Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02352


This item is only available as the following downloads:


Full Text
w:
>
VVMO DK 1836. SEXTA FEIRA
18DEMAPCO N. 63.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
P tu Hueco, KA T v r. DlM.F4l Faai a. 1836.
das da semana.
14 Segunda S. Mathtlde R- A. Hos Js. do C. de m.
tdet.se. da Tliezouraria Publica, e Chae, de
t- Abertura Kxiraordinaria da A. Provincial.
15 Terca S. Heorqne Hei Re. de ni' aud. do J.
de 0. de t,
16 Quarta S. Cyriaco M. ses. da Thez. Pub.
1 7 Quinta S. Patricio Re. de m. aud. do J. do
C. de m. e de t- La n. as 3 Ir e 38 ni. da ni. Pro-
ciasaS a noite.
18 Sexta S. Gabriel Arcanjo. ses. da Thex. P. and.
do J. de O. de t. I*roe do Sr. aos Passos no Recife.
19 Sbado >j S- JOZE Espozo da Virgeui Mara.
V) Domingo da Paixao S. Martinho.
Tudo agora depende de no mesmo. da nossa pru-
dencia. nioderac.no, e energa: conlinuemo coma
principiamos, e eremos spontados com admira*
cao entre as Nacoca mais cultas.
rroclamaro da JutmbUa Osral da Brasil
Saliscreve.se a 1000 rs. mensaes pagos adiantados
testa Ty porrada, e na Praca da Independencia N.
37 e 38 onde se recebem correspondencias legali-
aaaas. e annuncios j inscrindo-x- e.tes (ratia sendo
dos propriosassignanles, e indo assignados.
CAMBIO.
%
Marro 17.
iiOndre-, 39 Os- St por 1 ctd. ou praU a SO
por cento de premio.
Lisboa 50 por o|o premio, por metal, Nora.
Franca 245 -240 Rs. por franco
Rio de Jan. 6 a 7 por cento de premio
Mcelas de 6.,400 12600 a H..M00
4..000 7.,000 a 7I00
Pezos I ,,440
Premio da prata 50 p. c*
da lettras, por mea I Jporoi
Cobre 25 por cento de descont
PARTIDA DOS COKKKIOS.
Olinda _Todo os dias ao meio dia.
Goiana, Alliandra. Paraiba, Villa do Conde, Ma-
nunguape,' filar,' Heal de S. Joo. Brejo d'Arei,
Rainha, rombal. Noa de Sousa. Cidade do Natal.
Villas de Goianninha, e Nova da Prineeia, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquirs, Monte mor no-o,
Aracaty Cascavel. Canind, Granja, Imperairiz,
S. Bernardo, S. Joao do Principe. Sobrar. Nova d*
BIRe.v. Ico, S. Mathens. Reseo do sangne. S.
Antonio do Jardim, Quexerainnhim. e Parnahiba
Segundas e Sextas feiras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo AnioToda* as quio'*s fe i ras a o
meio da. Garanhuns. e Bonitonos aias 10 e 24
de ada met ao meio da. Floresno dia 13 de
cada iiiez ao meio dia. Cabo. Serinhaem. Rio For.
raoKfi. Agoa Preta e Porto Calvo nos dias 1, II
e 21 d cada mez. Serinhcem, Rio porraozo, e A*
goa Preta Segunda. Quarut*. e Sextaa l'eira*. '
aMaaaBawaaasesaMsssBasMaaaaaa isu
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL. .
Aota da 2.* Sessa extraordinaria d'As-
embld Provincial aus i5 de Marco de
1836.
Presideucia do Sr Doutor Pedio Ca-
valcanti.
Eslava presentes 16 Snrs. Deputados,
fallando com causa participada o Snr.
Presidente Detembargador Maciel M011-
teiro, Cemboim, eem cus participa-
da osSnis. Deputados Dr. Mendes, Padre
Mfira, Padre Aievedo, Francisco de Car-
Valho, Dr. Urbano, Dr. Manuel Gaval-
canii, Dr. Telis, J<>ze Bento, Padre Cor-
reia, Bicerra Cavalcanli, o Snr. Pie-iden-
te abio a sess, e loi;o depois fui lida, e
approvada a acta da sessnd antecedente.
O Snr. Secretario requeren, que se
proceder nova elleica da Meza na con-
fu raidade do art. 17 do Regiment da
casa, valo ser eta huma nova aessa ex-
traordinaria, e foi regeilado .-en retinen
ment. O mesmo Snr. I.*Secretario offe-
receu outro requerimenlo, ero tpie pedia
que se nomeasse huma commss espe-
cial paiainterpor seu parecer a respailo
das propostas que fez oEira. Snr. Pre-i-
denie da Piovincia na sua falla d'abei tu-
ra d'Assembla, efoi approvado, para
a dita commissa fura lugo Horneados us
Sms. Deputados Dr. Peregrino Munteiro,
Sete, e Reg Bairos. O Sur. Deputtdo
pedindo escusa por motivo de molestia, foi
Hendido, eetn coosequeticia fui nomea-
do o Sur. >oze Ranos. O Snr. Depota-
do Lopes Gama requeren que quauto an-
tes eniras.e etn discussa o projerto dn Re-
gimeuto da casa, porem o Snr. Deputado
Luiz Cavalcanli requerendo adiameuto
foi approvado o adiameuto p >r dois ditos.
O Snr. Deputado Dr. Peiegrino Munteiro
requereo, que i nomeaue huma cummis*
m especial para interpor seu parecer so-
bre asegunda paite da falla duExm.Snr.
Presidente da Provincia em que propoem,
que se crie huma repai tica para ficali-
au, escripturaca, e cuutabilidade de
todas as rendas Provinciaes, e sendo ap-
piovaduoseo requerimenlo o Sur. Presi-
dente nomeou para a dila commissa os
}urs. Deputado Lupes Gama, Peixotu,
Luic Cavalcanli. U Sur. 1.* Seoieaiio
f>/ oseguin'e relalorio de diveisus reque-
rt*cnlos que esta vao em seu puder ; hum
irqueiimeiito da Sucicdade de fatalcelo
t feriara de Harringtnn incluso Avico
de 30 de Maio de i835 fui remet do a r-
Dti^a de cummurciu, c agricultura : duis
tifinga i% 'w>"rd Muncipal dGiw'Tts,
osquaes foraS remeitido a commissa das
Cmaras: hum requerimenlo do Cabido
pedindo augmento de Congrua, o qtial
foi a commissa defazenda : hum reque-
rimenlo do Mrquez do Recife incluso hum
A vizo da Secretaria do Imperio, o qual
foi a commissa de Justicahuma repre-
sentaban da Cmara Municipal da Villa
de Plores contra as atrocidades do luiz
de Direiro a qual foi a commissa de Jus-
tica Criminal ; outia representact da
Villa de Cimbres, para que se nao mu-
de a Villa para a Povoaca de Pesqueira,
a qual foi a commissa das propostas das
Cmaras : buma reme-sa dos actos Legis-
lativos dealgumas Provincias do que fi-
cou a Assemhlea inteirada. Depois fez o
Snr. 1 .* Secretario*o velatorio de todos os
trbalhs comecados na sessa transacta.
O Sur. Presidente passando a examinar al-
giimas i-omrois-es em que havia fltas
de meuihros achou que a de rendas au-
nuaes, orcamento, eexame de cotilas ti-
nha falla ue hum memliro, e para o sup-
prir nomeou ao Sur. Deputado PranOaCO
Carneiro nasupprindo asfaltas de mais
algumas com mis Oes em consequencia de
sevis Miembros, que faltava, nao terem
dado paiticipaca de doentes. Dando ao
depois o Snr. Preeidente para ordem do
dia segunda discu-a dos projectus nu-
meio- 18, 5 I, e 55 le van tu u a sessa as
duas horas da tarde.
Thoraaz Antonio Maciel Mouteiro,
Presidente.
Lu entino Antonio Morena de Carvalbo,
! Secretario.
Dr. Francisco de Paula Baptista,
a.* Secretario.
COVERNO DA PROVmClA.
Expedienta do dia 16.
Portara como a precedente nonoeando
Secretario do Corpa Policial a Antonio Ca-
mello Pessoa a. Sargento do mesmoCor-
pu Policial.
dem, nomeando para 3.# Cbmman-
dante da 5.a companhia do Corpu polici-
al a Tito 'l tock Romano, Secretario do
mesmo Corpu*
dem, nomeando para 5. Comman-
danteda 1. Companhia do Coi po Polici-
al a Joa do Reg Barros, a." Sargento da
4. compauhi* do mesmo Corpu.
Illm. Sr. leudo iiuin- ado O Ca-
pita de 1. Linlia Antonio Lina Cal-las
para 1." Commandante da companhia de
ovallaria d.. Corpu de Polica ; assim o
parlecipoaV. 6. para sua inlelligeucia,
e expedan das ordens necessarias ; cum-
prindo que quinto antes se aprsente o re-
fe ido OlHoial ao Commandante Geral do
Uito Curpu, a lim de entrar em exerueio.
Dos i^uard a V. S. Palacio do G-
?erno de Pernambuco 16 de Marco de
i836. Francisco de Paula Cavalcanli
de Albuquerque. Sr. Commandan-
te das Armas.
Partecipo a V. S. para sua inielli-
gencia, que tenho nnmeado p&ra 1." Com-
mandante da 4. companhia do Corno de
seu com mando o Capita de 1. Linha
Antonio Lins Caldas, para 3.* Comman-
dante da 3. companhia o Secretario do
mesmo Corpo Tilo Tiock Romano, para
'.' Cammandante da 1. companhia o
a. Sargento Joa do Reg Barros, e para
Secretario o a."Sargento Antonio Camel-
lo Pessoa de Lacerda ; aos quaes V. S.
dar o respectivo exercicio, logo que Ihe
aprezentou as competentes nomeacoeos.
Dos Guarde a V. S. P. do G. de Pe-
namhocn 16 de Mar^o i836. F. de
P. C. d'Albuqtierque. Sr. A nionio de S
Brrelo Commandante Gerat do Corpo Po-
licial.
Dia 17.
Nao tem lugar dar-e ao 1. 'P-
nente Joaquim Joce de Faria Nev a ta-
can da Commissa, de que se acha en-
cangado por ser frivolo o pretexto por
que a pede, e nao Ihe favorecer a Lei que
creoua Reparlica das Obraa Publira-, a
qual ordena que o Inspector Geral seja
Oflicial Engenheiro, oque na he o refe-
rido !. 'Pnente emboi a na falta de En
genheiros exerga funcoens que Ihes sao
1 ropria-. Em virtude pois da citada Lei
hem uomeado fui pera subtiluir V. S na
Inspecca intirina das Obraa Publicas o
i. Tenente de Eng> nheiros Antonio Car-
neiro Lea. He quanto rae cumpre dizer
respondendo o seu cilicio.
Dos Guarde a Vm. P. do G. de Per-
nambuco 17 de Marco de i836. F. de
P. C. d'Albuqueique. Sr. Tenen-
te Coronel Fermino Herrulano de Moraes
Ancora, Inspector Geral das Obras Pu-
blicas.
__ Nao ha vendo nenhum arto do Go-
Terno, enerada Assembla Geral Legis-
lativa, que revogasseo Decreto de 13 de
Janeiro de 1834, que acompanhuu o Re-
gulamenlo para os Arsenaes de Marinha
do Imperio, nao podedeixar esse Decre'o
de ser executado em (odas as suas despo-
sicoens, nao cb-tante informar Vm., que
na Cmara dos Deputados fura regeitado
o Prciecto de Resoluca, que o approva
va por quanto pela nformaca de um
Sr. IJeputadoiif se deve, julgar revoca-
do hum Decreto que a Lei de 8 de Outu-
bro de i853, Art. 46 s fez dependente
de approvaca da Assembla Geral. Cou-
seguiulementedeve Vm. dar exeruca ao
que Ihe incumbe o 5." do Art. 4 de
mencionado Regolaiuento, e da qual se
pretende exen.ir, romo |ez aab'-r ao Ins-
pector do Arsenal de Marinba em oilicio
de do covrcnle, commuuicaudo-ll-.e a
regeica que anfrera o Regulamento em
questa na Cmara dos Deputados.
Deo Guarde a Vm. P. dn G. de Per-,
nambuco \j de Marco de i836. F. de
P. C. d'Albnquerque. Sr. Procurador
Fiscal da Thetouraria Antonio Joauoin
de Mello.
O Presidente da Provincia respon-
dendo ao officio que vem de receber de
Mr. Frierz, Commandante do Transporte
--Authime que leva gneros ao Para
requesitando um Pratico para o conducir
a Provincia do Maranha, tenho de .signi-
fica r-l he que prezentemente nao existein
aqui retiros para aquella Promi, e
alero d'isso, que nenhuma ordem recabeo
do Governo para Ih'oprestar.
Palacio do Governo de Pernambuco 17
de Marco de 1836.
FianciSco de Paula Cavaloanti d'Albuq."
Portara ; Ao Commandante da Es-
ruoa Victoria, pai a absentar pr.-ca de Giu- '
m ttes aos rerruta de Marinha que tem
a seu bordo, e aos [que Ihe forem envia-
dos.
Ao Inspector do Arsenal de Marinha,
para indemnizar o Commandante da En-
cuna Vitoria de 349 racoens que des-
pendeu com a Tropa qae parda para o
Para, e ao Commandante da Escuna
Desauove de Ootuhro de i30 racoens.
que ta bem despendeu com os 13 recruta-.
viudo* d.is Alagoas.
DIVERSAS REPARTICOKNS.
COMMANDO DAS ARMAS.
EDITAES.
Jeze da Costa Rebello Reg Monteiro Ca-
va lleii o da Ordem Imperial do Cru-
zeiro Major, e Commandanle
das Armas da Provincia de
Pernambuco Ser.
Fago saber ao Snr. Alferet Joo Correa
Fri da (iiurnico da Provincia da Para-
hiba, que estando em aervico nesla, e
leudo sido nnmeado para marchar ao l'ar.'i
se ausenlou no dia iO to coi rente, que sa
deve a presen lar no pielixo pra-o de hum
ni'-z, afiu de evitar apena designada rio
Art. i. da Resolucio da Assembla G*#al
Legislativa dea6 de Maio do anuo p. p. ,
em pi esenca|d.i qual, e 3.* I'act o prezentechamamen.'o.
Quarlel doCommaudo das Armas de
Pernambuco 15 de Marco de 1836.
Joze da Costa Rebello R'go Uonteiro.


..*
D I A R I O 1) E P KU N A M B U C O
i
C.VMARA MUNICIPAL d'OLISDA.
6.* Sessao Ordinaria de 29 de Janeiro.
<* 836.
Presidencia do Snr. Barros Falca5.
Abeita rScilfo coonparecero osSms.
' Passos, Cardiui, Rebello, e Albuqucrque ;
' fallando coro cauza osSms. Cuides, Xa-
vier, Oliveira, e Azeredo.
Ordem do da paia s formar a Lala ge-
ra'. dos Jurados.
O Snr. Piesidente propos, que se exe-
cutasse o Arl. 27 do Cdigo do l'rocesso
Criminal nao se allei ando por modo algum;
e por tanto se devia para cumplimento do
me>roo Avt. nio seserviudo se nao das mes-
me Listas-apresentadas nestaSesso, e nao.
da matiicula geral que existe nesta ama-
ra : assimfoi resolvido ; pofm sendo in-
dispensavel fazei -se huma conferencia coro
a Lisia, gial, que existe na Cmara para
na mesma serem insciiptos, e iluminados,
como manda a mesma Ly : sendo de vol
contraiio o Snr. Presidente conforme am
proposta : e por se acharen- prezentes os
Reverendos Parochos, e Juizes de Paz se
nrocedeo dito exame na forma da mema
Ley; dndose principio pelo 2." Dittricto
.porUr fallado Parodio do primen o, e por
dar a hora Bcarf aprazados os mais exa-
mes dos outios Diatrii tos para a seguinte
SessiO.
Foi prezente hum ofTicio dovJJ/ de Paz
do segundo Di>ti icio, propond > para Ins-
pector deQ.iaiitirioa JozeRodeYio do Es-
pirito S.mio ; ni ? foi aprovado pela C-
mara ; eque se ofliciasse ao dito Juiz.
Houveio varios requerimenlos de par-
tea ; e por dar ht>ra o Snr. Presidente le-
vanlou a Sesso efiz esta Acta em que as-
signaiio : eeu Manuel da Molla Silveira,
Secretario da Cmara a escrevi. Barros
'Faleio,'P>; Attmquerque, Passos, C'ai-
dim, Rtbello.
lo, se proceda na forma da Le.
E. R.'M".
Jcze Bernardo Galvad Alcanforado,
promotor Publico lntirino.
PROMOTORIA.
Peante V. S. Mol. Sr. Juiz de
i>aa do i. Destricto da Boavista denuncia
o Promotor Publico Interine desHa Cidade
Jote Bernardo Calvad Alcauf rado do Ci-
dad.. Innocencio da Cunha Goiana, Es-
crived interino deste Juso, pelo motivo
que vai expender. Tendo sido pronun-
ciado, e devendo ero consequenria ficar
suspenco de todas as funcee Publicas, se-
gundo o 2. do art. 165 do Cod. do Prc-
cessn rrim., o Cidadad Joad Domingues
da Silva, que enta exercia o cargo de Juiz
de-Paz, oque tudo se p. ova com odocu-
. ment N. 1., continuou o denunciado na
qualidadede Esciivad a sen ir peanle o
mesmo Juiz pronunciado, cumpiindo is-
.sim ordens, e requizicoen iJiegae, visto
queportaesse concidera lodas do que
emanad deautoiidade incomptente, con-
forme o ait. 143 do Cod. Pena), e como
tal se deve considerar hum Juiz devid-
tnente pronunciado, e suspendo em pre
cenca da Lei.
Nada obstante, o denunciado continuou
a servir perante o mesmo Juiz, corno se
prova com o documento N. 2, cuja dala
e raui posteriora da pronuncia proferida
coolra Joad Domingues, e por isso seaxa
incurro no Ait. 139 do Cod. Penal; por
quanto determinando o arl. i4 parte -
guma do referido Cdigo que quem exe-
cutar huma ordem illegal, ser considera-
do obrar, come ie tal ordem, ou requesi-
$ad nao existir, e punido pelo excesso de
poder, que n'isso cometer, he obvio que
o denunciado excedeu os Mneles daS lun-
$ftes do seu emprego, exercendo actos pa-
ra os quaes nad eslava legalmente autho-
risado, homa vez que avta da Le os des-
axos, e ordens de Juiz suspenso, e eiu
viitude dos quaes exerceo o denunciado as
funcoen* do seo cargo, como se \ do do-
cumento ja citado N. a, se censidera,
como ae n-d exialissem, e o denunciado
se considera ter obrado em autliori-aead
legal, como he de sen rjiotu proprio taes
eynaas hVra. E como a denuncia se axe
auficwaUemente provada com rneiitoa junto sobo- n. i e i r-quer a V.
S. o Promoto/ Publico Interino que auto,
i eU. e prestado o Juramento do til-
JUI/.O MUNICIPAL D'OLINDA.
Ulna. Sr. 'Pendo sido icmovidosos
prizos da pri.-o do seguro para o ligar
da Enxovia, o qual i fe rece menor seg-
r causa rio arrohament", oue nelle fize*
rao, faco saber a V. S., q', para t natS
se evaddd, romo nulo de reear, con-
vemque de noile velem pelo menos ti es
sentinellas, urna na frente, outra no beco
junto s e-cadas da casa da Cmara, e ou-
tra delraz da mesma Cadeia, podendo de
dia dispensar-se a do hecco, Invendo com
tudo toda a vigilancia, para que ncm de
dia, nem de rioite se coiiirounique aos pre-
zos ptlas grades da frente, ou da parte pos
teiiorda mesma cadeia algum iristiumer-
to, que Ibes faciKte novo arrombauenlo.
Dos Goarde a V. S. mnitos anns.
Olinda 12 deNoverobrode i35. Illm.
Sr. Jo. Pfalo Ferrei-a Majoi"Comman-
danle Inlirino do Baialhad de G, N.
Dr. Louienco Tiigo de Louieiro Ju'Z
IVlunicipal.
__ Hlm. Sr. Acruso recibido o of-.
ficodeV. S. datado de honlenij poqual,
pileripaudo-me l> r arcoulecido porve-
zes, que alguna Estudantes em grupos de
tres, emais, passando pela fenle da Guar-
da da cadeia depois do toque de recolher,
ru s tenha recusado obedeter voz das
sentine'llas. Facao alto, e passem de um
a um mas ate tenha pascado ponto
dedcscomporem as roesmas sentinelUs com
nomes injuiiosos, pede-me providencias
respeito ; offerece-se-me dizer a V. S.,
que 6erhelhantes actos sao c maosos, e
eslao comprehendidos na generalidade dos
arligos 128, e a3(3 5. com o artigo *Zj
do cdigo ciiminal ; pilo que se accoule-
cerrepeiiiem te, e nao ol)edecer-m taes
grupos prrmeira voz da sentinella, deve
Ma repetir em v< z mais alia as mesmas
p.-tlavras com a ad.diccad sina f-
po __ i' ^e anda asim nao ob^decererr,
griur logo as armas ; cojo grito
o Commandante n Guarda mandar cer-
car os mesmos grupos, e prender os indi-
viduos delles, guardando se com tudo to-
da a moderando devida, e dando se-me lo
gO paite do accontecido.
Ueus Guarde a V. S. muitos anuo--.
Olinla i4 de Novembro de 1835. Illm
Sr. Joad Paulo Ferreira Commandante In
lirinodo Bat-lh-6 de G. N. Doubir
L turenfo Trigo de Loureiro Juiz Munici-
pal.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N f\7.
AKCEN\L DE MARINHA.
O Arsenal de Marinha preiiza comprar
oseguinie; Vinho las pip-^s, Baralho
qualrobancaN, Feijad deis alqueires do
antigo padrad : quem taes gneros tiver
pode comparece na CaZa da Inspeccad
d'este Arsenal, no dia 18 do corren te pa-
ra tralar do ajuste.
Arsenal de Maiinba 1? de Marco de
836.
Antonio Pedro de Carvalho
Inspector do Ar:erial.
COtlREtO.
O Biigae 24 de Julho, recebe a malli
para Lisboa boje pel*s 1 i horas da manh.
%cy O Brigue Portuguez Ligeiio, de
que lie Capilo Lourenco Joze dos Santos,
sai paraLi-boa no dia 28 do coinnte.
yy O bi if;iie I uperador re ebe a mal-
la para Angola heje 18 do correle as 11
hoiasdodia.
RTICO COMVUNCADO.
Pivgiessitas, e licgressistas.
1
Nao se falla boje em outra cou-a, se nao
em progresso, e iezresso ; e na forma do ^
costumej comeca deappareceremeam-
po ossai'casmcs, as intectivaii, os balddes, j
que qiiHsi seni]ire *em a disparar em Ir
mrndisaimas descomposturas, em odios,
einimisada implacavcis. Sad iffeitosca
do nosso seclo das luzes : nao ha reme-
dio', se nad irmps com elle.
A n (Sr parle das quesldes, que se misci-
tad em asscienrus, e Dsciplinas nao exa-
ctas n;<6 procodem de mira cau-n, se Iia6
da f.liade cLrezi dos lemos, e unam-
midade em auaa defines. Muitasve-
zes barrad, e se e.-ganic. d doos sujeitos
era hum argumento, e nada conchiem de
seus raciocinios, por que cada hum v-
ua para seu lado, ligando as mesmas pi-
lavras di fe re 11 tes ideas. Islo posto, o que
querera dii'-r Regieso na marcha polili-
ca de hum Pvo ? O termo asss o espri-
me: coi^esponde ao nosso verbo antigo
Eepdar, isto he ; voltar o ppara atrae*
voltar sobre o passo dado, desandar, &.
E havti Braxilero sn*ato, sincero a-
migo da sna Patria, quede-eje volver nos
ao antigo Rgimen, que suspire em fim
pelo sempre hediondo, edetistavel Abso-
Iutismu ? C< nfeao, rpie vamos moho nil;
niaf P'r i'ulp dos nossos inaus li.ibilos,
do que pela naluiez das < ousas ; porcm
os males possadus j nos nad impressionaQ ;
por i-so hnns se deslemhrS delles, outros
nados sabero apreciar ; por que nunca os
virad, riem experimentriid : e pensem,
como quiten m os pechosos dos nossos d-
as ; o corto he, que a experiencia pro-
va (diz o profundo, e nao suspeito Ma-
cbiavel ) que nunca os Povos au(;meiil-
rada sua riqueza, poder, e pro^peridade,
se nadvm hum Gove no livre.
He preri>o, que tornemos atraz (dizem
a1gi>Qt) sb pena de nos precipitarnos.
S m, vollemosalraz, se nssim o exige a
uossa felieidade : mas al que ponto deve-
mosdesanda ? Qualotrmo peifixo des
se Regresso ? Quere'd esses Si>., que
letioce lames a respeito da nos-a Li Fun-
damental? Qii.rerad ver detrubadas ns
Tiossas liberdades, e garantas r Se alguem
h, que polilla a mira em tal revolucad,
deve ser lido, ou por hum loitro fmioso,
ou por hum inimigo publico; porque
tal mu lauca, ero vez de remedear os nos-
sos abusos, rros, e desord?n, arremes
sir-nos !a em inuito maiores desgrgss, e
exacerbara nfinitamente os nes-os male.
Tocar em os fundamentos do SCVStema Re-
piesenlalvo, abracado, e jurado pe'a Nh-
c,ad he em meu humilde entender o que
nao pode desejar nenhum homem de sen-
so, e boa (.
por outra paite o que he, que se deve
entender por Progresso r Qaererd os
nosses Ulopistas democratizar anda mais
as" nossas In-tituicoe.-- ? Pietender elimi-
nar da nossa organis.icad social <> ti men-
t Monarchico, arrojando-nos' na vora-
ce, em que se tem anemessado, e em
que se debti'm os iiopsos contei raucos dos
EsladosdoSul ? Tal pensamento s p le
inorar em cabvc-'S de Vinagres, o ontrn
dem.goges, a quem s a contlsgracad ge-
ral 1 iefazer, que resurjdd da sua nuli-
dade. Alm dislo desejar ir adiante na
carrtiar 1 tica, ou por outra, soltar mais
ensanchas Liberdade, quando a expui-
eneJa asss nos tero demonstrado, que a
respeito de vatias iiistiluicdes andamos em
demasa apressades, ou lie de supina estu-
pidez, ou da refinada mal a.
Qual ser pois o partido mais prudente,
aceitado, e honesto ? Quem h, que, lan-
c.arido os olhos para as cousas do Brazil,
desconliece a neressidade de metter-se a
mad em muitas das uos'as leis, e in-titui-
ccs ? Que homem sensato, e bementen-
cionado havei, que possa tolerar por
mais tempo alias mu proficua, e Sania
Instiluicad do Jury pelo modo, porque
esi organisada enire nos ? Quem pode
ni.iis sofier o Vandalismo da 11 r parle
dos nossos Juizes de Paz, lomeados de a-
triboicde* gigantescas, e tad monslrtiosas,
que Sad os niaiore-de-polazinlio-, que tem
vito o Bia/.il ? Que conlradicad enlreo
nome, e as foneces de-ees Juiz P"de Yer em indignaeng o mnilo por que
estad organizadas enlre'n as Guardas Ca-
cionacs, cujos Offuiaes sad elleilos a bel
prazer dos proprio Soldados, os quaes so
escollierd, e reelegerd aquelles, que
mai.sepiestarem relaxacad, e indisu-
plina? Finalmente olhe-se altentmente
para os nossos dous Cdigos, e qualquer
eonhecer, que eMes conlcm disposicoes
quecertamentehadeonvm ao Brazil. E
em verdadeos Artigos 2a5 do cap. a., e
228 do mesmo cap. acosad 2' sad, por <-x-
emplo, p.uahorroiisar aos paijde familii's,
e a toda* as pessoas honestas.
Rifo'mar estas, e o ar.-s cousa<, que
nos v.. causando males iiicalcu'aveis, Mr,.
naiquir.ar mai-(se-assim me posso expri-
mir) as nos-a- Inslituicd s, e certas leis, ac-
comodando estas aos hbitos, e circunstan-
cias do nosso povo, e'nad lorcendo o.'vio-
lentamentepara aquellas; eis o Regresso,
que me agrada, e muito desejo ; eis, se-
gundo me parece, o que anbellad todas as
pessoas corladas, tod'sos bons Brazileiros,
deem aessas reformas o nome de Regres-o,
ou o que mellior Ihes parecer. Enganad-
se quantos imaginad, que a 1 berdade lie
o fim dasociedade;civil : por que a lilier-
d^dena5he, senado meio de chegar ao
fim, que nad pule ser outro, se nad a fe-
lieidade g' ral,: se a libenlade de huma
onarcbia CoiilUicional Representativa
he a que indubitaveliiiente conrem ao nos-
so Braail; procuremos consolidar esse sys-
teraa. rmuarido em todas aquellas Iuslilu-
iies, q' nos podtm desviar desse caminbo
caneleire, e segeio. Taes sad os imus
fiscos pensamentos, e taes julgo ser os da
geraldade dos Brazileiros sensatos. An-
da tornar sobre a materia.
Escriptor doJCaiapuceiro.
EXTERIOR.
FRANCft.
Paris, 27 de Deztmbro.
Eis alguna pormenores summamente
cdioso's sobre asituacad derha. A insurreicad desta Iba, inquieta
bastante o re Carlos Alberto, pois teme
que todos os descontentes sereunad a!i, e
corrad sobre as Costas de Genova. Qui-
do O'Prancezes expulsarad o re i de Pie-
monte, este refugiou-se na ilha de Sarde-
nha, da qual nad sahiu at i8l5. Os Sar-
dos derad todo aquelle tempo rainha mi
urna pensad. As subscripedes voluntarias
fizerad-as subir a 60.000 escudos. Con-
tinuou-.-e a dar e>te donativo annual al
moite da rainha mi. II1 dous annos
que nao se pugava, quando Carlos Alber-
to reclaroou como um impvisto legal, o
que nad era mais que um acto voluntario
de generosidade. Os .Sardos nad quize-
rad pag.ir, e soffrera por primeira con-
sequencia a prohibicad da entrada dassu-
as mercadoiias em Genova. Em fim, os
habitantes da Ih, vendo que os traavad
como estra'ngeiros, Ievatitaro o peudad
da independencia. Foivd protegidos no
seu movimento insurreccional pela milicia
Sarda, e pelos dous ou tres mil homens
de guarnicadj entre os quaes seacha um
grande numero de pairelas < riv ados pi-
ra aquella ilha como suepeitos. Ca los
Ab rio nad sujeilai em pduco tempo
a 'Iha. se os habitan es quizereui def nder-
se. N. d ha uro paisano que n-.fl esteja
armado d>: espingarda, pistola, e punbal,
e podem formar-se mu commodamente
uOguerrilhas de i,000 hometis cada u-
ma.
As cartas de Moka de \\ de Junho di-
zem, que Mehemet Ali eslava senhor da
costa da Arabia no mar Roxo, e que os
Beduinos se tinhad retirado para os deser-
los. O caf tinha-se feito um objecio de
monopolio, e jolgava se que os Amei icnos,
perderiainl- irameiile e-le ramo de cd-
mrcio neste ponto. Tamb- in se acredi-
ta va que Mehemet Ai pre' in liria iuf-i-
ramenle doommeirio de levante, para
procurar sabidas producedes da indus-
tria febril doEgypto. O lempo conti-
nuava mui fri, e os enfermos que chega-
vad a Socotora se reslabeleciam e dvad
ir para Bombaim. O mar Ro*o esleta



aamnrrm
xmm
em raimara, ea p<\ste nao tinh.i feito mu- I Na Cmara, mais piincfpaTmetrre
tos estragos no Egyplo. '>' Bolsa falh.va-se rom algum Cabr de u.
aLA.R o i) [. p : i m a m nuco.
'----- ., -,_^------,-----:-------^. ... r?-
e o se-
A Gazcta P nunca de Munich contem
nina caria de Alhenas na qual so
guinte :
Urna tempestle que orcoi reu tima
das nuiles pa.ssad s, poz a cidade n um
estado do maior teirur e romtemacaS pe-
los f'eju tristes efleilos. Urna violenlissi-
ma tormenta, scompannada de gramV>,
lo i seguida de loriniUS de chova, rnj^fu-
ria perdoon a mu pucs ca-as, send* fe-
ralmente f its todas de lena, s. b.e mui
fracos alicorees.
S. ri-5 duas liaras 'a noilp, quando
nos gritos espantosos que euvi, me avi-
s.ira dacalastrofe. Sahi logo para a roa
para presenciar urna scena da maior (jeso-
lacnS.,.
0 forte ognaceiro augmenjou tanto
as aguas que passr mais cima il palacio
real, que .ahiiam do leito por ambas as
margen*, e' pr. cipilando-se, inmmdaraS
os paviHi'es do pla. io, e estendendo-se
pela cidade alagaraS nma grande parle
della. Urna inundacaS den.ote, sempre
nm espectculo horrivel, pai ticiilarnvmle
em Alhenas, onde as ra>,as sai mal (rifica*
das. O damno mu ennsiderave!. Va.ias
tasas snipirs-se, rtultva m '" ruina.
ma pretendida rorisptracio qm* se'esro-
liriu novamente, e de numerosas piisSes
feitas em consequt ncia dirto. As medidas
de precauco que se toroara'm'o ttasit
que seguiu a comitiva real deram lalvoz al
quina consb-tenria a'csls rumores. O pe-
ridico mini.Mei ial da Jai de nr diz n- ni u-
! ma palavrad. ses rumores, eosiu silencio
; sobre nm fado to importante autliorisa a
' julga lo coroprovadn inteiramente.
(Constitiiliounel.).
etem minado osaliceicra. O peor qoe
sao os pobres quein mais Um padeci-
do.
O Vorort da'Siiissa ac;.b.i. de rommu-
njcar aosCanlOes oseguime aviso:.,
Em coo-equencia de t.m comit dos
governoH AHemius, concorma innitos
rommissarios aStuttgaid, onde dcv. m a-
biir-se as neg< ciaces relativas acs nego-
cios cotnmereces da Suissa com Bavieca,
Wrtemberg, e o Ducado de Badn.
E>tas negoriacSespoderaS olltrecer mai-
or iuiere-se mais paia o diante, se a vio-
lencia .feiti pela ('ranea a tfale-Campag-
."ne eompiomelesse o estado mercantil da
Sui-sa ; fe entre a Franca e a America re-
henlasse urna guei ra maiitima; se ?e
coqcluisse um tratado commerciaj entre a
America eos Estados Alleuiies rapaz de
a.-segmar Suissa vanlagens importan-
tes.
Cartas de S. JMerirargo affit oir tr
bavido nm vivissimo debite entre 'o Im-
perador Nicolao, e Lord Duiban. Sed
certo este facto, n5 re>la outro partido
ao embaixador Inglez sena |iedir os seus
passapoitts.
(Coun ei-.)
dem, 50.
O Constuciorie! fallando do discurso
do Rei, entre outras reflex5'ea diz o eguin-
te: u Urna fraze mu oppoi tuna relativa
Hespanha anuuiicia ao que paiece, co-
mo iiiterpretacaS do seu texto, que ogo-
verno exercera para odiante -obre a li-
nha das no sus front- iras, a arliva vigilan-
cia que at ag"M tem reclamado a im-
piensa indepen leo'e. Para lesin') i
- ifisiM ii;iqo-> a indmijSes que lirAl o"e algui s tartos
fiubigu' plena e compieta sy npithia do governo
favor da causa da Rainha Isa-
i.isbo\, 9 nrc PtiBttmtt(>.
i
A ante-penn|rima Sesso da Cmara Ele-
ctiva fui urna das mais prolongadas, das
mais rmiidase confusas que llevemos pre-
senceado, e na qual nem fallai imos, .ve
por ventura honiem tiSo (onis^enrs ver
o espirito de partido revolver-se para de
novo empregai- lodos e> seus e>lialagetr>as,
com que de proposito procura embrulliar
e ( bscurerer as questoes ainda as mai> l la-
ras, e suscitar dnvi'las, que por certo nao
im os Sois. Deputados Opponenies; as
de qii" S'' SU''1 m cerno Bfm9 ne-.-tn rain
lanli.-s pi I^uieu-tei e>. Di/enio"'que os
S'ir-. Oj)|if)oe--fes nao tem Ins duvidas,
poique 11.1 Ses.-Io a (jue allodimos. mpog-
uatido miiilos delleis 11 a di*cu<*So o terieu'o
addli qnecon-istiu cm auihons^r o Gr,*erno [ia-
ra en.illir letras afe ao valor de dnis mil
tontos com o juro de dez rei diarios pmca-
da cen niil res admis-iveis gmenle tas
Reparlc6i*s Publicas, e resgalaveis pelo
producto da venda das Lezirias votatam
aodejjois de longa di^cussao, e do qJIbdro
carregado da levolucao Francesa, e dos
seus essijn tts, pelo adiantamento que ba-
viam combatido com taa ten^cidade !
Na referida Se.-sSo app-neceiam certas
an'-m!i9, que mal porliam nertbrir sua*
origcm ; e nao deivou sob>e ludo roargem
.a duvidas, a sinuul ir lecusa de um Sn'r.
Deputado, qii s quiz oppr a que o Sur.
Ministio da Fazenda, caneado da m< lestia
e pouco generosa lacticn de sem adve sa-
lios, relirasse a sua i'ropos'a !
Confessanv s. que nao podemos entrar
na forca dos argumentos dos Sr.rs. Deiui-
des, queviiam na emifo detaesletras u-
rni.tspecie tli> papel'moeda, loirlnofl nm
racio injusto de phgar aos credoie.s do Esla-
do, quando do que se ti activa era de urna
mera opeaco financeira, com hvpottca
es.ecial rnaacad*, e a qual serve tmenle,
si b responsabelidade sua, de dar mais fa-
cilidade ao Governo. e maior l.ilitude para
realisar a viuda das Lniriasj E na verda-
d, aonde esl a coherencia, de piincipios
d'iquelles Snrs. Deputatlos, que no passado
pe iodo Legislativo, coucedendo um voto
de plena confianca com o luudam&nlo do
hem publico, queriam ag ra denegar urna
aotlioi isaco de lio pouco momento, que
ucnliura ouho Gui i tid.' ler, alm dedar
maior Vdlor a prupriedade Nacional? Mas
isto in-no- admir.iio tlever caus.r. quan-
do >e considerar qU" o c.dor de disru-sio
versoii bre a Propo*ta que sen auet r re-
liroy, i-nem iNm deixou de se tivnsmil-
llf Cumig'id aulor ao .tdiaiiienlo di Con
misso da-PaZeoda, o com liar boa le, tpie os impugnadores es-
quecerain-se de ollerecer, ao menos col>e-
O Sr. Diputado Vicaiio do Castro quei-
xone da inexarlido d-Se-soes do Dia-
1 i'~>, que par. 1 iam p;irciae* a (avnr dos ad-
vei.'arios-da'actual Adminislraco, e sobre
i-so (-bamnn a alinelo da Cmara. Re-
plicramos Snrs. Pasos (Manuel) e,Mir--
l'P do Peino, moslrmdo opn'rneiro, que
'o Diario tem dna partes dslincias, urna
Oflijali outra nao Ollicial. enlo per-
tencendo a eftl iil|'m p,,ie Extractos das
Se soes, nSo bavia que <-onur-r o Diario
n ais do que outr'o qnalfiner papel de em-
presa i)ailicn|ar. Abrtndon rleslas ideas o
Snr*. M'iiisiro r) Rpr,o, nW mui conclu-
denleiK-ile dissi-, qu- o Redactor na par-
l rao Official eoiitia assuas proprias 0-
pinies.
Diversos Oradores sesopiiram a sosten-
a r esl fono e mostraram que o Redactor
nao pode respender pelos ex t< actos do Ta-
bygraf,., eenlan o Snr. Deputado Joao
Bernardo da Rocha levado pelos impulsos
da amizade, que nao Ihe temos de.-mereci-
do, te.ve'a bondade de allinlir aos maus
tract.is que soffn mos das passndas Admi-
nstrac5e. Tornon-se pessoal a-queslo,
e S. Ex. o ex-Mim'siro do Reino o Sor. Ro-
drigo da Fqnseca Magalhies, boje Dipu-
tado pela Provincia do fWinho, leve a hon-
!ade. com aquella podez o t-nerosidade
que o caracterizare, do tirar ptrtido do lo-
gar que. ronpa na Camna para alludir ao
despacho que n-s dera de Official. Maior
( tsju'ceu a S. Ex. secrestar fraexteu-ico
a mais algue e o tnico, (se deipacbo)
quRlem'os lido depois de quin/eannos de
servicos que lo pasados nos tem si lo S.
Ex. actrescenlou que ramos contrarios
s se? isopinies, apesar deque sempre nos
apresenlamos tanli/a elle, como a algumas
pe-soas. como lendo-as idnticas. S. Ex.
qu z ferir, mas por e-la e* o que nao Ihe
ciimmuii', ie s.dvou a lanca no escudo,
$
rtico, cm qu propoii o Snr. Fonseea, M"-
gallies, que ot> Couti actos depois de esu
pul idrs \ essem Carear obler api>ro<
vacio diCorpo Legi-lativo. Nesla paita.
nada achou o aulerior Snr. Diputado qu>
censurar de inconstitucti.nal, e nos rife-
lif mente acbmos. Que Tica .sendo o Go-
verno srnceionada essa doutrina Ou elle
tem, ou nao tem re.-ponsabelidade Se a
tem essa por cei lo o mellior freio que con-
tera o Poder Execuivo, que todava nfo
quer votos de confijuca. Se a nao lem,
lisque-se da Caria esse poder anmalo,
queal para um Condacto de m-caminno
hi de depender do Poder Legislativo, isto
, deve esperar que i^e reunam as Cmaras
para mandar fazer um lauco de E-trada
por coivjracto Mui bem observou o Sr.
Dias de Cliveira, que o Governo j et au-
thoi i->ado paia taes obras e contractos pela
Le de i9 de Dezembro. de 1834,.e n'sc-
crescenlaroos, que do que car ce, e de vl*
sancionado o Din no de Bar eir, que ex-
cede a mposico siias dilrib.ujce-, e sera
, o qual nuuca havei EslradaB em Portu-
gal, nem empiezas que axqueiiam fazer.
Desalem-se os bracos ao Governo, e dem-
se-lbe os meios, se que sequ-rem 03
lins, tem disto fazer urna perfeita mixlifi-
caco, e olhe-se aomeno6uiua vez pelo
be ni Publico.
(Do Diaiio do Governo de Lisbo*.)
1 1
Francs a favor ta causa da tiainha
bel. Neale ponto o dsur-o explcito, rentes com a doutrina que sostenlaram,
e produzir os mais saudveis tffeilos. i outro additamenlo que expressasse essa
Sempre que a Franca quiser tomar urna i douliina, e uhstituisse a que se linha por
posicaS terminante e'cldia, sua lingoagem, | lo nociva JNio se tendo.aprsentelo 11.
esuas resoluces lera um grande peso na ; se meio mais bre\e, mais seguro, e mais
Europa. Fallando como falln boje, pe- i proveitosode remediar o caso, nos licito
los labios dochefe do E-lado, a Franca I suppr, que se prt.ci
honra-so, e serve poderosamente a Hes-
panha.,, Tanto pelo espirito do discur-
so, como por una inGoidade de outros
dados, v-se queamais eslieila uniaex-
iste entre as (orles de Lona rea e dePus,
e (|Ui e U muilo de act ordo no-si'iis pla-
in p iva cutiler os projeclos aoibici .-
da Bu mi. Sa5 il.us sucesos mu- felises,
a xp itic.' briili.nle tfe RTaficafa, ea a-
ceit .cao dada pela Franca metiiacaO que
< Efe re ce a a Inglaterra, para regular as des-
avencas entra aquella, e os Estados-Unidos
da America. Amanda daremos m.'is pro-
henores aos nofsos leitore-.
ava somenle susci-
tar embaracos, e gastar lempo em argu-
mentos es'ereis. eem recriminaci'S vagas,
improprias da dignidade da Cmara, c de
mui tri-teexemplo para a Naci represen-
tada.
Da S sso tle Salib.ido, que constou de
Pareceres de Cornnii->ses, ten ms ocoa-
.sio tic tallar, quando ellas por Ma 01 di m
eutrarem em discusso, eagora passare-
mos Sesso de boje, na qual por tsleri-
datlede maleiia (que de nenhuma provi-
dencia legislativa parece caiecer a Naci
Porlugue/a !) entramos nos tarr.bem, a-
pesar denossa ob-cuiidade.
sera f'/er pr. sa Com as opini5es deS.
Ex. que to liberalmenle as enuncia, se-
jl- ios lieilo dize-lo, temos sempre oncor-
.nulo, e al mais tle urna vez n ste Jornal,
m com os seus mcis praticos, discorda-
mos quasi ^empie. e boje elle proprio nos
forueca a pi ova que temos razan e que nos-
sa discordancia justa. Seus talento", nao
vu'gares iiingucm mellior do que n'i os
aprecia de suas inlencoes porm, dos
doles da sua atina'formamos iil'a bem di-
versa, que nem aqui em defeza prop ia ex-
aramos, apesar de aggredidos, que nunca
sgjres.-pies lis vemos S io. Todava dia vi-
ra, e nao di-t, em tjue forca ser revol-
ver toda essa popira, e rasgar o veo .
Mas daixemos S. Ex. rom a sua opiniao
cqnsceiiciosa, (que o lachrgrafo deste Di-
a io nao lian-t reveu) chamar aos J Tiia-
Ijstas Animaes os mais orgulliosos da
creado] epilheto q' leve ser exacto,'por-
qu S. Ex. falla na materia com pleno c<
nhecimeno de causa, e pa-semos ao que
dase o Snr. Aguiar. OSnr. Deputado lam-
betn ex-Mini-tro, presumi estarnios em
pessoa sentadosj-na Cmara queixmdo-nos
da Administra cao de qne elle fra Mera
bro. Enganou-Be S. Ex., na parle dos
que'xume-, poique ma! podiam ellos di-
zer-lhe respeito, quando nao foi autborda
so'-pen-o que s< lliemos, por desagrada
rem nossas opies poi tugii"zas aosque nos
queriam oulr'oca vender ao Moabita. S.
Ex. deu-rn>s exoi cirio, em verl+de, no
domo mui avanUj-ido empr-go dous me*
zes depois de convencido da inju^lica que
se nos fez, apenar de concordar desde o
nrimeil'tf dia que ti vemos a honra de Ihe
fallar na atrocidade do procedimento.
Dcixemos porm todas es'as miorias de
n nhum inleresse publico, para voltarmos
ao resto da Sea-Io, (pie verson sobre a ne-
cusidade, de prolongar os prasos para os
Oiliciaes Militares fazerem as suas liquida-
^es, e sobre a empieza das tslradas do
Coronel Lucotie.
A materia da primeira proposla passou
depois de curia iliscus io, opinando mui
oppmt itamente o Sur. Deputado Leonel,
que a decisio iic Cunara se toi rugse exlen-
sivasos paisanos. Quanto s R.-Iradas a-
chou o Sor. Seabra o Piojecto ipconstiiu-
cional, mas como nao ouvimos as razes
em que fonda esta sua airmativa, aguar-
daremos a expcacio que S. S. se- sirvir
dar-nos. 0 Projecto foiadmiltido na sua
generalidade e appruvado, e reconhecida a
urgencia volrou tm discu^so o primeiro
AGRICULTURA.
A Hyglena do Boy.
Extrabido do tratado em Franoez das eh-
fermidades dos gados, por Mr. Dela-
t guette.
(ContinuacSo do N. antecedente.)
Do periso, que he relativo o lmpesa da
pelle.
.
A pelle exhala continuamente pma su-
bstancia excrementicia mu acre, que ex-
posto aoar seca, e forma urna copiosa im-
mundic : a quantidade de.4a excreco nos
animaes silvestres, he sempre pouco mais
tu menos, a mesma ; mas nos domsticos
pode se augmentar muilo core a circulacio
accelerada pelos Irbalhos, maisou menos
fadigosos, aos quaes se submetem estes a-
nimaes. Esta mesma immundice arada se
acre.-cenla com os excrementos seceos, e
lquidos deque a cama de palba e^tiver'es-
bebida.
Esta accianulacio de immundicie eex-
cremenlicia, irritando a pelle, ol sta, que
ella ufo faca as suas dividas funces. A
saude he quasi sempre boa, quando a trans-
piracio cutnea nio encontra embaraco :
mas se esla funeco nao se faz hem, seguem-
se sempre enfermidadea da pelle, e quasi
stmpreinteinas.
Infelizmente os cultivadores se persua-
dem, por urna preocupaco funesta, que
quando os animaes esliverem menos lint-
pos, mellior medrarn, e mais engordaro,
ou daiS mais producto : porm o que se
observa he, que oleitedas varas dos que se-
guem esta opmio, por mais alimentos qoc
Ihe deem, nao he lio rico em materia bu-
tirosa ou mantguera, como o das vacas,
cuja transpirado cutnea nio he alterada,
e a'pille exerre todas as suas uncSes ; he
por tanto neoessario, que se precure con-
servar aplle dos animaes con limpesa,
para que a tianspiracio cutnea se faca
bem. Os meios para conseguir esle hm,
fo differenles, segundo a especie dos ani-
mae-1, que se pensara.
Para o boi, e para a vaca, cumpre u-
z depalha.
Co itinuar-se-.
AVIZOS PARTICULARES.
O Substituto de Inglez e Francs do Co-
|. gio das ai tes av isa s pessois que se achia
matriculadas em Ingles, que elle abre di-
ta aula no dia 2i do crrante s 8 hrae
da manh hora mareada para esta aula.


#
'
DlAftlO DS MOAMBPCO.
Prccisa-se da um rortugaes que
mah* at 16 annos de idadt, e que d fis-
lor a sua conduta pera ir para um En gen lio
listante da Prca 14 le-goas, o que estiver
n'ettaa circunstancie* dirjja-ee a Olioda"la-
leira da iibeira,can de a andares para
raUr do ajuare.
Sfor* T>oas firmas preciss-ae de
w reie em sedulaa a un a meio.por
cento ao mes: quem quiser dar, atonnCie
pera ser procurado. ... 1,
y'O'Snr. Jote Leonardo de Avelar,
en seo Procurador pode virrecber prin-
cipal e cusas da EkecUClo de Manel Cae-
uno de Moura em cata do Padre "Bacalbsu
i 'Boa-Tsfa.
/y Precisa-se de un ceaa terrea cora
comando para Camilla no lugar da Boa-
vista, menos na ra da Alegra, daodo-se
por troca da roesma ootra casa na ra das
Trinxeirasem Santo Antonio D. ia, <>-
besa com baatanle commodo: quera quuer
lser este negocio dirija-ae1 ao beco das
Rarrircs na Boa-vista na ultima Olarw a
direJte. _u*
/y % insaoaqueavwa ser estraageiro
taneeiro, e destilador, procure na Boa-vis-
ta roa do atterro lado do Note obrado
tjry Deseja-se fallar cdrh o Snr. Anto-
nio Jote Teiaeira, ou com algum seo pa-
rate, cujo Snr. morn para o Sul en So-
rnbaera; annoncie para ter procurado.
/9a 'O Snr. Joo da-Silva, qeira diri-
gir-te a venda da esquinada ra da *
por bailo do Dotor Mira, para receben
dua$ cartaa da sua familia vjndas de Lia-
b a, que por ha ver pessoa do mtwmo nome
ollie liroo do Correio.
Htf'O Snr. que deixou a cdnaertar
, quatro camas de vento a tenda francesa
junto a ponte na ra Nova lado do noria
1). 30 queira as vir buscar (por j eatarem,
muito lempo'promptas') no praio de>oi-
todias, aaesino nio Casando vendero-ae,
iu camas para pa'gamvnto do cdhseito.
, yy. Manuel reriratJias tem contrata
do com a Senhora Xolaa .Baptista, que
morn em Porto Calvo, comprar urna a-
crave crila por nome Aleaandra 5 quem
ae,echar cretlor a dila escrava, dinja-se a
yus da Guia mvReeife na casa do aiinun-
ciant, 011 ertnuhcie,por estatuilla no pra-
to de'8 dias da data Ueste: fiUo- os quie*,
do que hoovwr' rcapeito, Hcai sera IFei-
yy jliima senhora de bons costumea
perteode abrir aula dejprimeiraaletrasj'em
a qual cum aasiduidade ensillar a ler, es-
ciever, ciitar, coser, bordar, laveiiutar
4c. ludo com perIVico: os Sin s. raes que
desejlo suasfilhas saihao, dirijaS-se a ra
to raldeireiro D. 6, que adiarlo com
quen trctar. ir*
iy loafluim Rodiiguea d Almetda laZ
acicate o publico que ota Irataudo dd
Inventario def/liereza d'Aguiar e Atbu-
uerque; queui livor diidaa a listar
comparece no Ur lorio d iWrltiy dos
ra.-s.
yy precisa-se alugar bina ama deiei-
te : na ra o'Aurora pi iraeiro sobrado d-.'
andar.
yy O Snr. que annuneiot querer um
houiem pt.ro ir cobrar dividas o riaiio,
dii ifa-ae a ra'do Rosario larga D. 7.
try Comprou se por ordetn do Snr.
Vicente FciVei'ra d'Aa.umpco do B..11110
um meio bihcte ti. 3657 de Lotera que
corre no dU''t do-coneiiic.
yy Quem tiver ubi* canoa que carrc-
S tre* a quatro ca xas sendo qm- a quena
lugar pagando-so doia roetes adanlado^,
pode se dirigir a la das cruxes na venda
I). U.
qry Precisa-so para o Hospital do Cor
no Policial de um cosiaheiro hab>l, r d.is
er ven tes, todos livre* ; aquelle- que se
quwerem engajar dirjao.ae a Secretaria do
rnesmo Coi po a lU.r com o Comiii-md-n-
*e Geral para tratar do ajuste.
e/ys Os Snrs. Boticario que quiseVm
foi-net-er inodicaineitos ao Ho>piUl d
Jorpo Policial, podesn ir no* dia ai, e a
docorrele a Secretaria do Coru exami-
nar o formulario o >''* condices^aj* *
v'uta de toso poderes calcular o mtnor
pregoqiio devfin exigir pirdilos medica-
inonto: piuttckr Icifcodia15. C*
da Sur- Bticaiio uver* apreaeistaf em
eatla fci-ada menor .pirco po.q.c ae
.-,. ,..., .-n.idi.o limhciu
a por. Ser preterido oquelle que oflarc-
crmaiores vantagens.
ar Mam Anna da Assumpclo perten-
de contratar negocio sobre urna morada do
casa sita no Bairro da Boa-isla; .para
poder mostrar todo equalquer desembara-
zo que tem dita casa fat este annuncio, dan-
do o prar.o de 4 dias para sua seguranca.
y^m Precisa-ae de omcsiiairo para u-
ma nda, tendo bastante pratica^aquelle
negocio, e prestando fisoca; dase o teico
dos intereases: quem estiver nestai rir-
cunstncias procure na ra do Rangjl U.
30 defrante da casa nova das diversas Ren-
das, no segundo andar.
sjsjpa Na oficina de ferreiro, eserralnei
.ro, do'Jernimo Jote Bentoif sita no ar-
masen, denominado, do Sal, ou da Viuva
'Coste 'StFilbos, se precisio de officiaesd es-
ta arte, e mesmo se admittem aprendises
de qualquer condicao. Oa oficiaes dito,
os pais, o Snra. dos aprendixes se dirtgi-
r8 a mesma oficina, onde acbarS o pro-
prietario para comell tractar.
t/y Pela segunda vea annuncia- se, que
se acha em poder do abaixo assignado u-
m canoa aberta em mo uso ; quem Xor
seo dono, dirija-ae a Tallar com o mesmo
na Repartilo da Sendo a qoalquer hora do
da.
-Guilberme SteppU
NAVIOS A CARGA.
Para a Bahia.
fjr* O Patacho Gratidi" forrado e pre-
gado de cohre: quem quier ir ti* pssa-
gem,;p dos, ou carrgar. dii ija-se so Escriptono
de ManoaLJoaqui.n RamoseSilva.
Para o Cear.
a*ws Segn viagema Sumaca Ave Ma-
ris, poraeachar comparte da sua caiga
pronta, com a niaior brevidade possivel:
quem nella quiser carrgar ou ir da passa-
gem diiija-se ao Mestre Anselmo Jone dos
Sanios ou ao propriUno Manoel Jote
Xalaija assislente no porto das caeos.
COMPRA.
UmTelemaeo loglet: quera tiver an-
uncie a roa eces.
yy Mondas de 6^i00 de cunhosnti-
go, leudo o peso legal, e paga se a 12&600
vm prala com '- cumb.o crreiiln : na loja
de Csseodas da roa do cahug de Francisco
Angosto d'AzeveJo e Silva.
yy Alguns cdellos, ou cadellas de
boa raga, proprios para guardar sitios: na
ra Nova aruiasein de louce fina D. l,
uu annuncie para ser procurado.
yy Umquaituem boas csrnes nio
sendo inmt" tro, e utnas cassainbas dc
coiidnsir material: annunrie.
yy m moleque, doente de qualquer
molestia, mesmo iocuravel, nio sendo s-
leiiado, que ande aiuda en pe*, e tenba 25
annoapaiab-ixo: na ra Nova armasen
delouc 9.
kja Qj.irosarcadas de pedrada buro-
pa, com o imprmenlode- 8. 9 palmos,
e largur.1 suficientes : .imuncie
yjp Um sobrado de dois andares, sendo
no lUirro de Sanio Antonio em ra prin-
cipal : nacas* de M.noel Bisen-a Caval-
cantede A'biiquci-quc, no largo do Terco
D. 15.
VKNDAS.
Um violio pequeo de boas votes, pro
prio para aprender a tocar, por proco
ni.iitocomni.do: na loja de Ewedcrna-
dor na rra^a da Uoiio, lado da ra dos
Quarteis D. n6.
a/y Caf do Rio de prnoira iiualida-
de, em sacas, ou m ro>-s* easaeruiaccte em
caixas, tudo por pravo raVs cominouo do
quegtsraliM^iite se vende: na loja de lasen
as lodjA6fvedj^^itra.
-r- Vndese, ou aluga-se una canoa
decarreirameiaaberta, de barra dentro:
na ra Nova ao p da ponte armasen de
louea D. a9. '
/y Jarras, resfriideiras, moringnes, e
quartinhss, alguidarea wdradoa, estopa da
trra, ripas. c lijoUoa pera fogio: no mes-
mo armasen cima. .
sjry Na loj* francesa do largo do U-
Trmente coutraua-se a vender espatos
franceses psra humen*, obra bem fets, bi-
sen os franceses, brancos, e preto, en
por oes, oua retalbo, marroqmns de todas
as cores, selins ingleses, ditos franceses,
mants, goldi es, e-tibos de casquifcba, e
de lati, cabecadas largas de lustro, corrm-
mes de lustro ice. por precos commodos.
sjy Vende-se, troca-te por alguroa
casa de sobrado, e terreas nos bsirros do
Recife, Ssnto Antonio, e Boa- isla, ou
rienda s* um sitio perto. por ser pouco
adiante da Igrejs dos Afflios,J com chio
proprio, frente murada, e todo o nais cer-
cado de linio, decente casa de vivenda,
com sotio, e suficientes commodos para
familia, toda envidraesda, boa smala de
pretos, eocheira, casa para fetor, cavala-
rica para tres cavallos, tudo de pedia e
cal, e rooitos arvoredos de fruto em ali-
nhaniento: naruadomuro darenha so-
brado de doia andares D. 18 das 6 as 8
horas da nanhi, a das 3 da Urdo endien-
te.
e/y Paeus a seis por austro vintem,
bolttl asis patacas a arroba, e blaxinha
nove patacas, tudo com muita liropesa a
promptidio, assim como tambem aci eco-
be ralea de algumas casas particulares : na
nadara da 1 Ha nova D. 28.
ajy Mviosbilbetes da Lotera a $aoo
reis: ao p do Snr. Dandeira.
e/y Meios bilhetes da Lotera a a880
reis : no sierro da Boa-vUta loja de miu-
deas He Antonio Francisco Gana.
y Meios bilhetet da presente Lotera
que corre no dia SI do correle : na ra
do erepo lado do sul|por baixo da casa de
4 andares loja D. 6.
s/y abon para militar agalloados de
onro Bno, ditos para menino, espadas de
ponta direila cabo de roca, e capote de
barragana e om chapeo psra senhora,
chales de merino bordados a retroi brinco
tudo do ultimo gosto : na mearoa lojs soi-
ms. .
ejey Meios bhtes da.pmente Lnteita
qoe corre a 21 do corrente s 2^880 era
prstae 40 reisem cobre : em Para de por-
tas padaria n. i04.
yy Urna pela de meia idade: na
ruado pires D. 4, ai as8.horas do dia.
yy D is mappns Nuticos do qnar-
teirio do Norte e sul, e urna agulba de m.
riar : ns ra Nova D. i4.
yy Uiubun cora galio amareUo da
largura de 4 dedos, por l4# reis, um le-
lini (lomado proprio para Soldado do Cor-
po desiunicipaes por 10JJ reis, sendo este
o altiuio preco, todo esta novni*>ois nunca
torco servidos: na Praca da Independen-
cia loja de chapeleiro n. i3.
e/y Um preto para todo o servico : ni
rea do Vigario armasen) n. 17.
yy Fil de linho branco, e preto bor-
dado e liso, escomillia preta, e rivelias de
cinio de bom goslo: na ra Nova loja de
Frederico Chaves o. a2.
/y Noventa e tantos palmos de pedra
para portadas esoleira: em Olioda ra de
S. Beulo sobrado de urna porta defiouie
da guarda principal.
ary Uiua mulata del20 anuos, que sa-
be cosmliar, engomar, e lser renda : na
ra do Nogueira sobrado dej um sudar D.
6.
jryjUma esciava moca, quCitabc cosi-
nhar e engomar c coser pe tatamente : na
ra do Joode Uarros na venda da esqui-
na que tem lampiio.
CJf- As opera completas de Moi.-et no
ligiplo, Italiana em Ar-gel, Equilwco estra-
vagaute, o o I.* acto de Tancrede para
piano forte e vo>es, e fiara piano forte :0,
as operas completas de Matme te. 2.*, e Ue
Gatsa Ladra para qnarielodedois violmoa,
a4to,e iioionuella, 00 )(1aut>a (violino, alio
e viuloueello,, uno grande sorlimeiito de
cavalinas, duelos de diversas operas dos
auclore mooeriios para vo e acompanba-
meulo de piano, e para este.', exceuon
' tcjufci'iuras dos musmos auctoies para pi-
' noC qoattetede fl -uta Tt'.hno aUoc bai-
xo asmesnas operas, cavatinas, dnetos e
overturas tambem h para duas flautas,
para duas clarinetes, e para dois violiribs t
na rna VelhaD4t7>
yy Toucinho superior de fusneiro, a
de moura, e linbaca muilo boa, a ora,
tudo da liba de Santo Miguel, as barricas,
c arrobas por preco commodo : na roa da
praia adiante da Ribeira sobrad i nho n. 10.
tjry:. Urna escrava de boa figura, sabe
coser, cosinhar, lavar de sabio, e varrel-
la, muito boa quitandeira, e gil para o
servico de una casa, e ao comprador se di-
r o motivo porque se vende: na ra No-
va D. 28.
jry Um cabocelinho que canta de noi-
te, e um papa-capira que canta muito, o
principia ajeantar denoite: na roa Direi-
la D. 29.
yy Um cadello de filia muito novo,
e de muito boa raca : atrs da matriz da
Boa-vista, na casa de Manoel Elias de Mon-
is, deronlc d'aula de meninos.
(rj- Folinhas de porta, de Al-
gibeira, e de Padre, para o pre-
sente anno de 1836, por preco-
commodo, na Praca da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ra da Madre de Deo
venaa que foi do Rezende.
FURTO.
A 7, ou 9 dias deaapareceo da liba do
Nogueira um pranxio de amarello eom 5"
ferros, e se julga ter sido Curiado : assim a
pessoa, que d'ellesouber, avisando a Joae
Claudido Leite na ra do Rosario larga por
sima ds Botica, ter um premio pelo seo
trebalho.
ESCliA VOS FGIDOS.
Em 10 de Fevereirop. p. fogio un ne-
gro por nome Francisco de Naci Cabinde
com os signaes seguintes : corpolento,com
o rosto um tanto descarnado, representa>
40 s 50 annos, alfijado deum dos p*, es-
tando este sem dedos no mesmo, e com o-
ma crnica ferida no coto do mesmo p,
e entra na mesma perna no lado direiti da
canalla, e outra quasi secca por cima do
calcanhar do mesmo p,-este preto tcm-se
era pregado em cortar capim paia um ca-
vado condnsiudo era una pequea canoa
deOlindapara o Recife, de donde su-
zrntou ; p^lo que se recomenda a lodo o
qualquer Capato decampo, ou pessoa par-
tiiiularqttc o encontrar o mande pegar c
conduiir a ra dos Quarteis D. 4 e 5 aonde
selhe dar urna graltficacio corresponden-
te a lougitude em que for pegado.
Tabeas das nutres chatas no Pono de
Pernambuco.
27-Segunda
a8~- T:1
t 3-S:9
o
33
Machi
!
KOTCIACMA RIT1MA. ?
y avos sahidos no dia 17.
SANfOS; Bcrganlim Ventura, Cap-
Baliesar Jos dos Reis varios genero*,
Sthio para acabar decsrregarno.Unw1'
ra a Galera Braaileira Santa Cruz.
ERRATAS.
as sabidas dss EmbarcacSts de honW*
em lugar de 13 leia-se 16. ^
1836.
L.l FC11N. .\ATtr. DODl-iRlO.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EGW92HYHE_8GSSR9 INGEST_TIME 2013-03-27T16:34:22Z PACKAGE AA00011611_02352
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES