chicol.nhoa do ultime
osto e elegancia, dif eDt-e objerloseni
madeperol.de umtrab4t o roa bem a-
cbJo, d,fftrene.bo.d.dosem emba-a
a>sro como romer.s, len0;.TC,lgr!:":",
tas desetimdedffe.entes feiios_ das m.-s
moderno espartilho. pa' SenhJi;a?";
tem bside p, ivelegio ero *'*'*"*;
/(| r 8. ,f,Mr os ditos e to
Cliometon se incumbe.,'*t* _
m. as medd.s a que'qr be,,r,J' C
queir. m.ndar fase? conforme o cor pe, bo-
mos g evo- e j- gos de c. ianc*. Mr < "'
mett.ro dsete d merecer a confiaoc. das
Sois. Brasileiro*, tem a bonra de preven r
o respeit-ivel publi. o que toda sua n
dade gusto med.rno, e ludo por piecu
commodo e invariaveU
tjrjp- 100000 pregos detodoi os tama-
nhos: na ruerna casa.
*W Um rete todoaparelhado. e enver-
nirato, duas barretinas novas b"> a"
peilr> fino, e outra de olh ado ambas pa-_
ra offi ial, as-m como um banda de la
em bom ozo : na praca da ind.pnndencia
loia n. i3. *-
Wumcavallode selb, novo, gordo,
e bon : em Olinda rua deS. B nio .
a/y Umselim Ingles, *m b^m nio:
j; mesma rasa cima.
ar^" Un eserato, e uma ecraWi que
repTe^em.o Jer 40 annos, e-r.ee .e o
g^tio.ngico, a ?. d con^ !
_ 11, ,; sitios, sein vhio
servem para o mallo. aVtr.
1 1 n ~ >ih r4*e 00 sui -
algum : 11 patio da fen>.'a
,,do'' Can-*
f/y Uma esclava crila com t-
nos de idde, sem vicio e nem molestia,
engoma, co'-olia o diai o de urna casa brm,
lera pi incipio de cotura : as 5 pantas so-
brado da esquina defronte da f risleig
ajC^ Na Tipografa fidedigna rua da*
Floies, e na loja d' Sor. Cardoso Aires,
tua da Cadeia 110 Recife ai ha se a endo-
a Coll-cclp d^s Leis da Assemblea Pro-
viic-l de |835 e 1836 em formato do
4. z mili legivel typo e bem conectas
a-simi'ino um grande sortimenlo de di-
versos I npeessos prop' 08 paia o Comer-
rio a Jnsiica, e Instrucio primaria, tu-
d > por pr eco cornudo.
ARRRNDAMENTO.
ArrendaS se, ou vendeme uro sitio no
Monteiionu entrar da 1 ua do Quiaho, e
umaca.-ano Poco, rua da Mangueira; a
filiar na prenca de algodi<>, ruada Moe-
d-
ESCRAVOS FGIDOS.
No da 2a de Junho d 1 armo corronle,
fugio um escravo de nome Paulino, mula-
to h.Hii alvo de idade de ^5 a 5o annos,
mastre de carpira e de faser assucar ; he
de es'aiura mais que msdis, ttm o cali-
lo corrido, o rosto um tanto descarnado,
cheio do cerpo, tem os dus dedos grandes
dos pez al^uma coma desligado di 5 ou.
tros; haalguma brobalidade de que. elle
exista, nos arrehaldes do Villa de Goinna
onde tem prenles : por tanto roga-se as
auctoridadespolici.es quesabendo do di-
to mulato pienlio-o, e remelio-o ao En-
gerido Pereirosda Fregu*'* de S. Ama-
ro do Jaboatao on le seiio pagas as des pe-
sas que com elle tiverem quando
nio se queirio dar a este tiabalbo an-
nunciem pi ra ser procurado.
XJP* Patricio, rlilo, estatua ordi. '
naria, secodocorpo, um tanto dentudo,
eos dentes compridos alvos e limados
bucos grossos, e revirados a5 annos de
idade, ejibirbmdo : fgido S2i de Ju-
Ih'i, escravo de Antonio da Mota Silvei-
ra Cavalcante morador no lug r d no.
minado PrpriedadedO Cedro, Fiegue-
sia de Tracunhem, e termo da Comarca
deNas.-reth da Malta: os aprehendedo-
res lerem-o so dito logar, ou a prensa de
Cordeiro Leite, no Foi te do Malto, que
serio generosamente gratificado.
SjrJT" And eso de Fian seo de
Amorim Lima, de naca baca, parece
crio o pela fulla por vir p trra, id 'de 25 annos, foi escravo de I).
Aun.' B'ibara de Millos molber de Ber-
nardo de Mendonca das Alag a* foi com-
prado, do dia a6, e fugio no dia 28 de Se-
lembro p. p., j o; corneta em Olila par
so introii'zir por forro, onde foi apre-
endido como cativo que era da dita 8r*.,
e elle o confe-sou i to lO das antes do an-
nunciante o comprar, que de todo isso
veio o annunriante as lunm Olmda on-
de o foi prorurar quando fugio, levou
vestido calca in-'nra de bi iiu transido, ja>
queta de sita hranea com palmas de co-
re', e um chapeo bi anco de pelo a mui-
to uzade, e levou ruis outra caiga de pa-
o cor de caf queirnado, j raneros no-
vo* de '"anegar agoa ; lema cor na5 mu-
to preta, estatura tegular, e na5 tem
birba: osapreeu ledores levem-o a roa
do Caldei eii o sobrado D. 5. que ser bem
recompensados.
*jjp" No da 28 dopnss d fugio o es-
curo crilo de nome Fr.-n isco, 0flici.1l
de sapaleiro, cojo escavofoi comprado ao
Su. Mauricio Zirania, morador no A*
rac.ity, levando vestido camina denuda-
pola, calca branca de setinela, jaquet-i
de ricado amarello, chapeo pelo, leudo
o dito escravo os aignaes r-eguiuies, sero
do corpo, estatura rc.ular, com cabinas
mios dos trabalhos, rosto aieio fula, e tem
o (icio de se embriagar; adver-se que lu-
a houtem encontrado no caininho da
ponte de Uxo: osap eendedoies levem-
o ao aterro da Boa-visia D. 63 ques-iS
generasamente gratificados do seu Iraba-
Iho.
Tabn: a niari chelas na Fgno i*
Petnambuco.
a4 -Segunda
- a5 -T:
o.
4 -
9
m
ih. 4i m\
a -15
3 18
4- i
4 54
5 18 *
fr- 8
Man.-
NOTICIAS MA RITIMAS.
Navio entrado no dia i*.
Rio de Janeiio; 25 das ; Pataxo Per-
nsmbucano, M. Joze Ignacio Pimenia :
farinba e mais genero* : M. G. P. Lim.
Too. 168.
Saludo nos mesmo dia.
R.|le Jan.iro; S. Aurora, M. Theotooi.
Joze Feneira: sal e mais gneros. ?**
sageiros a.
Philadelfia j B. Barca Amr. Governa-
dor VoenSchalloo, Cap. B. L. Jobnston:
assucar, e mais gneros.
pERN. NA TU'., DH M. F. FaRIA
ajb.


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