Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02331


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Full Text

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ANNO XXX. N. 20.
Por 3 meses adiantados 4,000
Por 3 meles vencidos 4,500
QUARTA FEIRA 25 DE JANEIRO DE 1854.
Por Anno adiantado 15,000
Porlc franco, para o subscriptor
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO'.
Rccifo, o proprietario M. F. de Faria; Rio de Ja-
neiro, o Sr. JoaoPereira Martins; Baha, o Sr. F.
Duprad ; Macei, o Sr. Joaquim Bernardo de Men-
ttynca; Parahiba, o Sr. Jos Rodrigues da Costa; Na-
tal, oSr. Jflaquini Ignacio Pereira; Aracaly, o Sr.
Antonio de Lemos Braga; Cear, o Sr. Victo^nm
AugustoBorges; Maranhao, o %t. Joaquim Marques
Rodrigues ; Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
_________ ______________________________._________
FABTE OmCIAL.
OOVSBHO DA PROVINCIA.
. N. 8. Illm. Exm. Sr. Havendo a assemhla
legislativa provincial decretado a estinejao do con-
seibo de stlubridade publica desla provincia, rogo i
V. Exc. se digne nomear junla dehjgiene publi-
ca, de que trata a lei de 14 de selembro de 1850. e o
reg* ment de .29 de selembro de 1851, e que se
torna lano mais necessario, quanloa febre amarella
camera n fazer algn estragos, ehe iodispeusavel a
existencia de urna cornoraco i quem incumlil velar
obreaMlubri-ladepublica, propondo e execulando
as medidas sanitarias, tendentes evitar o deienvo l-
vimento da epidemia.
Dos guarde i V. Exc. Palacio do governo de Per-
natnbnco 16 de maio de 1853. Illm.e Exm, Sr.
Franritro Gonralte Martin*, ministro e secretario
de estado dos negocios do jmperio. Jos' Benlo da
ChhIm e Figueiredo.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qvartel teaeral de commando dat arma* de
Pernanabaco, na cldade do Recife, em 34
da Janeiro da 1854.
OllllW SO DA X. 8.
O Exm. Sr. marechal de campo Jos remandes
dos Santos Pcreira, commandante das armas, manda
declarar para conhecimenlf da guarnicio, e devida
efleiln, que o s"vernode S. M. o Imperador, houve
por bem por aviso expedido pelo ministerio dos ne-
gocios da guerra, i 2 de Janeiro do correle anno,
qiieporeopia llie Tai transmitlido pela presidencia
desta orovincia, com ofllrio lionlem firmado, conce-
der 2 niezes de lcenca com o sold sipiples para ir i
carie, ao Sr. 1. lenle do 4. balalhao de arlilbaria
a p, Jas de Cerqueira Lima.
Candido Leal Ferreira, ajudanle de ordens en-
carregado do delalbe.
cambios.
Sobre Londres 28 d. por 1*5000 firme.
Pars, 340 a 343 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 porcento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de relale.
Aeces do banco 5 0,'o de premio.
da cqnipanhin de Beberibe ao par.
da comininhia de seguros ao par.
nissonto de ledras de 11 a 12 1/8 de rebate
MKTAES.
Ouro. ticas hespanholas. 28300 a 299000
Moedas de 65400 vellias. 16000
' de 65400 novas. 165000
de 45000...... 95000
Prala. Palaees brasileiros..... 15930
Pesos columnarios...... 1?930
mexicanos .-..... 15800
PARTIDAS DOS CO
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos|ias lelo.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Orpry, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas o sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feirati -
PREAMAR D IIOJE.
Primoira 1 hora e 18 minutos da: tarde.
Segunda i I hora o 42 minutos da manhaa.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commcrcio, segundas e qnintasfeiras.
Kclaco, tercas feiras o sabbados.
Fazenda, tercas e sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas.
1." vara do civel, segundase sextas ao meio dia.
2." vara do civel, quartas e sahliados ao meio da.
Os Tribunaes de Juslica esto fechados al o ulti-
mo de Janeiro.
EPIIKMERIDES.
Janeiro 6 Quarto crescenlea 1 hora, 29 minutos
e 4 segundos da manhaa.
14 La clicia as 6 horas,, 42 minutse
12 segundos da manhaa.
i> 22 Quarto mingnanlc ao 38 minnlos e
48 segundos da manhaa.
28 La nova as 2 horas, 34 minutos e
48 segundos da tarde.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. Os desposorios da SS. Virgem MSe D-
24 Terca. N. S. da Paz ; S. Tbemotbeo b-
23 Quarla. A conversaban de S. Paulo Apostlo.
26 Quinta. S. Polyearpob. m. : S. Theogines.
27 Sexta. S. Joao ChrysostQmo b. dout. da igreja.
28 Sabhado.S. Cyrillob. ;'Ss, Lenidas e Faviano
29 Domingo. 4. depois deReis.S. Eranciscode
Sales.
EXTERIOR.
A Bou vi a.
A Bolivia em 1832. O general Belzu ea polti-
ca actual. Morle do general Bollivian. Rola-
roes com a franca e negocio do recBiliecimnlo
do imperio. Suppressan da logacn boliviana
em Pars. Expulsan do encarregado de negocios
peruano em La Paz.Kompimenlo e boslilidades
entre o Pert e a Bolivia. Decreto do governo
boliviano sobre a- liberdade de navegacao dos ros.
Siluacao material da Bolivia.A quina, o gua-
no eas minas. Conclusa-!.
Nlngoem ignora quea Bolivia lie com o Paraguay
o estado mais internado as regina centraes do ron-
lineatesul-americano. Por um lado, a cordilbeira
do* Andesse eleva de prolonga para o occidente co-
mo para Iba tornar mais difllcil o accesso do Ocano
Pacifico, alni de que ella n.to lein como proprieda-
de senas urna moi eslreila sabida sobre esta cosa ;
por jjulr-e,-pacos immenw. deserto* inexplorados e
inhabitados a separam do Ocano Atlanlico. Resulta
desle facto que aeslagnaeo be mais completa, o mu-
vimenlo mais lento, e os esfdVcos sao mais dolorosos
jijrS faxerem nascer cerla aclivdade de interesses,
de industria, de eommercio, o que infelizmenle
luioexclue a turbulencia e a.agilaro u'oulra ordeni
de faca, por exemplo, na ordem polilica. Pelo con-
trario, vio-se nos anuos precedentes, pela historia da
Bolivia desde a independencia, que este paiz conta
mnilas rcvodifcs na historia j mu completa, ccom
ludo cada dia revista e agmenlnda, das revuluv.ua
mil-americanas. A desgraca desles paizes' proceda de
que todas as veza que se levanta una .ambieflo, jus-
tificada ou nao por certa capacda-le, |r cerlos ser-
vidos, desapparece asua tranquillidadc interior ; as
insurreicoesse suecedem, as tentativas se renovara
al que lenham fcito do pfelendcnte nm chele supre-
mo, e ento ebega a vez de outra ambicio nascer em
algiima parle, empregar os mesmos prncesso*, ecedo
ou larde, mediante algoma conslancia, ir dar no mes-
mo resultado. Segoe-se que ao cabo de algum lem-
po ha certo numero de ambicoes desapossadas, sem
contar as nov, que sao perpetuamente oceupadas
em disputar o poder enlre si, para a malor honra da
liberdade e do poder da America, l-'oi as-ini que a
auloridade suprema passnu do general Santa-Cruz ao
general Bollivian, de Bollivian a Velasen, de Velasro
a Belzu. Val ha sido por muilo lempo a historia da
Bolivia, e nao he pNtravel qoe seja encerrada pre-
sentemente. 1852 leve o merilo de ser om anno sem
perlurbares, sem guerra civil nova. 0 general Hel-
ia, que se acba no poder desde algons anuos e que
leve de sofl'rer rodes assaltos. inclusive varias tentati-
vas de assassinalos contra soa pessoa, se lein conser-
vado li o prsenle ; tem du'raco, e isto j he um
fado nolavel. Vuma palavra, em 1852,se achava a
Bolivia apenas no dia seguinle de urna mudalira de
conslituicao que Uvera por alvo forlilicar principal-
menle o poder execulivo.^Erta.roiisliluicao, que lem
a dala de 20 de setembro de 1851, se parece com to-
daas obras date genero. Abunda oin atipularoes
solemnes sobre todas as especies de direitos e de ga-
rantas, a* quaes de ordina'rio s falta realidade. Or-
ganisa ognvcrno com ditas cmaras que sereunemde'
dous em dou annos e um presidente pleito por 5 an-
nos. Um artigo Iransiloriofixa que o periodo presi-
dencial para o general Belzu parle de 15 de agosto
de 1850, dala da sua eleicao constitucional. Restara
apenas menos de dous annos de poder ao prpsidenle
actual, o qnal nHobe reelegivel. Mas cliFgar-e-ha
ao rabo desles dous annos sem novos alalos? Eis o
problema. O qoe he certo be, que a Bolivia pode
alravessar o anno de 1852 sem revoluco.
Oar-sc-lia que o general Belzu nao tivesse de op-
pnr-se a mais de um perigo interior quanln ao sen
poder e quanlo n soa propria pasoa '.' No decurso do
anno, segundo parece, Uvera el'e exposto a urna
nova tentativa ile assassinalo por envenenamento;
mas ate triste e persistente pensamenlo de homicidio
malogron-se tanto desta vez como precedentemente.
Quanlo s antearas de insurrei^o, manifestaram-se
em varios pontos, em Paz, em Chochabamba, emou-
Iras provincias, e como sempre acontece, f ape-
cialmenle un excrcilo que estes sympto mas se
apresenlavani. Piada ltala melhor e sob urna
foima mais verosmil ase Irabalho permanente
ile conspirarlo militar do que um decreto proferido
pelo governo boliviano no mez de abril de 1852. Os
meios de reprasao empregados talcinunbam meios
de conjuracao. Segundo esle decreto de 8 de abril,
qualqiier milit.tr provocado pela seducrHoa se revol-
lar Contra o governo e que fizerconhecer as lenlalivas
praticadas a scu respeilo, ter dous pnslo9 de accesso
sefor odirial, c 0,000 piastrasemdinheiro se for sol-
dado. Quulqucr mililar que em caso desublevaco,
ou no seu qitail ordcm.adqiierir direitos s recompensa eslipuladas.
Aquello que nao Imuvcr denunciaJo aos seus ebefa
as tentativas de sedueco de que liver sido o objecto,
incorrera nas mcsinas penas que o autor do delicio.
Dalii resolta que, para os militara, oiriciaa e solda-
dos, a fidelidede ao governo depende dos dous pas-
tos ile accesso ou de 6,009 piastras, o que nao prova
um cumprimenlo mui pontual e mu habitual do de-
ver mililar por si mamo, e nate caso os fautora
de insurrticao lem o recurso de prometter Ira palos
de accesso e 10,000 piastras. TuJUslo nao denota
evdcntcmcntc um estado mui normal, c de mais
Riostra que o governo boliviano sent onde ata o pe-
rigo para si. No dia em que um regiment, algons
balallies smenle se revollassem, a guerra civil es-
tara mui prestes a romecaV de nove. No' auno de
1852. um dosinais serios competidora ao poder, um
da antigs presidenta da Bolivia, o general Bolli-
vian.-desapparecia sbitamente da scena,
Bollivian fura assalladn pela febre amarella no Rio
de Janeiro.uo momento cm que ia partir para os ala-
dos do Prata. Era um desta gcnerncs laes como lia
cerlo numero na America do Sul, osquaa, depois de
se lerem elevado na guerrada independencia, s de-
vi vam o poder no paiz pira cabirem na proscripcilo.
Bollivian se achava de alguma sorte proscripln c er-
rante, procurando lodosos meios de entrar de novo
na Bolivia. .Era liomcm dolado de qualidada pes-
soaes c illisbilidade. I.'m estado normal bouvera
feito delleunibom toldado, as revolncoa da Amo-
rica fizeram-iio um dos pretendentesao poder so premol
no seu paiz ; elevaram-no successivamentc, depoze-
ran e lanraram-uo no exilio.Osullima annos da sua
vida foram annos de lula sangrenta contra o general
Belzu,o devenios fazer juslica a ate, que, livre
por una morle imprevista de lal competidor, s leve
sentiincnlos de eqpidnde dianle do 'tmulo de um ho-
rnera que linha sido o ebefedo seu paiz e urna das
personagens niaiseminenta da repblica boliviana,
izem que o general Belzu fizera com que se conc-
dase urna penso a viuva de Bollivian cm reconheci-
mento do sens anligos serviros. Temos para us que
ala morlo lem alguma importancia polilica sob o
ponto de visla interior, pois que be um pretenden-
te de menns ao poder ; mas ajada resta oulro perigo
ao general Belzu. o que llie podem crear a partida-
rios do general Santa-Cruz, o qual, depois de ler re-
presentad como ministro na Europa o governo boli-
viano, est boje com ate governo n'oni estado desri-
sflo rompila e nao lem casaslo de conservar no seu
paiz certa influencia. Do-la soi-.no. sabio para rep-
blica lioliviana urna diflicaldade diplomtica que nao
pode le cousequencias, mas que por um momento
embaracen as suas relaciia com a Franca.
No corror do auno de I852, o general Santa-Cruz
enviara a sua demissan de minslro plenipotenciario
da Bolivia cm Pars. O governo boliviano, como era
natural, se dora prasa em aceitar ala demissao, e ao
mamo lempo se aproveilou delta para supprimir
urna legac,o, cuja importancia, segundo elle, exce-
da as necessidades c os recursos da Bolivia. Um sim-
pla cnsul geral substituir o ministro, e o l)r. Mau-
lero fura revalida com estas novas funccOes.. Ora.
dizia-se que esla medida coincida justamente com a
proclamaco do imperio em Franca, de sorte que
diminuindo a importancia da sua lega-jan e do seu re-
praenlanlc, o governo boliviano pareca dar provas
de anlipalba para com o novo rgimen da Franca.
Em lugar de um rernnbecimento poro e simpla das
FOLHETIM.
0 DQE DE ATHERAS. (*)
(Pelo marqaex de. Foadraa.)
SEGUNDO VOLUME.
i
I
novas in-liluiriios e do ebefe do imperio, era ao me-
nos na npparencia, urna apecie.de desmentido de, re-
conbecimenloqoeapparecia.Oestefacto 9egoio-se que
o governo frunce/, pela sua paito recusasso aceitar
rclaca olliciaa neslas condices e entregar o exe-
qutur ao cnsul geral moneado pelo governo boli-
viano. Cmniudo esle incidente nao he urna dilllcul-
dade que tenha graves cousequencias para a. Franca,
nem tao puco para a Bolivia. Demais o governo bo-
liviano parece ter cumprdo a furmalda-le do reco-
nhecimento ollicial do imperio, e o cnsul geral pro-
vavehnenle ha -le ser reconhecido --mi sen titulo eem
sua q ii a! i dado sem mais complicaco. He um -I* e-
lemenlos gnitos do episodio do reconhecimento do
imperio francei"* "" *
Mas o verdadeiro, o nico acantecimenlo impor-
tante da Bolivia nata ltimos periodos, he o rom-
p men lo que, no comer o de 1853, leve lugar enlre
ate paiz c o Per. Quaa foram s causas que o oc-
casionaram'.' Que carcter lein elle ? lie a qualo
que se slenla boje em presenta de hostilidades im-
ininpiiles. e ale j comeadas. Toda conhecem asi-
luacao reciproca do Per e da Bolivia ; o primeiro
dala estada domina o outro : dabi conten-las fre-
queutes enlre a dous paiza, al guerras, termina-
das por tratada rujo principal he o tratado de Are-
quipa, asignado em 1817. Entretanto alas pacifica-
coa peridicas nao impedem que nocxislam de urna
mnneiraquasi permauentegermens de dissen;es,mui
graves enlre os dous governos. No meio dcstas cansas
dedissencoes.umadas priitcipaahe a mocita dcbaixo
qnilale que a Bolivia runda, e que, se derramando
no Per, gera em todas as transaeces deste paiz urna
perturbarlo prol'un la.em lerniosde parar em urna ca-
tastrophedetodasasfortunas. Jexplicamajeste fado
ha cousas de dous annos ; he desde 1830 que a Boli-
via runda ata especie de mneda que ella assegura
ser apenas de 23 por 100 abaixo da quilate ordinario,
equo o Per pretende ser de 33 eat de 10 por 100
abaixo do valor legal. Ora, o Per solTre ainda mais
com ale estado de cousas,.porque isto procede de
combinaban do guveruo boliviano : o eommercio eu-
ropu coniluz a seus produca para aquellas para-
gens, troca-a na Bolivia pela moeda inferior que
rircula ; e como, para usar della em oulro qualqoer
mercado, fora obrgado a perder o que falla no qui-
late, emprega esta moeda no Per na compra de pra- j
la em barra, de laas e oulros artigns de exportaco
peruana, dondo se segu que he esle ultimo paiz
que vem a ser cada dia mais iiinundado desta lepra
melallira. A isto objecta u governo boliviano, di-
zendo que a inferioridade do quilate s existe na
moeda miuda, que qnalquer nacao lem o direito de
dar moeda aquilate qoe llie convler, eque em de-
finitiva eslava as maos'do Per nao receber a que
vinha da Bolivia. Todava cima de todas estas ra-
zes, lia urna considerar que faz calar todas as ou-
Iras, beque pelo tratado de Arequipa a Bolivia se
ohrignu a nao rondar mais moe a fraca. Fundndo-
se nata estipularan he qoe oaP- nao re-a de recla-
mar e de se queixar, tanto mais que elle aecusa o
governo boliviano, nao por nao fazer nada para
embargar a circularlo da auliga monda inferior, mas
anda por continuar mais do que nunca a cunha-la
do mamo quilate. O certo he que a fora das razoes
que tema referido e que nao sao mui grava, o gover-
no boliviano s pode apraentar como udjerrao os em-
dafaros dnanceiros que o lanraram nata airada de
alteraran monetaria e nella ainda oconservam. Como
quer que seja,'era isto ja um elemento de recrimina-
ran enlre os dous governa, quando i i nldi lugar outra
complicaco mais grave sobo aspecto das relaea da
dous paiza.
Desde o comeco de 1853, o ministro da negocios
estraiiaeirus do general Belzu, M. Rafael Bustllo, se
diriga ao governo peruano para pedir-lhe a revocaran
do seu cncarregado de negocios em I.a Paz, M. Pa-
redes, e do scu vice cnsul na mama cidade,
M. Theodoro /.avalla; aecusava principalmente -
primeiro de espaldar na Bolivia boatos aterradores
acerca das intensos do governo e de communicar as
Per noticias falsas, quer sobre pretendidos projectos
-le invaso da Bolivia sobre o territorio peruano, quer
sobre a existencia de planos revolucionarios conlra o
governo boliviano. Evidentemente era dillicil ao Pe-
r acceder sem outra prova a semelhanle pretencan.
Apenas, para nao aggravar ata difliculdadp, M. Pa-
redes consenta em dar a sua demissao, e M. Fran-
cisco nzales Prada fora nomeado em seu lugar
com o titulo de minslro plenipotenciario. Nate en-
tretanto, o que acontecera em La Paz t Ou por que
o governo boliviano nao quizase aguardar o resulta-
do das suas reclamacoes, ou por que nao soubesse da
Hornearan do nova minslro, ou ento por que nao
eslivesse dsposlo a receber esle mesmo novo ministra
a 9 da marro slguilicava a M. Paredes que ludas as
relaea di ploma liras esla vam rolas com elle, e nao
s declarava qualquer relaco inlerrompida,masdous
lias depois fazia partir de La Paz o agente peruano
sob a escolla de umofllcial de polica. O exequtur
dovice-consl, M. Zevallos, fora igualmente suspen-
so, coagente consular expulso aslm como o agente
diplomtico. Por via de um dapacho explicativa
dirigido ao governo peraiuo, o ministre tos negocia
estrangeiros da Bolivia aflirmava.fc verdade, que
ate acto nao tinba significaco alguma boslil conlra
o Per, que era inteiramente pessoaj aa agentes ex-
pulsa, a quaa se haviam tornadium oBstacnlo
manulenro das boas relaca enlrto^ dous paizes.
O governo da Bolivia data Vez aecufii formalmen-
te M. Paredes ile se haver consliaHo o fautor de
nrtR insurrclr;ao contra o general Belzu. Sera fun-
dada ala aecusacao'! M. -Paredes protatoii contra
ella, e alm disso, releva confessar, gabinete de La
Paz denuncia va um facto mui grave asua aecusacao.
A nica prova que podra prodozirem apoiodasua
impulacflo, elle tomava-a declararn de um dos
- omplices de um muvimento que cem cfleilu se ipa-
uifalara em 23 de marco, e ala pr, elleconsegui-
ra-a, prometiendo o perdao ao criminoso, de modo
que o governo boliviano commettia inconleslavel-
menle um acto excessivo com a expulsan de M. Pare-
des, e ale acto excessivo se nao achava justificado
com sofiiciente ar.loridade. Se a Bolivia linha jus-
tos aggravos contra M. Parcdes,podia faze-Ios valer,e
ao menos devia aguardar orcsultado doactoque da via
sido pralicado parante o governo de Lima. Actuan-
do de outra, sorte acredava o pensamenlo, que se
espaldn de que ella nao quera agente peruano de
especie alguma, afim de escapar a reclainaroes in-
ccssanla.
nuando estes fados foram sabida em Lima, he f-
cil de presentir a rrilaro que csusaram. O gover-
no se dra prensa em submetler todo ate negocio ao
teniente esle aclo : Esta medida que acaba de re-
alisar-se, dzia o general Ecbenique, nan lem por oh-
jeclu pretcn^oes lerriloriaes sobre a Bolivia, que o
Per nao tem, e as quaes nao enlram nem nos desig-
nios uem as extravagancias da sua polilica. Nao se-
r mesmo urna medida de guerra, mas simplemente
um acto de coerc/io contra nm governo que nem res-
peilou os nossos direitos nem o scu ilever. Um blo-
queo teria occasionado a inUafi^ao do eommercio
para us povos neutros; a occvtp^Bamililar garante
ao eommercio eslrangero e ao .flpprio povo -la Bo-
livia a ron! miar lo das suas operaces, e potipa o uo
de qnalquer violencia que nao 'seja exclusivamente
dirig-la conlra o governo oppressor... Mas alia! de
canias he a guerra. A Bolivia respondeu, prnhibiti-
do completamente pela sua parte o eommercio com
o Peni, e o general Belzu, n'um .recente appelloaa
Bolivianos, dzia. o seguinle : a Os nossa inimiga
de boje san aquella que condecamos desde 1828. Es-
queceram-se, segundo parece, de que lambem somos
os mesma, isto lie, o homens de Vanacocha, Soco-
baya e Ingavi. Loga Iba recordaremos sobre o cam-
po de batallta que provocada em 1836, como boje,
cem contra mil. c 1811, tra mil conlra seis mil, sou-
bemos vence-los c reduzi-los a p 1 o
Tal he o estado da qnatan. Unem lanrar a olhos
sobre as suas diOerenla pitases, ver que a Bolivia
rommptlcra erras graves com a cxpulso grosseira e
irreflpcti-la de um representante peruano. Por ou-
tro lado, o Per, admillndo-se ainda o sen direlo,
conselbo de alado, para obter a sua opiniAo e deci-1 andn talvez muilo depressa- Ser a guerra urna ne-

f
XV ,
Emquanlo o duque deAlhenij rodeado de sua
guarda e de seos validos agaardava a hora da con-
vocarlo, rumora sur-tos circulavam as ras.
Una rquietacao vaga hava-se apoderado dos ci-
dadaa, a qoaw enciintrj,vam-sC, inlerrogavam-se;
mas todos pareciam ignorar o niolivo da" confusao
geral.
O apirila perdiam-sp em can"cluras. Um vira
passar diante de sua porla o coadjutor do bairro di-
-igindo-sp a toda a presa para a prara dp San-Mi-
gu*l. Oulro lora impedido em sua rarreira por um
grupo ,le burguezes ricos que rainiduvatn ranida-
inenlp para o palacio publica. Pelo sen silencio,"c
pela agitacao de sitas phvsionomias pmlia-se u,|e,'j.
tillar tima milicia grave-para a repblica.
fin lerrpro vira urna dora antes ariiada deseo
viziuliu Spuelli, execulor do municipio, muilo a<-
stislada, e reten-lo-o pela pona do capole no momen-
to em que eil ada de casa; oulros fallavam cm
comuracao e livramenlo...
.Mas. para dizer a verdade, ningnem poda expli-
car o motivo da agitacao polilica.
Esse movimento febril ia augmentando, quando
repentinamente pelas dez horas do-lia grila formi-
daveis parlein do lado do Mercado-Vcllm, e oulros
vindo da porta de San-Pedro rapan-lem-lba eslas
palavras : A's armas -s armas! Viva a liberdairt!
Morra (oaltiero!.....E o povo, rumu as lavas in-
tlammadas, que sabem da crtera, espallia-se e inun-
da as ras...
Immedialamenle toda a sinos da ci-lade locam
rebate, a* compandias acodem de todas as parles com
eos gonfaloneros afrente, e pem-sc em marcha
para i praga cenlral de seus respectivos dairros.
Emquanlo ellas adiaulain-se com as banderas sol-
las ao vento, deixando ver suas divisas hrildanles,
in corpo de manceba nobra a cavado, codelos de
armas, cujo alo pilo mislura-se com o murmurio das
vota cimvjs gris, c com os relinchos dos avalla,
percorre a cidade excilando o povo.
Alguns gonfaloneiros retardados passam as pona
pressadamenle no meio do tumulto, e correm para
I porem-se frente da seus, abriiido caminho entre
as compandias, que npressam o pa.sso chamadas pelo
toque de rebate.
{i Vidc Oiarioo. Io.
A' medida que as tropas passavain, o povo dcscal-
cava as ra c ormava trinrlieirs, pondo-se assim
mu ata-lo de defender suas casas.
Os nobra fechada em seus palacios fortificada, e
rodeados de seus prenles, amigos c dienta, espe-
ra vam o mumento do ataque para fazercui urna vi-
gorosa deten.
J a gente do povo, que babitava no bairro alm
do Anu, linha tapado as porta de communiracAo
com o resta da cidade, e reuuindo-se na- praras pu-
blicas e as ras havia jurado em Tare do reo nao lar-
gar as armas scniio depois de livrarem Florcnca do
tyranno.
O duque de Alhenas, meltido cm seu palacio, ig-
nurava ainda o perigo que o amearava. .
Logo pela mandila seisrenla soldados de sua guar-
da tinham sido distribuida pelos diversa bairros da
cidade para manterem a ordem..
Confiando ncssii medida; elle esperava a rhegada
dos conjura-Ios, nao para recebo-Ios, mas para ma-
la-Ios.
Enlrplauln a hora -la coHyocacfio linda pastado, e
iienliiim convidado havia apparecido.
(iuallern irritado nao prerisaja. mais de recalo ;
as tropas de Ta-ldeo do Poposi dWiam chpgar no din
seguinle s porlas doFloreilca, e a vtnganca do ty-
ranno ia rabir sobre a cidade inteira.
Eniqu.iulo nutria assim seu resenlimenlo. elle Oti-
lio um rumor confuso, e no mamo iiislantc Ilip-
potyio de Sancy enlrou na sala.
Que rumor be ase ? pergunlou-lho o tiuque
em un tom que revelava o seu desconlcnlameiilo.
~ He l-iorenra que rcvulta-se.
Por San-Joao, meu padroeiro, clles lio de pa-
gar-mc essa atiVonta! Peguem em armas toda os do
idpu palacio; monte a cavallo a minha guarda, e oc-
cupe a prava.
.Emquanlo a duque dava suas ordens, urna parte
dp seus soldados sorprendidos na diversos bairros da
cidade csforc-iva-se |,r Sl. rer a e||c ,-,., bem
poneos poderam chegar, os oulros marlos"ou perse-
guidos cahiram, dem como suas armas, as mita do
povo.
Enlrclanlo a mor parle das tropas de Gualliero l-
iiha-se reunido na prara dos Priores.
Enlauos Medici, os Cavalcanti, osBuccellai, seus
iuinigos implacaves, (emendo que SUa presenr'a an-
masse seus anligosTiarlidarios |iem-se em forma de
balalhu. e marcllam sobre o palacio para -ilia-lo: o
fiovu segue-os em mttllidao.
Iliialliero ia montar a cavado quando vio-se laca-
do s portas to palacio. Immedialamenle elle d or-
dem sua cavallaria de carragar sbreos revoltosos *
mas j as ruaKjnie Iprminam ya prara dos Priora es-
lo inlriuctioirad>we as casaataue guarnecem a pra-
ca, alierlas a lodos oscilSMos armada em defenso
-lir que resolurao-levia lomar. O conselbo de ala%
do era de opinio que depois das permanentes infrnc-
c-'iescumnieltidas pela Bolivia acerca das alipula-
ca mais essenciaes do tratado de Arequipa e depois
da violceo das inmunidades que protegiam os re-
presentantes peruanos, s ralava pedir salisfar-ics e
reparaces con venir nles pela expulsan -le M. Pare-
des pela fraudeconlnuaqneresutlavadaemissaoobs-
'nadadamoeda fraca. Dadeenlo ahilase lornava
inevitavel. Comerava por urna serie de medidas e de
actos de represallias que cada um da dous paiza
exercia conlra o oulro. A Bolivia, pela sua par-
te, mandara tomar cavallaque o governo perua-
no man-lava vir das provincias argentinas. O
Per embargan depsitos dequina pertencenles
ao governo boliviano e existentes no porto de
Arica. Alm disso, o governo do Per em 23
de abril profprio um decreta que oncra todo o eom-
mercio da Bnliv ia, o qual, como se fazia pelo porto de
Arica, se achava al entao livre de direitos de alfan-
dega, em virlude to tratado de Arequipa. Segun-
do o decreto tle 23 de abril, lodas as mercadorias en-
viadas pela Bolivia allaodega de Arica estao suger-
as aos mama direitos que as mercadorias dirigidas
ao Per. Todos os arligos importada no Per e do
produce lo boliviana alo sujeitos aos mesmos direi-
tos. Todos os artiga exportados para fora pela Bo-
ivia e que passam pela territorio peruano pngaro
10 por 100 mi rnlorem. A moeda miuda da lljliva
nlroduzida no Per, be cunliada com um direlo de
10 por 100. He prohibida a inlroducco desla mesma
moeda por mar.
Em geral, islo n3o passava de represalias destina-
das a opprimir o eommercio. Um systema de co-
ercaomais direcla a ser pato .em pratica. No rome-
ro do mez de maio de 1853, recebia a Bolivia um
verdadeiro ulttmatumo Per. Esieultimalum con-
linlia as condices seguntes, como devendo ser acei-
tas pela lloliviA 1. deslituiraode M.RaphaelBus-
lillo, minslro R negocia eslrangeiros boliviano,
raponsavel ta expnlso do represntame do Per >
2." revucacSo do intendente det^licia de La P?z,e dol
commissaro de polica encarregado data expulsao;
3. ratabelecimento da legaran peruana em Bolivia
com as honras convcnienla, e rccepcjlo de M. Pare-
dese de M. Zevallos em seu anligo titulo; i'" asse-
verarao dada de receber agentes consulares do Per
sobre lodos os pontos da Bolivia onde residem func-
cionaria desle genero pertencenles a oulras narria;
5." comprnmissn para casar immeiliatamentc do ctt-
nhar moeda de baixo quilate, em execHcao do arti-
go 4. do lia lado do Arequipa ; ti." reconhecimento
pela Bolivia da obrigarao de ndemnisar o Per pela
cini-sao anterior da moeda fraca.Traiismillindo es-
las prop'i-iro-s, o ministro do Per acracentava que
ellas nao implicavam o desejo de um rompimenlo
complelo ; indiravam somente a resoluro'tle nao
entrar em especie alguma de ajuste anla quefossem
aceitas, deixando assim a honrarfo Peni salva, a seus
interesses e direitos segura, e .a estrada aberla a
urna parilica-.-a a/nigavel, bascada sobre a confianca
mutua e o interesse reciproco da dous paizes. Era
cerlamcnle didiril que o governo boliviano aceitasse
estascondica; por isso as Tepellio por va de um
despardo de 15 de maio, com singular vivaci-la-lc.
Pela saa parte, o Per, levando ao extremo o seu sys-
tema coercitivo.mandava oceupar por urna forra na-
val, em junho passado, o porto ileC-diija, o nico que
a Bolivia pasue no Ocano Pacifico. Nao fui por
va de hloqueio que o Peni den ale passo, fui por
va de oceuparao do porto e da cidade de Cobija,
afim, dizia elle, do nao inlerrompcr o eommercio.
Eis aqui como o presidente do Per explicava- recen-
-lada, eiuquanto os desleros pata-la as jarfcllas
os opprmem com urna chuva de sellas.
Atacada deludas as parta, a guarda de Gualliero
be ohrignda a abandonar tis cavallos e refugiar-se no
palacio, deixando a prara livre, da qual o povo apo-
dera-se logo gritando:
\ iva a roiinnunidadi Morra Gualliero!
Emquanlo ales facta i lass'vam-se na prara da
Priores, a conjurada, euj a prenla estavam incar-
cerados oorrom s prises de estado, arrombam as
porlas, e poem cm liperda-ie a presa, a mor parle
da quaes perteqciam familias nnbra.
Apettas elles se veent livres, uns cnllocam-se a
frente de seus amiga, e vio reforjar os a-sallantes
do palacio ; oulros cond-itzidns por Amerigo Donal,
um -los rlioles -la re vulto., ilirigcm-se para o palacio
de juslica : arrombam alai as oulras prisdes, queimam
os papis do pdala, datroem os actos de condem-
navOes da cdancellaria, devaslam as casas da reilo-
rps, e toa!un lodos os criados do duqup, que en-
enntram.
S Marco nao fui sollo. Encerrado em urna das
innsmnrras do palacio, liualliero l inda-o dehaixu dp
boa guarda, e sua morle podia ser ordenada de nm
momento para outra.
J mullas vezas a multitln, que sitiava a prara li-
nha pedidu sua liberdade com ameacas e inipre-
cara.
Bisdomiui Irmendn qufeo du-que cedesse neces-
sdade, havia-se apoderado da chave' da masmorra,
bem determinado a nao deir.ar seu inimigo sabir
vivo.
Terminado o saque do palato da juslica, osrevel-
laos dirigiram seu furor para as casas da crealuras
de Gualliero.
(iuglielm devia ser a primei ra victima. Chegando
i sua porla e nao o adiando, o povo salisfez sua rai-
va om ludo o que Ihc perlenci; i.
Rolos Seus papis, quemat la seus livra e seus
movis, o povo etiraminhou-! -k para o palacio tle
Bisdomiui.
A noile havia islendido sua-1 sombras sobre Flo-
reara, o posloque nuguein liv esseruidado em aecn-
der os lampones, a cidade eslava illumnada como
em um da de fala; porquanlt o bandos dos revol-
tosos qae alravessavam-na em I oda os sentida, ca-
minhavam ten-loo punlial em runa mo, e o lacho
un outra.
as ras desraleadas e inlrinc heiradas viam-se de
distancia cm distancia lampees. como era tima illu-
minarao publica.
A cidado linha assim lodo o e*,oletidnr deum re-
gosiji popular no meio ta moran -dade e do sangue.
Fla'via passra o reslo'tla noile sm dormir; toda-
va ella senta um grande allivio, pois julgava ter
iup.olido a p sao de Marco.
Vimo-la depois de raislir val--,- isamenle s an-
casi-lade tao urgente para alados que lem lana ne-
casi-lade 3a paz, porque lem tanta inlerces com-
muns de daenvolvimenlo interior e de civilisaco ?
O que complica esle negocio, he que, em essencia, a
Bolivia be aceitada de ler ido odiante .le tal conlen-
da n'um espirilo de ambieo, afim de aproveilar-sc
della para lenlar pelas armas a cunquisla da provin-
cia peruana de Moquegua, que lhe dara o porln 4t
Arica e stifficicnte situarn sobre o Ocano Pacifico.
Ora, nate caso a Bolivia teria pela frente nao s o
Peni, mas ainda o Chile, que seoppora cerlamenle
a atas prelene,rs lerriloriaes. O mais provavel he
que, se o conllicio se elevar altura em que bo-
je se acba, o Chile inlerp -r a sua medacao par nu
permitlir que elle degeneraste em urna guerra ver-
dadeira e prolongada, que seria funata aos interes-
ses -le lodos, e que, apezar da gravidade de alguns
incidentes, se lulo justifica de maneira alguma no
alado datas repblicas.
Quando a Bolivia conseguisse por qnaaquer eir-
cumslancas eslender-se sobre o Ocano Pacifico, ain-
da nao seria esle o movimento real dos seus interes-
ses tal como a nal ureza parece delermina-lo. As par-
tes da Bolivia que sao vizinhas du Ocano Pacifico,
em geral sao pobres, esteris, de dillicil accesso ; pe-
lo contrario lie no Oriente que alo as regies' mais-
fecundas, as que chamam a industria c o Irabalho ;
l he que cstao as ricas provincias de Mojos e-le Chi-
quitos, e alii a B-divia possue um duplo tecido de
ra cujo curso magcslnso e polcnle parece convida-
la a dirigir os seus esforcos p ira aquello lado. O*
Andes, descerni do norte, tornam a entrar So conti-
nente justamente no ponto em que se acba a Bolivia.
e he islo o que determina o curso das aguas que, ao
-livdir-se, vao formar as duas bacas immensas do
Prata e do Amazonas. Dacendo-se al oAllanliro,
do lado da Prala, a Bolivia possueo Pilcomayo ; na-
he do lado to rio das Amazona principalmente que
a Bolivia he maravilhosamcnle servida pelas aguas.
Tra flluuetites priucipaa, o Bcni, o Mamor, o Ite
nesjodos tres igualmente navegavesal quasi asua
iiascenca, vao formar o Madeira, o qual lambem vai
desembocar no rio Amazonas. O Beni he o allluen-
le mais, occidenlal ; forma-'-e de innumeraveis ros,
a tle Suches, d'Ala, de Mapri, de Sorata, de Ti-
puani, d Solacama, de la Paz, de Suri, ele. O Ma-
mor nao he inferior ao Beni ; parlilba os vasta e
feriis terrena de Moja e tambera recebe mui gran-
de numero de rios secundarios. Os India Mojos na-
vegan! sobre o Mamor cora 'os fruclos e as produc-
eoe- do paiz. durante mais de 11)0 leguas, dade a
Exal lar'.i al os ar redora do Sania Cruz. Entumo
llenes he u ultimo desla allluenles, e lodos tres, re-
unndo-se, formam o Madeira, immensa estrada
aderla navegacao para o Atlanlico, do lal modo
que o eommercio e a industria deslas provincias ceu-
traa da Bolivia, em se desenvolvcinlu, leriain de re-
montar de alguma sorle o curso que Ibes be Iracado
pela nalureza, para ir sabir pp|o Ocano PdCilictt.
Dade cnliio tima guerra para conquistar una pro-
vincia no occidente, ata provincia, ainda quando
locasse uo Pacifico, nao be seguramente a mais ur-
gente neces-idade para a Bolivia. Assim, o gene-
ral Belzii se molrava mais inleiligenle das necessi-
dades de seu paiz n'um decreto de 27 de Janeiro de
1853, que couiprchende ates ros de que fallamos,
e que lem por ohjeclo proclamar a liberdade de na-
vegacao. Na impossibilidade em que nos adiamos,
diz o governo boliviano, de eficcluar ala navegacao
em cunseqoencia tlaausenca de habitantes, de re-
cursos e de capacidade industrial, julgama mais
conveniente entregar esta grande empreza aqp e-for-
ros e emulae-o das nai-oe- commerciantes do mun-
do, do que na apo-lerarmos della por um estril api-
rilo de exrluso. Dala maneira, o espirilo fecundo
la liberdade de navegacao applicado aos nossos ria
ser o meio mais liberal e irais proprio para desen-
volver essa arlivida-le constante e inleiligenle de
que dependem o futuro e a civilisaco desles frtes
c vastos paiza tle Chiquita, Gnarayo?, Muja, Can-
polican. o Com 'efleiln no mamo lempo que procla-
ma a liberdade dos ros que se vao lancar no rio A-
mazonas e no Paraguay, o decreto de 27 de Janeiro
inslilue porlos francos ou fu os ponta que se tor-
naran partes franca aberlos ao eommercio e nave-
grfeao. Sobre o Beni. estao os pontos de Burenava-
que, Murhanis, Magdalena ; sobre o Mamor eslo
os de Trinidad, Exaltacin p Lorelo ; sobre o Pilco-
mayo, ata o porln de Magarinos. Os ria secunda-
rias lambem pnsstiem seus pontos designados. Os
navios de guerra assim como as embarraroes de eom-
mercio das naces amigas podem locar nata porta
Alm disso, o decreto promelte coneessa de terre-
nos desde una legua al iloze leguas qua-lradas aus
individuos ou companhias chegadas ao territorio bo-
liviano pela navegacao doAllanlico. e que viererri
crear eslabelerimenlos agrcolas ou induslriaes. Um
premio de 10.000 piastras ser concedido ao primei-
ro navio a vapor que locar n'um dos ponta desig-
nados, vindo do rio da Prala ou do rio Amazonas.
A exportacu da producios do solo e da industria
nacional he declarada livre. He ala urna medida
que se liga, como se ver, a lodas as que foram reali-
sadas em 1852, qur nos atados do Prata, quer no
Brasil, para o desenvolvimeoto da navegacao inte-
rior do confnenle sul-americano. Apenas se agitou
urna qualo a ale respeilo que, se nao for resolvi-
-I n'um sentida liberal, fora singularmente nociva
Bolivia. *9 Brasil, n'um apirito talvez nm pou-
co acaudado, contatou Bolivia o direlo de dispor
da navegacao da parle inferior dos rios de que ella
nao lem pase. Consiste a queslito em saber-se se o
dono do curso superior de nin rio ou da seus attlu-
enles possue o dircito de navegacao Jilo a embocadu-
ra desle rio. Sem du vi la o governo boliviano pra
via de alguma sorle a difliculdade quando confiava
s grandes nacoes commerciantes o cuidado de fazer
valer o direlo que Ihes outargava.
N'uma palavra, be urna quato de futuro paraos
estados do continente da America do Sul. Presen-
temente, o desenvolrimenlo da interesses da Boli-
via al longe de corraponder a ossas perspectivas
maravilbosas. A situaran material desle paiz se ra
sent das condices difliceis em -pie elle se acba. O
eommercio interior e exterior esl quasi pslagnado.
Como acontecera o contraro' n'um paiz em que o
Irabalho nao tem estimlos, niio possue meios reges
do progresso, porque fallam as via de communca-
eo, e em que estas vias se nao podem abrir, por-
que olrabalho agora he que vai despuntando, por-
que nao ha liraco'.' He um circulo vicioso, e com
ludo se cultiva para alimcnlacao. Entre os elemen-
ta do eommercio exterior da Bolivia, ha dous priu-
cipaa, a cascarrilla ou quua'e o guano, a quaes lem
suil'ri-di vicissiludes,extraordinarias. Como se sabe,
a quesln da quina he quasi tima quesillo polilica,
se acha extremameols confundida com todas as agi-
tacia da Bolivia. Entretanto procura-se conciliar
os inleressa ta extracladores da quina com o in-
teresse du eommercio geral e da venda das madeiras
que produzcm esla materia. An principio se insti-
tuir um banco que linha o privilegio de. fazer o.
eommercio exclusivo da quina ; mas ate orgao ad-
ministrativo desappareceu 'ante um decreto da con-
veneito nacional de 1851.-^ue naoquiz reconhece-
lo. Entao concedeu-se o monopolio a una nova so-
cie-lade, a casa de Blaye, Queve-lo Ov Campan da.
que se obligara a comprar toda a caca da quina
existpnle na depsitos e qualquer quantidade que
se apresenlasse at 31 de dezembro du manto anno,
com a condirao do corte da cascarrilla por cs-
pa-.-o tle dous annos. Esta companba mesma nao
podia existir por muilo lempo, ou porque nao po-
dase salisfazer os seus rompromissa, ou porque o
desronlenlamnto popular se manifestara contra el-
la. Em ultima analyse, o proprio governo se en-
carregu desla empreza com fundos adianlada pela
rosa ingiera tle llegan & C., se obriga a comprar
por anno 1,200 quintaos de casca tle quina razan
de 60 piastras pela cascarrilla chamada de laida, e
35 pas-ras pela chamada charquerillo e canuto. Ao
mamo lempo prohibi o corte da casca durante lies
"iino-, i-lo lie, al 31 de dezembro de 1853, loman-
do medidas ..es eras contra qualquer exportaco por
contrabando.
Talvez seja esla a melhor soluro, seseallender
ao inlerase que lia em nao consentir que se exgole
a produeco da quina em roiKequencta de urna ex-
tracc.o successiva : mas, por oulro lado, os xlrac-
ladora que aclualmenle s pnssuera este meio de
Irabalho e de gando se contenlarao com este algaris-
mn mnimo de 1,200 quintaos a que o governo re-
tluz a compra animal pelo alado senbur do mono-
polio ? Nao he cerlo que a irritarn popularse nao
misture com este negocio anda oulra vez, e qu o
estado nao seja obrgado a fazer novas concases.
Quanlo ao guano o governo boliviano dra ao seu
anligo represntame na Europa, o general Sinra-
Cruz, a misso de fretar qnatro navia em Antuer-
pia e em Liverpool para ir fazer rarregamenta na
cata boliviana ; mas ata operacSo nao parece ler
correspondido ao que se desejava. Parece qae longo
do produzir um beneficio, esla quatru rarregamenta
necasionaram una perda. As minas lambem selor-
nariam fcilmente nm dos maiores elementa de ri-
queza para Bolivia. Com ludo, ellas produzem pou-
co. O que falla, pois, para que datas f-mtes decor-
ra tima praperi-lade nova '.' Como sempre, fallam
a braca, o Irabalho, os meios de industria Na
provincia du Potos, ha 1,893 minas de prala aban-
donadas conlra 2o em exploraco ; na provincia de
Oruro, a proporro he -let.215 conlra II, na pro-
vincia de Chichas de 650 conlra 22, na de Sorata te
500 contra 7, etc.; o Irabalho agrcola ala ainda
mena desenvolvido. Entretanto o governo se oceu-
pa m propagar a edacaco industrial e agrcola.
Verdade he que islo nao he suflicienle. A inslruc-
c'-o Iheorira nao substitue o trabalbo real, pralico,
effecttvo, nem a popularn que este Irabalho exigir
ra para transformar o paiz.
Por mais pruspera que seja na realidade a situaco
material da Bolivia, ha com ludo sob esla relaco
um campo immenso aberto a todas as tendencias do
Irabalho, do eommercio. da industria. As minas as-
sim como o guano, a cascarrilla assim como a agri-
cultura, toda esla elementos pata em actividade
com inlelligencia podem com facji-lade tirar esta re-
pblica da CslagnacH.0 em que (em vivido at boje.
V-se, neslas enndira. de qne pode servir ama
guerra, como a que est presta a arrebenlar entre
ata repblica e o Per. A guerra s poderi para-
lysar por mais lempo a iliterata a que he j lo
dillicil dar a vida, urna vida nova e fecunda.
fJnnunire des deux mondes.)
INTERIOR.
ta liberdade, alo caberlas al os teda pelos assal- | gustias tlessa cruel noile, suecumt iiif dr causada
iinle, s quaa aliram pedras e lethas sobre os sol-1 pelas palavras do amante. Porcm,., {pando penava
no sacrificio que lhe havia frito, ella 8cliava no lesle-
munhn de seu curaco asna consolaco p essa Torra
que experimentan] a almas probas cm fice das in-
jnlicas dos hmeos. Um daperlar lerrivel a es-
perava '
Apenas lrvan(ou-se do leilo, o tumulto e a dusor-
drm, que reinavam as ras annunciaram-lhe qoe
um combate se dava em Flormca...
Qual devia ser o raultado delle? Devia ella temer
ou esperar'!
Seu --orarn vertia sangue de todas as parla.
Nos partidos inimiga, ella via ao mamo Irmpoos
objeclos ne sua mais lerna alleir.lo... udever, os lu-
cos do sangue e n amor dividiam enlre si a alma da
moca : de qualquer lado que fase a victoria, nao llo-
vera para ella senao lagrimas que derramar.
Mas no meio de seus peiisamenlns urna corda vi-
brava mais dclorosamenle que as oulras... sua fron-
te corava... o remorso a fazia vollar para Dos; en-
lato ella procurava suifocar sua falta com una ora-
ran arden! .
A noilp havia cltpgado, p a daordem rontinu.iv.i.
Bsdomini nao tinha ainda vallada, eplava non li-
nha visto o pai desdes vespera. Ambos no palacio
eslavam sitiados rom o duque.
As lloras da noile augmenlavam a borrare) da lu-
la, e o ftfrov dos assallaules pareca rracer em ra-
zan da raislcncia que Ibes oppunbam.
Opprimida por lana agitar, incerteza e dr.
Flavia rahia em urna esperie de lelhargo. quando 3
porla da casa foi abalada por golpes redobrados.
Ponen depois ella foi arrumbada, e a tropa de Do-
nali preriplou-se na pseada.
Quando asa mullido tle furiosa ebegou ao apo-
sento de Flavia, sua calera lransformoii-sc era irona.
A leviaodade malicia do carcter florentino lo-
maram por um momenlti o lugar do arrebalament-),
c foi ao som de gracolas e ultrajes burlescus lanci-
-los conlra a valida descahida, que profanarain o in -
nocente asylo ta pobre moca.
Flavia refugiada em seu oratorio, e separada di i
atenva s por urna porla, ouvia alrcmpcpiido as im- -
precarfies e as gargalbadas, que eslroudaviini perto-
dclla.
As ameacas e os gritos de morle linham-llie causa-
do mena susto... Pouco depois a porla do oratorio
atlrahe a atlenco dos revoltosas...
Elles batem a gnlpes redobrados, e cmprpgara as
trancas para ahri-las ; mas ninguem parece suspeilar
a preseura da filda de Guglielmi. -
Sur*, he arft sem duvida que elle lem guarda-
do o Ihesouro, diz um.
i- O pro-lurln de suas infames usuras!
Ilavema de l-lo! viva Dos !
Depois de ter engordado com o sangue da po-
bres, o traidor deveratituir Indo! Os frutos de siias
rapias nos perlencem I
llovemos de t-la!
Preferirei lanrar fogo casa a dcxar-lhc um
florim.
E anmaiiilo-se gradualmente, lodos mellem mos
obra suslenlailos pelo furor d-> odio e da viiiganca.
Dos -15 misericordia! exoktmou Flavia pros-
trando-se, prntegei-me conlra asa feraos!
Depois ella adiinltiu-sc cor(]osamenlepara abrir...
Tinha j posto a mo na chave -piando ouve um ru-
mor airas de si, c v logo claridad" -la la um bra-
co passar pela janella depois de haver quebrado os
vidros.
Essa janella que nao era elevada 'dava para um
jardira, e era ornada de pinturas preciosas, que re-
presenlavam assumplos sagrados.
Ella nunca se abra-, e servia smente de fazer en-
trar a cliridade liase po lugar.
Nao leuda medo, signara 1 disse urna voz que
l'lavia'julgou reconliernr. Mas pelo amor de Dos '.
nao abra 1 do contrario esta perdida Vou arrancar
o resto da vidros... E se a seuliora liver Torva para
subir, eu a ajudarei a passar... Cnnfie em mim.
Posto que psla voz nao lhe fosse dpsconliprida. o
-om della eslava lo adafado pela dislancia e uiyslp-
ro, que Flavia nao pode recnnliecer <> hnntem qup
lhe lallava.
Ajiidadn pelos raini da lita que penelravain i'ela
janella, a mora procurnii dislinguir-lhe as feires ;
mas como pile applirava o nuvido para ouvir melhor,
Flavia s via seu perfil na sombra... Alm disso no
yerigii itnminculp em qu se achava. ella nao tinha
lempo de ouvir os couselhos da prudencia...
lia na vida momentos supremos, cm qde g inside-
lo prevalece s combinaroes do juizo, e salva-nos.....
Os golpes contiutiavaiu na porla...
Temos lempo para isso 7 perguntou Flavia com
voz tremola e precipitada, approximando-se da ja-
nella.
Nao tenha receio ; mas... apressemo-nos!
Com m3o firme o dpseonhecido arranca os verdu -
gos do camldo, os quaes levam comsigo o ralo dos
vidros, c deixsm /tima abertura suflicienle para o
corpa delgado de Flavia poder passar... Todava el-
la hesita ainda, e nao .pode discernir qual he o mais
ilumnenle dos dous perigos que a ameacam...
Os grita redobram com as imprerar-Oes e macha-
da-las na porla. ii qual be frita em piularos... Ajea-
beca dolobre moca perturhn-se, ella lauca um ulti-
mo olliar sobre o crucifijo, faz o signal da cruz, c
subindo janella he logo segurada c posla no jardim
fra do alcance tle seus perseguidora.
XVI
O'combale durava ha dous dias, e o lerceiro co-
mecava j; a allumiar militas scenas deploraveis,
quando calliram as barreiras das puntes, que separa-
vam-o bairro de alm do Amo do rato da cidade.
Mais de dez mil homens armados e seguida pela
populara correm gritando: Viva acummunidade!
> Viva a liberdade 1 Morra Gualliero! e drigem-se pa-
ra o palacio onde se reuniram logo com os assal-
Unta.
Todava o duque defendia-sr c. ni bravura ; mas
seus recursos agolavam-se, e vendo sua guarda re-
duzida a quatrucentus bonieus procurou acalmar o
povo com algumas concasa.
Desde que amanheceu. a bandeira da communi-
dade flticluava no lugar da sua no Campaucllo : po-
rm j era larde, lia rirriimslancias em que o suc-
cpsso be od" -lo lempo e nao do momento ; be o pas-
sado que pruduz o presertle.
Nao leudo conseguido applacar os espirilos, o du-
que domando scu odio decido-se a.soltar Marc
Frescubaldi; mas Bisdomiui adevinhandii os pon-a-
mentos apoderou-seda chave pora nao deixar esca-
par seu inimigo.
Marco prao em urna masmorra eslava asspntado
na rama. Nonhum rumor linda chegadoal adi. Em
face da morle as paixpsluuiulluaas, que lutavara
era seu coracao tinliam adormecido", e ao aspecto da
lorlqra, que o esperava, sua alma forle elevava-itV
ao co para buscar ah a rnragem tic mnrrer com
bro romo linha vivido.
Os interases dale inundo -lcsvaneriam-s" a seus
olhos como a fumara no aparo, A glora, o odio e a
vinganca nano moviam mais, e a vida curia- o bri-
Ihaute, que elle acabava de perrorrer, nao parecia-
Ihe mais do que um sondo, um rellexo confuso de
sombras sem consslenca nem -luaeo.
Nesse marajento supremo s urna idea, s um sen-
limeiilo fazia vibrar dulorosamentc o coraco de
Marco... era a lembranca de Fbivia.
Elle via ainda essa tmida mora, e suas ultimas
palavra's abrazavam-lhe a consciencia como um pun-
gente remorso: Marco nao me repiti* '.
Em torna desse pensamenlo vinbam grapar-sc as
gravas, a belleza, a detlicacao sublime, as lagrimas e
a lernura da moca... e as lagrimas corriam pelas pal-
udas feica de Marco...
Nao, dizia elle comsigo. essa raulher nao Ira-
hio-me... um dnrrivel aVystero ha nasa uniao de-
lalavel... Nao, Flavia nao enganou-me. Ah! se eu
pnilessp loma-la a ver um sti inslante antes de
morrer!
A ala ida urna tlr profunda ahalou sua cora-
sen).....
Lembranca deliciosa!... conlinuou elle, rele-
lo cruel de urna feiicdade impossivel, dissipai-vo!
Os supplicios que vo preceder n.inha morle achar-
me-hao inabalavel... Mas, Flavia, Flavia perdida!...
perdida eternamente para mim !...
E aperlando forlemenle a frdnto enlre as rqm,
salacot acaparam-lhe do peilo. Bepenlinamenle el-
le ouve passos approximarem-se da porta da mas-
morra... Cm instante depois a chave entra na lecha-
dura, e urna surda maldico mislura-se com o ran-
ger dos gonzos.
Ao som dasa voz. Marco levanta a cabera, e orna
altivez sombra e selvagem pinla-se cm suas leiees
alteradas pelo sollrimentn.
Por nm inslinclo seraelhanle a essa anlipalhia bu-

REFORMA DAS ALFANDEGAS.
XXX.
Dos direito* de erportaro.
Na poca actual, em que se -leliic a incoeveni-'
enca da abocAo dos direila de exportarlo, e urna
grande auloridade sella a opiniao de sua conserva-
cao, pareceu-na necessario reservar para um arti-
go especial ata malcra.
A coinmissao refere anle linio que pm geral na
.sabida para fora do imperio lodos os nossos gene-
ra eslavam sujeila aa direitos tlr 12 e para,
drnlro do imperio ao de 5 f alem do de ,'' 5 a li-
lulo dr expetlienle na entrada de cada porto, e em
seguida Iraz. urna tabella explicativa de laa apa-
los em rolacao|a cada provincia, donde se colhe que
cm aletiivsr parios as direila tle exporfcirao vao
mais alm dessa base ou quola. Assim que no mu-
nicipio da corle a saluda le genera para porta do
imperio eslava sujeila a quola geral dp 10 por rpn-
lo rom oxcepcS-i do caf, que paoava 9 por reato.
Na Baha a exporlaco para |Mirta tl'Africa eslava
sujeila a direitos de 15 per ecuto.
Em S. Pedro tlu sul a expnrlavo do zad esl
sujeila aos .le 18 \. as Alagos ha de lodos os g-
neros, exceprSo to assurar, algodn de roura, es-
t obligada ao imposln de 17 %. Na provincia de
Sersipc diflerentes gneros, como arroz, ararula,
caf, feijao, niilhti. mol, madeiras, podras de amol-
lar e de fogo, sal e unto dt> porco, pagara direitos
de pxportar,ao na razan de 17 J,-c a farinhade man-
dioca-na do 27 \ quando para o exterior, e 20 ,'
quando para porta -lo imperio.
JDcpois da commissao assim e com mimleza refe-
rir qual a importancia e peso do imposto de expor-
taco que'soflrcm nossa productos agrcolas, faz al-
gumas observacoes que julgama dever transcrever,
rosen ando aiuda para oulro artigo algumas' obser-
varoa sobre ala materia.
O impato laucado na saluda tos produca de
um lugar para outro to mesmo eslado c na sna en-
trada, alm tle recahir exclusivamente sobre o eom-
mercio e a industria nacional, que ciimprc vivificar
c alargar, ohjeclo tle siimma importancia, tle que.
depende em grande parle a praperidade de um
paiz, laura peas ao progresso da sua marinha mer-
caulc, diminuc as relaca enlre as diflerentes par-
les to territorio que ronvm cultivar, c como que
enlloca na siluai.ao tle atraubas as parta de um lo-
do poltico c social. Toda a governa esclarecido,
se esmerara em derribar as barreiras. que se oppOeni
a um tal din. c dale passo tirara granda vanla-
gens, romo mais particularmente.em outro logar a
commissao o demouslrou ; enlre nos, porm. o con-
traro se observa, e nao.sti a trbulos opprmem a
productos da lavoura, como a da industria fabrils
c lem rhegado ao pxcaso ale Irisic e ruinoso sys -
tema tle urnas provincias (Pernaubuco, por ejem-
plo, a rapeilo da importarlo dosabao nacional vin-
illo tic oulras provincias', laucaron! laxa prohibili- '
vas sobre a mportacao 0 consumo da produca da-
industria das oulras em. proveilo de urna ou outra
fabrica, e nao obstante ser recouhecida a inconsti-
tucionalidade tlessas laxas, no parlamento geral
anda nao passou urna medida abrogaliva. p houvp
mana que na advprtp da Dresenra de um animal
morlifero. elle sent a necesAla-lu de nr-se em'de-
feza.... porm nao lera mais armas, ala carregado
de ferra, e a merre de seus mmicos... Cumludo sua
alma est abi e Marco senle que n3o est desar-
mado....
A porla be abalada al a gonzos, um hornera en-
tra a passos precipitada, repelle-a c approxima-se do
prisioneiro....
Marco reconhece o semblante alionado de Cerre-
leri Bsdomini.
Com a bracos cruzados as costas Cerrelier tica
om instante contemplando Marco, como para fartar-
se com o aspecto de sua mizeria.
Lm sorrso assoma-lhe- na labios, e elle diz com
voz concentrada c irnica:
Em (im ests em meu poder!
E alendendn o braco aproxima um punhal do
peilo de Marro... mas Frscobaldi ha de vendpr-lbp
raro a victoria. Apartando com mo vigorosa a
lerrivel arma, .'lie agarra rom a oulra o inimigo pr-.
la garganta.
Este movimento foi exeniladorom lana prompli-
do e violencia que o assassino perdn a faculdade
de mover-so... A dor paralisa-o, a arma cabe-Ilu-
da mo. Enl!io unta lula lerrivel se Irava entr el-
les : o odio, o furor, dubram as forcas de Marco. '
Mkeravel, he assim que le enrarregas de as-
sassinar um dagracado. A missao he digna de ti,
mas, nao rnorrerei s, grlava Marco com furor.
Entretanto Bsdomini com a voz sulTocAda pela
press.lo, repeta com um accento quasi rauco e inar-
ticulado:
Vil seductor!... vil... se... duc... tor!... eu...
te... mato!
Pronunciando eslas palavras, Cerrelier procurava
apandar a arma; mas Marco nao o larga; entrelaoto
que sua inflo qual um arpio de ferro, retem o adver-
sario, pela garganta, elle empurra com o p a arma
alo ao fundo da masmorra. Bsdomini, nao poden-
do conseguir apanha-Ia, envolve com os braca o cor-
po de seu adversario e esforca- Marro raisle, mas em liara cado pela corrate, he
obrigado a dobrar um joelho..^depois o outro... suas
nudas eulerradas'no pesco-so do adversario, fazem
sallar delle sangue... todava seus esforca enmecam
a tornar-se iiftnflicienla... Elle senle-se j prata .
a siircumliir... Nao podentlo servir-se de suas duas
maa, por isso que urna dellas esl sempre agarrada
ao pescosso de Bsdomini, elle ser brevemente ven-
cido... Entao com a que lhe rata livre, apodera-se
da corrente que lhe pende do braco, passa-a em tor-
no do pescoco do assassino e aperta-o com todo o vi-
gor e a raiva do daapero.
Bsdomini cahe... Marco retira-se delle sustentan-
do sempre a corrate.
lima apeciedepsterlor sahe do peil do usurario,
a morle nao est longe,..
* Continuar-st-ha,) '


-
ente esclarecida que a defendesse. Tal he a pre-
ponderancia dos mesquirdtos inleresses individuaos
< locaesno nosso paiz!
< Os impostos sobre a exportara de producios,
que nos mercados citeriores cncontrain iguaes ou
melhores concurrentes (eumpre repetir), pdem so-
nienle produzir males industria, c se esta indus-
tria ja se aelia combatida, como no rclatoriodc 1815
so aftirmoii a respeilo da nossa lavoura de un mo-
do lao positivo, trajando-sc a sen respeito o qu-
dro o mais escuro o lastimoso, taes .imposto Irar-
llii'-hno por cerlo sua queda c ruina.
Se todos os nossos proiluctos tivcssem a prolec-
oao de um niono|iolio natural, e a sua procura
oreseesse cada dia, o imposto sobre sua exporlacao
ncidium mal produziria; porque clcvanito-lhe o
praeo, a carao do ronsunimidor estrauceiro ficaria
o seu ouus. Os nossos productos em geral nao sao
desla ordem, e o mal do imposto pesa qnasi exrlu-
sivamenle sobre a nossa industria e commerrio.
A iloulrua contraria sempre vogou em todos
os paizes em que o syslema prohibitivo dominava.
A facilidade da exportado era um dogma, e al
fol excitada por meio de premios, e ainda hoje se
conhecem esles premios ( drabarks) em alguus
paizes.
Os movrnosos mais esclarecidostomam a peilo
fomentar a exportado dos produelos do estado, re-
nioveiulo-llic- obstculos que porvenlnra Ihe pdem
embargar o passo, e livrando-a de laxas. Esla he
a marcha geralraonle seguida. A Prussia na 'sua
famosa lei de 1818 eslabeleceu o seguale:Todo*
os productos da arle e da uatureza, viudos do <
Irangeiro, pdem ser ulrodtizidos em toda a ex-
lenca do reino, ronsumniidos ou transitar. He li-
vre a exportaran de todos os pro nidade ueslc ullinio ponto foi a regra seguida pelo
Zollwerein, e iiilimanienle pela Blgica, c por qua-
si Indas as nacoes cun me reanles. (1)
Esla era a mxima de Colberle de seus disc-
pulo*, a qual pela sua origem nao pode receber o
baplismo de auli-proteclora e perigosa. Na mc-
irioria (2), que sobre a reforma do rgimen rain-
merrial da Vranea e da sua tarifa dirigi a l.ni/
XIV esse grande ministro, adoplon, como i,dis-
pensa v el, e de grande prove!, a seguiule mxi-
ma : Reduvca, ou uiodicidade dos direilos de
exportar.} c sabida dos productos e manufac(uras
de Franca.
A inOuehcia los mposlos sobre o bem-eslar
das industrias enfra^ueridas e ainda sobre as mais
robustas he inconlesUivel. Portugal e Hespanha lie
urna prova desla verdade, e a Hollanda vio por seu
effeito sua industria florescenlc, e seu commercio
declinar a olhos v islos.
Sobre os mposlos de imporlacao c exportara,,,
a lavoura est sujeita ao da siza obre a venda dos
bous de raiz, que por sem duvida alTecta e destroc
seus capilaes. Este imposto, reduzido de 10 a 6
por cen i vista, he sobremodo pesado. A minies
oolros, romo o de meia siza da compra dos esrra-
vos, sello de herancas c legados, etc., est igual-
menle sojeita o lavrador.
o O grande Sully dizia que antes da crcacao de
um imposta era mister examinar al que poni po-
derla ella recabir sobre a lavoura e commercio sem
os arruinar ou demorar, .e empecer seu prospero
andamento e progresso.
a L'ma laxado nao deve jamis locar no capital,
c nem absorver toda sua renda. Se o confrrio se
da, o governo no primeiro caso extorque da socie-
dade urna parte do capital para a devorar ; porque
he certo que o Ihesour consom Indo quanlo
enlra em sens cofres c quasi sempre em despeza*
improductivas, c na. segunda hypnlhesc retarda e
empece o progresso c acrtimulaCao dos capilaes,
lio aecessarios para a prosperidade de um paiz. es-
pecialmente daquelle que sent crande penuria
desse alimentoe verdadeiro alirerec de toda a in-
dustria.
O imposto da siza da venda de bons de raiz
entre nos absorve toda a renda rommum dos capi-
laes, se nao entra por esles. SSo laxas dcslc see-
ro, que como diz o Sr. M. Chevaer (3). roiidom-
nam a lavoura a grande penuria de meios, e a um
estado de proslraoao e dcsfallecimcnlo, oa ao maior
atraso.
k O mesmo se pode applicar ao imposto da meia
siza da venda dos escravos. a dcima de herancas e
legaitos. ao sello das quilacfies de herancas, legili-
mas, etc., que, nao obstante as falsas razos rom
que costumam ser ,1,'Hendidos, peccam pelos mes-
mps vicios. Esles imposlos, convin repelir, dcs-
Iroem os capilaes. Encobre o seu carador destrui-
ilor a i"da de que he satisfalorio, e pouro pesado
ao herdeiro c ao legatario o seu pagamento, pelo,
beneficio ou felicidade que eolherao de oblcr ca-
pilaes, e s vezes grandes riquezas sem risco e Ira-
balho. Esta razao porm he mesquinha por ser in-
dividual. A sociedade e a sua prosperidade, eis-
aqui o fim do todas as leis e medidas governativas.
Com estes impostos o paiz perde, porque em vez de
augmentar-so a massa de seus capilaes, ao contra-
rio estes diminuem ou s deslroem.
< Todos esles males afflgem a nossa lavonra/e
nem nm s allivo ha lido na grande carea e peso
que Ihe vergam as cosas, quer nos lempos felizes,
(I) Argel. A exportara para porlos cslrangei-
ros he livre a rospeilo dos segrales artigos: peixes
seceos, frescos e salgados, gritos e farinceos. Os
domis rticos na prohibidos pela tarifa da melro-
pole pagam de 85 a 350 rs. por 218 arralis, c al-
guns % % ad ralorem, e os prohibidos 15 % ad ra-
lorem. Gozam da isonrao de direilos todas as mer-
cadorias exportadas para Franca, debaixo, das for-
malidades proscriptas para o commercio de rabo-
tagem.
Auslria.S3o isentos de direilos do exportado
h seguales artigos: frutas, tabaco, verduras,, co-
reaos,' leaurnes, plaas, peixes, aves, gado, llocos e
conl'eilos, sal, algodao em lio. e seus artefactos, ca-
iliamo o linho; os domis artigos |iagani dol a
750 rs. por 112 arralis. .
Blgica.Pe decreto de 28 do setembro de
1819 san livres de direilos de exporlacao a maior
parlo dos artigo, e poneos sao os que pagam do 5
a 350 rs. por 218 arralis, conforme a tarifa de
1848.
Chile.Toilas as inicias nacionaes ou nalurali-
ailas. ns productos em hrulo ou manufacturados,
no paiz, quacsqiicr producios da pesca que so faca*
MU navio nacional, sao isentos de direilos de cx-
portacao.
Cuta.Todas. prodaccOesda illia sao lixies do
direilos de exporlacao, exeerieao de 2* arligos
que paeam de 2 a 7 'i % ad talorem.
Estados Pontificio*.Em geral os direilos do
exporlacao regula m de 18 a 120 rs. por 74 arralis,
segando a tarifa de 1830. Sao livres de direilos os
eereaes, massas, IismMo* e oulros seeros alimen-
ticios cuja qiiaulidadc nao exceda o valor de 18 a
208, conforme os gneros e segundo o peso que ser-
ve de bate para a perrcprAo de direilos.
Eslados-Cnidoi do norte da AmeAc.A exoor-
taftlo he livro. i
Franca.Conforme a tarifa de 1844, pagam qua-
si todos os artigos direilos de exportado de' 85 rs.
por 118 arralis, c outros ;( % ad talorem. excepto
os que gozam de premios.
Ilamburgn.Sao livres na exporlacao todos os
objeelos das fabricas locaes, sobrecalientes para na-
vios, mercadorias cujo peso nao exceda de 100 li-
bras, oto valor de 65S500, e em geral as produroes
do paiz.
Hespanha.Pagam direitos de exporlacao de 360
a 756 rs. os segundes artigos: alcool, cobre. Iilar
airto e champo de municao : a seda em casulos pa-
ga porqiiinial I1J625, e as madeiras de couslruci;ao
naval 5 ad talorem em navio hespanbol, e 8
tm navio eslraneeiro.
Inglaterra.Em oral as mercadorias, ou sahem
francas do laxas ou gozam de premios 'draubacl;*',
estes premios so coneedem alo na exporlacao de
'dgiins artigas da Ipgialerra para a Escocia o Ir-
landa, e vice-versa.
Portugal.Sao iscnlas de exporlacao as obras do
segeiro ile manufactura nacional, as aves o animaos
vivos, sal ciiiiiiniiin o relinad, e farelo para forrar
caivas de uvas; os domis artigos do iniporlac
pagam na sabida os direilos de 50 a 1(10 rs. sobre
as unidades que uervem de base a larifa.
Ruma.Os eereaes, ovas de peixe, oleo do ililo,
olmas, ele, sao livres na exporlacao; apenas os
seguinles artigos pagam de 40 a 350 rs. : sement
de hubo. Indio, cera, pclles, polassa. sebo, cobre,
colla de peixe, rouros e outros, ao lodo 19.
Sardenlia.Sao hyres da direilos de exporlacao
' doces, manteiga, asnear pre-
quer no de suas crizes o calamidades, e no entre-
tanto ;frca he igualmente repetir! gane e niio se
queixa, t s pede paz e Iranquillidade. e estradas
para o *eu progresso. Proseguiremos.
XXXI.
Dos imposto de exporlacao.
Em relaca aos producios de nossa industria fa-
bril c aos ile ccrlos ramos do nossa lavoura, a com-
missao par iriilamiente disrursoo sobre a conveni-
encia dos direilos de exporlacAn. Cabe-nos para
aqu trasladar suas rcflexes aillos de arriscarmos
a publicaran de algunas ol>scrvaf;0essobre esla ma-
teria, como promel lomos.
Sobre os direitos de exporlacao dos productos da
industria fabril, eis-aqui o que diz a rommissao:
n J em nutro lugar observo a commissan o
que Ihe parecen de mister sobre o que loca i la-
voura : ora o far sobre o pie he especial i indus-
tria fabril, e a nossa navegacao.
' A couservacao dos direilos de sabida sobre os
producios de nossas fabricas importa um grande
desfaxor, seuao um mal enorme aos ntoresses'o
progresso da indiislria fabril, c por este motivo o
cilado alvar de 28 de abril de 1809, 2", disso os
eximio.
" No rclalorio de 1815 repelio-se innmeras ve-
zes, a respeito da nossa lavoura,. que os seus pro-
ducios achavam-se amcacados de perder os morca-
dos exteriores, pola concurrencia do Irabalhadorcs,
cujo salario nao passava de 60 rcis diarios, e a ros-
peilo da fabril, que era de mister a eroacao de altos
drcijos nos producios similares viudos doestrangei-
ro, que ronlrabalancassem as vaulasens que sobro
os nossos livessein, em consecuencia da liarale/.a
dos capilaes e salarios, donde dimaiiaxam.
Nao obslanle o exposto, coiisorxaram-se os di-
reilos de exporlacao sobre os producios da nossa in-
dustria fabril, que desi'arle nAn pdem concorrer
com os de outra origem nos mercados citeriores,, e
nao. se locaram nos direilos de saluda que pesam so-
bre esses producios quando transportados de uns
liara oulros porlos do imperio; qs quaes resiilam na
razan de 5.! do seu valor.
o Assim que diflicilmente, acrescido o alio cusi
do sen transporto, pdem nos nossos morcados inte-
riores concorror com os similares de oriecm eslran-
geira, o mulo monos no exterior rom'o |k-so de 12
% de direilos de exporlacao.
1'nrliigal. nao obslanle seu syslema iniquo, iscn-
lousempre de direilos de sabida os producios de
suas fabricas, o das industrias que ainda pennane-
ciam na infancia, n
Sobre os drieilos de exporlacao do assucar e de
oulros productos de certos ramos de nossa lavoura
que sofTrem ou cslflo em m posicao, ponderou a
commissa o seguinle i
n Ginxni repetir que apezar da h'gislaco pro-
hibitiva do assucar do muilos paizes da Europa, nao
pequen progresso da nossa lavoura dotranna doce
se eflecluou, o mister he que* de passagem ainda se
uole que esle fado se realisou nao s nAo obslanle
taes obstculos, mas ainda apezar dos allos direilos
de iniporlacao laucados sobre as suas machinas,
utensilios e oulros instrumenlos de arar pelas nos-
sas tarifas, c dos de exporlacao que vao al 12 %\V.
o Sobre este ultimo pon calic i commissao de
passagem fazer.aqui urna lircve reflexao. Em Cuba
a exporlacao do assucar foi apenas sujeita desde
1809 laxa de 180 por 100 arralis quando se CUec-
luava eiu navios estrangeiros,c de 427 rs. por
igual i|iiiintiilado quaodo u Iran-porto era feilo em
pavios hespanhoes (4). Pela larifa de 1817 a laxa
foi laucada na razan de 37 c meio cem avos de peso
por ra i xa (10 rs. por arroba) (5) em navios cslran-
geiros, e 25 com avos >or raixa (27 rs. i>or arroba)
em navios nacionaes.
O assucar do Porlo-Rico na exporlacao be su-
jeilo a laxa de 5 por ccnlo ai talorem quando es-
la se eflectua em navios estrangeiros, c de 3 por
ccnlo em navios narfonacs (6)
a Em quasi lodos os paizes os direilos de expor
lacio silo moderados, c grande parle dos gneros
gozam de franqua de direilos na sua saluda. Nos
lempos modernos para esie syslema tcndcni lodos
os aovemos. Assim procede a urja- reanha as
sua uUimas reformas, a Blgica em 1849, os Esta-
dos-Unidos da America do norte, a Sardenha, c a
propria Franca sobro os producios do Scneaal, etc.
Talvcz nicamente em um paiz,que produz gneros
slmiliares aos nossos o conlrario alvilre se Icnlia
presentemente tomado. A commissao referc-se ao
Hay ti, sol a administraran ruinosa do seu impera-
dor Faustino. Os direilos que se cobravam na ra-
zan de 2 fbrain elevados a 10.?;! Os que no Bra-
sil se cobram rhegam al 12%! 1!
Tem algumas pessoas em pouro a dimnuicao
dos direilos de cx|>orlacao; a mais simples refle-
xao poroni demonslra o ncnlium fiindaiiieiil desle
raciocinio. Os geiiorns que nos merca, Igs exlerinres
acliain forle conCnrreiicia requeren), para que pos-
sam ler biwi sabida, reduccao no cusi de fu pro-
dcelo. Os im|H>slos sobre a sua exporlacao dan,
alca a laes despezas ou ouslo, o porlaulo nao.piHleni
deixar de prejudjear, senao empciorar a sorle de
I acs gneros nos mercados exleriores. Nesla hypo-
Ihese se acham collocados os productos da lavoura
do assucar.
Em regra, como diz o Sr. Banlield na sua obra
OrganisarTio da industria (7), o imposto de im-
pirrlacao nos mercados consumidores lie preferivcl
ao de exporlajao, e este laxa lerrilorial; mas he
preciso nolar que quando os de. iniporlacao em
ciando parle dos mercados consumidores sao allos,
qnasi prohibitivos, ou mesmo prohibitivos, e quan-
do a mesmo passo jconio entro nos succede) os di-
reilos de importadlo sobre os inslriimcnlos c mate-
rial da agricultura nos paizes productores sao enor-
mes, poreerlo os direilos de exporlacao exarrerbam
os males da lavoura. e collocam-i em urna posicao
misera e mesqniuba.'
. XXXH.
Direitos de exportfo
Na iilitinia sesso do nosso parlamenlu opiuioes so
manifeslaram sobre iconxeniencia da conserxacao.
diiniiuicao, ou exliucoao em parle, ou no loilo dos
imposlos de exporlacao o nos parecom de tal nalu-
reza c de lauto peso, que julgamos acertado sua dis-
cussan ueste passo em que publicamos as opiuioes
da commissao encarrecada da revisa da tarifa sobre
a mesma materia.
Estas opiuioes, ou versaram sobro a conserxacao
desle imposto, ou sob-v sua progressiva diminuirn
ou sobre a diininuca com preferencia dos que reca-
em sobre producios de certas ramos da nossa indus-
tria. Examinemos as razes produzidas em favor
da primeira opiniao.
OHRIO DE PERNAMBCO, QUARTA FEIRAJ5 DE JANEIRO DE 185-4.
Um Sr. depulado pela provincia do Ceani opkiava
os animaos, frutas,
parado, c em geral os producios e' arlefaclos' do
paiz. Os domis arligos, coja exporlacao he oer-
mi((ida.pagam de 10 a 700 de diren.?,C
Zolltcerem. Os coreaos, horlaiiras, lesmnes.
drogas, niailoiras, instrumenlos astronmicos ele
carnes, fruas, queijtlf, pelles, airimaos vivos' oIf-
jeclos de agricultura, despojos de animaos, peixes
lousa, algodao em obra, a^o e ferro, em geral os
producios e arlefaclos do paiz sao iscnlos de diroi-
lo de exporlacao. Pouco sao os arligosque pagam
de .185 a 750 rs. por quintal.
A exporlacao dos producios lo Seoegal ficaram
sujeilos por lei novissima ii mdica laxa de 2 *,.
Em iliOcreules colonias a exporlacao be livre.
(2) Esla memoria foi publicada por Farbouais
Uella fizeran oxtraclos BailxHisl. Un da Franca.
BlanquiHjsl. de Ere. Pul.I.e BasliorDofp'fe
do trabalbo nacional, ele.
(3) Garlas sobre a* orgaoisaeso do (rahjUio,
abjUio
por sua conservo, Tin pelo racto de rccamrtm os im-
poslos de expoulaeflo sobre o consumo eslraugciro.
A reger-se nossa adjninislracao por esle princi-
pio, dada a sua infallbilidadc e verdade, por cerlo
que a fonle de toda a renda do oslado deveria ser a
nossa exporlacao. O mal do imposto em (al Irypo-
Ihese recahiriatodo sobre o consumo cslrangeiro.
A inexacliilan o fallcncia ilestc principio heporem
geralmenle ronliarida. e admira que, aliento o pro-
fres da ciencia, lenha sido entre nos invocado.
PresuppOc, elle eni lodos os ramos de industria o
monopolio, a falla de concurrencia de pro,ludo- si-
milares de oulros paizes nos mercados consumidores,
noeossidade corla e indeclinavel do consumo de lo-
dos os productos: ou sua constante procura alm
i dos limites da producn.
I'alvez nao timbamos nnisartigo sobre que pos-
si recibir o monopolio nacional, porqnV- na colbeila
da propria gomma olaslica. de que pareca eramos
os iinions productores, andan de parearla eomnosco
Java, o Per, \'eiio/uela. Nova Granada, Bolivia, e
a ('ayenna Frasela. Nos oulros artigos temos
competidores mais axantajados em quasi ludo, esnp-
poslo que de aluniis o consumo v sempre em pro-
gresso, certo be lamber que a producto ligo dimi-
nue, e ao onnlrario augmonU; e o alrazo de nossa
industria, uo-que loca aoseonhecmenlos professio-
naes, capilaes, iiislrmnenlos e machinas o seu pro-
cesso, na he seguramente doscouhecido.
Sondo corlo que os imposlos do exporlaeao aug-
mculam o costo de proporcao, se esle ntrenos, por
militas razoes, e especialmente polo defeilo dos pro-
cessos da industria, pela subida ronslanle dos sala-
rios e falta de bracos, e pela falla de cslradas c
meios de Irnsporles, be alio, c mais alto do que o
que se oblem em onlros paizes produrlorcs de gene-
ros similares, ninguem contestar sua influencia pa-
(4; Mac-llregor, obra rilada.
(') C-'da caixa regula 17 arrobas.
'.2' *?ar-t'reKor, obra eilada.
~^ 11raducci da segunda edicao inslo/a. iiimota-
da por Emilio Tbomaz.
ra empciorar a rondicao dos producios sobre que re-
rabo nos mercados consumidores, o daqui procede
que alsnns delles j nao oblem m cerlas pracas a
mesma sahida que oulr"ora oblinham, e a oulros j
nao concorrem, u o fazem em parca quanlidado.
A aborliiB de uoxos mercados para os producios
da industria do sen paiz, sua livre sabida, a dimi-
nuirn ilo cusi da sua prodiicoao, a cxlincrao de
ludo quanlo pollo oslorxar sua livre oirrulacao, a
concurrencia, prompln e cerlo consumo, eis-aqu o
enq.enbn de lodos os govornos. a aspiracaode lodas
as industrias o seu ponto de vida e marte. Para es-
to (m ledas as medidas devem convergir, e (eni-se
cun de grande offeilo aquellas que Iciidcm, por'
meio de mdicos direilos de ini|Hirlacno, a all aliir
o augmentar a iiupr(aca de niorcadorias csran-
goiras, porque apz o augmento desla, e quasi na
mesma proporcao como para saldar-so una ex-
pensas da outra, a cxporlarau crescc. c dobra.
Se islo se observa em geral, se a exliic'Ao ou di-
miuuicAo dos direilos de exporlacao he reclamada a
respeito dos productos das,industrias que llorcscem.
como nao se dar a rospeilo das que v3o ilerahindo.
das que esiao ameacadas desse mal ou se vio finan-
do? E como principalmente nao dar-sc a rospeilo
las queeslao na infancia ou que se querem aclima-
tar?
Por oulro llieor proccdcni lodos os (WVOS, e o nos-
so governo dos lempos colouiaes o fara ; mais en-
tre nos nem os ministros o lom proposlo, nem tem
aceitado lenibrancas e proposlas que lendam a ali-
viar do preferencia do imposlo rio imporlacao: "1,
os producios da nossa industria fabril, que, na iu-
fancia, mal seguros passos vai dando; 2", os pro-
ductos de cerlos ramos de nossa lavoura que se
acham em afra/o, Otjiue lutam no estrangeiro rom
una cuiicuiroiicia que s acabriinbain. E (>or-
Dizia n"io ha nimio um dos nossos liomens de os-
ad : Por cerlo a lax oura da raima, do arroz, e
principalmente a ilo que unirs, o, algumas ha que litro nos prospe-
ran!, mas be mister a igualdado para lalas.
0 caf deve pasar o mesmo que n assucar, o al-
gada e o arroz na sua esportaca,, nao obslanle ,
desigiialilade do sua condicao! Esle homem de
oslado, que he fazendeiro de caf, nao se lembrava
rio que aquellos que soffrem ileveni ser soccorridos,
que.o soccorro maspromplo nesle caso he o allivo
do peso do imposlo de exporlacao, e que o rico c o
pobre nao devem concorrer do mesmo modo para
as despezas publicas.
XXXH1.
Dos direilos de exporlacilo etia.s de communicacSo.
Ilavemos demonstrado a necessidade do alivio de
direilos de exporlacao que sonlem os producios da
nossa industria.
O exemplo dos oulros paizes, que vAo acabando,
ou acabarAo com laes imposlos, nos Iraca a rola que
(levemos seguir.
Toilos seulcni osla necessidade, e aquellos que
opinaiu em conlrario domons(ram-o sem o querer-
Dos seus discursos e dos seus escriplos colhe-se
por cerlo esla prova. Deseiiham o prsenle de nossa
industria agrcola com Irisles cores, lela falla de
vas de cominimicacao. pelo grande ruslo do trans-
porte, jiela penuria de bracos livres, pola alia enor-
me do.prern dos bracos escravos, finalmente pelo
defeilo dos procesaos de que usamos, eareslia dos
inslrumeiilosproprios, o ausencia de machinas o do
instrumentos aperfeicoados. IVaqui neoessariamen-
Ic resollar-a alio cnslo de produccao que se ana-
nienla com a dospeza inherente ao pagamenlo dos
direilos de exporlaclo.
leronhece-sc que nos mercados exleriores temos
forles roncurrenles, que esla concurrencia nos he
falal porque os paizes productores de gneros simi-
lares aos do Brasil se achar mais avanlajados ao
nosso na cultura o inanipulaca de seus producios,
e na sua qualidade ; e lamlicm porque os proressos
de que usam sin mais econmicos e aperfeicoados.
Uccoiam um futuro desastroso nossa lavoura, e
vaticinan! ein breve a perda dos mercados exlerio-
res para os nossos producios.
Nesles termos parece pie lodas as opiuioes devem
convergjr sobre um poni: lomar o mais econ-
mico, o mais brando possivel, o ruslo da suaprodar-
c3o.
Para eslcflm he por cerlo mister que rediizamos,
por meio da abertura e nielberamenlo do estradas o
vias de con mu n cacao, o cusi do Iransporlo c o fa-
cililemos.
Para osle fim igualmente he mislcr diminuir lu-
do quanlo oonoorrp para lomar mais alio o ouslo da
produccao: e os im|His(os daimportacao por sem du-
vida o elevam.
O primeiro meio he preferxel a qualquer oulro
mas pndemo-lo lomar proficuo brevemente, ou de
um auno para oulro? Esc islo se conseguir pnjerc
mns eslende-lo a IimIos, e a toda a parle ? Cerlo que
nao.
O segundo, ao conlrario pode lomar-so proficuo
de um dia para oulro, ser cfllcaz, o eslcnd.er-sc por
loda a parle o a lodos, ainda quando de menor im-
portancia soja do que o primeiro, e nesle sculdo he
que os lavradores esrvlhcm entre os dous males a
rcmissAo do maior, que he a falla de estradas, nAo
que o desprezem, nao porque nao rareram desse fa-
vor, mas porque ao de vias de comniiiniearAo de
que mais earecem. '
A proposicao relativa espcrinlsara, ou cousig-
nacilo exclusiva do producto dos djreilos de exporla-
cao crcacao da estradas, seria injusta o nAo melho-
raria o nial que j lavra, e que vai assomando com
lgubre scnbo.
Tmlos os ramos da industria, lodos os lavradores,
conlribuiran por longo (em|Mi para o bcuelicio dos
babilanles e agricultores de certas localidades ; por-
que as estradas nAo se |iodem genoralisar nem por"
loda urna provincia, nem por lodo o imperio ao
mesmo lempo, c ainda durante longos annos. As-
sim, com o sacrificio da mor |iarlc que soirro o gen-
me, sua cusa, c sob os seus doslrocos, se lovanla-
ria a prosperidades de poucos.
Anda seria possivel approvar oslo alvilre scnAo
bouvesse oulro meio. oulra fonte d'oinle as despe-
zas de laes obras podessem sabir, se as caixas do es-
lado eslivessem de modo fine nao Ibes fosse dado
carregar com a dospeza da garanlia do mnimo dos
cipilass empresados nas omprezas de raminbos de
foiTo projedada, e que para o fuluro se foreni fun-
ilaiido.
As nossas rendas v em progresso,
pira |iara dilatar cjle estado.
As oilenla legoas de vias frreas conlraladas nao
podem, na peior coalsascneia econtra lodas as pro-
babilidades c clculos, demandar mor subsidio que
2,400:0005.
Asentando as vias forreas projecladas e contra-
tadas nos terrenos sobre que fuicciouam os maores
eslabelocimenlos do nossa lavoura, iiilerossando
desi'arle grandes pov nacoes e nina parle mais ac-
tiva de nosso commercio, cerlo nao (carao seus lu-
cros abaixo dos que oflerece a va frrea de Culw, os
quaes chegam a 25 por 1,. Assim, he provavel que
do subsidio sITerocido o contratado poiico ou nada
aproveilem os ompreileiros, que o eslado carre-
gue someiilo com poquena dospeza. o que o resto
lique dspouivel para qualquer oulro arligo.
Esle mesmo raciocinio se pode applicar s que pa-
ra o futuro se emprehendereni, visto que, conformo
ludas as rearas de prudencia, devem
lugares que i-slejam dehaix das
IllOfCS condiros.
Por oulro lado, a influencia deslas obras be graa-
de, uo li^io para o que existe e pode alimentar,
como [ieto que augmentam o criain na oxlenoa do
Assim que he provavel, he natural, que nossa ren-
da soja sufiuente para laes despezas, e que nenhum
receio podemos ler de que as obras se nao acaiu. ou
os subsidios senao naosatisfacampor falla do especial de que se lemhrarao alguns liomens de
grande mrito.
E quando a hypnthese contraria se d, na mclbor
roordenacao, arrccadacAu e fiscal isacao dos nossos
imposlos internos encoiitrai iamns recursos ; ara o
cuinprimeutn de una lid obrigacAo, que dexc ser
sagrada. Ninguem por corlo deixaria le concorrer
xarque, anda ( termo medio ) por cerca de 800 a
900,000 aiqueires.
O termo rrfedio da exporlacao da carne de xarque
de produccao do Rio Grande do Sul pde-se calcular
termo medio) em 500,000 arrobas.
O acrescimo de capital purtanlo que demanda o
imposto do sal, calculado pela carne de xarque ex-
portada, pde-se computar .em ccrc de 15 conlos
de rcis.
Se o imposlo he insignificante, e pcaa sobre mate-
rias primas de urna industria, e sobre o consumo de
para um lao grande lim, o o mal residanle desle gneros necessarios a vida, lem sobre as de mania-
tado
iiNsenlar sobre
M-suias ou mo-
rerursn cortamente est qiioni do beneficio da re-
diiccan e quasi exlinccao dos direilos de exporlacao.
XXXIV.
. Do direilos de exporlacao.
Insensivclnienle no correr da discussao sobre a
conveniencia da conservacAo dos actuaos direitos de
exporlacao, em um dos artigos antecedentes, desea-
Minos e locamos na oulra queslo sobre a preferencia
que na diminuicAn drsses direilos se devia dar aos
productos de cerlos ramos de industrias nasccnlcs
que declinam ou solTrem. Fallava-nos tocar nos fun-
damentos de oulra opinio, na conveniencia da con-
servacAo desse* djreilos; furca he porlaulo que reser-
vemos para oulro lugar aquella materia, e nos cinja-
nnis a esla.
Em lodos os paizes (allegou-se; a propriedad e
lerrilorial esl sujeita a laxas. A igreja calholica in-
iroilii/.i por loda a parle o imposlo do dizimo, ou da
dcima parlo dos prodnclos da (erra. As reformas
religiosas operadas em militas partes sccularisaram
esle imposlo. Nesses paizes onde sua' secnlarisaco
se deu foi elle convertido em laxa lerrilorial. Por
falla de cadaslro esla conversan se nao pode darWe
nesle caso o dizimo foi cobrado na exporlacao paro o
estrangeiro.
Entre nos be esla a nica taxa territorial prali-
cavel, e desacert be abol-la bu dimnu-la. porque
pode ser applicada conslrucc-ao de estradas e i aber-
tura de vias de communicacao. Os lavradores estilo
promplos para pagar direitos de exporlacao, com
lano que se Ibes dem estradas.
As vezes levanla-se voz em grila contra cerlos
imposlos, e parece que o mal contra o qual se clama
be grave, e que oallivinquesc pedo be vital; jo cabo
porm das cuntas se conhece o contrario. Islo se deu
com o imposlo de imporlacao do sal a respeito das
xarqdeadas do Rio Grande do Sul, e a final feilo o
calculo se verificou que o favor pedido era insignifi-
cante, e que na valia a pena arcar pela sua conces-
sau. O mesmo lalvez succeila com os imposlos de cx-
parlacAo sobre os gneros de nossa cultura.
Pedimos venia para nos oceuparmns desla mate-
ria, e o farcinos porque temos couviccao da sua alia
importancia. J sobre a necessidade da conservacAo
dos direilos de exporlacao para bem da conslruccao
de vias frreas alguma cousa dissemos; limilar-nos-
liemos porlaulo aos dentis pontos.
Nao no* parece exacto o historien das lax as terri-
toraes nos diflcrenles paizes. A diminuicAo dos di-
reilos de exporlacao dos nossos producios, em geral.
e especialmente de cerlos, he de grande momento ou
importancia. A necessidade de vias de enmmunica-
Cao nao pode justificar a conservacAo dos direilos de
exporlacao senao na absoluta falta de oulros meios.
Quando o lav rador diz que prefere o pagamenlo dos
direilos de exportaran abertura de estradas e vias
ile communicacao, o faz, nao por desennbecer o peso
e o mal desse imposto, mas porque na esculla de
doas males prefere o menor ao maior, e cerlo a cessa-
ca do nosso eslado em relaco estradas he um bem
que imiilu se deve desejar.
Entre nos a lavoura se acha sobremodo sobrecarre-
gada com o peso de imposlos. Se fizer-se urna eom-
paraco entre a condicao neste ponto da nossa e da
agricultura dos oulros paizes, lalvez se reconheca que
poucos infelizmente ha que se avanlagem ao nosso;
especialmente os que s3o nossos concurrentes nos
mercado* consumidores, e especialmente se separar-
se o que he imposto especial propriedade lerrilorial
do que be proprio da induslria agrcola.
Estas proposiroes requerem demonstraran, ea islo
de bom grado nos prestaremos, como couber nas nos-
sas fnreas.
As laxas lem loriaos em muilos paizes exisliram ou
exislem com os dizimos, e nao sao o efleilo de sua
conversao; em outros os dizimos, os direitos de ex-
porlacao c as laxas lerriloriacs exisliram ao mesmo
lempo.
Em Ftanca anles da rcvolucjio de 1789 se arreca-
da vam diflcrenles imposlos sob a denominaran deai-
zimos, assim os ccclesiaslicos, como os en/'rodados, ou
leigosmt militares. Osecclcsiaslcos parecom que
se remonlavam a lempos anteriores ao reinado de
Carlos-Magno. Smenle na celebre noite de 4 de
agdslo de 1789 he que esle imposlo'Joi abolido.
Entretanto a par dclin exisliam^P seguinles im-
poslos sobre a propriedade lerrilorial e lavoura : o
da Taillc real, quejecabia quer sobre as proprieda-
de* suscepliveis de produccao, quer sobre as deslina-
das liabilacao: e a pessoal, que recada lambem so-
bre o rendimenlo do proprielario ou lavrador, ainda
o proveniente das propriedades e industria. Alem
(lestes, e lalvez anles da sua permanencia, em mul-
las occasies se cobravam os que se denominavam
dixieme, quinzime, vingticme,e igualmente as cor-
ceas reaes. Todos esles imposlos foram refundidos
em um s debaixo da denominara!) de imposlo ler.
rlorial.
Na Gra-Brelanha se eobraram em diflcrenles po-
cas mpo-los dciiuminados inrnmr. lax,properlylax,
land tax, e dillerenles oulros que particularmente se
arrecadavam a beneficio do clero e das paroebias,
ronimunidadcs paroebiaes, ciliados, villas, ele, alm
das que rcciibiam sobre as casas habitadas, e os de
portas, janellas, ele.
Nos lempos mais modernos se lem arrecadadn os
impostos denominados Land and astttsed laxes, in-
ca me tax, e dillerenles outros locats sobre a proprie-
dade, e o imposlo sobre a renda, para o qual, confor-
me Blpck {DeschargesdeCagricullure), coolriboem
os bens de raizcum cerca de 65,117,300 francos an-
nuaes.
Nao obstante isto, os dizimos exisliram e exislem.
e se cobram, e assim as laxas le riloriaos n3o podem
ser consideradas como substitutivas desse imposto, o
dos dizimos..
Na Havicra ainda actualmente exislem os dizimos,
apezar de exislir o imposlo lerrilorial, e o que recabe
sobre a renda lerrilorial, sobre portas e janellas, so-
bre o capital, etc., Um came minucioso vista de
documenlos sobre os quaes nao pode haver duvida nos-
convence das seguintes verdades.
a O imposlo lerrilorial nAo se eriginou por cerlo
da secularisacao oa da rossac.lo dos dizimus; mas
sim, conforme a ordem natural das cousas, da ne-
cessidade de renda, e do ser esla lirada da mais se-
gura fonle, donde smente pode dimanar, e na in-
fancia das sociedades, e durante us lempos em que a
industria manoficlureira e o commercio nos estados
Olivos ou atrasados na cWilisacao e nas arles nao po-
diam dcsenvolver-se. Tcm-se conservado, e quasi
por loda a parle se cnconlra esle imposlo que presla
um seguro apoio aos goveruus, quer nos lempos de
guerra, quer mis das mais calamitosos para o com-
mercio, em que o curso das Iramacres ordinarias se
eslagna por falla de couflanca ou seguranca. e as
caixas em que se deposita o producto dos imposlos in-
directos, e especialmente- dos de imporlacao, per-
manerem vazias e em completa inaclividade. Desla
fonle lirou Pili grandes recursos na ide heroica em
que se empenhon com esse cnln que surgi d'enlre a confusas e a annrehia,- que la-
vrava e mirra va o solo franrez durante o (lm do se-
cuto passado.
XXXV.
Conlra a medida de progressiva dimnuicao dos d-
zOes a de ser insignificante, que deve mudo influir
para ser exlinclo.
Ocaso, porm, he diverso a respeilo dos direilos
de exporlacao ; nao sao esles cobrados na razao de 2
*; mas sim o cram na do 17", a respeilo de certos
arligos, c em geral na de 12, c ainda hpje na de 15,
10 e 9 ",, &c. A dillerenra porlaulo he saliente, e
nao se pode por em duvida o seu grvame; .e a
respeilo do caf, ,-c, &c, al senao dcsconlam as
taras.
E se estas razoes fossem de peso, 'os domis paizes
nao reduziriam, ou acabariam cun estes direilos:
mas o conlrario se v, e a mxima de Colberlfran-
qua de direilos na exporlacao,vai dominando us
lempos modernos por leda a parle, e ainda a respei-
to dos productos de industrias que llorcscem.
Do histrico do imposto territorial parece que se
quer lirar urna conclusao em favor da conservarlo
desses direilos pelo principio de que em toda a parte
a lavoura cutrihue para as despezas do eslado, e
que ntrenos smenle o faz por meio de laes di-
reilos.
Este argumento be vulneravel.e carece de funda-
mento. Sobre nossa lavoura recabe a -nr parle do
peso Esla verdade se reconbece como na mais plena luz,
yjsla da seguinle considerado :A nossa principal
exclusiva induslria he a lavoura A nossa
fique no inteiro conhecimenlo faco a prsenle pn-
blicacAo em que me assigBo.
Francisco de Paula do llego Barros.
Francisco de Paula do Reg Barros precisa a bem
tle seu direito, aoe .1 V. S. mande o carcereiro
passar por cerlidon conleudo o assenlo de pri-
saode Francisco das Chagas de Oliveira Duar-
le, dando de modo que faca f por lano pede
a V. S. Illm. Sr. Dr. subdelegado da rresuezia de
Sanio Antonio assim o mandeE R. Me.__Certifi-
que. Subdelegarla de Sanio Antonio 19 de Janeiro
de 1854.Costa Hibeiro, subdelegado supplenle.
Flix Pereira Sima*, carcereiro da eadeia desla ci-
dade, em virlude da lei, etc.
Certifico que o conleudo do assenlo de prisao do
supplicad he ilo Ihcor e maneira seguinle :Fran-
cisco das Chagas de Oliveira Duarte, brsnco, casado,
natural de Pernambuco, idade 19 annos, vive de ne-
gocio, lillio de Joaquim Jos Alves, j fallecido, e
Tbereza Mara de Jess, estatura ecorpo regular,ca-
bellos preloscorridos, olhos pardos, sohre-olhos pre-
los, nariz afilado, bcca.regular podra barba, com
lodos os denles na fronte, recolbdo uo dia 16 de Ja-
neiro de 1854, por ordem do subdelegado de Sanio
Anlonio, para averiguacoes policiaes ; entregue pelo
soldado de polica Theoloni Joaquim Pereira* foi
sollo por ordem do subdelegado de Sanio Anlonio
em 19 do mesmo mez e auno, he o que consta do as-
senlo de que trata a pe cao, o qual passo por cerlido
em cumprimenlo do despacho retro.
Cadeia 21 de Janeiro de 1851. O carcereiro,
Feliz Pereira Simas.
visla i
q*as
Ro de Janeiro, escuna nacional Sociedade Feliz,
de 122toneladas, conduzio o seguale:__15 pipas
agurdente cachaca, 341 saceos milbo, I cax 17 bo-
cetasdedoce, 1,800 cocos com casca, 5 caliles car-
nauba em velas, 900 saceos assacar.
Trieste por Gibrallar, barca porlugueza Sania
Cruz, de300 toneladas, conduzio o seguinle:3,600
saccqi com 18,000 arrobas de assacar.
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo* do dia 24..... 35S680
CONSULADO PR0VINCAT.
Rendimenlo do dia 1 a 23.....35:273*77*
dem do dia 24........1:7588173
*
>
37:0313947
MOVEWENTO DO PORTO.
COMMERCIO.
le,reno que pero,.,-,-,.,,,. \ DOpoteclo* que allraheni, reitos de exportac.1o^Vallogoil'quMns%S "se
os bracos que empregain, as industrias que aiiimam,
s depsitos e.eslabeleciiiMilos que fiindam e pro^
iimvein, dAo grande impulso o inovimoiilo prospe-
ridade e bem oslar de lodo o paiz, e, proporcao
desla, seus lucros croscoin.
Corlo, osla influencia nao se limita a nina zona,
oslo inovimoiilo 11A0 lixa cslagundo denlro do oslrci-
lo circulo Iracado pelos limites ,1a sua oarroira: es-
londe-so o ooinniunioa-so por ludo. por carta ma-
gia que, he he nalural, inoculando polas vejas de
um oorp quasi inanimado novo sangiio,*e como
que novas torcas, o faz erguer com as galas la civili-
sacao, forte o vigoroso, enejo do xida e do esplen-
dor.
O exemplo do feliz sueeesso de una empreza dado
om 11111 lugar ser um poderoso estimulo para que
oulras se fundcni, e essas grandes despezas, que de-
mandan! as condicoes de subsidio, smenle so veri-
ficara em limitado pe, e quando verificadas, esse.
memo inovin.onlo industrial far qe peloaugmen- o seu preco nos nossos mercados.
lo de rendas o desfalque delle residanle seja saldado
de proinplo.
griL-iva conlra a abolir de cerlas laxas, s vezes in-
significantes, cuja vanlagem a final se reconhecia mes-
quinha. Em apoio se Irouxe o exemplo da abolico
dio imposto de imporlacao do sal para as xarqueadas
lo Rio Grande do Sul, cujo beneficio importava em
30 rs: por arroba de carne.
Em regra senao pode argumentar com ,1 insignifi-
cancia de laxas quando eslas recabem sobre materias
primas necessarias a quaesquer industrias, e que ao
mesmo passo augmeulam o cusi dos gneros de pri-
meira necessidade.
A laxa que parece insignificante calculada sobre a
anidado de cerla classe de producios nao o he em rc-
lacao ao (olaldo prudurc.ui e ao acrcscimqHe capital
que a induslria emprega em seu pagamenlo.
A laxa do sal demanda da parle dos fabricanlosi du
Rio Grande dn Sul o emprego de um acrescimo de ca-
pital quasi equivalente a 2 c assim augmenta nes-
la razao o custo de produccao da carne de xurque e
populacao pela mor parte lie agrcola.
Desle fado corre urna conclusao contraria a que
se quer tirar, e mais se enrobustece esta conviccao,
dado o exame sobre os imposlos que paga a lavoura
pelos seus instrumenlos, machinas e materias ali-
menticias que consom, pela acquisicao e Iransmis-
sao das propriedades e de escravos, pelas bvpothe-
cas, &c, &c.
J dissemos alguma cousa sobre os direilos de ex-
porlacao que em oulros paizes se cobram, e que em
geral silo modicus e quasi nominaes. Sobre esle pon-,
lo, pois, parece desnecessario qualquer oulro traba-
Iho comparativo. Estabelecida, porm, a compara-
rn sobre as demaisimposic-oes a que esl sujeila a
lavoura no nosso e uos demais paizes, lalvez se reco-
nheca que ntrenos a sorle da lavoura neste poni
he mais desvanlajusa.
A Franca, que se diz ser um dos paizesoiide a la-
voura mais solTre com n peso de imposlos, conforme
o cilado lllock, computada nicamente a renda re-
sultante dos imposlos que recabe subre as proprieda-
des cultivadas, vc-se que es(es sao equivalentes a 4
', de seus producios em broto, e cerca de 7 % do pro-
iluclo liquido.
Esle fado nao pode causar ad miraran aos que sup-
pem a lavoura desse paiz acabrunbada com o peso
de imposlos ; porquanlo be certo que maior he o pe-
so de Ii nas e tributos que recabe sobre a propriedade
lerrilpri al do que sobre a induslria agrcola. Tal he
o lestemunb o do celebre agricultor Dombasle nos
seus annaesdeRoville.reforcsdo pelodociadoBlock,
a que nos referimos.
He difllcil, e a nos impossivel, laucar em urna la-
boa comparativa a proporcao em que a lavoura dos
differentes paizes contribae para as despezas do esta-
do. O que dissemos sobre a franca nao abrange lu-
do, e smente os que sao exclusivamente sopporla-
dos pela lavoura : ha alm desles oulros que reca-
bem sobre o consumo, os imposlos sobre hypolhecas,
os que cobram os departamentos, as paroebias, oa
communs, &c.
No,cnIretanto temos por acertado inserir aqui a
seguinto tabella, donde so reconbece qual ( lermo
medio) o peso doj impostos que recabe em dilleren-
les paizes sobre a lafoura, j em rolaran aos habi-
tantes respeclivos, 4 qpi relajao ao solo, j final-
mente em rclnrao ao produelo que odiado lllock
traz :
Frene, por habitante 40 fr., por hcrlar 27 fr. 50
c, do produelo bruto 279 fr.
Gra-Brelanha, por habitante 50 fr., por heclar 45
fr., do producto brulo 354 fr.
Blgica, por habitante 29 fr., por heclar 39 fr. 50
c, do producto brill 258 fr.
Prussia, por habitante lfi fr. 50 c, por hedor 9 fr.
50 c, do produelo bruto 215 fr.
Baviera, por habitante 21 fr. 50'c, por heclar 12
fr., 50 c, do producto brulo 105 fr.
Badc, pOi habitante 31 fr., 50 c, por heclar 22 (r.
do produelo brulo 202 fr".
Sardenha, por habitante 17 fr<, por heclar 10 fr.
50 c.
Hespanha, por habilanle 25 fr., por heclar 6 fr. 50
c, do produelo brulo 69 fr.
Paizes Baixos. per habilanle 47 fr., por heclar 43
fr., do produelo brulo, 285 fr.
^Dinamarca, ppr habilanle 25 fr. 50 c, por heclar
17 fr., do produelo brulo 158 fr.
Sueria o Noruega, por habitante 12 fr., do produe-
lo brulo, 112 fr.
Russia, por habitante 8 fr. 50 c.
Auslria, por habilanle 11 fr. 50 c, por heclar 6 fr.
25 c. do produclo brulo 150 fr.
Wiirtemberg, por habilanle 13 fr., por heclar 11
fr. 50 c, do producto brulo 230 fr.
Do exposlo v-se que enlre os paizes europeos a
Franca be depois da Gra-Brelanha aquelle em que
a lavoura maior peso de imposlos supporla ; no en-
tretanto estilo elles para o producto brulo, como dis-
semos, na razao de 4 % e para o liquido na de 7
Nossa lavoura paga smenle de direitos de expor-
lacao de seus prodocios de 9 a 15 *, actualmente e
ainda ha om anuo, de 12 a 17 ,!!
Sua desventara nesle ponto cousiderada por oulro
lado as despezas de produccao nos paizes da Europa
sio muilo menores do que as que se dao eiilre nos.
Por exemplo, confu me o musnio autor, calculadas
sobre o produelo brulo, regulam as mais forles na ra-
ziio de 82 como na Graa-Bretanha, na de 78 como
na Hespanha e Duas Sicilias, na de 70 como nolla-
nover, na de 64 a 60 como em Mecklemburgo, Sue-
cia.d'ai/es-llaivos, Blgica, I-ranea. &C.
Em relaco ao producto liquido, o mais alio na
razao de 59 a 40 *, como em Wurtemberg, Prussia,
Auslria, Baviera, Dinamarca, I-ranea, e eno m-
nimo na de 18 como na raa-Brelanha. Enlre nos
quem poiler calcular o cusi da produccao desle
modo ? 1" di mi-nos dados para lal materia. No
culi oanlo afora as despezas de salarios, cerlos im-
poslos. como siza, meia siza, de commissoe, Jtc,
i\c : smenle as dos custo do transporte e de di-
reilos de exporlacao orcam era 39 a 45 ", senao em
mais!!
Nossa sorle he pcior do que a de qualquer oulro
paiz, c, nao obslanle islo, como querer-se fundamen-
tar a conservacilo dos direilos de exporlacao. nao com
o exemplo dos demais paizes, que acharara e Vilo
acabando'com taes impostos, mas com o dos que lem
laxas terriloriao.-! !
Dir-se-ha lalvez que concordes estamos sobre a
necessidade de acaharraos com laes direilos, dada a
sua applicaciio para as desperas ordinarias do oslado,
e smente defende-se sua conservaeo para lienc-
licio da lavoura. J sobre esle ponto discorremos,
conforme nosso pequen cahedal, e mostramos que
esla medida sobre mo ser uecessaria era injusta e
nao acuda de prompto ao mal quc'.axra e vai cres-
cendo, e qae menos o faria do modo conveniente
lavoura de todo o imparto, e que lal bem por oulra
va mais econmica e menos prejudicial se poderia
conseguir.
tConlinuar-se-ha.)
eRACA DO RECIFE 24 DE JANEIRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cola cees olliciaes.
Assucar mascavado regulara 1530 e 1J550 rs.
por arroba.
Dito dito finoa 18750 rs. por arroba.
ALEANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 23. .
dem do dia 21 ... .
. 210:8158845
. 18:5995128
229:4459273
Descarregam hoje 25 de Janeiro.
Briguc sueco Selma tabeado.
Barca nglozaBonitararvao. .
Escuna hamburgus Eduard mercadorias.
Hiate brasitero oco Olinda fumo echarutos.
Barca 'Meza Prospero bacalho.
PatachO^irasileiro llenrique barris de azeile.
Vapor inglez frilhanl iliversos gneros.
Hiato americano Xorlhern Lighl o resto da
carga.
Barca ingleza Cruzador dem.
Importacao .
Hiale americano Sortliem Lighl, viudo de Bos-
ton, consignado a.Deaue Youle A C, manifeslou o
seguinle :
1 caixa com um carro e 8 voluntes perlences para
o mesmo, 1 barrica candielros, 8 caixas drogas, 35
barrquinhas e 1 caixa pregos, 3 barricas aveia, 1 vo-
lunte urna serra, 1 armaeito de segurar madeira e 1
instrumento para corlar ferro ; aHeory Forster
Companhia. '
1 caixa com om carro e 8 voluntes perlences para
o mesmo, 50 fardos algodaozinho, 479 barricas fart-
Sacios entrados no dia 24.
Ass( dis, patacho hrasileiro Santa Cruz, Ci-
(io Clirisloyii Francisco Gomes, cargo sal. Veto
largar o pralico c seguio p,1ra o Rio de Janeiro
pelos porlos intermedies.
Parnhiba24 horas, hiate brasiieiro Fxallacao. de
* toneladas, meslre Nicolao I'rancco da Cosa,
equipageml, carga varios gneros; a Francisco
Radiche. Passageiros, ManoelRrmigioBarboza de
Mesquita. Joaquim Jos da Silva, Julio Francisco
de Azevedn.
Babia8 das, barca porlugueza Mmpha, de 302
toneladas, capilao Antonio Pereira dns Reis, eqoi-
pagem 14, em lastro ; a Manoei Joaquim Ramos o
Silva.
Rio de Janeiro20 dias, briguc brasiieiro CoitCff-
fio, de 164 toneladas, capilao Bento Pereira Fer-
nandes, equipagem 12, em laslro ; a Amorim Ir.
maos. Veio receber pralico e segu para o Auii.
Soulhampton e liba da Madeira31 dias, e do ulti-
mo porto 18, brigue inglez a vapor Brilhant, de
198 toneladas, capilao Jamos M. Milchell, equi-
pagem 20, carga fazendas e mais gneros; a Me.
Calmonl & Companhia. -
fiados sahidos no mesmo dia.
CanalPatacho norueguense Sehtlendighedeii, ca-
pilao J. Vollkniar, carga assacar.
MediterrneoBrigue belga Charles Itogier, capi-
lao J. Mollcr, carga assuoar.
EDITAES.
pacole amostras ; a i. Keller
O lermo medio do consumo dessa provincia, a mor
parte do qual lie absorvido pelo fabrico da cjrne de
COBRESPOiWMIA.
Senhores redactores. Peco-'llics a piiblicacao
deslas Iros linbas, para que o publico coubeoa, de
falsidades lao conhecida. Francisco das Chagas
Oliveira Duarte, filho legitimo de Joaquim Jos Al-
ves, com Thcrcza Mara de Jess mizeravelmeule se
inculca ser filho nalural de Francisco de Paua do Re-
g Barros.vulgarmonle conhecido por Chico Macho: o
abaixo assignado declara quo nrm o dito Duarte e
seus irmos, nao sao nem prenlos, como prova do
documento que vai transcripto, e que o dito Duarle
maliciosamente o lem feilo, para assim macular pes-
soas que neiihuma rolar "o lem com o mesmo Duarle,
e para que lodo o publico fique reconheceiido, vai
provado rom a cerlido da cadeia desla cidade,donde
o mesmo Duarle deu os sens prprios pas,e para qae
nbd de trigo, 50saccas pinienla. 50 barris brea ; a
Deane Youle & C.
I caixa rap ; a Jo3o 'lavaresCordero.
Escuna hamburgueza Eduard, viuda de llambur-
go. consignada a C. J. Aslley & C, manifeslou o
seguinle :
150 barricas cemento, 12 barris manleisa, 89 vo-
luntes cabos, 2 fagos e 1 caixa lecidos de la, 2ja-
cotes amostras, tdilos tecidos de algodao, 5 dflos
ditos de dito e linho,' 5 ditos meas de algodao, 1. di-
to lecidos de seda, 1 dito espadas, 200 ditos velas,
lOOsaccas farello, 1 balarla, 1 dila pesos, 1 pacole
3 retogios deuuro, 10 caixas armas, 10 ditas hrins
para velas ; aos consignatarios.
2 caixa per.nas de escrevor ; a D. Alves Malhens.
2 caixas espelbos, 1 diu espiugardas de caca, la-
zarinas e clavinoles ; a Manqel Joaquim Ramos e
Silva.
5 caixas meias, I
& Companhia.
3caxas meias ; a Feidel Pipo & C.
5 caixas lecidos de laa e 15a e algodao ; a J. II.
Gaensly.
1 caixa lecidos de 13a, 2 pacolesamoslras ; a Brunn
Praeger& C.
66 caixas ferragens, 1 barril conserj***, 1 dila
charutos, fumo e 2 pe.dras, 10 dilas gomma lacar,
14 dilas meias de algodao, 125 pecas cabos, H ca-
xas lecidos de linho, 10 dilas brinquedos, 1 dila plios-
pboros, 2 dilas objeelos de lalflo ; a Rolhe & Bi-
doulac.
3 garrafOes ervilhas, 1 barrica colla, 1 caixa filas
de seda e algodao, 1 dita vinbo, 1 dila bithers, 2 di-
las objeelos para cbapelciro, I fardo papel, 1 caixa
agua, mineral, 1 dila couros para chapelciro, 1 dila
encerados, 1 dila objeelos para chapeleiro, i barris
repolhos em conservas ; a Chrislianni Irniaos.
1 caixa livros, 7 lencos de algodao, I retrato, 27
caixs miudezas, 1 caixa e pacoles amoslras, 8 di-
las filas de algodao, 2 ditas boloes. t dila com um
piano, 1 dila com 1 retrato, 1 dila candieiros. 6,000
botijas vazias, 41 caixas miudezas e brinquedos ; a
ordem.
32 folhas de zinco, 8 caixas realejos, pinturas,
etc.; a N. O. Bieber & C.
4 caixas brinquedos, 7 dilas filas, 1 dila fio de li-
nho, 1 pacole amoslras. 1 dito azelas, 60 pecas pe-
dras de amolar ; a J. D. Wbolfhopp & C.
1 caixa lecidos de-seda e seda e algodao, 7 dilas
ditos de linho e linho e algodao, 3 dilas ditos de al-
godao, 1 pacole amoslras, 1 fardo pannos; a Tinn
Mousen & C.
1 caixa pellucia de seda, 1 dila lilas de seda e al-
godao, 2 dilas objeelos para chapeleiro, 1 dila pa-
pel de cor; a J.C. Rabe.
4* volumes cabos, 20 caixas queijos, 1 dila bo-
loes ; a Nuvaes & C. '
1 caixa limas, 2 barricas verrnmas, 2 caixas ferro-
Ihos e folhas de serra, 2 dilas ferros de plaina?, 1
dila compacos, 10 dilas Taces, I dila couros enver-
lizados ; a E. H. Wyall.
1 caixa com 1 estojo; a C. Linden.
Escuna nacional Arcelina, viuda de Maranhao,
consignada a Jos Baplisla da Fonsoca Jnior, mani-
feslou o seguinle :
8 barricas enxadas, 17 barris azeile doce, I ii ditos
hanha de porco, 987 paneirns sal, 562saccas arroz,
50 paneiros tapioca, 33 saccas cera de carnauba,
4,000 olhos de palha de carnauba ; a ordem.
10 pipas vinbo brauco, 25 ditas dito linio ; a Joa-
qnim Ferreira Valenle.
1 caixa e 1 picle com 6 pecas de panno grosso ;
a Jos Baplisla ila Fonseca Jnior.
41 barris azeile doce, 100 caixas passas ; a Novaes
6 Companhia.
10 barris azeile doce ; a Francisco Alves da Cu-
nta & C.
36 barris azeile doce ; a Brandan J Diogeues.
2 saccas arroz; a F. J. C. Albuqucrque.
Hiate Flor de Cururipe, vindo do Ass, mani-
festou o seguinle:
463 couros miudps, 4 saceos cera Je-carnauba, I
meio de sola, 1 couro de bezerro ; a Manoei Gomes
Leal.
6 barricas e 13 saceos cera de carnauba, 15o cou-
ros miudos. 7 ditos salgados ; a Jos Anlonio da
Cimba (S Irmaos.
5roncos alga. 15 caixas velas; a Manoei
Lniz ("nineakcs.
380 aiqueires de sal, 1 sacca cera de abelha, 50
mnlhos palha de carnauba; a ordem.
Hiale nacional l-.thalacao, vindo da Paralaba,
consignado ao capilao, manifeslou o seguinle :
10 barris agurdenle de Franca, 300 saccas milbo;
a F. Radich.
8 cunheles fumo; a Jos Rodrigues Pereira.
200 loros de mangue; ao capilao.
33 saews milbo; ao Dr. Mav.
10 caixas vazias para rap; a Mearon & C.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 23 H-()0i6.")9
dem do dia Vi......[ sfc332790
30^537^449
DIVERSAS PROVINCIAS. ," ^
Rendimenlo do dia la 23 .4:0/l;Oi>l
dem do dia 24....... 78*60
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provinci-
al, om cumprimcnlu da ordem do Esm. Sr. presi-
dente da provincia de 23 do crrante, que msnda
fazer publico que, nos dias 14, 15 c 16 de fevcreir
prximo vindiuir, peranle a junla da fazenda da
mesma Ihe-soUraria, se ha de'arrematar a quem
por menos lizer a obra do 5..lance da rami-'
firacao da estrada do sul para a villa do Ca, ava-
llada em 19:800>0tK) rs.
A arramalncao ser foita na forma dos arligos 24
e 27da lei provincial numero 286 de 17 de maio'dc
1851, o sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a osla arremalacao
comparceam na sala das sesses da mesma junta nos
dias cima declarados pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presento o
publicar pelo Diario. Secretaria da (hesonraria
provincial de Pernambuco, 24 de Janeiro de 1854.__
O secretario. Anlonio Ferreira da Annunciacao.
Clausula* especiaes para a arremalacao.
I." As obras il5. do Cabii sera fcitasjdc conforraidade com o orcamenlo.
plantas e {terliz approvados pela directora em con-
seibo o appreseulados a approvarao do Exm'. Sr.
presdeme na importancia de 19:80035000 rs. '
2. O arremalanto dar principio as obras no pra-
zo de um mez e dever oonclui-las no de lj meres
ambosronlados na forma do artigo 31 da lei nu-
mero 286.
3. O pagamento da importancia da arremalacao.
realisar-sc-ba em qualro, prestaces iguaes; rl.~
depois de feilo o primeiro lerco das obras,; a 2."
depois de concluido o segundo Ierro ; a 3. na oc-
casa do rccebimenlo provisorio, e a derradera de-
pois da ehlreca definitiva,' a anal roalisar-se-ba um
anno depois do rccebimenlo previsorio.
.' Sois mozos depois do prihlipiadas as obras de-
vora o arrematante proporcionar transito ao publico
om loda a exlencaoilo lao.
5. Para ludo o que na se acha determinado
nas prsenles lan.-ulas'inTiT n> orcamenlo. sc^uir-
se-ha o que dispe a respeilo a lei numero 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, om cumplimento da resoiucao da junta "da fa-
zenda, manda fazer publico, que no dia 16 de fcre-
rciro prximo xindoiiro, vai novamenlo praca.
para ser arrematada a quem por menos fizer a obra
dos concerlosda cadeia da villa Seriubacm, avaliada
em 2:7303000 rs. .
A arremalacao ser feita na forma dos arligos 24
o 27 da lei provincial nmero 286 de 17 de maio
de 1851, gpb as clausula espetiaes abaixo co-
piadas.
As pessoas quo so propozerem a esla arreaalacio
roniparecaiu na sala das scssOcs da mesma junta
no dia cima declarado, pelo meto dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente e
pnhlirar |>eto Diario.
Secretaria da Ihezouraria" provincial de;Pcman
buco 2 de janeir do 1854. O secatario, Anlonio
Ferreira da Annunciacao.
Clausulas e.-periaes pura a arremalacao
I." Os colicortos da cadeia da villa de Serihaeni
fai'-so-li do coufiirmidade com o oroamoulo appro-
xailo pola direrliiria em conselho c "appresenladc a
iipprovacSo do Exm. presidente na importancia do
750JjOO rs.
2v O arrematante dar principio as obras no pra-
z do mu mez-c devera cnclui-las no d sois me-
zes, ambos coulados na forma do arligo 31 da lei
numero 286.
3." O arrematante seguir nos seus I cabalaos lu-
do o quo Ihe for delerminado pelo respedivo enae-
uheiro, mo s para a boa execuca das obras como
em ordem de nlo iuiitlisar-in) mesmo lempo para
u snico pnbljcjilouVrfas partos ,1 edificio.
i." O pagamento da importancia da arremataco
lora lugar em (res prostaccs iguaes; a 1 depois
de foita a motado da obra; a 2 depois da entrega
provisoria; o a lerctira na cnlrcga definid
5." O prazo da responsabilida-de ser de seis ute-
4:I19721
Exporta^3jT
Rio Grande do sul cofnescala por Santa Calhsri-
na, brigue brasiieiro Paquete Ventura, de 189 tone-
ladas, conduzio o seguinle : .1W barricas e 455
meias ditas com 10,575 arrobas o 13 libras de asso-
car, 5,100 cocos seceos, 50 latas r. 50 barrilinhos com
600 libras de doce de calda.
6." Para ludo o que uo se acha determinado atas
presentes clausulas noin no orcamenlo eguir-sc-ha
o que dspoe a rospeilo a lei provincial n. 286.__
Conformo, -i O secretario, Anlonio Ferreira da
Annunciai-ao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
om cuniprimcnloda resoiucao da junla da tazenda,
manda fazer |HiWco, que no dia 16 de fevereiro
prximo vindoiiro, vai novaniente a praca para sor
arrematada a quera por monos lizer a oltraados con-
cerlos; da cadeia da villa do Cabo, avallados cm
82JS009 rs.
A irremiiliiojio ser Uta na forma dos arls. 2S o
27 da lei provincial n. B6 de 17 do maio de 1851,
e sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
comparceam na sala das sessOos da mesma junla no
dia cima declarado polo meio da comjiclenlonten-
le habilitadas.
E para conslar so mandn allixar o presente o pu
hlh'ar polo Diario.Secretaria da Ihesouraria pro-
vincial de Poriiaiitbueo, 24 do Janeiro de'1854.O
secretario, Anlonio Ferreira da Annunriacao.
Clausulas especian .para a arremalacao.
1." Os colicortos da cadeia da villa do Cano far-
so-hao de conformidad com o orcamenlo appro-
vadopela directora em conselho, c a presentado i
aoprovacilo do Exm. presidente na importancia de
(S.V5000 rs.
2." O arrematante dar principio as obras no pra-
zo do quinzo dias, o devora conclui-las no de tres
mozos, ambos coulados de conformidad,' com o arl.
31 da lei n. 386.
3." O arrematante seguir na cxecacRo ludo o
que Ihe for proscripto pelo eiigenheiro respectivo
nao s para boa oxccucjto do (rahalho, romo em or-
dem de nao inuliljsar ao mesmo tempo para o ser-
vico publico todas as parles do edificio. ,
4." O pagamento da importancia da arrematara
verificar-sc-ba em duas prestaces iguaes: a I" de-
pois de feilos dous tercos da obra; e a seauada de-
pois de lav rail o termo de recebimeulo.
5." Nao hax era prazo de responsahilidade.
6. Para ludo o que nao se acha delerminado
nas prsenles clausulas nem no orcamenlo, segnir-
se-lia o que dispOe a lei provincial n. 286.Con
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OIARIQ OE PERNAMBUGO QUARTA FEIRA 25 DE JANEIRO DE 1854.
V
s
s
formeO secretario, Antonio Ferreirada Annun-
iraeSo.
O Illm. Sr. inspeclorda lliesonraria provincial,
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidenle
da provincia de 3 do corrente, manda tazer publico,
que no din 26 de Janeiro prximo vindouro, vai no-
vamenle a praca para ser arrematada a quem por
menos fuer, a obra do acude de Paje de Flores,
avaliada em 3:190000 rs.
A arrenutaeao serl feila na forma dos arls. 21 e
27 da lei provincial n. 287 de 17 de maio de 1851,
e tob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
Ai pessoas que se propozerem a esta arrematarlo,
comparcam na sala das sesses da mesma llicsou-
raria no da cima declarado, pelo meio dia, compe.-
tenlemenle habilitadas.
E para constar se mandou afxar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tliesouraria provincial de Pernam-
buco, 14 de dciembro de 1853. O secrelario,
Antonio Ferteira d'Annunciacao.
Clausula' especiaes para a arremataran.
1.* Asaras desle acude serao felas de confor-
1 midade com as plantas e ornamento apresenlados a
approvaeao do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 3:1808000 rs.
a. Estas obras ileverilo principiar no prazo de
doiu mezes, e seriio concluidas no de dez mezes, a
contar conforme a lei provincial n.28fi.
3. A importancia desla arremalacaosvser paga
em Ires prestaees da maueira seguinle: a pri-
meira dus duus quintos do valor total, quando livor
concluido a melade da obra ; asegunda igual a pri-
men-a, depois de lavrado o termo de recebirnenlo
provisorio ; a Icrceira (nalmenle de um quinto de-
poij detrecebimento definitivo.
4." O arrematante ser obrigadn a communicnr a
repartidlo das obras publicas com antecedencia de
30 dias o da Oxo, em que lem de dar principio a
execueao das obras, assim como traballnir seguida-
mente durante 15 dias,- alimtlo que possa o enge-
nlieiro encarregado da obra assislir dos primeiros
Irahalhos.
5. Para ludo o mais que n!io esliver especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha o que dciermi-
na a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira d'.lnnuneiarao.
O Illm. Sr. inspector da thesnuraria provincial
em cumprimenlo da resoluciio da junta da fazenila,
manda fazer publico, que no dia 26 de Janeiro pr-
ximo vindouro, perante a mesma junla, vai nova-
meole praca para ser arrematada a quem por me-
nos fizer, a obra do acude da povoacao de Bczer-
ros, avallada em 3:844j00 rs.
A arremalaeao sera feita na forma dos arls. 24 e
27 da lei, provincial n. 286 do 17 de maio de 1851.
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao, comparecen) na sala das sessoes da mesma jun-
la oo dia .-': cima declarado, pelo meio dia, compe-
tentemente babeliladas.
f E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diavio.
Secretarla da thesnuraria provincial de Per-
nambnco, 24 de dezembro de 1853. O secrelario,
Antonio Ferreira d! Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
i.' As obras dcsle atocle, serio citas de confor-
midade com a planta e orcamento, approvados pe-
la directora em consellw, e ipprcsentados a appro-
vacSo do Exm. Sr. presidente, importando em
3445O0 rs.
2. O arrcmatanle dar cornejo as obras no pra-
zo de 30 dias e terminar no de seis metes, conta-
dos segundo o arl. 31 da lei n. 286.
3." O pagamento da importancia da arrematacao,
ser dividido em tres partee, sendo una do valor de
dousquintos, quando houver feilo metade da obra,
outra igual a primeira quando entregar provisoria-
mente, em terceira. de um quinto, depois do um
anno, na occasi.la da entrega definitiva.
4. Para ludo o mais que nao esliver especificado
as prsenles clausulas, seguir-se-ha o que deter-
mina a lei n. 286.Conforme. O secrelario,
Anleio Ferreira d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesnuraria provincia
em cumprimenlo iln ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, mauda fazer publico,' que no dia 23de
fevereiro prximo i4ii*bh> ir novamenle a praca
para ser arrematada, a quem por menos fizer, a bra
dos concert* da cadeia da villa de Guranhuns, ava-
liada. em 2:2498240 rs. A arrematarlo ser feita na
forma dos arligos 24 e -! da lei provincial n. 286
de 17 de maio de 1851, e sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
Aspessoas que se propozerem a esla arrematacao,
( comparcam na sala das sessoes da junta da fazcida
la mesma lliesonraria, no dia cima declarado, pe-
lo meio dia, competentemente habituadas.
E para constarse mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesonraria provineiaj'de Pernaro-
buco 30 de dezembro de 1853. O secrelario,
Antonio Ferreira da Annunciacao.
Clatltulat especiaes para a arremataran.
l.'Os concertos da cadeia da villa de Garanhuns,
far-se-lio de conformidade com'o orcamento appro-
vado pela directora em conselho, e apreseulado a
approvaeao do Exm. Sr. presidente, na importancia
de 2:2493280 rs.
2." O arrerftaia ule dar principio as obras no pra-
zo de dous mezes, c dever conclu-las no de sel
metes, ambos contados na forma do arliao 31 da lei
n. 286.
3. O arrematante seguir nos seus trnbalhos tudo
o que lhe for determinad pelo respectivo engenhei-
ro, nao so para boa execue/io das obras, como em
ordem de nao jnolilisarao mesmo lempo para o ser-
vido publico todas as parles do edificio.
4. O pagamento da importancia da arremalai.ao
lera lugar cm tres prestac,6es iguaes; a 1., depois,
de feila a melado da obra ; a 2., depois da entrega
provisoria ; e a 3.", na eutrega definitiva.
5." O prazo de rsponsabilidade ser de seis me-
tes.
6. Para tudo o que no esliver determinado as
presentes clausulas nem no urramenlo, seguir-se-ha
o que dispoe a respeilo a lei provincial n286.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira d^AmitiitciucS?.
O Illm. Sr. inspector da thcsourarla provin-
cial, era cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente ala 26 de Janeiro prximo vindouro, vai novamente
praca', perante a junla da fazenda da mesma the-
souraria, para seren arrematados a quem por menos
fizer, m Iraballis da conservacao da estrada da
Victoria, avallados em 5:5178600.
A arrematacao ser feita por lempo de um anno, a
contar do dia cm que o arrematante tomar conla
da estrado, sob ascondicftc* abaixo copiadas.
As pesloas que se propozerem a esla arrematado,
comparcam na sala das sessoes da mesma junta, no
dia cima declarado, pelo meio dia, corapelcnlc-
inenle babeliladas.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da liiesouraria provincial de Pernam-
boco 17 de dezembro de 1853. O secretario i.
Ferreira a" Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1." O* tralialhos daconservacRo permanoiiled es-
Irada da Victoria serao exerulados de" ronformidade
com rt orcamenln approvado pela direcloria em enn-
elho, e apresenlado a approvaeao do Eim. Sr. pre-
sidente di provincia, pelo lempo de um annu, c na
importancia de 5:5179600.
-2. O pagamento da imporlancia d'arremala$5o
ser dividido em prestaces mensaes de urna duod-
cima parle, vista do cerlificadp passado pela di-
recloria das obras publicas.
3. Para Indo o que nilo esliver determinado as
preset es clausulas e no ornamento, seguir-se-ha o
qaeditpfte a lei provincial n. 286.Conforme. O
secrelario, Antonio Ferreira AnnuncigrSo.
O Illm. Sr. inspector da lliesonraria provin-
cial, em cumprimenlo da resolocSo da junla da fa-'
tema, manda fa;* poblico, que nodia 26 de Janei-
ro prximo vindouro,vao novamenle a praca para se-
rem arrematadas a quem por menos fizer, as obras
necemriai a fazerse junio ao acude de Garuar.
avadadas em 1:9809000 rs.
A arremetacao ser feila na forma dos arts. 24 e
37 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
e sob a* clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pewoaqeese propozerem apfla arrernaitrvo,
comparcam na sala das sessoes da mesma junla, no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernambu'
eo 17 de dezembro de 1853.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.a As obras necessarias a fazer-se junio ao anide
de Caruar para evitar-se as UllracOes, serao execu-
ladas de conformidad,' com o orcamento approvado
pela directora em conselho < apresenlado a appro-
vaeao do Exm. Sr. presidcnlo^a provincia na im-
porlancia de 1:9805000 re.
2." As obras principiaro no prazo de um mez e
terminarn no de dous, coulados conforme o arl. 31
da lei n. 28.
3.a A imporlancia da arremalaeao sera paga cm
duas preslacos iguaes, sendo a primeira quando
houver feilo a melade das obras,casegunda na occa-
siao do receuimenlo.
4.a Para ludo o mais que nao est especificado
as presentes clausulas, seguir-se-ha a lei n.286.
Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciacao.
Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial.
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda razer publico, que no dia 16
de fevereiro prximo vindouro, perante a junla da
fazenda da mesma liiesouraria, vai novamenle pra-
ca para ser arrematada a quem por menos lizer a
obra dos concert da cadeia da villa do Pao d'Alho,
avaliada em 2:860&000 rs.
A arrematacao ser feila na forma dos" arls. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematacao,
comparcam na sala das sessoes da mesma junta nos
dias cima declarados, pelo meio dia, compelenle-
menle habilitadas.
E para constar se mandou affixr o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pernambu-
co, 14 de Janeiro de 1851. O secretario, Antonio
Ferreira a~Annuncianw.
Clausulas especiaes para a arrematara.
1. As obras dos reparos da cadeia de villa de Pao
d'Alho serao feilas de conformidade como plano e
orcamento, approvados pela directora em conselho,
e apresenlados a approvaeao do Exm. Sr. presidenle,
na importancia de 2:8608000 rs.
2. As obras comecarao no prazo de 30 dias e se-
rSo concluidas no de 4 mezes.ambos conlados de con- bliCi,r P0'0 Diario.
As pessoas que se propozerem a esla arrematacao,
comparcam na sala dassesscsa mesma junla, no
dia cima declarado, pelo meio dia, compelenlemeii-
te habilitadas.
E para constar se mandou allixar o preseule, e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pernambu-
co9 de Janeiro de 1851. O secrelario,
Antonio Ferreira f Annunciarao.
Clausulas especiaes para a urremataruo.
1.' Esta obra ser feila de conformidade com o or-
camenlo approvado pela direcloria cm conselho, e
uesla dala apresenlado a approvarfio do Exm. Sr.
presidente da provinciana importanciadc28:0963887
ris.
2.a O arrematante dora principio as obras no prazo
de dous mezes, e os concluir no prazo de quinte
mezes, ambos conlados de conformidade com o artigo
31 da lei provincial n. 286.
3.a Desde a entrega provisoria da obra at a entre-
ga definitiva, ser o arrematante olirigado a conservar
a estrada semprc cm bom estado, para o que dever
ler pelo menos dous guardas empregados constan!*
menle ueste servico.e far inmediatamente qnalqucr
reparo que lhe for determinado pelo engenlieiro.
4. O pagamento desta obra ser feito em quatro
preslaces iguaes : a primeira depois de feilo o terco
d*s obras do lauro : a segunda depois de completa-
dos os dous (eros : a Icrceira quando forcm recibi-
das provisoriamente : e a quarla depois da enlrega
definitiva, a qual lera lugar nm anno depois do rece-
bimenlo provisorio.
5.a Para ludo o mais que nao esliver determinado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que d>spoe a
respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme.O secrelario,
Antonio Ferreira d'Annuilcian'io.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria proviu-
cial, em cumprimenlo da resoluciio da junta da fa-
zenda. manda fazer publico, que no dia 26 de Janei-
ro prximo vindouro, vai novamente a praca para
ser arrematado a quem mais der. o rendimenlo do
imposto do dizimo do gado ca val lar nos municipios
abaixo declarados:
l.imociro, avaliado annualmenlc por 588*00
Brejo, por 508000
Boa-Visla e Ex, por < 1988000
A arremalaeao ser feila por lempo de tres anuos,
acontar do 1. de julho de 1853 i 30 de junho de
1856.
O* licitantes comparcam na sala das sessoes da
mesma junla, nodia cima declarado, pelo meio dia,
com scus fiadores competentemente habililados.
E para constar se mandou aflixar o prsenlec pu-
formidade com o que dispOe o arl. 31 do regulamen:
to das obras publicas.
3.' A importancia da arrematado sera paga cm
tres prestaeOes sendo, a primeira de dous quintos pa-
gos quando o arrematante houver feilo melade das
obras: a segunda igual a primeira, paga no fin das
obras, depois do recebirnenlo provisorio, e a ultima
paga depois do anuo de responsabelidade e enlrega
definitiva.
i." Para tudo o que nao esliver determinado as
Secretaria da liiesouraria provincial de Pcrnam-
bucb 17 de dezembro de 1853.O secrelario,
Antonio Ferreira da Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da, manda fazer publico, que da dala deslc a 30 dia8
seriio arrematados peraule a mesma thesouraria, e
a quem mais dr nos termos do alvar de 14 de Ja-
neiro de 1807 as Ierras maleriaes c mais perlences
da capella vaga de Nocsa Seuhora do Socorro, cila no
engenho Soccorro da f'regueziade S. Amaro de Ja-
presenles clausulas ou no orcamento,seguir-se-ha as Doa,ao : Pula 1ue as pessoas que quizerem licitar, de-
disposiOes da lei n. 286 de 19 de maio de 1851. ( ven1 comParecer na sala das sessoes da referida Ihe-
Conforme o secretario, Antonio Ferreira d'Annun- sonraria, as II '2 horas do dia 21 de fevereiro pro-
ciai-ao. limo futuro ; advcrlindo que a arremalaeao ser fei-
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin- ,a a dinneiro cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-' Secretaria da thesouraria de fazenda de Periam-
sidente da provincia de 22 do correle, manda fa- buco ,6 de Janeiro de 1851.O oflicial maior,
zer publico, que nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro pro-1 Emilio Xavier Sobrelra de Mello.
ximo vindouro, perante junta da fazenda da mes- cornel chefe do balalhao n. 2 de infantaria,
ma thesouraria, se hade arremalar a quem por me- em cumprimenlo ao oflicio doExm. Sr. general com-
aos fizer, a obra do a^ude na Villa Bella da comar-
ca de Paje de Flores, avaliada em 4:0048000 rs.
A arremalaeao ser feita na' forma dos arls. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 tle maio de 1851,
esob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremata-
sao, comparcam na sala das sessoes da mesma un-
ta, nos dias cima declarados pelo meio dia, compe
ternemente babeliladas.
mandanle das armas desla provincia, faz publico
que em ordem do dia desla mesma dala,dada ao ha-
(alho, foi declarado ausente o Sr. alferes Manoel
Baplisla Hibeiro de Farias, por ter sido sustada cm
ordem do dia do qqarlel general sob o n. 45 de 13
do andante, a licenja que ob""ve do governo, por
aviso da reparlicao da guerra 28 de oulubro pr-
ximo passado, publicada em uLa outra ordem do so-
bredito quarlcl general ii. 41 de 4 tambem do andan-
te; pelo que, cm virtude do disposlo no artigo 3 da
E para constar se mandou aflixar o urganle et'"'
publicar.pelo Diario. "VT^lei de 26 de maio de 1835^ he o mesmo Sr. alferes
Secretaria da thesouraria provincial de PernAi-j cha,nado a tazer sua aprescnlaeao, aiim de evitar a
pena designada no artigo 1. <]a citada lei para os of-
ficiaes desertores.
buco, 24 de dezembro de 1853.O secretaras..
Antonio Ferreira d'.lnnuneiarao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.a As obras desle acude serao feilas de confor-
midade com as plantas e orramenlo, apprcscntados
nesta dala a approvaeao do Exm. presidente da pro-
vincia, na imporlancia de 4:0018000 rs.
2. Estas obras devero principiar no prazo de 2
mezes, e serao concluidas no de 10 mezes, acoular
conforme a lei provincial n. 286.
3. A importancia desla arrematacao ser paga
em Ires prestac/es da maneira seguinle : prime ira
dos dous quintos do valor total, quando (ver con-
cluido amclade da obra ; a segunda igual a primei-
ra, depois de lavrado o termo de recebirnenlo pro-
visorio ; a lerceira (nalmenle, detum quinto depo-
is do receb i ment definitivo.
4. O arrematante ser obrigado a communiear a
reparlicao da obras publicas com antecedencia de
30 dias. o dia fixo em que lem de dar principio a
exeei.cao das obras, assim como Irabalhar sp-
Quarlel do commando do balalhao n. 2 de infan-
taria na cidade do Recite 22 de Janeiro de 1854.
Manoel Munii Tacares.
DECLAEACO'ES.
Real companhia de paquetes inglezes
a vapor.
No dia 31 desle mez,
esnera-se da Europa
um dos vapores da
rornpanbia, o qual de-
pois da demora do cos-
lume seguir para os porlos do Su!: para passageiros,
Irala-se com os agenles Adamson llowie & Cumpa-
nina, na ra do Tiapiche Novo. n. 12.
O conselho de adminislrai.ao naval contrata pa-
os navios armados e mais eslabelecimcnlos do ar-
senal o fornecimento dos gneros sesuiiles: arioz
lirauro do Maranbao.aguardente de 20 araos, aasuca
branco de primeira sorle, carne vente, larinha de
mandioca, feijJo mulalinbo, pao, bol-cha, loucinho
Suidamente duran,. ,5 dias.a.im de que possa o en- ^^$iZZ&&% oT^uM
o prsenle e
2 mesas com gaveta para escripia, comprimen! 8
palmos, largura 5 ditos.
2 escrivaninhas de metal.
12cadeiras de palliinh.
CiiM da ordem.
1 mesa grande com gavetas, comprimeulo 12 pal-
mos, largura 5 dilos. >.
6caderas de palhiiha.
6 mochos.
2 escrivaninhas di metal.
Eslado-mnioi.
t mesa grande, comprimeulo 12 palmos, largura
, C ditos,
1 dila pequena com saveta comprimenln 6 pal-
mos, largura 4 dilos.
2 marquetas de palliinlia.
12 cadeirasde dila.
1 escrivaninlia de metal.
2 lanlernas de broazc.
i (alba para agua
t pacaro de cobre
(iii-rda do quarlcl.
I barra de madeira.
1 mesa pequena. coifiprimenlo 6 palmos, largura
4 dilos.
I larimba.
1 candieiro decobie.
1 lina para agua.
1 pucaro de cobre.
Ilepailiiv.o do quarlel-meslre.
1 mesa com gaveta, comprimeulo (i palmos, lar-
aura 1 dilos.
2 cadeirasde palhinha.
1 marque/i dila.
2eaix0es grandes para fardamenlo. complnenlo
8 palmos, largura 4 dilos, altura 4 ditos.
I cscrvaniulia de metal. *
4 sarilhosde50 armas cada nm;
Para rada companhia.
1 caixao grande para fardamenlo, comprimen) 8
palmos, largura diio% altura 4 dilos.
2 mesas pequena' com gavetas comprimcnloO
Irnos, largura 4 dilos. -
2 Umboreles.
2 linas para agua.
2 ps de ferro.
2 carrinhos de mao. *
2 puiaros de cobre.
2 barras de madeira.
2 saiilhos para 50 armas cada um.
2 candieiros de coiire.
. 1 barril para conducca d'agua.
As pessoas a quem convier vender laes objeclos. a-
prcenlein suas proposlas em cartas fechadas na se-
cretaria da mesma liiesouraria, ate 26 do corrente,
adveitindn que os objeclos de madeira, serao todos
de amarello.
Secrelaria da Ihcsruraria provincial de Pcrnambu-
co 14 de Janeiro de 1S54. O secrelario,
Aif Ionio Ferreira da Annunciarao.
O Sr. director do lyceu desla cidade manda
Tazer publico, que as matriculas do mesmo lyceu
acham-se aberuy do dia 15 al o lim do crrenle,
en dia 3 de fevereiro vindouro lem de principiar
s j raba I i ios. Directora do lyceu 10 de Janeiro de
1851. O amanuense, Hermenegildo Marcellino de
Miranda.
Para conhecimento de quem possa interessar,
se faz publico, que pelo capataz da eslaco do Cupe,
foi remelliila a_ esla reparlicao urna jangada de pes-
cara que all fdra lomada a mis individuos suspei-
!os; prevenindo-se .|uc de hojea 30 dias uao appa-
recendo dono, ser vendida na porta do almoxarifado
do arsenal de mariiiha, parasalisfazer-se as despezas
que se horverem feilo. Secrelaria da capitana do
porto de Pernambuc 5 de Janeiro de 1854.No im-
pedinVnlo do secretarioJoo Roberto Augusto da
Silva.
O Illm. Sr. capilo do porto, para tornar eflec-
livas as porlos, mandado pi em execucao pelo decreto nv
penal de 19 de maio de 1816, manda, para couheci-
menlo dos inleressadus, publicar os arligos seguiutes
do mesmo regulameilo.
Arl. 11.Ninguem peder dentro do lilloral do por-
lo. ou seja na parle reservada para logradouro pu-
blico, ou seja na parle que qualquer lenha aforado,
construir embarcarao de coberta, ou/azer cavas para
as fabricar encalhaih-s, sem que, depois da licencada
respectiva cmara municipal, oblenha a do capitn
do porto, o qual a ni dar sem ler examinado so po-
dera ou nao resultar dahi algum damno uo porto.
Arl. M. Ninguem poder fazer alerros ou obras
no lilloral do porto, ou ros navcgaveis.sem quetenba
obtido Itccnea da cmara municipal, e pela capitana
do porlp neja declarado, depois de feitos os devidos
exornes, que nao projudicam o bem eslado do por(o,
ou ros, anda mesmo os eslabelecimenlos nacionaes
da marinlia de guerra e os logradouros pblicos, sob
pena da demoliro das obras, e mulla alcm da indem-
nisacao do damno qce liver causado.
Arl. 14. Ningueu, poder depositar madeiras lias
praias nem conservar nellas, ou nos ces por mais de
cinco dias, ancoras, locas de arllharia. amarras ou
oulios quaesquer oh|eclos qu% emhararem o Iransilo
e servido publica, anda que lenha licenea da c-
mara municipal. E quando para o deposit e demo-
ra de laes objeclos d-.T licenea o eapilao do porto sem
prejoizoda sobredila servido, s se poder fazer da
lateme da preanwr das aguas vivas para oima. Os
conlravenlorcs, alm da multa a que forem sojeilos
pelas posluras obrigarins a fazer escavar qualquer aria, que se acu-
mule em detrimento do porl.
Secretaria da rapiania do porlo de Pernambuco 3
de Janeiro de 1853.No impedimento do secretario,
Manoel Afnbrosio di Conccicao Padilha.
Pela mesa do consulado provincial se fat pu-
blico, que no rodeno mez de Janeiro leve principio
a c,.branca do< iuiposlos abaixo declarados, perten-
ceniesao annoWiAnceiro de 1853 1854:mposlo d-
.( por cenlo, dito de casas de vender bilhetes e cauto
las de lolerias de oulras provincias, dito de casas de
mudas, dito de casas de jogo deb Miar.
O arsenal de niaruha vende embasta publica,
na porla do almoxarifado, no da 25 dn corrente mez,
9 arrobas de bolarha arruinada, 6 ditas de plvora
dita, e urna porraode botijas e garrafoes vasios qoc
servirn para conler oleo. Secretaria da iispcccao di)
arsenal de mar i n lia de Pernambuco 21 de Janeiro de
1854_.No impedimento do secrelario,
Manoel Ambrosio da Conceteao Padilha.
Pela capitana do porto desta provincia necle-se
arw Srs. Joo, E*teves da Silva. Oreg.irio Jos de Sap-
l'Aiina, Manoel dos Nascimenlo, Manoel Figueiroa
de lana,.Manoel Gonzaga Fruc(uoso Henriqups, Ma-
noel Marques dv Oliveira, Manoel Francisco Xavier,
Joo Ce*tr, Joao Baplisla de Macedo e Bcrnanlino
da Silva Ijuimaraes, queiram mandar buscar as ma-
triculas le suas canoas, queja se acbam promplas na
secrelaria da mesma, capitana. Capitauia do porlo
iIp l'einainliuco 21 de Janeiro de 1854. Elisiario
genheiro encarregado da obra assistir aos primeiros
trabadlos.
5.". Para todo o mais que naoesliver especificado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que determi-
na a lei provincial n. 286, de 17 de maio de 1851.'
Conforme. O secrelario, Antonio Ferreira
d'Annunciacao.
* O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidenle da provincia de26 do corrente, manda fazer
publico, que nodia 26 d Janeiro profimo viudouro,
vai novamenle a praca para ser arrematada a quem
por menos lizer, a obra do melhorameiilo do rio
de Goianna, avaliada em 50:6008000.
A arrematacao ser feila na forma dos arls. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
Aspessoas que se propozerem a esta arrematacao,
comparcam na sala das sessoes da mesma junla
no dia cima declarado, pelo meio dia, competen-
temente habilitadas.
E para constar se mandn aflixar
publicar pelo Diario.
Secrelaria da liiesouraria provincial de Pernam-
buco, 17 de dezembro de 1853. O secrelario, An-
tonio Ferreira d' Annunciaro.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.a As obras do melhorame'nlo do rio de Goianna
far-se-haode conformidade com o orcamento. plan-
las e perfis,.approvados pela directora em couselho,
e apresenlados a appruvaro do Exm. Sr. 'presiden-
te da provincia, na imporlancia de 50:6008000.
2." O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de Ires mezes e as concluir no de ttes annos,
ambos conlados pela forma do artigo 31 da lei n
286.
3. Humille a execucao dos (rabalhus, o arrema-
tante ser obrigadn a proporcionar irausilu as cano-
as e harcacas ou pelo, canal novo ou peto lrilho ac-
tual do rio.
4. O arrematante segar na exeenro das obras,
a ordem do trabalho que lhe for determinada pelo
engenheiro.
5.a O arrematante ser obrigado a apresentar no
lim do primeiro anno, ao menos, a quarla parle das
obras prompta e oulr.. tanto no lim do segundo an-
no, e fallando a qualquer dessas.ranftcoes pagar
urna molla de 1:<>J08000.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector dathesou rana provin-
cial, em cumprimenlo da resotucao da junla, manda
fazer publico que no dia 9 de fevereiro prximo vin-
diuiro, vai novamenle praca pjra ser arrematada
perante a mesma junla, a quem por monos fizer, a
obra do aterro e empedramenlo da primeira parle do
primeiro lao da estrada do norte, avaliada em
28:0968887 rs.
A arremalaeao ser feila na forma dos arligos 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
ob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
ulienrique, por ter engajado a 'maior
parte do seu carregamento ; ainda rece-
be alguma carga, escravos.a frete e pas-
sageiros, para o que se tratara' com Ma-
noel da Silva Santos, na ida da*Cadeia n.
40, ou com o eapilao na praca.
Para a Baha vai sahir em potteos
diasoliiate nacional' "Amelia; para o
resto da carga e passageiros, hata-secom
Xovaes &Coiupanliia, na ra do Trapiche
n. r>J, primeiro andar.
Para o Porto com presteza,
o nnvoc velleiro brguc poriuguez Esperanza, pro-
, cenle da Babia, vem a esle porto rereber a maior
parle do seu carregamento, queseacba prompta e a-
penas (cm pequeo vao para diminua carga a frele.
Tambem idferpce ptimos rommndos para passagei-
ros #os prelendenlcs dirijam-se ao escriptoro de Bal-
lar & Oliveira, ra da Cadeia Vellia n. 12.
Pnrn Lisboa a barca porlugiieza Crulidao pre-
lendesabir com brevidade : quem nclla quizer car-
reaar ou ir de passagem, para o que lem aceiados
commodos, cnlenda-se com os consignatarios P. de
Aquiuo Fonseca & Filho, na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar, ou com o eapilao ra praca.
Para o Aracaly segu com brevida'de o biale
Parahibano ; recebe carga e passageiros : iraia-se
com Cela no Ciraco da C. M. ao lado do Corpo San-
io, loja de massames n. 25.
O eapilao Elias C. Tcrry da barca americana
Ohio. arribada a este porto, na na viagem de Calho
de Lima, com carregamentude suauo, precisa a risco
martimo sobre o casco, carga e frele do dito
navio, de cerca de 4:0008000 rs. para occorrer as
despezas e concertos do dito navio, afim de seguir
sua viagem : os pretendenles queiram mandar suas
proposlas em cartas fechadas no prazo deqoalro dias,
no e-criplorio de llenry Forsler & C, consignata-
rios do mesmo : na ra do Trapiche Novo n. 8.
Para a Bahm.
Seguir cm poucos dias. por ler a maior parlera
carga prompta, a escuna l'eremns, para o reganle e
passaaeiros (rala-se rom Jos Baplisla da Fonceca
Juui, .i, na ra do Vigario n. 4 primeiro andar.
Pata o Kio de Janeiro.
segu impreleriyelmenle no dia 29 do correnle a ve-
Ieir escuna nacional Linda: para passageiros eos-
cravos a frele, Irala-se na ra da Cruz, n 28, pri-
meiro andar.
Para o Aracaty.
Segu em poucos dias o bem conhecido biale Ca-
pibaribe, meslre Anim i Jos Viaiiua, por j ler al-
auma carga prompta: para o resto e passageiros, Ira-
la-se na ra do Vigario, n. 5/
Ceara', Maranhao e Para'
Segu em poneos dias o brigue escuna nacional Ar-
Celina, ja lem maior parle da carga engajada, o res-
tante Ii ala-so rom u consignatario Jos Baplisla da
Foneca Jnior : na ra do Vigario, n. 4, primeiro
andar.
Para es porlos do norte al o Ccar, patacho
nacional Amargoso: para carca e passageiros trala-se
com o meslre a bordo, ou com iteruardino Jos Mon-
leiro, na ruado Queimadn n. 44.
Para a Babia, rerelie passageiros
smenle, o brigue inalez hlice
llrilleant, sabe nodia 6 do corren-
te: os prelendentes queiram dirigir-
se aos consignatarios.
ICIIir, lid i na uu
Attencao.
Pede-se ao Sr. M. C. H. S. quevenha pagar a sua
lellra da quanlia de 5OS0UO rs., vencida ha muilo
lempo, a pessua que S. S. nflo ignora, no prazo de 8
dias conlados desla dala, e nao o fazendo lera de ver
seu nome por extenso nesle Diario. Kecife 24 le Ja-
neiro de 1854.loaquim Duarte Pinto e Silca. '
O l)r. Thomasslme suascuhora.retiram-separa
fra do imperio.
Miguel Joaquim de Caslro Marcarenhas, dou-
tor em medicina, lema honra de participar ao res-
peilavel publico, quepassou-sedo primeiro andar da
rasaenique morava.sita no aterro ilaBoa-Visla n. 18,
para o segundo andar da mesma, onde pode ser pro-
curado para lodos os msleres de sua profissao.
O abaixo assignado, respondendo ao annuncio
doSr. Daniel Cesar Hamos, publicado no Diario de
hontem, declara pura que chegiic ao conhecimento do
respeilavel publico, que he falsa c inteiramente pr-
fida a exposicao feila pelo dito Sr., lalvez por encoin-
menda, e com o fin de desacreditar ao mesmo abai-
xo assignado.c lantoa referida exposicao nao lemfun-
darnenlo serio, que o abaixo assignadn provoca direc-
tamente ao Sr. Daniel, para que prove em juizn o que
nella disse, sob pena de passar por cobarde, por um
calumniador. Fra melhor que o Sr.< Daniel pagas-
se o que deve ao abaixo assgnado.do que ler o indig-
no procedmcnlo de servir de iustriimenlo conlra elle,
da maneira a mais desleal. Em juizo he que assump-
los laes se ventilan) ; venba pois elle, Sr. Daniel, e
ficar desmarrara-do. Appruveitando a opporluuda* ^ que a de Sanils s appareceu em 1842, poca a
de, o abaixo assignado submelte ao criterio do publi-i qual esle droguista nao pode obter a agencia do Dr.
en o documento que acompanha este, do qual cons-
ta que ludas as contas da eflincla sociedad.- que leve
com o sen cimbado Eduardo da Cosa Oliveira. se
acbam liquidadas e por elle pagas ; e isto servir para
mostrar o pessimo carcter de certa classe de embus-
leiros, que" procurara deprimi-lo, dizendo que'elle
se acha carregado de dividas daquella exlincla socie-
dade.
Recifc 25 do Janeiro de 1851.
Del fino Miguel da Costa.
a Declaro que me acho pago e sali-feilo de toda a
quanlia que me era devedor n Sr. Delfinu Miguel
da Cos(a, e liquidadas todas as miiibas contas enm o
dito Sr., rn.iiivaiuenlc sociedadc que livemos em a
loja de mindezas sita na ra larga do Rosario n. 44 ;
para clareza do que fafo a presente.
Recife 12 de novembro de 1853.Eduardo da Gu-
la Oliveira.N. 73. Pagou 160 rs. desello. Recife
24 de Janeiro de 1854.Carvalho.Limoeirn.
Precisa-se de urna ama para o serviro de por-
tas a denlro: na ra do Livramenton. S.
Quem precisar de urna ama para casa de pouca
familia : dirija-se a Iravessa do Cahlcireiron.10, que
achara com quero Iralar, a qualquer hora.
Ar&naga & liryan, participan! que
o Sr. Joaquim Ignacio Gomes Ferreira,
deixou de sercaixeiro de sua casa de com-
mercio desde o dia 23 do corrente.
Luiz Thom Gonzaga Jnior retira-setpara a
Europa a tratar de sua saude, e deixa por seus pro-
curadores ao seu irnio Jos Joaquim Moreira e ao
Sr. Joaquim de Albuqucrquc Mello.
Jo* Machad Pimenlel, caixeiro dos senliorcs
Roslron Rnoker 4 C, declara que por li.iver oulra
pessoa de igual nome, se assignar d'ora em diaule
Jos Marhailo de Souza Pimenlel.
Oh"erere-se urna ama com bom leile, sem filho:
na ra das Cruzes n. 18, loja.
Na praca da Independencia, livraria lis. 6 e8,
existe urna carta para o Sr. vigario Manoel Vicente
de Araujo.
LEILOES
O asente J. Calis faro leilo no armazem de
M.tjarneiro na ra do Trapiche n. 38, sexta-feira
27 do correnle as 10 horas da manhaa em poni, de
tda a mobilia e perlences do hotel Recife ; assim
como tambem de um piano inglcz e umcabriolelcom
os com ptenles arrcios.
Joaquim Ferreira da Silva Jnior, faz leilao do
292 caixas com charutos da Babia, por conla de quem
perlencer : quinla-feira 26 do correnle, as 10 horas
do dia no caes da Alfandega armazem de Joe Joaquim
Pereira de Mello, em porces, a voutade doscompra-
dores.
Rollie & Bidoulac fazera leilao, lioje
2."> do correnle, de 46 caixas com quejjos
flamengos: na porta da alfandega as 11
horas em ponto, por couta de quem per-
tencer. 1
O agente Borja Geral-
dcs, far leilao no seu ar-
mazem, na roa do Colle-
gion. 11, sexta-feira 27
do rorrele, as 10 labo-
ras da mandila, consjslin-
do em 4 pianos, sendo 1
delles de Jacaranda, rom-
___modas de Jacaranda com
ppdras. ditas de nniarello,consolo.s com Iremos do ja-
carando, dilos do amarello. sofs, cadeiras, mesas re-
|j> Homeopathia.
* O Dr. Sabino Olegario Lu.lgro Pinho mu-
9 dou-separaopulaceleda ra deSau Francis-
co, (mundo Novo) n. 68 A.
S
OITerece-se um moco porlugoez chegado lia
poueo, de 13 annos de idade. para caixeiro de qual-
quer eslabelecimcnlo : quem pretender annncie sua
morada.
. l ma pessoa qoe lem de rao Pago de Camara-
gibe e Macei, na provincia das Alagos, se ollerece
pjra promover qualquer cobranca. medanle o qne
se ronvencionar, o annunciante dar a garanta pre-
cisa: no pateo do Paraizo sobrado da esquina, pri-
meiro e segundo andar, se dir quem lie.
Na ra do Collegio n. 5, precisa-se fallar o
Sr. Cassiano Antonio Pinto a negocio de seu inte-
resse.
Na ra dn Collegit n. 5. precisase fallar ao Sr.
Jos Alves Guerra, a negocio de seu interesse.
50$ de gratiicacao.
Em junho do anno prximo passado, fngio do abai-
xo asdgndo um seu escravo de naco. de nome Se-
bastin, representa ler mais de 40 annos. alto, refor-
rado ilo corpo, |>cs e mos Krhssas, denles limados,
punca barba, falla e anda muilo deseaneado. cujo
escravo lei comprado a Illma. Sra. I). Marianna da
Ci nceiro Pereira, moradora na rus da* Flores e he
de presumir que o dito escravo fosse fnrlado, visto
que at boje nao ha noticias dellc, recommenda-se as
dignas autoridades policiaes e capilacs de campo a
captura do mesmo.
Attencao.
Roga-se aos senliorcs fiscas, hajam de lanrar snas
donda, de jaranda.ompedra. lilas de amarello, I vislas sobre as casas que no domingo se conservara
rimenloa comparererem as!2bores do da8 do cor-
renle na sala das sessoes do mesmo conselho, com
suas amostras o proposlas. Sala das ses-.es do conse-
lho il adminislraro naval em Pernambuco 24 de Ja-
neiro de 1851.O secrelario. Chrislocao .Santiago
de Oliveira.
-n I'1"" ordem do conselho de direceSo do banco de
I ernambueo, se Taz publico que vilo ser vendidas 13
accoes correspondentes quanlia de ris -2:6IX)000.
que falla realisar para completar a primeira presta-
rlo de 20 por cenlo da segunda entrada de capital.
Os prelendenles as mesmas acedes podem dirteir ua
proposlas em caria fechada ao conselho de dirercS,
al sabbado prximo fuluro.
O conselho administrativo, em virlude doaulo-
nsaroes.do Exm. presidente da provincia, tem de
comprar os objeclos seguinles :
I liasleparabandeira.
209 mantas de la.
20 canelas.
6 travs le constraccSo de :!0 a 33 palmos.
(> bad.iincs'de % oitava de polegada.
4 arrobas de ac norlugupz.
10 toneladas de carvo deaedra.
8lenc 20 covados de casemira verde para vivos de sobre-
casacas.
20 ililos, dila amarela para golas.
21 resmas de papel almajo.
5 ditas de peso.
1.825 penuasde gango.
16 linleiros.
II areciros.
20 exemplares de nbas curvas e recias.
I panno morluario.
200 pares de rbinelos rasos.
24 copos de vidro.
Quem quizer ,cnder laes objeclos, aprsenle suas
proposlas em caria (cebada na secretaria do conselho
admrnislralivo, al (0 horas do dia 30 do correnle
mez.
Secrelaria do conselho administrativo, para for-
neciraenlodn arsenal de guerra, 23 de Janeiro de
1854. Jos de rita Ingle:, coronel presidente.
Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e se-
cretario.
Tribunal do Commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco se faz publico, que na dala
do hontem, foi mal aculada esle tribunal a firma
dos Srs. Paln Nash & Companhia. domiciliada nesla
praca, na qualidade de commercanle de grosso Iralo
de I .izo mas ser-cas e molhadas.
Secretaria 23 de Janeiro de 1855. JoSo Ignacio
de Medeiros Reg, no impedimento do secrelario.
A capitauia do porlo desla provincia convida a
lodos os possuidures de embarcan es de qualquer qua-
lidade ou loleque sejam, qur s'ejam de uso publico.
Hlenle uso particular, assim como aos individuos
nellas empregados, para que snlicitem as compelen-
les licencas aniiuae- e matriculas al o dia 31 do cor-
renle mez, das quaes deverAo andar munidos ; pre-
venindo-os quedessa dalaem.diante lodoequalquer
que for encontrada sem que lenha satisfeito as dis-
|mscOes dos arls. 73, 71, 75 e 76 do regulamenlo das
capitanas mandado execnlar pelo decrelo n. 417 de
19 de maio de 1846, ficar sujeilo as penas indicadas
no ultimo dos rilados arligos, e para que se nao alle-
gue ignorancia, faz publico o prsenle annuncio. Ca-
pitana do porlo de Pernambuco 16 de Janeiro de
'1854.O rapilaii-lei enle,
Etisiario Antonio dos Santos.
A thesouraria rrovinrial, cm cumprimenlo do
ordem do Exm. Sr. presidenle da provincia de 10 do
corrente, (em de comprar os objeclos abaixo declara-
dos para o corpo de polica.
Secretaria do corpo.
1 sinele d'armase seus perlences.
2 armarios para o archivo, altura 10 palmos, lar-
gura 7 di lo. e 14 poleadas de fundo.
Antonio dos Santos, eapilao do porto.
QtimFEIRA'iCDE JAMURO DE IftJ.
ULTIMA RECITA DA ASSIGNATL'RA.
Depois que os professores da orche'tra eexcularem
urna liellissima nuvi rlura, composicao do Sr. Oresles,
a companhia juveni. thaliensceulerjiina representar
o sublime nielo-drama sem-sacro pastoril, dividido
em 2 actos o t qnadros, que se intitula
i REVEUCA
DO
Smillll DO ESSIAS.
A arcao passa-se na Juda, nos arrabaldes da cida-
de de Belein.
A poesa, a nosira, a dansa e as decorac&es sti
producco.es dos Srs. Modesto, Orestes, De-Vecchy e
Doniell -.
Depois do (erceiro quadro o Sr. Joo Jacinlho R-
bero, por obsequio, cantar pela primeira vez nesle
Ihealro, a cavatina da
ItVkW
iU opera cmica, a Velhice Nnmorada, do maestro
Miro.
No lim do quarto quadro Mine. Depenni. p o Sr.
Caularelli, tambem por obsequio, cantara o lindo
duelo ila
reloaio com urna rica caixa de jaraiand, espelhos
franrezes de molduras do jacarand.c dourado, lou-.
cadores grandes e pequeos de amarello e jararand.
marquezas, berros de Jacaranda, ditos de amarello,
camas de armaco. dilas francezas, apparadores, la-
valorios de Jacaranda com pedra, dilos de amarello,
qoadrns rom bellas estampas cm ritas molduras, lan-
o coloridos romo em fumo, apparclhos de porcelana
para a I moco e janlar, candelabros, serpentinas, lan-
lernas, candieiros francezes, obras do ouro e prala,
como bem relogios, allineles, brincos. annelOes, co-
Iheres de prala.casliraes elc.mcios aderecos.a!Tinelos
eboioes de ouro francez ; c aomeio dia em ponto ir
em leilao 3 lindos escravos, diversas ppdras marmores
grandes e pequeas para consolos e mesas redondas,
e una porfo de marnela,la, e onlros muilos objec-
los, que s com a vista se pode apreciar.
AVISOS DIVERSOS.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Aos 20:OO0'0O rs.
Acham-se a venda os bilhetes da lotera
i.a do Monte Po: os premios serao pa-
gos logo que. se fizer a distribuicao das
listas.
A cantora Adeodata Lassagna-
Acha-se actualmente entre nos nma canlura de dis-
linclo mrito, a Sr. Adeodala Lassasna. que rhegou
do Kio de Janeiro no vapor Cuanabra, e esla he a
nosso ver urna boa n\ a^iue damos aos dlechinles.
e lano mais por que segundo nos infonnaram pessoas
que a couliecem do Rio de Janeiro (onde esleve es-
criplurada por largo lempo como primeira dama pa-
ra o Ihealro de S. Pedro e muilo agradou ao povo
Ilumnense, ) he urna cantora digna de ser apreciada
por lodos os amadores. De passagem para a sua bel-
la Ierra d Italia, esperamos que ella nos poneos dias
que se demora ncsla cidadt dar aos seus habitantes
o prazer de a ouvircm o de confirmarem o conecito
que j lem adquirido n'outras Ierras do Brasil. Con-
fiamos que i Sr. Lassagua nao negar as nossas
esperancBS, prestando-se. como creios far, o Sr.
empresario do Ibeatro de S. Isabel para a salisfaeo
te nossos desejos. E o bom publico Pernamburau,
sempre generoso e benvolo, nao deivar por cerlo
de ,i,ollier a liova canjra que o visita, com o boiula-
pe c protoccalo que n.lo sabe recusar aos que a im-
plorara, e a merecem. No Lassagua oblenha urna completa rerepcao
O apreciador do tlenlo.
Do engenho Boa-Visla ih^ (oianna. desappa-
receu a lanos de abril do iinnn^roximo passado um
mualo com 35 annos de dado mais ou menos, bauo
clreio do corpo, cabello poucos sollos, cilios pouca
negros, pequeos e vivos, subraiiselhas fechada-, e
um pouco crespas, nariz lirado, bocea regular.deules
limados, leudo um na frente do lado superior que-
brado, hadante barbado, as conserva imperiaes, ou
enlo p de moleque chamado, cor ataranjadu (osla-
da, pellos muilo cabelludos e bracos, maos speras e
carnudas, um pouco menos ao lado direilo, no andar,
tem as pernas bastante cavalleiras, ps pequeos, e
um dos dedos polegares.creio que do p direilo; bas-
tante destruido por urna ferida, cujo mal cslragou a
unha.dimiiiuio o dedo,e fez un meio una cintura,lem
as nadesas eslragadas de castigo, rhama-se Theodoro,
lem o bom cosluine de andar limpo, camisa de ma-
dapoln, ou riscado 4e algodaoziuho, colarinho desa-
humado, calca ou ceriiiibo, Irazendn a camisa sempre
por cima. Dcsse mesmo engenho, dcsappare-
ceu a lanos de setembro prximo passado urna es-
crava denominada Mara, com esles siguaes : 2 an-
uos de idade pouco mais ou menos, altura regular
pouco corpo, cabellos desandados, cOr bem fula
quas acabralhada, Icsla um poucu saliente, o aca~
libada, sobraucelha regular, olhos fumacados. pe-
queos e vivos, nariz baixo porem lirado, boca regu-
lar, denles perfeilos e iiatnraes, lem sobre as cosas
do bombeo esquerdo. nina marca de fogo.comde/, no-
Em seguida o Sr. Ribeiro e a Sra. Pessim
rao umpassoa dous a carcter, intitulad,.
dansa-
REDOWA POLKA.
Rindo drama, o Sr. Ribeiro execular a i
iosa
VALSA DO PA^DEIRO.
aqual fui sempre coberladcapplausoslantoem Lisboa,
como no alaranhao.
Seguindo-se n acln da
MAMA'I VOVtV
em o qual, a pedido .de alguus senhores assignandes
e amigos, oarlisla Sania Rosa far por salisfazer a
curio-ida,lo publica.
Dar fin o espectculo a repelieao do lindo e ap-
' slaix.aajjo caiwBz,
composicito do meslre de baile Jos De-Vecchy.
Principiar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
Para o Rio de Janeiro seguir' em
poucos dias o veleiro patacho nacional
provocado infinitas invejas, e, entre oulra*, aa dos
Srs. A. R. D. Sands, de New-York, preparadores
e proprielarus da salsa parrilla conhecida pelo no-
me de Sands.
Esles senhores solicitaran! a agencia de Salsa par-
rillia de Dristol, econio nao o podessera obler, fa-
bricaran! urna imilafo de Brslol.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. D. Sands es-
creveram ao Dr. Brislol no dia 20 de abril de 1842,
c que se leba em nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Briitol.
Bfalo. iC.'
Nosso apreciavel senbor.
Era lodo o anno pastado temos vendido quanti-
dades consideraveis do extracto de Salsa parrilhe de
Vmc. e pelo que ou vimos dizer de suas virtudes
aquelles que a tem usado, julgamos que a venda da
ilita medicina se ausmeular mnilissimo. Se Vmc.
quizer fazer um convenio comnosco, eremos que
nos resultara milita vanlagein, lanto a nos como a
Vmc. Temos inuilo prazer que Vmc. nos responda
sobre; esle assumpto, e. se Vmc. vier a esla cidade
daqui a um mez, ou cousa semelbante, feriamos
muilo prazer em o ver em nossa botica, ra de Ful-
ton. n.79.
Ficaro s ordens de Vmc. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. SaNDS.
CONCLUSAO".
1.e A anliguidade da salsa parrilha de Brislol he
claramenle provada, pois que ella dala desde 1832,
Brislol.
2. A superioridade da salsa parrilha de Brislol
he inconlestavet; pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, e de urna pnreo de oulras pre-
paracots, ella tem raanlido a sua repulacao em qua-
s toda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilha em todas as enfermedades originadas
pela impureza do sangue, e o bom exilo obtido nes-
ta corle pelo Illm. academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos Peixoto em sua clnica, e em sua
afamada casa de saude na Gamboa, pelo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exercito, e
por varios oulros mdicos, permillem hoje de pro-
clamar altamente as virtudes efficazes da salsa par-
rilha de Brislol vende-se a 58000 o vidro.
O deposito desta salsa mndou-se para a botica
franceza da ra da Cruz, em frente ao chafariz.
28
RA DAS CRUZES.
No consultorio do professor homopalha
Gossel Bimont, acham-se venda as obras
seguinles:
Segunda edirjSo dos elementos de ho-
mopalhia ; revista consideravelmeule
augmentada, e redigida de proposito para
os principiantes que quizerem de boa f
experimentara nova mederiua. 65000
Tralamento hnmopalhiro das
molestias venreas, para cada um
poder curar-se a si mesmo.....
Palhogenesia dos medicamentos
homoplhicos brasileos e poso-
logia homopalhica, ou adminis-
iracao das doses..........
OBRAS EM FRANCEZ.
Diccionario completo de mede-
cina ................
Organon da arle de curar. .
Tralamento das molestias chro-
nicas ...............
Novo manual completo do Dr.
Jahr.
19000
39000
109000
79000-
Memorial do medico homopa-
lha....... .......
Medicamentos.
Urna car le ra com os 24 princi-
paes medicamentos (tubos grandes)
e a segunda edicco dos Elementos
de homeopathia. ......
Urna carleira com os 24 princi-
pa es medicamentos .....
Grande seriimenlo de carleiras
de lodos os lamaobos por precos
commodissimos.
1 i olio de glbulos avulsos .
1 frasco de y onca de lnlura a
cscolha ......
189000
149000
39000
209000
109000
500
I9OOO
libertas, como he publico, mercadejando sob pretexto
de morarem dentro das mesmas, quando.....rain um
qnarlo do legn dislanlp, islo se lhe pede para cum-
plimento da lei. O Macota.
Tributo aa mrito.
Mandando eu abaixo assignado apromptar na n
bricade Joaquim de Sonta Res, ra do Rangcl n.
10, urna caixa de charutos com toda a perfeicflo, JSn-
ra prcsenlrar a um amigo, foi com o maior espanto
que vi a delicada obra e ooslo rom que esle insigne,
fabricante .desempenhou a minha cncommenda. e'
por isso faroscienlean respeilavel publico, que apre-
cia a boa fumara, que corram a esle eslabelecimcn-
lo, que nh seriio bem servidos e justamente bao de
admirar o sublime goslo. /. de A. S.
Precisa-se de urna criada, para casa de urna se-
nlipra estraugeira, que sai ha cozinbar e engoramar
alguma cousa, preferindu-se urna escrava: na ra
Bella n. 2i.
Claudio Diibeux faz -cenle que o caixeiro da
padaria Manoel Arrhanjo de Mello, despedio-se no
dia 20 do correnle, e sabio sem que prestasse contas,
tendo lomado por balaoco lodo o negocio tendente
a padaria.
_ Quem pretender comprar a laberna da roa de
Sanio Amaro n. 28. com os commodos j annuncia-
dus, pod comparecer na mesma para tratar, por
,|.....ilo ella e seu dono se acbam de-embararados de
ludo qoe se Ibes possa oipor, e a visla se declarar.
Em visla do annuncio publicado uo Diario de
20 do correnle mez. pela Sr. D. Hellena Perpetua da
Slveira, de que ninguem rara Iransaccau alguma
com seu genro Francisco Antonio de Souza Azevedo,
a cerca de Mira* sacadas por Manoel Caelano Soa-
ce- l.arnern Monleiro, e aceitas por Joaquim Caval-
canti de Alhoquerqiie e Antonio Al ves Vjauna, lil-
ao do meu dever declarar (para que dita Sr". se n'iio
chame ignorancia e queira promover quesloes in-
justas] que em 26 de agosto do auno pioximo passa-
do negoriei urna letra sacada por Manoel Caelano
Soares Carneiro Monleiro. e aceita por Antonio Al-
ves Vian.na e Joaquim Cavalcauli de Albuqucrque,
da quanlia de 3:.7735'J80 rs.. venrivel em.30 de maio
do correnle anno e pagavl ao portador^ a qual me
foi emlossada por dito Azevedo seu liuitimo parlador :
sendo cerlo que quando com seu annuncio poderse
obstar a qualquer Iranneco fufara acerca das dilas
lellras. nao poda comprehen.ler as Iransarces anle-
riormente feilas e rom o lesifimn portador, que nos
termos de direilo commercio I poda validamente fa-
zer qualquer Iransarcflo sobre la lellra que he de
sua nalureza negociavel. Recife 23 de Janeiro de
1854. Antonio Luiz dos Santos.
f*S capislara de msica do alerro da Boa Vis-
la n. 3, despacha-se com promplido qualquer en-
commenda: na mesma loja se espera brevemente da
Dalia o do Rio de Janeiro um rico sorlimeiito de
msica. j
Ao^s jnopiietaiios.
Precisa-se alugar no bairro do Recife ou Santo
Antonio, um sobrado tic um andar 011 primeiro, ou
casa terrea sendo em tugar, fresco, e preforndo-se ler
quintal, para urna pequena familia : quem liver po-
de dar parte na ra do Oueimado, loja n. 22, ouao-
nuncie.
Rf5B LAFFECTEL'R.
O nico aulorisado por decisao do conselho real
e decrelo imperial.
Os/medicos dos hospaes recomraendam o arrobe
Lalfecleuv, como sendo o nico aulorisado pelo go-
verrio e |iela Real Socieilade de Medicina. Este me-
dirainenin d'um gosto agradavel, e fcil a lomar
Rui secreto, est em uso na mariiiha real desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despeza, sem mercurio, as alfeccoes da
pello, mpingeus, asconsequencias das sarnas, ul-
ceras, e os areidenlesdos partos, da idade erilica e
iila arrimunia hereditaria .dos humores; eonvm aos
iralharros, da- bexisa, as conlracres* c i fraque/a
to orgilos. precedida do abuso das ngeccoes 011 ile
sondas. Como anli-s\ pblilico, o arrobe cura em
Os martyres penuuabacanos, victlmai Aa -
berdade, na* daaa revolado'es -H-t em
1710 e 1817, por nm laso pemambaeaao (
padre Joaquim Da Martuu.)
Acaba de sahir a luz a. primeira parle desle im-
porlanlee enrioso Irabalho. al boje indito. He a
hinarapliia de lodos os pernambucanos preeminen-
Ips que enlraram, ou de qualquer modo se compro-
metieran! na revolurao dos mscales, e na da pre-
tendida repblica de 1817, escripias as accoes
de. taca homens no silencio do gabinete, por um pa-'
dre dos nossos dias. c que ainda hontem mohecemos
todos na congregaran do oralorio de S. Filippe e-
ry, romo um dos ltimos, e mais estimaveis mem-
bros dessa veneravel casa. O padre Joaquim Dias
dcixa-nos ver esses caracteres i luz severa com que
os encara, desenhando-os a grandes traeos ; e lerao
elles sem duvida um grande mcrerimenlo para a
posierdade, quando os houver de julgar serene :
o desa I i 11110 do historiador.
Nao ha familia em Pernambuco a quem esle pe-
queo diccionario histrico nao diga retpeito de mais
011 menos perfo, e a quem por isso nao interesse vi-
vamente : contem mais de 600 arligos.
Arha-sc a venda uo pateo do Collegio, ollkina de
encadernaco.
M M M
RETRATOS PELOELECTROTYPO.
No aterro da Boa-Vista 11. 4,
terceiro andar.
A. I.el la re, leudo de se demorar pouco
lempo nesla cidade, avisa ae respeilavel pu- !
blicn que quizer ulilisar-se de seu presumo, '
de approveifar os poucos dias que lem de re-
sidir aqu os retratos serao lirados com toda
a rapidez e perfeicao que se pode desejar,
no estabelecimentoha retratos que semoslram
as pessoas que quizerem examinar : esl a-
irlo das 9 horas da manhaa at as 4da lar-
mmmi
Sala de^jarbeiro.
Antonio Barnoza de Barros faz sciente ao respeila-
vel publico, que lem aberlo urna sala de barbeiro, na
roa da Cruz do Recift n. 62, primeiro audar. aonde
se achara sempre promplo a servir a seus freguezes
c mais pessoas que de seu presumo se quizerem otili-
sar, assim como vende e aluga bichas de Ilamburgo,
applica ventosas, limpa e chumba dentes, lantoa
prala como a ouro; o preco das barbas e cabellos he
o mesmo que as lujas.
AVISO JURDICO.
A segunda edicc-a dos primeiros elementos para
ticos do foro civil, mais bem corrigida eacrescenta-
ila, nao s a respeilo do que alteruu a lei da refor-
ma, como acerca dos de-puchos, i 11 lerloculorias e di-
linilivas dos julgadorcs ; obra essa 15o inleressaule
aos principiantes em pratica que. Ihes servir de Go
conductor : na praca da Independencia n.6 e8.
JOS' RANDE',
entranrador de cabellos da casa imperial,
avisa ao respeilavel publico desla ridade, faz colla-
res, polseiras, brincos, anneis, correnles para relo-
sios, giboias. cordOes. Iranselins, larabem se faz flo-
res de cabellos, e qualquer obras que deseja : no
trro da Boa-Visla, n. 38.
O 39 A,
confronte ao Rosario de Santo Antonio, avisa ao res-
peilavel publico, que constantemente se encontrar
em seu eslabelecimeulo para mais de 16 qualidades
de bolinhos para cha, jumamente bisadlos de araruta
de qualidades diversas, bisadlos francezes e inglezes
de diversos tamaitos o muilo proprios para mimos
(00 presentes), alguns confeifos e amendoas finas, e
ricas caixinhas paraa's mesmas.
O 39 A,
confronlc ao Rosario de Santo Antonio, entre as di-
versas qualidadasde bouschocolales quecostuma le(,
vende mais o muilo recommendado homeopalhico
francez.
tesadas de circumferenciamaia 011 menos superior ao _
natural da pellc.e cora cor legitimamenle de cicatriz 1 P"*r'len,p0 "s BuSM rprenlcs "" rebeldes, que vol-
noii.K irninenni. ni. nuMan, m.. i___I'ei" inressanles sem ronsequencia do emprego da co-
da cubeba, ou das injeccOcs que represeu-
virus sem neulralisa-lo. <) arrobe Lalfecleuv
de fugo, peilos pequeos, ps penenos e muilo bem
feilns. esem imperleicao alguma,he naturalmente es-1
prilada, c loma alguma cachaca, foi arrematada em
basta publica perlenreule^ao evento : o mesmo Sry
do ensenbo supradilo'recompensar generosaniCirtte
a quem entregar dilos escravos, 011 eniao ( Sr,
Francisco Antonio Marlins.na Iravessa diy^ursenal, n.
9, armazem de carne secca. (
Jos Rnbrrlo de Moraese Silva pnpmelle cpm
mil ris, qupm querquo lhe appreheuder o mualo
Audr, sen escravo, fgido do seu poder m o ilia
22 do prximo passado mez, e a quanlia ae 5O900O
is. a quem do mesmo dr nelicia exacla. os'-, sigues
pelos qnaes pode ser reconhecido sao os seguidles :
alio, chcio do corpo. cabellos carapinhos,'.olhos
pequeose que se aperlamcom osorrir.nariz grosso,
pouca barba,roslo mais compridodoque redondo,laihios
rossos, com lodos os denles, ps grandesc.gross<>s e
raaos proporca. sendo que treme com estas qu;ndo
as more para algum fim, falla um pouco baixa, rev
prsenla ler de 26 a 30 annos, e be oflicial de marci-,
neiro : suppoe-se eslnr orcullo nesla cidade, i nao
ler embarcado para fiirj da provincia, como era in-
Icnsao sua.
i tam
hjyspecalnienle rerommendado conlra as'doencas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao indurelo
de potasio. Vende-se em Lisboa, na holica de Bar-
ral, e de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, pra-
ca de D. Pedro n. 88, onde acaba de chegar urna
grande porro de garrafas grandes e pequenas, viu-
das directamente de Pars, de casa do Sr. Bovveau-
Laffeeteuv. 12,. ru Richev Pars. Os formularios .
dain-se gratis cm casa do senle Silva, na praca de ,c negarlo.
D. Pedro n. 82. Xo Porlo. em casi de Joaquim i Na roa do Apollo, segundo andar da casa n.
Araujo^ na Babia, Lima & Irmos; cm Pernam-! 20, precisa-se de una ama que lenha bom leile, para
Alugajse o sobrado grande da Magdalena, que
(ca em frenle da estrada nova, o qual se ha de des-
oceupar at o dia I. de marro : a tralar no alerro da
Boa-Visla 11.45, ou na rn do Collegio n. 9, com A-
driano Xavier Pereira de Brilo.
OfTerece-se urna mulher, qne tem bom leile,
para crear: na ra das Cruzes 11. 9, loja.
CA. Rodorf, nao pudendo por falta de lem-
po despedir-se pessoalmenle de lodos os seus amigos,
1 quem agradece a cordialidad^ com que o trataram
duramen lempo que elle se deniorou nesla provin-
cia, pede a todos desculpa desla falla involuntaria, e
offercce-lhes o seo diminuto presumo na capital da
provincia do Maranhao, onde lem fixado sua residen-
cia.
Deseja-se fallar com o Sr.' Antonio da Silva
Pavolino. ou qnem querque he proprietario ou pro-
curador do sobrado 11. .'56 la ra estrella do Rosario,
a negocio de seu interesse: na ra Nova n.5, se-
gundo andar, ou no pateo do Paraizo, carlorio n. 8.
Precisa-se alugar um prela que saiba cozinbar
e engommar. nao se duvida dar 2 ou 3 mezes adian-
lados, caso nao lenha vicios, e sirva a contento: na.
praca da Independencia n. G e 8 se dir quem faz es-
buco, Soilm; Rio de Janeiro, Rocha & Filhos, el
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joan Pereira
de Magalcs Leile; Rio-Grande, Francisco de Pau-
la Cou lo AlC.
ANTIGUIDADE E SUPERIORIDADE
DA
SALSAPARRILHA DE BR1STOL
sobre '
. A SALSA PARRILHA DE SANDS.
Attencao'
Quem precisar de urna mulher, que lem bom |< A SALSA PARRILHA DE BHISTOL dalades-
leile e sem lilho, para criar: dirija-se a ra das Cru- i,'e 1832, e lem constantemente manlido a sua re-
zes n. 9. mutaco sem necessidade de recorrer a pomposos
I recisa-se de alugar um escravo, que seja fiel, I f.nnuneios, de qne as prepararoes de mrito podem
para o senieo de ama casa: na ra Nova 11. 60. d^pensar-se. o succsso do Dr. BKISTOL lem
encarregar-se da crearan de um menino.
|tSji^ Sf 8: m&9999
3* O medico J. de Alrneida mudou a sua res- 5(P
J5 denria para a ra da Cruz 11. 18, primeiro 11- $
1$ dar, onde fui o escriptoro do Sr. Saporili. A
UH; ;i$:j|#i
Joaquim Antonio de Faria, subdilo porlugoez,
relira-se para o Rio de Janeiro.
ATTENCAO'.
Derlara-se ao Sr. Curado e a Sra. Tricheira ile
Macelo, que o Sr. Francisco Jos de Magalhes Bas-
tos be lao genuino eidado brasileiro do 4.", quanlo
o he da ultima parle do S i." do arl.fi.0 da coustitui-
Co do imperio do Brasilo Sr. Joaquim Baptitla
Moreira^joiisnl de Portugal nesla provincia.
O Becerro de Per,
%



Piecisa-sealug ir um sitio perlo da praca,'que
lenha bailantes arvoredos e lugar para plantaran :
quem liver para alugar, dirija-se i ra u Padre
I lunario n. 27, ou annuncie.
DINHEIRO.
Na ra eslreita do Bosari> if. 7, dn-se dinheiro a
juros mdicos, par perdite* de miro, e facilila-se o
meio de tirar os que estilo pciihorados por. juros ex-
ctssivos. ,
LS] fieoaralias Lasagna,pintor retratista a oleo,
Ea cm miniatura ele, premiado com agrande
P2 medalha nacional, de ouro, pela academia
das bellas nrlf> i Kio de Janeiro, tendo
cheaado ltimamente da corte dtste impe-
rto, oflerere osen presumo a lodasa* pessons
que quixerem honra-lo, orrupando-o nos h
mfaderesd sua arle: mi lintel Francisco des-
<*as '.I horas da manhiia at as 2 da larde.
is.f |sJII|E
DIARIO DE PERNAMBUCO, QUARTA FEIRA 25 DE JANEIRO OE 1854.
MaeHmeBKHMBSfiBP!
No aterro da Boa-Visli. loja de miudezas ilo
hr. Manuel Cahral de Modoiros n. 72, se dir quem
di 5008000rs. al t:(XX5000rs., com hvpolheca cm
casa* terreas.
Altiga-se o segundo andar c snlao da casa n. 10
da ra da Senzala Nova : trala-se na ra do Crespo,
lojan. 8.
O segundo-tenenle encarregadn do reconheri-
menln e medican dos terrenos de miiriiiha, fazsrienle
aosSrVManoel Peres Camprllo J acorn da Gama.
Silvestre Pereira da Silva (iiiiniaraes, Joaquim Jos
\ ieira, Jos Domingucs Cutlireira. Antonio Jacinllio
Borge, Jos Fernandos da Silva, Braz .Antonio da
Cunha e .vlbuquerque, Fmncelino A ntrico de Al-
buquerque Mello, Francisco Antonio das (".hagas.
Manuel de Aimeida Lopes, Joaqiiiiu Lobato Ferrei-
ra, Antonio Ricardo Antnnes Villnoa. Domingos An-
lunes Villaga e Antonio da Costa Kibeiro, queo prazo
que Ibes fui marrado pelo edilal da Ibesonraria da
fazenda de 10 de novembrn do anno pas*adopor or-
den do Exm. Sr. presidente da provincia, para solli-
citarem os litlos de afnramentos dos terrenos que
Ihes foram concedidos, espira no dia 10 de fevereiro
vindour ; aquello, pnrlanto, que al esia dala dei-
.tar de lirarn seu lilulo, incorrernua pena designada
no mesmo edilal.
OHerece-sc urna mulber de boa conduela para
dirigir a casa de um liomem olleiro ou de pouea fa-
milia, sabe coser e engommar, e eulende de cozinha:
quem precisar dirija-se a na Bella n. I lo,a.
Jno Keller & C. parliripam ao respeilavel cor-
pa do rommerrio, que leudo o Sr. Kordorf, um dos
seos procuradores, de retirar-se desla praca ca-sain
lodos os poderes que o mesmo tinha na gerencia de
sna casa, Meando d b"jo em dianlc fazemlo as suas
vezes o Sr. Tbendor Freiss. .
Precisa-se alugar para Iraballiar em nmsilio um
oudous prelo, mesmo idosos.lambem se comprarao:
na ra da-Cruz o. 34, primeiru andar.
Precisa-se de alosar ni sitio* na Soledade,
Paamgei, Remedio. Torre ou AlUklos, que leu lia
boa baita pararapim, e alguns arvoredos, com casa
para pequea familia: quem a liver e quizer alugar
aniiualmenle. aiintiricie para ser proeutado.
Precisa-se de 200$ a juros de mu por cenlo ao
mez, pagando juros lodo os mozes, com seguranta
emuma propriedade de casa : a quem esle negocio
lonvier dirija-se a ra da Senzala Vellia n. 110,
que se dir quem precisa.
Jos Valenlim da Silva, bem condecido por
ansinar latim ha 18 anuos, lemhra a quem convier
que a ua aula existe abena na ra da Alegra tua
Boa Vista) n. 38. onde recebe alumnos externos, pen-
fiouisias e meios pensionistas, dando oplinio trala-
menlo, leudo o pensionistas a vanlagem de (alm do
latim 'aprender! lamben) % francez. sem queseas
pai paguem mais cousa alguma puresleensino. O
professor adverle que lem proviso passada pelo go-
verno da provincia.
CASA DE COMMISSAO" DE. ESCHAVOS.
Na ra Direitu sobrado do lies andares
defronte do becco de S. Pedro, n. .">, re-
cebem'se escravos de anibos^os sexos pin a
e vender em commisso, nao se levando
mais por esse l;-;11. 1111 < > do que 2 por cento
esem se receSer cousa alguma de coine-
dorias, ol'ereceudo-separa isto toda a se-
guranza precisa para os ditos escravos.
Gabinete portuguez de leitura.
Por ordeli da direcloria se convoca a ssembla
geral para o dia 2'J (fo correle, pelas 10 boras da
manhaa. ser ordem do dia : 1. leitura do relalerio,
2. rleico da ooiflmissao de exame de cuidas, 3. elei-
c/o do novo consellio deliberativo.
Estampas de santos e santas.
Cliegnu n loja de miudezas da ra do Coliegio n.
I, novo sorlimenlo dos segoinles nome de santas e
santas, em poni pequenn o grande : N. S. da Con-
reic.o. casamentada Sania Vrgcm, Anjq.da Guarda,
Santa Cruz, Sania Thereaa. Sania Clara, S. Pedro.
S. Paulo e a igreja, Sanio Antonio, ua-cimenlo de
Jesus, Santa Malbilde. N. S. da SaHdT. S. Dominaos,
N. S. do Bom Conselbo. Sant'Anna, Sania Isabel,
Adoracao dos Sagrados Coracncs. Santa Vernica,
San Cesario, X. S. do Carino, S. Vctor, S. Marli-
nbo. S. Luiz de Gonzaga, S. .Miguel, Decimenlo,
Sania Rosa de Lima, Sania Cal harina, S. Joiio Bap-
tisla, Jesus Maria Jos, Sania Familia, Nossa Senhora
com o menino, a Sania Virgem e Sania Isabel, N. S.
dos Remedios,lesiis entregando as chaves a 8. Pe-
ifro, Aiinunriaio da Sania Virgem, Sania Suzana,
Jesus crucificado. Sania Carolina. Sania Josephina,
repouso de N. S. no Egyplo, S. Francisco de Assis,
Paulo, Xavier e Salles, S. Malhctw, Sanios Res,
Sanlissimo Sacramento, Agonia de S. Jos. Santa
Barliira, SS. CoracOes de Jess e de Mara, Medalha
Milagrosa, Santa Celestina, S. Jorge. Santa Francis-
ca. Sania Mara, S. Sebastian. X. S. dos Milagros,
Sania Margarida. Sania Cecilia, Sania Lnzia. Santa
Julia. N. S. do Rosario, Sania Virgem Maria rainlia
do universo. Salvador do Mundo, Santa Luzia, Jess
preso, as cinco chagas de Nosso Scnlior Jesus conso-
lando sua'mai. Sanio Antonio, e N^S. das Dores ;
assim como oulros muilos nomes que se deixain de
annunriar.
O ahaixo aasigoado avisa aos seus comitentes
senhores le eugenho e lavradores, e mais pessoas in-
leressadas, ler mudado seu escriplorio para o segun-
do andar do sobrado n. na ra das Larnngeiras.
Ftoncteco Juaquim Gaspar.
Os mais ricos e mis modernos chapeos de seda
e de palha para si-nhoras, s dirimirn: Sempre na
loja lie modas oe Madame Millochau; no aterro da
Boa-Vista n. I, por um preco mais razoavel do que
cm qualquer oulia parle.
Precisa-se de um liomem de conduela regular,
par ensinar a i meninos pnmeiras ledras, cm um
ciueiilio distante desla cdade 10 leguas, aliaiica-se
o bom tralamenlo e paga correspondente ao* seu
Irabalho : quem liver as habilidades precisas procu-
re na praca do Corpo Santo n. (i escriplorio de M.
I. de Olivcira.
Lotera de Notsa Senliora do Rosario.
Os bdhelcs desla lolcra r-lilo ;i venda nos lugares
do coslume ; as rodas audam no dia 11 de fevereiro
com lodo e qualquer numero de bilhetcs que Bear
por vender, e so se vender al o dia 10.O lliesou-
reitoSilve'lre Pereira da Silva tluimaraes.
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Gaisnou, dculisla receben agua denli-
frice do Dr. Perre, esla agua condecida como a me-
Ihor que lem apparecido, ( c lem muilos elogios o
seu aulor.) lem a propriedade de conservar a bocea
cheirosae preservar dos dores de denles: lira o
gosto de^agradavel que d -em geral o charuto, al-
lomas golas desla n um copo d'agua sao sufcien-
les; lambem se achara p dentifricc excellenle para
a conservaVo dos denles : na ra larga do Rosario
n. 36, segundo andar.
I). Cica Francisca da Silva Coutinho participa
aos senhores pas de familias, e principalmente aos
desuas alumnas, que no dia 1-2 do correle princ-
pi.wii os icjliallins de sua aula parlrular. na ra Hi-
reila, sobriido numero i3, segundo andar. A an-
nunrianle iiclia-se habilitada com a licenra do Exm.
Sr. presidente da provincia, em rourormidadecom
K dispoln no arligo 38 do regulainenlo provincial de
1 do nnio .le Is'.l. Recebo almonas pensionistas,
e meias pensionistas, ornsinode sua aula consta de
segunde : lr, escrevrr, contar, grammatica nacio-
nal, arilhmclica, doulriua chrila, labyrinlliar, co-
zer, marcar, e bordar de dinerenlrs modos, musir o
fazr flores. Protesta aos senhores pas de familias
que se quizerem utilizar de seu presumo, que em-
pregar lodos os meios que estiverem ao" sen alcance
para corresponder fielmente aos seus desejos, e nao
se lurlar a Irabalho algum coi as meninas confia-
das aos seus cuidados.
&w$mmg%Ems
Z2
ge-
das
AVISO AO CUMMEUCIO.
0 abaixonissignados continuam
a franquear a todas as chumes em
;eral os seus sortimentos de fazen-
is por baixos pregos, nao' me-
nos de uina.peca ou urna duzia,
a dinheiro, eu a prazo, conforme
se ajustar .' no Seu armazem da
praca do Corpo Santo, esquina da
. rua do Trapiche, n. 48. Ros-
tron Rooker & Companhia, neg*-
can tes inglezes. Os mesmosavi-
sao ao respeitavel publico que abri-
i-am no dia 5 do cprrente mez a
sua loja de fazendas da rua do Col-
legio e Passeio Publico n. lo, di-
rigida pelos senhores Jos Victori-
no de Paiva e Manoel Jos de Si-
queira Pitanga, para venderem
por atacado e a relalho.
^^^^^^ E^^225^^1
Bichas.
Alagam-ser vendoin-se bichas; na praca, da In-
dependencia confronte a rua das Crines n". 10.
O Dr. Joaquim de Oliveira e Souza ensina a
Iradozir, fallare escrevera lingua franeeza : na rua
do Ara gao n. (.
Precisa-se fallar com o Sr. Francisco Ignacio da
Cmara Pimentel; na rua da Cadeia de Sanio An-
tonio n. 30, a negocio.
-" Traspassa-sc o arrendamentoda loja e primeiro
andar do sobrado da rna do Colleglo o. 18 : Ira-
la-sena rua do Queimado, loja do sobrado amarillo
.n -29.
Denis, alfaiate francez,
bogado ullimamenlc de Paris, lem a honra de pre-
venir ao publico, e principalmente ao; seus frcue-
/--. que abri sua tema na rua da Cadeia do Rerife
i. 10, primeiro andar .- Iraballia de reilio, e lambem
d as fazendas a vonlade dos freguezes, a preco eom-
modo ; Irabalha no genero mais moderno ein ludo
para Amazonas e para os disfarces de toda a quali-
dade para o carnaval.
Quem precisar de um rapaz para caixefro de
taberna, cliegado agora, dirija-se ao becco da Pule
n.2.
Isaac Mendes, subdito britnico, retira-e para
fura desla provincia, e declara que nada deve a pes-
soa alguma ; se porcm alguem se julgar seu creilor,
' nde dirigir-se i rua da Crnz n. 17, primeiro andar,
denlro deslcs Iresdi.is.
Quem precisar de urna ama de eite, pessoa ca-
paz, dirija-se rua de Sania Rila u. 97.
Quem precisar de una prela forra para ama de
la cata, a qual sabe engommar e layajujirija-se
ao alero da Boa-Visia n. 11.
ao rauco.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Coliegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, por
precos mais bai>.os do que em ou-
tra'qualquer parte, tanto em poi'-
coes, como ii retalho, afliancando- *;
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinando com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allema'as e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto olferecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietario leste importante es-
tabelecimento convida a' todas os
seus patricios, eao publico em ge-
ral, para que venham (a* bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da rua do
Coliegio n.2, de
Antonio Luiz dos Santos SRolim.
J.Chardon, barbare) em bellas latirs, doulor
em direilo, rumiado na universidade de Pars, ensina
em sua casa, rua do Alecrim n. i, a ler, escrever,
traduzir e fallar correctamente lingua franeeza, e
lambem d licoes particulares em casas de familia.
Atteneao.
Na loja de iniudezas da rua do Coliegio n. 1, ven-
ilem seos secundes objeclos : papis com ligurinos
diversos, proprius para mascaradas, jarros de porce-
lana com flores dentro, proprios para cima de mesa,
sapatinlios de liia para meninos, (ouquinhas para me-
ninas, ditas para senlioras, balanzas romanas para
pesar qualquer urna cousa sem que para isso.se preci-
se de pesos, ssim como oulros muilos objeclos que se
dcixam Je ann'iiociar, osquaes se vendeni porpre^o
mais commodo do qqe em omra qualquer parle.
NPas8a portes.
Tiram-se passap^rles para denlro e fra do Impe-
rio, despachan:-e ewravos, e tiram-se lilulos de re-
sidencia : para este fim, procura-e Jio rua do Quei-
mado o. >, loja de mhidezas do Sr. Joaquim Mon-
ten o da Cruz.
ATTENCAO',
O abaixo assignado, desejandu amigavellilAlle li-
quidar suas conlas com seus llovedores, roga a ludas
aquellas pessoas que Ihe estilo devendo cotilas atrasa-
das ile gneros comprados em sua taberna da rua da
Cadeia do Recife n. 25, defmledp becco Largo, que
queiram vir realisar seus debwoTaal o lim doror-
rente mez de Janeiro, e aqullos que por suas cir-
cunstancias nilo possam lazer, s* Ihe faro algum aba-
lmenlo ou-lratarao uin lempo terlo de lazer; na
certeza de que aquelles que nao rompa! ecerem para
um outro lim, se usar dos termos da lei, nao al-
leudendo a pessoa ilguma.ass'm como serlo publica-
dos seus nomos, lempo e quantias, e para que nn-
guem censure lal proceder, ou alguma ignorancia, se
faz o preseule aviso.
Manoel Jote do Natoimenlo Silra.
O ahaixo assignado, faz publico que esla em ne-
gocio de compra da casa n. 44, sita na rua Direifa
dos Afogados : quem se adiar com direilo na mes'ma
pdese dirigir rua Imperial n. 37.
Aleixo do Prado.
ALJ1A.UIU.
Sabio a' luz a folhinba de algibeira,
coiitendo ale'm do kalendario o regula*
ment dos emolumentos paroebiacs, e o
almanak civil, administrativo, commer-
cial, agrcola e industrial ; augmentado
com 500 engenhos,, ale'm de outras noti-
cias estatisticas. O acivssimo de Irabalho
e dispendio nao permittr.am ao edictor
vende-lo pelo autigo preco, e sim por
400 rs. ; vendendo-sc nicamente na li-
vraria n. 6 e 8 da jnaca da Indepen-
dencia.
Vende-se a fabrica de licores da rna do Rn-
gel. bem montada e afregne/.ada, com poucos fundos;
i cnsina-se ao comprador a fabricar rom perfeicao lo^
dos os lquidos na mesilla fabrica o. : a tratar com
0 proprielario a qualq ucr hora dos dias niel.
Vende-se excellenle banha de porro limito no-
va : na rua do Rosario da Boa-Vista n. 00.
Vende-se farhiha ensaccada do Kio de Janeiro:
; nd rua do Vigario n. 12.
Vende-se urna ptima ewrava de 25 annos de
idade, lem ptima conducta, sabe bem coser, engom-
mar o cozinhar; assim como vende-se um ImiiiI mole-
cao de -JO anuos, sem vicios ucm achaques : na rua
do Queimado n. 20.
Veudem-se 8 escravos, sciido I ir.cleque de ida-
re) a 22 annos, 4 cscravas de lodo servico. 1 di!a de
: bonita figura, engomma e cazinha. o- esclavo de
servifo de campo : na rua Direila n. :l. ,
Vend-se tima esrrava rom leile para crear, sa-
: j be cozinhar* perfeilamenle. lavar, e engommar, com
I; idade de 20 annos pouco mais ou menos; na rua da
I Praia n. 32.
Vendem-se dous negros crioulos. bons pesca-
dore e ranoeiros: quem prelenuer dirija-se a rua
do Queimado n. 31, que ah se Ihe dir quem vende.
Na rua da Penha n. 23, primeiro andar, se di-
r quem vende um tranceln!, um par de brincos,
1 dito de rselas esmaltada um dito de bntes de
punbn.um holAo de abertura, um aune! de tartaruga
enrasloado em ouro, um alunte esmaltado para pei-
lo de senhora.
LOTERA DE \i S. 1)0 ROSARIO.
Casa da Esperanea rua do Queimado
n. 61. Jk-'
Na casa cima e na praca Ha independencia loja
do Sr. Fortnalo, est a venda um completo sorli-
menlo ile cautelas e bilheles da loleria cima, cujas
rodas audam no dia 11 de fevereiro.
.s'000 rs. Vende-se graxa ingleza de verniz
Sapatoes do lustre para homem a "sopar: najpveto, para I impar arelos de carro, he
praca da Independencia n. 13 e 15, ky. do iranios. \mlv0Je prova ^^ e COnserva mui-
Na rua da Cruz do Rerife n. -r. escriplorio de
Domingos AlvesMalheiiK, lem para vender por pre-
cos ri'inmodos os seguiules ai lisos
Jacaranda superior.
Oalus de fine palheta falsa.
Coxins de linio, pura monlaria.
Cm variado sorlimenlo de passaro cheios dealgodo.
Vende-se urna negra de 22 anuos, boa quilan-
deira: na rua das Cinco Puntas n. ;>$. O motivo
porque se vende se dir ao comprador.
prova d ag
to o coui'O : no armazem de C. J. Astley
i\ Companhia, na rua do Trapiche n. O.
Bilheles. . . 55000
Meios. . . 290(10
Quarlos. . . 15201)
Decimos. . . 00
\ igesimos. . . 320
COMPRAS.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da *illuminacao, no caes do Ra-
mos, travessa do Carioca.
Compra-se urna casa terrea sendo cm ras fc-
quenladas : quem liver annuncie por esle Diario,
ou dirija-se a rua da Viracflo n. 9. ,
x,ompra-se urna escrava mora, que lenh*J)oa
figura, com habilidades principalmente de coziirtVa
eengommado: ua rua da Matriz da Boa-vista n.
Compra-se um par de consolos e urna mesa re-
donda do jacarando: quem liver, annuncie.
vendas"
r'azenclas baratas.
Vende-se na nova loja da rua da Cadeia
do Recife n. 10, cortes de casemr'as de cores, bonitos
goslosa "'5 q,f orle; sarja hespanhola de superior qna-
li lade a JHPeovado; selim.prelo Macan a 35 o rol-
le: crlesjHpnslao para collcle.fazenda milito fina, a
1*800 orarle; merino prelo para palitos, muflo
fino, a 2*500 o covado; corles de neias casemiras de
algodao, bonitos padroes, a 15280 o corte; brim de
linho riseado para pnlilsi a 280 rs. o covado; brim
de linho de cores a 15920 o corte; dito cor de ganga
a 25200 o corte; dito muilo superior a 39 o corte;
um completo sorlimenlo de chita de lodas as cores,
sendo a 100, 180,200, 220 c 2i0rs., linas; chales de
laa lindos goslos a 15S00; lencos de seda de cores a
800 e 1360); e mais um completo sorlimenlo de ou-'
Iras fazendas, que se vendero por menos do que eir-i
oulra parle.
<
f
Ao barato.
Na rua do Crespo n. 3, ha um completo sorlimenlo
; de loalhas e guardanapns do Porto, polos precos se-
j guildes: siianlanapos a 25600 a diizial loalhas' aran-
: des a 48500 cada urna, dilas regulares a 39600, ditas
mais pequeas a 352(10.
, Gomma
I em saccas de 4 arrobas, da mellior qualidade 1 aqui lem viudo e por menos preco queem qualquer
i oulra parle : no aterro da Boa Vista, loja 11. 4.
Vende-se.uma prela cridla, de mea idade,
1 que sabe cozinhar o diario de urna rasa de familia,
fazer venda 9 costuras clilias: a tratar em OHuda,
atraz. da igreja do Amparo n. 7. que se dir a causa
porque se vende por menos de se vi.lor.
Vendem-se sacras com l'arioha por preco com-
1 modo: na taberna da esquina da rua das Plores.
Vende-se nina escrava de nacilo, propra para
I algum silio: na rua da Senzala Nova, n. 22.
Vende-se uina escrava de 25 annos, boa figura,
engomma. cozinha e faz todo servido de casa ; assim
! como aluga-se um mnieque que faz o servico interno
j c externo do casa : a Iralai na rua do Vigario n. 29.
CERA EM VELAS!
Vende-se cerj^em velas, a mais supe-
rior que ha no mercarlo com diversos sor-
timentos a vontade dos compradores) che-
gada ltimamente de Lisboa pela barca
Gratidao, e por preco mais barato do
que em outra qualquer parte: na rua do
Vigario n. 10, segundo audar, escriplorio
de Machado & Pinheiro.
Raile Maskc.
Sedas baratas para vestuario^ na loja das seis por-
tas m frenle do l.ivramenlo<
Aviso que interessa.
Acaham de chocar da Rabia, da fabrica do Bran-
dao em S. Felix.os mais acredilaMos cbaintos regala,
que lem viudo a esle, mercado, rerommeudando-sc
estes excellentescharutos a lodos que saliem appre-
car o que ha de mclhdr ueste genero, acham-se a
svenda no Passeio Publico n. I.t, e no arco da Concei-
; can, loja n: 4, onde existe um completo sorlimenlo
I de ludas as i-orespclodimimito preco 255(Hlrs.acaixa.
Na rua das Crujes, n. 22. vende-se nina escrava
j erioula de bonita figura, engomiiiadera. cose bem
chao, faz lalnrinlhn, cozinha e lava de sablio.
Vende-se urna negra erioula de 20 a 22 annos
de idade, muilo bonita figura, lava, engomma, cose,
quem a pretender dirija-se a roa do Colegio, n. 10,
segundo andar, ou a mala da Torre, silio de Manoel
Pereira Magalhes.
f C.ANTOIS PAI LIM-TE & CO.l'A- #
|N MI1A.
CWitiniia-sc a vender no deposito geral da 9
roa da, Cmiz. 11. 52, o excoiteiitc e bem con- i
lois l"ariicle & Companhia, da Rabia, em #
grandes e pequenasporcoes,|ieloprecoeslalie- C-
Je) lecido. Q
TAIXAS f)E FERRO.
Na fundicao' d'Aiuora em Santo
Amr^'ro, e tambem no DEPOSITO na
rua( do Brum logo 11a entrada, e defron-
te.. *do Arsenal de Matinha lia' sempre
t4m grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, graneles, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
e\istem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despezn. Os
precos sao' os mais comraodos.
STAHR & C.
respelosamenle annunciam que no seu extenso cs-
taliclccimenlo cnl Santo Amaro, continua a fabricar
com a maior perfeicao e promptidSo.loda a qualidade
de machinismo para o uso da agricultura, navega-
{oe manufactura, c que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico effl geral, lem
iberio cm ,,! dos grandes armazens do Sr. Mosqui-
ta na rua do Brum, alraz do arsenal de marinha,
um.
DEPOSITO DE MACHINAS
conslruidas no dito seu estabelecimento.
lli acharan os compradores um completo sorU^
ment de moendas de caima, com lodos os mollcP
ramelos alguns delles nnvos eoricinaes) de que a
experiencia de muilos anuos lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor dchaixae alia pressiio,
raixas de lodo lamanho, lauto batidas como fundidas,
carros de mao e ditos para romluzir formas de assu-
car. machinas para moer mandioca, prensas para di-
lo, Tornos de ferro balido para lariuliavdnidos de
ferro da mais approvada eonslruccao, fondos para
alambiques, crivos e porlas para fornallias, e urna
inlinidado de obras de ferro, que seria eufadonlin
enumerar. No mesmo deposito existe urna pessoa*
inlelligenle c habilitada para receber todas as cn-
comuiendas, ele, etc., que os aunulicianles contan-
do com a capacidade de suas ol ic i as e machinismo,
e pericia de seus olliciaes, se coiupromellem a fazer
ever 11 lar, rom a'maior presteza, perfeio, e enca
ennformidade com osmodelos ou desenhos, e inslruc-
S&es que Ihe forem forneciitos-
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr iSf Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e construccao muito superiores.
Deposito de tecidos da fabrica m
de todos os Sntos. na Babia.
Vende-se em casa de Domingos Alves j
Matheus, na rua da Cruz do Recife n. 52,
primeiro andar, algodao transado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para-
redes de pescar e pavios para velas, por
preco muito commodo.
$
'} Deposito de vinho de cham- (0)
'$ pague Cbateau-Ay, primeiraqua- ^
Aj idade, de propriedade do condi {,
& de Mareuil, rua da Cruz do Re- tx
" cife n. 20: este vinho, o mellior *
W de toda a champagne vende-
(V se a r>(i,s()00 rs. cada caixa, acha- t
- se nicamente em casa de L. Le-
*? comte Feron & Companhia. N. B.
B Ascaixas sao marcadas a fogo
$) Conde de Mareuil e os rtulos
gfy das garrafas Sao azues.
\endcm-selonas,brinzao, brioso meias lo-
nas da Kiis. i a : no armazem de N. O. Richcr &
Companhia, na rua da Cruz n. i.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passap-
do o chafinjx:, continua haver um
completo sorfmento de taixas de ferro
fundido e batido de o a -8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador:
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente nglez, os melhores que tem vihdo
a este ercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mellors & Companhia, na rua da
Cadeia do Recife, n. .16.
Agencia de Edwla Kan.
"Na na de Apollo 11. 6, armaiem de Me. Calmonl
Cv Companhia, acha-sc constantemente bous sorti-
mentos de taixas de ferro cnadb ebatido, tanto ra-
sa (orno fundas, moendas ineliras todas de ferro pa-
ra animaes, agoa, etc., dilas para a miar em madei-
ra de lodosos la man lioso mudlos os mais modernos,
machina horisonlal para vapor com forra de
'1 cavallos, cocos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de purgar, por menos preco que usde co-
bre, esco vens para navios, ferro da Suecia, e fo-
I lias de 11 and ros ; ludo por barato preco.
Moinhos de vento
'ombombasde repuso para regar borlase baixas
decapim, na fundicao de I). W. Bowiuau: na rua
do Brum ns. 6,8 e 10.
Na rua da Cadeia do Recife n. 60, arma-
zem deHenriqueGibson,
vendem-se relogios de ouro de saboneta, de patente
nglez, da mellior qualidade, e fabricados em Lon-
dres, por preco commodo.
Vende-M- graxa de verniz para limpar arreio*
de carro, lustroso c prova d'agua ; na rua do Trapi-
che n. 3.
Vende-se um silio no lugar dos Remedios, junto
a por.tc do mesmo nome: a fallar rom Caelano da
Bocha Pereira. na rua das Aguas Ver.des n. 1G, ou
na rua de Hurlas n. 23.
SALSA PARRILHA.
DE
TaWJaSTrJJL.
As numerosas experiencias feilas cun 11 uso da
salsa parrlha em lodas as enferiuidades, originadas
lela impureza do -1111211c, c o. bom xito obtido na
corte pelo lllm. Sr. Dr. Siguud, presidente da aca-
demia imperial de medicina., pelo Ilustrad Sr. Dr.
Antonio Jos Peixolo em sua clnica, e em sua afa-
mada casa de saiule na Gamboa, pelo lili. Sr. Dr.
Saturnino de Oliveira, medico do exercilo c por va-
rios oulros mdicos, perm illem boje de proclamar
allameulc as virtudes ellicazes dife
SALSA P.vKKICHA
de
BRISTOL.
ola.Cada garrafa ro.ntem duas Untas de liqui-
do, e a salsa pan illia de IBrisIol he garantida como
puramente vegetal sem mercurio, iodj,,polassiuiii.
O deposito desla Itflsa mudou-se para a botica
franeeza da rua da'Aiz, em frenle ao chafariz.
Aendem-seeracasadeMc. Calmonl & Com-
panhia, na prac,a do Corpo Santn. 11, o seguinte:
vinho deMarseilleem caixas de 3 a 6 duzias, linhas
em novellos ecarreleis, bren em barricas muilo
grandes, ac de inila sortido, ferro inclez.
Vendem-se pianos fortes de superior qualida-
de, fabricados pelo mellior autor hamburgvez ua
rua da Cruz n. 4.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continija a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, -ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
fi#|do Stolle em Berlin, empregado as co-
S lonias inglezas e hollandezas, com gran-
igl
de vantagem para o melhoramnto do
assucar. acha-sc a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de eiripre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz, n. 4.
Vendem-se velas adamantinas ame-
ricanas, em caixas de 50 libras, pie dao
muito boa luz. igual a de espermacete a
560 rs. por libra: em casa de Rost on
Rooker & Cana praca do Corpo Santo,
esquina da rua do Trapiche n. -V8.
Fazendas haratissimas, na nova loja da
rua do Crespo n. 14, de Dias & Lemos.
Corles de titilas francezas muilo linas de lodas as
cores, de i-2 covados cada corle, com urna pequea
lislra in lado, fazenda do ultimo goslo a -i?5IMI o cor-
le; ditos d padroes miidinhos, fazenda muilo lina,
rom 13 covados a 28300 o corle, dilos de cassa com
ramagem de cor. fazenda de muilo bom goslo, a 28
rada corle, cassas francezas-escuras, cor muito fixa,
320 rs. a vara,'chitas escuras, cores fixas, de diver-
sos padroes a 160. o covado, algodao eulraneado
inesel.ido. muilo encorpado, fazenda de urna s "cor,
prapria para o servic.ii decampo, a 180 rs. o covado;
brim eulraneado de lnSo lodo amarello, proprio pa-
ra ralea e palitos a480 T. o covado; dilo de cor, fa-
zenda milito superior d puro linho e riquissimos
gostos a l^itlO a vara; roertores de algodao lodos
bramos, ola fabrica de Todos os Santos da Babia, a
C'iO rs. cada um; meias de algodao cruas, muilo en-
cornadas, a 210 rs. opjir; alpacas prelas ede cores
muito linas, a 800 rs. n covado; merino prelo para
IQ80O. 2?H0O,- 29600-e 36200 oeovdo: as.ii como
minias nutras fazendas por baixos precos, de ludo se
dao amostras, deixando seus competentes peohores.
Vinho Bordeaux.
Drnnn l'raeger& Companhia, rua da Cruz n. 10,
receberam ltimamente Si. Julien e M. margo!, em
caixas de urna duzta, que se recoimueiidam por suas ll,a deSands: na botica franeeza; d*a rna
boas qualidades. ^
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brilo, nico agente em Pernam-
hiico de B. J. D.Sands, chinden americano, faz pu-
blico que lem cliegado a esla praca urna grande por-
cito de frascos de salsa parrlha de Sands, qae sao
vcrdailciramcule falsificados, e preparados no llio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de lao precioso talismn, de caltir nesle
engao, domando as funestas consequencias que
sempre roslumam Irazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela mao daquelles, que anlepocm
sens interesses aos males e estragos da humanidade.
Porlanlo pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude e dislingua a verdadeira salsa parrlha
de Sands da falsificada e recentemente aqui chega-
da ; o amiuucianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, na rua da Conreirao
do Kecife n. 61 ; e, alm do receiluario que acom-
panha cada frasco, (em embaixo da primeira pagina
seu nome impresso, c se achara sua firma em ma-
nuscripto sobre o involtorio impresso do mesmo
Traeos.
' Vendem-se saccas com farrllo, cliegado lti-
mamente da America, por baralo preco: no caes do
Hamo- n. 16, e na rua do Trapiche n. 8.
Vendem-se relogios de ouro, pa
ten-te i nglez, por commodo pre-
co: na rna da Cruz n. 20, -casa de i
L. Leconte Feron & Companhia.
Na roa do Trapiche n. 14, primeiro andar,
vende-se o seguinte :pasta de lyrio florentino, o
mellior artigo que se ennhece para limpar odenles,
braiiqoece-o* fortificar as gengivas, deixando bom
goslo na bocea e- agradavel cheiro; agua de mel
para os cabellos, limpa a raspa, e d-lbe mgico
lustre; agua de pcrola. esle mgico cosmtico para
sarar sardas, rugas, eembrllezar o rosto, assim co-
mo a tintura imperial do Dr. Brown, esla prepara-
cao faz os cabellos ruivosou hranros.completamente,
prelos e macios, sem damno dos mesinos, lodo por
precos rommodos.
Vendem-se prgos americanos, em
bariis, proprios para barricas tic assu-
car, e alvaiade dezinco, superior quali-
dade, por presos commodos : na rua do
Trapiche Novo n. 16.
. Chapeos c manteletM^
Vendem-se chapeos de seda de co talados,
proprios para meninas e meninos a a um ,
manteletes prelos r de corea com rolletes n elles;
por precos commodos: na rua da Cadeia do Recife.
I"ja n. 30.
- Vende-se CAKNE DE VACCA ,e de porco de
llamborgo, em |)ltrris de ^ libra, .>
CHAMPAGNE demarca conhecida .e-verdadei-
paVaflrharra'^SO^'""'0' *' % ^^
nar forrar sala,E a ^.' '!"",em peca como w,Uo'
P ni R iml a d-e bon"8'cores e muiloem conla.
^'p> i,?.? Cores par!l furrar n-edores, ele.;
OLEO de liiihaca em lata, de cinco galoes : em
ebe^n 3. y & CBmP,B,,i.rua T'P-
Na rua doCollegio. 21, segundo
andar, vende-se por barato preco,.ou a
prazo, um sortimento de chapeos e ou-
tras objectos de chapeleiro, consrtindo
em chapeos de massa, de seda de*arias
qualidades, e a gomma lacre, chapeo
para padre, massas para ditos, bonetes
para guardas nacionaes, plumas pretas
para chapeos desenlila, fundos e lados
para chapeos, crinhos com setim, fi-
vellas, litas para arrochos e debium,
trancase outros mui tos objectos de cha-
peleiro. .-^y^e^^j
Vestidos modernos.
Vendem-se vestidos de mursulina lina de cores
com ba.rra, favnda nova a 5 o corte; ditos de 15a
c seda e barge modernos a 9 o corle de 12 cova-
dos; chitas e cassas francezas novas a 320 rs. o co-
vado e 640 rs. a vara; e oulras muitas fazendas por
barajos precos: na roa da Cadeia do Recife, loja
MAUAPOI.AO' BQM, A 3*200.
Vendem-se pecas de madapoln de boa qualidade,
com pouca avaria : na rua da Cadeia Velha n. 2,
primeiro andar.
Vendem-se cerca de 800 formas de follia de
ferro para fabrica de assucar. piuladas, e que levam
tres arrobas cada urna : vendem-se muilo ein conla
para fechar : na rua de Trapiche n. 3.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e tlauta, como
sejam, quadnillias, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas., tudo modernissimo',
chegado do Rio de Janeiro.
Na rna do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
i venda a superior flanella para forro dcsellins, che-
gada recenlemenle da America.
Na rua das Cni/.es n. 22, vende-se tima escrava
de nac Angola, que engomma, cozinha e lava ;
um '['linio escravode naoo. bonita figura e ptimo
canoeiro ; e urna mulata de 22 anuos, eugomniadei-
ra e ci'Ziih"ira, cose costura chaa c lava desalulo.
Oleo de linhaca em botijas.
Vende-se a ."iKMIO rs. cada nina botija, e por me-
nos sendo em poreao : na rua da Cadeia do Recife n.
", primeiro andan .
Charutos de liavana.
Vendem-se verdadeiros charutos de liavana por
preco muito commado': ua ruada Cruz, armazem
n. 4.

de a
phanaacU,,
Diccionario do* tenaos
i anatoma ,
etc. ate.
Sabio luz esta obra indispensavel a todas
as pessoas qne se dedicam ao esludo de j
medicina. Vende-se por 49 rs., encaderila-
do, no consultorio do Dr. Moscozo, roa do |
Coliegio, n.2, primeiro andar.
cores,
panno
No auligo deposito da na da Cadeia do Ilerifi
armazem 12. ha para ve nder muito nova polassa
da Kussia. americana ebm sileira, em pequeos bar-1
risde 4arrobas; a boa quedidadee preces mais bai
ralos do que em oulra qua Iquer parte, se alliancain (
aos que preeisarcm compr ar. No mesmo deposito I
lambem ha barris com cal de Lisboa cm pedra, pro-'
ximamentc chegado-.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
Pri mas para rabeen,
a 40 rs. cada tima, muilo novas : na rua do Quei-
mado, loja n. 49.
Nunca se vio.
Lencos de cassa finos com loque, a 40, 60. 80, 100,
120 e 160 rs. cada um : na.rua Nova 42.
Vende-se urna poreao de oleo de ricino muilo
novoe claro, em latas, a vonlade di) comprador: .na
rua da Cadeia do Recite u. 54. Na mesma loja jen-
dc-se duraque azul e braneo muilo lino, assim como
oulras fazendas, como sejam, picle escuro, proprio
para camisas e vestidos de escravos, pelo baralo pre-
co de 130 rs. o covado.
Feijao mulatiiiho.
Vendem-se saccas muilo grandes com feijao mula-
tinbo cliegado do Aracati no hiale Dacidoto, caruaii-
ba de primeira surto, courinlins miudos estila, ludo
por preco commodo e a dinheiro: na rua da Cruz
do Recife n. 33, as do S Araifjo.
VLMI O PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, m
barris de S., 5. e 8.:. no armazem da fu
do Azeite de Peixe n. 1-i, ou a tratar no
escriptorio de Novaes*& Companhia, na-
rua do Trapiche n. o i.
rapicl
No armazem de C. J. Astley & Com-
panhia, na rua do Trapiche n.*B, ha
para vender o seguinte :
Bataneas decimaesde (J00 libras.
Folha de ferro.
Ferro de verguinha.
Oleo de linhaca em hilas de ."> galoes.
Champagne, marca A. C.
Oleados para mesas.
Tapetes de laa para forro desalas.
Copos e calix de vidroordinario.
Formas de folha de ferro, pintadas, para
fabrica de assucar.
Cordao de linho alcatroado.
I'alha da India para empalhar.
Aro de Milao sortido.
Carne devacca em jalmoura.
Um sortimento de pregos.
Lonas ta Itussi.
espingardas de caca.
Lazarinas e elaviuotes.
Na rua do aterro da Boa-Vjsta, toja n. 80, a-
lm do grande e variado sortimento de gneros de
comesliveis.cxiste tu grande sorlimento-de manlei-
ga ingleza, principiando ite 400 a 13000 rs. o desle
preco a subir segundo a qualidade.
C.onlinua-se a vender gomma do Ararat \ de
superior qualidade ein arrobas a :i.s rs. e a libra a
100 rs. : no pateo do Carino n. -.
i Charutos finos tic S. Flix.
da Cruz, em frente, ao chafariz.
NO CONSULTORIO HOMEOPATHICO
Ao
DR. P. A. IMO HOSGOZO.
V ende-se a mellior de todas as obras de medicina
Tiomcopalhica \gr O NOVO. MANUAL DO DR.
G. H. JAHR .3 Iraditzidu em porluguez pelo
Dr. P. A. Lobo Moscozo : qualro volumes encader-
uados em dous. 208000
0 4. voltime co ntendo a palhogenesia dos 144
medicamentos que mo Imam publicados saldr mui-
lo breve, por estar muilo adjuntada sua impressao.
Diccionario dos leri nos de medicina, cirurgia, anatit-
DAVIDV.'U.LIAM BOWMAN, engenliciro ma-
chinista e fundidor de-trro, mui respeilosameule
anuuticia aos senhores proprietarios de engenhos,
fazendeiros. e ao respeilavel>publico, que o seu esta-
belecimento de ferro movido por machina d vapor,
na rua do Brum passando o chnfaiiz, contina eni
oll'ect i\ o exercicio, ese acha completamente montado
com apparelhos da primeira qualidade pora a "per-
feila confecea das maiores pecas de machinismo.
Habilitado para emprehender quaesquer obras da
sua arle, David William Bowman, deseja mais par-
ticularmente chamar a atteneao publica para as se-
guimos, por ler dellas grande sorlimenlo ja' promp-
to, em deposito na mesma fundicao. as quaes cons-
truidas cm sua fabrica podem competir rom as fabri-
cadas cm paiz eslrarigeiro, lauto em preco como em
qualidade de materias primas e mao de obra, a
saber:
Machinas de vapor da nielhnr eonsIrueaS.
Moendas de cauna para engenhos de lodos os la-
mia, pharmacia. ele. etc. encadernado. 4&O00
Urna carleira de 2 i tubos, dosmelhorcs e mais liem mhos,""mov'daTa vapor"porVga, otTanimaes".
preparados globi ilos lioineopalhicos com asiduas Bodas de agua, moinhos de venlo eserras.
405 45|000
SqOOO
1009000
obras cima
Urna dita tle 36 lub os com as mesmas .
Dila, dila <;e 48 tubos. ......
Dla de 144 com ai ditas ......
Carie ras de 24 lul> us pequeos para algi-
beira............. 103000
Dilas de 48 ditos......... 202000
Tubos avulsos de ilobttlos..... 18000
Vende-se tu na linda mulaliuha de 18 annos,
qne engomma e cose, de ptima conduela: na rua
da l'raia, primeiro andar, n. 43.
Vende-se umn -apolice da divida publica : no.
laigo do Coliegio n. 6, primeiro andar.
vinho champagne:.
Superior vinh o de Bordeaux engarra-
fado ; vende-se em casa de Schafheitliu
& Companhia, r ua 4a Cruz n. 58.
Vende-se arroz gratulo do Wara-
nhao.e charutois deS.Felix.de boas qua-
lidades,'epor precos commodos : na rua
da Cadeia do Kecife n. 47 primeiru
andar.
Vendem-so n a rua da Cruz n. ^5, segundo
', andar, boas obras de labynnlho feilas no Aracaly,
| constando de toa Mas, lencos, cutiros, rodas de
' -aia,-elc. ^
FAR1NHA DE TRIESTE.
Primeira eptalidade.
Tasso trmos avisami aos seus fregueze-:, que lent
para vender farinha de Ingo chegada ulliniamcnle
de Trieste, sendo a iin.ca nova que daquella proce-
dencia existe no merca Os mais ricos e mais modernos cha- !}
peo de senhoras se encnnlraiii sempre //*.
na loja de madama TheardJSBr nm preco w
mais razovel de que em qualquer outra (ffij
i par,c- I
SfSf sssssss 1
n^poiilo da fabrioa de Todos o Santos na Babia.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber v C. na rua
da Cruz 4, algodao trancado d'aquella fabrica, i
inuilo proprio para saceos de assucar e ronpa dees-!
cravos, por proco commodo.
Manejos i m lepeudcnles para ca v a lies.
Bodas dentadas.
Aguilhiies, bronzes e chumaceiras.
Cavilhes e parafusos de todos os tamauhos.
Taixas, parns, crivos e bocas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou por ani-
maes, e prensas para a dita.
Chapas de fogae fornos de farinha.
Canos de ferro.lornciras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repuxo, movidas a
mao, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas h\dauliras ede parafuso.
Ferragens para navios, carrose obras publicas.
Columnas, varamias, grades e porloes.
Palitos e toalhas.
Vendem-se palitos de brim de linho de
bem reilos, a 3 a 48 cada um ; loalliasde ,
de linho do Porto, proprias para roslo a 800 rs. cada
urna e aft a du/.a; e panno adamascado de duas
larguras e boa qualidade para loalhas de mesa a 2
a vara: na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50.
FUNDICAO' D AURORA.
Na fundicao d'Aurora acha-se constantemente um
completo sorlimenlo de machinas' de vapor, tanto
d'alla como de baixa presso de modellos os mais
approvados. Tambem se apromplam de encommen-
da da qualquer forma que se possam desejar coma
maior presteza. Habis omciaes serio mandados
para as ir assentar, e os fabricantes como lem do
coslume auanram o perfeilo Irabalho dellas, e se res-
ponsabilisam por qualquer defeilo que possa nellas
apparecer duraule a primeira salra. Mqitas machi-
nas de vapor construidas nesle estabelecimento tem
estado em coiistaulc servico nesla provincia 10, 12,
eat 16 annos, e apenas lem exigido mui insignili-
cantes reparos, e algumas al neuhuns absolutamen-
te, accrescendo qpe o consummo do conjtostivel he
mui luconsideaiWl. Os senhores deenglnlio, pois,
c outras quaesqnet pessoas que preeisarcm de ma-
chinismo sao respeilosameule convidados a visitar o
estabelecimento em Santo Amaro. a
Na rua da Cruz n. 15, segundo andar, ven-
dem-se 179 pares de coturnos de couro de lustre,
400 ditos brancos e 50 dilos de bolins : ludo por
preco commodo.
Vende-so um grande silio na estrada dos Afflic-
los, quasi defronteda igreja, o qnal lem muitas ar-
vores de fructas, larras j ai|^ii.--^-- baixa .para
canim. e casa de viventlaT com bstanles commo-
dos: quem o pretender dirija-se ao mesmo silio a
enlender-s* com o Sr. Antonio Manoel de Moraes
Mcsquila Pimentel, oa a rua do Crespo n. 13, no
escriplorio do padre Antonio da Cunha e Figoei- .
redo.
Planos.
Os amadores da msica aeham continuadamente
em casa tle Brunn Praeger Companhia. rua da Cruz
n. 10. um grande sorlimenlo de pianos forte e forte /
pianos,,te Uillcrcnlos modellos, boa eonslruccao e bel- \
las vozes, que Viglfjn por mu.1 icos precos; assim co- >
mo loila a qualidade de iuslrumenlos para musi.a.
0bra8deouru,
como sejam: aderemos e meios dilos, braceletes, brin-
co, allineleS, boles, anneis. correles para relogios,
etc. etc., do mais moderno goslo : vendem-se na rua '
da Cruz n. 10, casa de Brunn Praeger & Companhia. ^

(
7
I
t
f
i
ESCRAVOS FGIDOS.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carrosde maoearadosde ferro, etc., etc. r**?'. Cu!nu por?m- ? *
suas obras, ja' geral- i e10.\e"ssim<>''" assislido ii
_. i ilii iitiilii r.jr-i _i-i-' ,T,-v ixa> w
Alm da superioridade das sua
Desapparecetwiodia Hile novembro do anno
pascado apret Raj mundo, crionlo, filho do Ico, de
idade i atines, pouco mais ou menos, cor fula, cara
larga, beicos grosos, barba cerrada, estatura regular,
rendido de urna verilha, pouco volumosa, he mullo
ladino, e diz saber ler, he amigo de sambas, onde di-
verlc-se locando llaulim ; o mencionado prelo fi
i capturado em o engenho Tapacar d'onde loruou a
1 fugir no fim de 4 dia : quem o pegar, queira levar
jiirua Direila n. 78. que dar-se-bS paga generosa.
Do engenlm Bento Vellm em S. Antao, fugiram
ao amanhecer do dia 17 do trrenle 2 escravos, per-
leiicenlesao bacharcl Pedro Uezerra de Araojo Bel-
; trao, a saber Alexantire de 25 anuos,rrioulo, cor fol-
la, um pouco alio, pe limpos, e i foi surrado, e Ve-
rissimo Angola, de i annos, bem fulla, ollios gran-
; des, boa estatua e corpo, ps limpos. ambos foram
escravos do^engenho Tarai/.o, boje pertenrem a mi-
Alexandre, he erlanejo,
nesla praca, podem ler-ae

mentereconhcida, David William Bowma garante li'i=i,,0 Para serl? (""la praca e e
a malsexacla conformidad cornos moldes e dse- urh,0i : r-M P"
ouioiuiniiniv M'lll o7 I1H.11II--I c IjgJl ,_ ---------- -------
s pelos senhores que se dignarem de '"g?rei. '"S elle transilcm ospieudam elevem a seu
mendas,apro\eilandoa wcaiiao pa-i s1e",,",r'em Benl **".< nesla praca a Antonio
seus numerosos amigos e freguezes 'Sel.uerra, que se gralil.cara. ;
as autoridades e pedestre dos
ulitis remeltidVis |
fazcr-lhe eucommentl
ra agradecer aos!..
a preferencia com que lem sido por elles honrado, I Desappareceram no dia 16 do trrenle dous es-
e assegura-lhcs que nao poupara esforcose diligeu- ; travos do engenho Camilla, freguezia de Serinhsem,
cias para ronlinuar a merecer a sua conliati(a. r<"n o sgnaos seguinte : Jos Angico, de Angola,
OLEADOS 1NGI EZES l' \l^e ?_5 annof allo,_barbado, de bom corpo, fal-
Vendem-se ric|iiissimos oleados
riquissimos
assoalhar salas, tanto eraqualidade, com .o
no escolhido gosto de desenlio : no ar-
mazem de fazendas de AdamsonHo\vie'&
Companhia, na rua do Trapiche Novo
u. 42.
Vende-se feijao mua linho bom, cm saccas ; no
armazem ta rua da Praia o. 14: no mesmo armazem
I la meiu, alravessai'lo Ja foi casado, os ps apallielados,
para com areslim, j tevAexigas, e sabe bem rezar j Joa-

vende-se boas travs de 15 palmo de coniprimcnto
da mellior qualidade que pode haver.
quii, rrioulo, oflicial de sapaleiro, de idade 25 an-
uos pouro mais ou menos, baixo, grosso, bonilnte.
olhos brancos c meio amortecidos, bem empernado,
quebra bem as pernas para Iraz, os ps pequeos, nm
talho de machado no peilo do p, e esla costomado a
fugir para o Berife ; um oulro de nome Alhanaso,
crhulo.de idade II almos, alto, grossura regular,
barbado, nariz chato, rauella gume de Taran, lem
' marra de ferida na barriga da perna no lado de fra,
os ps apallielados. tem nina marca de ferida nabar-
POTASSA E CAL.
Vende-se potassa da Kussia c America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por preco mais commodo "que em
outraflualquer parte : na rua do Trapi-
chen. 1-1, armazem de Bastos Irmaos.
Na lita to (Jueiinado, n. K, lem che-;; Na rua do Vigario n. 19,
gados agora da liahia, os verdadeiros'
charutos deS. Flix, da acreditada fabri-i
ca de Brandao, os quaes se vendem por
precos mais 'commodos do que em outra
parte.
Couro de lustre
de boa qualidade; vende-se por menos do queem
oulra qualquer parte para liquidar conlas : ua rua da
Cruz n. 10.
Vendem-se ou periniitam-seplor casas no llee-
fe, ou escravos. tros propriedade naIfidade de (llin-
da, sendo um sobrado na quina tte S. Pedro Velho
encestada ao paco, c duas casas terreas, nina no fun-
do do mesmo sobrado, e a oulra na rua do Cahral.
onde mora Alexandrino Cesar de Mello : a Iratar na
rua Nova n. 7, ou no Arrumbado em frenle da ma- ,
(riz, com seu proprielario Angelo francisco da Coala. -
PAUA A PRXIMA .ESTACAO'.
Vende-se -emente muilo nova, viuda pelo tillim s
vapor nglez de Lisboa, de abobara porlftiina e honi -
na, a que alguns senhores cliamam menina ; esla s
abobaras crescem a um lamanho extraordinario en -
mirando boa Ierra e (rato, chegam quasi ao tama -
nho'de um barril da bai'alluin ; liimbem existe se e
mente de mclau, a que cbamain casca de rarvalho :
os prelendenles prucurem no aterro da Boa-Visl: i.
taberna n.^0.
Na rua da Cruz n. 15, segundo andar, vendem i-
se por preco commodo, saccas grandes com feijS
muito novo, dilas rom gomma. e velas de carnab. |,
puras e compostas.
primeiro andar, ha
para vender, cliegado de Lisboa presentemente pola
barca Olimpia, o seguinte: saccas de farellft muilo
novo, cera em anime e em velas com bom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio iloce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Cola da Bahia.
Vende-se superior rola, por preco commodo: na
rua ta Cadeia do Kecife n. 47, primeiro andar.
riga da perna do lado de fra; esle desappareceu em
21 deselembro de 1852: roga-se as autoridades poli-
ciaes, capil.ies de campo, o oulra qualquer pessoa que
os pegar, leve-os i rua das Ciuco Pona n. 82. ou
ao mesmo engenho Camilla, que ser bem recom-
pensado.
Gralifica-se a quom pprehender o prelo, crion-
lo, de nonio Antonio, nuriiihciro de bordo do brigne
nacional Irit, que veio $assrar Ierra no dia 23 do
crrenle, e lem os signaos seguinte: estatura regu-
lar, pauta barba, qucixo saliente, ileutes limados
e amarello, e o debaivo alnidos. marras de bexigas
armazem de Leal i prximas an nariz,mos amarelladas de alcalrao. Coil-
d'i Kussia che- -"7i"""0-!,n escri|'lnrin ,lc Bailar & Oliveira, rua da
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na rua de Apollo,
Re, lem superior polassa mi iuimui, i-m- i Vclh.i
jada ltimamente, e ta fabricada no llib ji* -.^.'^1. i
'( .. ,., i No 1." de dezenibro prximo passado. desappa-
de Janeiro, de qualidade lem conliccida, rP(.c(1 ,\n on^ei,o Canabrava de N. S. do O', rnmar-
assim como cal em pedra, chegada no ul-'ta de Coianna, um prelo de nome. Vtenle, o qual
' lem os signaos seguiules : alio, seeco do corp, com
um talho na testa da parle esquerda, os cabellos da
tuno navio-
Vendem-se cobertores de algodao grandes a 610 i fonles avcrmelhados, nariz clialo, reprsenla ler 25 a
rs. e pequeos a 580 rs. l na rua do Crespo nume-I 30 anuos de idade; este escravo foi do Sr. Joo e-
ro 12. "
lia
pomuceiiii Viega. em Pedras. de Fogo > quem p
- Vende-se em casa de S. R JohnJ$SSSSS:SSSSSS2!5^
ton iv Lompanlua, na rua da Senzala No-! ^) l'OTVSSA BUASILEIKA @' 'er'18c"er"-Si'me"le recompensado.
va n. hl.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chcrv, ein barris de quario.
Sellins para montara, de homem e se-
nhora .
Vaquetas delustre para coherta de carros.
Relogios de uro patente nglez..
No palco do Carmo, taberna n. I. vende-se
muilo boa alclria, a 210.
\endem-se muilos bon malcraos para pedre-
ro, e mandam-so botar s obra. cm grandes c pe-
queas porti>s, por preto rommodo : no armazem
ultimo da rua da Concordia,ao virar para as ras do
Alecrim e Augusta.
Vende-se um preto, crioulo, para fra da pro-
vincia, de latir- 2i anuos, pnrm parece mais moco;
tem oflicio de torneiro e fundidor: na Ponte Velha,
casa do Jorez, lorneiro francez.
Vende-se superior potassa, fa- ^^SSTSm*
bricada no Itto de Janeiro, che- ftjfcjnos, alio, falla demorada
gadPreoen temen te, recommen- a*'ffr!lvo da-se aos senhoi-es de engenho os S ^^Z7^u^lT'n M?r- E'"^rt *"!'
..... < "i; i>. i.*, prelo cosmma em suas frequenles lugidas
22 do crrenle o prelo-
xandre de naeao de San Paulo, ,ldc 33 au-
e -corpo i ef.rrado; foi
escravo do Sr. Melequer, hrantez. "morador no Bo
e\pe
rimen-
-
seus bons ell'eitos
taiios : na rua da Cruz n. 20, ni
mazem de L- Leconte Feron & y).
Companhia.
Na loja das sek portas em
vramento-
Corlea d? cassa chita a l280. com 7 varas ; chilas
oscuras a 5S000 a peca, e 110, 180. 180 e 200 rs. o
covado, rhilas largas francezas a 240 rs'., chitas para
robera a 200 rs., rambraias pintadas de lindos gos-
los a 2c500 e 25800 r*., lentos para mo, brancos e
pintados a 160 e pequeo para menino a 80 rs. ;
e oulras muitas fuzemlies iriiiilo em tonta.
.....' frequenles I
andar por Olinda e refugiarse mis capoeiras do Kio
Dore, e al se poder rom rcrlza encnnlrar: roga-
se a quem o pegar ou dclle der noticia, o obsequio
de dingir-se a fabrica de caldeirciru na rua do
liriiii; u. 28.
-, ~ Wesapparecen no dia 8 do correnle, do lugar do
frente do Li- u"!.eir0' ^,e*[ue?'a do Poco da Panella, o escravo
Manuino, de naeao, com os signaos seguinte : alto,
magro, com falla de denles, heiros grossos e n de bai-
xo taludo, lem o umbigo grande, reprsenla Irr de
idade 50 a 60 anuos : reeommenda-so aos tapilc de
rampo a captura de dito escravo ; e quem o pegar,
leve-o casa do abaxo assignado, no Mohteiro, que
er gralificado. Francisco (acalranli de Mello.
PerB.i-Tni. de M. T. 4a Farle.-lW.
r
(
<


Full Text
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