Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02347


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Full Text
V-
ASNO DR 1836.
SBADO

12 DEMARCO N. 5
PlK*MBOCO, ha Tvr.o M. F de*Ri. 1836.
DAS DA SEMA NA.
e-mida S. Tlio UBI de Aq- A. do Js. do C. de xa.
de i. se*, da Tbezouraria Publica, e Cliaac. de
S Terca S. Joao de Dos. Re|. 4e m. aud. do J.
de O. de t.
9 Uuarla S. Francisca Romana se, da The*. Pub.
U. miujr. as 7 h. e 25 m. da t.
10 Quinta s. Mclitao. Kel. de .n. nud. do J. do
\j. de m. e de t.
USesU S Candila M Paz annos a Scr-nissima
rVinceza I. a Senbora O. J.tnuaria, Her.leira i're
tumpti va. U* -nao ha deipaxo.
IS Sbado S.UregoTio P. Re. de n. o aud do V. C,.
di era Olirfd.
13 Domingo 4. da Cuaresma s. Rodrigo M.
Tudo agora depende de nos menino*, da nossa pru
dencia. moderaco. eeneriria: eoMimsmo*Coma
principiamos, e itttmni i.ntds rom admira-
cao entre as Nacoei maiscultas.
Pruclatnafo da Jitemblta Sral rfo BraeM
Sahacreve-C a 1000 rs. meimHes puro* adiant.idt
nena T;poaTe6a, e na Praoa da Independencia N.
*'"*,.....de receuei ovrreaponaencms lee/Hli>
Mas. e annunoioti inserindo-* ( r..tic rendo
dos proprioaaaafnaniet, < viudo asaie/nadoi
ARTIGO COMMUNICADO.
Disgracado o Partido, que tem prec^
t6 de salar as paixes, a prejuizos po-
pulre-! Semelliante imprudencia, jam-
is ficou impune: a cabeca de todos os per-
turbadores da Franca, saltera sobre o
tablado da guilholina A bi-toie da gui
Ihotina, a historia do masacre de S. Do-
mneos, asproscriptSes de Silla, o des-
potismo de Ci-omwel, afi os sucressos dos
ag'tarons polticos. Qual lie ojui/oda
Posteridades sen respeito ? A exerracaS e
o despiezo. Pernanrbuc.nos! Me ;ta so-
bre o .pascado, e cu Ico la i os pericos do
prsenle: te alguna bomeus ebrios de ta-
lento, ede valor, chegaraSa ser hns per-
versos, o que esperareis arbar nos vossos
intrigantes covardes, e ta estupidos ?
Nao vos Iludis, conhece-os! No meio
da discussa polira, esses triaos geii,)S
daS pasto p.rversidade, intriga, vin-
#nca, em f-dla de argumentos solidos*
tudo agitaS no calor da sua audacia : proa-
tiluem, ateos mais sagrados Domes' o do
Imperante, o da ConstituicaS, mS escapn-
rao do ultraje! Patria, liberoade, pliilan
CAMBIOS.
Marro il.
-LiOndrcs, 38 I|2 39 Ds. St por t cid. ou rata
a 50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o[o premio, por metal, Nora.
Franca245 -240 Rs. por tranco
Hio de Jan. Ga 7 por cento de premio
Moclas de 6..400 I2000a K.200
4000 7..000 a 7i00
Peaoi i, .440
'. renvo da prata 50 p. c-
,. da letiraa, por ine* l 2 por o[o
Cobre 25 por cento de ucscouto
PAin-iiM -|iitoituwo"
uiinda _Todos os das an meio dia.
Ooiana, alhandra. Paraiba, Villa do Conde Ma
n.anKupe filar, Real de S. Joo. HrefoTareia.
"i"!:'de aSi h e so,,za-tdade d" -^
J il'aa de Goianniaha. e Nova da Prineeza, Cidade
Ararat} Caaoavel. Can.nd, Granja, Imperatria,
FuteV",;0'^- a.o.do Pn".r,i,,e- ^r,n
Kllte.y. ico, 8. Malhetu, Heachodo sanee S
Amo.no do Jardim. QUeer..nol,im. f ParnahibJ
-Se?.indase Sextas feiras ao meio dia por via da
Jaraiba. Santo Anta,-Todas as quintas eirj-a
meiodia. Garanbaiu, e Bonito-noi dias lo e 241
ae.ada mea ao mel d, Flores-no dia js de
carta mea a.> meio dia. Cal.,., erinliaem. Hio For-
moao. Apoa l'reta e Porto Calvo-nos dia I, II,
e I d cada mez- Serinhcem, lli, rormoao, e A-''
g<'a-Preu->egnH,.. QHrlM.. P Spll,a8 fl.M_
tropia, ludo ilo Ihes be absolutamente
hum jogo na prat-a ; sr noraes deseo-
nhecidos apenas titei tmpolgaS huma fa-
3C, hum einprego, lium mando : qUt. rj.
diculo orgulho er.taS os rtvesle Ames
despresivtis pela sua nullidaile, agora in-
uportaveis pela sua impostura, taes sao
aquelhs, que fazem troar nos ngulos de
P.rnarnhuco i dontt ina do DrocresiO. Do
progresso? Grande Dos! Oque te. ele
ido na direccade tae< Aportlos? Huma
cadeia complicada tle aedicc6ea, d ci ime
de rivalidad.<., de p Ihagem. B podemo'
duviditii9 Na5 tem ellesdes do 7,le Abrd
dominado eaclusi va mente, des d- Pareo.
at as cloaca ?... E <. que tem feito ? Ot'-
uscar a Mageslade, ultrajar o altar, zom-
bar dasleis, ridicularizar os Magistrados,
desmoralisar os Povos, aliandonar hon-
ra, uzurpar tmpregos, galgar os postos,
criar officioe, f.zer odiosa a liherdade, in-
trigar, )iarolarv pilhar, assa.'sinar... taes
cao as suas obras, as obras desses, qoe s.3
ocoberla com a marcha alias n izisCive!
da civilisapa do seculo, para impor h mul-
tida inexperta huma causa, que na5 he
delles, eque nao he, m-m pode ser de par-
tido alguro. Fallad-nos do perigo de vo!-
lar ao absolutismo, e el les ss huns t\ft^
iolas de profiero : mo>tr.-se zellozo d
ibeedade, e ellea dizem pub'icatnenle,
que o Brazil t pode s^r dirigido
eom huma viga fe rea : tjaerem ser reapei-
tosos ao Imperador, e rouba5-lhe toda
ls pompas da M*gestade; deixe correr
"icnpos tepublicanos, va5 democratisan-
h a Monarqua, e publicamente tem en-
ftuiuado, que a sua conse vaca he teropo-
afiria : bypociila no publico a respeito
i RtligiuS Clnislan, sad apstalas da
flfs*M NtUiral que profesan nos efuaWl
prometem sustentar as garanlias sorides,
ess5 elles ospatroeinadoies de mhares
dea.-sassinos, eladres. porleis inneficra-
les no tirocinio d* coirupca, e muies
vezes adespeilo destas mesmas, por espi-
rito de partido. Afectando desden pe
las honra* civicas, como quer que estas de-
mandasaem hum tal ou qual merecimento,
preferiiio es riquezas, poique he muilo
ais fcil Irampulinar do que serviituo-
so ; he mais grato sangrar o ihezouro, do
qued-r vida pela Pili i*. Ser por ven-
lura falco este quadro do pred- minio dos
Campeadoie.s do pr<.gr.-sso ? Ni,, he Pal-
co, airi-la esta pourocolorido ; muitoma-
l> temos .entido, e estamos rm perigo de
senir pior. A seplem'biizada fot hum ej-
emplo !
Este pequeo e>bouco, que he i recor-
daras abreviada do que se passa no Brasil,
he bastante a justifica. qe rifo he a manu-
lenco da liberd..de, nao he o bem d- -Pa-
tria, orle que se traa, m*s slra dos lu, ros
de partidu ensanchados no falco pio^ress..;
se pela qualidade dos a.sociados, se pode
conceituar hum partido, aquelleonde se
nota i era tois probos, maissibios, mais a-
bastados, mais distintos, mais religioso!
*c, desse lado de ve estar a Mgfo, delfe
nlohanada a temer : aquelle que rene
os deso denos, os impostores, os vvlhacos,
os sofisias, os altanados pela .evolucio, na
desmoialisado, os plegadores depadio-
Umbo liberdade, philantropia, por leudas,
por botiqoins, entre fardo, as pracas,
nos cades, &c. &c. assulando as paixes,
e precom eitos vulgares ; tste d de si lo-
dos os Ymlomaa de terrivd cor.fl-gra-
IVzem os Povos com discirnimenlo as
notdbilidad-s dos dous lados, (o Poto que
med.iH, e que Irabalba .para subistija-
cha a sem dovida d'hum, o senso, e a
probidade; dooutro a impostura, e a re-
Tolucio: n'huns, aquelles quefo.ocol-
laboradores da Independencia, amigos sin-
ceros da Coiislituicio ; nesle-, os que f.-
rfo nullidades na Independencia, que fi-
terlo a guerra a Constiluivo, que apenas
esta Ibes cabio na mo, e>tropearao-na .'
Que reso fados deve o Po\o esperar de
seu piogresso, do progreso delles, nica-
mente delles, porque o rerdadeiro pro-
gresso filozoGco est muilo longe dassuaa
faculdades ; o que deve esperar ? O pio-
gresso da rev, lucio, da intriga, da am-
i>irio; oprogresso do el-an#t<. democr-
tico p^ra dai carbo da Monarqua, o p.o-
gresao daseedieSes, sob o litlo de salvar
u cauta publica | finalmente o progie-so
delles proprior, nosmandos, nos empregos,
na guarda do Thesouro, &c. Tirai-lhe
isto, tirai-lhe este progresso, e \i os ve-
ris conspiradores, ou de rojo sobre o p
implorando protceo, e denunciando
dos aeus. Basta : se elles podem aloivo-
samente inculcar fiamas para o absolu-
tismo (qoe nfo existeo) o Pero Ihc da-
ve responder, que elles s Ihes tem da-
do dias de anarqua, e perpetuo vili-
pendio. O Brasil tem estado ein seu po-
der, e nunca o Brasil foi mais infeliz,
mais tiranizado, mais saqueado.
Peiyandro*
reflkxSes.
Sobre o actual Estado poltico de Brasil
(CoDtinuaco do N. antecedente.)
causadas pela ambicio de seus factores :
mas nao nos fundamos em theorias, e abs-
tiaccSes para affirmar esta paoposico : a'
experiencia, que a historia nos fornece,'
he quera nos faz concluir a utilidad..- de tal
sistema.
Quando Henrique de Navarra fo reco-
nhecida Rei da Franca, o IV dos Henri-
qufs : teyede lutar contra partidos encar-
nizados, quem o fanatismo, e mui diver-
sos interesses animavio, apresentando-lhea
futuros, que se Ihes antolhavo vautajo-
ZOf?,
A theorias em pollca gao de tal sorte
complicadas, e dependem de tantos, e lio
variareis dados, que tudoqnanto secon-
clue d'ellas, he ordinariamente fallivel em
suas applicacSes platicas ; como sedera es-
pera)- de huma d .trina imperf.ita ; slo
lie, de huma d<>otrina, em que se nfo fem
em consideracio tudo o que elleclivann n-
le existe, quendo ella seapplica^ nr-
mente, se se parte de principios de pura
abs'raccio, eque se nao funda" o na ob-er-
vaco da Datareis humana, as inclinaiS-
e> hfbtuaet dos homens, na (Ql constan-
cia ou volubilide, e no que Ihesd prazer,
ou desgosto; enla, nada se coosegue; e as
doutrinas, que ma:s fascinan, pelo bem
dedusido dos raciocinios empregados, pro-
duzen, quando applicadas, resultados dif-
ferrle*, e muitds vezes contrario; so que se
dezejaiia.
Em ijuanto os philosofos, que pPj (ende*
lo aplicar os phenomenos pbisicos da na-
torera, parliro de principi.-s puramente
abstractos, e ruja generalidade a observa-
Co nao confirma, taes como nao seda
vacuo na natureza. Oar, o fogo, a fer-
ia, e a agua sao os elementos ccmn'uns de
todos os corpos o prso he huma enli-
dade distincta da matera, que impelle os
corpos para o centro da tena, dtc___oes-
tudo da phisica, e da chmica, se reduzia
ao d> palavra-, muilas vezes batbaras, de
que nada se conclua c0m re tesa, eque
cada vez distancalo mais os hornees do
verdadeiro conherimento da natureza, e
das applicacSes feliz, s, que hojesetem fei-
to desias preciosas Seiencias aos uzos, e
commodidadtsde vida, depoque, aban-
donado- taes principios, secsludou a na-
tureza de parte, eospl.osofos nada esta-
bele.-.ro neslas maferas, que ufo fbsse
roofirmado p r m. uda-, e.ep.iidas ob-
sen-Bees. tieiiielhaiMemenle se tem atra-
sado a poltica, com as especulacSes, nao
fundadas no esludo da natureza do hornero
a quero devem anpliear-sr.
Nos ayancamos j, que nnio de inte-
rtsses, e vontades, se reduzia o principal
problema, que a actual Administrarlo lera
de resolver para apagar os odios, que os
partidos acendrio no Brazil, e para obter
aforos, que posea reprimir as desorden*
obtendo o triampho, Os hereges
Huf-noles, cujaseita oReitinha abando-
nado, fazendo seCatholico, maguados cosa
o desamparo, em que os deixou hum che-
fe, que antes se bavsa declarado seu defen-
sor, msquinavsO contra osCathoiicos,
quem crimina vio de seductores do Moner-
cha, nao concebsndo como potlessem s bem tratados par hum Rei, ceicado de se-
us capital a irnmgos. Os Catholiaos, que
haviiij formado huma forte liga contra
Heniique, eque mal podiosuppor since-
ra sua conveicao, nao banindo osHu^no-
tes, cuja (xistencia no territorio francs,
Ihes pareca funesta, nio cessavo de tra-
mar contra elles, e app^avao lodos os
meios de osho-lilizar, e fazer nascer no
Re o olio por todos os que professavio o
bugnotismo: o brbaro t.umf.-, ede me-
moria anda ftesca, obtido pelos Calholi-
coj contra osHugnotes, no horrivel mas-
sane de S. Bartholomeo, os encorajara
novos allentados.
Continuar se .
NOTICIAS CURIOSAS.
Carta de Chateaubriand.
A Monarchia segundo a carta foi inscri-
pta em 18I6. Tralaea se de fazer abjlr
asen-ura. Eu esteva enlo, como eslou
anda hoje, as filenas dos realistas que
por seus cuMunes **us hbitos, pendem
para as formas da aiUiga Monarchia, e o-
Ibal a liberdade de Imprensa como hum
flagello. Eu dezejava fazer-lhe adoptar
as formas da Monarchia nova ; ora, sem
a llberdade de Imprensa, sera a abolica
da sensura, e^ta Monarqua era impossi-
vel. Para chegar a mea fim para infun-
dir nos espn.tes t mrelos a contonea,
ed.struir a antrpdta as minhas proposta*
eu pedia leis ameacadoras em troco da
censura, bem seguro que, quando eoW-
resse obtido a abolico desla, tinba feito
tudo.
E enganei-me eu Sn.s. ? Por meio des-
la concessio, naturalmente indicada as
circunstancias, eu tenho feito go.-far da
Monarcha CoiH.tuc"onal a aquilea que
nioqueriio jamis nem fallar; e a cen-
sura foi abolida. He a grande conqni.s.a
da nimba T.da, be a mim, nao temo of.


*
3
DIARIO DE PERNAMBUCO.
firmar-lo, que a Franca deve em grande
parle a liberdade de Imprensa. Huma
vez eslabeleoida esta liberdrde, qual foi
aminha conducta ? Vinte aunos da mi-
nba carrea pulitica tem sido eraprega-
dos, desde 1816, na-defesa delta ; eu te-
nho combatido todas as Icis pelas quaes se
pretenda embarace-la ; eu tenho ludo
sacrificado por esta liberdade: empregos,
honras, fortunas.
A monarqua segundo a Caita, esta o-
br. ...i.iv / 11 1 da a aboiic'j da snsura
com fortes Uis, fui prohibida, e eu fui de-
mittido do lugar de Ministro de Estado,
at entio repulido inamo\ivel. Fel mor-
te do Duque de Berry, eu deixei de es-
crever porque se restabeleceo a censura ;
eu votei conlra a lei de excepcio, com
3ue se pretenda manchar a sepultura
este Principe generoso. De certo he
cotiza curioza ver-me apresentar boje
como hum inimigo da liberdade da lm
prensa!
Mas quando eu mesmo seja inimigo
desta liberdade, que se podia espetar de
mim ? Eu pe lenco a huma oidem de
couzas pouco favuravel as ideas novas.
Multo ht-m : longe de ter sido o homem
de ininhas recordaces, eu sou o homem
do oji u t. (D(ju. Oiiinio, em fim, em lila-
na nutra poca eu lives.-e seniioientos
polticos o que se poJe conclu. ? Que
an'iis de expci ifiit id me tem sido uleis ;
que eu tenho man hado com a Socieda-
de, < m o u u seclo ; entretanto qur
vos sim, que \i tendea retrograda-
dos.
Eu tcuho proposto leis fortes em troco
da censura ; e tos propondes leis ten veis
em troco da liberdade. Vos tendes sabi-
do, bois Cilio de urna insuneicio feita
em nome da liberdade da Imprensa e \s
apunhalais Tossa mi........
Eu tos poupo as reciiminatesque vos
faz todo o mundo, eu nao vos peco a ra-
zio dos vosses juramentos, eu me conten-
tare! de vos dizer, que vos anda nao che-
gsls v iwo fin ; que ra marcha pe i-
g'-sa em que Vus tendea mullido Dio po-
deis retrogradar : b< preciso hirao'cab. ;
he preciso tocar o aLi mo. Vos nao tereis
nada feito em quauto nao reslaLeleceres a
censura; nao ha eficacia contra a liber-
dade da Imprense, se nao a sensura : hu-
ma lei violenta pode matar o homem, a
aensura so mata a ideia .- e he a ideia que
arruina o vosso systema. Prepara-vos
a estabelecer esta censura, e no dia em
que vos a restabeleceres vos morreres.
De certo eu convenhoj vossas leis sao
huma consecuencia foi cada de vossa po-
zica : sem hum principio de legitimida-
de, toda a iibeidade de Imprensa he im-
possvel ; mais vos andaris, mas reco-
nhecereis esta verdade.
Eu e-pero estar bem perto de minha se-
pultura para escapar as evoluces qo
ameacio o fucturo ; mas o espirito de ve li-
gera he la], que eu lemo que as evolu-
ces marcheui ainda mais deprecado que
a miuha vida.
Eu nao procurare jamis periui ba-- tri-
nmphos passageros, mais se qoalquer con-
dico de honra me ob> igar anda a tomar
a pal. vra Carao me k-m abrigado boje,
nuda suspender a itiinha voz : cu repeti-
ni bem alto a rainha prufissaS de f co-
nferida poique nao ha potencia, nem
lei, nem perigo sobre a trra, que possa
embaracar-me de exprimir livremente a
Biinha opinia. Eu repulso com toda a
otencia da minha alma a solidariadade
"oral, de que se me tem querido fazer
arle: eu tenho hoi ror as leis propostas ;
Men as fez e quem votou por el as,
"ue receba as honras : a cada hum suas
^bras.
o
Eu tenho, &c. Chateaubiiand.
(Correio oficial).
TUPLICACAO A PEDIDO.

II Im. Snr. Inspector No dia 23 de
D'i n-bro do .'tino lindo pi inripiou-se a
dar B-la neo as aixas da Tbczouraria da
Provincia a meo raigo: a 5 de Janeiro
corrate enli eguej 90 me surcwsor o res-
podir, e nesse mesmo dia por V. S. fui
empogsado do lugar do Contador para que
ha vis* sido i" meado por Dtcielo de i5 de
ftftrco de i835.
Ja tinlia dado principio a lomar alguns
aponlamentos para dar especificada conta
do estado da Contadoria, quando fui en-
tregue da Fui tai ia de V. S. de 18 do cr-
rante, exigimlo circunstanciada informa-
cao dos trabalhos deque cada hum Em-
preado da niesma Contadoria se acha en-
carregado, declarando se i.-ses trabalhos,
e afazeres se acha em dia, on qual o mo-
tivo do seu atrazo, e finalmente quauto ma-
is oceorrer possa a respeito.
Nao espere V. S. que eu desempeuhe
nteiramente para esta vez o meo dever,
porque em ta pouco tempo 8inda me nao
acbo habilitado para satisfatnriamente
cumprir quanto de mim se pretende ao
entrar para huma Repartica laboriosa co-
mo esta.
A Lei de 4 de Outubro de 183 r diz que
os Conladoies debaixo da diiecca dos
Inspectores regularse em.-uas Contadoiias
o trabalho da escripturaca, e contabili-
dade das Rendas Publicas leudo por base
a escripturaca por partidas dobradas, e
toma 1 a conla a todos o: Administrad.
res, Contadores, Exactores, e Drstibui-
do res das mesmas"rendas, qoaesquer que
sejo as detiominat,es. H* es'-, o aitjgu
que sei ve d>- bss. t lodo oCapilul" que diz
re-pcito as Contaduras das Provincias.
Por tanto dois si5 os principaes deveies
dos Contadores dirigidos pelos espectjvos
Inspectores: o primeiro a boa escriptura-
ca da Receia e De-pesa, o secundo a fis-
calisaca, e ajuste de contas de todos os
resnonsaveis pelos dinheitos Pblicos.
Para desempenho pois de ta5 ardua
tarefa preciso he boavontade, ntelligen-
cia, e o rea : boa vuntade em mim sobe ja,
e V. S. sem pie roe ach.ir prompto bem
enroprir os meus deveres : intelg-ncia, a
direceso de V. S. supprira, quanto po-
rcm a forca j previno a V. S. que cem
o pequeo nunv ro de Em pregados que ex-
iste na Repartica nao he possivel vencer
o que se cha em atra/o, ea<> mesmo lem-
po acudir ao expediente diario, e dir
cu mor ment a ludo que determina as
Leis, e as In tiucces de 26 de Abril de
i83a.
Quinze sao os Emprrgadosda Contado-
doria, dos quaes exceptuando quatro do-
entes, e hum que serve de Escriva ao
Thezouieiro dos Ordenados, e outro que
se acha encarregado da Caia de Amorlisa
C" e Dt-pos'to Publico, re.sta nov-', que
devem carregar com o immenso trabalho
atrazado, e o do expediente. Por isso
preciso he que V. S., tome este ponto
em consideaca, instando ao menos pela
reforma daquelles que por inveterdas
enfermidades seacba incapazes deservir,
ou que por missofl em runiprir com as
suas obrigacel deixa de comparecer.
A Escripturaca Livro Mestre, a do
Diario, e das diferentes Caicas da The-
zouraiia, a dos Livros auxiliares de Re-
edita e despeza, a do Assentamento de
Ordenados, Pences, e Tencas, a de Con-
signaces, os Bslancetes, as contas de tjran-
de numero de Coeclores, as conferencias,
eajustes de contas, os Balances, e Oica-.
ment'is Geral, e Pioviucial, e em fim as
exigeurias do Governo, e da Assemb!oa
Provincial sao (rabalhos superiores as
forgas de a pessoas. A Tabella inclusa
disigna pelos seus nomes as oceupacesde
cada hum Empregado ; della ver V. S.
que nenhum esta para salisfazer as re-
quizices ponderadas, e acud r ao expe-
diente ordinario, e cuidar da escriplura-
ca a trazada.
Quantoporm a contasdevo informara
V. S. que se ackam em alrazo. Das qua-
tro principaes Culectorias huma se acha a-
rreditada at Junlio de i834 '^ndu mais
hum abono da quantia de 3.89j$)600v3.
de relat'es que se remetteio para o Col-
lector Geral : ontra se achi damesma ma-
neira, e a conta aborta : oulra tem hum
abono de 36:523^306' is. em i9 dejff-
neiro de i835 de reiagoens remeitiiis; e
outra est nicamente abanada at i0 de
Maio de 1834. A conta do C'olleolor Ge-
ral est abonada ate* Junho de i835 ; e do
grande numero de Col lectores s 15 tamoi
que tem contas abertas ; talando por con-
^^kAa'.eiutfciifcflwnt! xts cmu;>ur odis-,
posto nos artigos 30 e s>-f:\ iules das Ins-
tiocces citadas.
A Escripturaca se acha tambem atra-
?.ada, e e.\c podem deixar de esfcr em dia, tudo o ma-
is solre atrazo : <> Diario acha-se em bor-
zolveo que se chamisse o immediarii trn
votos qu*e era o Cidado Francisco Alves de
Mell >, para prestar o competente Jura-
mento na foima da Leu
Outro do Peverendo Vigario de S. Pe-
dio Mrtir para que a Cmara fiseast as
rio : no Livro Mestre as contas estam por i despezas necessorias com as sepulturas doj
feixar e saldar nos dois ltimos annos fi-
nanreiros: osLivios auxiliaras acbo-se
esrripturados at Junho de 1835 : o dos
Colli'Clorssj disse que s i3 linhfo
lusaberlos : o Livro de Assenlan 1 I
Ordenados, o de Pences e Tencas, o de
pioprios Nacionaes, o da Divida activa e
pass:va ainda nao teve principio a sua es-
cripiuraco alias recommendada nosarli-
gos 63 e 64 da Lei de 4 de Outubro de
i83i.
E8 o estado emquearhei a Repartico
daContadoiia mal dirigida, e defeituoza
fin sua escripturaca, sem Diario, e por
ponegninte sem referencia dasfolhas no
Livro Mestre, eneste as contas por saldar
a dois annos, de mam ira que pode sedi-
rer ler sido intil a escripturaca dobrada.
Oconheciroento dos Devedores ruja escrip-
luraclo se devera lojjo realiza?,, acha-se
com muito trabalho aqui, e ali &c.
E porque j V. S. em ceo officio de a9
dop. |>. ao Exeel. Presiliente do Thesou-
ro, q. corre impiesso, locon em ouims
piii. s digno de ser referidos, deixo dos
aijui n1encion.11.
Resta-me po> ultimo dizerqne achando-
se V. S. collocadoa testa da Repartiqao da
Fazenda nesta Provincia cumpre dar pro-
videncias que as necessidades reclamio,
habilitando a Contadoria com meios de
rnmprir nao s os seos deveres ordinarios,
mos anda aqurlles de mais alta escala de
poder informar, e esclaiecer as Aulhoiida-
des competentes acerca dos uegocios de se-
lia delinerac'n, quaes sejio a influencia
dos imposto si bre as pi odurcoens, es van-
ta8 ns destes para a f.izend.i Nacional : os
dados stalislics, e em fim o Orea roe rilo da
Receita, cojos 1 chaiho- nao se podem ob-
ter serr exietidio nos clenlos, prumpti-
do, e ngularidade na esc 'p'ir.icio que
deve estar em dia Deon Guarde a V. S.
Contadoria da Baha a5 de Janeiro de
i836.
O Contador
Joaquim B.nto Pires de Figueredo Ca-
n a rgo.
Corpus morios, e dos prezos da Cudeia
que morierem : ficou adiado.
Outro do Cidauo Joo Antonio de Oli.
reir Marques parlecipandc nao poder c-x-
1 o Caigo de Ju's d" Has, visto ser in
c n.pativel com ostii Eropiego' de Bedel
do Curso Juiidiio de.sta C'dde : fui es. u
zo ; e que visto se achuren) ex tinelos to-
dos os volados athe o ultimo, e nao haver 1
quem se chame para completar o numero
dos quatro Juramentados se officiasse ao
Excel. Snr. Presidente a mpeito.
A Commi.-so encarregada de examinar
as contas do Procurado do trimestre deSe-
lembro p. p. aprovou ditas contas: pelo
pue lezolveoque fossem lanzadas no com-
petente Livro.
Houveio varios requerimentos de par-
tes ; e por dar a hora o Snr. Presidente le-
vantou a Sesso e fiz esta Acta em que as-
signarfo : e eu Manuel da Molla Silveira,
Secretario da Cmara i escrevi. Brroj
Frtlci. P.; Passos, Caidim, Rebellu, Al-
buqusrqae.
DIVERSAS REPARTICOENS.
CMARA MUNICIPAL D'OLINDA.
3.* Scssao Ordinata de 1? de Janeiro,
de 1836.
Presidencia do Snr. Barros Falca.
Ab ra a Sesso compu-ecero osSnis.
Albuqucrque, Cardim, Passos, eRebeo-
fallando com cauza osSnrs. Guedes 0!-
veira, Azevedo, e Xavier.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
Stssao odinaria do dia 3 de Marco,
de 1836.
Presidencia do Snr. Sil va.
Comparerera os Srs. Mena, Miranda,
Pessoa, e Mamede; Litando com cauza 01
Snrs. Gu-mn, e B.-auco.
A berta a sessa e lida a acta da antece-
dente foi approvada por estar confu me.
O Secretario dando conta do eluedieil'S
meoeionou os seuiutesoifirios :
Um lo Ex Preaidente, pedia 'o huma
copia da dvizlo dos De-steictos, com cer-
tas declaracoens ..ce-rea das Junt s .c Paz :
que se loe r me'esse.
Outro do Fiscal, e Cordiador acerca da
edificaco, que se est fazndo na ra do
Aterro dos \ff.gadas: deose-Ibe o conve-
niente destino.
Outro do Inspector da Thezouraria exw
gindo copia da acta em qne se acha a de-
signacio, e demarcato, que a Cmara ha-
va feito para a Decima dos predios uibi-
no : que se llie 1 emeie-e a copia.
Outro do Engenheiro Fermino Hercola-
no para que se bzrsseduas Posturas, huma
sobre a nova estrada para o interior, e ou-
tra probihiudo a amarraco dos navios na
ponte do Recife : ao Snr. Mena para dar o
sen parecer.
Otilio de Marcelino de Pampos Quares-
ma peiguntando se elle podia tomar coula
da vara de Juisde Pas d heJuispode tomar huma vez que lhe ra-
bia servir esle anno.
Outro de Jernimo Joze Ferreira parte-
O Secretario dando conta do expedien'e capando haver passad" a vara a Constancio
wcionou os segoinles officos: da ^va Nt-ves,
men
Um do Ex."" Snr. Presidente, pa. q ,
a Cmara desse execuefo a Lei de i8 de
Agosto dei83r, a respeito do que deter-
mina o Art. 59, depois desati|*eito o (Ca-
pitulo 2." da mesma Lei dehaixo do titulo
de Alislamento : inteirada, erezolveo, que
seofiiciasse aojJuizes de Pas a respeito, a
fin le exrcutarem a despozicio da Lei.
Outro do Juisde Pas do 2. Desrielo, re-
metiendo a lisia dos Jurados do mesmo
Des!rielo, que havia feito no primeiro do
anno: inteirada.
Outro do Juis de Ppi do 5." Districto
com a lista dos Jurados : inteirada.
Outro do Juis de Pas do 6." Districto
comaditaLista : inteirada.
A (amara resolveo, que visto o Juis do
5 D'strifto nao ter mandado dita Lista se
lhe officias.se para que, quanto antes o fi-
ges*, e no caso de o nao ter feito na for-
ma d.. Le, a que era responsavel se l|ie a-
prazava odia 22 do torrente, p-ra dito
fim; visto que mpreterivelmenle se deve
cumprir a Lei a respeito.
Outro do Juis de Pas do 7.* Districto
Francisco Duarte Coelho, declarando, que
e pedindo dtmissio : que
isse com elle para que ser vase,
Outro do Fiscal da Boa-viali, pedtmlo
2^400 ,s- einque imporlou sdexpeZa da
limpeza da Ponte no mez passado e remet-
ten ioa lita dos multados por infeaeces
de Po-tur.is : que se passasse mandado.
Approvou-se o parecer da Comms-o
dado em favor de Manoel Francisco Sche-
fler proposto para Escrivio do Juiz de Pas
de Bcm-lica.
Foi approvado o parecer de Commissio
dado sobre as proposlas para Insp- clores de
Quarteiroen8 para os Jmzes de P^z do Fi-
lar, e Madre Dos. Tambem seapprovou
o parecer dado por a Commissio sobre ai
ront.is apresentadas por o Procurador da
Cmara, e por ser dada a hora alevntou-
se a Sesso. Joze Ta vares Gomes da Fon-
reca, Seeictario a aacrevL Silva P. P.,
Mamede-, l'essoa, Mein, e Mintnda.
Juuo de Orfas de Pesqueiru.'
Illm. Sur. = Nao podendo ser indi-
se mudava para o;domici io do Recife on- ferente anudes, ea fome, a que se acha
de era Emnregado : pelo que a Camal* r- I asi w03ti M preso dente Aluueip*
__


1
ouuio deperNambco.
BOESia
untes sendo do meu dever procurar reme-
diar estes males mormenie vendo que o
Estado tem reservado das duas rendas nao
pequea qoantia para o sustento, e ves-
tuarios destes infelices ; queira por tanto
V. S. a bem do servido publico, me infor-
mar coco toda a presteza possivil, se ss
arda aurisado para despender cora os
presos ; e se est, at que qnantia, oh
nu'iilo se nodera' lespender rom cada
um preso Deu Guarde a V S. Pes-
5 de Petrerero d i8<6 -Sil.
Coiiec!'>r 4a V I* 'eCmbres =: Joze Ban-
deira :!< V! o, Juiz de O.lio, e de L)i-
rcito Inteiino.
MEZA DA9DIVERSA8 RENDAS.
A pauta he a mesma do N." %7.
CORRRIO.
A Sumaca Concilio Triunfante recebe
a mal para a Bo.ia hoje i i do coi rente as
5 lloras da WMe.
CAMBIOS.
Baha 16 de Fe fretro de i836.
Londres........... 33 e'/,
Dito em moeda papel. 4o
Pars.............. 85 por i franco
Lisboa............. 80 por cento.
Pemambuco....... i5aaoporc.
Rio de Janeiro...... 18 so p. c.
DobiSes Hespaiihoes. 29&QOO
Pecas de 6#oo..... in<2;000
Diasde42>........ 8#bOO
Pes Pata............. 85 p. c.
Tobre.............. aop. c.
Wots,'" Banco'...., ao p. c.
(Correio Mercantil.)

Consulado dos Paites Baixos em Per-
nambuco.
A Barca Hollandeza Cornelia Sara, Ca
pitoP. Jagiroan que sahir cora hrevida-
depara Amslerdam coffl carga de ssucar
e cornos, precia de on/.e a doze contos de
reisa riscos martimos sob-e o casco qui-
Ihafie'e e carga : quero quiser iropresta-
los pode dirigir-se em carta fetiada ao
Consulado dos P.-izes Bsixos at odia i a
de Marco ao meio dia.
NAVIOS A CAUGA.
PAR\ A BUHA.
i-g-ie v.ag aoaSiiAa a G ntl *m<-r-:a-
iii ate aO lo cien e <|U. m mil -|ui.>.r
Cdfrega. -urj-se a log de leiragem ao
la'o do Coi p Santo 69.
AVIZOS PARTICULARES.
Quem precisar de bum menino Brasi-
lero pira Caiseiio de qualqoal pequea
casa de negocio, o qual d fiador a sus
conducta: anuncie por e*t- foi ha ou di-
r a ^ ao aterro do.s Argados de fronte do
Ti'veiro do Monis armasem de sal D.
9,^y O ahaixo as-inado pede ao Sur.
ThesouiWO da Lteria do Seaioa o ,
qe stndo Mis premiado hura mo Bi
lh,,e do n. 1387. Pa A*
., L.'vri. -ao ..t.-.a < na, ao
,;.. .,,g-uk-to srr .lies... dooo,
editome.ob.ll.fle o ter perdido e o roes
mo rog, a quem o echar, sendo que.ra,
entregue que era' reconpeusado, o dito
meio bilhete tem prescriplo estas letras,
M. P. C. A.
u~...**Uldo da Silfi Vega;
OSnr. qu deve na venda da ma
do Rosario D. 19. baja de satisfacer, a
lias se publicara' eu nome.
tRJr* Precisa-se de boma esrrava para
alugar que cozinhe ocomum debuma ra-
za : em fora de portas la nova cata de
tanque.
flrJF" Precisa-se de dos negro para
senir mi huma podara ajusta se por
mez sem-.ua ou dia itasse llie osusien-
t". e nao se olha o preco: na ra nova
Pedira D. 16, ou na Sansa la velba n.
29.
IHy* Os p. nprietaros das Fasenias Cai-
xoeira Iomco, e Volts, no Sexio, que-
rendo-as vender dirijio-se a ra Nova, de-
fronte da Ig.eja da Gonceigo, D. 22, i."
andar, ou a Pora de Portas, defronte do
Arcenal na quarta casa, que achara cum
quem tractar.
WF* Precisa-sede dois pteto% um que
saiba trabalhar em padaria, e oulro para
ssrvente de pedreiro : quem os tiver e qui
zer alugar, dilija-se a padaria da ra No-
va D. 16 que achara com quem ajustar, e
nao seolha o preco sendo que agrade.
^r9m Precisa-sede una ama para o ser-
v:go d- unu isa j DesU Typografia se
dir '|u Wlf Precisa-se .-.ja bpnj Uob llu.l.r le mace ir, p-ga-
-e Id^JJ rei> mens e^j quem O ii*er i-qoi-
bt r .liugcir proi ure a pada ia da ra L)w uta
D. 33.
^3P* Desaparecen da casa de Jernimo
Cesar e Mello no aterro dos Afolados huma
cabra, bixo/^toda preta', eso coro a barri-
ga vrmelos, tem no pescouco bans ro-
deados quejalgumas custumo ter, ha no-
ticia delta ter passado para o afogado, onde
se sup5e estar : quem Helia souher diga
na casa cima, que sera' iccoropensado.
V^T* Oabaixo assignado pede ao Sur.
Jos Teixeira Guiroaraes, hsja de-sati.-.fa-
Wr a quanlia de 7^920 reis, importancia
do aloguel do sen pieto, que esievea sen
sei 'jo huui niez, e a 'Las ; sendo esta
]- Sf undn v-z que o abaixo s.-igua Jo em
commoda a imprensa por ignorar asna
nova mu. .ida,' e o dito Sur. se chamando
a ignorancia do -cu dever.
Rufino Luiz Henn'que-
Iry Alugi-se um sitio no lugar de
Santo Aroaiiul.o, no principio da estrada
que vai para Belem, cun caza de pedia
e cal, Arvored"S de t- da-. a> quididades,
boa ag li^s ; falle com Antonio Jos de AuiO-
rim.
*W* Pergunta-se se o Sur. J. D- da
Silva esia>' processad como diz o S.n.
Promotor interino em o Diario N. 57 de il
do rorrele, se elle .pesar disso pode an-
da exeiccr um emprego publico? Se
pela negativa ; porque razio o Sr. Pro-
Tedor, ou a Cmara ainda o conserva no
emprego ? Des>j. a respo-ta disto o
Eolo.
Jr^Jo Jos da Costa l\scrivi> da
Escuna Piuesiuense, partecipa ao3 sena
amigos, qu. te-n derelirar-se pra a Pro-
vincia do Pata; s pe<-o.>s q.e tivereos
eontss con. elle riiiij 5-se abordo da men-
. lona.ia E'Cuua ate o dia 13 no corr..-
te.
\fl^ Pieciza-se rl'um sobrado dea an-
dares, e roesmo as lejas, em qualquer das
1 uas do Biirro de S. Antonio ; quero o 1*1-
ver, e quizerallugar, dirija-se a e^ta Ti-
pografa.
^y> Quem pei'cizsr d'um caxeiro pnr-
t'ign. z para loje, ouarmazemj diiija-sea
ra Nova, loje doPonchet.
COMPRAS.
Dous carros d* mi<, pioprios pa-
a canegu'erris.eoutros luatersee; a-
n.ll'ie.
V& Va iiv.oin'u'ado LU.>I!)F.iV
00 Ou. autiya e demande ioteie.-se
aos anti-regies tas, e por is o nenhuma
duvida llavera' em dar-se. por "elle o que
seu deno pedir, poS uso se olha/para o
preco : quero o tiver e quuer Vender, di-
rija-sea esla Tipgrafia,Jque se lhe dir'
quem o pretende.
VENDAS.
Bsp princeza de Lisboa, dito da Ba-
bia, princesa dita da aieia pela superior,
cha de diferentes qualidades, e pirulas
de familia em frascos de cem, e de cinco-
enta com seu competente folheto, e exce-
lentes bixas do porto, precos commodos :
na prsca da Independencia loge N.
ao.
m^ Hum esciavo pardo proprio para
page : na ra do Vigario bi.z 3a i.
andar.
HC3T" Botins de Lisboa, muito bons, e
bem feitos para liomem, e menino, era-
p princeza chegado prximamente : na
ra do Queimado loja do Carioca D. i3.
Ky* A maior parte de hum sitio no
lugar da Iroberibeia, e eMe desembara-
cado : na ra do Livrainento em casa do
Jniz de Paz doquarto districto da Bibei-
ra.
HP1 Hum b'iii cvalo castanbo, e com
todos os andares na ra do Colegio boti-
ca de Cypriant> Luiz da PaZ.
^S^- Ef.rlivamen'e en. cara de Pon-
chet Fre e> & C. na ra nova D. 5, e 6
os seguintes l.vros :
Orario, Oracdes de Cicero, Ovidio por
Minetla, Bieviaro Horrano, Cornelia Ne-
pote, Tilo Litio, Virgilio, Psscfial Jos
de Mello, Mestie Francez, Gramtica La-
tina, I* nsaio sobre as garantas individu-
aes, Memoria sobre o direito e praticas
das liciticoes, Manual da Missa, Com-
pendio de Poesa, Lgica e Metafsica em
P01 tugue/., Oitografia de Madureira, Re-
creacao Filosfica pelo Padre Theodoro
de Almeida, Cartas de huma ruai a seu
filho, O Feliz Independente do mundo e
da fortuna, Lirros em branco de todos os
lam nlios, Papel pautado para msica, e
muitos outros litros en. Portuguez, e
Latim.
VJ^ Meics liilbetcs da pre>ente Loleria
a 3^200 em praia : ao p da loja do Snr.
Bandeira.
%5^* Unu venda no bero da gloria D.
7, em bom lugar, e cmodo para una
familia independente da mesma, e paga
5$000 de aluguel : na mesma acim<<.
^C2^ Huma escrava de quinze para 16
anuos, engomadeira. ecozinheira : na 1 u
do Rosario tslieiia D. 16.
fry Uro Pianno de muito boas vozes :
na na Jas Trinxeii.s, D. i5.
Tf3P~ Poses Parisienses purgativos, tn-
t->yplnlilicos, anti dartro-os, eantt-hilio
sos. lisies poses obti-ia urna giandec.e-
lt-bridaile em lda a F.uropa.e os seus suc-
ceos maravilhosos de cada da Ibes mere
cera urna aprovacio geral, o que prova
que nenliuma preparaco gosa de piopiie-
dades lio troinenteinente depurativas.
Os no es parisien-ts sao o verdadeiioes
pecifco as molestias segred^s, lecentes
ou inveteradas. Como depurativos do san-
pue sao da maior efiieacia em Indas as mo-
lestias entrel idas por um virus qualquer,
quaes as infero.Jades da pelle, murphea,
osempigeiis, asssrn*is antigs ou repercu-
tidas, as dores rliumatisoiaes, as affeites
escorbulirss e escrofulosas, em fm em
lona aciimouia do sangue annunciada por
comichees caloies, nodoas amarellas e
veimtlhas, henioroidias, pregos, pstu-
las no rosto, aplite ulceras na boca ou
dentro da garganta, i'r livula do rosto, o-
lhos aveiroelhados, flores brancos, hu-
mor melanclico, paiidas cores, ataques
de ervos, idaJecriiioa das mulheres. O
uso permanente destes poses entrelem a
frescura do rosto, e a liberdade do ".entre.
V se segundo o eposto q*ie acabamos de
faser que estes poses sio utissimosern umi-
tas aftecces aciiminiosas, desias que nao
tpm um carcter-suspecto, e de mais sio
leiouhei-idos como um dos mais poderosos
soanti-bilioBOS. Vende se u p do cal
Ubouc, vellio sol.rado J). 10.
t^j Foiiiihos iw porta, de Ai-
pribtira, e de Pudre, para o pre-
sente anuo de 1836, por preco
commodo, na Praqa da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ra da Madre de Dos
venaa que foi do Rezende.
ESCIIAVOS FGIDOS.
Em 10 de Fevereirop. p. fugto uso
gro por nome Francisco de Nac,io Cabina
com os signaes seguintes : corpolento, cdl
o rosto um tanto descarnado, represer
40 a 50 annos, aleijado deum dos ps, (";
tandoesie sem dedos no mesmo, ecom ;
ma crnica ftida no coto do mesmo 1-,
e nutra na mesma peina rio lado direito '
canella, e oulra quasi secca por cima
calcanhar do reesmo p, este pieto teffl''
empregadoem corlar capim pata um C.
vallo condusindo era urna pequea can .
de Olinda para o Becife, de donde se a :
zentou; polo que se recomenda a todo
qualquer Capalio decampo, ou pessoa p:
trular que o encontrar o mande pegar
conduzir s ra dos Quarteis D. 4 e 5 aon
se lhe dar urna grutificacio corresponde
te a longitude em que for pegado.
fjr* \ o amanbecer do dia 9.1 do ce
rente, fugio a Joio Francisco Santos
Siqueira um negro de nome Vicente, q
parece crioulo, ofHcial de sapateiro, q
j foi escravo do Sor. Babello Escrivo 1
ciiroeaquein o mesmo Siqueira o coi
pin, tendo tiob 111 aquelle comprad
hura bom. 111 e Santo \vtol os signt
sio os s.guirites, corpo regular, eche
muito regrista. e afielado, anda roeio c<
xo por moiestia feneria, ignorando-se
ronpa com que foi vestido, por levar c<
sigo toda a que tinha; roga-se a todos
Snis. Juises de Paz, e Commandantes
registos toda a preveoco d'o aprehenc
rem ; issiax como a qualquer Capitio
Campo toda a deligencis por pegar dito
cravo, e levarem-no so lugar do Montei
a seu Sur. ou dentro do Recife a ma
Cadt ia a Francisco Joaqun. Pedro da G
ta ; e aconterendo a pegarem-no para
Vovoacesdo Sul, onde o mesmo escia
he muito pratico, o poder enliegr
En^eubo Meruz ao Sur. Joaquini Cu
do Gomes, em vindoba ao Snr. Fe: 11 i
da Camera pimenttl, e no l2n;nho IV
ranhoao Sur. Joio le Souza Leio, cei
ficando-se a quem o aprehender, que si
bem gratificado.
yy No dia 8 pelas 7 horas da no
desaparece urna escva de nome C-il
ria, e sup5e-sp estar acoitad-^ein ntgut
casa : loga-se por tanto aosSms Juises
Paz que nao deem pas-aporie para a m
ma, ese pro'esla preceder rom todo o
cor da Le cohtn*quarn a tiver ocu'lsi .
nao entngiido no prazode 8 di^s na i
da cadeid lo Rtcile n. 59.
^2^ \o 'lia 9 do cnente fugio hi
Mol. q e d' boa estatura, representa
17 a 18 annos de ida.le, gento gabo
parece cioli por vir p-gueno : os ap
enhendedoies leveo em lora de portas 1
nova casa de tanque.

Tnboas das mares cheias no Pono
Pemambuco-
20Segunda i 8b. 54 m
,;,.1-_T: C
J"- Q:~ O.
^3Qi -
r 2 iS:----- 0
3 a5S:i o k
a6 -D:- O
- 9-42
- 10-30
- H 18
- 12 6
- 0-54
- 142
Tar
Mai
NOTCIASMA RIT1M\. f
si
Navio entrado no dia iO.
NNA ; 7 dias ; S. Beija Flor,
Francisco Xavier Padilba, cara cof
a Mmoel JoseCalas.sa.
Dia 11.
AS>U; 8 lias; R. Pa>sos e Victc
Can. Mooel Jo/e Rbe ro : sal, e pdtf'l
Viuva Orta e Fillios. on. 24a.
LIVt'CPOOL; 30 dias; B. Ing. >
by, Cap. Heni i filem: f tat;eiros 3. Ton. 240.
MALACA ; 33 dias; E. Heso. Roi^ |
sita, Cap. Roque Aleino : vinho, e M
gneros: o mesmo Cap. Ton. 45.
Safado no mesmo dia.
MACEIO'; S. Caipira, M. Flore1
Perreirs de Sampaio : sal, e carne tecc i"
Pern. ni Tve. uoI)irio. IMts-
MUTILADO


\Pmo8covrmtes. fkritamwco
l?9aiA8Afl MMPOitTATlON
/2 c/e t^/f&a?*c) *&&
GNEROS.
Ji53 We Ml2a............,
** da Suecia...........,
Agoi faz..................
: Agurdente de Franca 26. .,
i ,> do Meditei raneo,
Aicatro Sueco............,
m Americano.........
Alfazema...................
Alvaiade...................
Amarras de ferro conf. snasv.
>, de linho Ing. pat....
ii da Russia........_..
Ainendoa doce cora casca mole
Ancoras e ancoretas........
Aniagem ordinaria..........
fina..............
rame de ferro............
m de lato............,
Arcos de ferro.............,
Arroz pilado estrangeiro......
A zarca o....................
Azeite doce de Portugal......
,, || de Mediterrneo..
> de peixe........
BACALHAU peq. seco......
Bacas de lato............
Batatas...................,,
I Bezerros Francezes..........
Breu......................
j Bri:n da llussia largo.......
H estreito......
i, Inglez largo.......
I >i i estreito.....
Bolaxa fina.................
,, ordinal 1* ............
Bolaxinlia................][
CABOS de linho Ing. pat.....
m da Russia...
!*'.....................
Carne secca do R io-gra ude ....
11 11 de Monte-video.. .1
de vacasalgadad'rlanda
n d'America
de Porco ....
m d'lrlanda
Caroeiras Francezas de cores..
Carvao de pedra.............
Cera amarella.............
. branca............
Cha Hisson superior.........
U*'1................".'.'
P.er?'.................
Cerveja branca..............
preta.............."
Chitas azuesda fabrica de Lisb.
Chumbo em barras..........
II em lencol..........
11 demunico.........
Cobre para Caldereiro.....,.
ARTICLES.
1?

Steel Milinn..
,1 Swedish .
Spints ojturpentine___
Brandy Frcnh 26. ...
11 Spanish ,,.....
Tar Swedisch ........
,, American........
Lavander.......
White lead........,.,'
Cables-chain acc. to size
lemp Eng. pat
Hastian.........
Sweet talmondsso/tshell
Anchor.1 and grapnels..
CrcquUlas.............
_ fine............
Iron iFire assorted.....
?"*,.............
Iron lioops............
Rice white............
Red lead..............
OH olive Portugal.....
11. ti Mediterranean
Whaie...........
Codsh Small and di y.
Brass basins..........
.Polatoet...........','
\Cay~skins, French....,
Ros.fin ......,........
Russia s.'ieeling wide...
,, Ravens duck.....
Engl, sheeting wide ...
> 11 iluck..
Bread pilot...........
navy........'
Lrackers .............
CordageEng. pat...'.'\V0U
11 Russian ;...... |.nX
Calfee ...............\\\.
BeeJ dried, Rio grande] 3/400
" ,M,onleideo\ a/000
,, alted Irish___1,6*
> 1 > American], 6*
Pork................Uf
Irish..\,M
oheep Sktns French eolAi
Coa/.................
\ellow wax...........
1 white..........
Tea llysson S........]
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