Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02361


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Full Text
ANNO DK 1836. QUINTA FEIRA
w
m
KM
.31 DE MARgO N. 72,
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PBR..A-BOCO, >* Tvr. db M. F de Far.a- 1836
axlAASinoiMANA-
28 Segunda Alexandrc M. Proc. MI enf. na Mat.
do Corp Snnio. Nao ha dea, ate 5 de Abril.
29 Ter5a8.BertoMoC.Pwo. ao" en na Mat. de
S, Antonio. _, e
30 Quarla de Trevas S. Joao Climaco- Proc. aos cnC
na Matriz da Boa-vs SI Uuinta de Endencas (gr.-arda.se do me.o .a tt
ao meio dia seguinie) S. Balmna V. L. cli as 10 h.
c 7 ni. da (arde. ,
1 Sexta da l'aixao I. de Abril. S- Macano. Proc do
Ent em varias Igra. Anniv. da Inst da As. Piov.
2 Sbado de Alleluia. s. Francisco de Paula.
:t Domingo de Pascl.oa S. Ricardo 13. Proc. da Res.
em varias lgrs
Tudo acora depende de nos meamos, da nossa pru-
dela" yS*JL energa ^^TSiS^
principiamo*. e .ere.no. .pnniado. con. admira
Cao entre as Nacoca man cultas.
Proclamado da Juemblea Oeral do BroiH
Snhaereve-iea lOOOm. mensae* pago, arfan lado
i. T/pograBa, e na Praga da Independencia N.
37 e 38 f onde e recebe... correspondemos legal."
sdas e annuncos; iaeariaeW e-te. *r.t.a sendo
dosproprioas..gnanles, c viudo ass.gnado.
CAMBIO.
Jtf.irfo 30.
J-aOndrcs, 89 De- St por 1 ctd. ou prata a'50
por cont de premio. __-
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Rom.
Franca 2+5 -240 Hs. por franco
|'.0 de Jan. fia 7 por rento de premio
Moedas de 64O0 I2,,600a l?soo
4.,000 7..000 a 7.0l>
Peaoa I"410
Premio da prata 50 p. c
das lettraa, por mes 1 2poro|o
Cobre 25 por cento de csconto
PARTE OFFIUAL.
PERNAMBUCO;
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta da 10." Sessa extraordinaria d'As-
sembia Provincial aos 26 de Marco de
1836.
Presidencia do Snr.\ Dezembargado,
Maciel Monteiio.
Estava presents 24 Snrs. Depilados
faltando com cansa parlecipada oa Sur.
Mena, 8Laurentino, e sem partecipagao
os Snrs. Padre Joaquim Rafael, Francis-
co de Camino, e Dr. Gomts.
OSnr. Prndente declarou aberta a ses-
sa5. c
Apresentou se e tomn assento o Snr.
D putado Leonardo Bizerra de Siqueira
Cavalcant'.
Aprovou-se a ultima Acta.
O expediente oonstou de bnm reque-
rimenio de Aflon-o Joze. de O iveira, e
ontio dos Peruchos, que fora a commis-
>n de petice-, e de hura officio do Se-
cretario do Goverrio comrnunicando, que
oExm. Snr. Presidente boje pelo meio
di.i receberi a Commisa6 da Assera-
blea.
O Snr. D". Brillo reqorrro, que se
lessero osauhog.afos, que liisfi serapre-
zenlados ao Exui. Snr. Presidente, o que
nendo satisfeito, i-uirou se a commissaS
nomeaua. .
Fez-seasigunda leitura do pronto Snr. Padre [Vlanoel da Fonceca, que Coi
julgado objecto de deliberaca.
O Snr. Francisco Carnefro reqnereo,
que se n* l.i.tasse de questsS algoma in-
cidente, seno que n esteja preenxidos
os fins para que foi convocada esta stssa
extraordinaria,- e foi regeilado.
(1 Sur. Barata requereo, que, s-e chava a ., .,aa,i,,
ioSnr Manoe Zef.rino s Santo* \* da 11. sessaextraordinaria aos 28 de
ntabse oSnr. manoei ^uirr *_., '%.,.._ Bh Presidencia do mes.no
tractava os seus escravos quemando os
at com logo, como acabava de praticar
com huma sua escrava, que a qotimara
qoasi toda; e resol veo a Assemblea, que
rove.tesse aqueixa ao Exm. Snr. Pre.M-
dente por lhe competir o conheciraento
desemelbanie fado, como bavia p.oposto
a romnii-S.
Entrn em segunda discussaS o artigo
I. do projecto n. 1 ; e a meza vieran as
seguinH-s emendas additivas do Sor. Pei-
xoto-S exercer as de mais funecns po-
liciae., que peiUncent aos Juizes de Paz -
do Snr. Dr. Mendesaecnssente-se, de
dissolver ajuntamentos perigosos, e ron-
dar os lugares, que convicr para nelles
manter a .-eguranca individual na confor-
midade da*teie-doSur.D. BaptizaEm
cada villa baver hum Perf.it" &r. com
ettribulcaS de fazei Corpo de deliclo-con-
e'uida a diaeuttaO foi approvado o art., e
repeiladas as emendas.
Passou-se a discussa do art.; e o
Snr. Vieira de M'Mo oflerereo a seguii te
emenda supiirm--se a p*lav.as-porem
de .'eus despachos, ou mandados dar -
gravo de instrumento, sem su.-pensa pa-
ra a R-Jaca desta Cidade-e ten-lo-se pe-
dido palavra; declarad o Snr. Pnsiden-
te adiadada a discussaS pela hora, e deo
para ordem do lia da futura sessa COOtl-
nuaeafi da s Runda dacunnfi dr, projecto
i-.. 1, e pareceies de commissao sobre as
postaras daaCamaradeNar>th, Bonito,
eSerinli-m, e levantou a sessa pelas duas
horas da tai de.
Thomaz Antonio Maciel Mouteiro,
Presidente.
Dr. Francisco de Paula Baptista,
2.0 Secretario.
Luiz Rodrigue! Selle.
Secr. Snpl.
[HMC -......- .
a tomar assento ; 6 reauheo a Asaproblea,
e |l,e nao aprowildva aelleic.au por es-
tar pronuociado n'aquU <'p0C4'-
Omesmo Snr. Barata requereo que se
cbatna-st.n Oi Depulados Su'pplent.s para
-e preeacber o numero de 30; e o Sor. (
Padre Gama que-se cbamas-em os Ue-
yaiados do munero, que na6 te.n com-
Crecido a eU se-sa ; e na falta (lestes os
Suplentes, O- quaes reque..mentoa en-
trando em dUcu-sa. res,.lveo-se que fosT
sem chamado o- Deputadoa oranos, e
na sua falta os Suplente.-.
P,incpiou-sea ordem do (lia pelo pa-
recer adiado dacommi-sa de Jostica CIV.I
e crim-nal sobre a queixa que fez a Carna-
da Villa de Flores contra o |u d
ra
ni
Jmiiw pe
lo Antonio de Cique
na
Carvalho finto
\fnma trucldde, con que
'M-rco, aoh a Piesidencia do rneamo
Snr. De/.embargador Maciel Monteiro.
Pelas onze horas da manh feita a cha-
mada, acbarafi e presentes Mmente 16
Snrs. DepiHados. a sab-r, os Snrs. loze
Ramos, Padre Rf Vad.eQaroa, Dr. Mendes, Joaquim Fran-
cisco, Dr. Francisco do Reg, Dr. V!on-
U.IBD, T.barb.nn, Vaz Salgado. Dezem-
lrpador Luir. Francisco. Dr. Bulo, Dr.
Gomes, Dr. Batuta, Dr.Chag^s
O Sr. Presidente nomeou ao Padre Ka-
f..el para occopar o lugar de 2. Secreta-
o por faltar O I. c os dous suplentes; e
como sen,5 completo., o numero nece=si-
rio, n.i houve aeaaa5.
TKomaz Antonio Maciel Monteiio,
Presidente.
Dr. Francisco de Paula Baptista,
2. Secretario.
Luiz Rodrigues S<-lte.
O Dcpuiado Padre Rafael
EXPEDIENTE d'aSSEWIILEA.
Illm. Snr.Tendo a Assemblea Legis-
lativa Provincial resolvidoa requerimeuto
de um dos seus Membros, que se peca ao
Exm. Presidente da Provincia, a copia do
Regulatt.en.o da extincU InspercaS do
Acucar, e mais disposices respeito. As-
aim o partecipu a V. S. para levar ao co-
nh'cimento do mesmo Bxro. Snr.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Pernam-
buco 28 de Marco de i836. Illm. Snr. Vi-
cente Thomaz Pires de Figncredo Camar-
go, Sec.et.iio da Provincia-Dr. fr.an-
Ccode Paula B.ptista 2. Secretario.
Illm. Snr.-Tendo a Assemblea Lgis-
Utiva Profincial resolvido requerimento
de um de seus Membros, que se officaaae
aos Sr. Deputados, constantes da relacao
inclusa, para viren, tomar assento. Anana
ocommunicoaV. S. para faer presente
ao Exm. Sur. Presidente da Provincia,
fim de d,r as providencias, que julgar
convenientes- .
Deos'uardeaV. S. Secretaria da As-
amblea Legislativa Provincial dePern.m-
btaCO ,8deMa.odei836. Illm.S.r.V.
T. P. de F. Camargo. Dr. Francisco de
Paula Biplista, 2- Secretario.
Relacao dos Snrs. Membros da Assemblea
Legislativa Provincial de Pernambuco,
que fallaS a viiem tomu- assento.
Padre Francisco Joze Correia d'Albuquer-
LooreO Bizerra Cavalcanli d'Albuquer-
Joze d'Albuqoerqae Cavalcanli.
Francisco Honorio Buerra Cavalcantl.
Dr. Urbano Sabino Pes-oa d Mello.
Pad.e Joaquim Joze d'A/.evedo.
Antonio Cavalcanli d'Albuquerqne.^
p^dre Ignacio Joaquim de Santa *nna
Cai'dcZo,
Dr. Man. el Francisco de Paula Cavalcanli
(i'AH'ubue.que.
Padre Manoel Silvestre d' Arai.)o.
Secretaria da Assemblea Legislativa Pro-
vincial He Pernambuco 28 de M-rCO d
.836.--Rufino JoeCo.reia de Alme.da,
2. Official.
Um Snr.-A Assemblea LegislitT*
Provincial, tendo app.ovado o Parecer
da CommissaS de Justica Civil, e Criminal
Dr copia incluso, dado sobre o ollicio da
Cmara Municipal da Villa de Flores, que
acompauha j no quil se queixa do Juiz de
HAliTIDA DOh COKHBlOa.
Olinria_To Goiana, Alliaintra. l'ara.l.a. Villa do Conde, Ma-
111,11.ii.i|ir. Pilar, Iteal de S. Jofio. Hn-jo d'Areia.
Kainha, Pomlial. Noi de. Son/a. CMade ito Natal,
Villa- de (ioiaiini.ilia. e Suva da rrinei va, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquir*. Monte mor noo,
Aracatv Caacavel, Canind, Orania, Imperatria,
S. Bernardo, S. Joao do Principe. Sol.rar. Novad'
Elltev, leu, S. Alatlie.n. Keaclindo f-an^ue, S.
Antonio do Jardim, Queiera.nohiin. Parnahiba
Segundas e Sextas le ira ao meio dia por via da
Paraba. Santo Antao Toda aaqnia**i feiras ao
meio dia. GaranliUM, eUonitonos lia 10 e S4
de iada mez ao meio da. Flores110 dia 13 de
cada mea ao meio dia- Cabo. Seri.ibaem. Hio For-
mozo. Agoa Freta e Porto Calvo- nos dias I, |1
e 21 d- cada mez- Serinhoem, Kio r-ormozo, e A
roa Preta-Seeiiiidas. ftiiarla. e Sexta* t'ciras.
Direitodaquella Comarca: manda remeU
tel o a V. S., para leval-o ao conhci-
u.ento do F.xm. Snr. Presidente da
Provincia, a lira de lhe dar a execucaS,
qnejulgar conveniente.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da
Ai-sembba Legislativa Provincial de Per-
nambuco 29 de Marco de 186. Illm. Sr.
V. T. P. de F. Camargo, Secretario da
PiovinciaDr. Francisco de Paula Bap-
tista, 2. S.creta.io.
Parecer.
A Comm'ssa de Justica Civil e Crimi-
nal a que foi encaminhado, hum otlicio
do Exm. Presidente da Provincia, co-j
brindo oulro da Cmara Municial de Pa-
h. de Flores, que denuncia do Juiz de
Oireito d'aquella Comarca, Carvalho de
Siqueira, por este haver tratado com si-
vicias huma sua escrava, queimando-a
quazi toda, he de parecer, que se rever-
ta dito officio ao me'.io F.xm. Snr. Pre-
sidente, a quem dve competir mandar
ronbecer do fado mencionado ; %isto que
ca.la de Lei de primeiro de Outubro
de mil oito centos e vinle oito Artigo cin-
coeut 1 e nove a quem se refere a Carmar
Municipal nao tem porfim auctoriza es-
ta Cmara a tomar conhecimento de ac-
tos semtlhantes, e somenle prevenil-os pe-
los meios que forem indicados pe-. ies-
pecliva Cmara Municipal. Passo da
Assemb'eas Legislativa Provincial dfl
Pernambuco vinle t.ez de Marco de m.l
oito rentos e Irinta eseiVieira de Mel-
loDoulor ChagrtS-Peixotode Brilo.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
O Ministerio nao foi, como aqui se da-
se chegada do Paquete, substituido por
novos Memb.-os : ficaroS es que existiaS,
a saber : os Snrs. Limpo de Abreu na Ju^
tca. Casto e Silva na Fazenda. Lima e
Suva na Guerra. Entrn o Snr. Salvador
Maciel p.ra a Ma.inba, e o Snr. Joza
Ignacio BorgeS para o Imperio, e interi-
namente dos Etrang.iros.
Bata va com posto para aef impresao naa
paginas do noaao jornal o artigo do Flumi-
nense N. 51 em re.-posla oulro Uanscrip-
10 nesta folha; e como igualmente os Si.
Re.lartores do Peridico ConstilwcSo e
Pedro ?." o enviailo para ser Irai.sor.plo
no .-cu N. 6, qne h-.jese deshibuie coma
nossa folfaa, e ape-ar de Ibes bavermos de-,
clarado que bia ndlir impresso no mefmp
dia, nao se dignarlo reti.al-o, tomamos a
resoluefo decnnlentarmo-nos com aquel-
la pubi.cacio, e de coi.fe>armos que fo-
moa precipitados na censura que fizemoa
ao Governo respeito aos negocios do Para,
e Rio Grande, e hoje eremos que a laUa
do m0i depositado cm sua n.io, e#quo


DIARIO DE PERNAMBUCO.
derio lugar a chegirem a^uellaa du -s Pro-
vincias bo estado que temos visto : A part.
Iha do homem o erro ; e o'posso foi n s-
cido do amor da patria, pois desejava-iuos
que aquellas Provincias fo.--senT-socoriiil.ts
com a rapidez dos males que sofrio ; temos
bastante Uocilidade para nos lelratarmos
todas as veses que rn>s fierem conhecer o
erro em que cahimos.

PAR A\
ARTIGO D O Tirio.
KJm. e F.xm. Sr. Tive a honra r!e
receber os dois oflh os de V. Ex. de 28
de Novembro prximo passado em 1 5 de
Dezembro subsequente em que fundi.uao
neste Pilo os Navios que conduzio a
Brigada que V. Ex. mandn em auxilio
rt'esta Piovinri.. em virtude da rdem
doGoverno de Sua Mag-stade O Impera-
dor. Estou convencida que o genio do
mal, qi e aflige esta Provinc-a onda re-
vnando por todo o Imperio ; vollanclo a
ella como seu mais prazenteiro arito ; rr-as
aperar de lodos ns seus malignos ixforcos
que abi foi empregar. V. Ex. venero
tbtlos os obstculos; e se se tifio aprezentou
bur C^rpo que no momento podesse en-
trar em operacorns o que veio em pouro
tempn o e-tar ; porqje seus ChefeS e to-
dos os Ofhciaes se esmirio pelo conseguir;
apezar dos cxto'vosque encontio ja pelo
ardente caler, j pelas Tr >voadas, o mes-
mo pelo mo terreno ; tudo vencei a sua
eficaria. Nenhnma Tropa se pode apre-
xentar maisbem fardada, e equiparla ; be
penna que o Armamento niosej do rars-
mo adarme; e en peco a V. Ex. huma
Balleira do Adarme treze, porque hein-
para trazer gado da llha Mexiana, paiao
grande numero de doi ntrs ; o mosmo pa-
ra a Esquadra e Trepa quecstao a quatro
niezis a salgado, e leemes ; n-ais fui to
infeliz c< mo fica refei ido : levava tambero.
ofii- io para Marapa que fici a mai e mei
da I'ha Mexiana ; para seren dali dirig1-
ilos, armas, e earluxame, afim'de verse
ai 011 Macaj junt.M o genle que viesse
b..ter a contra cosa da Hha de Maraj, e
restiluo as Auilmrdades lega es na Villa
do Equador ; bia lium destacamento da
Brgida de Pcrnamhuco para coadjuvar ;
ludo se mal logrou ; felizmente o Brgue
que hi.- pnra roruluzir o gado salvou a
gente lola.
Dos Cuurde a V. E\". Bordo da Fra-
gata Campista Soria na Bahia de Sanio
Anlonio no Para 9 de Janeiro de i83o.
I Im. e Exm. Sr. Francisco de Paula
Cavalcanli da Alhuquerque Prezidente da
Provincia de Peruambuco. Manoel
Jorge Rodrigues. ,
INTERIOH.
crivel a rauncio que se gasta logo que se
entra em operaee-, Rcjot-bi conjuntamen-
te a rellacio nominal dos Officiats da Bri-
gada, Mappa da sua finca, e o das Mu-
nicoens de guerra, rellacio dos medica-
mentos ea dos artgos que foi o entregues
ao Capelln da Brigada.
Agradeco infinit. mente a V. Ex. as
'-municSes de b- cae guerra, e medicamen-
tos que rae enviou ; nao se engaando V.
Ex, que aqui de ludo ha va puuca abun-
dancia: apezar de que o Exm. Preziden-
te de Maranhfotem sido incan avel erosoc-
correr-rios Cbm tudo ; mas ser iir.possi-
vel augmentando-se tantas pracas poder
Miprira tudo; e niesmo em Camela, sus-
tentculo da LegalHade, por nao poderem
descer o- Barcos do Certio por falta de
coml'oio 1 st. a tocando a fime, e nao po-
diio nftndar b*ter alguns pontos dos re-
beldes por falla de mantimentos. Rece-
bi os quarenla contos de res em prala,
que entrarlo na Tbezouraria da Provin-
e-i ; continuando Luil Ignacio R b-iro
Roma, no exercicio de Commifsaiio Pa-
gador pa^i que V. Ex. o nomiou 5 le-
cebendo elle do Tliezouro por s-u pedido,
oprecizo para o pagamento da Brigada,
e dando rontas deuois; e do mesmo m.i-
do 6ca5 enpregados os dois Escripturarios:
Julgnei p'reciza esta ptovideneia para po-
der pagar Esquadra dois mezes de Sold,
estando alguns Navios pagos al he ti fim de
Mrco e hum Ihe o fim de Fevereiro pr-
ximo passado, e esta Fragata athe Junbo
incluzire; por que veio ltimamente da
Corle.
Os Brigues Calliope ficot diacarregado,
em 31 de Dezembro prximo pascado, o
Hercules a 7, e Mafhilde a 9 do correte ;
*)S Gapiles quereni contar os das Santos
e Domingos ; naquelles, e mesen o restes
trabalboue alguns das :. porem s Cum
huma lancha capaz de desrarrpgar ; o
inui'o servico (pie altender ; a coi rente
das ra*te- mui f-res em que nada se po-
de fazer ; asertivas, que por nao se per-
dere/n os*gen"ros be piecizo suspender
descarga e mesmo o pouco lugar para re-
ceberos gneros occazionon tanta demo-
ra. O Comboio como fica dita chegou a
i*1 de Dezembro : o Brigoe Mathilde
tronce trez)ntas arrodas de assnrar por
sua conta que rae offerecco para compra-
la^. Recrbi os quarenla remitas para
. JVIaiinlieiro-. O ibigiie Piraj dco a cos-
ta no baixo do Cabo de Maguary, uu
Aei se pelo mo pratin-, ou pelo que ;
mandara o em conserva de hum Uiigne
E!lesnao sao a N.c-.5 !
D-sgraca 'ament (dase ha dias o Cor
rejo OlT1ci.1l) urna grande psrtf dos jorna-
ps converlem a liberdade da Imprenta em
sen mesmo desend to, e por snas conti-
nuas e leprehcnsivris personalidades des-
CO.-I&5 os br>'is funrcionanos e anarl.'O fio
SerTCO Publico aquelles cidad->s que por
fpus talentose virtudes deveiiao ser cha-
mados a fa/.'-r paite da AdministracaO.-
Quem que so ler esta tirada nao julgari
qoeoseuantor cum moralista de | lpa,
cuja prnna nunca se mulhou no fl da ca-
lumnia, que nuti'-a empregou persona-
dadesecuios escnlo*respiio,-emp'ea sua-
vid-de da virlade e da tolerancia ? .' Quem
nao acreditara ao menos que o- que Ihe n-
comendar o ser mi foro sempre respei-
Ifldorrsda dignidade e da fama dos outros
e bonradores dos cidados probos capaces
de spi-chamados a fiser ou que fusio parle
da A'lininistraco ? Pois nadad'islo: o
pricnciio o 1 x-ivdvtor in rapite da mu-
Ioca eactualmente do hb > Fluminense, e
haata; os segundos sao aquel'es que lem
tentado, se nao levar a Monarqua a sepul-
tura, a menos ACHICHELVL A !; sao
aquelles que desacreditaiio classts inteira';
sao aquelles para quem nada era boro e que
ensinro a queb ar todos o* 'o da subor-
dinacioe do respeito. A'vista d'i>t>, pa-
rece que 'jada mais cumpria diser para
mostrar que nomcrecem altencio os que
lio vergoa mente e> to em conttadicio cora
seus prcpr'os actos, com seus proprios es-
criplos : romiudo, como o que elhs pre-
tendem surprehender a boa fe do Publi-
co, nsiutgamos necesstrio alguma coi.-a
diser mais a estes hypocritas, para seren
ao menos avahados pelo sen justo preco.
Deixaiemns o primeiio. poique nos neo
merece coosderacJo, e (ataremos dosse-
cundof.
Tem si lo at boje a caracterislica de to-
dos os nossos bomensda Revoluc > um >>-
dioinvencivel aos que contra el les eropr-
go as mesmas armas de que elhs se sei vi-
rio para tiando alias
em sua ctndu verdadeiramenle azados para nos dareni
rasa felicidad* e grandesa que nos promet-
erio eque lo grandes sacrificios nos tem
cutado. Para se elevar, sacrificarlo a
moral publica, assas-inario os principios
cardiaes de'Administrnco e elementos vi-
taes dd Ordem social. Elevados e des-
roenlintio na pratica o queprumetteiSo ira
mis theorias, chaf.irdando-se era raaiores
vi ios, requintando procedimentos que
#censuraro ( e rensurario sem piedade),
eil-osa enfurecidoscontra os que, como a
muther do Pretorio, lliesdizem : E tu
iio e"ras da mesma sucia ? E para ti que
tanto arribamos ? Mas sobretodo admi-
ra que elles desde logo confundi a sua
causa particular corn a Causa Publica, e
com o maior despejo apregoem perdida a
Naci porque lh?s pozrip palele vista
do Mondo sua inaufficienca. Qoalsera
ca'i-a d'i lo ?
''"gilavamos e trab.ilhavamos por des-
cobrl-a, quando por acaso leudo a Obra
de Reyner Considerace sobre o Egv-
Cciilrm s o spgninle pniagrnfo : E*-
les homens que um concurso de circuns-
tancias arrnjou a um ih^atro em demasa
vasto e desproporcionado c-m os sus
meios, npcessariaoiente, para darcm se
valor p mnsearar sua fraqorza, procura
identificar sua cau'a rcm a Cansa Pub'ica,
e por isso Cansa respeilavej. Nascidos e
criados om nina arena ignobil e e.-tiangei-
ra arte de governar, mas bern longe de
se avahar e confssnr sua inopia, elles pr -
curag Sptjiitir o vu'no cpm quadros fasto-
sas e rom tmnnnciot, de grandes resoltados.
Esta tartica foiem todos os I un pos empe-
gada. P psnerialmentp pelos charlaiio^
poticos qpp as rev lurcs v- m tlWCer
Mofrer. Duridar da infalbidade d
CrnmweB e dp Robespierre < ra rnn-pirar
entra a Inglaterra c contra a Franca .
Estes brmens nunca ppresentr?5 os s^us
interrsspssms remo intpreses da N*co;
nunca amer-rra os teuain'm'gos porque
ridirolisavaC a tma Admini-traca, tnas
sim por qne pi tiirl-av a Ord^m Publi-
ca e promov ."> a A nai quia. Torb aquel-
1p p em qualqi'r parfp qne cenan re a ron"
duela dp taps homens, ou que nafi parti-
Iha tilas opmiocs, ou que n*o adula fir
virios, ]opn indigtado romn faccioso 1-
nimign dn Estado. lropp|'dor d-sleise
destruidor da Soriedade. F. razan lm el-
Ips. pornue, desono Ihe arranca a masca
ra, o efmero edific'o (Ip urna gloria n-
sii'pada p-bnK)i-SP, o a sna queda l>nlo
mais verponhosa, quanlo a sua elevac:- foi
extraordinaria.
(Do Selle d'Ahril.)
*f^ Segunda frica (af) ebegon do Pa-
ra a Escuna mercante Lana. Segundo
cartas fid*difnas que vimos, as noticias
densa infel-z Provincia nao sndo ta sa-
lisfatorias quanlo ('preci-o para augurar-
se o b-pvp reslablecimento da or lem, na5
s com ludo desfavoraveis.
O* Cmetapiises de acord rom os ami-
gos da le^lidade em M"j atacaran o bi-
erro ah os rebeldes, asserhoicara se de
Cayrary onde psles sp achava fortifica-
do'-, p tomarao-lhes os nossos urna p'ca de
arlilhara, e 25 granadera. persegnin-
do-osal o canal : em Moj fieava a reu-
nirs nossas fnr^is mis gente d'esse Dis-
Incto. Os Abaitenses dera um assabo
um dos pQnlosde Marai, destrogiraS os
rebeldes que o guarneciiS e tomaraS-lhes
tres a quatro contos de rpjs em fazendas.
oiro, e prata, e tambem 36 rabecas de ga-
do ; porm retirara-se, depois de quei-
marem as rabanas que ahi linha constru-
ido os inimigo-, por nao ser a f nca snf-
ficiente para ficar eslacionadr* n'esse ponto,
que poderia ser atacado pola gente dos ou-
lro.
V-se pois que bi mnlo lempo que jo
os I raros, e benemritos de Gamita, e
Aball seerrppnhaS a favor da leg.didade,
e mostraS exforon contra etsi horda de
harbaros que tem devastado urna das mas
hellas provin< as do Imperio. As forcas
auxiliadoras que se achu soh o commando
inmediato de S. Ex. o Sr. gues, tanto de-la Provincia como de Per-
nambuco, nada mais fazem do que a g-
mentar a caresta, que ali se solfre, de
modo que antes parecem preiudicar do
que auxiliar a causa da Ee. E tal apa
thia a auem se dever imputar ? As tro-
pis? N.-5, pois conhecido o valor dos
soldados Maranhenses, e Pernamhucanos:
aos Chefes deve caber a imputaca de i-
nercia ta6 vergonhosa. Por que rasan dja
estrategia se encautoaria em Tatuoca a <#>
pa Maranhense, expos'a aos al taques de
furiosa iprdemia quando em Camela, e
Ahat.se acossava o inimigo ? Porque se
feixa as forcas Pernamhucanas n'ouira
Ilha a ttulo de se exercitarem alguns re-
crutas quando vernos os digrms Abaiten-
ses abandonar um mui importante ponto
em M a raj por falla de genio, e muni-
ca ? Por que motivo se na5 reunem es-
t.is Torcas relegada-era pestferas Ilha*pa-
ra pxecular-se de coiicrrlo com Camela,
e Ahait alguma operaca importante, co-
mo a conquista de Maraj, que asscnho
reada pelos nossos daria a grande vanta-
gem de abastererde carne fre-ca o nosso
exerclo, e armada ? E qnp diremos das
continuas perdas de armamento, muni-
do cm rasi<5 desla mrsma talica de tudo
enlicgar providenoia Com a letirada
dos Cbefi s Rodrigue--, e Taylor da Cida.
de. delibtrada em Conseibo militar, pP"
demos rtilhai'ia que se ptdia ter cond, "
zido, bal-iras, caixa de iti>ti lmenlos cj"
rnrgicos, faidsmenti-, machados & : ^"
dco se quazi avi-la da Esquadra um'naT*
carregsdo de armas, e mniices no vall
de 50:000^000 rs., e de cuja partida 0J
rao Para h,ra avizadoo Sr. Taylor, pT"
da que nao s( irruamos si se tvesse'ma>n!
dad0 u'' das mu i tas cmbirrac5es d
guerra al estacionadas proteger entrada
de tio impo- tante Navio ; pe demos a n0u-
ro o Brigue Barca Piraj, talvez por nao
ser este vaso propn'o para a rommissioa
que ia, a> menos sabemos que o seu ('oni-
mand;nte(YJmede) dissea ao recebera
drdetn de paitir para oJugsr em que teve
o desgoslo de perder pe'a segunda vez no
Norte o barco do seu commando que an-
te-i o mandassem hater-se com urna Forta-
leza d.. que ir pas-ar por lug* es anda nao
bem eonhecidoa ; perdemos ultimamen-
lelamhnia melhor lanxa arlilhada que
llnhamos por se mandar impreviden-
temenlecondusir nella pecas de um pezo
com que nio pod.
Eser de ci erque tantas perdas Ipnhio
sido causada por simples fatalidade ? Si as-
sim for, queirio os Cos propiciar mais
as nossas oprraces, pois que em verdade
os defensores da ordem, e legalidade sio
mais dignos de sua proteccio do que esses
barbaros, e esfaimados tigres, em cujo
p-oveilo lanas de.vantagens temos soffri-
do sob o mando dos Sois., Jorge Rodri-
gues, e Taylor. .
(Do Americano.)
DIVERSAS REPARTI)KNS.
ptodepoisdi balalba de HeliopchS eu- j (5e<, e pelrcxoa de guerra, que temos t*
L
JUIZO MUNICIPAL D'OUNDA.
Illm. Sr. O reclor do Jardim Bo-
tnico representa-meem ofljcio de-ta dal-
la, que por vezes lem acconterido nesles
ltimos das, que entre o grande nume-
ro de pessoas, q::e tem conconido a ver
o mesmo J rdiffi, tem ha vi do afumas,
que tem arrancado, ou quebrado plantas
e feilo outres iguaes estragos; pelo que,
para prevenir a conlinuacao delhs, re-
quisita-me as providencias policiaes, que
esliverem ao meu alcance. Nesles ter-
mos, por que me pareca atlendivel asna
requiS'(;o, visto ser Publico aquelle Jar-
dim, ecorirem por cunta da Fazenda
Publica todas as suas despegas, exijo de
V. S., queem quanto durar a Festa haja
de mandar para aquelle logar lies G. N.
e um Cabo, os quaes .serio obligados im-
pedir os referidos estragos debaixo das
in^truece--, que Ihes der o mesmo Dire-
ctor, fazendo Ibes V. S. ver que o exacto
desfmpenho deste, e de outro qualquer
servico, pode muito b?m con- iliar-se com
a atterio, e respeito devdo s p"soas, as
quaes, podendoser presas era flagrante,
quondo desobedecm, ou resislem Or-
dens legies, devem comtudo ser sempre
bem ti aladas, e respeitadas.
Deus Cuarde a V. S. amitos annos.
Oinda 28 deDezembio de i835___Illm.
Sr. J'iaS Paulo Ferreira MajorComman-
dantc Inlirino do Batalha de G. N.
Doulor L"urenco Trigo de Loureiro Juiz
Municipal.
Illms. Srs. Achando-se impedi-
do nao s o Juiz de Direito Cbefe de Poli-
ca, mas tam'n-m o Juiz de Direito da
T/ummarca, e consequeniernente compe-
tindo-nae, por virtude do i." do ai ligo
35 do Cdigo do Proces'o Criminal, e ar.
ligo 7. do Decreto de i5 de Outubro de
1833, exercer no Termo, em quanlo um
(lellis nao se arhar dis-mpdido, as func-
c'-s dr: um, e outro, entre as quaes, e as
de Juiz Municipal observa se alguma pe-
quena ncompalibilidade, faz se por isso
iniater que Vv. Ss. nomem, na confur-
n-idade do artigo 33 do mesmo Cdigo;
quem me substitu no rehuido Emprego
de Juiz iWinicipal < m quanto durar o men-
(ionado impedimento.
Deus (iuarde a', Vv. Ss. muitos annos.
Olinda 30 de Dezembro de i835. Illms
Sis. Presidente e Veriadces da Cmara
Municipal. -- Dilor Lourenco Trigo
de Loureiro Juiz Municipal.


DIARIO D E i E R M A Al 15 U C O,
Illm. Sr. A V. S. remello in-
cluso por copia o Edital dB Gobern da
Provincia de 17 do eorrenle mez, afim
de q'ie V. S. o f*ca publicar em lodo o
seu Dstricto, para que, chegando no-
ticia de todos os seus Dstrictanos, possa
esse Juizo, noim dequinzedias da dicta
publicaca, proceder novo recrutainen-
tp, rcgulando-se pelas instrueces, que
tambero remello inclusas, e s quaes c-
crescento que osRecrutas, queme fr re-
metiendo, devein vir accompanhados de
ofl'icio, ou guia competente mente asigna-
da, em que se declare seus noays, ilade,
estaco, profissaS, ou em prego, e compor-
tan rito ; bastando que me rermtta ateo
numeode seis, que rom dos que esse
Dislricto anda deve dar quanlo ao nume-
ro, que em 12 deSetetnb o prximo pas-
cado requisitei a V. S perfaz o numero
do cito.' Aproveitoa occasiaS para lem-
brar a V. S., que o tempo urge pela
prompta remessa do mappa da populacsG
desse niwino D st> icio, o qual com oulros,
queV. S. j remellen, Ihe f'i lambem
requisilado por mim m i9 deutubrodo
corrente armo.
Deus Guarde a V. S. muitos annos.
Olinda30 de Dezembro de i835. II-
Jm. Sr. Antonio Simplicio de lanos Juiz
de Paz do 1. Dislricio. Doulor Lou
renco Trigo de Loureiro Chefe de Polica
Interino.
Igual para todos os Dislrictos do Ter-
mo com algumas alteraces subie o nume-
ro de Retinitis j dado, e recommendaca
de antigs requLcQes.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he a mesma do N" 68.
CORREIO.
As pessoas interessadas nos Autos ab'ixo
declarados, vindos do Rio de Janeiro,
(liri. AdministiacdS do Correio pa-
ra depois de pagaren os i esped vos por-
tea serem remullidos a RellacaS desta
Provincia.
Autos de Revista de Francisco Alejan-
drino de Mello.
Ditoenlre paites Os Admini tradores
da Casa de Smitt &
Lancasler, con os da
caa de Thomaz Ja-
cobe Lancasler.
i Anlonio Muniz Pe-
reira e Nicolao Olh
Bieber &Corop.
t Joa Pereira dos San-
tos e nanoel Joze Pe-
reira.
t Pedro Jt>ze Gomes
d'Ahreu, e Manuel
Alvares Guimaraen*.
N. B. exitem mais 3 Cartas seguras re-
metidas do mesmo lugar aos Srs. Joze
Freires Maciel Alcanforado, Joaquim Ma-
noel Carneiro da Cunha, ea Manuel Jo2e
Vieira da Silva.
O Brigue Ligeiro recebe a mala para
Lisboa hoie(3i)as n horas da manhia.
__ O Pataxo Gratid' recebe a malla
para a Bahia boje 3l do corrente as n o-
lasdo dia.
Dito
Dito
Dito
OBRAS PUBLICAS.
Os Carpnteiros, Carpais, Canteiros,
Pedreiros, e Serventes, que quizerem tra-
balbar as Obras Publicas, ficaodo sen*
tos do recrutamento para Tropa de i."
Linha, doservico activo das Guardas Na-
cionaes, e gmhando, os Carpinteiros tan-
to quantp -e paga no Arsenal de Marinha,
e todos os mais o mesmo que se paga ras
obras particulares : dirija-se caza da
Repartica das mesmis Obras na ra do
Collegio das 9 horas, t as duas da taide
para lazer os ajustes.
Inspecca Geral das Obras Publicas
26 de Marco de 1836.
Antonio Carneiro Le 5,
Inspector Geral interino.
ARTIGO COMMUNICADO.
Logo que fui informarlo porque pessoas
era escripto, dirigido, e favoneado o P-
riodiro Constituco e Pedro a., as-
sentou-se-me no animo o despresar quan-
lo ahi se publicasae contra mim; porque
sendo taes individuos pertencentes a certa
roda, que se digna hourar-me com a sua
im'mi-ade, he muto nalucal, nao se for-
rem a pecasfo alguma de mo!es'ar-me ; e
porisS'i a deixatido, que me tadras-f m a
sua vontade. Mas csses liomens nao te
contentso com ilirar-me chascos : e'les
buscio lonar-m.e odioso, nao as pessoaa
sensatas, e honestas; mas a mollido in-
douta, iuexperente, e por sso mais aza-
da a ser iludida.
Favoravel ensejo Ibes deparaio os Ira-
I.allios da actual ses o extraordinaria <'a
nossa Assemblta Provinciel, e muito mais
o Projeelo de Organsaci" Jud ciara o P.)
licial tfivrecido pelo meu d'gn->, e illas-
Ira do colega o Sor. LuizGavalcanti: eco-'
mo fui hum dosque votaro por elle em
primeira discucSo ; eis materia vasta para
c-sesSnis. desabalaram a sinlii mui graci-
ola, que de mu so meconsagro. E n ver
'lade o Projeelo vai farir o amor proprio de
certos individuos o Projecto vai tocar in-
mediatamente nos nteres es de outros,
qup, despidos de mrito, e s esperanzosos
no manejo das caballas ; o que vir a sar,
seos Ofciaes das Gnardas Nacionaes o-
rem da nomeaco do Gqverno ? O q'e se-
rio, seos J.u/.es de Paz forem limitados as
conciliaces, ou a poueo mais ? E fra
sobrenatural; queaccolhessera com agra-
do hura Projecto, que os reduz ao seu pro-
pino nada.
De-preso, como devo, oepithelo de no-
bre, que me d.i es es Snrs. .-empie es-
cripto, por irona, em caracteres itlicos;
por que nern a todos coube afortuna de
haver uascido de pas lioiUustaes, e no-
tareis, como i os progeuitorcsd-'S^esci"
dadlos benemritos de to los osquatro cos-
tados e Ihes perdi o reprecharem-ined's-
la gui a a laifcza, e vilania do meu n.-c
mtnlo.....
Gomtca oN.5.doj citado Peridico,
pretendendo mostrar a ncompelenrj d'
Astemb'j Provincial para decretar sobre
tal materia; porque, se he meramanle
Policial^ depende de previa propo>la das
Cmaras Municipaes, segundo o 4 do
Art. iO da Lii das Reformas : maso Pro-
jecto eo? questo filia excensivamente
(dizem os Ilustres, e Ilustrados Redacto-
res) do Juay, Guardas Nacionaes, Juizes
do Civsi, &c. : e como filia uestes objec-
los ; logo he quinto basta p ira ser incom-
petente. (Jonfesso, que nao sei atinar
com tal Dialetiea, a qual todavi.i por rau;
trascendentes s he propria das Ilustradas
cabecas de ta<'s Escripoies. N > ol-tan
te poriii o nh.ilisado siber de lo conspi-
cuos ciclados de bu'iia nolablidade supe
rior a todo o encarecirneulo, peco venia
paia tlies responder segundo as m'nhas tra-
cas ideas e na rninha fraze incorreta, e
ra-t'ira, propria dequem se acanha dos
pas, qe Ihadeio o >er.
Polica Municipal he do que tracta o
4." do Art. iO da Le d* Reforma ; e Poli-
ca 'Municip.il, que nao significa em geral,
se nao posturas das Cmaras nao he toda, e
qualquer Polica; porque a Polica (lz
Perreau) tem essencialmente por fim o
preservar-nos de todos os accidentes, que
nos ameaclo da parte das cousas, e de to-
dos os attentados, que nos ajpeifo da par
te doshomens: a Polica Municipal he
huma parte e raui pequea da grande Po-
lica de qualquer paiz, a qual abrang: a rr-
ganisaco Judiciaria, e ludo quanlo p
de coocorrer para a sua seguranza inter-
na.
Mas nao he em virtude do citado Art.,
que a nossa Atsemb'r/a adopt porcm sim em virtude do 7.0, que a auc-
torisa a crear, e suprimir os EmpregosMu-
nieipaes, e Provinciaes : e como na ex-
cepcSo, que abaixo se declara, nao vem os
Juizes de Paz, nem os Oficiaes de Guar-
das Nacin tas (f-a o Commandante Su-
perior) segiie-se que huns, e oulros fo
F.mpregos Provinciaes, a respeilo dos qua-
espodem as Assemblas Provinciaes decre-
tar, como Ihes parecer conveniente. Nao
podem sim suprimir todos os Juizes de
OBmprw.niMjt.mmmr^niiamm. i. Paz da Provincia ; porque a Constiluico
exii;e, que hvji c^m Juizes pira a-cone-
liac'6e : mas porque le es'o ellas inhib*
d is de Ibes coartar as atiibuicSes, deque
u'linsainente forSo revesados ?
Alm disto na Astemb'a Povincial da
Bilra j se avenlou a idi ilediminuii a
jurisdico dos seus Juizes de Paz, sem que
pir l se pozesse em duvida a compelen
ca da mesma Assemblc'a : mas o que he
hum Arepbispo daBdiia, hum Calmon,
hum Ramiro em comparacio dos Ilustres
E^rrip'Ore* do 1'erioJ co Con "titlelo,
e P.'dro a.? Arjuell s (cuitados!) nio
pti.ro o genuino sentido da Le dasRe-
Rt formas; estes Eseriplores sim, que sao
c.s uossos crarulos, e pelo tom aucloi ilati-
vo, com que decidero de tudo, bem se v,
q>:e nao sao ahi quacs qner esludantiiihos
de postila; sao o ceo da Patria, que por
feu orgio se eOBunCJi,
O Projecto do Sor, Luiz Cava'can'i
(anda sustento, e sustentarei) cm nada se
intromette do Poder Judirierio, que he
cous muidisiincta da sua orgmisacio, ou
moio datar. Cria Prefeilos por Com-
marcas, revestido de m-;ras func;oes Po-
liciies : mas no Art. a. iabibe-os de pro-
ferir Senlenca-, ou Julgamenioe. No Art.
3." exige maior renda para a qalificacio
deJnralos: mis nao teca n's'a Institui-
ca >, que deve continuar na forma, quo
Ihe foi marcada pelo Cdigo do Processo.
No Art. 4." limita osConcelhos de Jurados
.- s rebecas de C >mmarcas; e bem se v,
qa de haver maior, ou nun< r numero de
taes rcunies, nada se altera quanto ao es-
sencial da Instituicio. No Art. 5." cria
hn-n luis de Diieito do Civel, cujas alri-
buices tanto nao s nova, que esto em
eoiiformidado do Art. i3 da Disposicio
Provisoria acerca da Administraco da Jus-
tico rivil.
Mas para que me afadigo em demostrar
o que nao ignora qaal nos versada, que seja nestas materias?
Se o Projeelo nio loeasse nos Juizes de
Piz ; e na OlBoialidade das G. N.. o Pro-
jeelo seria cou-a ndifferentsao 7el) patri-
utieo de-certos ferricoques ; mis o Pro-
jeelo quec, que sesse a nomeagao desse Of-
liciaes pelos sol lados, jiassando a fazela o
Governo a dos Offieiaes Superiore", e os
PrefeKcs os Subalternas; e certa gente
b m alcanca, que por e^te modo be mais
que provavel, nunca cinja a ambicionada
b.Tili. O Projecto limita-sea merascon-
citiac- s o poder gigantesco, e monstruoso
dos Juizes de Paz; e desla sorte j se n<>
ha de cabalar para um empreg, que nao
pode dar coniza, nem s >ltar os bracos pa-
ra toda a laia de prepotencias, e arbitral ie-
dade". inauditas. Todo o odioso do Projee-
lo cifra se nestes dous pontos cardeaes.
Sim nlo toquemos nessa mina, que nin
guein giitai contra nos.
O* Ilustres l'.-ei iptores repele n (para
fazer bem pub'ioo, enotoiio) que eudis-
se, que os Juizes de Paz (com honrosas ex-
cepc06fi) erio reos da polica. E penso
(S es Snrs. que ftltei verdade ? Conde-
c Juizes de Paz mu honrados; roas ds-
corro por esses malos, entranhem-se por
t sses seiles, attentem para muitos das
mesmas Gidades, e Villas, e diga i-me sin-
ceramente, se be possivel encontrar se m u-
or ignorancia, maior corrupcio, e immo-
ralidade. Ha Juizes de Paz, que nao sa-
bem ler, nem escrever (e foiiu assim elei-
tos) : h Juizes de Paz assassinos, at os
h de tal geito, que nao quizera pozes-
sem olhos no meu cavado ; fiuahnenle h'-
je <>s Povos precso vigiar-se, e acautelar-
se dis rapias, e lyrinnias de muitos Jui-
zes de Paz. Os que desejo, que taes em-
preados confinuem, revestidos de tiosul-
latiicos poderes, com quanto se cubri do
sagrado manto de amigos do Povo, ou ig-
noro integramente o que porahia fazeui
e-ses Pretores de nova invenci, ou so lo-
boi carnic-iros di farpados sob a pel.'e das
ovelbas. a quem pretendem losquiar. Os
ricos, e poderosos fcilmente escapo s
prep.'tncs desses Juizes, pela mor par-
te mui facis d" comprar : quem miisge-
me, e padtce sb as suas faminlas garras
sio os pobres, e desvalidos, a os quaes pi-
zi.i, e maltracto a seu tlente : pelo que
tirar esse. poderes magistatico a taes bo-
rr.ens he, em meu humilde entender, ali-
viar a os pobres, e pequeos de hum pezo
enorme, que os acabrunha,' he tirar de
mios indoutas, e incapazes a delicada tare- t
fu de sentencear, he finalmente repr os
Juizes de Paz nomister, para que os des-* i
linou a nossa Coiistiluico, quando di.so
nes \rtigos 161 do Til. 6." Sem recon-
cilinca.' nao se comeca Processo ilgum ;
p no 1 >. Para este Gm ha ver Juizes
de Paz: logoeu, e aquelle, de meus
IHustres Colegas, que votamos pelo Projee-
lo em primeira Discussio, nio quizemos
nem mii-, nem menos, do queiquillo mes-
mo, que a Coiistit'.iieio qitr, quesjuos
Juizes de Paz.
Finalmente publiquen], e lornem a pu-
blicar os nomes dos eputados, que vota-
rlo pelo Projecto ; poia em vez de arre-
pender-me, mui sitiseito estou de o haver
aprovado ; e quandu o MMentei publica-
mente, nao foi para que s'escondesse o meu
voto. Cbamem-o eaibora infame, nome,
que en veidade muto Ihe (juadiaria, se
viceversa merecesse'h approvacao de cer-
tos bilhostres e pelotiqueiros polticos.
Convenho, que o Projeelo h misier certas
emendas, que s terio lugar na segunda, e
terreire Discussio : mis elle he i onveni-
entA, liHiitil, be saudavel, tomado em ge-
ral eso h-; desronhece as vantagens
cu')m ? Ex ope bus eorum cogaocetis
es. Ocidadio honesto, e pacifico, o
Commerciante, o A-tista, o Funccionario
Publico, o A^ricullor, e quantos querem
vi ver do i-eu honesto trabalho aplauden) as
ideas do Projecto no seu todo. Os que tr-
ripio com elle, os que declamio contra as
suas dispozices bem .e abe; porque o fa-
zem ; que ninguem gosta de 6e ver apeado
em seus msi's bellos desenhos. Conlinuem
pois os Ilustres vcriploresdo Constituicio
e Pedro 2." a brindar-me, e honnr-me
com o seu odio, no que multo pinhorario
a gratidio do seu muito venerador
O Deputado Provincial Lopes Gama.
rBUCACAO A PEDIDO.
Dora Pedro por Grac de Dos, e Un-
nime Acclamaco dos Povos, Imperador C'
Constitucional, e Diensor Perpetuo do
Bra'zil. Fazemos saber a todos os Nossos r
Subditos, que a Assemblea Geral Decre-
tou, e Nos Qneremos a Lei seguinte.
Art. i. O Contracto por escrito, pelo
qual hum Brasileiro, ou Estrangeiro den-
tro, ou fora do Imperio, se obrigir a pres-
tar servicos por lempo determinado, ou
p >r empreitada, havendo adiantament
no todo, ou em parte, da quana contra
itada, ser mantido pela forma seguin-
te.
Ai t. a.* O que eslipulou para si os ser-
vicos, i.podera tiansferir a outro este
contracto, rom tanto que nao piore a CO'i-
dici do que se obrigou a prestal o, nem
Ihe sej 1 negada essa transferencia no mes-
mo contracto : a." nio poder apartar-se
do contracto em quanto aoutra pai te obli-
gada aos servicos cumplir a sua o'irigacio
sem que Ihe pague os meios prestados, e
mais amelado do preco contrac tido : 3.*
ser compellido pelo Juiz de Paz, depois
de ouvido veib tmente, asatisfacio dos
jornaes, soldada, ou preco, e a todas as
oulras condicies do contracto sendo pre-
zo, se em dous dias depois da oondemni-
cao nio fizer effectivameiite o pagamento,
ou nao prestar cauco suficiente.
Art. 5. Oque se obrigou a prestir ser-
vicos s poder negarse a prestacio delles,
em quanto a oulra parte cumprir a sua o-
brigaco restituindo os recebimentosadian-
tados, descontando Os servicos prestados,
c pagando amela ie do que mais ganharia,
se cumprisse o contracto por inteiro.
Arl. 4 Fon do caso do Artigo prece-
dente, o Juiz de Paz constringera ao pres-
tador dos servicos a cumprir o seu dever,
c. zlo, e depois de l re/, correqes ineficaces o
condemnar a trab ilhar em prizio at in-
deiuuizar a outra parte. 9
Art. 5. O prestador desrticos, que,
evadindo-se ao cumpnmenlo do contrac-
to, se ausentar do lugar, ser a elle recon-
duzido prezo por Deprecada do Juiz de
Paz, provando-se na presenta deste o con-
tracto, eainfraccio.
Ait. 6. As Deprecadas do Juiz de Paz,
tanto oeste caso, como em qualqner outro,
I
iu
X
i


DIARIO DE PERNAMBUCO.
-
m
Ho simples caitas, c lenhio a i*
Viva, t oa motivos da priaio, .--era outra
jrmalidade raais, que a asignatura do
lizdel'az, e seu Eso ivio.
Ait. 7. O contracto mantido pela pre-
jnte Lei nao poder celebrar-se debaixo
le qu&lquer pretexto queseja, coro os A
Vicanos barbaros, excepco d'aquelles,
ue actualmente existen) no Brasil.
Ait. 8. Fico revogadas todas as Leis,
Disposiges em conirai io.
Mandamos por tanto a todas as Aulhori-
ladades, a quem o conhecimento, e exe-
feucio (la referida Lei perteiner, qae a
Ciimprio, e faci cumplir, eguardar lo
ruten amerite como nella se conli m. O Se-
retario d'E^adj) dos Negocios da Justica
i fuga imprimir, publicar, e correr. Da-
id no Palacio do Rio de Janeiro os 13 di
tmt\o inez e Selembro de i830, 9. da
Udt pendencia, e do Imperio.
IMPERADOR Com Guarda.
Visconde de Alcntara.
(Com lodosos despachos neeessarios.)

i
L
CAMBIOS.
- Bhii 6 de Marco /ei856.
Londres........... 33 e '/
Dito em moeda papel. 4^
Paris.............. 285 por i franco
Lisboa............. 80 porcento.
Pernambuco....... i5 a 20 por C,
Rio de Janeiro...... 18 a 20 p. c.
. Dob.5esllespai.hoes. a9#000
Pecas de 6$-too..... -~n
Ditas de 4^5........ bfloOO
Pesos Hespauhoes.... 85 por cento.
1 Piala............. 85 p. c
; Cobre.............. aop.c.
Duo contra prat.... 15 p. c.
K otas do, Banco..... 20 p. c.
(Gazela Commercial )
f ~
A V1ZOS PARTICULARES.
Tcndo-se hontem finalisadoos trabalhoa
^doCooselho de qualificago dcsle Baiiro
^j-S. Antonio-, o abaixo assignado fa/. sci
Pie a todos os S., que ao mesmo t-
^/bSo 1<] eriiiniitos, ou alguna documen-
*Ti alectos, hajo de os procurar nu su;>
casa na ru do Colleg'o.
Jote Tavarea G^mcs da Fonceca.
^9" Antonio Leopoldino d'Araujo Cha
v**, nao poJendo, un conseqiiencia da
PiduuY presteza desua viagem para seu pa-
s natal, dispedb-se de todas a-pessoas de
mi ainisadr- pede disculpa desta talla in-
voluntaria, e Ihes offerece os seos sei vicos,
nao t em siu Provincia, como em qual-
quer pai 'te, onde se a bar.
flQT* Francisco Dumingues da S 'va
ten do de dar um pa.s io atsua Provincia,
nao p<-d; despedir-se de todas as p s-o 1
le ua amisade, por ser feita a ana viagem
. ;0m grande presteza ; por tanto pede e -
Culpa de>ta fdlta que nio foi de sua inten-
to piatica-la.
yy Otlerece-se para ama de esa de
liomem solleiio urna parda de bous coila-
mes quero se quiser utilisar do 'eu serv-
co podei procurar nu la do Sur. Bom
Jesuda Crios D. 8 para faser o seu a-
jmte.
lyy Caetano J<>ze da Co-la, declara
qu* a casa que annuociou para vender, he
no Cu turne das 5 ponas, contigua ao be-
bedor.
3T" O abaixo assignado pede aoSnr.
Joio Jze Pereira fiUio d< IMescito Cypria-
111., com venda no palto do Teic que
llfe venha pagar a quantia de40,,000 eis,
que o aununciaiite Ihe deo em das de Maio
de i835. para elle Ihe dar em piala: o
que nao fez, dando por causa motivos da
M.a (iotaca, raso porque .- podia pagar
? m IV l.-s da sua venda ; ao i|ue oarinun-
came annuio, e l'oi-se pagando dediios
enteros al o di) l.de Ouiubio do roe.s-
inoainio, diaem o/u* o aanuociaole ei-
. ba coalas com o dito Su. Penara Rcau-
do o mesaio para pagar -os ditos 10,,340
res, e o nao asendo-, lngara mi da Ley
corgaqualtem cobrado do mesnio Snr.
outras quautias.
Anastacio Jos dos Passos.
jfljpa Quem precisar de um caixeiro
portugus de 18 a 20 anno*. para venda,
ou ra, dirija-se a ra da Crus D. i4, se-
gundo andar, que se dir quem pertende.
^f" Um homem solteiro precisa de u-
ma ama, sendo parda ou pela para ad-
roiiiis'rar a casi, porem que tambem en-
goit.ee cosinhe, annuncie para ser proco-
rada
fc3P Ahma-se urna rasa terrea, 011 so-
brai'o no Bairro de Santo Antonio com
rommodo< para peq iena familia, e paga-se
6 meses adiantadts: quem a tiverannun-
cie.
fc^ Precisa se d'uroa pesso, que te-
nba principios de pharmacia, ou offi- al
da nvsma Arte: quem esliver npstas cir-
cunstancias, diiiji-se a ra Nova Botica D.
a7para tractar do ajuste. ,
WT* Quem quiser dar 250,000 res so-
bre urna esrrava moca rom una rria de
dois meses, com muito e b-mi leite para cri-
ar, boa engomadeira. e costoreira, Mean-
do o senbor da esrrava pelo premio do d-
nbeiro, e na fa'ta de.^te negocio vender se-
h tambero? quem chegar o preco : quem
pi-rtender qualquer destes negocios annun-
cie.
&&* Quem quiser ntliar-se de um
homem capaz, Bra.-eiro, para correr fo-
lliapou passaportes tanto para este Imperio
como para os poi tos da Europa, e mesmo
despachos, por preco commndo, procure
na roa d> Rang*l venda D. 39.
fc-y" O Sur. J> suino Jo- Tavares diri-
ja-se Admmistraco do Crrelo para if-
ceber urna carta viuda Ho Rio de Janeiro
em niau estado, a qual Ihe pe tenre.
YW Todos os Snrs. Negociantes donos
de Euibarcacoes que preciiem de fazerem
ferragens para asdi'as Enibrca(;es, ha-
coeadura com o cavilhame de polegada pa-
ra cima a i?.0 rs, a libra ; dirija-se a Joa-
quim Bernardo no Forte do Matto. ra do
Amorim, loje de Ferreiro N. i05.
COMPRAS.
Um Diccionario Magnum Lexicn : na
casa, que loi Hospital do Paraizo.
Iiy Utna preta crila, ou do gento
d'Angola, moca, sem vicio, que sai ha cosi-
nliar^ e engomar sofiv-Imente : quem ti-
ver dirija s a ra dis Ti inxeiras sobrado
que tem 1 nnpio junio ao D-zembargadok*
T.burcio para tractar do seu ajuste.
VENDAS.
Novo Tratado elementar de Persp"cliva
ao u-o dos Artistas, e dos que se o<*cnpio
no des^nbo, por J. B. Cloque! ; 2 volu
mes, em Franca z : Tratado de Perspecti-
va simplificada (lineai) por Madame A le
ie. Pintora, e Professoia de Perspectiva,
Discipula de seu P : 2 "olumes em Fr
cez: C'rlas sobre a Eota tica por J. J.
Rousseau, seguidas d'uina inslrucca ao
estudo das sriencit, e de fragmentos pira
*im Diccionario dos termos usados na I5,v
tnica; 3 volumes, em F>ancez : nesU
J'ypocraphia se dir quem vende.
'yy Un a preta de nngolla de /0 annos
sabe cosinhar, e f sa, por preco commodo : na ra do cabji-
g loja de miudtaas D. 4, sedii cjuero
vende.
VJf* Vndese, ai renda-s, ou troca *e
com algum si bado na pracaun gr.mdesi.
lio com multas fructeiraa, e teiraa par
plantar, "U ter algo mas vaccaa de leite no
lagar do A nial, entre C UI de almas, e
Ca.vi-f re, rom unta grande casa para bas-
tante fam lia, co-inba lora, eslribaiia para
quatio cavalloi, e una mirto boacacimb
d'.'goa de beber, todas estas obras de pi-
di-i, ecal, e bem consti ui las : quem per-
Uoder innuncie.
fy Um bom fiqaeiro de prata com
todos os seui pertences, bem forte com sua
coixa : na ra dacadcia leja de JoiuCii-
d"Zo AiiLj.
Urna escrava crila; com idade de
16 a in annos; sabe engomar liso, tem
principio de costura chao, entende algu-
nra cousade cosinha : na ra da Conceicjo
da Ba-vista lado direito D. 8, das 6 horas
da manlia at as 8, e das 4 da tarde ein di-
ante.
*$& Urna escrava de 18 a 20 annos sem
vicios e nem molestia, bem robusta, sabe
coser xio, engoma, e lava de sabio : na
ra do Hospicio casa junta ao lampio; ea
vista do comprador se dir porque se ven-
de.
fc^ Dois escravos de naco sando am
de idade de ti inta annos e outro ainda mu-
leque que tei? 16 annos, sem vicios nem
achaques proprios para todo o servigo : no
atierro dos Affogados defronte do viveiro
do Muniz junto a casa do Fscrivo do Juiz
de Paz.
*$W Um mo'eque odlcial de sapateiro
de 18 a 19 annos de idade ; assim como li-
ma commoda de Jacaranda, duas ronrque-
Zas usadas, 6 quadros, e um palanquim de
rehogo, ludo por prego commodo: na
ra Nova D. 10, primeiro andar.
M^ Rap princesa "d Lisboa ebegado
no ultimo navio a preco de 3,500 res a li-
bra, em moeda Imperial de 80 res, assim
como cha de varias qualidades, tinta de es-
crecer, miudesasde tudas as qualidades, e
tambem boas bisas chegadas a pouco, tan-
to grandes como roeiaens, tudo por preco
commodo, a troco da me-nn moeda de co-
bre Imperial: na Prttea da Independencia
loja n. 20.
%r^r" Um moleque de naci da costa de
18 annos: as cinco Ponas D. t\.
^(V Bualhos de caita* fiuiig a 100 res
cada um : na rua Nova L). 22.
WJ^ lima neara de meia idade: na rua
do Pires D. 4al as 8 horas dodia.
ICJP" Um cnxorro atravess.ido de muito
boa 1 ac, e novo, por proco commodo na
rua de Santa Rita nova D. 18, lado do
nascente.
Wf Um prelo, motjo, canoeiro, e pro-
piio para todo o servigo: na rua docabu-
g D. 7.
k&y Reos lencos de fi de linho che-
ailos ltimamente deFranga: na Praca
a B 'a-visia na Botica do Gusmio se dir
qui'in os vende.
|t9* Superior cirne sera nova : abordo
da Galera Aurora, Aindiada junto a Piaia
do Colecio, <*; em caza do Consignatario
R. A. Duhouriq, rua do Vigaiio D. 16.
35* Folinhas de porta, de Al-
ribeira, e de Padre, para o pre-
sente anno de 1836, por prec,o
commodo, na Prac;i da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na uta da Madre de Dos
venoa que fui do Rezende.
ARItENDAMENTO.
Arrenda-se um sitio grande e muito
b m com grande laran^eiral, e baixa para
c pim : quemo perlender falle na praca da
lude pendencia loja n. 34, se dir que taz
tste negocio.
fc^" Arrenda-se um sitio muito boro
com boa ca-a e bastantes arvores de fructa,
coin e bastantes Ierras pna rapim de plan-
ta, na estrada que v.n para Ag-a-ria, a-
diaute da Cruz das A^nas: i|uero o per-
ln der filie com Joo I'ario no alieno da
Bja-iisla casa da Afericlo.
ESCUAVOS FGIDOS.
braco esquerdo*; fugio no da 12 de Mar-
co, e levou saia de lila e pao preto, cos-
tuma andar pelo Caldeireiro, Poco, Casa
Forte, e Bebiribe per tersido lavadeira.
Venlura, naci camund muito ladino,
baixo, e seco do corpo, ps pequeos,
bem preto, de 26 a 28 annos, com marca
de fogo urna ancora uo pei'to esquerdo; fu-
gio no dia 26 de Margo : os aprehendedo-
res levem-nos ao Corpo Sin lo armaaem de
cabos de Maduro Fonceca e Silva, que se-
rio bem recompensados.
&JJ* Manoel naci congo, baixo, bas-
tante barbado, e com suicas, estatura re-
gular, leva vestido camisa riscado, e calca
de cazimira asul; fgido a 30)do corrente:
os apreheudedores podero levar a rua de
Orias D. a4-
Sat>bado i9 de Margo, fugio do
poder de Nuno Mara de Seixas um negro,
de mime Baulo, nagio mocambique, com
ossigiaes seguintes.* estatura regular, cor
retinta, rosto largo, e deseen ou dos dois
lados os signaes da naci, sem defeito al-
gum externo, reprsenla ler 30 annos,
cinociroantigo, e o houve, o abaixo asig-
nado por compra, de Jos Marques Vian-
na. Consta andar pela Boa-vi,la, p.teo
do Paraizo &c. : quem delle der noticia,
ou o aprehender, ser mui bem gratifica-
do.
Nuno Mara de Seixas.
No Diario d'hontem, na Lista dos Bi-
llietes premiados na Lotera, o N. 2565
com 20$ re, leia-se 2465.
Ji.o mulato, idade 13 anuos ; fugido
:io dia 2(1 do conenle Feveieiro, e levou
caiga de b'im, camisa nao Irvnu ohapd na calieca, grosso e
lit-m coilorinado : quem le Va r a rm das
(roses 7 110 i. andar S'-i bem recom-
pensado.
*Gr" Hai nundo, naci cabiuda com um
Ulhu no rusto, mrontoade urna fstula ao
pascosso, 33 a ^0 annos; viudo do Mara-
nhio no Ptlaio Venua entrado no 1. de
Fevereiro, e fugio 110 lia 21 do me^mo.
Ro?a, nagio Camund, '0 anuos, seria do
corpo,cora urna skatrizdeyieimadurapa | nat^, do diario. io>.
Fugio do Engenho Paitos em De-
zembro passado um molato por nome Ro-
mio, oflicial de carpina, com os signtes
seguinles, idade 30 annos pouco mais ou
menos, boa estatura piuca baiba, he cla-
ro alar mjado, o cabello ebeg ido ao casco,
e um tanto ruivo : quem o aprehender o
condu ir ao dito Engenho lera de gratifi-
cacao 40,000-e i.
fW" Antonio, naci snmbe, 22 a %5
annos anuos, bem feito, estatura regular,
olhos alguma cousa vermelhos, e com of-
fioio de canoeiro fugido no dia 25 do cor-
rete, com calca e carniza d'algodio, e li-
ma canoa de ronduzir agoa : ao armazem
devidros, ao lado ua Cadi-ia.
\fjf Joze, Loanda, baixo, grosso, ca-
ra chala, ollios pequeos, ps largos, ca-
rniza e talcas d'estopa ; quando falla, pa-
rece estar choran'o : he escravo do Se-
minario d'Olinda, est fugido 20 dia-,
e loi visto para as bandas de Nazareth.
Roga se aos Srs. Jui.'e de Paz, Copities
de Cmpo, e quaesquer outras pessoas
dealeofficio, que o peguem, levem-no,
ou mandem no levar ao Reverendo Reilor
do mesmo Seminario, e seraS os portado-
re- generosamente recompensados.
Taboas das ruares chfias no Pono de
Fernn b ico.
11 Segunda
-12T:---, I
^13_Q:---- i
- 1 iQ:---- 3-42 Tarde
'H' "
r !6 S:1
i7-D:
s -
fi
o
ih. 18 m \
2- 6 .
25*
3-42
4-30
542
6- 30 i
SOTClASMA niTIMA.
Na POR IOS DO SUL ; 35 dias 5 Paquete
N. Leopoldina, C >m. o a.* Tenentc Fran-
cisco Candido de Castro JMnezes. Passa-
gfiros 5.
ERRATAS.
Com este Diario destribue-se
hoje o N. 6 do Peridico Consti-
tuido, e Pedro Segundo.
-

KA I I
11 a n r\


Full Text
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