Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02309


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Full Text
BS>'
msm.
raigo da inasoin^AO'. cambios os as o deiembbo.
nb-crevc-M a IjJKHM por atino, e JJOOO por [Sobre Londres-_7 <: XI'I,
Par,34..
NOTICIA! ISTB.AItOEIB.A8.
qnarlcl i11-" adianlado. o 4$100 por quarlcl pago
veudo, mtcaea 'I" een proprielario, M.Fiaurinia
iirParia, uJ pra^a da Independencia, tis. fie 8, eno
II10 de J.caia do Sr. Joan Pereira Marlius.
Baha F. Duprad.
ajeri Paraliiba J''' Koilriguesda Otla.
\jtal o b Joaquim Ignacio Peroir.
Aiaraly a Aiiloiiiu de l.emos Braga.
Cetra' Victoriano Augusto hoiges.
Maranhad 'i < Ju.tquiin Marques Rodrigues.
I'.ir.r Justino Jos, Kauos.
Lisboa, 9j por eenlo.
_ msTjjta.
OlMM. (llH'.l-- liCs|i.inbul,|. .
MnodiisdcliStoOvelliB*
de6l()0iiova!>
" de i .-< k 1 ,
Prala. Pataren brasileos. .
Pesos eolumnarios .
c mexicanos ...
Arenes do llauro. .
Descuido do Lellra* .
2K>:m a 3M00Q
.....loa 1 "
.....1I.JI10
.....MWOtl
..... 19:W
..... iao
..... issoo!
....'. IOS
.....san!
Pnrluul . 15 de S'ov. Austria .
Hespnnha . 6 de Inaltlerra
Franca . . 8 de a Sui-.a .
Blica . . .*> de a Suecia. .
Italia . 5 de a E. Unidos
Aleinaulia 1 de Htico.
Prussia . de a California
Dinamarca 'Jo de Oill. Cliill .
Turqua . 27 de n Iluenos-A
Kussia. . ! de Moidevide
8 de Nov.
, O de ,
4 de o
31 de Oul.
de a
.3 de
!.i de Selb
16 de
2 de Nov
> *de
NOTICIAS DO IMFiniO.
S. P. .lo Sul !1 d* Nov
S. Paulo : :i de
Minas. Ifi de
R de Janeiro I. de De/.
Rabia .... I de
Para' M de De/
Maranhao 9 de
Cean'. I de
Parabiha. 15 de
Alaga' 17 de
PARTIDAS SOI COniLEIOS.
Olinda, Indos o. dias.
Victoria, nasquiulas feiras.
Caruaru, Bonito c tiaraiiliuns, nos dias I e 15.
Villa Bella. Boa-Vista,ExiicOrinirv.a 13 a 38.
(ioianua e l'arahiba, segundase sextas.
.Natal, quintas feiras.
das da semana.
2fi y-gumla. S. EatevAo
27 Terra. S. Joao ap. e
Evangelista.
i8 Quarln. (Is S.. In
nocentes,
'29 Oiiiiiln.
Are.M.
i" Sexta. S
M.
II Sahnadi
P.
I Domingo. Circumci
Silo dn Senhor.
S. Tilomas
Sabina B.
S. Silvestre
AUDIENCIAS
Tribunal do mmmercio.
segundase quintal.
Helaran'
Ierras esa libados.
t'azrmla
tercas esexlasas Iflboras.
JuizotltOrplunr
sesmidase 5* as Mi horas.
I'nmrira rara to rirel
2. e ti. ao meio-dia..
Srijuittiti cara do ajeas'.
quarlascsab. ao uicio-d.
ZrHENXBXOES.
Novcmbro .'MI l.ua nova as 1 horas, i.'tuiiiiult-. e
49segundos da larde.
De/embco 7 Quarln eresrenle as' 2 boras, lOmi-
iiulio:M>Mguiidosda tarde.
* a 15 l.ua elieia aos :17 minutos e 3:1 se
gundos ila larde.
2:1 (.Miarlo iniugnanle aos 18 iniuu-
tos e 33 seuuudos da larde.
rnEAMAB DE HOJE-
Primeira as ?, horas e 12 minutos ila larde.
Segunda as 1 horas o t minutos da maiiha.i.
i
Os scilliorcs nbsJCl iplims ipn
vano n iiiirr : assifriiiiturn. ili-.f i-
JHarlo iiiclrniii maiirln-lii n.
Usfi/"' ate o ultimo Icrrente
Ute> oit leixnr 011I1111 cin mus c.
ana pura (|ttc seji |>;i ; ;\ no recebe
" qiluiKln pnrn isso os ikroriirur.
Os que nrio qui/.erem coiilinunr
leveiii iiinutlur .siinrteclarnco nt
o ultimo lliv 1I11 qiitirtcl ; lepoia
desae din rei>uluv-selin que eou.
liiiiiniii.
PARTofficial
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedoste do da 34 d sombro do 1853.
iMlIcio ,\fi rfeMMbaW|aldor rlinfe ili> poUcfdf 'li-
/ciiilo que ili-\p S. S. i i "|">i o que llie ptncer t'on-
veitirnlc ;irerra ton i.Mpp.'Inre* le quflrlcio il
Ire^ue/M le S.iii-l-'rci-IVdro-liniir^lvrs, que se
hcImid roinprpliemljilos na IWa do srniroarlivo da
giiardi Mitt'HMi.ii.
IMlo Aojiii/
  • ilirrilo de loianna, tli/endo
    tirar inlriradn li.ifer S. iw. iMtineadn n hacliand
    Jinu Kltiripps Miiis n.nii'in. pai promotor Interino
    il-iipit'll.i roin.irra doran Ip o o/o da linnra ronre-
    did.i M liHrli.irel Jo.iqum de Sniua Keix.
    Mito Aojull municipal da primeira vara, re-
    mrlleiido rupia da inrormari'io que arompanlum o
    a% it> da r.-partiro dn jifira de (i dn enrrente, acer-
    ca da pena a que fui rnndemnado o reo Ludiivmi
    Jote de BoMI, enviaito rio Hio-de-Janeiro para o
    presidia de Kernando em 1850 para all curn'prr
    'nlciii .1.
    IHto Ao commaiidante do presidio de l'ernan-
    dn, remetiendo rupia da-i MhleilfH proferida- ron-
    Ira o preso l'ranriscn lardoso de Sou/a, a qtial fui
    ministrada pelo Kxm. presidJeflfo das AllfldfH<
    liilo Ao ihmiiii, exlglndo qao informe >r rom
    rfleitu se artiam re>idindo na fgrejl daqnele presi-
    tho ilnuo senleiiriado de in,in> COVllunCH, Di quaes
    praliram na nic-ina iureja arlos qur a reliuino e a
    moialidade reprnvain, mandando loflO relira-los da-
    ,quelle luyar. e la/.endo-llnN sentir a iieros-idaile que
    rie ilexeinbro de IK"l,alao reslabelecimenlo do
    inqierio, as divergs pitases porque passaram as lna
    liluicoes ilf-f p.n/ auii- que tomaisern defniliva-
    rneide a forma rnunarrtiica, conceutrararn quasi por
    sr sos a allenrn de luda a Europa e do mundo eru
    em \K~r2. Em lodo o lempo, qmtlquer que seja o
    recimen que Roxeruea naraofrancea.elle decidedas
    inlluennas que por toda a parle leinam no niuda politira. Oaado a repblica Iriiimpha en-
    tre u Ocano e o Klicim, o resto da Europa vive en-
    irei:iie ao espirito revolucionario ; quando a monar-
    cliialornaa imperar.imiuedialamentuopriniipiomo-
    narrliico se fortalece ao nortee ao meio da. no es-
    treno oeste. Desde que renegnu inteiramenle o
    velho direilo, e enlruii na va das rovolucOes, a
    Franca cnnliece um lerceiro s>stcma, que participa
    simultneamente do caracler la realeza e do carc-
    ter -la democracia, e que pela primeira VOS se pro-
    du/iocom todas asauas vanlaiens e Indos w ionj
    iconvenienteii em favr do re-jimen militar. A vol-
    :i dcwe M>lema, que em sua primeira forma lio
    profundamente revolveua Europa, nao podia re.ili-
    lar-se seni cau*ar um Corto alalo na poltica eral.
    O imperio, ainda mesnio quando veste o manto da
    paz, e applica la aclividaile no interior em eufNn-
    lldaroi liilereawN coroprooMllldoa pela revolaco,
    e rio exterior em asseyurar a Europa acerca de suas
    mlenres, represeida semprea Erauea na na inaior
    finca doexpanaloetleilor. O* gabinetes nao po-
    diam por tanto versem emorao a serie do.
    menlos que, desde -_ de ilezembro de 1S">|
    a grandes piam a reslaurarin tiesta furn
    plomacta iii2le/.a. de deiwr caria povo absoluta-
    mente livredeadminislrar-te aosejimodo, de mu-
    dar MMMImliluiroes segundo o seu bel-prazer.
    Se ji.injiiii.i' a \olla dos whigsao poder, a asfen-
    pBo doVi-'l Julin Knssell ao ministerio dos negocios
    enleriores e a do lord l'almerslon ao riu interior pa-
    recern! revelar dis|tosiroes menos amigas do que
    asilti gabinete ton, estas riisposiroe* mo se (rariu-
    liram maiufeslamenle por uenhiim faci aprocia-
    vel. O reroiilieciinentodu go\erno imperial, feilo
    sem ditlicultlade pelos loryes, riepnis de algumas <-\-
    lilicanies sobren Ululo de,Napolelo III, lian rievia
    ao menos provocar aexprOMla do neuhum petar da
    parte dos whigs; poltica lalvez inais hbil do que
    aquella, em que a Rtmta qui/era cmpenliar as
    grande" potencias contiuenlaes.
    As pruorrupares suscitadas pelas evolaeOI Hie-
    cesi\as do novo governo trance*, deado *J de dexem-
    hro dt; |KM al 2 .lo de/embro de IKV> s,lo como o
    fundo sohre o qual se desenvolvem os ac^nlecimei.-
    >m si III
    los med
    do anuo de |s
    nrcupci es que fonn
    da bistoria cunlrtnpot;
    das em incidentes, est
    ral mu dos niais |
    pois que a revolu
    tan
    punen importantes,
    mo n margem essas grandes
    urna pagina importante
    amia que pouco fecun-
    iio be para a poltica ge-
    ihres que se tem atravossado do-
    l |H|H vele crear na Europa
    Todava, na hora em que se prodoila esta nova
    reeduca., dapolHIea franeexa, nn -Mhincie* docon-
    linenle linliam um InfmSO lemivel e temido, cujas
    affronlai hnmllliadorax haviam aoflrido em ikh. e
    que aiiiearavaiMiiiai-llic- provas ialve/. mais lerri-
    veisem \Kr2. O signal liavia par'ilode l'Vanca.
    A eleiro presidencial, que a ronslituic;Vi de ISIS
    fita va para maio de IBSSi devia servir de occasij.
    para una sublevac.lo deimgogira, que se propaga-
    ra depoispor toda a Europa. O golpe de estado d*
    ile de/embro, acabando com a dilUculdale questaopresidencial, removen o perigoque asf
    dlflleuMades inprevblas. Todas aaqeeatget
    i_ I un coti que o valha, que a diplomacia (ove.que
    iituri- j riebaler em IH'ri n.lo saodealguma surto sent a
    .raziara eoitllnuaejio rie qoeateeij tlebaiiilas, ou, para me-
    lle go- -"''r di/er. e*goiadas nos anniK precedentes. Ne--
    la calliegoria enlram as coplestacoes do papado
    com a Sardenlia por on-asi.lo das leis que teudein
    nese |' u/ a forlilirar oelemenlo leigo cusa do ele-
    mente ecelesiasticOa Taea lio tambein as relaroes
    que a sania Se eulretem cit\n a Fraura. desde a OC-
    e.uparao de Koma. as ipues sendo au im-sinn lempo
    poliliras e religiosas, e por issode um carcter bem
    tlelicado, nao cessaram anda de ser benvolas, tan-
    to d(; nina romo de mitra parle. Taes rfo igual-
    mente as lelares da rorle de liorna com a Ingla-
    terra, as quaes conservaran) em IRVJ acrimonia
    ,i que Inmaram diada ISIK. Os negocios da HIOCOS-
    len-i^mem Oinamarca, os do /.oll\ereiu, as alterearjdei
    gabinete de Bru\ellas nao cria al^m rii*n que a in-
    dustria trncela podrsse prescindir desses doui pro-
    duelos da Blgica, especialmente do carvo, que se
    liavia tomado o motor da inaior parle das olIlcinaM
    da I raima, e entrado no consumo ordinario de
    niTiii parle de suas popularoes. Nlo podendo pro-
    longar por mas lem|Ki a existencia da conlrafacr.lo,
    que era eondemnadi pela opiniao euro|>ca, o gover-
    no belga, redondo nesle poni a Franca medanle
    algumas concessoes, espera va fazer esquecer ques-
    tao da ri>nova{ do. lepoisde lergiversaceirepetiilas, c que mais
    de una ve/ li/ermn temer (pie se rompessem iulei-
    rameule s negociaroes, romiuio-se urna convennlo
    litteraria a 32 de agosto. As concessoes fe i I as pela
    Franca vera\am sobre os lpulos o gados rie l.n-
    xemburgn ; porcm, para que nao figfirassem esse-.
    objectos de urna orden lio vulgar ao lado das pro-
    riurr/tes do espirito em um mesnio arranju, assen-
    lou-se em consiguii-los em urna convenci espe-
    cial.
    A polilica do governo belga, desos da assignatura
    desses rious arraujos, consista em parecer ignorar
    que podessi* anda (ralar-se la renovaran do tratado
    de I8|.">. Todavia u galtinetu rie Pars nao podia ari-
    mitlir que os lavores Ihe eram eaiegnradoa por es-e
    Ir liado, livesM'in rieixado rie existir para si, quanrio
    o carvo de perira e os rnelaes belgas eonliimav am a
    ser em Franca 0 objeclu de um Iralameiilo privile-
    giado. Dalo o decreto presidencial do me/ de se-
    esses dona protlurlos Im'Ic<*
    go/avam at otilan, esparando
    ^e celebrarse urna nova con-
    resialielecimenlo desse* privi
    coiiliuentaes lemiam lar qu combaler. O ser- [ 'la riiplomada austraca coni a iliplomacia ingle/.a,
    viro que eate aconlernuenlo |lie<, precava era gran- lorias estas riifliculriaries pertenrem menos atilda ao
    pela immeiMdarie dos
    parado em loria a
    gioes
    gabinete-
    primeiras
    rveram ex-
    hr ni maiilcr-si
    se ao Exm. b>|
    Hito Ao b,
    Silveira, recommendando,
    qur requisilou o inspector i
    la. que trate de prestar na
    las da manila de fOtfflBO l
    iderenefa decollo*
    diocesano.
    Iiarel llrmclerio J
    Parliripou.
    ' Vell
    lade
    le
    oso da
    rfi-n
    de conf
    la lliesouraria
    mesnia lliesour,
    .. que. aegnnri
    a da
    cntln
    i pv|-
    coulas dadas pelo rv-rollcrlnr de dver
    ile liaranliuns, .Manuel (.avalrauli rie Al-
    lioqiieiqiie, S. me. lomara quanrio delegado riaquel-
    le lernio para de*pe/as rom recrnlas e deserlorcs.
    nn mencionado insperlnr.
    inspector da Iheaoerarta provincial,
    nvem as piuvideurias por S. me. in*
    le que o serviro ilaquella reparlic.lu
    dlrer.
    -ommandanle auperlor da guarda na-
    I desle municipio, reromineiidando. em v>la
    te requioilou o desemhargador cliefe de poli-
    Inleiroii-s
    hilo Ai
    rii/.eiido que 1
    diradas, alim
    nao renba a
    Dito An
    do qu
    a. a expedir,
    speusados do ser
    oual os iudividu
    elle P
    le
    ilC msperhi
    lose tle-la
    lesembarg
    IHto i
    neo activo
    Maumd Ju
    1 tiiiero.
    riu t,ii'- srjaiu
    na suarda na-
    to que re-
    s lugares
    rie San-
    referido
    dlupetn
    In
    DRimandi
    or da r
    o primei
    Uas nt .l.'ii-. i! i r i
    o activo ila mesiu;i
    mencionados na reh
    pia, visto eslarem orrupand
    res de quarleirao na fregu
    rriade. <.ommuuifoii-sc
    iriur.
    Ao momo, mandando
    ila guarda nacional Al
    rrieCarvallio e Kulim
    que se ai liain euiprr
    '(Uno regente e nsegundo romo r
    |>ilal brilailico. Conimoniroii-v
    Milo Ao procurador I i se al
    t/enda. para que. em virlude
    crno imperial, sobr'esleja na ;
    roitcedeu provi-Mriameiile em
    'it.i, riimprinrio, (Mirm, que
    lujares em que H fai mislcr i
    i'ipiisiaria, Indicando as paji
    [ira mu lal fin. Hemelli
    rima ao inspector da mencionada Uies
    HiloAo director das obras publica
    n-mir o rertlrkado que devolve no sentido de po-
    to Jlo Iraneiscn rio llego Mala, arrematante rio
    IN.- lauro da ltala 'le Po-d'AllH>, recelier a im-
    p'trlaticia da primeira prestaran, que tem direilo,
    na nraOJo de Irea deeirrim rio valor <'i orrernalac^lo,
    eonforme delermina o arti
    de.e rulo poda medir
    meios que a revolur.io liuli.
    Europa, riesrie Londres, ou antes daad
    as mais remlas da Amenca do .Norte, al
    rao da If tii.i p do imperio ollomano.
    AttJm.O senlimenlo de >ati-farao que os
    doconliiieiileexperiuienlarainavisti ta*
    roiispqueiicias do 2 de de/emliro. alise
    I clusivamenle toda preoccupac.Xo. A mas anieaca-
    da das-laudes puleurias, a Auslrn, aceesalvel |KM<
    Iludas a-suas frnleiraa an espirito de revoluc.ioj.n
    I a primeira e a mais sollieila em regosijar-e pelo
    desfcebo que receliia em Franca a crise rie IK|H.
    Emrjuanlo i l'rusiia fa/.ia ouvir em Paria palavras
    1 de approvaciiu, e a Rala Remo-iIravaiHleiMivamen-
    ! le salisfeila, a Austria feiicilava o novo porier esla-
    nelecJdo em Franca pela remducaio rom que liavla
    aalvadn a cansado todos os itovernos do eonlinenle.
    I El verriarie, apenas loi testeiUUIlIlHrlo o prirnejro
    tmoviinenlotlcsalisfaro, ese Iroearam Rsprimoirai
    lelirilaroes.a rellevao Te/ suggcrir alguns lemoreri
    aos galinetes allem.les e a RiMtfa. (I re^aheleci-
    meiifodafl gelas sobre asbandeiraa franceaa. B a
    VQllaaos antigOS ymbolM rio imperio, haviam dis-
    pertado lernliranras derunquisla. Por sen lado, a
    Inglaterra que bavia ^entilo % i va mente o golpe da-
    do em Franca un rgimen pai I amen lar, e que que-
    ra que o Miubessrm na Europa, posto qu* nao li-
    veieeaoflrfdo lano quantoo cunlinenie das empie-
    zas armadas to imperio frailee/, nao leudo todava
    escapado a urna calaalrnnlio wuitu ii rusia de esfor-
    ros suiieliumaiins. empenbava-ae em enlreter a aa-
    iimiilar as uupiieiaroes aaslm dispertadas na Alie-
    manila.
    tt gabnele da Vlenna permanecin eomturio Arme
    em sua primeira af((liria ; elle eslava l.em longe de
    rie.
    ir te
    anuo rie IH12 rio que aos anuos que Ihe precerieram,
    e nao apreseutam um iuteresse que *eja inteiramen-
    le novo. A nica questao inleniarion.il que na Eu-
    ropa riix especialmente respeHo a e*i anuo he o
    eonOiclo eoiniMrelal da Franca cen a Blgico. I'o-
    de-se todava di/er que tuda a gravidade deaaa con-
    flicto resultava da sHoaeffn croada pelo^olpe
    tailode 1831. Quanloa crise de que foTam |
    la na Turqua os Santos Lugares e o Montenegro,
    uio passa ella de una pliase dessa queslilu rio Orien-
    te, aberla lia l.io longo lempo, e rujo liiu he im-
    p.issivrl rie prever-se. ~Franqueaurin o Ocano para
    ablcar ou as naiai doNovo-Uando, ou as rusias ,u
    velha Asia, ah lamhein veremos antigs flispulas
    suspensas ou revolvidas, a anihicio bem r.iuliect-
    da dos Eslarios-I'iurios, o riesmiirnnamcnln ronli-
    temliro, que lirava a
    os privilegios, rie que
    para a poca, ern que
    vneto conmiercial, o
    legtir*.
    Este Incidente, que can
    agilacjlo, den lugar entre
    Briuellas a Iruca rie riive
    Miembro, emiini de I de i
    qmes se riislingiie a nota
    eslrangeiros da I
    Neaaa nota II. Drouynde
    rom (aula torca quaola li
    los que o govuruo bel
    nina conduela Inbil l
    ni na Blgica una viva
    gabinete de Pars e o de
    ,.s olas de 9, 1">e 17 ile
    illobro rie IH.':!, entre as
    In miuisiro dos negocios
    m dala de 17 de selembro.
    buys ili-cuini o refulou
    de/ todos os argumen-
    empregara pira encobrlr
    duvda, porm eapdoi
    .les-
    feilaparaa abolido doa privilegios juriiciarios dos
    ecclesiaslicos. esleresullailo nao foi alcuicado nem
    causar no paiz profuurias agilacoes. O episcopado,
    quasi inteiro, julgou dover protestar em lermos a-
    paixonadns contra esta leaislacao. Algn arcehis-
    pos, entre os quaes se distingua o do Tdrin, che-
    L'aram ate a prohibir que o seu clero Ihe prestaste
    obediencia. I'ara acabar com a oppoMnlo desses che-
    fes rio clero piemoiilex, foi necessarb recorrer a me-
    didas de prerauro, a proressos jurilcario, que a-
    carrelaram a courieinriacilo eoculio de muilos pre-
    lailos. Diante de resistencias dessa ordem.quc en-
    contrara na applicaeao urna lei constitucional vola-
    da pelas cmaras, o goverun he-ilou em propor ou-
    Iros projecliH de lei, destinados a completar o seu
    sistema rie riireilo conimum. O gn\eruo mosirava-
    a milito em|MMiharioem adiar essas medidar', porque
    ilesde ocoiuecu a Saula-Se hnha inlerviurio na ris-
    puia. eapoia\a com a auloridade liga doclero pemonle/.. Admoesla^oesda inaior vi va-
    cidade forera dirigidas pelo cardeal secretario de es-
    tado ao gabinete rie Turin. O debate envenenara-
    se a ponto dclicarcm inle rompidas por algum lam-
    po as relacoes diplomticas rio- rious pa/es. Ilppuis
    In infeliz, evito que leve a missao do respeilavel Sr.
    Pinelll em 1830. '> cavalleiro Besluii de Samlmv lo-
    ra enrarrrgado em I8J1 de seguir junto a rrtrle rie
    Boma urna nowi marcha, a q
    mais favor, porem a medida qi
    COntraVa iIp ambas as parles gr
    governo plemonleg, julgaudo n
    mais lempo o dewuvolvlmenti
    propon as cmaras nn IKV2 u
    o eaaamenlocivil, concebido
    al
    A opiuio da Europa, que, antea riesse cnuflicto
    eommercial, pareca dbposta a riar ra.ao n Keluira
    centra a Franca, vio-sp obrigada a fa/er juatlea
    moderaran e a equidade rio gabinete crise que alias lirava principalmente toda sua gra-
    vldade da situaran internacional da Europa, e que
    poderia ter-sc envenenado, se a Franca nutrase ver-
    dadeiramenta eases pensaroeiiloa beineoaos, que se
    compr.i/i.iiu em atlribiiir-lbe, terminou-se em de-
    coni|i
    ulule
    irlill
    acabavam
    Hchwarv
    ar as paixoe
    ii desenvolv
    i aggrpwira,
    |Mr escnlar
    mberg, aojo
    sem tleixar Ji
    s recuiMis <|
    que linliam lmelo un I n
    lllo I ,
    raslo e in
    ia liu-
    ii M
    gatb
    nfermeiro no In
    ie anrnnsul invi
    la Ihe-ouraria
    de resoluro do ;
    lUtortsaf&O que Ihe I
    i de novpiiiliro aillo j
    I. rur. espenliipie os
    uctliria
    urqu
    meram
    eo volv
    ' pmvar a Rnssta e a* Pro
    " i interesaos eslava em per
    a ; no,que acabava da reim
    /; Incioiiarias de ihv
    n de ana oaUbelldade eraan
    j lo viven o prinripo Schawi
    " glIO a osle respeilo o impul
    f.' rio. Denols de mm i.....le,
    ,. : renunciando ao espirito le
    I deucia diplomtica que el Ir
    oaa relanies rom o Calilo
    ; que a Pniasia ea Buss
    'omplacenles. O princi)
    spirilo era algumas iez I
    mais da ser penclranle, de
    ii rara iiilelligeueie C
    nuodoMeico. as pcsniaiuTji hespanhoias de Cuba
    sempre ameacailaa, a mala ao Meto-dla as revolu-
    res de Buenos-A\ res. quasi un mestiit ponto em
    que as deixamos em INJI, a guerra da India ingle-
    la ruin os BirmlW e a expedirn preparada tos A-
    merkanos contra o Japlo. Ilelinilivauenle em iie-
    nhuma parta dos dona mundos apoarece algum acun-
    (ecimeulo imprevisio, algum mcideiilo que possi
    ler um lugar Importante na historia, salvo a crise
    do Imperio ollomano, na qual a Europa pode ver
    a dos pprigos que auiearain nu ludi-
    brio leirilorinl, e o curioso aspecta-
    ereu O reslabelcciniPiilo do iuqierio
    lis da um abalo 1*0 profundo romo o
    seus fundamentos as mais poderosas
    europeas g occiipiui no esparo de
    o mundo ioleiro, a poltica evperi-
    zemluo de \H>2 pela reuovacao da conven
    IKI.'i al i cuiirlusn de UOVO arranjo.
    O eatado ri.i Italia, sem provocar Incidente
    MS rie mover profaldamenle a O[iiniao, n.
    rieixado eemhirio le npreaentar mu iuteresse
    laneamrute plillnaophico o polilien digno 00
    lempo da allfiic.io rin pensador e do di[
    lula rias ideas CSlholfCas, encarnadas na
    Ira a liga doproteslanlismo e do ranoi
    na seiupro o traen principal ilesta siluai
    ao rie
    capa-
    i ion
    nae smul-
    i ao mesnio
    innata. A
    greja, can-
    liaino fr-
    dianta i
    la.l
    urna nova pm\
    ro o -en equli
    rulo que offei
    fraucez. Ilepi
    que agilou em
    das Mciedarie-
    qualro aunas
    menta romu II
    iij.ni i iirocun
    denols de lerer
    das npiiiocs.
    i leuqi
    i rep
    de Ir
    ISO,
    serv
    lori.
    de de
    Estado
    lilorao
    rao
    lo aroil
    leiilam-se
    rie expectativa.
    - se lemliram de qm
    uibro retumben em i
    -I nidos, onde oaoi
    a que -e BSaOClOU
    goas.
    don
    pele
    ni ui
    ualure/.i
    ians de esta
    flux e relli
    , papel da
    ilo rie 2
    qu
    o inaior
    erem uuiriasa
    i eventualidad
    mais terrivel
    iliu-ao.As-.iine
    los
    cque
    i/embci.',
    II que elli
    uahlnel
    Iniciativa
    bavia s
    ite de S
    H|ll
    Idnpe
    s qur
    julai
    >pia
    r idnea
    ,io offlel
    pi
    a Ausl
    llutliavlada
    de Vienna
    e rie inriepen
    islenlado en
    IVlersburgo
    orins Itil-o
    a pouco no
    a-Ios mleira
    parle alguma |
    jirofunda, romo nos
    I rauca, espcrialmenle na Bol
    que a Franca se agita, a Belgi
    primeira que senle o eonlra-
    rem a sua pMirdo geograpliir
    rinde tuda fraure/.a. Destavex
    entregaran! a grandes exceesoa
    rod me/es, nao se falln na Belgi
    grandes potencias
    arranjo*
    iiiesiuu nos infaustos das da inlorveil
    na IIiingrin, acabou por entrar pono
    designios da Russla, sem todava abra_
    mente.
    Esta alliluilctias lrPsprinripaespolenciasriiron-
    llnenie nao se mauifeatava >*>* por vagas uquie-
    lactes.....inguem pdda conhecer-lbe os signaos ofil-
    efaea enflu nu riia, v\u que u Imperio foi proclama-
    do. Na Inglalria. os espritus seguirn) lllll iiiuvi-
    ppi
    :m da i
    provincial
    ment
    llanca
    que Y.
    da al I
    lirada
    rio foi
    expbi^
    Osen
    parlii
    devfa
    tiam r
    anca ;
    ilo
    Todo
    olhid
    e i i
    Fiarlo ir
    JKIi. tauumiinicou-se llrcsourarin pro- Palmerslon.o qual
    ^ll
    rl
    raen
    al.
    Porlaria .Nomeando o l)r. I
    'i, para suhsliluir ao serrclarii
    iene publica, l)r. Alexamlre
    i.imiio, que obteve dona uie/,<
    /eram-sc as uccessarns romnuiu
    Hila Ao riireclor rio arsenal
    indar aprumplar com brevidadi
    "leiidospara o oitavo baJalhio
    llavia
    ncaba porlMtei
    na pussihiiidari
    lo-francei
    se lembrai
    do nutro l
    eclivas, qi
    loi
    ido pela
    lado
    descon
    unos de amlxadc
    le urna renovara
    inda ha pouco lo eri
    |ii'- o golpe de esta
    por mu.
    niles
    Ion
    abil
    narn
    da i
    le a
    de
    Firmo \a-
    inmisNlo de
    lia Pereira
    licenra.
    icc's.
    de guerra, para
    . alim de erein
    ile infanlaiia, s
    I qtiar
    . \e/e
    Iralrira
    imnresaoi
    pai/,em
    ronherer
    de/euibr
    fui oflirialment
    whlgS, senao pe
    cllmente podia reoua
    que sp hnuvera DOSt
    ri
    lo ria M
    f nao ronheriam
    legorio. exterior
    :o uso rio porier por, con-
    j seguir sen Anas luasproprlas
    ala quasi sempre impor au
    Europa, tomou sobre si o re-
    [overno nasririo rio golpe rie estado de
    lesla ve/, porem a sua polilica peSHoal
    lesapprovada por seus collegas
    idhesibi que elle riera e quedifli-
    pela pressarom
    irston foi
    : rom a Hu-i
    I ra no intuito
    Antuerpia,
    ra oiTerecer
    ao de Invas
    F i/iam-se ah
    des Irabalhos
    o parlamento
    da em que um
    teira
    detla
    lomo i
    linead
    Belgic
    raclicii
    leulavi
    lod
    |
    ni -
    nlei
    tul
    orri I' dn
    le lo ilaiot'iiio e mais objectos mencionados
    pedida que remelle. Partcpnn-e ai: Exm.
    ledenle rias Alaejoae*
    Dila [Someaiido, de conformidadecom a pro-
    nsla ri< riesemliarsarior rhefe rie |>olcia, no cid:nl.io
    eriro Ferreira di Silva, para o cargo de segundo
    ippleule do subdelegado iU fregue/ia ile Ouricnrv.
    Iila Demilliurin, tle ronforiiudarie com a pro-
    osla rio desembargador chefe de polica, ao coro-
    <*l Jos (,a\alfaiiii Ferrar de A/everio rio cargo rie
    el cgado rio Pernio da Virloria. e nomeando para o
    aterido cargo o barharel Fraiirisco ilu Sou/a (.ir-
    r lama. Coinmuiiicnu-se ao mencionado rieii-
    ubargador.
    Elle
    era <
    da I-
    lia.
    ii m
    o golpe de esl
    ida a Europa ealu nos
    u nos partidos una e-
    inesmo governo, Em
    tocao fui U viva, l.io
    nos naiiea vi/uihos d.i
    . indas as ve/is
    te naluralmente a
    I"'i a......ipie-
    e a sus nacionali-
    lavia os Belgas se
    iedo. Por espa-
    lo de .....
    teoras, tle conciliarau
    teretos rom a luglaler-
    poC a alvo a Independencia do pai/.
    nieo punto que parece adaptado na-
    i una reslsteneia armada no ca-
    objeelu da mais aoria altencAu.
    mais uu menos nalenslvamenle gran-
    preuarava-sa nello mu refugio para
    le Bruxellaa; annonciava-seojueno
    Idado Irancei frauqueaase fron-
    s os pnrieres se relirariaiu para a ciria-'
    Vuluerpia. esoltariam a intuid icio em
    i, alim de dar lempo aos evercilos dn coli-
    lla Inglaterra de eorrereni em sncrorro da
    Aluda quando fosae fcil perceber a lado
    sia agitarn, o go\eruo belga nao se con-
    m nutrir em iBenefo os hus temores; el-1
    uupra/ia-se em iniciar a Europa
    le suas iuquielaees, o por urna ,
    tu, julgaVH-SO obrigari a dlvut-
    em suas relares com a Franca, !
    menos rom una dure/a que nao '
    iis seulimeulos
    A Santa S ve levanta
    lempo O espirito moderno, repres
    uuaaula pelo Pimonle, a a refui
    pela Inglaterra com a forra di
    propria lesla nac.io. Em preseiic
    migos, "o papado neressla de loria
    sua polilica MUjai e de toda a
    da fe.
    Quando se esluda o carcter essencial da rara ila-
    liana, he imposslvel dexar-so rie licar impreaMona-
    iltl pelas disposices ualuraes, que a prcriestiiiavam
    enlre todas as uaroes europeas para recebar o deposi-
    to do calholicism. Haca essourialmente rellgiosa.na
    si ao mesmn
    i rom relia
    representada
    I vontade, que he
    i riesses rious m-
    a prudencia de
    lirmc/a paciente
    fui aeothida rom
    se prolongava, en-
    andpsdilliculdides. O
    i.io peder dillerirpara
    da legislaran de |Ki,
    a projecto de le Nbre
    i'gillldoas ideas doro-
    digo franeex. Este projecto nada eneerrava que DO*
    riesse pacflear aa ilesaveneaa dlplomatlcn que dl<
    vi.tiam a Santa-Se e o gabinete rie Turin. Boma
    sollou in vus gritos de alarma, riesenvolveii.lo lodos
    os recurso-, tle -uu dialctica a loilos os seus meios de
    nersoacao para obrar sobre o espurio do rei, sobre a
    lei e sobre a opiniao publica. Desla vez o papado
    foi mais foli/. do que no uebale sobre os privilegios
    jodiciarioa da igreja; elle soulie inquietar a rone*
    ciencia do Joven rei i opriijectodolei sobreoeaaa*
    ment civil, encontrn nn senado iHhleuldadea que
    Ihe liraram a cerle/a de um evito lal, romo o gober-
    n o eoncebera, e Ihe occaaionarnm um adiamanto.
    Bate lempo tle rospeiisAo, sobrevimlu-no inaior ar-
    dor da lula enlre a Igreja eo espirito leigo, be por
    ventura nutra causa que um armisliro ? E depoid
    de um inomcnlo rie re[iouso, nao v3uasdUM opi-
    iiioes achar-se em antagonismo com nova vlvarfda*]
    del Se paiarmw em revista todos os obstculos que
    se Oppoeni a um acconlo serio e duravel enlre essas
    opinioes, devenios' temer que naufrague lodo o en-
    sato de coiiciliacao, uu pelo menos que nao faca se-
    llan meio caminbo. Antes to Pemonle prcrlar-se
    mbitamente nas vas do liberalismo, percorreu-as a
    Franra sem adiar um terreno intermediario, sobre o
    qual os dtins svslemas poriessem dar as mos e Iran-
    sigir. A igreja fui vencida, e ripsa|Kissaria ria inaior
    parle rias gratules posipops que orrupa\a antes da re-
    volu^ao. I>esp0|ada de seus privilegios temporiles
    e de suas vastas posseadea, ella sacriiiruu sua dn-
    ela n gabinete inglez mo devia allribuir a si o mri-
    to riesle arlo.
    M. Bulwer vollou i carga sobre outru terreno.
    P.lle (ni/ eulreler o cardeal Aiilonellt rom a situa-
    ;flo ria igreja calbolicn n Inglaterm. O mu fim
    pareca ser insinuar ;i Santa-S, que se ella su le-
    muvesse ria perseveranea, com que levava u surces-
    so olilirio em l'il em Inglaterra sobre a quesldo da
    hverarchla ercleiiaslica.ngabiioerie Loiulre-S por
    sua parle estara promploa faser divei^sconceiw>s
    a igreja ria Irlanda. O cardeal secretario de oslado
    responden ern substancia que as Igrejas calliolicjth
    iU Inglaterra e da Irlanda achavam-se aclualmcnle
    em um i posicao 1,1o fnrle. tao felix, e liio slidamen-
    te asentada na opinflo, que nenhiitiia necessidoile
    Itavia de Imnsgir rom oanglicanismo. Sem repe?l-
    lir as boas iulencps do gahiuele ingler, u saulu pa-
    dre uno julgava jiorlantodeversollicila-las, e muiln
    menos consentira em compra-las |M>rnces4>esqua
    no seu poulo de vista riugmatico seriam mnilu pun-
    co dignas ila omnipoleiicia moral da igreja. Assiru
    foram calhegoricamenle repellidas as propcslas da
    Inulaicrra. O papado go/ava de mna maligna aa-
    lisficcfiu ni-sas represalias, que vingavam sobre o
    anglicanisinoaosaggravoscommnns, que soffria da
    revolucau o rio |trolestanlismo. Olanlo que>|j
    rio estalielecjmpnlo rio urna legaijao brilauica em
    Boma, o papa hv declarar que nao Ihe riaria o seu
    consenlimenlo, sem que primeiro fosso revogad o
    bil, que mo admitle rom represenlanle da Santa
    Se em Londres, se no um asente secular. Desla
    sorle M. Bulwpr nm> retiren de sua missao em Hu-
    ma se ii,io um completoriesapontiinpnlo.
    Se o papado usava assim tle represalias para com
    o protestantismo pelos ataques que Ihe diriga na
    Malla, (inda lambeffl sabido reagir, dentro de catn
    limite, contra o racionalismo ern Franca, que be o
    sen proprio Topo. Os perigos sociaes que esto par
    correr em IHiM, n importancia que se revelara nos
    diversos principios rieronservarao que eram os uni-
    ros quprielinhama riissnlueao ria suciedade, haviam
    lia/jilo, a sombra ria igreja calbolica. miilas polih-
    c.isalpmori^ailas, rnulas im^iii....... siibilamenle
    conveiiridas. Esta re peo lina muriaura da parlo
    iuslrnda ria soriedade france/a pare a igreja mo li-
    uha um raracler muiln profundo : todava o clero
    sonbo tirar parllo riella, com urna prudencia o uu-
    sadiaquemerecptn ser nuladas. A corle de Boma
    favorecen vivamente essa cvolucao do pcnsamenlo
    francp/.diiutlo aomesmo lempa n impulso e a regra.
    Em \k\2 desvairada em um memento por urna pole-
    ' P
    se urna porr.Wi
    r 11 n j i
    an
    dir u
    spi.il.
    Laucad
    parar u Piei
    nao he |H-rmi
    Domo teiin
    um papel mi
    mas avldenl
    rerra o piole
    casamento.'1 ronsenlo em ceder o pas-
    leigo un arlo essencial ta vida social,
    niesmos desvoseerrosque a Franca.
    flonle em meio to ramiubo? Quasi que
    Llido rre-lo.
    s dito, o prolestanlismo tem lamhem
    virissiiudes actuis ila Italia. Por
    s que sejam as conlr iriinus que pii-
    lanlismo. nao he por isso menos eerlo
    qual ornllotl
    rente desde o
    nos lempos mi
    desenvolvlinei
    rular dessas p
    Igreja cjiIImIi
    Europa oralli
    fundas to que na
    penelrado mais n
    ma parle cmlini l
    mais siiccesso hm
    "-''..... Opuv.
    Mrili.i. el -.....11*
    senrja ilesaas gran
    ja nos deslumhra
    liojc reapeitados, i
    etti- um presllgio
    sobrenatural he ui
    lempos mais. rem
    darnos, oprlvilegl
    lo proriiginsn ila
    ......... solemnes, qu
    *, Por isso. em ni
    ilnisnio tem laucad
    na IiiIm ; em mu
    i.....nptrilo 'las m
    lalrarileionerseve*
    los ; ella l.-m litio,
    de recebar de um
    re, o amor parll-
    i* sjio o raracler piihoina parle da
    ra/es mas pro-
    uuia parle, leui
    as: em nenlm-
    n rpsisiitlo por mais lempo ecniu
    laques repelido* rio peu-ameulo
    latan, riesrie o Pemonle ate a
    promploa rumimi
    a nolemuidades, c
    o!los. Seus -ai
    inca deixaram ile
    uleros,
    impre prestes a ajoelhar*
    locin ana, ciimpru reo
    do alguma pertnrbacao
    nh.
    dianl
    A
    cer is
    ver-so em pre-
    un que a igre-
    iTiintes, anda
    exercer sobro
    4..... ."""'-''
    ma crise re\o-
    rrr, i prui
    i mas fcil
    do que
    tloulnnas
    que elle lie nina forma poderusa >\
    chrisliio. o bem se podia
    nli ni.i enlre os llaliaun
    o radicalismo racional;
    profondaanenla agilado, i
    bastar cale meio termo V
    \ando de cre nina par!
    profesaa, pedema nutra
    la, nao lie ao proleslanl
    nao param em meio do
    procurar 0 que a religi.
    proleslaulisuinuao linu
    a declarada ao papado [
    re.tiea.ladoi........i imwewB ap
    mulla iitii......... Pkunonla.
    donaloiantiam lnibitmiten .1
    aniiii., na Toscana. lenlalh
    raluiabaincnlo em (HJ. A
    lora, peloii miaoaario. ilaa
    lu-l.....rr.i hu......m onlinarl
    I"
    i'iiiniitl
    iii ja "
    |.
    linio i
    lilil-
    (n'ii-,1 ii.ii'.i
    icira vi.la, que
    ..... 'i" qo
    iroin. lao
    10 |ipilrria
    M i's|iirilos. -l.-i-
    i iari'ja rumana
    i <|.ie IIip. lal-
    iliriaiMii. Klli-
    ilii. philoiopbia
    aopodednr. ti
    nvo na vuer-
    Se ello lian
    iveia. Rsahoq
    reprawnla-
    inlca paratloul a irrilanu-, ilmnnili
    ila iarrja ile Franca qaaai ainsi.r a prioeiploi ile
    .Mlinnnliiaiitiijii.i.l.is ,. scnlimpiilnsilc iiilnleraiiri.
    I"*' "' ""i1.....1e lempo, Idiina jnluuu koiii es-
    plrllo tiOMConteauttMiM i........;i. ife -.-..,.-11... ,,i,--
    erro), naba madarar arder iotampeMIvo de wd-
    *.....iiiiiiileailm que. par um lelo temerario,
    eemproanlllam lodo sucre.,,. ,io< dou. annus ara-
    eedeiila. Oiucrdo(e((rinenqae preteniam
    -it nuil iillraiiiiiiilami> .In que o papa, reccherniu
    1.........Iverlenela, rom aaqoaai se llana i hmatmai
    inaiiina ilu> banal de Franra, a com ellos o son
    clero.
    Ve-sen.inn na Knrnp.i i'iiiileni|uaue.i os espiri-
    Ins lliirluam im-essaulemenlii da nina para Boira
    olea, nra liaMBMndfl a pliilosopliia, liebeiuln soa
    lirrKW. lamido revnluroescmmu noinc, ora n.l-
    tamlii rom arilur para os ensinos Iradieriaoaa. da
    iareja, ineliiiamlo-se deliaixn de sua aalhj. e pode-
    nca autoii.laile. I m.c.iii iir.inde rusto chegando a
    repootar nos meios larmoa, aao aoellaiidn au
    lr.nmacr.lt. de momelo, tanfo para precipilai-sB
    '"-" <"" "ova. cmllii.nes. ni ll i las ,e/.c lempe-lilii-
    sas, enlre mil eiiolro etlreoii.. Tal lie ennsequen-
    eia docladiiiiidecisu em que ,l,.|.lle,em as eren-
    easdesse lempo, eila perlurliar.lu que oanuWMlia-
    .....eolrua plulosopliia aaiareja tem I.-........I nas
    ""''.....'ias. Ile.iilliiu llalli orna.iiiifii.,io inexpri-
    mivel que bem ile pressa iuva.lira a Kutnpa o i.
    mandoquwl iuleiro.pu que boje ir. povo, mu.iil
    iiiaiiii.saolalvein iiniiiseni luda a superlicie di.
    globo, enlre imquaes se ala enii.ntra i
    lauuuUmo. Por loda a parle acbain-
    rlinsl.ia. enlregue. a e-sa lilla de
    dilacera rimullaoeaai
    sino an-
    ta aci.es
    principios, que
    ule as soeierlades eas iulelli-
    '..iji
    I. e Ir/. Im ll
    am ala
    .111-
    tao i.ii
    i.'m iin
    menla devolada
    11"
    de
    i palas
    'I'"'
    rollo
    in ,!
    de
    dilles, la
    de
    pl
    n per
    Hile
    i I
    Igreja nm
    l. I *.....
    reo em l,.,l
    rttra
    qu
    ,,!., qu
    lllll ll
    elha Kuroni
    llhl
    al"
    Ulll
    i i le
    ide
    ii'i-sil
    rtuile
    iipele-llie cxrlosivaiiicnl
    nu comill-
    as al en-
    ls crenras,
    nsiscis
    UM uas fiir-
    anlaiile da
    s ... senlidii.
    mlira, nas
    i.sas renies
    leio a urna
    laliiilu.....i-
    moMoule......liri-
    ia. mai. iJi.uii.i.l i-
    a Italia, (oiuaudii a
    lem pnr i..u dei\a-
    itluriie. que a leein
    ules, e quasi que M
    ile suas iigilarcs de
    INwanda proledaiile. I
    carregado a um ealalajail
    lou-llies .....a rondeilltll
    I"
    ilredii
    11 adir
    liiiiun
    a. dlriaia pe
    erlamenle propria para a
    rauca, un cdsodeMrem b
    ahm
    antiuo, -.
    i porlanlu
    (oao, por
    propriw
    de muid
    ii i......Ii.n
    inlefa-
    pur abalar a Kuru-
    , IradieeOea ouli'ora
    lia Italia un guipe
    s.o que fui dad,. c<-
    naiisdas populardM
    I n
    lis
    uiun se preleii-
    vuiila
    ""'.....
    hsias di.pusii-es eram mull
    graudiH iuiere.ses de nrdenl
    em disrus.'u. enlre ambii. us |
    EXTERIOR.
    OS GABINETES EM 1852.
    Quadro da pollllc. jaral
    Kurn|ia o o gnl|ie de estado.Temores ila opiniao
    IM blgica. llesa.eucas c.imiiierciacs com a
    I ranea.A queslAureliginsa entre a Sardenba e
    .. r,',rle de Koma.Fropo.lH. dlplnmaliras Teilas
    pilalinlaairelaiiba ao papado.I'rujeclwdepro-
    paganda ralbulira na luglalcria c na Allemanha.
    Iraladi. relativo .aaeatnan liiiiainarquera.
    Kivaliilada riimmercial lia l'rus.i.i ,. da Allslria
    na queslan dn /ollserein.A lln-'ia. a Anslria e
    i liirquia na quesillo dn Montenegro.SolurAo
    !u debate i,Lilis,.....s Saoliw l.iiL'jie.._|leslabe-
    ''> iinenlo dn iiii|m'i.....r.roiibecimeiiln da Kurn-
    pa.iNdiiira iavaaora do. Ksi.siins-i ui.iu-.o
    iincriraiii.mil e a quc.l.111 de Cuba.A uilerven-
    can dn Bra.il ih. Prala.A Inglaterra e m Ksla-
    t"-l nidos ii.i Asia.t.uerra doa lu^le/c. eaalra
    ' Itiiinaas.K\|h'iIiij.ii americana a,. Jap,.___
    \ ilu.Kan da Ffaaea de.de o gnlde de r.l.i.l.i de
    iespedidn pela taiulia, labre pr.i|iusla de lord Jobo ,
    llu.-iil. e a i.piniaii ingle/a. lAn lavnravel .,polilica I
    muilasvr/.es inisada e sempre palriulica de lord Pal- I
    mentn, peneo falln deque abo envolvaaw na un
    piipiilaridadedn gnl|ie ileesladu o nume dn infeliz.
    lora. Pode ser que n nnlign chafa do l'iirrintj llf/i
    cr nanroiiseguisse escapar a essa inipopiilaridaile
    iinmineiile sean l'aMircrondo, quaolo pode, oniovi-
    menlo qiieimpcllia ludo. 09 eapirilo. a por o pala
    em o pede una reapeitavel defenaivi. Seria dilli-
    cil determinar o penwmento, com que lord Palmera-
    Ion, o cwal dera sua adbesae polilica do golpe de
    eslndo, se assuciava alguns mer.e* depnis a urna agi-
    lactii, cujn lina principal era proteger a Inglaterra
    cnilra ii |ierign de uin.i lealallva feliz, de algum no-
    vo campo de llolonb.i. lie naarivai que o lampera-
    iiiento eaeamilmanle betiieoeodo aabra lord, en-
    lllgnaa na crearan de nina milicia muliil um meio
    de fazer a guerra de acrordo rom um governo. em
    que .iippiinbam-sc dispmicnes conquistadora., nu
    enlao nm rcrurso para o raso em que es.e giiverno
    pcnsa.se em collar cintra a Inglaterra ns prbjeclos
    de riiiiquisla, qoo Ibe iillrilioiam. O rerln parm
    be que a npiuian uigteza nilosollirilava a tustiluicau
    de una iniliria neniln por mu seiilimenln dedcscoii-
    liainja conlra o governo francez.
    Todava, este senlimenlo niin cnnservoo por mui-
    ln tempo asrnna. aDailon&daa a acrunoniojils que
    toiaira an principio. I.ord l'alinerslou, despedido
    por lord Jobo lluasell por baver sofregamenle a|i-
    prnvadu a polilica Inaugurada em Franca a X de de-
    embro, fez Sabir por suii vez a Inr.l Jiilui Knssell
    e todo o gabinete 'vbig. que un rninprclieiidera an-
    ana largameiile a crearan das milicias uarionar*. (I
    gabiuole lory, que llw siiecedeu, escolbeti para e-
    crelarin deesladn dns negocio, e.lrangeiro a lurd
    Malmeshun, nnlign amigo particular do principe
    l.uiz Napnleo. Ikwse dia em dianln a pi.liti, .i dn
    gabinete ingle/ para mm a Franra foi mala amiga-
    ve! duque nunca o bavia fMo. A impreii'a brila-
    uica rniilinunva a tallar cniu pezar da- lilti-rdaite.
    parlninenlare. que linliam succiiiubidii dn .miro la.
    dn do eslieilo. puii-in n gotern praliraia -em re
    -.-i \.i a pulitira Imitas ver, priirlainuda pela Hi-
    para lamentar: pn
    i.iii-i i.il .e ncliava
    . .izes. o Iralada r,
    inmerciii deagoilnde Wi'i eajdrav.....i agu.lu il
    IK't; seria elle renovado Daade mullos aum
    que a Franca raelamava a invlolabillilatle do direi
    le propriedade lilteraria ; ella bavia celelirad,
    doiis
    anuos
    esle
    i estar
    riavain
    nal ; ni
    i.-ilo belga aus
    .....l'pre..io ,1
    gr.uc orejan
    /as *.' Toda. c.
    rer do anuo di1
    siluac.io que ni
    raiAO pira retv\
    sem dessa iulluc
    * poieuria.
    .ag
    i.l.i
    qu
    convenibles que
    ncilo inleruacio-
    i. impcllir a lia*
    s. alim de obler
    a o. mal.
    com van
    lilaila u
    ia pois delennii
    .cus uliimiH exlr
    tima Induslria
    i a Impranaa a a lin
    i. riiu.as deviam debaler-se no e,
    IK1J. deliaixuda inlliieni-ia de ur
    .o deivava de ser delicada. Ilai
    que a. uegiiciac es se resenl
    e por mais lialul, maiaaagl
    le
    aaiie,
    ivcl
    i, que
    cha
    el a
    en-
    e mais lorie que a HeUca seja nrdiuariameule
    sua polilica eommercial, ella llnha lodavia Inlerea-
    se em poiipara. susceplibilidadesila I-rauca, a qual
    sobre n eapilulo da propriedada lilteraria llnha n
    dlreito de impar seus principios, por vontade ou
    parrara,, e que tus conleslace. relativas ana ou-
    iio. objectos da comiaerclo, poda fazer orna guer-
    ra de tarifas, que nao deixaria de Ibe ser damnosa.
    porm que o .cria milito mais para limitas indus-
    trias belges.
    S rom alcana difflcaldade coaieanlram n dooi 11
    gabinetes entender-so sobre nm dos nbjeclos que es-
    Urvam em litigio, a propriedade litleraria. O go-
    vernu belga, ubederendii pressAo de alguns mein-
    bros \\ parlamentn inleresnados nas opea^cs da
    cunlralacrilo, besifava em sarriliear urna explora-
    ran que seus ifefensures r,iusider.vam i-nmn urna
    induslria nacional. Lile itn quena peln meniis fa-
    zer o MU acrilicto rusta de compeii.acf.es bemde-
    Dllidaa, ,\ qiiHtAn da renovaran do Iralado IHi.">
    devia sipnr si complicar esla dillb-oldade. O pedido
    da renovacn parlia da l-'ranca,que liaba necaaaida-
    dadcprot-rciln para moilos deseos prudocl......ipe-
    rialiuenle para M viuli.is.sedHselanilirio., A llelgi-
    ca, cujas principies iii.lulria.,n rarv.io depeilrae
    ferro, se arlwvaui pralethla
    iiidepeildenleineiileda......VI
    inenii. do que a l-ranra na i
    pliiloKiphl
    a pi-iiin-iila ilal
    dobla, de lima
    transalpinas, en
    das revuliice.. A
    vado de -cr, desde
    na. em que le alai
    que circular
    sua iu.pirac
    doil, beber em .i
    guiad,, em suas ull
    poderla dizer. ipi
    mili a IM7.
    Uva do mvil......lo qu
    p.i inteir.i. ti eapirilo
    iimulavris. recebera
    deuiasiailainenle pi-l
    piiiilaiieaiueiile pela
    italianas, caininliaui
    centro das licOaa dn racii
    Assim a religinsa Italia torno
    coi.elbos da revoluran. O prole.lanlisini
    scenln \\ I nunca piide ennseguir fazer In
    parle alguma da peuiu.iila, julguu favorav
    casiAo, |iara relimar leotalivaa que ale enlao ha-
    viam .ido sempre vicliirinsarnenle repellidaa. A re-
    volucAo que, por mais exclusiva que .eja, ll.tn dcs-
    preza neiibiim c.uxiliii. aeailou o ciiciirsu qileu pio-
    Icslaiilisimi Ibe olb-recia sobre es.a Ierra elaadca dn
    ralbiilicjsmo. Tul euiillo Iraballiaram de accordo
    para abalara papadoc destruir sua aulnriilade nos
    muros eslados da Haba. Eslas dual forras, cninn
    lo los .alieui, se persnnilicarain em urna grai
    llueiiria dipl.....alica, na Inglaterra. Bliaa i
    rain de frente pala n liincuiumuiii a que asp
    e a bisluria n.in as lia de separar. O papado,
    lado, atacada por es.es dnaa inlniigo, qnll,
    mo lompo arra.lrar o proleslanlismn e a rev
    No mean momento era que. salvo dn. parini
    vnllicAo pela alliaiica do. -randes gabinete
    canille da Franca, acabava de entrar nn Kuin
    papa inmava de novo a nlTeniiva conlra o proteatan-
    lismn restabelerendo a bverarebia calbolica em In
    glaterra. O prnlislanlismoee espirilu pliilnsoplii-
    en acudiram proniplainenle ao combate, O germen
    de llIII e de milrii, ilepn-lu snlire o.nlo da Italia, rc-
    beniira abi cm favor da revuluco de IKfrl, e l.nn; ,-
    ra folies raiz.es, sean no meio da da pennsula, on-
    de as imaginariies san esencialmente movis o iu-
    'oustanles, ao menos nos |iequenos eslados do or
    doa iin-ii lento
    que causn ii
    testante, o.
    igrejas lel'oiui
    fazer juuli
    .a I
    i'laiuac
    riiriu.us de
    na profiiuila
    inenibro. mu
    adas da Fiinipa jlilg.
    do grao-duque de Ti
    nllerliv
    ilo
    i em favor ibe
    principio da Menla,le il
    o,, comeen de 1833, para dar ao
    lima prnva de ami/ade, foi que n
    cutio am cancoder una graca viv
    pela opimau publica em toda a F.u
    mi I
    Va
    as que Hiera
    li.inliui, indas eacrip-
    aociedadea biblleaa da
    ii eiupregado pela pro-
    uiti daase genero, en-
    e sua innlber. iic.-ure-
    rigiuo-a, que be mu
    la de |iriiiri|iin.. .
    ;iio in. mundo pio-
    ilas divanaa
    dever a-ua
    na luna re-
    coinlenina-
    cieiicia. Su
    tele franrez
    'tuque cou-
    ollicilada
    -enca., eque taller. uAo seja a cansa menor do ....
    Ir-"l'"'|i.....nlo actual dns caracleres c dns talentos
    rm Inda a Eurupa. ,<<>ntinuar-ir-ha.<
    INTERIOR.
    ules
    ln
    Pan
    lie boje
    grande (esl
    de, e alada
    ule
    Se, nu que diz re.pei
    Ii.un, phinawphlco, a Franca d
    rom., a can.a primeira do. mo
    a Italia, a Inglaterra pode reive
    Ilativa, da pnipag
    iiiilar n-eiiiliaiac,..-
    opi
    IllM
    . le
    liiladeil
    vieraui au
    ti.....iinpl
    bar com ,
    legeropai
    que todo.
    quiz. alent
    mu prnc
    lamben- n
    .: piiii-n
    pelo penal
    papado, di
    geni.
    Me .abi,lo que u g<
    rom a .aula Se relar
    suidas: elle nao leiii
    garios nem enviado.
    . A llanca, c
    iblica iioii.in,i
    aira nnvn. icri
    iniiiicle. ana fu
    ora suas propriai
    eauaaram a igrej
    progreawl do radica-
    nnsider.ida
    ipio agitara
    ndicar a rc.poiisabi-
    mda proleslanle que
    de lima .iluncauj
    arrcgaii lu-.e denca-
    i ciinliunaulii a pru-
    s.cnin nina lealilade
    adu. a reiimlierer,
    s miloa o mal que
    a Inglaterra den
    gnus |ia..u. par
    esMa pas.o. .im
    nenia He crear
    que pelo desejo
    pproiimar-M da -anta
    s piuecerain inspirados
    novaa diiliruiiiades ao
    Je Ibe retuler liomeiia-
    vernn britnico au enlreleni
    . diplomticas regulares ese-
    m Rama ancarreoedu do ne-
    nas um .simples comal, cuja
    CORRESPONDENCIA SO DIARIO
    DE PERNAMBUCQ.
    hlba 23 de deiembro de 1863.
    anie-vespera de reala do Natal, dea
    a do clirishuuisiiio, na qual a anligui.la-
    O ineu sempre chorado lempo, aclria-aa
    do galla. |iu.suia-*e de prazer, ,-......lia -., mtssa do
    gallnansiiar da meia-nuile, mam que, para inini.
    anda que tesada fosso pelo met viajarlo, tliilu mais
    magealade, mala ncelo, maja, njoaei se bem o di-
    ga, linale, do que a snlemne lela do uragn, do que,
    anida o direi. a |.....lilical. que assisli .era cu li
    rapaz un inusieiro beuedirl...... ruin rincoeiila le-
    guas de viagem, na oeeaeiao cm que lontaa viarladea
    |ieb, no.su diocesanu.
    Bra para iiimi a inis.a dn gallo una dessas solem-
    iiidades Iradiccionaea, que se perdem nas Irevas da
    Inianeit.....pie, lalvea pur isso, llnha um eiqaiaitu
    piazi-r. d.iva-ine um gozo millo de alegra e......la-
    de. Oque enliin senlia nao sei bem explica-ln;
    mas .ei que Imlus nsenliam cninigu. que ludos sr.
    paaanfam de prazer, que mu ar feslival reluzia em
    tollosos lambanlo.
    Com que anrieiladc nao era espenada Bata, a que
    o povo rhamava futa par exrriienria 11!
    Qoanloa iliverlimenloi variadoa, a groicsro.as ve-
    na, mo prepanivam os dillerenles Dovoadm para
    que nada fallasse ancomplenieiilo de seu prazer na-
    quella sania imite ?yuc do iillusi mais ou nieiius
    piriluii..is e aginia., quclle lata, aquelle nula-
    |ue euelieu de panno o mande
    i le
    de seu
    ni mes-
    nlllcAo.
    da re-
    i pelo
    mo pode ser ncno \elar sobre
    *rriaesdo4xiibdilo-* InRleZttl. He ver
    auen.0 subalterno lem einauaaina
    lia hililiid,' para inlervtr nos negOOMM
    idea pontinchM, do t\
    nas
    .usa
    grao-
    o -o
    por
    cao, p^ii.aii't,. qneo.
    riam em Indns os ra-
    que Ibe. era i-mirad
    rao neo
    pela* tarifas fraorezas
    iH;.ioilelK."i,inler."iava
    l-nnvafn desu i.....ven-
    ,. na |i
    40 pela
    viVi
    iisse dn
    tarifas di
    \
    ieu. Ierras lira-
    Iraiadu de i i,,h
    especialmente no Pimonle, boje a maisvnu
    io dos paizesde alm ib Al|ics. Se o rei de
    iles, pur orna pnlilira iullexivel, |lile roiiiprimir
    Diias-Sicilias lodo a movimenlo da opiniao, e
    i toda a propaganda |olitica ou rcligioaa, o
    duque da 1'oscaoa fui menos feliz, a despeilo
    crorro militar que recelie da Ao.lria; quaolo,
    n. ao rei do Piemnnie, submeltidna obrigacOes
    istilucinmies, nem mesmn pode cuidar em enmba-
    ler n de.envnlvimeiiln.ubilaiieu. quelomou una mus
    estados a lula da rarionali.inn rtmlra a igreja.
    Indos aaUo l.iubralos, deque esla lula empe-
    ubou-so em regra, por necaaiia daa leis cuiihecidas
    peto nninedo ministro enrarregadn de apresenla-la4
    ss i-ainaras piemonleza., o Sr. Sicrarde ; lei.. cujo.
    ubjei-lo era le.liuii aa privilegios derlero em niale-
    ria judicial ia, i-que dcMaiil no priKlllli-nlo desse
    ministro,ser completada, pela sernlarisacndu. I.ens
    Fran
    c, ,1,-sia.hro. a pela ioslil
    K-ia. dna* quesl'V. lodavi
    II Se bem 'pl,- um feliz i culta
    licito do
    paruian
    enn
    'asamenlo civil.
    ciam .il.peusas.
    i.isse a lenlaliva
    missiiu ullicial
    leresses riimini
    dada qua.eate
    Irucres lia.tai
    bolicoadoa estado* pontillcto
    multo) cxeinplos no mais inli-usn ardor da rvol
    .in romana em I81U. Nada obstante, investido do
    funrres baalanla elevadas para ser admillido enlre
    ns cnnsellieiriis ,le um gave nn revolucionario, um
    i-unsul de segunda nrileni inin be de una catlie-oria
    batanla alta para ser aulnrisado a Iralar, rumo
    igual, com um grande governo. A pralira do direi-
    lo das gentes u mo aibnille. O gabinete de Lon-
    dres |ii'ii.ii que era rbegado o innmenlo de fazer
    ressar una siliiarAo. que grandes dilllculdades reli-
    giosas hiili.uu podido crear, mas que nao se cxpli-
    cava mais cm um serulo de tolerancia, e que podia
    mesmo ser prejudicial a lir.la-llrelanba, em procu-
    ra da allilude aggresstva lomada em seu pruprio so-
    lo peln ralliolicisinn. I m de cus mais aelivaa di-
    plmalas. Mr. Kiilwer. fui enrarregado ,1a missiln
    ilc representar a Inglaterra em Florenia. Era cm
    appareaela ama deagnea, pnrque este dipiomala
    liana iicriipado na Europa e na America logare.
    moilii mais importantes. Na realidade esla mlaUo
    liaba urna alta gravidade, piinpi,- e-le diplmala era
    acreditado em Florenca com vistas de i-slabelecer
    relar6es direelas cum a curio de Koma. A romlem-
    nacao ii morlcde um subdilu britanuiro gravemen-
    te cnmprouietlidii na revn|ui;An de |SI!I fiiriicceu em
    ISVJ, ao ministre inglez em Florenca, a nrrasian de
    enlrar em rnnfereiicia rom a sania S. As suas pri-
    meiras pruposlas nao foram lodavia fclizcs. () car-
    deal .(-crean,, de estado acullieii rom fria altivez
    essa espacie de ingerencia nos negocios interiores do
    goveriioromano, e a iillerienran do Mr. Ilulmi lo-
    ria certameiile aullado a vida dosubiti
    demuailu, se antec-ipailamcnli
    tivc.se dispnslu a usar do-.c
    c,lo. Todava leve-se grand
    sentir ao enviado uglczsque.i
    pudre era espontanea, e que
    io de prevalecer-. iMIa coa de um Ululo para a
    \el aciiilccuiie
    e de terror o Inferno
    O povo pelo inslinrlo que llie be proprin, dcstio-
    uia, lalvea sem dar a rallo, aquella de todas as
    pelo mesmo inolivii.
    Miuivcrsnrin de am
    ni que vio caliir a seus
    iixearcm
    a do pino, nllo elle
    anniversari.......Mas
    remaras
    o santo),
    direiln i|
    cuidado
    la i,-olii
    elle na.
    suleuniidailes dn cbrisliaii
    pnr que nm pavo saiiib
    einanciparao, o liberto o di
    pe. os ferros da escravidAo, para mi mai
    leparant seus pulso..
    ! Kiililo era osla a phlloaopll
    era grato, o ehrielao llnha sr
    fiojat... t)li!... iluje tennis a.semlilca
    nicipaes, delegadoi.Jaiie. de paz, cdigos, jurad
    vaporar, economa polilica, Rnaneat a dipRnnaclai
    lemn. grandes e pequeas gallas, e piisda patria,
    n que mais queremos;'
    .Nada, alisulutamctile nada. Estamos un idade de
    ouro.
    Iloje Iralialbamos mais, porque nao lomos das
    sanios, e daqui a mil nilneeolus c cincoenla tres
    annns biverAn lautas rasas de llolhchil, quantos
    dias ..mil,. Ibram uoprlmldoi. Feliz geracAo finu-
    ra, que niin Ii de enconlrar mais dias do orin-
    sidade Enlao a industria reiilnplirara. ns produc-
    tos serio innmero!, e a economa pnlila, satis-
    reila. mostrar rom o dedo sua Una a aaViora /.'-
    minrat, gurda como um bnrrarho, .alabada n'uui
    Ihruuu ifooro, dando dinheirn aos pobres c enxadas
    aos ricos. .
    E j me csqnocia a festa do Natal, que be, w 3o
    mente a folhinha, cuino menlto quando dimiuuin oa
    santos do leino da gloria, que be, digo, depois dr
    amaiiliaa.
    Como Iba dtzia. lornatiiln materia, no meu lem-
    po e-.a grande c popular fesla, que penclrava des-
    di'o pobra alvergue do deagracairio aloaambraea
    (e lal vea eolrasso no recinto; dos palacins alcatifa-
    dns doa potentados e ricoa, era esperada, eraamiiin
    ciada com iiuiiia antecedencia. Ella servia depnnti,
    para fixar a poca dos acnnlecimenlos, debalna pa-
    ra ,i futuro, de termo para os negucios, e al de lam-
    po dplerminadn para apomnlai a- m--i.-., que ti
    nham deliado airas unut ou mais'daxuii deuino.
    liinecaia ella iln dia da coillinemnrar.ln
    lo S.iil-Tliniiu-, que era, perdne-i.....lUei
    o porlero nu -an i.lau dessa siileninid.i
    sil, e In eiigenle, segundo a leuda paoalar, di
    inglez
    In- ii.1.1 ,..
    cnniniiila
    'in fazer-si
    lo dn sanli
    lilil.i Hilen
    do apnsli
    etnreaai..
    ainizule do gmei nn hrilannirn.e que por ennsequen- i r*,;i,ln para as caaaa dea .levlos, que mamia'x a lubs-
    ILEGVELI
    MUTILADO -



    nlui-lu pela inullier deleitada, que o nao liavia
    - ireado duraulo oanno, o iwa sem appellu neai (-
    irnvo, e nein circuniMancias de foro maior.
    Iloje, |>orni, aquu u fro rio d" iotlillereolisino
    'L'-1-1-'" n"> coratois a ceiilelha da lo," e rom ella' a
    lovor,Ju, o ilia 25 do duenikrolic csqueciilo, epas-
    -.1 ileso|H!rceHldotuino t|nnlquer oillru ordionriu da
    aleada da ncnliura cconuroia poltica,
    Meia duila de devotos, qn anda nac viram H
    luie, tristemente asaiilem a urna mk, quo lem
    lana senielliuw.a com a milita do alio, como eu
    rom um individuo, i quein tifio a paierniona de mi-
    nha%fhMlvaa.
    As pastan! pcderiiin sua inelodi, os re Mago
    seus tlooalivos, o gallo fulo canta a nieia-noilc ni
    |H)Hlo, a estrellas nao tul-iii .mi, a noilc nao4em
    ltelle/a,e a puesia de toda essa Testa fu^io e foi des-
    fvlhar por esto mundo algiiuias/o/Arf5,011 hcfoiisiar-
    *e rt'alGuns.*. ;uma harpa dnjucentiide, uti nulrjs quejandas pro-
    dceles ilc cuulioseRuro. lieos a leve, aasini romo
    , lem levado, o haflo levar a qu*m matn a poc*ia
    lo povo, a quein lem rnucorrido para (ornar mais
    intfpidOi mais (rislunlni, mais aprsteosle val de la
    grimas, esle grupo de miserias, a que chamnni pon
    pocamente mundo. ,
    E o no-ao Saii-Thom? Esso fui, com oulros, dc-
    millido de seu cargo, o se anula contina no seu au-
    ligo avlenla dever para crcrlA-lo-liemos muilo
    lirevorollieando por aqu alguma rolliiulia do auno
    da graca de 1851 anda que muilo o duvido, sem
    ser Tlioinc. porque elle deve 1er presente a li-
    co do mu DivinoMestre Btali qui iredunt, al
    non tUenl. t
    tlei-llie esla grande massada para diser-lhe, que
    eslava na inte-vespera de Fesla, c com o corarlo sa-
    i.....lutlo tristeza c hipocondra, em esperanzas di
    teulir reuascer aquellas saudosas reiordaries, aquel
    la agradavel iinpresao da noite de Natal, en que
    viv nicamentedn pastado... I'erduar-me-lia essa
    monomana, porque lie ella natural aos vcllios, que
    vecm o futuro negro como o lumuln, o n pam
    .d,t brillianle c encantador co M urna uurora boreal.
    Nao lltu prometi ser eslit a ullima vez, porque nao
    domino mais o curso de minlias iilras. jio contrario
    das me arraslam como a precipitada correlo ao
    frgil madeim.
    Sobrada razan linba de tlizsr-llie o rcpelir-llic
    lias minbas panadas, que muilo e muilo tema a
    raima dos senhofM Ihitggs, e que quando elles *e
    aprosenlascm seria rom urna fallada. Iiifpli/menle
    icalsaram-sc minhas dcsconfiancas, e irme- paciencia para ouvir-me, quo eu laiubem eslou sr-
    madu de resignaran para oiMf-Hl'o, se bein que o
    nao faria ueste lempo, a nao ser a obrigacao, que
    me impuz. de dzer-llie quanlo occorre.
    He Mimmanicule dotONMO o tor tic recordar lac-
    ios tiuc a liumanidade tleseja rsquecer, referir cr-
    nies, t|ue desacreditam a niinlia provincia ; mas nao
    ba remedio senilo continuar rom este triste encargo,
    ale que os homens honestos u rcmiam em nina sne-
    la mirada contra os assassinos e criminosos. Terei
    tle Y-hem met lempo? O fuliiro a lieos perten-
    t-o; e eu dest-anco em ininlia conciencia por ron-
    i-orrer qu.nto poso, no eilygma docrime, paralor-
    tia-lo oiloso. Enlreint" nos relo.
    Na noite de I tic no\cmbro ultimo, os presos da
    i'adeia de l'omhal liveram a fortuna do cnrnnlrar
    os guardas locados do urna vara magit-a, o rom a
    somnolencia tos sele domicilies, e potleiam a son
    salvo por fogo nao sei cm que parlo ta cadeia, su*
    liir pelo rombo ao lelhado, tlcsccr por curdas ati cor-
    ito da cuanta, lomar atsumas armas e porcm-se a
    andar, nu porem a andar alguns ravallus quo ca-
    sualmente enconlnirain rom Ittiilo lento e pruden-
    lencia. que nao causaran o mais levo ferimento,
    uem simia una esfolatlella, ou arranhn no passar
    to buraco.
    Assi.n suave o ualtiralincnle etgneiraram-se qua-
    Iro criminosos tte morle, um tlescrlor e cinco re-
    rrulas.
    Oonvcm notar que a caileia de l'tunhal, obra to
    prestante cidrdao Itcinardino Jos da Itocha, liutla
    ha qualro anuos, lia nina das mais solidas e hem
    constroldM eueiaf do Imperio; o que o rombo foi
    tal, que com a tlespe/a de oitn mil res lrou repa-
    rado, e como se nada solfrra.
    \ suarda era tic paisanos, porque o ileslat-amen-
    to de polica luida idocondu/.ir um criuiinoso nao
    sci para onde, o qual, lambem iiAo se sabe como,
    laudou-se em ctuninho. ou rugido ou lomado pelos
    prenles, ou mcsino adlioreutes, o que nao esta te-
    ndeado.
    Parece que um jubilen foi concedido pela falali-
    dade aos presos de Pomhal para pianrem a fesla no
    olliodarua. e acrescentarein as Rleiras ihuggars,
    qoo lam raleando com as ultimas prisoes.
    Km Sonsa fui Msassinado, abordoadna, pola escol-
    ia qu O condola, iiuicsiT.no do ntitiiu .io.iu, > liini-
    uosu de inortc, que u responder aojur\. Carero
    que a tal escolla consliluio-se jui/. e cxceulor da
    alta jnjsUCBi
    tausla-iue que a escolla esta preso, o t|ue n inte-
    gro jui/ tle dirt'iro da terrona i-omarca, llr. \'ieira,
    promove sua punirn.
    No da Clpara II tic novemliro ultimo, no lugar
    V.ir/.ea, to .1 ureiii.i. tomn ,U- Palios, lurain brba-
    ramente assassiuados Iraoti-ro Xaviar. e Thereta
    Slaria de Jess pelo maritlo desla. Antonio Alna,
    quo us enconlioo em adulterio. II aaaflaalno conae-
    guio evadu -st-, c lem, segiiudii me allinn i Ue-
    ralea, me potca do negocio, porsi oaollgo e mo
    dcrnoilircilo.Seas.inilie.ini um pedaeo d'a-oo,
    perdoe-mca eiprttstJo, em fugir, porque quando li-
    vor em meu favor o dimito nao fujo, aluda que seja
    ineiijuiA o piulado.
    EmSoui, no ilia 12 tic
    inraode Hon-a. foram aasi
    rio, Jtiaquim Amaro e s
    inaisilous forimenlns grax
    Indios Jos tle lal, a Anin
    0 lermo tle Pianon ;i nuil
    i i-sain impnhemenle, sei
    1 as o Iimoio cafholou'i tle rritnes, pralicados ullioi
    inoiilc na provincia, que rhetjou ao meu ronheoi-
    mculo.
    A nossa provincial conejillo napa/ do Senlinr
    scus Irahalhus. laxando, romo ja llnditae, mais.il-
    guma obra, ulem da encommendlda. Aimla u5o
    live tH-casiilo de pa-sar pela vMa MKI leatomento,
    |Hir issopouco Ihe lenho podido diiw sobro elle.
    Apparweu utdjjcuaalo dalla um artiao, que ca-
    hio. o qual me parecen summamente injusto, c por
    issttdiiei alguroi colisa a respailo, porque lalvezein
    nutra occasiati algtieni tpieira vollar com elle .-trama.
    Existe uesla provincia nma agencia nsealiadora
    tos tlireilos do tissucor, algodto o mais genero do
    produce,io desla provincia para assa eiporladot, a
    qual lem do/o por cenlo dos rcndimenloa nrrecada-
    liOft em rntrihuicau tic sen arduo o dillioiluno Idj-
    hallio.
    Essa aaencm, siuninaueule cableada, porque a
    ainbit;.io fas envergar uella um Polo/i, aampra foi,
    aole. do actual itucari-egailo, mal adiniuislrada, em
    uolavel piejui'o ta pro\incia, port|uc boa arredilaran do iiignln tralialho, arlividado ex-
    traordinaria e boa organisacito. nsauliaos agenles
    ilesauimavain ante as diniruldade; as reinla- djala
    provincia confundiam-se com as datan, c noaaoi < -
    tiesas pcrtliam. chegando urna \e/. a cifra niTcca-
    tlad om um auno n cinco mil res, como pt'He xer
    quein iluvitlar do rotatorio tin ex-piositlente o Evm.
    coronel lie/erra.
    .Neslo eslailo eetavam as rousas, quando o actual
    agenlc* foi nomeado. e sem se Intimidar com o tra-
    balho, que se I lie enlomara, sem desanimar pela ac-
    lividadta que: dovia destnvolver, sem arrerecer ante
    a conaJdoracffo do diminuto lucro, que devia ler, em
    quanlo ii.i.i ilescobrissn e ooalrnisn eacannaei por
    onde m perdiam as rendas da provincia, que o on-
    earragava, elle alirou-se a essa empresa, na qual
    uem a esprranca tle lucro tinba fcilo saln ,\a
    marasmo a leu antecessores, montn nina escripia-
    relo mloucJoSa, abricorreipondencla com amor
    parta tas auluridades policiaca, iiomeou um sen
    nniiini-sarin em Qoiauna, pago a sua coala, cen
    poucti lempii fe/, elex.tr astonibrosamenle a cifra ta
    randa ai recadada. Iloje conla-se segura una cifra
    devlnlc a trinta contosderis annuaes.scrn o maior
    veame c violencia ilos conductores de gneros, dos
    quaes > actual agente, seBiitulti me Informan), he
    .mies cnsul, amigo o protector, do que emprogado
    lisr.il, qiULUiiasisempreem iiegoriosdcdinbeirosao
    como osfptr
    mos contal cont inumn... ,u, horneas come coslumsm se-lo.
    I'in do argumentes dos uuslonladorts do arligo,
    foi que os ordenado hoje diilingnein a calhcgorlas
    do cmprcgtH. e qoe n3o he polel quo o in-prtlor
    dcrendnsIcnhal'.iOB annosea o o agente maior
    ituanlia. '
    Priinciramenle eu iHslingo mui hem ordenado tle
    poroenlagem, emolumenlos, ou ootros quaesquer
    proes c precalcos tos cmpregoi. Assiqi, veino em
    qualquer cidade nial populosa o escrlvoganhamln
    mais do quo os jui/es, ocarcercirodo qneo chefede
    policia, e uem por i.stvaltgnem, que lenba a cabec*
    em seus eixo, dir que o rscrlvau he superior ao
    jiiis. o carcerero ao chefe de polica. O reodjmenli
    to agente nao be ordenado^ be sim urna porcenla
    Rem que semprtr so d a enrarregados de flscallsa
    ^ao, a nniciirsdore, ele. ele.; porqnc o homens
    tic srgum lino eompreliendem que he o meio mais
    en\iAt de aclva-lo. pondo o arresrimo do seus lu
    cros dependente do augmento tle seu cuidado.
    111 segundo lugar, eu lcsconhccn iifleiramcnteo
    principio regulador dos ordenados, que apreientou
    o dignissimt provincisl; e, nem posso admilti-lo
    Creio. que o ordenado tlcve estar" em rclarSo
    Irabalho e importancia do emprego, ao lugar em que
    elle be everrido eos despesas que elle origina. Pa
    rceme do primeira intuicoo principio, c que por
    isso tlspensa-me de acompanbo-lo de rasoe
    Mngiiein iguora o Irabalho tle escriplurafao ta
    agencia, que urge por um amsnoertse, que deve ser
    pago pelo agente, o Irabalho pessoal para vire pre-
    venir as tentativas tle fsser passar o genero desla
    por tlessa provincia, o qrte he fcil e coinetinlio. As
    despezas du pasjel, llvro, mappas impressos, paga
    ment a alguns nlheiroi t infrmame; urna casa
    sulUciente, etc.,etc. cote. As produiidas pelo acres-
    rimo dos precos na provincia em que se acha a agen
    cia. A essas despesas o Irabalhos nao est sujeila a
    inspecloria, que lambem nao esla hem paga em re-
    lac.Ho i geral, purlanto, lulo he muilo de eslranliar
    quesos piirrcnlagcni, sujeila a laes desposas, orco
    em una cifra superior do ordenado do inspector
    que Uie lies liquila deluda e qualquer despesa.
    .Vtllo momento dis-mo 0 Mcreles, c eu llio digt
    antes que me esquera. que no ilia M do novemliro
    ullinio, no lugar Ahrcu. termo da rldade da Areia
    um grupo tle homens armados atacara nina tsroll
    quo'rondusia tresrecrulas, mandados pelo delegado
    tle Palos, e os posara cm plena liherdade.
    I'emos essa conipanhia tic cavalleiros
    pondo cmlihcrtladcas lindas Dulcineas del
    que maos genios cnnerxam emcaplivciro.
    A estes qiiiscra cu poder drsercnma DO
    panhol:
    Maguer, seor Quijote, que sandeces
    Vn. lingam et urlielo derrumbado,
    Nunca seris de algum reprochado.
    Por hombre tic obras villa x soeces.
    Ser.ui receses faranos los jieces,
    Peus Inertes dlsfaelendo habis andado,
    Scindo venadas mil apaleado
    Por mirones cautivos x raimes.
    V si la venal linda Dulcinea
    Desaguisado contra vos comete,
    Ni a icosascuitas mu.'stia buen ltanle,
    En la I desmn veusn ronorlc sea
    Que Sancho Pausa fui mal alcahuete,
    Necio el, dura ella, > vos no amante.
    A mxima e importante cohorte dos candidatos
    etilo irrilaili-siions rom o meu /.r.inho. que fe/
    rom elles ultras do fl'*OSO, A Indos tllsse que
    tinba rceomniendailo para sen /nulo, como elle Ihe
    chama, todos esperavam desenM de votos, o ou o
    veanles qui/cram mostrar que elle he pouco mai
    de :rru no orcamenlo poltico, ou elle Iranio os ami
    eos. Em qualquer dos casos lem rn/ilu certo uici
    chara, quando di/ VotseS h.io tle convencer-sc !
    que, quando en lauco un traste ao monturo. elle
    11A0 lem mais prestimn possivel.
    E ser um ptimo alliado t|uem nada val, 011 lio
    traidor '! Digam os ealulislas. Qaant I mim, eu 1
    niln quisera, nem nimia a ravalln.
    O nomo morcado contina sem allcracan, c esla
    mos a espera quo a philanlropia britnica consiga
    acalmar os nimos itioo.i e tttTCOt, alim tic termos
    melhor mercado.
    A fariuhn rnnliniia cara, mas nao temos senlido
    falla della no mercado.
    Nada mais baile novo. Saiulee I10111 fecsco a le-la
    Mises Ihe tlesejo. lano quanlo para mim cobico, em
    lua pus o com a bolsa hem lecheada.
    lujantes
    J'ohO'
    la II
    oiiiubro lindo......luar-
    ssinados Antonio \icto-
    a mnlher, e booveram
    s, a os aalorai foram os
    lo, que se pastaran] para
    -so a oulros, t|tlc por all
    culpa tas animidad*
    KBSI I.TADl DA EI.EIl.:A SAMO A.VIli. PARA !.'.'. DEPI IADO A
    AS-1MIII.KA GERAI. I.EC.ISI.ATIVa.
    PnsUtonto,
    Dr. Anselmo KranCiSCO Pirclli.
    Stcwtariosi
    Dr. Jnaqtiini Jorge dos Sanios.
    Dr. Jo-o de Sa 1. i\ al.-.in111.111-.
    Kswtliiiliire*.
    Capillo Jote Sexrriuot'.axalraiih de Albliqucrquo.
    Capillo Joaquini Pedro do llego Brrelo.
    tuupaieceraiii-Jll rleilures; 17 da freguc/ia de
    Santo Anlaii e :t da :\.i Escada.
    Obleveo Exm. Sr. minislro da jusliea. Josc Tilo-
    ma/ Nalmro de Araujo.-d votos.
    EI.EIi.ti DE CAHUARf.
    Oblove o Exui. Si. minislro da ju-liea. Joso I lio-
    na/ Naliutn de Araujo. -2\ votos; e 0 lllm, e Evm.
    Si. Jos Rento da Cnnba o Kigueiredo II vnlos,
    CAMABA MUNICIPAL DO IlECirE.
    I." 9ESS0 ORDINARIA IHi 15 DE DE/.EM-
    lllll) DE 1853.
    Pretiewia ioSr. aarHo de Capibaribt.
    Presentes os Srs. Reg, Uamede, Dr. S1 l'erei-
    r.i e Uameiro. ohrio-e a sesslo. c fui lula c appro-
    vatls 1 acta ta nnlccedenlo.
    I'oi litio oseguinte
    EXPEDIENTE.
    ' I m nflleio do subdelegado da iregue/.iu de S. Jo-
    s, apraentntidn algumas eontlUeraoKs ceres ta
    inconveniencia que Iho parece resultar da transfe-
    rencia da praoj do mercado de farinlia ilaquella
    frecue/ia para a cxlrcmida'lc dn norte do tpiarloi-
    rao, cm que so a lia. jlllgnudo mais aproprilda a
    nutra cxlroinid ole Maniluii-sc responder quo ja
    havendo a cmara considerado essa quesillo, o resol-
    lido a mariauea da praca di mineira que fui orde-
    nadt ao Fiscal, calende que n.ln devo invalidar a sua
    reanlucjo,
    I na informaeo to tiseal de Jabnalao. di/endo
    ler obalado que Manocl Pin edilirassc na pnxoaco
    d'aquellj freguc/ia, por ma Ihe ler aprcsenlailu li-
    eenra prexia desla cmara, nos termos ti
    lulo V daspu-luras.Inleirada eilesparhoii-se
    licSo ta parle, inaulandn-n sellar para culi
    deferitbi.
    Dosparhnu--o .1 palicjnlde llmnia/. Jos da
    ves, c levan(oii-se a ses,.in.
    Eu, .loan Jos Perreira de Aguiar, secretario a
    suhsrrevi.Haro iIp Ctipibarihr, presidente.Su
    l'ereira.nri/n.Cinneirii.Oliceirn.
    MJIiniJVH W IHI. U I .
    >/. reil'iri o -r..llavoudu, quando novilla do
    .s'nsiM, romaica de l'nmbal, provincia da Parahlba,
    (ido o?feliz, enseje de hem* de perto conhecer-o lllm.
    Sr. ripario Jmi Antonio Marque' do A'Ura int-
    mnrni, e frite recebido immensos favores, parto
    da seria umiat/eqoe pela murta hnnomia tle quo
    formiga, dignme, honrando-me, tle coiisaojar-mr;
    forra he nmstrsr-lhe a inlnlia 'gratiUo; mas nfln
    potendo, por mai trato que desse o minlia fraea
    lulellTfieueia, descobrir um meio do satisfactoria-
    mente fas-lo;"procurei ao menos approsimar-mc,
    la/cni|o-o pelo prclo, de cuj'arle presto mo peque-
    no servido ao publico apreciatlor da* boas qunlidn-
    (/, por ter tle faier apparecer o mrito omito. E
    poderei pintar o mrito do lllm. Sr. tigarin? Ani-
    mado pela grntidilo e rerdadr, por sem duvida, po-
    de-lo-nei fsser, anda que no laobem, como convi-
    ria, quanlo finisslmos pincei- tangido por mos ha-
    hilissimas.
    Nao querciulo usante circunloquios em resumo
    porei, poste que malissimamenlc, o que couslllue o
    ante dito uisrilo. Cabe-mo a honra dotliser que he
    o lllm. Sr. cigario da cilla de Anua Jote Anto-
    nio Marques da Silca Qnimarilc.: dotado de urna
    inlcllinencia niio vulgar, instruido as materias
    do seu estado, cujos deceres rigorosamente cum-
    pre, ptimo pastor, e symbolo da airidade, hones-
    lidade, probiilade, rerdadeira amizudr, e de tildo
    mais que de bom pt'tde ter a humanidades E tloer-
    se-ha a venlade com o que vcnliu tle discr? lalves
    que sim, por apenas haver eu dado, c grosseranien-
    le as primoiras tintes a u m tal quadro, deventlo tlar-
    Ihe quein poder faze-ln, a ullima to m.lo, o que
    niio hesilarilu allomar seus rotlegas do seminario de
    O/inda, e quanlos lem lido a fclicidade de ro-
    nhcce-ln.
    lie. sem a mnima exageraran, invejavel u sua
    posiro, ondo o mrito liver o seu verdndeiro qu-
    talo,'onde occ.upar elle um ilos altares do templo tic
    tK.'ifi. Muiiti sinlo que desparto oltenda-sa n Inu-
    xavel modestia to digni*mo Sr. vii/ario, e tic sua
    Ilustre familia, dolada tos mrsmos caracteres;
    porm lie-me mais scnsivcl niio poder pintar as suas
    ptimas qualidades quanlo um habilissimu pintor,
    a cuja corrercao sahmetln esto grossero ifuadro. por
    mim levado ao zeiiilh ta pcrfeicilo se a (anlo chc-
    gasseui ininbas tlebilissiinas forras. Se o siimmo
    iirrhrterla do universo hnuvesse querido quo ad-Be>
    ioik Ins hahilassem o globo terrestre, por sem du-
    xitl.iqiic viver-se-ia n'um parai/n lerreal. Sem ha-
    bilidatle, nem arle, nao poderia de rerto tanto fa-
    zcr, se nao fosse arraslado pela forra da gnlldHo e
    uppariro do tqfddeiro mrito. Aproveilainlo o
    ensejo, son agraderer quetles tos habilanles ta
    niesuia villa, que seriamente tliguarani-sc prestar-
    me sua umizade, e nao menos aos que irtamenle fi*
    /eram-no. por assiin ilarem-me mais urna Ule pe
    quena tirito.
    Tcnhai, Srs. reiiaclnres, a bandada de tlar pnhli-
    cidade, |ieln seu mu conceiluado jornal, a esle pe-
    queo paite de miiilia gralUHo; licamln-lhcs ohri-
    gailissiino.
    RocifeSi tle dczemhiu de 1853.
    Filimisco Jos Alccl de tarrullm..
    a menina cs."v .*...,-.... _.-D .
    lacio da guarda municipal, e foi levada I casa
    o fossil do noivu dirigio-se i prac.a da Pigueira,
    onde tinlis de naufragar e Toser um fiasco completo.
    A praja insurgise I os. molhoi de coove, aacc-
    noora-', os balates, as peras, os rbanos, as casca
    dos mel** melanrias lutlo melralbou o pobre ve-
    terano, quo allnal foi salvo pela municipal. Disem
    que o houiem proteslra abandonar o seu projecto
    matrimonial, e que a noiva nao se ihe deu inuito
    ti so, vista da idade du cunlrahenle.
    Ainda conlinuam os .11r.1i.1es : o do Castello du-
    rou doos di,1s ; e foi cnusa de espavento hinm a
    msica de cacadores 5; bouveram ravalhadas, aper-
    lOes, enconlrOes, apalpadellcs, lencinho bifados,
    e chapeos amarrolados, ludo em honra e louvur dn
    rrligi.io calbidiea.Di/-e que o imperador da Aus-
    tria ja se recebera por procuradlo. O seu casamen-
    to lio nina segunda edirao do alo l.uiz Napolelo. (I
    iiiipe adoi eslava n'um baile com a familia do prin-
    cipe Maximiliano da llavirn vio a princesa Eli-
    sabelli ; appeleceu-lbe ; pedio-lho tres minutos de
    uudiencin, n que Ihe tlisso nos taes tres minutos,
    isso nao sei eu dizer-lhc, o que he certo he que
    trazendo-a pela ino i sala, a aprcscnloo socio-
    tlade, dizeudo Eu vos aprsenlo a imperatriz da
    Aqslria.
    Abrio-so a g*.inde opera tle Pars com Os llogc-
    notes.Segundo mo disse Mr. Allacbc, anistiram
    o imperador c a imperalrir Eugenia, quelp inuitn
    bonita : levava uur veslido de OMM brancti com Il-
    las nzues: Mr. Allacbc leve a honra de a ver su-
    bir no cabriole!. Passn por rerlo que o goveniotlos
    Esladus-Uuidos, qucrentln ver se os seus subditos
    dcixam tic lomar a cabelleirn, inaudou pintar, i
    expor ao publico o eslomago dos que se emborra
    cbam dizem quo a pinlura lio medunhn.
    Correram-so os louro hespanhes no campo tle
    Sania Auna ; e mo li/cram mua tpic admirasse
    nem que cnveigonliasse os uacitmaes. Di/-sc que
    os Algarves au rereberem a baudeira do lrium|!ho
    receheram cinco libras, que Ibes dora o principe
    real.Poi lamauho o eulhusiasino, qnosuas evcel-
    ccllcncias o xisconde e viscundefsa tle Borratem
    aliraram, elle rom o chapeo ao ar. e ella eom a
    lonco, q4v.Be pareca com a tonca to Primavera.
    Diz-se que una senhora llera em Pedrocus tres bo-
    fetadas ta ordem em um oflicial do rccmenlo lli ;
    iguorain-sc tisinulivus.
    Depoil da rhegaila to paquete de -J7, sabe para
    essa u nossii amigo llislop a concluir o contrato da
    illuninai.aoa gaz. t) cunde di Aslala acaba de
    reforear o partido to Papa eom a assignalura pro-
    testante Nada mais corre de novo ; alm da fe-
    bre periudiral, que crassa as provincial, l.eiria
    vil ler um jornal politiro : e dizein vil opparorc:
    oulro nls Berlengas. ai cose se mantiene, disem
    os ntissos viznhos hespauhties. t) Malheus Torra-
    da anda tle aza cabida he pena nem luilu nu
    corre volitado do DOMO desojo. as ininbas contume-
    lia* lia Miebaela, Mo esquecendo o pentceirn
    Valverde, o engracado.
    Sou em nome ta Dicfo e da rainha
    sautlo palacos o Seu amigo
    raleriiidadc l.e Ciloyen
    llrir. Tisana.
    uiiniiAi:.
    GOMMERCIO.
    .Id

    Carta de Bi az Tisana, Boticario de
    Lisboa, ao barbeiro
    A/ou rhri\ Cmiliniinm s liotiliilulos cnlre? a
    poloncia Timos e o Eaiin,i, minislro l< interior
    da gnbnro Iheripo, c ronllilenU' inlrrno la du-
    que lo Rlanxatm o B|aii#proh.blo a niroiiii-
    rSo tin lime* por -levassar, e tWOlllnr as fraiili- t
    dadm da Corte do Santo [Iftelbufu, c o Time*, mjjj^ldem
    uo para tiraras, alira-se ao Kyana sem contem-
    plaeao. O minislro da marinlia Ooral foi postn un [
    aml.ir la roa por erondos romedolas; euundo di- I
    Um os pMMinten de la Puerta ilel Sol.
    Rccebi carias de llcrlim, capital ta PrUWia.
    o mea COITeftpondeale me dll qnc o cometa fornc-
    cora a am padre de urna parorlna de Vanovla tex-
    to para um semino. Apesir de nao sor domingo,
    nem da sanio reuni os seus liis, e llie* moslrou o
    cmela. E depoil de eetaron. os lies fleia com m
    ollios espelados no roniela, divte-llies: Irmos, n-
    qnelle cmela lie a mauna ertrella que innancloa
    ans Keis maiis ti naseimenlo de('.liri(o Ella s lie
    vftlveJ no Imperio roa! Ella Indica a agula ruv
    as que lie diegada o lempo de abrir as a/as. c fa/ei
    entrar a liumanidade toda iuleira noseio J fe or-
    Ihoilova !
    O reverendo. Meslre, COnclok) di/emlo : a es-
    trella esto ubre Cnnslanllnopla, e a sua luz plida
    testonio 1111.1 a pena, que nos cansa a lardanra do
    eierello rimo !, meu correspondente melle a
    Imllia o garullo 1I0 padrera var>o\iano, Tinta lam-
    bem se rlrl se qui/.er.Jh qtioe*tamns a conlas
    com 1 Kuttin dir-llie-hei que se romptii nos paana-
    loiius a indicia deque o Imperador Nicols resel-
    lara iu limiue as emendas turcas ola. 011 paslel.lo
    da conferencia de Vieuna. e que esla indicia cau-
    sara mu sraude formiin-iro nos tnemhros do gabi-
    nete Ingle* Dixendo qoe Lord Aberdeen dora ca-
    bo de una caita de rap a forca de piladas.
    Conlinuam os Reballinhos. Caldeirinhas, Sanl-
    Annas, Uenluas. b Albuquarojuca a rumlnar os ve-
    llioa defelloi do ti Rodrigo, qua ouva ludo ;i Ban-
    gue Trio, e val dallando proapenir as ioclaoes
    doa operarloa, allalalea, barbeirn, cahellelreinM, e
    amoladores, os quaei A sombra dn le, e patrocina-
    dos pelo aoverno iimliipiicam as atMlarea, discu-
    ten., c rflo dormir para can sonhando com a fugi-
    tiva Iriade. coiim Ihe chaina o tvpom-aplio Concei*
    rflO lato he com ;is ires Rracas.I.iberdadc, Igual-
    dade, e l*'ralernidadc.
    Nfln sei se lem ohVido fallar no Senhor Sk'irhti
    Mnr:" Mahomehfuiwtin, embalxador do Sclwi
    d.i Persla em Saint Peiersborgof poi* Oque sa
    hinlo que esle grande 1 al;o persa foi eon pe" Autcrata coma ordem de S. Eslanlslno.l'n
    anlic'i militar Ir.mee/, por nomo fojllin Ooittau
    linha um cao. que elle esti
    irlas vaos Ihe salvara a vida
    O ti auimalejo eslava huiro
    |-I0, c para eaaoflm o condii
    l'HACA IHI ItKCII'K ^s |IK HE/.EMIIKO AS:l
    HORAS IM TARDE.
    CotacGei tdliciaes.
    Cambio sobre Londres a 273|4 d. 110 d|\.
    Desconlo de le ras tic .10 das II por cenlo H
    anuo.
    ALFANDBOA.
    Keudinionlodo dial 37.....380:0613*373
    lo dia 8.......I8.I8595&9
    W:"ITIOI
    D$earr$gam M0/aS9 t$smhro,
    llarca iHtrtuuer.atlratiililadiversos BeaeVOSa
    ll.irca itiilcza fj.nl John RMaMl loura o maii-
    leiua.
    CONSULADO i.KKAI..
    Remlimenlo do dia i a ......Vi:0i:t?)5l
    dem do dia JK........3rfKhB)WI
    5W)l6f73
    DIVERSAS PROVINCIAS.
    Kendimonto do dial a 7.....I:69fl568
    >H....... 1809637
    de
    da
    irHMs.n:
    Ex porta cao".
    lirecnck, brigue inslc/ tMy-i)rtaria. d301 ln-
    neladas, conduzio o aegulole: :i,i0(i saceos c 30
    barricas com :iS!l arrobds e IU liliras de asquear.
    RECBBBDORIA l>E RENDAS INTERNAS liE-
    RABSDEPERNAUBIfCO.
    Remlimenlo do dia 28 ... ssi^hw
    0)Nsi;i,aihmmuvin(;iai
    Keiidiinento dn ilia
    dem .lo ilia -js .
    1 a:
    :.i:.s"Mri
    :.:S.usi:H
    m:8V.7I
    MOVIMENTO DO PORTO.
    ! a ue-
    \o-
    casadn ha doilfl me/es
    mave muilo, ponpie >
    desconuando porem q
    phohico. rcsoKeii nfo|
    lio o borda to rio.
    Achainlo-se il dita burda tratou de tirar a Colelra
    ao cao; e>ie pnrcnrquc percebeu a leria, ferrou-
    Ihe o dente u'unia perna de maneir.i lal. que o po-
    bre Justin Ouittau dentro de lioras delxeii Tia-
    ra a sua clima melado, o islo no meio tle dores ler-
    rveis Conlinuam as mu Hieres calitornianas a pro-
    curar maridos pela camela : eis aqu o atinuncio que
    publicou o StOCktOH Jornal ; qnenHo delta de ser
    engracado.
    . i/'iiunch
    n Precisan um marido para umavlavado ida-
    t ile tle Irinla e mu anuos e que mor.i no campo.
    .< A sua forluna, delta, pode valer 10,000 dollnn
    u o a sua belleu poisue alun* cm
    rldo de boa reputadlo,
    :ue, que lenba boa andado
    i aparenCHIi c versado cm ne
    Icira condicao lie a mais im
    svcr nessas clrcnmslanciai
    riptorio da redac'c1o, omlc *t
    a resposui.
    c u'm novo inelhndo de ar-
    .Xarin filtrada na ilia 'IH.
    Asssdas, barcabrasilaira Firmeza, de -2\'i to-
    neladas, capilMo JoarJ Francisco dos Santos, eqnl-
    pasem 13, carga sal e pallia ; a Manocl ta Silva
    Sanios. Veio largar 0 pralico eiogue para San-
    ios pelo Itio do Janeiro.
    Satiot sabido* no tAe/imo dia.
    Triestelrinuedinamarqus /.miza, rapibo C. l
    hocb. carga anucar.
    lreeuockBrigue insle/ hadii-O'taria, rapilo
    Uoorge Robertson, carga assucar.
    Itiliiitiuiliti i'um insle/. Humiijmcde, capilao Sa-
    muel l'rowse, carg anucar.
    Liverpool(jalera inglesa Sa^ord-i*rli, capilaolie-
    orgfl Cobb. carga assucar e alcmhlo.
    CanalBriRUO lubequense Hertha, capilao I'. J.
    \\ aehler, arga assucar.
    I----------
    EDITAES.
    quer um i
    emborrache, neinjt
    ra, almagrando, im
    gociw. Esla derri
    porlaule. QiK'iii
    tlirij.i-'e a Mnry, o-
    Uie dari de prompti
    Eis aqu lem o meil
    n los.Ella
    que nao
    bU>'anat, de quefall;i a E-criplura.
    Kinnuanlo a agencia poucu ou nada remlii. nflo
    M- aomoraramoi acovipciaej de dar urna graUBeacAo
    mais vantajosa, que animare h um bomcm aclivo
    f iDlalliooule liculdades para monU-ta. Apparocen om liomcm
    cmprelieiidcdiirr com o* qntalloi para lilo diflicil hi-
    gar, probo e Itoneslu, modciodu : dcsinleressado, c
    lObrcludo, recouhecido provincia, cujo intereMC-t
    /ca, (omou a si a emprea, vencen o irabalho, con-
    tando smente com o futuro, fechou os oIIuk an di-
    ininuto lucro dos primaros anuos, e calciilou' seu
    Irabalbouaquelles cobo capital em|>resH crar uo fuluro;e boje, que principia a gu/aros hur-
    tos de oejU Irobalhos, crestem os otli.H aos provin-
    ciaw,aiignwn(i-#e-nii?s as vanlagei e enlendcm um
    iciou> raprerna fnanca o fercea-la, reduxindoa (i
    por ce/ilo o lucro do arenle, e mai* um ordenado i\~
    iodG^ij1a)00rs.aiiiiuaes. Tal foi .i artigo do or-
    camenlo. A'*haver um proposito tle farer tliminiiijr
    w reiitl.i<; di>-i i naquella proyinci i, uosc um\\n in-
    ventar iun meio m.is rlliea/. Se, I.Mu que e-t.i de- | pdica o di.e.lo
    Me conveniente para a opiniao publica o para o
    proprio latefeaae do* accionistas da cunipauhia de
    vapores cosleiros, reslabelecer o verdatleiro senlido
    em que o privilegio respectivo acaba de ser cedido
    pelos coucessinnsrios primitivos.
    (i communicadotle^n dororrente, publicado nes-
    le Diario, declara pussuilore* do dito privilegio, os
    Srs. Anlonio Marques tle Amorim, loto PlnUl de
    Lernos Jnior, Anlonio Valenlint da Silva Barroca,
    F. Cotilon c Uostron ltooker C. Os nicos/io*-
    sHidorc* verdadriros, silo lodos os accionistas. A
    campanilla, como ludos as c.ompaohias anonwnas.
    ser suhmelUda s rearas dos > aceito* por ella. O privilegio n pertenec ella, o
    nao pode perlencer senau a ella. He um direilo de
    parlicipa^ito rollectiva. O cinco nomes que li-m .mi
    I como rere>sion,irio.t, cslSo convencidos desla venia-
    de. Aeeajao nominativa be urna pora formalida-
    i de. Inlencioual e lealmenle foi aceila o tomada
    com r.-fco cprrigo tos accionista*! compromellitlos e
    ofoMiiploreof A Iniciativa lomada i^la indiviiliia-
    ' litlaile precUads, be um Titulo graUdao dos acclo-
    i nstas.que eles ultimo? indubitavclmenle apreci'a-
    rao e sabero reeniiliecr. Mas a divida moral niio
    i pose> lo privifMftlo, plena
    animadora madida nada influirla na aclividaa e aoH r*irtelacki Ibes pertertee) toda inteira.
    /ele do actual nEeuie ; mas cm lae.^ questoes deve-1 / m ajtHmtUkt,
    iinjar maridos! Temos a cholera morbos em In-
    glalerra nao gusto nata da visinhanca.Veremos
    oqueuosdi/. odoulor Moaclio. Ammha Gerlru-
    tles lieou aterrada com a noticia, o diase. temos
    pesie, fume, e guerra '. a niiilher allribuc islo a c;is-
    ligo dos nossos peccados; o mais natural, ser ^'^ i-
    ile leste.Verilicou-se a re-
    foi amnovo o bello d{ muita lenle, oque era tic
    nninbo de ferr
    {ma cm Paco de Arcoi
    li'simrnt, que lucllcii
    esperar.
    O dia, mestre,esteva muilo bonito, eoSr. Tejo.
    Mcaga lissiino : parUcJpava da pat padre, quedea-
    fnn'tainos. El-rei. c o principo rc.il ;issistirani a
    bonlo do vapor Cont do Tojal; e o infante tiu-
    que muy tr. mi eslava em calmara, as uvlgaa aca-
    (raias n.io pinlcrain brilliar. mas quein leve as hon-
    ras da larde foi o escaler do vapor Teireira, em que
    ia o Selle, animando na seus algarves, que Vence-
    rn) oa carreira o e-caler lllgle do vapor Odin 1
    os mar ojos britnicos, apo/arde vencidos, vtclorli
    rain os nossos vcncedor*> : o escaler
    do arsenal. O AIToiisinbo tle Castro assistio, een-
    IhusiasmoH-M a ponto de ver nos cocalere* o Ncl-
    son c Cama !
    Acaba do ler lugar uesla capital um desarranjo
    matrimonial, que nao delxa de ser bulante burles-
    co, lie o caso : Era urna yej um sargento tle
    veteranos, que por nuine llffo parea, o qual eonln-
    va setenta aunos, conlailos desde o seu nascimenlo,
    Islo be, desde o dia em que sua mi o pari; ora,
    mi charo, a>ie sar&cnlo teve a sua oscnideceucia
    amorosa, e quix casar com umapiquCnila de IH pri-
    maveras, e de[HWIou-a n'unia casa a :100 ris por
    dia.
    Terminados que foram 04 tramites do c*l\lo, e
    assisnido o dia para o recebimento, foi o noivo bus-
    car a sua futura melade. mas no acto da entrena
    desaveio-se com o depositario sobro a quautdade,
    qnerendo su dar-lbe -iOOemve/. de 300 rs., ron-
    M'iicitin.idos! Aqu principien a altcrca;iiO : jun-
    Imi t o povo soliciano: u cumeijou a seriniiai o
    velho noivo I As chufas a o* aono* enoiarsm de
    lodos tis latios : sa -.ii-albadas eraiu geroes a Ren-
    to que ir,ui.ii.i\ .i p.u.n i a desfruclar o Majuelo, r
    jarru/r-nam -obre n velho as balalai, o as celiola1-.
    (i lllm. Sr. Inspector da Ihesouraria provin-
    cial, em rumprimentO da ortlem do Evm. Sr. pre-
    sideule ta provincia tle *22 du corrente. manda fa-
    xer publico, que nos dias 7, 8 e lde fevereiro pr-
    ximo vindouro, peraule i junta da fazonda da mes-
    illa Ihesouraria. *e ha dearremalar quem por me-
    nos li/er. a obra do acude na Villa Helia da comar-
    ca de Paje to rieres, avallada em MNM8000 ra.
    A arrematacao -ero feia na lonna dos arla* 21 a
    '21 da le provincial u. SO de I" de malo de |S."|,
    esob as clausulas especlael abalxo copiadas. (
    As pessoaa quo se proposerem n esta arremala-
    eAo, comparecam na sala dassevOes da mesmajun-
    ta, nos dias cima declarados polo 'meio dia. compe
    lenlemonte habelltailaa.
    E pira ronstar so mandn ofllxaro prsenlee
    publicar pelo Diario.
    Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam-
    buco,L>i dedesembro a 1K.V..o secretario,
    Antonio Ferrcira d' Innunrtanto.
    Ctautitiu* r*prriars tara a tf)Tfmatan'!.
    I," As obras deste acude serlo feilw de confor-
    mitlade com as plantas e oreainenlo, appresenlattos
    Bosta data a approvaclo do Evm. presfdenle da pro-
    vincia, na importancia de 4:(K>toUIX) rs.
    J.'1 Eslai nhras tlevcrao principiar no pra/o de
    me/es, o lerao conclaldas no de, lo mexas. acontar
    conforme a le provincial n.dbo.
    ;t." A Importancia desta arrematafflo ser pasa
    em Ires preslaces ta ninneira sesuinle : pruneira
    nos doos quinto- dn valor total, quando ti\er con-
    cluido amolada da obra -. a segunda Igual a primei-
    ra, denota do lavrado tormo da recebimento pro-
    vlsorio ; a lerceira (iimlmonte, tic um quinto tlepo-
    is do recebimento deOnllKo.
    |.i o arremalanle sem obrigado acommiinicar a
    reparlIcSo da obras publicas com antecedencia tle
    :tO das, o dia Ovo em que lem tle dar principio a
    .-.txecuCBO das obras, imita como [raballuir ac-
    or era guidamenle durante 15 dias.alim de que pom
    plorario, lrancitco Antonio Caxakantt t'tnuteiro.
    Ctautulat etpcciM* para a arrematado.
    1.a i ti. concertus da cadeia da villa de t.aratdiun.
    far-se-hao de conformidaile cora o orcauunlo ap-
    provado pcl.i dirertoria em coiiwlbu, e aprcoinlaoo
    a approvnt;do do Jim. prasiileiKe na imporlaucia
    de 2\V9*IO.
    J. O arremalanle dar principio as obras no prn-
    zo de dous mere, e dever conciul-las no de seis
    meies, ambos contados na forma do artigo :.l*da lei
    n. 28*.
    3.* O arremalanle eauir>i nos seu irabalhos ludo
    o que Ihe for determinado pelo reopectivo eugcnhei
    o, n.io -o para o Iwa e&ccuijo das obras, como en
    rdem do nao inulilisar oo mesmo lempo para o *er-
    vico publico todas as parles do ediflejo.
    i,'1 0 pagamento da imporlancia da arrematado
    lera lugar em tres preslaces iguaet: a primeira
    depois de leiU a melade da obro ; a segunda de-
    pon, da entrega provisoria e a lerceira na entrega
    definitiva.
    5. O prazo de responsabilidade cr" em 8e,s
    me/e-.
    ti. Para ludo o que nao se ada determinado as
    prsenles clausulas, nem no orcamenlo seimr-sc-
    li.i o quo dispVe a resneilo a lei provincial u. 280.
    Conforme. No impedimento do primeiro cscriplu-
    rario, Francisco Antonio Cacalcanti CoMUeiro,
    O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provui-
    cial, cm cumprimenlo da ordem do Esm. Si. pre-
    sdeme da provincia de *2ii do corrente, manda fa-
    ter publico, que nos dias 27, -J8 e '29 de dc/cnibro
    prximo futuro, peranle a juntada faienda da men-
    ina Ihesouraria, vai n praca para icT arrematado g
    quem por menos fizer, as obras do quinto lauco da
    estrada da Escada, avMiadasem 13:l93o3G3.
    A .t i ifin.ii.it .i, i -ti.i feila na forma dos arts. '21 c
    '21 da lei provincial n. _IMi de 17 de niaio de IS.M,
    e sol) as clausulas especiaos abai\o copiatla.
    As pessoas que se propozercm a Ma arrematacao,
    comparecam na sala tas &essocs da mesina junta
    nos dias cima declarados, pelo meio dia; coinpc-
    lenlemenle habilitadas.
    E par.i constar se mandou ;iH\u o presento e pu-
    blicar pelo Diario.
    N'orelaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
    buco, -2H de no>embro de IM.*.. No inipedimenlo
    to secretario, o primeiro esrripturario, Franritco
    Antonio CaxoAcnti Vottsaeiru.
    (Aauittta*cpeciaespara a arrematariiu.
    I.1 Ai obras do qutnlolaneo da estrada da Esca-
    da. seo leitasde conformitlade Mil. a pnula per-
    lis e ori;ameu(o, approvados pela directora cm con-
    selbo c submellidos a appTOVacSo doExin. Sr. pre-
    sidente da provincia, M importancia do res,
    13:4^363.
    J.-1 (Jue o arrematante dar principio as> obres no
    pra/n de trinta dias e dever conclui-las no de um
    auno, ambos contados tle conformidade com oart.
    31 da lei provincial n. liSC.
    3." A importancia d'arremalac.io sera paca em
    qualro prestaee iguaes : aprimoira, quando livor
    a terca parte das obras concluidas; a segunda, quan-
    do livor os tlous lercoa; o lerceira, quando livor
    fallo a entrega provisoria, o a quarla filialmente,
    na oulrega definitiva.
    I .a Pura ludo que nao esliver determinado Mi
    presentes clausulas seguir--ha o que dispc a lei
    |irovncial n. SSti.Conforme. No impedimento
    tin -ecietario, o primeiro cscriplurario, Francisco
    Antonio Caralninti Couvseiro.
    O lllm. Sr. inspector ta Ihesouraria provin-
    cial, om cumprimenlo ta ordem do E\m. Sr. pr-
    ndenle hi provincia de 2ii to corrente, manda fa-
    /er publico, que nos das -21, N c '2$ le dezembro
    prximo futuro, peante a junta da fazonda ta
    mesmi Ihesouraria, vai a praca para serarrematada
    .i quein por menos fizer a obra do empedromento,
    quo he necossario fa/cr-se na parle to primeiro
    lauco da estrada do norte, avallada em -S:o,.u-kkt
    A arrematacao sera feila na forma tos arls. i e
    11 ta lei proMiicial n. -jso de 17 tic mato do IMI,
    c sob os clausulas especiaos abaivo copiadas.
    As pessoasquo se propozerein a esta arrematacao
    comparecam na sala tas seSSOM da mestna Ihesoura-
    ria. nos dias cima declarados, pelo meio dia. com-
    petentemente habilitadas.
    E para constar so mandou allivaro prsenle e pu-
    blicar pelo Diario.
    Secretaria da Ihesouraria provincial del'ernam-
    buen, H de novemliro de 1853.No empedimenlo
    do secretario, o primeiro cscriplurario, Franrisro
    Antonio Catalranli Couttciro,
    CtautUfO$ .espertar* para a arrematanw.
    I.1 Esla obra sera feila do conformidade com o
    oreainenlo apprn.ada pola tlirectoria cm ronselbo,
    o nesla dala apresenlado a approvacao doExm.Sr.
    presidente da provincia, na imporlancia de rcis,
    :W:i''iO>s*7.
    i.a i) arremalanle dar principio i
    pfa*fO de dona meies* o as concluir no
    me/es, ambos contados da conformid
    arl. 31 da lei provincial n. JKO.
    3.* Ueade a entrega provisoria da obra al a en-
    trona definitiva, sera oarremalaute obrigado a con-
    servar a estrada sempre om bom oslado, para o que
    devera ter pelo menos dous guardas empresados
    conslantemeuio ueste servicn ; o faro inuncdiala-
    mente i|iialquer reparo (pie Ihe for ordenado pelo
    engenhelro.
    i.-1 U pagamento desla obra ser feila em qua-
    lro preslaces iuuaes ;a primeira, depois de fcilo o
    Ierro tas obras do lauco ;a secunda, denota deeoin-
    pleladni os dous lercos ; a lerceira, quando forem
    ,i- dirs reccbldat provitoriarnenlo ; e a quarla, de-
    pois da entrega ileOniliva, a qual tero logar um
    anuo depoisdo recebimento pro vi
    melra, depois de lavrao o lermo qe recebimilifi
    provisorio ; a lerceira Im lmenle de uniquiulodc
    pois do recebimento definitivo.
    .'' i) arrematante ser obrigado a rominuuica ,
    reparllffio das obras publicas cora antecedencia d
    :;i> da- o da Mvn. em qoe lem de dar principio <
    execuc/todas obras, asaimcomolrabalbar acguid.i
    mente durante 15 das, alim deque posos oenge
    nbeiro eucarregado da obra assisllr sos primeiro
    Irabalhos.
    5. Para ludo o mais que nao esliver espenlica<
    as presentes clausulas soguir-se-ha o que determi-
    na a le provincial n. 280 de 17 de maio de I "I.
    Conforme.O secretario,
    Antonio Ferreira d" Anhunciurtlo.
    O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial.
    em cumprimenlo da ordem do Kxni. Sr. presidente
    da provincia, manda fazer publico que.uo dia r.i tle
    Janeiro prximo vindouro, perantc a junta da la-
    senda da mesma Ihesouraria, val novamenle a pra-
    ea para ser arrematada a quom por menos (izer, a
    obra do concert da cadeia da villa do Cabo, ata-
    liada em Hi'iJOOO rs,
    A ;u lemainc.io sera feila na forma dosartigos 2'\
    c '21 da lei provincial n. 'Mi de 17 do maio tle
    IMI, esob as clausula especiaes aboiao copiada-.
    As'pcssoas quo se propozercm a o-la arremata.
    comparecam na salada:
    es da mesma junta, no
    meio Hia, compelcnte-
    < obras no
    re quinte
    ule com o
    dia cima declarado, pclu
    mente habilitadas.
    E para constar se mandou afllxar o prsenlo, o
    publicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria
    provincial de Pornambucoljdedezeinbrode 1853.
    O sccrelaio, Antonia Ferreira 'Annunriaraa.
    Clausulas especiaes para a arrematado.
    I. Os Irabalhos da cadeia da villa do Cabo far-
    sc-hio de conformidade com o orcamenlo apprnva-
    do pela directora em conseibo, c apresenlado a ap-
    nrovaco do Exm. Sr. presidenleda provincia na
    importancia de 8450000 rs.
    '2. O arrematante dar principio as obras no prazo
    tic 15 dias, e devera conclui-las no de Ires metes,
    arabos contados de conformidade coro o artigo .11
    da lei 11.-J8O.
    3. O arremalanle seguir n.: execucao luilb o que
    Ihe for prescrinlo pelo eugcnbeim respectivo, lian
    s para boa eveeuc,o do Irabalho, couio era ori)eiu
    tic nao inutilisar .10 mesmo lempo para o servico
    publico todas as parles do edificio.
    I. O pagamento ta imporlancia da arrematacao
    vcrilicar-se-ha cm duas preslaces iguaos : a pri-
    meira depois tle foilos dous tercos da obra, e a se-
    gunda tlopois to la.rado otermo.de recchiineitlo.
    .">. Nlo bavorsi prazo de responsabilidade.
    0. Para lutlo o que nao se acha determinado uas
    picscnles clausulas, uem no uroaraenlo, seguir-se-
    lia o que dispc I lei u. ^Sl.
    Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
    ifAiinunrianio,
    (I lllm. Sr. inspector da Ibesuuraria provin
    i-il, em curaprinteolo da ordem do Evm. Sr. presi-
    den la da provincia de I i to correnle, manda l.i/ei
    publico, que nos dias 10, II e i i de Janeiro prxi-
    mo vindouro, -o ba tle arrematar a quem por me-
    nos li/.er, a obra to sexto lauco da estrada da Es-
    cada avallada em K3a6a978.
    A arrematacao ser feila na forma dos arligos 2\
    e -:T .la lei provincial n. -2N.de 17 do maio tle IMI,
    esob as clausubis especiaes abaixo declaradas.
    As pe-soas que se propozerein a esta arremalac.'oi
    romparccain na sala das sesses ta jimia da fazenda
    da mesilla Ihesouraria, nos das cima declarailo-,
    pelo meio da. competcnlemenle habilitadas.
    E para constar se mandou afllxar 0 prsenle e pu-
    blicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria pro-
    vincial de l'ernainburo 1< de dezembro de IM3.
    O secretario.Antonio Ferreira d'Annuncianw.
    CtatUUln especiar.' para a arrematarlo.
    I.a As obras do sexto lauco da estrada da Escada
    serao e\t rotadas de conformidade coma plaa per-
    Id e orcamenlo, approvados pela directora era con-
    selho, c suhmctlidos a sipprovac,Ao do Exm. Sr. pre-
    sidente da provincia, importando em 0:3fi3>-i7K.
    '2.a No prazo de 30 dias o arrematante dar prin-
    cipio as obras, devendo conclui-las no de um auno,
    arabos contados tle conformidade com o arl. 31 da
    lei provincial n. dHti.
    3." A importancia da arrematacao sera paga em
    qualro pre-lacps IgUMS; a primeira quando live
    a lerceira parle das obras concluidas; a segunda
    ?uaildo liver os dous lercos; a lerceira quando live
    I felto a entren provisoria; o a ultima liiialmeolo
    na entrega definitiva.
    i.' Para tudo quanlo nao esliver determinado as
    . presentes clausulas ou no orcamenlo, seguir-se-ha
    I o que dispio a lei provincial n/ 280.Conformo.
    I O secretario, Antonio Ferreira d'Annuwtanto
    O lllm. Sr. Inspector ta Ihesouraria provin-
    cial om rumprimento ta resolucao da junta ta fa-
    zenda, manda fazer publico, que asarrenialaco* da
    obra tos a trros e eni|>odramen(o da segunda parle
    to primeiro lauco da estrada to nerlo. e pintura da
    poni do Cachang*), foram transferidas para o dia i>
    do correnle. Secretaria da Ihesouraria provincial
    tle l'ernaiubuco '2'i de dezembro de IRVI.(t scci c
    lario, Antonio Ferreira d'.lnnitnciaraa.
    Vela luspeccaoda alfandega se faz publico, que
    exoaderam do lempo do deposito permitilo nosar-
    mazensda alhndmn os volnraos abaixo dectarados,
    pelo que sao avisados os respectivos donos ou con-
    lignalarhM para os despachos dentro dopra/n do :i"
    tlias contados desla data, lindo o qual serao ai i enla-
    tados om hasla publica, na porta da alfandega, na
    forma dn arl. '21\ do reiilanrjnlo, sem que em lem-
    po algum se poSM reclamar contra o etl'eiln desla
    venda.
    Armaxcm n.
    Para ludo mais que n.io esliver delerminado i l;p"riro sen tinmeroI cmbrulbu viudo na nata
    ;| IU|,. ,|j>|. ra inide/i Srrapfttna em 13de
    presentes clausulas aeguir-fe-ha o qu
    cnbeiro encarregado da obra assislir aos primoiros
    Irabalhos.
    5,s, Para lodo o mais quo naneslver Oipecilicatlo
    na- presentes clsosulas, segolr-ao-hao que detersnl-
    na a lei provincial n. Wi. do 17 de maio de IMI.
    Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
    A'Annunriartio.
    O lllm. Sr. Inspector da llioaotiraria provin-
    cial, era cumprimonlo da ortlem doExin. Sr. presi-
    dente da provincia de ^K de correnle, manila lazor
    publico, que nos dias 27,"28 e 20 do prximo futuro
    incz de dezembro, perantc a jimia da fazenda da
    mesma Ihesouraria, vo a praca para serera arrema-
    lados a quera por menos lixer, usconcerlos da ca-
    deia da villa de araohuos avallados era 2:2*C2H0.
    A arremjlar.00 ser feila no forma dos art. 21 a
    27 da lei provincial n. 28 de 17 de maio de 1851,
    e sol as clausulas especiaos abaixo copiadas.
    Al peesoas que se propozerem a esla urremalacflo,
    comparecam na dala das -f-ses dias ACinia declarado-, peto meio di, couipelenle-
    meute h.ibititadas,
    I paiaoon&Lir se mandou allivaro pregante e
    publicar |ielo Diario.
    ispe
    a espeilo a loi provincial u. 2811.Comloiine.
    No impedinionlo doMCrelario, o primeiro esrrlplu'
    turarlo Fvaneitco Antonio Carairant Con/tetro-
    O lllm. Sr. inspector ta Ihesouraria provincial,
    cm cumplimento da orden do Evm. Sr. presidente
    da provincia tle3 do correnle,manda lazer publico,
    quo no ilia 20 do Janeiro prximo vindouro, vai no-
    vauenie a praca para ser arrematada aqoempor
    menos li/er, a obra do acude do Uuique.avali.ola em
    3:3OJKM)0 i-.
    A arreinalaco sera feila na forma tos arl-. 2 e
    27 da lei brotlncUI n. 28li do 17 de* maio de 1851,
    esob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
    As pessoas que se propozerein a esta arromalaco,
    comparecam na sala da-ses-oo- da mesma junta, no
    dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
    mente habilitadas.
    Epara constar -e mandou allivaro presente o pu-
    blicar pelo Diaria.
    Secretarla da Ihesouraria provincial de Pernam-
    buco, I, de dezembro de 18V1.O secretarlo,
    ./. /*. d'.ninttnrianto.
    ClfttUlat 6*HKae* para tt arirmattiriio.
    |. As obras do acude do lluiquc sor.lo feilas de
    conformidade eom a planta e orcamenlo approva-
    dos pela directora em consclho, o apreMiitadosa
    approvaclo to Evm. Sr. pic-idonlo da provincia na
    Imporlancia de 3:3005000 rs.
    2.l Estas obras ilcver.io principiar no pra/a de 00
    riiM, D -eran concluidas no tle del me/es, acontar
    ti.i tlata ta arrematacao.
    3.-1 A Importancia tiesta arremntac.lo sera paga
    em Iros pro-laces da mancha sepililo :a prlmol-
    Ira dos don* quintos do valor total, q'uando livor
    1 concluido melade da obra; a segunda Igual a pri-
    meira, depois do lavrado o lermo do rerobimcnlo
    Srovi-orio.a terrona linalmenlodeuin quinto depois
    l recebimento definitivo.
    ' ,.' O arremalanle ser obrigado a coimniinicar
    a reparlic;lo das obras publicas eom antecedencia tle
    30 ili-is o dia lvo, ora que tora te dar principio a
    execucn tas obras, esslm como Irabalnar e|mMa-
    mcnio 13 dias, alim de que possa o engenhelro en-
    carreaadods obraassistn- aos primoiros irabalhos.
    5.a Para ludo o mais quo mo esliver especificado
    as presenlM clausulas, segnlr-se-ha o que determi-
    na M lei provincial n. 280 de 17 de maio de ISot.
    Conformo.O secretario,
    Antonio Fnrcira d\tnnai"iacao.
    O lllm. Sr. Inspector da thojsouraria provincial,
    em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
    da provincia do 3 do correnle, manda fazer publico.
    que no da26 de Janeiro prximo vimlouro, vai no-
    vamentea praca para ser arrematada i quem por
    menos li/er, a obra ilo acude do l'aje de Flores,
    avaliada em 3:1003000 rs.
    A arrenitaclo ser feila na forma ibw arls. 21 e
    27 da lei provincial n. 287 tle 17 tle main do iH'il,
    6 sob as clausulas especiaos abaixo copiada*.
    As pessoasquo se propozerein a esta arrematadlo,
    comparecam na sala das sfsoe$ d mesma lltemi-
    rarta no dia cima declarado, pelo meio dia, compe-
    tentemente habilitadas.
    E pira constar se mandou aflltar o presente e pu-
    blicar pelo Diario.
    Secretaria tfa Ihesouraria provincial de IVrnam-
    Iraro, 14 'le de/emhrn de IRVI.O serrelarhi,
    Antonio Ferreira d'Annuneiaro.
    Clausula* e/peciaes parir arrematacao.
    1.a *.s obras desle acude scrao feilas de confor-
    midade com as plantas o orcamenlo apresenladns a
    npprovacao do Exm. Sr. presidente da provinciano
    imporlancia de 3:l!H'>9O00ni.
    2.<' Kslas obras deverUo principiar no prazo de
    doiH mezo-, r seria rela ules no de iloz mezes. a
    ooniar oonformea le provincial n.Hi.
    3.a A importancia desla .irremalacSo sera paga
    ora Ires preslacOM da maneirn aegninle: a pri-
    ouinbrotlo 1853 ;
    James Ciahtroc
    Arraaxein n. 7.
    K Iravessao I) n. 3.V.t I embriilho viudo na os
    cuna dinamarqueza i^niprassere l">dc novembit de
    IS.M ; a Kalkinan Irmos.
    l.elrcirosom numeroI einhrtilbo vlndoln bar-
    ca franco/a Ver n ambaro em I. dcdc/einhrnde IHTil;
    a I.. hVugiiierc.
    Celreiio sem numeroI einbrulho viudo na mi-
    ma barca, no mesmo dia, inoz eanuo ; a A. Poir.-oii.
    I.otroiro sera numeroI emhrulho viudo na me-
    ma barca, no mesmo ilia, mex e anuo ; a halkiuan
    Trere.
    I.olreiro sem numeroI emhrulho viudo no bri-
    gue rraneex Cesar era 10 de dezembro to IRVt; a
    A. Poirson. Alfandega de Pernambuco 28 tic dc-
    zembro do 1833.Oinspeelor,
    /lento Josc Feritandcs /Jarros.
    DECLARAqO'ES.
    \ commissilode llvgiene publira manda Irins-
    rrever, para que cliogue ao conbeeiinenlo das pes-
    soas iuleressadas. a tabella que abaixo se le, orgaiii-
    -atla om viiludo do disposlo no artigo 57 do rcgula-
    menlo de 2!* de setembro de IR.il.
    Sala das sesses ta commissao 'Z\ do dMemhro ib
    18.73. No irupetlimonto do secretario, Di\ Joo
    i'rYreira daSiica.
    Tabellados medirttmentos, ralhame, instrumen-
    tos, utentis e icios, tn/janimda em cirtuded
    artigo .77 do rcgUtamento da junta central ti-
    litjgicnc publica de 20 de setembro de H*7| para
    y boticas do imperio.
    (Slu intlispensnvcis as -ubslancias nao raarcatl.h
    com o slgnal
    {ContinuacaO do numero antecedente.
    PotasN caustica era evliudros.
    * Podra ralaiiiin.tr.
    OSMM,
    Quina peruviana.
    Itaix de aHha.
    . de abasan/.
    n do aspardjM.
    i tle alpe.
    ' > le anuclica.
    n .lo rnica.
    h tle bardana.
    o do belladona.
    ii de cabinoa.
    " de calumba. '
    derliicoria.
    de elboro negro.
    lie flo-macbo.
    ii de fuucbo.
    o de genciana.
    b ilcuramma.
    de berva-loslo.
    n do Ipocacoanha negra.
    o de jalapa.
    deWrnngn.
    n de labaca.
    n de pari|iaroba.
    n de limlni cascasdaiai/ .
    deralanhia.
    i) ile rlmibarbo.
    de romeira (cascas da rau .
    v de salsa-brlense.
    i) de salsa parrilhfl.
    d de polvgitlla.
    u de serpentaria.
    de valeriana.
    Itcsina degnaiaco.
    i' de pinbo.
    ii de jalapa.
    Raspas de ponas de vcid...
    lia-na- tle guaiaco.
    > de -,i-aii f

    MUTILADO



    doobsi rente
    ., Je Dcvergle Snior.
    > ,. le -lnmufim.
    mImo medicinal.
    Sibina.
    Sltpi.
    Seinoulc de riiij.
    >. .. dr cardamomo.
    i) 1011 Ira verme* de Aletuudria
    i .Ir llllllO.
    i 1J0 m,ii 'mello*. ,
    de mm-i.iit-r.i.
    t -le iiHftliird*. *
    Saponaria.
    Si'11 lie.
    ' Srilla martima.
    * Stl M llMlll.l. B
    Suphalo de cobre.
    ile ferro.
    II il(Mii.i:::i('-li
    n de morphiua.
    II lll' |l i) ilc quiuiua.
    " de soda.
    dezinco.
    sulphuretu le mercurio [rttbru .
    " de mercurio .negro.,
    ile potando.
    * >i le ferro. n
    I amarindus. .
    * Canino.
    i araiMV. ,
    I artaraluMo puta*** e anlituorfin.
    o fie m c ferro. ,
    >l de II CMlil-t. *
    1 it'l.rlililii i liquida.
    Imbitli mineral.
    vegetal. g
    * I Mif ni .i de iibsiulhic
    " le acnito.
    '! .lll l/i'M i.
    de i* 11 f j > i -: i.
    de sjoas.
    ' de ii c(hii|mi-i.i. '
    do rnica.
    i da assafedida.
    H ile assafro.
    " de bahna peruviano,
    w tic bcnjoiin.
    rt ile tomposlo.
    >' de belladona.
    de bnonia.
    ilo canalla.
    " ilc canillar idas.
    * ii de calo.
    de castreo,
    ilc cmaoslo.
    " ilcriculH.
    de rnlchfco.
    i dcdigllalle.
    i de elboro-negro.
    de escamonea,
    i de genciana.
    filil JICO.
    iodu.
    " de jalapa.
    " le ineimcudrn.
    ile uiyrrha.
    " de composli.
    " le HU MIIIIJIM.
    >i de opio de I.un di lense.
    1 de pipi.
    dequassia.
    'i >le quina.
    a" 'Ir ji CtUllpdsla.
    " le rbuibarbo.
    de aablo.
    i de i cun opio.
    desidia.
    a desenlie.
    o' de valeriana.
    'i amnionlacal deguainco.
    " > de valeriana.
    u muriatiea de ferro.
    purgativa da La-Roy*I* -' 3' *
    lulhi.i.
    i uguelu dealilioa.
    < de arlnnlla<
    * banflfcSo
    da brioma.
    ' le nienio.
    " mercurial.
    n nervino.
    | l'ipnlenn.
    u ile sabina.
    I ni < le porcu p.p.
    v alerianalu de fero.
    le quiiiiiH.
    > de /inro.
    \ o .ill lll.
    Vlllllll lio .ll>MlltUI
    i ile aloo.
    ' .11......lili O.
    aiili-scorbulir.
    diurtica.
    ile ferro,
    n de ipecacuauha.
    i de npio da Kosseau.
    i ile deS>d.
    m ile lolrliiai.
    de quina,
    o de ii conquista.
    ile rhufbarbo.
    " ile Milla,
    i de senne.
    \ iuagre.
    i aromalico.
    dnliladn.
    de eeilla.
    deaassjooT*
    lo aclalo de nmrpiiina.
    do Cuisiiuer.
    dediacodio.
    de omina arbica,
    ii le ipecacuanha.
    ile pona* de espargo-,
    de raizo- auerientcs.
    derhuibarbo.
    1 'i-i/hiiiir, i/)*/ntmetilo*, machina:, V'., r/tir OV-
    i'ein /azer parle de unu botica,
    Vasilhamo.
    vaMlhama leve ronsinr de vaaaa de dinareiilei
    iiMlori.iCN aprnpi \ula* para ronler oa iiieiliraiuen-
    lu iiqui iiiencioiado*, e vem a icr : Vdrofl da ili-
    enaa capacidadaa, de Inura lar^ii c aatraila ede
    lollius i-i naetrna aubataatefa ; vaaaa de porcelana
    na mira loVa, catu de madeira liennelicaineii-
    (e fechada c lal de follias de I l.ni'li r-.
    Alanihique de cubre eManliado.
    ' Al unlij(|uc de \idrn. ,
    Vlmurark de lironzc rande.
    ile pequemi.
    1 Mongol de Mdio.
    ' Apparellio de UlivIacAa MI deloeac."ni pin lin-
    iui.is e cvIracliK.
    Vreometfoa para rido, rapiriios e ftaropav.
    Un lis tic p 'liteiirdi .1.
    H,iIiim;is L-randcs.
    granalaria.
    (.adinlini. -
    '.inerai de p" de pedra.
    '.ampHiiai de vjilro.
    iapMiUs de porrelana e de fidfO*
    llaarlaa ile rolha.
    - de leu -i esmaltadas.
    Condonada .ili:odo, \.u e linln.
    Coih de tldro Krad9oduii<
    Culta para amia.
    Baca madaraa.
    '.- |';ii mI^ de Ierro ordinarias,
    de diauaa<
    i de marlim oh OMO.
    dc\idn>.
    Muid.
    Kornallian lUns.
    n oanles forno* da evaporaran .
    da reverbero.
    I raacoi lubulado.-.
    11111 it* ile luuca, inelal e vidro.
    limea de marmore, massae vidro.
    ifOMUe limas de ac.
    lampadas de espii iln de \inlio.
    MaiTiina^ de farer |ilul;i*. ,
    de eslender emplastros.
    ' MalrazM. *
    l'edra ele po-;plieisar.
    I't iielraa de Tina e de seda.
    . /Jrrti lodiiiofraiice/.
    tjinupectn dan plnrmacopeas, por Jonrdan.
    Untarla medica, formulario de Koucbardal.
    I'li.irinaeopen seral.
    I'barmacopea de Foy.
    odiao pliarmiceutico e pharrrlacoe.rapriia de Abo*-
    linlHi.dhanoda Silveira Pinto (ultima rdic.io .
    I m livro para registro dai receita*.
    i rn dito para aasenlamentn da- sobstaneM vene-
    nn lidada, mime do comprador e da da venda,
    l.-la conforme. l)r. Iterrnlano luymlo fjijt-
    "ure Cutika, secrelai io. i
    o rnii-Hlin admini^lralivo manda fa/er pu-
    ii din :\ do tec protimo fuluro. Secretaria do on-
    selhn adminisIralivoiK de ilezembrn de 1853.Wi-
    'uel jffonto^frrretro, vogal e acereUno inlerirvn.
    cnnsflbo administrativo-em cumprirneuto
    il arl. do regulamenlu do H de dezembro do
    auno |m ii\imn lindo, fai publico, que foram acei-
    tns as pronosla* de Johnsl
    fv77f> covadoii de panno a
    rs. o covadn ; a Tlnn MouscT^V Viiinasna, .000
    covadus de baelillia, a 40(1 rs. oeoviulo, MreiiMl
    da papel carlucliinlio a *J7(M) a reuma, tl*KI duzlaa
    de boloes de osso branco a 20 rs. a iln/i.i, 2 clarn
    de snpro coni as eompclenles ollas a :iii-iHM> rada
    mu : a Joaquim Jos Das Pereira 100 canaitns de
    azeite de campillo a SO rs. por caada,medida no-
    va, lJ!)e 1| diliisdedilodecco a ifftiOO por caa-
    da nova, 118 e \yl libras de velas de caroauba a
    .'MK) rs. a libra, 6 dallas de pavios a 110 rs. a dur
    ala, :tti libras de lio d'alaodao a A6U rs. a libra, e
    1,000 pares de spalos de sola e vira, eom orelba,
    feitos.no Aracaty a 13310 o par; a Francesco Ma-
    i'lel de Sonza, 100 ditos feilos na provincia a 1-iJiMi
    \ par ; Manuel Isnacio deOliveirn Kr.ui. "i arro-
    j ba d'oleo de Imlwra a 200 rs. a libra ; a Souza A
    Irniao-iespadasde cavallaria a 0^'iOOrs.cadaiima,
    i' >". i dnzias de hnloes d'osso prcUjs a 2.5 rs. a duzia ;
    jaJoodoHego Falcto Junior 20 uarrafas de (inla
    j de caerve> a 160 rs. n garrafa ; n Vicente AJves
    j Machado 2 duzas de laboas de assoalbo d'amarello
    cscolhidas com 2 palmos do largan c 28 a 30 de
    ''omprimento. a 725000 I dn/ia, B coslados de ama-
    relio, com omesino comprimento t! largura a 123)
    cada um, \ co>ladinbos de dilo dito a 83 ni, 2 costado* de pao d'oleo de t e l|2 pnlegada
    ilo largura e 28 de cemprimenlo a 0^000 r*. cada
    un. Avisa-se aos mesmos vendedores, que devem
    reeolberao arsenal de guerra os referidos objectos
    lio da 2!l do correle inez. Secretaria doconselho
    administrativo 7 de dezembro de HX].Miguel
    .Iffiumo b'erreirn, vogal c serrelario interino.
    Keal oompanbia de paquetes inglese a
    vapor.
    No da 31 desle me/
    1. A reveanlo. hf A jornada.
    2. O convite. | % A adoraejio.
    3. A reuniflo, | 0. (^festejo.
    A accilo auecede na Judea. noaarrabalilei d.i ci-
    ilade de Helem. leudo principio om una lierdade.as
    II ', borlada noile do 21 de deaaznbro do armo
    slou l'.lter pitra fiiriecer i liKM da creacAo do mundo, na noile leguintaao
    zuVaJra capotes a 1^270 [completar 21 horas.
    A poesa, a musir, a danta, e na decoraciles, sfl
    producrOes dos Si-. Ilodealo F. C. Caima-Barros,
    Orestes. I)e-Weccb\, e Di.rnelle*. O autor do poe-
    ma, de necordo com oa outros artista* se esorcou
    em desenvolver o bom poslo e novo cslslo nos di-
    verso* pensamenlos, e pontos cssenciues em que
    fie fundam o noxoeumdadedo InL'.ir c da accao.
    Desdeja seacbam abettas as rospeclivas assigns
    iiinlo an(|ar.
    y. A pessoa <|ue aiinmicioii ler para vender #
    |9 una cruz da ordeh) 'de (Jiristo com pedras, $
    9 que ira diri^ir-so para o mesmo liui loja da ;."
    J:j ra do tjueimado 21. %
    Desappareceu no da 27 do correla niez de
    dezembroo escravo crioulo, de noma Pedro, repr-
    senla ler sos, nariz chalo, usa de brinco em urna dasorelbas,
    (om o dedo minimo do p direito lovanlado, levou
    <.i mis i dr ba'la encamadS, calca de panno azu^
    ludo Vellio, e levou um babuxinbo com dirTerenle
    ronpa; |K>i isso pode imnlar delrnge; roga-taaiao-
    loridades policiaese capil.leazle campo, ou mesmo
    turas para 0 recitas. Os assgnaules Icrau o alale qualquer pessoa, a npprelicnsAn do dilo escravo. e
    de20 (xircenlo : na ra do Sania Isabel n. 13, casa '
    du actor Sania lio-a ; e lambem avulsis.
    AVISOS martimos.
    Para a Rabia eguo nodia 31 do frrente o pa-
    tacho Sania Cruz ; anda podo receber ajjtunn
    carga : Irala-se ao lado do (atrito Sanio, loja de
    massames n. 25, ou com o capitflo -Marcos Jos da
    Silva.
    PAKA A BAHA.
    SeguhV brevemente a escuna nado-
    nal Tjtiinia capitao Antonio Francisco
    Ribciro Padilha : para carga, on passa-
    geirot, trnla-se com os comigbatarios,
    na rita daScn/ala n. 154.
    Para Lisboa o mili lindo e \eleiro brlgue A'-
    ranlador, prelendo abir com brevidade: quem
    nelle quizer earrevar ou ir de passaucm enlenda-se
    com os sens consicnalarios T, dcAquino Fonscca ; p
    Kilbo, na na do Vigario n. 19, primeiro andar, ou i ros, desapparcreu
    leva-lo ra da Cadcia do-Hccfe n. i.'), ou ua ponte
    de I'cIkm, no sitio de seu senhor Manocl l.uiz (ion-
    calves, que sera recompensarlo de sen Irabalbo.
    Uolm-" ao Sr. Jos Joaqum*da Coda o !.i\ tr-
    deapparecer na ra doOneimado n. f>.~>, a negocio
    do sen intcrcwe-
    Itoita-sc ao Sr. I'olicarpo, que beprofesser do
    colleaio dtHorpbao* de Olinda, que queira ler a
    bondade deapparecer na roa eslreila do Jtosario .
    10, sesmido andar.
    Do a bailo *a*st*nado desapparecen m/dia17
    dcslc mez n sen escravo, crioulo.de uoine Tuiz, pre-
    lo, eslalura baiva, crosMi do rorpo,- bocea urande,
    nariz craude, cbatoeurosso, bracos bstanle compr-
    do, falla-lbc denles na patte superior, v representa
    ler a ilado de 10 anuos, (em na ricalriz redonda
    do (amando de una mocla de cobro de >inle reis
    em um dosladosdas fontes, e(alla>llie um dedo em
    nmdoepea; levou camisa bronca de alajodlotinlio,
    calca a/ul do alsodan irancade, chapeo de pal ha da
    Ilala. Este prelo louo depois de comprado em.o
    anuo |iassjiilo ao Illm. Sr. Jos Caelauo de Mcdei-
    lesla placa e andou pelo eii(e
    Joaquim Xavier 'Vjeira Ligo relira-)*e para
    fra da provincia.
    Pejeu-ftfl no lia '25. do crrante ,
    uma letca Ua <|uantia le 227,s(il(i i-., a
    vencer a21 leabril (Ir IS.~>, aceita por
    Sevorino Piulo do Lefio, e arantda por
    Manoel Pereirn Letnoa : ae-
    soa que a nchur, a pteira restituir nestai
    ltyjo^rapIiia, vislo le nada Hie sci\ir ,
    poraeter avisado aos referidos aceitantes.
    Perdeu-se em a noile do natal, des Iiemedios,
    silin do Sr. Jncinlbo filesbao.* para ilba do retiro,
    para ilba tio Iteltrn, urna pulseira de ouro, chapa
    larga com um diamante em cima : quem a arlum
    querendo restituir, dirjase a me^ma ilha, ounre-
    pxrlirao do sello, a fallar com Jos Jeronymu de
    Suza Limoeiro, por quem ser urnlifcado
    C 'O l)r. Caroliuo I-Van cisco de Lima Sanios.
    S depois de sn viauem lOJWliao do Cca^r para
    onde foi chamado o auno patsado, aqui do
    novo so acha no exereicio de sur profissao de
    medico; e residindo, como est por ora, no a-
    lerro da Iloa Vista n. 78, he seu tim prestar-'
    seao publico e*i pobreza, noquanlo esleja a
    seu alcance, nSo s no que respeila*as moles-
    tias do interior, como na arle de parlejar, e
    inaisnperaces com especia 1 idade as que re-
    clmalo as enfermidado das \ias ouriuarias.
    da Miirnp
    portada RealCompa-
    nhia. oquil depois da
    demora do coslume seguir para os ponos do snl:
    , para ptBMgefroa Iral.i-se com oa agentes Adamtoil
    i Howie i\ Ounpaiiliia, na do Trapiche Novon. 12.
    Aononcla-ae pela mesa do consulado pmvin-
    ; cial, que os 'Mi das uleis para a cobranra da denma
    .i bocea do cofre dos pudloc rhaiios das freRUOSlai
    desla cidade e da dos Afolado-, se linalisam no da
    ' de Janeiro vindouro.
    Paquetes Irancc/cs a vai>or, entre Marso
    lii.i o li" de Janeiro.
    * pnquelc a hlice
    /'.irruir destinado
    a sabir de .Marselba
    p.ir.i a Habia e Hiode
    Janeiro,espera-se nes-
    coni o capitn na prora
    CEARA', MAltAMIAO' E
    Sefiue em poucosdfts o patacho Jo*
    oSpera-so do* porlosIscpliina anda podercccbcral;;nmacar^
    M mu dos va- *
    Perdeu-se na missa do nalal, desde a inalriz
    de Santo Antonio atea orden terenra de San Frau-
    ciiico, nina pulseira de ouro, com don oitavss e
    incia punco maisoii menos, com umcnfeiledv dnas
    cabacfnhas presas cada una em um pedacnho de
    Irancelim: quem a achou querendo com ronscien-
    cla restituir, dirija-so o ra do Aragao n. 27, que
    igradavel que d em erBl o charuto, al-
    Lum.is gotas deala nm ropo dagua sao safllcieii-
    les; lambem se achara pe denlifrico euellentc para
    a couservacao dos deules bS ra larga do Horario
    n. 36, secundo andar.
    .-ss ^^ 99
    4 BAZAIt PKBNAHRtlCAM).
    ttua Ndva n. ri. J.
    I fOs proprielaripe deste eslalielccinientu S-
    Z cima meiicionado.tem a honra de mnpncui- J
    S remao respellavel fjublico, a com especiali- ^
    S dade aos seus fre^uezes. que alm do erando
    2 e \ariado sorlimentodofMxendas degosloque ^
    S jios-uem, acabam do receber pela barca fran- ^
    5 cera l'eriiambucv, lindos corles de vestidos J
    ".'; dcsedaeseoceza,dilos 9 eos para noivas, ditoa pretos, romeirasde li- ~
    K l dV linho, dllas de rclroz, lencinRosde se &>
    j*J da para pesclo de senhora, e proprios para &
    $ fe-la, ditos de reros, dilos de ca-emira de m
    wvvvjc i $$ tres ponas, lisos c bordados de mrflrz, cam- flR
    **3| selas do cambraia bordadas, manguitos, blcos
    ($ de blond verdadeiros, e de dlfferenles larpu- 3(5
    ras, enlremaios bordados, chapeos deseda pa- ^
    m ra senhora, rhalesde dita para dita, manile- ^
    (ev de seda de diTerentes cores, reginas de m
    g retro/., fitas de velludo, dilas de seda, desar-
    ^ ja ede carea, pcnlon de tartaruga naralranea, Z
    6 ditos de bfalo, diloso imllae.no JetarlaruRa, J
    ^, cravalinhas e punrms de serla para senhora, a.
    frocodc dinerentesgrossurase larpras, lira- g
    j cleles de cores, lencos de cambraia de linbo
    ja bordados, ditos de cambraia de alftodao liso *
    2 c com vinhelas, esparlilhoa de patente, luvas S
    S de pellica de Jouvin, tanto para senhora co-
    S nio para bomejn, camisinliaa de meia para
    I? recem-nascidos, lindos corles de rlleles de
    de re
    I
    ilfaudeca,
    \jropi
    c porto aojo.
    'asMgeiU para o Kio de Janeiro, rainal
    2011 fiaucns, cmara do proa 130 franco-,
    Passasem para a Kahia, cmara ile re UN francos
    .amara de proa 7. francos
    A comida o MVlallM CelBo romprebendidos nes
    les presos.
    iQueffl pretender dirija-e o es( riplorio de N. I
    Hieber i\ Oiiin daCrui n. i.
    Banco de Pe nambuco.
    Km riimprjiieiito da resoluto que abaiiose^ue, i Clona
    da PMOniblea peral do banco de Pe nambuco, para
    leva a i'IIeilo o roiupleuieulo t\o capital de UOUf
    mil coutusdcreitf, orespecli\oconsellio de direcejao
    convida ao* Sr*. eccfonhiasi i realliarem de 2 ate
    115 de Janeiro proiimo, a entrada de 20 por ceiito
    sobre o numero de 10(0011 com que a mama reao-
    : lui;o Ihcspurmilte licar.
    Ilamo de Pernaiiiliiico, 22 de nowmbrodc IS.V1.
    (I secretario do eontBlho de direccao, Joio gua-
    ri de Medeiros llego.
    Ilrmhirto,
    A asseniblea m-raldo banco de Pernambuco.reu-
    nida em sesPilo extraordinaria, aos 2ri de srlembro
    de I8>i3trosotveuadoptar aanropoalas oOerocidas i^reihad
    pela ilireccao do banco, em dala do I de BB0*tO,pela
    (ormasecuiute :
    ^rl. I.* O cousellio de direccao Dea Rntoriudo a
    levara elleito o aimincnlo maxiino ilo capital, de-
    cretado pelo arl. 2.' dosestaliilo-.
    Arl. 2.* As respectiva! sceoea aeran ditlriboi-
    das propoiciuiiatmenle por lodos oa sena socio-.
    Arl. :l.. A cobranra do importe das nrces sera
    realisada aegnndo pa prefisOeada calta, 0 por de-
    leberacilo do cgiiselbo de direec.lo.
    Arl. .' Oconaelho de direccao vender por coti-
    la do banco, a* accoesqiie n&o forein realiaauaa pelos
    1 respeclivo*accionistas, noeprazos<|U0 forem marca1
    i iU*, nao podando todava vende-las por preco menor
    !') que n par.
    Sala da- aeasGea da nssombt^a yeral. em 2f> de se-
    tembrode ih.":i. PedroFrtMvUtodt l'aaln ('a-
    rafcanti iF.ltbugtierque, presidente. J>r Hn-
    narii" (Ittlt& silcoforado,i.' serrelario. ////'-
    ufo lalniim da Silva farrora, i.* secretario.
    KsUi conforme. .Amo Ignacio de Medthro* He*
    //". director secrclarla docoMellio de dlrecjIlo,
    ! Para conliecimenlo do quem possa inlcrc-ar .(>
    la/ publico, awt pelo tpala/ da otlacffa do cupe,
    foi remedida a pala repartidlo uma Jangada do pos- i
    caria que alb l'nra lomada a uns individuos suspei- k
    (os; provenlndu-ae, deque de boje a irlnln das, n.ui'
    ipp.ireceiido dono, sera vendida na porta do idmo-
    \ai liado do arsenal de niaiiulia, para Mtisfozer-M
    aadeapeua que se Imuverem feilo* Secretarla da ca-
    pitana do porto del'ernambuco 20de de/emltio de
    IH53><> secretario, Thomr Fernandes Madeira
    de Ca*ttt.
    ti arsenal de marinha contraa no dia 2 de Ja-
    neiro proilnW futuro, a abertura de mn canal na
    libado Pina, para desvio do riacho do mesmo Pina,
    aob as cund roes abaivo iiienciouadas. Os aenhorea
    concorrentcs ojueiram npreaentar anea propoiiaa al
    aaae da para aerem devidamenle nltendidaa,
    I." Esle canal ser iberio no terreno denominado
    Pona do Pina, nadirer<;;o> recia do ultimo coquclro
    do Mil da ilba do Noimeira para o lale, [masando
    em fenle da casa do* linden os de Jos lioucalves, c
    em distancia de 00 braras ao norte.
    2,* TerA este canal a largura <^c 20 bracas, e a
    profundidade de!) palmos abaivo do nivel da baila
    mar.
    :l< Para que as aguas do riacho *do IHnaaloarD 1
    direccao a le lo desle canal, far-se-lia um dique de
    Ierra no leilo actual do mesmo riacho, cojo dique
    lera* 10 bracas de largura media, e elevar-ae-ha al
    ." palmos cima do* preainare*.
    .1 Bate dique ou lapagem do actual leilo do ria-
    ciui seuuiM adirerran da margeni do noria dora-
    nal qie se abrir, proloiigando-ae deadfl a evlremiiia-
    d do canal ate o terreno ajln 000 Mea junio ao ulti-
    mo enqneiro do aol da flha do Nogueiro, alraveaaan-
    do asslm os doua braco* do riacho e a pequea ilha
    alil Cklalenle,
    5." Para aeguran^a desle dique ser feila nina es-
    la,eada junio a elte, e rm huta a evlensao do ludo do
    sul,(-ollocando-se junto a esta estacada pedias do al-
    venaria, qr aerflo lirada* do recife.
    O.- Na cvtensao deala obra seuiiir-sc-ha restricta-
    mente Ibdasas iu ueuheiro encarrei'ado iUs obras do melhoianienlu do
    porlo.
    7.'' Toda a obra devera ser feila no pra/o de *eis
    me/es. InapeccAo do arsenal de marinha de Per-
    nagibuco27 de deiombro de IS.V1.i\a anaencla de
    snroiario, Miguel Paulo de SOUZQ Itanget.
    COHREIOGEKAL.
    Pela adminislracao do ron co se la/ publico,
    de coufonnfdade com o artigo nono do decreto 11.
    787 de 15 de malo de 1851, que no le proceder-se-ba o quemia das carta* aira-alas.
    gae pauageiros : 08pretendpnlestquei-
    r.io dirigir-^ 110 consignatario Jos Bap-
    lisl da Fon seca Jiininr, na ruado Viga-
    rio 11. \, primeiro andar.
    PARA 0 RIO DE JANEIRO.
    Segu com brevidade^o hrigue nacio-
    nal Elvira: para <'ar{ja, passageii'o* e
    escravoa a frete, trata-w con Maclindo
    v\ Pinheiro, na na do Vigario n. M*,so-
    gundn anclar, ou coni o capilSo Joaquini
    Pinto de Ohveira c Silva, na prac^a.
    Para o l!m d* Jauriro,
    siilic ate o da ~>i* do oorrenle, o inuito
    veleiro briguellet'ife: para omtoda <->\i-
    ga, iwssageiros ou escravos a frete, raa-
    se eom osen consignatario Manoel Fran-
    ciscodaSilva Carneo, na ruado Collegio
    II. 17, srguudoaudar,ou com '> CapitO
    .Mauorl Joso Ribcro,ii bonlo.
    Para o ISi de Janeiro une com a
    uitiior brevidade posaivel, 6 brigue na-
    Pirma, o mialja1 tem ;i bordo
    alguma carga, que condz do Pata
    Maranliao, com nquelle destino : para
    (i resto, nassageiros eeM'ravos t h'ete ,
    lrala-sc com o CapilttO do nu'snm brizno
    (Helo Marcellino Gomes da Silva, na pra-
    cji ilo Gomuiercio, ou rom os consigna-
    tarios Novaes A Companlia na ra lt
    Trapichen. ~>, primeiro andar.
    Vendem-ae dnas barcatjas, anda novaa, da
    ni' Unir COnatruCfSo, muilo boas de vela e bem ap-
    por prero comnaxlo, e lambem se 1ro-
    cam por eacravo, ou casas lienta pra*;a : trala-ae na
    ra da Om/, n. llf.
    nho Morolo e llrejo, sendo raplurado cima desle
    i> \ i \' ultimo lu^ar. Quem pois dello l\er noticia 011 pe- ser gratificado.
    sn-lo, venna aoaroenjil do marinha qae>aeniReae-l 0abati aaatgnadn leudo paso a Importaacla
    Irosamente recompensudo. tem como se protesta I da letra da quanlia de II-V?, que em 10 de outnbro
    ! proceder no ricor da lei contra aquella pcsoaqne 'de-te.anno aceitn a favor de Jos Maria Pamplona
    1 por >eiiliira Ibcder as\ lo mi acollar. aqualro me/es do prazo; como consta do recibo
    Thomi f'rrmin'lr* Madeira da Catiro. que I be (Muaoil o me>uio .lose Mara, Taz este an-
    ! Quem livor uma canoa que carreniif de 8001 nuncio per smi que dcxou de receber do mesmo Jo-
    lijolo> LEILO ES.
    i.kii.ao' di: carro i: cabriolet.
    Sevin-feim 50docorivnt<*i aomeio-diu
    em (ionio. bavei*a' lilil) do amumem de
    M. Carneiro na miado Trapiche n. 58,
    por ptervencito do agente .1, Gali, de
    ......-xcelleute cirro de V rodas mu ca-
    Ixiolci com coberta. e un minio l>om
    cslai lo. ,
    Coalinua o IcilSo do IhiIhUs, cliocolflloemir-
    r]i.'i;i'l,i, itiitn roRenlomonle rliraado iln Lisboa: no
    porlo tli* Lufa Anlooio Anuo* JwwmOi defroolo da
    qoinla-foiro 20 do crranle.
    nr nlsiiii. iiie(^, iri]ii->i> a praco iln B";
    I ->-i.I funilciroiU1 AiiloninJo-'c D.T-.
    WISO AO COMMI-HC.IO
    Os nhaixo^issifjnados roittimiam
    a tranquear a todat ai daitei em
    {i'ial os seos soi'linicnlos de la/.i'ii-
    dai por balsos precoif nao' me-
    nos de uma peca ou uma ilii/.ia,
    a dinlieiro, ou a prazo, conforme
    se ajusfar : no eii armazem da
    pracu do Corno Sanio, ewiuina da
    na do Trapiche n. S. Hos-
    tron Rooker lt Companlia, nego-
    cianlcs rjdiv.es. Os mesinosaxi-
    laoaorespeitavel publico que obri-
    lam no dia 5 do corrente nnv. a
    lUa loja lie l'azenilas da na do Col-
    leffio e Paneio Publico n. 15, rigida pelos oenlioret Jos Victon- os
    no dePaiva e .Manoel Jos le Si- wi
    queira Pilanca, para venderem K
    por atacado e a rctallio.
    niiaojmo Hodrisucs Forrelroj corno cie-
    dor do Jlo BopllMo da Silva Lnli,dopnnllarloju-
    rllctjal das chavea da loja de fozondoa il'c-io mamo
    doveaor, convido ;io ouiros sonlioroacradoros para
    <|nc <*(ini|>art'raiii na 1' linnis ct:i iikiiiIiki le (]uinht-
    li'ii il ilo corri'iiii! mi1/, in Hirsuta luja ilo ilcvprinr,
    a bem deaooalnlercaaoi.
    |*recisa-90 Olugir nina prcla ipn' sailia laxar G
    ODffoinniar, o para ludo sorvfcodo urna casa de pe-
    quea ranilla no roa rrtclsB*eellagar um moleque: na na da Crui
    a. *2i. primeiro andar.
    LOTERA DO 1110 DE JANEIRO.
    Aos 20:000,000
    A lisia da lotera I9.dasmdtri%cs vira
    pelo prximo roiior a 'i on 5 do mez de
    Janeiro, o pagamento dos premios sera'
    clfectiiado logo depois da distribuicfiodtis
    lisias.
    SSW '":":;;: ::::::: :;.: r-KU::
    WSS&josm
    derlarou no momio recibo e em preaenca ie leni, caso aeja adiada. .Inlonh Frawisro dr
    Soasa Magalluirs Jnior.
    O Sr. Manuel l;rancUco Doraea lein uma car-
    la na llvraria n. t o s da praea da Independencia*
    Bich.'is.
    Ilugam-aae yeadam-ae l>icba*<: na praea da ln-
    depenrlencla confronte a ra das Cruxea u. 10.
    \0 PIBIJCII.
    \ No armazem de tazendax bara- H
    tas, ra do Collegio n. 2, k>
    y \ende-se um completo sorlimeiilo K
    S le l'a/.endas, linas e rossas, por 53
    M precos maisliaivos do pa Ira qualquer parle, lano em por- fc
    y ees, como a vetalho, alnancaDdo. ^
    $1 se aos compradores um so piveo &^
    t^ para lodos : esle eslabclecmicnlo ts
    aj abrise de combinarlo eom a fe
    Pj maior parte das casas commerciaes S
    1& i e it '
    *y, uijjle/.as, iranee/.as, allemaas e suis- o*
    fjjj sas, para vender l'a/.endas mais em ,~"
    .,M eouia doquesetetn vendido, epor j
    ^3 islo ollereeendo elle maiores van- K
    'M tagens do que outro qualquer ; o g
    M proprielario desle importante <*- rc
    H labelecimento convida aJ todos os K
    !t seus palrieios. e ao publico em gO> &J
    K ral, para que venliam (a' bem dos ^
    seos utereucs) comprar (azendas ftj!
    lmalas, no arina/.em da roa do 'E
    i
    Col I
    rio n. ile
    Retratos pelo electrotvpo.
    N aterro AVISOS DIVERSOS.
    CAIHUN HAYA.
    lloje, niiinta-relra 'J'.i de dezemuro i* i liona da
    larde, na rundiciio doa Sra. *!. Slarr i\: Companlia
    em Sanio Amalo, vai-SO fa/.er una experiencia eotn
    mu desle-. carro', no qnal o Inventor lein relio algu-
    nias allei aii's ImporlanlQ*. qn*' o adaplam a transi-
    tar as estrada" don euuenbos, por onde nutro qual-
    quer carro ordinario puder paaaar. Aa peaaoaa qao
    quireiem.por 0601 proprios olbos. verificar o mrito
    ilealea carros, sao convidadas a comparecer no lu-
    car cima indicado t hora marrada.
    Anlooio Jo*c Terreira tluimaraes. val ao Kio
    de Janeiro.
    Antonio l.opes DiftS 'inliaica para o Itio de
    Janeiro, assuas cacravaa Amia, Josefa, c Maria, lo-
    ihis pardea.
    0 abaivo aaaignado declara ine dciu n dia
    28 do corrente. o Sr. Jacintho da SllvaAlmelda n lie mais seu caixeiro, c ueronle^e ana serrara.
    Antonio Dtat dn Silva Caideat.
    Precisa-se alouaruma ama (pie aalba lavar,
    enominar, co/inbar v ii/er lo lo o acrvlco do urna
    casi de poiica familia na ra IHrcila u. IHi.
    Precxa-ie alugar urna escrevn.que
    sai I mi ciigommar e jo/.inhar, alindando
    licrn : lrala-sc ncsla |\ pi>
    ceiro andar W
    55 A. I.ellarleleudo doaedemorar penco leni- yt
    9 pO nesla ridade. \i-.i 80 rc-peila\cl publico. '"*
    1 que qui/er ullllaar-ae de aeu prestimo. de '-''
    , \>2 nprovcltar na poiicoa das que elle tem de re- C
    9 sidiraqu: advcrllnde rpie os retratos aero -
    $ tirados com a maior lapide/., e perfeicao que 5
    tt ^e pode desejar. No ineamo eslabclecimciilo m
    v=? ba relales para amostra para na ueaaoat que C;
    ;; qulxorein examinar; o catahelerimcnlo eatii f
    S aherln das l boras da manhfla aa da tarde. $i
    Vnlnnio LuZ doiSuillOSa y& f\
    O Sr. Jiiao l'iros l'erreira, ipie alu- ^1
    jjntl uma casa na ra do Caldeireiro. I|
    queira dirigirle a livraria n. (>eHd|s
    praea da Independencia, a pagar o alu-
    guel da niesina easa, e entregar as cha-
    ves.
    Lotera da irmandade le Nossa Senhora
    do 1.1 vi menlo.
    \."ii> lendosido possivel roalisaroehonlemoandi-l
    lucillo da ai iiliaiio naniero lo hillicli's i\w? fleonin, na Iro-1
    porlaneii de 5:9009(100 r^.. qaanlia esla i|ue inha- -
    iiitiiiMi u abolso aasiinado o a Irmondode do 'lar
    m : imi.'iii.i siia promeosa, nlo obslonle ler on- [
    laga-si
    on no
    ilua
    ii. >'.)
    Recife na roa
    segundo andar.
    i.
    ra-
    uo
    Aniorlm
    Precisa-sede nina ama de leite pa-
    ra a mamen tar uma enanca, ao menos
    al'ionas ve/es no ilia. soja livre. ou es-
    crava : na rila das Clores n Ti.
    &8&
    des:4
    VA l'lllin.
    <) abaixoaaugnado pharmiH'eu-
    tico approvado pela raculuade medecina do Rio de Janeiro^ ten-
    docomprado a botica da ra No-
    vadevta cidade n. .w, que > du
    finado Jonjuim Jote Pinto ai
    mari's. c com aocedade na mea-
    ma com o pharmacetitoo amifo*
    vado Antonio Mara Marqaesrer-
    reira, faz publico o sewi fregue-
    Kes c a (iuem convici*. que uella I
    oacbarfioternura proropto nqual- |
    quer hora para aviar toda cpial-
    quei( rci'cila, para dentro, ou lo-
    ra da cidade, com a maior preste-
    Ka eideliOade. por achar-sc sor-
    lulo das mclliorcs c majf rcenles
    droiSttJ iiltimamenleclicjadas.
    .los*1 la Ci'ti/.Santos
    o Sr. Joan Francisca Mamede de Almenia, i
    quolra *Ir a coclielra que fol sna. paraaollie entre-1
    u*r o rae I be perlenre.
    PrecJaa-ae de uma ama tura oa oacrava para
    I cata do nmaceuliora calrangelra: a tratar na mal
    ! Bella o,**.
    .lam.ii i.. Alesandrino da Silva liabellu Caoo-1
    lea, profestor de desenlio lo l.yceu, moradoroo Ijir-1
    iro iln ("armu. aobrndo n.'JP. de :l de fexereirn em |
    i illanle >'> anuo aeaulntr, em ana caaa. prnpfic-fc a
    ' cn-iiiar u prclixu lempo de um anuo, a ler. escre-
    j \er c contar, c dootrlna chrtalSa a crlancaa de t au-
    I nos para rima, n.lo leudo ellas a menor iiKlrucc/in,
    I com a condicfio de nada receber do* pai* ou lulor ! dos allinillOa se no ultimo de nn\cml>ro do nie-nio
    anuo, acodo oa nfnmnoa rigorosamente examinados
    as dita- malcras,nia Hcarem^romptoa .i lomar nu-
    tro destino; como j OpralIcOH nos anuos de l^il o
    acBiinles.
    1'rcciaa-so de um pequeo de 12 a 14 ann*
    para taberna, cqnc d* llador ii aua conducta: a lr-
    ,,,,,, i i* t "M" m.i > licite 'iii
    lardefronie do Kosarifl ila Boa-i isla, caaa n. J. |,.)r;l|l(
    OITerece-ae nni rapax porlaanoa para calsero v
    ,lc rua.n quol Icio oluama rolica .1 noiodo. ed ''" '"""'
    llujtor a ana conduela: quem o pretender, dra-se
    .iina da l'raia n. l.'i. que adiara com quem Iralar.
    ii annuncie prra ser procurado.
    l'ade-ae encarecidamente aoa Sra. r'rancbco
    Marlius Xavier dn Ollveira, morador em Porto de
    Pedia*; .Manuel dos Santo-, morador lio en-enlio
    t;onre;ao di K-cada : Anloiii() das Anl.i", moi.hlni
    t.....ugonlio Jabunda : Qoelrox, morador lambem
    10 mesmo enoenlio Jabunda Manoel dos Pra/er
    vldauo lodos os esforcos ; de novo marca o dia I i
    de Janeiro prximo vindouro, no qual inprclerivol-
    menle toro anlamenle, anda que reste |Hir vender
    molade deala qoanlia.o ibe^oureiro,
    JoSo Domingue* da Silva,
    i Rndame Miocliau Bueatai'd, modKta
    j (vaucexa.no aterro da Boa-Vista n. i.
    [avisa aa anas fresjueaa que acaba de receber pel<>
    i uliimu navio francs um orando aorllmenlo de mo-
    das, comosejAo : ricos chapeos de seda e de palha,
    cnfeltailoa, le tuda* as mies, dilos paca menino-,
    romelraa, chalea e capotinhoa de retrox, bordado-,
    ricos vestidos de blund para casamento, maulas e ca-
    ; becoes de lilnnd pura nolva% capellaa, ramos e ror-
    iloes le laranaoira para as ditas, vestidos de baile,
    cabecc* o nunciras ile luco, cami-inlias de bico ver-
    iladefroe de imilncao, lomados o lindos enlejes pa-
    ra calmea, loratenos de corea, nielas para ranlioafi,
    uro- manteloles d seda, ditos ile bico e de cam-
    braia, rapotinhos o corpinlioa de bico, veos de mon-
    l.ui;i, cspirlilbu-', -apaubospara menino, cambraia
    de llnllO, lux as de Jom u.lencos de mKOS, evislindo
    empre renovado mn sortiaiento '<' bicos, lilas,
    llancas, franjas, lilas de velludo, rendas ele. Na
    mosina rasa fa/cm-se veslldoa de Uiilc e casamento,
    ira' ^afeilea para rabeca, cliapces, e em eral as mudas
    " lo que nanea, e preco inuilo
    ** pspelina, de gnrgurSo, de casemira, I i son. c JJ
    J^ burdadiisdcsclini ede granadina, relos, pan- 2
    5; no prclo muilo lino para casaca, casemira Jr
    * dita para calen, aliotoadnras part collelo, J
    g gravallnhaa iraericanai, lencos de grvala, 9
    w prelosede coren, fazenda muilo boa, elapeos g
    g de seda para Jiomciu,dilos de pallia da Italia, JP
    w bengalas jle canoa c ile banb. chapeos de sol
    de seda eom cabos de bamb, machinas para J^
    W fa/.er cale, me i as curias multo finas,ditas dllas W
    99 de laia, lindos ohjcelos para rima de mea, W
    35 ele. ele, o que ludo so vende jior pouco di-
    nhelro. Os msanos prnprielanoa do p!>iabe- w
    5 lecimento, para evitarem abusos e quaesquer W
    reclamaeOca, fazem publico qno as fazendas *t>
    $1$ sabidas para amoslra, c que mo \nllarcm no AjD
    *,' e-paro de Khuras, serflo consideradas vend- 0
    das. i
    : ;.:;,?\*:::;::f *!
    Madama Routier, modista francesa,
    ra Nova, n. 58.
    Avaha de rlicar pela Pemambucana, um lld"
    nrliroenlo de chapeos de soda do ultimo oslo, man
    teleles pelos e de ires, roineiras de cambraia com
    maana bordadas, preparadas para veslir-scpor bat-
    vo de palito, chales prclos, camisinha para senho-
    ra, manguitos bordados com bico, mana- pfotaa
    de seda a imilaco de blond. vesluarios de seda
    para meninas, dilos para meninos, toucas para bap-
    tizados, espartilhos. leques, ros do aples prelo
    muilo lino, selim maco prelo, rluimilole prelo, en-
    tre meio bordado, calcas bordadas para meninas,
    recortes debabados de vestidos de diversosdeseiibos,
    mn aortlmenlo de plamaa pava chapeos e toucados ;
    fa/ vestidus o toucados com yoslo por preco oom-
    modo.
    xtaksaesiEaBsssBaasfamaBm
    ^ BOTICA
    iiyiiui iiiiiiiioriiiiin
    3 "l ruada Caricia do Iterife, I. andar ."!. W
    ^ Dingid;i pelopharmaceuiico jpproado, FiV
    g4J e profossor em taomeopatbla Dr. I". g|
    S3 de P. Piras XUnoa.
    s!p .Nesla boliea se encontram os moldures c ^
    3a mal-arredilados medicamentos humopulhi- g>j
    Aj eos, qurr em lbulos, qur em Unturas, Hj
    V ('reparados com a m.iis escrupulosa cvacti- IS
    xi dio, palo pliarmaeeulicu approvado enrofes- n)
    W sor em liomoopalhla l*r. Pires llamos, sob as w|
    3jj iudicaces t\o Sr. Hr. Sabino, com quem ba
    Ut pratleado ha l anuos, tedas as legras da phar-
    sJ; macia bomcopalbica.
    im (h medicameiitns ilesla botica, cuja cffiea-
    B ca tem sido verificada na tonga pralica Mo
    ^ Sr. I>r. Sabino, c reeonlierida por Indas as
    pessoas, que delles tem feilo uso. cverceni
    urna ronde vantaem, sobre todos os que
    por -'i-: se vendem, a qual ronsisle lano na
    promplido dos aeus clleilo*. comu na qua-
    lidade de se conservareni muilo lempo sem
    sollrercm a menor aliaran ; o que os tor-
    na muilo recon......ndavets, principalmente
    pura o mato, onde uem sempre ba farilida-
    de da provi-ao de novos inediraineiilos.
    Kvislem carteiras de medicamentos em
    labes grandes de Uno crjstsl de tliirereitles
    precos, desde IdatHJtl al I^K^HM) conforme o
    numero dos nicdicainenlos, suas dynami-
    aacoes, e riqueza das caixas.
    Cada vidro de Untura daquinladv-
    namisaciin........"JMIII
    Cada tubo de medicamento SO(K)
    //, //,08r. Dr. Sabino Olegario Ludge-
    ro Pinho se presta a dar csrlireciinentos a
    (odas as posan aa. que comprarem medica- |
    nclitos nesla boliea, na ra das t'.ruzos.
    II.
    \ seronda odicflo .los primelroa elemenloo -para
    lieos do ISroehil, milabem eorrlgida il 1, 11.111 s a roapella .lo que illarou k le da refor-
    ma, como rcrca dos deapihos, iiilerlorulorias 0 di-
    linilivas .los julgadores ; obra cssa loo 1111 < 11-.-. 11. i
    nos prjnclpintes em pralica que liles scr\ira nnimirlor :'na prara la lii.lepcn.lciicia n.t e8.
    COMPRAS.
    ComprdUMe ossos a |H'so : no ar-
    ma/.ein do illuininaoio, no caes mos, travessa (lo Carioca.
    VENDAS
    AWANAfc.
    Saino a lll/ a f'olliililia cn'a,
    coiilcnilo alm do kalendaiio-o rejjula-
    mciilo dos cnioliihii'iilos |>arocliiaes, c O
    almaiiak civil, iilniinislialivo, coninicr-
    cial, a;ricola c indlHtl'iul : augmentado
    , com ridii cniciilios. alm di* outnu noti-
    &$>^^^-^vS &%& $>y@ :,-ias eslalislicas. O acressimo de l.aliall.o
    <>, precsa-sc de
    uma escrava que cozlnhoe engomma; compra-so on
    alugft-se a VOOlada do.senbur ; recebe-se BMMno pSS-
    101 livre que de llnd-ir a sua conduela.
    f
    110- f^(
    i
    II eaf.
    moradM no enconlio Amparo ; JoAo Paulo, mora- I ) '"'"''"'> lodosos d.as desdo
    | dor no engenho Camua ; Venancio, morador en. *X da nwiijifla al as 2 horas da .ai
    Santo Amaro de Jaboalao ; Killppc Joaquim lt.. [W Vwillll flOS domicilia das g
    lipue Joaq
    I morador no Limoeiro; Fraudare iiun.es, morador
    . no Limoeiro i .Manoel Francisco Srlorto, morador
    I no Limoeiro; Asaalinln l/ipea de Memlonea, mo-
    rador no Limoeiro ; .Manuel Francisco di f.m/, mu-
    a |or nu Limoeiro; quevenhainquanlo antes pagar
    .amada Praia. armazem Do IK, de .lose de Mello
    Costa Olivefra, a carne que compraram ao senes-
    1 eaiieiro l.ui/ Jos l'erreira. pois ipic j;i nao be pns-
    sivel esperar roals lempo aosdlloi aennoraa,peki que
    1 Ihea lii ara* aaai'ia Agradecido.
    i(i*r rfr ,Mf//i Conta oiireira.
    I'ailicipa-se aos Sis. arrematantes do Imposto
    de agoardeote, que a taberna >\o aterre ^>\ Boa-Vis-
    , la n. Ji. delsa de vender esle genero do I. de jauei-
    rod \K>\ em diente.
    ) Ollerecc-se um rapa/, porluguei para caixeiro
    1 de ra ou de oulro qualquer eslabelecimento, ex-
    cepto taberna, o qual tem platica : quem precisar,
    annuncie. ou dinja-se t ra estreita do H<>-ain<
    ii. II.
    r
    SEMA-FEIHA 110 HE 01 /K.MIIHH HK IHVI.
    I'HIMKIHA HECHA HA COMI'AMIIA JlVE-
    Kll. TAUEiVSE El TEIII'INA.
    Subini a cena o sublime melodrania-seinisarrn
    pasloril que w iniilul.i ,
    \ MVELUAO IM) WTALItIO
    1)0
    Dividido fm aclns e quaTrtv.
    \ cente Tbevnai Pires de Fiuueiredo Qi-
    iu.ii-u, leslamenleiro do fallerido Dr. .lose
    liislaquio Gomes, convida xos amigos d<>
    dilo tallecido paca assisiiieni .m- -ul'inyio-de
    memenlo e mis-a que (em de celebrar-so na
    ja de S. Pedro, boje. 0 do coirente,

    rerdeu-sc ein unnaa. testte a ra
    do Amparo, Onatio Cantos, Aljul.', e
    Varudouro,uma pulccira de ouro deai*-
    nia<;io rom diamante : quem a acbou
    Jlierendo retttinr, dinja-se a prara da
    par
    licpai ao respeitavcl publico, e em pirlicular aos
    mu (reftese*, que mBOUKl < aam loja de marcineiro
    da ra e-lreila do Rosario da casa n. .'._' pura a casa
    u. \Jdt niesinn ru. aoudese acba pnvmpio pnr.i re-
    ceber toda c qualquer obra que SStivsr ao sen al-
    cance, para fazer com a maior nromplidilo e celo
    possivel.
    Precisa-sc de uma ama para casa do pouca fa-
    milia : na ra da Cruz n. o, loja de elleiro.
    Precisa-se de um criado edrangeiro ou hrasi-
    I.iroqaon3olenhar.milioeqne df ronheramenlo i,!,.,.,,,!,,,,^,. "loja de'calcado' n.*3?
    a na conduela : quem quoor, dirija-so li run Au- ... J.
    !ul, casa lerrca do l.ini|n>o, na quina do IViiolo, l <|'i<' Uta (ralilicnuo.
    ii. Xt. Precisa-se aliiai una osrrava para o servicn
    I'recisa-se do uma onia le leile, sodio na rua i diario ile uma casa de gtica laniilia
    eslreila do Knxarin n. II. lerreirn andar. padre l'lnriann n. 5.
    J MUTILADO
    CONSULTORIO .CENTRA!
    MEGPATHICO.
    N. II Una (las Cruzes N
    as S doras /e,
    arde. W)
    horas em i
    dlanlo. X
    >as molestias osudas e ia*avesas vi-ias ?',
    ierao feilas a qualquer hora do dia ou da tr**
    noile. IJJf.'
    \s senboras i)e parlo, principalmente, v*'
    taa aeran succorrhlas com reliiosn prnmp- flf,
    'A llda' ^
    H l)i\ Sabina Olegario Ludfjeral'iiilm. l^f
    #$SS H*vtv^A>^ S^$ig,^>
    Aviso.
    J. Falque, donn da fabiira de chapeos de sol, -i-
    la na ruado Colleio n. fa/ scienle00 rcspcila-
    vel publico deala cidade. e em particular aos seus
    Ireiie/es, que elle abri un de|Misilo dos dilos b-
    lectos de sna fabrica ua na da Cadeia do Itenfe
    ii. 17, unde m- achura sempre um rande e variado
    sortlmcnlode lodasasqualldtdesi himanlios, aosloa
    o precos, lano de seda como de panninlio, para lu
    iliense enhoras, nssim como bengalas de diversas
    qualidades, baleias para vestidos e espartillin-para
    senboras, lambem s^ recebe qualquer chapeo de sol
    pata se robrtf de novo on roucerlur, o que so farn
    com muilJi presle/a e aeeio. c qu-mlo ao preco he
    muilo mais commodo do que em onlra ipialqopr
    parle
    venffe-lo
    100 is.
    vraria
    /cudenuossQ
    (i e 8 da
    ATE\li.\().
    Militao' Uorfjvs Ut'liiia, com casa Wcoin*
    niissi'.o de cscravos, nfl ptia da (ilo-
    ria ii. 7.
    NeStaessa recchem-se esc ra vos de commis-ao pa-
    ra se vender, lano para a provincia como para fra
    drlla, pnr ronla de seus do nos ; alli,itir;i-se Immi
    Iralamcnto e sesuran^n dos mesmos ; e lambem
    (iiinpram-se e paaam-se bem, agradando.
    ATTENCAO, [IN1CO DEPOSITO NESTA
    CIDADE.
    Paulo (iaimiou, denlisla reeebeu agua denti-
    friee do Dr. I'ierre, esla agua mohecida como a me-
    na ru dollbor que tem apparecido, (e lem miiiius MogHSJO
    seuaiilnr. lem a propriedade deenn e dispendio nao pernittiraDa ao edictoi1
    lo antigo preco, um por
    tuikamenle na li-
    |liara da lnd dencia.
    Vendenvse t escravos, sendo -J uolecotes *U:
    bonitas tiauras, de IK anuos de idade, um delles
    lino ropeiro e con. principio de marcineiro j I es-
    crava de 10 H 1" anuos do idade, euKoraidbl cori-
    ntia, fm labvrintho, borda r ma.ca ; cscravas de
    indo nervico, e 3 dilos do senico decampo: na
    na Direila u. .'1.
    Vende-sc um silio na estrada que vai para a
    Var/ea, con casa para murar ; IH liradas do frenle
    e 99 de tundo, boa blixa. r'" coirenlc, com boa
    agua, muios arvoredoa e coqnefroa; lambcni ao iro-
    ca por una casa quem prelender, dirija-se .i rua
    de Sania Tliereza ti. -i-.'.
    Vende-se a taberna n. !HI da rua do Pilar, em
    Fura de Portas, litando cerlo o comprador que a
    principal coudieau he que os credures do traplcno
    sejam lugo -ah-U'ilo- :. em quaub a0 excesso qj
    acratcer, oanoanclayte rarri lodo e qualquer nego-
    cio de espera, vislo querer mudar para novo eslabe-
    lecimento : os preteudenle.s dirijani-M' No paleo do Carino, laberua n. I, veude-.-u
    muilo bpaaietrla, a 248 rs.
    Vende-se urna carroca em niuiln bom estado :
    na rua de S. (ioncalon. 3.
    Vende-se ubi Uccienarlo porlugue/deMoraes
    da quinta ediflo na rua do Collegio, leja de ejl
    csdernaijaa n.'o.
    Vende-se um cavado rodado, em boas carnes
    i* mullo nqv/o, anda balso %t meio : na rua do l.i-
    vrameiilo n. 10.
    u-^>" Sellins ingleses, -fr^
    N'cndcm-st' si-llins injjlo/rs
    le patcnlcdc |nimeirajua-
    lidade, para montana de sr-
    nbora, e cabezadas avulsAs.
    porpiLvO mnito commodo:
    no in'mn/.eni de Adamson
    If.wif a Coinpaiiliiii na rua do Trapi-


    Veiute-ae snpenor fulha dflaiidn charrnal Iwliis ,is -i.^sut.i- .- lai......lio, por menos preru do
    que 'ni oiiiia i|iuiii|ui'i parle: n;i rua ilu Queimedo
    ii. 30, luja de lerrnaeae.
    1 VenrlivsK H vcrladeira siilsa parri-
    Hia ili! S;inds: na botica tranceza, da rua
    Ja Ou/., cm frente ao eliaari/ -
    Diccionario d iimoi de medicina,
    elrarila aaatoml haraaaeta ,
    etc. te.
    ilu" .1 lu esta ohra imlispeiiMvcla lodas
    las |ieMoas que se itedicaia ao.estuilo do
    | BNWeiM. Veiidc-sc- |>or I r., encailerna-
  • , nu ciiiiiiillurio ilo lr. Muaror, ruad
    I Cullexiii. n. nrimeiro andar.
    Superior follia de (landres.
    Na ru.i ilu (Jueimadu, luja do ferraren n. W, ven-
    ilc-*e uprriur tnlha deflamlrea (charroal; limlo eni
    poreSo CtMHO n relallio, para o que leni um exfol-
    enle mu lmenlo deile seero, quer rm urmmirn,
    qur em lmanlo*, o eni quanlu a prr-i.'.i sflo nui
    ra/oavets ilo que em uulra qualquer parle : na mes-
    illa luja lambein se compra, robre e lalo \ellin.
    Deposito de ral e potassa.
    Nu rua de Apollo ainiazem de Leal
    Keis, leiiisuperior polassa do Rio de Ja-' (
    neiroe da America, c caluma ein pedra,
    i lie;;adu de LiImki na barca Maria Jos.
    flO CONSULTORIO HOMBOPATHICO
    lili. r. A. LOBO N0SC0Z0.
    \ i-ude-se a melliur de Indas as ul>ra de medicina
    lioiiirapatlMca lar O NOVO MAM Al. I"> IIK.
    ti. II. .1 MI U _ca Iradiiido ein Mrtngaea pelo
    llr. I*. A. Lobo Mosco/o: qualro voluiiics eurailer-
    luidu cm diuis. iil^HKI
    O 4. toliinie conlendn a palhoaenosia dos llt
    iiiedicanienlos que lian lorjin pubUcadoe saliira mal-
    lo breve, por eslar niuilo ailiaulaila sua ImprCHRv
    OiiTiouariudos termos .1
    inia. pliarinaria. ele
    Lina calicha de I luais
    preparado* glbulos homiiipalliieos com
    obras aeiina.........
    I ni,i ilila de :lli i uti"- com as mesillas .
    Hila, ihla '' IK lubo*.......
    Hita de III euui asidlas......
    Garteiraade S. tabee pequeos para alai-
    beira.,...........
    Il.l.i-.le IKilitn..........
    I iili" avulsos de glbulos.....
    CAL VIRGEH DE LISBOA.
    \'eude-se Cal nova em pedra, ehe;ada
    lioje no nalliabote Lusitano, por mullo
    uonimodoproco: na ruado Tcapiclie n.
    I 5, arma/.ein de Itaslos Irmao*.
    Vende-se um resto de r\emplarrs
    da obra Rapliael, paginas da juventti-
    |e por Lamartine, versan porlujjuc- VenJc
    le medicina, oirurgia, anain- i (Hirrp|0ro de Novaes
    . etc. cneadcrnailo. i^MKI i l -c
    l... ilo-mellinres e mais hen, i '"' "''> UPH9......
    ferro para lobrm 11.'. arroba cada nina : vendem-se miiilo em conla
    para recbar : na ru do Trapiche u. 3.
    Vndente una prela de, nacilo. que lava, en-
    Kouiina e co/inlia ; na rna do Cullrgio n. "i.
    Lencinhos de retroz.
    Vendenne lenrinlin de relron de Indas as .Vires,
    rio liaraliMimo prey> de 700 rs. cada um; na ruado
    Uueimadu.loja ileniiudexas da lina fama, n. 33.
    Vende-se una taberna de seceos e molliados,
    sita na ru do Notueira D. 49, com dnohrin a pra-
    ja ou a dinheirn conladn para salisfajao dos credo-
    re do abaivo assianadu, e lamlirm lem encllenle*
    rommodos para iiuulia; vende-se a mesma taberna
    por o inaMaa vendedor oslar com molestia d'olhos :
    quein a pretender dirija-sc li mesina taberna, para
    tratar sobre esle ulijerln. Mannri Martin).
    Vondc-se una MCrava criolita de :IX anuos,
    com urna cria esem ella : na roa llircila n. "Jti. pa-
    dana.
    Na rua do Vicario n. 10. primei-
    ro andar, tem para vender difera mu-
    sicas para piano, violan e llanta, como
    sejam, (piadrilhas, valsas, redowas, sclio-
    liekes, uiodinlias linio modernissimo ,
    chegado do Rio de Janeiro.
    Toixas para engenhos.
    Ka fiindicao' de ferro de I). W.
    Howmann, na rua do llrum. passan-
    O clialari/. conliniia liaver um
    completo sortimento de taixai de ferro
    fundido e batido de "i a 8 palmos de
    bocea, as quaes achanviea venda, por
    preco cominndo e com promptidao' :
    eml>arcam-se ou eariv;am-8eein carro
    sem despe/.a ao comprador.
    VIMIO DO PORTO MlTO FINO.
    Vendc-scsuperior vinlio do Porto, em
    harrisde V., .">. e S. : no arir.a/.emda rua
    do Aceite de Peixe it. 14, ou a tratar no
    iV Compauhia, na
    .VtMIIKI
    IIHWK
    laastMiu
    awttxi
    i-'-i
    /.a de II. Carlos finido v Spano : na rua
    do Trapichen. 14, primeiro anclar.
    Vendein-se i-elogio* de ouro, pa-
    tente m;;liv. os nielliores que lem viudo
    .1 esle mercado, e do mais acreditado
    (afincante de Liverpool: em casa de llus-
    srl Mellors A Companhia, na rua da
    Cadeia do Recife, n. "><>.
    \ i-iiiIciii-si-i-iii casa de Slc. I'.almnnt A; (>im-
    viiilm de.Mar-oilleem ra va- de .1 a li dil/ias.liiihas
    em novello- cearrcleis, tiren em barricas muiln
    uraiulc-. acn de mllaOtorUdo,ferro Insta.
    Vendeni-so pianos furles de superinr qnaUdil. I
    de, fabricados peluiucllior aalor liandiuryee; rm j
    rua .la Itii/ ii. i.
    ^@^<***: s%ss*
    Deposito '^r vinlio ilc cliam- <$)
    jia;;neClia1eau-Av, oriineira qua- (^
    iidade, de propriedade do condi m
    de Marenil, rua da Cruz, do Re-
    n. '!<*; ente vinlio, o mellioi
    de toda a champagne vende-
    se a ."ili.sOOO rs. cada caixa, aclia- (g
    se nicamente emeasa del.. Le- -v
    comte l'cron (tCompanliia. N. 15. 9
    Ascaixas sao marcadas^ logo Conde de Marenileos rtulos <)
    das .'arralas sao a/.ucs. ((j
    a iluas I Vendein-sc siipeiinres presonlol illRleiet a
    HWll>' porluaue/es. loiicinlio inale/. c porlocue em man-
    451000 i 'as. de fumeiro. lalas de superiores bolaehiNhia In-
    le/as, o de soda em lalas e cm libras, peras de Lis-
    lina seeras. queijos loiulrimis, chocolata franre/.,
    di\er-.i- conservas alimenticia, sardinhas eervi-
    llias de Nanles, c mais varios aeneros, ludo da mc-
    lliurqualidade o procos mnilii < riinla. para pas-
    sareni a lola : na mil da CrU do lenle n. (r>, ar-
    ma/oinde A. I. Marlins. Na iiie-ina casaseven-
    ilein ealugam-M Indias sniierioros do Hamburso.
    PARA NAO'ENTRAR EM RALAMjO.
    \ ciidciu-se cassas Irance/.as escuras,
    cores lixas, muilo linas, e de bonitos pa-
    dn'ies. a ."lUOrs. a vara : dam-se amostras
    Ira/.cnilo pcnliorcs : na rua do Crespo
    ti. I i.loja de lose Francisco Das.
    la muilo siiporior.pellos do catira.
    \endein-sc veruaiieiroa.ciiaraio uenavana |ir
    pn'cii inulto commado : na ruada Ou/., armarcui
    <$) POTASSA BRASKiElRA. Q
    tdh Vftnde-se superior potassa, fa- tjj)
    (*> brieada no Rio de Janeiro, che- S, fjada reeentemciile, recoinmen- <^
    J da-se aos'scnlioresdeengenlio os X.
    jg seus Ikiiis ell'ejtos ja'experimen- S
    lados : na rua da Cruz n. 20, ar- W*
    'Pl maxem le L. Leconte Ferori & w)
    <$ Companhia. J)
    Venile-sc l'arinba d mandioca
    milito lina, a (i.v.Vot) i s. a sacia : noar-
    mazemdo Forte do Mallos n. "20,' ou a
    tratar com Manoel Alvcs (inerra Jnior,
    na'rua do Trapiche n. IV, primeiro an-
    OLBADOS (NGLEZES.
    Vndemete riquissimos oleados para
    aSSOalhar salas, tanto emipialldade, como
    no esoolhido gOStO de desenlio : no ar-
    nia/.em de fa/.endas de Adamson Howiei
    Companhia, na rua do Trapiche Novo
    n. 48.
    Oleo de linhaca em bolrjas.
    V'onde-sc a ."lOUU rs. cada nina botija, o por mo-
    nos sendo em jidfij.i" : un auna/eni n. i :i na rua da
    Sen/ala Xellia |iruvimo ao becco i\o liuiiealves.
    Moinhos de vento
    onibnMiliasdoropuvopara ronar liorlasc liaivas
    di-capim. uafuiidieaoilc O. XV Kn-nnian: na rua
    do llr.....ns.li.Kc 10.
    PRELO DE LISBOA.
    Vende-se trelo de Lisboa, muito su-
    perior, chegado agora no palhabote Lu-
    sitano, por preco commodo : naT"ua do
    Trapichen. 15, armazem de Itaslos lr-
    mfioa.
    Vende-se nina taberna sita na rna da f.rur. n.
    II. que fat quina para u lieccu daLinauel8.com
    poneos finidos, c lamliem se pdc vender sii a ar-
    inai.io-em aeneros: a tratar na rua da Madre de
    lieos n. :M.
    Vend.....-se pregos americanos, em
    barris, proprios para barrii'as de assu-
    car, c alvaiade de/inco, superior ptali-
    dade, por piceos commodos : na rua do
    Trapiche Novo n. I li.
    ) Vendem-sereloi'iosdeouro. pa ty
    (k 'en-tc ingle/., |iorcoinmodo prc- /
    W en: na rua da Cru/. n.20, cnsaili' '
    m
    m
    m
    m
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 42.
    Neste cstabelecimento OOntiniia a lia-
    ver um completo sorlimento de moen-
    das c metas moflidas para engenlio, ma-
    cliinasdc vapor, c taixa* de ferro batido
    e coado, de todos os tamaulios, para
    dilo.
    AOS SENH0RE8 DE ENGENHO.
    I) arcano da invencao do llr. Eduar-
    do Stolle em BeiTui. empregado as co-
    lonias ingle/as e bollamliv.as, com gran-
    de vantagem para o melhoramento do
    assucar, acba-sc a venda, em lalas de 10
    libras, junto com o metbodo de emprc-
    ga-lo no idioma portugus, etn casa de
    N. O. Bieber Ai Gomparfhia, na rua da
    Ciu/., n. .
    Aiencia de Edwln Maw.
    Na ruado Apnlloii. li. arina/eiu de Me. Calmonl
    ,V Companliia. arlia-se conslantoinenle linns sorli-
    iiieulos do laixas do ferro coado e balido, lano ra-
    ta como rumias, mneudas iueliras todas de ferro pa-
    ra animaos, aaoa, etc., ditas'para armar em madei-
    r,i de ludosnslauanlioscmodclosnsmais moderaos,
    ni," un.i liorisonlal para vapor com forca de
    i cavatina, cocos, paseadatraa de forro eslanbado
    para rasa de puraar. por menos proco que os de co-
    bre, escovens para navios, forro da Succia, e fo-
    lli.i- de llaiulrcs : ludo |mr baralu preco,
    iDVpoiito da fabrica de Todo o Santo na Babia.
    Vcnde-so.em casa doN. O. Ilieber &C, na rua
    daCras a. I, alendan trancado d'aquella fabrica,
    militoprnprinparasacoosdeassncare roupa de es-
    cravos, por preco commodo.
    Vendein-se. lonas, briu/a. Iirins o ineias lo-
    nas da Hussia : no arma/em do N. O. Bieber tV
    fompaiibia. na rua da t'.rur, n. 4.
    Lencos de seda a l.fOOO nt.
    N*doja n. 17 da rua do (Jueimadn au peda Imli-
    ra vendeiu-se, para hipn l.n n>. teneos de seila de
    bous austos a de/, lusloes cada um, manteletes de
    cansarais enfeltarios rom luco a -i, cortes de cam-
    hraia de cores livascoin liarra de cores, fa/enda
    inulto lina a ?IIMI, corles de canemiras liuasdecure^
    modernas de lodos os procos, Rangas ainarella- o de
    quadros muilo linas de qualro palmos de largara,
    por preco muilo eneonta, e nutra fa/endas pur tia-
    raln preeu, para nn eulrarem em bataneo.
    WT.4SSA SUPERIOR
    \ende-se \x>v prero muito com-
    modo, no arma/.em u. 7 de caes da
    all'andega, de Jos' Joaquin Pernea de
    Mello, ou no eseriptorio ilc Novaes A
    Compauhia na rua do Trapiche h. ~>\.
    Vende-se un deposito de maleriaes ila rua da Ga-
    llis de S. Antonio, n. 17, pelos baratsimos precos
    aliaivo declarados, de UM) pecas para cima.
    1.11.... millieiru.........:i0(l
    I ijollos de alvenaria batida, inilbeirn :;iin"i
    lulos de ladritbo, dito.......jiwkki
    Hitos de lapamcnto larao, dit......l.'fltKKI
    IVilos de lapainenlo eslreito, dito. I09ISHI
    Hilos de alvenaria arosia, dilo.....atc-onu
    Cal branca, alqneire........I9<00
    Dita preta conforme o preco que esli\er na sema-
    na, assiin como por baratos procos, comalo, barro,
    oca amarella. rouvo lona, arda lina, dita arossa. ii-
    jollos para l'oailo, dilo- para l'ornu. lellias do pona,
    mintilos ele etc.
    ponnas de onia. o esleir de pallia de carnauba, che- ,
    andas aaora du Ararat) : na rua da Cadeia do He- i
    elle ti. IB, piiioriro andar.
    POTASSA IIA IIISSIA.
    V*ende-te supeiiorpotassa da Russia,e
    Americana, por preco muilo commodo:
    na rua , armaiwip de
    Raslo limaos.
    vx\\%yrmit<)
    r-, \VV.\\>Cv\\^X>x ^
    IIAVIII VVII.I.IAM BOWMAN. enaenhciro ma-
    cliinhla e rnndlin do ferro, mal reapeltosamenle
    annunria aos -enlmrcs proprietarioa no ensenhos,
    la/endeiros. o anrespeiuivol publico, nuooseu esta- i
    helecimcnio de ferro movido por machina de vapor, i
    na rua do Hruin passandn ocliafaii/. continua cm
    efleetlvo evercirio. oo orlm completamente moatado
    tull apparollios da priineira qualidade para a per-
    feila eonfoecao da- maiores pecas do luaebinismo.
    Habilitado para emproliondcr quai-squer obras .la I
    simarle. David VV illiaui lloivinan. deseja inaispar-
    licularinonlocliainar a allencao publica |iara as se-1
    auinles. por lor deltas erando Sorlimento ja' promp- I
    lo. em doposilona nu-sina fnniliea. a quaea con-
    liuidasenisiia fabrica podem Competir cun as fabri-
    cadas em pala eatranniro, tanto em proco como em
    qualidade do nialorias primal e ina.i do obra, a
    sabor:
    Machina) de vapor da niellinr ronslrnra.
    Moondas de calina para enaenlin". do lu.lns os la-
    nianlu-, movidas a vapor por agua, oaanlmae.
    Kodasdo asna, moinhos de vento e sorras.
    Manejos indcpendcnlrs para cavallos.
    Ko.las. tenia, las.
    Aauilliocs. bronxM e oliumacoiras.
    CavUhaSsanarafasosde lodos os lamanlma.
    i'aivas, par...... eriioso li.H-as do forualba.
    . mandioca, movido
    as para a dila
    ou porani-
    le fariulia.
    le Ierro o do iron/.c.
    le repaso, movidas
    Mniulins d
    lilaos, e prole
    1 Chapas de rosan eforiu
    CanoadeleaTO. lorneiraa
    llombas para racimba i
    i man. por animaos ou vento.
    1 tioindasles, gninchoae macaco.
    I'ronsasbvdranlicas o do paralnsn.
    Korraaonspara navios, carroso obras publicas.
    Columnas, varaudas. gradea e portOes.
    Preaaai do copiar carias e sellar.
    Camas, carros do man o arados de ferro, etc.. etc.
    Alm daanperloridade das suas obras, ja' geral-
    menlorornnliccida. David VVilliam Bovrman garante
    tmaisevaela eourormida.tc com os moldes e dese-
    nliosremellidos polos senliorcs queso dignaren! de
    i fazer-llio eneoniiueiulas, aprovoilan.lo noccaaiao pa-
    I ra auradecer aos -en- numerosos amigos o freane/es
    i a preferencia com que lem sido por ellos honrado.
    I e asseaura-lbes que nao poupara osfnrcoso.lilia.'n-
    cias para c.inlinnar a merecer a -na cnnlianca.
    mttatMm
    ') L. Leconte l'eron cv Companhia. '$;
    Vende-se superior farinha da t<'i-
    ra e de barco, tanto cm suecas, como a
    rilalbo, por preco mais barato doqlie
    em outra qualquer parle : no armazem
    da rua do llailgel II. id.
    VIMIO CHAMPAGNE.
    Suicrior vinbo <\r Bordeaiis engarra-
    fado : vendc-sc cm casa tU' Sclialbeitliu
    ,\ Compiinluih na da Cl'll/ n. !8.
    Vende-se airo/, graudo do Mara-
    nhao, c charutos deS. Pelix, de hoasqua-
    lidades, epor piceos conunodos : no ar-
    uiii/cm ii. 131 na rua da Sen/ala Vc-
    Iba. prximo ao becco do (oucalvcs.
    >a rua do Trapiche n. t. primeiro andar.
    vende-.....legninle :pasla th- ivrin ilnreniiuo, o
    nielboi arlisoque se conboee para liuipar os denles,
    liraiiqueeo-os e l'nrlilicar as aenaivas. deivan.lo l.om
    ansio na bocea e aaradavel rlniro agua de mel
    para os cabellos, limpa a ca-pa. e d.i-llio mgico
    luslro; agua de pendas, este mgico cosmtico para
    -arar sardas, rusas, c eniliclle/ar o roslo, assim co-
    mo a lininra Imperial do Di. Brown, ella prepara-
    ci" la/ ii-ertliollos ruivosou brancos.eomptotamcnlo
    pilos enlacio-, -em daino do- me-inn-, Indo por
    pieros commodos.
    Deposito de cal de Lisboa.
    Vondent-M barris enm cal em podra, cbcaa.la un
    hiele l.ii-iiiiiio. viudo ltimamente de Lisboa, c
    potama americana, a uiSI rs. a libra : na rua da Ca-
    deia do ttoeirc, toja n. 30.
    ___ Vende-se umcabriolel COinoSCOUl-
    petentes arreio, para um cavallo lu-
    do em bom estado, < poi preco mmtis-
    simo commodo : a tratar na rua da Ca-
    deia do Recife n. ti, primen o ailar.
    VERDADEIRO
    robe Anlv cipbellitique de Lallecleiir:
    veilde-Se na rua da Cadeia do Recile ,
    botica de Vicente .lose di' Brito.
    I0TVSS\.
    Para testa. *
    Vende-se por diminuto proco um sitio **
    M porlod praca, nliiiln bein plantado de arvo- 38
    redo eeaplm para om cavallo: annuncie. s|
    DOCE DE IIACOKV.
    Cheaou reronlomenle do Marauhao urna pequea
    poreo dosle delicado doce, o mellior que ha. lano
    |'h! sua escolenle qualidade, como por conservar-
    se pur muilo lempo ein porfolio oslado: vende-se
    em casa de 1'onlOiV, Irmao. na rua da Cadeia Volha.
    ...
    Vtrro da Boa-Vista, delimite da
    boneca n. S.
    Conliuiia a liaver un .oinplelo snrlimeiilo de lo-
    do-o- aeneros de mutilado-, los ltimamente cheaa-
    i doSade Miperior qualidade e precna multo comino
    I dos, superior vlnho do leda* aa qnalidailet, Cham-
    pagne, no/e-, cailanham aineadOM, inatat, lian-
    peras sectas, amellas, inarnielada de Lisboa, queiju-
    nperlores de lodosas qualiuades, nia-sas linas, e
    superior inantoiaa.
    I.uvas de lorcal.
    Vendcm-se milito superiores tovas pelas ile lor-
    5*1 |lo liaralissiniu prero de HIHI rs. .. par : na rua
    dn Ouciiuado, toja de luiode/as da boa lama,
    u. :i:l.
    Quem as vir nao deixara' de comprar.
    Veudem-sc muilo superiuros inoias ornas para lio-
    mem, pelo baralissjmo proco do i dn/iaa-2?:VKIrs. : na rua dotliieiinadn, lujada boa
    rama n. 13.
    Ricas aboliiaduras para collcles.
    Vendom-so ricas aboluaduias de lodas as coros
    para rolletes, pelo haralisinio preco de 100 rs. : na
    lUadoQueimado, Iota do mlndejKU da boa fama
    u. 38. _
    ') O mais ricos c mais modernos cha- 3)
    :A, peo* de spnboras se encontram empre a,
    w na toja de madama Tboard, por um precn V'
    (A mais ra/nvel de que em qualquer nutra 'T
    f, *" i
    (fJ<^^^H v <&i g fS^^ *^^
    v elido--*', para fora .tapiara, um nearu de
    __ Na rua do Visarin u. IM, primeiro andar, lia i boa liauia. ndnislo e sadin, que alen deer un
    para veudci, chegado de Lisboa presentemente pela ptimo mostr pedroiro, |mr sabor realas de au -bi-
    llarea IHhh,ui, o scaiiinte: sacras de rarello muilo | tetara, aeomelria platica o desenliar os plano, das
    No anliao deposito da rua da Cadeia do Hoeil'e ,
    anqasem n. \1. lia para vender multo nnva polassa
    da Hussia. americana r. brasilea, em pequeos bar-
    ris de 4 arrobas; a boa qualidade e preco mais ha-
    ral, is do que em OUlra qualquer parlo, se alliancain
    aos que prcii-arem comprar. No mesmo deposito
    laiiihem lia harria com cal de Lisboa om pedra. pru-
    .imuiuenle chegadoa.
    AITKNCAO'.
    Cunta ,\ Ainoriiii. na rua da Cadeia do lenlo n.
    ,'vi). icm para vender pallia de carnauba nnva, coa-
    ros de cabra nona, pentUM de enia. c velas de car-
    nauba, a l.>"i(SI a cellln.
    Vestidos niodernos.
    Vendem-aa veslldea do mursutina lina de corea
    com barra, lascada nova a .V> n corte: dilos de hia
    o soda t liari'ae modernos a !, 0 corlo .lo l .ova-
    dos ; chitas v .-as-a- trncelas novas a :vti rs. o ca-
    vado c din rs. a vara; e nutras mnilas la/ondas por
    baratos precos: na rua da Cadeia do Recife. toja
    n. .VI.
    Vendc-sc um relogiode ouro de
    __ sabonete, putente ingle/., da tre-
    llinrqualidadc.c fabricado cm I.....(tres :
    na rua da Cadeia. n. 60, arma/.em de
    Uenrique Gibson.
    Na rna du Viaarion.lt), primeiro andar, lem
    venda a superior llaiiolla para forro desollins, chc-
    aada recenten.....lo da Amarles.
    ___ Vendem-se lardos de fumo da Ra-
    bia, primeira qualidade, para charutos ;
    assim COtno um resto de eaixas com
    charutos, que ja" se vende por preco
    baratissimo, que he parase fechar contas,
    chegado ludo da Babia pelo ultimo na-
    vio :' na rua da Cruz. n. >H, primeiro
    andar.
    ___ Vendcm-se camas de ierro de nova
    invenCSO fiance/.a. com mollas queasfa-
    /eiu muito maneiros e macias, ebegadas
    pelo ultimo naviofrance/. IVenambueo, e
    por preco muilo commodo: na rua da
    Crir/n. li, primeii-oandar._____
    l);i'OSITO DA FABRICA TODOS *
    OS SANTOS DA BAHA. W.
    EH No es<:riplorioile\ovaesA Com-
    J] panliia, na rua du Trapiche u.3.1, JJfi
    m vende-se panno de algodao, e (io g
    ^ dista fabrica, muito superior, e ^
    " proprio para saceos de assucar, e
    rOUP de escravos.
    veuueui-s coapese, ne sen .o- imi'-i' "m..<...",
    pioprio- para meninas e nilanos a .V? cada mn ;
    inanlelelosprolos e ibvciarecdni colMes oaemelles,
    por precos (-ominarlos: ua na da Cadeia do Keeile,
    b\Ui II. ll.
    Vendcm-se os liemcoiiaU-uilos ar-;
    icios para cano, de tune dous cavallos ;
    assim c'iimoinaiitinbasclccascmira vemos padrOs, pora os srlus de ditos
    ai reos, inie os i'a/.em abrilbanlar mili-
    to, tudo cliegado pelo ultimo navio de
    Franca : na rua da Cruz. n. 20. primeiro
    andar.
    Na rua doCollegio n.i.1, segundo
    andar, vende-se por barato preco, ou a
    pra/o, um sortimenlo de chapeos eou-
    Inis objectos de cbapeleiro, consisliii.lo
    em chapeos de massa, de seda de varias
    qualidades, e a gomrna lacre, chapen
    para padre, tnassas para ditos, toneles
    para guardas nacionaes, plumas pretal
    piara chapeos de senhora, fundos e lados
    para cbapeos, courinbos com setim, l-
    vellas, lilas para ai lochos e debtutn,
    trancas emitios minios objectos de clia-
    peleiro.
    Vende-se f.AIINK DEVAi'.CA o do porro de
    llamliiirtto. em barris de -im libras ;
    CIIAMI'AC.NE demarra roiiherida e vcr.ladei-
    ra, li.iveiulu poneos aiaos do ro-ln, que se vendern
    liara fechar, a --MlKIO r-. :
    AI.:o DI.MII.AO-oilido;
    TAPATES l'E I.A.V, lano om peca enmo sollos.
    para forrar salas, de bonitacore emulloera conla.
    OLEADOS de cores para forrar corredores, ele. :
    OLEO de linhaca em latas de cinco jaldes: cm
    casa do C. J. Astlev tV Companhia, rna do Trapi-
    cho n. n.
    Madapolao' variado.
    Na rua do Crespo n. I i, toja de Jos traii.i-.'o
    DiaS, voiide-so ulna poreo de ma.bipolao larao com
    un pequeo loque du aval la, a OU e 1SMI a
    CERA EM VELAS,
    de todos ossqrtiuientos a vontadedocom-
    prador, chegadn de Lisboa, em cai\oles
    de diversos lainanbos: assim como car-
    neiras decores e cordavdes pi"etos de su-
    perior qualidade, fnmoein folln da Ba-
    lda para charutos, muilo bom: santos e
    calungas de barro proprios para preso-
    pes; ludo se vende por precos burato/
    para fecho de contas:
    n. 10, segundo anda
    diado & l'inbeii'o.
    CHAMPAGNE
    Vende-te o mellior champagne, que-
    ba no mercado, chegado ltimamente
    pelo navio.. Havre >. em gal ralas,e meias
    ditas, epor mais barato preco doqueem
    outra qualquer parte: Iratu-se noekcrip-
    torio de. Machado A Pltalieiro, na rua do
    \ gario u. 10, segundo andar.
    Oleo Enencial,
    para impedir a cabida de cabello, fa/e-lu croscer
    o limpar a caspa, a -MSI rs. cada vidrinlio : ua rua
    do Kailiiel bolira n. H.
    FIMO KM FOLHA,
    vende-se ein casa de Tasso Irmao
    Vendem-e taimas de pinito, ios-
    lado, cosladinbo. assoalbo e forro para
    liuii lo de barricas.i le lodos os comprunen-
    , los, ebegadas agora : aira/, do theatro.
    armazem de .loaquim Lopes de.Mincida.
    Vendem-se sarcos com farello rliraadu lti-
    mamente du America, pelopalacho ainerirano Bi-
    ta /''/. a sBjOOOosaeco : na rna do Trapiche n. K.
    e no caes do Kainos u. Iti.
    Vende-se no armazn dn ibaho ssaignado.
    rua da .Mocita n. 15. a mellior e mais recente cal de
    Lisboa viuda na barra Marn Jote, sendo em anco-
    ris* arqueadas de ferro, pruprias para liquido ; a
    ella antes que acahe-se a pecliiucha.
    i. /'. Colln.
    Pablos e loalbas.
    Vendem-se palilns de brim de linlin decores,
    bom loilos, a.ifc} e fS cada fin; loalbas de panno
    Me lilil" dn PortO, piopiias para roslo a KtHlrs. rada
    >7sa.lu/ia: opalino adamascado de duas
    i largura e ba qualidade para loalbas de mesa a Q
    a vara: na rua da Cadeia do Itecil'o, hija u. .VI.
    Cola da Babia.
    Ven.le-sesuperior cola, por proco commodo: no
    ariiia/om n. lili, rua da Son/ala Velha.
    M Deposito de tecidoa da fabrica M
    ^i de todos os Snlos. na Baha. >|
    8 Vende-se em rasa de Domingos Abes Q
    ffi Mallieus, na rna da Cruz ilo Recife n. >2,
    S primeiro andar, slgodaO transadodaquella ^
    w fabril a, muilo proprio para sarcos e ron- ji|
    5 pa de escravos, assim como lio proprio para W
    * reales de pesiar e pavios pan velas, por j(
    preco muito contmodo.
    na rua doVlgat
    , escriptorio de Ma-
    SUPERIOH
    Tora' oa i ua
    Nova n. 8,
    um bello sorlimento de faiendas francesa de hoto
    ansio o qualidade, e quce veiiderto por proco mais
    roinmo.lo do que em onlra qualquer parle, a saber :
    linda ronniras de lilel ou relrui, bordadas, com
    liuniias franjas pacSjiihora, ditas lambein dei re-
    tro, iiorm lia, tpcinhos de relrnj, a 18'2I1. ri-
    cos mantelete e capoladlos de furta-eore, muiln
    hem guarnecidos e do mellior oslo, linda seda de
    torta-Cures, lisa, muilo proprias para veslidos.dila
    cor de palba. rosa e branca, propri para chapeo,
    chapeos arrendados para senhora, arniado e por ar-
    mar,' ditos de palba da llalla, Iu, de abas larans e
    i enfeitario, para menina de "i, 6, 7e 8 anuos,
    chapeininhoade seda |na criancas, luvas de seda e
    pellica de lodas a qualidades |ra senhora c bo-
    nieii. c nutra muila faienda* barata, que depoi
    te. annunriariin ; cheguem fregueaes, que nesl toja
    nao se olba a preco.
    Calcado, a 720, 800. 2,000 e 3,000
    rs., no aterro da Boa-Visia, Joja
    de fronte da boneca.
    Trora-se por sedulasainda mesmo velba, um no-
    vo e completo sorthiicnlo do hem conheeido sapa-
    lipsllo Aracaly de lodos os lamanlio, tanto para
    homem como para menino, a 7*20 eHOO rs., e holiu
    para lioinem. a itfOt! r-.. apalesdeluslrc da lla-
    In.i. a llSttO" ra., asim como um completo sortimen-
    lo de calcado franre/. de ludas as qualidade, tanta
    para homem como para menino e meninas, c um
    cmplelo orllroentode perfumeras, lude ir preco
    muito commodo san de se apurar dmlieiro.
    Charutos linos de S. Flix
    Na rua do Queimadd, h. I!>. tem che-
    gados agora da Baha, os verdadeiros
    charuto de8. Kelis, da acreditada fabri-
    ca de Brandao, os quacs se vendeni por
    precos mais commodos do que em onlra
    parle.
    Primag para rabeen,
    a 10 rs. cada urna, muilo nova ; na rua do Qnei-
    mado, hija n. V.l.
    Calcado laviado.
    No doposilo de raleado, nn alorrn da lloa-V isla n.
    J-J. se enronlra um arando sorlimeulii de calca.ln a
    salier : bolina de bezerro e de cuuro de lustre, meios
    ditos de bncrrn, sapalios de be/erro e de couro de
    lustre, hnr/oaiiinsde borracha, ditos de bottea, Ba-
    nales de.....rada baila rom saln o sem elle, spalo*
    de couro de luslro para senhora, sapaloes braiuns,
    holinbas para menino a meninas, de couro de lus-
    tre, marrnquim e de panno; lamtiem se vende be-
    zorro, inarrnquim e rainnrca.
    Aterro da Boa-Vista n. .
    Veniloni-se chapeos fraiiro/e para hnmem. formas
    da ultima inoda.rhoaadus pelo ultimo navio de I-ran-
    ea, por preco mais barato que em qualquer OUlra
    parlo.
    KOII I.AFFKOTEUR.
    O i/oo niilitiiiiitln or Jrrin'in itn eoiutlh rrnl
    r derrelo im/ierinl.
    O mediros dos hospilacs reroinmendam o arrolle
    l.alloclouv. como sendo o nico autorisadn |ieln an-
    voriuio pola lleal Sociedade de Medicina. Esle nie-
    dicainenln d'um goslo aaradavel. e fcil a Impar
    Sffl serrlo, est om uso na marinha real desde mais
    de 80 anuos-, cura radicalineiile em poUCOtOmpO,
    c.....potiea despesa, sem mercarlo, as afleerOea da
    pello, iinpinaens, asconsequeucias das sarnas, ul-
    ceras, e us accidentes dos partos, da iilade critica e
    da acrimonia hereditaria dos humores: conv.....aoa
    calliarros. da bstiga, as ronlrarcKs, e a fraqne/a
    dos orgias, precedida do abuso das inaeccoe ou de
    sondas. Como anli-syphililico, o arrobe cura cm
    pooro lempo .i llnxos rcecnlis. un rebeldes, que vol-
    voin ineessanlos sem consequeHeia doempreao daco-
    Eili.i. da cubeha, ou da injeeetes que repreeeo-
    novlruaaem neuiralisa-lo. O arrobe l.alloclouv
    lie especialmeule rcoBimendado contri as itoeatsa
    invelera.las nn rebeldes ;.....lorrurio o an io.lnrolu
    de potasio. Vende-se om Msboa, na Mira de Bar-
    ril, e de Antonio l'oliciauo Alvo de A/ovedo. pla-
    ca de II. Pedro n. KK, onde acaba de cheaai nina
    arando |mn;.in do garrafa arando- o |H-quenas. vin-
    das direrlaneiile de l'aris, do casa do Sr. Ihivvoau-
    Lall'rrlcuv \-2, rne Hirbev n l'aris. Os fnrnmlarius
    dam-se grilla em casa do Bagte Silva, na praei de
    II. Pedro n. H-J. y>* Porta, em casa de Jnaquim
    Anulo; na Babia, Lima tV; Irmaos; em l'crnani-
    huco, Soiiiii : Kio do Janeiro, Rucha ,\- Pililo', el
    Moreira, hija de.lroaas; Villa-Nova. Joao l'ereira
    de Maaales l.oilo: Hio-liran.le. I'rancisco de Pau-
    la Genio i\ c.
    Voiidoinsediias oscravas rrioulas, ambas mu-
    ras, lie SU a "i anuos, sendo nina das .lilas de bo-
    nita gura, sabern oo/inhar n diario de ama cata,
    lavar, ensalmar oengommar: lrala-*e na rae laraa
    do Binario, toja de iniude/a n. .
    REMEDIO INCOMPARAVEL.
    SALSA PARRILHA J)E BRISTO
    tuba
    A SALSA PAIIRILH.4 HE SAMis.
    Attencao'
    A SALSA PARKII.IIA l)K. HRISTOI. dal.
    do 18112, e lem oonstunleineute mantillo a sua re-
    planlo tem iiecrssldade de recorrer a pompo
    aiinuii. ins. de que a preparaeoes de mrito pdeio
    dipeiisar-se. O succcsto do Dr. BRISTOl. lem
    provocado innilas inveja. c, entre uutras, a d...
    Sra. A. B. t. Saial, de New-York, preparadoio.
    e proprielarios .la salsa,parrilha conlieciila >i-1., n
    me de Sands.
    Estes aeuliorrs soliritaram a aaenriiidc Salsa por-
    rilba .lo Ib i-i.il. eromn mo o podeassmoMer, fa
    briraram uina iinilaeiioi\f. Krislul.
    Kis-aqui a carta que osSr. A. 11. I). Sum- e-
    creveram ao llr. Brislol no dia 0 de aliril do I (Mi.
    c que se acha em nosso pler:
    .S'rv Dr. C. C. Brilla!,
    Burato, &e.
    Nosso apreeiavcl senbor.
    Em trato o anuo passado lomos vendido quanli-
    dade consideraveis do eilracto do Saliiparrilba de
    Vinr e pelo que ouvimos diser de suas riV/iK/e.
    ,-iquelte que a lem usado, jnlgamos qiie a vendada
    dita medicina seaugmenlar muithtiinn. So Viih .
    qui/er lser um enntenin eoumusco, cremu que
    nos resultara milita vanlaaem, lauto a mis como a
    Vine, 'lomos muilo pra/or que Vine, nos r*s|unl*
    obre osle assumpiu, o se vene, vier a ela cldade
    daqui a um me/, ou cousa seinelbanl, leriamn
    muilo praier em nverem nosa Mica, rua de lul-
    lon. i,.". .
    Klraniji ordendo Vmc.sous seauro servi.lnrr .
    (Asignados) A. B. II. S.vNDS.
    C0NCLUSA0".
    1. A anliaiiidade da salsa parrilba de Brislol la-
    elaramonle provada. ]Kii que ella dala desde W:L'.
    eque a do San.ls sii apparereu em 181a, porii na
    qual esle droiuista nao |Hile obter a agencia du lli.
    Brilol.
    2.c A superioridadn da salsa psrriOn de Brislol
    lie inconleslavel; .pois que nao otislanle a eoiii-ui-
    rencia da de Saint, ede urna porrao de nutras pro
    paracocs, ella lem mantillo a sua repulac^oem ipia-
    si linla a Ameriea.
    As numerosas evjiericueias feilas rom o uso .1
    salsa parriiba ein lodas as eiifcrmidmli1 oriaiua.la-
    pela impureza do sanano, eo tmiu xito ohlido ne-
    ta rdrlc |ielo lllin. Sr. llr. Siaaud. presidente academia im|ierial de medicina, |ielo illuslra.lo >i.
    Dr. Antonio Jus Peixolu cm suaclinica. e om lia
    afamada casa de saude na Cambo, pelo lllm. Sr.
    Dr. Salurnino de Oliveirs, inedi.-o do esercilo,
    jior varios oiilrns mdicos, pcrmillcm hoje de pra-
    elamar allaiiienle as virludM elllraies da salsa par-
    rilba de Brislol vonde-c a .">9ISKI o vidro.
    O deposito dcsla salsa nindoii-se para a laili.-a
    Irmeesi da rua da Cruz, em frente aorbafari/.
    Ao barato.
    Na rna Nova, toja n. 8, vendem-se chapeos ib
    massa branros sem pello para bomem,|iolo diiniuuin
    precn de a^llHI!! quem nao comprar um chapeo
    para passar a fosla por seinelbaule preco'.' sedas U
    vr.olas de diversa rores alorovado; dain......
    verde de seda com alauui mulo a tan cuvado, arda
    prela lavrada a 1 o covado, luva preta de seda
    para senhora a lK) rs. o par, ditas de ror a 800 r-.
    o par e mitras mais ra/eiua baratas que se vende
    rao mir lodo o preco para acabar.
    Na |ira(a da Boa Vista n. .ii, vende-se um es-
    cravo, prolo, crioulu, de ti auno, pauas mais ou
    menos, sadio, n;lnse emltriaaa o nem fono, asbl la
    /er lodo nervico.le criado da urna casa de familia,
    he alfaiate, eonnha suirrjvelmenlc al do foriiu.
    sali bolear o he liom pasem.
    Na rua das Cruza n. I, segundo andar, von-
    dem-se dua esrrava criuuta, bunita liauras. on-
    gnmmadeiraa, cor.inheira .- lavam bem de abao, e
    una dila de uacao, de Hialinos, giinha.tora de rua.
    que paga por dia ttlll rs., be muiln sadia e nan lem
    tnoleslia alauma.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    wMk
    nuvo, cera om animo o em vela com bom sorli-
    inento de -npeiior qualidade, mercurio doce e cal
    de Lid.".. em pedra. iinvi-ini...
    obra, salie eoaonnnai, coziahar c la/er sspaloa
    fallar no larao lo Carmo, sobrado n. an, primeiro
    andar.
    ". "\en.leui-se licores de Ahsynth e
    Kirtcll emeaivas; assim como cboeolate
    riance/. da mellior<|ualidade que tem ap-
    parecido. ludo ltimamente cliegado de
    Tranca, e por preco baratissimo : na Uta
    da '.i-ir/ n. -iti. primeiro andar.
    ig prero muito commodo. JS
    Vende-te em casa de P. Joiins-
    lon & Companhia) na ruadaSenaala No-
    va n. te.
    Vinbo do Porlo, superior qualidade, en-
    garrafado.
    Vinho Chet*\, em barris de qtiarto.
    Sellins pura montara, de homem e se-
    nhora.
    V.uii iclas dclusl re para robera de carros.
    lieliin-ins de ouro patente inglex.
    Cnnlinua-sc a vender manlciaa inale/a, nova,
    a II) e 18". cha hjason, I l?71i(le I5i!l-ill: no paleo
    do Carmo, taberna nova. n. a.
    FUNDICAO' D'AURORA.
    Na tondieso d"AowraaclHMiioiadaBlamenle um
    rtuiipleln so'rlinionlo de machinas de vapor, lano
    d'alla en......le baiva protaSo de modlica oa mais
    approv.idos. Tamben, se aprumplam de enconuneii-
    da de qualquer rr......UM so poseam desojar com a
    malar presteza. Habis oruciaa sern mandados
    para as ir irular, e os rabrieaules como lem de
    coslunio aliaucain n perleilo Irabslho dolas, o -o rc-
    ponaabilisamporqualqnerdefeilo que puna.....lia-
    apparecor dnranlo a primeira salra. Muilas machi-
    nas do vapnr i.....simulas nesle eslalielcciincuto lem
    oslado ein enlistante servicn aestl prnviucia 10,13,
    i eal Iti anuos, c apenas lem oviai.lo mu iusiguili-
    ! calilo reparos, B alaiimas al nenbuusalisolulaineii-
    le, accrosceiuln que u cuusummu du eonbuslivel lie
    mili incousiibTavel. Os senhoresdeenaenho. pela,
    oonlra-qiiae-quol pc-soas que precisaren! de ina-
    chinisuiu sao rcs|K'lnsainciilo convidados a visitar o
    cslahclcoiniolilii om Sanio Amaro.
    MOKNDAS SUPERIORES.
    Na buidicao de C. Slarr & Companhia
    cm Santo Amaro, acba-sc para vender
    modulas de aunas todasdelerro, deiun
    rniKlello < construirn muito superiores.
    Pablos.
    Na toja di rna do Crespo u. III. vendem-M pali-
    Iim de tu ini |ielo diininulu prego de JJ8tSI, :i(SSl e
    :ty>tai i-.
    __ Vendem-se na rua di Cruz n. 13, sea.....lo
    andar, boas obra de labvrinlbo feilas no Aracaly,
    constando de loalbas, lenco, coeirns. rodas de
    sai, etc.
    Pablos.
    Na toja da rua do Crespo n. III. vendem-M pau-
    lo, de panno e caaemira prela c de cures, pele dimi-
    nuto preco de Maixir.; dito de casineta lina,
    por 890110 r*.
    Vende-se um dos memores caval-
    los, emnis ordoque tem a|ipareculo es-
    te auno na praca, sem acbaipies, muilo
    manso, anda baixo ale meio. muitolM-m:
    i> motivo da venda hepofaue odononao
    |K>de montar : atraanla flirt da Praia,
    arma/em de carne sirca n. II.
    Bernardo I ornando Viannn vende o sen .
    cravo Antonio por nao o querer aeampautiar na tu-
    tem que vai fa/.er; por L'HWSSI r.
    m:
    I M.l K\10 HlllllliUV
    MilUarade intliviihicsdcioiiiN is iim;mn pdem
    li'slffiminliirns\iiUi vel.c prover, emcaW>neceario,qae, pelo m.i que
    delle li/cr.im, leiii nen corpoo nwnilSrw nleiriHiH-ii-
    le ^.iiis. riepoin lo lieuerem empreflado nulllmenle
    UlnMlraltinvvenlOrv. r^dipeawpo cei detMfl cura* nraravilhoMi jicIh letlvra don pe-
    riodiew, .pie Ih'ii* relaliim IoIik u- iIa. Ii.i tnuilus
    iiiiimis ; c.h niHiur ftiirlo tlellN s;in |in s* ir premie ti-
    tea que adinir.iin m roe4C0t mili iflchre*. Qi.nn-
    (." iwrwnas rerlirari.m rom '*.' sotieriino remedio
    n oh de -eu* bracoi t* pernal, depoli da let peiMi-
    iieefdo Imiiio leroponm hwpiicii onda davlam iof-
    Irar a ampulacu! Dellaibi mui que IhimhIo
    dallado es-it^ aylw de pailecinienlo, paraaenSp
    labtnalleram a ewa operadlo dolorma* lorain cm-
    i'.i.I.i- coniplelaineiile, mediriiilr i uw ilesse |rei'iu-
    earetnado. AlgumaadailaMpraioaii naaftiaao de
    bpu reconlieeifnenlo, daolararain aalM reamllailoi
    baneOcoadlanledo lord corregedor, aoulraa rongls-
    Irailoada Londre aflu ila mais alheiilicarera sua
    ,illiriii,Mi\a.
    Ningqeni tloesperaria tl( estado 'le sic.i samlc se
    M'sse bailaille COnllaUCU para t'ii coiirvlanlenterile, seguindo alfum lampe Iwla-
    DMOlo (|iio iiiM''ssil.i-if h iidliirt'/ii iln nidl. rujo re-
    solladoierfa prorar liMonlealavalntenle: o B n -
    no ci ka:
    0 migurnttihe til, mas juirUmliinumle no.< **
    fl ii i ules mmn.
    ladaealor itii-
    exlrainldadaii
    Frlelrw.
    lenaire aaeai
    dadaia
    acliacOai
    Alporeaj.
    CaimlHuie
    Callaa.
    I^aneerei.
    Corlailiirafa
    Uorea de cabera.
    daiemlax
    .InsiiiPiiillrns.
    Eiifcromliidesda
    eoliamianl-
    Knfeiniitlatles.il
    illUS.
    Brapeaca eacac-
    hiiliriis.
    I isiuliis no ab-
    domen
    i ipillK.
    , l'nliittVs.
    OiM'tiiiiiili'llas.
    Sarna.
    SiipuriieicH [miri-
    llas.
    Intlammarao dfl Tinha, em qiiiil-
    Bajado. 0,11er parle que
    da Iteiiua. aeja.
    ii.i iiinlri/. TroONN*denervos
    laOnra* I,"leers na hoera.
    Maleadla pernal lo Bgado.
    dos peilns. dai arlieti-
    ilcolhos. laques.
    \|iii.lf.)ni,i- de Veas hircidiis.nu
    replis. iindiidas na
    Frialdadem fal- PleaSoroademoa- naraaa.
    Vende-se ealO UlIgoanlO M e-l.ile|ecmenlo %wa\
    de Londres, 9I4 Stranii.e na loja le Indos os lio-
    liearios, druuuiatas e onlra- peaOOM enraireyadat
    de sua venda em loda a America do Sul, llavnia .-
    Heipanlia.
    O depnito eral lie emra*a do Sr. J. Soun, pliar-
    luaeeulico. ua rua da Cnil ', ""i Pernam-
    hurn.
    TAI XAS DE PERRO.
    Sa fiindirno' d'Aurorn em 'Sitiilo
    Am.ii-'), v lamban no DKI'SITO na
    na do Hruin logo na entrada, t defron-
    te do Ai-senal tu' Mainlia lia' aempi-e
    um (raudo sorlimento de. luirliaa tanto
    de faorica nacional como eaftiinyaim,
    batidas, fundidas, (jrandci, pequeas,
    razas, e fundas ; e em ambos os locares
    existem (juindasles, para cambar, ca-
    noa!, ou carros livres de despey.n. Os
    preqof sao" *)s mais couimhxIos.
    I.uvas ile pellica :t V0 res 0 pur.
    Vendem-se luvas de pellica para enhora. iiip-
    iitaaVa mhmimio-., e lamban para horneo*, pelo na-
    tatlHftl.....peerodeilO r>. a pOT : ventlein-^i- parav
    v.- pirro por liaver mande porrao: na rua dn
    O^iejiiiHdo, loja de mfndna* da hoa fama n. ;i'l.
    Fllgto nodi fado correle, do euizenlin He
    lem. na comarca de IVio d'Alho, eseravo Jernnv
    mu, crioiilo, de iilade de :? anuo*, com os iismw lOfluIntai : ror prela e lustrosa, allura e Rromira
    recular, com Talla de denles na frcnle, unda -em-
    pre com alparcatns nos pea por ler eravoi lecci, <
    que se eonlteee facilmenlu pelo andar sopiado, U'i-
    cns araaaoi e arrehiUdos. c lora gaita ; levou cami-
    sa e ceroula tic aluudao e rlmpo de cumio : pide rt
    as autoridades policiaes, capilla de (ampo nafa
    peanoaa. que o apprclieudam e levem-no ao refertdfl
    i'iiaenlio, que sero generosamente rooempanwHlos
    I miro iim prolesta-se u-.ir ile ludo o riuur da lei toa
    Ira aquelles que dolosamente o nreullareui. rOHM
    sesuppoc.
    No dia 2." dororrenle mea desappareceinie-
    cravo pardo de nonie Jos, de idade Iti anuo*, poun
    mais ou menos, cor bastante desairada por se afl*
    doeule e em uso de remedios; levou vellido ealra
    de brlm trancado hrauco, camina de rUcadocor dr
    rosa, jaquela parda erhapodepeHode seda : i\u> m
    o appreliender, leve-oaoseu senhor na rua tte Apwl*
    lo, arma/em n. -J H, que recebera I!)ii i -. de gra-
    lificaeao.
    No dia de noveinbro do corrate auno, de-
    sappareceu doSr. Jos Antonio Ilarrot, da mII.i ila
    (iranja, provincia doCaar. um sen eacravo iiiiilalo,
    Iriiiueiro, de noine Luiz, (lillio du urna eirriva d"
    iiii'-ino M'nhor, cliamada lienedicla;, estatura reiU
    lai, cabellos cres|>os e arrui\ados, roslo o.al. narii
    Braaao, bocea recular, leudo um denle superior que-
    lirado pelo meio: tem sisnaes de cbeobr pelas im-
    desas, os |ms dalos, e li a/ia um ferro no pancoru
    levon, ili/em. carta de uuia ou passapurle, ludo ral-
    lo ; este eseravo lie ollicial de pedreiro ; queni o p<-
    uar, ser bem recompensado, eutregando-o a Anl
    uiodeAlmeida Gomes ,\ C, na rtin da Seii/al.i '-
    Iba, n. i:it.
    No din desotemliro pio\iqio pagado ftisin
    do entenbo Espelbo um eseravo de neme Gollhei
    me, pardo claro, com ossignaes seuuiutes: Caballos
    cresptis, so (ira neo I lia* grussas, pouro rorpo, quer no
    altura, qur em uonlurn, denles limados e em mt*
    dedoa da mffo dlreila ilgnael decouluavo: quemo
    apprebeiiile e levaran referido emienlio ou no Ue-
    riTeao escriptorio do Sr. Manoel Joaquini Ramoso
    Silva na rua d*a Cadeia n. .'W, ser lieni ncom-
    peusado.
    URATIFIGACAO M 50*000 ri.
    No dia sevla-leira, 16 de dezembro de IH.VI, de-
    sappareceu o e^rravo.loaquim, do genlinde Angola,
    di> limar de Kspiulio Hreto, freguezia do Hom Jer-
    ttini, comarca ilo l.imoeiro, peitenrenl''a JoAotion-
    calves Uno, a lem oa sigues secuinles : idade. ,T
    anuos, pOOCO mais ou menos lie negro alio, fornido
    do rorpo, ou lieni corpulento, ni o i Ib barbad, pti
    (traildaa, e bem prelo, tem lodos os denles da ficiilf.
    ((piando desappaiereu levou camisa de algodao/i
    olio e cbapo de couro : roua-se as BUtoridadei po-
    liciaes c capitaes decampo que o pegarem o toiom
    a seu senhor arima dito, moradoi no mesmo lugar.
    Kspinbo I'reio, ou no Recife aos .Srs. Gregorio Silvcira, moradore- na rua do QueimadO n. 7,toja ila
    Kslrella, onde recelierilo a gralifcar.lo de ."tUNKin.
    500,000 rs
    5 A quem prandareleyar asen senbor l-'ran-
    cisco Kemandes de Oliveira .Sobral, na rua
    de Hezende n. H.no Biode Janeiro, ou em
    l'criiambnco a Joaquim l;erreira Mendes Gunia
    riles, na rua da Cruz. u. 5T,.* andar, nm pardo tt<
    noine Keliv, i lalvez (cuba tincado o nome1, Mloral
    de Pemambueo, que fugio da cidade do Italiana).
    pio\incia de S. Paulo, em iiovenibrode IHi."> ; lera
    l.'ta .V* anuos de idade pouro mais ou menos, des-
    ronlia-se ler-se meltido pelo ccnlm das provincia-
    tle Minas e de S. Paulo, mas be provavelque aomle
    elle esleja, tenlia loja de alfaite aberla. e oflleaes
    Irabalhando por ua conta.eelledlriiindocomo mes-
    Ir, pois ja leve loja nlo so na cidade do Raiian.il,
    como no Bio de Jaiie.ro.lic alio, rorpo rcgolar.'eiu
    o fallar riwmbo, rosto romprblo. pouea barba, lar-
    ca crande, denles separadose raudes. c jase nuei-
    ia da vtala ojaanda coaa t miflat anda calcado a
    traja bem, (em as costas sign.il anligo de eamlieo.
    que levou por sotrer de losse, e Uiulrem das niiri-
    uas, tem olbar um pouro espantado e a rabera um
    (hiiico comprida, eberortez no tratar.
    100,000 ra>
    A quem prender o levar a sen oantior I rao-
    "'eniamles de Oliveira Sobral, oa roa
    zende.n. 4t, no Hiode Janeiro, ou a
    Joaquim Ferreira Mendes (.uimaraes, na rua da
    Cruz n. 57. '2.' andar,em Pernamburo, um pardo do
    nome Fatwlino, que anda 1'nuido rienda o dia 17 de
    outuluo p. p.. o qual be lllbo da Kabin e fui all an-
    cravo do llr. Villara, juiz municipal de Canaviei-
    ras ler 22 a i annos, allnraeroipo regular,priu
    ripia a barbar, tem um pequeo biode, usa cabel
    li.- a calwlleira,nlurna andar raleado e de Bravata,
    be ollicial de..ijMleiroe roelieiro, falla um pooro1
    vaaaroaoa fanhosii. lem ambas ai mitos com manai
    de qiioiinaduias |ielo ladq das rostas, roslo compu-
    OjOi im denlas da trente meio podres; be bem *"
    iiliiTiitu pm lodos lw ter lialiaUado na prara.
    * A qu*
    *J risco I:
    JS. de Bez
    I.
    t
    *=*
    MUTILADO i


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