Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02310


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Full Text
FKE90 sa suascaipqiAo.
Milwreve-s* l.jJOUil por atino, e lafKlO por
qujrlel paso adiniitmlo, o ISJOO por quartel \>un
\fiinJo, uinisii ituseu proprielarii', M.h'iyiieira
e Paria, iMprura da Independencia, m. ti o 8, e no
Km de J. cana do Sr. Joaft l'ereira Martina.
Balda it. Duprad.
Marei Joaquini Hernardo Meiidiinra.
Parahiba. Jiw Koilrinueml Costa.
Sal Joaquim lunario l'ereira.
r.icaly Antonio de l.eniosBrasa.
Ceara' Hl.ir.inlia a Joaquini Marques Rodrigues.
P,a' un JusliiuMose Kaiuos.
CAMBIOS DE 2 DX BEZEMBHO.
Sobre Londres27 ', aTi'l,
Pars M5
a Lisboa, 95 por rento.
MXTABS.
tturo. Onras bespanliolas l'h-vki a j.Ki'm
Momias de titOvelliiis......ItMKH
de (jMOO nova......IrfcyKH)
l'rata. Palaroes brasileos........ IfMO
i'esosc IIII'M.'.IIMI.......... liWOO
Anjeen do Banco......... lili
Descont doLeltras.......9aII u
Portugal
Hes panlia
Franja .
Balfka. .
ludia. .
Alema ntia
Prussia .
Dinamarca
Turqua .
jbmU. .
15 de No,
i 6 de
8 de
5 de
5 de
i de .
5 de >
26 de Out.
27 de o
22 de >
Austria .
Inglaterra.
Suissa .
Suecia. .
K. I'nidos.
Mevico. .
California.
Cbili .
Buenos-A .
Montevideo
I de
Kara' . 3 ift
Maranlia !> de
Ceara'. . Id de
Parahiba 15 ile
Alasoa 17 de
a-onciAs bo iiupehio
lie/
S. V. do Sul 9 ile Nov
S. Paul 58 de
Milus. I de ii
K do Janeiro 15 de De/.
Halda .... 2U do
r ARTIDAS BOS COMIEIOS.
Olinda.todososdias. f
Virloria. nasquinlas fciras.
Caruarii. Ronitue tiarauliuni. nos diasl e 15.
Villa Bella, Boa-Vista. ExeOricurv. a De28.
8 de Nov.
9 de
< de
24 de Otil.
22 de
5 de
15 de Selb
16 de
2 de Nov oianna c Parahiba.segundasesevla
i Natal, quintasfeiras.
26 Segunda. S. EstetAo
27 Terca. S. Joan ap. e
Evaimelisla.
i8 Oii.iii.i. Os Ss. In-
nocentes.
-".I Ouinta
Arc.M.
:it) Sexta. S
M.
31 Sabhail
P.
i Dominu. t'irCumci
silo d Senlior. .
S. Tboinas
Sabino B.
S. Silvestre
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
egundase quintas.
Helaran'
tercas esabbados.
tercas esetasas lOhoras.
Jm:n de Orphan*
segundase 5. ai "' horas.
/'ritnrira vara do rice!
2. c 6. ao meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quartase sab.ao meio-d.
Nuveinbr :VJ La nova '* horas, Uiiiiuulos e
Wscsuudos da larde.
Detembco 7 Quaito creseente as. 2 horas, 1(1 mi-
nutos e 36 segundos da tarde.
* 15 l.ua rhi'ia aos .17 minutos e 33 se
gundos da lardo.
. 23 Quarlo mingiiaule aos 18 minu-
tos c 33 seguudos da larde.
PIIEAMAH BE HOJE-
Primcira as 1 limas c 30 minutos da larde.
Segunda as4horase5i minulosda maultaa.
PARTE 0FF1CIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EupedUm* 4o da 27 de deierabro da 1858.
Oflicia V<> i;mu. presidente do Ceer.i, iran
< ulliurio, por copia, o lermo de mu-.. dosarligos
le farriameStto que sujuiram abordo ilo vapor lm~
"i-rador con destino ao meio batalllo rie eaeadures
. lurll.i provincia.
Milu Ao inspector da thesouraria de fazenda,
remetiendo h coula na importancia de T.iS7tr rs.,
i i rirspeza feila com os enneerlos rie que precisa xa
. una f.iiuloiju empreada no servro da alfan-
i. i i danta cidarie. aliin de que mande iudemnisar a ^^^^f^P* ?_cj}* fjjg
.ipartlca da inarinha da referida quanlia. Com
i iik oii-so ao inspector de arsenal de marinlia.
Hilo Ao director do arsenal do coerra, inlei
nudo- de liaver approvado o termo de eotftmll
que S. inc. reinelleu por copia, celebrado com i
lltulracprpiM, IHAfJO Machado l'orlella. pun il
Mr\ircomo lal na eulonia mililar liuTam->e a* neres>aria'. coinmunicaijoe*.
|(o ,\(i iik-^iio, pan mandar fornecer os arli
gOJ bellicos, que --o v I un pan o BriadO completo da c*cuna fjndot/ti a
servicii da iliiii .li'U-i desla cidade. (lommunirou
*e ao inspecloi da llieouraii;t de Ta/einta.
Hilo Ao inspector da (hoouraria provincial
l>ara man lar por en hasta publica a obra demimi-
%ervIndo I dito c
bnaulaa|*'" ""'I'** *!! re* di Dinamarc
pie o tpie devia leuilimameiile
nada do I anqoinbo, i.a cidmlt* de lioanna,
de baso a eaaa arremalarAo o orcaineulo e
pie remelU* por cpia>. Inleiroq-se ac
dan obraa publica*.
Hilo Ao connnandante -uj:
ioii.il ilo municipio do Kecil'e,
director
I1MI
cvpcdtcao de
uenaadM do
IK nanlas u
'piaep se uImiii
(or de, quarlorft
rden- no
vico da me--.ni
ioiuiilu. na relaca
oocupand
na frefi1
Goofalve, Participio, m- ai
fede poln.i.
Hrlwao a (itr se rrfnr *
.laulinoJoM deSiqucira.
lote LttU ile A/c\edn Ma\;i.
rior da uardi na
reciunmemlando
ilido de seren dis
guarda nacional o
que remelle, u
lusarea de inapeo
de San rrei redi.
ileaembaruador ene
creiiu ein Dinamarca ililtlculdade interiores anda
nao terminada iiileiramente.
Ak duas Kramles potencias occidenlaes, como o*
leilores cslanoi lembrado*, em presenca desa lula
desigual que ameac,ava proloiiKor-sc indetinidameu-
le, hveran de in(er\ir diptoinaticamente para ae-
l'iii ,11 a independencia da Dinamarca contra novo*
periuos. Porsua parle, a Hussia, cuja dvuaslia
oriunda dos duques de HoMein-lioltorp, linba lo-
leiesses de familia na queslo, associoti-se com a
Franca. Inglaterra e Suecia, para residverem a dis-
puta. Na orisem do debate, a Dinamarca leve tsni-
liemcomoalliado o gabinete da Austria. A rivali-
dade animada dcsle abineto com o de llerlin, ude-
sejo de iini'i'ilii que a Trussia abrisse UKM pOJWgefli
pelo mar do Norte, deram molivo a esta poltica do
miverno imperial, (guando l'ros-iii deixou de lar
aria lite de-
I (ir um uioinenlo. a corle de Vieiuia inodoii re-
penluiameulc de allilude a respeito da Dinamarca.
i.iuercii tu mostrar que era lao biw guarda do pa-
Iriolisnio jermanico, como a ua rival, ella >e deli-
berou a tornir-se por Ma ve/, interprete da- prelen-
'."'- federaes sobre o llolslein. Sua inllueucia lein
liiumpliado de lodos osesforcosdo partidonarional
dinaniarque/ para separar o elemento escandinavo do
elemento allemao no reino, c para subtrabir o Slcs-
vlgi pressilo do germanismo ; a coiisliluieo dina-
marque/a lu abalada pur eslaaeco da Austria, e a
nova orfEanfaa{*0 que dahi devera resultar, lie an-
da boje um assuiuplo de debales aajtadoi entre os
partidos nu seio das cmaras, e de um laaaenJavol
desaccordo entre o ROVeruo e o pai/.. I'm grande
principio foi todava consolidado. A iuleuridadeda
Dinamarca era amea^ada pela ekliiKcao pro*aval da
dynaatla actualmente reinante, pela dversiilade das
leis de surce>so admillldas no reino proprimucnle
a urna pofflo dos ducados. Um novo ramo
i* remoto do
eder. porem
asculino, eque poda reunir por aao em sua caba>
i aa copias roaos o dueaos cingldas poto ramo boje
|M)S-
uein-
riiM-
reinanle, toi ebamado a (amar o* ilireii
asaos* daalOa A evenlualidadoda urna les
bracaoda Ih'nain.uca, que fora a oceaaiao la i
da feulunka prosada na Allemanlm, acru
siiu conjurada. I'oi em Lnndrosi com o
da Inglaterra, da Franca, da Rimta oda Suecia.
que a Din.iiuarca obleve da Austria e da l'russia a
ronvt'iicHO desuada a rme^tirai a corda r.iuiala
a-se a
L'oucn
(!'
M. noel Iran isc Marques.
\llloiiio All toda. Costa lininia
.1" . Marquen da CMU Soares.
M 'Vaildriiio 'cilrii do Auiaral.
M mil-I Itiidriunesd.is Ni'mn.
Jet Isidoro 1 ereira do- Iteis.
\i ii'lianii Ai guale dellliveia.
.l. i Antonio l'ereira do Rea.
lia Wlllllliln I ,- Pedro da se liis Santos, s Nevos.
He nardo Lili - lerreira Luuicini.
Jo i,,. r'nwdK i Jn.upiiin > Marques. Alvcs de Miranda.
Vi gatlo JoimS (i,iMi;alves,L<-"a.
ilel.liik-lm
deaeaudajue
r-in ti lo ii
rico viJ.
p.n le pan i
que ches le
convena
A come
IS Hill.ll
em |..is-,
Miaad
q.ial re
l ds rei
i miiil
de I
vanlaoe
lliuama
IXIIII.
imdr
de
l. a de
er da
o gabinete auslriaro linha apresenladu ao |kmUt in-
terino, que substitua a dieta de Francfort, una no-
ta sobre esta questao devida a M. de Brurk. minis-
tro do rmnierciai,iitigo director do l.loyit de
Trieste, e un dos liomens mais entendidos do impe-
rio nessas materias. A Austria quic tamiliarisar a
Alli'ui.inha rom este pensameiil que ao principio
avia foi arolbido fav-orivelmciite, e o linha reprndn-
iil debis de diversas formas em todas as occa-
sioes que se (iiiham apresenlado, es|iei'ialinciilc no
eonuress de Dresde.
Por felicidadc lalvsv. do/olvverein prussiano, a
Austria, que, MtU opnca, linha ganho tanto terre-
no na conl'ederaco. ullrapassava igualmente osjus-
los limites da prudencia, propondn Allemanhi um
prujeclo de reorganisacao federal milito niais ambi-
cio- il que fiira o da Prus-ia em IS1. Kui cniao
que se v i prudulir, cun esplendor, o pensanieul de
una eiicorporaca de todas as provincias da Austria
DO territorio federal, MI antes de una abeorpeto de
tuda a Alleuiaiilia na Austria. Esta pnlenflo alla-
nieiile declarada abri os olhos ans gablnetn alle-
uiilcs e Europa, e quandn a Austria, ein IK'i2. a-
presentuu de novo a seus alllldoa plano de una
uuiaode allainlegas de lodo o imperio rom a Alle-
inaiiha, loilos cimiprchenileram que ella queria ebe-
.ir por um camin desviado ao s;u prujeclo de ah-
-iir|i;.i,i polillra da Allemanlia. PerifO por perii'.
os veiil.deiros Allemaes preferiam antes que |m>-
dia vir da ambicio da PruMia, estado veriladeira-
inenle germnico, a prejeeU das prelen(Oei da
Au-iN.i. Mmenle allemaa pelo tarea M mi popula-
Cflo. A diplomacia austraca, querend levar niiii-
t alm nKceaao obtldo em Olmui, rlisperloa ua-
nailaa penosas contra un project que. em inllni-
lempos, loria eoconlrado menoi obalaeuloa.
Na orisem don debates, no. primelraa dir de 1832,
asi......arduas da Alleinailha iiieinidiimal,a llavie-
ra, .1 S.iviiiii.i e proprio Wurleinberg.beniroiuo .<
o llailen.que linlian rn/.iii de ipii-iv.i-
ililica da Prus.ia duranle a clise fede-
ostraraiu-se mu favoravelmenledis|mstas pa-
ra um /.olweroiii aiislro-alleiiio. Ks.c- divemaa pai-
/es nao viam ao principio em lima linia mais es-
Ireila cmn a Auslria, i.eii iiiiih occa-ia e um incin
de usar de represalias para cun a Prussia pelas m-
luielocies que esla Ibes tinba i-an-ail. I'ara anle-
cipar-s aocongress de alfamleyas qoe ia reiiiur-sc
em Herlin.H AustriaMapreaujrara de convocar laiu-
heni iimcongressoeiii Vienna. Oaeriailoado meiu
tus. He
ral,
ibi
la do rei
lermiii
larqoe/e- a arrie il
d de-de ISIS. I
I"
, P"
I'M
Vi
'lina
Irla .ir
feli/uieu
s coniecus de
nina parle, ea
pai/., relaliva-
di '
din, leme.....O ai di
il.r represenl.mles
ic dos alliadm da
nclle, llm ilcnuvl
sem so uiiistrarem d
r na fiinna dehaiv
Me
a esl
.|'0-|i>
Iriliulaciii's em
lahidu apenas da grande cuse federal
me/ de mai de 1H.il, pelo restaliele-
.la.pniu tlailiv Teles de Suu/.i.
.duardLtaiidiuo Lurreia I..iln.il.
EXTERIOR.
lie
OS GABINETES EM 1852.
('ufimiani.:
Wmpra ^ ein da* diiat grandes raras latina
le sen Mralo, que
ni-em mi resullam o- fados mai inleressanle d.
(notoria contempornea. A Allcmniilia. |iori:in. qui
^olirenoja lal ve/ OH l.alnio 0 OH An^lo-Saxonios ik
dominio da ncioncia, tem querido irnnbem aluuma<
M/e-s rivalizar com elles tolira O terreno d.i polillca.
Klla |Kirm. lauto no interior,
contra Brandes dillicuMade
lado, l
ratado feudal
41 rom irabal
In aofKlerur,
|iie seja para
lual, que
lo em particular.
bIbuim, in
i un
i aalnuai delle.
rtglrnon federa
despiiMilviincnli
Cus lana* \e/es
lo peso da* rrtaaaM ",,s paltas
mllo proprio pn/a a eapanaati
principal insli tmenlo dan COI
utlernos, a marinlia militar, fi
orno no exterior, cu-
So interior, cada c-
ii apenas mhlntlo do
va ,\ propria l'russia.
Polo que di/ roapel-
il. por mata proprio
da aclividaoolndi-
esmagada debaivo
il\|l-.l.ln., mAu lie
los povpa. Kinliin.
quUlaa nos teuqtos
|uaal toi.iiinei
\Xy, entre a Pruasia e a A
Dinuuuirca da Unir, impo/ o esli
monta ao Sleswii: a ao llolaloin.obi
Iralivu que deiaam lemprograuda lo^ar o inilu
ca germnica no riucmoa. I
A AllomanlM lovo lamben
IKVJ. Tend
terminada
cimento pnroe simples ilo pacto de Iki.v
! aanrir em ien *ei urna questao que. deliaixo de urna
.ippareucia eseiicialmenle commerrial, dfapeiiava
lonasaM paisoeaqoe os inoleb entslos de rvfornni
lederalixa liidiamaoseiladoem IK-V. U /ollerein.
ou iiiimo de alfamle^as. que lie olira da Prustine
que lem prestado desde a ua fundarao lantoa aar*
fina .i industria allemaa, expira coin o auno de
iHX. A Prusaia, que em Miembro de I83d con-
' eluira cuino llauovre Mita conxeueao de commer-
cioe de airandegan qoeeonMcrava a fuaSoda nnfao
. hanoveriaia Siena i-rein i com ji uniao priissiaua,
i tontn o iniciativa da denuncia do Iraladn orgnico
do /olluerein.alimde sulnnetle-lo a noxasoelilicr.i-
{AesepronAra admisaJlodo llauovre na alanea
j que sedera reconstiiuir. Assim como o declaraxa
i o valnele de Kerlin. na circular destinada a convo-
car un contrnalo de alfamlejia* na capital da l'iu>-
*ia, nao se (rlaxade rerousiruir nina uniau iuleira-
cixa .solire novas liases. Nao OS poda tratar
/desenvolver associiclusem mudai-llieo
I A Prmnia olliava como omdoi principios
e* do/ollwerein il seo carcter prusiano.
IKI. na inipoaaibllMade eniouesentia-.-e osa-
la de Berln de reunir a Alleinanha inleii.i ili-
baiao de Hua aapremnefa, ensaiara conalHnfr.dcbat'
mi do iiome de unido rwfrrffl, oniu-lcode urna no-
va Altemanha aob a presidencia na IVuMia. o Zoll-
aerein mi lie mais do que cala aniso restricta rea*
liaada om materia de industria ede commercio. O
Rabilaste de Berlin dosejava porianlo untes de ludo
qoe o /.olUeiein, Burilldo-M paia o lliiiioxrc, licas-
Inlivameutc
Austria para i
Bnbjnelo de \
lermlnvHm .i
Pi
dado
Poli
qu
mi Ir.
Miadas
istria. ;
lado, fe
riera m-se pro-ademan
iifiresao. A maior par
a couipareceram lamben
propona* da Aualriamai
. -,\ aceitar o plan aualria
qual elle se apresenl.ua. He-
ella u.Mi linha ronvi.lado ,
vnnrosao de Berlin, e tlnli
Mina as ra/oes mu lgicas
tarta-la daedoliberacosa p
enlrava nos principios da
lum/nlnerciii au-lro-allen
m a l'russia romo todos ot
;m.is estaan podfacomparece
:rn principio que represenla\a
renunciar implieilamente
rein restricto ; por isso n.
Austria.
De reslo. o roimre-so que se lirio em \ ieima aos
t de Janeiro do IXVJ, eque se prolongou duranle
man de .lOaasa&ea, nao den lodo* Mreaullndea que
delle se esperavarn. O oablnele de Vienna -ulmiet-
leu a esse cnngreaao duus projeclo
simple tratado de conimerrio, qu<
aorar do I.- de Janeiro ilo isv. em
Mira nmi nniftocompleta de alfand
lemaulia, o qual deserla ser ihmIo >
I-. de Janeiro rie |8jS>. Adiando pai
t.ie* polilic lambein ter que hitar contra riifliculdades podoro-
Ma. Os resenlimenlos da Baviera etla Savonia, as
quaes eslavam l frenle da \\%i de llarmalarit, pou-
param muitos embaracos diplomacia prussi.ma,
lodaxia a Prussia, que riebaiao da impul-wlo (irme
o sensata do Sr. de Maiileulfel lomara a lomar des-
de o ennaresso rio Dresria urna allilude mu i digna,
riesenvnlveu no congresso de Kerlin iw recurso- rie
nina dialctica sabia, e poz em seu proredimento
una uraxidarie que nao lardou em far impressao
sulire seus adversarios. Depois rie ler consentido em
muitos ariianieutos rio ernu-resso. alim rie dar aos
estados colliitailos o lempo de amaduiecerem suas
resoluciles, nflo linlia oblirio resposia almuua salis-
facloria, c ella iomou o partido de dissolver o con-
cresso.
Esla re no de nina riissolucau cmplela, coin a qual os esta-
llos ilo Meio-dia (eriam lalxe/ mais que solirer que
us rio Norte, causn una viv e moca o em loria a
Aiii'.-i.iiiii.i. As grandes c-bladea imlustriaes econs-
inercianles, que sabem pelos proe/OSSOa eHectuados
lia mais rie viole anuos, lorio o que dcxeiu ao
Zullwerciu, moslraram inquietaces que os llover- :
nos in >i- lioslis i Pn^sia foiam obrgdoa a tomar
em consideracao. As popolaces
lismo sermantco lem muilo mei
a Austria rio que para a Pruss
peiismiento .le que a inllueucia
riesapparecer riianlo da reacc;io
seus alliailos, rearman *
illuses rio aermauisnu
mente rics\anccidas. A
racoes, ii<> proprio moineul
toda ana lu a poasinilldade de una dUaoluello d
/olluerein, formaxa-se ua Allem.inlia una oplnlio
lavoravel a osaa insiiiuic.Mi enscnlaaia. cojos bono*
ilcios lem penetrailoem todas aeebnwesria popula-
cao allemaa. A allilude ria IVussia, resolvuta an-
tea a retirar-so do Zullwcreiii rio que a admillir
nellea Austria, aalvoo eaaa cresc.no Todava a l'russia nao rt
I cotceselo i Aualria. <> Kam
do rara 1859 a poca em que deferia
unian aiislro-alleni'ia, exilia que o Ira
ria recular as ii'l.iccseniomerciaes rio impe
rio Zollwerein rie isi.'i a IB50 cenliteaae urna
pulacao lormal, nina proinessa precisa ein fa
??
lar a Irunteira indecisa do Monleneiro e da Tur-
qua.
E*isle com ludo entro os dona pailas, um objec-
lo de queslau mais profundo rio que cssa* allera-
ces baliiluaes entre ludas as povoacOes riesses esta-
dos pouco disciplinados, lie u questao das fronUiras.
I >> alio de seus roclierios selvaseus, os Mouleue-
urinos vei'iii o Adritico, o qual desenvolve diaole
mri;en, suas ondas cbeaain a|>enas a
as rie metros do p dessas maaaes Bra-
via os Moulenecrinos nAo tem porto*
. nvoltos|ao oesle |>ela exlreniriaile
i austraca rie Dalmaeia, ao mesmo lein-
pachalalo Uirco rie Sculari, elles estilo
com'rocTciatmenle na dependencia des dona impe-
rios que IIips licain vi/iiilios Disputar Auslria o
terreno que os separa rias boceas do Callero seria
periyoso, os acoiitecimenlos lem provado isso mais
de una ve/ ; be mais fcil aos Monlenerinos ten-
larem enarandecer-se i cinta ria Turqua ; por isso,
procralo de preferencia esleude-sc sobre O ler-
ritorio turco entre Seulari eAnlivar, umasaveoi
desembocando pelos desliUrieiros, a herios solire An-
I i vari na riuecciio do rlteiro qoo atravessava aquel-
la cidade pura ir ilesa miar no unir qnatio a einco
lelles suas
urnas entei
niliras , lud
sobre H MiH
la pr Incli
ioq.il pelo
que cmscu
IOS lllflllltl-
t, assuslara
i palrio-
an para
rn-se a o
pruaatana ia (alvos
da Auslria o rie
slemalica Contra lorias as
liberal nao anda inleira-
sim por diversas cousrie-
fii que apparecia em
.saxa fazer aluuma I ea u.na quesiao. cu]
le de Vienna" idian- umplelanientoquer-
nutras ve/es seiminrio o curso do
.i (.etinlia, pequeua capital da Monlii-
, e cabe no laso rie Scutari. A poaaes
o seria pan na Monteueiirinos rie urna
muilo uranrie. pur qoaolo Ibes riaria
10 Ailrialico, onde despeja suas amias ;
ia mu lories posiroes ein fren-
sla necesvidailc de chogara I
ana ia ronclnfr-ao*
ilisso nina condca
Zulla ereiu. Itcp
1 l1"
l"
Prm
ufraque
alroaea-
cer ahi
sem
yslema de nm Zolwe-
n presin aoc iocacMi
.Vuslria fa/iaui
da reuoxac.io d
ricamente ese
varaodolloll
a negociaron ulterior,
ma repugnancia \nKUi
ao principio u /ollnei
depois ou inesiuo simnltnn
Commercio com a Austria
futuro, lal era a ultima p.
Un. Dianle des-a polilic,
liados .la
linlia sirit
Oaalliadn
I f/l/.
in>
lajnaa mais i
rio que re
nlm-Nongr
silo desse la
inipurlaiiri.
Bccaaao sobi
elle Ibes asaegop
lo dos Turcos. Mi
rio o rusto a inaritein rio Adritico, que lem impel-
ilo taiil.ii ve/es os Moulenecrinos a riesrerem de
suas moirianlias para se prreipilatem solire os pol-
los axaneados dos turcos.
ConaiderarjOea de ordean poltica e moral menoi
precisas, ohmios f.ic-*is de rieliutr, porem nao menos
poilerosas, \nn ajuntar-se a esse interesscs ileor-
riem malerial, para entretera ambicio don llonle-
neurinos. Por Ira/, ria quesl;lodasfronleiras lia para
ravidade appreciaria In-
a lembraaaa rio papel i;io
ntimenlo de rara
cliristaos ria Tur-
especialmete dosSIavos. Nos pai-
to occidente, o lace- social resulta de
rondes lembrancas polticas e lilliea-
sene de fados histricos e coiiuiiiins,
^ inleira do homene. Aa reanles n-
Al ao me/, de oululiro ilo 18M o Monleue^ro fui
Itovernado por um principe bamo, bomem mu ios-
troido.qoe fallava a maior parle das linguas da Eu-
ropa, que escrevia muilo eaUumasvezesbemnasua
propria, e que ajudava quanto poda a propaganda
clava na Auslria e na Turqua. Depoin ria murle
desse bomem disiiclo, cuja finura e audacia seu
visinlios poderam apreciar, um joven principe seu
sohrinlioriesRiiario para ser seu successor na du-
pla qualiriario de principe e de blspo, mas que nao
quiz ser seno priuci|rc, operou no paz urna revo-
l'it;.i.i, cujo eireilo foi dar propasanria slava meios
muilo mais euerBcos aluda, do que aquelles de que
elbrriispoulia aleulaonesse terreuo. Foi esla re-
voluto que exciton a ambiro dos Mon(eueBrfiH>s,c
que poroulra parte provocou os lemore.* e av-olera
rios Torcos; rialii, pon>, nasceii a uuerra que eiisan-
uentou as margena rio la^o do Sculari o as fron-
Iciras da Montanha-Nesra.
Taes sao pelo menos as considera enes nioraes que
envenenaran! aquesllo das Ironleiras, e levaram os
Turcos a taeram revivar suas preleuciVs sobre o
Monleneuru,ao inesmo lempo que os Moiileueuriuos
lirmaxaiu sua inile|iunilei
que nunca.
I.-- goerra, destinada
sraudes potencias, nao pu
analmente debaiaodo un
l'Vanca deplorava que a I
diado em una lula, cujo
fosse, rievia ser triste. V
Ha mais o -tillin-.iiiiiMiif
a interessar xivamenleas
ta ser encarada por loria*
'sino ponto de vista. A
tuquia se (ivesso aospe-
reanltado, qualquer quo
i'iicidos, os Turcos adiar-
formar-se a lado fh-tina- f as preonip.li;oesdelotloss p.
l quia ria Bur)
llindo callieso-
ileclarndo que -i reno-
undiclu previa de (oda
> linha oeuliu-
nvgoeiar. Reconstituir
ir noxe anuos, roucluir
menle um tratado de
e para o mais esperar o
ix r lo gabinele le Ker-
de.1ie.ida e liime. os al-
Vustria dohraram. A propria Ltusaia que
o pojiiit deapofo ria casa rie llallisburu
.il
um lotli
rias, rie
a nina
lernacb
por leis |i
ni
de
in p<
es riessa asreuac.o reuul*
iliticase cim- m> reHUlain so
[ntercsae ou de direiui pnblii
ira/oaveisque coiisliluein a
matica. Bnlre o> povoj que se acluti
ineiu liarhariilatle ou rie infancia, a
Ira e rie riireilo publico, silo ipci
bim
l!
a xi-
iiilro,
a Al-
eme
e-pirn
esse uc
Bi
lu
la a ri
(ante, i
que ro
propun
si;;lo ei
ci ein
1 comproJt
aler. o
i /oUereui
Hustro-aeri
i plano
Midiaa
ralado
i sen p
i. um
eomecaM
liante ; o
aidetori
ni execiiivi "
a eaaa nllima iIj
xu-tri.imoalrava bai
ddliculdades que ia le
le ctunineicio que ell
iiaamenlo.nervr de i
drli
!n
cria propur
*se Iralndo de rommercio,
i una prova daa vanlagen
l.xpotl.eso darealfsaefK
eral,
me-ini
leaos Allemaes. Os mesmoi esfur
l.uam lia aluons anuos, para formar urna e-
i'imauica, naofranaran ein IK'iJ dianle dos
que a ambico da l'russia dispertara ein ISK
Vi uiaiiulia nao lia colonias. Jvrie poxo qu
rabunda em suas froiileiras, e que ollerece
tediado para a Austria. Ora a Austria por sua
parte mullohavia aprendido nos anuos qu
x.iin de expirar. Vendo o alcance da uniai:
r la sentada ein 1K.I. ella romprelieudeu n
(.np \m|Pll. j xerdarieiro sentido, as consequencias jmiss
|ra /ollwerein. e, como pode, mi Olinul/, oble
nes' vonu priissianoo sacrilicio da uuo restricta,
raxa, queaproveilando hbilmentem ciume
pe -lados desde IHIN pela pTUSSa. ci.nseuuiria
qu
ba
restril-
lo ao
nenio [fp ronsideravel a col
derramar o oaeeaao rie *ua poj
esirangoiraa* Nao sao purm
''dauelecimeulo* iiiariliuios q
ola ; ella apenas tem acres
nos nao se abre seno para
dos, donde uo pode sabir
;fli
dacHo u
tmenla
r I-ti!.un
he obr
1819.
supe-
ii ali-
gado a
colonias
-randes
Altema-
iobre o mar. I'elonie-
ous mares quasi fedia-
eno com a permissjo
de pulenrias eslranseiras. Tal be o Adritico, fe
i-hado em parle pelas i I has jnica e pela liraa-Hre-
lauda, e o Baltiro, cuja estrellas paasageiat perlen-
rem a Dinamarca. Baaenefalntenle este he u moti-
vo quo suscitoua fluerra feila receolemente pela Al-
temanha Dinamarca, auerra, cujossiiccessos forain
mediocres para os Allemaes. mas que nao ohslanle
ih-
mu-
a natnrea deZolv/erain,ouantea rumpc-la, en-
trando nel la.
Bate pouaamenlo do Rnvar
rior.i cunrlusflu dolrata.lo de
t Hanovree a l'russia e acor
de nVrlilla A idea de una u
tro-allemaa se formlala de urna maneira precisa
O* I......ip
os mai f/av
i .uislriaco.
unos tas do,
il<
la l'russia o ^ol-
io, pelan vanlagensque
tria allemaa. por meio
i Austria espera va dar-
que Ihe fd/ia entrever
ile sen pa.....I......iil'l
dos diversos estados.
xelinenle disposlos para com o
o consentirn! em adherir aa
le Vienna, seno modili-
nlOS. Anida mesmo depoi
ihinel
tluaM
cando-as em mullos i
ltalas inodiucacOea maduramenle deliberada
durante a crfae federal, mas que todava abandona-
ra o principe Sclmar/euiheru em aeil projeeto de
incorporar o imperio na confederarn, recusoii lani-
bem apoiar ua corle rie Potsriam a polilica.commer-
cial do Sr. de lluol. O imperador da Huia fui of-
licialmeiile rosario ueste sentido por OCCBaUo das
viaueusque fe/ Austria o l'russia. mas nao i|uiz
enlromellevHM em nina questao que. seffuitdo riecla-
ron, imiorava e nao linha uileucilo ileesimlar, Kra
isso evideulemenle urna desapprovaraa formal ria
poli I te a que o jalnete do X'ienna linha seguido as
phases dixersas ria questao rias alfaurieuas ; por isso
elle \io-se obrifiadii a anamlonar aeu priuuiro pla-
no, e entrar em relaces directas rom o jovernn
pronriano para tentar urna Irananccjlo capa/, rie aa-
ti-t.i/er iodo os inleresaesi ileixamlo de parte as
amhinies polilicas oceullaa dehaixo ries-e projeeto
de nina aaaociagflu aostro-alleioaa. O proprio au-
tor dease projeeto, oSr, de Hrock. foi escolnfdupa-
ra neajociar esta Iransaceffo. e osdoi
conduiram umlralario decommer
todos i* Inleroaan sem empenliar di
le o futuro.
I ina das queslues mais curia
a diplomara ein IKUaunifl riu
lo ua Buropa, de mu paii que
nlmcido debafxo da nome que lh
ra uu Aloiilaulia-Neura, que I
r, coordenada
ir coiifcidera-
ii, sohre coiu-
eienoia dipio-
ini no estado de
i Ideas de pa-
las entrevistas;
mas nina ueeo extremamente poderosa, subsMlue
es-a iicc/bes dematladanteoleabstractase demasia-
damente elevadas, |mr imaginacuea abertaa smenle
s mais simples impressoes da ualure/a, as cuucep-
cOes mais elemenlares: he a ideia de rara. Esla
ideia he olaco social e o laco diplomtico das
poxuar-'s iliveraas da Borona oridental. Bnlre
ellas uoealatem uniros; as ifllnfdadei de rara de
mu.un sua vida inleira e suas reanle no exterior
lodo individuo, iodo potro que naoperlence rara
he por eaaa i razan ou luapelto ou ileleatado, aliu
mas xe/es a riepe(o me-mo do hoiu senso o dos in
leresse mais daros. Me assim que 110 propri
da lurquia. os
Moldo \ alarlo
lctea de s
sahias coi
ompeusarj
pop
Bm
mala
lodos
-Sil
aludan
Adnali
eiplon
Sla vos
* edos Mllenos,
a parle se volaui
consideracoes, nao
sarao n> Slavos, C es
loa da situado da
vos lem urna in lin i
i reciprocamente rie
ao fundo ria Rumia
ha alguna anuos
m laoladm do
que islas dua;
MI odio, que ll
pndetn extinguir
e lie um d08 liaro*
Buropa orideot.il,
;ao profunda
de as marga
esta indiiiiH
um una
1;
i.l.
s pai/es |
o que s
uenhuui
(r [un
disfa/
par-
que orrii] a rain
aillo mais t hseu-
i.lo he nien
perlencc, u iuLm ih aam laer
iao
ede .-rri
lalenl
Soni abr
lie ii,,li-,.,'i
Slavoa si-1.
quia ila Bu
Ira ii- SiiI.
t;ro;ilas. Se
plore.
Rulara, por nmamulliililoila s.iliins
II.HI -.ill t.lllll- lll'Slilllillll- lll'
il ueste iniinii lili
el "li-
ar ,|u,<
pni
I"
-fu-
alo
BuIri
lllllll-
n po|
plmenle
la Aiisiii.i
' IIiisi
llvriu
ila
>lles
coneordaram em declarar i|ut
ripio, ealalielacido., nflo tinli
ilislrin-rao e-perial. e qiu- lint
ii-icr |n'nal ilu que o do acut
davia que os plenipoleneiario
/iaiu mais parlirularn
Aii-lria, iimi se sepuriiv
volado, riiuimaiiiuAoai
no aualrlaco, era auto
Hombro de i*">l enlr
Mirarn iln oongreM
ni.i de aliaudeajaa bdi
urna maneira preeni
ilcsile o Mu de Isl. fiiu ell'eilo. ile-ile eaM poca
FOLHETIM.
i , BRANCA '0\BB. (')
( VOR Hippolytc Gaatllc.)
Vil
CaniHvafto,
Giega rmlim esse riia, que lem de alfmuiar uo-
voe enojes, ecobrlr de veryonha a mais pura das
moras; comer por una scena terrixd, urna cena
tie familia.
Mr. e madama de Beauxilliers li/eram vir i sua
pre.enca sua tilhas llenriquela e Carlota ; porquan-
lo iinliain de dar-lhes urna explicarlo ternvel.
A mai mais paluda que um cadver est recosla-
ria em urna poltrona ; pota gastn tanta eneraia naa
iihs palxoes, naa meditac/icsleiiebrosa. que nao Ihe
resta iienhuma mais para mentor a aulondarie ma-
lerna. Airas ria poltrona o marido tambero mal se
suslem em p,
A duas mocas entran) em bello desalinlm. e com
nina riesilcnhosa insolencia, sauriam levemente os
pas, r peruontam pirque motivo loraiii iucommo-
dadas tao codo.
Minlias Ribas! exclama mariama rie Heauxil-
li'-istom amarua Irisle/a, enlao he assim que res-
ponden) ao ehamado rie urna mi muilo fraca? Ab!
lio xpjuque |ierdendo o respeito rie seus pais per-
dern! lainbem o amor lilial. Ah! se soohessem
quanlo l-iriiosollririo pe* voswh !
l;oi para reprehender-nos. que nos manriou
chamal 1 di/ a altiva llenriquela.
A menos feriamos muda mrinsiriade de sa-
1.....i nuriixo riisso, acrescenla iosuleutentenle Car-
ila.
Tranquilliem-e. loma a mai abananrio a ca-
liera, Irauqoilliaem-se ; nao fui para reanimar urna
ternura etlinrta, uem par* moslrar-lhes mih mura
'ida. Teoho helrido as lacas envenenada da rior,
- parene-nW que sinlo-me jo invadida pelo fro da
elWee, Mandei chama-las para cumprir um riever
'"tu |teiu\el.
Kmqiiaulo h mi fallava OjalaD com urna voz que
11 lie nsceaaarlo ler em lembrauca que
chele d.i casa de llolsleiii-tiuttorp. em x irlu.le de
mu arranjo particular, reserxou para sj um ilireito
eventual a fa/er valer suas pretencoes aojare O llols-
lein no easo de exllnccao da linha masculina de
l.lnkshutiru.
cujo lento devia llcarl
Itemais, ao mesmo d
eiina discuta OSlOnalVI
polas ria Auslria. a
S.ixonia, Badn, as riu.
Darinstarit conferencia
concliisao de um tratad*
pido menos nao devia ser
de (piando se ioroase i
mais lempo sua exialenel
eluid ilehaixo da inlliiei
va lisa va com a Austria e
estados rolligadoa em Darui
ir, i a apoiar rom todas as Ma-
atlheriinlo BOU pllll
i Vecebido nenhunu
n anlesdado leu pa
ovemos. Parece lo
ina gabinete qoe f:i
te causa coiuinuiu com .
riella seuao depois de
i protocolo, um artigo aecri
leaonilo.
'inpo rpie o couaresso de VI-
aenSo publicamente as pro-
Bavlera, o Wurtembers, a
is Hesses e Nassau fa/iuu em
s serretas lerminadas pela
igualmente secreto. OU que
publicado seoao mais lar-
possivel diaaimular por
Por esse tratado coo-
:la Baviera, a qual ri-
de
Maro. Ksta
cuja imporlai
cipio todos os
os drsenvolvii
n a-i.
leaiguar pela palavra
in
questa
ia d
illies
ti.....<
> rias
verdade
irnpi
na de
i he di
de
que
wrian
Hila qu
complica^
r.d i
ptit
\l,ilr-
quellas
opnn-
manriu
fl, lor-
paraa ;
polilica europea.
Os Monlenearinoa formam um pequeo eslado ha-
,., hilado apenas por 1i'.".,IMK, almas,e wllocad na ex-
lo I tremblado occidental da Turqua riu Europa, rie-
fi.inle rio
por una
Aili i,ill
lili!
melros. (>n
uelra seno |
consiste sume
iln
le lerr
de rocli
urna uta
(pial he separado BKMnlC
i de alguman eenlena
reunida f.
sen., o capital, rieblixo rio uoi
Slavos mriiiliooaes. lua sen
eucoulia. lie intil di/u-lo, iu
e nao poderla nunifeatainenU
no caso ria dissolurosimullaiiea ria Al
Turqua, quer pela revotucao, ojuer pi
masos Slavos que xiram recenlemente
abalada pella insuiteicOcs da Italia i -
que pe.....n que o xelho imperio leria
tenso fosse a WD concurso, elles que *
> lorio ilsasi questao,
CSaa tendencia dos
ilar enlre as da Tur-
eridional, islo he.en-
o-os ,1o ululado, eos
do uulroa Segundo
Au-tria o da Turqua
|, da qual KeUrado
ic de federaro dos
elhaole combinar
lientas riilliculriadi
completar-so sen
la guerra]
a Austria
llungriu.e
sucumbido
c lemhram
renle, i
simples.
anem
sita
le [MU
de Berln para onde i
Com ell'eilo, mesmo na veaf
conferencias iw Vienna che
de Ih-rlincomei-axain. Se o
zelo contra a l'ru
ladl se comproiuelliam
lonas o plano austraco
contra
MI1M T
ohslaeuli
liri^ir-se.
ilo da ein que n<
il ao seu lermo, a>
anllele de Vienna en-
anea combina-
B que
. Ksta
gro um papel
dn I mi ti ii.-
delicia de
nhas sollriam
menos resisti
dos meamos i
\V e\V| no mom<
quandoo momentod
donoseeuloWIII.
Irablo aoaeo dominb
mora perpetuas, se
emocao tornava si leinne,
vamcoin ar enfadad eadf,r; mas (inham lessa inslenle indo com rie ser enca.
a riiiasirmila*
M conloes de
repeiitiiiumcnl
hrinca-
: tiradas
que
Eu desejava, coutiuiiou
liers h emendo, retardar ainri;
e prolongar um erro, cojas .i
mu, entretanto que seu pai
lariama rie Heiinil-
esla fatal rvplicaco
jras s vosees gota-
e en Ihe esuolavauu
peiisauenlosde amor proprio e por nai
perancas. que se nao reniarnos, emtim
Ella arliculoii eslas palavrasein um toin lo in
guiar, que o marido e a mulher Irucaram um olha
de coiisiernaco. Carlota parecia repreheiirio-ln* po
nao l eren i commellirio um crime, e elle hem aa
Mam quanlo eaaa reprehenago era injusta.
Devia Vmc, tornou ella, poranmeJIanleamn
El
rio. enl
todo
i mai
ai/e
los. ii(sqi
le dilllril
illea estreiloa a
preslain os
tem aaaeaaradi
ao lado dos p
iaes nao i
menle ren
iadas, lem xinrio
hriilti
lepen-
elanlo que as provincias vi/i
o rigores da conquista. I'eh
lempo, do que torios os povo
-; grandea invatoea dos aeculo
nto (la L'ranrie/a rios i'urcns, <
i decadencia desle foi chega
lile foi o primeiro que se -uh
i. Desde enlao lodaxia esrara
mas de pilhagem Incesaante-
ida aun
anda de ter xisio as Ironleiras ria Franca chogarem
al Ooiiciae as boceas rio (laltaro, e nao duxidam
i pe- j que un. dia seproriu/iro clroumalancias favoravelf
icces-o, o pela as sua esperanras. lie pois lora de duxiria (jue
Icatlos ile lur- e-a espe .nicas exi-lem. que ellas coiisliliieui um
ulturas mais I lodo de fados polticos que mo deixam rie ter lu-
Uoutene- porlancia, o que o llunleiwgrn reprsenla um papel
em todas esla couibinaces.
o Uontenegro be um eatadoslavo.e um dos paiiea
em que a raca slava melhor se tem conservado em
sua pure/a originaria. Os Moulenecrinos l.ill.un a
Hnglia dos Serhas ria Turqua e dos Croalaa da Aus-
tria ; seu pai/, mesmo por cansa da Independencia
relativa de que entre lodos oa ramos da familia do
Slavos meridionaes he o nico que gota, lem sido
seinpre considerado por oles como um lugar mui
proprio para a prop pecie rie aaylo aherto a todos os SloVOi em r,t^> de
necussitlailc.
mnarguras; porem he muilo tarde para recuar.
Neataa ceai lemanri rorenao ser restituir o deposito
que nos folconfiado. Sibam, pois, que esta rique-
za em que VOOBn teem vivido nao Ibes perlpuce.....
Que significa isso'.* exclama llenriquela ; aca-
so Vmc. perrieu o jui/o. minha in.n '.'
I'rouxera a Dos que assim loam dist ella er-
jiicihI" a* mos au eco.
livos enlieter um erro que fara a riesyra
vida' Porque nao aafSfRtroU ao menos r
ru por meio deatuuuia alliauca connle
assiuique lena ohiado ou. bom pai '!...
ii.i-i i! minhaa tilhas. basta !
pon ',. as mos iiosmivido para n
um mais urna palavra, eu ll.es pe
de noss.1
BO lUltt-
veTI He
i pa-
rain vir
enrio-a.
om pao-
lempo
1 IIIUII
Benlaoesta rlquexa*! per-
d'Orbe, a qnai o ignora.
le sorpresa acolbcu esta
l*j Viric Oiario n. SH.
Mus, .i ipiem pcrleui
gnnlou Cariota.
A' sua prima BraiKI
I ma dupla exclamaco
nova rexelaco.
Ha muilo tenqio jo. couliuuuu madama de
IteaovMliers. que o patrimonio do ensata foi consu-
mido. Eucarre/arios ria ariministrai.'uo rie urna ri-
queza, lemo-niM entregado a um lia I a me uro corres-
pondente, guardando al aqu um mxstero, que a
maiuridarie de sun pruna nao nos pcrmille mais pro-
\ Imiil-,11 ISestas seis semanas, minhas tilhas, forcosu
i nos ser rieixar estes rico dominio*, e ahanunuar
estecaslello, a menos quecousiulamos em memliuar
nelle un as\|o.
As duas irmas permaueciam em pe com os olhos
liii\.ii-. pallirias e mudas, llenriquela fui quem pri-
meiro fallou :
O que Vmc. nos diz he horrivel; eheauora
quevem iuformar-nus ile seu.elhanles colisas! Para
que espern lauto? Para que nos criou nos habito
de urna opulencia, que riexiimos perder no idade
em queella se nos lurnaxa iiidupensavel? Era en-
lao assim '|n-' procura va a feliclriade de suas tilhas'.'
Era assim que pretenda Kanhai noOM amor e.-noso
respeito '. Ah mo nos venha rii/er que obrara as-
sim por amor rie nos, que he a alTeien que Ihe lem
fechado a Iwcca. Vine, lem riissimulario |Hir amor
de si inesina, pelo seu oruulho e pela sua xaidurie. i
Asseuta-lhe bem fallir em rieriicacAn !...
E Vmc., seuhor, acrewx'i.Iou Carlota etcn- j
riendo a nu" para o pai, devia enlao por mi/eraveisj
. I!
ilavia. eu Ihes
sla por miin Mu
ii.M.iin sobra siun
ien |
bec
xclainava a mi
onvlr. Nao di-
ii, eu Ihes sup-
i, MU pai.....
s a colera de
nao
isenlain em sua bocea,
pli.
I Oh
lieos!
Basas pala
; disse llenriquela.
Este ultimo golpe res mariama rie Iteauxilliers
1 perder os sentidos.
i Vejam, tilhas rrueis, vpjam sua obra, exela-
ilion Mr. rie lleauxilliet. Esle duro casliio nao era
i anda rafllewntc pira extincuir lorio o peiisamenio
criminoso na alma riessa mi rulparia.
Ociime se aterra rie alyuma sorle pello rio cul-
pado. Oatorragnedo destino nao linha penetrado
asss profundamente ua carne c nos ussus dessas
htCOS ereatoras para lexa-las a estrada do arrepen-
riiir.ento.
Madama de Iteauxilliers acabava de tomar asi,
(piando madama de l.iu.ierolles |>cdio rom instan-
cia que queria fallardhe. Ella vinha corada como a
rosa da iiiauhH, e con. palavt.ts eoherUsde precau-
i-es pdicas contar... nao, lia eoosas lftn delicadas
a di/er-se) mas revelar o oais discretamente possi-
vel nm faci Inerfvel O inaudito. Este bello eitor-
riio teriiiiuou pela uarraco forlemenle colorida rio
escndalo ria vespera, e a entrega ria have servio
de perorac,ao.
Entilo una moriancS) completa se njierou nessa
familia um instante antes afolada ein ondas de la-
crimas. Todo- aaaes albos hornillos hhthavam com
o logo ria iiiriiiiiacn. As duas irmas percehera.u
.iL'iiinas palavra, o sua raiva solie ao cumulo. Es- .
sas almas volada- a todas as tempestades das mas j
paiies, apena- aclis.n um nuvu pretexto rie perse- I
i BU|Cgo, esquecein-se rie suas propnas rie
ra se lancarem sobre a victima corumum.
I'ri-neiro iulerroi.'am lleliot. O palife responrie
mal os percudas que Ihe ;ln ledas, e lince um ein-
haracoque acaba rieroiixencer.
I lie lardar muilo, exclama a mai ; fa
esas moca pervertida Ella que desea j.i |
| l^uasi immeriialamenle tra/em Branca. V
um liare lena sido desarmado. Ella entra c
so liudo, e com esse semillante ao mesmo
erio e Ingenuo, que nao lem nutro uual u
rio, sauda res pe I osa mente a Mr, e a madama de
Beauxilliers seus tutores, e faz urna reverencia me-
nos profunda e mais melga a ileuriquela e a Car-
lota, hem como nerttdi Mgnerollea.
Mas ao aspecto de huios i-sse- olhos faisrantes que
adevoravam, a moca perlurbou-se, o sorrisiitfic
desappareceu daa laidos, suas face empaUldeeeram,
na hocca enlreahrio-se, seus olhos se arrecalaraiu
e ella fe/ mesmo insliuctivameiiteuui moximeulo
para(ras.
Eis-ahi. di/iuncomsii:oaduasinnaas,a(|uclla
(pie vai hrevemeiilee-iuacar-uoscoinsua opulencia!
Venha qh, sen hora, riise-lhe madama de lieau-
villierscom lom glacial. Nao espero escapar-nos !
E como a moca trmula uo snhia que respondes- primas o espi
se, c it.i. comprchemlia nada em semelhaute apo
Irophe, a colera riessa malvada mulher Iraiishordou
repeniinamenle. Sem Iraiisico sua vo/. rehenlou
em notas alias c discordantes em una torrente de
invectivas.
Ti veste entilo a audacia rie ipparecer "liante
rie nos, lilha sem pudor Eis-ahi a virturte rie que
faziasunta ostentaban! Me assim qoe recompensas
os coiilarios que livemosde la infancia !...
Enlao a pobre moca, cuja expressAo de semblan-
te fa/ia pena xer-se, eonaegOlo articular urna pa-
lavra.
Senhora!... Minha querida prenla! etcla-
ni'iii ella. O', meu Dos! que i/ eu'.' Qual fui mi-
nha falla?
Esto oi.vindo-n, esse monstrode hvpocrisii!
.Nao peosa ella (pese vai contar em vo/ alta seme-
Ihanles escndalos','
\s iluas irin.t.i-idiaivar.im morieslameiilr osolhus,
e 1)1.1.1.1111.1 de Uipierulles colirio o rosto com o
lenco.
I'ermilla, minha mi, que nos retiremos, riis-
M i ir I..i
.Nao, tiquem, minhaa lilhas.
ra em sua presenca a humilli;
ru que elb
de sua icno
se-i a in humilhadosem face da Europa por urna pa-
vonean falta do recursos militares; victoriosos, ef-
fcurieriaui o patriotismo rie lodos os povos slavos ria
Serbia, da Bosnia eda Huleara, os quaes nu Ihes
perdoariam essa violaeo rie um territorio de algnoia
surte sagradopora todpafns Slavos. A Franca, no
nteres-e dos Turcos, mo poda por lauto deifarric
censurar a expedic.lo dulcida sem motivo appireute
a sem rcllcxao, contra esses lerrixeis moutanhe/es
ilo Treriiogora. A Inslaterra era nalurulinenle le-
vada a la/ero mesmo jui/o sohre a poltica da I'ut-
quia nessa occasio. Visiuha do Muntenccro pelas
illuis Jooias.ella nao via sem inquielacao a inllucn
cia que a Kusttia e a Auslna iaiti tomando nesse pe-
queo par mesmo com a favor das fallas da Torta
Ot loma na. Pouco en. da cun a questao slava, para
a qual sempre alledara un. profundo de-riem, e con-
tra anual se pronunciara altamente no lempo ria
insiirreiro da Hungra, a tira-Bretanha nao ahra-
eou nessa orcurrenria o lodo ria questao, mas oara-
prebenileu com a clare/a de jui/o que Ihe be pro-
pria, os Inconvenientes de urna lula da raca musul-
mana contra chrislos, em um momento em quo a
rolla dovelho partido turco ao |Hidei desperliiva a
susceptibilidades das populace cbrislaas do impe-
li. O cahii.etehiilanico^juiilou-se pur tanto ao
gabinete frai.ee/ para esclarecer a Porta 01 loma na
sobre as consequeneas ria expedicaodo Montenecic
A Auslria e a Hussia lizoram ouvir tambem m
Cunstaillinopla vivas re prese nli.ces; mas lallavam
sobre ludo como pruleduras ,1,. Monleuetf/O, a no
pensamento de msrecerera n leconuecimento dua
cluisio do imperio oltomauo.aiuda mais do que no
de evitaren) il Perla nina falta, e rio la/e-la parar
om urna empresa triste, na qualexpunba a conabie-
racao adqueriili pur alguna aiinua de urna polilica
Ubla e conciliadora. As musdea hUCCCSeiVM do cun-
de de I.manee o do principe Metischikoll vieraiu al-
ies), u em IH.VI que o Auslria e a Ruflia nao pro-
euravaro iieaaa qoealo-aenao mu pretexto para iu-
le vir nos negocios rio imperio otlomino.
Conliiiuai'"tc-h(t.'
Londres 5 de novembro de 1853.
Na Kscossia a lei, a macistralura c a religiao esla-
heleciilasaodilleieulesdasilflnclalerra. Tambem ha
alguma diflernoa no impostu laucado sobre oa eam-
nlu,ein ludo o mai. como estamos leiubrados. asna
direiloa, |.rvllegios, Ins1iluic>waaa Idnticos. Para
qualquer parle que se vi lia Inlalerra le enconlra
proprielai io escose/es ; c se v-itarmos a Baeowni,
achrenlo- i ocrea dore e iiecocianles incle/e senho-
resde propiiedades, que outr'ora perleiicean airs
e-co-se/e. Al duas racas e lem iulerlacario o uni-
do por meio rio lodos os laeos domsticos, aociaes B
cummerciaes, e tem alm ilfatq esta absoluta irien-
Iidadede interesses, (piehe entre os hmeos Hvres
e riularios rie ra/ao a mais secura caranlia ria pre-
sente nniao a ria futura harmona. Elles lem com-
halido, mis ao lado dos oiitros, dehaixo da uiesuia
nlineutes rio
llllll-
bandeira era torios m mares e (
rio; exercem com igual euceosso as meamaa prous-
aues, easpiram obter as mmmea honra. A separa-
da uaelonalidade da Bacossia he boje retlsmenle
um anacnrunlaiuo ; o clume, que rieshnrou a de
luslrou oa priuieiros anuos de Jorco lll, vivo su-
menlenaspaglnu deBoavralle noallbeltoa famo-
so .le Cliurchill, o lem lio pouca substancia ou
reilid.ulecouio o iuolensivo reiiasciinenlo do espiri-
to de tribu, que riiversilica os bailes o anima as
fe-1 as.
A' vista desla linda perspectiva da pmlc/hM re
latlvasria Baeossbi oda Inglaterra, que jui/o deve-
nios raxer da conducta demm nohe e eavallairoa,
os quae-, p.inpie creen, que a Esrussia nao lem
recebidu -ua devida partleipac^a nos drnhelros p-
blicos, quo ilesejam ler porlos coush indos e que
seus profissors-ejai.....elhor criditlcadus, que lio-
Ivnio.l e I.Mihthcovv rossem as mellmres habilaeoe.
que elles lem, como cada condado na Inglaterra,
diieitu a maior representadlo no parlamento, a de-
sejam que seu negodoi fossem admlnbilradoa por
um secretario de estado, auilam todo esse, eleinen-
los de esqiicciria disi-ordiae dissensao, c procuram
sustentai eslas cousas por meio do um appello, au
qual elles cliininm seiilimeuto nacional e nos cha-
inamos pceOCCUpaCtO mesquinlia e provincial/
Ouando larri Eclmloun falla ila Eseossia e ria lu-
Clalena timo,las naces, quandu lalla riella eo-
mo dou pai/es, empreca una liuKuagem nmilojiro-
nhora, ccule-uie.'
Iiigue-se deea-
I IllilO
e repelia com
esquei
-nada-
da mo-
l'-nir el mo a moca torca H1
a xo/corlada pelos solutos :
Que M/ eu? que ti/, eu ? em nome do ceo
Ella falla no co riisso llenriquela.
Pode-se fingir Uto bem a innocencia' acres-
cctitou Carlota.
Mariama de lieauvilliers agarrn no braco ria in-
feliz moca, e ahaluii-a com tanta violencia que ella
cabio rie joelhos. Seus Imrios cabellos se riesataram
ese diaperaaram pelo chao.
Oh! senhora! diese ella pondo o hr
do no rosto, nao me rie!
Bata palavraeafriou um p.....no furo.
ma de Beauxilliers, B qual largando0 hr.
ca, riisse:
Quom falla emdar-lhe?
CliegOU enlSoa vea rio marido intervii
Pergunlaso que lizeste? articuou
lom gravee severo. Metlesle :i deshonra i
lo he isso pur ventura um grande crime ?
Procuraste, aeresceutou a mulher. lomars la
que cu ii-iiii.iv.i para urna dolan
para melhor ehegares a leus lns nao recueste di
ante da pcrdicilo tjueres que le dica mais? Kece
beato em leu quarto a Mr. de Eutrasues.'
A esta palavra, OVOOCahe dos ullio i
Ella se levanta ; as veas da fronte so ||
Nin&uem inucina o que o desespero, o qu
nesla indigiiacao produ/iram nOBM cor)
um voz (crrivel.
como furias amotinada-,
dica creatina, a (pial
Oh
ular-mc
Saia! rcplirain-lhe c
B toda- easaa mulheres,
perecuem ala porta essa i
opprimem rie injurias.
Branca mo chora mai; ella anda desacordla
em saber para omlcvai, mas duiglndo-OS pai a o
eu quarlo. Km haixo. na e-caria, encontrase faci-
al em trace rie vlagom. Sua
inlio de um pezar recente
i Branca com orna Iriste/a
lamoaella, murmuroa elle
lia ; eu i lastimo, oh! en
\ilfo p;.ra sempre,
la
e Hrauci
b Inclmn
I unta hii
frgil
lo. Asmlas da vida estilo prestes a gjubra
iteli
ramee*
Eu eu eu exclama ella, apelando W mos
sohre o pedo, e crgueudo depois os lu ,t jara o
reo rom desvario.
Nao sera isso um sonho? seru possrvet ?
E esla chave! esla chave! lilha damenlira!
exclama madama de Beauvilliers, aliraado com a
chave junto rio rosto de Branca.
A' vista deta per^a a ria empiezas nocturna de Saint-Anee, e entreve
anda una nova trama. A estupefaccao. o terror
Ihe in.nii a palavra.
V-se, Ihe diz madama de Beauvifliers, em-
purrando,saia riaqui, desgravada! relire-se'de mi-
nha presenca!
face com Mr. rie I
pUxsio.iouiia mualra o e
a profundo. Elle sauda
misturada de compaixfo
Suube rio ludo, m.
em voz exlremamente h
lastimo Parto para Par
adamesella, adeoa !
Di/enrioesUs palavras, elle se inclina profumhi.
mente.
Qool Vmc. tambem, seuhor La atonto! Ah
Meu !><"*! exclama a infeliz.
E sohindo a escaria com passo precipitado, entra
em sen quarto e fecha-sc. lina lacrima sequer nao
Ihe em i.-u dos olhos. Sobre a mesa ella uchou urna
caria lia/ida de novo, era una carta de sua aiulga,
madamesella rie Hoehelaille, e ahriurio machuial-
menle leu as secuinles palavra :
<^ue fi/este, riesaracaJii rnica? E-ciilanrio a
voz d.i ra/ao, recusando a mao do pobre preceptui.
o seuhor l.oureneo, recusaste o seuhor principa de
Ponthis! Ouem leria podido suspeitar este mvafae-
riu? elle fui dcscoherlo pelo pedido Sain(-Ange, u
qual reveluu este seuredoein ana correspumlemia.
Gonoebo agota lona JoJtoa elocios aosenhor l.ou
roneo, e essas seinelhaucas rie carcter, (pie eu aclia-
:i entre o perceptor e principe. Cumpre a ludo
islo que repares o mal, rio contrario uo me con-
solarei jamis dos eonselhos-que lellei. O bomem
mais proprio para le eompreheiirier, um do mam
res lidalcosrnm rios humeus mais honrados rie I tan
. o nico marido digno rie minha Branca uh !
ni. prcvino-le, lidia preciosa, deque, a,nao reti-
res essa recusa, oslou determinada a fa/er o pa
ye I de Hrailaniaiili ; lemellerei la earla a Mr. de
Poiilhi-, iiem mais nem menos. Elle vera astsj.u que
mo fora recusado lenAn por pura delicadeza, e
era mui amado por si mesmo.
a DIANA.
t Caarflmwr-ae-Aa.j
qu
MIITII Ann


ffl
'
pria no lempo em que se negoeiava a uniio, hia>
lelixnienle lora de tempo, lia secuto o meio depoi*
que ella leve lugar, lie iniflil fallar los inteic*ses
-eparados dos don* pnies, que neiiliunpi coojoclura
nmumavol pode separar ou appellar para limites
lemU-riaes, como fajendo ilMinrcftes. que lia mul-
la lempo se arliam confundidas. Mas, porque c-
la tentativa lie va, nodeixa por inode ser a nie-
no* ilnln. i. Appcllando'para essa geringonra de
iiaconalidi les, rom .limito tem se ehaiiiou. bfl
ueselem occasionadu melnde das descara-, di
loropa ; os hornen* foram obligados a curvarem-se
a males reaes, afim de esquecercm os insultos Teitos
> sua capacidade colleclva.
At aqu os procedimenlos adoptados pela Irlanda
O Escossia lem sido lao diversos como seus re-ulla-
dos. O Irlanda* negligente e (mido na Orejo in-
dividual, teni inflado ludo' iiariunalidade e |>ro-
curado lirar da loajr trra, por moio de urna vio/-
lencia colleclva, un i prosperidade que nao quer
llover aos sen* proprios eslorctw.
Os Eseossexes, pelo cpntrrio, uestes ltimos cem
alios, so lem applicado sabia e felizmente aos hon-
roso* e lucrativos meios de vida, intentes de virem
a ser ricos c ditosus em todas as suas vocac-dev, ib-
hendo bem quc'uao lia felicidad nacional sem a
ni lividunl, e que a prosperidade oulleeliva lie o rc-
-ullado o uoa causa da boa acoSo individual. I'o-
rm parece que estas colisas van ser agora inverti-
da'. *
A Irlanda poe de parte o agilacau como mn s;s-
lema de provada e reconliecida fulilidade, o os ce-
^n> guias da Escossia acuiiselhaiii-a que ella traje
0 rejeilado vestido do sua irmia. Me debalde que
lord Eglinlunii declara nao ter a intencao de sc-
inear a disseusao entre os dous pai/es, coma se
< oinpraz rbuina-los. Segundo o seu mudo de ver,
rada lopco especial que elle aconselha, se (orna
una causa de discusso a deinveja ; ello poda pro-
vocar, a proposito, e sem reccio deotlcndcr, qo*<
Indos os tupeos alludidos no seu discurso, exeep-
1 nand sem p re suas ofensas hicraldica*; porm ca-
da um desles ohjeclos vcio a ser um molivo de des-
uniou un incentivo para a disseneo, quando, lau-
cando como un insulto foilo pela Inglaterra a Es-
iOtila, qno devia ser repcllido por urna explosiiodc
sentimento nacional e indignaran provincial. He
jaabO que N faca um podo de refugio na cosa
oriental, ou que se repare llolvrood, porm estas
colisas pode ni ser eilas sem as reminiscencias do
lloddenlield ousem a lransposr;io das antigs ar-
mas da Escocia, e cortamente as sombras dos mor-
ios ou as paixio* dos vivos jamis furam evo .idas
por motivos lio insignificantes. Olanlos purlos de
refugio nao sao uocessarios na* praias do canal iu-
gllBXi equantos precioso-navaus coartas nao ao sa-
crificada-animalmente por falta liellos 1 Porque
i a/ 'ip. pois, rala falta se lomarla em urna qucixa
naci mal para a Escossia? Qaintoa monumentos de
vnUgu esplendor nao se tom deludo Clblff neesu
illias em delapidario e ruinas, logo que sua ulili-
dado tem panado 1 A pralict lie reprchensivol, pn-
rem mo precisa despertar o sentimento nacional.
VYiudsor, Keiisingtoii e llampton-court sao conser-
vados porque tfo neceeiariof* llolvrood, barbara-
NiaillO se cleixou cahir em ruina porque o nao be.
O ordenados dos professores eseossezes si o muilo
peqttWi |wrcm oralmente nao lio menores do
que os estipendios de Oxford e Cambridge, I Sirque
rauo sena un daUei mal do que outro urna, oilen-
M nacional'.' A Escossia pode considerarse como
iiiadeqtiadamculc'rcpreseiilada |ior riucncnla clies
membros.leudo ella Iros milhes de habitantes ; po-
rm Londres cao cidades metropolitanas, com una
populacao quasi igual, nao lem a quarle paite da-
quelle numero.
o lord advocado ten) muito que la ei. o fora pa-
ra dcsejai, que foaaeeale nm caso singular; porem
podemos muilo bem fazer delle urna causa de ques-
l.ot com | Esro-sia, porque DOStO lord (llianeeller
esui sobreearregado de mullos ileverea difucullosos
e responsaveis. Balas cousas euquesUo acerca do
leAn san posilivameulo Indas as queixas que podem
ser oolligfdaa por lord Bg!lli\(onn para evidenciada
Ivraiinia ca Inglaterra,e como das lagrimas da Bscossla. A essoncil da cavallHria,
coiim nm a entendemos, consiste em empreliender
Brandes irabalbos acorrer pandesporBoipor ob-
(ecloi Inlelraraenle Iriviaes e improprio*, e sendo
>de
com a nomeacao doaclual minislro da juslica.e reu-
nidos teleitoressob a presidencia do coronel Fran-
iiro do Rogo e Albuqucrque, foi votado com 'a una-
nimidade docoNagta mesmu Exm. minislro nosso
ex-jiilxSedireilo, e a quero muito dava estaco-
marca.
Ilimtem foi publicada a senlenca na causa civel,
qinmove o tal B... de R...cantra o A., sendo aquollc
condemnado as cusas em deliro, por cobrar o que
se llie nflo devia. Foi um julgamcnlo todo justo, c
que pode trazer ms consequencias ao seu vencido,
scuAo acautolar-se ; pois o lal B... de II... he ho-
maro de palavra e aecao; e talvcz por morar fura da
jurisdic,,1o desla comarca mimowie o san adver-
sario com urna boa carga de pin ou de chumbo.
lio ser muilo bashaque.
Desde '"i de outubro al boje vai rcgularmoiile
traballiandoemcorreiro o Dr.juia de direito. que
lem tomado contas a qnasi lodos os lutores, capel-
las c toslamenlos, em conseqifencia de nao ler sid
esse servif;o fcilo por nenhnm dos cx-juizes munici-
paes, contra quein sedescarrega^am fortes censu-
I ras. Dixtm os entendedores, que o l)r. juiz de di-
reiiomelborou grandemenle o servido dos carturios,
quesempre andn irregular, o acora eslabeleccu
um novo niethodo de escripturai;o mercantil as
contas que toma por debito e crdito, com que ludo
lira esclarecido.
O amigo Jos do Egvpto, especulador de fama,
eslabeleccu urna aula de escripluiac.ao por partidas
dobradas, c osb cusinando acalisrapbia em que he
insigne, sendo demai o cscrjpturario geral dos li-
vros de irmandades.
Eslaniadnigada fugiram delta comarca dous *r-
tihore." que inuita falla nos fazem.e.... O uiais romo
d'anles.
(Carta particular.
CORRESPONDENCIA.
Sri. redneloret. Com
pauinii i lilli'1-iiliir.i lir.iml.-
moWoUumaroo'n'a f'umiad poruma ras difTereule um dosanlidolcA do cholera
JURY BE CIMBRES.
A |Hnucir sess,lo ordinaria do jury amCimbra,
loi llNltl no da lli do no\emhro, 6 onrerrada no
ilia IM. Ni'lla foram julsiido* l praeemM. rompre-
I htndendo 7 rn, dos qaw S qoa cram crfminom
: le niortc foram rondemnado-. c linin aim um pw
crime de raWendi qnalifi I ari. lli; do cdigo criminal, eabMlvfdoi am que a
] lava comprohandklo no proceaw lonraa re , e oulro por fuilo,locsna\o*.
A Hgomla se-*Sn ordinaria do nie'iiio jur\ foi a-
lierla no dia '.' dede/.ombro, c enrerrada no dia 13,
! Poram iulgadCM "> procasao*, rompreliendeudo T
reos, sendo '2 procssos pop crime de morlp, nm por
leniailva de mora, e dona por furto da aacravoa. 8o
Forampbaohridoa iros icos, um ile furio de aaeraToa,
o dauiqna Hgarnrim romo complleaa da urna mer-
lo : lodosos mal foram rondemnados.
BEPARTIQAO' BA POLICA.
Pana do da 28 de duembro.
Illin. o Exm. Sr.Participo a V. Ele. que da-
I parles hoja receliidi.s nula reparlirao. nos dias 15,
' (i. 21 do frrenle e hoje, consla lercm sido presos:
a ordem do subdelegado da frcuezia S. l-'rei l'e-
! ilrolionralves, os miirujos inolaiaa John Pendes,
i Robar! Sones. J.nics Baalard, Eler Cla\, Daniel Se-
j milli. John UillenliMi. a rcqni.ic.1o do respectivo
cnsul, Jlenodielo Al\es dos Santos, Joilo remira
lia Silva, Jo.io Ibndw da Silva. Bernarda Mara da
(louceirdo, e prala escravo Manoel. lodos -em de-
i clarao do molivo. Jlo Ferino do Bago, e Joan Hi-
beiro"l'irmino por lrica, pelo escravo Andr, pa-
ra -o eaalIfadOi Aleaandrina Mara da Conealeao,
para r^rrrrao. o preloeacravo l.llil por andar fuai
lo Ruco, por
puulial
liiiionu pude muilo bem reclamar ser
uralleirii, porem correudo oriacode
iilenameiile inhbil para inlromet-
os ,ie-la natureu, a nata eorroni-
lord K
11 n i i'l'oriiid'
ser eorisj.lea
lel-se nos ne;
pida poca.
Mr. BailliaCoelirane, reapondendo ao nmo.ne-
iu a ulllfdade da uniao. por que, apeaar das m,-'
i.iioi.is da MantDehl Uiuuhborough Brakiue,
Campbell.....mltoa oulroa, lodoa o obalaculoa ato
iupoitoa aos prograHW do Eseosse, .i pauso que
Sir A. Ali-.....reapondendo lainbcmao I*iniailmil-
ic as vnnlagana da uniao, que Mr. Coehrano linha
negado, lato baatapara provarqualaconaialeiicia que
ha ua opinlUo da botneni que -e ivenluram aobra o
Idudaiiiculo desua iinanimiilade a revolver aa ritual
daditcordiai.....lonal. Sir IrcMbaldealn batante
indignaoodeqnea Eacoaiia lenha lio ponca nolicia
e leo pouea- tropee tqoartoladgaao noria doTweed,
eaqueoantto.ee apparenlemenle de que alo contal
e-las di I.....rota disliueelii e molivos de orgulho,
em vea de deaconlentamenlo, Admillimot Inteira-
iiienie utudetojodegralidloii l-.-eu*-i.i manifestado
por Sir A. Alison e he qno devenios a um escostaz,
a Adn Smilli. I desroherla da doulriua do i-imi-
mereio livre. e nos eongralubimoa rom o eronomis-
la nroleceionlsla e tena seclaron pela reiiaciarao po-
hli.'a que fa* das lieresias. com que por muilo lem-
po delcilou nossos o.eu.ieiros e rendelros. Nos liria-
moa deaejido urna cnliMosanmaisecilo. porem e-l,i-
ini's contenlet de que linalmenle ella lenha lldo lu-
gar, posto que larde. Admiramos que ueoliiiui dea-
-es oilolldidos seullores livesso a iiimiutdado de fa-
zer alletaao i Inimenan vanUgem que lira :, Bsconia
da visila animal de S, M ce-lade: o de 18 grande
nuinero do Qdalgoa ngleaea, honra qoe dore ler -a-
lisfeiln aos niai- -usieplive'. de que neale lado do
lo, e o pardo Jo9o ferino
sendo encontrado rom u
subdelegado da fixauc/ia
lo l.ourenco. escravo de J
a reqotrlmenlo Aoaenhot
por crime de furlo ; a n
fregueiia de S. Jos
ConceitJo, iir inaulti
lesordeni
rdein do
le Sanio Antonio, o pre-
ipiim de So C.avalcaiili.
ir, c Jo-e de Campos Ayre,
onlein do subdelegado da
prela Benediela Mario da
Manoel doJetUl e Leandro
lindo, de qoedou urna
ra, com a imprestAo da
carie c da poesa ahaiio Iraiiscripl, lie que Ibes
pefoqueiremdar.lhespuhlicidade no un conceituado
Jornal, l'eriniltain-me, porm. que guarde segredn
absoluto sobre o autor de umae Otilia cousa : valo
romo Minenle com tal condicao foi-nic concedido o
publica-las.
Seja pois isso a nimba nica recompensa pero
-cvico quevenioda^prealar nwwaHUeralnra.
E praxa ao eco que esli puldicacAo sirva do incen-
tivo a oulras ni.n- brillianles. C. A.
Amigo.Suhineruido n'uma profunda melancola,
mo escrevi-le ha raais lempo, para que la alma,
virgem de senlimeiilot Irisles, livro do peusamenlut
amargos, nu viesse porvenlura parlecpar dowiflrer
puiiKenle e da dejrrenra, que cresre em mm,
Eroporco que vigorae meu vver de aniiuslas....
nlrelaiiln, cu enlre no mundo, arredilando que
Dos reservara anrelasdc)o/.osinnefavei,para cir-
cular a froule dos que na Ierra Irilhassem a senda
do l,,-in c da virlude !...
E hoje sem conflar na justica do eco...sem espe-
rance, que he o alimento d'abna...vejo meu espirito
se embrutecer...niinha reato se inlibiar...e morro
em vida, poiscorpo sem alma he materia, podridlo
e maisnada.
Mas lu. amigo, que amas com todas as veras de
tua alma, e que sobreinancira amado pelo anjo,
aquruiiiiilborgaslevda,corclooalma...Tu, quere-
celie em troco, olharcs qno derramam cm leu pai-
to cocheles de um nmordvinsado, risos que ba-
nhaiii-le a fronte, c rrcl'ecem a nei'e de amor, que
por deinais te ebrui o saiigue, le devora as enlra-
nliaa...TU| quevisle o leu sunho realisadn ii'inu sol
de hclle/.i, n'um verbo de poesa...I'u, que nilu sa-
bes o que he urna esperanca mentida, um emmnr-
chcccr ao desabrochar e nina mulher traidora : visto
romo o ente que doras lie liruie, como o nascer c
por do sol...Tu, inio coinpreheiides ador que me
mala...Tu, n.i.......perdoasadescrenca... ,
En vio-lea poc-ia inclusa, que li/. n'um lempo em
que o amor nao era para inim urna rliimcra; mas
coiiless-le, que o seu nico mrito he o de ser a es
pressao Ronuina dosmcussentimenliHilc outr'ora.
Nao sujeilci-a s desnolicas regras que a arle nos
ui|'ie, para uto corlar os voos.do pcnsainenlo, o
enlliusiasmos da imaginarlo.
Ilcconbero, que a natureu sem a arle he, nm hn-
lliaule sem"lapidaco, he urna flor sem aroma ; maso
lapidador. quando pouro praliru, deila o hrilhante
n perdcr..'.o aroma, quanilo mui activo, alordoa-nos
os sentidos...
Heais, niinha poesia mo he brilbaule, ueni flor ;
he apenas nina prosa, um lauto limada e cadente :
o se cu fira, ceifar-lheaqui e all- algumas palavras
esmo. i.iUe/ II,.- mareasse o hrillio. que porven-
lura pode ler mi eslado em que t'a envi.
Ilude ver CODW nclla vislumbra a duvida e a
descrema. Aquello verso Mu M Ih do It'i"
amor. bem motn como cu presenta o porvir,
que me auuardava...
Em v irlude da imlude que nos liga.cqiie me hon-
ro cultivar, roao-lc que agora e senipic creas como
n'uin dog.......a alleieSo qoe se ulau.i OOMIgnr-U
o leu amigo sincero .
Novemhrn III de 1853.
A' *
I ,u so qull adiar no inundo,
ijueiii inedesse amor proliiudo.
Uoem vivesse sop'ra mm.
Buqoil mulher de tlenlo,
Com v i-os de solfrimculo
No rosto de seraphiin.
tiui/ un riso seductor.
Qull um eolio encaiiladoi.
Qail uns labios de carmiin :
lenles de iniil'.dvuro.
One emblema de candura,
\ linda ciirdojasinini.
Qlll um olhar eloqiienle.
ooc me, tornaste demente :
Mas que unte so p'ra inim.
t.)u l.....i negrero! cabello-.
Qail mis ollios vivos, Indio-.
I nsolliosdc cherubiin.
Nc-i mulher(oda mlnha,
PHMUrtHflKmtnu lUlluau qou puuun.uLi.
Comea di Cosa, por ebrio
.linio eacravo, por fuiido ;
da IregneaJa da Boa-VItla, i
por insultos. Miguel de la!
o porluguei Jor
Ionio, lodo- sem
e dcsordciriu. e o prclo
i ordem do subdelegado
prclo escravo Thenioleo,
o prelo escravo Pedio,
Antonio Pirea, ao paulo Joo An-
derlaraco do motive, e o pardo
I iveed se ii.ie
e- panaseriab
imputar-n
I ni autii
montadoa
priineiro i
c omege d
noatot edilicios nuhlhx
inuseus, notaof Ibealrns,
lucillo, evislem tanto para
nlrete
de mii-ri
proverbio
i umcavaUi
u ni-io seaelt
queva
iililiienlus
.copicos males
i-s-es,i|i|e
piociiram
s limnciis
como paia o lu
com indisivcl ii
as apinhadas ru
pe junio das or
li/. que : (i dotta
i. mn dellet deve iiioul.u
a compgabendldo o nlplii
osse/Js. Nisso,s parques.
'. nossas livraria-, neatni
neata cric, noato paila-
beneOcto do- Eaoaaatn i
mi
Ingltut em geral,
gotlo coiicorreiii cada a
lamclrop.de. pa-sajtdni
iseheiasderelva, e da.
duvida qi
eoatli, a*
ida
os quaes
mi. para
em olhar
cspl.ill.l-
ic existe
iludinos
dispeinli-
cenal
das da nova Alhenas. Nao I
mulla cousa por liier para a I
para a Inglaterra e para a Irh
pblicos tiem seuipre lem sido all
do-, nono provuiu os miliies empreado'
da Celedonio. Mas. quando os niales de que sequei-
v ua Inssciu de/ ve/es maiores do que o sao. leinos
umapaiiameiilo prompto e desejo-o de repara-h.s, c
-e por acaso licarein para scmprc iireparados, clles
alo iiiliuilainciile menores do que o mal de rcmo-
ve-los, eveitaudo a auinosidadc iulcrnacional.
7'i'iiic.
'ERWMRICO.
COMARCA BE PAO B'ABHO.
21 de deiembro de 1853.
Hepoisda ullima dala em que Ihe esrrcvi, noof-
Icrccc esla eomjMrc alteracao nolavel. sendo a
Iranquillidade aiuda a mesma.
Knlielanlo nao faltn qutm tiim ilt to laugr
con) a lerrivel miss.ii, de inlrodu/.ir aqu a discordia
e desuniao. FimHnenle cu sou ilaquelcs que amo
i solidan e a caca, c o pinico lempo, que sobra de-
pois de prceuchidas ininlias ocenpnrrK,s. vivoem-
breohade por aeaea malos tem ootn companheiro
llm de Itleu liel Me|ampo, lilbo de urna randella
serlaneja. com um perdigociro, que o meu bom com-
padre li.iipiiiii Haraleiro fdlou neail praca.
Oucmi lem nina vida i.m pHchorrenia o inspida,
1110,111,110 parlilhar des-as inlrigas. Alcni disso eu
sou ilaquelles que ni goslo de aprender cusa
allieia, e romo velho evperinienlado lornei-me um
ponen jVHlila,
tnoeco por llie*noliciar. que apean de nao ser a
riiiuiciri va que para o seu Diario don noticias
desla comarca, todava heovtfiqol geral e-lronliea;
un pela niiiil.inia da liniiagem, que a torca dees-
ludoscslara mclhor ou pcior; ou pelo lonco silencio
que liaviajiiirdado. O meu meslre de l'ranrex sen-
lio-se oflendido em sua susceplihilidade pelo mo-
ileslo elogio, que li/. A -ua erndiccAo; mas nao pas-
-ou de um desees nromnmdos. une origina a convic-
cfto do profiiio mcrilo, quando Dio lie seguidn de
um loto egosmo. Setrl esla a hllltngTeJ que bel de commaowrar seo'
gralililos le'iiclii'lo .
- Vivelagerno*dia llldocrranle, rtepitd,i missa
tulivaao Diviiiu Espirilo Sanio, i apuracilo dos
-.'lo- para preencher a vaga de um depulido -cial
II.....laz escravo de Antonio r'erreira llraga por des- i
ordem; a ordem do subdelegado da freiueiia dos
Aflbgadoa, Jos Miguel de s. Auna para averigua
enes policiaca, e Antonio KrancJteu para corrccc,lo ;
i B ordem do subdelegado da freguelia do l'oco
da l'.mella. os pardos francisco Jos da- Chagat, a
Jos llavmundii, ji.u a averigllai,Ocs pi.liciaes. e o
prelo Severinoda Silva, para correcc^io. 'i enmman-
danle do cerne de polica em sua participarlo de
."i refere.quo pela polrulha que rvndou no dlslrir-
lo ila Siledadc Ihe lora participado, que havemlo
prendido a onlein do subdelegado respectivo um
cebo do nono balilhio de infantera, da nomo Eu-
xebio de lal, por !er rerido.....n nina garrafa o ro-
lo de um porlnguel. caigeiro de una laherna na
roa do* Pire, nao foi possivel rondoxi-lo a pri-.i
pornlerein a itlooppmlo algnnt toldado do mes-
mobatallilo. que no conflicto te reunirn). Partlel-
pnu-inc o delegado aoppleDle do priineiro di-lrie-
lo de.le ler.....em ofllclo de 2\ do crlente, que ua
manilla do dia fofa encontrado um individuo,
quodiste chamar-se Antonio Prandeco de Sou/a.
e ser morador na freguc/ia de S. l.ourenco da Mel-
la, gravemente ferldn de um lira o nm. orelha cor-'
lada, constando ao mesnio delegado, que uns almo- .
cieve- a queni mo |in>le anda descubrir^ havam de- '
clarado que o Individuo de que se Irala. fura feido
as proximidades do engeiihn Camorim, por oulroa I.
almocrevea a qnom fiirtern um cavallu, sendo que
lepoisdeprallcade o ferlmenle se po/cr.uueui luga,
rouilii/inilo uniros individuos o feriibi para Olla i id a
da iwdidoseu,.o qual acha se rccolludo enferma-
rla da cdela. A reapelln deale feeto se esto pro-
codendo s convenleulea averiguocAet, para ter Ittt-
laura,lo 0 competente processo.
lieos gualdo a V. Evc. Secretaria da policia de
Pcrnamliiico gXdedo/einliroilo IWVI.lilil. oExiu.
Sr. ionselheiro Jos Uenlo da linha c l'igueiredo.
pretidenledi provincia.O deaembargador Cnr-
tanoiotdn Silca Santiago, dicto de polica In-
llT.....
Ouil um pi/ar de rainha.
V. nina culis deaellm,
t,liic rc-cendesse perfume-.
Que live-e ale eiiimes.
II auri-verde alerrim.
llaldado...por largos anuo-.
So icliei entes profanos,
l.lual jamis os cri assim :
Se era }ltn)llU a flor
lie jasniim so linha a or.
.Nao me servia o jasmim.
Vi mulher rom rotlbd'anjo,
Culdei fottealgom trehanjo.,
Era falso o scrapliim :
ti peilo linha de lera,
E c-sa mulher nao era.
\.....aillo, neni rheruliim.
e enlmia, a raca hellenice. O aulorct anlig
collocam a primeira, porm duvidos.i runda(ln de
Cvrene, no anuo de 1120, dcimo do reinado de
Cecropt- Em 7, urna eipedtclo de Dorios chega
a l.ibvaeacaboo por te eslabelecer naquella por-
Clo do lllloi al. couipreliellilida boje com o nomo do
Itark.ih. onde ella funda a cidade de Cjrcne (Cren-
nali); em 631, ella recrula ama nova emigracio da
mii patria. A prosperidade de Cvrene exciou lo-
go a inveja de Cartlago, ma rival em todas as par-
tes : as velhat anlipathiit nacionaet te deaperlaram;
os l'lieiiicios e Carlhaginexcsdispularam aos (iregos
e acabaran) por lirar-lhe a supremaca noiledilerra-
neo oriental.
A hitloria de Carlhago, at a poca de suas pri-
meiras guerras contra Svracusa (de877 a tHt) antes
J. C.) esli toda em uas Iotas com as ponnlacoes n-
digenat, das quaes ella triumpha tanto por astucia
e redcelo, como pela forja ;na colonisarlo de
lu i a cosa do Medilerraneo c das pequeas ilhai
que Ihe llcam dcfronle;nooslabeiccinientodesuas
primeiras relaces coinmerciaes com as costas do
Ocano.
He nesle periodo, que se detenvolvem sua cont-
(ituicaooseu genio proprio, e funda os elementos
de sua grandexa.
Carlhago ochava numerosos mercados para seu
producios agrirolase induslriaet nos diversos paizes
do Occidente c parliciilarmenOrOas ilhas do Medi-
terrneo, que lu,li.un cabido punco a pouro dehaiso
do sen poder. Taes eram a Sardenha, onde ella
linha fundado Calaris iCagliari ,ecra o segundo cc-
leirodc trigo da repblica as Baleares, donde li-
rava vinho. aceite, lia fina, mulos, o Ibes fornecia
escravos; Malla, celebre cnllo pur suas lecelarias e
onde ella consrrvavo urna Ruariiir,li> do 2,0t)ll ho-
mens.
A cnnqiiisla da Sicilia apresenlava ohslaculos os
maisserios; marCarlhagoI iulgavi muilo neceaaa-
ria a sua grandc/.a,|Hirque empregon nclla mais cons-
tancia do que em ueilhuina oulra de suas empiezas,
c fez para alh se conservar enormes sacrilicios. que
lalvez foram a causa remla desua ruina. A resis-
tencia foi longa e IIWBleadj ; mas quando eslava
a ponto de apoderar-sedo luda a ilha. Carlhago se
achou em lula com inimigos mais lemiveis que us
Creeos, oque deviam anniquila-la. A repnblki
romana, ja senhora de loda aquella parle da Ita-
lia, que se exlendia da eilremidade da Enlroria ao
mar Jnico, e do mar Tvrrheno aleo Adritico, so
iinli i um passo a dar para entrar na Sicilia : ella O
dcu.e leve comecoa primeira guerra pnica. til
lil antes de J.C.)
Al aquella poca as relacocs das duas repblicas
liiihainsido mais amigaveis que hostis ; ellas se oh-
servavam com recejo talvcz, porem vigiando una
a nutra sem combater, A primeira guerra piin
pii/. lim a nina allianca sem fruclo como sem sin
ridade: olla lerininuu com a evaeoaclo completa da
Sicilia; Carlhago -e rclirou cum as Buancaa etgola
das e um excrcilo dcsmoralisado. Estos duas causas
concorreran ccrlamenle muilo para a guerra cha-
mada dos mermiarim, que Baguio inimediataineii
te a concluiao do tratado com Koma. Esta guerra
que diiiiiii dous annos. e cojo preleslo fui o alrazi
no pagamento das tropas, mas cuja causa real foi ;
roinposico dos evercilos cailhaginezes, que Bi re
crolavam quasi Inletramenle de populaeSet esiran-
geiras a repblica, 0 que por punco mo produ/.io i
perda de Carlhago.
A conquista e (DOMO di llespanha Iroiucrain i
segunda guerra pnica, que aluengen a frica ca
Italia. Annibal, alravessando as liallias e passan-
do os Alpes fe/, tremer os Romanos pela propria Bo-
ma. Porem Annibal achou nu priineiro dos Sripuies
nm anlagonisla digno delle o um vencedor. Depon
de dezeseis anuos 218, 21)2 a guerra lerininoii mi
planlciot de/.ama rom a denota completa dos Car
Ihaginescs.
Asconilicoes hillnilhantes e Dirbarat que Romo
impi'iz a Carlhago acenderam na alma dos vencidos
a oorogein do ihtsespero ; mas a resislenria, poslo
que tonga e vigorosa, foi intil. Dcpois do um silio
de dous anuos. C.irlhago fui tomada, cm 145 antes
J. C, por Sripio Emilio que, por ordem osprrssa
dn senado, a redu/io a cinzas. O incendio diirou
dczcselc dias ; liorrjvcis imprceari'ies foram pronuii-
,i.idas contra lodo aquclle que lenlassc rcslalielecer
a cidade. A populacao(700,000 lialiilaiiles. foi dis-
persada urna grande parle foi enviada para a Ro-
ma c distribuida cm dillerenles provincias dalla-
lia. Aa suinmas den.imadas nu Ibetouro de Roma
subiaiu a i millies.
Carlhago linha durado 71.1 annos.
i MoHilfiir.
A virlude pretervtdora que di o cobre aquellos
que nello taabalham, lorna-ta muilo mais impor-
tante, quando ella te derrama por um grando espa-
ro com.a toa preaouca no solo. Eu pederi filar a
osle retpeito ot de Cornowalllet o de Cumberland,
osques produxem a niaior parle do cobre metlico
da Europa, ditlrielot em que o cholera pa-
l- ..i,... -^\..j.u,n>r r* p*v
mente habilitadas.
E para constar te mandou afiliar qjiresenlc
blicar pelo Diaria.
Secretaria -da theaouraria proviqcial de Pe
buco, 14 de dexembro (le lK.VI.-t) secrelarn
A. t\ fCAnnuHclaru.
CltiUiUla* experta?* para a arremataron.
i.' As obras do acude do Buiquc serlo feil
|ni
aiiercehido'; mostrara aiuda a feliz conservarlo que conformdade com a planta o orramenlo appri
1 ., '. ._ .!_.____._ ..Je. ,lt .... i lli't' llilJ Pili rilll.l1 lu > .ii.'.iM.iih,
De iirel allim com a flor.
Ou f bu-cava o meu aimn
Se le lerraqueo lardiiu...
kl ici-a, pois que le vi.
Eu vivo, so para li...
V iv e lu, lambern p ra mo
ii i de oiiiuKar leus preii
Cullivar os leus encantos^
Se tu foretmeijasnilni;
MasM tu tilo ten* amor.
Se dm.ir-sc ;i linda llor.
IJim eilo sit.i tle inim !
Acost l< tic ts"...
LITTERATI KA.
'filien
DIARIO DE PERYHBLCO.
Ha mui poneos dias a esta parle, tem apparecidn
um ou oulro rumor de que nlguns homeiis do inte-
rior da provincia, alem de espalharcm a noticia de
que o enverno mandara por do novo cnipratico o
regulamenlo do reino, que foca intidiotimenle rris-
mado por le do raptireini. sonham tamlicm na
poaalbllldade deque ohegue a reprodoxirte a bella
farra que leslcmunhamos oulr'ora.
Bem se v que lioalns ilesla ordeni nao podem del-
\ar de ser parlo ou da mais rcquinlada ignorancia,
oudemal iulcncioii.idos. quv folgaiu com osinales
da populacjo. Todos sabeni o mis respondemos
pela veraridade' que, al hoje. o soveino.depois que
maiiduu suspender o regiilaiuento do* censo, nada
mai- ii'-olieii acerca delle; nenlnunas onlens lem
dado para i sua evecue.io r ncm, provavehncnle, H
ffbui eiiiqnanlo nao reforma-lo: alm de que, se
porvenlura lacs ordem lioiivessem sido expedida!,
cortamente atrim ellas cmDmonieadaa s autorida-
des com a piiMicidade i\u rostiime.
t'.oin qiianto nada recejemos de semelhanles boa-
Ios, nao he tora de proposito dciiiincio-los, para que
conheoam lodos as molestias moraes do nosso paiz,
e para que, emlim, a auloridade se acautele, se de
caulelas liouver neressidade, e pie fr bstanle con-
fiar oniramcnle no bom censo dos nossos patricios.
Chcgou das ilhas dos Acores, c arha-se fndenlo
no laarlo o painel porlugue/. .irrogante, o qual
deve seguir para o Rio de Janeiro rom 27(1 rolouos
que Irpuic a sen bordo. Conata-noa que toda cssa
geole vcni rcduzida ao mais miser.ivel Oslado, ha-
VonaV toAlido innmeras privaegea no derursn da
Migiin, em consequeneia da pouca ciipacidode do
navio, que nao poda nllerercr cammodns para lio
grande numero de individuos. E romo he de sop-
por que os scus padcciinenlns redohrem sol um cli-
ma como o nosso, n'oma e-rae.in como a em que
nos achamos, pede a Itunianidadc que lemliremos
ao govcrug da provincia n ciuivciueucia de loma-
rcin-se.algum.is medidas ledenle- a aliviar aquel-
AZ.GERIA.
ife/Htno analgliro da hitloria ila frica
Irional.
\ hitloria da Alocria se referen hitloria geral do
norloili frica : o esse paiz situado entra us lmites
i occidental1* do Egvpto eos margent do ocano A-
llinlico, nao loriii un... quaiilo -i sua conligiiracao
nalural 0MOS moviinentos hisloricos, seiulii una ni
reguo, lie impossvcl das origens uas recae e da 00-
enpacaodo tolo, em -e Iralar do lodoso> pontos des-
le.,s'lo territorio : por islo he quceoiuecainos eslo
resumo de publicarle* 1.1o preciosas do ii'ioislcrio da
guerra : ijaadrot da sitan)/} dos rslalieleriaienta*
/ram I! aa na .llgeria. por alguns dcscnvolvimenlos
sohre os lempos anteriores i conquista arahe relali-
vanicnle a c--a evlen-lode costas que lem formado
os oslados de Marroros, doAlgera, de Tuns o de
Trpoli.
rudo he obacurldade a reapelln das origens doi
priinciros lialiilanles do norte da frica ; o quosc
siippecom algmna ra/o, he que as nacoes confiin-
di.las debaixo do nomo ooniinuin de Berlieres ou de
kahvla-, e que se estendein sobre as parle, iii.u-
moiilanhosas do liltoraldo Mediterrneo, silo o* dea-
etndenlea mala perticularet do* autochlhoncs. prl-
meiros habllanlet do solo.
Al a poca em que os Phenioios, e depon)oa Gre-
gos, vcram rechacar os habilanles priniilvos para o
inlerior do pai/, poilc-se di/er que os aborgenes v-
M.'in vida selvagem, I......scmelhanle das fea-
sclvagens, qoe despovoavam seu paiz.
Olanlo B ea poca nao evislem aunaos ; encou-
Irain-se apenas Iradicocs fabulosas, legendas mvlhn-
logiras iguaes aquellas com que os povoa lem desti-
giirad.....comeos de sua lusloria. 'I'aes eram na
frica, par evemplo, as quo versnvam sohre os cm-
bales de Hercules e de llanleo. sobro os Alliolea,
o jardim das llesperidcs, etc. ele. Em Plinio
se v ruin quooarea misteriosas as innulaulias do
Alias [fatiulo'i'niniu* .Hlat) o as popularnos, que
ellas refugiavam. apparrciam aiuda aos Roiiiauosde
son lempo.
Porto dessas populacoes he que vieran) sentarse a
civlisacaocarlhaginezn c acivilsacaoj(regaila ojrc-
najea.
.6 I.
Bftea airtlingiiieza.
Comquanlo os esriiplorcs plienirios facain remon-
tar a fundaran ,1a I lira ao anuo de I.VJt antes de
Jess tjirisl, e as rhroiiicas antigs meucioneill cm
diversas datas.c tobreludo em IjlMe 1331.a rhegada
derolono*phencins nascostasda Afrca.achrmiologia
mais piovavel liva a randaeji de Calhargo prln au-
no Htitl antes do J. C.. poca em que Didu abando-
nando Tvro no elimo anuo do reinado de Pvgnia-
li.in, tenlrroSo veo abordar nos airahaldes de'I'u-
nit.
Depnisda morle do Dido, a historia de t'.alharg
aprsenla mn vacuo de Ires tecnias. 0 qu
he quss os elcnfcnios de pro-pendad
commeri '
pelo geni
a cidade de l.yio quesi que- adquiri nao grandes e
pidemiat, que experimeiilamoseinl832elKi'.>, com
a presenra do cobre no oslado de carbonato, o qual
foi muito lempo explorado as pederneiras dos ar-
rahaldes daquctla cidade ; ajunlai a islo a indus-
tria especial do paix, quo faz um enorme consumo
le -ulpli.ii.i de cobro para suas caldeirat de Indura-
ra, cujo vapor permanente enche a almosphera de
p.rliculaa metlicas. Assm o solo daquelle lugar
conten cobre; o qual pasta para as plantas, que
vio servir de alimento i populaclo, e ai aguts do
II nula un. queatravessam esse terreno empregnado
de cobre, conten e volveiu etsas inolleculas, c a
almosphera he chea das omanaciles c partculas de
cobre produxidas polas cxhalac/ies do solo, e pelos
vapore-, que -ahein das numerosaschaminct desuat
fabricas.
Esla luiuiuniilailo .iiigiiieni.i com a refleilo do
um principio admitlido, reconhecido, c que uos au
lorisa a fazer inlervr ia mineraloga e a geologa na
qucilao medica du cholera.
O cobre se acha comido em um graude numero de
substancias mineraes, as quaes elle se acha quasi
-cuque no oslado de combinaran; formandp carbo-
ualos, sulphurelo*, tulphalos, bvdralos, chlorurctos,
phosphalos, que enlram na composirliis dosrorliedos
que so achan exclusivameiite em contacto rom as
rochas de granito e de porphvro, ou rom terrenos
secundarios metaninrpliorros, que aprc.-enlam ts
regios mais elevadas da Ierro. Cilarei em l'ranea o
massico dos Vosgos, que se aprescnlam como urna
ilha no meio de terreno rheio de sedmenlos, a Bre-
1.1 ii ha. o Anvcrgue, o l.iuioutiu. os Pv rencos eos
Alpes. O cholera poupou estes paizes elevados, ao
passo que ossolou cruelmente as populacoes, que ha-
blilla terrenos de lerceira orden) exclusivamente
rouiposlo* do greda, marne pedra raleara, despro-
v nlo- de rochas melalicas do cobre, cujo espccilico
parece promctler aos paizes que o conten, a prc-
-ei vario ,1c nma lerrivel moleslia.
Desolara cunliiiuar esla quesln interessanlc da
presenai;lo para ot oulros paizes, porm nao devo
ulii . suggerio a Memoria doSr. Dr. Burq, cujo priineiro
pensainenln reposta em una hv polhese, que des
Irue lio claramente a doulriua hoiniropalhica esta
iieiceda sohre a simples experimentarlo, que s
pernullo julgar da acc.lo das suhslancias, que se
quer empregar para comlialer as docncas.
Quererla lambern fallar tobre o elleboro, rera-
tmm lbum, que ja menciuiie, o (|ue a bomii'O-
palhia enlloca na primeira ordem. como agente pre-
servativo e proprio para, curar o cholera. Esta
planta cresco naluralmeiile nos terrenos primitivos
os mais allos, e vem obrar de concert rom o robre
para rcpcllr o demonio funesto desses paizes pi-
vilegiados.
Acabo aqu coiilinuanilo a leilura t\.t Memoria
de llahncmanu sobre o Ellehorismo, ettude comple-
to e hnlhanlc, nu qual elle nos diz: cada remedio
receheu da natureza tima eirtude raradora, pro-
pria. npn i/ira. reta, coIMIMh), de una roiislan-
eia iinniiilavel, quo os no-sos mdicos lem lido a in-
ju-liea de nan invesligar, lendo-a esquerido quasi
iulciramcnleal aqu. /'reste.'
ile
COMMERCIO.
SIAS E ARTES.
PBACA lio RBCIFB DE DE/.EMBHO AS:t
HORAS DA TARDE.
CoUc^ea otllciaes.
Descont de letras a vencer em Janeiro de l*ia
11 pur cenlo au aimn.
AI.I'ANDECA.
Bendmenlodo dial a-JK.....2W:717*1111
Mein do da 30.......I2:603J647
dos pela iluecloiia em conselho, c apreseiiladi
iipprov.ir.io do Exm. Sr. presidcule da pruvinria na
niporlanca de .1::l(WOI1U rs.
2.' Eslas obras deverln principiar nu prato de Mi
dias. c serio concluidas no de dez mexes, a coiilar
da dala da arremalarjo.
3.a A importancia desla ai i einalacan scr.i paca
em tres pceslacoes da manera scguiule :a primei-
ra dos dous quinto* do valor total, quando live
concluido melade da obra ; a segunda iguai a pri-
meira, depois de lavrtdo o termo do recebiipeuln
provisorio! lerceira lliialmeulodeum quinto depoi,
do recebimento definitivo.
4.' O arrematante sera obligado a comunin ai
n reparlu;.m das ninas jJUilica- com anlecedencu
30 dias o dia lixo, emv^K tem de dar priucipi
evecui..o das obras, astim como trabalhari segnida-
menlc 15 dias. afim de qno possa nengoiiheiroen-
carregado da obra assittlr jos primeirot ii.il.al1
5." Para ludo o mais que nlo esliver especificlo
lias presentes clausulas, seguir-sc-ha o que deleiun.
na a Iri provincial n. 28G do 17 de maio do 1851.
Conforme.O sccrelario,.
Antonio Ferrelra U'Annunimri.i.
O lllin- Sr. inspeclordi Ihesuuraria provincial,
cm i uiiipi inouiio .la urdem do Exm. Sel Residente
da provincia de 3 do crtente, manda fa/.er publico,
que no dia2 de Janeiro prximo vindouro, vai im>
vaincntc a praija para ser arrematada a quem pm
menos li/er, a obra do acude de- Paje de Flore-,
avaliada em 3:1908001) rs.
A arrem&taclo sera frita na forma dos arls. 21 e
27 da lei provincial n. 2K7 de 17 de maiu de IHjl,
o sol as clausulas especiaos ahaixo copiada-.
As pessoasque se propnzcreiu a esta arremataran,
comparecam na sala das sessocs da mesma Ihesuu-
raria mi dia cima declarado, pelo lucio dia, conipc-
lenlcmenle habilitadas.
E para constar so maiidou afllvar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernau-
huco, 14 do dexembro de IKV).O secretarlo,
Antonio Frrrrira d'Annnneiaeao.
'CltHlUlai Ufiielatt pama arremataran.
I.a As obras desle acude serlo feilas do confoi
midade cmn w plaas c orcamenlo apresentado-1
approvarlo do Exm. Sr. presidente, da provincia ni
ImMrtaneia de 3:1909000 ra.
2." Eslas obras llvenlo principiar nu pfno ifa
dous mezo*, c sern concluidas no de dez mexes,
cunlar ronforntei lei provincial ii.2K(i.
3.a A Importancia de-la arremalacau sera
cm Ir* prrstacr* da uiaiieira scguiule:
meira dos iloiisquinlos do valor total, quando
Concluido I melade da obra ; a segunda igual i
mea. dcpois de laviado o termo de recebil
provisorio ; a_ lerceira linalmenle de un quii
pois t\o recrlnnienlo dcliuilivu.
I.a O arreinatanlo sera abrigado a coinm......,u
lepaitie.lo il.ls ninas pilhlicas com antecedencia di
31) dias o dia llxo, em que lem do dar principio i
evecucaodas obras, aini cuino tralialh.ua seguida
incnlo .luanlo 15 dias, alim de que possa o elige-
nlieiro cncarregodo da obra assislir aos primeira
Irahalhoi,
5,i Para ludo o mais que nlo esliver eepaeillcadi
uas prsenles clausulas seguir-se-ba o que deleniii
na a lei provincial u. 2KI>dc 17 de maio de IK'il.
Conformo.0 secretario,
Antonio Ferreira d'.liinunrinioo.
o lllm. Sr. inspccior da Iheeoureria provincial
i ni cumprimciitii dn ordem do E\m. Sr. prc-iili>ni
da provincia, manda fazer publicoque.nodia 111 d
Janeiro prximo vindnu.ro, peanle a junta da la-
".li fil-HlN
le>.
arregam hoje 30 de df.embro.
Barca purlugiiozutlralidoodivcisos gneros.
Brlgue suecoJ/or/oferro ealcalro.
Barca ingleza Uird Joba fVMtl l.iivas de
ferro.
CONSULADO t'iERAl..
Rendlnienlo do dia i 2S. ...
dem do dia 21)......
,'ill:lllliSK72
l:l)|K-:m:i
(l I;0:l.-cs2(
pie
ipri
nenli
lilodc
zcuda da iiie.-ma Ibesiiiiiaria,
pra
Tratamento preservativo do cholera
I icios metaos, pelo Di. V. Burq.
re public
doulor V. Bu
O .
na ib
que aprsenla n ,
Esla descoberli
ubre i
II: II
e apresenlada
mana pajeada nina uiemo-
respeilo da prnpriedade
Ira o cholera,
iciada lamhem pur oulro-
......i
nina longa
le Mr. Burq.
popalhae dee-
jornai'
eslalistira, que o roiiduz aos melaes
he eonheelde de lodosos mdicoshom
denennode 1833 !
Depois dessa puhlirac.ni o- mdicos discipulo- de
Hahnemlnn nlo tem deliaijode propagar esie he-
lo, vcril.ule llierapnliea di-sen ilhislrc meslre. a
saber: que o robre, raprum melallirum 0 o elle-
boro, rernlram atbnm. sao os i
lieos c preservativo- do choler.i
na vespera de nina nova invas,
ciiiiliiiuam aaconselhar ao pov
peilo nina meilalha do robre
adido coiiliiiuu pro luz urna
leculas melalicas. as quaes-o
ic.licamcnls especi-
, Hoje sidiroludo. c
io do llagello, files
. que traga sobre u
mida a pelte, cujo
mina parda do mol-
absurvidas pelos |
i se sahe
Imluslrial e
lal, que Cartlago conlinha, desenvolvido!
sinprehendedor e exerriladn dos Pheiii-
iosa lornaraiii loso Icmivcl. Ella apparece formi-
davel no mar n.i lempo de Camby/os ede (Aro ; faz
conquista- ua Sicilia c na Sardenha: funda ao longo
dn lilloral africano, e-a cartela continua de colonias,
delcilorias, ilo po.irlc. fortificadas, por meio dos
quaes ella e.lahele en-nlidanieiile ti sen poder c
los infeli/es, ou pelo menea livrar alguns d'cnlre abri raminho pan I llespanha f pira as costes do
,-lle- de acabaren! asphisiados. I ocano atlntico.
4*
ros, o ronsliiiiem Inda a arcan preter adora; li-
nalrnente que obtervem um rgimen hvgieniro
brando.
Estes ronselbos dados por llahneinanii ja foram
litis pnpulaeoes da Allemaidia c ila l'ranra uas
epidemias de IKi:t o 1849.
Mr. Burq, qoe esb cercado especie, nan v no cobro ui.'iisqnc um agente clcc-
Iroplioro. mu conductor elctrico, que conjura o
virus, o miasma cholera e o decompoc Ilvpulhese
inleirainenlc gralnila. quo deslre po-ilivanicnle
llalinciiiann, o qual nos te/senlir i apalpar a ver-
dadeira acen diaao metal. Se ahrirmossuanialcria
medica, esse primor d'ohra de perserveranca e de
genio, veremos ahi que u cobre obra iiiiicameule
pela alisorpi;ao de suas molleculas, o como agenle
similar dos svinploinas rholericos ; evplicaco que
pmlc ser facilinenle seriticada, lomando-ao inlcr-
iiaineulc a prcparai;an dvnainisada de ruprain. as-
sim como ensilla a doulriua hahuemanuica, c licar-
te-ha coiivenci.lo ile que a idea, que se faz da' ac-
riin dos melaes. nao he senao especulativa e |Hir
conaegninle inadinissivel, a vista de una prova con-
tinuada pela evperimenlaclo physiologica.
Agora, se he ulil repetir a mais nan poder es-es
pi i. eiln. que ha i me aiinns san derramados no* an-
naes scienliliros. fdra iutUl dar a l'.csar o que he de
Cesar, mas quo .ligo'.' Os senhore* mediros allopa-
lliasdespre/.iram muito lempo oceopar-te e ler os
Irabalbos da boMMi'ojialhia. e ha pone he que Ibes
succeile adiar ^Ca ppliracoes llierapeulira*, que
rilo oulroa lanloaempreatlmoafelloe honMoopalhla,
e aos quaes elle* dauo nonie di' inedicaeao snbsli-
lutiva. niethodo qneelles vio logo transformar em
doulriua. lan ciande he o seu terror de verem ba-
iiiii-u o edificio, que siislenlam lio cuslosaincnle.
eque ameara cahir lodos os dias no dominio da
historia enliga.
Vollo para o meu assumplo: dilii que n cobre
he um dos medicamentos especliicos c preterv olivos
do cholera, porque pradal no lioiiiem lio svmpln-
mas anlogos ao- dn cholera ; doulriua do tiinilr,
da qual nao falla Mr. Hiiiq, subsliluiido-a por nina
lunga eslalistira. que Hilo li.s neuluima puna i
Iheoria dos melaes. da qual elle so lal. promotor,
Mr. Burq pota depiiis em revilla o ferro, o zinco
e mercurio, que elle clatalnca em segunda ordem,
como anlogos ao cobre na preserv.icao o cura du
mal, que uos occiipa. Contal le anda Mr. Burq
malcra medica, e vera qoe esles metacs so lem .ic-
io sobro ccrlos syniplomas da molestia confirmada,
nao pdrin ser considerados romo preservalivos
iguaes ao cobro. Mr. Burq esqueceu citar o arseni-
cuja mporlancia.conio agente curativo, est ci-
ma daquelles melaes.
Porm Irala-sc aqu parlirularmenlo qiianlo a
Mr. Burq dos incios preservativos, que sao lamliein
os mais iiilcrcssanles e os mais lllris, piirquaulo nos
preservam do perigo e nos pracuram a iseuco que
hiiscamos. Porlaulo, conformo o ronhecimcnln que
leiiios agora da palhologla dos corpoaainfpItM, que
nos oceupam. o cobre, cuprum melallirum. deve ser
considerado entre o* melaeacomo nnub ulil. mais
seguro preservativo e romo medicamento proprio
para curar o rhnlrra ; o arsnico be lambern um dn*
priucipae* agentes, que se deve nppr i moleslia ;
o ferro, o zin. eo mercurio nao .poden) couvir se-
an aos accidentes secundarios da doenca, e sohre-
Inilu quando ella foi tratada pela allupathia.
Haluioiuaiin foi o priineiro que estahelereu como
principio o valor r os iudicaedes Iherapeulica* de ca-
da urna deelas snii-ianeia- nielallicaa, como preaer.
valivo o,i curativo do choleta. Mr. Burq vem hoje.
de um modo emprico e a todoo cusi, como con-
feasa, confirmar, rom investigarnos lalislica* mi-
ni.....-a-,a iloilli na da houia-opaihia appljcada a cor-
DIVERSAS PROVINCIAS.
lio;. .......ni.. .!.. dia I a 28.....
dem do da 211.......
1:8819405
IN|.2(H
Exportacao'.
Uenovi, brigue hespanbol Florentino, t
Heladas, coiiiln/io o seguiule : 3,tSMI sa
l.'i.itHI arrobas de asencar.
Bueuos-Avres por .Moulevideo. esriiua I
la Aila, de 2113 I
1111 pipas com 27.
dilas com i
331 lo-
os rom
panhii-
clada*, condallo o tesaini:
l.'ii medidas do agurdenle. 2(1
li molidas .le espirito, IIHI saceos. 190
hairicas e 21 meias dilas com 1,000 arrobas e i!) li-
bra- do as-ucar.
Liverpool, brigue ingle/, l-.nnuu
das. condoli o seguiule :i,2IKI *n<
arrollas de Mancar.
IIECEREDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAESDEPERNAMBI ICO.
Rendimeiilo do dia 29 ... lsM6g75Q
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentii do dia I a 2K. ,V.:2K2"i7li
dem do dia 211....... I:K1II;K7I
de 290 lonela-
rns cum 2I.IHKI
i"
MOVIMENTO DO PORTO~
rVarot LiverpoolBrigue ingle/. I'.maui, capillo
Perris, Carga a-sucar.
lienovaBaica sarda 1'auUue
xi, carga assurar.
demBarca sarda Linda,
carga a-suear.
capito Aulonio 'I
capihU francisco \ ill
EDITAES.
O lllm. Sr. insperlu
Cal, om ruinjiriineiilo <)< >
pidenlfl da proviuoia le 2
Iff publico, que noi "
pCt'e'llllC Jl
i.i Ihaaonrara provin-
fdera ila Biro. .Sr. pro-
do frrenle. niniidn fn-
, Sc!l de fexereiro |ro-
iiilouro, peranlfl jia DM llie-onrari;i, *e ha nof li/cr. aobra *io .-iriiiic ni Villa Helia la remar-
ca daPajw le Florea, avaliada em IrtMMlOOO r<.
A arreniHlit;jo nr-.i feila na Torma '2~ ila le provincial n. lM ile 17 (le maio le 1851 (
esol m cfaonilai OapCjClaOI ahaixo eopiilax.
As pes-mas que se propozerem a esla uremala-
tlo. comparpeam na sala das spssih ila memajuii-
la, noadMI cima derlarados pelo meio dia, rompe
leiilemenle hahclilatlas.
E para rnnslar se niniidiMi il1i\ar o pre-rulee
puhlicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ernam-
biico, ~i\ dedezembro de isvi.0 lecrelario.
Hntotto Feneira tt'Jwitwciarito.
(ImisiiltiA $*pacaeipara a arrenuilactio.
I,-1 As nhras desln arinh* sero feilas lc eonfor-
inidade com as plantas e oieamcnlo, ippreaenladoa
ni'-'.i dala a approvarau do K\m. presidente vincia, na importancia de 1:0041000re
'2.-' Batan obras deyero principiar no pra/o de
inc/e-, s lerfio concluidas un de 10 mexes. aconlar
conformo8 lei provincial n. 8(1.
.'t.- A importancia desla arrematarlo sera paia
em Ires pnalaoBei da iniineira seguiule : ;i primeira
dos dous quintos do valor lotnl. quando tiver roii-
rluido auietiide da obra ; a secunda isual a primei-
ra, depois /le lavrado o termo de recehimenlo pro-
visorio ; a lerceira linalmpiile, de um quinto depo-
is do recebimento definitivo.
4.a O arremalAiite ser obrisado acommuniriir a
repartido da obras publicas com antecedencia de
:H> di.i-'. o da llxo cm que (cm de dar principio a
execucao das" obras, astim como Irabalbar se-
iiiilaiiii'nlo durante I,") dias.alim de que possa uen-
uciiliciro encarre-jado da obra assislir aos priinciros
Irabalbos.
."-. Para lodo o mais que nanesjiver especificado
as presentes clausulas, esuir-sc-ba oque deJermi-
n.i a lei provincial n. Jh. de 17 de maio de IK.il.
ioitiiimc. O ccrclario, Antonio Ferreira
(T.InmniriariHi.
i Him. Sr. inspector em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia do3 do correle,manda f.i/cr publico,
quetw da '2ti de Janeiro prximo vindouro. \ai no-
vainenlca prn;a para ser arrematada a quem por
menos li/,ei. a obra do a<*iiile do Huique.uvaliada em
:i::MHl3(NNl r-.
A arrt'in,ila;io sero feila na lumia dos arls. >' e
17 da lei pitiMiiti. i n. -jk< de 17 de maio de IS-'il,
e wli as clausula* speoiaes abaixa copiadas.
As !""<>as que se propo/erem a esta arremataciMi,
comparecam im-.,ila dassestnx da mesma junta, no
ca pira ser arrematada a quem por menos li/er, t
obra do concert da cadeia di vuli do Cabo, ava-
llada era 8259000 rs,
A anematac.io scr.i feila na forma dos trllgoitI
C S7 da lei provincial li. -JaSrt do 17 de maio da
1831, e sob as clausula especiaos ahtmo copiadas.
Aa pcaeoM que nproposNoni a eatearfenMlaejo
comparecam na tala <\>* mmoM da mesnia junta, na
tlia cima declarado, pelo meio dia, compclcnle-
mento habilitadas.
E para constar se inandou allixar oprewnlea
puhlicar pelo Diario. Secretaria da lliesouraril
provincial de l'eriiambiicodcdeiembrode IKV!.
' O secretario, Jntonin Ferreira fJnHWiejacw.
Ct(iasalasrsperiaea)ira a arreimiiaiu.
h 1. Os Irabalbos da cadeia da villa do Cabo far-
: se-h.o*le conforinitlaiU' com ooreamenlo approva-
do pela direclorA em conselho, e apresentado a ap-
provaco tic Kvm. Sr. presidente da provincia na
i:lHi^ll:l importancia deSiVSKH) i-.
2. i) arrematanteuara ujincipio asohras no praio
de 1") dias, e devera ooncliii-las un de Ires me/e-,
ambos cuidados de cunformidade com o artigo .'II
da lei u. 286.
X O .-i i .m.ii.niii' legulr na excru^o ludo o que
Ihe for proscripto poloenpenheiro respectivo, nan
so para boa eiOCOCflodo Irahalho, como em onlein
de nao inuliltoar ao 'mearao lempo paia o servia
publico todas as parles do rdilicio.
i. 0nagamootola importancia da arrcmaiaro
verilicar-e-ba cm duas presta roes iuuaes : a pri-
meira dcpois de fritos dous tercos gunda depois de lavrado o lermo de recebimento.
'>. Nao bavera praiq de responsabilidade.
<>. Tara ludo o que nio M ncha determinado cas
pre*onles rlausolaa, nein no orramenlo, seguir-so-
ba o que lpoe a lei n. SO.
Conforma. O secrelario, Antonio Ferreira
IAnima*itlriii,
O lllm.Sr. inspccior da Ihesouraria provin-
cial, em enmprimeiilo da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 11 do crrente, manda HCI
publico, que nos dias l. II c l"2 te Janeiro prxi-
mo vindouro, se lia de arrematar i quejii por lte-
nos li/er, a obra \\o sexto lauco da estrada da Bo-
cada avallada em 9:3&tf78.
A acremalacAoaer ralla na forma don rticos -J'i
n 07dl lei provincial n. -Mide 17 de maio de IHil,
e sob as clausula-- esperiaes ahaixo decarada*.
As peotiOH que se propo/erem a esla nrrentatafao
comparecam Mala dwaeaaoa *la juntada faunda
da mesma Ihesouraria. nos dias icima declarado-,
pelo meio dia. runineleulrmentn habilitadas.
E para constar se miiiuloii allixar o presente c pu-
blicar (telo Diario. Secretaria da Ihesouraria pio-
vincial tic l'eriiamburo t(i de dexembro de IH-V.
(I secretario.Antonia Ferreira d'Annunciariw.
ClaiUtUai empecines para a arrematado.
I.a As obras dosexlo lauro da estrada da Bacada
ierao exceuladas de ooiirorniidado coma planta per-
d e orcamenlo, approvado* |>cla directoria cm con-
lelho, esuhmellidos a approvacflodofixm. Sr. pre-
itlenle da provincia, importando cm M:;;^ioJ",s
2.a No prazo (le .'10 lias o arrematante dar prm-
ipio as obras, devendo couclui-las no de um aun",
imbos entilados de conformdade con O arl. 31 da
lei provincial u. '2hi\.
Xa A imporlanci.i da arremataran sera paga em
quatro nreatadMi i guata; a primeira quando liver
a lerceira parle das obras concluidas; n seffiuila
quando liver os dous lereos; a lerreiru quando livor
I relio a entrega provisoria; c a ultima flnalnwnlfl
, na entrega definitiva.
.' Para ludo qaanlonAoeetiver dnlerminado as
, presente- clausulas ou no orcamenlo, seuuir-sp-lia
,oque dis'poc a lei provincial n.* -JSIi.Ouiftiruu.
O-ecrelario, Antonio Femira il'A/inuii'iarao
O lllm. Sr. iuepeclor d.i Ihesouraria urutia
cial. em cumprimculit da ordem do Exm. Sr. pre-
sideutt' da piovinria, manda fa/er publico, que no
dia l de Janeiro prximo vindouro, vai novamenlo
a praca, peraule a jimia da fa/enda da moMiia tbe-
sourana, para seren arrematmlot a quem pm mn .
li/er, os irabalbos da conaarvac^u da estrada da
Victoria, avallados era 5:5I7|600.
A arremalaco sem feila por lempo deum anuo, a
contar do dia em que o arrematante lomar cunta
da estrada, e -<>l> as condicrs ahaixo copiada-.
As pesmas queso propu/.prem a esta arremalaco.
comparecam nasal das aeeiOaf mi mesma itinla. no
dia Mima declarado, pelo meio diaj, competente-
mente haheliladas.
K para constar se mandn allixar o preeefHee
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de rernam
buco 17 de dexembro de IK.VI. O secrejaiin, ,i.
Ferreira d'Annunciaro.
Clausulas npeetm para n nrrematanm.
|.s Os Irahiilhos dacouservarflo permaneuteda es-
Irada da Vifloria serio execulados do conlormidade
com o orcamenlo approvado pela dircoioriii em con-
selho. e apresentado i approvacjio do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, pelo lempo de um anuo, o ua
importancia de .i:.17^iOII.
'2,' O pasamento da) imporlancia d'arrenialac.in
spra dividido am pieslaCjOes mensaesde urna duod-
cima parle, vista do cerlilic.idn pasudo pela di-
rectoria das obras publicas.
;l.'1 I'ara Indo o que nae esliver delerniinndo uas
plsenles clausulas o no orcHincnlo, *eguir*se-lia
que dispon a lei provincial ti.gW. 'CoWbrrne. O
secrelario, Antonio Ferreira tl'Annunriarn.
O lllm. Sr. in-pccltti da lbe*our.u'ia provin-
cial, cm cumprimento da reso|iic MUTILADO


meo, que
o nroxiroo vindouro", vao novamenle a praca para se-
rcm arrematada a quern por menoi flier, as obras
ni>rearia* a la/.er-sh junio no arude do Giruar,
ASaliadas rni 1:98U0OOn.
\ ,irremelac,o era Xeila na forma do arts. 21 e
l~i da lei provincill n. :Wti de 17 de majo de 1I,
>li 11..ii-ul.i-r-(M'ci,u'.- abaixo copiadas.
,- (iroas que e propozerem a esta arremataban,
ntmpareram na ala da* senaues da mcfflna junla, no
lid cima declarado, pelo meio dia, cuiupelentt-
iiM-nie habililada*. ,
l para coimlar semamlou afiliar oprsenle e pu-
Mirar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria pro\incial dePernamhu-
co 17 (te deiembrode 1803.O secretario,
Antonio. Ferreira da Annunciacdo.
Clausulas etpeciae* /".<*. a arremataran.
I.' As obras necessariat g fazer-se juntoun anide
i .: ii.ii ii para evilar-so as nitrales, serfloeiecu
l.iilas de conformidmlu como orcamento approvado
pela direciuria em cointetho e apreseutado a appro-
\4cS0 do ftsm. Sr. presidente da provincia na int-
portancia de I :!)HjK)00 rs.
2. As obra principiarlo no praio de un mex o
terminaran o de dous, contados conforme o art. 31
da lei ii.28<.
3. A importancia da arremalacao sera paca em
iluas protac.fie* guaca, sendo a primeira quando
bouver feiloa metade das obras,easegunda na occa-
sjjodorecebimenlo.
.' Para ludo ornis que nflo esta especificado
na* presentes clausula, seguir-se-lia a lei n. *Ko'.
Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira da Annuncianlo,
iPTfm. Sr. inspector da Ibcsourara nrovin-
ujal, em cumprimeiflo da ordem doKxm. Sr. pre-
sidente da proviocia de 20 do corrale, manfla f>-
/er punliro, quo nos dias 3, e "i de Janeiro prxi-
mo vindouro, perante a junla da fazeod.i da mes-
mu Uiesouraa, so lia de arremalar a quern por
menos fizer a obra da pintura e alcalroainenlo da
punte da Boa vala, aviliada cm 771^2:*^ r-.
A arrcmalacao ser fe la na forma dos artigo* 21
c27da lei provincial n.SW de 17 demaio de 1851,
emb as clausulas especia es abaxo copiadas.
Ae pessoas que se propozerem a esta arrematado | '',
rompareram na sala tas sosses da mema junla
nos das cima declarados, pelo meio-dia, nunpe-
Icntemente habilitada*.
K para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tliesotiraria provincial de l'omam-
bueo 2 de deiembrode 1853. O secretario, An-
tonio Ferreira da Annuneiaeia.
('taitsulu* i'.yirniars para n arreinalaciia.
I .a A pintura di punte da Boa Viola lerfeila
de cuiilurmidado com <> orcamento apresenlado
nesla dala aapprovarSo do Bxm. presidente da
provincia, no importancia de 7719 rs.
- Ser principiada no prazo de l"> dia>. o linda-
r no de 711 das, contados segundo tircculamento.
3." A importancia desia arreroalacio sera paga
em nina so prcsloro quando a pintura esliver con-
cluida, quesera recebida delinilivninenle.
'i.'* Para ludo u roab que nao estiver determina-:
donas proenles clausulas seimir-se-ba O que do-1
lermipa a lei provincial n. Mi de 17 demaio de!
Ik*|. Conformo. O tecrelarfo. Anlonio Fer-\
reir da .lmmneifo,
U lllm. Sr. inspector da Ibesouraria provln-'
rial, em cunipriinento da resolucao da junla da fa-
Onda, manda Tazer publico, que no dia 2tidoJanei-
io prximo vindouro. \ai novamenlc a prara para
ser arrematado a quern mat- dar. o reudiiueulo do
imposto do'lizimodo gado cavallar nos municipios
aballo declarados :
l.inmeiio. avahado aituualmentc por /N^OOll
rejo, por JOJOO
Kna->'is(a rK\ii. por I9000
A arremalacao sera feila por temp de tres anuos,
a contar do 1. de jutbo de 1853 :iu de juoho de
IK.V.
t)s licilanles cumparecam na sala ilas emon !a
ineama Jonla, no dia cima declarado, pelo meto dia,
rom scus Dadores competentemente habilitado*.
K para constar se m.uidou afll\ar o presente e pu-
blb .o pelo Olor/o.
Secretarla da Iheeoararia provincial de pnmanv
buro 17 de de/embio i'e 1853.O secretario,
AHtOHio Frire'ini n liimiiiriw .
O lllm. Sr. iiispcclur da Ibesouraria provincial
em (umprimenio da rasolurjlo da jauta da fazenda,
>uanda fazer publico, que no da 2t de Janeiro pro-
*......Vudooro, peranlo a me-ma junta, vai BOVa-
.......le praca para ser arrematada a quern por me-
niK Iteer, a (t'>ra do acode da povoacao de Ite/.cr-
riM, avaliada em 3:81."j.'tHl i-.
A arremalacao ser relia na forma doarla. J e
17 da lei. provincial n. 'JXti de 17 de malo de 1851.
sol a?. lausulas especiaos abaivo copiadas..
A* pomia que ae'propoxerem a mlaarremala-
\.\o, comparecam naaala'das resioes da mesroaJun-
ta no dia i cima declarado, pelo meio dia, compe-
i en (emente babejiladas.
Bpara constar to mandou ahilar u presente e
publicar pelo Diario,
Secretaria da Ibesouraria provincial de l'ei-
nambnco, 21 dedezembrode 1853.O secretario,
tHOnh Ferrtira d' Innutmavin.
clausulas especftuspura a arrtmataedio,
I." A sobras late acude, serio leitaa de canfor
imdade com a planta o orcamenlo. approvados pe
la directora em conseibo, e appresenladoa a appre-
vaco lUj500rs,
2, ti arrcmalanle dar romero as obras no pra-
zo de 30 dia- e terminar.) no de seis inc/c-, conta- i
io> seiiuiido o art. 31 da loi n. -ist.
i." O pagamento da Importancia ta arrcmalacio, |
Mr dividido em tres parles, sendo urna d*> valor de
't-iusquintos, quando bouver Tfilo metade da obra,
mira igual a primeira quando entregar provisoria-
oeute, e a lerccira. de un quinto, depois do mu
anuo, na orca-ua.) da entrega deliniliva.
i.-1 Para ludo o mais que nao estiveY especilicadn
naf presentes clausulas, seguir-se-ba o que deter-
mina a lei n. 8B6.Onlorme. O'secretario.
Antonio Ferreira d'.lnnunriariio.
0 lUni. Sr. inspector da Ihesouraria prnvin-
i ial. em cumprimenlo da ordem do Evm. Sr. presi-
dente da provincia de S7 do correule, manda fa/.er
i.yJilh.i. que nos dias 17, |s ,- |Q de Janeiro prximo
vindouro, perante a juntada fa/endada niesina I he-
-"niaria, se lia de arrematar a quern por menos fi-
Zcr a obra denominada do Tunquinoo na cidade de
Kolanna, avallada em 1:009390 rs. .
A arrematadlo ser felfa na forma dosarti. -l\ e
Ti da lei provincial n. Mi de l7deinaode 1851*0
>li as clausulas especiaes abflllO copiadas.
\s peuoas que se pronoterem a esta arremalacao
rompareeam na sala das leoes da meama junta,nos
dias telina declarados pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
I para constar se mamlou allivar o presente e pil-
ar pelo Diario.
Secretaria di Ibesouraria provincial de l'crnam-
iim :*r de de/embro de 1853. O secretario,
.tnlonio Ferreira da Aummeiariiu.
( lauta la* ctpectaes para a arremalaraa.
I." A* obras dos reparos a fa/.er-se no lugar do
anquinho fia cidade de (ioiauua, sern execula-
is de conformidade com o orcamento nesla dala
presenlaSo appruvacffu do Kvm. Sr. presidente da
iocia, na importancia de reis 1:iio-j-'-jm.
1 Jio prazo de '.W dias serao principiadas as
abras, c concluidas utieseis mezes contadosseguu-
ilo o regulatnento.
3.i A importancia dcsla arremalacao sera paga
na forma do regulamenlo n. jsi..
%,* Para ludo uns que nAoestiver determinado
nas preejntes clausulas, seguir-se-lia o que dotermi-
m.i a lei provincial n. -JHli do 17 demaio de 1851.
Gmformu-O secretario,
Antonio Ferreira da Annunriario.
Bieber A U.MuadaLruz n. 1.
Banco de Pernambuco.
Em i iimprimeiihi da resolucoque abairoseRue,
da assrmbliM geral do banco de Pernambucn, para
levar a effello o complegaento do capital de dous
mil conlos de re*, o respectivo conselbo de directo
convido aol Srs. accloniulns, a rcalizarem de 2 al
15 de Janeiro prximo, n entrada deiOpor ronto
sobre o numero de accnen, com o^iea inesma reso-
lucao Ibesperinill^ Tirar.
Banco de Pcrnambiieo, 2 do novembrode 1853
O secretario do mnselbo de directo, Joilo Igna-
cio de Medeirot llego.
t Itnoluru.
A afsembla aeraldo banco de Pernambuco, reu-
nida em sm1o extraordinaria, aos 2H de selembro
dei 1853. resol ve u adoplar as p ropos I as olTcrecidas
pela -lii i.-, i jo do banco, em dala do 1 de agosto,pela
forma seguinte :
Art. I.' O ronselha de direccao fica aulorisado a
levara ctTeito o augmento mavimo docapilal.de-
erelado pelo art. 2.a dos estatuios.
Art. -2.' As respectivas aeces scrito dislribui-
das proporcionalmenle por todos os seus socios.
Art. 3.. A cobranca do impnrlo das aceftw sera
realisada segundo as precises da caixa, e por de-
lebera^ao do conselbo de di recri.
Arl. I.* O conselbo dedireccilo vender por ron-
la do banco, as arcoesque. nao Torem realisadas |>elos
resperlivosaccionislas, iiosprazosque forem marca-
do, nlo podendo Indavia vende-las por preco menor
do que n par.
Saladas sesses da asscmbla ueral, em ti de se-
lembro de 1853. 1'edrn Franritrude l'aalu Ca-
ralranti d'llbat/aeriiue, presidente. Jote Her-
nardn (alrSo Ateoforado, 1 secretario. Anto-
nio lalrntim da Silra Hartara, .' secretario.
Esta conforme. Joo Ignacio de Medeiron lle-
go, director secretario to eontelho tic lireccno.
Para conlieeiuiento de quern posea Interesur se
fax publico, que peloeap.ilaz dae-tac;l*. do cupe,
fui remellida a esta reparlieao una janaada de pes-
cara que alli fura lomada a mis individuos impel-
ios ; prcveuiudose, deque do boje a Irinla ilias. nao
apparecendo dono, sera vendida na porta do alma-
rifadu do arsenal de niariuha, fiara Mliafaier-M
asdespciasqoese bouverem folio. Secretaria da r,i-
pilanis do porto de Pernambuco Ode de/.emhro de
1853.i) secretario, Thoiue Fernandez Madenu
de Castro.
O arsenal de marinba contrata no dia de Ja-
neiro prximo futuro, a abertura de un canal na
illiado Pina, para desvio do riacbo do niesmol'ina.
*ob as cuudintes nbalxo mencionadas, Os senliorea
concorreoles queiram apreaeniar snaa nrpos|as ate*
ease da para serena devldameule allendidaa.
\." Esle canal ser aberlo nu terreno denominado
Pona do Pina, na direccao recta do ultimo coquelro
do siil da illta du Noguera para o leste, passaiulo
em frente da casa ilos berdeirosde Jos tionc.ihes, e
ern divlaneia de 00 bracas ao norte.
." lera este canal a largura le O braca-, c a
piofundidadOjde 3 palmos abaivo do nivel da balxa
mar.
3.1 Para que as aguas do riacho rjo Pina
JANEIRO
Se;ue com brevidade. o hripue nacio-
nal "Klviru>. : para carga, passageiros e
etcravoi arele,trata-sc com.Macltado
\ l'inlieiiM, na rua'do Vigario n. 10, sc-
(Niiido andar, on com o capitao Joaquim
Pinto de Oliveira e Silva, na praca.
Para o Hio de Janeiro
salie ate O da SO d correute, o milito
veleiro brigiielleeife: para OretodaflWv
ga, pasageiros 011 eseravex a li-ele,'trata-
se cum o MU coiisigifiitario Manoel Fran-
ciseoda Silva Carrieo, na na do'Collegio
n. 17, segundo Andar,on com 0 eapilio
Manoel Jos' |{il>eiro,a Iwrdo.
Para o Rio de Janeiro salie com a
maior hrevidade possivel, obligue na-
cional Firman 0 pial ja' tem a bordo
alguma carga, que condu/. do Para' e
MaranhSo, com aquelle deslino : para
O resto, passageiros e eseravos a Irete ,
Irata-se com o capilio do mesmo brizne
CletoMarcellino ubmes da Silva, na pra-
ca do Commercio. ou com os eonsigna-
Iarios Novaes A: Companbia., na na do
Trapichen. ~>i, primeiroandar.
A barca nacional Firmeza tenue
para o Rio de Janeiro iniprelrrivelmcnle,
10 dia SI do corren le recebe passagei-
os e i^scravos a frete a (rular com Ma-
noel da Silva Sanios, na rua da Cadcia
n. 10.
Pj-ecisa-fcde orna ama de leite pa
ra aiiiaiiientar nina enanca, 'ao^menos
aJgumas ve/es no dia', sejja livre, oues-
crava : na rua das sl'lore. n. 2~>-
LEILAO
LEILAO' DE CARRO E CAJ3RI0LET.
Sevta-feira 50docorrente, ao meio-dia
eni ponto, llavera' leilao no ,inna/.ein de
M. Carueiro na i na do Trapiche n. 38,
por ii'tervencflo do agente J. Gatis, de
un cseellenle carro de V rodas e um ca-
bl'iolel ctom cubera, e em' milito boin
estado.
direcflo a leilvdcile canal. fur-M-l uim ciiiuio il
larra aa lalla aalual lo meaaio riacho, cujo dique
lera lo i,!.-ii;,i- ,1p largura medie, c etaver-se-tia al
'i palmus .iiiti!,! ,hts preanaraa,
i.* Esle ilifjnu ou li|ai:ciii ilo arln;il leiloilu riii-
clmMgainiadlrerc^o do niargem do norteiloea-
itiil que seal>rir, |iiuI di" doaina'lal o terreno ello <|uc lira junio ao "Mi-
mo coqueiro do nul deilha d Noguera, alraveeMn-
do assfni oa doui Itrjros ah cvi-lrnlc.
5." Para leguranca dcsle dlqnc (erifellanmaai-
laeadajanlo elle, e o.....la a calenaSo do lado do
ul.collocando-se junio ,i cala eilacada pedrea de al-
veneria, que aerfla liradas do recifo.
Na exlenaao ilcall obra sefliilr-so-lia reslricla-
niciilc lodaiaa iiislrui rnc- ,iiii- l'oii'iu dadas pelo eil-
genhairo encarregado das ofiraa do mcllioramenlo do
porlo.
7." toda a obra devora ser feila no nreio <\c seis
iiic/rs. Ih,|.,t. do arwnal deiuari
nambuco 7 de deiembro do IHW.Ni
lecrelarlo, Miguel Paulo ala Sansa A
O conaelao adminlslrelii man
Mico, que nao podendo ler Inoai a coi
Jeclni annunciadoa para lioje, lira ira
o dia .1 do me/, proaimo futuro. Se
AVISOS DIVERSOS.
British Clerkii' Provident
Association.
It-, orderorille Roard oruireelore lio' lieneral
ll.iir Vi-arl Meelina < ihc ShereholdCT will lie
em a Ind,l ai Un- llriiish .md Korelgn Kcading II
WedniKdN) Ihofoiirtb ofjunuan alBo'clockP. M.:
"hcii i he Imidend for llie pnatna inonllis will lio
deelared aml nei* nlliceri elccled. 'I'lo1 aubcrp-
imis fnr Januen will bereceiveilnteoonllie rourlli,
ai Mi.- Treaanrerii roorm belween llie Imorsof I and
M., and iinlicc is herrl civon llul oacll -liara-
-I
i'-t
laddcr ii
wilhoul wlrlrbno
llie One for non
dcaroui el allorin
poraona wisliiiif
lo alve ihoTre
ol Janiiarv. .
ii his Reecipl Book and Serip
iibncriplion wilfbe receivoil and
liaymenl enforoed. Sherclnldera
Un- niunber of Iheir shaic. or
kII......Iinini
qlrl .f/JiiiiH'
11,-onsi
d.......-.,.
.iIimpu's dedcienil
/''rrrririt, uisal n i
llm admnielrativo.
iu..dallli'lllilill' i i d
em
alia de
i auftencia do
ingel.
la .iAor |hi-
npiadiis id.-
n-fi'liila para
rilara 0 roll
,le ISVI..!/>-
elarlo inlerino.
nlo
un
doroiiihiii iIm
pro
Vico,
do :>:
oril-
lara
n ipio 1 iiam i
Pereira e de
ara roroeceren
a -Klll rs.. e
:iiiii ra.
rila, a-
Inlonli
: o pri-
i seaui*
."ill h.i-
proximo lindo, (a/ piildn
portea de. Joaquim Joai
deOliveira Kanio,, p
". ealeiraa de carinljia, a
aiala de tola de luslre
ta iviriilas, a l.-illK) rs.. 9 ihli.s para raval
IStUO.9(U pare, de nililicli'. pr.|, e gran
189000 ra!,J bandas ,|0 ij.i para inferiore-
aa-HKKIr-,. p peras ile lila pura -ill as. a ;-.,i!ili-
Avin-H acis veiidedorcH que drvem recolhor aoar
scnal de guerra oa rcferidoi objecin em o dia :ii di
rnrrrnle mez. Serrelaria ilo ciiiiselliuadiiiinislra
lito M do dezeinbra de lrU.1.AMignado.Mh
/mi .I/fuma ferreira, togal secretario interino.
- \ capitania dn porlo Ui. publico que fui trann-
ia domiiign de Janeiro pro-
mo mea. Secretaria da
29 d< dea.....bro de ISVI.
Oaecreti......
le- Matleirn p<
ferida a i ex sla da prime
viniii. para o dia S do lo
capitana de Pe nambuc
lo jnin llie r.ssorialiaii are reqnealed
snrer wrillen nolicopriorlnlhethird
Jamen Hunler,
lliiu: Ser:
Pernambuco. -i Derember Ikvi.
AVISO AO tOMMERClO.
Oiabai\o'aMgnadoi continttam Wi
a tranquean' a toda as clanes em '
geral os kiu sortiincntoa de fa/.en- fa
(las por liai\os pieens, nao' me- f?>
nos. ile nina peca, 011 lima dlUMll, jj
a diiibeii-o, ou a pra/o, conforme m
se ajuslar : uo sen ariua/ein da p1.
piara doCorpO Sanio, esipiina da fr^
rua do Trapiche, ll. S. Ros-SS
I "3 Iron looker & Companhia, neg- hft
eianles ii'jjle/.es. Os megmoaavi-
si'ioao i'cspeita'vel publico que abri- fl i
rain no dia .") do eorrenle mez H .
aun loja de la/.en.'las da'rita do Col- '-^
legio b Paneio Publico n. 15, di- j
rgida pelos senliores Josi' Victori-
no de Paivn e .Manoel Joae uueira Pitanga, pai'a venderom
or.atacado en relalho.
AO nBLICO.
No armazem de Calendas bara-
tas, rua do CoUegio n. 2,
vende-ge um mmpleto sorliinenlo
de fazendas, linas e gi-ouas, por
pi-eCjOa mais lia i x os do que em mi-
tra qnalipier parle; tanto em por-
ees, como a retalbo, aflianijando-
se aos compradores um s preco
para (odos : este eslabelecinienlo
alirio-se de combinacao coin a'
maior parte das casas commci'ciaes
ingle/.as, li-ance/as, allemaas esuis-
Sai, para vender l'azendas mais em
conta do que se teiti vendido, epor
islo oll'erecendo elle maiores van-
tagens loque onlro ipialipier ; o _
proprietnrio deste importante es- i
labelecimenlo convida a' lodos os
seus patricios, cao publico em ge-
%A ral, para que vcnbam (a' bem dos
ftl seus inleresses) comprar fazendas
53 baratas, no arina/.em da ma do
&j Collegio n. i, de
Antonio Llliz dos Sanios.
O BOIIO anigltado ilrclara qno tirle o (lia
S Jo rorrenlf, o Sr. Jarinllm da Silva Almeida niln
lio mais m'ii raixoiro, o con'iilo de saa st'rrnria.
Antonio Dia* da .Si/va C'ardral.
OuVrpro-se IMl rapaz portdfFJOM para riixriro
lio liberM ou mitroqn;il<|MiTeslaI>elcrmiciiln, para
lomar cenia por hal ! ;.iii*f pralica ; qnem tic son prcslinio se qulier
ulilisar, ilirija-so a praca da Indppcnilencia n. ID,
das 10 horas da manliaa as :; da larde.
Quer-H .tliiu.ii tuna ama prca, forra ou cap-
ITI; na rua ila Son/.ita u. \'.\'i. ngundo andar.
Aira/ la inalii/ de Sanio Antonio n. 2(, f-i-
/ein-sc .ilniicos i Iguman riicoinmrndat, inandando-se levar conlor-
me o RJHlc BUG se Olee quein precisar, dirija-se ,
nir-ina. ditu 'la nianliaa ale as 8 do dia. o do linio
dia u i Altillo limiic* NegrflO relIra-flC paran Hio de
Janeiro.
A\i * IlOM i Ir iniaiTlId. ruin divcrsi- marras A It A V, ou
ttlaumaa nulnia raiiienle, ou quites foram rurlailos
otando n*aglia jimio ao caes do trapiche do Ka-
mus, o,i noitc para ainanheccr no dia 2'.', que os mi
c:nnprem.i' misar 80 KCU legitimo dono.nn serrara
oo alrrro da Hoa-X isla n. ^I.qnr sera KenCTOSanieil-
le sralidcadn e it;-> liavando aviso, o sendo acha-
ilos, como j e-l.io pes-oas enrarrcuadas para os dcs-
robrlr, oitdc eslvereni |irolesla-50 emproger lodo

Nn
UcIi.iIks polo itlectrotvpo.
itcrrod.i ffoii-Vita n. 'i.Um-
liir.
';


cent
\. l.i'iintii'U'iiiiii ilcse demorar pouro leni-
I"'.....la ridaile, hvla a reapellavel iiuuliro,
iin' gulier iitillur-H de aeu preelimo, ile
aprovejlai1119 poikos illas hiip elle lera ile re-
siilir aqu; ailvnliiiilo que 01 retratos sern
lirailofl rom 1 Hihior rapldea, e iicrreirao quo 6
1 se |Mile ili'seji. i\n ini'smti ealaueleciineiilo .;
!> ha relraloa para enrostra para na pesMNH que fl
:."' qiiiiereni examinar; o ealabelectmenlo esl ';
alieno das '.' horas da manilla as 1 da larde. ;
;-;.:ks*s*;;.: -.:
e de nina ama para eaaa le punca fa
: na roa daCrua 11. li. loja ile selleiro.
I'recisa-ae de um eriada ealrangeire on hrael-
i|ue ligo lenlia familia eque df conliei.imeiil<
rnnducla : quem quiaer, dirija-ac rua Ao-
casa terrea do lampean, na quina '! I'n
inilia : n
leiro
guali
:::
Jim
l-er,
M
pr
DECLARADO ES.
de papicles ingle/esa
vapor.
Noilia :il deale me/
es|MTa-se .i-- porlos
da Europa ni.) Mus va-
poreada Heal Gompa-
nliia, o qual di'pujs ila
'li.....ira |)"i.i passageiros Iral^se rom os alenles Adamsou
Uoie & Companhia. ru, do Trapiche Non, n. t.
- Annuncla-so pela in,.a ,1o ronsuladn provin-
' al, que :w dias ulais^iaia a eobranca da dcima
l"" 1 1I0 cofre dea predios arbaaoa das freinieiias
'Ir-la cidade e da dos Alogadoi, se nalisam 1111 dia
'' le janelio vfndauro.
I'.npietes franec/.e a vapor, entre Maine-
Iba e llio de Jane.ro.
I* P*quete#a hlice
l'.lieiur destinad
a ...lu de M ,1-i'i.i
para a ll.ln., ,. Hioile
Janeirii,eavcra le iKirlo hoje.
I'i-.uiin para o Hio 1I0 Janeiro, camira.de re
-1' francos, cunara de proa lO francos.
Passaggn para a 'Baha, cmara de re f IMl k.mco,,
1111,ra a*, prgg 7.', frango*.
A iniiiil.i o iwviuliua olio coinprchcnilidos no-
es piecos.
11 Sr. Urnslova
(em caria em casa de
1 na da Guela n. 10.
Page-ac aenerusamenl
raria de Vicente Alves Mac
le S. Hila u. 2:\. l pranchoca <
appareceran.....1 liiram furtaih
serrarla, na noile do dia !Md<
Pei'glllllll (pie na
I'n ^nnla-si' a ipiein souber 1
a inn Sr. saruenln da gnarda 11
pa madura pela pmia da cscadi
. Ferreira Cam|Hu
ila Silva Sanios : na
a quem
hado
i- de
ai ni
ta
1 a
l'i
lian he mais digno au .
Ilt'.encannnlinn-.i' dnasi
1 ila na do trapiche Nm
nina sacada pelo Si. J".
do |cii, ronlra o Sr. I ti
lilla il"
SI'MA-IEIItA :l(l IIK HK/K.MIIIIII IIK IS.VI.
PKIMRIHA RECITA l)A l'.O.MI'AMIl \ .11 VK
MI. TAI.IKNSK Kl"l'KIII'INA.
Subin a siena a sublime melodraiai-Mailaaeri
pastoril que ae nliliih
AREVELACA6D0 VITALICIO
lliviilidnem o ,rins e (1 ipiaitrns.
DESIliKACAO l"S yt AlHtdS
de V
i'alvr..
os Iti
nnarello.que dea-
0 porlo da niesma
nenie.
lleude.
oudar -i1 lie digna
mtal vender wra-
1 luja em que ino-
10 ImpMior.
is tic orden*, a-
na 1 allandega,
ueluoio Dia, da
nnrisro de Paula
i ronln derfci, .1
\fltlratlr. c p(
ifuanlisi
Sllv.....
moa de
I -1
cr pe*
na esl
An.li.i.lr
sealiore
10 abano as
a que por ac-
ivor entrega'
nalgna
da Crui 11
le sen Iraha-
. imlraile.
I
I
Jai
1 pri
Mil 1.
A revelac.ln.
II convite.
A reniiilo.
recio siicccile n
de Bolera, lendi
huras da noile do
(IMIi da creadlo do mundo, na noile Mgainle au
completar 21 borai.
A pnesia, a musir, a dansa.e as decornci'.. |gn
produeces dos Srs. Hodeala F. t. tianna-llai-ios,
llrcsles. Ie-Weccb\, e llnruellas. O autor do pog-
ma, de accnrilo roni os nulros ariislas m eaforcnu
t.
.
:i
A
dade
1
Ido .
A Jornada.
\ adoraego.
II festejo.
ih-a. nos arrabahles <
ipi" em urna lenla
le dc/enibn do
cm desenvolver o bomgoalo e novoeal)
versos pensainenlos, e pontos esseiieiae.
se fiiudam o nevoenniiladedo luuar e da
Desde ja scarham aherlaa asreipe
turas |>ara (i recil
de 211 por eenlo :
do ador Santa II
ii.
na na
asignantes lerflo
I Santa Isabel u.
cm
aerJ
13,
; e i.mi
AVISOS MARTIMOS
Para a Baha .cae no dia III do correle n pa-
tacho AmU Cm: ; anda piule receber alanina
carga : Irata-se ao lado do Carpo Sanio, loja de
massames n. St. on com o CiplllO Marcos Jos da
Silva.
Para Lisboa o mai lindo e veleiro bricue L'n-
uiulador, pretende sabir com brcvnlaile: quem
nelle-quiier earreaar ou irilc.passasem eolcinla-si'
eom os seus coiisanalarios I", de Aqunn Konseca A
I lllm, na na .lo Vinario n. 11). primeiro ailar, no
com o capitn na praca.
f.KAItA'. MAIUMIAO' E fAIIA/.
Segu em pQBCOS dias, o patacho ci Jo-
sepliinii" nimia poilCreeeher alguma car-
ga e passageiros
rao lirigir-ie ao coiisignalano Jo8ella[>-
tista da l'onseea .hiuior, na ruado Viga-
rio n. i, pnincii'o anclar.
Vt'iidem-se la barracas, anda novas, da
melhor conslruccAo, minio linas ile vela e bem a|>-
relliadas. por prei;o rnininodo. e lembem eehW-
ndes Vieira. da q
II.....[llglH li'.il
sacn do Fedrai
Sr. Maiiui I Inn
la mesmo lloinin
o que Ji se acharo pre
Ao pagar ditas ordena,
o. o qnal roaa a qualq
raso as llver adiado e quiaer faaer
la-.ii poderd faierao mesmo abaxo
rua do Trapiche Novo n. on na ri
15, arina/ein. quesera recompensad.
Iba. Domingo Rorigmti
\ii rutile.
'. .J O abaiMiiissigundo pliariiiiieeu-
|fl lieo approvado pela liieuldade de I
~J tnedecina do Rio de Janeiro, len-
(71 do comprado a botica da rua No-
Bj va desta cidade n. 55, jiie liii do
i finado Joaquini .lose- Pinto Gui-
r_ maraes, e com soeiedadi' na mes-
ra ma eom o pharraaceiitico appro-
y'vailo Antonio Maria Marques Fer-
|.fi reir, faz publico a seus fregu- fc
Ka /.es ea ipiem ronviri ipie nella E.1
^3 < acharan scniprcproiiipln aipial- N
(r cpier llora para aviarloda eipial- !
tpiec reeeila, para denlro, ou lii- bi'
ra da cidade, com a maior preste- ty
/.i elidelidade. por aebar-se sor- S
lulo das nielliores i' mais recente f.-i
is iillimaiueiile(llegadas. &&
____ .lose'da Cruz Santos.
,:*aSSZSGSS^1ESS.^nS5;.^T: i
O uialuto que no din 10 do eorrenle perdn
um saero na na do OetpO, com varios relallHM de
la/endas, 'liiija-*e ao rnsenlio Tova* da freunV/ia
de JalroaOo, jfae dando oa sgnaei rerloa ihc aer
entregue.
o dlaSH da ntrenle,furlarmn no primeiroao-
! .i il i 'Ih.mIh i| i mi.i Helia n. ff. dnas snlulas ilc
gtyOOOn., iln.i- dilas de 109, nina dtillas rom um
remend amarellode um lado, tuna innnla de!>y(K0
rs. eunliada no tonino de h. Joo V, urna morda de
amia de quatropalaeai,dona pares de flvcllaf, -i n-
do um de calrao B nutro de rapalM, nina rorrele
de relofiio de onro falso, dona linelaa de relilo
irum^iraol.lo 1.1- loleria das malrim do Hio de Janeiro: roga-mj
oirTerSdoi
n.'
I'reci-a-se de unm ama de leile. Radfn : na na
estrella do lo-ario n. l, lerceiro andAr.
K iBa-ae ao Sr. los Joaquim da (loila n favor
dcappareccr na rua do (juelmadu n. <->, a negocio
de -en intereme
Koua-seao Sr. Polcarpo, t|ue lie professor do
colie^iti d>K orpli.io. de Olinda, uue quofra itr a
boiidiKfedeapjmrceerniirufl cslreu do Rosarlo n.
I(t, aefiUlldfl andar.
Do abata auianada riesappareceii nodial7
deale inei < aeu ewravo, rrloulo,de nome Lula, pre-
lo, estatua balsa, cjrono docorpo, hueca mande,
nariz, crailde, dalo e proMO, brarOfl hasiaute Comp i-
do, f.ilta-lhe denles na parte superior, e representa
ler tildado de it) ai.....s, tm tuna cicatriz redoit la
lo lamaidio dr uim morda de cobre de vlntfl iris
em um iU ladosdan fonles, r lalla-lhe um dedo em
um rt i r-; levmi camisa branca do algodHoxinlio,
calca azui.lt. alBodiio (raneado, chapeo -\r pnllia da
llalin. Bale prelo loso denoh de comprado em u
annopawadu a lllm. Sr. W Gaetano de Uedei-
nw, des-ippaieeeu tiesta piara e andou neto rnse-
nlio .Morolo o llrejo, leudo capturado cima deste
ultimo lugar. Quem pola delle liver noticia nu |ie-
sn-I, \etilia ao ar-cna! tle marinlia queaer ftene-
roMmenle recumpennido. Il'in romo m proleala
proceder no rlsor da lei rontra aquella proa que
por ventura llieder aavloon ncoilar.
Thom Fernando* Madeira de Castro.
Quem liver urna canoa que carregue iie stMi
lijlos do alvpnaria grona para cima, euueira aluirar
por alejum meiw, dlriia-sc a prara da Boa-Vlata,
oiaderuuileirodeAiiInnioJo^ Dia.
28 g
RUA DAS CRUZES. 9
No cormillorio doprorewor lio.....opatlia {
owci Bimoiil, ncliam-80 venda as obras >
leguinlea: >$*
Beminda edieco dos elemenlos de lin-
mropathia ; revinln conridcravelmeiilc
lupmenladv, e rcdinida de propmilo para
os principiantes qu tpii/erem de boa Ti
ex per. maular a nova medeciua. GSO00
11 llmenlo llomOpatllico ilas
mulwliM venreas, para cada um
Jauuario Alejandrino da Sil va Rabello Cane-
ca, professor de desenlio do Lyceu, morado i no lar-
go do Carino, sobrado n. 2U, de 3 de feveteiro cm
dianlr do auno M'Kuintc, em su a casa, piopdc-sea
n in.ii oo pre!i\o lempo de um auno, a ler. ere-
ver e contar./'dnnlrina ehri|la% crianzas de 6 an-
uos para cima, nao (curio ellai a menor iutn|Cfi3o,
com a cndilo de nada receber dos pai* ou tutores
dos alumnos se no ullimo .de novniluo do mesmo
anno, sendo os alumnos rigorosamente examinados
fias dlai materias,uo fcarem promplos lomar ou-
tio de-lino ; comojii opralieou nosannosde IH4t c
seguiulcs.
Dthm dinlieiro a premio sobre penhores de
ouro e prala : n na eslreila do Kosaro n. 16, se-
gundo andar.
9 J |n.....,i que anmincioii ler para vender JC
'.:; urna cruz, da ordem tle Cbrislo eom pettras, 0
4 ipieii .i dlrigr-00 para o mesmo lim loja da
}fr rua do Qtieimado n. *2\. M
l Wit;-'aj-i
O Sr. Manoel trancisco Dures lem urna car-
la ua linaria n. 6 e S da praca da fndcpendeQcia.
Bichas.
Alucam-seevendem-so birlias: na prara da In-
dependencia confronte a rua das Ouzes 0. 10.-
(Ulerece-se um rapaz, porluitue/. para caixeiro
to rua, o qual tem alauma pralica de neacio. eda
tlatlor a sua eondurla : (|uem o prelender, dirija-se
rua da l'raia n. 15, quo achara com quem lral.tr,
uu annoncie pita ser procurado. .
l'ede-se ciiearrcitlainenlc'aos Srs. Francisco
Mai lins Xavier de Olivcira, morador eul l'uiio tle
Podras; Manoel dosSaDloa, morador no cusenlio
Coiircico da Kscatla ; Anlonio das Antas, morador
no engenho Jahunda : Queirnz. morador lambem
iminesmn engenlio Jalnintla: Manoel des Prazeres.
morador no epftenho Aip|>aro ; Jlo Paulo, mora-
ilor no enucnlio (Garana ; Venancio, morador em
Sanio Amaro de .l.iln'.ii.m ; Filippe Joaquim It.,
morador nol.imoeiro; Francisco (ioines, morador
no Limoeiio : Manoel Francisco Setorin, morador
lio l.imoeiro ; AgOStlnho Lopes de Mendonca, IDO-
radnr no Lunociro ; Manoel Francisco rador no PJmoeiro; que venham qtianlo antes raiar
na rua da Praia, annazem n. is, de Jos de Mello
Costa Olivoira, a carne que compraraip ao seu e\-
caixeiro Lula Jos Ferreira. poisqueja nao he pos-
sivel esper.tr mais lempo ausdiloH >ci)liort's,pclo que
Ibes licara aaan aaradecido.
Joi de Mello Cotia Hteira.
Paalicipa-se aoa Srs. arrematanlea do imposto
do aguardante, que a taberna do aterro da loa-Vis-
la n. 24, dejan tle vendar esle panero do I. de Janei-
ro de I KM em dianta.
Oflerece-M um rapaz, portuguez para caixeiro
do roa ou crplo laherna, t> qual lem ortica : quem precisa
annuncie, ou dinja-aa a ma eslrelli do Itosarin
(ii\Mii(ii:io iiiniKiinniico. |
Gratuito para os pobres. [S
a rVo /tea/e. mu lo Trapich Noto numero I ^
93 DU- r..\SAM>V.v loln aberli......iicod- RJ
'M s.......n no Hitic.....de poJeni ter proco- S
.W rail a qualquer hora do dia. t,-
7 N, n. As poaaoaa qae alo rrem pobre, IB
M pagarla peta MU.....-nlo de "i a -IIikhi i-. ^
M n.in i'M'i'ilcii.lii ili'iluiis irir/rs. ftl
meWeW .i- M ::::( ,'
I'enieu-se em Oliuil, desde :i rua
do Amparo, Quatro CanUM. Aljube, <
Varadourornina nulceiru de ouro deiu-
niaeno eom diamante: i|iicin acliou
i|iierendo restituir, dirija-se a praea da
Independencia, loja de calcado n. X ,
tine aera' rallirado.
O Sr. Joan l'irrsr'errrira, quealll-
gOU nina rasa na rua do Caldeiretro.
aeuaalor.l lem a propriedarle de conservar a bocea*
elicirosa c preservar das dores de*denles: lira o
Coso dwagrailavel que d em geral o rbarutn, al-
gumas gotas deala n um ropo d'agua sao suITIchi-
te i tambem ae achara p denlirce relenle para
a couscrvaeM des denles : na rua lar^a do Rosario
egundo andar.
CONSILTQIUO CENTRAL 110-
MKOPATHICO-
N. II Ruada Cruzea iV. II
Con.ollas lodosos dias desde as H horas
dn manliga al as > huras da iifrile.
Visitas aos domicilios das horas cm
dianle. .
Nas moleslias aaudas e graves as visitas
eerao feilas a qualquer hora ilo dia ou da .
noile.
As senboras de parlo, principalmente,
serilo soccorridas com religiosa promp-
lidiio.
Dr. Sabino Olegario Ludgero l'inho.
queira
dirifprxe .1 livraria 11. 6e8da
praca da Independencia, 11 pagar o alu-
|uel da mesilla casa, e entregar as clia-
ves.
Lotera dn irrnandade ae Noua S, nimia
do l.ivraiueulo.
No leudo sida poreivet reallaaMiehonlcBoaBda-
liis ni.iiis ila meama loleria. nu eoneequencla
illailo niinirro de bilhete. que lirar.ini. ua ini-
icia de ."i:'.HiNHiii r., quanlia eslataaa Inha-
hilluu ao aballo aaslgngdo c a Irmandaue de dar
riiM>|umenlo.1 su.1 |inimt'ssa, 'nlo nlislaulr ler en-
vidado lodos os csfun;os j tle .iiomi marra odia II
de Janeiro prximo vindouro, no qual Impreterfvcl-
nienle lera aii.laini'uli'. linda que raale por vender
metade drsla quanlia.t) lliesoureirii.
joSo Domiiigve* da silr/i.
/',,','
lili'tifo
.i.. a\
pona
, "> Aviso.
J. Falque, dono da fabrica de chapeos de sol, si-
la na rua do Collegio n*. 4, 1,1/ seicnle ao rcspeila-
vel publico deala cidade, c em particular aos seus
freaueie, que elle abri um deposito dos dilosoh-
jeelos de sua fabrica na rua da Cadcia do Keeifu
n. 17, onde ,e achara sempre um erando e variado
sorlimenlo do todas as qualidades, (anianhos, yoslus
U psaeoBi lauto datada como de panninho, para ho-
mens'esenlioras, assim como bengalas do diversas
qualidades, balcias para vestidos eesparlilhos para
senboras, lambem se recebo qualquer chapeo de sol
para so cubrir de novo ou concertar, n que se far
rom muila presliva c areio, c quaulo ao prora lio
11,tul,1 mais eommodo do quo erf uulra qualquer
parle.
ATTKNCAO.
Mililao' llorgea Uclja, eom casa de eoin-
iiiis-.. de esclavos, na rua da tilo
lia 11. 7.
Nesla casa recchem-se esclavos de commissao lia-
ra se vender, lano para a provincia como para lora
dalla, por conta do scus rlonoi; afll.iin.a-su o li.un
tralamenlo e seiiranca dos niesmos ; o tambero
coniprani-se e pauam-.se bem, igradaudo.
. SANDS.
SALSA rARRILIIA.
Vrenle Jos de Itrilo. nico asente em IVrnam-
liui'o de 11.1.1). Senda, chinaco americano, mi pu-
tilieo que lem che^ado a esta praca una Ktailde ir-
c.in de frascos de salsa panillia de Sanil-, que silo
venladriranieulc falsificados, e preparadus no Itiu
de Janeiro, pelo que se devem aOfolelar os eonaa-
inidurcs de 1*0 precioso lalitman, do eahir ueste
ensao, lomando as funesias consoquenclaa que
empre coalumam Iraner os medicamenlea falsilira-
ilus e elalior.ulos pela 1111)0 daquelles. que aiileimeiii
sen- inlen-ses aos males c estratos do humaiiidiidc.
I'oil.inlo pede, paia que o publica ae pean livrar
deala fraude n disiinsu.i a verdadelra gaita parrllha
deS.inds da hMfleada o recenlemente aqui.(besa-
da ; oaiiuiiiicianle na ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, na rua da Couecirao
do Herir 11. lil : e. alen) do rcceiluario que acom-
p.inha rada Trascn. (em emhaivo da primeira pagina
sen nome mpreeav, e se achar sua tirina em ma-
nuscriplo sobro 0 invollorio iffipreaao do mesmo
fracos.
COMPRAS.
Cmpramete owo a pego no ai-
iiia/ein da illtiiiiinaeao, 110 raes do lia-
mos, Iravessa do Carioca.
VENDAS
BOTICA
CEWIAL HOHEIIPATlilCA
|3 i I rua 1I11 t nilria iln lien I,; I. andar ."il.
r>M Dirislda polopharm.ceutlto approvado,
^ e professor em homeopatbla Dr. I",
de P. Pires Hamo.
^' Resta botica se encontram os melliore. e
Jl mais acrojdit.dos medicameiilos liomopalhi.
. -. quer mi slohiiliis, qur em linluras,
--; prepi.....lo- ran a mai- eaerupulooa eiaeh

ii.'m
rs
$>'
cslia- \t
it (111.11
alhoKen
opalil
1 imm
b ni meamoa .
'id> medicamento
hra!ilrrn pilliirii, mi admilein
I-IIIHI
irmacelico approvado pinoles- i\:.
u: ni .iiin.i I>r. I'ircs Ramea, aob ai n
Jj udfcacfien dutr, Ur. Sabino, rom quem ha fl
;^ pratieadolia tannoa.lodaaaaregrai da phar- t?c
h mada homoopailiica.
(K madlcamenloa deMa UMWa, cuja eflica- '
ca lem sitio veriBcada na loiutn pralica di
je Sr. 1 ir. Sabino, e recoaneelda por loda n .
mj pcsMan, que delles lenifello u-n. exercem m
^ una praono vanlagaiDi aobra lodoa oaque
;t3 por aiii te veiidem, a tnial comale lano na $fl
m promplidao dos aeua eftailoa, como na qua- t
^ iidade de w ronsarvararo muilo lampo aem Ex
j*a BoOrertm ;i menor allaracto : ijuc in lor-^'m
M n.1 mullo rerotninendavebti principalmente .-
y& para o maloi uude nom sempre lia facilidn- #i.
^:; de ti.i provisAo de novos medlcamenloa. Ja
^ E&l>teiu rarioira- de medicamen(oa em S
' iiiliuH grandea de lino cryatal de diflerenlea B
preco, desde ltisflatiwj00conforino o f
numero dos medlcamenuMi Mas dynaml- n.
sacos, c riqueza dascalxa. a!
Cada vidrode tintura da quintad)- &3
inunisar.iti...... .'. SjOOO
Cada tubo de medieamento 1)000
A. It.O Sr. Dr. Sahilin'Olpaario Ludga- !
ro l'inho so prcsln a dar esctarccfmentOS a
lo.las a-|ir"oa-, quo roiiiprarom ma.liea
meillOS nola holira. na rua ilas Cruias, ii. '
II. I
U|AIUI. -
Saino a lu/. a liilliiulia de algibctra,
eonlendo alem do kalendario o re;ida-
nienio dos emolumento* parocJ.iue, e o
RllUllliak civil, iidllliiusli alivn, eoniiiici-
eial, oaricolu e industrial ; augmentado
i eom .~)(ll) eilfjenlioa, alem de nutras nofi-
CHI8 eslalislieas. O aeressiiuo de .traliallio
e digpendio nao |)eriiiitlirain ao cdietor
veiide-lo pelo mitigo preo, c sim |)or
I00.lt. : veiidendo-se unieahieiile na li-
vraria u. ti < s da praca da Indepen-
dencia.
Vcnde-ee a laherna n. IMl da rua do Pilar, em
lila le Portas, Heando Cgrto o cunipradoi que a
principal condlr^lo be (|ue os eredorea do trapiche
-i'iaui luyo salisfeitos : ert quanto ao eveesso (|je
arrescer, oaiinuiicianlc l.ii. lodo o qualquer nego-
cio de espera, visto querer mudar para novo cslabc-
leeimenlo : os pretendeulcs dirijain-se ii inesma.
No paleo do Garmo, laherna u. I, veude-so
multo linaalclria, a 'Jill ra.
Noarma/.ciii de C. .1. Asilev & Com-
panhia, na rua do Trapidie n. .", Ii.i
paili vender o seuinle :
Bataneas deeuniies de lilil liblltl.
I'ollia de li'iro.
Di
< 'las ,1......
OriHAS BU
rionarhteomplel
IIIA.Ntl/.
a ile nicle-
$
U-oa
' Organon di urte de curar. .
,. Tralamenlo da.molealia.ehro-
> nicas ..............
Nulo manual eomplelo do Dr.
) Jabr................
.Memorial do medico li
' Iba ..........
I Medicamentos.
! lina carlelra rom os ^i priuri
n paos modiramenlna tubo, grandes
ty. e a segund. edictflo dosElemenl
' de!j.....cupalhia.......
I na carlefra com os J
pac- medicamonloa .
(.randa aorlimenln de earloirai
do linio- o- lamalilios pol pi'erin
commodistimo.
I liibo i|e glbulo, avulsos ,
I frasco de '; onca de tinlura a
esculla....... .
opa-
piuici-
IIINIIIII
imoflo (>,
ti-SKll) (g,
i
f

i
l!(WkKI
10(000
.VN)
tim
i
caiii |Mir csrrav
uada Cruz, n.
:ll.
... pesoas a quem forem olfcrertilos alaiins de:
ii..pii'l('ii,lenles,(|i,ei- ob>lm ',,, ,, snil,,m ,, ,:lr;,i,mm
ao arlor Bf/rrin, que wrlo Rcnerosamenta rcroin-
peoaadoi
I). tiuilliermiiTa de Sonta Vieira retirante pa-
ra t Ki de Janoiro, levandoemisna companhia -ccris
quatro til los menores c urna escrara de idade ue 60'
annoa.
Alnaa-se lerceirn andar da eaaa o. 2x da rua '
larga do Kosaro por cima da loja ilo lotiza ; a Tal-1
lar ua ino-ma ruso, uu un luja to Sr. uillierm?.
uu tasas nesla piara : lra(a->e na
I'rccisa--c aliiu.ii um molcque : na rua di Crui
u. 'Jl. primeiro ailar.
LOTERA IIO ItIO DE JANEIRO.
Aos 20:000,060
A lisia da loleria 10. das inalri/es vira'
pelo prximo vapor a V ou 5 (lo me/, de
Janeiro, o pagamento (los premios sera'
elleetuado logo depois da distriliiiiiio lina
lisias.
-- f)Sr. Jo-e l'rancisio Mamede ile Almeida,
queira vir a incluir'que foi sua, para -o llie entre-
gar o que llie perli.....e.
P.rc.is.i-si' de una ama forra en escrava para
rasa de una scnliora esliangeira: a Iralar ua rua
Helia n.-21.
I'reeisa-se de um pequeo de i> a 1 anuAs,
para liberna, e que de Dador .. sua r.....lucia: a Ira-
iirdefrniiie do Rosarhi da Boa-Viila, caa J.
^ l'iecisa--! aluearuiua escrava para o serviru
diario de una casa do punca familia ; na Val 9o
padre Moriauo u, 5.
' i O. martyre. pernambuc.no., vlcltma. da II-
b.rd.de, na. dua. revoluco'.. ensalada em
17X0 c 1817, por um luso pernambucano ( o
padre Joaqnlm Dia. Blarlin..)
i Acaba de sabir a loa a primeira parle denle im-
portante e curioso trahallio. al boje inedilo. He a
biosrapbia de lodos os peruaiiiliucaiios preeminen-
tes que ciilraram, ou deaualquer modoaa compro-
melleraui ua revolurao dos mscales, c na da pro-
tendida repblica de 1817 eacriptaj a- iccOei
de tac- iiiiiiiciis no liiencio rio gablnele, por um pa-
dre dos ni.....s di..-, equealndi hmlemronhecemoi
Indos na rongrega^godo malcri de S. I'ilippc Ne-
rv. como um dos ullimo., e mais cslimaveis mero*
liros dc-sa vcneiavel ca-.i. (I padre Joaquim lijas
dei\,i-iiii-ver es-es caradores lu severa com que
os encara, ile-onliando-os a grandes traeos ; e lerao
ellos sem duvida um Branda mrrenmcnlo para ,i
poslcrida.le, quando os liouver do jultiar serene :
o di-alinlio do historiador.
Nao ha familia em Pernambuco a quem esle \, >-
(plenodiccionario histrico ngodlgareapeilode mai-
ou menos perlo, c a quem por isso nao iuleresse vi-
vamente : ronlcn nuis deli<)(l artigo..
I Acha-se a venda no palco do Collegio, ollicina de
eii.'ailcriiac.io.
Madama Routier, modista franceza,
rua Nova, n. 58.
Araba de rliegar pela l'eriHiiiiliurmm. um lindo
, sorlimenlo de chapee, desellado ullimo uoslo, inan-
leleles prclos e de cdtea, romeiras de caubraia rom
mangai nordadaa, preparadas para vestir.- por bai-
lo de palito, diales prelos, camisiulia- pan sinlio-
ra, manguitos bordados com blco, mantas p/elm
descila a imitaco de blmid,' vcsluaiius do sc.la
para meninas, dilos para meninos.loucas para bap-
liudoa, osparullioa. loques, mus de iplo, pido
muilo fino,sefim-iuacio pelo, ehamalotcprelo. en-
tre meio bordado, calca- bordadla para meninas,
recortes de hallados de vestidos de diversos desenlies,
um sorliinenlo de filamos pa-a chape, ctoucados;
la/ vestidos o lourado. eom loslo por preeo rom.
ATTBNCA. ti.Mt.o DEPOSITO NB8TA
. C1UAUE.
I*s,! t.aiunoii. di-oiisia reeeben apa drnii-
fcice du Dr. I'iciii', o-i.i ggna eouccida como a me
Ferro de verguinlia.
Oleo de lindaba em latan ije aloes.
plianlpague, marea A. C.
Oleados para mesas.
Tpeles de laa liara Corro desalas.
Copoa e calis de vidro ordinario.
Formaldefoilia de ferro, piuladas, para
fabrica de adcar.
Cordfio deliiilioali-alroado.
Falla da ludia para rmp.illiai.
Ac de .Milao sorlido.
Carne devacca eni salmoiira
Um sorlinienlo de pregot.
Lonas da Itussla.
Eapingardat de caca
l.a/.ariiMS e elav inotes.
Vndese tapioca superior: na Ira-
vessa da Madre de Dos, arma/.eni piula-
do de ro\o.
Veude-se a arnucaii da laherna da la das
Craiea n. S'l.
N'ende-se um cscravo de nacau. de 'J."> aimos*
de idade, bom carreiro c acostumado a lodo oservi-
co de campo : na rua do Hospicio, laherna do l.co
da onrn.
Na rua ilat.ru/ n. 15, legando andar, ven-
dcni-,e 179 pares dc-eulurnos de muro de laafre,
itl dilos braiici c .V) dilos de bolins ; ludopur
preco eommodo,
Veiirie-ac um terreno na rua Imperial, eom 1
palmea de gn, ^iii*lirerces de podra e ral, o com
urna meia igna na freiilo. sendo de.laipa. \"ende:so
li.ualo, quem prelender dirija-so a rua lni|ierial II.
Itl.dll -ci. limas da ui.lidiaa as til, edas licsasqua-
Iro da larde.
Vende-se nina porcau de esleios ipic foram da
ponte dos Afolados, que sei vem para alaunias e-la-
cadas : quem qui/er dirija-se a rua llireila dos Afo-
sados ii. |3.
Vendem-seas estivas de ponte da passafjemda
Magdalena, em mallo bom estado, e de boa qualida-
de. proprias para travejamenlu o roberas de casas,
por preco muilo eommodo: a Iralar ai padaria da
dita pinagem, de Domingos Antonia da Silva lleiri-.
No cae- do liamos, laherna nova do retiro ll.
16, vc|idc-se teulia de maimio do sul. a ItOO is.,
litado malla, a lsl-Jllo c.enlo. cal branca, a IgHO.
|irela, a IHOu afqneiic, aceite de earrapalo, a l7WI
em caadas, em sarrafas, i -JIO; e oiilros muilo- ob-
li'rlos. ludo por barato preco : lambem temos n cv-
rcllenlo joco da hola no interior da casa, para as
pes-i... que soslam do se enlrolerein aos dominaos o
dia- lanos, uu todas as ve/es que qui/crcm. puisu
ni,ni.i InlerCaao do dono da casa he que se Iho faca
alirum gallo aos' seus refrescos, cum lano que se
porlem eom toda a decencia.
Vende-se umia'audcsilio na estrada dos Alllic-
I..-, ipia-i defronlcda icieja, o qual lem muila. ar-
res de friiclas. Ierras de plantaron*, baixa p>
capim, e cas. de vivelld;
dua: dian o prclcm
entendei-se com o S
.Mcsquita riidrulcl,
escriplorio do padre Anlonio
Vedo.
miados di:
Na fundirn' de ('.
Santo Amaro nclia-ae
eom biaUnlea
dirija-se au mesini
Antonio .Manuel de
a rua do Crespo n.
la l'.india e
I'OIIIIIUI-
silio a
Monea
13, no
Figuei-
PERRO.
Stiirr. & C.
para vender
em
ara-
lior que lem ippgracki, (e ten KWilog ehmioso I dos de ferro de lupeOT ipialidadi
MNTII Ano



.
Folha de Hunden.
Vende-se auperior folha deflaudrc cbarcoal de
lla a. sosainas e lani.nlio, por ,ne..carprc..o do "7/^,7.".Vnii'd. T'.^ifi- n. :l
que em uutr, qualquer parle : ... ra n. .10, luja de ferrasen!..
Vcndem-sc cerca de 800 forma de folln de
ferro para fabrica de asquear, pintadas, rquelevam
Ir arrobas cade/ama : vendrm-se muilo em roula
Lencinhos de retroz.
Vendc-ie a verdadeira salsa parri-
llia'dc Saiids: na botica francesa, da iiia
da Cruz, em lenle ao i-lialan/..
issssa^stssssaMaEHKza!
Diccionario dea termo de medicina,
clrai? la anatoma pharaiacla ,
etc. etc.
Sabio a lux Mil obra indisjieiDwvela lodos
I iteswa que be dediram ao esludo de
i medicina. Veude-* por 4 rs-, eucaderna-
do, no consultorio do l>r. Moscozo, rundo
I Collegio, n. %S, primeiro andar.
Superior f'ollia de .landro..
\a ra do Oueim.ulo, toja I.-1.-. i ..u.i.....:), ven-
de v superior follta de flaudrea (rharroal) Ululo em
porGeo como a relallio, para o que lem ..ni e&eel-
leiilc sorlinienlo dente (encro, qur em Ltroasuras,
quer em tamaitos, c i'in q'ua.tlo a preros sao mais
raioaveis do que cin oulra qualqucr parte : na mes-
illa luja la'mliem se compra colire e Lnl.no \elho.
IK'posilo de cal e DOtana.
Na ina de Apollo arma/.ci de Li
Kei, lem loperior polassa do Hio de Ja- bocc
lieiroc da America, e cal nova em podra,
nbegada de Lisboa na barca Mari Jos.
NO CORSLTOWO IIOMEOI'ATHICO
a
III!. V. A. 1,0110 HOSCO/0.
\ rude-se a mellior de (odas na obras de medicina
liomcopatbica fc?" O NOVO .MAM Al. 1)0 1)K.
li. II..I Mili JO Iradn/jd em |irluuc pelo
|)r. I'. A. I.obo Husnno: qualro volumen enrailer-
nados em dous. avplOO
o i. >ni....... conlendo a pathoaenena do 141
medicamento, que mo foraiu publicados sabira mui-
lo breve, por eslar muilo ndiaiila.la sua imprcssaii.
Diccionario dos termos de medid.....cirureia, iinaln-
nii.i, pliarinaria. etc. etc. ciirailrniadn. \3tiU0
lima earleiri de 2\ tubos, dosmelhores e mais hem
preparados lbulos bomcopalbiros com as dnas
obras cima '...... UteU
I na tubos 1.....as innmu .
Hila, dila. de 48 lubos.......MmM
Iuta de 1 ii com as .lila-......I00KKKI
-aneiraido di lubu pequaiu uva ilgJ-
beira............ lOJOdD
hilas de.W.liln.........JtWKXI
lubos avulsns,de glbulo..... I y DIO
CAL V1RGEM DE LISBOA
Yende-se cal nina em podra, cbeipida
boje no palbabote LiMitano, por milito
i'iiiiiiiiiidn preco : na ruado Trapiche 11.
15, .11 llla/.i'lll t\c llaslos 11 limos.
VendenVM leiuinlii.s de relro/. delodas as'corea,
pelo liar.ili-simo preee de'JOOrs. cada mu; ua rua do
Uoeinad.,b>ja demiudfias da boa fama. 11. 33.
Vende-se urna taberna do serrn e molbados,
sita na ra do ftontieira u, 19, rom desabriga a pra-
ca 011 a dinbeiro contado para satisfar., dos Arado-
res do abaixo signado, e lainbem lem eicetlenies
rouimodos pitra familia ; vende-se a niesina laberua
por o niesmo vendedor eslar com 'molestia d'olhos :
qnem a prelcnder dirija-te a menina taberna, para
tratar sobre este objecto. Manuel Marlint.
Na na do Vignrio n. lil, primei-
10 andar, lem para vender divemas mu-
sicas para piano, violiio e Maula, como
sejam, (|uadrillias, valsas, redimas, sebo-
licken, inodinlias tildo iiioileinissinio .
cliegado do Itio de Janeiro.
Taixas para engenhos.
Na fundirn' de ferro de I). \V.
Hovvmami, na rua do Brum, paitan-
do 0 chafan/. continua haver. um
completo sortimento de taixat de ferro
fundido e batido de 3 1 8 palmos d-
as (junes aeham-sea venda, por
preco commodo e com promptidao i
emharcam-se 011 can'e;ani-seeiu carro
sem dmela ao comprador.
VINHO DO l'OHTO HUCTO PINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barril de l., 5. e 8. no arnm/emda rua
do Aceite de Peixe n. IV. ou a tratar no
escj'iptorio de Novaet >\ Companhia, na
rua do Trapichen. oV.
Vendem-se superiores presuntos iaslexee '
|mii iu:ii[7i'-, loiirinbo iniile/ I portoRneieai raan<
las. de l'omeiro, latas de Hiiporiores bolucliinlias iu-
ule/as. e de .soda fio latas e em libran, peras de las
boa seccas, <|uei|os londlinos. cliocolale frailee/,
diversas conservas alimenlici,i. sardinbas eervi
Ibas de Nantes. e mais .aris gneros. Indo dama*
Charutos de llavana. '
Vendem-^c verdadeiros ehnrulot de Havana por
preco muilo commtido : na i nada Ouz, armazem
igoOO Iborqualiilade e piceos muilo elu roula, para pas
sarem a lesla : na rua da Ou/ do llccilc n. I2
ma/em de A. I;. .Marlius. >a inesma casase ven-
den c.iluyani-se biebassiqicrioies de llamburco.
PARA NAO'NTRAH EM BALANQO.
Veiidiiii-se ranas (raucezai escuras,
cores lxal, muilo linas, e de honilos pa-
drnes.a 320V. avara : dam-se aincislias
Ira/.eiido penliores na rua do Crespo
o. I 'l. lojfl de .lose Francisco Dial,
l'IITASSA DA HB8U
/a de I). Carlos Cuido v Spano :
ero Trapiche n. 14, primeiro nn
Indios de

DAVID WII.I.IA.M HOW.MA.v. eonenl.....o ma-
cliiuisia e iiindidor da ierro, mu respellonnieule
aiiiiiineia ao. senliores propriolario) il.....molidos,
fa/endeiros.e aores|ieilavi'l publico. queoMQ osla-
Deposilo de vinho de ehain-
pa:neChaleau-A\. primeira ipia-
proprieilade do
.1,
di
lade,
Mareuii
e n. 20:
' loda
1
beleciiiienlo de ferro movida por machina de vapor,
na rua do llium penando ochafaii/. roDliniia em
eileriivo eierrieio, eso ada roniplelemenle moudo
rom apparelho- da primeira qiulidade para per-
feila eoiifecaoilas mal.....peras d.....acliinisnio. .
Ilabiliailopara emprel......lerquaesqaer ubrasda
sua arle. David William Bowinan, desoja mais par-
lieulariuente chamar i nllenca publica para as se- jy'., ril.
quintes, por lerdellagrande norliinentoja' promp-1 vjmjej-ia o
mil estranuoiro, lauloeni preco como em
le malerias primas nia de obra, a
la-
Yende-se um rcslo de exemplares Vende-se superior |iolassa da Kussia, e
da obra Itaphael, paginas da jiivenlii- Americana, por preco mudo eoiniiindii:
de por Lamartine, venfio portugue- na rua do Trapiche n. lo, armaxen1 de
na rua liaslo limaos.
ar.
Vendem-se relofjio de ouro. pa-
tente iii;;li'/.. os inilhores (pie lem viudo
II esle mercado, c do milll arredilado
labricnte de Liverpool: em casa de Itus-
mI IMelloil v\ Compaiihia, llil nr.i da
Cadeia do Recit, n. 56.
Yiindein-seciii casa de Me. Cllmonl iV ()om-
panbia. na praca du Corpo Sanio n. II, osclmiiiIo:
vinho de Marscilleem ca vas de 3 a (i du/ias. lindas i
em novellos eearreleis, bren em barricas muilo!
anadea, ac de mila surtido, forro i nulez.
\'endein-se pianos lories deeuperior quada-
de, fabricados petomclhor autor hamburgaez na i
rua da Ou/ n. i.
1
-A \, nn
ipriedade ilo condi
rua da ClIlZ do K
esle vinho, o mellior -
champagne vende- 'wi
/ji se a SOfOOOn, cada cai\a, acha- . se imii'ainenlc em casa del.. Le- -^
comte Pern c\ Corapanbia. N. It. V
Aicaixal san marcadas a fo;o ^
Conde delMiireuil eosrolulos (f
;A das garrafas sio a/.ues. O
#&@@^@: $$##
AGENCIA
Da Fundicao* Low-Moor. Rua da
( Senzala nova n. 42.
Ni'sic (siiilH'ItM'inu'iiio continua ;< lin-
ver mu completo wrmento inoen-
il.is c ineiui moenda para engenho, ma-
chinaKdc vapor, e iii\.is de (erro batido
i coadOf de Lodos os tamauhos. para
dito:
AOS SENHOKES DE EN.ENHO.
O arcano ili Siollc nn lci-liii. empi'egado as vo*
lonias n;!'z.is liollande/as, com glan-
de vantagem para o inelhoramento <(o
anvuca*! aclia-c a venda, em latas de 10
libras, jiini) cnn o metbodo !< emprc
{;;-!< no idioma portuguesa, em casa de
S. O. Biclx'i i\ Companliia,' na i'iia da
Cruz* n. i.
As ene u dn Edwln Mjw.
>.t rnadfl ApoUoDa u. jiruii/fin de Mr. r.iiiniiiii
(\, liompanliiii, arliri-w cnnsljiitenMMilft bous surli-
meiilns tlp laixjiH de ferro nudo e balido, lano ra-
sa romo Riodas, moendas inri ira-, lodas de ferro pa-
ra animaes auoa, etc., ditas para armar em madei-
ra ile Indos os lamanliose modelosomhhs modernos,
martiina liorisonlal fiara vipof COBB forra de
ravallos. i'otm, nassatleiras de ferro eslanbado
para eaM de purgar, POI menos pren que os de 00-
bie. esro\ens para navios, ferro da Sueeia, c fo-
lliasde (landres : ludo por barato prrro.
DrutMito da fabrica d Todo* o* Santos na Bnha.
fende-M, em casa de N* O. Biabar \V. na rua
daCrus n. S, alsodaA Irauradu d'amiella fabriea,
muilo pioprioparasaerosdeasstirar e roupa dv cs-
rravoa, por prego eoroniodo*
* Vendem-se lonas, brn/ao, brinse ineian lo-
nas da Hoattai no arma/.em de N. O. Rieber <\-
Compaubia, na rua da Cruz n. .
Lencos de seda a l.s'000 i-a. !
Na loja il. 17 da rua dn Oueimado ni pi'-da boli-
ta \endein-se,- para liquidarjo, leilOOv de seda de
litins pHto a de/ lusloe* rada um, maulelnles de
cambraia eufeiladoi* nmi bien a :*, enres de eam-
braia de eures liva^ieuin barra tle cores, fa/enda
muilo lina '2&WKI, cortes de case mi ras ttnusdeeures
modernas de todos os preros, gangas amaiellas e de
<|ii.i !i' muilo finan de tpi.tlrn palmos de largura,
pnr pren muilo eneonla, e oulras fa/eiulas por ba-
rato |'(iM-ti, pura nao enlrarem em balrineu,
POTASSA SUPERIOR
\cnde-se por preco milito com-
moilo, no arina/i'iii n. 7 de caes alfandega, de Jos Joaqiiim Pereira de
Mello, ou no escriptorio de Novaes it
Companliia na rua do Trapiche n. ."H.
Veada-ee no deposito ilc nmleriacs il.-i rua d Ca-
dcia do S. Antonio, n. 17, lelos baralissiinos prcrus
nbalxo deolaiados, de 1UU pcrn para rima
POTASSA HHAS1I.KIKA. |fl
Vendc-ie superior polassa, far ijm
bricada no Rio de Janeiro, che- (A
gafla reeentetneiile, recominen- ^
X da-se aos senhbresde engenho os S
2? simis lx>ns ell'eitos ja'e\periinen- ^2
w bidos: na rua da Cruz n. 20, ai'- V
W mazeni de L. Lecontc l'eron & W
^ Coinpauhia. $
: Venili'-se larinlia de mandioca
muilo lina, a (.V00 is. a sueca : noai'-
ina/.eiii Iratai'cotn Manoel Alves Guerra Jnior,
na rita do Trapiche n. 14, primeiro an-
dar.
OLEADOS INGLEZES.
Vendem-se riipnssiinos uleados para
assoalhar salas, lano emipialidade, como
nn escolhido goslo de desenlio : no ar-
ma/.em dela/.eudas de Adamson llowieiSi
Conipanlwa, na rita do Trapiche NOVO
n. \->.
Oleo de linhaca em Iroljas.
\'i'iidp-sp a ."tSdOrs. cada una Imtija. e por na-
nos sendo pin porrao : no armaran n. 1:11, na rua rija
Sen/ala Vcllia prximo a becro do (ionralves,
Moinhos de vento
i'oiuliouiliasdnropuxo para rcuar liorlaso haixas
decaplm, airandleaodl I*. W.owniau : na rua
do Brumo*'.6,8c 10,
FAKEL0 DE LISBOA.
Vender'IilcIo de Lilbou, muilo su-
nai'jory cliegado agora no palbabote Lu-
/.ilano. por preco cominodo : na rua do
Trapiche 11. I"), arma/.em de Bastos li-
maos.
Vaadaea nina taberna si^a na rua da Crtn u.
il, ipio fa/ quilla para ubeoco da l.inyuela, con
noOfM randas, < lainlH'in se pode vender so a ar-
a tratar na rua da Madre ile
Chapeos e mantelete.
Venllem-so rha|ico9 de wda de cores, enditados,
proprios para meuiujg e meninos a ft caita tun ;
mantelercK prelm o de coreii com ollotcs e sein piles,
por precos conimn.lii: na roa da Cadeia do Hocifc,
loja n. 50. -
Veudem-Se os hem construidos ar-
reiospara carro, de tune doui cavallos
assim eomo niantuihasde caseuui a ife di-
vensos [ladres, para os sellins de ditos
arreios, pie os lii/.cm ahrilhanlar mui-
lo, ludo chegado pelo ultimo navio de
franca : na rua da Cl'UZ n. li, primeira
andar.
Na rua doCollegio n. 21, segundo
andar, \endc-se por barato prei-o, ou a
praxo, un sortimento de cliapeos e oti-
tros objeetos de chapeleiro, coiisistindo
em chapeos de massa, de seda de varias
((nulidades, e a gunmia lacre, cliapBO
para padre, massas para ditos, bonetes
para guardas nacioiiaes, plumas pretai
para chapeos de senhora, fundos edados
para chapeos, courinlios com setim, li-
vellns, litas para .ukmIios e ilebium,
trancas e oulros mitilos objeetos de cha-
peleiro.
Vende-se CARNE DE VAI'.CA o de porro de
11 11111 ni ;:<'. em harris de ^00 liliras ;
CIIAMI'AI.M de marra runliecidl a xcr.ladei-
ra. Iiaxeudo poneos uifios dereslo, que se xruderao
para fechar, a JIMKHI r-. ;
AC I O-'. MI I.A<> surtido
ATETES DE I.AA, lauto pin pera romo sollos, ^ pericia de seinolli.-iaes, se conipromelleui a fa/.er
que la/ quina para o lipceo ila I.niquela, com
fun
macao spm upnero-
lieos n.:iH.
Vendem-se prego amencanoi, em
barril, Drourioil para barricas de assu-
car, e
dade.
l'ranii
lirotirios para harneas ele assu-r ,
aivai'.de dewDCO, superior quali- calungai de barro prop.
na uta ilo
KM" preros eonimodos
e Novo n. I (i. i
'$) Vendem-se relogios de ouro, pa (#;
' leu-te nf;lc/., por commodo pre- /i
. ro: na rua daCiti/, n.20. casa de
(0f I.. Lecontc Pei*on i\- Companhia. (fi
Vcmlc-sc superior inrniliu ta lei-
III i* do barco, lauto om suecas, romo
Vinillo, por pirro ntais l.jiralo flb<|IN!
em tnitra (lUtiulUCI' pai'lr : no aiiiia/ein
danm iloKHUKd ... .
VINHO CHAMPAGNE.
SuiKM'or viulio de BoiYieiiUN eiiKarni-
linlo ; venciente em vatu *l( Sclinffiei ti i n
t\ Compuiilia. i'UH du Cni/, n. 7)H.
VeudeHM: ano/, gpaudo nliao. c eli;irulos deS. Kelix, de boasqua-
I dados, c por pit'i;os cormnodos : nu n-
nia/t'm n ITiV na rua da Sen/ala Ve-
llia, lii'osimo aobceco ilo (nnt'.tlvcs.
Ir.ipirlm ii, M, i-i iu.cu o indar,
egnlllle :|;isl;t ih l\rio lloronlino, n
o, em rlepositona iimitiH funrfirao, m qaawroiw- nM1||lur ^j m eonhee MMlimpm- os.lenh's.
iriiithistMiimi;i rabrwa (mnIpi rompellr com isr.-ii -t (.p,.,,. ,-.iir.ur mm)m .[.,n.i.-i i.
eadM pin
qualidadi
aaber:
Machinas de ^.l|^or ti mellior con#lruc,afl
Moendaa de canoa para engenho de lod
nuohos, movklaaa mporpor anua, ou an.maw.
Kodaade .iiiih. molnho*de venlo eserras.
Manejcfl i^ependenteaparacavalloaa
Rmlaa dentada.
AruIIiOcDi bromea p rhdniaceiraa.
Cavllhoese mnfuiNM de i*!- ojlamanlio.
Taixasi paroej erKoaej IforM de fornallia.
Moinhoa de ma/idloca, movidos .1 iw > |Miraii-
iiuips. p prensan para > dila.
Chapmde oaJAe ronioa defaruilia.
(ulitis tlf ferro. Itn neii. -le fprrn v >W hnui/.p.
Bombaa |.;ir;i cacimba 0 derepuxo, movidas a
ina. por animaes nu tenlo.
(itiMilasits. Ruinrhose macacos.
Prensase)draulicas ede parafuso.
Ferrasen* para navios, carrose obran publicas.
Columnas, varauda4 -1 adea e porlAes.
Prensas-de copiar canas e sellar.
Camas, carros de maSeiaradosde rciro, ele., ele.
Alm daauperioridade daB suas ubras, ja' iieral-
meaterecouliefida. David VVIIIIam Bowman aaranle
amaisesaela eonformidnde com os moldes o 'Irsr-
nhosremeUidos pelos senlioresquese diguarem de
raxer-lhe enctmiinemlas, aproveiamlo a occasiaA pa-
ra agradecer aos seus numerosos amisus e fresue7.es
a preferencia com que icio sido por ellos honrado,
c aMPura-llips que i piuipam esforcosediliiwii-
ciaspara conlinuar a merecer ; sua conAauca.
Para Cesta.
(mi iliiiiinulii i i..... mu sitio
lirm plaalado daarvo
, mullo
plm para mu ravallo! anaiincie.
Iclhd. millieiru.........IKBOUO
l'ijullu- de alveuari.i luitiil.i, millirini :lil-^HMi
DibWdalwlqUia.dJIa ....'... iQOOO
Hilas ile lapameulo lamo, dito .... tDOOU
liiin- de t.i|i.Miii'iitii i'slreito. dil...... 109000
llilu- ilc al\i'iiiii-i.i -1 ii-s.i, 1I1I11.....-iwkiii
i:.il branca, alqueirc........I0(l
Dita preta clilormc u anco i|ue aMiver na neroa-
ii;i, assim coinii por barauM ptohis, cernalo, barro,
a .iin.iri'llii. n'inv" Ierra, arrii lina.. Mita %.....i. Ii
olloa para fngao. (lili), para torno, trillas de ponta.
ininlnitci- etc. etr.
Na rua do Vitfatin n. 19, prmeiro andar, lia
para vaadar, chegado dr Laboa preaeiilijaanli pida
barra Olimpia, o Miiutnlc; sai-ra. de larellu niniln
iinvu. cera em urilme i' fin velas i-hiii Ihiiii sorli-
iiii-iiIii de superior qnalidadr, mercurio doce e cal
de Lisboa em pr lia. uovissiiiia.
DOCE DE BAGOHV.
rwcim rerealeaieale da Marantio nina pequea
poican dealf delicado dore," mellior que ha, tanto
pela sna cxcellohlo qualidade. como por comiervar-
sc por niniln lempo em perfeilo estado: \eiuli'-s.'
em casa de Koale t\ Irmio, ai rua da Cadeia Vclba.
Aterro da Boa-Vista, deii'o
tle da
>oueca n. H.
(jtiiliiiuii ;iHaver um complelo Mfflinipnln dosos Beneroado molhadoadoi nlliiuamenle diega*
dos(deaaperior ejoalidade e preoos muilo comaBo*
to, iQperwr viola) de lodas as dualidades, Oan-
p.inr. no/es, easlanhaa, amendoasi passas, IJRos,
paras seccas, smefias, marmalada -ii|n't i 'e- tle toilas as qualidatles, massas linas, c
superior manleiua.
^ h ^v^^V^?
Wk iU mais ricos p mais motlcrnns rli
(A paos <|p itolioras -o enconlram aampra
** ni loja de madama Thrartl. por um prero
mk hu- razoveJ da que em qoalquer ou
* parla.
m
Vende-se, para fra ta pncji um uenro tle
in.,1 Agaca, robaste e ladlo, que alen, da ser um
ptimo meslrc nedreiro, |ir saber reifras tle art-lii-
ifima. Reometris praiica e desenhar os pianos das
obra-, sabe eimommiir, r.i/iuhnr c fazer sapaloa : a
fallar no laruodu Carino, sobrado n. primeiro
andar.
Vende-se um cavado rodadju. em boas carnes
0 mufloBovOi anda bai\o al mei : ua rol d Li-
vramenlu n. 1l>.
\S3P* Sellins inglezes. _T^
Vciulcm-M* llins iiijjlc/es
I patente, de primeiraqua*
dode, para montara nliora, e cabezadas avubas,
porprero muilo rom modo :
no arma/em de Adamson
llou h- iV (.ompanliia n;, rui do Trapi-
olie n. i2.
\ entle-se um sili na eslrada que val para a
Var/i'.i. rom casa para murar; Wl bracas de irooU
o SUde fundo, boa boixa, rio ruirontOi rom boa
tuna, mullos srvuredos croqneirps; lamnont h ii<-
r,i pnr urna rasa ; quem preleuder, dirija-se a rua
de Sania Tbere/Ji II. .
Vendu-*e uiu diccionario imrlUKue/.deMraes
da quinla diijA : na rua do Collegio, toja de en-
caderaacSb a. k.
branquecCrOn e rorliliear as cenaivas, deiuifl
Boslo na bocea o agradare! cheleo; sgoa de mel
para M cabellos, limpa n raspa, e da-lhe masito
lustre; aqua de perolas,eate magkocosmelko para
sarar sardas, ruaos, oembellesaro rosto, assim co-
moa Untara Imperialdfl Dr. Brown, esta prepara-
eSo la/ oacabellos ruivosou brancoa,complolameido
preloa t macios, aem darano dos mesmos, ludo por
precoa corninodos.
Deposito deca de Lisboa,
Vendem-se barriscorocal em pedia, eliesada ih>
hiato t.iisiitiiHt, wwUi ultiinaiiipuie le Llsboo. a
IMtaaaa americana, a 2U0 rs. a libra I na na da Ca-
deia do Hecifo, Itij o. AO.
Vende-se um ealniolel rom oscom-
pelenli'S arreios, para um CavaliO In-
do em liom (lado, v poi pret-o mulis-
simo eoinmodo : a tratar na na da Ca-
dera do lenle ti, Ii, primeno andar.
V'CRDADEIRO
rolie Anl\eipliellilii|iie di' l.alleelrm :
wnde-se na rua da Cadeia do Iteeife ,
liolit a de \ cente Jos de l.rilo.
POTASSA.
So anliqo deimslo ta na da Cadeia dn Uerilr .
armaxom n. l^. lm para vender muil......\.t polassa
da Russia, amerleana e brasileira, em pequeos bar-
ra de I arrobas; a boa qoalfdadee pren-s maii ba-
ratos do que em OUira qualquor parle, se alliauram
aos que preciurem comprar. >.....asmo deposito
lambem ha harris eom cal te Lisboa em pedra, pro
\iinamenlc chogados.
ATTENCAO*.
CuuliaiV Amorim, na rua da Cadeia do Kpeite n
.VI, lem para vender palha ros de cabra boas, pennas de ama, e velas do car-
uaiiba. a l>*i(SI n eenlo.
Vestidos modernos.
Vendein-ss vestidos de mursolina lioa dr core
rom barra, falcada aova i 3B O'Crte; tliios de i;.
a setla e bnrOge inileriis a !.,** t enre do i'2 e\a
dos; thias o cseas francesas novas a 180 rs. co-
vado e USO rs. a \ara; e oulras mullas telendas |ir
baratos preces: na rua'da Cadeia do Herir, lja
ti. ."rfl.
Vendexetim ."etogodeouro de
jw sbonele, patenleni|;le/., da me-
llior ipialidade,e fabricado em Londres :
na rua da Oideia. n. mi. arma/em de
llenri(|iie GlblOO.
Na rua ilo Viuario n. t'.K primcirii andar, lem
venda a superior flanelli para forro desellin-, che-
nada reeentemenie da America.
Vendem-st' fardosde rumo da Ita-
'idade, para eliarnlos ;
reslo de
ndi
para Torrar salas, de bonitas cores emuitoem cotila
OLEADOS de cores para forrar corredores, ele. ;
oi.KO de liohaca em latas de cinco Balos: em
rasa lio C. J. Aslley i\ Cumpaubia. rua dn l'rapt-
che u. 3.
i Stadapolao' avarUdo.
Na rua do Crespo n. 14, loja de j-e Kranrisco
Diaa, M'iule-se urna fioreo de madapoln larROConi
um (lequem loque de avarty, a 7*-JOIl e 2|cOVa
CERA i:m velas,
ilr huios (i.ssoi'tiiiH'nios a vontadedo com-
prador, rlirjjada de l.islioa. enr CUIXOtei
de ilivi'i-sos tamanlios : assim coiihi rai-
neiiiis iliM'orcs e cuiilaMics pivltis do n-
perior ciiialidade, fumoein loiliit iiia iiaiacliartilos, mitilii Inin : sanios e
ios pura |)ics<'-
|ii's ; Indo su VCIldepor |iri'i;i>s liaralos
para li'ilio de contal: na rua do Vigario
n. 19,legundo andar, eicriptorio do Ma-
chado & 1'illln'ilO.
CIIA.MI'ACM- SUPERIOR
Vender 0 mellior cliampagne, que
lia no increado, chegado iilliiii.iinciili-
pelonaviov Havroem garrafal,e ninas
dias, epor irania liaruto pi'eco doipieem
ntitiiiqnahiuerparle: iraia-se noetcrin-
loiio du Machado & Pinhciro, na rua do
Vigario n. Hl, segundo andar.
Oleo r.ysriinal.
I ni i .i iiii|ieilir .i i .iliil.i .Ir i -il'i'll". fii/.r-ln rrcsrri
i- llmpar a Cpa, a .VNI ls. Cllll viilrinhu : na ru.
FUMO EM FOLHA,
vende-se em easa di'lassolrmao.
Vendem-se laliotis de pinlio, eos-
lado, eostadhilio, assoallio 8 lorio para
I il ni lude liai'rias.ilelodososeoiiipi'iinen-
los, chegadal agora : alia/, do lliealro.
arnia/eni de .loai|iiini l.opes lie .Mnenla.
Ypiiilem-si' sums ruin larello clicauln iilti-
aiaanale ili Amarle, pplii iiiarlio amerlca. /-.'/-
la Hriti, n stgoOOaMcca : ai rua ilo Trapicho ll. H,
e no caps ilo lOimos u. 1*1.
Vemle-st no arniii/pii) ilo iballU tnigaillo,
rua ila Monla' n. 15, a mellior o Rllh rpienlo ral da
l.ixlma viadl Al li.irra Marta Jori sciiilopin nii'o-
raUH arquead de ferro, propria. pan liquido; a
ella aiilrsiiiii'.ir.-iliL'-sc a iiecliiiirlia.
/. /'. Callan.
Palitos e toalhai.
Voiid.ia-W paliliis do Iu im lio liiiliu ile rores.
Iieni Oos, a3| alteada un; loallia. depuau
ilt> lialio 'lo l'orio. proprln pan ralo i800n.ndi
mu o M 09 ll dUlBI 0 pinilll aitainasi'ailo ilo dllM
larKuraN o boa nualdade para loalhai ile uiim a M
a vara: mi rua ua Cadeiodo Reelfe, loja a. .Vi.
Cola da Baha.
Veinlc-se superior cola* poi proco roimnoilo: no
iiliiia/i'in n. l:ll. rua ila Slliala \i'lha.
M Deposito de tecidos da fabrica g
^ de todos os Sntos. nn Baha. ^
S Vonde-se em casa de DonlillgOl Alves g
5 Malheus, na na ila Cruz ilo Recite n. !>2, S
6 primeiro andar, ilgodo truusailoilaquella 'S
S fabrica, muilo proprio para sienas c rou- S?
\ pa ilei'soravos, assim como linproprio para s|
w re I os de pescar e p.ivins para velas, por \
prero muilo c.oinmoilo.
.\.< I 11.1.iliaor. .sinT.nnil.iiMil1
DA
1
TOI. *j
SAI.SAPARRILIIA DE BRISTO
sobre
K SALSA PAR-RUJIA DE SANDS
Attrncao'-
A SALSA I'Allllll.ll A IK BK1STOI. dala drs-
itn IH'I-J. e leni ronslanleniciitc niaiitiito a sna rr-
pulariln sem iieco-siilailc ,1o rerorrer a )><, (,..-,,
aniiii'ui ios, ile que as prc|wracnc- ilo mrito podeui
dispensar-se. O aucceoso ilo lli. BKISTOl, lem
provoeldo iiiIiimI.i- iiim'j.is, e, entre oulras. as bh.
Srs. A. H. I). Sands, de New-York, preparadotos
respeilusamenle .Baawt que no seo el..,so e*- If"'^'* ** ""* *""'* C'"],K'",!' P""1""
labelccimenlo em Santo Amaro, couliiiui a fabricar "f"*
STARR & C.
lawicciopii.o en. .-.ao... .^. "V"", -.1^ laZI la senhore. solicilaram aa?enria de Salsa par
con. a maior perfen.ao e ^'"P''-''j'>J"J* rilba do Brislol, e como n*o o pdeselo oliler fa
de machiuismo para o uso da asm ".."vega- w ,miafaode Brislit.
eao e inaniifaclura, e que pan* maior eomiiimloae
seus numerusus Trejue/e^ e do publieo em ceral, lem
aberlo em um dos grandes annazens do Si. Mezqui-
ta na rua do Ib um. alraz do arsenal tle marbiba.
DEPOSITO DE MACHINAS
conslruitlas no diloseu eslabeleemenlo.
All aebarao os compradores um romplelo sorli-
meuln ile moendas tle caima, com lodos os inelbo-
ramenlos(alauns delles novos eoriginaos) deque a
experiencia de muilos anuos lem mosIrado a ecos-
-i.i.nlf. alacbinas de vapor de bahae alia pressao,
laisas de lodo lamaiibo, lano la(ida como fundidas,
carros de mao e dilos para coudu/.ir formas de asqu-
ear, ni. riuii.is para moer mandioca, prensas para di-
to, for nos de ferro bUdo pm familia, arados de
ferro da mais appro\ada conslrucco. fundos para
alambiques, crivos e |>orlas para forualiias, e urna
inlinidadc de obras de ferro, que seria eiifadonho
enumerar. No mesmo i!e|Mtslo exisle uiua pessoa
nlellicenle e liabililada para receber todas as en-
conunendas, etc., etc., que os annunciaiiles conlaii-
do com a eapaeidade re suas oflicinas e macbinismo,
executnr. com a maior presten, perfeico, eexacla
conforinidatleroin osiniMlelosou desenbos, eioslruc-
(Oes que Me foreni fornecidas'
Calcado, a 720, 800. 2,000 e 3,000
rs., no aterro da Boa-Visia, loja
defrontc da boneca.
Troca-tB por sc.lulas aimla mesmo lelbas, un, un-
i a completo -ortiincnlo dos bom 'onlicridos sapa-
Iesdo Araral) de lodos os laiiunlios, lano pin
bomeiu como para menino, a 7:20 eHO rs., e batios
para'linnirm, a vteOIX) rs.. sapatocs .lelustre .la Ba-
bia, a .IBIIKI is., assim ionio um completosnrlimen-
lo de raleado frai.ee/. de todas as qui.liila.les, tanto
para bomcni como para meninos e meninas, e um
completo sortimento .le perfumarlas, ludopoi preco
muito couiniodo alin. de se apurar ilii.bciro.
Charutos linos de S. FellS
NU rita do Qneimado, n. I!', temelie-
gudos agora da Baliia, os veixladeiroi
eliaititos deS. I'el\. da acreditada lubri-
ca de Brundo, os tiuaet te vendem por
|ireeos mais eomiiiodos do i|ne em onliu
purle.
Primas nata raliee
a '.(l rs. ru\,i urna, muilo novas : n.
lilaila, boa u. I!l.
HOB I.Al I ECTKI K.
O unir uulurituilu por itftSn do ronae/Ao rral
r /Irrrr/n iuiprria/.
IK mdicos doshuapllaeirecomaiendam ..arrobe
I.al1ecl.'..v, como seiuli. o iiuico aulorisado pelo go-
ler...... pela lleal Socie.laile de Jleilicil.a. Ksle nie-
diramenln d'ura posln aaradavel. c la.il a lomar
em secielo, esta em USO ua niariul... leal llewl.....ais
ile ll anuos; cura railicaluicnle em |......-o lempo,
com pouca lleapeu, sem mercurio, as alVcccocs ila
pelle, inpiaaem, aacoaseqoencill .tas sarnas, ul-
ceras, e os aerlo..les dos partos, da idade crilica e
da acrimonia beredilaiia dos buinores: ronvin aos
call.airos, da hcxigli as roniiaccne., e i fraquexa
dos orgAos, precedida .b. aboso das inuercoes ou de
sondas, (auno ant-s>pbililic. o arrobe cura eiu
pouco lempo os iiuvik rcenlos .m rebeldes, que \ol-
vem iucessaiiles se.o conseipieucia dn eaipreRO la co-
p.uli.i. da ciibeb.......las i.joccos que represen-
tamo i iros sem l.eolralisa-lo. O arrobe l.allecleuv
be especialmenle recomineii.lailo ci.ulra as doeucas
t.iM'teailas mi lebcliles ao merenriu e ao Indurlo
de potasio. Venile-st' em l.isbiia. na botica de Bar-
ral, e de Autouio Keliciauo Alves do Azeiedo. pra-
ca de O. Pedro n. 88, onde acaba de.cbo.nr una
grande portaaile garrafagrandes e pequeas, viu-
da* lirerlaienle de l'aris, de casa do Sr. Bovve.0
Lallecleuv \i, roe Biebev a l'aris.
ilani-se uralis em casa ib. RgeDlC Sil\
\\,\ rua do lluei*
tacao
Eis-aqui a carta que os Srs. A. B. I). Sands es-
ereveram ao Dr. Brislol no da 'Jn de abril de \s\J
o que se acba em nosso poder:
Sr. Dr. C. <:. Brislol.
Bfalo, Ar-
Nosao aprceiavel senlmr.
Em todo n anuo passado lemos \eudido quanli-
dadet consideraveis do exlraelo de Salsa parrillia de
vmc, c pelo que ouvlmos der de suas tr/ndr.*
i.quelles que a lem usado, julgamos que a vendada
dila medicina se augmentara mnttiuimo. Se Vmc
quicr faier um ronceno eoiiinosro, eremos que
nos resullaria muila vanlagcm, tinto a nos eomo a
Vmc. Temos muilo prar.er que Vmc. nos responda
sobre este assomplo, e se \ me. vier a estacldadc
daqui a om mez, ou causa semelbaulo. leriamos
moilo prnzer era overein nossa botica, ruaade Pul-
lea, n.79. 1
Firant s ordensde Vmc. seos seu'ur.K. servidores.
(Assignados) A. B. U.'S.tNUS.
COXCLSAO'. .
I.A aiiliauidade da salsa parritba de Brislol lie
rlaramrule provada, |H>is que ella data ilemle IM '
eque a de Sands s ap|Mrereu em IMJ. e|wca na
Ji.il est droguista nao |HHle obter a agenciado lli.
rislol.
2. A su|wrioridadc da salsa pal rilba de Brislol
be inconteslavcl: |m.s que- lian obslaule a eoiieiu-
rencia da de Sands, o de urna torcao de oulras pre-
parareis, ella lem uiaulido a sua reputaran em qna-
si loda a America.
As numerosas experiencias feilas rom o uso da
salsa parrilba em todas as eufermidailes originadas
pela inipure/.a dnsangue. eolito. e\ib. obtid.i aas-
la ertl |wlo lllm. Sr. l)r. Siu jd. presidente da
academia imperial de medicina, pele Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos l'eixoto em snacliiiioa.....m sna
afamada casa de saudc ua (lambo, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira. medico do exercilo, e
por varios Otilios mediros, |>c. mille.u boje de pro-
clamar altamente as virtudes entrares da salsa par-
rilba de Brislol vcude-se a 5S0OO o vidro.
O deposito desla salsa irt.nlou-se |iara a ImiIc.
frauce/a da ni da l'.ri./. OBI frente ao cbafari;..
Yi |n ara da Boa N'ista ll. '.12, velld.'-se ion e-
cravo, prelo, crinlo, de O anuos, pouco mais in(
menos, sadio, nao se embriaga c nein l'ogc, san- Ii
/er lodo oservicode criado de unta casa de familia,
be alnale, cwuab otlrirelraente e el de Ibras,
sabe bolear c be Inin pauem.
Na rua das Ciu/.es... '22, segn.In andar, ven-
deni-se duas esrravas crioulas, bealM liuuras, en-
'omniaileiras, ro/.inbeiras e lavam bein de salwo. d
una dila de naro. de lOannos, oanbadoia de roa,
que paga pnr da Mil rs,, lie mallo radia e nao lem
molestia llgBD,
\ en.lem-se II) escravos, sendo 2 moleroles de
lunillas lisuras, do IS anuos de idade, um delles
bnu copeiro e com principio de inarciueiro ; I es
cava .le II. a 17 aunn- de idade. ensumma, eoi-
nba, far. tab\rinlbo, iM.rila e marca ; lescrnvas.lc
tudo servico, o :t ilil.H do servira decampo: na
rua Uircila u. :t.
N'ende-sfi urna cairoea em muilo bom estado:
na na de S. loiiealo n. :il.
ESCRAVOS FGIDOS.
Kuizio no da I. do correnle, do eiiuenlio lle-
lem, im comarca le Vm* d'Albo, o escni\o Jermn-
mo, ri mull, ile iilrie tle l\ Jinum, com os algnae*
seuuinles : cor relo e luslms, altura c ::i<>- in .
i-'jiil.u com falla re tientes na frenle. mida Mtli-
pce eom alparcataa nos ps por ter envoa leeros,
que se conbece fcilmente pelo andar sopiado, hel-
eos arossos o arrebiUdos, e loca ::,ul.i; l\ou cami-
sa a cermila le al&mlao e cbapeo tlecoum : pede-i
as aiito/idades policiaes, capilt's de cam|H *> inai<
pes-oas, que o apprebcndain c levem-no ao refer ilo
envendo, que sent enerosamente recompausado*.
oVftinubirios 'bilrosim pro(esla-. i na maca de ,r'' *,n,,*"^es que dob^amentc o occullarem, romo
a il.Jt.a.i'uim sC "l'K*..
I. Pedro ||, Mei > l'orlo. em c.i-,. .
Araujo; na Balda, Urna A Irmiios; em Peruam- N-diai, -lo correnle ru/, desappareceu,
buco, Soum ; Rio de Janeiro, lucha ,V Film*., el CIi,y" l,iinl ,lp nomc J,,sr' de ,,,Hde "i,n,K'- >Ht
Moreira, loja dedronass Villa-Nova, Joio IVrcira
.ir Msales l-eiie; Kio-tirande, Irancisco tle Pau-
la Cont .\ (..
Vendemscdtia* eaoravaS crioulas, ambas mo-
rn>, tle'JO a "i .huios, sendo urna das ditas tle bo-
lilla liaura, sabem co/inbar o diario de uma casa,
lavar, osaboaf ir entornillar : Irata-sc ua roa larga
do Koaarlo, luja de mtadaxai o. -:-'.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
lila. |iruiu'ti'
assim COITKI
11 Mil
lllll
uiimis com
eliarnlos. (fue ja si. vende or prrro
baratiuimo, que he para se lechar contal,
chegado tudo ila Babia pelo ultimo na-
vio : nn rua dn (aii/, n 2li, piiinciro
ulular.
Vciuli'in-si' camal de ferro Imi'iiiai. Iiiinri'/a, com mollas qiicasl'a-
/.iii iniiit.i maneirai emaciai, chegadal
pelo ultimo iiaviol'iaiu'iv. IVi'iKimbiico,!'
por preco muito commodo: na na da
Cruz o. 2ti, primeiro andar.
w?shss3HI3BB &mmmr\mm
ft DEPOSITO DA FABRICA TODOS gg
OS SANIOS OABADIA.
No escriptorio (IcNiviie*A Com- BS
?.; panliia, ua rua doTiiipiclic n.54, ^
gj vi'ii.lc-sc panno de algodSo, e lio fe
1 ilcsla fbrica, milito superior, e g
!H pi'optio para saceos de assticar, c H>
0 roupa de escravos.____________Jg
-Wnilem-sc lieores de Absyntli e
iincll em iai\as; assim coiiui clioeohile
nmcez du raelhorfulidade que teman-,
laniido, Indo iiltimiimenle chegado d
Vende-se em casa de S. I*. .1
Ion & Companhia, na ruadaSeiusalu No-
va ii. 2.
Vinho do Porto, iiipenor qualidade, en-
garrafado.
Vinho Cherj, em barril de quarto.
Sellins para ni.Hilaria, de liomem c se-
nhora.
Vaquetaideluitre paracoberta de carros
Kelogioi de ouro patente in;le/.
letogiot
Coal
iliniia-.se a vender minelo, iiulle/.i, nn\a.
a lili e imi. clin livamn, a 19760 c Ita2ti: no pleo
iln Carreo, taberna aovl, B. 2.
FUNDICAO D AURORA.
Na fiiu.liran .l'Aiirnra arlia-seroiislanlenicule un
completo -uViiiiieni.i de mechinal .le vapor, lale
(Talla eomo de biii preeaio .le i.....lellns o mala
pprovados. Taaibem se apromplaiii dewcommen-
il.i ile i|iiali|iirr l.iiina que -e |.nssa.u desojar rom a
maior |.resl*/.a. Ilalwis oineiaes sera iii.in.lailn-
para as ir assenlar, e oh latineantes como lem .te
rostume nuauram o perfeiloIraliallio ilellas, escres-
poiisal.ilisan. por ipialqner deleito que possa uellas
appaierer ilnranle a primeirasatra. Militas inarlii-
n.i- ile vapor i'iuisliuidas ueste estaliclenineiilo ten.
eslailn ciu musanle servir. nesla provincia 10, l,
eil 16 anuo-, e a|icn,is lem eviuido n.ui iiisiunili-
eanle reparo-,.' all.nas ale iieiiliunsalwilulaineii-
ic accreereade que.. eoMaauno do .'..nbusiivel lie
mili iiiionsiil.ia.el. (ls seiilioresdeFiucnliu, pois,
enulras quaesquc peone que precisarem de ma-
cliinismo slo respeilosainenle eonvidados a visitar o
eslal.ele.iliienli. eiu Sanio Amaro.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundidlo de C. Starr t Companhia
em Sanio Amaro, aelia-se para vender
tniM'iidas de calinas todas de Ierro, de um
modello e roiistrucco muilo luperiorei.
Calilos.
Na loja da rila dn Crespo n. III, veinlem-se pali-
to! de linio pelo.limiiiulo pren. de HHIIO, :l9UKle
:i>vsi.-.
Veudem-so na rua da f'.ru/. n. 15, aeiluado
andar, linas ultras de laltvnnllio feilas un Aracalv,
canillado de toallias, leos, coeiros, rodas de
sais, etc.
Palitos.
NaJoja da ruado Crespo n. 10. vendem-se pali-
tos de pannu c rasemira preta c de cores, pcludimi-
liulo proco de MSMJrt.; ditoa de.asinela lina,
in n H3000 rs.
Vcnde-se um dos melliorcs caval-
los, ciis gordo que lem a | .parecido es-
Ir auno na praca, sem uclulque$, muilo
manso, anda liaiso ah' ineio milito bein;
o motivo da venda lie|irvr(|iie o dono nao
pode montar i a tratar nu rua da Praia,
arma/em de carne cera n. 9.
IVilKNTO lllll\\\\\\.
Blilliarosde Indltidnoa de todas as nacAes |imiem
leaiemunbaraavlrlndes denla remedio locumpara-
vei.e provar. emeaso iiecewariot Ojuaj pelo nao que
tlelle Hxeram, lem leu corpoe membros Inlelramen*
le -iu-, deuois le haverem empregado Innlllmenle
oiili'osIraCamcnliw. (-nla |u'>Ma |mdfr-c-liacoiivcii-
cer do-as caras inaravilliosaa pela wlhira doape-
riotlicos. que Ih'as relalam lodos os dial lia maloa
anuos ; c,a maior (Kirie dellas sio lio MU|irendeu-
les que admiram os mediros m tas peana* recobraran) com este soberano remedio
o ufo de teus bracea a peroas, depofs de lar perma-
necido longo lempo nos bnsphaes, onde deviam sor-
ber a ampiilac.io Dellas ba niuilas <|iiu ba\eudo
delxado osses asjlos de padeelmenlo, para he nao
submetlercni a easa opeffiao ttolonisa, Toram cu-
radas coniplelamenle. inediaiile o uso tlesse precio-
so remedio. A,iimasd,iiaes|ie\suas, na efusao de
-i ii reconliecimenlii, tleclararam esleo reaoltadoa
beneflcoa rtianle do lord correuedor. eoulroa magnV
Irados de l.omlre-, alim de mais albeulicarcm sua
aflirmalixa.
N'imuem desesperara do estado tle sua Mude *>e
tivesse bastante conflancja para anaalar esle reineilio
i iinsl.iiilemcnle, seunlndo aluum lempo 0 Irald-
nienio que ncreaaflassv a naliireaa do mal. cojo re-
sultado seria probar iucnntesbncimente: Ot'K TL-
1)0 GUA-
0 u/H/uentii he til, ama porlculrtHenle hd aa-
1/ninfi-s eovoa,
Alporcas. la de calor as quilos.
Cnimbras. eUiemidadcs. I'ubnrtes.
(,allos. I;rieira-*. Queiniadella*.
lanceros. leusnes escal- Sarna.
Corlad uraf. dadas. Snpuiaccspulri-
1 lores tic cillera. InehacOea. das.
tlascoslas. Iidlaiumacao to Tiulia, em qual-
ilosmembios. Iu.hIo. quer parle qae
iMiinmili.itit-.i.i ta boxisa. aoja.
ulisemycrnl. ta matri/. Tremor dcnerwis
Knrermidadesilo Lepra. I. leers na bocea
illllS.
Empees e^cor-
bnlicas.
Fstulas no ab-
domen.
Frialdadeoural-
Vemle-se esle i
de laundr*, |K4(
I Bernardo Feniaiules Viaiiua veude o seu es-
Huiln, e |i(r pTJO Darutissimu : nu l'Ull IcVavoAatonw por nao u querer acomnauliar ua via-
MUTILADO L-
.Males daspernas noflgado.
dos peilos. das arlicir-
doolbos. Li.'.(-.
Mordeduras tic Veas I renlas, 00
rc|ili-. muladas nas
Picaduraadc mos- pamas. *
inguenlo nn estabeleaimeiito seral
Straml. e na loj de lodOJ 01 Imi-
licarins, drnajuffllas e oulras posteas enearre^adas
desna M'iidaem loda a America do Sul, llav.uia e
Hespanha.
(I deposito L'eral be em casa do Sr. J. Soun. pbar-
uiaceulico. ua na ila t'.rn/. u. _'-_'. em l'einam-
buco.
TAIXAS DE FERRO.
Na Fundicao' d'Aurora em Sanio
Amaro,' e lambem no DKPOSITO na-
i do Bi'lim logO.ua entrada, e ilcliiin-
i ha H'inpre
taichai tanto
de lubrica nacional como eitranattira,
batidas, fundidas, grandei, poquenai,
ra/as, e fundas ; e cm anillos us I
cMstem (|uindastes, para
carros livre dr
11
te do Arsenal de Mat inli
um gniud(. sortimento de
carrejar
nal, ou carros livre de deipe/a.
piceos sao' o maii commodos..
i res
ca-
Os
mais ii menos, cor bstanle descorada por se adiar
doeule e em uso tle remedios; levou\eslido mica
de brim lram;ado branco, camisa de riscadocr tle
rosa, jaqueta parda e clmueo de pello tle seda : quem
o apprebeuder, leve-o ao seu senbor na rua de Apol-
lo, armazem n. -J. It, que recebera Hhmkhi i-, de ^ri
liliciicao.
No da 9 de novembro do correute anuo, de-
sap|Mreceu do Sr. Jos Antonio Barros, da mII.i da
tiranja, provincia loOar, um w>u escravo niulalu,
iriiueiro, tic nome Lu/, lilbo de urna escmva do
mesmo senbor. chamada Benedicta), eslatura rcii-
lar, cabellos crespos e arrimados, roete oval, nartl
srosso, bocea regular, leudo um dente superior que<
bratlo pelo ineit: lem s^iihcs tle chicle pelas n-
denos, N,pa dalos, e Ira/.a un ferro nn peseoen:
leVoU, li/i'in. carta tle suia ou passnporte, ludo ral*
so ; esle escravo be tdlieial tle pedreiro ; quem o pe-
nar, sera hem recompensado, cnlreeaiulu-i> a Anto-
nio tleAlmcida (inmes 4\ C, ua rua tlaSeiual* Va-
Iha, u. l:H.
llesappareccu no tlia 7 ilo correnle me/, de
tle/embroo escravo eriotilo, de uiiine l'edro, repre
seulii ler 10 anuos dr idade, cor preta, beieos ans-
sos, iiiiii/ chalo, usa de brinco em urna daaerelha*.
lem o dedo mnimo do p dircito Icvaulatlo, levoii
camisa de batMn encarnada, calcado panno azul,
tudo velho, e levott um babuxiubo eom th!leronl<
roupa, poi tata pode mudar detraje; roa->e aapu-
loridades poliriaes e capililes de cam|Ki, ou mesmo
qualquer pessoa, a apprebenslo do dilo escravo, e
levado n roa dn Cadeia do Kecife n. iJ.ou ua povje
de t "cboa, no sillo de seo seuhor Mauoel l.uiz (jon-
ralvea, quesera recom pencad o de seu I raba I lio.
GRATIFICACAO DE ,O?JO rs.
No ili.i sexla-leira, Ib de dezembro de ls''.. ile-
sappareceu o escravo Joaquim, douenliode Anutila,
do tusar de Espinbo l'rclo, freguezia do Bom Jar-
tlim, comarca do I i.....piro, perteucenlea Joaooo-
calvea Lino, o lem oa aignaea *eiuintet>: itlade .>"<
anuos, pouco mais nu menos, be negro alio, fornido'
do enrpo, ou bem corpulento, muito barbado, i'-,
iraudes, e bem prelo, lem todos os deules da frenle.
e quaiido desappareceu levou camisa de alfladoii-
nboe cbapeo de couro : rov;a-e as auleridailu>|H>-
lieiaes e capilaes deeam|H> que u peuarem ti le\em
a seu senbor cima dilo. morador nu mesmo lunar.
Kspinbo IVelo, ou no Recite aos Srs. Gregorio t\
Silveira, moradores na rua doQucimadu n.7.loa da
Kslrella. omlo recbenlo a ratclicaco de 5tWIINl.
500,000 rs.
A qurn prendere levar a seu sanlior t'raii-
risro t'eriiandes de Olivoira Sobral, na rua
de Kezende n. O,no Kiode Janeiro, nu em
IVi i.in.lni.ii a Joaqun, t'erreira Mendes (iiiiina-
rAes, na rua da Cruz, n. ", 2,' andar, um pardo de
mine Helix, flalve: lenlia Irocado o niniie), Mlural
de Pernanihiico, que agio ,1a .dade do Bananil.
|.i.ineia de 8. Paula, em iiuvnnhro de. 1845 ; lera
t a 5U anuos de idade poueo mais ou menos, de.-
roulia-se ler-se medido pelo centro das provincia*
de Mina, c de S. Paulo, mas lie provavel que aumlc
elle esleja, lenlia luja de alfaite aberla, e olliriaes
Iralialliando por sua roiila.eellediriitiudoconio nies-
Ire, patoja leve loja nao so na cidade do Bnnan.il,
tomo no Kio de Jaueiro:l.e alio, corpa regularIrm
o l'allar risonlin, roslo comprido, poaca barba. Iwc-
i.i grande, denles leparadjeie ireade, e jase quei
S da vista quando cose de uolte, anda calcado e
traja liem, lem as costas siijul aiiliso do caustico,
que levou pin sntlrer de tnsse, e Iniubem das nuri
nns, i- ni i.Mi ir um pum o i--|-ini,iiln i- ;i cabera um
|,iiik n comprida, e lie corlcz no tratar,
lOn.oOO rs.
A quem premier e levar a sen Mador I ran-
cisco Kernau/es de Oliveira Sobral, na rua
do Kcieiide.ii. 11, no Kio de Janeiro, mi *
Joaquim Ferreira Mende i.uiui.ir'.io. na rua da
Crin n. .">". 2.- aadar.em l'eriiambuco, um pardo de
mime Faustino, que anda imiao desde o dia I" de
uutuhro p. !>..(> qual lie tiln, da Bal.iae fui all e
cravo.rfo Dr. Vill{, jui/. municipal de Canaviel-
ras UmttjIJH a.iiiii, altura o corfw reular,pnii
ripia a li...|.ar. lem um pequeoli.ao.lr, um caliel
lo. a cabcVeira.ciwluma andar calcado e de ravala
lieofliciaidesaittileiro o rurlieiru, falla um | >*""
vauarowe faubono. lem .nnli.i- ,i- mam com aiioae-
de qu*inaduras pelo lado dan rusia, rosli. romp i
do, o denle da frente meio podres ; be bem ."
idieofdo por loiloa os coclieiros du Kio de Janeiro,
por ter (ralialliado ua praca.

Tr^u., -T. t. M. r. 4. Ferta. "
V_______


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