Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02341


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Full Text
.ANNO DE 1836. SBADO
aaaaaaai i^^mmmmmmmmimmm

(
r ,
5 DEMARCO N. 52.
DIARIO DE PERNAMBUC.
Pbrnamhuco, na Tvf. dc M. F de Faria- 1836-
DIAS DA SEMAVA.
29 Segu ida S. Romap Ab. A. lo Js. do C. de m. e
de t. s es. da Tbczouraria Publica, e Chae, dc
i- i
1 T do J. de O. de t.
2 Quar ta S. Simplicio M. ses. da Thez. Pub. L.
cheia as 9 h. e 45 m- da t
3 Uni; tu S- Hemetrio AI. Re. de m. aud. do J. do
C. d e m. e de t. >
4 Sexta i S. Casimiro ses. da Thez. P. aud. do J. de
O.d cl
5 Sabb. fclo S. Thcofilo Re. de m. e aud. do V. Gl-
det. < 'ni i Hinda.
ti Doiii, \ngo 3. da Quaresma S. Ollegario
Tudo agora depende de nos mesuios. da nossa pru-
dencia, moderacao, e energa: continuemos coin-
principiamos,* e eremos annntados com admira-
(o entre as Naqoes mais cultas.
Froclamacio da tiemblen Qtral de Bratil
8ubscreve-.se a 1000 rs. mensaes pagosadiantados
nesia Tvpografia, e na Praca da Independencia N.-
37 e 3H ; onde e recebem correspondencias legali-
sattas, e annuncios ; inserindo-se este (-ralis sendo
dos propriosassignanle, e viudo assignadV.
CAMBIOS-
JLiOndrcs, 38 l|2 39 Os. St. por l ced. uu prata
50 por cento de premio.
Lisboa 50 por o|0 premio, por metal, Nom.
Franca 245 -240 Rg. por franco
Rio de Jan. 6 a 7 por rento de piemio
Moedas de 64(K) |2000 a I25o0
4000 7.,(KM) a 7I00
Pezos l,.41o
Premio da prata 50 p. c-
das lottras, por mez 1 1 por o|0
Cobre 25 por ceato dc descont
'
aj PAUTE OKPIUAL.
RIODE JANEIRO.
Sessa do encerramento da Assemblea
G cial em 25 de Outubio de
i835.
Pelas onze horas e trez quartos da mi-
nh, re unidos os membros da Assemblea
Geral, fi noraeada a Deputacad para re-
ceber o Regente, a qual fui com posta dos
seguint esSnrs.: Mrquez de Jacarepagu,
JoadA) itonio Rodrigues de Car-vil lio, Pa-
tricio J o/.e de Alenla e Silva, Francisco
Carneii <> de (ampos, Francisco dos Santos
Pinto, Joze Custodio Dias, Mrquez de
Hiti b.K ena, Vicente Ferreira de Castro e
Silva, 3 "5 Dia de Ojiadlos A randa, Jo-
ze Mar ja Ildefonso Jucome da Veiga Pes-
ua, V enancio Henrique de Reseude, Jo-
a AtU .oniu de Limos, Francisco Alvares
Macha ,do, Manoel Ignacio de Mello e Sou-
za, Ainlonio Joad de Lessa, Valerio Joze
de Alv -arenga, Francisco de Brito Guerra,
Joze Mariano de Albuquerque, Salurnino
de Soi iza e Oliveira, Evaristo Fereir da
Veiga t Diogo Dnarte e Silva.
Ao } iO minutos antes do meio dia, sen-
do un nuioiada a ebegada do Regente ao
Paco do Senado, o Presidente convidot a
Depr rtacad a dirigir-se ao sen recehimento,
e foi introduzido o Ekib. Regente com as
foru lalidades do estilo ; tomou assento na
unen a direila do Presidente, e lomarad
seus. respectivos assentos os Ministros e Se-
cretarios d'E>tado dos Negocios dajuslica
eiuteiino dos Negocios do Imperio, da
Fazenda, e dos Eslrgeiros, e enlad o Lxm.
Reg'tile dirigi Assemblea oseguinte dis-
curso :
Augustos e Dignissimos Snrs. Represen-
tantes da Nacad.
Depois de quasiseis mezes de sessa, fd-
ra demasiado exigir de vos a continuacad
de dfHceis e importantes trabalbos. O Bra-
zil solTre e reclama dos Poderes Polticos
do Estado reflectida attenca aos seos ma-
les, e ;is medidas e providencias mais pro-
prias para cura-Ios. O Governoconliaque
a Assettibla Geral satisfar na futura ses-
ead as mais urgentes necessidades da na-
ca5. Entretanto, ejecutando as leis com
fidelidide, e laucando mad dos recursos
que ellas he oflerecem, empregar todos
os seus esforcos, para que o cidada seja
por ellas protegido, a tranquillidade pu-
blica restabelecida e consolidada, e a hon-
ra da nacnd dignamente sustentada.
Est fechada a sessa.
Terminado este acto, o Exm. Regente
rctirou-secom as niesmas formalidades com
que lora receido, e o Presidente da As-
semblea Geral declatou estar a sessa le-
chada.
PERNAMBUCO;
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia
i. ..
Portaria. Ao Promotor Publico da Ci-
dade de Olinda remellendo-lhe mu ollicio
do Administrador do Correio dV-ta Cida
de representando que o agente do Correio
danuell* Joze Eustaquio Mariel Monteim,
nao respondendo aos seus oflicios .-e tem
negado a dar contas dos dinlieiros Pbli-
cos que tem arrecadado desde Outubro
de 1833, nao cumprindo nem mesmo
as ordetis que para dar essas contas Ihe
furto dirigidas pelo Governo, a fim de que
o mencionado Promotor na forma da Le
f ica eflVcliva a reapotisab.idade daqitclLe
Agente.
Au CirurgiaS encarregado da vaeina
para remetter ulgumas laminas de puzao
Collegio dos Orlaos.
Ao i.Medico do extincto Hospital
Militar para informar qual seja o mais h-
bil dos individuos que praticaraQ no inen-
rionado Extincto Hospital, visto que o
Exm. Presidente Noiueudo do Para requi-
sita um AjudantedeCirurgi para o acem-
p.iiiha-lo, e tratar abordo di gome que
leva.
Ao Aitnini-tradoi' Geral do Correio
communicando-icque a Cmara da Ctdade
de Olinda nomeou para Agente da Cor-
reio daquella Ciflade em lugar de Joze
Eustaquio Maciel Monteiro a Francisco
da Cota Teixeira, com quem o mesmo
Adir/lnislrador se entender d'aqui em di-
ante. '
Ao Inspector Geral das obras Publi-
cas dizendo-lhe que teudo em vista o ofi-
cio da Cmara Municipal desta Cidade,
avaacH das tazas (pie servern de cadeia
que passe a examinar com os precisos Mes-
ti es asmesmas casas, e informe ao Gover-
no do seu estado, quaoto poder valer no
caso d>- se resolver a sua venda, e em qui-
lo motilar um tutal e perfeito concer-
t.
m: ......
INTERIOR.
Quaes quer que seja os motivos alle-
gados, ao Norte e o Sul do Brasil, pelos
que concita o Povo a separarem-se do
Governo Central, todos ellos cahem avis-
ta da ProclamacaS da nova R.-gencia, ins-
lallada em viriude da Reforma Constitu-
cional. Sem entrarmos na analyse da Ad-
ministraca transacta, perguntaremos aos
revullosos das Provincias, quaes sao as
queixasque podem apresentar, bern lun-
dadas, contra a actual Adminislraca ?
Acaso hums ponto da ProcldmagaO tem
sido Ilusorio, ou nao fora todos cues ba-
scados nos principios Gon-titucionaes, que
servera de base Monarchia Conililucio-
nal Brasileira ? Acaso tem o Governo
Central outro interes.se, que na5 sejaode
sustentar o t-yslema Poltico, cum tanto
enthusiasmo abracado pelos Brasiltiros, e
do qual lautos beos nos tem resultado em
nuasi 1 i anuos de existencia Nacional, di-
gan o que disserem os loucos descontentes,
que nem ao menos confronla o nosso(es-
tado com o dos Estados uoasos conterra-
Oeos? Acaso liad foi o actual Regente es-
colbido pela maioridade, dos Ebitores do
Imperio, como o homem, que pela sua
Cotistilucionaliddde, e energa, poderia
disl'azer -uuaesquer desconancas (se as
he)uve?sem), e chamar todas as Provincias
a hun cenlro de barmouia governaliva,
de que podem manar a nossa grandeza, e
clPrt4o?Cotifessamos que ainda nao po-
(lelil le.-cVi Jo i'd.ii., que formarnos em
12 de Outubro i-obre a surte do Brasil, a
re.-peito da conientraca de lanas dispa-
ratadas opiniSes, que paree ia dividir os
espirilos, como be natural em outros Es-
tados, (t quanto aos candidatos a Regen-
cia.) apparerendo o resultado das vatac-
es Provinciaes, o eleito do Brasil, firmado
em gloriosos prestigios mpondo silencio
aos intere*es de partidos vencidos pelas
urnas eleitoraes. Assim acontecen em tu-
teares, onde o inleresse jmblico he mais
alguma cousa do que o inleresse particu-
lar ; e para vergouha da nossa civilisaca,
huma fracoaS da povoacao da Provincia
do Rio Grande do Sul, continua em seus
caprichos revolucionarios, mauifestaaos a
20 de Setetnbro, ainda depois que hum
novo Presidente nomeado pelo novo Re-
gente, Ibes fui apreseulado, munido das
necessarias authoridades para concluir
huma pacifica reconciacaO, quenaqui-
zera receber eimpossar.
Quem ie os documentos publicados no
Jornal do Commercio a este respeito, e os
Ollicios de diversas Cmaras da Provincia,
no Correio Ollicial, conhece logo a injusti-
ca em que se apoiad os induentes de
Porto Alegre, querendo levar av&rite as
suas preteuedes, ainda depois da solemne
manifestacaS dos principios da actual Re-
gencia, e de apresentac,a5 de hum Presi-
dente, que nao era aquelle contra quem
se bavia revoltado. Que colher de tudo
isto ? Primeiramente que a recusa da pos-
ee na5 he expresso da Provincia do Rio
Grande do Sul, e sini de hum grupo de
Porto Alegre, que ja principia a descu-
brir o i n i etilo de seus actos anteriores.
Em segundo lugar, que os povos daquella
Provincia ua5 approvad este ulterior pro-
cedimtmto, que sendo favoravel minead
dealguns, he decerto contrario aos inle-
resses de todos, e a gloria com que tem
jeito parte na communhad do Imperio.
Em terceiro lugar finalmente, que illudem
os povos dando como causas de seu cri-
minoso nrocedtuiento eV^onfonc** mi\
PARTIDA DOS CORHKIOS.
OlindaTodos os diasao meio dia.
(toiana, Albandra. Paraiba, Villa do Conde, Ma-
man^iiapr. P.lar, Real de S. Joao. Brejo d'reia,
Rainha, Pombal. Nova dc Sonsa, Cidade do Natal.
Villas de GoiHiininba. c Nova da Prineeza, Cidade
da Porlale/a, Villas do Afluir*. Monte mor novo,
Aracatv, Cascavel. Canind, (iranja, Iraperatriz,
si- Bernardo, S. Joiodo Principe, Sobrar. Novad*
F.lRev. Ico. S. Matlii-ii-. Id'ii Ih.jIh saiiL'iie. S.
Antonio do Jardim, Quexeramobim. e Parnahiba
Secundas e Sextas feiras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo AnioTodas as quintas feiras ao
meio da. Garaiihuns, e Bonitonos dian 10 e 24
de f.-ida mez ao meio dii, Floresno dia IS de
cada niel ao meio dia. Cabo, Sjrrinhacin. Rio For-
nmzo. Acoa Preta e Porto Calvonos diaa 1, 11,
e 'I de cada mez. Serinhaem, Rio Formozo, c A-
got PretaSegundas. Quaru*. c Sextas feiras.
lundadas, que antes denotad anteriores
intenedes maldosas, do que resistencia le-
gal e patritica, como pretendem incul-
car os esciiprures de Poito Alegre. Tere-
ni< s OCCaSiad dc mostrar o engao dos que
assim procedem, al sem consultarem a
vontade d^s Cmaras da Provincia, que
por seus Oicios mostrad ser op posta s
ideias deseparacad assoalhadas pelas Fo-
llias de Poito Alegre; e em quanto nos
nad damos esta trela, esperando melho-
res noticias, porque laxemos juslica ao
carcter brioso, e verdadeirameijle Brasi-
leiro, dos habitantes da Provincia do Rio
Crande do Sul, ex porcinos aos nossos le
tores o estado de moralisacad, em que se
achad quasi todas as Provincias do Impe-
tio, para que vejad, que nao do Governo,
e mu de nos mesmos, procedem os malea
que soffremos; e quequalquer que seja a
mudanca qu se opere no ejstenia polti-
co, estes males se aggravaiad em vez o%
diminuir; e a tyranuia gavernatit| ago-
ra sonhada pelo pretendidos guvernado-
res, toinar-se-ha huma espantosa eali-
dade, como temos exemplo em muitos
Estados Americanos. Vejad os le i ores por
esse Artigo que copiamos do Diario da
Babia. N. 240, quaes sad os elementos da
hum Governo mais livre do que o que
ora temos, e que pretendem firmar na
Provincia do Bio Grande do Sulmeiadu-
zia de bomens de Porto Alegre, fascinados
pelas bullante theorias Republicanas,
sem attenderem sua inexequibilidade,
principalmente com elementos tad aves-
sos.
Que nos respondero esses bomens que
nos julgo ja provectos para adoptarmos o
legimen democaatico puro ? Que nos res-
pondero esses ambiciosos e perturbadores,
que apenas presentera a Naci, ou mesmo
huma de suas Provincias, gemer a falta do
necessario, possuindo alias huma fui na de
Governo capaz de as levar ao cumulo da
grandeza e da felicidade, logo attribuem a
causa do mal a especie do Syst ema adopta-
do, ou a falta de boas Instiluiqdes ? Nio
be por ventura deraoc tica e bem liberal a
Inslilucio do Jury, a do Juizado de Paz ?
Nio sio ellas con>agradas felicidade dos
povos em todos us paizes aonde impera a
liberdade ? Sio; njnguem o negar. E
porque sio tratadas em tanto menoscabo
por aquellos mesmos em quem os povos de-
pozitariosua couiianca, a fim de taes Ins-
tituicoea tiraren! os beneficios e salutares
resultados que ella promeltem ? Como he
que marcando a Lei o mez de Janeiro de
cada hum anuo para que as Cmaras pro-
cedi a qualifitaqio de Jurados, ainda a-
gora em Novembre, dez mezes depois da
poca marcada pela Lei, a Cmara Muni-
cipal da Cidade da Babia (a C. Munipal
da Cidade da li.bial 1) nio pode proceder
ahuma tal qualficacao? >aqu- Ha poca
marcada pela Lei nio se f.-z .< q .< dfi >co,
nnrnueos Juizes de Paz deixo de remet-
',1



*">
DIARIO DE P E R N A M R V C O.
ler fm lempo as lisias parci *; sg >ra por-
que Juizes de Paz efy garios nao compere-
cem em os Pac,o* da Ganiara, como Ihe f-
ra ordenado Oh veigouha Eludo is-
to se fas impunemente na Capital da Pro-
vincia da Babia? Oh vergonha Nos o
repetimos. Que juizo ficr fatendo do
estado da Capital da Provincia da Baha as
demais Provine as, o mundo todo, vendo
o indiCT-renca com que ollio para as Ins-
tituicSes mais garantidora* da Liberdade,
smesmos bomens a quem cumpre sobre
?lias vigiar, e dar o imp<>bo deque as
mesmas sSo credoras ? Corno nao jugar-
nos incapazesdessa mwm libetdade Cons-
titucional, que legalrr.enle possuimos,
quaio mais de outra mais lauta e oppara,
portftee clamio, ob ervando-se que Juizes
de Paz existem, Vigariosba, que so se mo-
vem, e s6 cuidio de seas particulares inte-
resas? E na verde, quera nSo dir que
na Babia Juizes de Paz existem qnesmque-
rem saber de Summarios, Summarios e
mais Summarios-, que tiles com seus Es-
crivies, e algumas teslemunhas de vivei-
ro, so os nicos que o>entendem, eqne
nistosomente fazem consist o sen j>at i
ti-mo ; e que (o que mais he !) iempre Ira
z ndo Iludido o povo, de nada mal se
importo que tonda fi-licidade g ral ?
Quem igualmente nao dir, que Vgarios
ha que s se importo com enterramentos,
ofTicios, conhecencas e baptisados (e ago-
ra, que feliz lempo, que appareceo essa
tremenda alluvio de escravos Afiieanos
Inicies, a seren baptizados) sem que Ihes
mereca a attencio a pratica dos d- veres
que Ihes so irapostos como Pastores, co-
mo Moralistas, efinalmente corno Gidad-
os?
He preciso pois attender, que ro he
tanto da forma do Govemo, n dade das Leis, que depende a felirdade dos
Povo, e sim do niodoe inteiesse ce>m que
ellas so postas em exeruco. Que impor-
ta que as Leis sejio sabiamente promulga
das, se ellas niochego a er observadas ?
Que de NacSes que se ai bao n'hum estado
bem aditntado de pro-persdade, e todava
nio possuem huma Legislacio lio bem a-
justada a razio ea equidade, como a nos-
aa ?
No se podes dissimular ; a imperfeila
observancia das Leis be, sem controversia,
o fro mais un h'garlo e pe n. uso que .-e
nota eidie i.i; be ,-que le que mais m-
pOi la con igii, e lamn m o que mais ha ele
costar a desaferrar-se. Custa a com pre-
bende) Como, baVfndo em (odas as Fre-
guezias Jui/es de Paz encarregados da Po-
lica de *eu respectivos Dulcidos, e em
todas as Villas Juizes Criminaes, sejio to
repetidas ainda as representaces dos po-
?os, pedindo ao Presidente da Provincia
providencias para qua sejio perseguidos os
malfeitores, os salteadores, os homens va-
gabundos e vados, que com despreso des-
tas autboridades conspirio contra a segu-
ranza individual ede pro-perid. de dse-
u Concidados? PepresenlacSes pedindo
proTdenrias sobre a exeruco de to-
das as Lei, ja sobre as calcadas, lmpe-za
e as-eio das ru3S, como acontece ne.sta C
dade, que a este respeito be huma mise-
ria !
A ConstituicaS do Imperio, entre s>s
SUaS providentes disposii" ud' plou c<.
no hum dos meie>s mais profiem s para a
repress.-i dos delicio*, a liisdluicaS deis
Juizis de Paz, esubsequentemente a dos
Jurados; ebumaLei, para isso organisa-
da, con ferio qaellea todas asattribuied-
es necessarias para o desempenho desdes
deveres. O que resta para que nesta par-
te se goze dos^bei Icios da ConstituicaS?
Que *eja a Lei fielmente executada ; que
cada Juiz de Paz corresponda coufi mea
que dtlle tivera os seus Concidadios,
qaando por seus votos Ihe conferirs o
importante encargo de velar immem'a'a e
directamenle sobre sHa seguranca. M-s
que teni feito a quasi absoluta roaiona de>-
ses Juizes? Nem ao menos sedan aos mais
urgentes tratabalhos; at muitos se esqui-
vas de organisar huma nova lila de Ju-
rados, nem ao menos comparecem nos das
marcados para a qualificacaS desles dez
mezea, deposis da e-poca marcada na Lei
para ease fim I O mesmo praticaS Vi-
garios, sordos aos clamores da Lei, (e
aS os bomens da ReligiaS) que desgra-
sa !
D'onde pois nosvemomal? Daslnsli-
luicSes, oudos pesamos executores della?
Destes, e nao daquellas. Logo claro est
que naS importa que o re-gimen seja Mo-
narchjeo Constitucional Pepublicano, ou
huma Repblica ; i.sto lie, huma Detno-
ciacia pura. As lnstilucSes ne>te rgi-
men se-riio as mesmas que possuimos com
aquelle. Pouco importa que as Leis sejio
sabiamente promulgadas, qitando ellas nao
ebeg a ser (xeculadas. Pouco importa
que osystenia de Governo s>ja es'e, ou a-
quella, aonde ex'ste a me>sn a gente, in-
differente, sem capricho, se-m veidadeiro
patriotismo: onde Cmaros Municipaes,
Juizes de Paz, Vgarios, os mesmos eleitos
de)* povos, nio cumprem com seus deve-
res ; no tomo o inleresae que deven pe-
las cousas que as Leis Ihes iucumbem; em
fim, onde taes Empregados nao presto
para nada.
(DoCorreioOQlcial.)
DIVERSAS REPARTICOKNS.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
Sus sao ordmaia do dia 26 de Fevereiro
de 1836.
Presidencia do Snr.Silva.
Comparecers os Srs. Mena, Mamede,
Pessoa, e Hamo, fallando com cauza os
Snrs. Miranda, eGosofo.
Aberta a sessaB e lida a acia da antece-
dente foi sancionada pe>r estai confirme.
O Secretario dando conla do excediente
meocionou os seguintes oficios :
Um do Dr. Jus Municipal pai ticipando
a neemeacio interina do Dr. Jo/e Bernardo
Galvio Alcanforado para Promotor Pu
blico do Municipio, cqual sendo convoca-
do comparec prebtoii juramento e tomou
pntse.
Outro de Gerrazio Pires Ferreira dando
as razoens porque noanno passado tinha
deixado de comparecer na Assemblea cu-
jas razoens ainda existo : que se dirigis-
se a A'Semb'ea Provincial a quem cumpria
aceitar-lhe a escusa, e mandar chamar ou-
tro.
Trer. do Ex."0 Presidente, sendo hum
para rpie .-e Ihe inforroasse quantos Jui/.es
de PiZ tinha seiv do no i. De tricto da
Boa-vista como Stipplenles, on,como Pre>-
prietarios, e os dous sobre a Cholera Mor-
bos a rada hura dos quaes deo a Cmara o
convenienle destino.
Ouiro do mesmo Ex.-0 Presidente pe-
dindo cora urgencia huma exacta informa-
cio sobre asesoollas das primeiras letras:
epiesenomeasse Commisseiens para depois
de examinarem elarem o sen parecer a 1 es-
peito; e lorio nomi.edo- para e matos Vi-
garios das Freguezias respectivas, e pira
os trez Bairios desta Cidade os Surs. Blan-
co, e Pe.-soa.
Outro do mesmo Presidente que apegar
de a Lei nao mandar, que a Cmara fizesse
a despeza d<> acto regiozo que deve ha
ver na vespera da abertura extraordinaria
da Assemblt-a Provincial.
Outro do Fisial do Recife pedindo o que
gasiou com o enterramento de hum cada-
ver : que se paa Outro do Inspector dy Areenal de Mari-
nha, pedindo hum exemplar das Postillas:
que se Ihe remtese quando I o r esie im-
pressos.
Outro do Fiscal da Boa-vista dando con-
la de 37#a95 rs. que tinha em si deque
rendera a carne que tomara a Antonio Joa-
quim : que entregasseaoPrororador.
Outro do Jjs de Paz do 5.* De* tricto do
Bombea propondo para sen Escrivo Ma-
nuel F.ancisto Schtfler: ao Snr. Miran-
da.
Outro do Fiscal da Boavista sobre o beco
que existe na ra da Gloria mui eslreitoe
muito porco que se elle Fiscal cump isse
sen dever elle nio estara oheio ; que o fi-
zesse alimpar quanto antes pondo em esta-
do da maior limpeza, e que cuidssse mais
nos seus de veres para que elle se conser-
vasselimpo.
A requer ment do Snr. Mena que lae-
gamente fallou eontra a relaxacio e falta do
aomprimento dos deveres do Fiscal di Boa-
vista, resol veo a Cmara que elle ; assim
como todos os mais Fiscaes nio consents-
sem, como j esta va determinado, a levan-
ta r-se predio algum terieo, ou de sobrado
cujas paredes nio fossem dobraelas para nio
acontecer o que n'um dcsies dias sucedeo,
que por nio serem de oitoens dobrados as
cazas que na ra do Cebo eslava edifican-
do Joio SebastoPreteeoutros, que des-
a bar do huma das paredes matara a hum
Cidadio, deixando outro em bem man es-
tado de aade ordenando que o Fiscal da Boa-
vista lo se iraiiH dialamente embargar dita
obra.
A requerimeuto do Snr. Mena re-olveo
a Camaia que se mandasse publicar n'um
edilal oart. 7." das novas Posturas, com o
piaso de i5 dias contados depois da publi-
caciodo dito edilal pelo Diario, para den-
tro delle ler sua devida execucio ; como
rezo lucio tomada msta orasiio.
A Cmara nomeou o Sur. Antonio Jofo
da Ressuareico e Silva para interinamen-
te servir de Provedor daSaude ala chegar
o Sui Gusmio. E por ser dada a hora a-
levanlem se a Sessio : eu Joze Tavares Go-
mes da Fonceca, Secretario a esc revi.
Silva P. P. Mamede, Pes oa, Mena, e
Branco.
JURI do rf.ciffe:
4/ FessnS no dia 3 de Marco
Jai y de rionuncia.
O Jury nioachou materia para aecusacio
nos segoinles :
Concelho de Guerra, contra o Sargento
Joaqoiui J"ze deSanta Amia.
Sumaiio de Poli-ia por roubo, proce-sado
pelo Jnizo de Paz do Pilar, contra Joze
Mara de Brito, pardo 'olttiro.
OJurvachou materia para aecuza^o no
guinle:
Sumario de Polica pelo dito Juizo, por
faca de pontra, contra Domingas Ro-
drigues Cabra?.
Denuncia de D. Mara Francisca de Paula,
p-rroubj, contra Gabriel Pereia da
Silva, pardo.
Juiy de Sen tenca.
Foi sentenciado a 31/ niein de pi izio com
tr-ebalbo, o pardo Ignacio Francisco, no
Sumario de Polica do Juizo de Paz do
3." Destricto do Carmo, por uzo de ar-
mas prohibidas
Fe>i obsol vido o Reo Joze Faustino da Suva,
pardo soluiro, na Denuncia de D. Mara
Francisca do Nascimenlo Neves, por
roubo de roupa.
CURCO JURDICO.
EDITA L.
Era consequenca de deliberacio da Con-
gregacie> ele hje faco Saber a quem conv-
v (iue nao sei Mattcolado no 1. Auno
de-la rale ma quem nao apnre-entar as
CertidSe-sde todos os l'.x exigidos no Art. 1.* do Cap. 2." dosEta-
tUte-S.
Secretaria d'Academia Jurdica d'Olin-
da i." de Marco ele 1836.
Miguel do Sacramento Lope Gama.
Director Iuteiino.
EXTERIOR.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he a mesma do N. t\7.
ARCN.\L DE MARINHA.
Pelo Arsenal de Marinha avisa-se aosO-
perarios, do mesmo Arsenal, que no dia de
amanbi, 15 do coi rente se hade pagar a fe-
fia vencida de 16 ao ultimo de Fevereiro.
Arsenal de Marinha 4 de Marco de i836.
Antonio Pedro de Carvalho,
Inspector do Arsenal.
Lisboa, 16 de Dezembro.
Recebemos f .Ibas de Londres de 1 a A do
corrente, cujos princpaes artigx >s passa-
im-s extrahir.
Londres a de Dezembro.
No P. S. da nossa carta de Par: l, dala-
ela na Bolsa em 30 de Novembro b larde,
diz o Herald, se nos diz : 11 H01 tem s
cemcluio aqui oajuate dehnm e np n stuno
de 8 mhSes de pezos duros para I), .Carlos
com a Casa de Ibscboll-cheim e Co 111 p. de
Amsterdam. Podis ter i-to como ndubi-
Uvel.
Nu decurso da semana passeda d erio ,-i
vela para as Indias Occidenlaes 3 ^ los do
linha, e 3 Fogatas Francezas. En 1 iodos
os portos Francezes vio continuando os ar-
mamentos navacs.
Assevera o Nacional de Pars que a 1 qu tiode intervir nos negocios da Hnspruaha he
outia vez assumpto de dliberae;io do Ga--
bnete dasTuIherias.
O aspecto dos negocios polticos em Ma-
drid e Lisboa tem causado grande cuidado
nos nimos dos princpaes possuii lores de
Fundos He'spanhoes e Portuguezi 39 oque
como mostrar os precos que n. Jicamos*
lendo produzido seria decadencia 1 aos mes-
mos fundos. Os Portuguezes de 5 por cen-
to baixaTio at 83'/,; e os 3 por 1 ;eito at
533/4- (E-tes ltimos no teguiut i dia su-
biro 2 porcento.)
O Coi responden'.e do Herald, de pars,
Ihe escreveem o i. do coi rente, entre ou-
tras ronzas, ose-guinle:
Tuelo quanlo hoje tenho ouv do dzea,
lendo estado com umitas pessoas bem in-
leyniadas, me levie> a cier que ha pre-
sentemente perigo de huma ge.er ra geral.
A ontenda com a America, os d slurbos
na Suissa, eos nio satisfactorios proced
melos em Portugal (e quaes si ioelles?)
e ponho inleiramente de parle a queslio
pendente do Levante, ncluindo a de Ar-
gel ; indo se considera aer foment ado pela
Ru-sia. A resistencia ou lenta ti v a de D.
Ca los em Hispanha, agora quasi 1 le pi ova
ter p< io se no todo o fndame mo. no
prono Hielo auxilio da San.a Alian ca. Os
armamentos uavaes em Cenova, legundo
medizem, sio ihdubilavelmente n o intui-
to de sustentar D. Carlos..... J Hontem
vosdisse que aqui se contratara no da an-
(erior hum empreslmo para D. Carlos.
Observo agora que o M. Herald anr tuncia-
ra que a D. Carlos chegrra evullada remes-
sa da Ru.s&ia, e outra de Carlos X. o qual
entretanto recebe desle Govemo (Fr.incez)
hum estipendio mensal de 50 mil firancos
(aO^l cruzados por mez, ou 240$ pe jr an-
uo). A toda a hora esli chegando a D.
Carlos outras sommasde dinheiio; e 1 orne-
cimentos. (Ainda apenas ha tres da;; que
humlnglez, ligado ahuma Caza Ingleza,
passou por Pars, vollando da Navarra, a-
oude conduzira a remessa de avultada
quantia.) Esl determinado pelas Poten-
cias do N"te, e pelos seus adneient'.-s me-
nores na Alemanha e na I alia, o positivo
re cotillee ment de D. Carlos no momento
em que elle tomar posse deBmgos, ou da
Capital de qualquer das Provincias Mero-
dioaes da Hespauha.
(Extracto do Interesante.)
(Correio Mercantil.)
FACTO HORROROSO
I
Domingo a8 de Fevereiro pouco distan-
te da Villa do Pan de Albo loi assassinado
o Padre Joio Ferreira que a Celebrar em
huma Capel la Esse Sacerdote, bem
conbecdo pela sua caridade, e zelo Reli-
gioso, era hum dos Cidadio* mais prezados
d'aquella Bibeira : era o pai, espiritual da
pobreza, a quem ate accodia com reme-
dios em suas enfermidades : era modesto,
sisudo, e silencioso para com todos: e nio
obstante as suas virtudes, nio obstante o
seu sagrado carcter de Ministro da Reli-
giio, he barbara, e atraieoadomente assas-
sinado !


DIARIO DE PKRNAMBUtO,
mas he na mpunidade mais escandalosa,
que se h visto em hum Poto, que se diz
'civilisado.
A nossn industria *n!o da hnmpasso;
"tio eresce por consecuencia nossa re-
ceita ; augmenta-se diaria, e escndalo-
smenle a dispeza ; o roubo, e o assdhsinio
passeio impunes, e victmiosoa por todos
os ngulos do Braiil: e vamos bem, e vi-
va o pi ogresso das late! Coro Ues leis
Administrativas, com certas Auctoridades
deescolha popular, rom o'Jury do modo
porque est organizado, e com os nossos
dous raon-lrunsos Cdigos, padiinhos do
crime, o Brasil caininha a painel agiganta-
dos para a menina catstrofe 'Ameriea do
Sul. E quem nos salvar? S Dos, ea
baixo de Dos cutas Leis Administrativas,
e In-ttluic5es] mais accomodadas as nossas
preciaes, e circunstancias. A s-im o pen-
OEsciiptordo Carapuceiro.
84
THEATRO.
O grande api uso que recebeo a Excellen -
satisfacioque mostru o respeilavel publi-
co pelo bom desempenho de suas biilhan-
tea mgicas, e o terem militas pessoas pe-
-didoajsua lepeticio faz com que ella v a
scena amanha Domingo 6 do crtente, e
pan i mais completo ser o| Expectaculo se
llie juntar a (excellente varea Sacra S.
Cocicalo de Amarante.
LOTERA.
Q> abaixoassignado faz sciente ao respei-
taVi publico, que no dia ai do correte
ando impreterivelmente as rodas da Lo-
teri em o consistorio da Igreja-do Rosario.
O Padre Joio Rodrigues d'Araujo
Reitor do Seminario.
ANNUNCIOS.
Deo luz o N. 74 do Aristarco conten-
do 1 /artigo em respnsta ao Fluminense so-
bre a Regencia de S. A. I. a Seuhora D. Ja-
nuaria ; 2.# respo*ta ao Velho, 3 "resposla
a Qaolidiana ; 4''61,ns ouiros atligos
de mttieose. Vende ae nos lugares do eos
turne.
AVIZOS PARTICULARES.
,0 P01. teiro do Collegio dos Orlaos em
Oliuda prop6e-se a ensmargramalica lati-
na particularmente no mrsmo Collegio. As
pessoas que se quiserem ulilisar do seo
prestigio, podem comparecer para trata-
ren do ajuste.
a/y Um homem solteiro precisa alugar
para o ser vico de sua casa, um negro, ou
em falta desle. urna negra ; nio preciso
que lenho habilidades, mas *im que se-
jio liis; quem tiver procure loja de
livros da Praca da tJniio o. ij e 38.
aj5Jp Quem annunciou no Diario de
honlem querer ser feitor procure na ra
da cruz n. a{.
fcy* Aluga-se um sobrado de om an-
dar, ou algum andar que seja bom, e te-
nba commodos para um homem solteiro,
que seja em boa ra do Bairro de Santo An-
tonio, ou Boa-vislf, e se na mesma casa li-
Desgracado Brazil I O.ide, meu D-
os iremos parar no meio de tantos crimes,
' e horrores ? Os faccionorqsos, e assassi-
nos surgern, e se produiem de todas as
partes : aqui invaden a pmpriedade, ali
arrancio a vida, a mais preciosa de todas
asi propriedades; finalmente os Cidadios
honestos, e pacifico vivera alten ados;
porque ninguera tm wguranca, e a sua
existencia et dispozicio d< s punhaes,
dos bacamartes &c. d s perversos.
E ainda se nos di/ (como para escarne-
ter d< s nos-os males) que vamos bun ? A-
inda ha quem alardee os n< ssos prog'e-sos?
5m nos vamos progredindo ; mas he no
caminho da immoial'iilade, e de todos os 1/ ajtjr Precisa-se alogar um prto, ou
crimes: nos progiedimos *em duvida ;, preta, dtt mesmo um mole que psra serven-
ver mobilia que seja decente aluga-se, ou
compra-se : a fallar na ra do cabug lo-
ja do Mello, assim como piecisa-sc de dois
criados.
a/y Precisa-se de 600$ reis a juros de
um por cenio sobre boa firma : quem os
tiver, equiser da-l< s annuncie.
tpy A pessoa nambuco n. 48 do 1.* ro rente annunciou
saber parlirulaiidades do urna esrrava que
falla 3 para 4 anuos, e que se cha presa,
declare a sua mirada certa, e o seo noroe
para se poder arhar, 011 dirija-se a ra Ve-
Iha casa de trez portas de rotulas verdo D.
4.
te, e tambera precisa sede urna pessoa que
saiba cosinhar bem a comida de um boie-
qiiim : atraz da Matriz de Santo Antonio
D3.
ajrjr O l.'TenenteHenriqneManoel de
Mones e Valle fazscienfe aoSnr. que an-
nunciou ser crdor do mesmo da quantia
de 38$000 reis h mais de um auno, que
queira comparecer a bordo da Escuua i9
deOulubrocom documentos respectivos,
afim de f-er embolsado ; o mesmo !. Te-
nerte n'e-ia occasilo nao pode deixar de
esiranhar a levandade de carcter do an-
nunriante, porem paciencia, p<>i que pa-
rece que a m li hoje o primeiro movel
das accoens de c ra classe.
ajy Em o Deposito d'agos,'e padaria,
junto aoTlieatro, precisa-se de urna pes-
ssoa depoura itlade, que acompanhe duas
pelas 11a venda de'pio, e tendo alguns
conhecimentos do fabrico do misino, tan-
to mellior, e ter hom ordenado; o que
quiser, estando tiratas circunstancia-* pi-
cure a referida, aonde achara com quem
tractar.
rjyp> Precisa-se de alugoel urna casa de
um andar, ou urna casa tenia de bous
commodos, no Bairro de Sanio Antonio
ou Boa-vista : quema tiver dirija-se a ra
de Santa Rita nova D. 15, ou annuncie
por esta follia.
fe/Jg Quem annunciou querer comprar
um Mestre Francez, dirija se a Praca da
Boa-vista Botica D. 10.
tjr^r A pessoa que foi a ra do Rozario
comprar umaescrava para o Aiacsli. sen-
do ainda queira, dirija-se a ra Direita,
Tipografa de Manuel Marques Vianna,
das 3 horas da larde em dianle.
COMPRAS.
O Compadre Matheus, traduiido em
POi tuguez ; por todo o preco : na Praca
da Uniio loja de livros n. 51? e 38.
jjr O* livros: Cornelio, e Phedro:
quem os tiver annuncie, ou falle ni beco
do reixefrilo venda D. l\.
VENDAS.
lima muala rom i9 annos de idade,
coze, fas renda, e cosinha alguma coiza;
como lainbein urna muleca com 11 ann->
de idade, faz renda, tem principio de cos-
tura, e hbil para qualquer ouira coisa ;
na ra do Fagundes sobrado D. 7, lado di-
reito, entrando-se pela ribeira.
y^p Arroz com casca era poican, e a
retalho, cera branca em vellas e bogias de
6 em libra, vioda de Lisboa, e mais gene-
ros por pieco commodo : no armasera da
ra das cruzas D. 9.
yy Trez espingardas de cassa, duas
de dois canos, sendo urna de pedra,^e ou
tra de espoleta, e a restante de um >0 cano:
ne ta Typografia se dir quem vende.
IjrJB Potas-a rauito boa chegada -lti-
mamente da Rus-.ia : na roa do Collegio
D. 9.
fcjr Urna venda com poucos fundos;
nica que exi>te em Janta Auna peito da
Caza-Forte.
Xjpp Bicos de linho preto e branco de
diferentes larguras, por preco commodo :
na ra doLivramento loja de fasendas D.
jrjBp* Uma venda com poucos fundos
com casa para familia, quintal murado, e
cacimba para o quintal, e com ranxo
para matutes; liobem se vende a venda ,
ouoseffejtos que dentro della existem, e
a mesma armaco para pessoa que quiser
mudar paraoutra parte, na Boa vista ra
do Aragio junto ao sobrado de Joio Fran-
cisco : na mesma.
a/9* Dois chexeos bons cantadores : na
ra do Nixo do Noia D. 27.
ajy Urna preta de 30 annos de idade,
cosinha o diario de uma casa, lava de sa-
bio, e varrella, engoma liso, e cose chio,
e tambera fas renda : na 1 ua da cadeia ve-
Iba casa de Joio Mai a Seve n. ai.
aj^P> Um prvti tno-so bom canoeiro:
na mesma casa cima.
aj^> Uma rr-gia de Angola eogoma-
deira, ecostureira; na ruadaCuia n. 59.
Ijty Paraguairu. S e nico remedio
conhecido para as dores de dentes; ao p
do calabouco velho D. 10.
Ijty" Uma pequea lojde couros, com
armaco nova, sita na ra da Penha; a fal-
lar com Pedro d'Alcantara na ra do L-
vi amento, loja do .sobrado onde mora o Al-
moxarife doTrem.
Ijy Bolaxa em sacras, prezuntos In-
glezes, lonas, cabos de coiro, manleiga
nova em bar iz e a retalho, vinhos de to-
das as qualidades, serveja, agoardente de
Franca, tintas de todas as cores, chas his-
son e preto, charutos da Habana, aieite de
peixe, agua rz, roupas feilas pioprias pa-
iamarujoj, meios de sola, ludo por pre-
co commodo: na ra d'Alfaodegajvelha
arrnasem n. 3.
VJf 200^J reis em moeda traa liza de
40 reis, com o s> o competente pezo I'gal :
na Praca da Independencia l< ja n. i9.
$9 A obra de G>r>ein analise da Coiis|iiito do Impeli dispos-
tas, e arranj.nl.'s em i vol. com varias ol-
servc5vs e notas propri^s a encamiubar o
otudanle no desenvolvimento de suns li-
ces: em Olioda ladeira do Varadouro n.
11.
?flk^ Um grande armasen) ni ra No-
va D. i4, aonde txisfe a fabrica de calderei-
10 de Jos Peieia Teixeia, quatro casas
terreas 110 largo do Carino D. 4a 7 ; qua-
tro ditas ditas por acabar, mas com gran-
de pai te dos maleriaes, para asacaba), si-
las na ra dap< do Hospital do Paraso; uma dita dita ua
ra da Roda ; escravos pedreiros, carpiras,
uma e.-crva eoanhera, engoma e cose,
com um filho de 13 annos, outra dita, mi
cosinha o ordinario de uma casa ; laboas
de an'laime, ditas deamaiello da estada,
mais gi osas, que as de assoalho, boas para
caxilbos, um aparelho com raoitoens de
trez gomes, ecab de coiro, e pedraspara
hombreiras de portas.
jr^P Por preco commodo um selim em
muito bom uso : na Praca da B m-vista Bo-
tica do Gusmio.
C^j* Folinhas de porta, de Al-
gibelra, e de Padre, para o pre-
sente a nno de 1836, por prer;o
commodo, na Praca da Indepen-
dencia, loja de Livros N. 37 e
38, e na ra da Madre de Dos
venaa que foi do Rezende.
ALUGUEIS.
Aluga-se um sitio na estrada de S. Joze
doHanguinho, quasi defronte da Capella,
lado direito, com porto de ferro, com
bastante Ierra, boa casa, e muito aivore-
do fructfero; a fallar com Maranna The
reza de Jezus Siqoeira, no sitio contiguo
que tem tambera porto de ferro.
AKRKNDAMENTO.
Arrenda um deposito para vender agoa
em lugar de grande inieresse: no sobrado
novo atraz da ra do Palacete.
yy Anv ndn-se, ou ven le se um sitio
ns estrada do Arraial defronte de Joio Car-
io P' reir de Burgos com muitos arvore
do, ierras para plantace- je lugar para 8
ou 10 vareas de leite : quera pi tender di
rija-se a Joiod'Alemio Cisneiro.
PERDAS.
No dia i a de Janeiro d>apareceo da
marraclo por detraz doTbeairo uma ca#
noa tneia aberta anda em bom uto ; tem
trinta e tantos palmos de coniprido, tem.
um banco fixo, eencaixes para dois ban-
cos volantes era baixo ; o paneiro da pou-
pa de pinho, o o da pida de louro, efal-
ta-'hea tabea que remata na ultima caver-
na da proa; bem levantada da proa, e
bem armada ; muito conhecida por estar
quasi sempre amarrada no moito da paa-
8agern deOlinda: quem della soub. r, ou
a trouxer dirija-se a ra dos QarteUD. 6
i." andar que ser recorapencado.
ESCRAVOS FGIDOS.
Benedito, mualo, de 20 annos, pouc
maisou menos, estatura ordinal ia, seco do
corpo, pez < teiro, levou calsa de frauckim preto, ja-
quela branca : o aprebensor leve-o a ra
Nova dtfronte da Igreja da Conceicio, pri-
meiro andar do sobrado D. 22.
j^* No i. docorrente Marco fugio
um preto-de nme J(ti., Singo, iem 17
a 11 annos de idade, altura piopoiciona
da, btmfeilo do corpo. nao muito pe-
lo, e tem umsignal pelo ao lado do noiiz
da parte direita, tem falta de cabello de
carregar peso, tem no braco direito uma
nana de f'go grande, que reprsenla um
8; canoeiio, lm vendido fasendas, lei-
te, e outias cois*s, e tem estado lraht do no .sitioda pa.-sHgem de O nda de J ao
Antonio deGrvalho Siquelia, e lera sido
vitoem Olmda: quem oapiehender diri
ja-se a ra d<-sQuaileis D. 6, i." andar,
que sei recompensado.
a/^p No dia 3 do crrente pea* 7 ho-
ras da note Clemente dos Santo, e dd ca-a do ui-smo
cita no lugar aonde se est attei r..nd<>, de-
Ironte de pa'acio velho, e 110 s-guio nlo
daiua d'Aurora, um moleque por nome
Joie, naci Angola, idade de 18 a 20 an-
uos, alto, seco do corpo, pernas finas, e
ps grandes: lem eusima da pestaa doo-
Iho esquerdo uma grantle siratiiz; fugic
com camisa deriscadinho azul, e calca de
bnm branco, tu lo muite roto, e sujo por
estar tirando enlulho; e como sesuponhe
que o dito moleque foi sedutido por algum
ladrio de escravos, por elle estar com
ganxo no pescoco, e corrente no p, e as-
sim mesmo fugir, o que s poderia fazer
pelo dito motivo, por isso faz se certo a
quem della souher, o aprehender IWe-o
ao atierro da Boa-vista na loja de Ourives
do dito Joaquim Clemente dos Sintes, uii
em casa deseo senbor na ra de S. Gon-
9alocasa n. 10,quesera recompencadj ge-
nerosamente.
Taboas das mares chotas no Pone
Pernambuco,
13Segunda
m 15 T:
3 7*=-----
318:
i9-D:3
i - ah.54 m
a n 3-42 . 1
0. - 4-30
J _ 5-42 1 Tarde
- 6-30
g " 7 18
O 8 6
NOTCIASMA RITIMA
Navio entrado no dia 4.
ACARAC'; a9dias;Pataxo Lelo, M.
Joze Ugete : varios gneros: ao mesmo VI.
Ton. 1 4- Pissageiros 5.
Salud\\no mesmo dia.
LISBOA; B. Port. Delfim, Cap. Do-
mingos Cardoso Cuedes: varios guisaros.
PasaKeirosBaitholomeu Fratn i'" de S 11
za, Pedro de lcantaia, Joie lo- S-nto-
Pinheiro, e S bisiiio Joze da Silv Braga.
Pern. n* Tvp. doDmbio. 1838



Precoz coxt entes, pevnambnco
5cJe )arco /$S
Igg&TAg&8 IMPORTATION
GNEROS.
A
de Milito...........
da Siiccia l.........
Ago. caz.................
1 Agurdente de Franca 26.
,, do Mediterrneo,,
Aicatro Sneco............
,, Americano.......
Alfazema.................
Alvaiade.................
Amanas de ferro conf. snasv.
de linlio lng. pat-----
,, da Kussia..........
< Amendoa doce cotn casca mole
Ancoras e ancoretas.......
Aniagem ordinaria...;.......
1 Ima...............
rame de ferro.............
,, de lalo.............
Arcos de ferro..............
Arroz piladoestrangeiro......
Azrelo....................
Ateite doce de Portugal......
,, de Mediterrneo..
,, de peixe........
|BACALHA peq. seco......
; Bacas de lalo............
i Batatas.....................
Bezerros Francezes..........
Breu.......................
Bri:n da Russia largo.........
cstreito.......
Inglez largo........
estrello......
Bol a xa fina................
,, ordinal m ............
Bolaxinha................
CABOS de linho lng. pat...
,, ,, da Russia.
Calle'....................
Carne secca do Rio-grande ..
,, ,, de Monte-video.
,, de vacasalgadad'lilauda
d'Americi
., de Porco ,
ARTICLES.
I 0*000
",8o
1*000
5oo
5*6oo
3*2oo
5*ooo
2*600
110
5*6
100
24
5oo
120
64o
51
d'lrlanda
Carneiras Fraooezas decores..
Carvo de pedra....
Cera ama relia.....
,, branca.......
Cha Hisson superior
Uxim.........
,, perola........
Cerveja branca.....
pela.......
Chitas azuesda labrica de Liab.
Chumbo ni barras..........
,, etn lencol..........
,, deinunico.........
Cobre para Caldcreiro.......
forro...........
ENGUADAS do Pono.......
Ervadoce...................
Espingardas lazarinas........
Estanto....................
FARUNHA de Trigo Ame/...
,, de outra parte...
,, de Mandioca.....
Folha de Flandes............
Fie
de ferro inglez
de vella......
Steel Milian........
Swedish.....
Spirits oj turpentine
liraiidy Frenk 26.
,, Spanish ,, ..
Tar Swedisch.....
,, American.....
Lavander..........
ffhitelead.........
Cables-chain tice, to size
,, fiemp Eng. pal..
,, Russian.......,
Swect tatmonds so/t shell
Anchor.* and grapnels..
Crcquillas.........
fine........
Iroh Wire assored.
Brass ,, ......
Iron hoops........
Rice white........
Redlead..........
OH olive Portugal.
,, Mediterrnea
,, IVhaie...........
Codfsh Small and di y.
Brass basins..........
Polatnes..............
Caifskins, French.....
Rossin ...............
Russia sheeting wide...
Rvens duck.....
Engl, sheeting wide ...
,, duck..
Bread pilot...........
navy......
Cracktrs ..........
Cordage Eng. pat.....
Russian.....
Ca/fee ............
Beefdried, Rio grande
,, Montevideo
Salted Irish....
,, American
Pork.................
Irish.. 18
Slieep Skins French col. i60
Coal..................i0#
\ellow wax........... 44
,, white.......... 5o
Tea Ifysson S......... 1*000
,. llxin..........'.. Jioo
,, peart............. 1*280
Ale ottled........... 2*8
frown Stout.......... 5*2
Priuts Port. blue &ic... 140
Lead in barrs......... 9*
Sheet ......... 9*
Shot as cortea.. 10*
Braziers copper....... 460
Shcathing............ 460
loes Portuguese........ #700
Anntseed....... ..... 3*aoo
Portuguese guus.jp.____ Cfr
Pewler............... 'Go
Flour IVhcatcn Ame.r.. uff
ii olher.. 6*
,, mandioca........ 1 8
Tin. piales assored. .
Sheet Iron.....e......
Twiaes sail makers...
PREgO
PRICE
()#6oo
6*000
*200
1*200
*8oo
6*000
4*ooo
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i50ooo
i5*ooo
4*ooo
#110
#280
*7
5*3oo
7*5oo
30 3*20o
160* 180*000
*700 'fa0'
54o *56o
9*000 g*5oo
56o #54o
700 *6oo
I i ti IOO
5*300
13*ooo
11#000
10*000
s'000
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3*ooo
II . 13*000
45oo
5*000
2*400
1 8j^OOO
18^fooo
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18^000
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GARRAFAS pretas.......
Garrafoens empalhados.
Genebra em pipas.........
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,, estreilas.....
I In^lezas largas.,
j estrellas........
MMTEIGA Ingleza.......
Franceza.....
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OLEO do li/ihaca em pipa.,
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Papel Hollatida grande......
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,, almaco i. qualidade. .
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,,de embrulhar 1. o 2. q.
Parnahibas............
Passas rauscalcl............
Pixe da Suecia.........a..
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Potassa d'Ameriea.........
da Russia........
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Relroz sortido.'............
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Sal Estraupeiro............
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Selins.....(...............
TABACO tnaependim......
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Vinlio do Porto............
de Lisboa linio P R R
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da Figueira
de Prov. e Catalouia..
pipas de 85 Canadas..
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de Bofdeaux em B.....
., engarrafado
Champagne ., .....
Moscatel ,, .....
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Couros SecosSalgados.......
Vaqueta...................
Ponas de boi...............
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Rum Superior.........
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Lisboa 5o por 0/0 premio, por metal, Nom
Franca"245--240 Ks. por franco
Rio de J. 6 a 7 por cento de premio
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Premio da prata 5o p, c.
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,, nom. Assucar 2 por Ton. 10 ,,
Franca Algodo Soo rs. ar & 10 por 0/0 N o
,, Assucar 60 fr. nom.
Couros 180 a 200 res ,..
II imbu-go, Assucar 5 L. 5 -- e 5 p. o|o N( >m
liollanda 3 L. 10 A' 5 ,,
Trieste 4a 5 L. i5, & 5 por |0
Portugal, Algodo 600 Rs. por Ai.
,, Assucar 3u> .* .,
Genova, dito 3 10

CAMBIOS.
Rio de Janeiro 22 de Janeiro i856. -- Londres 4 >/4 a 4 '/' ^s- st- Por '*O0 "> Paris 240 rs. por hum franco; llambugo 44; Ouroem barras 75 a 78 por cento de premio; Do-
irocs l-.spanhi5es2i^35o um. Pezos Hespauhes i053o uin ; Moldas de 604oo 12/J700 huma ; /itasde 40ooo a 6*55o liuiiia ; Prata 41 a 42 P- c- > Cobre, moeda de 80 rs. 9 a otior cento
le desenlo ; Apolices de 6 por 0/0 juros, 87 112 p. 0/0 juros pagos; assucar b. 2*600, M. 2*600 ; Cale'3*45oa 3*200, Algodo M. G. 65oo.
lilil i ti i.2. A a I.huu U US I ____ll... f.1 I. .1 I n. -, 1 .1. i.-... .. ...... .. .^... t f^l____________.____ !_ J T ___ 1
broes
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Ifaliia j de Janeiro^ i856 Londres 53 0i..l. em ordens; e 4o Da. st. em raoedaj papel; Franca 290 rs. o tranco; Lisboa 90 por cento; Rio de Janeiro 20 por centode pre-
; Drobes E$p*MtSes 28*000 hum ; Pecas de 6*4ooa 16*000 huma ; JJtlas de iftooo k*ooo huma ; Prata cuuhada 80 por cento, domina!; Moeda papel 20 poro/o ; Cobre *o p. 0/0.
Assucar 2*200 a 2^8000, Algodo b*5oo, Caf jf/ano.
1 Quintal =: 4 arrobas. 1 ar. -=32 Lb.
100 L). = cp meios A/1,, = 101 Lb. IngS, = q5 Ham.
1 Canad (medida velliajzzz : 3/5 galn =: 6/7 velte.
42 Alqucircs (idem)= 94 bushel ss 34o tilres.
1 Couado z= 5 palmos, 1 Yaid. 4 palmos.
1 Para i pj/rnos, 1 palmo = me x. 226, = 8 p. 11 lng.
Ql. quintal, Lb. libra, Ar. arroba, To. tonelada, Ba. barr-ca-,
barhl Cx. caixa, Gl. jalo Pp. pipa Alq. alqueire Va. vara,
covado, hu. huma Di. duza Cl. cento, Gr. erran, Mi. ini-
,p9;a, Re. reina ; 'F.% falta, au. auu.ui.uilu, Pr. procurado,
uio ha, Ye* Jarda.
tr-mnir-mmssmssaa i i-r i tit-n~ri sw
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VrS direitosso de ib p. c. sobre as avanacoens.e mais 1 ip de expctlient.
(t^> Desde oi. de Julho, o lumo, e a* Carne do Rio Grande nio -p-
go mais direilo algum de exportaco, mas continuo a pagar 16 por cul-
to sobre a avaliaco d Alian dega, viudo de payzes estrangeiros.
f^i A Agoardciite paga 2 por cento d'exportaco sobre o valor de 4<"
rs. a caada. ,'
: 8^-Subscreve-sena Typografia do Diario, pateo da Matriz i30ooo por anuo
7*000 por Semestre 4#0opoi trimestre ; vende-se avulso 110 meSino lugar
00 lis. cada bu eseiuiopaia os assignaules 80 Rs.
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