Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02355


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Full Text


.
[NNO DR 1836. QUARTA FEIRA
*
f3 DE MARCO N. 66,
DIARIO DE PERNAMBUCO.
r*niABDco, -aTv-.Daal.F dF*iA. 1836.
OAS dairmaka.
41 MfciiyA Bento Ab- A. do.Js.doC. de m.
(deiia M Terca*. -mv&df^M.JRel.de m-aud. do J.
de O 33 Quartajri. Feli*. se*, da >The>. Pub.
54 Quinta Instit do S- Sacramento ^aud. do J. do
C. de in. e de t- no bairro de S. Antonio por
rrOrapo. Q. cr. as. 2 h. e 4 m. da t.
25 8cxta >f> Annunciacao de N- > Ann.versi.no do
Juramento da Constiluicao. (Grande Gala.)
6 Salwio / Doret te N. ?. Hel. de m. e aud. do V.
G. de', em O linda.
57 Domingo de Hamos S. Roberto B-
Tarto agora depende de na meimoi. da notta ftm-
denc... nvod.r.co. e eoeriria: cont.nue.no. coma
princ.piamoi. e .remo, .pontadoi con admira
<;o entre aa Nacoe. mait evitas.
Vaelamac* da J$mbtm Otra! da >
9ahMrere.it a 1000 rt. men.aet We;o. adiantado
..Tvr>ogra.e, e na Praca da Independenca N.
37 r. 3H onde recehe.n corre.pondeiicia legal.-
,<. n........oios; i..M.-n..d..->e ern tendo
do. propriotatticnantet, e indo aMignadot.
CAMBIO.
Marro 17.
Londres, 39 Ds._St.por 1 ctd. ou praU a 50
por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 245 -240 R*. por franco
Rio de. Jan. 6 a 1 por cento de premio
Modas de 6400 12..600 a 1^,800
40O0 7.,000a 7t00
Peso I, .440
Premio da prata 50 p.
dat lettra., por me* 1 2poro|o
Cobre 25 por cento de ucsconto
rMRTHM UOS COKKKIOS.
011nda _Todo. ot das ao meio da.
Go.ana, Alhandra. Paraiba. Villa do Conde, Ma-
ma.iguape, f lar, Real de S. Joo, Rrejo d Arria,
Kainha, Pombal, Nova de Son a. Cidade do Natal,
ViMasde Goianninba. e Novada Prineeaa, Cidada
da Fortaleza. Villa, do Aquirs, Monte mor novo,
Aracatv Cascavcl. Canind, Granja, Imperatria.
S. Bernardo, S. Joo do Principe, Sobrar. Novad'
Klrtev. Ico, S. Mathenc, Heacho do .angue. S.
Antonio do Jardim, Queveramnbim. e Parnahihar
Secunda, e Sextas leras ao meio dia por via d
Paraiba. Santo Antio Todas a quiis, teiras ao
meio da. Garai.hui.a, e Bonitono lia. 10 e 24"
de >ada mea ao me.o di Flore.no di* 13 ir
cada mea ao meio dia. Cabo, Serinbaem. Rio For-
mozo. Agoa Pieta e Porto Calvonos dia 1, |1
e 21 d- cada me*. Serinhcem, Rio rormoao, e A
r\tat eira.
.PARTE OFFIUAL.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Acta da 5.' Sesi5 extraordinaria d'As-
Mrohl Provincial aos 18 de Marco de
1836.
Presidencia do Snr. Desembargadot
Maciel Montviiu.
Frita a hamada as hora fdocosiume,
for*8 praeii!aa3Snr. Deputadoa, fal-
lara cora causa o Snr. Meira, e m par
lee i po os Sor*. Domor (ornes, Dr.
B ptista, Dr. Chavas, Padie Fonceca, e
Francisco |de Carvalh".
OStir. Presidente abri a sess8. Por
naO ser presente a esta arsa-i8 o Snr. Segun-
do Secretario, nao honve leitu.a da ulii
IB a irla.
Obnr. Piimeiro S-crelario dea eonta
do expedient, que conSlou de hnm re-
querimento de Angelo Custodio do Sacra-'
metilo, o qual loa remelldo a eommia.-ud
de Saude Panuca.
- Principiou-se a ord-rn do di* pela ler-
r-ira di>cuts.6da Re-. Decielo n. 3, qe por engno foi sancio-
nado pelo Gove no ero 30 de Maio de 1835,
e sendo pprov.da, foi remetida a Coru-
nii-S' Ent. 011 eos priineira di-cnss8 a Reso-
hic>6. que allera a disposied do 1 '
do Deerelo de iO de Junho de i835 que
ro*n" 11 o dw d'abetlura da ^es>H ordina-
ria de.t'a Assemblen, e > < suivci,-s*.', que
p..s%rtse a fcegnnda disrus-sj.
Po^sOU-^e a prtneira d.irussii da Re-
a >lucy5, que tnandav dar hnm livro a
iii.aia lp Itam r-ca paru matricula* da
(jourda Ni'oml daquelle Municipio, e
toi rr "flunl i.
I n.diiu.s a ord.-m do dia pela priinei-
ra di>i'usi*8 do Rf|(imenlo interuo para
rata Cama, a, e re.-ol*eu-ae que pasbaise
Xrgunda dii'us a.
Pia lia vendo ma.i a tralaf o Snr. Pre-
deiile deu para orde-n lo dia osPioj<-
t-.mis. t5, 51, 4. 46, 50. 51, 52, 53,
e f par* pi nneira diMiissii, e os de n.
5i, oiegiruenlo interno, o que altera a
abetuna ovoiiunta de>t A.v.enihlea pata
vef.onda discusa.O, e leTautou a auA
ku meio dia.
'I'hointi Anlonio Ma.-iel Mouteiro,
Y rfidenie.
L urenlino Antonio Moreia de Carvalbo,
l. S rela.io.-
Di. Francisco de Paula Bantuta,
.* Secreta lio.
3OVERN0 DA PROVWClA.
Expediente de dia al.
Olcio ; Ao Commandante das Armas,
para postar urna sentinell na porta da ca-
za da operatja da escolha da moeda de
cobre desde as 9 horas da tnanhS ateas
tres da tarde, como requeaiu o Inspector
da Thezouraiia.
__' Ao Inspector da Thezouraria rom-
municando-lhe o contheudo do oicio
precedente.
__ Ao Juiz do Direito Intirino de Goi-
ana, reenviando-lhe o atimmario a qua
p..r ordem do Governo proceden plo s-
i8*ino do Juta de Paz de Mocos Serafim
CuModio Lima, a fim de dar-lie o con-
teniente destino.
__ Portara ; Ao Director do Arsenal
de fjuen a. para fornecer ao Comman*
danta da Escuua Victoria 15 arrobas de
plvora boa.
OHicio ; Ao Commandante da Es-
cuna Vitoria, para mandar receher a pl-
vora de que t. acta a precedente Porlai la.
Dia 22.
Illm. Sr. Transmiti a V. S. o
incluso cilicio do Commandante das Ar-
mas, companhando oira letra de 2O.8OO
r., porque l'ora a/rematadoH 03 gneros
constante da lelaca labem inclusa, que
exi l5 n<> Denosito d'Agoa l'reta, a 6111
de.jueV. S. faga recolher e.-sa Theiou-
raria a importancia da referida letra que
ser paga por Joaquim Cavslcanti de Al-
hoquerque.
Dos Guarde a V. S. Palacio do G-
eerno de Hernambiiio 2a de Marco de
183ti. Francisco de Paula Ca-alonnte
d'Albuquerque. Sr. Inspector da The-
zouiaria Jom Gongalve da Silva.
fliciu; Ao Exm. e Rui. Rispo
d'esta Dioceee, para dar o seu parecer so-
hiv o itquerirnento que Franri-co Ju.stino
Mouteiro derigeao Gaverno de S. M. o
Imperador.
A>> Commandante das Armas, au-
ilioris.ndo-o. stgundo o dpO*tat no Im
periol Avizode 13 de Agosto de 1834, pa
ra mandar deslgar do Corpos da uarni-
cadVsia Rrwincia o ;apil5 Affouco de
N.ronba Fortes, e o |. T-.-nente Aiitonio
de R..rro. Paatoa, como o metuio Coin-
roaitdaule das Atinas requera.
Ao memo, di.eiido-llu>, que o Go-
verno fica acieule do destino que v ter os
medica mentn que exislUm tu Botica de
Agoa Preta. e reenviodo-llie os papvl-
ielativo.saes.se ohjeclo, que acompanlia-
ram o sen ofiicio.
_ Portara; Ao Cirorgia Francisco
Jozed-Silva, para renietur ao Commati-
Idante das Armas algunas laminas de puz
vL(ico a fim de .-rem destribuidas pe-
lusCVKfcede i.'Linea.
Oficio; Aoluspector da Thexonva-
ria, para mandar em regar ao Comman-
dante Geral do Corpo de Polica a quanlia
de600$000r3., para vinte faldamento-,
quanlia que dever ser amormada gradu-
almente descontando-a dos sidos que fo-
rem descontando as pravas que recbeteos
oa ditos fardamentos.
__ Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica, para mandar receber em a
Thexouraraos600#00(>ra., que reque-
JloOf e que constaiu do precedente ofii-
cio.
DIVERSAS REPART1COENS.
Illrrb sSr. Em prexenca do oflirio de
V. S. daado de a8 de Fevereirojdojco.-
renteanuo, o qual nom summo prner
passo a saptisfaaer, o que nelle exige a
cerca do estado, e percizes urgentes des-
te raeu Termo de Iguarass. O completo
estado de ruina, de total enseguridade a
quesear!!* redunda a nnica Cadea desla
Villa, e Termo, he pela sua grande im-
o,tanda 0 primeiro objecto, quejulgo
derer levar ao conhecimento de V. S. pa-
ra offerecer a oonsidera$-8 dos nossos Le-
oUla.lortS P.ov-nciaes, por intermedio do
Exm. Preaideote da Provincia, a qaem
logo que h este Termo me iecolhi, fi sen-
ti.osU-niveisenibaracos em que a cada
momento me achata no prompto desem-
penho, e andamento d'admimstracao la
Justina. Con. effeit mal se pode protef
a^seguranca publica, esta primaria neces-
,d.d do corpo social, onde os exl .rC.s
da Jostca wO qi em ">""> p-*
zerexpecimntar ao delnqueme todo o
horror do seo ci me.
Scm huma Cadeia segura, e beftl pro-
po.eionatla se.nprea Jumes hade ser illu
d.da, o mine impune, e as vidas, e pro-
priedades dos f.Mada. continuo risco
-a de correr. 1\l he o lastimozo e,tado,
em que ora se acha os moradores e ha-
b.Unle> deste meo Ter.no, por falla de
huro lugar de detened. fPzi \m-
por ao criase, e Faer rerp.-.tar a Jualica.
O Edificio que*ai|ui serve de Cadea, nao
meiecepor ceitoeste lime, >endo alias
aprimei-a dese genero da Proxincia, e
|,| vez do Imperio : aberla por lodosos
ladix. em parte abatida,, e por tena, e
em parte de-telhada, e toda em rumas,
ella iieS strt e pota e na8 de atteslar a suen-
qia baqueta ds Authoridades. a impor-
tancia da> Lei, e ao c/.mplelo abandona
a ...ese ist- tem votado. Outro ohjecto
le n:. meno- importancia, e que pela Sa
n.im* rell.ca6com a pimeira deve sem
duvida n.erecr toda atencaO da nosa
Assemh'a P.ovju. ial, be o estado de fra-
.* a que se x.5 redundas ai Aiilho-
ridadea deite Termo por falta de huma
f-.i-ci 1 emular, qued- plena imuetf Cf
seos mandados, e os auxilie, ^ principal-
mente emsuas oprraces, policiaes, sent
o que nunca a Justica pode ser respeitada,
e menos a segurantja, e tranquilIKlade pu-
blica bem mantida, como alias he precizo.
A Guarda Nacional alem d'aqui mal for-
mada, he totalmente impropria paiapre*-
lar aqutlle servido ; composta pela n>6r
parte de gente aplicada a ocupa;es parti-
culares, aeo maior numero de huma claa>-
se pobrissima, e quaii mizeravel, que s
vive de que ganba coro oseo traba lho ba-
rio, ella nao pode prestar hum auxilio
prompto, activo, e co'.linuado como
a t.dos os momentos se fia percizo ; por
que ou se na8 acha quando a ocazu ur-
ge, ou se eomparece.n forcoao he logo des-
pedidos, rouitas vezes mesmo sem ainda
se haver ultimado a del.geivia, para que
fo-a chamados se mais Iguma derooia #
eige, queos nao permite teler atento o
seo estado de suwepenuria, e de suyi fa,-
milias. Assim a Jusiiga cm profund*
dor consumarem-se disriamente delictos,
Iraiizitarem de huma para outra parle
os-sceleratos, e faccinorosos, coniellrrem-
se atentados pblicos, e e^andalosamente
he.n eu os poder impedir. A necesidad*
poin de huma tal forca, que esteja a dispe-
siuadas Aulhoridales lie aqu assas pa-
tente, e digna de merecer a ItVnQfcS Ja
Assembla Provincial. Releve em Bal of-
ferecec tahein a consideraca8 d'Assem-
h'ea Provincial, a suma pobreza, a que
ficou reducida a Cmara date Municipio .
pela m.va diviza dos Termos, a ponto
de nemao menos para pagamento de seo*
embregados, eservenluarios ebegar a so-
ma total de suas rendas. A cargo das C-
maras Municipnes, como V. S. na8 gn<-
ra, esta aprompincat?a8 das cazas, e man
p.eparospara .s ses8es do* Jurados. A
deste IVrmo anda na8 imde cumplir
que ir sla parte llie incumbe a Le por fel-
fa de fundos e reii liroenlos. Deste modo
esla ainda os habitantes deste Termo pri-
vados do- saudavei* efi- itos da Tnstitui<8
do Jury, ue a distilo dos meos conti-
nuos, ei-iuteis exlorcosse nao tero podi-
loit.stallar, oque por cello continuara
a acontecer p" a o futuro, se por ventu-
ra algu.na providencia a st<> se nao der,
a qual tod..v,a he de esperar do Pat. .olia-
ao, e desvello da Assemlda Provine al.
.i.5 esle oois os .bjecto* que roe paie-
ccia de mais u.gencia neste Te. roo, o
qoem-ispoiopto, e rpida providencia
es24-01 parase obler aos BmUm laexposlos os Povos que me for* con-
fiados, e para se p>t a Justica ero sen ver-
dadero, e regular andamento. G>iein
pois a Assemlila Provincial dar-he a de-
vida atentja, e remedio, como be n>u
ter. Apioveilopois a ocazia8 para sigfli-
ficara minha e-tima a pvs-oa de V. S. a
qoetn Dos Guarde. Villa de Ig"J^
6 de Ma.90 de 1836. Mae. Sr. Km-
torBonwJfaquimde Mbande Hiefique,


2
DIARIO I) i: l E 11 M A M UUC O.
JilMt
ifraTXIIir.MtF^V!v-"-*',Mw^M-M^*t'JiMr*a*airi"aial
i de Direito Chefe de Polica. Cle-
mente Joze Ferreir da Costa, Juiz de
O Hs e Municipal deste Teiino.

'*
MEZA DASDIVEnSAS RENDS.
j pauta he a mesma do A '\7.
CORKIO.
malla para o Rio Grande do Sul no dia
23 do correte as 4 oras da tarde.
O Biigbe Escuna Dois Amigos i ere-
he a malla para o Aracaly hoje (23) do
coi rente as 4 huras da larde.
turnes e.'ur.ico, e gran de illusiraci" do de tropa foi tornada pelo Governo Provin-
Povo para quem sao feilas. I^lo posto, i ii niesmo antes de lar." noticia* rhegarem
convela agora rmslrar afilia de confor- I aCorJe, como lie que Pernambuco nuvio
midade ein que e.-tio mullas de nos"ns La ; a do RVgenlr, si n'esse tempo no liavia
is legulamentares rom o esljdo do Povo ; Regente ? E al mas olllualrado Esciiptor do Jornal que | nau.btlcan< s, os generoso*, ebravos P. r-
menrionamos quaze que lodo dice; elle iambeaiios de estimulo para obiaren") ac-
no> prevniu, ea'>astrceu-nos d'armas lio cnens heroicas? Nao em vtrdade r E
poderosas, que m a i.-parece advogado da seria por* ve.nlurn a \s do actual Regente
refoima regies-iva, d<> que esciiplor que o Exe-el.- e Rev. Sur. 1). Dio^o Aot- no
a cml file para arredar*se de um erro lio gros- au.buenos obrassem o que obraran) O"
.* ii o : outro he 0 fin. ... o veo est qua- Pemamburoos,' cuja maiona no.liropa-
O Pataxo Rainha dos Anjoa recibe a se rolo..... I lisa com as ideas da S. Ex. t -raen Os co.rj
Depois que S.ir. Escriptor do mesm os golpes de Eslado, aoqoe dizem ser S -
Jornal fas um breve ; mas tocante quadro ; Ex., propinen ? T o litro nao. Nao obra-
do misera ve 1 estado do Pai con'iuus. [ raen pois vs Pernambucanos a eenerosida-
Parece que a anarrhia natural'zartaVse j deque obraran, por ser*m e lirauli/.ado* :
ni cm Paiz, (o Para) que por falla de obraran) sim porque sao Patriotas, porque
luzes, civilizaco e moralidade mui sio BraziVims, porque nao sao escravos,
bem se presta va es Mspii;oens do KIL poique em fim (otila aveivo tem ao des-
genio fers, sangu nario e devastador, poti.-modo Poder, como honor a anarchia,
nao o quer demitiir d 8089 ganas ern repblica (aitenda-se fcr^^ segundo o na-
quant existir pedra sobre pedia, ou
v em quauto algum homem iuduslrcso
conservar urna moeda d'uuro. Eis o
quadro carregdo e melanclico em o qual
o Ilustrado Escaiptor tormentado-ero du-
Inspector do Arena!.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ARCEHAI. DE MARINHA.
Faz-se sciente aos Operarios do Arsenal
de Marinha, que amanhf (a3 do corrente)
ao meio dia ter lugar o pagamento da fe-
ria vencida do i. a i5. Arsenal de Mari-
aba aa de Mai co de 1836.
Antonio Pedro de Carvaiho j vida pela Brazileiros, exageroi^muito, e pouca jus-
lica le. ao-seus Goncidados Paraences.
He- verdade qus a Capital do Para geme e
tem gemido ; mas tubem he veidade que
um numero conciJeravel de Paraences tem
feitndesde o coineco da Iota lorie barreia
a devastadora inarcnia .' carece por tanto
,o lllustrado E-rriptor de razio para indes-
linclamente 11ti alar de morle r loa'o
PovodoP.u. Pin t nao be s n'esta
parte que o lllustrado E-criplor hmenos
justo : nos des< uhrimos ainoV m >or injus-
t ences. O Governo central, o Governo di-
znnos foi o prinieiro an:rcliis(a do Para $
o Governu do 7 de Abril de i83i, foi quem
rasis desmoralizou aquella Provincia. Es-
se Governo sim que em vez de fuZer punir
os sediciosos que depuseiam opiiiiuiro
Prezidente Nomeado por Elle, pelo con-
trario os loiivou, e qua/e os premiou foi
rept tinco* o primeirn aimrrhista do Para.
Nao se ultrage pois um P.ivo desgranado,
e menos mil uiJo, culpe-se a impericia do
Goveinn, culpe-se a impericia da g"iite
que a 5 anuos d<-rig" osdestiiu s di Mrazil :
digrt-se a verdade : a gente qu?goerria
O,Brasil desde 83 i, e que anda oeslgo-
veruaiido, nao Oube, ou rt quz derfgil-
o bem ; nao sabe, ou t)5o quer. S j -
mos trancos se ijueremos remediar os mi-
les que nos pprimem, e nao invectivemos
em desabono da reputai.5 > Nacional.
ConcluinJo o lllustrudo Sm. RsCridtor
o negro quadro do Para rom a'guma jus-
lica sencura o nJefei etnsmo da Provincia
que niai-i s 'ccorrida tem sido pelas oulras
Um Jornal rom o Respeitavel Nome de
Constitnielo e Pidi'o a." aprezenlan-
do em Sen fn-nlispicio, sob o Tipo Monar-
cbico, o contraste de um Emblema de des-
truicao, despotismo, terror, e mor te, se
perfillou naslinhas do Progressismo revo-
lucionario. Releva pois que n, aliuba-
Uo hoje (gricas a dura experiencia adque-
i ida) as Bleiras da cauza Monanhica
Constitucional, pulverisemos ao menos as
proposices menos ciadas que lorem ap-
parecendo n'e.-se Jornal : com ludo anda
que nos despomos a combatel-o amis ded-
icaremos de tributar o devido respeito a
Pessoa do Escriptor, jamis seremos injus-
to, jamis stigmatlzaremos aquillo que ti-
ver deboin e verdadeiro. A maioria Na-
i cionsique redama urna reforma nasLeis
regulamentares adaptada ao sistema. Mo-
na Vhico, esMencialinente consagrado na
Constituicio do E-udo ; a maiona em a
qual voluntariamente e por c^nviego de
ulilidade Publica somos urna fracfo das
maispi quena-, he justa e generosa ,- re-
provaomau como indigno d'ella, e louva
o bom appareca elle onde apparecer. A
Monarchia Constitucional he riosta ai fiza
a Juslca ou hberdade nossu Noil ; a Fe-
Jicidade Nacional o Althar que sincera e
cordealmente ihurificamo-.
Qaalquer que tenha sido (diz o pi o-
+ fundo Felan^ieri) (i) o estado do h-
mens anterior ao elobeteciroento da-
sociedades ; qualquer q'ie tiiiha sido a
poca d'esse eslabelecimento, dequal-
qner mn ra m fim que exi ti-se a
* Constituicio p.ruieiiva, e o pUno que
k Ihe servio de b.ize; umas cauza ni-
duziii t> do-i estes ffeit s ist lie; a
neces-idade i propna con.ei v ci, e da
tranquilidade oo-associados: lugo sio
improficuas noaningem pelomenus cart-
een) de reforma a^-Leis- que nao obtivereni
este resallado para a Soi-iedade ondi- de-
vem ser executadas. Ora est.ui-io reco-
nhecido, at niesmo pelos Apostlo do
progressismo queensanguentou a illu Ira-
da Franca, e que est ensangueiiUndo a
infeliz Ameiica Espanhol-, e, cluasdas eu.s-
sas bellas Provincias, que a demasa das for-
mulas democrticas > nx- i Uda em noss' s
Cdigos nos tem arredado do fim pelo qml
vivemos ero sociedade, be evidente que
n'esta parle devemos procurar um legres o
que nos garanta segurauca, e tranqu-
lidade, pois que a b<>nda ie das Lei- con-
siste essencialmeute em que ellas sejam con-
ormrs, e lenham imtnediaia rdlaeio com
o estado (a} da Naci j'isto he, com os ros*
(i) Objeclo nico e univer-al a Lgis-
lacio, dedozidu da origem da sociedade
civil.
(a) Fangiari Da boudade reUiica
pa* Leis.
m su' c-.l.iini !ail"f, ser agora qua-e iu-
diferenteaos bofriveis males diurna sin
irmiusflia, que lhe pede pao, esoccor-
ro, be de todas a m.iior da QgralfdoeilS ;
t. ni par lano n'esia p4rle o I lustrado Es-
c iplor lazio p la sciisui ai j e.-ob-ja te
i a se pi ovae, n.a- n pode, que o (lo -
v mo d all nao leve prie 'n'esse indife-
renlisino : nao tem p reja razio igual a
respeito dos mais Provincias que excepta,
e uem mesmo m ludo qoe diz a respeito
das Exceptuadas, foi exacto. Comp>rar
os exfoiQos do Rio d Joiuio aos do Cear,
Maranliao, e Pernambuco, nao ser urna
roxacudio a vista dos fados lio rcenles-,
que amia nao escapjra|n da memoria de | da nos-ta fraqueza &c. &o. Escomo
alguem ? Ni o be publico ; lodos nao so- : n lllustrado Escriplor nos reprezenla o
Brazil : quatro Provinriassolcias e per-
siiros<'s em eslahelecer a ordem ; roas ou-
lras treze Provincias contemporisando com
aari'iv'iia, romoiouhn, com a devasta-
l)! Que ulirog-.os B azil rus Bem
diezmos pois que o Ilustrado Esoiptor no-
.iba-leceo de armas podero.sosp.ua prov.ir,
que algus de iioaaas Lt is nao tem relatio
com o estado ds Naci, e agora accrescen-
so estado) ou despotismo popular, males
cougenilos no Brazil que produzem os mes
mos e ffeit os. He incont'stavel, e nao p-
de nei;ar o lliu-stiado Escriptor, que o Ex-
cel. Snr. Prezidente Francisco de Paula
Cavalcauli d'Albuqoerque relevantes ser-
vidos prest- ii nossoccorros do Para, e que
a confiarles qoe o Povo tem n'esse Patrio-
la, n'esse homem recio, e imparciai muito
cooperou para mais lapida e acertadamen-
te marcharein os soccorros; mas releva
notar m abono do crdito Peioambucauo,
que elle nao ouvu b a v* de S. Ex. ou-
viusimnWis a propria \i, aii do seu
generoso, lai.lropo, e pitriot.cu Cora-
cao.
Ora si em Pe nambuco nic era possivtl
onvirse a vos do Regente menos as ou
tras duas Provincias que ficarn mai ao
Noi te, e onde as noticias da infelicidade do
Para ebegarau) primeiro, e donde liobem
piimeiro paitiram ucenos. O C*- principalmente olin-u por proprio Ptiio*
tismo, e geneosidade ; por quanto nein
poda oiivir, como o Maranhio, a vs de
um Rjgeniei]ue nao eyistia, e menos al-
tenderia somentea de seu Prezidente, sus-
tentado e pedido por urna faccio lilha da
Camarilha do Rio de Janeiro, e odeado por
lodosos C popnlacio pela maior paite he dotada de
senlioieiHoi nbres, e liberaes, e avessa
ios de-potismos de seu Excel. Piezideme o
Snr. Padie Alencar. Pouco joslo liobem
foi n'esta pai le o l.bistrado Elscr'ptor, dea-
bi ilhanlando de alguma Mirle o- a> to-. do
maisdepurado Patriotismo e fraternal ge-
neosidade, obiados, pelas Piovincias,
que nao tem sido indilereritts aos males do
Pora.
Si o lllustrado Esciiploa foi d'ella soHe
menos jus'o para com o- geneosos Cidad-
os de 4 Provincias, menor dze de injusii
ca nao nquinhoon s anteas: tianscreva-
mos piia claeza mais o^ -eguinle a aquel-
lo que ja aqu copi-imiis ei-lo '. Mas
eui quinto nossos irmios (osdoPaia)
k sioli U< i lados por urna h-'i'da decaniba-
<( es, Mi'eces familia- bouidas, tioloda a
propriedade, calcad.is ao- ps todas as
<: Leis que proleiiem a luimanidade, e
ii justica, cjue tem felo o Bazil pora por
ob-taculo a e-las horriveis saluinies!
Tem por ventura es*-lado todos os es-
forcos ? .\:io pe'oconlrario : ?y tem
conlempoi isado, mudo, espectador, em
'< alguis paites, de-peto das Auihori-
dades tioeinpeuliniias em terminar e.-la
gu- ra, ^ e o Extraugeiio rindo-se
hemos; o prelo nao lem prv>lluia pu-
bli< a lo os exfreo-, a celerdade, a grande-
za com que estas lies Provincias tem s<>c-
corrido aos seus irmios do Para, e a lidie-
za, mcro>idade, e pequenez dos sdccir os
prestados pelo B o, que he a mais rica, e
populada dasCapitaea? N i he meoos'ex-
aclosem contradico o Illu-tradn Sur. E--
criplo rjuaii lo diz que Penian,buco a> u-
din do cora eiiiu-ia-mo as vozes d Excel. tamos que o mesmo 1 fisirado E-oupior
Regente, e de seu re.-pec v" > Presiden e
uii'iou o Pora rom Soldados, e dinheiro ?
S quando em Setembro do anuo passa lo
che^araiu aqui as noticias dadesgiaca do
l'ara nao se linha anda feilo na Corle a
apuiacio do R-genle do Imperio ; m' a
subscripcio avultadissma que se promo-
V u, e : deliheraeio de semand^p ioccorfo
nos deu armas para mais..... si al m de
ama simpes reforma oulia conza desejas-
sernos.. ., mas nio ; nao repiamos : ...
Agora mais que'Hinca he precizo expor-
nos paar sustentar a Constituicio, e a Mo-
narchia em cu jos Sagradas N"oms paiece
que se pretende aniquillar estes caros ob-
jectos Parece que equer reprezenlaro
Brazil n'um eslado horroroso, parece quo
se intenta aprezental-O c-mo um Povq
drsmorali?ado, incapas de manier o doce
impeli da Lei, e que s urna De< tadura,
ser capas de ^slabeleter enire Elle a se-
gurauca O'Brazil que jugo de ferro te
preparan) se nao arordaies Allende, e
11 flecle em quanlO he tempo Dizem os
hom^ns do progresso : os r*-gre-sista- que-
icro o d- .-p> ti-ni" ; mas os seus actos mos-
liaro que elle." s querem Impera icr,
Consliluiio, e Lei. Dizem mais os^'mes.
mos hoini ii do pr< gnsso : o- regiessstd
querem tirar a liberdadedo Povo ; roas el-
les em lodos os seus actos, em todos os seus
escriptos mostiam, que sio os mais firmes
sustentadores d'essa liberdade. Acuzain os
iegi essintas de pietenderem ferropear u.
Povo ; mas os seus aeduzadmessio aqiiellej
mesmos qu descrvem o carcter do Povo
com as m. is negras cores Os regiessisla*,
isio heos liomens que procurara um ie-
gresso na reforma das Leis legulanienlares,
dizem em alio e mui ntelegivel som :
sdez< jamos-Coiistiiu irforma em algumas Leis ,r(gul<-mentares,
que uso :c cazam com os BjHaaOs costoroei,
v educacip ; os bomaus- do piogie.-.-o po-
n'in apivzeutamo Biazil, coroo urna hoida
indmita A abolicio da Monarchia, a
aniquilacio da Lei Fundamental do Estado,
o despotismo Republicano, urna horriiel
Dictadura parece que he Brazilcomqiie
Te acenara, que be a preconisada liherdado
que Te prepamni filho- patrie idas. Allen-
de Allende, e Preveni-'l'e. Mas ja nos
i mus ..la-t.uidu daqu>.-lao; menos julo
foiemiim o Illusliado E-ciiploi qUoiido
Com lio horrtnd- s coi es tucou o quadro
doBiazil. Si Elle nio se pode chamar i-
lustradTMi ligor dapalaviS, si'aiiida nao
esa a par das grandes Nacoens nossas con-
temporneas ; nao e-la lob-m no estado
de vandalismo, e de-muializatio com que
se Elle icpreZeiita na idea do llluli ado Es-
criptor ; tem Leis he verdade, que r.cla-
mara leforinas, por nio serem i onformes
aos coslumes da Naco-, tem al Leis que
segundo nossa humilde opinio devera ser
substituidas por oulras adaptare s; mas
Elle nio preciza que se bula na Arca Santa,
na Constituicio, nun est n'esse estado de
con upeo que degrada os potos ao ponto
depidiieni d, uiios potas a mu hun- nj
que os Vr nba goveruar, a-gnnlo a-oa cn-
tade, tomo ;i pouco uceueu em Buenus-
Aiiea : nio c vincias que o lllustrado Escifptor esligma-
ti.-i.i com a aiiarchs, com ououbo, en i!e-
vasiaco do Para; causa mui diversa seiu
duvida tem produzdo esse fenmeno que
oem indiereiica se pode chamar. Nos
vemos que na Corte uin Peridico do qual
fui um dos priiTeiro sulisciiptores o Excel,
Se. Fen Regente em iNome do Impeador,
mi,,| dizer d'out' o peridico p' ler chamado
sedicioso, e r< befde a B>-nio Gunsalves da
Silva, o Chefe dos sublevados do Rio Cisn-
de do Sol. U'i) peridico do Gove no de-
fender um rebelde que com armas na mo,
proclama o GoVemo Bep bicano, e a ite.s-
Ironisacio do Nosso Innocente Impera-
dor Que concluir d'a-qui ? 'J'nem os
leit'oie-o rr>ult.o, e vejam eaijuc mios
estamos L Cousiiierem que lip'icuens l j
Nao contemporizara repelimos as i3 Pro-
uin< i js com o e-dado, do Para, o que nVIlas
falla he Governo que d impulso ao seu^
Patiioli-mo, alla-lh um Paula de Albu-
(juerqoe, fulia-lhes um Patriota que alem
dje ser amigo do Impeiad- r lenlia nece-
sai ia energa. Ma-basta por agou; re-
-ervemo-p mais que se le no Jornal: ento pode ser a-
pontaremo-a'gu- das paites da Jl.e^isUcio,
cuja i enjill* julgainos u til por nos pare-
cer que essas palles nao esto conformes
com oa-iado, ou co(ume.i da Nai;io ; en-
tretanto vamo-dizer duas|pal.-vias em tes-
po.-ta a ca la que veiii no a. u.* do Joi nal
quecombaleroos assignada pelo iniaai-
go da adulacio i pieveuiudo desde ja a
es^e Snr. que a ludo quaulo for de sarcas-
mos, chufas, e amhiguidades que contra
nos se impremir nein urna esposla dare-
mos, e uem ao que ua luesma cana n'ese
seiilido se l.
Resposta.
Na6 descrevemos flejos do dia iO co-
mo di* oSnr.Jnimia;') dsadulscao; esoi


DIARIO DE PERNAMBlieo,


a

menle com toda a verdade diremos to
Diario n. 58, que ha tinite desse (Ha re-
piquen de sinos, girndolas de fugo do ar,
e illiimnac5 das verandas de mudas ra-
perigosas, quando ern vez de d.fender a*
msiituitf! estal eleridas, diiert.i u in<1 i -
reclmenle as attacad, pondo o publico
em de-courprnca, semeando a zi/.auia, e fo
zas, e dos Quarleis de p>irneira Lio lia lia- mentando ade$ouia5 entre osgoveinantes
viam annunciado que odia Anniversaro e o- eovcrnado*.
Natalicio de S. A. I. seria o prior iro que
asspmaria em nosso horisonte. NV.-sa noi-
te est rulo nos em aaza Paterna na rua
do Cahug ou vimos toc*r muzica, e che-
gando a janelia com outras pe>s- as que
Lilxin all estavam observamos que
niuila gente arompanhava a mu cu, e que
bem alguns bomens de cazca asigu-
um, t-.lvtz por cazualmente irem pasan-
do. as ras do Cboga, Colli g<, Rosa-
rio estrella, e taiga, e dreita ros vimos
caz.'S il uminail-, e si s estn vimos lid
por que > p'-r e-t ru.is passamos. pois
nos coii.-t que em tiu>L Jionveram I un luanas as ouaes .**riam ge-
raes seriad liouveisuri ameac"S de rusgas,
.e lereio depediada; lereoqe n- n.>5
tivenos, poique Iluminamos as no-.as
duas varandas quanto podemos. m qni-
to a questa dos vivas as-eguiarnos ser
verdade quanto diremos n'aqmlle Diario;
un* faci t, publico uta por si mesnio
provado, alem de que odtra genie con
pele, por Ihe teca/ de perto, provar quam
pt uco nado fui o Sur. Iniurgo da adu-
lecao : permita-nos poiem esse Senhor,
que Ihe digamos, que cthiu n'oma gros-
seir'aconiradc6 ; por quon'o duendo que
os viva dados pe- Exro. Snr (j>n inafi-
danle das Ai roa*lifcl) lrem < rre pondjdi a
por -.- nrem d< ll d scOuNHtidos o* (>",r
d> N t i nae-, cniT 'ji.i, rom epthu-
sicomo cbtr espondeo ella > s que eOtooU
o Sin. Francisco Jii'itiloao E> ti). Rt g< li-
te, ao Exm. Fre.-idniie da Pioxiiuia,
*jCpio mesnio Connrinndante d-s Aini-s,
fi e finalmi rile a Tr< pa Peni; robucaria.
Que rorlradicaS misera vel! Pois aquella
Tropa desconfada do Commandante das
Armas, e que por i.-so nao rom Donde
os .mus Vivas, be qu< Ha me-ma que no
mesmissimo instante de deconfianca Ibe
a vivas rom enlhu-iasmo ? Pr< h dolor!!
Cerno ioto he ludo o inais que o Si. Jnimi-
fio da a'ulaca ngn em sua i orresp<>n-lrn-
cia. E-seSnr. quer prestar sen iros ao
Bim. Snr. Fij. ri< queremos presta U
i 4. Potra so ,|niperador : qual de i,s
Certa, i|nil de nos lie pattj >ta > f.itnro
da; m*s aecontinuarem o> dicterios,
Se estes d em descompostura, quaL de tis he mal
creado, qual cuece de-razSes parfi susten-
tar a cauza queadvoga, qual te*e.pe"re-
ducsca,' qual. menos respeitd o Publico,
m he o futuro que hade julgar he o pr-
senle avista dos factos : temos re-pundi-
do com a dignidade propria de ri*.
Gm.
O boiiem por sua n.tureza imperfeito,
pela influencia de suas |wi\5 s torna em
mal as cousas inais innocent'S: oVve p->r
aso ser dirigito, en-im-di, e castigado
quando abiria, com connecimento de cu-
sa do seu dever, mas nem por i-ao se Ihe
deve piohibir o uso de i-oU'-sS innocentes.
A liberdade da impren.-a por certoa ma-
is innocente e provejtosa d todas asar
mas, que ilelVndein o sy-tenia tepresenta-
livo. quando delll se n5 abusa. IV ell.
um bem as nio> doescriplor consrienri
o-o, que dfseja ver consolidada a giande
obra da regvueracad poli'ica da sua Pa-
tria.
Em um Estado, e partiridnrmente na
epocha em que forc estabelerer ief mas, e novis itistiluices, ulilis-iino sei
un Jornal, que s-gu inl.< o tiilho da mo-
deacs, sena adular ningtem, sern de
primir a aiuhoiidade, sem censurar nsde-
fio.-itai i>'S do'poder por espirito de paili-
do, por despeito, vaidade ou alarde de
engenho, pesa os objectos em 81, rnotra
o rnal onde existe, e inruha o bem que
deve S'guir-so. Nh nos tractados dos
illu>traca5 de voseos concidadlos; entre-
-ii-a amaos mais puras, que com pro-
veito e desinterease h.q.i de maneja-la.
Entrcgai-a Baa mos do litlerato, que baja
dado mostias por suas ccSes e cari eir
politiza desee fiel Portugnez, e que ti-nlia
por primeiro dever Ilustrar a Naca 6 a que
pe tence.
(D> Diario do QortPtf de Lisbva.)
CORRES PON DRMCI A.
Snrs. Redactles.
Leudo attentarre ite o Jornal Constitui-
cao e P'dio 2." de 5. feira \n do r-orieo
te, n5 me pude ons-rvir indifFerente
Mu-ti arguia f- i. a mioha Provincia,
Pb.,, pelo S o p'fo, -> 'en"r de (9CrrVPr pr, o Publi-
co, dell>erei me a rep"nder aquellas
'"has com a p'u<*<>T\n e armas aue *,e-
"eni caracterizar 4 -qntf||M quP pscrevem.
Nao dtustra em nafJa a gloria, explen-
dor Babiannoa leitu-a re hum tal Pp,-
dico :
Babia ronber-ida, e reppi'il^a
P' l > restante do Brar j p|s sus luse,
1 pelo seu genio bemfeitnr e dcil, i eni
lim pt|H sfia opulencia realca o sen b"ilho
filsofos, que a maioiia de urna naca a- lravez desii, e d'ontr! nccviaco^- ^
pr ndp o* seos direilos, os deveres politi*
c0s f ni,,rHes' e os ''os de que deve valer-
alc.iiicar a maior sornma de tran-
"i 11 iiainiiiiiimiiiiiu
de gostoza possa amainen
Babia exulta cada vez m_.
do recebe nos seo* poitos os ^eus fibol
Alunos deMineiva, que d'aqui lodoso
anno, se tianspoitaS. Nao si acha Wm
faimados os Babia unos por emprego, co-li
mod>s o Redactor, e si orcupu5 os loga--
res dePeinan.buc be pela mesma razso*
or que 1 s Pernambocanos occi>pa5 os d
Babia e nada mais: a Babia franq.ei3
seuseio lodosos Bratileiioss.m distinc--,
toes odiosas, e indignas: os B.hiannos
acolh' m dos Pernambucanos e mai B tibios com disvfllus; a B.dia etn fim
franqueia, disprezaudo o vil egoimo, os \
seuslugaies Pernambticanot dignos de'J
sc)ccuparem. Exulta xcelsa Babia, O'l
mmlia Patiia, e qual inconcusso rosdo
cnib.it ido por fui lozas indas te ronser-
varsempr.-inteira no leu biilho, e na
la gloria ;tem lilhos dignos de huma tal
Msy, que quaes outros Argos da Acbaia
.-abeiiiO viver e ninire por ti.
Do Bdhianno por ventora
F. S. F.
VARIEDADES.'
s- poa
qoUTTSide e vei.ima.
A ninlli lf "rt0 quer, nem quando nui.
zVssAara ler taes obias, po-
rem l e pode meditar s vetes, quando
dese^csa de instiuir se, sbie ospe(|uenos
e breves discursos que enrontra etn um pe
Babia indflerente tm males do Para !
qu.m dar vat'or a taes pa'avras ? O in-
dif'retijssimn f. m sirio, be, esersempre
detestado pelo- Bahiannos nestns e em oJ-
'i-as rrit'ef, He ncnuada a B-hia pelo
R'o p'.i iss\que sendo mais opulnta do
que Pernambnco n^6 exnedio da sir
praias, pena* surgi a cataslrofie Para-
ense, bum n. igual 011 maior qua o da
riodico. E-.laleituia na& pode deixar quelkjje vazos + goer,-a com f,0pa afim
de aprovei'ar-lhe,te nella seencerra ver- j de defender o triste par. A Babia nue
dades substanciaes, e ideas claros, que Ihe goza de huma paz 1^5 diurna, diz o Re-
lliminem oe.'pirito ob^curerido por urna
ducacaS deshixada, como desgrucada-
P. S.
Sencuramos he verdade mnitos artos
do Ex Piesidente o Sur. Manuel Z. fin'ii";
ontra es>es actos fallamos na Sociedade
Eederal, onde se assignou p requer-
ment m> ti vado pedmilo o Gomtoo de
S. M I. dem< tisst-da Piezidtm ia o Sin .
Zefeiino, mas nunca eulenlamos p-lo no
olho da iua, como diz oSnr. Inimigo da
adulucio; nem contra o Sur. Zeferno
thouve quem se lembrasse de fazer ruga.
.11 sencuramos algmis ffetos do Sur. 7,- fe-
.rio tanto pelo pelo, romo vei balirn tile,
tiobem o defendemos de iguic en> ioju-.-
tas, quese Ibe Gzeiant : si o Snr, luimigo
ila Artulaci tanto se lembra de una couza,
niu deve estar esquecido da outra.
r7Z.
J 1111 nutro bgar desta nossa folba dis-
Minos, po-to que de leve, que as publi-
cacc peridicas sa5 um bem ou um mal
segundo o espirito con: que forero redigi-
'las, e boje cabe-nos lomar <> sssunto.
Sao as publicare peridicas sempremui
prejudicialsquaudo .-e torn5 orLo de fac-
;6es, quando o esc iptor em vez de Ilus-
trar e conduz r a publica opi'ua se eni-
penhar ero ite-iaira-M, em corromped,
toi nando-.-e o veb culo de grsseiio in-
sullos, de calumnias, de douiruias pe ni
ciosas, deffensivas peronilid*dfs, Sa5
mente muilo tiial entre nos, epor pie-
ecupacoes que ointeresi-e de poueos, tiro
de ha longo tempu arreigsdo no entend-
ment d"s niuilos, para oppressa5 desles
e proteito daqiielbs.
Trille verdadee* a que nos vemos obri-
Pdo$ a repi-lir. qo.-indo .novso dever nos
Inva a diirer, que pnucas PobliCac-'S se
podem >ponlar, que lenha meieci.'o
l'iuvor, ja por terern dito com effout-za e
modracaO Igumas verdades uteis, ja por
teiem romba,lido as douli'inas errneas de
outros, e ja por le em l nado a m scara da
hypocrisia aos que se srrem da rapren-
sa para de-unir a nac5 cindispor os a-
niinos.
Qua5 nobre f digno s"ria que o> escri-
ploies que nvoca O nema da Patria, tta
levanla-sem a cada momento osap^i elhos
ferida e a deifeassem encarnar! Quanlo
sera ulil, que em ve/ peligra aj>itaca5 nos nimos, edesordem
na socied.ide, elle* h'iivessem bradadornm
o grande orador Dentosthenes: Filp
pe tem um exereito na 'i'lliacia, arneaca
o Peloponeso, e .<5a que lateis A th> ilien-
se* ?.. Dais muidos aosoradons de seu
co!uio, que aecu-au os de quem elle se
teme, e os c<-nerae* qua melhor vos tem
servido. N5 Diopilho, Ii ppe, eu-
lendei-u bem E' contra Filippe que de-
veis ar.'iuteUi-vos
Sim contra Fippe que cumpre acan-
te'ar-nos! Os oradores de seu rollo in-
culcad pe nos onde nao exUtein, em qui-
to no* a prego 5 virtudes que lod"S desco-
nbeiem. Embota enipi eguem lingu-gem
refalsada, (ye >eus 11 ris Sa5 plenles, e Sr
por ventura deslumbiad ne cios, moinen-
laneo o Iriumfo, efmera a durar^a de
suas marbinaces.
A tiaica nao canea, inda por detrsz
de densa cortina traballia. Inda se afadi-
gi por oppiimir opatiiotismo para que
nao ouse appaieeer. Inda se altrevea
menoscabar os mais zelosos paitidos da
publica tranquilbdade, para que os nao a-
creditem, eoosa tpinal-os suspeitos para
que sua voz na5 seja ouvida.
I)e-giMqdo9 escriptores de pattido,
p-^n le reate s vnssa- sinislras inteiudes!
V I ai ao gremio de ?ceaoa irmins; s
vii tilosos um tM, e uni-vo aos Portugue-
ses para furmsrdes urna e iTiesjria naca.
I- -rgai a peniiHj ff a na5 queris dedicar
dartor, spoode prestar li limitado au-
xilio, e Pernambnco depois de huma Cril-
eni.i guerra de .3 annon enva em menos
de 3 meza* dons expediefies, sundo a pri-
meira de 500 bomens ? Tom isfo ter o
Sr. Redactor provado o Patriotismo Per-
nambuenno ? Na5 sabe o Sr. Redactor
que si .Pcnambueo axpado 500 bomens
(a poda expedir mais) fot t"'r oe bum
cent n." dedinvallidos, e mendicantes, en-
lulb .5 as suas praca, e pe'o avarilajado
sold ingaj ir;.5-se por q,,e o in'eresse do
lu ro os x-itnu? o e-tar a Babia as
Ojosmas circunstancia* ? A Bdia exordio
nao asedo, na5 indiferente aos rr-les de
sua IrmSa i50 piaras, pretou-lhedebom
grado aqoelle socorra que Ihe fn naqnel-
le momento pnssivel. o seu pvo tnba-
Ibador lamenta os males do Para, porero
agitada a Capital, e na5 gozando de paz
diurna, como diz o Redactor, por huma
insuirei'cfi atterradma. nilbeera po-si-
vi deMbiperar se lotalment" eiti erndo-
se de-te modo s fnrozas gairasde-sa por-
ca hetetogenea que nos rndeia. A Babia
na5 sendo indiferente aos males do Brai.il
ro lypugoou pela Ieg8ldade, em ai li-
bert'-o Peinan buco das garras de esfaima-
dos lobo-", que o prelendia reduzir a te-
ro 4 a Babia nao tronce ferros Pernam-
bnco, sacou-Ihesem as algemas sob cujo
pezo gema; a Babia nao indifi-rente aos
males do Brazil snnb" pela legalida.de rn-
i'itr Soldados Bahiann'-s ao Sul em j7;
a Baba em fim lem sabido iftnpre opr
bairriras nlempestivas Revoluce-,
males sem conla que tem arneacado o Bra-
zd ioteiro. N<5 duvidamos porem afir-
mar, diz o Redactor, qti.* se se tratas>e
de invadir oslugai es e exipresos do Para
re-taurado, accurreiia da Ci lade de S.
Salvador bum exercito de esfaimados, que
os biriaS ocupar por dinheiro de pacifica
conquista, a-siui como os lugares da no-
na Relaca e &. Neslas palavras v-se
S'ibreralur o tri-te e mizeravel espirito de
Piovincialismo no sed auge. .:0s Babian-
nos, as-iin como os Pernambucanos, e
mais Brazilheiros na5 invadinaS, como
inconcideradamente diz o Redactor, o Pa-
ra reslaurador mais sim com dinheirosans
emprpgos Biazilbeiros pre.-tariao aqoelle
coulii'gnie de lozas que Ihe* fosse misler
alini de fazerem reviver o Para, a Baha
poderia.entaS supiir com as suas 1 uzea a
neces idade de sias armas. A Babia an-
da tem no seu se 10 bu ni vasto cipasso on-
Eiperienria feita era Argel por om sabio
Musulmano, pata recoufatcer a boa,
qualidade d*s aguas.
Conta-sedeHussein bach, ultimo Re
de Argel, qUe de-ejando construir urna
1 rte, l'ez vir de Con^lsoiiuopla um dos
bomens de mais experiencia no conhecir
metilo da boa qualidade das agoas. Ape-
nas rhcgou este, pi;diu um carneiro, d-
vidm-oem quatro partes, tendo tomado
ota do peso respeclivo de cada utna del-
las, eas coJlocou ero quatro majiauciaea
difrentes. Tirou as no da seguinte, e
lornou-as a pesar; urna dellas pesava
mais, outra menos ; s urna conserva va
o seu peso primitivo, e conslruu-seaiQ-
te perto do manancial donde se tinha li-
rado esta ultima porca de carneiro.
(Do Diario do Governo de Lisboa.)
Succvde cora os preceilos corno cornos
graos ; ha-os pequeos que produzem mu*
1o, d neanio modo se o espirito que re-
cebe os precctos, tero disposiedes favo
raveispara aprender, na5 deve duvidar-
se de que coutnbui pela sua parte para
qne fim tifiquem aqm-lles, augmentaudo
e enriquecendo,muilo oque lenha recebi-
do.
(Sneca, epstola 38 : traduc. de Mal-
herbe.)
(Wem.)
Os desafios na Groenlandia
Os Croenlandezes nao se srveos nem de
espadas nem de pistolas para vingar a sua
honra; o meio que eoipreeam pasa conse-
guir a reparapa da sua injuria o segua-
te :
Um Croenlandez offendido cumpoem
urna sal.yra contra o seu adversaiio, ea
recita at que as mulbei es, e tis creado.* da
su 1 1 -asa a sai ha ni de memoria. Anuncie
di-pois o desejo que o airma de acbar-se
como seu adversario n'uro sitio que pata o
eflvito malea ; encontra-o com .effeito J O
ollendido canta a salyra acompanbando-se
com um tambor e com um coro contado
pelos seus amigos, lanca mordazes epi-
grammas contra o seu adversario, e pro-
cu i a fazer rir custa deste os circunstan-
tes. O ontro ao mesnio tempo turna a
defensiva, e os seus amigos pela sua paite
nao deixam de l'avorece-lo, celebrndoos
seus ditos com repetidos applausos. Os
dous fillain muilas vezes, > a reuniad da-
pois de ludo isto decide a favor da<|uelle
que ostentou urna poesa mais elegante* e
mais satyra ao mesmo tttupo.
(dem.;
r-srSE



DIARIO DE E R N A M BU CO.
THEATRO.
|H'>jea3 se rep-esent a insigne Pecada
[ Engracia e o Entrems novo de S. Dir-
n Monge Beneditmo, e Sr-xta feira 2." dia
grande galla uumversario do Jmmen-
la Cunstiturco, se representa oranoro
tama, caoian io se o Himno Nacional
ante a augusta E6gie de S. M. I. e C o
|nr. D. Pedro a.\ Segui-se-h a ex.e-
lHtePe?aAs victimas da Ioquisico, eo
L\ rublo Constitucional : oTheatro e.-tar
irpletataento iNuminado, a orchestiu
ir dcresentaaa e nada m omitir que pos-
I concorrer para o brilhantisroo do Espec-
Iculo. O Director convida por esla To-
ba a todas as authoridades a vuem com
das respeitavei presenca* lormar este ac-
mais pomposo e sublime.
AVIZOS PARTICULARES.
Roga-se a quem1, tirou do Trapixe da
^Taudega velha, ou receben sem autbou-
Lco, urojjeixo com assucar, pouco man.
u menos i5dias, em quef,i deseo bar-
rado do po,to do Rio Fo,n,,,so' ePe'do
:omo certifica oTiapUero, qneira anun-
ciar o aniuMm, ou lunar, m que loi rt-
Whido para se Ihegratificar: dito leixo tem
M marean r. 1, e palma, que a
[a,cB do Engenho Primavera, com re-
lurt3sa a Cel-no A berlo Teixeua Chai-
rante e*e-*dve.te, jue aitid* nao se pa-
-oooliete.
9 ^ O a'^i<> assignado lar. publico
j<- deo 2l6)000 rei "Joan de So.uh pa-
J.dewnnt.u e... oaluguel de urna sua ca,a
o caes do Machado, pOT *? de 4 a-
..oa. teiMo pt -incipio ^ 2.j de Julho da
,?35, 6>n em *9 d ,u'sn,(.n,e/# de
,$30 ; P<"*"> ""ft""'1 P(kr* U't'' ,le*
v-odO alnm com a mesma ca.-a se.n que
pennetroeutend-secom oaonumianle.
Catmn Antonio de Mello.
_y Atguin Snr. S -cerdote que queira
wr-CpeUu em um bngenho p-t-. desta
naca s 'osiuar meninos a Gramtica
PuiVficwa, Tuthi. aiiuuncie Ma mora-
da, ou dnja-seao Ffttte do Mutos que
noarmasem de as-uear de Guiherrue do
Santos Cage achara coui quem tratar.
y fVt iiioi ai uiasem se pndhsa de
i ufftriatde m*rrheirii para Jrfiner- u-
mas obasno nutlo peitofda Praca.
yy'^'n me-nn armasmi tanihem se.
pr. ci,;- de una peuoa hat.il para feilor da'
Engenbo.
gy Precisa se le dual neRi a* p'"
vender .--eile : noaubtado ao pe da atril
di'Smto Antonio.
^f Quem piensar de um C ei ig-> &
,a 'dMr un sa pea f-sta de paCOa HMia Pr-
ca, ou peitodclla: annunne paia Sur pro-
curado. .
^y Qua!pier S^oliora de \U<\e que
n*Hiaerayfi-r irrtTTl- u... h..m m
viovose.i. li ho-, dj; a- f) punta ven-
>i.. da esfuma do l'ctt. lo Marisco U. 1;,
dvcrtuMoqu: itvBS,br fii|{oniar.
yy Quem qu'-er dar \00fl) reina pr- ,
Hii-.d'- do p..rcenlo soDre Dmi moleque, .
pe 1 MpUJo de dWi nie-es, .Urija-se as 5
pontae ruii.ova do SluinZ casi da esipii-
,
^ Qmmii quiaer trocar p p.ocodei)'>bO iliulieiro de be uioeda
de 80 e 4u re: dinja-se padaria di ra
Diieita b. r.
Mka Qufin annoncionio Diario n. b3,
precisar de o) ret olir.- hoaj tiruwa,
flunja-Mf a ru* da tfM n. 57. andar.
yy pr.csa-sc aliii;-r i-ni >ohrado de
mandar :jo'Biirro d^ *> Aut-ni", ou
B^>-vitla, |ue telilla quintal, ecaumba:
uueai o'ive an.imicn.
yy 'PA-cisa >e alagar um neg. o que se*
iabom canoeiro pata andar em i.im can^a
. ondi'SHKt J lijlos rea. pak:*nd->-. l,i /: em Fora du Portas n. 44, 00 annun-
cie.
yy -Oaem^uiser dar ind reH ajo-
iq, d*< dndole fi.dori annu.ni^.
yy 0eiu lVr*r umesciavn, -u esrra-
v.u para *.lu.'-, Mue enrula luunia cou-
^de co^inh* : auuuuciea mm motada.
yy Anua JoaflUHM de Je*u- leudo an- 1
1.0... i*ao, q #>^*0,,a 'n"M1,r "'"
wju-j ral:C,cu'f,aP' 1"* T|;str'"' 1
coocorrer, ^ue no i. do mee d'Abril do
cociente anno, d romeco a sua escolla,na
1 na da Santalla nova Cata n. t no i/andar.
|ry O abaixo asaigmdo, Doutor em
Sciencias Sociaes e Joridicas pela Acade-
mia d'Onda, fai sciente ao respetlavel
publico, que na occa-i?o de lirar a sua car-
la. de Doutor deixou o apelido de Vera
C' uz, por o de Carneiro da Cunlia ; e se
assiuu d'esde aquelle lempo com o nome
Manoel Joaquim Cameiro da Cunh.
yy AndrFericirad'Almeida Cirur-
giioaprovadolazscieule aorespeitavel pu-
tilico que lendo j-e retirado desta praqa a
tractar de seiH interesses, j vnltou, f"sen-
do a ua residencia na ruad'Aguas Verdes
cas D. 9, laeguir |>ara o
Tei-jo ; qiialqnerpessoa quequ'ser utili-
sar-se do *eu limitado prestimo as funo*
coensd'sua Arle, assiui como para a ex-
trac.o dos denles, e sangrar, pnder diri-
g r-se a mesma casa das 6 as 9 horas da
manha.e de urna an 4 da tarde*
a/y Pcde-se ao Snr. Tlesoureiro da
Lotera nio pague aca um meio Bohete da presente Loteria que
ciauli', por tersidode.'encaininhado.
Miguel Fereir de Mello.
^ry 0 Snr. que e encarregou do cam-
bio de letras de Jote Eli>bio Ferrrii, quei-
ra lee a bondade de KHar ao me.rao. na
sua reideinia na 1 a das Trinclieiras D.
1 a, afim de jjustiuiin apas conlas.
yy Na ra da cadeia velhn n. 4 i pre-
cisare de um homeui para feitor de mu si-
tio, que trahalh".
a/y Picriza-se d'um sobrado de um
ou dous atidaves, em qualquer das roas
dosdous HairriM, S. Antonio, e Bo*-visla ;
queiuotiver, eq.iizcr hllugar diiija-se a
cta Tipogtafia.
Um pian no forte moderno, de
rnuito boaa Tosea : em a loja Fraoceaa do
Chavea na ra Nova.
yy Um planquim moderno aem de*
feilo algum, forrado da novo por prego
com modo : na ra deS. Rita no?4 D. 18,
lado do nascenle.
fcjp" io.^rei em dinhe.ro de cobre
de chapa : na loja de miudesas ra do ca-
boga D. 4.
yy Um moleque de 18 a o annos,
camarueiio, e bom para todo o servido, e
um ornamento para diser missa em bom u-
so : na ra dos Mai tiiios D. 8, lado da Igre-
ja.
yy Excellentes bixaade Lisboa mu
lo grandes e mean todas de boa qualidade,
rap de Lisboa 2^)560 reis a hbia, cb de
varias qualidades, tinla de esciever em gar-
rafas, pirlas da familia em frascos de loo
com o competente foheto, ludo por preco
commodo : na praca da Independencia lo-
ja n. 20.
yy Um gamio com todos oe seus per-
tences em bom uso, e um papagaio rauito
manco e Tallador, Judo por piecoeomuiodo;
um ineio uiueie wvmui tv.v..- ^ ....,---------- ,,
est correndo n. 153, se nao ao Ma na ra que bea por detrat do callabouco
... 1 1. 11. _. n ..
compras!
T.'mabdanca de pesai barricas dWtt-
car, e p.-so-, todo en boro uso : oirfuiicie.
yy Uro Telemaco em Ingles! quem
tiver aununcie.
LKILAO.
L. G. Ferreira & Mausfuld hl defa-
stti- leiio de 300 a 400 re* rom ci,
viudas > Rio de Jan- iro p< lo Briguo ApHf-
ricano DelghlCipiiii Si.-y. pu:ontae
lisCo de quem per'ence' ; Bu di-' S-'gunda
Tetra *8 do corrent- me da Mirc> ; a ven-
da tera lugar a pmta Da Alta.idfg* aonde
achoao algoiua* aaaica para aal*. "
.s'oqu' se aclia b -rdn da BarraaBi d
Man4*' Cardosb <* Foncera ali pode s-r
examinado, se assim exigirern os coropra-
dorea. A< inesao lempo vender-se-ha
urna portao de catocaduras emoiiea uza-
do>.
py Fre.!eiico Henrique |,utik"ns co-
mo leitauei.teiiodu finado AiigiiNto lean*
mairefei te la de varios tra-t^s r lujos
blcao, caixatde r|M! e m i* caiiquilharias
rraueeaaa, um cravo, e vario quadros,
na roa N va I). 1 1 seguirlo tildar no u
26 do crrenle Mji\u t0 horas da ma-
l ni.
VKNI1A&
Urna caa na Cida^" de Olmda na
u __l'UU do M'i'ldl iio* D. 37, Ol lia
uosiii Cidade n tallar cu.o Lou.enc* dos
Saulu- Fradi.joe.
ijry Lima tierra para fui* d pr.ca d-
nacao d-. 'wat* de 18 anuo, l>ero |aiWl-
da; fin F->ia dei'-X'al>. 'I,,.
icy m cm lavo Oiueo, <>nil. Stfura,
*?uichaqualgo**, ail pare f **U|*ar
ervieo: ua I ja \\ do LivramKiilo defrnoie i. J^ao Carloo. de
Herculano J. de predas.
yy U.u cai.iuho com o compelent-
cavado, t inais peilencc-s ludo em mmto
bom calado, e un ; a Tdl.r cin o Su..
AugorlO MU armaatHU (lcCaltildtOJ 1"^
NoT*.
madeira, cosioheira, docera, coatreira, e
rendeira, em Tcioa : na mesma cata ci-
ma.
(3- Foltnhas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pr-
senle anno de 1836, por preco
commodo, na Prac^* da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ra da Madre de Decw
venaa que foi do Rezende.
t3T a Hbitos deChrbto pequeos,
eoutro de fivella pioprio para militar:
oo paleo do Celegto sobrado que foi da
viuva do Dr. Brito.
WW 1 Fra-queira grande dourada com
14 Ira-eos, e copos de muito bom gosto; e
outra pequea lisa de meia dmsia : na mes-
ma caza cima.
veilio D. n.
tjry Duas vaccas desapartadas, urna
garrota : na Magdalena lio sitio do Rangel
a Tallar com o mesmo.
CollercSes de Ciiapuceiros enca-
deruados. e deseucudern<-dos, contendo 3
vuluroe.N i20 n'.mero> : na cid-de doO:in-
da em rasa do Desinh^idor do Diario na
ruado Bomfiui, e ua Tipografia p.dedig
lia.
Vy Jopo* de Xadrez: na prnca da
Un.io loja de livros n. 37 e 38.
1T9* Urna mulata de bonita figura, Ha-
de 18 a aoaiuio, engoma, cose, e e h-
bil para todo uservicp,e mni propiia p;>-
ra niuiiibarida ; naiaa de Franc^co Pe-
dro Soaies Braodfu atrajl da Guarda dat
IJua-vi-ta indo paiao Quai le do llopicio.
yy Urna venda com pou^os Tundos :
na ra do Rosario e.-treiia D. 40.
^2 Urna venda com poucos fundo*,
na Boa-vista, em muito b<>m lugar, eco-
modos paia Tamia indepeii'iente da mes-
ma, bom quntale mui commoda mi p.e-
co do lugu-l ; ua roa da Santa Cru casa
terrea n. 2i7, e D. 4i.
iqp> 30 e.ixams de 20 palmee, 30
mjos ttave-s>, huiro, e cama ca ': no ai-
leiru deHoa -visj.i D. I ti.
^y 6 vacc.a crilas protffla* ap*iir,*
inucj.N e gordas, e dio mtia ranada de
leile : ua Ote.in* cusa cima.
iy Ummo'atode -5 aooos, ptimo
nluial de carveirt', e com principio de pe
dn-iio ; nutro com l6 anuos, solrivel ni
Gal de calai.it>'. urna molatiuha com 13 aii-
n-s, he u adautada em costura, engoma
do liso, e c.-iuha. e um negra rom i5
annos, lamb-ui rom as m\esmas habilida-
des e qu<' tii-j .- eudein p.r vicios: na
ra iUcadeia velha l'-ja II. 44-
"jry Uma nenia mota, hoa figia,.sabe
rosiolm, e ensalmar, >em VICIO na 1 ua
do eahUft. loja da fiquina se diiquem
veudt*.
^qp- Mcia duiia de cadeiras am^>canas
em meio 'ino, 4 bancas, e um *i"llo por
prego commodo: na ruado Rangel D. 39.
|Qk Urna cade>rnha de bracos din vi-
dracasde eilio moderno : a Tallai cun J-
le Lucio Corris, ua roa Nova.
y&F Uma preta mossa de bonita figura,
lana cosiuh-ira, cose li"-<. mgoina, lava, e
las leuda : 110 be.-o da Floreutoa na ae-
guuia casa da.^ da caneira de Joo Zur-
re k.
/y Vende-sc, troca-se pr Iguma
rasa de .Hohrado, r terreas no bairios do
R.rile, Saet Antonio, e Boa*isla, crt
aiieula um aitio parlo por serpouco
..|i>iuie da lgre{ dos Affluo, com chao
uropi'io, tivul'- roura.la, e iodo n nui* cer-
ca Jo de huiao, -IcriMila cas* de viwnda,
rom Holo, >uftj-innlea romm->dos p*ia
la.uilia, lod.i envidi"Cada, h.^ sini.iU de
pelos, cooliviia, raba pn'a t< ilor. iav.|j-
ru-.a para tiet cav#|toa. tu lo de padre e
Cal, c muituf af OCodu de f uto em ali*
uiiaueiiio : na roa lo muro da *i*ntm >"
lu.do de lei"> au Jaiva 0. 18 iasb ->s 8
Imrasda maulla, e da 3 da tarde em dian-
I*.
jy A venda daesijuiua da ra dv Or-
las, D. 2.na
Um cebra mot pc;iiii*a c'gr-
ESCRAVOS FGIDOS.
Romusrdo,erlo, e baixiobo, por sig-
nal quefoido Macangano e venda doce;
fugio a 12 do crrente atareo : os a pre-
hensores levem-no a Jlo Maneel de Bar-
ros Wanderlei na ra Ilov casa que foi
Hospital, >u a seo proprielario no Enge-
uho J.'guar em Sei inhaem.
W Manoel Songo pelo Africano, i-
dade pouc.o nias de 40 annos, corpo es-
pigado, e direilo, Trenle miuda, olhos gri-
de>, beigos gresso-, sicatritero um dos la-
dos por baixo da orelh*; fgido a 40 do
corrente da S Mara do Mmieiro, e levou
j.quta, e calsa asul : o aprrbendedores
|. vpin.no a dita sei raria, ou aqu na rraeja
a Emigdio de Soma Loubo. Com inslau-
cias roga-se a.-s Sur. Capitaens de Campo
esla deligencia antes que o individuo se pa-
sa extraviar.
jy Joaquim, crilo, idadepouco ma-
is ou menos 46 annos; lugidn eo da 19
do corrente, cotn calsa |e camisa de bnm,
e mais roupa, urna haata, e uma coherta
branca, levando faiinha e carne do Rio
G'atide epeixe iecp% e se jIga ter sido
aeduaido : oaaprvbeiideOores levem-no a
ra do Lirameiilo loja de fasfuda* O 10.
IQp- Ant-niode naco angola, eUtu-
r 01diara, per. grandes, tem um dede
do pe por cima do.- outros, conherido por
Antuniu pediero por seroofficio dell* ;
ugido no d 20 de Margo crtenle: os
,Heli-ii(idor.shvem-no,a praca da Boa-
v4a D. 5.
gy Jo/e, erlo fdltando-lbetrez den-
l.snfreme 110 queixo supeiior, alto, ae-
ro do corpo, olhos mei s affundados, f
tenga do esqoerdo, falla muito descalcada,
e os pe Jguma cousa enxados; frgido Du
dia 6 do corrente quem o pegar pudcr
le^a-lo a roa Nova D. 5 e 6 defronte do
oi'ioada matris do Saciamento onde seta
generosamente recompensado.
Taboat das mares rhetas no Pono de
t*ernumbuco- 1
\
5 7I1. 44 m
.8-30
-9-i8
- 10 6
- 10-5
- 11 4*
- 3- 30
a.

a
Manhl
Tarde
NOTCIASMA RITIafA.
Navio entrado no dia *.
ATARUBA; 6diaa; Patato rernam-
borano, n. *e IgnacioPmienU : madei-
ras para o e^lado. Posaageiros lou Mano-
el de Arrojo e Mello. Ton. 168.
ObseivagSes.
Fez-** de vel a do Lameirlo urna Barca
Inglesa quee arbava fuudiada.
pf.rv- na tir. uo rt\uii>. itJ56.
L
MUTILADO
'


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