Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02284


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Full Text
DI SI IO DE PERIVAMBICO.
M1190 DA sDBicarrqAO
SiiliM-rcie-se a 151000 poranoo, o 4*000 por
quarlel pai(o adianlado, e &>00 |Wi quarlel pana
veucido. Da casa do seu propriolario, M. Figucira
deFaria, uapra^a da Iudepeudencia, ua. 6 e 8, eno
Rio de J. casawlo Sr. Joa6 Percira Murlin.
Babia
Marei
Farahiba
Natal
Aiacaly
Ceara'
M.ll .Mlil.io
l'ata'
11 F. Duprad.
Joaquini Bernardo Mendonra,
a Jos KodriKue da Cosa.
> Joaquio Iguacio Pereira.
11 Antonio de Leinoa Hraa.ii.
Victoriano Augusto Bursea.
1 Joaquim Marques Rodrigues,
a Jusuojot Hamos.
CAMBIO* D M DB Jf STIMBBO.
Sobr,e Londres 28
Pars, 3 i".
1 Lisboa, 95 por cento.
Our. Onnis lieapanholas .
Mocdas de 681O0 velha
1 de 4*000 .
PraU. Palarfles brasileiios. .
Pesos columnarios
II.''Mi .....- .
' Arrota do Bauco. .
Descont de Lellras .
89500 a 93000
.....I63OOO
. ; 163000
. : 9J000
..... I|0
..... i9.W
. : 19800
..... 10
.....'. all
NOTICIAS S1TBANOBIBAS.
Portugal . . 15 do Oul. Austria .
Ilespanlin . 8de > Inglaterra.
Franra . . 7 de Soissa .
Blgica . . :i de Sueria. .
Italia. . . 3 de 0 B. Unidos.
Alemaulia 4 de Meiico .
Prussia . . 6 de California.
Din.mi.111.1 . 16 de Chili .
Turqua . 21i de Selli Buenos-A .
Hllssiil. . 9 de > Monto idea
3 de Out.
. 28 de
, 2 de
. :m de Setb
24 <
8 de
18 de A sos
27 de
2 do Noy
4 de 11
NOTICIAS DO IHRDJO.
PaYa' 31 do Onlb MaranhaA S deNo>b. Ceara'.. !' de Parahiba 21 de Aragoas '19 de S. P. do Bul 11 iif (lu. S. Paul* 30 de n Minas.... 2 de Nov U de J.......i'. 13 de 11 Babia .... 17 de 28 Segunda. Jacob da Marca. 211 Terca. S. Saturnino 111. 30 Juarla.S. Andr-a-. iioslolo. 1 Quinta. S. Y1I111111
rlKTIDll DOS COBOXIOS.
Olnda, lodos os das.
Victoria, nus quintas feiras.
Cartiar, Bonito e (iaranhuns, nos diasl e 15.
Villa Bella, Boa-VUta, Exi'i eOricury.a I3e28.
t .(H.ilili.i r l'.tl.llilliil. -fL'illi(S,i-t'"i'\l.i-..
Natal, quiulasleiras.
OAS da semana.
profeta.
2 Soila. S
II Un:;.i V,
'.l Sabhado.S. rraticis-
co \aviei.
i IkinitiiKo.S. Barbara
AUDIENCIAS.
Tribunal do eommercio.
segundase quiutas.
Relaeao*
Ierras esabbados.
/'tiirnita *
(ericas eses (asas 10 horas.
Juizo de Orphans
segundase 5. as 10 horas.
Primeira vara do eivet
2, e 6. ao meio-dia.
Seganduvara do cicel.
quartasesab.ao mcio-d.
Novcmbro 1 La nova as ti horas, (8 minuto* e
'.I segundaos da manh.
c 7 Oii.ir tu rre-crnlo BS 9 horas, II mi-
nutos e 35 segundos da tarde.
i: La chela as dorase 30 minutse
:(9 segundos da tarde.
_'i Mii. i., mingoante as H horas, 15
minutse 39 segundos da tarde.
PIVEAMAK DE HOJS
Primeira tu 2 horas e M mtuulosda tarde.
Segunda s 3 horas e 18 minutos da maullad.
S
PARTE OFFICIAL.
COMMANDO DAS ARMAS.
O artel teaeral le coanaait las armas de
PenuaiiM, cidade do Reclfa, em 38
da asfMibro da 1853.
OKJDKBS DO DA Bt. 25.
O marechal de campo commandanledas armas,
d publicidad* para que leulia a de* ida eaecuro, ao
aviso do ministerio da guerra de 3 do expirante
mez de novembro, em seguida transcripto, que por
copia Ihe fui Irausmillido pela presidencia desla pro-
vincia a 2\ do mesmo me/.
Hio de Janeiro. Ministerio d em -t de novemliro do 1853.
Illm. e l'Ain. Sr.Tendo licado na corte em ob-
servaran, por oi dououo balalho de infantaria Jos Marlins da Sil
veira, sobre que versa u ollico do cnmmandanle
das amias dessa provincia n. 7811, de de uiilubn.
ultimo, que acompaiihou o de V. E\c. de IV do
iiiesmo sob a. H, determina S. Al. o Imperador
que V. Eu'. o faca incluir romo eirectivo no dito ha-
lallio, mandando anuular e trancar a ola de de-
sereno laucada nos seus asseutamcnlos.
I>e< guarde V. Eic. Pedro de .ilranlura
frttegnrde. Sr. presidente da provincia de l'er-
n ;mi buco.
AsMignado, Jone Fernandetdo* Santos Pereira,
l,i>ii(orine.-Candido /^al Feneira, ajudanle d'or-
oVtisencarregado dodelallie.
EXTERIOR.
SI. kossutb acerca da |mlilica etuiogeira da lo-
.'l.ilerra.
" Meu charo Senhor, rccelii a sua carta de 22 da
rlembro, em queso digtiou convidar-me pura as-
*i-lir ao meeting de SlalTonl, eonvocado |iar;i M-
niiiiila feira segiiinle. alim de expnr a S. M. Brit-
nica o negocio da ii\s;hi nissa nM proviDdu du
imperio furco.
" Inleresaes ritis sagrados emais charos para inini.
rumo lioineni. como patriota, romo amigo da HbCf-
il,i.le. e nwmliro da granda ramilla duseuero liuin.i-
.....c.tao iiiliiiiamente ligados rom a pendente com-
plicarfo no Oriente; ealem dbMO devo etern.i grnli-
d.in'l'u qala pata nobre e varonil resolunlo do
Sullao, em xirtiuleda qnal a iniili.i rida, e M vida
dos meus companlieiros foram salvas ca perseguirn
sansuinaria dos dspotas cbrishlus, depois que a
innih i piilri.i tal conquistadaOlio pelas armas da
Ittitsin. mas pela poltica ruja ronlinuacaoem ver-
dada o MSODdn acto da incsin.i Iragedlalella a
inilignarao de V. S. Por tanto, senhor, po-so asso-
\erar-llie que 11.10 ,lii\o uem deiiard de empregar
toda a inhiba arlividaileem favor dos legitimo) in-
leressesdo imperio lurco, no que for rompnlivel
rom as miabas Ibrcai. Todava, por maior i|ue se-
j.i ;i ailHilacjio que iparlmaolo, ao ver oacidadloa
de Statluril'po'-uidosdosincsnos seiilimeiilos, acei-
tara de boni grado o conv le de V. S., ao n.io fos-
M'in as duas scgiiiules consideraroes:
Se cu livesse sidocbamailn para tallar MI clda-
il.los de Stafliird a este respeilo, lora impossivel na
ni.nli.i posicao mo tratar da llgaolo Intima daques-
1,1o turca eom i- estado da ininlia chara patria, e das
aiilasens que a causa da liberdade polp tirar da
lurquia ellirazmenlr roailjuvada na sua rc*i*U'iicia
ao czarda Kussia.
I'or 11 ni lailo. sei asura, senhor, quequalqucr e\-
ptiracao particular desla ualure/a cni vardade le a
sido smenle mais um direito ssvmp.'ilhias dos I
moneda Sladord; mas ilessrarailamentc lamlieiii
lenliorazilo para crer, por nulro lado, que por n
feliz que en fosse na direccao desla causa, huiiv
dado o mais forte estimulo ao goveruo ingle/ p
ini|iellir o neuoeioa urna ronrlusan lal, que o-.1
puado jtislica. daliberdado c da humaiiidadeliaviain
deplorar.
Seiibur. aiialisaudu o cumporlamenlo do govarn
nudez durante a crise prsenle, be ImponiTel Dft
chesar-se conclusaode qoonfio he tantopotrmado
e por i'i .'.til'''. ni particular para com a Ruada'
que o goveruo inslez ale asera tem antes servido do
que reprimido os ambiciosos dpsicuios da Kussia ;
mas be anles teniendo que, ao animar a Turqua a
re-islencia legitima, se oll'erera opporlunidade a al-
siima feliz suhlcvaeo popular em nutras praseos.
Km verdaile nao hesito em di/er.que a pulilica da
liiglalarra desde muilo lempo lera sido man em scus
resultados, posto que niioseja 1 ussa em seus moti-
vo*; tem sidopessima, tem sido auli-liherat.
Kui IHiK a Russin interferid ronda o mftViincutn
nopnlareni Moldo- Wallaehia por meio da inler-
venda armada, e deat'actfl proporoa o aamints pa-
ra a'iiilervencAii siilrsequente na lluusria, asstm
comp para a presente ocrnparo dos principados. A
Inglaterra so nflo oppoz.
I.ogodepois a Russia inlerrerio petas armas na
Hungra, a por esta mloganhon nina lerrivel pre-
ponderancia sobre o continente da Borona. O so-
verno da luglaterra nada objcclou a seuielliaute pro-
re.liiiu-nlii.
Ksla inlervencilo russa, leudo penetrado al 0
territorio turro, fui em si a mais flagrante violarlo
da ua independencia. A Turqua se lornnu um
instrumento para a amhirao russa e para a oppres-
>io austraca. I'erinillio que os recursos das pro-
vincias (ureas, provisocs, moeda, meios delnnapor-
les, fossem usados pela Kussia no seu ataque contra
a Hungra. Os Austracos balidos, ituas ve/es en-
coulraram refugio e meios de alaque as mesmas
provincias turras ; o que ara uem mala nem menos
urna resignadlo virtual da independencia da Tur-
qua; o o goveruo da Inglaterra permillin que se
pralieasse ludo islo ; prohibi que a Turqua se 00-
pu/esse/aeoiisclhaiidoao a lulo si- por em GOlHa3o
lioslil eom o seu vsinho mais poderosu 11cuino o
-errelarin da eslado dos nesocios eslranseiros de
Inglaterra leve a ridicula cmlidadc de apellidar a
Austria, que baviaiuosdesbaralado lana, ve/e. de
modo que ja nos nao poda resistir >em a coadjuva-
FOLHETIM.
'>... i.
BRANCA D'ORBE, (*)
1 POR Hippolyte Oaitille. )
I
iinthiuar,
,f
l'i.ina de Hochelaille e Hranca d'Orito liiiliam tam-
ben approveilado o tumor geni para Irocarem em"
* 11/baixa essas preciosas e puras conlldencins, c as quaes'duas mocas bem nacidas podem imleinni-
sar-N ila rigorosa reserva que Ibes impOe d decen-
cia, cunimunicando orna a outra suas impressOes.
Fiquei muilo .onlenle, ininlm rhora Hranca,
-I1/1.1 madamesella de Kochelaille, quando nbtive de
innili.i 111,11 o trazer-me a esla fesla. Coufesso-le que
la ultima carta me causn urna certa inquielac-io.
Ella respira\a urna melancola, que me fez derra-
mar lagrima*. (Muid verei ininha Branca Mi?,
como o merece ser? Quando reinar urna alepria
perfeila em seu lindo semblante? Qiianto esls mu-
dada depois da ultima eslacflo! *
Sito Ke afflija \n mcu respeilo, responda
Branca. Sou tilo feliz quanlu posso stVIo ; Uo feliz
quaclo miiili.i condicim actual uTo permille. He
-iiii que meus nllrimenlos nao vem hCiiHo da ima-
na^ao. Estas cousas sao bem delicadas para d-
/rr-*e; mases muilo indulgente com la Branca pa-
ta que ella lenha se^redos para li. \. louue de 00-
*ol,rit-lo oada, Diana, acho um prar em coiumu-
luisrir-Le s menores peussmento de meu corceo.
Ten dous anuos mais do que ou, e muilo espirito
que nao lenlio. 'leus sabios conseHio* niesusicm n.i
penivel situado em que Dos foi servido eolio-
car-me.
" Querida e nobre .imiga, quanto sinlo nflo po-
t') Vide Diario n. 'm.
'..10 da Kussia, que pela sua parte liuha de eu.pre-
gar (oda a sua (orea para nos fazer op|>osc,ao.
Senhor, lera o goveruo inglez pralicado ludo islo
'porque preferisse a immensa preponderancia ta
Kussia? Nao; pralicou desla surte, porque abor-
reca o Iriumpho popular daquillo que chama l pf.Br-
cjpio.revulucionario. o
E agora, os principados danubianos se acjiamoc-
cupailos, e a Kussia ulilisou-se dos scus recursos
para bostilisar o suzerano lagilimo deslas provincias;
c, de novo, o goveruo iuglez he criminoso, peraule
Dcosc o mundo, por (er permillido que scmelhante
piratria fosse perpetrada sem resistencia. Este
aclo leria sido praticado, porque a Inglaterra aplo-
yarse a lomada da Moldo-Wallachi.i pelp czar".'
Nao; mas nao sollreu opposicao, porque o goveruo
iuglez lemia que qualqunr resislencia t aiaress,Vi
russa nao escitas alguma das naC'Vs oppi'iuiidas a
renovar os seus esforcos em favor da liberdade.
Este be o apoio real dessa poltica, contra a qual
esedadaos deSlalt'ord estilo promplosa nisnifcslar
os scus protestos.
0 fatal pesadelo que alllige de un modo cruel a
polilicadogoverno brilanini 11A0 ho lauto lillia do
.amor para com o czar, como medo e odio da tlemo-
Craela, Pota intil dis-unular, senhor, que a aris-
tocracia e a plutoc ncia, COOO elementos principies,
sempre ho de temer nioiios o despotismo do quea
riberdade popular.
Eisahi a razan, senhor. que me obrloa a renun-
ciar a honra de assistir xw meeting de \. A. Nao
|uert,, por \ia do meu i-omp;uecimi'nlo em seme-
lliaule deuionstracao, acreaesnlar un\o estimulo ao
sea goveruo para persistir na perniciosa direrc.lo
que adoplou.
A leganda rnlo, ienhor que fa/ com que eu
nao corresponda ao benigno convite de V. S. hed,ue
iiioro absolutamente o principal desiunio daste-
solucesque dtvem se submetlitlasao meeting ; o
repulo esta circiimstaucia om ponto essencial,-se-
nhor, porque mo he bstanle concordar no alvo li-
nal; heiaualmrnle importante determinar de aun
mudo claro os meios mais cllicazes de atlinuir esse
alvo,e pela miuba paite nao desejara iicur n'nnia
pusiriii falsa a este respeflOa
Sou levado a esta ehservacao pelo fado le que o
co\erno inulez cabio na contradichoqneeue V.
$. Igualmente deploramos por um oslorco para
Salvar a Austria do seu bem merecido deslino, e
tuslenla-la u'uiua postcAo que fora iiiuiralicavel,
anda quando fosse compalivel GtUD a juslca e o
direito, como cerlamente au he.
Senhor, couheco. e posso pinvar se Cor pottlvel
que lodosos esforeos ente nao tem sido tao promplos \te\a desejo de la/ei
o que he ventajoso ii Turqua, eomo pela cooside*
rac;lo lo que pode srmenos ditlicl para a A us-
ina. Ha quem supponlut que esta desai/ratla\el
larefa. pode 1er sitio Inspirada por consideraees
i|nc, posto que caras a algUIflaa ivl.ices pariicula-
re-, s.lo eerlaincale de nciihum inleresse para o
po\o de Inglaterra. Mal este Ateto liosenielhan-
temenle Fundodo n'um preconceito cago, sem nvet-
ligacao, aceito pela diplomacia .tctii.it; bto he, que
a Austria be itecessarla A Europa, tirecisamente
como uiua harreira para a Turqua contra as US9S-
paees rtUMt. Auara. Sur., proclamo ler sido Islo
urna supposiciio falsa no pas>ado, e Imposaivel para
u futuro. A Austria nunca servio de harreira ta
Turquacoulra a Kus>ia, ou enlAocoino potlia acon-
tecer uuc, a despeilo to senielliautc harreira, 11*11 ni
t-iiijniein que ella aiiula se acliava abalalla pelo
deornnleiilamenln universal de loilas as uaroes que
a Austria go\erua. a Buau*a consegua extender a |
Ma conquista sobre a Turqua, por mu lado alen
Kuban, por nulro al o Danubio: pelo contrario
ella ale lomou COffi as suas garras de Ierro o estelro
do Danubio, que ho precisamente a arteria vital da
propria Austrlaa
A Auttria nunca servio de harreira u Kus-ia.
Ella foi .i suu alliada contra a Turqua em quasi to-
das BSSUN guerras : de (al modo, que quando deu
Indlcioi de Uma mediaefio entre a Turqua ea
Russia na guerra que >c acabou com o tratado de
Belurade, ella fe/ islo Mnenle para disforzaras
su.is preparaees parase unir Kus-ia, comua^ora
eMafpraticando nutra \ci. Qiundo, em ts^s, a
Austria tindo nina Iraca opposicao contra a Kussia,
foi smenle porque a po(a do prmeiro ministro, a
qualelletinh.i reimlarinenle rOCebldo do imperador
Alexandre, foi estorvada pelo czar Nicolo : a peitd
\oitou, eaopposlfiose desvanecen. Nao A Aus-
tria nunca foi harreira da lurquia contra a Roasla.
A historia u.m a considera como una harreira ; e
mesmo ella nao poderla ler sido no patudo, nem pude
se-lo no futuro ; eom elleito, tlepoisque ella acei-
tn a iulervencao da Russia, depois que OS lliin-
garos Jveram consciencla bilita a deslrui-lii (piando ella nao or apoiada pela
Kussia depoisquea Austria exellOU hutas as Mas
iiacAes. pela oppressBo e pcrWls denols que ella
loucamenle Ibes arrancn toda a \lalidadeqnau-
to nao pnesulr mais do que o apoto deum exerclto
tle litlelidade tluviilosa, melatleempreado em vi-
giar e contar t outra motado depois de ludo o
que ha acontecido, he mais que Ignorancia acredi-
tar n'unia Austria iinlependente ; he um erro pol-
tico, yuulquer liomein ie lleve sentir convencido
tle que a Austria em qualqucr caso so pode obrar
como a Kussia tlio ordenar, por que em cuiisequen-
cia da ascendencia que a lulluenciarnsu possuesobre
oa elenSenloeslavos do imperio austraco, e por causa
ila promplldlo da nac.io hngara em aceitar qual-
qucr rondcao Irnaginavel da aborrecida dictadora
la Austria, ella bem previ1 que nina p.davra da
potencie qtiesalvou-a em Ihu, Ihe pode destruir a
existencia delicia.
Com ludo he esta Austria emu que o governo da
poderosa Inglaterra est Iflo anclote em combinara
ua poltica no (trente ; he esta Austria quecon-
luzio a I lul.iin i i passivameote em tojas as uego-
KEFORMA
sia contra a legitima suzerania deesas mesmas pro
vi ocias.
I'or que razio, senhor, o mais ignrame noviet
em diplomacia pode ter entendido, que se Austria
concordal cm fazer alguma rousa coujunclamenle
com Inglaterra a respeilo la Russia, he inloira-
mente o mesinocomo se a Inglaterra actuasse con-
junclameute coma propria Russia, porque a Aus-
tria s pode alre\er-sc a pralicar o une a Russia
qnizer. Se, por tanto, as resnlucAetquedevcm
ser submcltidas ao menina, que V. S.* tem de pre-
sidir, entrar o que quer que seja que nto eslepi necordo com as cousideracues cima mencionadas,
das quaes o goveruo iuglez, poslo que prolesse con-
cordar com o ultimo designio de V. 8.a, posea ter
tl"ilu/itlouui novo pretexto para persistir no seu
injurioso e impralicavelcouipor/dmc/i/ocom a Ans-
Iria, so eu estivesse prsenle, me adiara debatan
da desagradavel necessidadedeergoer aminha hu-
milde voz coulra elle. Segue-se de ludo isto que,
cuino Ignore laea resoluces, nao posso aceitar o
convite de V. S."
Comtudtf, nfO posso deJiar de exprimir aballa
yralido que eiperimenlo au ver os cidados tle
Slallord resolvldoa a usar do privilegio constitucio-
nal de e\presur a opinio publica do povode lu-
glalem acercada poltica doyoveruo,.pnr quan-
to, seos erros peesados neo podem ser remediados,
ao menos a futura reiteracao dcllcs pudo ser pre-
venida. .
Segunde a mlnha humilde opinilo, as manfesia-
coes populares sao mais proprias agota, por que o
parlamento nao l'uiiceiona para poder expressar a
vuulade da naciio ; c |wr isso o silencio do DOVO
podeser considerado como uma desculpa paraaclo-
ar-se le uma maneira contraria aos desejos do
mesmo povo.
Pela miulia parle nanea poda roinprcliender que
h>se possivel que o povo de Inglaterra orgulhos
so como he dos -i'ii-. direilosconsliluciouaes.islu bes
da parte directa .....lirccclo dos negocios pblicos
se siihmelesse tao promplamenle a nao ler quasi
parle alguma na crecc,Ao da (Mililica eslranueira paiz. Nos negocios internos oserrosde leuislaeo
podem ser remediados por meio tle mod'icacoes
eonvenlenlOS, e o povo nunca tolerara que a mu-
iusignilicanle medida fosse iitrodu/ida sem n seu
eonseulimcnto. Masquaulo a polilica eslrauueira,
em que um nico erro pode causar damnos irrepa-
raveis, o povo Mea satisfeilo quando ouve di/.er quo
ho iucompativelcoui o inleresse publico, permillir
que el le conbeca como os seus mais charos [ulerese.
sm tratado.
Senhor, se V. S. he apostlo ta civilisaeo i: to
promcsso, nao se ul.melter.i a imposic.lo depraeon-
ceiios caducos, cuja tolerancia pode ser tmente
desculpada pela falla de tlcsenvolvimenlo da inlel-
li^euca populara Entre estes preconceltos, ne-
nlium existe, mais pernicioso em resultados para
Inda a huniauilade tinque ossegredostla diplomacia.
Senhor, os conspiradores podem precisar de seure-
do. e as nacoes Iracas podem ser desculpadas pelo
facto tle lisonsear-e por va do roubo em posirAeS
queaberlameiile nao poderiam reclamar. Mas, meu
charo senhor. lique cerlo de que, eomtima poderosa
liaran, que nunca reclamara se nao o que he justo
0 legitimo, B que ii'in poder para relore.ir as suas
i reelamacAes, o conservar em segrado a cUrecuSo dos
i seas interesses nacionaes he o mais seguro indicio
i de haver iiue quer quo aoja podre no estado ta
n" n 7 -,.,.....na i|.t- a.lir>
inamarca ; o que devem existir elementos etn ; i|(,r|i)n| quando trtuse
, operacSoejUO podem. se nfto trahir.aotnenos compro- l|e mt.r;.ii;,((( IH, ,fw
i meter a prospertdade publica.
' A pralica dn secreta direccao gera negligenciapa-
j ra eom os problemas polticos mais importantes, em
I cuja tolueno una naciio poderosa tem direito a re-
clamar uma parle, e essa negligencia he scinpre se-
guida da Ignorancia popular de todos s negocios
que tem relaeao com a polilica estran^eira. Soh
l.d fundamento he que o estadistas tle alia catego-
ra se poilem atrever a imhair a credulidade publi-
ca por meio de asserees que a historia contradi/.
Attim, he possivel que o povo inglez tenha de ver
Francisco .lose, de Austria, apregoado como a espe-
taiiea das nacol a quem opprime. Assin, I
cenes Inglaterra somente; he uma quesillo do ge-
nero humano, da liberdade, da civilsac,ao, e part
cularmenle do futuro da inhiba patria, e em lal
negocio iosso reclamar o direito de ler uma opinlo
e de roanifesla-la. Por lano, conoluirei, dizendo
que be com profundo pezar e intensa auciedade que
vejo o governo inglez, lomando uma parle principal
n'uma linha de polilica que o curso dos acontec-
mentas, j tero coudemnado, o que a historia impar*
rial iuduhilaveliucnte pronunciara ler sitio indeco-
rosa a posicao da Inglaterra, contraria aos inleres-
ses datirAa-Brelanba e da humanidade; ineflicaz,
para concluir o sen declarado designio, inconsis-
tente no posto que oceupa, rumprnmeltendo aquel-
los que lemionava soceorrer, c soccorrendoaquelles
a quem professava oppor-se.
Senhor, sou rom particular estima seu venerador.
o h konuuth. B ll'itliam Peptoir, /.,/.,
Stafford, 7Vmr.sf
INTERIOR.
SA8 AX.FANDEGAS.
vxv.
Itelulhameulti do solo, i pequea cultura.
Continuaremos anda sobre esle olijeiio, que (oca
noan l.ivoura.
A i'ommissao, depois de fa/.era roiii|iarai;ao nesle
|ioiilo entre a Franca e a Grta-BreUnlia, depois de
r ueste punto sobre a eondl{lo dos Estados- l'ni-
ilosi- Je aluiimas parles da Allcmanba, m i- se-
_iiml .- obsiTvaroes em favor da eultura em grao
Jopo.
ti Na fir.la-lfrelauha, onde a yrande cultura pre-
domina, menor exleusao e peior qualitladede Ierras,
menor numero de bracos, inaiorcusto de producto
e maior produccao.
Na I-rauca, ao contrario, pequea cultura, du-
pla quaniidaiie, emalbor aosdidade de terreno cul-
tivado, maior numero de macos, menor cusi de
prodcelo e menor soiunia de valores produzi-
llos.
l'eitas estas rellexes, outra avenlurou sobre o
nosso oslado, as quaes daremos por extenso :
a Nossn situaciln he um pouco m a este respeilo ;
a populante anda dispersa, mu sem numero de bra-
cos entregue aos seus Iracas racurtoa pela fatal fa-
cilidailedorelalhainenlo do solo, e de adquirir-se
pela posso ou por nutro qualquer meio um pequeo
I na pequea choupaua pouco ou
cun um cepo mi toco tle pao para as-
pedras (pie serven de royan, um i\-
de gado para cama, uma faca, e ra-
amada, um machado c uma fouce,
de Dmdesees pobres propritaritis ou
: aun vestimenta*'escassa e grossa, he
tirada do producto das pclles da caca
a opinioes, grabas aos <'apltaes consideraveis que
o emprega Os homensque a dirigem e exercem
inslruidos e ricos, empreslam-lbe a arle, impri-
mem-lhe o goslo e habilosdas sociedades civilisa
(i das em seus arranjns domesliros, que lestemu-
a nham por toda a fiarte uma superioridade que pa-
tf rece eslender-se al ao modo de produccau. Alcm
de que, muilo previne cm seu favor o quadroque
<( aos o) luis ti .i observador olTerecein esses immciisos
a campos, caberlos de arv ores e fruclos de uma
k especie, esses vastos pasto*, povoados por grandes
(i lotea de animaes, esses vanados grupos de traba-
Unidores, semeados pelos campos e lucares do Ira-
(i balbo... ludo isto aprsenla um aspedo tle erdem,
.t de acliv idade, de abundancia, que encanta a v isla
e alie i coa o viajor.
c A grande cultura, a cultora aperfei^.oada, pos-
suca urande vanlaKcmiiemudar quasi rpidamen-
te a lace dos paites onde a lavoura, como ueste im-
perio, anda a I razada, iiiinislrantlo-lhe lu/.es c capi-
laes.
a Sobre esle bem Irazum oulro lalvez ainda maior
em relajan aos Irabalhadores agrcolas.
f O maneio dOMUS inslruiuenlns e machinas,re-
quereiitlo perspicacia, inteligencia e cuidados, a sua
fuudacilo e desenvolvlenento, como observa oSr. V.
Trac>, produzira o melhuramcntn inlelleclual e
moral dos seus obreiros ; porque os abrigara' a ra-
ciocinar sobre os Irahalhos a sen cargo, a execulados
nao de um modo quasi automtico e seuunduosns-
t i netos tle urna rutina secular, como shecede com a
pequea eultura, mas deum modo iutelliueiile, eas-
sim a pensar, a combinar e retleelr, oque he por
ceiio um -i ,ui !.: passo na carreira da moral tal* fe-
licidade.
a Como esperar da pequea eultura entre nos o
lesccca:ncntn denossos pantanos, o aproveilameuto
rrenlese venad'agua, 0 arroleaiueiilu
tallas seculares,o aprnveitanientode lan-
i incultos, tao separados dos ceiros da
e, Analmente, como por meio della cu-
solo, lio despovoado, do modo que se.de-
loledc Ierra
nada asseiada,
sent, algumas
rao e um couri
ras ve/es mu
cis totlo o treni
eullivadores ;
umitas veiet
res tentadas
te emque a Hu-
cas, importante
is importantes c
usurpacoes nlterion
iiqui ; o que (em resultado i.i se acba das duas provincias
em si mesillas, porein anda
uno tuna base e-lranueira para
(0 poder de guerra para a Ru-
que mal
ti Seu Irabalhn applica-se no amanho dcaUumas
bracas de Ierra para feijao, c quando muilo para mi-
lito 0 mandioca. Tem a caca aa pesia que OS ali-
uienlam, o coco e o n.el que liram das malas e tle
que laiem grande uso. Sen futuro limila-se ao seu
slenlo e mno vestuario. Unu deesas pequeas her-
dades, pela unirte tle um daases proprieiarlos, anda
por mor desventura se divide0 se subvide.
i No eutretauln, a leudencia para esla vida, he
man!fesla, e dobra-se pela lacilidade da acqolsicAo
dos terrenos, e pela facilitlade de adquirir-se o ali-
mento, anda que grossero. Os eseravos que se li-
umulam as nossasprscaa
fego de comesUveis, itrocuram a
compra OU poete de terrenos, o vivem tlesl'arle ou
aluda de modo peior. Os noetee colonos depois de
a I mi ni diuheiro economisarem em diversos servicos
dotnealicne e oulraa tralegos, o mesrno prsllcam e
eonlenlam-se por deuiaiscom a acquisirao de algUm
eavallo ou res, e os preparos de sua montara.
ir Assim vivem nos lugares ceulraes tas nOSHH
proviuciis, e anda mesmo nos de boira-mar, um
grande numero dc lavradores !
i As provineles eos lugares onde exblem a cul-
tura era grande pee os grandes eslahelecJinei.lo-. in-
raes, llorescem. i) contrario se da uos em que pre-
|is-| pondera a pequea lavoura. Assim o Pa, 0 Pian
de lautas i
tle DOSSaS
tos Ierren*
populacati
cher noatt
ve desojar:
lado- e de iufelizes. a nao oblcr por meio do seu es-
labelecimento osbensquese devem esperar, por
-i i.i tengo devem dirigir os votos dos amantes da
protperidadfl do Brasil.
ti Por demais a pequea cultura nao be asada nem
ao nosso clima, uem id unir parle denosto territorio,
0 milito menos aos principaes ramos tle nosta laV0u>
ra. Me tmenlo ni grande cultura que es I
do o melhorameuto e maior pruspe tlade du nosso
pai/'.'
Paremos aqu para entranuos em outra materia
que repulamos milito mai-inipoi tanle.
XXVI
Falta de ttutrUCfo /* lAutONd/.
A commianTo allribuio, como em nutro Itujar
nondenimos, oalramue nosta lavoura, entre nu-
tras, a falla de instruce.ui especial ou prolissional,
eem prava de aeu asserlo dtscursou do modose-
guinle :
i Taita tle inslrucdoapproprlada e de esubele-
M\el rpie mitro estadista lisoncee o povo ingle/ com |iv, Ki Grande do Norte, o Ceara. a Parallibi
P.....pesa narra(M deque eele pas tem marchado comarcas do centro e do suida Baha, o Espirito-
limitas veset para tmientar a independencia Santo, Santa Camarina, etc. ; 6 em contrario o Kb
da* narnnmh/raean, e preservar familia gerat, de Janeiro, a parle da Babia que doiniua-se Ke-
tfas naew a Itberdade, o poder de governar-se,de | cncavo Pernainhuco, etc., ele. ,
>/ur nutra* prnrararam priva-las ; pelo contra- Sobre US caosatacjma ataignadas, una ha que
rio a historia a este respeilo, apenas nos olleieceum muilo prepoiulera iuualmenlc : he oaccesso quean
nico exemplo do lovemo da Imdalerra le empre- pequeos espitaos dio entre nos o retalhaiiieuln da
eac;.n do
da ad-
r.......de
mu que
* notaos
gado a sua Interferencia cm favor do Iriumpho d
dlreilofl populares. Cortamente nao he rmn nosso
secuto, o no caso da Hungra, [Kisto que BBt des-
cuido estela chelo de lodootlamitoque, se Dos e o
povo da Turqua nao prevenirem. est prestes a
inundar o mundo. Assim he possivel que.ao passo
jue um ministro ta coros u'uiu tita cmpeulic
pnlavra em como a evariiacilo immeiliatd e comple-
ta tos principados danubianos he uma condlefljo ti-
na '/na non ile qualquer ajuste ; no oulro da, ou-
Iro ministro da COTOS reduza esla condic.m sinraaa
non a evplicac;"io tle que o a maunaiiimo c/ar u -e
sent inclinado a platicar Isto espontneamente,
que
1 poativel que ao passo
Imdalcrra esl enipeuh,^
Assim I
moral da luglaterra esl empeuhada em lavor da
Turqua, porque foi a liudalerra que ACOmelhotl
Turqua (pie nao red esse aos arrogante'* diclames do
principe Meuschikoll. he a Inglaterra que insta para
quea Turqua se engalle BS coudicries que, posloque
i benignamente appellidada quanio a forma,
as msemaa em osaenciai B assim cliegaroot ao
ponto tjue podemos ser condemnados a ver a jactan-
ciosa amltada da Inglaterra para com a Porla ir ca-
miuhamto para a couclusm, que a Inglaterra pode
inlervir na Turqua da mesma torio que a Rosta
lerferio ua llungria.e combalero povo lurco pa-
ra que tinla as usurpacoes da Kussia sobro a hon-
ra do sullao e a independencia do seu imperio.
Senhor, niuguem pode aecusar-me de ler jamis
procurado, em quanto go/o da prolcccao das Iris
inglesas, entromeller-me em abum negocio interno
la rila-Breianha. Mas a questno aci
icndenle no (trenle, uAo he uma questAa
Ierras.
ii Aluumas reflexOea mais nos porfo ^o rorrete
das grandes vanlagensda lavoura em grande p pe-
lo que toce t uossa sluacan.
(i A pequea cullu/a he propria para os derredo-
ren dos grandes centros de populacho, he azada pa-
ra as hervuae outros veeeiaes, que demandan, gran-
des en Ida dot, a para as llores a nutras plantas de um
delicado Iralo, e jamis para as planlacoes. como ns
que temos, de caima, cale, etc., e (nalmentc para as
Ierras frescas e de laeil amanho e roleacau.
A pequea cultura demanda 0 dolro de bracos
quea grande pode oecupar, e por sem duvida nos
lignldade sodremo grande falla tle Irabalhadores.
i A pequea cultora ngo pode empregar os gran-
des iuslninenliis e machinas, c lser o u-o don no-
Mis prOceBBOS, que hoja etilo em vigor; he inaeces-
tlval aos melhoiamentos de quo lauto caleremos,
nao tem capilacs e forras, nem Uues para oh ler Osle
resollado.
\ pequea cultura pinico produi em relaeao
.ilii
perle
grande, pouco adiauta 0 lavrador
meio dos nece-silados.
Coma pequea cultura he
e.lo em grande e o melliorameul
masa uleis, as grandes obras de eanalisacoedesec-
camento dos pantanoso trensedaes.
\ pequea cultura tem contra s a opiniao dos
Lmenla
iicompallvel a
das raras dos
anatlsa
ronomos. o exemplo de muil
mostrada vida, a experiencia <
a A grande cultura come
" gana, que altraliemem -cu la
povos. e .i
i pralica.
izoSr. II.
laudadas e
ura mor pa
grande
Pata)
x anta-
te das
cimentes c escolas agrcolas, deleix
gado eseu melboranieulo, a a indiHein
minisIracJki publica nomeihorameiitode
industria, ob-aqui um dos grandes mal
lula a uossa lavoura.
' He Ineonteslavel i falla de luses
lavradores sobre o sen misler, e igualmente lies
seus feitores, administradores, lueslret du fabri-
cas, alo.
,i Nonas escolasImbllilam-not lalvez para ludo,
menos pare a Industria agrcola a manufaclurclre.
Nao temos aula alguma etn que bebamos a Iheoria
deesas acjeneiat a artes, e nem oqde adquiramos
tuiui pralica esclarecida. Nao lomossenAo por acaso
conhecimento dos novos procesaos a melhoramentot
da industria. Com dinicuidade acha-sequen.....i
inicie em s.'iis USOS e direccao. Nflo tetUOS ine-lres,
feiluies e capatazes habis. A ratina cga domina
por (oda a parle e em lodos os ramos tle DOSM la-
vonia. A arte de tratar, pensare crear os animaes
he quasi entre nos desconhecda.
ii Alguiu lempo honve em alguna lugares, cmno
na Kahia.caderas de agricultura. Pela falta de uma
regular direrrao. destituida du recursos e de meslres
habis, que uuisseui Iheoria a pralica, esta, esto-
las nAo foran liequenladas e rahiram no ritlirulo
como se inuleis rossem. ilguns meslres eram mais
apropnados lalvez para o entino dos esludot CUHS-
cos.ttu que para o da arte a que se deviam applicar.
lalvex mais asados fossem para aevphcacao de uma
bella Odede Horacio, para Deprecada um brilhan-
le perodo das oracoes tle Cicero,' do que para indi-
caren, as virtudes e uliluludede una planta, o mo-
do de seu trato, coiiservaeno. melhor.imeuto, etc.
ti Sob o ttulo de fazenda normal algum dia no
lrasilsedemarcuu um lugar ; mas alcm do lornec-
inenlt) tle mudas de arvores exticas, oulro lim se
n.io ronsegiiio com esla crearan senao u fumlacao
de um recreio para parle da populacho do Kio tle
Janeiro.
it Os lilhos dos nossos lavradores de ordinario se
applicam aos estados classces,ou jurisprudencia,
ou lalvez a arte tle guerra. Seus propros progenito-
res por uma pouco prudente eaatlsada direccao tle
seu eiisino eeducar.lt* os desviam ta agricultura, ns
embebem nos1 prazeres o no* lusos tas ddadet, e
Ibes inspiram o desgranado desojo detegulrema
carreira polilica, OU administrativa, O como bem
diste Sr. Y. Tracv quereiu qnesejam alguma rou-
m, Esla espressflo eontinuimenla repetida noaeio
las familias, no OUVidoda infancia, causa grandes
males lavoura e ao pait.
Mullos lavradores Irocam a morada das cidades
pela halilar.o deslas fazenda-, o que he um gran-
de mal, que em Indos ns lempos, e por lodos os agro-
iiouins. lem sido aponlatlo cuino frtil de tristes con-
sequeitciaSpama lavoura. Segundo Palladlo, a pra-
tees do proprielaroconslituea principal renda de
urna rezenda.
i A Inglaterra e a Escossia, coim
lorh. lemreeabido immensos heueii<
ca dos proprieiarlos era suas lasend
nao so porque riles lem contribuido
lz Mae-Col-
s da reeideii-
e dominios :
ara os melho-
ler lestemonliar-te tic outra maneira senao por meio
le palavras o inleresse que me inspiras 1 Quando te
pec,o que aumentes todo o pen-ainenlo triste, he
porque tua tristeza he a minlia, c porque nao ha
felicitlade para Diana, se (tranca nAo be feliz.
Nflo me queiiui da sorte, e sinlo que uma con-
dirao obscuraconvinha ao meu dbil corelo: mas
iniiilo alilada, miulia chara Diana, leu espirito
he multo esclarecido, e tio pode deixar de compre-
hender o que hadepenivel na ininha noticio. O
Cea me lirou meu pai e ininha mili, Ihmii longe da-
qui, na India, em uma idade, na qual a geule nem
mesmo conserva a lembranca do que se passa. Fui
privada deseas doces caricias maternas, de que 00-
o (odas as moras fallareiu, e que vejo prndigalisar
em lomo de mim. Nunca me bei de consular de
urna lal peda. Tambero faltou ininha educarlo
a ptolecrao tle um pai, e Bate germen de forra, que
influencia dn bomem depe no roracao da mu-
llir,. Nao serei jamis senao uma malura frgil
no um dbil ramo, au qnal basta o menor vento
para quebrar-se. tem sei que me dirs que leria
podido soll'rer ruis anda me lem tratado rom iuihilgencia ; por quanto
fui recolbida por prenles loiigiuquos, aos quaes na-
da obrlgava a User este sacrificio. Sei que Mr. c
madama de Beauvilliers mu (em servido de pai c de
mit, equeachei duas Irmlaa em miuhas primas
llenriqueta e Carila. Nunca penlerei de memoria
tao grande beneficio, e al a hora de ininha murta
invocarei as henean* do co sobro a eabeca de meus
bemfeilores. Scno foram el lea, que leria sido de
ralea, pobre menina sem forluna, e sem susleulacu
lo ueste mundo'.' Oaepl sabe porque BbytOJQt de
miseria e de hiimlliaces nao leria panado?
Klla ergueu seus bellos ulbos antro, arouliuuun
com esse rcenlo sereno e persuasivo, que se htr-
moolta 'o bem com a linguagem da razo.
Eis a parle do bem, minba amiga ; mas nao
sentes logo o que ha de penivel c de falso nesla si-
luicao excepcional 1 Seaundo a ordetu da nslnre/a
devo sobrevver a meus bemfeilore* ; que ser de
miro quando elles deixarem de existir .'
Oh I chara e digna amiga, interrompeu mada-
mesella de Kochelaille, he a miro que deyes filial
Julgo comprebender (eu pensameuto. Diana.
0 nflo te encobrirei que antes quizera dever teim>
llianlas otnigacOes a t do que a qualquer nutra pes-
tes. Com tua fortuna lielmpostivel que nnoachei
ura OBSamente, quesalisfica an mesmo lempo loa
familia ea li mesma. Sera esse lalvez o sigua! de
uossa separac.io. Quem salte se nos sera peYmillidii
continuar as raras rolacoes dc uossa innocente ami-
xade '.' Meu Dos tem sei ludo o que pnderias tli-
xer-me; mas assim bu o mundo, nao somos m*
que oll'endereinos jamis a decencia; lhas obe.li-
enles em casa seremos esposas juibmissas. Digo, nos,
por evleosao, pois niio ignoro, minba chara Diana,
que son desuada, segundo o dito popular, a licar
para lia. Quem quererla eucarregar-so de uma po-
bre moca, que nflo lem aonde cahir mora9
Quanlos homeus desejariaui possuir-le, inuha
querida Branca, se te conliecessem !
Tu me lisonge.is, miuha chara Diana ; mas,
para fallar-lea ventalle,-ou muilo cUfftcll! Liria
iiiii.m desproporcionada nflo me satisfara muilo
mais do que minba eondlclo actual. EttOQ conven-
eldadeque urna grande desigualdade de forluna e
dc nasrimentn he perigosa.
A este respeilo vou dizer-le o meu mais Intimo
pensamento, o q,ual le explicar rouilas reticencias,
miuha amiga. Serapre live a secreta ambican de
Mi.....i vir de sarga a rilnsuam, etalvez Dos'lenha I
querido punir meu uraullio fazendo-me urt ente, I
etija eiitlencla repoasa sobre i earidadede paren-1
le* longinquos.
Oh! para que Mr. e madama de Keauvilliers de- i
rain mais ouvidos a voz de sua generosidade do que j
a da rasgo Para que, coiihrcondo miuha rondirao, '
-.tli.'inl que nao tiuha nem fortuna nem apoo ues-
te mundo, iiho me roaudaram criar como menina
pobre em vez de.fazcrem de iiiiiu nina inora, que
nao peesue mesmo n eavallo em que monla, e a
mupa que vosle! Eu tera aprendido a trabalbar, e
seria agora, ou uma hbil coslureira, ou Urna des-
sas moess, que consagram sua vida till o laboriosa
ao eiisino. Balara vh-endo humilde, mas honrada-
meiile i\o (rudo de meu Irabalhn. e nflo seria romo
boje um enledcsrlassilicado, intil aos outros ea
mim mesma.
Tu levas muilo longe, ininha pobre Krauca,
eltetenUroentode dlgnldade. Bsquecea que ledos
os homens eslu presos una aos uniros em uma cer-
ta medida por uma dependencia reciproca. Aaslm,
stuiita bem o leu corarn, lalwz acharas nelle milla
causa de tristeza.
Ah! miuha querida amiga, lornnu Branca
romuma emurao que llie fez viren, lagrimas aos
Olhot, isso he verdade. nao posso uega-lo. tenhu
anda outra causa de pezar ; mas haveria vergonha
e ingralldla em ranfessa-ls.
Bnlao Branca nao toan mais oonnanea em
mim? nao conheeo mais todos os pensamento;,
Dcos neo permita i miuha amiga, que eu le-
nha jamis nada que dissimular-le; mas benita va.
ramenlos das viasdecommunicaco, augmento eeu-
grandcrimenlo dos estabelecimentos ruraes, come
porque pelo seu eiemplo, gosto e trato espalbam na
populado do campo eos!uraes, luzes, eomroodida-
des e oulros bens de grande importancia.
u Negocenles e oulros horoens acoslumados -
vida das cidades, entre nos procurara lornar-se fa-
. eu-teirtis sera os conhecimeulos necessarus ; e mul-
tas vezes por seu dezaso e incuria se perdem, esa-
riilif.nu seusrapilaes. Por oulro lado entregam-se
a administradores o feilores, cif]a gerencia o mesmo
resultado acarris.
objecto fcil do aprender, e mais de uro homem
esclarecido lem autorizado esle erro.
o Nao obstante esla opiniao, niuguem boje pede-
r contestar que a lavoura, e sobreludo a da caima,
demanda ronliecimenlu Iheoriros e pralicos, q espe-
cialmente dochiroica.
a lie de misler prepararos elementos de um eu-
sno pmnVsional; he do mister crear escolas espe-
ciaos accomroodadas uossa principal industria e i'ts
nossas necessidades.
c A sciencia da l Iheoria quanto de uma pralica esclarecida. Na agri-
cultura ; dizia o celebre agrnomo Doinbasle ), mais
do que em outra qualquer arle, infeliz do que v
smente principio* a applicar e illardes a lirar ; no
seu estado de perfeiro requer nflo mefla inlelligen-
cie, e, como diz o Sr. Traey, perspicacia e agudeza
de espirito, un cuidado e uma previdencia nao
rommuns.
a OSr. Moreen delaawawieatnraepeitopandara
o seguiule;
(i poder to exemplo he reeonliecido em loda a
Europa cuino o mclhor ensino, e homens eutendi-
t< : i- inL' 11 o que o creacaodefazendas-modelos
0 (em feilo mais bens.-i agricultura ua branca, que
1 lodos os livros publicados a osle respeilo depoi
o de Olivier de Serr. O mesmo ha surredidu pa*
< colonias, onde loda a inslrucc.flo rifra-se na Ira-
ii dieran transmitidla de homem a homem, de ge-
i raeflo a gera^o. *
ii Per sem duvida se deve reconbecer que a pra-
lica e o pudendo exemplo be o melhor dos ensillos ;
he mister, porem, que essa pralica seja esclarecida,
e para isso a creacao das fazendas normaes, onde se
entine, eernodil o Sr. K. de l.a Sagra na sa cul-
lura da Ierra, a erearflo, e pens dos animaes, mas
mua o rgimen ecuuoniico e a coutabilidado mral
he sohre-modo necessaria.
A grande vanlagerodestesestahelecimenlos por
cerlo nflo consiste, segundo os avisos de uro saino
agrnomo, tanto as experiencias dos processos agr-
colas, que se annuncjam romo digno, de exame,
quanto em palenlear aos lavradures a marrha e his-
toria da propria fa/enda normal no raso de quere-
rem imita-la, e ronvcnce-lns ao mesmo passo das
vaolaujens que osvstema queloinam por modelo po-
dora tcsrrelsr-lhes.
i lina das medidas, que para bem* des Anilinas
francezas o Sr. Moreau de Jonns repulou de Bran-
de momenlo e valor, foi a creaban uos derredore
das cidades tle planlacoes de vpgelaes exticos, e do-
larcada ooloniacom om jardn) botnico ou fazen-
da normal onde se deste lices praticas, consolla*,
gratuitas, e sobreludo exemplos que niuslrassem
quaes osproveilos quesedeviaiu esporar de tulro-
duccan de corlas planlacoes.
a Na tranca (odiH osugrofiomos e ecouomitlHs,os
coiiselbos geraes e as sociedades da agricultura fre-
quenleuienle reclainar laes creS(6es, nao olislaute
a exislencia de alguns estabelecimentos desla natu-
reza, que ilalam tle varios lempos, creados por dif-
ferenles governos. '
Km Argel iguaes reclamaces e pedidos se dao
como tle grande ulilidadu para essa colonia.
lie esle anda o voto de muilo* paizes agrcolas,
que sobreludo em Cuba por mais de urna ve/, e nos
ltimus lempos, lera lido por echo psjaoSsi auto-
ridades a escriplorcs dislinctos, e por luda aparte
nde a agricultura Mi em a trazo esla uecessidade
sesele.
ti Nossos cuidados ale boje lem ido para oulro
latn ; a mocidade, anda mesmo a dos campos, cor-
re para midas proliss-es.
o As escolas que leinos apenas nos abasleccm, a
Btlgmenlam em medida o numeroVconfnrme a ex-
prentgo de Sr. Borle deMoroguesi das capacidades
desconlenles, que entregue* quasi exclusivaineiilu
as qu es les e querellas pollicas, para adquirirem
meios de vida, c em procura de tima boa posicaii,
vivem em continua e febril agilaeflo, e em seus de-
lirios com afouleza e denodo a ludo se aventuram,
e nao recuam ante os mais arriscados projectos.
i Nao he somente analta de escojas Iheorlcas o
platicas de que temos uecessidade. Tudo nos falla.
e em quanto os uniros paizes productores de gne-
ros similares melhoram e progridem na fundarn
de uma lavoura aperfeii;oada, temos at boje per-
manecido quasi no eslado ero que pararan, nossos
priraeirns lavradores !
i No**a agricultura pelo lado da criarn do gado
se nao lem retrogradado, acha-se un eslado de In-
fancia. < l terreno applirado a pradarias e pastos he
diminuto em relacflu ao cultivado, e a riqueza da
lavoura em toda a parle se raede pela quauldadu
de terreno applirado a este mister, que deve ser
empre superior, ou estar pelo menos na razo du-
pla to cultivado om dilTereules plaulaces.
ir A culLura ile forrsgens, de lo grande provei-
lo em todos os paizes, e Iflo recommendada por lo-
dos os agrnomos, ho entre nos diminua e limita-
da a herVas de qualidadn inferior, c poucas planla-
coes da ferrageus se cuntain, se pmle acaso ueste
numero conleinplarein-se alguna lugares em derre-
dor de nossas principaes cidades, em que o capim,
vulgarmente denominado dc Angola ou do......u -
cultiva.
i oesas cidades mais puvoadas nao tero em sua
ctreumvitinbanca lograilooros que deem pasiaxeth
ao gado de corle que suppre as necessidades de sua
populacao.
u ti incllioramenlu das races dc gado anda enlre
nos se toma mais como objecto de curiosidade do '
que de vonfadeira e grande ulilidade.
s O Estado conserva fa/endas de gado de dille-
trompeu o silencio:
cebo, que est asenle
He uinacou-a bem Irisle para dizer... Ah Diana,
creio que Mr. amadama de Keauvilliers uAu me
amaro!
Hrauca enchucou furlvameute urna lagrima ;
porem madamesella de Rochetaillo nao mauifeslou
a esta conliilenria nenbuma sorpreza, e disse :
; Ten* algum motivo de quexa ?
Queixar me Dcos poderoso I fura mister ler
uma alma bem negra e bem ingrata !
Tu te engaas sem duvida. .
He isso o q'ue digo sempre comino.
Julgasque las primas llenriquela
participara drssa pretendida indilerenra
Desejana poder dizer-le o contrario
que loda a casa he Contra mim.
he uma illusao. De algum teuipi
muilo retirada... quasi serapre ti
Pois faze* mal.
Krauca abaixun os olho, tu
l;or^am-rne a isso.
Esla confidencia rorrespondia sem duvida aura
peusaraeiilo, qOc madamesella de Itochetaille dssi-
mulava, | M ns rila murmurou dando um suspiro:
Issoja cu suspeilava.
As duas mocas experimentaran) a uecessidade dc
mudar dc conversaijao.
1 Carlota
Vafees
... istosem duvida
a esla parte vivo
> meu quarlo.
> oiisaudo dizer :
Branca fui a primein q
Conhecet aquello na
do entre iniuhas duis primas'!
Triiho-i encontrado militas ve/es as socieda-
des : be Mr. Sainl-Ange de Entragues. Se o conde-
cesve siimenle por essas relceos superciaes, solera
que dizer dee bem. Bravo, espirituoso, rico e de
grande familia, lem mais do que he precito para vir
a ser n maravilha dos saines; mas ha ura reverso
dos mais sumbrios nsssi brilhnlc med.ilha.
Meu irinflo. que andn no rollegio rmn Mr. de
Entragues, rae lera fallad tlflle romo de um dos
entes mstsmalfazsjot ques nalnrass ha produzdo.
Esse holiieni he a uegaro encarnada de toda a vir-
tile. Ouvindtisuas mximas, e pencrulando suas
BCCjOes dlf-ee-hia que Juran humauitlade um odio
merUI. Ella zumba do ouro oda vida cmno se ti-
Vase duas fortunas e duas existencias, lem viole e
Cinco ennos apenas; mas pela uialurdade, esobre
ludo pela pervenu'dade do espirilo Ihe darain qua-
renla. A* exemplo da alguna (Ilustres estadistas de
Inglaterra, elle poderla ser primeiru ministro anles
da sj.i perfeila maioridade. Pode-se di/er que Mr.
Sainl-Ange nao leve infancia. Aos vinle anuos seu
mo rome ullrapassou o* limites de Pars. Elle
procura com pauflo ;xs qventufas uilireis e escan-
dalosas. A seu respeilo lera corrido militas aneedu-
las, que chegam aos ouvidos das mocas ; mas que
'ellas nflo devem uuvir, e menos anda rontar. Elle
leva u dandywto ale a cnieldade : tem palavras
Irias v acres, que ferem o coraeflo como ura punhal;
procura, ou antes s admille em sua coiupanhJa o>
inancebus de peior fama. Pude -e di/er que anda
sosinbn ua vida desilenbaiido todas as utreicoes, mes-
rou a* Ja tamili.i. Ello afl'ecta nflo er da opiniflo de
mnguoin. Entre o algoz e a vctima da razao ao
algoz. As Ihcorias mau estranhas, as que atacara.
nao s lossasinstiluices, como tambera ot soiibos
inspirados por um seiilimento de juslca, as que se
podem considerar como as sombras visees de algum
malvado em delirio despertara em seus libios um
aorrito npprovadur. A deslruirflo da .humanidade
seria teu principio governtunenlal. Elle escarnece
do povo (las suas revulla-, e diz que merece o ju-
go mais duro por se ler reln liado. Despreza os Bur-
guezes e aborrece os iiobres ; neubuina classe acba
erees disnle delle. Senie pela* raulberes um des-
dero misturado de odio, e pelos homens um odio
misturado tle desdem.
Em mili palavra esse individualista furibundo se
isola a poni de nflo restar senao elle na humanida-
de, e anda em suas horas de es,qucrimento nao faz
mais caso de sua propria pessoa, que da de qual-
quer nutro. Diz voluntariamente, que o ideal he o
nada. Eis-aqui n bello Sainl-Ange tal qual m'o
piutuu meu iriii.n-.
Como se pode; nceultaruma alma (ao espanto-
sa dehaixo de apparencias filo seductoras?
He isso o que tenho pergunlado rauilas vessn
a mim mesma ; mas, einlim, ralo ha na natureza
raonstros queparerero'coulradizer a harmona ge-
ral, e nao lerero sido cresdos, senao para darem una
idea mais forle da importancia da regrafSahit-
Ange be desso numero. Porm sabe que elle he
lano ni,lis pergoso, porque o mundo, para o qual
a forma prevalece sobro o Cunti, o admira mais do
que o coudemna. Ovala, minba querida Branca,
que elle nunca se oche em leu raminho !
Ignnrasenlo, ininha amiga, que miuha Iris-
le condieflo de moca pobre me r.<- au abrigo das
seduccoes des Da chusma do* J'indjrtvulurtres, que procu-
ram em seuseucoutrosa po*sjhilidatle de um casa-
mento rico, ou de uma npuleula relaeao, sim ; mas
da parle desse homem, nflo. Para elle a dilllculdadc
he que da u encanto. Quanto a generosidade, nulro
lauto valeria contar com a hraudum de uro tigre.
Tua fraqueza e tua virtijde nao o impediran!. He
Ulna alma *aluda do inlfi lio .'
Mas v.corao ininha^ primas dSo ouvidus ,i
seus ditos.
Dos as preserve dc crer nelles! Em todo o
caso ellas nio rae pareceui raitlhere* capazos de en-
Irele-lo mtiito leptpq. Sei mullas cousas a respeilo
desse mancebo, lego fallaremos uitso mais longa-
montr...
Estuu mi, indo dar o signal de tallar os eavallo*.
(Conlinumr-H-ha.}
MI IXII AHO


*--
.1
'
jusl
O nu.s
tioiarl
do l|ll
renles qu.ilidadei eii diverts joarle; nial de ne-
iiIiuiii proveilo to eilm para a ftvoura, e autos ca-
rercm do bcnellcio dus ptrliculircs .lu que llie
presum, c no entretanto podan servir oe paslo*
uu viveiro5 de gado de r.cu lina.
c A crcacao da deptaitot.de modelos, de Inslrd
moiilot e machn apcrfelroda, a publkacau da
ucriplo que erelarecessc.....ossos lavradores sobre
o sen mi.ler, a acquitirao de ementes novas para
screm por elles distribuida!, > mi- us de pessuns
idnea uosjpaizMestrangeirui paca o eiludo do
inelhodos e ytlemas de cultura, a acquisir,lo de
machina e instrumentos aperfeiroados. a crearlo de
etcolat veterinaria, e oulros cuidado c eslabcleci
lueotos que inlcrcssasscm a lavoura, uosso priuc
pal ramo de vida e riqueza, sao objeclot de inslanli
uecessidade, que deviam allrahir aalleucao esoli
ilude dos nossos homon do Elado. Nada disto
leiiiii.. c quaudo algunla colisa se rei|uer 011 se en
sai.i, lorna-se objeclo de censuras e aecusaces. Ha
diuheiro para ludo, mruos para etle inclhoranieu
los qua Unto importara.
He de ver a auscucia do verbas de dos|>c/.as nos
nossos ornamentos geraes para lgum beuellcio de
lavoura, e quando nls..... vci disto na cmara
legislativa e trata, admira a indiHereucaou ame:
quinhez com que san encarados este objeclot, te
alguma vez para osse fin se prope a cousigiiacao
do,alguiua quaulia. '
o I ni ou mitin passo que se ha dado ueste sentido
leni partido de alguraa assemblas proviuciaes, ou
de alguma patritica assuciacau, como a Sociedade
de Agricultura e Industria Nacional, que, tem em-
bargo de seus liinilados liaveres, alguns importan-
tes -cvico- liito prestado.
u O verdadeiro liaiucm de Esludo deveempenhar
todas at suas torcas, empregar loda a sua solicilude
em dar. vida e loicas iudutlria iudo que potsa competir com os paites rivaes, o
mu- adiaulados mi carreirt, especialmente se
reccia ou recouhece que ella esmorece, ou se deli-
ulia pelo alrazo em que te aclia, ou pela coneur-
lencia dos productos de inelhor qualidade deoutros
paites.
o vellio syslema do laisser faire, como o do
monopolio govemalivo, se ha quebrado ante o pe-
destal da verdade. Ningueiu lu boje que de boa f
sequeira levantai como seu paladino. Niugueui lia
que nao rcconhcc-u que o poder social nao deva in-
lorvir de um modo directo nos objeclot que luram
.1 indotlria, ou que nao deve mouopolisar a iiulus-
triae o conimercio como o imperadur Soulouque ha
fello ; em geral purni todos mais ou menos con-
cordara que ha erando perigo em que o goiernu
abaudone e retire sua iullueucia tutelar neslat ma-
terias ; porque a liberdado, como diz M. Culluch,
ii.io he o Um da sociedade, e tira a prosperidade
publica, e jamis poda ler preco ulgum se nao di-
rigir-te a este grande Um.
Por Ihcur difT. rento proceden) oulros pavos; he
digno de ver a solicilude, o zelo que deseuvolvein
as -ii j- adiuinistraces em promover o melhoruineu-
lodcsua lavoura. Em vez de abaudunarein-a du-
rante seus soflrimeiitos, acodera-a com soccorros c
incluas ilk'l-.
d Einpreliendem viagens de longo curso para a
a. ijui-ic io de auimaes uteit, de raras novas e linas,
de malcraos utais lavoura, de novos iiislrumen-
tos o machinas, de plaas exticas, de semenlcs de
nutra nao eoiuinuns, u igualmente de objeclos de
historia nalurnl, ou facilitan) e coadjuvam a iulru-
ducr,ao de lae objeclos.
a At iiii-oc, hije em dia sao rrequcnlet, ja as
ejposicoea induslriaet e agrcolas, como ordinaria
ou exlraurdiuariamentc ; e alguns paizet como a
Kussia tem pessoas aggiegadas s suas inissos or-
dinarias ou extraordinarias, que ncnliuin nutro
mis^r tem que colher informarues, modelos, amos-
tras, semenles, machinas e iuslruineutos, e esludar
os processnt iniluslriaes e agricolas. Mor pruveilu,
por ciio pollera tirar o Itrasil de seus cnsules se
i lita) se applicasssem.
a ( i cini os governos dos povot esclarecidos inis-
sescora olim de examinar o estado da lavoura dos | tornara aluda laceria a
oulros paizes, seu uicthudo c proeessosde culluiu,
a machinas e~inslriimcnlns de que usain, par. a
.icquisirAu de inslruineutos, machinas, etc.; c ao
inesiuu passo o de esludar seu sistema de credilo
agrcola.
a Nao olliaui a du-pezas quaniln se Irala la ins-
tnucc;ao nacaataria a elatsa.agreola c aos etlabcle-
cimeulos que sao de misler para o seu inelliuramen-
lo e Mrfeicto.
Prestara soccorros pecuniarios, publicara es-
cripias, proniovcm os pareos c corridas lie animaes,
'estas, concursos o exposirurs de productos da la-
voura, odio premios e oulros incenlivos sbreos
que inai- -i' avaulajam, c primara em taes concur-
sos, creara, dio impulsoealalo*sociedade, eco-
mimos agrcolas. Nada |M>upain c eii)peuh.nn--r de
um modo digno dcadmirac.io no niolliorauenlo des-
te prinieiro ramo da industria, embora primera na
labril, ou a estimulen! por oulros.....i>- c incenli-
vos ; smente ntrenos, na suppnsiruu de seu aba-
Hlenlo, o contrario so lleve acousclhar c adoptar,
conforme o rclatorio de 18431.
XXVII.
Falla de capilaes e obstculos que enconlra o cre-
dilo rural.
A commisso como referimos, demonstrou ao
tratar das razesque delcrninaino alrazo enlrenos
da industria fabril que urna dcslas razos era a fal-
la de rapilaes. Como igualmente referimos, attri-
buio o alrazo de nossa lavoura, nao sii a esta causa,
como aot grandes obstculos que entre nos nu un-
ir o dotenvolviincnlo do crdito rural c territorial,
0 jorque esla malcra prende bojea atlcne.lo de lo-
do os amigos de nossa prosperidade, e sobre ella
alguns dittiuclot talcnlot tem applicado sen estiulo,
sendo al u objeclo de um interessanle opsculo
publicado na Europa pelo er. senador Almeidac
Albuquerquc, pjreccu-nos interessanle trasladar
ni -la lolha o que, conforme nono parecer, o rea-
torio da eoiiiniiao eucerra de inais iniporlaule.
Dividiremos etla parle era cinco paragraphos; a '
saber, trataremos I- dos obstculos que OppBe ao i
desenvolviincnlo do credilo rural e' territorial nos-
sa leis relativas a organisar,n judiciaria, a pro-
cesto civil, e a que concede privilegios a cerla clas-
se de lavradores.
2* Dos quo uppoem nossas defeiluosa leis sobre
hjpot llecas.
S" Sobrea qussi inulilidadc do nosto registro ge*
ral de hjpolhecas em relarao ao credilo rural e ter-
ritorial.
I- Dos obstculos que nppe ao dcscnvolvimeiilo
do credilo rural e territorial certas leis liscaes.
.V Sobro os bancos ruraes projeclados nesla eile
u na Babia.
3 .
Has leis relalicas a organisaeiio judiciaria, im
profano eicil. din irnilegios de i/ue goziio
oerla ciaste de labradora.
i'- Oatra/oda nossa agricultura devido ca gran-
de parlo falla de capilaes.
o Em oulro lugar se ha ctaminado', quaes ai cau-
sas a .pie eolio mis se deve era eral (tribuir esla
cscassez. Cabe agora parlicularisar este etaine a la-
voura.
Os nostos agricultores difllrlnicnlo.encuntrain
as soinraas necessnriat para p cosleio de suas fazen-
das, e para aacquisico de instrumentos, nachinas
u o mal- que de misler pura seu melhorainentu.
Smente as poden) adquirir com sacrificios cnunnes,
e sao victimas de contratos lao oncrosot que cusa
a crer que existan).
l>s carinos, oslivrosde unas, c osprocessos
que sa promoven) revelara sua penuria, esses ts-
-1 alilo-, a perdade inuitos, ou a sua total ruina e
mizeria.
me/, em algumas provincias se convencionam! E
uesla propria corle se aponfam os capitalistas que
levanlaran colostos de riqueza por lacs lucios e ar-
tes. Ot mytterios que^ envolve a historia dessas
riquezas revelara a |icnuria e desgraea de um seni
numero de lavradores.
a As solemnes palavra que o Sr. Dupin Snior
proferto em IKMi, na cmara dot depulados da
1 i,me.i sobre igual malcra, esacla applca;ao lem
entre n. Certo, como bem diste este sabio juris-
consulto, i primeira vista parece que a Ierra a
cousa que maior segurauca offerece, no colrelanlo
enlre nso que menor coulianca inspira, e fraco
peuhor fornece, epor demalt. a garanta que mais
se repelle.
Por oulro lado, nossas lait do processn dr par-
ceria com a uni orgjnitacAo social, adiuinitlrali-
.j c judiciaria, por oulro nossas le-: ci>is, que Mu
eslao ao nivel do progresso social, no que toca aos
liena de raz, aus dilferenies modos de soa arqniti-
eao, Iransmlssio, garanta, onut, obrigariVet, sobre
rmpecerem a marcha prospera, e os melhoramenlos
le que carece nossa lavoura, n.1o so nlo prestara
apoio alsuin a sociedade era seu progresso, coma
que reprimen! o seu inovmenlu ascendente, se nao
comprimen) a prosperidado social.
A CMMBiselo nao tomara a seu etmft grande
audacia seria emprehender o trabalbo de dcniuus-
trar os defeilos da noa legitlacao civil, no s
pela grandeza, etlensJo, comphcaro da materia
e Taita de cabimento oeste lugar, como c principal-
mente poique est atl ardua laref cima do uat
debis forca-; nao hetllar* porm etn'revelar os
Anhtracos que por amor ilellts encanliain a nnsta
lavoura na arquitlrAo dos rapilan iiecetMrios par
o -eu inelhnraraenln e progresso, o dosenv'olvimeulo
do credilo rural, e finalmente a fundacao de esla-
boUhneiilo idonao para miruslrarem caJiiUes a
esla principal ramo da nossa industria.
Aqui caberla de novo memorar as palavcas do
dullneto deteinbargador J. Brilo, qnaalr.i- se
Iratladsram, se porvenlura dtpols da ara em que
frau eslampadat novos males se nao, houveem
.iccumuludo ao- que enlo Wrnin aioiiMdos.
,( A demora dM prueessos, em virlirdewlat dila-
cnes falaes e oulros termos creados pela Meis e in-
veulailo pela fraude, a incerteza dos julgaiueutos,
as dilllculdadcs que se levantara em sua etceurao,
o trabalbo, cuidados c amo(lnac,6cs que requer urna
lide, aiuda que por tua nalurcza teja simples, os
gastos que absorvem at laiata que estao sujeilos os
processos civei, sao por ccrlo razflcs ponderosas pa-
ra qimainda cora menores vanlagens o capitalista
prelira oulro ramo de iuduslria que nao a lavonra
para o emprestimo de seus fundos, ou que exija
premios ou juros eiccssivos que de algum modo
.compnselo o risco de seut capilaes.
Taes difllculdades, amuliiiacocs e riscos, tobera
Bina hauvaram dgat mortat, di*m que um doa

que ro|teuavia4orlo wulra,o8s,,,ssi,idote-' ^^^''gani'es'
COMJHMl).
de iionloquando os devedore perlencem a cerla cimento, porjogot prohibidos; a
ciaste de lavradores privilegiada ou por /or{a dts s1j0 ja freguezia do Afogados
leis, ou pela posico quo esles lomain not lugares para correccao; e aordein do^ su
que habitara.
Difflcil he adiar um procurador, am solicilador,
ou ura advogado, que lomo oh sua prolecce a co-
branca decerlat dividat. c a execuco deicertot de-
vedoret, cujojiiumero infelizmenle vai em augmen-
to nctle ullimos lempos em certas provincia. No
caso do cncoiilrar-sc ura Icmerario que se arrisque
a tomar sobre seut hombrosesse encargo, grande pe-
na di-se na prorura I.-, de um juiz do paz ; 1.-,
de oulrosjuizes :,3.-, deescrivAes; V-,deofllciaes.
e al os collectoret por mil modos se excusara ou de
sellar os documento e as follias dos autos, e o pre-
goeiro da accusacAo das clac,esou da publieacSo dot
editae, o do pregao dos liensse esquiva ao desem-
penho de seus deveres. Moletliat, impedimentos,
suspeices sao os recursos ordinarios emlaescoiijunc-
(uras.c asvezes, o foro para, as audiencias seadiam,
at prarat s o demorara, c os le loes corren) sera liri-
lanlesou os processos soineiii-sc,cse iiiulilisain. Mi-
niaros do exeinplus se poileriam disto apontar ; ca-
lle porem aqui citar apenas dous, escolhidos pelos
lugares em qje se dorara, e um delles pela sua on-
ginaliilale.
i. Nesla ci'irle, nflo ha muilo, mai de tijuizet de
paz se declararan) suspeilos para una conciliacao !
Nao ao menos osle inunus UM honroso c luoensivo
deixa de produzir rcsaihos dcaggravos, e o mais he
que umitas vezesos enipenhos feveni para taes sus-
peices E se na capital do imperio islo se da, co-
mo de oulro modo correrem as cousas era lugares
inoiloscivilisadose mais destituidos da proteccaoad-
ininislraliva ?
ci Pelos anuos do IMI a Ik:!j, em Pernambuco
moveu-so una quettio enlre dous proprielariot e
eogeohoi llmilrophes (I). DepoUdealguialneidMi-
les e do emprego de forras, a quoslao enlrou em le-
la judiciaria. Smenle Vm IK.V2. ilepois de decorri-
dositl anuos, euiullinia instancia fui decidida ues-
la corle.
o Meninos que freqiientavain ento as aulas pre-
paratorias, depois de scgiiircni o curso de dircito, c
de so hdhililarein, conforme as nossas leis, inlervic-
raui lo-ll.i como juizes, c em I.' iuslancia .
As posires administrativas judieiarin, pela
maior parle das vezes, nos lugares da residencia dos
nossos lavradores, silooceupadas pur esles e seus p-
renle., nu subordinados.
o Tem sido fcil entre nos lmarein-sc de un mo-
do excepcional, vilenlo, c inteirainente tora de lo-
do o iiileressc e norma do OBI sociedade regular,
...uirMjj que inrulan reccios c paral>seiu a aeeao ,1a
topa nacional
tsirangeira, inao d'obra.
gundo pz-se em fuga, al o presenta nao cuntlaojtl
lose caplurada. CtH* particularJ f
REPABTHJAO DAffajCIA.
Parta do da J8.il aonatarai.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Bxc. qoe dl
parles boje e honlem recabida nesla reparlicSo.
coosla le em-ido presos:u ordertt do subdelegado
da freguezia de S. Prci Pedro (jonratves, Jos Joa
fuim de Brilo, por ferimento, Jos Bernardo do
autos, por datordem; a uniera do subdelegado do
freguezia de S. Antonio, Valerio Jos Joaquim. de
Mello, por ler coiicorrido para a fuga de um bolioi-
ro que pizra a um prelocom o carro, e a prela Hi-
la, esrrava de Jos Herrulano de Freilas, para ave-
riguac&es policiaes; a ordem do tubdtlegado da
freguezia deS. Jote, Joaqun) DinizPereira, Manoel
Bernardo do Nasclmcnto, e Conslanlino Jos do Nas-
i ordem do subdelc-
Maria Joaquina,
ubili'leg.iilu da fre-
guezia da Bua-Vula, Mara da Conceicao, para cor-
I c, i.ao. ...
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco -JHAe noverahro de I8.YI.Illm. oExra.
Sr. couselheiro Jos Benlo da Cunha e Figueircdo,
prctidenle da provincia.O desembargador Cae-
lano Jote da Sitia Santiago, chefe do polica in-
fer uo.
ERRATA.
Ilonlein na compaginarlo detlc Diario deu-se o
engao de sabir na primeira columna, segunda
pagina, e no meto do Belrospecto parle do ola
do arligoda reforma das alfandegas: para intelli
gencla dut leiloret deve ler-se o Belrospecto al o
mime do Balhino Francisco da Bocha, e deste se-
guir para a segunda columna ; licando a parle que
se segu, eque principia pelas palavrassotduqe
era IK.'il elerazando parle da ola da sexta colum-
na, da primeira pagina.
u pequeos
Fariuha*de raauuiora.
* a niilbo.....
a > ararula ....
Feijo.......... .*
Fumo bom........
n ordinariu......
i eni Iblha bom. .
a ordinario*',
a u n reslolhn. .
Iiiecacuanha.......
domina..........
tjengibro ....:....
I .cuba de adas araudea........
ii ii a pequeas........
ii o loros........... .
I'......lia- de amurcn de"2 costados. .
ii ii louro..........
Costado de aiuarello de 15 a W p. de
c. e9 'a 3 de 1.......
ii de dito ii-u,ie-........
taisladinlio de dito. .........
Soalho de dito..........%
Forro de dito.............
Coslado de louro. .......
Costadiuhn de dito..........
Soalhu de dito............
Forro de dito.............
n cedro. .
Toros de lalajuliH. .
Varas de parreira. .
u ii agjiilhadas
quiris
*'
.: "t ?,
alipielrt tSOlKI
, swoo
i. :ooo
o 75000
o 59000
1)3000
'JJDOOII
alqueire 29000
, ac 2D0U
, cenlo IttiOO
. 8600
. .I.-OWI
. una 129000
790O0
.HlIKl
n IIWKK)
ii 79JO0
u 6J000
. :t00
ii H90UI
, a 52tgl
. n :R2IHI
. n 29200
o J900
quintal 19200
. ,Iii/i.i 192H0
. 19600
. ii 9060
Em obrasToiias de sicupira para carros, par (09000
Alera
quando a grande mola dos einpenho-
sistema de aleicoet e de adminislrai
liiuiloliacontriliiinl para osle mal.
te pasta pelot juizes inferiores, dao-se nos
Iriliiiiiaes superiores casos que admiran). A nioeda
eleitoral lira mu i las vezes n juslira a quein a lem.
a AlgOIII privilegios deque gota cello ramo de
nus-a lavoura o propriedades engenhoade assucar ,
a.yi a das dividas, e dllll-
Ih......fiiriiecinicnlo e einpr-tiinos de dinbeiros.
F.sle privilea.....pie be especial os labneas do as.u-
rar, pela rwoloctode -! de Miembro de 1738, pro-
visau ,1c 2ti deabril de 1760, alvara de Ii de julliu
de 1897a 91 de Janeiro de ISO., consisto em nao
poderemser HKUladat taes propriedades quando o
valor da divida luiu he superior a melada do seu. e
do valor dos objeclos que sio inherentes un seu cul-
lvu ecosleio, c siinienlc una torca parle do Mitren-
dimcnlo.
a Este privilegio, romo em nutres paizes, ii.iazo
a rail abusos que dillleultara os enipresliinos de di-
nheirusaos l.iMailoie-. Sem que seja preciso ,ii|iii in-
serir fados da nossa propria Ierra, que poitoriain ler
laivos de pessoas, Ira-ladar-se-ha roiuuidu os qne
publicou em ISili, o Sr.Tbeodoro Dcvioloii.cnium
i, quena opsculo, que corre sol o iHulo deCoo-
sasCiilouiaesespecial II colunia l'ranccza de tiuu-
delupe.
ii Olavrador era debito vende os seu escravosc
oulro a.cessiiruis, lalve/. em proveilu dcuindos teus
eredores ; Dea a fabrica de loan inorln, sem u mosmo
valor era que se conliavam os demais eredores, c is-
lo pede dar-sc porque a inlegrid.ide fni eslalidccul.i
unicainenlo a favor dos execulados, e ntnhiima le
veda a venda em separado dos nuneisc scinoveiiles
perteiieenles a taeieslabeleciiuenlut. u
Sobre esla materia, em referencia lll Anilinas
lame/-, e a Cuba, o Sr. I.a Sagra vubra citada faz
as seguidles rellexes;
a A existencia dettadivida enorme parle por .sera
duv ida do privilegio de inlegrldade de suas lazcndas
e fabricas quo guzunl os propnelarios ruraes de.l.i-
illias, e dos insensatos gaslosquc os colonos lizerain,
liando-se na segu ama que Ibes ollerecia una cgis-
l.uiio que assira us protega conlra seus eredores.
I mi causa semelhtuilc pioduzio idnticos eueilnana
ilha de Cuba, e em vez de nielhorar a siluucao dos
propriclarios, a lem euipciorado, cito modo que nao
achara luje em da capilaes pelo juro correnle da
pr.na, eparala razan v'iu-e na uccessidadcde to-
ma-Ios com grandes >a ilicios. por alio premio, e a
se siihmellerem s condieies as mais duras c peno-
sas. .Na- illia- francezas he raro que os propnelanos
possain oblcr as sumuias indi-pens.nei- para aeon-
,eivicio di; suas habila'cijes, |ior menos do 20 por
O insigne flautista o Sr. Achille
Malavazi.
lia dias livemos o prazer de unMClH ao respei-
lavel publico d'csla heroica cidade, que muilo bre-
ve teriamos a grande salisfacao de appreciar un
artista celebre, um amador da lluula como al boje
nenhum nutro fui nuv ido no Brasil: boje temos a
honra de participar ao publico d'csla capital, que
lanas provas lem dado de amor e dodirocao s bel-
las arles, que o Sr. Malavazi se acha enlre mis e que
breve lera de nos dar una noiU de cmorei ja-
mis por mis espcrimenladas.
O Sr. Malavazi Icinsc dado ao esludo da nova
Man.i lelo svslema (le Bobera, boje summamcnle
aperfcicoadu.'pcto qual be permillido nao ven-
cer grandhMimM dilBculdades, impossiveis no s>s-
lem.i ale boje eoiihecido, como lambem modular os
sons de manelra tal que a ltauU Buhem parece cou-
M inleiraiiienle diversa, lis applausus geraes que
leraoblido o Sr. Malavazi em faringal, onde ha
grandet professores de msica, no Itin de Janeiro,
onilcodilo senbor nblcve a subida honra de |ior
duas vcz.es locar no Paco, em presenra de Sua M.i-
eeslade, e na Babia onde lodos que o ouviran lica-
rain exlasiados, nos di.pen-aiii de encarecer o mri-
to subido do digno urlisia, que lem de muilo breve
dar-nos momenlot de completa satisfarn, e sera du-
vidaqueos que liveremo prazer de o ouvir, nao
llcariio coiilenles de que seja urna nica a vez que
goiem dos encanladorcs sons do novo >.pollo. O
Sr. Malavazi oxenla as niaiorcs difllculdades na
sua llaula de. metal, e lira d'ella sous hlo iiielodioso-
que provocara as mais doces sensaee. Confiamos
que orcspeilavel publico d'csla capital que llo ge-
neroso sempre se lem mostrado com os artistas de
subido mrito, de mais una vez provas de que sabe
apreciaras bel las-arles c otarlisla consummodos,
e concurra rom sua franca o generosa pro|eCco pa-
ra caplivar o eoraeao do muilo insigue Sr. Malava-
zi. que cerlamente" us canlivar com sua meludiosa
llanta e suas manen as pulidas e cavalleirosas.
Islo espera oDilelanti.
riBLICACVO A PEDIDO.
Manuel IzldorO do Oliveira Lobo acaba de ser d
imllido do cargo de inspector do primeiro quarlei-
r.iu dn segundo difirilo da freguezii de Sanio An
loniu do Bccife. '
n eixut o
Melarn........
Millo........
Pedra de amolar. .
) lillrar. .
i ., relilo .
illas de 11, ii. .
Piassaba......
Sola nu vaqueta. .
Schu era rama ..,
Pollos de caruciro ,
Salsa parrilha. .
Tapioca.......
"ulias de boi. ,
Suban........
Esleirs da pcr|ieri.
Vinagre pipa. .
. caada
alqueire
. cenlo
inolbii
. mcio
I
. una
|
. canto
. *
, una
, a
I6|000
9110
I-MI I
6S000
9H00
:i2iki
9320
29100
."WOIIO
9100
IX--MKX)
31000
9210
1M\
9160
aaoo
MOVIMENTO DO PORTO.
Sacio mirados no dia 28.
Suulhanip(in O dias, kelch inglez l'ersecerancc
ex Cliurck, de 30 toneladas, capilau John II. Kin-
nion, cquipagem I, carga petrecbos para fazer
casas; ao cipildo.Veio a este porto refrescar c
segu para Nova-Uollanda. Ficou de quarcnlena
|ior seitdias.
Montevideo 26 dias, polaca hetpanhola Lince,
capilao Franciscv Marislauv, em laslro ; a viu-
va Ainorini & Filbo.
Sacio tahido no mesmo dia.
Grenock Brigue inglez IValtcr aine, apilan
A. Edwardes, carga assucir.
EDITAES.
COMMERCIO.
I'RACA Dt) HEC.IFE2S l)F. MIVEMBBII AS3
HORAS DA TABDE.
Colacesofflciaes.
lile nn huiiverain entaeftes.
Al.l'ANDEliA.
Hciidiineiilo do dial a 26 .28*615*911
dem do dia 28.......3*I3*30
28ti:i2!l-8ll
Descarrega no/a 2.1 de nocembro.
Brigue ingle/. Hmma hacallnio.
CONSULADO OEKAI..
II.....liroento do dia 1 a 26 .27:0."
3s226
dem do dia 2K
1:6709i80
2!l:623970(i
I! I VERSAS PROVINCIAS.
Hendimenlo dn dia I a 26 2:!MI292Vi
dem do da 28....... 28115300
2:'.l82-ti."
Exportacao .
Lisboa galera porlngueza Margar
ciadas, eunduziu o seguale: 7
da, de .180 to-
aixat com 3711
cl-
ccnlo do juro ao annu, o como ot preco dos gneros ; arroba e 16 libras do assucar, 36 laboi de amar
esl.lo cxlreiiiainenle rehuidos, ao patio que as des- i lo, 20 saccas com 111 arrabal c9 libras de algodao,
nena di cultora nao lem'diminuid, sua ruina pa- 1126 couros salgados com ll,(.30 libras ;2,.lt va-
rece inevitavel salvse rerorrer-sc u grande ine.li-| quelas, 50 harneas 2,810 sarcos com II.J'Jl arrobas
la da drsapprupriacao forrada, medanlo a cessarao > ^|E ^^ !JU{flAS &.
HAESDEPEHNAMBUCO
lesse privilegio, a favor dos redores, rom foi a-
cnnselhadu e reconiinend.idn em dillerenles relato-
rio e obrat nolavet. n .
o Como csle.muilos oulros cveinplosque.prejudi-
cam acoulianca neccssariacmlacsliansacres.sepo-
ileiiaiu rilar. .
Noeulaiiloa demais especies de lavoura nao i
gozara de taes privilegios, cesla medida, sobre ser I
contraria aos inlerestct da propria. lavoura, be por!
demait odiosa, injusta e dosigual, por ser eveep-1
cioual.
ii A ignorancia que al reda pnca seden di evis-
lencii das hypolhocM cunvncionaes, a mullipliei-
dada dos casos em que a legal se verifica, a facilida-
de c inipu.lcncia cum que se conlruheni obrigares
simuladas, c rom que. sob nomei alheios, se laz h-
eurar o dominio orearlo, uniros meios usados pela
fraude, toda estas causas, c oulras que por brevi-
dade cuinpro omillir, Inrnain perigoso o fornecl-
mentor einprrslimode raplies aos lavradores, e
dii lugar i grande alca dos juros que a mullos ha ar-
rumado, ii (Conlinuar-se-ha'
Bendiraeiilo dndia28......
' CONSULADO PROVINCIAL,
Rcudimculo ilo
dem do dia 28
ilia 1 a 26
11189721)
UdltW|(33
i:i:i8jnmi
21:7105027
PAUTA
tfoi prtiitu crtenles do assacar, algodao', e wats
gneros i/a paiz. i/ne se despachan! na mesa dn
consulado de l'crnaintiuro, na semana de 2
NOKmero a 3 -'' deztmbro dt 1853.
Assucareineaixasbrancn le1 qualidade
PKIIAVMBIC.
COMARCA DE OOIANNA
24 de novembro di 1853.
larc.uln scnipredc afazercslenhodcxadode diri-
gr-lho minhas lellrat, agura porem que me he pos-
sivel e faro, pedindo-lhe a merecida desculpa.
Esla comarca.continua no gozo de pertoile paz e
Iranquillidade. A elee,ao para depurados a asscin-
blca provincial aqui se proceden cora loda rcgulari-
dade e ordem.
Continua a iwsle da liexiga, ella ja lem toito seus
estragos, sendo accommellidoiderla 20 e lanlosfre-
sos, deste fallocerarn tres, eutre elles um dos assas-
sinos do ci-subdcicgido de TinihauJia, o que era
ronherido por Jos Carrciro, o qoal eslava condein-
nado a H anuo de |iTisio cora Irahalhn: em couse-
qiiencia de cslarcm assira doenles os preso-, n-ol
veu o Dr. juiz de dirttilo adiar a reumo dojurv
para o dia I- de dezemhro.
Desde que enlrou o correnle inez ale o dia 17,
aqui Icinostiitochova com inuila abundancia; pelo
que eslao bstanle saliifltilot os Srt. agricultoret;
osSrs. de engeiihosji esperara gruude -alia- no
auno scguinle. (l-lociones eslao calo, a rarinha
lem -usleiilado o preco de 30>e 32 patacas,, carue
verde uio ha boa, a uielhor vcudc-se a 8 patacas.
Alnulravez.
/'. .V. Acabo deer infurniido que nos limiles da
|ivorSo dc'Pcdras dr Fogo, era um dia denla se-
I, Im destes engcnios era o de Bulliocs
ciliule do fallecido Cervaiio Pires Ferreira.
preptl-
o n o mase........
n bar. esar. branro.......
ii masravado.....
i rcduadii,..........
Algodao em pinina de l. qualidade
' i. ,i n 9.a a
i, ii i. I. a
ii em nu'lirn......
Espirito de auuai denle. .
Anoarileule cachaca.....
n de cuna ....
n resliladi......
lieuebra...........
ranada
Licor .............
Arroz pilado duas arrobas
ii em casca........
Azeile de mantnna. .....
ii o ineiidiiim e de coco.
i. n de |'i l\e.......
Cacan .............
Aves araras...... .
b papagaios. .
Bolachas.........'. .
Bisrnitos............
Cale Ihiiii...........
ii reslolhn. .'.......
ii rara casca..........
o noldo. .'.......
Carne sorra..........
Cnros rom rasca.......
Charata bou.........
ii ordinarios......
n regala e primor .
Cera de carnauba...."...
i......velas.........
C.dire novo man d'obra. .
Couros de boi saleados.....
i* espixados.......
ii verdes....... .
ii de onn .......
n dr rabra Wrtldm!
Unce dr calda..........
n ii guiaba........
ii ser............
ii jalea...........
. Imlija
. caada
. uarraa
um alqueire
. canuda
29350
1*950
l.-MiJO
29550
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9090
151000
9190
9940
9200
.9360
M80
cenlo
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em euinprimeuto da ordem do Exm. Sr. prc-
tidenle da provincia, de 19 do correnle, manda fa-
zer publico, que no dia 22 dezeinbro prximo vin-
douru, vai novainrnlea prara, para ser arrematado,
a quein por menos lizer, a nlira dot ronrerlos do
acude de Tracuiihaera, avahada em I10.V>000 rs.
A arrematarlo mi ella na forma dos arts. 2t c
27 dalci n. 280 dr 17 deniaiudc IM-'il.e sobas clau-
sulas especiacsaballo copiadas.
Al pcssuns que se propozereni a esla arreraalacan.
compareeain na sala das sessocs da juntada fazendo
mi da aeiin.i declarado, pelomciu dia. coiupcleulc-
inenle habeliladas.
. para conslar se 1u.111.bu1 aflivar o presento c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernara-
bucu 21 de non lulo o de 18.53. O secretario, .1.
t'erreira d'Jnnanciacao.
Clausulas especiad para a arremalardo.
I.a As obras dot reparos do acude de T'racunha-
eni far-se-han decoiiformidadoconi a planta e orca-
iiiculo, approvados pela director em conselhu e ap-
presenlados a approvaeao do Exm. Sr. presidente
da provincia, na Importancia de ti0."g)000 rs.
. 2. O pagamento do importo da arre.....lacio,
realisar-se-lra einduas preslacoet iguaes; a primei-
ra, de oilo decimos da mesma Importancia, depois
do rerebiinculo provisorio, c a segunda, de nonj
decimos, na oceaiM da entrega definitiva, a qual
dever ler lugar um auno depois do recebimento
prov isorio.
.1.' O arrematante dar principio as obras, no
prazo de 30 dias, e dever conchii-las 110 de Ires
mezes, 1 mil.1,lo- de conformidade cora o arl. 31 da'
lci provincial 11. 28fi.
.j Para ludo o quenlonacha determinado ua
presentes clausulas nein no oreamenlo, seeuir-se-ha
oque dispe a lci provincial 11.' 286 de 17 de niaio
de 1851.Conforme. O secretario, Antonio i-'cr-
l'cira d'.trtHunria O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
ciu cumplimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 18 do correnle, manda tozer publi-
co, que nos dias 13, 14 c t.i de dezembro prximo
vimlouro, peanle a junta da fazenda da mema
Ihesouraria, se ha de arrematar a quem por menos
fizer, a obra dos concerlus da cadeia da villa de So*
iiiiluiein, avoliada-eni 2:7309000 r.
A ai leioaiaeao sera I i-i i." na forma dos arls. 24 e
27 da lci provmci.,1 11. 286 de 17 de inaio de l&'il,
c sob as clausulas especiaes aballo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalaru,
compareeain na sala das sessocs da mesma junla, nos
dias cima declarados, peto lucio dia, competente-
mente habilitada!.
E para constar se maudou afiliar o presento e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesuurana provincial de Pcrnam-'
buco, I de novembro de 1853.O secretorio,./.
/'. d'.lnnunciaciio.
Ctautulas especiaes para a arrematacao.
|.i Os coucertoi da cadeia da villadc Serinnacn,
far-e-hil de contormidado cora o oreamenlo, au-
provado pula direrloria era cousclho e apresenlado
a approvaco do Exm. Sr. prcsidiuleda proviucia,
na importancia de 2:700.9000 rs.
2, O .Hiemal,me dar principio as obras nu
prazn de um mez, o deveni conclui-las no de seis
mezes, ambos coulados na forma do arl. 31 da lei
n. 286.
3.'1 O arrematante seguir nos teus Irabalhosludo
0 que I be for determinado pelo respectivo cugenbei-
ro, mo sii para boa eiccur,ao da obras, como em
ordem do uo inulilisar, ao niesrao lempo, pira o
servu.o publico toda a parle do edificio.
4,i O pegamento da importancia da airematario
lera lugar depois de leila 1 nietade da nbra ; a segunda, de-
puis da entrega provisoria, ca terecira, na entrega
deliniliva.
5.n O prazo de rcspousabilididc. ser de seis
raezet.
6." Para ludu o que nao -e acha determinado lias
presentes clausulas nem no orcamculn, seguir-se-ha
o que dispde a respeilo a lci provincia I n. 28ti.
Conforme. O secretorio, .Intonio Ferreira'd'.ln-
nuncia^'io.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em rumprimenlo da resolurau da junla da fa-
zenda da mesma Ihesouraria, manda fazer publicu,
quo no dia 1.a de dezembro prdximu vindnuro,
vai novaiiicnlca prara para ter arrematado a quem
C)r mciius fizer, a obra do acudo na povourao do
uique, avallada em 3:3tK)9000 n.
A arrematai-ao ser.-i frita na forma dos arls. 21 e
27 da lei provincial D.9B6 do 17 de raaiode 1851,
e sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoasquo se propozerem a esta arremalacilo,
coraparceam ua sala datsettoei- da mesma junta no
dia cima declarado, pelo lucio dia, competente-
mente babirilailas.
E para constar se maudou aflivar o presento e pu-
blicar |ielo Diario.
Secretarla di Ihcsoqraiia piovincialde Pernam-
bnco, 3 de novembro de 1853.O secretario, An-
tonio b'erreira d\tnnunciacao.
Clausula! especiaes para a arremalaca.
U. At obras do acude do Buiquc, serau feilas de
conformidade com a planta e oreamenlo, approva-
dos pela directora em eontelho e apresenlado,!
approvaeao do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 3:3009000 rs.
2.* K-ias ulna- devero principiar no prazo de60
diat, c serau concluidas no de 10 mezes, a coular da
dala da arreraalacflo.
3." A imporlancia dcsla arrenialac,o ser paga
era tres preslace da niaiieira tcgpinle : a primei-
ra, dos ,lm- ipiinln- do valor total, qniudo fnr con-
cluida nietade da obra ; a segunda, igual a primei-
ra, depois de lavradoo ler.....de rendimiento pro--
visorio ; a terecira, fuilmeiile de um quinto, de-
pois do 111 idiiinunlo definitivo. ^ *
4.a O arrematante sera obrigado a communier
a irpariic.io das obras publicas com aulecedeucia
IJU.-JI____l-J -'-I___U---------wmmmmmmrmtm
| de 30diai, o diB em quelmn de dar principio
j|aexecu;lo'da7Kalpni como Ira bal har legUI-
lanieiile ti dlBi,4finldeque potrH oeugeiiheiti'an-
arregado luir aos |rlttieiro Irabafmvi.
5." Pera ludo o mal que nMeslivcr Mpeiilica-
,lo as oc-ciitei Tliutulat, leflr-se-hi 0 qut de-
termina, o le provincial 11. BN de 17 dimito di
1851. Conforme.0 secretarlo, A. F. .-funnn
ciafio.'-
Olllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em.cumprlraenlo da'ordem do Exm. Sr. presi-
dente da proviucia de 16 do correnle, manda fiier
publico "que nos diat 5, 6 e 7 de dezembro pi .Auno
vindourp, peranle a junta da fazenda da mesma] Ihe-
souraria, se ludo arrematar a quera por meuo fizer
a obra du concerlus da cadeia da villa do Cabokava-
liadaera 8259000.
A arreinalaciioser feila na forma dos artigos 24
e27 dalci proviucial n. 286de 17 de maiodo toot,
e sob at clausulas especiar- abaixo copiadas.
As pessoas que te propozerem a esla arrcinalarao
compararan) na sala das sessois da mesma junla not
diat cima declarados peto mido dia, compcfenle-
meule habilitada!.
E para coutlarse raandou aflixar o presento c pu-
blicar pelo. Diario.
Secretaria da Ihetouraria provincial de Pernambu-
co 18 do novembro de 1853. O lecrelario,
Antonio Ferreira d'Aununciafau. ^
Clausulas especiaes para a arrematara?.
1. Os concerlos da Cadeia da villa do Cabo, far-
sr-h.io de conformidade como urcameulo approvado
pela direrloria no cousclho, e apresentadua iuipro-
vacao doExin. Sr. presideule da provincia, na im-
pui'laio 1.1 do 8259000. '
2.a 11.111 emula ule dar principio as obras nu pra-
zo de 15 dias, e ilelel.1 cun lu la- 11,1 ile 3 lili'/e-,
ambos contados de conformidade com o arl. -31 da
lei n. 286.
3." O arrematan! segoiru na execucro ludo o quo
Ihe fr presciiplo pelo engenheiro respectivo, uaosii
para boa execucao do trabalhe como era ordem de
nao inulilisar ao metrau lempo para o servido po
blico todas as parles do edificio.
4. O pagamento da imporlancia da arrcmalacao
verificar-se-ha em duat preslares iguaes : a pri-
meira, depois de fritos dous lerdos da obra ; oa s!>-
guuda. depuis de lavradu o termo de recebinicnl'
5. Nao haver prazo de responsabilidade.
ti. Para ludo 0 quo ralo se ada determinado as
presenil clausulas, nem no oreamenlo, seguir-sc-h
o que dispea lei u. 286.Conforme.
O secretario,.
Antonio Ferreira d' Annunicao.
A. bamlu--c vago n oflicio de porleiru do air-
dilorio do juizo municipal e de orpbaus du Ierran de
Cimbres, manda 9. Exc.oSr. pretidenleda pruvin
cia assira o fazer publicu para rouhecinicnlu das
parles iuteressadas, e aliin de que us prelendenlrs
an bio oibi io sehabelilemua furnia du decreto n. 817
de30 de agosto de 1851. e aprescnlcui os seus reque
riinenlus au juiz municipal du mesmo termo, nc
prazo de 60 diasque comerou a correr do dia 26 de
out ubro ultimo eludanle, para senuircnise os tra-
mites marcados not adignt 12 c 13 do citado geera
lo.. Secretaria do uoveruo da provincia de l'ernanu.
buco 22 de niiveinbro de 1853.O secretario lia pro-
vincia. Honorio l'ereirade Azeredo Couliuha.
O Dr. Francisco de Assis Oliccira Morid, juiz
de direilo interino da primeira cara criminal
tiesta comarca do llecife de l'ernnmbuca, por \,
Maacslude o lmpcradorque Dos guarde ele.
Pelo prsenle, intuito que ludns os labelliOes de
ilutase escrviles, existentes nesta comarca, quaes
quer que tejara ot juizes o Iribunae a que san res-
pectivos, ajiresenlcni era rasa de luinha reshlrncia
us seus ttulos, no prazo de dez dias, a contar da
dala da publicaran deste, sob as penas da lei, para
ciiinpi inieniii du di-poslo uo aviso do iiiiiislcrio da
jiislira de 20 do inez passadu, que rae fui ordenado
pelo Bim. pre-idenle da provincia, cmofHcio de 22
do correte mez. E para constar, mandei pai
o presente, quesera publiradu pela imprensa.
I lado c pa-sudo nesla cidade do Recite, aos 26 de
novembro de 1853.Eu Joaquim Francisco de Pau
la Eslora Clemente, eacrlvao o-eecrevl.
Francisco de Issis Oliccira Maciel.
eipico dA4 meie. eTfatnirimenlo da toda a cal e
liiollo difltjenari bitida, que Mr ueeaNai io para as
nbratdMIgcidade, quise achaM efc Mecuc.au por
admioMalCo. sendo nostos M referidos malcriar,
nos porlM inais pmiimes daobras: at pessoas que
quizerem bi/ei .o cotilralo, ipreieulari,, a, suas
opoilM ua mesma rtparlirjo, al 0 dia 2!) do cer-
rent mez ao mcio mfl.
Directora da ubras publica 23 de novembro de
1853. O secrelario.
Joaquim Francisco d bfello Santos.
Banco de Pernnmbuco.
Era cumprimento da retoluclo que aballo segu,
da assrmbta geral do banco de Pernambuco, pan
levar a effello o complimento do capital de doot
rail conlotderel, o respectivo coutelno de directo
convida aot Srt. accionistas, a realizaren) de 2 al
15 de Janeiro prximo, a entrada dc20 por cenlo
sobre o numero da accoes, cora que a mesma re,o-
liie.io Ihepermllle licar.
Banco de Pernambuco, 22 de novembro de 1833.
O secrelario do conselhu de direccJo, JoOo gua-
ri de Medeiros llego.
flenluctUi.
A atsembla geral do banco de Peina mbueo, reu-
nida em sessao extraordinaria, aos 26 de tetouibro
ile 18.VI, esolvru adoptir as propostat offerecidas
pela ,l 11 ei c;io do banco, em data do 1 de agotto, pela
forma seguiule :
Arl. I.' O eontelho de direcrJo flea atitorisado a
levar a eflritu o augmento mximo do capital, de-
cretado peto arl. 2.- dos estatuios.
Arl. 2.- Ai reipeclvas aeros serlo distribui-
das proporclonalmento por lodos ot teus tocios.
Arl. 3.. A cobranza do importo das accoe- sera
realisada segundo'ai picei-ue- da igux.i, 'c ,L
liberaeao do conselbo de direcca.
Arl. 4.- O conselbo de directo vender por ron-
la do banco, as aci;6et que nao fm era realisadas pelus
respeclvosacciunislas, nosprazosquo forera niarci-
dO, nau pudendo loda Via VCUde-hj |HU pceo lllelnil
do que n par.
Sala da sessOcs da atsembla geral, em 26 de se-
leinbro de 1853. Pedro Francisco de Pauta Ca-
calcanli d'Albuquerqm, presidile. Jote ller-
nardo Galeio Alcoforadu, 1 secretario Anto-
nio l'alentim da Silca llarroca, 2,-sccrelirio.
Eshi i mi im ine. Joao Ignacio de Medeiros /le-
go, director tecrelariu do i mi. cilio de dire 1..10.
Pela mesa du cunsidadu pruvincial, se faz pu-
blico, que du 1.a de dezcmbru^induuru em dianle.
se principia a cobrar a bocea do cofre, dcima
dos predios urbanos das freguezias desla cidade e
da dos Afogados, perlciiceule ao primeiro neraeslre
do annu liuanceiru de 1853 a 1854, o que undosos
30 diat uteis, incurren) ua mulla de 3 por cenlo,
lodos aquellos que deixarem do pagar seu debito.
DECLARADO ES.
cosiuuie seguir
geirus Irata-sc
Correio geral.
As malas i|uc lera de runduiir o brigue escuna
GradtMO, para o Cear.i c Muranhilo sero fechada-
110 dia 30, ao meiu dia.
Pela subdelegara da freguezia da Boa-Vista,
se faz publico.qiie se achn) recolhidos a cadeia dol-
a ridade, u pelo Palricio, quo diz ser eseravo de
Gaspar Mauricio, morador em Rio Forinoso.
prelot Leonardo e Andr que di/.era ser estraves
de Vicente da Cunha Suulu-Maiur, Morador cni Se-
rinhileni.
Pela inspecloria da alfandega se faz publico,
que 00 ilia 3 de dezcmbVo prximo fuliiru, -depois
do mcio dia, se lulo de arreiualar cm basla publica
a poda da mesma reparlican, lili vosos de pereca1
ua, novator de 1749000rs., abandonados ao paga
menlo dos dtreitos. por J. P. Aduor & Companhii
sendo a arrenialaeo livre de direilos 00 arrema-
tante.
Alfandega de Pernambuco 27 de novembro de
1853. O iuspeciiii,
liento Jos Fernandcs Jarros.
Iloje continua atlisonssftodos esla
lulos du 1 i:ii|',inlii,i du sL'friiros In-
demnitadora no meio da em porto
ua sala ila associarao ouuui'i'cial.
Real companhia de paquetes inglo
/es a vapor.
No dia primeiro de
dezembro espera-se
da Europa u vapor
Tliamcs, o qhal de-
pois da demora du
para us porto- du Sul : para pasta
ora os agentes Adumsun UowieA
Companhl.....a ra do Trapiche Novo, n. 12.
Em observancia dndispusto no arl. I Odas
Irueeoes de 31 de Janeiro de 1851, lera dse arre-
malar em pnca, que ler.i lunar depuis da pruxi-
na audiencia du Sr.Dr.juiz dos fcilos, e por execu
eet da fazenda nacional, os hens seguinlcs :un
ptimo sitio no aterro dos Afogados, denominado si-
llo do Muniz. com casa de sobrado, de bstanles
commudos, scnzalla pina prelus, ura arinazeiii, doi
gianilet viveiros, coqueiros e oulrai arvurc.de fin
los por 10:110091X10 do rs., penhorado aot Iwrdciros
de Jos Mara de Jess .Muniz, ura dito cura Ierras
pruprias no lugar da Imbcrilieira, coiilcndo rasa de
laipa. arvores de fruclut, e bstanles lerrjis para
planlaeOes. pur 8(X>9 Iravess do .Monleiro, freguezia de S. Jos,
con) 20 palmos de fenle, o.50de fundo, por 4009
rs., aos herderos de Manuel Francisco uhnnraes
dous terrenos antes da ponte grande da Magdalena
ura cora 32 palmos de (rente, uutru com 00, e am-
bos cum 150 de fundo rada um, 11 primeiro pur 11.
rt.,c o segundo por 2809000 rs. contando llgOM
coqueiros, e cujueiros, a Jos Joaquim Bezcrra Ca
valcanli; um silio de coqueiros ua praia de S. Fren
cisco por 2tXWXXI rs., mitro dito no mesmo lugar
,lei; iniii.' lo An, un Branrn, com 200 bracas de
lenle e 100de fundo,rasa de morada de mad
e altores de firudos alera dos coqueiros, por 8009
rs., e por cata terrea na ra de S. Francisco em
Olinda, por IO9OOO rs.,n Jos Joaquim de Almeida
liuedes, Antonio BacaiO aniiui de idade. por 4009
rs., Joo, moleque, com 25 anuos, por 42i>90tKI rs.
Vicente, pardo, com 33 ditos por 4509000 rs., I.uiz.
Angola, cun 22, pur 48O|O0O rs., o Dcmelrie cum
22, por 42090IKI rs., a Jusc Bubertu de Moroes 1
Silva; um guarda-roupa e una carleira de araarel-
lu ludu por 209000 rt., a Miguel Carneiro, Ire ca-
neos de tirar agua, dous ditos de conduzir, o doui
pares de ancoras ludu novo e do madeira de ama-
relio por 79280 rs., a JoDo das Viraeui Molla ; 01
ulencilios de ura arnuiiue, por lOWXJO rs., a Joa-
quim Piulo: ti radeirasc uraa marqueza de amarel
lo, por 2200011 rs., a Vrenle Nunes Serra; nina ar
ma(ao do toja entidrorada por 500000 rs.. a Joloda
lima: I i lideles, uraa juqueta, e una farda de
guarda naciunal, por 159000 a Jacob de Sanlia
o; nina pesa de cabo de hubo com 2 quiulnei pu
500000 ., a Joflo Carlus Aucusloda Silva ; 8 pali
lore de paonu lino, eOcalrat de casemira por 789
rs., a tirios Inllain; M licilanles. queiram cumpa
recer no lagar e hura do coslume. Becife 20 de no
vembrii de 1853.O sollicilador do juizo dos fiilos
Joaqium Theodoro Alces.
COMPAMIIA DI, BEBERIBE. '
Or.iiN.i 1I.1 uii'siiia ui'lia-st! aulorisado
a l'a/.erol.- ilividcnilo, a ra/Do de i^iOO
rs., por a|iolicc.caixa, Manuel Gon-
ealvesda Sdva.
Consulado de PortugM
As petsoatquc so devedorat'de fiiios. ou oujroi
quaesquer rendinienlns perleucenles a Santa Casa
da Misericordia de Luanda, queiram comparecer
nesle consulado, Cira) oa recibot dat ull|raat quan-
liat pagas, alim dcsalUfozereui o que csiSo era de-
bito ale ao presento anno, como consta dos reiuec-
livna anenlo. Consulado de Portugal ert) Pemam-
baco im 18 de noverahro de 1853.Joaauim Bap-
tista Morelra, cnsul
^^Sm^tt
ll/Hl.' RECITA l ASSI(;\\TIvRV.
SEVIA-FEIHA E SABBAD0.2E 3 E E-
/i; Mil lli 1 DE 1853.
Depois quccompacoccr na tribuna S. Eic.oSr.
presideule da provincia, sera abarla a scena< e pe-
ranle o busto de S. M. I. sera ranlirioo liviano na-
cional. |ielas Srat. Calinda, Manuela e l.uii Canta-
rclli, lindo o qnal te fechar* a scena.
Em seguida ser ejecutada pela nrcheslra uraa
nnva uiiterlura, cumpnsirao du insigne prufessor
I heodoro Oreslet. Inlllnladl
A SYLPHIDE.
Seguindo-to a represcnlarlloda comedia linda etn
i icios ornada de msica, excellenlet bailados e
grandes inachinitmos, inlilula.la
\S TRES CIDRAS 1)0 \10B.
Sendo ludo feilo de novo c a carcter.
Espera a cinprozu que o publicu tirar saliifeilo.
AVISOS MARTIMOS
Para n Kio tirando do Norte segu impreleri-
velinenle no ultima do correnle a barraca Salalen-
se : quein na niesina quizer cirregar, ilirija-se loia
de ferragent n, 36, ra da Cadeia do Becife, ou a
bordo, a tratar cora o uiestre.
Espera-se do Ats, todos os dia,
o brigue "Sufjittatio" deprimemetasse,
O qual depois da demora de :ilf;uuiaf ho-
ras, scj'iie para o Kio de Janeiro; pode
reoeber pauageiro* eescravos a frete,
para eujo lim Itata-se com o seu consig-
natario iilanoel Franeiseo da Silva Carn-
eo : na ra do Collegio n. 17, segundo
andar.
Para o Rio de Janeiro e Baha.
seguir em poucus diat, a bem coohecida escuna na-
ciunal Calante Mara, linda podo receber algoina
carga c escravnt a frele : a tratar cora Joo Amonio
da Silva tirito A Companhia, na ra do Vlgario,
Para o Porto.
A barca Olimpia, de primeira marcha, segu com
brevidade. Para carga 011 passageiros. a tratar com
seus consignatarios Barroca j Castro: na ra da
Cadeia do Recito, 11. 4, nu com o capilao na praja.
Para o Porto, a muilo velcira galera poilu-
goezo racharense, copilo Rodrigo Jooquiq Cui-
rea, sabe com breviedade ; recebe earsa e panagei-
rns, paraos quaes offerece os raelhores comnrtnlns :
os prcleiiileules dirijani-se aos cousignalarius T.
d'Aquino Fnnseca & Filbo, na ra do Vlgario n,
19 primeiro andar, ou ao referido capilo na frica
do Cummerciu.
LEILOES.
At II lluras da ma-
nha letejla feiraj 2 de
dezembro, o ageiilc Bor-
ja tiirahle, era seu ar-
mazem n. II da ra do
Collegio, farJrilau de
una romplela mobilia
le Jacaranda cum pedra
'scura j usada, ricos
lufas, mesas redundas,
coomIm, dilos de jacarando, soberno guarda ves-
tidos, ramas francezas de arrateilo, lilas de amurao
velbas, dita nova, cominndis. melai ditas, loucido-
rei, ililucom pedia,Tntenlas, serpentina! de duas
a seis luzes. espelhos, torno de condess, dito de
balaios, jarrot, muilu lindat Huret artificial, o
mais cmplelo c variado numero de linos saboncie-,
relogios do parede, dilos dcouro para algilieira, di-
to palele Nlgles, irligos esrolhidns de ouro e pra-
ia, um pianu du meliinr aulor inaliz com puum
uso, e de ludo mais existo em seu armazemao un-
lliiu prero unerecidn. Ao meio da lambem tcra
exiKislu a venda um bnnilo e 110V0 eavalto.
- De ordem ilo lllm.Sr. r.juiz dcdireilo edo
coiumcreinlia primeira vara rivel. CusldHio Manuel
da Silva Cuimarfles, o a requerraifulo do curador
fiscal da mansa fallida de Virialo de FreilaiTavare-,
0 agenta Borja Giraldas, faraleilflo da referida mas-
que consisto em iiova c elegante aTIMfio loda
envidracada a frauceza, dous inudcrno pteirosde
igual madeira, 138 soberbns cnfcilei de norcelland
de3a 8 pollrgadas, rrreulen.rnle chegadosde llaiu-
burgo, II diversos tiuleiiot de goslo, c da giesma
porccllana, IV duzias de vidroi do memores ex-
tractos, II) dilos de fra-scus de agua de rolunia, IU
dilos de dilo de raacasstir, 491 libras do Iraha em
uovello a maior parle fina,' DI) dzias de dita era car
rllel de t(>0 a 203 jarda, 37 ditas de diversas ric..-
caixal de rapc,85,d)la do espelhosdclanianhos dil-
ferenlrs, 31 l|2 resmas de papel de pnaliuo,lb.i pe
cas de lilas largas de leda |ur cnfellcs do vestidos e
de chapeos, tovas de pellica p-.i a homeru, guarda-
chuva, lint-i inglea prala, dila carmim, grampas.
boliie. mai ras de todot ot lamanhnt, lapil cum dis-
lieo, dilos tem elle, lilis de coz, ditas de presilla-
alliueles, auulhai fraueczat emciita, deilais, I111I11
di peso, colhcrcs delato, ditas de fero, lalhercs.
lesourasde 5, is pollegsdas. escotas, pemil! de aro.
dita de pluma, pedra luusa, ineias para Mantua,
lilas |. .1.1 Inii,cm, ditas paromeuiuoa' o Mininai,
navalbas chinelas para barl), escovit para denles,
dila para ficto, o de um perfeilo eorljuieule de r-
ii_o, 11 o meiirionadus que estarn patentes ooacio
da arremiliicil": quinla-feiraat II horas do da oa
loja n. 3 du le ro di Boa Villa.
Jo-e Bodrigues Pereira. leudo mudado de re-
idenria para o campo, lani leilo, por luleivem;.

- Acopar"ii.'dai obra, publica, conlrato iK-r' do.geni. Oliveira, de mobilia da toa nm da cida


-r1""

3
as d
ilrui-
de roniliudo W) toles, cadelrat, mesas, han
;ao, c oulroiattlgos de Jacaranda, lodos con
dos a moderna, marquezas, guarda volido. spara-
,lr, loucador, eadeirat de baln! daniarello, e
d'oiitru inadoira, mesas, retaglo de rima 4* mc-a.
..indieiru* niglrfc* e franceses cora globo e lurn-
,1.1-i, veiieiiaiita, eortloado de portas, rico tpele uo
ala, a alan de mullos oulros artigo, um rico pia-
no iuglez, venladelro.di mellior eontlrueeea. e lin-
da ra', e lamban) un lio de 400 perola Brande e
mai lindas que s lem visto, um aderece de ca-
uiapheus por cmtWoar o um lindo mulalmno aca-
felado de 13 auno de idade : quarla-leira 30 do
trrenle, as 10 horada manhaa, no segundo andar
da casa da ra da Cadeia, |hx cima do cambio do
Sr. Silveira, nuHecife.
I.EII.AO'I-ARA ACABAIt.
Vndradco. Ainaral, nao podeudo acabar o sen
leiModa liquidac.au doseu eslabelecimenlo.fawm no
dia lerc-feira, 'M do correule, as II boras da ma-
ilifiM i'iH poni, no armaiem de .Mguel Carneiro, na
ra do Trapicho n, 38, por inlervenctn do igenlc J.
Calis do resinte de sua lamida-, aisim como una
porcaode aaua de Colonia em frascos quadradus de
superior qualidade.
a requerimeuta. do curador scal da massa
fallida de ManoePCsucio Perelra dos Sanios, o pur
urdeiu do lllm. Sr. Ur. juli municipal da segunda
vara do civel Q do" coiniiiercio, o agente Anluncs fa-
ro leilao da dila mana, a quil consisle em diversos
traste do uso do dilo fallido, preparos de etcriplo-
rio, Scaixas de fogo da India, 2 carleiras para es-
criplorio, 80e meio rolos de fumo, 116 ealiaa de
charuto*, S haUnca, grandes, varios pesos, ao lodo
10 arroba, I caixa de clu'i, I cofre de ferro, una
pipa com vinagre da Ierra, e uutros muilos artigo
iiiiiidns, que nao sa niencionain para uSo ser mullo
exleuio: tcrca-relra 9 do correule, as 11 horas da
manhaa, uo arinaaeiii que foi do inesnio fallido ci-
ma declarado, ao pe do aruiazein do Sr. Joto lava-
resCordeiro, na ra do Azcilc de Pello u. lla-
vera lanibem leilAu do um cavallo russo, tom buns
andares, arreado e prouiplo.
AVISOS DIVERSOS.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Achain-se u- venda o bilhetes da lote-
ra l> da Santa Casa da Misericordia, e
espera-sea listA pelo vapor de \ a "i de de-
zembro : o pieuiios sio pagos lojo que
se lizer a distribuicao das listas sem des-
cont algum
iqui-
o de enlullio a quein
i, que se esta hiendo na i a*
II: quciu prclendrr diii
lo
Ua-se urna porr
r ir liiar u'uma ubr;
i ra dos Martirios u
e a dila obla.
Aluga-se una casa no pleo da igreja do Poco
l'anella, com a Ira/eira para o rio. com dous
ros, duas solas o costaba, propria para se pat-
a ii'-l.i: na ra do Queimailo n. 13, loje.
Toda o qualqunr peatM que lizer Iralo com
Anua Margarita ljriie.com o escravo de lime Pau-
lo, perder seu lempo.Dioso RodriguM Uonira.
Precisa-se de urna ama que sailia coztaliar a
la/er tndoo servico de urna casa: no largo do Terco,
segundo andar, n-27..
Attencao*.
1 -abrica do chapeos da sol, no a Ierro da Uoa \ isla
n. 22, de Francisco Manlrali.
ti dono desle cslabelccinicnlo cimo mencionado
lem a Imura de participar ao respeilaicl publico de
l'crnamhuco, principalnienle ios seos freguesa!,
que receben ilo Hio ilc Janeiro di fabrica da Sr.
Falque & Irmao elle Flanea, mu mande sortinien-
lo de chapeos de sol de seda o de panninho de lodos
os lmannos e do teda as cores, u saber: de cabo de
eanna da ludia da armarn de aro c de baleia, ricos
chapea para tenhnra do seda c de panninho. e mn
graade torilmente de sedase de panninhos em peras
para cubrir annacoes usadas, lainbem se faz qual-
quer encorio ruin arcio e promplidao: cheguem
fregueses, que se ct.i torrando por muilo pouco di-
nheiio, c antes que se acaben.
U.s. lOOjOOO.
lini abril de I8.V2 fogio em Mcalo, por on-asiao
do naufragio do vapor Sau Stbuliio, ao capilla
lenlo Antonio Xavier di Noronhl Torrrzau, um
mulato alio, robusto, cabello fino e crespo, cara qua-
si reiloijda, fallam-llic os dous denles da fredo no
queitn superior J cliaina-se Innoceiicio, c he lilho
do Para: coma que < inlernou na provincia em
i oiupgnhia de um humem branca, e que se diz lor-
io : quein o apprehender c levar a casa do Sr. S.i-
ravm em .Marei, bu em Prrnainbucu ao Sr. Tilo-
ma/, de Faria, na ra do Trapicha n. 40, segundo
andar recebera cen mil res de alvicaras.
Na ra da Praia becco do Carioca, arinazem
do Piulo Grande, vende-se fariuha ilc Sania lailha-
rina mullo nova, dila de San .Malheus, dila da Ier-
ra em sai-cas do alquire, medida velha, e vende-so
inuilo mai barala c por menos proco do que en
oulia qualquer parle.
Eu ahaixo assignado participo a loilas as pes-
soas quelein peiihores em ininlia nulo, liajam de os
lir lirar dentro do praio de oilo dias, e do contra-
rio terto vendidos para meu paL'ainenlo do piinci-
pal e juros, e nilo ebegando os dilos penhores para
meu pagamento, llcan os niesnios scuhores res-
pousaveis pelo reslanlc que fallar; assim como se
acaso os mjMnKM penhores rendcrein inais os mea-
mol seuhures seiio embolsados, logo que ellcs sejain
veodidoa,.int-mio l'tiitu de Stm:a.
Precisa-so de un calxllro de menor idade,
pie d Dador a su,1 conduela c que saiba bein prt-
nieiras ledras : na prai;a da Independencia, ns. I,
I i e 16.
Preeisa-se alugar urna prela de boa conduela,
paraoearvioo de una casa, pagando-se |Hir da, se-
mana ou inez, icoliforme couvier: na na JVuva n.
65.
Manoel Vletor de Souza Monleiro, lendo de
relirar-se para n Hio de Janeiro, c oto pudendo dea-
pedir-se pessoaliiienle de todas as panoal de na
amizaije, o faz flor este meio, olfereceudo-lhes o seu
diminuto presumo n'aquella provincia.
Precisa-se de um feilor, que lenha pralira do
aervieo de campo e que saiba ler e escrever, para
um engeiibo inuilo perlo desla praea: na ra da
Cruz u. 7.
Domingo i7 do eorrenle, fugio da nadara do
abaiso assignado um escravo de iiome rillppe, da
n. o. io Congo, ili-'JS a 30 anuos de idade, de estatu-
ra 'rcular, ceg do olho dircilo, lera os beieos bs-
tanle grossos, falla um jtouco embarazado, e quan-
do quer bastante claro, lem pona barba c evou
vestido calca de panno pardo com rscaada inesiua
fazenda nuis escuras, camisa de algodao da Haba e
chapen de pallia: roga-se a lodos os senliorcs eiu-
pregado de polica c pessoas particulares por quein
poaN ser cnconlrado, u manden pegar c eiilrrga-lo
na padana 'la rmi dos Quai leis u. IS, donde scnlo
compejisados com generosdade do seu Irabalho. Na
inesina se vende um da mesma naeiio, que so quer
ser empregadn em aervieo decampo, por ler para
isso mulla' piopenso. lem qoarenla anuo- pouru
maisou menos: M prelendenles podein dirigir-se
a ra^i ciniH, que acharan rom quem Iralar.
'.Miinnel Anlunio tleje.m.
Ignacio Joaquin Goncalvea da l.uz declara
as pessoas com quem lem negocio, que echa-te mo-
rando no engenho Taboca, Ireguezia de Sal l.ou-
i .'i.mi da Hall.
A peasoa que rerebcu de um prelo, o qual
deu por engao, nina armaglodc rlliin, um par de
bolins, dous couros de cabra, urna terquez, una
costa de osso. um Imao de banha e um pouco de es-
lopa, no dia iti slo eorrenle inez das oiln para as
nove hora da noite, querendo restituir oseu dono,
procure na ra Imperial, casa n. M, deHaximiano
l'raucisco das Nev.
Madama Rosa Hardy modista brasi-
Ieira, ra Nova, n. 34,
aiinuncia ao publico, e particularmente a suas fre-
guezas.que acaba de receber de Paris um novo sor-
limenlo de razendas, chapeos de seda para enhora
e menino, chapos de palha da Haba fechados e
aherlos* |iara senhora o meninas ricos capoli-
nbo iiiauleleles e palilis de gn do na|ioles
e chamalote prelos, dilos de grs de napides
l'urla-en-, ricos corles do seda branca para casa-
uienlo, lindas capellas para noiva, luvas de pellica
ciifciladaa, meiasdcneda branca, luvas de seda para
etnhnra meuinai, cor de caima e breneac lindos
enlejes decaba; para aenliora para baile c a,ssisiir
acasamenlo.len!osde relrozdetodasas cores a lo-")00
cada um, len!osMe'eamhraia bordados para inao,
dilos de cambraia com renda larga, ricos leque com
penna, tranca de leda de ludas asedres, ricos cabe-
i. de seda ,i iinilajao de blnid, dilos de linho, di-
tos preles, filas de todas as cri
de bloitl, de seda, de linho e
pellas para nieniias.ronieiras
de filo de seda ptelo, dila- de fil de seda branca
para noiva,lutiras,chnposinhos para meninos e me-
ninas, de seda, dilos de massa brincos e de cores,pa-
ra meqinos de 'i a 4 minos : na mesina laja lem nm
variado arlimentbd'obras deouro delei. vindas de
Pars, e fabricada na Ierra, adereco e meios ade-
raeaj, pulcelras, rselas, Iranrellins, atinis, brinco-,
rassolelas, correrne ne relogiu. holoes de abertura,
Indo obras moderna-, alli.inc.i-si- a qualidade do
ourn qoc he de le, e se vende in.u- cm cunta que
em qualquer uli,i-iiailc.
Ca* de cOtnmissao* de escr avoH.
Na ra Direila.sobi. .-froule do
becco de>S. Pedro, o. 3, receem-se escravo da am-
bos os sexos p.ira ae vendercoi de coii.inissao,iiao
si} levando por e-se tral i qae^ por cenlu,
oseni seievar cauta al mejoras, olfere-
ci-udu-separa islo (oda aseguraiica precisa |:
dilos eseravos.
Os ahaixo assignados contiimam
U a franquear a todas as chistes eui
m {civl os sei.t tortimentot deuzen-
K das'por baixos procos, nao' me-
H nos de urna peca ou una duzia,
^ a dnheiro, ou a prazo, conforme
28 se ajottar : no sen iiriiia/.cn da
prai;a do Corpo Santo, esquina da
ra)do Trapiche, n. 48. Rot-
tron Rooker & Companhia, nego-
citiiites glezes. Os inesmotavi-
sao ao rexpeitnvel publico pie ahri-
i-ani no diu 5 do corrrnte inez a
sua loja de fa/.endas da roa do Col-
legio o Pasteio'Piiblii n. 15, di-
rigida |n-los senhoret Jos' Victori-
no *ie Paira e Manoel Josti de Si-
quejra Pilanga, para vendcieiii
>or. atacado e a rolnlho/__________
SG!3SK^1 WBECBBSBt
O, martyre pernambucano, victimas da II-
berdade, na duas ravolufo'e ensatada em
1710 c 1817, por um luso pernambauao ( o
padre Joaquina Dlaa Martn.)
Acaba de sabir a luz a priineira parle deale Im-
prtenle e curioso Irabalho, al boje inedilo. lie a
biograpbia de lodos os prniambiieimos |......iiiineii-
lo- que enliaran, ou de qualquer modo se conipro-
inelleram na revuluro los matcalee, e na da pre-
tendida repblica de 1X17 escupas a BCCOe
de laes lu.inei...... silencio ,1o gabinete, por um pa-
dre dos mi-sos dias, e que linda honlomeonnecemo
lodos na ronarecaminh. oralorio de S. Filippe -Ne-
is, como um doaullimot, omaisaalim.....
b'ros dessa vcueravel rasa. II padre Jo,
deiva-nos ver es-es caladores a ln/ teve
os encara, deeuhando-os a grandes Jrac
clles seni duvida um grande ineiecimi
posleridade.quindno Iwnvar de julgar
o dcsalinho do hi-loiiador.
Nao b.i familia em Pi emboco a .......n cale pe
qiicnn diccionario hislorico nao diga re-peilo de mar
OU menos perlo. e a quein por isso nao talen na i.
smente : conten inais de Wl artieos.
Acha-sr-a venda no paleo do (.ollegio, oflJeiol 01
encadeniacii. .
preri>a-se ile nina eacravaque taibacoxinhar,
ama cata ealrangeira, aundenni
inhora: na ra us:
nm Mas
Com Cjlie
; e ler.ao
a para
rene :
o o milis arranj
lem seno o marido e su
u. II.
Roubo
llobou-sc do al
corred
ciirrenle, :i
dres. olead
com Callad,
la otead
ib 8 hu-
le a
um i
no dia qi>
do dia. I hah
il, ja algul
. os ohjeeloi
pelo interior
i-la Ceira -!:l
de rolha dr II.
a ronsa deteriora
secutles: I Iran
lim Uno com urna medalha, OaneHoee, sendo i de
lei, I de uro baivo.e tadolirado. I par de chapa de
brinco mu solitario, t livellade anala, I pal de
lina- do teda prela comprida de aenliora, i pardo
lucia- .lilas da soda.I par deluva- de pellica de n-
nina, I par de MpalOS de- sclilll liraneo 1
de mentaa, 116 prelo bordado novo, ir
seiuira bordado de -eda cor de eanna, :
menino, sendo nina de I", oulra de cambraia non
renda,ludo novo, 3 pares de calcla de ineui..... I la-
llio de bien de largura de palmo, com ca-carrilha
niaruHa, 2lenco braucoe, I dos dilo com bico, o
I dilo
oeiro deca-
! camisas de
BESl/l'RANT DE PROVENCE
Itua ilo Trapiche Novo n. I 'i.
l'ieni' Purhe, rniintieiro do citinrtu Hotel da
barra, uvUa ao nublieo que nrha-te com o dilo es-
l.ibeleciniealii. da lem mesa redonda de nlairUSa
a- 8 horas i, |i. o alinoco, c ile larde as I ', para
o juntar lambei.. di jnulareae almoros a vulto a
qualquer hora db dia, e manda na casa particula-
res, linio or precti conimoslo.
Precisa-se alugar bma moleque eoxlnhelro, e
paga-se liem : na ra do Crespo n. 10.
Precisa-se de orna ama de leilc : na priri da
ndeiiendencia. n. 3i.
No din 30.mi sala das audiencias depon de lin-
da a do lllm. Sr. Dr.Jullda segunda vara munici-
pal, ae bao de arrematar os objeclos di taberna de
Manoel Anlero de Souza Roi, a requcrlmcnlo do
tutor dos menores lilhos do inetuio, por cslarein en-
tro da luja da casa, n. .")7, da ra da Guia, pe leu-
cenle a- seus lulellados, c penhorados pela mes da
oideiu terrena do Carino.
Joso Augusio Coidciro, embarca para o Hio
de J.i n,ii o.
Aluga-sc para se passar a fesla una ewellcnle
eesa.sila no Poco da P-nclla defronle da doSr. Joao
Malheus, com" i quarlos, cozuha fora, o qiiinlal
grande com algunsorvoredos : quem a pretender di-
rija-sea ra da Mangueira da Boa-Visla, 0.1.
O Sr. II. H. I., queira vir pagar o que dse na
ra do Crespo n. 10. J. <' Ualma.
Precisa--e de una ama para comprar, coz-
nhar e cnaommar : na ra do Qocimado, loja n. 18.
Precisa-se de um bomom h8biBta-
do para halar de UDJ sitio pequeo a
tratar na travetta da Madre de Dios n.
."i, primeiro andar, das I as 2 horas da
PBLICACAO' IK) INSTITUTO i
HOMEOPATHICO 1)0 BRA-
SIL.
VADE-MECLM l'<> HOMEOPATHA .
em um volme de mai de 6TO WBlnj ; e
DICCIN A HIO POP l-AIt llh MEDICI-
NA IJOMEOPATMCA i em 1 voluines
do mai de iU.....gina cada um.
(linas indi<|iiMis.i\eisa lodos ps pal- de l--
inilia. tenhoree de engetiho, tacerdolea. dl-
recloresdeColleai". mide OUlioaeslabele-
cinienlos, capilaes de navios, sellauejo-, e
quaeaquer muras peooai, qua por si nio-mas
qu'xerem conliecei os prodigiosos eeiloa
da homeopalhia.
Pelo Di: Sabina (ilcnnnn Ijtagvra l'i-
11A0, memoro i.v muilaitoeieiade$iciinlip-
cat aaeioHoen wlranjero.
Batai duas obra', que tardo allomadas
de diversas estampa, cncerram li
que ha de inelbui aei
mcopalhica. Qualqu
a lodas as oulra-. que
cado.
Proco da atignatora08000r
niedialaiiieulc.
Ataigna-ati em cata do auloi
Ciu/es, o. II.
O VADE-MECI M lem de salar a lu
brevemenle, visto ja estar mullo adianlad;
sua inipressno.
lo J Contullorio central homeopilhieo, ru,
gMSSSkW38BSaX3BgM
AO PUBLICO.
O ahaixo signado, labellMo publico donlas
de-ia cidade, por nomeocio Imperial, ao tomar a ge-
rencia dn anligo carloriu do falleeid
paleo
Aluga-se o armazem, ><> odal sch)preleve la-
berna, e lio nw-ino b-iu arinacao : no paleo do Ter-
co n. r9'l ii peapriel.uio Jooquim
l.opedflAlmeiSfc*^
TONSl.-lStmiO CEStgAL H0- (O)
J SlE'OI-AlHir.) y
'A $' I' R" 'las fd-ii/.es N. 11
(A Consulta lodos os din desvie as H horas
2'da manhaa al as a horas da larde.
i& Visila aos domicilios das !2 horas cm
,ak dianle.*
Na molestias aguijas o graves as visila
serlo feilas a qualquer hora do dia uu da
iiuile.
As aenhoras de parlo, principalnienle,
senlo auccorridas com religiosa piomp-
lid
Dr- Sabinn Olegario Lwlgeml'inlw
encerrara
a de medicina lio-
deltas he prelerivel
boje se lem puhli-
. pagos im-
, ra das
I"
01 ni o. t
de<
olo
ouiru liso, I louqulnha de menino de
de seda, vara a meia de fila de -i d :
braia, afraaeosdoetpirilu de ogoadeci
nuil o de espirilo de lima, e mai un par*
roe: e as-iio pede-te as euloridedes p
dosem geral. e principalnienle i
einnles d'ouro, a apnielieiuao detles
te gratificar.:, oilirijani-se ao ahaixo
bernan. I, largo de S. Pedro.10
lillihll.
Aluga-se o segundo andar de c
roa da Cadeia doRecie: para Halar na laja dt mes-
ma casa, ou na ra do Cidlegio u. .
s
d'ora-
nlici.es ea lo-
lenhores neg-
obejeclos qus
ittgnado, .-
Antonio (m-c
ii
17. da
AO riRLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do CoHegio n. 2,
vende-se um completo sorhmento
de fazendas, linas e grostas, por
ns inais baixos do que emou-
1"
lorio do fallecido CoelllO
vitoriamenle estobelecido no paleo do Paraixon.
s, faz cario as parle e a quem convier, que ahi
sera pioniplo c ofllciofJ no deseinpciiho dos seus de-
Veres, procurandu por lodo- o m.....i de benevolen-
cia e detinlcrene servir conteni de iodos: pan
0 quo o podero procurai no referido lugar, ale que
depare mellior siluacAo.Jodo BopIMa de Sa.
Manoel de Almeida Lopes, com casa de
consignatario de eseravos, na na dos
Qunrtei n. :'
Nesla casa recebem-e escravoadeconunistSo pa-
rase vender, lano para a provincia como para lora
dola, por cuida de seus donns; allianca-se o lioin
iral.menlo e segurnnea des mrsmoa : a Inmbnn
coiiiiua.-!--e i- papam-te bem, agradando.
Asi-a-se ao-Srs. de eueeiiho, artistas, c tra-
balhadoret, que venliam na loja da roa do Crespo n.
1 i, ver e comprai o superior a......couro. Hienda
niuiloencorpade, enliancada de algodao escuro, do
cor, muilu proprio para o sen ico. lano pa-
, como para escravalura pelo barato
cada mu rosado.
ATTENCAO.
Milituo' Borges Ucha, com casa decom-
escravos, na ra da Glo-
Casa da allciicao.
O nl'eridor continua em seu eslabelecimenlo da
run de Agui,s Verdes n. !'>, a dar expedienle todos
os dias uleis". das nove horas da manliAa as qualro
da larde, e pede, que nao le.guirdem lodos para o
lim: assim como elle lem mandado o continua a
maudar seu agente a aferir pelas casas; logo as
pessoas inleressadas e-perom qoe elle [llegara pur
la. l'iiueetila Silca GnmiO.
O Si. FuWVe lal, queira ler a bondadede ir
cnlrcgar nina moedl de ouro de OaOWI ra. que Il-
ion das nulos de urna Imagen de No.sa Senbora do
Rotarlo, na rus dt Cruz, tenao ver o seu nome |i"i
exterao, coDlinusdainenle neslt foiha, para abe-
rem de sua conduela.
Agencia depsMsaportes.tituloi de residen*
cia e l'ollia corrida.
Clnndinodo Reg Urna, morador na roa da Pretal
primeiro andar, lira pamportes para drnlro e lora
do imperio, Ululo doretidanci. o folbas corridas,
por cvmmodo pri-co e premplldlto,
ama Bolla, ultima cata do bulo eaquerdo
rni [reir aIr.ivessa.te precisa alugar nina negra que
alba Iralar de lodo que he necessario einunia casa:
para -o aju-lar na mesilla ra-a, das 7 a- III boras da
.....nba.eda-llaslida larde.
Nota fabrica de cbapeoa dt aol, ra Nova n.
36, defronte da Igraja da Concelcao' dos
Militare.
Jese l'iailines, leudn-e re-olvido a juntar ao eu
eslabelecimenlo do culiletia urna fabrica da cht-
peusde id. lema honra de participar ao repella.
sel publico, prineinalmrnla a eus Ireguezea, qua
acaba de receber pelo ultimo navio rhegndo do Ha-
vre mu lindo turUnvenlo de chapeos de sol, lauto de
seda, como de panninhn para I.....wm e oiihora.rlraa
chapeo de sol com cabo de bamb, ou raima da lu-
dia ; dilo com cabo de loi.....dilate.....caricatura
as in.il-mi lo as.dilos Com .innac.io de ac com rico-
a-ii-, dilo paia senbora, coiu ricas franja e
cabos de mal lim, e i.lllco- lllliiln- objeclo-, ns quae-
sei.io vendidos por precosmuicomroodos: rabncan,
econseilam-se lodos os'dilos objeclos ,-.....ceio.e
pr......HidSo por prejo maia bar.-.....loque era onlra
qualquer parte. E continua serapre a fabricar nrl-
des, espora, e piradeiratde gotlo, e concorta ludo
oque lie ledenle, a sen odelo lem resolvido lani-
bem |iara ter inais coinlllndo a sua fn'Uiiela de
faxeramolacao lodosos dias c..... iierleieao.
o harharel Jo-o Bernardo de Kigueiredo J-
niora tua mulher I). Cl.iudina da Silva Flgueire-
do, ieiiraiii-se para o Kio de Janeiro, levando teus
escravo Joao. mualo, /.acal i.ls e losaplu, cabras, e
Theodora, prela.
i
Precisa-se alugar um primeiro andar, nae-
Ktii.....s ras: Crespo, Nova, Quitando., t.olleglo.
u la uze Cadeia dn Rccife: quein n llver, dirija-
B a ra do Trapiche n. 11, ou ra do Ctcspo, em
ca-.iMo-Sr. Sigueira',- l'i-i ira.
Alugf um-' prela para bolo o-
ctsa, excepto enfullinado : aoeiu a pretender dirja-
se- a ra da Praia, n. 55. nn Ivpocraphln Imp.ircial.
Aluga-se urna casa no Poco da l'anella, junio
a igreja. com a frente para o Rio, rom '2 salas e 3
quarlos, cuitaba fora, muilo propria para se passar
a fesla ou lodo anuo, e>l concertada e pintada de
novo, Indo o negocite rara : na ra do Aragao n. H.
Jos da Puntera e Silva embarca para nRio de
Janeiro, nina negrinlia de idade de III anuos de no-
mo Jacintha, e um cscravodo uome Joao,de 18 all
anuos, ambos crioulos. .
Arrenda-sc um sillo em Beberilie de baixo.ctm
bstanle arvore de fruelo.eomo sejam: mangueiras,
jaqiieirns, coqueiros, dendezeiros, cajueirps. I mul-
las oulras ; malas para lirar lenha, baixa para ca-
pan com muilo boa vcrlenle, as nielliore trras que
ha nesse lugar para plaulo(or, paslo |ra vacias
do Icile, e casa de laipa com bstanles commodo:
a Iralar na roa Pormosa ultima ca terrea, ou no
mesiuo sitio, no beccodo pundao.priineira casa a di-
rcila.
m
4,
9 *28
W RA DAS CRUZES.
^) No rousollorio do prolessor lioiniopalbi
T* Cossel Biinont, acliam-se a venda as obras
I*/1 seguinlcs:
i Seminda edireao dos clenienlos de lio-
*' etper
res isla considiTavelineute
e redigida de pro|Misilo para
boa fe
liSKIO
5
meopalhia
gmeulad
icipiaule c,".ie qui/.eiem de
meidara nova medicina. .
Tralameulo bomeopalbico das
muleslias venreas, para cada 11111
poder curar-so a si inesnio.....
Palingenesia' dos medicamento
honiopalhicos bmileiros e poso-
logia hoiiiiopalhica, 011 aduiuiis-
Iracao A,\< doses,.........
0BKA8 Bal PBAKCEZ.
Ilieciuiiario coniplelu de mede-
cina................
Organon da arte de curar. .
Iralamenlu das molestiM Novo manual completo do llr.
Jalo-.................
.Memorial do medico lionn-opa-
Iha................
Medicamentos.
Lina carteira com o -1\ prlnei-
paes inediciinientos lulm- grande
ii segunda edierto dosElementos
ISHK)
$
>. de liomopalhi
lina carleta
, V 'raiule
? de .....os .
P' I lubo
1 fraseo
com os i\ prlncl-
-atliililos.....
tortimenlo de carleiras
lamauhos por piceos
imot.
le gtobuloi avul-os .
de ', mica de linluia a
$
la
3aooo H
1
lonooo Z
7>000 V?
9
181000
;iBtioo ';
-a
0
$
0.
i
ATTENCAO'.
Acaha decliegar a loja da ra
Nova n. 8, '
um bello soi limeiilo de fazeiidt francezas de borii
ooslo equalidade, e qoe se vandertopor precomais
commodo do que^m oulra nuslquer parle, a saber :
I.....a romelra, de filel ou retro, bordadas, ooui
bonitas franja para lenlrora, dita lambem de re-
I1.1/. or, 111 lisas, leiieinbns de relroz. I 13200, ri-
cos nianlcleles e cnpolinhos de furia-cores, mullo
bem guarnecidos e d mellior goslo, luidas_ tecla_de
furia-core, litas, muilo propria para veslidos.dila
car de palha. rosa e brancas. |iro|iria para chapeo,
chapeos arrendados para senbora, armadme pot ar-
mar, dilos de palha da Dalia, liso, de aba laras o
j cnCeil.ido', para meninas de 5, Ii, 7e8annos,
rhapeuziiiliosdo sed para criau(a, levas de teda o
pellica.de lodas as quididades para senlioras c Do-
men, e oulras muilas faxeiida baraltt, que drpois
se anniinciaiao cheguem freguees, que nesla toja
1180 se olhan preco.
Vende-se urna prela mora, de boa conduela,
perb-iia ungiiiumadeira, para todo e quolauer ser-
vico de urna casa : a Iralar na ra do Apollo n. I'.',
ou na i'4ia do Vigario n.7. ,
REMEDIO INCOMPARAVEL.
ngouo
II1-0U0
.'00
130011
-;
un
ta Irabalhadorr
preco de io n.
BOTICA
CENTRAL HOIEOrATUI
5I ruada Cadeia do ttrelf, I. nnti'ir SI.
Dirigida pelopharmaceutico approvado,
e profesaor cm homeopalhia Dr. F.
de F. PirenBamo.
.No-ia bolles seenconlramos melhorese
niaiaacrediladua meilieainenlo homopalbi.
co, qur em glubulm, quer cm Indura,
preparados ion, a mai- escrupulosa cxacli-
d.o, pelo phnrmaceullro spprovado eproles-
-,,r ini liomeopallila Ur. Pires Hamos, tobas
i indicariH's do Si. Dr. Sabino,c.....quem lia
'; praijcadoha i annot,lodaasregras da phar-
.. inicia hoincopalhica.
' i Us niodicaincnloa detlo botica, cuja rfica-
\ 1 i.1 1, ni sido verillradn na longa pralica
" Sr. Ur. Sabino, o recunheclda por le la a-
p was, que dalle lemfeilouso, exercem
.. i>..... grande vanlagein, sobre Icalo os que
poi aliine vender, o qual contitle lanl-
uriiniplidao do seu clfeili
le de se cbnservarcm
loirrerem a menor illeracJ
B u.1 muilo recuuiinendavei
lo '

w *:
Aluga-se um prelo que *e|a possanle eliel tia-
ra fazer oserviende casa: na ra do Qucunado
n. II).
AlUga-M nina casa no Poco da l'anella pelo
I.....po da fe-la. OU por mai lempo, com bontcnm-
.....dose muilo perlo rio ; da-sc por menos por pre-
cisar de algn coneertos : na ros do Quelmado,
botica n. 15.
Aluga-se pelo lempo da fesla, ou innualmenle,
um siiio no lunar da Cordeiru a m irgem du Copiba-
ribe, com e\e,llenle ra-a de viveuda e arv rosde
[Tula: ns prelendeules dirij.....-se rus doQuei-
10.i.io n. 30, segundo anuir. 00a ra da Cadeia do
Recife, armaiem de Barreen & ('.asir,..
O ahaixo attig.....lo, para avilar duvida e
queiloa rntnris, previneque iiiiigunuta arrisque a
comprar 1 prela rrioula de nome Euiebia, esijra 1
niiofnldu finada I). Maria Mxima Uiqujlina '
Carvalho, porque a referida 1
um letlamenlo que ullimamenli
cuja validado, po lo que coilK
de algiiem, lodavia vaier siu
111111:1111 dos Ii-rdcirns. Eiuquai
solvida e-:.i quealiu p,-lo- Iril
llca Cora de duvida que a prela
berta, e enliiu de 1
Iransaceao que a re
Inlon
ala licou Corra por
fel na -i-iibora, e
-lada pola avanza
lenlada pelo maior
lo, poi-, nao lor le-
illiaes cniupeleilles,
so des presumir ii -
criminosa qualquer
peilodrll te llzer.
1 da Silca (liumo ,/"//-.
:? !
BJ ni
ihi'io-se de combinaeao com
lior parle das casas ciuiiiiu1
dezas, tranoezas
sas, iiai-a vender fazendas
i.nhlico cm m- M '"'"
, 1 0 1 vesluaiu
m (a bem dos BLo, tou.
mirar fazendas b! I dado, ci
'
3 1"''"'
9 traqualquei' parte, tanto em por-
S us, como a rctalho, alliaiicamln- g
8 se aos compradores un so_ preco
g para iodos : este estabelecimento ^
9 ahrio-te de combinaciio com a s;
iriacs ;V-
llemas e Sllis- "
eonia doque^se tem vendido, epor ^
islo oirerecenilo elle maioiis van- )
tagens do que mitro qualquer ; o
proprietario deste importante es-
tabelecimento convida a" linios os
seos patricios, e ao publico cm
ral, para que venhai
teUS inli'ivssrs comj
haralas, 110 arma/.cm da roa do
Collegio n. -2, de
Antonio Luiz dos Sanios.
SAMIS.
SALSA l'AIilllMli.
Vicente Jos de llrlio. nico agente em Pernam-
bueode B. .1. D. Sands, rbimicn americano, Caz pu-
blico que lem chcuado a osla praea una mande pnr-
ciu de fra-cos do sal-a ptrrillui de Sands. que sao
verdadeiramenle falsiflcadoa, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os coou-
raidores do Uo precioso InlUman, de cahlr nesle
eng...... lomando as funestas eonseqoencias que
seinpre co-liiiiiain lia/er osmedicamenlw ralsilieu-
dos e elaborados pea nulo dnquellca, que aulepoem
seus iulereis aos males e estragas da buinannliide.
Poi lano pede, para que o publico se possii livrar
desla fraude e dltiiogua a veidadeira salsa parrllba
deSauds da lal-ilicada e lecenleinenle aqu -I0--1-
da ; iianiiunciaule faz ver que a verdadeira te Mu-
de nicamente cm sua botica, na ra da Concelcao
do Recife 11. 61 ; e, alem do recciluario que arom-
panlia cada Ciasen, lem embalso da primeiro pagina
seu Dome impre-so, so acbar.i sua firma em ina-
nusrriplu sobre 0 invollorio ImproSM do ine-iuo
fracos.
Aiso Imprtenle.
Francisco Altes de l'iulm. com lojadomiudexas
na frente do Uvramenlo, pede anearecidamenle a
seus devedores. lano da placa como dn mallo, por
favor Ihc virem qnanlo ante, pagar HU dbitos,
principalnienle aquello que lem suas letras venci-
das ha bstanle lempo, islo dentro do prazo de :H1
dias da dala desle. e aquellos que nao delelll culli-
primculo a seu deso, nao susrrfio chamados uu\a-
menle pela imprensa.e por seus noines, romo terAO
joslicado-, do que nao se devem queivar vislo darem
X^miimmmm. wmumBBtnm
I ciusiLToitio iiinihiiuniiio. |
Gratuito para os pobres. \
t -V" lleri/e, run do ; ru/ii.-nr .'So, numero 11.1
fe) O DH. CASAMIVA lem aherlo usen con- t
55 sulliirio no Recife, onde poder ser |irocu-
M railo a qualquer hora do dia.
Sifl B. As pessoas que nao forem liebres.
'J pagnro pelo Iratamenlo de .'1 a -OsUu rs
leudo d '
missuo
1 la 11.
Nesla
1 rceebeni-se esclavos de coinmissao pa-
r ie vender, talo para provincia como para (ora
d.-lla, por conia de seus danos ; aiRanga-se o bom
Iralamenlo e semuanca dos mesmM : c lambem
c.....prain-e 0 paaam-se bem, agradando.
Precisa-sede urna nina deleite, para ai.....nen-
iar 1.....nenlno da dous meses de idade; paga-te ge-
lierotl......Ule : na ra rus do Apollo rasa da esqui-
na 10111 a entrada confronte 1 ornada dos prelos ca-
Itladama Boutler, modista francea, ra
Nova ii. 58,
acaba de icrobcr um lindo sorlimonlo de chapeos de
seda do ullimo goslo. ronieias de cambraia COin
11.....gas bordadas, preparadas para veslir-se por bal-
so do palito, chales prelos, lunes de cufiar esparll-
Iboa, eufeile e lurbantei para bailete lliealros, idas
largas pira Cilo, lenco, de seda, seda defurla-co-
maiilas prela de seda a iuiilai.o de lilolid,
de -eda para mollina, dilos para ment-
ido liaplisar, e-p.illillio-. enlri-incn Imi-
alcas bo>dadas para meninas, recorte de
hallados de veslidosdo diverso deteiihos, bicoi luc-
ios, caheces de liieu de seda, um tortimenlo de
piornal para rhapcoi eloucado, um lindosoriimen-
le manlelelea prelos e da cor, c faz vestidos e
e loaeldot com posto, pur preco commodo.
I'recisa-se de una ama para sitvun de rasa
lll H :
|,l,-,;o-
- numero
-,o...........meia
m Cada vidrodo Halar
- 1 '
--
fc!
parlas a deiilro
le Sania Hila.
nareslllacao por delia/. da igic
CMSILTORIO
Da cura da gaguez.
Joaquim Gomes dos Sanios Mar>
;< <|lies, lindo de deinorar-se anda
M nesla provincia ate o lim de/.i'in-
M hro, em razio le alguns curati
|v vos, eonlinna u preslai-sc 110 sen
y consultorio da rita da Cadeia do
M Kecile, 11. id. das 10 horas
H iiiauhfia as ."da larde de lodo:
Un-
Milinla-leira, I." 1
venda nos lunares
lolcrin, a favor dai
ra do l.ivrameido,
do Exm, Sr. pu-
marcai 11 dia do ti
11101!
lista,
das que nao
forera de eu
Manuel Rodrig
soa- que osito deven
IB Silla taz
loja da 111
V.\ que foi do Si. .Manuel J.....|
a/, hajam de vir talhCaxer leut
le t) dias, doconlralio paMtrii ,1
iodo
is pi-
lo yueiniado
lim da Silva l'ei-
lebitos no pra/o
Ii,iiii,i-Ios 1
por 1.-0,
que
IIIQCI
lllll d,
uzeram
porlu-
le seda prela, manas ** fs> latallta.
Precisa-se de urna ama que lenha I10111
leile e de boa conducta : no aterro di
Boa-Vista loja decalcado, n. 58.
Precisa-se de um purlugucz par feilor de uro
engenho cusanle desla praea oilo legoas: a Iralar
na ra va Gloria n. 91.
Ha na fabrica de epirilos de Bar.1o g Mace-
do' na run Direila n. 17. a supererior agu'nrdenle
de caima chamada de cabrea, hs propria para a es-
tar o pretenle, e opreeo convraa.i vi-la da faiendn.
... fotha, pota nao conhce ptrte dalles, era sabe
-lias morada-. .Na nu-lna loja vondi-lil-so llliude-
tai por lodoopreeo para liquidaclu,
freguezc- apioseileiu a OCCBSlao.
Adverle-se quelles senbores
embarcar para o Rio de Janiiio un
guel, casado, e cun qualro Iill1inl1.11. un dos quaes
Datcidu h pomas semana-, e que para ciui-egiiireni
'o seu embarque utmbalaram com a- li-unui-ias
espertncM da preslarem sorcorru a sua familia, cm
quanloelle nflo eslIveaM as clrcumslaneiai de o
poder fa/er, eoaiiieacarainlainbelii leo malidareiu
amarrado para bordo, em ullimo caso que a fleta-
veulurada esposa desse muco osla pediudo esmola
paia poder malar a lomea seus iiinorenlesfilliinlins,
e que se suas leuhuliu nao derem eamprimenlu
fiel ao que pronielleram, te publicarlo eu- uoiucs,
c ludas as circunislaneias que acornpanharam e-la
ola e-|ierie de divorcio, c o illleresse que nisso ha.
O rigilanle.
ATIIiNCAO, l'.MCt) DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Caiiiiinii. donlisla receben ;ieua denli-
Mct do Dr. Pierio,esta auna condecida fumo a me-
llior que lem apparcrido, ( e lem iiiuilus elogiosa
Maular,] leras propriedde de conservar a bucea
eheiroaac preservar das dore- de deries: lira n
goslo de ggradavel que d era geral o charuto, al-
buium -oa- desta n um copo ifagut san suilicii-n-
ics: Uaban se achara po dentifrice escaUenle jiara
a eoiiM'iiaca.i dos denles : na na larga do Rosario
n. ol. legando andar.
Quem litar e quizei vender o< us. I e-2 da
Jjerolurdo Prancita por Thieis, anuncia.
Aluga-M um escravo, proprio para lodoxiser-
vico : na ra do l,)ueimado, loja u. 14.
c.....11 na qua-
muilo lempo tera
10 ; O que o- lor-
., principalnienle
para.....alo, ondenemsempaeha facilida-
de da provisto di.....voi medicamenlu.
Exislem carleiras de medieamenlua em
randesde Uno crjtlal dedlaereule
desde I-jnhiii ale iOaO conforme 1
los nicdieaineiilos, suas ilvualili-
lal cusas.
dailuinladj-
liamisaeao........T^!,
ida lubode inedicanienlo IjOOO
fS \. /;._|| Sr. Dr. Sabino Olegario l.udge
(V ro Pinho se presta a dar etclarecimenlol a K
m ludas a- peasoas, que comprarem medfca- pc
ju ment nesla bol ka, na ra das Cruiat. n. og
la ,- 1 .- .
Loleria da irmaudade de Nosta Senbora
l.ivramenlo.
de dezenibr, i'-lo CvpuslOS .1
10 cuatume os buhlos da mesma
ninas da Igreja de Nottl Scnlio-
dc roiiformidade cun a poi lana
denle da provincia, e breve se
11 andamento.Jo3o Domingaes
du Sitia, Ihe-oiireiro.
.Madama Millocliau lliussard
uoaterro ila Boa-Vista n. I,
lema honrada avisar a- suas Ireguezat, que acaba
de receber pelo navio ilonr. um torlimenlo das
molas a- milla novas de Pars, como sejam: um
grande sorlimeiilo de chapeos do seda, de bico do
blond, de palha da Dalia, de palha aborta, de dina
e de palha lieameule enlodada para senbora-, llens
inanli-leles.i-apnlinlins de scla deeoie.. cauisinhas
de bico venlaieiro, dila 1.....1 manga, romelra* o
c.ibi cues de bico e de renda, capolinbo de renda de
relroz. capolinlio o eorpinho de luco, cnpolinhose
manlelelcs prelo, de teda tde bico, mangas burila-
das de ble* e de cambraia. cabrcAe de blond e
manlaode dilo para noivaa.....feiles, lurbanles, e
loucado a imprralrit, rapellai, raixos e cordesde
llores de larangelra, luvas de jouvin e de arda flna,
loncos de olio de cambraia de linho, coi lis* de Id.....I
c de garra para noiva a bailes, nm grande sorli-
iih-i.....le llore- lina, enleiles de luvat, 111,1,.- de
larlalanas linas brama e de core, cha-
ra iluminse menina-, lilas canallada
i, um grande tortimenlo de Irancat de
rendas, 1116, cambraia e lila, do n.
! al 30, wporlilho palelos, cianbraia de linho
Irau-pareple. -orlimenlo de plumas linas para cha-
peos a tabeados, ele. ele. fn-tt chapen-, loucado
e vestidos, por proco enmmudo e eSacHdao.
Aterro da H-ia-Vi-ia. lula de mludea do Sr.
Hilarle, 11. T. so dir quem da 500*000 ril a pre-
mio cora hypollieca, em cata de pouco valor.
S Paulo Gaignou. dentista.
Pode ser procurado a qualquer hora em v
% sus casa na ra larga do Rosario, n. W
| .16, segundo andar. -1
mMXM3SS&-&^am^ JS3BBI i
__Pli'ci-a--e de um e.uvelio pollumu'Z de lia
lliaiiuus, com pralica de taberna : a Iralar na roa
Nova, 11. j.
CaiTOcas de aluguel.
Alusam-so earrocat para carregar Iraslc-, male-
liaes, madeiras e oulros quaeaquer objeclos, linio
por pn......milo Commodo e SCtividade na ra da
Palma, aiina'ein delabna- 11. 10, indo paro o porto
Joaquim Xavier Vieira Ligo relira-separa
fora da provincia.
DENTISTA \MERia\0.
DENTES ARTIFICIAES.
7 MA DA OZ7.
I). K. Has nun. cirurgiSo denlisln, lem a honra de
prevenir ao publico, que araba de receber dos 10
lados-luidos, pelo ullimo navio, nm grande sorli
lucillo do. celebres denles ininerae- ineorruptive,
inconteslavelmenle lalos como superiores a Indas a-
oulras qualidade-que lem a|i|iaieeido al buje, so-
bre ludo pela rara portearan cora que inulain a na-
lurea. D. R. Baynon, condecido pela perfeicfto
das suas obrase a inoderac.io dos seus preeos. 1011I1-
naa apnlicar denles aiiifieiae pelos melhoress)-
lemas idoplados na Aineriea o Europa, sem nc-
nliiima alierac.io nos precos bem conbecidos de seu
uUbelecluienlo.
AVISO JURDICO.
A segunda edlcc,to dea primelros elemsntos p ra
tiros do foro civil, inais bem eorrigida eneresotnla-
i!.i. nio so a re.neilo duque iilleruii a lei da refur-
iiia, como acerca dns despachus, iulerloculnrias e di-
liniliasdosjiilgadoies ; obra e-sa lao inlonhi-
jos pi iiiclpitnlcs em pralica que Ibes servir de lio
conductor na pnu:a da Independencia 0.6 e8.
I Mil tM II IIOLLOW.iV.
.Milharesdc individuos de todas as DtCdei pode
Ictlemunhar asvirladea desle remedio Ineompari-,
vel.e provag, emcaao necessario, que, pelo uso quo
delle lizeram. lem seu corpoe membro inleiraineu-
le .ios, depoisde havereni empregadn inulilmenlc
oulros Iralaniculos. Cada pctsoa poder-sc-ha conven-
cer dems curas raaravilhowi pela Irjlura do pe-
riodicot, que Ih'as relalain lodos os dias ha mullos
anuos ; e. a maior parte dcllas sao la* sorprendeu-
le que admirara o mdicos mili celebres. Quan-
las pessoas rccobraiam com esle soberano remedio
o uso "de teus braco, e pernal, depois de ler perma-
necido longo lempo nos hospilaet, onde deviam tof-
fier a ampularao Uellus ha muilas que ha vendo
deiv.nlo cs-cs a-\los de |iaileriinenlo, para se nao
-iiliinellerein a etoa operacJKi dolorosa. foram cu-
radas roniplelanienle, inediuile o uso deste precio-
.0 remedio. Algumadaalaetpessoas, na ajuato do
-111 recnnhecinienlo, declararan! esles resulladot.
benficos dianle do lord correcedor. e oulros magis-
Irailus de Londres, alim de inais alhenlicarcra tna
afltrmaliva.
Nnigiiem desesperara do e-lado de sua salido so
llvesse batanle cuidMii(a para ensaiar esle remedid
eoii-lanleinente, seguindo algum lempo o IVala-
nienlu que necessilassc a naliirezaMo mal, ruta re-
sollado -eria provar iiicoiile.-laveliuciitc: QUE TI-
do cura:
O ungento he til, mas parlirularmcHlc NM W
guinte cuso.
AJpareat. lade calor nat quilos.
1..iimbra-. estremidades. Pulinoes.
Callos. I:rieiru. Queimadella.
Canceres. liengives encal- Sarna.
Corladaraf. dada. Supuracoyspubri-
Driresdeeabora. Inrhacies. das.
das cosas. Inllaniiuac.lo do Tinlia, em qual-
dosinemliros. ligado. quer parte quo
Enfermidadeada da bexiga. ga.
ciilisemgeral. da matriz. Treieor de ervos
Enlcrmidadesdo Lepra. Llreras DI bocea.
i.iius. Male.daspenia do ligado.
Erupcoes cscor- dos pcilos. das arlicu-
hulicas. ileolhos. lacoes.
sl-'i-lulas 110 ab- Mordeduras de Veis-torcidas,ou
,lumen. icplis. lindadas lias
Iri.ddadeniiCal- l'iradurasilcmus- pernee.
Yendo se esle iingiienlo no c-labelccimeiito geral
del.....drea, 3M4. Strand, a na loja de ludes o bo-
ilcarlo, droguislas e oulras poatoa enctiregadas
de sua senda.eni toda I Auieiica do Sul, llavana o
llr-panba.
0 depotito ggrai he em cas do Sr. J. Suun, pliar-
maeeulico, na ra da Cruz u. H3, era l'eruara-
( buco.
Para as senhdrastpiegostatti aoqwohe
hom e hlalo.
\ eiule-so baliadu alarlo de linho largo a SO. 100 e
11-. a .na ; malea blancas muilo linas, a 100 rs.
dilas maia ordinarias, a uso rs.; dito pelas
oan faxendt muilo superior, a 100 c 180 rs,;
otles |iar,i menino, a iirs.; superiores
le -eda de lo,la- a- cores, o I5IIIO ; dilas para
menina, a I3OO ; dila lie lurc.al para leuuora e me-
nina lazeiula milito superior, a 800 rs.; crep auia-
icllo. 11:120 rs. o covado, leque muilo linos com cs-
nelbo e pluma., a -iKHI e :t-J00 : biquinluis e>lrei-
los nimio bnniln-, a MI e IDO rs. a vara lenrinlios
de relroide loda as core, a700rs. irequifesdc
lodas as cores, a IbO a aOO rs. a vara ; ricas lilas la-
ladas de sali- larguras, hlalos penle* de larlaru
dita. .
lusas
COMPRAS.____________
de refugo, uu ine-iiio ,-e:-
i-da branca
eotinlioa pi
na enfi'iles
rila, lucos 1
lo
oclu
__ >u dia "2."> as 10 huras da manhaa. poucomai
uu menos, roiibaram di luja do tobrodn mide Dura
o Si. Starrera Sanie Amaro, nina raisiidia de lar-
laiuga.com lis -e-jliinli's objeclos dinlro: um le-
1,gi de piala patente Ingles cmn o vidro e curda
nuobradiis n. 9065e H'ili, um alliuele de peiln para
-eidiora com algoni diamantes e a conSgoracio de
bracos c mies com aunis, um par de salalo de so-
lim branco, e alguna papeii, os quaes te sarvem ao
.dono: auppoe-se tfe sido rmibado por um mulali-
nho quo reprcsenln ler II anuos, pouco mais mi
menos, o qual Coi encontrado rorrendo para o lado
da Boa-Vila com a caixinht debaiio do braco.c foi
lisio na occasiilo em que sabio de dentro de cata !
quem do dita roubo der noticia, ser grncrnsanirii-
le gralilirado na mesma casa cima indicada, ou na
ra da Cadei do Recife n. Ib.
Cuuipraiu-se laliua
lidas: n.-la I)pugiaplna.
__ Coinpra.se para urna encoinmeiid.i. mu pardl-
libo escuro de 12 a 15 anuos de idade, sendo de ho-
nda ligara : na tua da Cru/ n.3i.
Cuiiipra-se gengibio amarillo : imarmaiem
do doce, na ra daCruin.'Sl.derronledocliafarii.
Compra-te urna cata que lenha duas tab e
dou quarlot. cam quintal a beira do rio. no l'oco
.la l'anella : quem a livor procuro a Antonia Leal
Id llano-, na ra du Vigarion. 17. que eda anlorl-
sado para comprar.
Couipiain-e aecues do Banco desla provincia i
na praea do Commercio n. K, etcriplorlo.
Comprim-te escravo de 1" a-.1) auno-, de
ambos os sexos, para -e exportar, leudo bonita fi-
guras, pagam-tc bem: na ra das Larangelra u. 11,
lOgUndo andar.
Compra-te prata brasileirae bes-
panhola i na na da Cadeia do Recife1
loja de cambio de Vieira da Silva.
Compram-se ossos a peso i no n-
ina/.em da illumiiiacao, no caes do Ha-
mos, travetta do Caneca.
Compra-te ama casa lema, aotbairro de S.
Antonio i d i Boa \ isla i na ra Augutla n. ID-
Cumpni-se, nuvo ou usado, nao fallando pagi-
na-, u melhudn fcil de eseriplurar bvros, por De
Crneo : quem livor aiinuiicic ou dirija-so ao ater-
ro da lloa-Vi-la, luja n. I.
g.i para alisar, a IcOOO ; lilla
dita de liak-i.i.a 300; ditas
alar cabello, a -Mt rs.; dilos
laudo o inais que bapoativel
rs. ;caixiubas com sorliuienb
a ',o rs,; lindos agulhciros
de agulbas, a 101
das, a (i" i-, ; dilas
lo marm. a I^IHI;
bello- du baleia para
muilo superiores Imi-
.,,. de lavlaroga, a ij
de agulbas Trancezas,
:om lodo o sorliinenlu
linhas de carretel de 200 jar-
le miada muilu fina para boi-
VENDAS
FOLIIIMIAS PARA l|54.
Vendem-se lollnnlias de alj;iheiia, pol-
la e padre, paraoaunode IS.'ii, impres-
sas nesla t\po|;raphiu : a'sduas primeiras
esta' reunido o rcfjiilaniento dos emolu-
mentos parochiaes : na praea da Indepen-
dencia Imaria ns. Ii 0 B.
Vende-se una prela da nacan, do meia idade,
que lava.ciieomma c cozinlffl M ra du Pilar, n.
72, Icrceiro andar.
ATTENCAO'.
No armazem de lose Joaquim Pereira
de Mello, ao pe da eseadiiiha da alhuide-
;a, teto pira vender por preco milito
commodo, rjaniquinhat com po4Ws na-
cional, hepara lesarcontat, ospi-.-u-n-
dentes nao devem perder lao lavorel oc-
casifio: lrala-se no mismo arinaAjm.
MOENIJAS SUPERIORKS.
Na liindicao de C. Slarr & Companhia
em Santo Amaro, acba-se Dar vender
moeudas de cannas todas de taro, de um
idbdello e consU'ucc.ao muito superiores.
dar, a IliO c00rs.; dilas de peso a Ors.; letuuri-
iilias inulto linas, a :iil),."j00 c 700 rs. ; carias de al-
liuele-.-a US) rs. ; alllneies em rodlnbas, a 80 rs. ;
caixinha de madeira com chave.proprias parjobM),
a (1(11-.: escovlubl para denles fazenda muilo
-uperior. u KM, l(i(), 210 c 320r. ; e outras multas
uiiiid./.i.. ludo muilu bom e muilu inais barato
lo que em oulra qualquer parle : na ra do Quei-
inado. luja de raiudeu da ba faina, n. :W. Bla
loja loma-ie bem conhecida por le na frcnle a la-
bolela da boa fama.
Brinquedos para meninos.
\ endem-te tambores de varios tamanho, proprius
para enlrelcros meninos pelo barali-simo" preco do
100. IHOclilO rs.; maracas com tres loque, a HM
i-.: caiviubas com caluugas de chiunlo, a 100 rs. :
na i na do Oucimadu, luja de miudezas da boa faina
n. 33.
Couro de lustre superior.
\ endein-sc pellos de couro de lustre tasada
muilo superior pelo harali.-uiin pie.jo dc2900 r.:
ua roa do Queimado, loja do miudezas da boa fama,
u. 33.
Papel de peso boa e barato'
\ ende-se upe inr papel de peso branco pelo ba-
1,,11-siinu preco de 2300D a resma, dilo miiilissimo
bom e paulado lano branco como azul, a i-000 a
resma: na ra do Queimado, loja de miudezas da
boa lama, 11. MU.
Rom e barato.
Ven,loni-so minio ricas caitas para rape, a Ip'SKI,
-0(1(1. go.i0. aSlHXI e UjOOt) ; bengalbnha muilo
linas de bamb, a.laOOO; boneles de nalha para ho-
mema llOOO e l10O : superiores lavas branca o
de cores de lio da .....la o inelhur qoe poilc baver,
a '.llrs. o par ; Itporaide acudo ullimo goslo, ,i
lSIOOe IS2UI is. opar; ineas cruas muilo supe-
riores, a IG0.20e SI) r-.; c.rleiras dealgibeira pa-
ra guardar dinheiro a If rs.: a oulras muilas coo-
sas muilo baratas : na ra do Oueimdu, loja do
miudezas da boa fama, u. II.
Attencao.
Vendo-se nina padaria cun todos os leus perlcu-
cc-,e fregueziasjdeste negocio fai-se por seu proprie-
lario so adiar muoslo a Iralar na ra do oraiu-
gos Pires, ii. H.
__Vndese vinho do l'orlorngarrafado hall ejt
anuos por prer;o commodo : na ra do Vigario, It-
licrn n.20. ;
Vende-se una crinula projiria para mucamba,
de i.ISde 18 annos, com habilidades, princimlmenlc
de migomniar que he com lodo aeeio e perfeicto, o
> prela, sendo nina quilaiidcira, e upi mulalinho
muilo lindo de idade I i anuos, c um casal descravus
com habilidades, sendo o pcoto bom serrador : ua
la da litarla, n. 7.
__Wlulc- a laberui, n.80, na ra do Pilar cm
lora de Portas pata liqoldacao ddcoula, a Irabir
com o dono DI niesm, ou ora IOS casa.: na ra dos
' vndein-sc canarios eirnlbidot de JSOOO para
rima, e alogam-te bitas muilo boas e lambem se
vendem por. preco commodo : na travesa da ruado
Vigario, n. 3. -
Vende-se a loberna sita na ra a Aurora em
Sanio Amar', junio a casa do Sr. Cardg/o, rom pou-
co fundos, a qual lem commodo para morar fa-
milia, eo aluuuel muilo barata, endo"uin doinc-
Iboreslugares para negocio e para laude, a qual su
vende a ainlieiro ou aplazo, com boas firmas, o
motivo jorque so vende se dir ao comprador : a
Iralar na inesnia, ou ua ra da Cadeia d* Recife,
n.:k>.
__ Vende-se a taberna da ra Direita, n. 18. ou
taarmafJU) cum seos perleuces, beauuregutada
para ierra" e malo: a Iralai ua luesiuaa qualquti
bota do dia.


I
NO CONSULTORIO |HOMEOPATHICO
d.
lllV P. 4. LOBO I0SC0Z0.
N i-n.lt* t melhor de todas ai obras da medicina
liomcopalhica tST O NOVO MAM AI. IM) DR.
i. II. JAHR an-Indiiiido eip pnrtugoez palo
Dr. I'. A. I.obo Moscozo: qualro volumei eorader-
uados cm dous. 203000
0 l. volume conlendn a palhogenesta do 144
medicamentos qua no forara publicados sahir inul-
to breve, por eslar niuiio adianlada sua impressao.
Dieaionario dos termo, do medicina, cirurgia, aualo-
niij, pharmacia, ele. ele. encademado. 41000
lima carleira de 2 lubo., dosmelhorcs e ni.n- bem
preparados glbulos homeopathicos com as duaa
obras cima..........4IJ9000
lima dita de 36 tubos com as mesmas. t.iSOOO
Dila, dita i'e'48 lubo.......50(000
DiU de 144 oom a dilaa..... Iiminkki
Carleirasde2Uiibos pequeos para ulaji-
beira.......' 109000
Oilas de 48 dito.........20,-000
Tubos avulso de glbulos ..... 19000
Vendem-se pianos lories de su[ierior quulida*
de. abricados pelo melhor aulor liauburguez na
roa da Crui n. 4.
CAL V1RGEM DE LISBOA.
Vende-se cal nova em pedra, chegada
lioje no pulliabote Lusitano, por muito
1 -ni n un 11 le 1 prec : na 'ra do Trapiche 11.
15, armazem de Bastos Irmaos.
Vende-se um resto de exemplaret
de |>or. Lamartine, nio portugue-
/.a de do Trapiche n. 1 V, primeiro andar.
VENEZIANAS
Aterro da Boa-Vista n. 55.
I'eiu un surlimenlo de veiieziamu com lilas ver-
des de linho e de laa, com caita e sem ella, e se
concerla e se troca as novas |ior vellias, a vonlade do-
comprador. .
Vendem-se relogiot de ouro, pa-
tente inglez, os mdhore que tem viudo
a este mercado, e do mail acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rut*
sel Mellors & Coinpanlna, na ra da
Cadeia do Recil'c, 11. 50. _____
[ Diccionario do temos de medicina,
dnrtia anatoma pharmacia ,
te. fie
Suliiini luz esld ultra inili<|>etistivel a (oda*
1- |h'-ii;is que se ih'iln .mi ao esludo de
medicina. Vende-)* por r*.. eiirmlenia-
i 1 Colleuio, 11. :."), primeiro andar.
Ui^ifJWlvi^-i*^.^
Cobertores oscuros,
de algodao, a 800 rs. ; dilos azues c encarnado! .
muiln grandes cencorpados, a IJfiOOrs.: ua ra do
Crespo, luja da esquina que volla para a (Cadeia.
Vendem-se ein rasa de Mr. Calmniil t\* Com-
pauliia. ua praca do Girpo Sanio n. II, oseguinle
viuliii deMarseilleem caixas de .1 a ti du/ias.linlias
em novcllos ecarreleis, breu cm barricas mallo
grandes, ac de mila surtido,Terroiuglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimcnlo continua a ha-
ver um completo soiiimrnlo de nioen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinatde vapor, e taizai de ferro balido
c i'iiiiIh, de todos os tamaiihos, para
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao1 do Dr. Eduar-
do Stolle em Bei'lin. empregado as co-
lonias ingle/as e liollancle/.ns, com gran-
de vantagem para o mellioramcnto 1I0
atracar, acha-ie a venda, cm latas H10
'libras, junto com o methodo de empie-
ga-lo 110 idioma portugus, em casa de
N. O. Bieber Companhia, na ra da
Cruz, n. .
Acancla da Edwla Haw.
Na ra de Apollo 11. ti. URMUem.de He. Can.....I
& Conipanliia. arlia-se runslaiileinriile bou snrti-
iuciiIos de tai.as de lero toado e balido, lano ra-
sa como luudas. niocndas Inetlraa Indas de ferro pa-
ra auimaes, asoa, ele, dilas para irmar em madei-
ra de limo macbina borisonlal para vapor com torca de
4 cavados, cocos. pasvadeiras- de ferro cslanhiido
para casa de purear, por menos preco que os de co-
bre, eseovens para navios, ferro da Suecia, e fo-
Ihaide flandres: ludo por barato preco.
Deposito da fabrica de Todo. o. S.otoi na Baha.
Vende-se, em casa dcN. O. Ilielicr iVC, ua ra
daC.ru/. n. 4, algoda trancado d'aqiu'lla fabrica,
niuiloproprioparasaccosdcassucare roupa de es-
cravos. por preco commudo.
Fil prelu, lavrado, a 500 II, a vara.
Na ra do Crespo, Joja da esquina que \plla para
a Cadeia.
Veudem-scloitus.briu/a. brinse meias In-
tus da IIii-..1.1 : 110 ai'inazein de >. O. Bieber ,\
Coiupanliia, na ra da Cruz 11. 1.
Franjas para cortinados,
com hellas brancas c de cores, a ."igOOO c 5s500 a
peca: ua rna do Himno.ol,. toja de miiidc/a*,
II. 19.
\ 111 h -1 urna carleira de amarello, cm meio
usu com 2 faces,leiu dentro gavclinlias para guardar
papis, assiin como um armario do amarello com as
portas de \idro, pruprio para algum escriplorio :
quem pretender dirija-se ao Paleo do Hospital, n.
III, que alii BB dir uude he.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de t. W.
KoYvnianu, na ra do Itrum, passau-
do o chafar continua haver um
completo sortimenlo de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, |)l
preco commodo e com prornplidao' :
embarcam-sc 041 caricgam-seem carro
sem despe/.a ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por preco muito com-
modo, no armasen) n. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joa<|iiim Pereira de
. Mello,, ou no escriptono de N'ovaes Si
Companhia na ra do Trapiche n. 5i.
Nn rita do Vigario n. 19, primei-
ro anda', tem para vender diversas m-
sicas para piano, violio c flauta, como
- |iuii. quadrilhas, valsas, redowas, sebo
tickes, modlnhas, ludo iiiodcrnissiino ,
chegado do Rio de Janeiro.
VINHO O PORTO MLITO FINO.
' Vende-se superior vinlio do Porto, em
li.uTisde.-V., 5. e 8.: no aiir.azumdu ra
do Azeite de Peive n. I i-, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapichen. 54.
Deposito deca de Lisboa,
Vendem-se barr com cal em pedra, chegada no
hiale f.umtauo, viudo iillimamcnle de Lisboa, e
pulassa americana, a 200 rs. a libra : na rua da Ca-
deia do Kecife, loja n. .'i0.
Veuue-se muilo superior farinlia de Santa
Calbarina. e 9. Mallieus, medida a vista do com-
prador : a bordo do brigue brasileiro ,l/i'da.<, Tun-
deado perlo da Alfandega.
Na rua do Viitaro n. 10, primeiro andar, tem
- venda a superior HanoiU para rorro dcsellins, che-
gada recenlenienlc da America. *
a ra ilo Vibrio n. 19. primeiro andar, ha
Kr.i vendeT, chegado de Lisboa presen I emente |>ela
rea Olimpia, o segunde: saccas de farello muilo
uovo, cera ein urume e em velas com bom sorli-
meiito de su|ierior qualidade, mercurio o)ooe e cal
de Lisboa em pedra, uovissima.
Andar na moda com pouco dinheiro.
Vendem-se supennres luvas de ponto inglez
para homem. pelo diminuto preco de 800 rs. o par;
c 78000 r. a duzia: na rua doljueimado n. 48.
POTASSA.
No antlgo deposito da rua da l.adeia do Kecife ,
armszem n. 13, ha para vender muito nova potassa
da Rossia, americana e hmsHeini, empequenoa lur-
ris de i iirrolins; a Ima qualidade n preces mais lla-
ntos do ana em oulra qaaafucr parle, se ,iHi,iiu;;im
aos que'precisarem comprar. No mesmo deposilo
liiiiiliein ha barris com cal de l.islwa em pedra, pr-
ximamente chegidos.
Ora aortlaeBto da pannos Bnos c eaaa-
Irae.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno prelo, a lOOO e 3tO
rs.; de ourelo branca, a 300 rs.; dito frunce), a
yulo c 5J000 rs., c muilo superior, a 69000 rs. o
nado ; dilo azul, a 2C00. .3&3K) e 4000 rs., c
muilo bom, a 59500 rs.; dilo verde, 9H00 140000
rs.; corles do casemira prela infestada, a 59500 e
9000 rs.; dila frauceza c de cor de Indas as quali-
dade, por pre^o commodo.
- \vy:\\>$y>Vvx:>\ a
DAVID WIIXIAM B()WMA>, ciicenlieiro ma-
rhiiiista c fumlidr de ferro, inui re*peilO!*ameiile
.iiiiiiiiiri.i ios MOhora proprielaritw de enuenlios,
fazendeiros, e aores|>ei(avel piihlico, que o sen esla-
MiTimenlo de ferro mo^ ido pormteblDI de vapor,
na rua do Brum pamodo Ocblfalll, eonliii.i en.
eTeelivo exercirio, ese arha eornplclaiiiente moiilado
rom ipparelhos da primeira qualidade para a per-
feila rouferradas maiores peras d inarhiiiismo.
Habilitado para emprelieiuler qptfltquer obras da
suaarte, David Williain Bownun, doseja nais par-
lii'ularmeule clinnt.ir a alleiiea publica para as se-
gundes, por ler dellasgrande stirlinieulo ja' promp-
lo. em de|Kisiloua mesma fundir, as quam rons-
Iruidasem sua fabrica podem competir com as fabri-
cadas cm pa e*lranieiro, tanto em preco como em
qualidade de materias primas e uta de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melboi roiislnica.
Moeudas de caima para enjillios de lodoaos la-
manbos mo\idasa \apor por auna, ou auimaes.
.todasde acu.i. nioiiihosde\enlii eserras.
Manejos indepeudenls.
Rodas dentadas.
VgailhOes. brtame ehoinaeeiraa.
i'.\\ ilbes e narafusos de todos s laiuaubos.
Taixas, parocffi emose bocas de loiitalba.
Moinlios de mandioca. oi,.\ido> a ma ou poi aui-
maes. e i'i cii-.i- para a dila.
Chapas de logaOa Ibrnoi defarnlia.
Ci.....s de ferro, lorufraj deferroedebronxe.
Hombas pan cacimba o da repino, mu.idas a
man, por auimaes ou vento.
(uindaslcs, uuiichose macacos.
Prensas hidrulicas ede para I uso.
Farragantpara naviot, carise obras publica".
('olumnas, varaudas, gradase por loes.
Premaade copiar cartas t sellar.
Camas, carros de inao earailostle ferro, ele. ele
Alcm dasuperioridade tas suas nbras. ja' geral-
mciilereconbecida, David William Bowmail .aiante
a mais exacta coulormitlade com os rDOtdes a dasa-
nhosreroallidos pelos senhoraa queso dioarem de
fa/er-lbe encominenda-.. aprove.taJldo a OCCaaO pa-
ra agradecer asa seus iiunierosus amigse fremie/es
a preferencia CODI que tem sido por elles honrado,
iisseciira-lhes que nao pon para esfoiTiisediliiieti-
caspara continuar a merecer a sua conlianca.
POTASSA DA IIISSIA.
Vende-se superiorpotatta da Runia, e
Americana, por prer^omuito commodo:
na rua do Trapiche n. I">, armazen? de
Basto 11 unios.
DOCE DWBACOhY.
('becnu rccenleinenle do Marauliao una pequea
[inii-.in ile-lcdelicado doce, o melhor que ha, lauto
pela' sua evcellenle qualidade. como por conservar-
se por muilo leni|Mi em perfeilo eslado: rende-M
em casa de fonlef Irniao, na rua da Cadeia N'ellin.
Vende-se farinha de mandioca
muito lina, :i li.s'iOO it. a lacea : no ar-
mazemdo lorie do Mallos n. 0, oua
tratar com Manoel Alves Guerra Jnior,
na rua ilo Trapiche n. II, primeiro an-
dar.
fo secundo andar do sobrado n. I'i. na na la
Cadeia de Sanio Amonto, vendem-se coairos borda-
dos demalii; s aproraplarn-sa da aucommenda toda
qualidade de bordados e hilnrinlluis compcrfei(ao
t preco commodo ; e lambem bordam-se colleles.
OLEADOS LNGLEZES.
\ ('iidi'in-se rKiuistiinos oleados para
attoailiar salas, lano i'iiii|iiallilade, ruino
un etcolhido gosto de desenlio : do ar-
nia/.eiu ile la/.endas di-Adainsoii llow ieiV
Companhia, na rua do Trapiche Novo
n. \.
Vende-se a verdadrira salsa parri-
lli.i de Sancls: na botcd lianee/.a. da i na
daCl'UX, em Irenle ao ehafari/..
Vendem-se corles nteirot de ves-
Iidos decllita liancc/a. larga, lina, e de
diversos nottos modernos, sendo pelo ha-
rato preco de sOUO e 2$240rs., a di-
nheiro a vista : na loja de quatro portas
o. o, ao lado do arco ilr Sanio Antonio.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
\a rua de Apollo, aima/.cni de Leal
Keis, tem superior potassa do Rio de Ja-
neiro, e da America, < cal nova em pe-
dia, chegada no ultimo navio, ludo a
preco ra/.oavcl.
PRELO DE LISBOA.
Vende-se laido chegado ugora no palhabote l.u-
nor preco commodo na rua do
le n. 15, arina/.cni de llaslos Ir-
-___-.......-.1-------~'~-----------uu,u i
VFNH0 CJJAMPAIINK
Superior finh" de Jtordeaux eilgarra
fado; vende-te cm casa de S< UilleJtlin
afcmaiiliia. iiii ?bW.-i
lefl^erelogidrae ouro
inglez, por commodo pre
o: na ruii da Cruz n.20, casa d
I.. Leconte Feron & Companhia
rjj)
Na loja das seis portas em frente do Li-
vrn ment.
r.oiiliutiam a vender corles de rambrnia de Ires
habado, a TidO e 28800, corles de camhraia c seda
com bahados de barra, chales c manteletes de seda,
romeiras do ultimo uosto ; chitas de coberla linas, a
M) rs.; chitas do vestido, a 110, 1fi0, 180 e 200 rs.,
alpaca dealsodao para vestidos, a 210 rs. ; lencos de
cassa bordados as ponas, bramos e de cor, a ICO
rs. ; c toda a qualidade de fazenda, por preros ba-
rato, por querer acabar rerlas qualidades do faen-
da< para au enlrarem nohalanroque vai dar. Cl
berU das lida manhila, al as 9 da noile.
Superior lulha de llandres.
Na rua doyiiciinado, loja de ferraaens n. :10, ven-
de-se superior fulha de flandres chaicoai; lauto em
porcao como a relalho. para o que tem nm evcel-
leul'e sortimenlo desle ucnero. qoer em gmssuraa,
quer em lamanhos. c em quanlo a procos silo mais
raioneh do que em oulra qualquer parte : na mes-
ma loja lambem se compra cobre e latan velho.
Na rua do QueJmado, hija n. 10. veiidem-se
saccas com farinha demandiivca.pur preco coniniodo.
Vender ano/, eraudo do Mara-
nhao, e charutos deS. Flix, de boas qua-
lidades, epor piceos commodos : no ar-
ma/.cni n. I Til na rua da Sen/ala Ve-
Iha, prximo aobecco doGoni^alvet.
Batatas novas.
Vendein-e hlalas de Lisboa, a SIKI rs. a arroba :
na Iravessada Madre de lieos, a, 21.
Cola da Baha.
Vende-se superior cola, por preco cummodo: no
armaiem n. 134, rua da Seniala Velba.
Venilem-se dous terrenos propiius, boM para
edificar, um sitio na rua do Svlm. lado do Sul com
50 palmos de frente, e outro na roa Heal junio ao
Maiiuinlia.....lie a estrada da aiubna. oomSSO
palmos de frente, c fondo ate a dila Carabea, onde
se podem f.i/er rom pinico cusi eveellenles viveiros:
a follar ua praea da lloa-Visla, botica, n. <>, que
se dir quem vende.
\os modernos.
de -2-iM> rs.
Na rua dn l.lui'iinado n. 17. luja de la/endas ao
p ila bollen, M'ndeni-e corles de camhraiasfrance-
iaa moderno, decores, con barra, rascada mallo
lina e liva as cores, e goslo muilo delicado, pelo
baralissirDo preco de-ele patacas e meia cada corle;
pagodes de cambraia enfeiladoa com bien, peloba-
ratissimo proco de 2>.
A 2,400 rs.
Veadem-w cortea de cambraia oom barras, de co-
res livn- e padrea OS mata delicado que lera appa-
rcrido, pelo bacalinimo preco de 3(100 r. o corle:
ii.i ma do ( u-T'ii ii.5,
Vende-se no aruia/.em de James
rlalliday, na rua da Cruz n. 2, 0 te
gumte:
IteUigiosdeuuroepiala,sahouete, paten-
te inglez.
Sellint ingle/.i1
Ditos ingle/es elsticos,
Sillines nara montara desenhora.
Cahei'adas de como hrailco.
Arreiot para carro, de um e dous ca-
vados.
I.ai'lcrnas para carro e cahriolcl.
CANOS DE CHUMBO.
Vendem-se canoa de chambo, proprios pura eo-
ranamenloa d'agua, tanto para enseiihos, como pa-
ra -ilH<-. os Quael Icio de lucia pole^ada, Ir- (piar-
los, e urna poleuada de dimetro, e vende-se qual-
quer qnanlidade que o romprador precise ate qoa-
Iroeentas bracas, lambem so vender eannos do
mamo inelal. proprios para bomba, '>s quaes tem
del palmos de compriineulo : ludo isio iliei:nii a
loja de rerragem da rua Nova a. ti.
Vende-se un cahriolel com os ai-
arreios, e (avallo, ou sem elle a VOntadl
do comprador, por preco commodos :
na cocheira da rua des. Prancisco,". 3.
* O 39-A-.
confronte ao Horario de Sanio Antonio, parlecipa ao
raspeilavcl publico, que recebeu de franca diversos
doces em cuida e soceos, e cbocolall's linos, entre el-
les, o de charolo, c 0 liomopalico j bom conheci-
d.i ueste alabelecimenlojunlaroenle paslilhas de or-
lelia pntenla, o nulroa objeclos |or roinmoilo-
preen-
perior,
21 tao,
Trapicl
lilaos.
^?^^^%^^: ^^^^^\*^
$) POTASSA BRASILEIRA. <$
A Vende-se superior potatta, la- i^
2 bricada no lo de Janeiro, ebe- H
i gada recentemente, recommeu- )*
da-se aos senhoresde engenho os j
. seus bous eneitos ja'experimen- ~,
W lados: na rua da Cruz n. O.ar- if
(W mazein de L. Leconte Pern & 'J/'
$ Companhia.
Oleo de linhaca em botijas.
Vende-se a ."ssOOOrs. cada una botija, e por me-
nos sendo em porcao : uu arina/em u. i:li, ua roa da
Scnala Velba proviino ao boceo do tioncalves.
Moinhos de vento
eombombasde repuso para regar hurtase bailas
deeapim. na fundicao de II. W.Bowman: ua rua
do Brum n*. 6,8 c II).
ATTENI..AO.
Conha& Amorim, ua rua da l.adeia do Recite II.
50, tem para vender palha de carnauba nova, cou-
vos desabra bous, pennas de cma. o velas de car-
nauba, a loVOO o ccnlo.
COBKF. PARA I-'OKItO.
V ende-se robre para forro de diversas erossnras,
dilo em lancoes quadrados grandes, proprio para
caldoireiro, arroallas de dilo, eslanho em verga,dito
em barra, /.inco em folln, chumbo em barra, dilo
em lenyil: na loja de ferraaens da rua Nova,nume-
ro 6. '
FIO l)F. VELA.
Vende-se muito superior lio de vela, de lie- dil-
ferentea qualidades: na rua do Trapiche Novo
n. 18.
fjjflaa. Na rua Nova o. H, fabrica, e loja de
LS l.'irisliaui ,\ liiniio. acaba de reeeiiei
jS^^L pelo ultimo vapor cheleado du Rio, um
^^** completo sortimenlo de chapeos do Chi-
le, n mais tinu c ateo que ha boje no mercado, e
pof (neeo cumiuodo.
\ eiiile-e um iumcnlo 'muito novo: ua rua
doljueimado u. I i.
Vendc-se una porco de Iraves de qualidades
superiores, de ill a.'iO palmos de comprido, tres ca-
noas, dous embonos desedro, e qualro Dos de luu-
ro, com fi." palmos, proprios para vergas e ina-ia-
rwr-de navios: os pretndeme dirijam-se a Anto-
nio Leal de Barros, na rua do Vigario n. 17. ,
Vendem-se pregoamericanos, em
barris, proprios para barucas di
C^Cm e alvaiade ilc/jnco, superior qiali-
W por preeos commodos : na rua do
^Spiehe Novo "n. I (i. -
Chitas escuras d cores fixas com to-
que de mofo, a 5,000 rs. a peca, e
140ocovado.
vendem-se na rua do Crespo, h^a da esquina que
volla paran Gulcia.
Vende-se superior farinlia dn teB
ra e de barco, tanto em seeas, como, a
retulho, por preco mais barato doipie
em outra (|ual(|uer parle : no iirimrzein
da rua do Rangel n. 'Mi.
&^ ($! OH OEM )i: CU KISTO. (i
!* Vende-se una cruz pendente da ordena ,i
JJ. do CbrUIO, enriquecida de brilhanta : j.
i^ rado. t,
(^tvtv^n^^: f*i^>
Vende-se um carrinho de qualro ro-
das, para um e dous ravallos, de goslo
muilo elegante, hem construido e mui-
lo maneiro, ehegado pelo ultimo navio
le Franca, epor preco mullo commodo : norua da
Cruz, n. 20, primeini andar.
Ileposilo de eal{ado a 720. 800, 'KMI e:l)000
rs. un Aterro da lloa-Visla, loja detronle da booe-
ea : Ireca-se por sedulas anda uiesino velhas nm no-
vo c completo sortimenlo dos bem conhecidoa sa-
palors do Aracalv para lodos o- lamanhos, tanto
para hornero romo para meninos, a 7211 e a HIKI rs.;
e Indios para liumeiu. a 2^KSI rs.; sapale- de lus-
tre da Babia, a3(000rs.; aasimcomoum cman-
lo -ni lidenlo de calcados IrineeMS de todas as qun-
lidades. lauto para liomeni como para senhnra me-
nina e meninas ; perfumaras, e sendo em poic.io
fai-se-lia um abale, ludo por proco muilo commo-
do, .iiiui de se apurar diulieirn.
Aterro da lina-Vista, hiberna nova detronle da
boneea, ll. 8, adiase surtida do um novo e com-
pleto sedimento de todos o- -eneros seceos eroo-
ihada de superior qualidade. e precoi mallo enm-
modos, e cafo moldo, do Rio, de primeira qualidade
a 2illis. a lilira.
A 2s(KI.
Corles .le casos com barra, de lindos desenlio-
e une. Asas, a SjHOOcadi corle: na ma da Cadeia
do llccife n.3:(.
liiiarda nacional.
Vende-se o peculio do nanla uaeional. coii-
Icudo o que he preciso de lei;islacao para reger-M
mu mcmliro da mesma guarda,pelo preco de Ir-MH):
na livraria n. 6 08, da praca da lodepenpencle.
maaaBaamsamamss^Bm
I v\
>i Farinha de mandioca. ii
w A melhor farinha que lis a venda he a bor- &
S do do brigue I alie, chegado de Sania Cal.ui- fj
51 na. c tandeado defronle do caes do Ramos, w
all se vendes preco commodo. e lambem na H
H praca do Corpo Sanio, n. (i, escriplorio. S|
Na rua da Cadeia do Recito a. lo. existe um
grande sorllnunlo de obras Teilas:
Palitos de panno superiores de cores e prc
los a
Vende-seuma escrava de bonita ligura, que
ro/inha, lava eeng.mma com perfeieSo : a roa da
Cms n. 31^
afesi

mo-i
ilno
SufOOO
1VSNKI
(trlSM)
li-IKHI
sjtSK)
dem dem linos dem
dem rasemiras de cores
dem alpaca le dilo
lilemliriui de linhu
Cma inonlarin de panno superior para se-
niiora por .'iO?IH)0
dem idem idem a :hihhmi
Colleles de selim de cores, superiores .'icIHIO
Idem idem 3)500
Idem de fusliio, superiores :|NM)0
dem idem 2j000
Calcas de casemira de cores .V^OOO
Idem idem superiores e padroa uiodeiuos 7.>tlM)
dem de brins de cores du puro linho de
2)000 a WOOO
Idem idem brancas idem de 2) a .VMsio
assiin eomo nutras umitas obras que eslardo patentes
aos compradora, a quaes agradar-sc-hto por se-
ren relias com muflo goslo o delicadesa.
Para a Cesta, a 3 e 4,0.0 rs.
Vcndcin-se paliliis e aobrecasscos de lirim de li-
nhu c bretanha. da ultima moda e muilo bem ara-
hados, |ielo barato preco de Ite e l!MHKI rs.; a elle-,
que ,i\i-ta do preco e superioridade da fa/euda,
ningnem deisaru d comprar: na rua Nova, loja
nova n. IH.
Cassas de barra. aJigOO.
Vendem-se casta de barra, da coree Osase pa-
droa ninderiiissimos. pelo burato preco de 2>2(M> o
corle : na ruaNuva. loja novan. 16.
Para cavallarla e inlaiitaria da guarda
nacional.
Vende-se superior panno lino azul ptrt larda- de
cavallarla e infamarla da gusrdl nacional, pelo
barato proco de 3fS00o invado : na rua Nova, loja
nova n. 11
^@@@^V*-'V*,V:*V*V*,V*V*'^) Malta attencao' a baratesa extraordinaria, na
Ileposilo do vinllO de fliain- rua do Creapo, n. 14, loja do Joa Pranela-
wgneChateau-Av, primeira qua- ] ",'",, .^m ,,,, ,.,., ,|e canl idade, i\r prupriediidc do eonili ? iorliva,padiesmuilomodcrno-.quepareie,lan/inb.
j, i de ricos costo-; qi...... liver 2)500 1.....um corle de
V i cambraia de Indas as odres, ricos go-tos de barra
1, ci'ires (ivas com 8 varas e meia ; quem liver 2,">10()
i tem um corle de chita tina de todas as cores, miudi-
. I ulias, lino |:; eovadm : quem liver I8tl rompa um
'! icovado de panno cooro, la/enda Iraneada escura de
una so cor, mulloenrorpado.proprio ptraotervlfo
liver lito cumpla um cobertor de aigodiio,
de Ifareujl, lila da Cruz do l!e-
Cfe 11. 20: esle vinho, o melhoi
de toda a champagne vnde-
se a StJSOQOrt. cada caixa, adia-
se nicamente cm casa del.. Le-
comte Feron & Companhia. \. II.
4
$>
\s eaixuS sao marcadas a logo (B
Conde deMarcitil eosrotulot ($)
das garraas sao azues. |W|
c^^@@@S: @*.@^-*^^
ViMitiein-si' velas daeaiiabi mu caixas da
ilii.iiriii.i i' isnlai liltr.is. da mellior r.ilirira ilo Ara-
cal) : na rua la Cadafs to Koriiv. lojsdcm.ude-
/is ii.-T, Cooipanliia.
Si|kios to Ai'acalx.
Vatidaiii-se Lrasmil sspalosdu Aracaly.obra mul-
lo bem ii'ii.i. lano em porclo romo w relalho \ no
aicrro da lioii-Vista delrimte da boneea n. I i.
--. Tros moleeolas de idads de Vi a lo' sonot,
ama aeanDlis malloiinds.de Idtde 12snnost ojus-
lio t'-tii\;i>. iiiiirrts. idade22anuos, c lionila lisura: na rua Ihreila
i. :i.
\rii(lc-sc nuil casi de pedra o cali siluads na
rua da Mnngueirn do Poco oa Panolis, rom tinas
mIx*i qaalra qusrtos, corredor no cenlroi coiinlia
l'oia COIII i|itml o CaCmb)l '|Utlll il (il rlnnlrr tli-
rja-se a rua ta Madre ile lietw n. K.
Vemlc-sc um niulequo de i Blinoi, muilo
esperto, hoiu paro pagem, 2 prelos, sendo um de elf
gante figura, bem possanla, bom pata armaiem de
aSSUCar, dtias prelas moras que to/inliam -ol ni'I-
nieule. euuommam. Ia\am hem, e veiuloin na rua :
ua rua largado Kosario u. i.
Na rua ilo Trapirlu; n. H, primeiro ailar,
vende-Be segUinle :pasla de lyrlo llorenlino, o
mellior artigo qufl conhece paralmpar os denles,
hranquere-os e furlilirar as jenivas, deixaudo bom
BOSlO na borra e aitradavel t'beiro; .una de niel
para oa caballos, lipa caspa, c da-lbe inaiico
luslre; aitua de pcrolas,i".|i! mamcocosmeliro para
-.n .ii sardas, rimas, aembelb'/ar O roslo, assiin co-
mo a tiniura Imperial do Ib. Brown( sal prepara-
cao laj os cabellos ruivosou brancos.coinplelanieule
prelos e macios, semdainiio dos mesmos, ludo por
proco* commodos.
No aterra d.i loa \ isla n. .Vi,
vendo-se um cabriolol de minio
bom goslo, om meio uso, com sr-
reios novos, e com coberla SO>
posta.
Saccas com firinha.
Vendem-se saccas com muilo DOS farinha da (erra
c bem torrada, por proco conunodo : na rua da Ca-
deia do Kecife n. HK
Attencao'.
Na padaria da rua de detrs *\a malrii Ja Boa-
Visla, ii. 'J'>. acham-se todas as ipialidades de hi cofftos, falincudos pelo mellior fabricante queso leba
nesla provincia, falias impoiiaes, dilriHde familia,
ditas oe raiulia, ditas commuus, blaeoitaa da araru-
|SCOm OVOS, ditos de aramia, dilos amantes, dilos
docel e hisroiliulios ; e oolias militas qualidades.
Lencos de cambraia de linho, (nos,
a 'l OH
na rua do Crespo, loja dn esquina, que volla para
I Cadeia.
Vendem-se cortes de \eslidus do cambraia
branca, coiu lindas 11 odiadoras, pelo diminulo pre-
ro de ."iQOOO rs. cadi um: na rua Novan. .13, no
Bazar Pernambucano.
> \ iima s
y quem
proprio al para oscravalura, isi ralo para liquidaran da eerlss eoDlos.
\ii. I,i existe um pequeo reslode lucos oron-
das da Ierra,assim como alciinslencos de labvrinlho,
muilo bem (eltOS, ludo se vende baralo: na rua .No-
va, n. '2(1.
Ns rua Nova, loja n. JO, vonde-se urna rica
loalha di- labviinlho assim como um riqni^iun ro-
rJipodacama, lambem de labyrintno, o que tuda
se \eutle muilo barato.
c. STARirSC.
n^|ieilis,uniMili' niiiiiiiiriiiul ijuo no son rvliMisu es-
tabciecimenlo em Sanio Amaro, rontlauti labrica
cora i inninr perfi'ii.n c |iroiii|illao,loila aqualidaile
ilc raaclnboo para o aso ila agricultara, aawga-
niu ('uiiiiiiir.irlui.i. c i|uc para maior roiiiiiiadoilc
M'us niuniTiisos frouezee ilo publico em eral, Irin
aborto ein un ilus uthiuIcs arnia/cns iloSr. Mosqui-
ta na rua do liriiin, aira/, du arsenal tic niariuha,
DEPOSITO DE .MACHINAS
comlruilas un dito leu oslalielerinicntii.
Ilt ariiaru os compradores mu couiplelo surli-
inonlo de aneadas dt can..... i'oin lodos os nii'llni-
ranicnlos aliiuus delira novos eorigiatesj deque a
experiaaciade mallos aaBOsIem raoslradn a aaosa-
lidade. .Machinas de vapor de liaiva c alta presv'in,
laitM de lodntauanho, lano halidas romo fundidas,
carros de ino c dilos para comluzir furnias deassu-
rar. inarliinas para inner inaudiiira, picetas para di-
to, foriius de ferro lialido para fariulia, arados de
ferro da mais approvada conslrurco, fundos para
alainhiques, i-imis e pnrlas para furnalUas, e inn.i
iufinidaile de obras de ferro, que seria cnfadonlm
enumerar. i\o inesinu deposito existe una pessoa
inlelliuente e habilitada para receber todasas en-
roman odas, otc.i 6ti que os auuunciaules conlan-
do com a c.'ipaeidade de suas otliriuas e inarhinismo,
c periria de seus olliciaes. se ciniipromelleiii a fazer
evecular, com a maior presteza, perleico, e exacta
i'iinroruiiiladccoin osmodelusou desenbus, einslrue-
C06S que Ule furom furnecidas-
Vendeni-se os se;nintes livros, defronte
do Collegio, ollieina de uneadeinaiflo.
Iliccinuarins ingle/es de Vieira, tanto |iorla(eis,
r<.....i ibis grandes, ditos IraacSIM de l'iinseca, ditos
callepinosda ultima edicao, cunleudo oilo Ini.'n.i-,
Prosodia de liento l'ereira, Cnnstanrio porluuuu
da ullinia edii.ilo, obras rumpli-la.de Cames, bu-
loria do povo de l>eo, l.iz Yeueira. collecrfcs das
leis do ininerin, alune de lli-raml, Virailio, Horado*
'tilo Livin. Si-li'i'la, Fbulas, Salustio. cartas de
A-B-Cf 'l'.boadas. Gdliecismn, Econoinia da vida
liuiuana, Carlilhas e oulro. muilos que se deivam
ii- .ni n u n. 1.11 por au fazer muilo eiteuso o annuu-
ciol
A senhoroK p;
Seda, oacore. ns ini-lliores, c n\
dems que'b
preco de l^ilHI rs. o covado ; manteletes
chales muilo grande, e meto, diales, ludo
de relroz, e muilo moderno, mineteles de
seila prelos e de edres, enre, de seda ada-
mascadas prelas e de cores, romeiras d. fil
de linli" com' quadros aswlinado. en-
ri estas as mai. modernas qua ha no
rurreadu e ludo por presos commo-
dos, na loja da i-uellaue lireuuno \ Silvei-
rua do Queimado, n. 7. II
^aBnpsaasaaa
Calcado taxiado.
O deposilo do aterro da Boa-Vista, n. 22, acaba
de receber da fabrica da Soledade um lindo sorli-
mentu rie sapslos de todas as qiialidades.taulo para
homem como para senbora ; otlerece ao respeilavel
pablleo salalos lira neos a -itOOO o engraiados aoes-
Ivlodebizerru frenccz.a 2*500: quem esperimenlar
urna vez esle calcado nlo deia de comprar lano
o de Aracalv como francez: lambem se vende sapa-
locs de couro de luslre, a 4S000.
ANTIUU1DADE E SLI'EKIRIDADE
DA
SALSA PARKILHA DE BK1STOL
sobre
A SALSA PAIRILHA BE SAINOS.
Attencao*
A SALSA PAKHIl.HAitEBRISTOL data des-
le KV2, c lem oon^lanlemenle manlido a sua re-
puta/ilo M-ni nacesaidade de reoorrer BJpoaQpOBOS
iinnunrin. de que as prepararnos de mrito poden)
jltpeDsar-ee. t> saccasao do Dr. BKISTOL tem
provocado infinitas invejas, e. entre oulrns. as dos
Srs. A. B. U. Sanda, de Ncw-York, proparadoies
e propriotarios da salsa parrilha ronhecida pelo no-
mo di> Sands.
Balas sanborea soUeitaram a agencia de Salsa par-
rilha de Brislo.. eoomo n.1o o podossem obler, fa-
bricaram urna aalaffloda Bristol.
Bls-aojnl i caria ojia os Sis. a. U. I*. Sands os-
rrevoram ao Dr. Ilrislol no da -J(( de abril de I8W.
8 que sa arba em DOSSO poder:
Sr. Dr. r. c. Brittol.
Buralo, i\r.
Noaso apreclaval seohor.
Em loilo o auno passado tomos vendido quanti-
dailen considera veis do ovtraclo de Salsa parrilha do
Vine., o pelo' que ou vimos dizer da soaa virtudes
quelles que a tem usado, iuliamos que a vendada
dita medicina se auumenlar.i muitissimo. Se Vine,
qui/er fawr um ronveitf cojnnoaco, eremos que
nos resultara umita vantauem, lano a nos como a
Vino. Temos muito pra/er que Vine, nos responda
sobre osle assiimptu. e se Vine, vier a esla eidade
daqui a um inoz, ou cousa semollianlp. loriamos
muilo pra/or ein ovorom HOSM botica, rua de Pul-
Ion, d.79s
Ficam as ordenada Vine.seus securos servidores.
[Assignadoa] A. K. D. SrtNDS.
CONCIX'SAO.
1. c A anRaldada elaranienlo provadn. pois que ella dala dosde \K'V2,
equo a de Sands si* apparoceu om ISi. poca ua
goal osle droguista n.lopde obter a auencia do Or.
Bristol.
J. A superioridade da salsa parrilha de Bristol
he ineuu'eslavel: pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, ede ujna porclo deoutias pre-
parar'] -, olla tem mantillo asna repulai.oeni qua-
si toda a America.
As numerosas cvperiencia^ (oilas rom o uso da
salsa parrilha om todas as enfermidades oriuiuailas
l>ela impureza dosangaa. ao bni evito ubi ido nos-
la corle pelo Mira. Sr. Dr. Signad, presidente da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos Peisoto em suaclinica. e em sua
afamada casa da saoda na oa, polo uim. Sr.
Dr. Salnrnino dcOliveira, medico do evorcito. e
rnir varios outros mdicos, |rcriuillem boje de pro-
ctainar altamente as virtudes elhcazes da salsa par-
rilha da Bristol vende-se a .">?XKH) 0 vidro
O deposito desla salsa mudou-se para a holica
francesa da rua daC.ru/. em frente an chafari/.
mtmmmmm ^mmmmfm
H DEPOSITO DA KAIIIIIC.V TODOS B
^ OS SANTOS DA BAHA. K
'\ No escriptono deNovaesiCoirr. B
5|3 panhia,na rua doTi'apiche n.34i R
^ veudtxe panno de algoa8o, e l" Kj
ili-sia fabrica, muito superior, e fp
dj proprio para saceos ile assucar, e iffl
5a roupa deeteravt. fi^
^mmmmmm pmmusmmmx
mcasadeBrunn PraeKer&Com-
panhia, na rua la Cm/. 11.10, vende-te
o seeuinte :
PIANOS FORTES ; re ede moderna conttruccSo.
INSTRUMENTOS DE MSICA para m-
i-lii-siia i- bandas militares.
OBRAS .DE OURO de toda a (jualida-
ili-1- ilo mais apurado gotto.
VINHOSSt.Margot,St.Julien eckam-
pagnhe
LONAS dedifferentes qualidades
BRINS DA RUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, romo tejam,
cadeirat de dillreitet moldes, mesas i
sofa't, atsim comocOmmodas demogno i
cadeirat de balanco di-sipo, viudas di
Franca.
OI.KADOS icini lindas pinturas di- l'ii li-
tas, ele, para mesa de mi-io de sala e
llamas.
CHARUTOS da Havana erdadeiros.
MOLDURA DOURADA para guarni-
io de salas i- quadros.
a loja de encadernaijao' c de lln-ot da p
rua do Collesio n. 8, vendem-se ot ,, 1
aefu.Dtee Uvros:
Em franrri.
caloarlo dos termos de medici-
na, por Nvslen......
Manual d<> medicina liomopalliica
do Dr. Jahr, ricainenle enoader-
nado.........
Um portugus.
Diccionario abreviado dos termos
e medicina polo Dr. Mosco/o .
Manual completo do Dr. Jalir Ira-
duzldo polo Dr. Mosco/o, 1 vo-
lunies .
\ t-iiilc-s um grande sitio nncstriiiliiiloi
los, i|iia-,i tli-1'riiuleila ign-ji. oi|iml lem iniiitjs ar-
vores ile Inicias, Ierra de plaalajjtai, balsa pira
cipini, c casa di- vivemla. rom liushmle. riiinmn-
dos : i|iiem o pretender dirija-se ao mesmo -tilia a
i-ntetider-se rom o 8r. Antonio Manoel de Moraes
Mesquiln l'iinenlel, ou a rua do l>espu n. I.'t, no
esrriplorio do padre Antotiiu da Ciinlia e FiRuei-
redo.
Vende-se panno de linho superior rom II pal-
mos de lariiun, u i~.MH1 rs. ,i vara : na loja n. '.I ao
lado do SICO de Sanio Antonio.
TAINAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tamliem no DEPOSITO na
na do Brum lojro na entrada, e dcl'ron-
te do Arsenal de Maiinlia lia' sempre
um pande tortimento de tacbat tanto
de fabrica nacional eomo csti-angeir.i,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
raaat, e fundas ; e em ambos os logares
evistem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carro, livres de despeza. Os
preeos sao' os mais commodos.
Vende-se em casa de S. P. Joluis-
ioi< iV Companhia, na rua da Sensata No-
va n. \.
Vinlio do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vlttno Clierv, em barris de quarto.
Sellins para montara, de bomem e se-
nbora.
Vaquetas de lustre para coberla de ai rros.
Kelogios de otu'o patente inglez.
Aviso aos econmicos.
\ ende-se urna [lorian de bvlacha. era muilo bom
estado, a Mu! por arroba, .' libra a lito rs.: t
ni,i da* Cinco I'obIh, p>darian.f3.
Escravos a* venda.
Na rua do Vinario n. O, MRtadoandar, eii,i,.
para nder urna prela criolita, de 90 annus de ida-
de, bonita liuura, com urna cria mulalinha ei,la
muilo bom leile; urna mulillnha de 12 a 13 annoi
bem parecida; e ama prela da Coala, de 30 .mui.i
de idade, pouco ina ou menos: o. pretendenl
dirijam-H a mesma caa, que aliaro com quem
Iralar.
Vendem-se laceas com tarello, cliegado ulli-
mmenle da America pelo palacho americano Mi,
lleed, a 29000 rs. a sacra: na rua do Trapiche u. s.
c no carado Ramo. n. 16.
Vendem-M, por preQO commodo, chapeos de
palha do chile, ero poroto ; dilos de feltm, labrit-d-
dos mi Rio de Janeiro, lambem .cm porreo ; dife-
rentes miudeai, cliegadas de Kamburgo recente-
mente ; rosarios de roissani;a, tajilo braucos, roow
do mais cores ; liulia de roria, e conla. douradin;
no ewrlplorio de Novaes & Companhia, na rua do
Trapiche n. 34, primeiro audar.
Vende-se sal doAn de encllente quilidade.
a bordo da barrara Satalerfe, tandeada em Trente
do trapiche do altodflo, e a Iralar na rua da Cadeia
do Recite, loja de remteos n. 56.
FORSAI.K.
V'ecetables and Dowers Seeds ioSmall l'ackauei:
rua do Trapiche Store n. 31.
Deposito de tecidos da laonca
de todos oa Sntos, na Baha.
Vende-se em casa de Domingos Alves
Malheus, na rua da Cruz do Recite n. 52,
primeiro andar, algodao Irattsado daquella i
fabrica, muito proprio para saceos e rou-
pa dt escravos, assim como fio proprio para
redes de pescar e pavios para velas, por
nri-i-ii muito commodo. V
1--.-.. ^^-M^^p^aaf^affMC^^i %r'fe4rtf4Mc^faV^li,ltW
FAZEVDASBARATAS.
Na nova loja de 5 portas, na rua do Li-
vratuento n. 8, ao pe'do arma/.em (Ir
lotiea,
vendem-se cliilas escuras de cores litas com loque He
molo, o qual ai motilado que seja, a peca, Xhi.
e 110 rs. o covado, corles de cassa de cores de lic-
llos oslos, a I9H00, -KKfe 29*\), (lilas france-
7.a. rom barra, a 2H0 o covado, delicadissima ren-
da .n-.itnli- para vcslidos, cassas d. cores muilo
superiores ; AMuNiai em OMSW, -lo muilo I.........
mistos c cores Cuas, pecas de bretanha da puro li-
nho com varas, a 3&5O0e foUOO rs.. aallito.de
cambraia brancos e de edr com d, 3, 4e.i hallado*,
a ISOOO, 4Son e .VtuW) n., ciirles de cassa de con.
com 3 barras, e bonitos gostos, a 28HOO e :tetm i-.,
bonitas cassas ite cores rom ramaaem, a ItiOe IHD;
ach.'i-se a loja aherta das Ii hor.s'da manliaa as 8 da
uoite. e do-sc as amostras de qualquer fazenda
franramente. *
Vende-se panno azul proprio para Tarjas de
an.irda nacional, pelo barato prerp re OTi! por co-
vado : na loja da rua do Cres|io- ao lado do arco de
Sanio Antonio n. 3.
ESCRAVOS FGIDOS.
10*000
HWKKI
Rs. 100,000.
Em abril de 1li')2 desappareceu em Macei.por ofr
casiAo do nauTrasio do vapar A'. Sebatliao, ao capi-
lio tcnenle Antonio Xavier de-Noronha Trrenlo,
um mualo alio, robusto, cabello filio c creapo, cara
quasi redonda, Tallam-llie os dous denles da Trente
no queivi superior ; chama-se Inuocencio.e he lillio
do l'nr. tenista que se internou u. provincia em
companhia de um homem brauco, e que se da por
Torro; a quem o apprehender e levar a casa do
Sr. Sacavem em Macei, ou em l'ernamhuco ao Sr.
II miiii.i/ de Karia na rua do Trapiche, n. 40, segun-
do andar, receben 1009000 do alviearas.
Fugio no da "> do correnle o preln Paulo,
idade 45 a .50 anuos, barbado, com alguns ra-
helios braucos ua barba, Talla um tanto vagarosa,
corpo grosso, andar vagaroso, tevou camisa bran-
ca, chapn prelo, calca azul: quem o pepar leve-o
na Soledade a seu senhor Joo Ignacio Rodrigues
da Cosa, ou na rua da Santa Cruz n. 76, que sera
gratificado.
Y ligio no dia Ii do correnle pelas qualro ha-
ras da larde um mualo de nnme Jos, que 'repre-
senta ii mi .i e tantos anuos, cheio do eorpo, quem o
olive Tallar diz que he lezo pelo seu modo, fui dado
aqui ein ptUMBtalo a llernardino Maia da Silva
1 por Jos Nuiles de Castro, do Paje e desconfiare
I que elle para .nhi seguisse em companhia de \\m
niiiilio\, <]iie nesse inesnio dia sahio do.......1/.....
do sal,'esle mulato dizia ser casado o que la linlia
! deixado iniilher o filhos, por isso ha toda a probahi-
lidadc que elle vollassepara Paje ou H.iiv.i Verde,
levoii vestido,etica branca, camisa de madapolaoc
chapeo de palha, condnzindo lambem upi SBirflb.
Roga-se as autoridades e capiles do campo a ap-
prehensao do dilo mulato, Tazendo-o couduzir a rua
do Crespo n. 10, primeiro andar, que ser recom-
pensada a pessoa que olrouser^
Fugiram do engenho S. l-iancisco, Riheira de
Santo Anlonio Grande, lermo da villa do Passo, 1
marca de PortoCjIvo, provincia das Alsgoas, dous
ascravos, orioalot, um emagoslo de 1851, de nome
Anlonio, com os signaes seguinles :baiiu, grosso,
cor tullo, representa ler 20 a 30 annos de idade,
cabellos amulatados, bom tallante, olliriode cairei-
ro, tem lodos os denles, e os d dimite limados, lem
os ps grossose apalhclados, os dedos grossos e cur-
tos, e anda apressado : o outro Tugio no dia 28 de
outuhrodopresentcanno,de nonio Venancio, rom
os sigimes seguinles:baiio, e pur nico e verda-
dero signal lem um Inllio bem vizivel na circumlc-
rencin Ihe pnssou por cima : quem dellcs liver noticia, ou
apprelieiide-los.pdeenlregar na praca ao Sr. major
Manuel tioncalves da Silva, e no engenho cima di-
to, I seu senhor, o obaixo assignado quo ser gene-
rosamente recompensado.
Manuel Xavier Cameiro Albuquerquc.
Anda contina a eslar Tugido desdo o dia II
de junho prximo passado, Paulo, criouto, de 2ti
para .'10 annos, alto pouco mais do* regular, secro dn
corpo, olhos regulares, edr meia fula, denles abol-
lse separados uns dos outros c amarellos, rosto
comprido e descarnado, desbarbado, nenias linas.
andar ligeiro e muilo gil do corpo, vivo e espiri-
tuoso, tocador de viola, muito sucio e prosista, gosla
denudar engoininado e com lencos nos bolsos com
puntas de lora : roga-se aos senliores empre'gados de
I ni ni 1 e capiUles de campo o appreheiidam e Tarain
ronduzir ao seu senhor o major Joto Barboza da Sil-
va, morador no I rab da comarca do l.imoeiro, que
generosamente recompensara ao porlador.
Gratilicacao de 50,000 rs.
No dia 21 do rorrcnle mez, Tugio o prelo AnlOI.....
de naeao Benguel.i,acom idade de 2. a :10 anuos,
pouco mais ou menos, de estatura baila, neceo do
corpo, lem as cosas da milo direil. nm ostu um
pouco puiado Tura por ler quetirado um dedo, c
as candas tem signaes de ferid.s : quem o penar,
leve-o a casa 11. 15, il.Tronle da matriz do Cor|
Sanio, ou no primeiro sitio ciilrando para o Cajuei-
ro na Passaaem da Magdalena, que receberi de gu-
lilicacao 509000 rs.
Fugio no dia 14 do rorrei-.te o prelo Rax inun-
do de estatura regular, cor fula, cara larga, barlii
cerrada, ha ocasioes que a rapa, lio crioulo muiln
ladino, rendido de urna verilha, reprsenla ter :l
annos, levou calca de brim azul de lisura e camisa
de algodao; andava cnni ferro ao poscc*;o. e consla
que jii.otirou: roga-se as autoridades policial- c
capilao de campo a captura do mesmo, elea-
lo .1 rua Direila n. 7(1, que ser.l generosamente re-
compensado.
Anda continua a estar fgido o prelo que em
I de selembro prximo passado, Toi do Monlciin.
a um mandado no engenho Verlcnle.acornpanhaiiili-
ninas vaccas, de mando do Sr. Jos Brnanliin-
Pereira de Brito, quo oalugou para o nwsmo Oa, o
escravo he de nome Manoel. criouto, tumo, grosso,
e meiocorcunda. com a barriga grande, lom um si-
gnal grande de Teri-la 11,1 poma direila, edr prela,
nadegarempinadas paraTra.pouca barua.tem o lar-
ceo dedu Ja mou direila eueolhidu, e Talla-lhe u
quarlo, levou vestido calca azul de zuarle, camisa
de algodao liso americano brauco, porcm levou ou-
lra. roupasmais finas, bem como, um chapeo prelo
de seda novo, e usa sempre de" correia na cinla :
Suem opegarlcve-o na Cipunga, sitio de Honiao
ni,mili da S-lva Aleaulara, ou nesla praca, no
largo do Peloiiriiihu. arroa/emde assucar ns. 5 e 1
de Romlo & Companla, que scr.i recomi^usado.
Uesappareeeram na Tundiraod'Aurors, na uo'lf
de'10 de agosto, os prelos Miguel, Angola, idade i -
annos |h>uco inaisou menos, eslalura regular, sec-
co do corpo, roste marcado de hexigas; Manoel, Cou-
go, idade 30 annos, baixo, um lano eheio do corpo,
levou cal^a deriscado d'algodao, camisa dejnadapo-
io, bonete, chapeo de sol, ambos fallam deKauca-
(uCe alo teem barba. Supjioe- terem sido sedu-
zidos : roga-se a quem os apprehender ou delles li-
ver noticia de dirigir-se a mesma fundirilo que sera
qem recompensado. ,
p.r.i Trp. 4. M. r. le r.rt.. UU.
miitii Ano


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