Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02283


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Full Text
DIARIO DE
mw
-rrrzura.
PERN4IBM0.
purgo da jBscBPcio.
Subscrcv-M a 139000 por auno, e 49OOO por
-fn.il (-1 paRo adianlado, e 400 por quarlcl pago
vencido; 11a caa do tea proprietario, .1/. Figueira
de furia, napra^a da Independencia, os. 6 e 8, e no
Itni de J. casa do Sr. Joao Pereira Martius.
I!.lu n o Jlacei Joaquini Bernardo Mendonra.
Paraliza o Natal 00a Joaquim Ignacio Pereira.
Ararat)' Antonio de Lemos Braga.
Ceara' Victoriano Augusto Borge*.
MaranhaO ana Joaquim Marques Kodriguea.
Para' Justino Jos Hamos.
CAMBIOS DI 36 DI NOVKMBHO.
Sobre Londres 28
Pars, 313
, Lisboa, 95 por cento.
[.
28S--00 a 293000
..... 16J00O
..... 169000
..... 9000
..... 1JW30
..... 199:W
..... 19800
..... IOS
...... 9all
Ouro. Onras liespanliolas .
-M.....t.i- de 69400 velhas
" de (&I00 novas
c de 190(10 .
Palafes brasileiios. .
Pesos coluinnarios .
te mexicanos .
Accoes do Banco. .
Descont de Leltras .
Prata.
juoticias istuaioeibas.
Portugal . 15 de lu. Austria .
Hespanlia . 8 de Inglaterra
1 i.ii.m . . 7 de a Suissa .
Blgica. . . 3 de Suecia. .
Italia. . 3 de E. Unidos
Alcmaulia i de 1 Mxico.
Prussia . (> de California
Dinamarca 16 de Chili .
Turqua . 96 de Selb Buenos-A
RomAi . '29 do p Moulevide
8 de Oul.
22 de *
, 2 de
30 de Selb
24 de
8 de b
18 de Agos
87 de
2 de Nov
1 4 de
Para" . 31 de nlb
'1,ii,mli.pi 5 de Novb.
>ara'.. . 9 de
I'arahiba. 21 de
Alagoas . 19 de
NOTICIAS DO IXmO.
S. P. do Su! 11 de Oul.
S. Paulo 30 de u
Minas.... 2 de Nov
H de Janeiro 13 de
Baha .... 17 de
PARTIDAS SOS CORBEIOS.
oiiinl.i. todo* os das.
Virloria, nas quintas feras.
Caruar, Bonito c (iaranhuiis, nos diasl e15.
ViHa Bella, Boa-Vista, Ex e.Orirur>,a i3e'J8.
tJoiannaeParahiha, segundase sextas.
Natal, quintasfciras.
das da semana.
28 Seguuda. Jacob ila
Marca.
29 Terra. S. Saturnino
m.
:K> Quarta.S. Andr a-
(Kwtolo.
1 Quinta. S. Naliuin
profeta.
2 Si'\l,i. S. It.illniim x.
m.
:l Sabhado. S. Francis-
co Xavier.
i Dominco.S. Barbara
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio,
segundase quintas.
felaeao'
Ierras esa libados.
Fazenda
Ierras esexfasas lOboras.
Juizo de Orphans
segundase 5. as 11) horas.
Primeira rara do eivet
2. o (>. ao meio-dia.
Segunda tara do eivel.
quarlasesab.ao roeio-d.
Novcinbro 1 La nova as 6 horas, 18 minutos e
. 3lseguudos da nianh.
nutos e3."> segundos da tarde,
o l.'i l.ua clieia as 4 horas e 20minutse
39 segundos da tarde,
a i Quarto mingoaule as 8 horas I >
minutos e 39 segundos da larde,
rwnwm DE HOJK
Primeira t 2 horas c 6' minutos da Urde.
Secunda as, 2 horas e 30minutos da manha.
fe
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediento do da 2 de aovembro de 1853.
Oflicio Ao marechal cummandanle das armas,
enviando por copia o aviso de 3 do correle, no qual
u Eun. Sr. mioistw da guerra nao s declara que
se .idi,i n,t corle ern observarn, por orden, do go-
''i mi impcrial.il alteres do nono batalho de uilm-
taria Jos Marlins da Silveira, mas tamboril deter-
mina que se anuulle e tranque a ola de desertar
laucada nos ansen lamentos du referido a I Teres.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha, re-
metiendo o requerimentn de Antonio Innoccnrio
Cornea da Silva ox-dispemeiro do hrigue escuna
Uuararape*, pedindo se llie de conhceiiucnlu ein
forma de urna buudeira nacional c um barril le car-
ne salgad!, que enlregou por imitis naquellc ar-
senal, para que Smc. leudo ein vista as copias que
lamben remelle do aviso da reparlicflo da marinba
de 28 de selembro ultimo, e da informado da res-
pectiva contadoria eral llie mande passar dito co-
nliecimenlo, que serii euviado a secretaria da pre-
>ldencia, fim de ser (ransmillidn a predita reparli-
cfo, conforme se determina no c!h dem do dia 35.
Ollirio Ao marechal comniandanle das armas,
approvandnu ajuste que liv. o coronel rmmmmdau-
tr do halalhao nono de iufautaria cun Miguel Ale*
landriOO ara fornecimenlu
ifagUi que fr precisa ao mesmo balalliao.Com-
inuuicou-sc a Ibesouraria de fa/enda.
HiloAo iiicmo, para mandar por em lherdadc
i recrula Jas Kodrtaues da Cosa Jnior, vislo ler
.i|ireseu(adu iseucao legal.Cummuuicuu-seao jui/.
de direilo deS.-Aiilao.
hilo Ao iii-|tct'liii da Ihcsnuraria de fa/euda.
Solicilaudo o ministro residente de S. M.Callmlica,
que lamhein se acba arredilado na corle do Brasil,
im mesmo carcter por S. A. K. o lerentasimo Mi-
Lude duque de Parma, que os aceules consulares de
lleepanha sejam recui.hecidos romo competentes
pare exercer-tauaes funree* cm favor dos subditos
r.irmenses, S. M. o I. bouve por bejn auuiiira se-
uielliaute |>edido, secundo me fui declarado cm o
aviso circular por copia incluso, datado de 10 de
oiituhru ultimo. O que participo a V. S. para seu
coubedeaenfe, o a lim de que o fac.a constar ao ins-
pector di dlfaudeuae ao administrador damesailo
consulado desla provincia.iambnn secoiumuni-
ebefe de polica e ao rapilno .!< purl
Josi Nunes de Ulveira.
Antonio Cesano Moreir l)ias.
Carlos da Cosa Vcllozo.
Florencio Jos Barl>osa.
Joo Francisco de Oliveira.
Decio de Aquino Fouseca.
Francisco AlvesdeCarvalbo.
Manoel Jos de Amedo Sanios.
Jos Bemaido Veulura.
Jos de AzevcdoSouza Jnior.
I.uu ilo A/evedo Soma.
Paulino da Silva Miudello.
Joao Francisco do Nascimenlo Feilo/a.
Dito Ao visarlo da freguesa do Afogados, di-
ndo cm resposla 00 ollicio ein que Smc. solicita a
rentessa de um excmplar do regulameulo do sello,
que na secretario da presideucia noexislem mais
desses t-xemplares, e que quem leen obrigaco de
esecularas lekdejveeoapn*loe.
PortaraAo director do arsenal de guerra, para
mandar escolber das Africanas all etislenles, duas
que sejam mais mansas c acosluinadas ao ser viro
domestico, a fim de que, depois de preenchidas as
formalidades doeslvlo, sejam entregues ao padre
Florencio Xavier Das de Alhuquerque ein substi-
liiirao das que por perlera de 11 do currenle M de-
lerminou, que se fossem oceupar no recolliimenlo
do SS. Gorafaode Jess da villa de Isuarass, eque
devem ser agora recolliidas ao dito arsenal.
INTERIOR.
REFORMA DAS ALFANDEGAS.
\\ll.
Kmrelacaoa queslav de preferencia da industria
fabril agrcola, e cm conlinuaeoda parle que hon-
lem trasladamos,Irauscroeinosus seguiutes trecbos
doielalorio da commissao:
Oegoismo puruparece poruinverdsdciro fun-
damento de um (d syslema. Veneza dava dislinc-
coes e recompensas aoeajilSM emanufaclureiros es-
Irnugciios que se estabideciam cm sen territorio, e
eesUgava es familias dos artistas e manufactureiros
que se etpalriavam, e iam ser prove I osos rom o seu
sabor a puyos eslranlios, alim U- oltrisa-los a vollar
aoseusem; enueasode contumacia os inandava
malar por meio de Bees agentes napropria Ierra es-
IraDsetta (1).
Portugal, entre ontras medidas, prohibi asabi-
da dos otliciae* que eiileudiam do fabrico do sal, e
rado sen territorio a !'
< Irophes ao commercio com a Franca, he crearem
w seu suio neressidades e inleresses que moralmente
a combaleriam, e al desarmariam quaesquer pro-
o jeclos de guerra que se us quizesse declarar, e
que pelo menos os tornariam ini|)opulares. j>
No estado arlual em queparam as retardes rom
uierci.i.-- de quasi lodos os POYOS, c em um paiz Iflo
extenso como o nosso, um hloqueio nao pode jamis
ser leilo de um modo regular, e por maioresque se-
jam as lorcas martimas,e a sua precaucao e vigi-
lancia, ser mais uu menos Iludido, anda mesmo
no que tocan* mercadorias, que, conforme u direi-
reito das gentes positivo, consliluein o verdadeiru
contrabando de guerra,
No lempo da peleja de cigaules entre o impe-
rio francs o a t.raa-Brelanba, na forte desse vaslo
svslcma de hloqueio conlinenlal, as libas Brilaeicas
rerebiam provisOes de grande monta, e o proprio
Bonaparte, naoolwlanlea crrumstancia da rnn co-
llieila que entilo se deucm Franca, e a alca dos pre-
ros dos cereac*. permittio para ewi porlos n evpor-
lano, e conceden liecncas para esse lim ; e eoinooh-
serva Ricardo' I, esles s.rresslts nilu Silo ordinarios,
e nem sursem to um momento para onlro, e de mo-
do que avilen rirecaacOes; c nesles termos seria ea-
lisedo e prudente fazer leis que (endam a prevenir
males que lalvej nunca nos ifflljam, e rom grandes
sacrilicios ronjeclurar essas hvpolbeses '.* Pelo que
loca a coiihisiiveis, nenliiim perigo podemos os Bra-
sileiros correr ; o por cerlo, como dizia Hossi. seria
ridiculo o temor, no caso de guerra, da falla da ca-
nda, dos chales, das musselinas e da seda. Se a sua
ueces-tidade se manifestar, o proprio inimigo a tro-
co ilc nosso ouro se apresuro em Iraze-lo* a DOSSOS
porlos. Pm nutro lado, qualquer que seja o elleito
de um syslema o mais proficuo, e eminentemente
protector, mulos de nossosdislriclm o provincias ti-
cariam desabrigados, e larde ou nunca poderito con-
seguir essa independencia que se aspira. Em todas
as parles do imperto ojo be possivel que se aclima-
lem todas a* fabricas, de cujos productos temos ca-
rencia ; o os manejos da guerra cerlo privarlo urnas
do suprimenloe sooeorro das ouiras. E como essa
imaginaria independencia, se uecessidade lemo dar saluda nos nosso* producios, quer lavradores se-
jamus. quer grandes nianularlureirus, como aspira
modelos e nocoes IItericas epralicas do oulros pai-
zes para o seu melhoramenlo, dao premios eenno-
brecem os que se avanlajam em /elo pelo adianla-
meulo dessas industria* enfraquecida*. Por oulro
Iheor procedemos smenle comoreceio do seuenlra-
queciineulo, abandonamos a lavoura, canegamo-la
emn grande peso de trbulos c onus, o com o seu
sacrificio e sobre os seus destrozos pretendemos le-
vantar o edificio da industria fabril em grande pe !
Para melbor aquilalarem-se essas razesde pre-
ferencia, convem examinar se nossas iuclinacoes e
tendencias couvergein sobre a industria maiiufaclu-
reira. I'ovos baque mais se accommodam o pri
mam cm cerlos ramos de industria do que em ou
Iros.
< A* lendencias cm Franca parecer i segundo o
Sr. \ deTraey) propenderem mais para a indus-
tria fabril do que para a agricola, e i ambicio de
grandes lucros acba mais vasto campo na primeira,
nao obstante as suas vcissitudcs e perigos.
K Os que leguen Montesquieu, pela nossa prni-
cAo geogrnpbica e peb> nosso clima, lero comu im-
possivel que medre entre nos a industria manufac-
ture ira.
ser ora ventilada, a vista de urna longa equa*frliur-
na experiencia que se ha colindo, e o quadro que
aprsenla o nosso palf, au obstante as puderusas
causas que (em demorado seu progresso as scien-
cias as arles, O sabio prelado Azeredo Coutiubo
(tij, e depois delle o nosso primeiro economista, o vis-
condo de Cavr 7, de um modo claro demonstra-
ran que esta persuas;lo era-um erro grosseu1', eon>
Ira o ejual se wvanlavam os mus rudes eoaheci-
menlosda nossa patria.
c F>sa piecuira de que se nos acoiina.be p.irlilba
de lodos os povos lio* seus primeiro* lempos, un nos
seus primeirns ei isa ios de vida. Qiiaudo as naces
shl.idessc limitam a |hhico, a Ierra suppre de sobra
nossas precisVies, e con poitCO Iraballm iiiutto for-
ncre; quando quasi auolender da infio pwle-se co-
llier tudooqnenecessilamos, essa presuicu inhe-
rente I essl posir.n de abundancia, fadura e feli-
cidade, surco e en,ladilu-nos, e eslendidos sobre o
leilo encarnamo-uos i\n mai* profundo soinno, c nao
Curamos, nem nos fatigamos rom a descoberla das
forca do nossas inslilui^es e descuido ou deleixo
de uns e ignorancia de muilofi, c daquelles a quem
cabecortar-lheo veo.
O nico pensainenlo do bomem que absorve to-
das as suas fcculdades, quo lodos os iuslanles, dia e
noileo oceupa, be o do seu porvir. Aacquisiro
da propriedade, sohqualquer forma (romo bem diz
o Sr. M. Cbevalier;, para o obreiru he o que para o
gigante da tabula era o contrato da Ierra, commu-
nica-lhe urna forca extraordinaria. Desde u mo-
mento em que sua posse e dominio se realisa, o
obrelrn alie o que he previdencia ; o futuro tem a
seus ulbos urna siguiflcat;ao, a vida um lim. Es-
ta mu I.un; i material opera felizes eventos sob a sua
existencia ; o eoracjlooa ahnacx|termenlam urna
nova villa, e como que fiiuccionam de um modo
mais digno da hunianidade.
Na lavoura este grande succe^o se reali*a com
faritidade ; para as poptilac/tes urbanas be islo dif-
licil c mollas veze* impos>iveI. Daqui graves con-
secuencias. A inveja corroe as anlranhasdesses
individuos quecompoem esees popolafioeSi bae do
seio de sua ilmaesseesenllmentosde mutaeoffei^ao,
essa caridade cbrMbla qundeve libamos ueste mun-
do, c em seu lugar u asee ni e brolam as paltes ai
mais rancorusas, o ile^onleulamento, o cuuie. es-
se odio ;i propriedade, as riquezas e as grandezas
que especialmente no presente scrulo se lia levan-
lado por luda a Europa.
'i Quer-se a forca cutre nos a industria manufar-
(ureira. I'ois lu ni.
Os prior paos produelo
le
ral. p
semelliar i
car, o cafe
extenso ce
bjectMd,
menos, e p
za, ernpieg
lucios mam
consideran!-:
iisumo. que cada i
luxo, de que se p ila fertllldedee re
ius pi
e\c.
mus ser 7 Ambicionaremos a crearoem grande de j proprias riquezas, que concentra o terreno que pi-
tadas a* fabricas, cujus productos aclualmeulecuiisu- sainos, ou que a nteos ps se deslisam, e vAo agua
mimos? Na bvpotbese da afiirmativa. anda compr 'abaixo pelo proprio regalo em que a uiiudo lacia-
iulermuar : (cremus de nossa lavra tudas a* mate- I "ios ai sede.
ras prunas de que precisamos como mauufaclurei-1 Esta ociosidnde ioberenle a infancia dos p(
ou a* poderemos no futuro obler de eullieila jamis pudeassiRSltarsualincaparidad
mandou que os que eslsvat......u c.
I>iln-Au mesmo, inteiraudo-o de baver concedido I *"*> M WCOlliewem e deelruio Indas as fabricas l,ruPri <-> 1,lp ,ll. 8 por rnuiln lempo des- quer ramo la mdusiria. I Agoessau
das .le llosnc sen vencimenlosaojolz munici- do Brasil. [pendido o maior cuidado, talvex nesquoliiroente e nartaida 1703, aeotroava a popula
I do termo d Bonito, bacl.arel Dellim. Aoguslol A Inglaterra prohibi a sabida da* machinas e ,r,,m dilliciildadc algnmas possamus alcancar. h co
xalcaulide Albuquorque, a coutardo dia 2 de |,im animaes proprio* para o melhoramenlo de ra- I >^< ?* malcras primas necessar
detembro prnslne futuro. Fizeram-sc as oulras
i-uiummiiracoe.
MiluAo mesiun. remetiendo por copia o ollicio,
en
|Ue o inspecler do arsenal de marinba declara o MU territorio eslaheleccr-se, 0 Inniou oulras med
ll.lS -
preco porque foram comprado*em 21 deste iiicz va-
nos objeclos, que eram preci>os para furnecimeiilo
du mesmo arsenal.
hiloAo mesmOi inteirando-o de baver concedi-
do um mez de liieiirn cum u respectivo ordenado ao
promotor publico da comarca do l.iinoeiro, barha-
I AltoiiMi Teres de Alhuquerque Maranhfio, mar-
.cindo-lhe o prazode '' dia> para entrar no gnzuda
mesma.Fizeram-sc as oulras commuuicaces.
Hilo Ao mesmo, rccoiumemtando despedidlo
de suas ordens, para que naquella Ihesiiuraria se
passem com urgencia mi so as les de oflicio que llie Iranscreveu i seguinte <|uioi(oii o marechal commaiutanle las armas, em l,.ei,al ''esse paiz, relativa
melhanle
f l'or igual Iheor proceden a Franca, e a seures-
pelo leslemnnlia Uuarte Rlboiro de' Alacedo que
contratando elle mu Francez f.ibricanlo de chapeos
para ira Lisboa, o respectivo cnsul liroa-lhe esse
projeclu de cabecs, i>romellemlo-llic urna pensfto e
o perdilodeum crime que liuhaenroberloein Fran-
ca, comu ja em oulro parle a eommiss.lo bouve de
referir.
n OSr. A.Coslaz no vol. 3.* de sua importante
obra, obrea historia da adrninislraedu da Franca,
>sii;au do auligu cdigo
m.iiiufacluras, eummer-
nlliciode ideouluhro ultimo, mas lamhein asdOicl
secundo lente Jos Itebello Padilha e alfere* An-
tonio de Alhuquerque Maranhao.Parlici|nni-$e ao \ fl
referido marerhal. "
Dito Aojuiz de direilo do Pao d'Albo, dizendo1
que pode prorogar por mais HO das a correiejo que
Smc. abri naquella comarca, vislo assim o exigir
alhierip.i de Irabalbos.
OlioAo direclor do arsenal de guerra, para fa-
zer embarcar no primeiro vapor que pastar pal a o
sul. alim de serem transportados para o porto de
Alaceio.os caixes de firdameulo dnoilavo balalhlo
ile infaularia, que exislem depositados naquellc ar-
senal. Olliciou-se ao agente das barcas de vapor
para mandar dar transporte aus mencionados cai-
soeft
irle;
Artigo il". O queCOn o lim de faaer mal
duslria franceza passar para paiz eslrailgelro
redores, mestrs, conlrameslre* e obreiros de
fabrica, ser castigado rom (i metes a 2 ann
pristo, e com a mulla de "tl a :100 frano
,im-
, 11111,1
sde
Mas
recompensava
DitoAo eiigcnheiro encarregado ilas obras mili-
tares, approvando u ajuste que Smc. fez com Jos
Leopoldo da Silva, para medanle a paga de KM**
rs, collocar urna nova porta no calabouco i\o forte do
I'.id-Amarellu, ladrilhar o mesmo calabouco, calar
e relelbar os quarleis do mencionado lorie.Fizc-
rain-se as necessarias connnunicaccs.
Hilo Ao presidente da commissfto de hvgiene
publica, dizendo que, para poder deliberar acerca
da requisrAo, que Smc. fez, de urna coniiniss Ires mdicos para inspeccionar aquella leparlicao,
faz-se misler que Smc. declare quaes os ponlos sobre! mere
i|uedeve versar semelhanle inspeceao.
DiloAo director das obras publicas, dizendo li-
ear inleirado de baver Smc. mandado fazer os re-
paros de que precisava a ponte do Cacbauga. os
quaes poderao importar ein .VWMJU rs.. e declarando
queapprova essa despeza.Communicou-se a Ibe-
souraria provincial.
Dilo Ao commandanle superior da* guarda ni-
rional desle municipio, recommendaiidoa e\pedi de suas ordens uusenlidude serem dispensados do
servido aclivo da mesma guarda nacional, ns guar-
das do balalhao n. : de iufautaria mencionados na
relicto que remelle por rupia, vislo que se aclinin
cumprehendidos na dsposiraodo Ij ." arl. 12 da lei
n. t"02 de l!l de selembro de 1K.V), |ior eslarem oceu-
pando os lugares de inspector de qunrleirju na fre-
gueza da Boa-Visla.-Com m un icn-se ao desein-
argador hefe'de polica.
Helacto a m m rfltn o affieh nrsra.
Miguel Ribeiru do Amoral.
Joto riburrio da Silva (iuimares.
Mauoel Anlouio Sirnoes do Ani.ir.il Jnior.
Joao Pacheco de Queimga Jnior.
IguaciuJos de Assnmpcao.
\nloniode Barros Felcfio.
Andalo Flori|ies llapoto.
IVdro Joaquim de Finia.

FOLI1ETIHI.
BRANCA D'OABE. (')
( TOR Hppolyte Cu.tille. )
' I SSJllSl i
I
( Continuaran.
Saint-Auge appro\imnu-se He madama de Beau-
villiers, desfarcando sua insolencia com a mascara
de um profundo respeitu, e sen saber como igrade-
cer-lhe u grande favor... elle acba elogios para quan-
lov, 8 para quunlo ouve.
tjue nohre taiuilia que bella familia !
Piteado sajo, tanca um olhar para Meuriquelac
Carlota.
(Juanlo seria doce v yer aqu.....ser amigo,
amigo intimo da casa! e ollando para as duas ir-
moas, d;i nm suspiro.
tjuam i 'iin'.i. saudade* (eria dos prazeres rui-
dosos da vida solitaria quem (vesse a feliridade de
ser unido... pelos tacos mais fortes... a uina familia
dislincla.f.
E vendu asollicilude malerua excilar-se a estas
palivras, c os olhos de madama de Beauvlliers aui-
marem-sa por essa esperanza de casamento, ello se
esquiva, e evita sagazmente a contiiuac,o do da-
lago, borboleleando adireila eaesquerda, e insi-
nuaudo-se por trs das duas irniaas.
A' Menriquela diz baixo :
Seujvesiido he mu bonito, cvuss tem lim ta-
Ibe divino!
A' Carlota mais baixnbo inda :
VosjM' he a mais formosa das umlhercs; seus
_ olhos vao tirar-me o somuo!
Entretanto a siueta d o signa! do jaular, seu som
parecen o dobre dos tinados a Mr. e madama de
) Vide Otario n.SK. #
encarceravae puna os seus artistas que em i{iit* fabricas essa independeneia ?
nitros paize* iam exercer ou ominar suas arles a' *' H* rnaclunas ? Cerlu lira-las-hemus por muilo
ollicios ; reeoni|iensava os cslrangeiros que Iam em lnpo do eslrangelm. A Franca, mo obstante o
seu progresso misarles, por muilo lempo e anda
boje recebe suppriiiienlo desle msler de mos es-
Ir anaei ras.
a E dos capilaes, de hracn-, de educac.m profeS-
sinnal (pie ofio lemot, quem supprir i o Brasil ? Cor-
lo asnai;oes mais adianladas na industria. E como
pola obter-ee esea elmejeda uidependencia indus-
trial ?
u Komper a* reladtei naluraei qoeonem es pal-
tes ans aos oolros diz um eeerlptor), (5) per meio
de reslriccnes docnmmcrrio e de repulsa dos pro-
ducios alheios. he collucar-se iiAn em um estado de
independencia, mas de suhdo, he evitar ocuntaclo
doshnmenseo benelirio da civilisarao. E*ta si-
lu.irao. creada pelo temor ou previsto de guerra,
impurla um verdadeiru comeco de hostilidades.
As tarifa* franceses, repellndo os producios da
llollanda. proiluziram a inimisade desla pulencia
e guerras funestas e prejuiliciaes. A relaliacAo be
um corullariu natu al e necessario i\e taes medidas.
As-ini que sem podermo-nos prover no aoasO
proprio lernlorio do* iuslrumeutos. machinas, e de
ludas as materia* primas indis|>ensavpis ao alimento
e progresso das fabricas, na impussihilidadc de mon-
tar eslabeh'cimeulos proprio* para esse supprimen-
lo, sendo de misler dar sabida aos producto* de no-
vas inanuf.icliua-, que em grande pi> colliH'adas, co-
mo as dos utios povos, requerem e procuran! o
mercado exterior, como ilcaacar essa almejada e
chimenea Independencia 1
E, dado entre nos o desenvolvimeuto da iodos*
ra mamildctureira, como he de misler, comoaguar-
larmo-no* e defendermo-nosda competencia e con-
'iirrencia dos producios similares, cujo mal nos as-
loherba, como lavrailores, exsliudo no mundo na-
;es mais ulianladas mi indiislria fabril, cum de-
ii i-i de pupulaco obreira c de capilaes, cum sa-
11 arios diminutos, educarn apropriada, e uulras
Igoaee untageasf
h He una va presumpcao o suppormo-nos mais
atiladns do que os oulros povos! (.lucremos a in-
dependencia industrial. A seren assfsadej as ra-
zos desla resohicao, be misler convir que estas de-
vem acudir. 10 menos u nosso exemplo. aos dentis
Estados, e ueste caso, dada a independencia indus-
trial de cada um. ondeo coininercio exlerior"' On-
de sij.is vanlagens o (rucios t Como realisar-se o e<-
eainibo do nosso superfino'.'! E queremos repellir
por meio de direiios protectores as manufacturascs-
tranyciras, mis. que lemos uecessidade de abrir no-
ves mercados as nossas *
b Kenhoma industria, como se he notado, ass
maispujcila o exposla a este inconveueule uu sup-
posto mal da concurreucis, aos conlratempus e
deslraicflo que ella acarrla, \\tit foram apoula-
dos diUcrriiies exemplns (pie provira este iiserto, B
a commissao porlaoto nao se demorara em exhibir
oulras pravas.
" A'siiuquepur uenhiim modo se pude estilada-'
mente dar enlre ne preferencia a induslria inanu-
faclureira sobre a agricola, e por certo sera loucura
coit o sacrificio, abandono e desprezo desla lavan-
lar aquella.
< Nos oulros pai/es os governos sucrorrem as in-
duciras que desfallecen!, animam os Industriosos,
iranspianiam nsiiiuees, crean escutas, procuran
i prnpra Franca animara, allrabiu
e eniiobrecia osarlisl.is eslraugeros
a Assim que, como nbservuu o Sr. I.heberlhe .'1,
por una eshauha conlradccao, os governos mais a-
rerrados ao lystonu prohibitivo ou proleelor, asp-
rame procuran para os productos de seu paiziulci-
ra llberdada de commercio. I'rodutir sem comprar
como diz Itossi equivale acejao de produzirsem
vender.
I Os receins de guerra, haseam-sp na crenca que
a paz nao he o oslado normal dos povos. que pelo
benfico influyo da civilsaefloos lacas de suciabili-
dade como aos humen* nao uuiram ns diuerenles
paltas. Na poca ern que vivemos a experiencia u
contraro mostr ; us inleresses que o comsetelo le-
vanta enlre diversas regioesos alliam de um modo,
que as tristes conjecluras dos grandes alalos ecou-
leadas, interven, uns em favor deouiros.xoccofTem-
seniuliutmnu, e *e defendem.
A junta do commercio de Mulbuuse [Franca),
cm IKI'I, na respoaie que den au ministro du cum-
que a consullot sobre a* modilicacoes que
eram de misler nas leisdasalfandegas.deuoseguiu-
le voto, digno de memnrar-se :
ii A junta permanece na opiniao quo manife-loii
<( pur varias veze*. e especialmeule na represonta-
s ^ que em IKII dirigi ao Ihroiin.e firmeesluu
vol que fez de vero nosso ivstema pr'diihilivo
i subsliliiidopnr larifas que faeam cessar a pusicao
i Im-lil em que no*acbamos collocados em facede
B paize* vizinboscaniivo*. Se por um lado e-le iys-
i' lema he desfavoravrl a industria franceza,pelola-
K do poltico parece fatal. Habituar os pataca limi-
qual-
IUI Mer-
iceza de
e boje so-
ba ser al-
I lllanqui II. de Ecnnomia poltica Iraz o se-
gunde Iheor do arl. 96dos estatutos da [nquieicle
do F.slailn ; assim dispimha :Se algum obreiru uu
artista passar-sc au eslrangeiro em delrmenlu da
Itepuhlica, sera intimado para que volle. No casu
de desobediencia, serio recolhida n prisaoas pee-
soa* que em parentesco llie forem mais counexas,
iflm de obriga-ios ao cumprtraanto da Inllmacjio,
Seobedecvrem,opessadosera rsquecido ese ibes
dar emprego. Se forem cunluinazes seencairegara
um agenta de os malar, e depois do seu fallecimenlo
'cus prente* srraosnlto*.
i-I Decreto da :i de fevereiro de 1095.
(3) Da liberdado commercial, oda reforma das
leis das alfandega*.
uvilliers. O* dou.espOSOi com a fronto sombra
a encararan com deslenlo.
Voas vio o principe'.' pergunlou a mullier.
Ah nao, responden o marido. Nem mesmo
Mr. do Berneville velo; elle falla sua promessa,
e despreza nossa casa.
Talve sua volla leulia sido retardada por al-
gum incidente imprevista.
I ii esperava deslumhra-locom esta fesla rui-
nosa. I mi.i boa .illi.un;.i salvara eslacasa,que pen-
de para um abismo... O principe do Puuthis he mu
dos mais ricos (dalgo* de Franca...
Veja comu llcnrqueta Carila sao bellas!
Menos bellas que sua priesa... Pensava que
vossiMiuha prohibido Branca do sabir do quarlo.
Poda eu fazer issu aus olhos de madaniesella
de Itochelaille e de sua mai'.'
Osembleatedeesimooa me persegue... como
um espectro!
Elles se encararam um inumeiiloem silencio com
dolorosa amargura.
A mullier lie mais forle no mal do que o liurnem.
Madama de Beauvillicrs fez um esforco.supremo,
e (enlou sorrir.
Coragem dsse ella, veja, eslou rindo. Curu-
pre saber dissimular.
Sinlo-me acabruuhado de una lassidau es-
I ranha!
O orgulhu o sustente! O pensameulo de suas
hlln- Un' d urna lorca implacavel.
Implacavel! voss ilissc o termo proprio ; as
mis tem una ternura implacavel. Oh se,eu visse
ambas Heiiriquela e Otrluta casadas cum Immeiis
ricos, creo que aceitara sem murmurar a pobreza
que nos aguanta. Preferira essa queda ao pesu des-
le segredo que me faz da vida um inferno, pon re-
ceta a (oda a hora que um acontecirneulu imprevis-
ta o revele.
Vaos lerrures! Como beque Branca, criada
desde o bercu na crenc,a de que he pobre, e que tai
Bsale sobre a influencie do proco do triso.
Bestial.
I de IVn.!. BCOimeva a (Hipulacu fl.
nina inquieta e ambiciosa ocinstdade, c
mente aqualidade contraria poder-Ib
Inhuida.
i Nao obsten te estes verdades, a fautor do Zollse-
rein. o celebre l.sl. linha que em geral nos paize*
barbaras, aa poum adlanlaaee mi ca reir da civlli-
sacilo. e us |mzcs quenles. sera daussistmenlo a
creado de manufacturas mediante 0 svslema pro-
teclur.
A verdadeira c natural tendencia do noSM pe-
pulacao he a industria agrcola, e esta leudeuca
liarmonsa-se com a sua uecessidade, allanta a gran-
de pnreau de suas (erras incultas e despnvuadas.
Nossa educacao nao he azada a esses grandes esta-
helecimenlos fabrts; e Sullv, nos conselhns de llen-
rique IV, advogava a causa ila lavuura contra esse
desojo de vastas manufacturas com sacrificio da la-
voura. Joveltanos{8, na llespaiiha. a defenda
contra essa preferencia que a arahninhava; Ca-
Ihoun. nos Estados-I nidos, ameacava a ruptura do
paci federal em uppusc,aoa essa preferencia : nao
he iniiilu, pois, que a commissao revoleo* incunve-
nieules desse svslema no nosso paiz, que fui, he, e
ser por longo lempo esscncrilmeute agrcola, e cu-
jos recurso* quasi se limitam aos que Ihe furnece o
seu snlo fecundo e rico.
De lodasas circuinslaucias queconlribuem pa-
ra dar a um povo dizia Carlos Cmnle) carcter e
phvsjnnomia, genio, habita, coslumes e leis, a que
mais preponderancia tem be por sem dtivida a nu-
neira ile viver e de prover suas necessidadei.
i' A lavoura nperfeicoada nospaizes tropicaesda
a seus campos urna brilliAiile perspectiva,oirerece aos
olhos du viajanle oma* bello eri*nnhn quadro. De-
lata i abundancia em que vvem as populace* ru-
rae-, essa musculosa vegclac,ao que cobre seu* mn li-
les e valles, e essa paz inlerior de que gnzam. A
simplindade de seu lalo e costumes. essa propria
ignorancia que se Ibes lauca cm rosto, calam no in
limo dt alma a ronvjcrlndeso lelicda.le. e OCora-
i'hi como que se dilata quando a contemple.
o Al /inpulare.i urbana* uosa foo//fset, n3o
offerecem ene '/uaro que enhia rarrebata, as ve-
ze o que os olhos descobren sobra nojo, cause dar,
que upprime u cerra o coracao.
o lie ordinaria obeeiva-eeneicei srendes cenlroa
dapopulacu, OU nas ci.lades populosas cunforme
aspalavras de AgUessean)) urna febril inquietacao
em toda* as prollssdes, ana agilac.v sem limites,
inmiga do repouso e incapaz de Irabalho, um en-
joeuesconleotamento cm cada individuo de seu
estado e condicao, ludas as proflssOes confundidas,
as dignidades avlladas, grande parle do homens
fur.i'ileseus lugares, despretendo seu oslado c olor-
nanda desprezivel ; lodos oceupado* de seu porvir,
metlitlos ein vastos projeclu*.....o nico pensameu-
lo que nao os abala, que nao Ibes pasta pela mente,
lie o de viverem Mlntfeltoie conlanlee com oque
l>
suem.
u A mocidade, trdendo no desojo de vais glo-
rias, envolvida nassea grandes menojoidi pulica,
cheia de orgulho, de um merilo infundado e de nina
hisirurcao fraca e passagefra, mil vetes mate fatal ,i
lociedade que a propria ignorancia,todo quereudu
que o Bstailo ns nutra l sustente, que o* secunde e
ravorac em seus projectos, iodos quereudu viver e
cus.i dos cairel pblicos, a que julgam (el direilu.
E osle maleada vez mais r,i cngrossandupela
(i Ensota
legal.
7 Esludu:
Cap. lo.
H Del Informe sobre la lei
KOUOmico sobren commei
In Bein-Cuimnum. -V. :t,
riuita Por
;i induslria rn-
u o uso. se podan as-
ilactureirns. O asstt-
e, nao obstante o seu
lia mais se avantaja,
le prescindir mal* ou
AidlO de nosso lerrilo-
rio ii.ni se piidera pur miiitu lempo lixar limite a
nossa lavuura. O eu desfallerimentu poder por
oulro lado surgir, mas nunca pela escacez de pro-
ilnceao, applicadus, como na induslria uiauufaclu-
rera. capilaes e bracos siillcienles, e inuchinas
perfeicoadas, a una direccan e inaueo esclare-
c.In.
Dada essa quasi homugeiieidado de emprego e
Beodosnossos producios runa com n* (abrs, e es-
sa capicldade de prodcelo em um i.m> alto ponlo,
dado esse intenso dse jo ile inanufacluras, porque,
se'iielhaiica da Ingalaierrajiaoreconhecei-cipie ,t
Ierra be pura e sniplesinenle um inslruinenlo de
Irabalho, do mesmo modo que essa* fabricas e esses
eslabelerimcutos de fiar e Lecer*
" Appliquem-se-lhc capilaes. machinase bracos
intelligciites a aprnpriados, q essa maiiulaclura du
solo se engrandecer o lera* mu grande porvir.
o A lavoura diz o Sr. M. Chevalier, cunsderada
pelo numero de Individuos que oecUDB, pelo va-
>< lordos prnduclos que crea, pela feliz iollueucii
ii quueverce sobre a saintc daalm ie dncur|>u.hepor
i semduvida a primeira ilas arles, (.loando a honra
v nacional bu vilipendiada, en paiz se acba em ev-
k Iremos rta guerra, furnece a lavuura a patria us
i mais rohuslosdefeiisores. modestos Cucinatos.que
a aa apranem avallar som obscuros cabanas lo-
i< go qoe u paiz lica salvo, o
n Enlre un* a lavoura foi.e sera por longo lempo
o objecio denosta pansmanio e de nosso* cuidados,
a fume de nosso poder ede nossa riqueza, a primei-
ra de nossas arles, a alma e vida das nos-a- fraUMC-
eese de nosso cumini'icio.
Se ella acahruuhadi com o peso de lauto- tribu-
to* e onus. hitando cum us obstculos que a igno-
rancia, a rolinaei incuria de nossas adininistra-
c dos males que sullre. urna feliz e discreta direccan,
e una verdadeira pinlcrean ita parle do govern, a
elevara ao maior auge da lelicidade !
d O une o merque* de Travanel dizia de sua pa-
tria a Franca; podmosos Brasileas, imitando ao
mesmo paaH) e-se distinclo prelado Azorado Couli-
nho t9 applicar ao nosso paiz. O Brasil, dolado
de mu bello con, com o seu variado clima, em ninas
partesqueule, mas doce a ameno, em oulrai sobra-
modo temperado ; com sen rico e extenso territorio,
que satisfaz as uecessidades de dill'erenle* culturas,
CObartO lodo o auno de um alegre verde, em una
primavera quasi continua, coiiadode tantos e gran-
des rio* candaos c navegaveis.que o regam.ua posse
de um sem numero de producto* dos (res reinos da
naturetl, llffO abundante do que he mistar a vida,
na pos ir,lo avanlajada em Ojueocollocou I nalureza
na parle mais oriental da America, quasi noiMiodo
mundo Civllisedo, Cercado pela Europa, America do
Noria, e difiranla oslados da America Meridfoml
e colonias das ludas ocdcnlaes.no caninho pera o*
porlos do Mar Pacifico, Oceania, Australia, ludias
Or-eulac* e China, cora BOUS mires 0 costas que dao
commodl e fael navcgaco, com porlos e surgidou-
ros excellenlcs e numerosos, francos e aberlns em
lula- as estaroes,leudo a lesll de sua .'idministraco
liomeus ulelligeules e probo-, lia 'de ou deve ser a
nacSo a mais agrenla, a nais rica.
reliz do mundo, a
Entre nudas cousas em favor
commissao Iras odito dnSr. Thi
franceza : n Se WasIlinglUII, etse
vollassa a vida, lelvet acniselhai
bradasse au- eeui concidadaos d<
servai-voslavradorese mariliim^ :
leni mor solidez e durarlo ; sudes |
VOesa riqueza niuilu -e a\anlajara.
Grande resoscllasse, pode ser que
bre a surte Ao sen paiz. livetM 00
ver um povo compeslo de grand
obstculos para omaor desenvolvimenlo, augrnen-
(o e prosperidade deuossa lavoun silo :
I. A faclidado que se dii, se vai dando, c no
futuro augmentara, du relalhamento do nosso solo.
'2. Falta de inslrucrao professioual.
3. Falla de capilaes, e os obstculos que encen-
tra a creadlo e-desenvolviraeolo do crdito rural.
i. Falla de bracos.
. I-alta de iuslrumeutos aperfeicoados e de ma-
chinas, o do alto pre<;o leales iuslrumeulos o iim-
chinas. e dos comestveis.
(i. Craudc peso de mposlos.
7. Falla de vas de communicaCio, edilficulda-
do de Iransporlcs.
K. A impi'i Icico du amanho e fabrico dos nos-
sos gneros, esua nta qualidade.
" a eummissln\ a falta de iuslruccjlo profesbional.
> u ii.ih cunliecimenlo das machinas, instrumentas
c e processos novo* que faciliten) o Irabalho e di-
iniuuem u* gastos do pruduccao e melhorem a
i qualidade dos gneros, adifliculdadedeoblerem-
c se capilaes, machinas e instrumentas agrarios, o
i alio preco ilos comeslivels, o grave peso de impos-
los genes, provinciaes e municipaes, a difllcul-
dado dos Iransporlcs. e a falta de bracos, eisem
i geral pela mor parta o* males *|uo opprimem a
natal industria rural, e niio ob*trtnte o peto e
grvame tfue Ihe traiem, a amdirao da no/va
.i teaoNFU he tal i/ue geme e niio se quelxa, tice
denprotegida ,e acabrunhada, e smente recta-
i' publica, a ereariia e meUiorumento de entrada*
e a fmiliilade OOt meinxde Irantporte.
Parece que esla be a condicao da lavuura em
l lodos os paize*. Adam Smilli leslemunliava que
a para honra da induslria rural, os proprielarius,
e u lavradores foram sempre os menos propen-
e sos, ou allectados da muleslia dos moiiupolius.
i Pecl com as palavras deesa insigne economista o
e bre tliscursu que lez subre a ultima refurma cco-
Em separado a commissao Iralou de cada um des-
le* males, que assicnalou de um modo cxleuso e
nminercianli' e
de
grande
npiiuao a
membli
liomem
ii paize
sla guisa : Cuu-
: votsi liberdadi
grandes nautas,e
i... i- Se Pedro o
e, deliberando ao-
molhor comer-
a lenhore e de
ramponetes mililares, rico degrandetei ngricolas,
Mn-cow essa mullidao de industriosos quequercm
entender de (udu c que raciocinara mullo*.,
Wlll.
A commissfto, depois de demonstrar que nao ha
em (hese a menor razan para wr preferida a in-
duslria fabril a agricola, examina qual os males
que apoquenlam, aidigcm ou ameacam alavoori
do Brasil, ese esles sao irremediaveis.
No seu parecer, os principies males ou antes os
!l talada Memoria.
Cea I falle mais baixo.
Que esla forluna viuda de lau tange Ihe per-
lence? Ella sejulgl pobre, e o publico a lem pur
tal. Ella hesusiuha no inundo, nao (cm um su p-
renle que pus*a prulege-la e descubrir osle mvs-
(erin !
Mas-uin dia Mi. um dia prximo, no qual a
lei me obligar! a dar-lhe essa conla de luidla, que
uns ha de despojar.
A lei... oque he a lei?
lie nina garanta contra os miscraveis, que
perdem u senso moral.
Entretanto a mullidao se relirava para a sala do
feslim. O marido e a mullier esquecendo-se do
mundo inleiru, cum us olhos pregados no (apele nos-
sas medilacocs sem fim do crime, nao cuidavam mais
na fesla. l'm circulo negro Iracadu pur baixo da*
palpebras de madama de Beauvilliers dava a sua
phxsiuiinmiri, anda bella, nao sei que sumbria ex-
preesSo. Bill ergueu leulamenle os ulhu*. c lilan-
du-us no marido, murmurou com voz vagarosa :
Somos seus nico* prenles..... e ella vi esse
amorrer....,
Todo o corpode Air. de Beauvilliers eslremeceu,
eello exclaiii'iu:
Vosse pronunciou urna palavra fatal, nao a
repila jamis !
Elle epsrtou-ee, c ambos foram separadameule
reunir-se aos convidados.
As lochas ealavan aeasat, sala cheia de lumul-
(u e de luzes. Os oIliM dos cunvidados brilbavain
de pra/er. e as anua* de cara ornadas de grinahtas
de bot' rellerliam o esplendor dos lustres.
Mr. e madama de Beauvilliers, tendo osorriso
nos labios, e na fronte as angustias de ladv Msc-
belh e seu esposo, presidian) festfl.
Bem que sentada em um dos ltimos lugares da
mesa, assjslia a esse feslim ruidoso urna pobre mo-
ca. Branca d'Orbe. leudo ao seu lado uiadaineselta
de Bocbelaillc, a qual por iieubuin nulro cedera
recolhida por ns. poder suspeitar que esta* for-I esse lugar.
igna..... [ No primeiro planu, para qude coovergem os rato*
liellu San
-pantallm
grande pe
-Auge,
dos h(
quebrados dos luilrcs, hrilli
ponlo de mira das mulliere
meiis, usquae* Hit: invejan
ares inaanilicos.
Elle echn meio de collncir-se enlre lem iquela
eCarila, a nesse posto lelicadu senla-se mai* a
seu goslo do que o peixe n'agua. Elle he como don
Juan, a nunca se tente melbor doquequaudn est
asseotado entre duas mulhere*.
Nao lem elle dous ps, duas maus c dous nlhus'.'
una palavra prumpla comol plvora e de dous gu-
ie* como um puntad cursego ?
Klle he capaz de seguir au mesmo lempo dous
diatago* amorosos sem esquecer-se das allcnces de-
vidas ans grandes prenles.
Torno a dize-lo, seuhoras, ; elle nunca se di-
rige aos bomeii- a diplomacia be a primeira de In-
das as arle*... a Carila Murro de amores por
voas,, a llenriquela Seus liudus ulhu* me lazem
perder a razan... ( a Mr. e madama de Bcaii\illers<
Eis-aqui na verdade urna fesla deliciosa !
Depois levanta sua mo alva, percorre coma vis-
la a mesa, e proseguo :
Esla cumparac-lo nAo deve ;nliuira'--\i>-. se-
nhoras, ninguem |Hide melhur compreheuder as ali-
iii.la.I. da guerra o do umor, da polilica e da Iheo-
tagio...
K continua assim adornando thema* isjMjiossivess,
respuudendo a* iulerrupcoes, rocando de um lado
um vestido de seda,do uulro um hurzeguim, lallan-
do ao ouvido, lossimlo. vullaudo-so iiicessaiilcinen-
io, fazendo frente a indos ao mesmo lempo, odei-
\ m o cahir como una chave de fugo as faiscas des-
se espirito paradoxal, que sabe (ao bem provocar a
atlencao. o risu, as lagrimas, e sobretudu a admi-
rafao. Como um passaru do vou ligeiro elle se ele-
xa'ou ah.uva avouladc; puira um momento no
azul do infinito, e, um nstenle depois. refere as
ancdotas tleaalo.
Elle falta, ate que um murmuriu lisongeiro Ihe
cubra a vnz, leudo laneado u dado da conversado.
viuie convidados
te* soben todas
generosos, c elle
npanharam, Sua* palavras (or-
as cabezal com u fumodoi vlnho*
aproveila-se do tumulto e da li-
ruriusn. au nos sendu possivel Iranscrever sei..
pensamenlos e palavras subre rada um dos arligos
purl.mtes julgarnius.
. XXIV.
Iklixlltumeato de su/o, grande r pnurna>nltui Nimiamente se ha dada como uecessidado n.....i
que muilo uupeiioso m- lurnara a pequea cultu-
ra ; turca he sobre islo produ/irmos itaquu a cuni-
mis-ao refere.
A conmhnae etamioou seus males c inconve-
nientes em releefio aos dillereules ramos de lavuu -
ra em differenles paites, apresenlu e disculio as
opinioee diOaraulas que tem apparecido, fez a his-
torie detsi discussao, e pur ullimo deduzio que a
prosperidade se revela em Imlos us lugares en que
se alerce i lavoura em pande p.
Algn* fados relativos a condumio da lavoura de
alguiis paites sao dignos ile apreco, e de algum
modo allenuan a inpressao que en nosproduta
observarlo de relos pVaprlas.
u O ciraclerislieo da agricultura da Fiama lie
" a divisan mlinila da propriedade, e a pequea
" cultura ; equal o estado de sua lavuura f
ti Fui todas OS dislriclos do cenlro o lo uesleda
o Franca diz u Sr. Blanqui, o du Inslitulu a la-
voura pur talla de tarcas e capilaes nao progride,
e ao contrario esmorece, e a' amiATacan dasuw
parle* corre para dillereules lugares da America.
lia dittricto* itUetrot onde eertot tejidos e roa-
i pan si tratumUtem a*e pn u. /sVAot, onde os
ut$n*ffloi do serrira dome*fien se reduzem a al-
' gumat tritlm e miseruceis colheresde piio. Con-
tam-se militare* de horneas que nunca Uermm
< roNM de ramn, 'vnlre estes muitos que ama
souberam o que era vahado, e millmes que niio
- liebem seniio agua, eque jamis saburra rain cor-
k Para lufelicldade di Franca liz oulro ckcrip-
lor lia urna rara de lavradures que coiiservam
f o falal segredo de produzir sem (jossuir ou em-
i' pregar diubeiro, de fabricar comestveis que nao
'i podan, nem vender aos oulros, nem matar-Ibes
" suas Mcessidtdej
a O capital be substituido enlre elle* por um Ira-
balho que os acabrunha, e comu nada podem dar
cm escaimbo ao commercio, liada nu mercado pro-
eurem. Tem por malcriis c uleiisilios urna \ac-
ce velua uu rachlUca mal pensada, puucos e naos
Imlrumenlot de arar, e quasi nada de oulros ins-
tan mentas. O sen desojo, o seu cuidado he pastar
a vida, e au morrer de fume ; para islo basla-lhcs
um sacco decntele c una porco de batatas.
a Elle misero e mesquiuhu oslado so vai infeliz-
ments eslendendo. Assegura-se que ha 1* milhoes
de hectrea que nao recehem oulro beneficio quo
o que Ihcs poden ministrar o Irabalho dos seus pos-
suidores.
k O vicio capital da industria rural da Franca
be o escaseo dos bracos sobre os neus productos."
e A Inglaterra oblem mores vanlagens com me-
lado dos bracos que erabaracara a Franca.
e Os Limousiuea, o* hahilaules do Avergne, de
trense, que vo a Parta em tropas de 0,000 D-
neos enpraaar-ee no trafeao, carregar agua e ou-
Irus mistares da igual uidem, vollam ao seu paiz.
0 con as economies que formaram loriiam-se pro-
prielarius, e reduzidas as suas forras, sem idea de
lavoura. apenas servem de expandir entre a popu-
laban rural o* vicios das cidades.
Aosuduesta da Franca o viajor observa cen-
tenas do mil liumeus como que separados e esque-
cidos da inai-palria. e delta to distantes, por (alia
de commuuicaces regulares, segundo a exiiressao
doSr. Blanqui, como a Franca das libas Marque-
tas, abrazados pelo sol durante o esli, envoltns
na nove durante o invern, o sob o peso da maior
miteria !
A imporlaco 'diz. aiuda o mesmo Sr. Blanqui;
de um eairinho de man nossas paragens tarta tan-
ta admirarn cuino a passagcni de um mnibus! I"
10 Parece acertado aqui trasladar algumas cou-
> lim de nm grande jantar
lira de seducc;l<
ii esculam por
. d aus seus dll
ildade, <
I aniurosii!
berdade, que animan
para proseguir ein sua i
llcuriqueta e Carlota
elle, o demonio maligm
uma leicSomiis odadose.
Bnlrelintoai convacHOBae particutaicsseiinham
Iravadn.
Veja, dizia madama de Beauvilliers, como
Sain-Ancc de Enlragues se oceupa com llcurique-
ta e Carlota. Ellehede lao Iwn casa como u prin-
cipe de Ponthi
niMii a rcali'
. Estas duas nlliancas seriam para
o do mais bello sonho.
Sem duvIda, responda o marido, mas a tala-
lidade parece perseguir-nos. O principe nao vem a
esta (esla, cujo fim secrelo era pierisamcnlo obrar
obre seu espirito. Ouanta a esse joven genlilhu-
mem, confesso que parea/ dolado das mais brilhan-
(es qualidade* ; porcm a \ot publica o representa
Como um dos humen* mais perigosos, que so podem
eucoulrar,
O mundo he muilo severo ein seus juizos. Qual
he o mancebo, que nilo lem algunia leviamtadede
que aecusar-se'.' Nossas lilbas sao assis bellas, e po-
dem fixar o mui* incoiislanle; sao as*as seguras, e
nada Isein que leme'r das empresas lie um libertino.
Todevil he 1 iimii que nossa vigilancia naoado,--
meca. Eu as vigiarei.
Encarrego-me de**e cuidado. Vass, porm,
laca por conversar um momenlo com Mr. de Eu-
Iragues duranta a cacada, e dirija a conversaco do
maneira ouo Ihe venha a oiTereccr passar alguns
diasem Norville. Se elle aceitar, essa visita creara
una inliinidade favoravel ao* nossos projeclos. A
graude hospitalidade desla casa auhirisa un oiTere-
cimenlo, quede sua parto nao tem nutra signilira-
f ui que a de uma simples civilidade.
Do oulro lado da mesa um fugo a uzado de grace-
jos de um goslo, que cheirava a corredor do opera,
se Iravou enlre madama de Ligoerulles, Leo Bar-
, Trivulcc de Aulrcval e Hercules de Monf-
hnin. Este ultimo, (endo bebido com excesso. se-
gundo seu .-i inm-. falla a (orlo o a direilo, e da
as vetes Rtrgalhsjdae (eleraveis cm uma orgia de
mocidade, mai pouco docentes em urna ba com-
penhla.
A bella Zne de Fignerolles loma parta com o cau-
ta du* labios uesse dialagu adubadu. Ninguem me-
lbor que ella conbece os recursos desso dosdem, que
ladeaee vean obrigadoa a i -iti..... a uma naalner
formosa.
Ella maneja com a lleugma domis impassnel
darid) a insolencia o a irona ; mas sem nunca per-
der de vista Sainl-Angc.
Oualqucronlra poderia engaarse com essa in-
slenle comedia de que llenriquela e Carlota engo-
lem a pilla ; mas a bella de l.ignerelle* conheco
seu genlilbomem. Ella sabe de fr u engrim men
da alma de se senhor, de-sa almji cheia de Ireva's.
Es-e Proteo do seuliuientu nao (em mais ardi- que
Ihe sajen desconheeidos, pois ella (em |,i sondado a
profundidade desse geuiu infernal.
Itasloii-lbo iulercepliirdous ou Ires ulliares lau-
cados para a exlremidade da mesa, para o lugar
obscuro oceupado por Branca d'Orbe, para adevi-
nhar um longo nyaterio no fuluro.
Sua altivez, lautas vezes humiHiada, se comino
veu, e o demonio do orgulho, u nico sustentculo
do vicio, sua.ultima lei inora), desperlou. Sempre
feridoe jamis vencido, elle chama em seu soccor-
ro as revullas do cnrac.io.
Zo nao rereis nada de llenriquela e do Cu lula ,
que Ihe importam essas rivaes xulgares que -.m dei-
wdasdaan dia para ootro"! mus ao aspeclu de
Branca, ella senlta a mordidela da serpeiilc, cum
sabor amargo Ihe subi linda bocea.
A compaiihta falta vi, ria e helua. O risoe>l em
lodos o* labios, elle he a masca ra fcil eagradavel.
rom quo a liumauidade cobre suas ulcera* : mas.
rindo, cada um nao deixa de proseguir cm sua dor!
em seu vicio, ou em seu crime.
' CQHtinHar-gc-ha.J
mi itii Ann



<

O Sr. Traey, ai aua obra de economa polti-
ca sobre a conrtlcao desla classe lo l.i w adore-. u-
-iiii se exprime. O meios n disposlcio darte) lavra-
doi es tilo habilacoet come as do nossos antepaga-
dos de ftieioseeuio alraz. a
o o exterior, e Di su viiinhanca, ama Hgoa
ou assude, no interior Talla e penuria de meins.
Seu utensilios sao toscos e rucies, devido islo ao
alio preco ilo farro cima de scus recursos. Seus
iuslruiuenlos de arar lem denles de pao. e al en
alguna lugares os arados sao de madeira. s veh-
culos de condcelo sdomos, as machinas de joei-
r.n o trigo ede denulhar as espigas e quaesquer
outros Inicio- slo completamenle lescoulieridas.
Cuiilicru poucos que tercio uso das machinas uo>
trabalhos ruraes.
A populacho cada dia augmenta, e como lodos
devem ser sustentados bem ou mal. cada uin dse-
la ler um |ieda{0 de Ierra da qual possa collier a
subsistencia. Uado o folleciinenlo de um chelo de
familia da classe desses propietarios de pequeo
terreno, a sita herdade, lio pobre e liinilada, he di
vidida a subdividida pelos seus lierdeiroa !n
(Jornal do Commercio.)
imuiiiiio.
RECITE 26 DE NOVEMBRO DE 1853.
AS C HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SEMANAL.
No domingo, 19 do correule, leve lugar a procis.
sao solemne de Corpo de lieos, que, sainado da
um i ii/ de S.in i o- A iiioniu, percorreu as principad
ras do bairro do inesinn uome, na melhor nrdem i
regularidade possiveis. Esta procissau, urna das
l'i itncii-. ou lalve/. a primeira queenlr mu e ce
lebra, pela sua pompa c magnificencia ordinarias,
foi fcila esle anuo com o esplendor desejavel. A
reunido das diversas orden* leligiosas da cidade, d
quasi todas as conutaria* c do clero secular formava
um lu/iiln prestito, leudo a sua frente o Ilustre pa-
trono da Inglaterra nm o sen eslado-maior ; c um
grande numero de figuras ricamente vestidas dava-
Ihe anda maior bellcia e realce. A presenca do
I'.mii. prelado diocesano, que aconipauliava o pal-
lio, lendo a seus lados o bxm. marechal cunimau-
danle das armas e o Sr. desembargador chefe de
polica interino, seguidos de varios olliciaesdo exer-
cito e nutras pessoas de lisliuri;ao, toruava aquella
marcha solemne mais faslosa e veneranda aos olbos
do |M>\o, e caplava assim o sen maior respeito por
esse acto imporlanledu rullo religioso. [; Dous ha-
talboes de tropa de liuha e o cor|io de polica, lodos
com a sua banda de msica, acompanbarain a pro-
cissad, e, recolhiila ella, deram as descargas do es-
tylo, leudo lanibem salvado a loratela do Hruui :
foi, filialmente, iminenso o concurso lo povo, que
apinhoado pelas ras e varaudas das casas, espera-
va ve-la etn seu transito.
Entran, no dia 19, dos porlos do sul, o vapor
Guanabara, sendo portador de algumas noticias de
inlerose. Triumphura uo Eslado-Orienlal a cau-
sa do goveruo provisorio, abracada sem repugnan-
cia por todos os departamentos da repblica; eo
Sr. Gir convencido, a final, da impotencia dos
seus esteraos, retirra-se tranquillo i vida privada.
Em a mis-1 corle liada havia occorrido de extraor-
dinario. Varios despachos de juizo de direilo, mii-
nioiples o orphlos, e de um desembargador para a
relac.au do MaranliHo, foram expedidos pelo minis-
terio da juslica. Todas as provincias, que nos licaui
ao sul, couliiiunvam a gozar de Irauquillidade.
No dia I J, anida, inorreu afogado, na Capunga.
um pobre prclo, escravo de um Malheus de tal, all
morador, leudo levado ao rio doiis caxorros para
os lavar, succedeu que esle, escapanilo-llio das
mos, alirram-se nado para o lugar mais fundo
do rio; e qucicudo o infeliz prelo scgui-los, iiiine-
dialanieule desapparereu, talvrz por nao saber na-
dar, ou accommellido de algum mal repentino.
o dia seguinle foi o cadver enconlrado entre dous
baubeiros. bando ja o rosto lodo dilacerado.
Po dia 22. li/.eraui os inu-ieo a lala de sua pro-
tectora, S. t'.ecilia, na igreja do l.ivramciiln, eoili
o fervor do coslume. Durante o dia nlo descanca-
ram os instrumentos, e a larde subi um bailo
aerosttico.
Kecebciuos noticias de varias comarcas do inle-
rior. CoiiMTvaai-se todas ein socego. econliniiain
M autoridades respectivas a promover con) Mil vida-
de a .iplura dos criminoso*. Km algunas, bem co-
mo no Kuuito, iam apparerendo boas climas : em
nutra, linda se senliam os lerri\cis clleilift da sa-
nii.i a perteraldade do, nulfeitoreaeawasiiuos.
Com data le l7,cscrevein-no do Rio Formoso o
seguinle s
o Noih.i II doi'onentc.cnivirludc datnuit.i ohu-
VI que por aqu huuve, lesahou a panda de una ca-
sa que se eslava azcmlo na ra Helia desla cidade.
coccasiououa morle do proprielario. que era um
porlucuez socio de um negociante d'aqui, chamado
Arouca, o conlramcslre da obra, islo he" pelreiro
eo cjiapina. licando duas peana) bstanle frulas,
c urna dellas, iulga-sc nao escapar. No dia 11 do
correule, foi aberla a aegunda aeaaiodo jurj do Rio
l'ormuso, sendo nesla sessao Julgado) tres procesan,
coulendo 5 reas, los quae proeeatoa slo os seguin-
tes: !. o de Podru Pcreira (iunies, amaneado, ac-
cusado por criine de aroeacaa, e uso sem liceuca tle
armas prohibidas, foi julgado no dia 11, sendo ah-
sulvido houve appcllacao ex-uflirin do juiz de direi-
lo ; 2.- o dos reos Jos Joaquim dcAlincida, rnnhc-
vido por Sicupira, e Balbiuo Francisco da Rocha,
sas du que em 18.71 sobre as populacocs ruraes da
Franca, em sua memoria lida ua Academia das
Sciencias Muraos e Poliliea*. icvelnn o Sr. lilan-
qui.
Todos os anuos dli esle economista a divisan
extrema dapropriedade, a dilAcoldade le adquirir
terrenos para a cultura, a impoaaibilidada deap-
plicar-se com fruclo o trabalho sobre os severos el-
feitos da lei ila concurrencia, da% logar emigra-
rlo para as margeus longinquas loPrata. de urna
parle da popularlo los Pyreneos do Beuru, da
Biscaia, lo Aricge e do Roullllio) que preferein
esles sillos remolos aus campos da Argelia france-
za ; uulru problema da nossa (;po'a. cuja soluco
se lia demorado.
Em nitro passo assevera o seguinle :
i A sceua muda desde que o viajor peuelra na
rcgiAo do -ii,'-ir. compreheudida eulre o Rhoda-
no e us Alpes, mide, nao olislaule, se encoulra sein-
pre as dilfereni;a:
das |ilaiiicies e os
seiuelhar em Frai
Europaas IriauM
do lado Orienlaldos Alpesdo Dellinado. Ahiheque
seobserva as di-|io-ires as mais eiiorineseulrea ex-
Icnve do lerriloriu e u alsarismo das populaces.
lie aln que vivein elernaineulc sepiradus do reslo
lu mundu, e cuuin esquecidos |ielaamai palria, al-
gumas cenlenas' de inilhares de liomeus sem coir,-
inimuMrors reculares, (oslados |ielo sol uo esli,
mergulhailus diiraulc o invern debaixo da nev,
v disputaiulo as torrentes devastadoras alimns ri-
dos fragmentos le Ierra rida para acuilma, que
-jo arraslados cada anuo para a hacia o para as marueus do Rhodauo. I. por oulrus mo-
livos dilfereulcs que faiem emigrar para Monlevi-
lo os habitantes da Uiscaia, ve-se lambem pouro
a pouco desapparecer com o territorio urna pane
da sua populadlo, e dirglr-M para paes mala
commodos para a vida do que a Franca. proisnha
uu definitivamente, em prucura de meiis de sub-
sistencia. Essas populac/ies lem foruerido um nu-
merHo auxilio a colonisaciio de Argel.
Nao ha expressoes que possam dar urna justa
idea da vida rude e mesquinha que viVMU O lulo
lautesdessasregUies. A maior parle il'enlre elle
nao fazem pilo las ve/es ao anuo, queimain para
aumiarem-se aluuns eslilhacos resinosos de pinliu
ou do larix, mo beben) senAo anua, moram cm mi-
seras choupanas sem portas. Techadoras, ou oulros
meiosdesegurtnca, edormem sobre a agreste palha
que lica da soca, baledora ou debulho dos rereac.
A pequea quanlidaJe de trigo colinda por esla
pobre gente serve para pagamento de seus imposto,
porque o seu sustento he lirado do centeio, cevada
ou de Icgumes seceos; e para colher esle trigo, bc-
Ihespreciso sustentar por inilhares le muralhas de
pedrs seccas as ierras que se ahalem, nao obstante
oque, muilas vezes vm frustrados a sua vigilancia
e cuidado. Fra da I inha das duas estradas que atra-
vewain o paiz, nao exislem senao miseraveis carrei-
los decorados com o nume pomposo le vas de com-
' municicSo. Esles carreiros, apena accessiveis aos
animaes', apresenlam em qualquer eslacao perillos
e precipicios de toda a casta. I) encontr imprevis-
lo do dous animaos de carca he batanla para letcr-
iniuar-lhe. a queda oo deslruicao ile ambos ou de
um delles. As relacies cnlrc |Hivoares que confi-
nan!, oo se achatn vizinhas urnas das nutras, e de
modo que das janellas lo suas moradas se pndem
acruMdoi, o I.- por uo, sem liceuca de aunas pro-
hibidas, c o S.- por.crimodeoffensas phyticat leve,
l'oram anillo julgado n dia l.'i do nirreule, e ah-
solvldos, mBappellou o juit le direilo Acerca lo
reo Sicupira. Finalmente honlem foram julgado* os
reos Antonio Muniz.c Jlo Muir, aeeosadoa o.'
romo autor, e 2.' cmplice na morle do Manoel
domes, conhecldo por Manoel Cambado, e foram ah-
solvidos, appellaudo ojnizde direilo da lecisilo-
cerca do 1.' reo. Eslejulgamenlo durou ot hoje as
ila manilla, porque houve porlia de diseutslo en-
tre o Dr. promotor publico, o o advocado los reos,
o Dr. Autonio Texeira de Borba, e cm verdade seja
dilo que ambos ompregarafn lodos os seus esfurcos
em favor da causa que defendan!, u
A' chuvaque nos refrigerou as duassemanas an-
teriores a esta, sucreilcu o mais intenso calor. Dcs-
onuil>iT.iin-i' os defluxos. e dizem-nos que um ou
oulro caso deescarlaliua lem apparecido.
lliiii .ti .mi IB embarcaedes. e sahiram 11.
Rendeu i alfandega 6,97u50H8 rs.
Fallecern durante a semana :ll pessoas sendo (i
humen, .'i ni'ilheros, e 1."iparvulos livres; JIioiiicii-,
2 mulhere, e 1 prvulo, escravos.
KEPARTIGAO' DA POLICA.
Parto Uo da 36 4o oeaabro.
Illm. eExm.Sr.Participo a V. Exc. que das
parles hoje recebidas nesla repartirlo, consta lerem
sido presos: a ordem lo subdelegado da freguezia
de S. Antonio. Manoel, escravo de Miguel Barbosa
iinim.ii.o-. sem declaradlo do motivo; a ordem do
subdelegado da freguezia da Jira-Vala, Patricio,
escravo de liatpar Mauricio, por andar fgido, o
Zeferino Constancio do Jess, para avenguaces po-
liciaes.
Dos guarde a V. Eir. Sccrelaria da polica le
Pernambuco(idenovembrodelH."i:i.lllm.eEim.
Sr. conselbeiro Josc Rento da Cunlia e Figueiredo,
presidenlo da pruvinca.O desembargador Cae-
(ono Jote a Silva Santiago, chefe de policia u-
Iitiio.
.
10)1)11 Mllll.
(Is sabios do seculn desprezam o clero, por nao
couipreheudercm sua uliliilade, sua dgnidade, MU
fragilidade o seus privilegios.
Jess Chrislo Senhor Nosso, quando disso aos Ju
dous Se algueiu guardar a minha palavra, nai
vera a morle clernaincute explicou una grande
promessa nessas curtas vozes, slu he, prnnielleu
vida eterna aos que nlo UM smenle cre.-ein ni
suas palavra. mas lamben! aos que medllaosem ncl
la, o as cinnprissem. Propriamente fallando
morle do ro po para um verdadeiro fiel, nao he
morle, mas sim olransilode una vida leoporal, in
feliz e allribulad,!, para urna vida eterna, bemaven-
lurada e gloriosa. Pelo que,a morle do corpo he nina
morle, nicamente, lelos peceadore; poii, para el-
los he realmente a passagem desla vida una separa-
ro alema da Deot, e para um topplicio inlermina-
vcl. Mas ah quao he pequeo a numero dos ver-
daderos sabios, que conliccam o peso de senielhaii-
les verdades, exclama o Sanio Re David; au passn
que lie inlinilu u do insensatos, grila o mais libio
dos homens, que nao lem dellas a menor iilelligeu-
cia nltllloru* inflnUiU rit mimera Eccl. :
(i! IS.) Sim o sabios do scculo iiiiocoinpieliendein.
no -na Imbecilldade, que se a reiiuiau chrialla he
vaiilajosissiiua, e me-ino neressaria ao genero huma-
no, o sacerdotes deviui lambem ser eoo*iderario
como nao menos provclosos necesarios, porquan-
lo relgiilo c sacenloco sao doas ideas correlativas,
e nseparaveis urna da outra. Elles nao conipreben-
deui os bens inellimaveis, que os ministros do al-
iar procoram todas as classe lo pesnas e oslado,
ja inslruindo-as Mpulpilo, noconfes-ionarii e as
aulas, j ronierlendu em lodo oa paizes ralliulico,
ou nlieis us que se extravian] do recio caminhu. ou
os que anda nao seuliram os raios da vordadeira
luz, depois con-olanilo osatlliclns. dimiiiuiuilii seus
crinies, potconseauinlc as divinas vnaancas. r por
Ultimo assislindo aos moribundos na lerrvel hora
quedecide as duas eternidades ;le lOTleque Mpala-
m.i. doiaeerdole podem com |uslo ltalo chauar-ee
a [unte da tabtdorat ama /ante de vUmfoni
sapienlitr... fon rila Eccl, : I : .i ; \\l : lli.
Hiles mo compreliendem ipic he pela palavrassa-
rrrdolae .que os hoiiiouaupara o liapli generarau : peto '/nal Oo Mi"' parliciptmtel ./<
/.pinto Sanio ; lo alimentado* non o pilo que
deii-eu do reu.e se reconciliain rom Heos./w/u remis-
Oo que Mea he fei'a de seo neceados; ojo compre-
heudeiu. que he lelas palavraadoa Hcerdolea, vor
rite* . rm noaic dj'enhor na*
-no grareteufermiadr*; que sao prvidos de no-
vo minitlntdeJaui Chrilo,e de mo ;/'. lefroi dotmmiilrot de />ro: equefa;em um ma-
trimonio rom honra e *eut marola em toda* a* roa-
xa*. Elles cm siimuia, n.lo rompiehendeui como
adverleS. Jojki Chrisosloino, que o sacerdote ralla i
lieos c de lieos em qualidadc de embaixador ein
lime de lodo o universo, e que allr.ihe do reo im-
.....ii.o ihesniros sobre a Ierra. ini-,io salutar que
ellecumpre principalmente na Mellarlo do nilicio
di>ino, e na celehrarao do sacrilirio iiirriienlu. Sa-
cerdotes, aaperai, pon, pela maledicencia dus sabio
ilo scculo voluntariamente insensato-, a rogal i lieos
para que os (Ilumine.
Os Juileus. segundo o orculo do Salvador, er.....
lilbos do diibo. e queriam cumprir o de*cjos do seu
pai. Razilo porque peraistiam cn\ ralumnia ii Jess
Cbristo e Irala-lo por endeuioniibaiio, sem reronhe-
cerem a sua benevnleiiria, com a Ingralldlo que ca-
raclerisa os perversos, tira, seo. imposleem falla-
do desle mancira do Soberano Pai, cautani.....ravi-
lli.i seidles lambem I.ill.irem mal, ou perseguirem
n aans ministros'.' Sacerdoles, lembrai-vos sempra
,1.1-. palmas de Noso Divino Meslrc Seelles me
prr>i (uirama mim, lambem rosfwo dr per*eqair
,*. A uicrediildadc senao reslrincesoineiile nos
paizes hereges ; ella Iraiborda aiudasoas veneno-
sas mximas no. pai/e calholico, porque veuiu-que
am grande numero de liis, depois de lerem repelli-
.lo a ron.i'iencia, naufiagaralii na f. Bitea impos,
pos, alm do lllo pezarem o valor de dignilaiU' a-
cecdolal, a qual u enlloca no mais elevado notlo,
que existe entre os homens pos/'i tiuuperlalico
iradu hnniinum Pelr. : lile ; abouiiiiain lodos
oss.ireriloles, al incsmo aquellcs que so achain no
ramiiilio direilo,
Pos quemaponlar-me-ha um profela.ipm nanle-
nh.i sido perseguido pelos honiciis impioa .' t > apos-
tlo corren mil pericos, niinso por parle do Judetu
que exislem enlre os habilanles | o do genlio, mas por parle mesnio dos filsos chris-
la. ini.nlanha.. Nada se pode a- los, li.tes chrisl.ln .aojuslamente aquellos ralho-
a ou em qualquer ouiro paii da | lieos,que landodeagracadaiDenla lulo lino, doahe-
iidiie- dos allos c haixos Alpes.e i rosiaicasoii falsos pliilooplio. ou ouvido suas pes-
. lacerdolea por
Ao elles os pro-
vosc apostlos do demonio... Sacerdote,
iie. |ioi. nei-eariosollrerinosein paz os sarcasmos
e injurias que nos Irrogan) nossos InlmigM : nina
vez que ne Se o sare dol se jacl.isse de n.lo ser mais hninoin.
isln he, de n io ler mais a fragilidade que he natural
epropria da hun.....idade ; se elle sejacla.se de ser
um anjo ou un Deo. o por i.so npeccavel : os
cus.....ligo) poderiam rom justa razio murmurar
delle. quando o sorprenden! em algum peccadu ou
o convencen! do lo-lo coinmelliilo. .Masillo; elle
anlesciifessa fram amento, quehoseiuprc bomein,
anda que esteja enrurrecadu de un ininisterin an-
glico, e dira melhor divino Non e*l alliori* na-
tura; pula, Anqelu* re Dea* diz sabiamente o
Anjo tutelar dos Theologos.
II sabios do serulodeveriam, pola, ler alguna
rompaixo do sacerdote, quando nelle encontraren!
deeilos: como homeni podo mullo benirahir a ma-
neira de qualquer oulro bomein om lodos os erros
o dolidos, como do fado lem Cabido comen!, po-
rta, notar, que asmis da vezes cabe, porque os
seus detractores com falsas apparencias de amzade,
slo os mesmos que o seduzeui e provoeim : e isso o
pralicam lim do que o |ieccado leanle sua han-
deira, seu exemplo justifique sua coiropeao. o nlo
possa elle naisrcprobonile-lo!! .N'uma palavra, el-
les fazem lodos os e.forcos por fazer perder a f do
sarerdole, para ao depois proclama-lo chefe lo lo-
dosos incrdulos! I
Kis-ulii porque longo do se coniloeieni de um sa-
rerdole que delinque, sendo i-rueis as cnlranba do
impos, armam lodosos lacoi para o lomar seuic-
Ihauleiisi! !! Com effeilo nao llovera conbecer o
mundo, que os sarerdole to lllhos de Aillo, eque
por bao h de haVer entre ellea boma mos qual-
quer que seja ua proQwao '
Queir. ignora, quenomoio dos apodlos houve
um i|ue (rabio, nutro que rencaou, o que nao reco-
nheri'u eu mestre pois porque molvo escaudali-
sam-se lano os innocentiulins do secuto, quando
vem alcum inombio ptrido no clero ? Deiuai.
lllo liesiimnia injuslica indigilar scuipro os inao,
fallar semprc delles, aatn jamis querer admirar a
, n ; o Ir e sabedoria dos bous ?
ver, lcam por muflo lempo interrumpidas pelomo Oh charo sacerdotes,esforremo-nos por perlen-
cstado das estradas, o seus habilanles vivem con- i cerao numero dos ullinios, comoliul do laparmos a
demnados mais triste soldlo, corno so eslives-em boceados nosos adversarios, c |ioslo que ale poaaa-
eparados por grandes mares, ou |iela immciisidade mos eilerminar a o lio.idadc, que os lilhos das Irc-
do Ocano. Em oulro lugar descreceremos a dura vaslocm dsseminado nos peiln, do. inevpe lo con-
sorte ilestas populae&cs oriainaos. e mais de una i Ira o sacerducio de Jess Cbristu ; ao menos o nos-
pe -ni ir u iijiiin rilo sorprendida lendo noticia que'sos coslume e infalu/ayelzelo, 0) cuiivcnre la de
liiuncns ha que vvem emum |iaiz civilisado sob (injuslica, ingralidlo c ignorancia !!
laes iiidieo': n Todas as vezes que um servo insulla, ou liega al-
gum direilo a oulro servo de seu senhor, insulta a
i oitsla-niis que, por iiicommodo de sade, I seu proprio senhor, e desla forma moslra, i|iiaulo
nao comp.ircceu' F)\in. Sr. presiijeuleda provincia.! he ingrato c potsimo ingrato : slo peusameutos de
liferas doullina, Iratalll a lodo
po-suido.do demonio, emqoanlo
Sanio Agoslinho. Assim todo) nossos moderno)
publicistas, que ensin.ini deulrinai, que oTeudem
ou roubiHii alguraprivilegio do) clrigos, slo igual-
mente iniquose ingrato publicistas, c a cousa falla
por a| mesma: oltrajando as peanas consagradas ao
sci vico de lieos, ellos ultrajara ao mesm Deo.
Ora, um deates prlvilesios coualale na pena de el-
coinmunban, fulminada pilo simple* faci coolra
todo aquelle que por iiutigarSo diablica. Tere ou
bale nos clrigo); eeste excommugado lica muilo
mais atacado na alma do que Jeroboao no corpo
miando estendeu a sba mo contra o homem de
Dos. Os oulros privilegios consistem em oceupar
os sacerdotes os prlmciros lugares nos (einplos. em
presidirem as assemblas sanias, e em lerem direilo
s dignidades e beneficios; llin de poderem exer-
cer as funcc,oes do sacerdocio. E linalmeulc a pie
dado dos principes chrislaos, dcil Is imnuafocs da
Igreja, iseulou os clrigos dos Iribunaes leigos, los
empregos pblicos, da milicia, do pagamento dos
trbulos, e ludo sso fer-se para honra e gloria da sa-
cerdocio.
E se algum desles privilegios nao est actualmen-
te uo seu antigoe pleno vigor em lodos guem diga que a usurpadlo ou as concrdalas Icin-
Ihes feilo perder sua intrnseca natureza. Para os
espirites doces he fcil o inferir, que o fim da insli-
luicao de cada polcstailc ecclesiaslica ou secular diz
oque llie perlciice. Oreilemu governo da genio
secular, lim e s para o fim de procurar, que a vi-
da humana seja quieta e commoda. De nenhum
modo, por iicnhuma causa pode dispr das pessoas
perlenrcnlesao sagrado reino de Jess, ou chama-
las.rigorosamcnlolallando.empregadas do seu servi-
do, por mais que parocam conduccnlcs ao bem tem-
poral, porquo seria fazr servir o sagrado ao profano,
o celestial ao terreno, c applicar ao proprio grossei-
ro edificio pedras preriosasalheias. O poder, pois,
sobre as pessoas da Igreja, cuja inslituico lem -por
fim a vida eterna, be privativo, clara e exclusiva-
mente da petalada, que o Senhor da Salvaran cu
carreguu aos homens.
Os principes lo soculo poderlo ler a assislcncia
divina .se a nicrocerem;para as pessoas eivis de seus
estados: mas nunca para us ministros da Igreja,
porque o Filbo de Dos nlo Ibes enlregou a dirccc.au
da Igreja, uciii pode duvidar-se le que elle n ju
quer que a guverncm bavendo-a enlreguea Pedru e
a seus successores. Eus principes do scculo, a queni
Dos por sua Igreja pcrmillo ou cuiicedc, ( porcm
nao (laudando, reparen! bem ) que apresenlcm os
pastores para preenchercni sagrados eiiiprcgos, fa-
riam bem de ceder esse direilo, porque assim livra-
n.ni i suas almas e as do scus lilhos ou successures
da reapaniabllidada Iremcnila. Nao oslarlo depois
ile sculo)aluda remunerados do hem que una vez
fizeram Igreja do Senhor'.' Poder ser injusto en-
Iregar-lbe o que he seu ? A ella pcrlencc por di-
reilo divino e pelo natural publico de lodaa as so-
ciedades humanas o constituir os seus magistrado*
e euipiecados, assim timo ao rei secular o cousli-
luir os da propria inonarcbia. Nao reprovamos o
direilo da .iprcscnlaco na furnia ein que a Igreja o
concede : porta dizcinos, que seriain dignos de
louvor os principes do MCUlo, que nao quizcsem
ler mais parle na escolba dos magislrados ou em-
pregados do reino de Jess Chrislo, do que os_ prin-
cipes deslc sagrado reino loinain na desicnaro dos
ininislrosoiiempregadosdo estado civil. Emquanto
ao apir.....lado.so be urna verdade,que lica perten-
ecilo a Igreja o direilo de dar a cannica iustlui-
cao e a lhenladc de aceitar ou repellir o apremia-
do ; outra verdade lio. que de|iois de ser collado
lica simple) cinpregadn da igreja : pos as grabas
nunca sao concedidas em detrimento d'oulrem,
nem miidam a esseuria das cousas.
A sujeicao, porlaulo, das pesoas ecrlesiaslicas.
n.lo diremos no oplrilual. |Hiis he inanifeslanienle
hertico, Jjz um grave autor, porcm mesmo no civil
ao soberano do lerriloriu, se bcinncoiisidcrarmos,
faz a Indivixivel Igreja do Senhor em lautos peda-
cu, quanlo) rorem os eslados in lepeiulriilc-, por
seren estes os homens consliluinles do Ugrailo
reinu. O innovadores, segue-se disso, (|uo vil-
menle adulam u suberaiio, quando Ihe ili/eui,
que lem urna jurisdceo directa as pessoas
amoragada) da Igreja, como scriam os parodio,
pronuncala um erro mu grosseiro: ne-.e raso
o pobre vigario depois que foi collado, e envia-
do pelo seu prelado para lomar cunta dasovelbas
da freguezia designada, nlo pedera conlra a von-
tade do principe razer sacrificios, nem adininistrar
saiTameiito, ubrigaeics inlriusecas de vigario : e
no poder do imperante) liis, ou nflela ealariam os
templos, n. aliares, oclices o nais alfaiai do cal-
lo divino: entilo, adeos Rcliglo 1 o o vigario li-
r.iinlo assim relalh.nlo em partos, achar-se-ha na
duracollilio do desobedecer coiitiiiuamentc a Dos
oo a tasar; c o apaczes ficarn
suspenso pelo capricho '.'... A Igreja nlo quer, nem
pode querer eslar suborilinada, nem quer quo o
esli-jaiii suas pesoa. semlo ao seu vigario na Ierra
e a seus luspos as dioceses, que sao a lonle das
suas legitimas autoridades. O conv ir nes.a subor-
dinar jo, sera criine, porque seria transferir-sc o
dominio d'oulrem. o regio braco podo tmente
preslar seus auxilios conlra quaesquer pauoaa ac-
clealaalieaa, as occasiOea em que ua forma dos ca-
ones o imploraren! os prelados da Igreja ; e jamis
,i seu arbitrio. Eaia materia parece confusa em-
quanto aenio arredaui as Irevas, que sobre ella es-
palharem mlus lenebroaaa: depuis disso bu clara u
luminosa,
Com elleilu. toda a Igreja vivealllicla c os scus
Santos, pie silo a pnrc.io mais preciosa della se ar-
uiarain do zelocm lodosos Iciii|his, que virio up-
priiur o sacerdocio, ou roubar-lhe seus sagrados
privilegios. Sabemos com qve ardor cscrevia Sanio
Hilario para laxar julgar os clrigos por jultea cc-
clc.iaslicos, o nlo por Iribunaes leigus. Sabemus o
louvorea que Santo Ambrollo dava n Valentinlano
por querer eslu principe, i|ue os sacerdoles fossein
julgadoaJlor oulros sacerdules; e lemos visto ha
pon,.....Bxm. e Kvni. Sr. Arccbi-po da Babia, che-
le o axplendor do Eplacopado Brasileiro, acrri-
mo propugnculo do vaticano, com quo destreza
toui palenleado o liniilcs du poder do Sacerdocio e
do Balado com lei, cauouaaeaeoleocaadoEvange-
Ibo. ao poni de fazer recuar ajopiniOea contrarias,
e sustentar as inviolaveis iseneoes dos vigario com
aquella prudencia, nueza e sabedoria, quo tein
lomado eelebre alta dos mares.
A cnnclu-au da obra be pois esla : lodo o que
ama a Icreja e desoja seu luiniuuso progresso. por
urca ha do limar o sacerdocio e ler Indo o desvello
|ielsua gloria. Eiaaqui a causa mui juila, porque
um fervoroso ecelosiaslico amando a Igreja de quem
be disiiurio ministro, c ambicionando manler o-
privilegio.. que ella lem saiicriouado com suas s.i-
lulaies leis. uu pode couler seu espirito, logo que
vio aggredlri esla lema Mi e seus ministros; e
a ile.peito da iininoralidade e ignorancia que o
doulos da Grecia iiupulam aos humildes presbv l-
eos do Krasil, iniHlraram esles de sohejo, quo lem
virludos e armas pan deleudereui a si, i sua Mai a
Igreja uo glorioso cmbala, contra o qual. por ora
nlo lem apparecidosenlo palavra* oeios e argu-
mentos iiiriincludeule, por lado dos uppoilores
aconleceu na Franca quando um orlhodoxo e bello
escriplur sacular dcYendcu philoophicauiente igual
doulrina, avidamenlo aecolhida pelus Fraucezea.
t'omlr de Slaisln tlp. ila Pop H. 1831, /'un''
ele. )
Bia I minislros do Sanluariu, aeauaa he voaaa
e de vussa Mai : nao solliais que indignos serves a
ataquen), elle) ago loboa, n.lo consintis que elles a
devoran; rioxsrpenlea, earaagal-lliea a cabera:
tqitr nwMi iMlna cerina... lerrua ata'tu ou
in*iillet Ihaninir... lupm e*t'aijnoseile ; rerpeni
til : rju* rpita roin/aa*. liiilo. i Viis sois as seulinellas postas por guantas da
Cidade Sania ; e conoguinlemenle sois obligadas a
deaembainhar a espada para faxerdea respcilar os
dogmas, os direilo o a liberdade da Igreja, ese
acontecer uurerdea ou serdes feridns na balalha,
regosijar-vos-heis com isso, (H)is procurareis um do-
ce e acradavol espectculo aus Anjo eaos homenss
e conMguIrei) o bcniaicnluranca promellida ao
que padecen! por amor da juslica. M. .1.
180 alqueires sal; a Tertuliano d Coala Mo-
reira.
CONSLT.ADOGKRAI..
Rendlmento do dial ato '. S6:375|09"i
dem do dia ifi ,.....1:578|i:il
7:'.i.,:r.
PIVBRSAS PROVINCIAS.
Hendimento do dia 1 a ,. J:H!li!K7l
dem do dia "i6....... 1U7J3I*
:i:002JiVi
Exporlacao'.
Porlos do Rio da Prala, |Kilaca hespauhola En-
'Hiladora, de 310 toneladas, ennduzio o segulii'
le: 100 pipas com is.lwi medidas le azeilc,
1,436 barricas com 10,320 arrobas e libras de
assucar.
Grenoch, brigoe ingler. Ilalter llame, Ie:l59
toneladas, couduzio o seguinte 1,900 saceos com
J.oiKi arrobas de assucar.
Brcrneu, barca iuglcza enamore, le 319 tonela-
das, conduzio o seguinte : 1,372 fardos fumo.
Rio Grande do Sul, barca brasileira Malhilde,
le 33 toneladas, eoiuluzo o seguinle : 3,903 al-
queires sal, 310 inolhos palha le carnauba, 00 bar-
ricas com 371 arrobas e 9 libras de assucar, 1,100
cocos verdes com rasca.
HF.CEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DEPERN A M BUCO.
Hciidiinenlo dodiu'Jli..... 37o8l(i
CONSULADO PROVINCIAL.
lien,lmenlo do dia lai :K.iRi737
dem lo dia 6....... 7I9II
l,.C,aOAI,EI)ll)0.
O presidente da provincia, allcndendo ao que
Ihe requeren a irmandade de Nnsa Senhora do l.i-
vramcnlo.ererla na icreja do mesmo nonic nesla ci-
liado, ro'olve conceder-lhc pcrmisslo para le prefO'
rencia expora venda os bilhelesda lotera que pre
leudo fazer correr logo depois do dia '!' do andante
mez, para que se Ihe marque o prazo la presente
dala ale o dia l.'i de Janeiro vindouro. Palacio di
goM-rno de Periiainbnco ido novembro de IK.',3
Jote lenlo ila Canha e Figueiredo.
COMMERCIO.
I'KACA DO UECIFE2I DE NtlVEMBHO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colac.Oosofllcacs.
io liouveram cotaeoo.
Al.l ANDEGA.
ionio do dia I a '11 .
lo dia Jii.....
II
ltrli.ll
dem
S74^35l863
Niaisilli
SJMil.l-llll
Imporlacao
II in na .Salalewe. viuda do Rio Grande do Nor-
te, inanifeslou o seguinte :
Canibius
Assuc
Algodau
Cuurus
J3:.Vls93:i
PRAt A DO RECIFE-.fi DENOVEMBRO DE
1853, ASTEES HORAS DA TARDE.
Arrala *emanal.
- Depuis la sabida du vapor inglez
para a Eurupa, nvo se tem fcilu
Irausacijes, e o prei;o de -27 l|1
d. por 1?, da ultima colacao he
reputado frouxo.
- As entradas foram avulla.las c as
qualidades linas lem sidu muilu
procuradas, c ha falla; as baixas
|iorciii abundan! o sao Icspreza
das, anda mesmo por pirro que
sao inferiores em proporcto da-
quollcs; porqiianlo, ospera-se quo
o vapor inglez que leve ebegar
do I.- a 2 du futuro lin'Z. Iraca
o ..lina, mais desfavoraveis para
esle genero, do que os ultima-
nienlo recehidas, o que ilevein
influir na sua baixa. Os brauros
lem-se vendido de 292011 a 31000
por arroba, os mascavados su|ic-
riores de |s)H00 a l,->900, e os re-
culares o 1-iiMi; lodos sema
eapa.
- Aaentrada) lem sido diminuta,
e as vendas regularan!: u esro-
Ibido de tio200 a IfelOO |ior arro-
ba, e orcgularile.'ijHIIOafClOO.
- Continua a falla, ou precudo 110
a li rs. por libra, c ha um con-
Iralo de 150 rs. pur libra, que
anda nao foi entregue ao com-
prador,
Bacalho Nao lem ebegado carregamcnlo
alcum, u que confirma a milicia
Irazida pelo ulliino navio da falle
ile pescara; porlaulo os procos
lem de subir. Relalbuu-scde 13-5
u ISHOD e licaraui em ser .'g>">00
barricas.
Cal ne secca Vendeusc a lo Rio Grande de
3t a WMO por arroba; o a de
Buenos Avres le 3J.J0O a 3r0
por arrolla: licando cm ser 15,1100
arrobas de ambo.
Fariulia de Irigu- au huuvo entrada) nesla sema-
na, porm esperam-se, dous car-
reganiculus; mas iiiilependenle
desla eaperauca os procos mc-
Ihurarain, vendendo-se a do Ri-
climinondde 189 a 229por barrica:
a de Philadclphin ,1c lio a 211-,
a do Triesle SSSF e a de Foiilane
de 223 a 25}. lirandu ein ser de
H.000 a K..VKI barricas.
Dila de njandioca-Vendeu-ae de > a l-HHl por
sacca.
Ferro de Suecia- dem do 9.-i a 9}VK) por quinlal.
reles- ----------Fcz-sc um frelaineulo |iara uti-
n.il. dzeni quo do 00 a 02 -6 -
pur lanciada, c nao lem havldo
uuiros pelu preco alludo aaauear.
Dsconlo) Rebaleram-se icllras de 9 a 10
por ccnlo ao anuo.
Fcarain no porto OO einharcaces sendo: 2 ame-
ricanas, 2:1 brasileiras, 2 belgas, 2 dinamarquezas, I
franceza, I hamburgueza, 7 bespanhulas, 7 ingle-
zas. I luhekensc.li pnrluguezas, 3 sanias e2 suecas.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio* entrado* no dia 20.
Rio de Janeiro ludias, brigue Belga tlrlrlin*.
de 211 tonelada), capillo II. D. Boo, eqoipagem
10, U lastro; a Antonio V. da Silva Barroca.
Babialli das, barra inuleza lluhianii. de 818 lo-
nelailas, capitn E. Corkbill, equipagem IS. car-
ga assucar, cale o mais genera ; a Deane Voule
,\ Companhia. Passacciro para esla provincia,
Joaquim Evaristo dos Sanios. Veio receber or-
dens o segu para Liverpool,
Riu de Janeiro-21 das, brigue Belga llarlenre, do
188 toneladas, capillo F. Bocleinaii, equipagem
8, em lastro ; a N. O. Ilicber & Coinpaubia.
Nata* *ahidos no mesmo dia.
AssBrigue brasileiro Sero, capillo Ignacio da
Fonseca Marques, em lastru.
LiverpoolGalera inuleza Helia, capil.lo J. Birkell.
caiga assucar e algudao.
HavreBarca franceza llarre, capillo Monicr,
carga assucar e mais generes.
.Varios entrado* no dia 27.
Terra NnvaOdiaa, brigue inglez l:mnia. Je 208
toneladas, capillo I lumia/. Ierres, equipagem II,
carga bacalho ; a James Crablrce \ Compa-
nhia.
Parahlba2 dia), hiato brasileiro Krliallmo. de
87 toneladas. ine*lre Nicolao Francisco da ('.osla,
equipagem i, carga loros de mangue; ao mo-tie.
PinsagelrO), Antonio Francisco Ramo. Joaquim
Jesluiiiaiuida Silva, Julo Jos da Silva o Vicenlo
Jos Coeiho.
Vol U>* 'iihidos no mesmo dia.
Liverpool pola ParabibaBarca ingleza llaliiana ;
com a mesilla carga que Irouxe, suspendeu do la-
meirlo.
Rio Grande do SulBarca brasileira Malhilde.
capilloJeronvino Joa Tcllcs, carga sal.
Uuei.....Avres por MontevideoPolaca heapanhola
hneantatlora, capillo Aulouio Pa, carca assucar
eagiiardenle.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da Ibesuiiraria pruvin-
cial, em cumprinienlo da urdeni do Bxm. Si. pro
sidenle da provincia de 20 lo correle, manda fa-
zer publiro, quo no dia 1."> do prximo futuro mez
dedezembrn valdenovoa prata, peranlc a junta
da fa/emla da mesma Ibesnuraria, para ser arroma
lado a quem por menos tizer, os Irahalhos da con
servarlo permanente da eslradada Vicloria, avalla
do>emS:il7|tW0
A arremala;lo ser folla por lempo de um anuo
a contar do dia em qna o arremtenle tomar conta
da estrada, c sob as condicoes ahaixo copiada).
As pessoas que se propozerem a isla arremalaclo,
comparecam na sala das sessies da mesma junta,
nos dias cima declarados, pelo meiodia, competen-
temente lia bulladas.
E para constar so manden allivar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Se, rolara da Ibesnuraria provincial de Pernain-
luirii. 20 de iiovcmbro de ls:,:i.No iliipediiiienlo
do secretarlo. O primeiro escriplurario,
Franciiro Antonia Caiialcauti Comttiro.
Clausulas esfieriar* para a arrematarlo.
|,a O Irabalhn da conservaran perinaiienle da es-
l ra la da Victoria sera execulado le cnufurmidade
com o orcanieiito.approvailo pela lirecloria em cou-
selho. ea"presenladoaapiiro>dt;lodo Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, polo lempo de um anuo, e na
importancia de ."K^^llO rs.
2.1 O pagamento da imporlauria da arroma laclo
ser feilo em preslacies mensaesde urna duodcima
liarle, vista doreilificadopausado pela directora
das obras publicas.
3.) Para ludo oque nloesliver delerniinadonas
prsenles clausulas, e no orramenlo, scguir-se-hl o
quodispea lei U.2HC.
Conforme.No impedimento lo secretario.O
primeiro escriplurario,
Franriiro Antonio Catalcunti Couiseiro.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cuinpriinenlo da resoluclo la junta da la-
zouda, manda lazer publico, que no dial." le de-
/r in lo o prximo vindouro. val iiovamenle a praea
para ser arrematada a i|uem p.o oiouos tizer, a
obra do mude de Pajeu de Fale), avallada em
3:l90000r). -]
A arremalaclo ser fcila na forma dos arla. 24 e
27 da lei provincial u. E8(Hde 17 de maio de 1831,
c sob as clsuaula especiaos aballo copiada).
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo,
comparecam na sala das sesgos da mesma Juma no
lia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para conatar se inauduu aflixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Son ciara da Ihesouraria provincial te Pernam-
baco, 3 de oovrmbro de 185.'). O lecrelario, An-
tonio Ferreira tf Annunciafio.
Clausula* especiis para a arrematado.
1 As obra) desle a;ude, serao hitas de confor-
midado com aa plaas e orramenlo, opiesenlados
a approvarjio do Exm. prasidenlo da provincia na
imporlancia de 3:19090110 rs.
2. Eslas nhras deverjo principiar no prazo de
dous lor/r-, o Mrln cuncluidas no de 10 mezes
MOtar, conforme a lei provincial n 286.
S.a A imporlaulancia desla arremalaclo sera pa-
ga cm tres proslares da maneira seguinle : a pri-
meira, dos dous quintos, du valor total, quando
liver concluido melade das obras; a segunda, igual
a primeira, depois de lavradoo lermo dcrecebl-
inenlo provisorio ; e lerreira linalmeulc de um
quinto depois dorerehimenlo delinilivu.
i. o arremtente ser obrigado eommuniear
a reparliflo das obras publicas com antecedencia
de 80 dias, o lia fixo em que lem de dar principio
a execucao das obras, assim como Irabalhar segui-
damente durante 18 dias, iilim de que possa o en-
genbeiro encarregado da obra assislir aos primei-
ros trabalhos.
5. Para ludo u mais que nao esliver especihea-
dn as prsenles clausulas, secuir-sc-ha u que de-
lerniiua a lei provincial n. 28B do 17 de mam de
1871. Conforme. O secrelario, //. F. oTAn
mmriaeilo.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cuinprimcnlo da revolelo da Jante da la-
teada da menta Ihesouraria, manila fazer publico,
quo no dia I." de dezembio prximo viudiiuro,
val DOVamentea oran l'ara ser arreinalado a quem
por menos lizer. a obra do acude napovoaciodo
Hinque, avallada cm 3:aOOfOCO rs.
A arremalaciu sera fcila na rnrina dos arls. 21 e
27 da lei provincial n. 28li de 17 de maio de 1851,
e sol as clausulas cs|ieriaes ahaixo copiadas.
As pcssoasipie se propozerem a esta arremalaclo,
comparecam na sala dassi-sses da mesma junta no
lia cimii declarado, pelo lucio dia, coni|iclenlc-
iiienlc habilitadas.
V. para ron-lar se roandou allivar o presente o pu-
blicar polo Diario.
Sccrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
hnco, 3 do novciiibro de I8VI.O secrelario, An-
tonio Ferreira iCAnnunriaro.
ClaiKulus esperiaes para a iirrcmnlanin.
1. As obras do acude du Buiquc, cr.lo cilas de
coiiforinilade rom a plante o orcanienlo, apprnva-
dos pela direrloria em conselho e apresenlailos a
approvaclo du Bxm. Sr. presidenlc d.i provincia
na impurtanria de 3:301)5000 rs.
, 2.-' Eslas ulnas deverau prinripiar no prazo de 00
dias, a eilo concluidas no de 10 mezes, a ronlar da
dala da arremalaclo.
:l.| A imporlancia desla arremalarao sera paca
em Iros preslace da mancira seguinle : a primei-
ra, dos ilous quinlos do valor Mal, quandu lar con-
eluida melade da obra ; a secunda, igual a primei-
ra, depois de lavradn o lenno de recebimenlo pro-
viso! io ; a lerceira, liiialmenlo de um quinte, le-
pis do recebimenlo definitivo.
1.a o arremtenle sera obrigado a eommuniear
a repartirlo das obras publicas com alllecedencU
de 311 das, o dia livn eni(|iielein do dar principio
a everiicjo laobras, assim como Irabalhar segui-
damente l.i dias.alini deque pns-a uengeiiheirn cn-
carregado ila obra awktir aos primeiro) Iranalnoa.
5.a Pura ludo o mais que nao esliver especifica-
do lias prsenles clausulas, seguir-e-ha o que de-
termina a lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851.Conforme.0 secretario, A. F. d'.lnnun
Achando-se vaga o oflicio de porleiro do au-
ditorio 00 juizo municipal o de orphloa do termo de
Cimbrea, manda S. Ble., o Sr. presidente da provin-
cia .wioi o fazer publico para conheciineulo das
parle) Inleressadas, e aliin de que o) preleiidentes
ao diloolllrio sehabelllemua forma do decreto ii. 817
de30 de agoste de 1851, e apreaenlem os seus reque-
rimenlos ao juiz muuicipal do mesmo termo, np
prazo de 60 das que romecou a correr do dia 26 de
oulubro ultimo em dianla, para aeguirero-se os tra-
mite marcados no) arligos 12 e 13 do citado decre-
to. Secretaria do governo da provincia*de Pernam-
boco 22 de novembro de 1853.^-0 secrelarip da pro-
vincia.llonorio\l'erexra de Azeredo Coutinho.
DECLARACOES.
coslume >eguir
ceiros Irala-ae
Companhia
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria piovin
cial, em cumprtmento da nrdem do Exm. Sr. presi
denle da prnviiiria de 10 do correule. manda fazer
publico que nos dias S, ti 7 de ilezembru prximo
vindouro, pranle a junta da fazendada uiesuia (he
aouraria, se ha de arrematar a quem por menos xer
a ulna dos concert) da cadete da villa do Cabo, ava
liada cm 825*000.
A arremataran sera folla na forma dos adieos 21
e 27 da lei prn'v incial n. 280 do 17 de maio de I8"il
e sob a clausulas especial-, ahaixo copiada).
As pessoas que se propozerem a esla arreuialaca
comparecam naaaladaaieaaoaada meama junte no
dia cima declarado) pelo meio dia, competente-
mente habililadas.
E para muslar so manilou allivar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Sccrelaria la Ihesouraria provincial do Pernambu
co 18 de novembro de 1853. O secrelario,
Antonio Ferreira d'Auniiiirinei'io.
Clausula* eiperiues para a arremataron.
I., (! roncerlos da Cadete da villa do Cabo, far-
H-Mo deconformidade com o orcamente approvado
pela direcloria no couelbo. o apresenlailna appro
vacio doExni.Sr. presidente da provincia, na im
polancia de rv258O00.
2. O arremtente dar principio as obra) no pra
zudel'i dias, e devera conrlui-las uo do 3 mezea
ambos conladus de conformidade com o arl. 31 da
lei n. 280.
3.' o arremtenle seguir na execuejio ludo o que
Ihe Mr preacriplopelo enganlieiru respeclivo. nlo
para lia execucan du liabalhe como em uideui de
nao inulilisar a iiiesmn lempo para o servico pu-
blico Indas as parles do edificio.
i. o pagamento da Importancia da arrematarlo
verificar-e-ha em duas pre-laces icuaes : a pri-
meira, depois de feilos dous trros da obra ; ca ae-
guiiiia. depoia do lavrado o termo de recebimenlo,
.Y N.lo haver praio de reapunaabilldade.
6." Para ludo u que n.ln se arba determinado as
presentes clausulas, nem no orcamente, scguir-e-ba
o que dispoea lei n. 286.Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira ti'Annunicnriio.
O Illm. Sr. Inspector da Ihesouraria provincial,
em ouiiipriniciilu da ordem da Exm. Sr. presidente
da provincia de 18 do correule. manda lazer publi-
co, que nos dias 13, I i e 15 de dezembro prximo
vindouro, parante a junta da telenda da mesma
Ihesouraria, se ha de arromalar a quem por meen
Iher, a obra dos roncerlos da cadeia da villa de Se-
rluliaera, avallada em *75W0 re.
\ arremalaclo lera frita na forma doa arle. 21 o
27 da lei provinriol n. S86 de 17 de maiu de 1851.
t sob ai clausula) eapeciaea aballo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esla arremalarao,
comparecam na sala dasscsses da mesma junta, nos
dina cima declarados, pelo meio dia, compelenle-
nienle habililadas.
E para conslar se inandou allivar u pre-ente e pu-
blicar pelo Diario.
Sccrelaria da lliesuuraiia provincial do Per.....n-
bueo. 19 de novembro du 1833.0 secretario, ./.
/'. d' Innunciaeu.
Clausulas e*prriac* para a arremalarao.
|.a Os roncerlos da cadeia da villa de Serinliaem
far-se-hlo de conformidade com o ornamento, an-
ido pela direcloria em conselho e apresenlado
pprovaeio do Exm. Sr. presidenteda provincia
na importancia de M501IO110 rs.
2." O arremalanlc dar principio as obras m
praxo lo um mez, c dever conclui-las no de seis
meaaa......boa contado) ua forma do arl. 31 da lei
3.' arreinalanle seguir nos seus Irabalbosluib
o que Ihe for determinado polo respeclivo ciigeuhei
ro nlo su para lina execurlo das obras, como em
nrdem de nn inulilisar, ao mesmo lempo, para c
servil n publico ludas as parles do edificio.
|.i"O pagamento da importancia da arremalarao
lera lugar em Iros prealacOe) icuaes ; a primeira.
depois (le feita a melade da obra ; a segunda, de-
pois da entrega provisoria, ca lerceira, ua entrega
definitiva. ......
5." O prazo de responsabilulade, sera de seis
li.a Para ludu u que nlo se acha determinado na
prsenles clausulas nem no orcamenlo, seguir-se-b
o que dispc a res|ieilo a lei provincial n. 280.
Conforme. O secrelario, Antonio Ferreira iTAh-
nunriariio.
O l)r.'Francisco de Assis Olireira Macirl, Jui:
de direilo interino da primeira rara criminal
desla romarra do llecife de l'cruambuco, por S
Mm/e-ludr o Imperador, que Dos guarde etc.
Pel prsenle, unirlo que lodos os tabclli&es de
olas o escrivles, existentes ola comarca, quae:
quer quo sejam os julzo o Iribunaes a que sao res-
pedives, aprescnlem emoasa de minha residencia
oa sem titulo, nu prazn de dez dias, a .ronlar da
dala da publicarlo deslc, sob as penas da lei, para
cumprimenlo do disposlo nu aviso do ministerio da
justira.de 29 do mez passado, que me foi ordenado
pelo bxm. presidente da provincia, cm ofllcio de 22
do correule mez. E para constar, inandei pasar
o presente, que seni publicado pela imprensa.
Dado a passado ola cidade do Recife. nos 26 de
novembro de 1813.Eu Joaquim Francisco de Pau
la Esleves Clemente, escrivao o eaerevi.
Francisco de .luis Olireira Maciel.
pro
Real companhia de paquetes ingla-
zesa vapor
No dia primeiro de
dezembro espera-se
da Europa o vapbr
Thames, o qual de-
pois da demora do
i do Sul: para passa-
oin osagenlo Adamson llowie i\
na ra do Trapiche Nov, n. 42.
O vapor o". ' dor, commandanle o
capillo lenla .Anto-
nio Carlos I i-mu .
espera-se dos porlos
do norte a 28 ou 29 do correule, e seg jiili para Ma-
cen!, Babia, e Riu de Janeiro no momo dia da sua
cnegada,
Em observancia du disposlo noarl. 19 das ins-
Irucccs de 31 de Janeiro do 1851, lem dse arre-
malar em praea, que lera lugar de|iois da prxi-
ma audiencia do Sr.Dr.juiz. dos feilos, e por exeru-
r,o da fazenda nacional, os bens seguinlo :um
opinno silio no aterro dos Afogados, denominado si-
lio do Muniz.com casa de sobrado, de tatuante)
commodos, amalla |iara pelos, um armazem, dous
grandes viveiros, coiiueiros e mili .i- arvores de Inic-
ios pur 111:0008000 de rs., penhorado aus berdeiro)
de Jos Maria de Jess Muniz, um dilu coro Ierras
proprias no lugar da Imheribrira, conlcndo casa de
lalpa, arvorea de frurlos, c baslaules Ierra para
planlares. por 8008000 rs., urna casa terrea sita ua
Iraveaaa do Mouleiro, Ireguczia de S. Joa, n. o.
om 20 palmos de frente, o 50 de fundo, por 10B
., aos lierdeiroa de Manoel Francisco Culinarios,
dous lerreuos aillos da punte grande da Magdalena,
mu ruin 32 palmos de imite, oulro rom 80, e am-
bos com 150 do fondo cada um, o primeiro por I49g
e o segundo por 2808000 rs. coulendo alciui
roqueiros. e cajueltos, a Jos Joaquim Rezerra Ca-
icauli; Uin silio de coqueiro na pr-ia lo S, Fran-
cisco por 2003.MH) rs., oulro dilo no jiiesmo lugar
denominado Amaro Branca, com 200 bracas do
frente e 100 de fundo, rasa de morada de madeira.
e arvores de frurlos alm dus ruqueiros. por 8003
rs.. c por casa terrea na ra de S. Francisco em
Olinda, pur GOrOOO rs., A Jus Joaquim de Almciila
(iiicdcs, Anlnniu Baca 10 annus de idade, por 100r
rs.. Julo, mulequc, com 27 anuos, por 1200IKI rs.,
Vicente, pardo, com 33 dilos por I50J000 rs., l.uiz.
Anela, rom 22, por 1208000 rs., e Demetrio com
22, por 12(>8000rs., is Roberlo.de Muran a
Silva; um guarda-ruupa cuma carlcira de amaiel-
lu ludo por 2t5jOOO rs., a Miguel Cameiro, Ires ca-
eros de tirar agua, dous dilns de conduzir, c dous
pares de aurora) tuda novo e de madeira de ama-
relio pur 7?280 rs., a Juno das Virgcns Molla ;os
ulenciliusde um acougue, por lOjOOO rs., a Joa-
quim Piulo; liradeirase nina marqueza de amarel-
lo, por 22-000 rs., a Vicente Nunes Scrra; una ar-
macln de luja env idrai;ada por JOJOOO rs., a Joaodu
llora; II colleles, urna jaqucla, o una farda de
guarda nacional, por 158000 rs a Jacob de Sanlia-
co;uma peca de cabo lo liuho com 2 qlnlacs por
5118000 rs., "a Jlo Curtos Aucosto da Silva ; (i pali-
lores de panno lino, e (i calcas de caseinlra |wr 78j
rs., a Carlos tiillain; us licuantes queiram compa-
rece! im lugar o hora do coslume. Recife 2< de no-
vembro da 1853.O sollicilador do juizo dos feilos,
Joaqium Theodoru Alce*.
Oronselbu de administrado uaval c.....pra
para o furiiecimeiilo dos navios ailados, vinle bar-
ril de carne salgada, 150 bonetes oroeero.e lOlcn-
tosde seda prela, pelu que ennvida-so aos prcleu-
denle. a laes vendas a cuiiipareecrem as 12 horas do
dia 28 do correule com suas amostras e proposlas,
declarando os ullinms piceos,un sala das sesscsdo
uiesiuu conselho. Bala daa sesse do cunsclho de
adiuinislrac.lu naval cm l'ernanibucu 25 ,ic iiovein-
bru de 1853, O secrelorin,
Chrislo,-rm .santiago de Olireira.
Ocoiiselhu adiuinislralivu, em virlude dcau-
lorisaclu do Exm. Sr. presideulc da provincia, lem
de comprar os objeclos seguintes para o hospital re-
gimciilal:coligo de brim 100. Iravcsscirus de dilo
100, panno iniirluurio I, chinellas razas paro 2011.
lalhciestil), colbercs dcmelal paradla 311, copo.de
vidro 21, ferros para pequea cirurgia esloju I, al-
galias de metal elsticos surtidas caixa I, Irochaleres
para Indrucelles(i, dilo para parasciilbere 2, lit-
ro, para aulbopsia estojo I, speculum acis 2.
Ouem quizer vender laesubjeclus, ap rsenle nas
propoala) em carta fechada, as 10 huras du dia 28
do correule mez. ua sccrelaria du cuiisellioadniinis-
Iralivu.
Sccrelaria du conselho administrativo para rurue-
cimculo do arsenal de guerra 22 de noveinbru de
1833.Jos de llrilo Ingle:, coronel presidente.
Bernardo Pirtra do Carino Jnior, vugal csccic-
lariu.
I.iimillA DE HKIIHIII!..
Ocuisii ila mesina aclm-sc autoriaado
a (axero II." dividendo, a ta/.aode 2)|50U
rt.,popapolce.0caixa, Uanoel Goi>
calves la Silva.
' A rcparlii;ao das obras publicas, contraa por
eapaea de i mezes, o rurnecimeiiln de loda a ral e
lijoll'i d'alvcnaria batida, que fdr necessario para .1
ninadesla cidade. queso acbam em eecu;o pur
adinini-lracio. sendo |Hislos os referidos maleriacs
us porlos iaia prximos das obras : as pessuas que
quizerrm tezer esso conlralo, aproenlarao as suas
priqioslas m.....tama repartirlo, al o da 29 do cor-
rente mez ao meio (lia.
Direcloria das obras publicas 23 de iinvcmbro do
1853,-0 neniarlo,
Joaquim Franciiro de Mello Sanio'.
Banco de Pe nambuco.
Em rumpriiiiciiln da resoluclo que ahaixo segu,
da aaaembloa geral do banco do Peroambuco, para
levar a elleilu o com|ilemeulo do capitel de dous
mil conlosdoreis, o respeclivo conselho do dilecelo
convida aos Srs. accionislas, a rcalizarem de2 ate
15 de Janeiro prximo, a cotrada deSO por cenia
sobre o numero di arenes, com que a meama leao-
luro Ihe-permillc tirar.
Banco de Peroambuco, 22de novembro de 1853.
O secrelario do Conselho de dirccrlo, Joo luna-
rio de Medeiros llego.
Ilexolucao.
A asscnibla geral do banco de Pcinanibuco.reii-
uida cm Merlo extraordinaria, aos 2 de aetembre
de 1853, resolveii adoplar -is proposlas oll'ercri
pela direcclo do banco, em dala do I de agoste. |i
forma secuinlo :
. Arl. I.- O ronsellio le direcclo fica aiilorisado a
levara elfoite o augoMDlo mximo do capitel, de-
cretado neloart. 2.'do) ealaloloa. .
Art. 2/ As reapeelivaa acries serlo distribui-
das priiioucii.n.iinieni- por lodos os saus aocioa.
Arl. 3.. A cobranza do importe das aernes sora
rcalisada segundo as precisos da caixa, e por de-
libcraclo do consellin do direcclo.
Arl. i.- Oconsellio de direcclo vender porrn-
la do banco, as amies que nao foi em icajisad.is pelo-
ropeclivosacciouisf*, nospraiosqoe forcm marra-
do, nlo pudendo lodavia vende-las pur proco mcnu
do 'iiie n par. ,
Sala das seoes la a-oiiililca geral, em 211 de c-
Icmhrode 1853. Pedro Francisco de Paula I
cairunli utlbiiqnerque, presidente. Jmt "'
nardo lialrao Atcoforado, I." secrelario. Anto-
nio lalentim da Sili n iariora, >. sccreliirio--
Esllconfonne. J"" Ignacio d, Medeiros lie
ilireclor secretario lo conelho de direcclo.
Consulado de Portugal
As pessoas (pie slo devedora's de furos, nu oulro
quaesquer rendimenlos pcrleiirentes a Sania tasa
da Misericordia de Luanda, qneiram rmpanse'
noteeoiisnlado.com os recibos das ulluuas quau-
lia pacas, alim dcsallsrazereni o que oan em ile-
bilo al ao presente auno, romo ronsla dos resis-
tivos assenlos. Consulado de Porlusal em I ernani-
bueo aos 18 de novembro de I8SI.JMIIMI W
ti*ta Morelra, cnnsul.
Pela mesa do consulado provincial, se IM pe
blico. que do I.- de dezembro vindouro em diaiuc.
se principia.a cobrar a bocea do cofre, a liara"
dos predios urbanos das freguezias daala a'
da dos Ategados, perlenccntr ao primeiro W
do anuo linanrriro do 18.53 a 1851, e que luid."
30 dias uleis, ncorrem na mulla de .1 |")r re
lodos aquello que leixarcm de pagar seus deuuv
la
O,
AVISOS JMiaBITIMOS
"l'ara u Rio G-raude do Norte segue impielcti-


n lu.'iilc no ultimo do correnle a barcaca Nalaleit-
se : quemna mesina quiser cunear, dirlja-se i lula
de i.'i i agons n, 56, ra da Cadeia do Hecile, ou a.
bordo, a Iratar emir o melre.
Para o Rio de Janeiro e Baha,
seguir.* t'in puncos di, a bern eonhecida escuna na-
cional Galante Mara, aiuda pode recebar ilguma
carga e escravos hale : a Iralal rom Ju.iu Antonio
da Silva rilo & Compaas, na ra do Vicario,
a. 4.
PARAORIOGHANDi: DOSLL,
secua imprelcrivelmente no dio 20 do correnle, a
veleira barra brasilea Malhilde: quem na mes-
maquizer ir de passagem, para o que lem escellen-
les coramodos, entenda-se rom o capullo dn mesma
Jernnvmo Jol I elle-, na |ir,i,\i do cornnterciu.
Para o Pon*.
A barra Olimpia, de prirneira inarcba, segnecom
hrevidade. Para carga ou passageiros, o Iralar rom
seus consignatarios Barroca Castro: ua ra da
Cadeia do Kccife, n. 4. ou com o capilo na praca.
CEAItA MARANHAO' E PARA'.
O kriguc escuna nncioiiul rueiusa, ea-
pitSO Mciulo, salina' era. |kjucos (lias pol-
la a miliar parte da earfja encajada : pa-
ra o restante e passageiixis, trata-se eora o
consignatario Jos Baptista .da Fonteca
Jonor, no ra do Vicario 11. 4, primeiro
andar, ou comoeapitao, na praea.
Para, o Porto, a nuiilo veleira galera porlu-
laicza trarharense, CiplUtO llodrico Joaquim Cut-
rca, sabe com bre\iedade ; recebe rarga e passagei-
ros, paraos quaes oflerece os melhores commodus :
oa prelendeiiles dirijam-se aos rousignalarios T.
d'Aquiun l'onsera f Killiu, na ra ilo Vigario n.
19 primeiro andar, ou ao referido capullo lia Pra^a
do Commercio.
IXILOES.
Jos Hodrigucs Pcreira, leudo mudado de re-
sidencia para o campo, tar leilao, por ntervencao
doagento Ulivcira, de mobilia da sua rasa da rida-
de, ronsistindo cm sofas, radeiras, mesa, bancas de
jogo, c oulros arligos de Jacaranda, todos eon-trui-
dos o minenla, inarquezas, gu..rila vestidos, apara
dor, lourador, radeiras de Delinco d'amarello, e
d'oulras inailciras, mesas, relogio de cima de mesa,
csmlieiros iuglezea c franrc7.es com globos e tura-
das, venezianas, cortinados de portal, rico tapete do
-ala, e alcm de muitos oulros artigos, um rico pia-
no iuglcz, verdadeirn.da inellnir ronslriircuo, e lin-
.i.i cinta,o lambem um fio de 'i'si perolas grandes i*
09 milis lindas que se lem visto, um ulereen de ca-
uispheus por enrastour a om lindo raulalnho aca-
I... I.i.lc de I.I annOsde idade : qiiarla-foira :lll do
Mnenle. as II) lloras da mantilla, no segundo andar
.l.i casa da ra da Cadeia, por rima do cambio do
Sr. Silveira, uoltecire,
J. II. l.aiislev, nao podeudo eipr i venda
cm sen leilao do f do crrenle, senao mui iliminu-
l,i porgas) das hienda* que campos o sen bello sur-
iiiiiinlH, continuara o mesmo leilao, seainida-feira,
-'s. as III boras da manilas, no leu eolio indicado
.iitna/.cm da rila da Cruz iln Herir.
LEILAO* PARA ACABAR.
Audrnde A Amaral, nao pudendo acabar o seu
leilloda liquidadlo deseueslabelecimenlu.razcm no
lia lerca-feira, 2*3 ilo rorrele, as 11 boras da ma-
lilla) cm punto, no araucro de Miguel Carneiro, na
i na .l.i Trapicbe 0.38, por inlervencan do agente J.
fiad, do restai.le de suas fazendas, ussim romo una
porfo de agua de Colonia cm frascos quadrados de
-uperior qualidadc.
Segunda-frira, -28 do correnle, as II) \, lloras
da manhiaj Frauclteu de Avila Mondones, far lei-
lao por ntervencao do ageole Anlunes, cm sua
can na ra do Trapicbe u. 2, segundo andar, aondo I
leven seu bolel denominado iIj llarra. de lodosos!
Iraslcs, loiira, vidros e mais ulcnris que foraiu do i
mesmo bolel, roiisisliiulo nu I grande espelbo de
parede, I mesa grande elatliea para junar, I dila !
Iiequena, t radeiras de amarello, 8 ricos quadrns,
Rcsbides paracliape.i-. j ditos para loupn, I car-
(aira para escriptorio. 2 lianca- para jugo, '. lvalo*
rio, I cama, pira -olleiro, mel apparcllio de luu- i
<;a blanca limito lina para jaular, *l corlinados de
rana para cama, .1 caixes para couduzir comer, (i
Inallias de mesa, I cama uniarqiiezada, i gradea de
luadeira, I cabido moderno, mcio barril de Mila-
gro, I guardador de comidas, 2 quarlinhoiras, I ma-:
cbina de limpar facas, I escaila de cama. I quadro I
li.in a visla da baria du i'ernainliuro. I ocui.i ,!,-
alcance, 1 labolcla, I quadro ruin a visla de Per
ii iinliiiro, 1 banbeiro de folba, 7 bandejas tilias. I
. -rada grnde para ilenlro de nasa, o oulros muitos
arhgos que scrln vendidos a quem mais der.
k'requcrimcnlo do curador lisral ,la niassa
fallida de Manofl Cancio Pereira dos Sanios, p por
nrdein du lllin. Sr.Ur. juiz municipal da segunda
vara du civel edu eonuuercio, o agente Autuiio* le-
ra leudo da dila man, a qiifl rnnsisle cm diversos
trastes do uso do dilo fallido, prepares do scriplo-
iii., Meadas do fogodi India, > carleiras para cs-
cupiorio, SDe ineio rolos de fumo, lili calvas de
rliarnlos, 2 bataneas grandes, varios pesos, ao lodo
1(1 airobas, I calva de clin, I cofre de ferro, una I
lipa rom vinagro da lena, c uulios muilus arhgos
uiiudus, que nao se mencionara para mo ser mallo
evienso: lerra-feira 39 do crranle, at 11 limas da
manhfa, no armuem que fui do mesino fallido ci-
ma declarado, no pe do iirinazem du Sr. Joao Tava-
reaConMro, HrmdoAteiledePelxen.5. Ha-
tera lambem Mlao de um ravallo russo, com bous
.nidales, arreado e promplo.
AO ITIILICO.-
No armuem de fazendas bara-
tas, ra do Coilegio a. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossns, por
preeos mais baixos do que em ou-
tra qualrpier parte, tanto em por-
iVies, como a retallio, aniannindo-
se aos compradores um so |>ret;o
para todos : este estabelecimento
alirio-se de combinaco com a'
maior parte das casas commerciaes
inglezas, l'rance/.as, alletnaas e sttis-
sas, para vender I'a/.endas mais etn
cotila doque'se tem vendido, epor
islo ollerecendo elle inaioivs van-
ia;;cns doiitie outro qualqiier ; o
proprietano deste importante es-
tabeucimento convida a' lodos os
seus patricios, 6 ao publico em (fe-
ral, para que venliaiu (a' lieni dos
selis interess<)- comprar la/.endas
barata, no arma/xin da rnu do
Coilegio n. 2, de
Antonio I.tti/. dos Santos.
mm.
SALSA PARKII.IIA.
Vicente Jos de llrilu, iinic.i agente em Pernam-
buru de II. J. I). Sauds. cliimiro ainericann, faz pu-
blico que lera cKegade a ca praca una Brande poi-
can de rreacoe de salsa panilba de Salid-, que-ao
verdadeiramenle fal-ilicadus, e preparadoa no Itiu
de Janeiro, pelo que so deven araulelal ns cnn.u-
midores de Uo prci-io-o talismn, de caliir netle
ingano, tapiando as lune-las eonsequem-ia- que
empre rosluiiiain Inzer os meiliramenlo- lalsilica-
dos c elaborados pela iii.iodaquelles. que anlepoem
seos inlere-ses aus nuiles e estrago- da liumauidade.
Porlanlo pede, para que u publico sepoeaa livrar
desla fraude e disliiigua a verdadeira -al-a panilli.i
de Sauds da falsilicaila c rirenleineiile nqui cliega-
da ; o auiiuueianle faz ver que a verdadeira se ven-
de unicaiiicnlo coi-un bolic.....a ra da Cnnceicn
do ltecife u. til ; o, alcni da recelluario quoacom-
panba rada (rasco, lem embaivn da pi iinel a pagina
seu iiume iinpri-.sn, se acbaiii sua liriua cin ma-
nuscriplo sobre o iuvnllorio impresso do ine-uin
flacos.
Avtio importante.
Francisco Alvea de Pinito, com loja de miudeas
na frente do l,\raineiitu, pedo encarecidamente a
smis devedores, lano da praea ci...... do mallo, por
faror llie virara quanlo ante- pagar -eus dbitos,
principalmente aquellM que lem suas letra venci-
das ha bastante lempo, islo dentro do praiodeSO
illas da data deste, eaqucllcs que uo derem cum-
prinielito a seu dever. lulo siiseao cbainados nova-
mente pela imprensa e porteos nonios, rn..... serlo
justicilos, do que lian sedetem queivar visto darein
livo para iaao.
I'LIII.ICACA' DO I.NSTITITO f-
IIOMEOPATHICO DO BRA-
SIL.
VADE-MEC! II nti IIOMKUPATIIA :
m um voluuie do mais de litNI |iag
= S
m
Precha-se de urna ama para comprar, eozi-
nliar eengeminar: iiaruallo vjucimado, loja n. ti)
CONSl I.TORIO CENTRAL HQ-
MEOPATHICO.
N. 11 Ra das Cruzes N. 11
Consullas lodos o dias desde os 8 lloras
da manbila al as i horas da larde.
Visitas aos domicilios das -2 horas em
dianle.
as molestias agudas e graves as visitas
sarao feilas a qualqurr hora do dia uu da
As' senbom de parlo, principalmenle,
nenio soccorridas com religiosa proinp-
'idao. _, .
Dr. Sabino Olegario /.uilgem l'mhn
ATTENCAO, UN ICO DEPOSITO NBSTA
CIDAPEl '
Paulo Gaiguon, dentista recebeu agua denti-
frice do llr. Picrre, esta agua ronbeeida como a me-
llior que lem apparerido, ( e lem muitos elogioso
seu autor,) lem a propriedade de cimservor a bocea
ebeirosa e preservar, dSs dores de delitos: tira o
goslo desagradavel que d era -oral o charuto, al-
giima golas desln n um copo d'agua sao auflleicn-
tcs ; i mili, ni se achara p denlin-ice esccllenle (lera
a conservaoao dos denles : ua ra larga do Rosario
n. 36, secundo andar.
__ I'icrisa-se de nm liomem habilita-
do para tratar le um sitio pequeo: a
Iratar na travessa da Madre de Dos n.
, primeiro andar, das 10 as 2 horas da
larde.
AO PUBLICO.
0 abolso assignsdo labeillio publico de notas
dosla cidade, por iionieacilo imperial, ao lomar a ge-
rencia do mitigo rarlorio do fallecido t.oellio. pm-
visoriamcnle eslabelecidn no pateo do Paraizo n.
38, rS corlo S partes e a quem ronvier. que ubi
sera promplo e nllirioso no dc-onipenho dos MUS de-
vores, procurando por ledos os roelas de benevolen-
cia o desinlero.se servir conten,, de lodos : para
0 qoo o poderao procurar no referido lugar, .....|ue
deparo nirlhor lllOScao.-Woao llaplifla tle Su.
Manoel de Almeida I.o|k-s. com casa il<
consifjiianio de esclavos, na ra dos
Ouarlcis n. 2*.
Neataeoarecebem-eoescravosdecooim.....o ua-
i .i H vender, lilo para a provincia como para fina
dola, m.r cotila de seos donos; aDlanja-se o pora
iraliinieiiln o s.vuianca dos niesinos : o lainbeiu
comoraoi-se pagam-ae bem, agradando.
__ ivu-*e aosSrs. de engenhu, artistas, e Ira-
lialliailnies. que venb.......a toja da run doCna|
1 ver o comprar 0 superior panii
niuleencorpada, entioncadadeal
una sii cor, mullo proprlo para o-
ra Irabalhadorc
fazenda
escuro, do
, lauto pa-
prcro de ist) r-
Militan' lint
iiiissii d
7.
i rerelicn
da
irvi<_
leomu parae-cravaliira pelo hlalo
cada um rovado.
ATTENCAO.
es Uclloa, COm casa decom-
n.i ra di' (ilii-
esuravos,
na n
Neslacasa reccliem-sc esclavo- de couimi-a" pa-
ra se vender, labio para a pruv inda cuino pan foro
.lella, por conla de seus donas; aflianca-so o .....i
li.ilameulo e segmaiica dos Plasmos ; e lajllbem
eompnm-ee a puam-se bem, agradando,
#MtM#f4Mf*3 ::;::::::::.
j O gerente do Baur Pernambucano, esia-
5 lielecido na na Nova n.:l:tsob a tirina de Sil- ;:;
6 va & Companhla, lema honra de visar aos gj
-. .-eus fregueses, que scaba de recebar pela ga- ;.;
m lera rrancesa tfowe, o mala lindo sorlimetilo %
de fazendas, ooinii sejam : ricos curtes du ves- {
- Iidn- de papelin.i de l.i-aionuie. de seda. OS
2 iiielhores que apparacem ueste morcado, di-
lo- de gros de aples escoceses, ditos do da- .j
masco de soda branca pan nuivas, ditos de,;,{
DICCIONARIO POPULAR l' UEDICI- Q
NA HOIIEOPATHICA : em :i volomes H
de mais de IIMI paginas cada um. 1' *
Obras indujpeneaveis i lodos w pais de la- U\
milis, sonhores im engenhot socerdolos, di- f.
rectores de Cotlegios mi -U- otados eslshele- KJ
cimentes, capilaes de navios, sertanejos, i|
quaesquer OUlrsS peSSOSS, que por -i me-ni.i- b quvereiii eonliecor o- prodigiosos olleilos py
da hoineiipalhia.
Velo I),. Sabina Olegario Ludgero I',
olio, memoro ios wtrionaetc rslraitgririt*.
Eslas dua- obra-, que -eran
do diversa- eslampas, enceit
que lia ileinelbni merca ^ mi
BJ uioopalhica. Oo.ilquoi dolas h
a luda as uuira
eado.
Proco da assiguaiura 20)OfJO rs
medial.inioiite.
Assigna-se em casa do autor, nm das
Ciii/.i-. ii. II.
ti \adi-:-.mkci M lem de sabir a lu
brevemente, visto ja estai mullo adiaulada
sua impro-.i.
Consultorio central humeonathieo roa
das Cruzo-, n. II.
W
adornada
.'dicili.l llO
s prefcrivel
que al boje se lem publi-
. pagosim-
clini branca bordados devdludo, paradil
dilos de selim prelo ditas, manleloleMliales,
chalo- de seda, meiasdedils prelas, e hi ancas
de peso para ienhons, turbantes para dllas,
lobinas bordadas para dllas, camisetas de
cambraia bordadas, manguiles <\>- dita dilos,
lencos do e.inilu nia de ludio bordados e mullo
liini-, loncos de cambraia dealgudaii com vig-
nello-, grvalas de velludo havilee com gui-
puro verdadeira pala pescocu de senhora,
puleeiru mancbelles) dito dilo para senlw-
ras,flores lina para chapeo- de senhora, pen-
nas de marab para ditos, lilas de seda de
todas as qualidadese larguras, ditas do-aria
leus. 12, 16a IS, .lilas de gana do iiinilo
goslo de n. I-. chapeos de seda itarasenhora,
dilos de dita para meninas, dilos de pallia en-
lejiados p.ua meninos, lindas enclelas,le eu-
ro cm forma de bolio de rosa, rselas de bri-
ili.niini.i, leques R iiniiac.iu de chirlo, ro-
in.mi .i- de lilo de linhu bordadas, lenciuhos de
relroz, ditos de -oda e uiuiln piopnos para
festa, (apelles pera noivas, grvalas america-
na esc......su para liomem, dilas .le molas
com pona-1.....ladas, corles de rolletes de pa-
polina. lencos para grvala- de Inda- asqua-
lida.li- o procos, osunas para fiiceesoo ha-
ll lio, dila- para lenles, dllas para unhn, ua-
vallias mullo linas, plncels para barba, rur
BOTICA
CENT1AI IIOVEOI'ATHICA
51 ruada Cadeia do Red fe, 1. andar 51.
Diritida pelopbarmacentlco approvado,
e profestor em homeopatbla Dr. F.
de P. Pire Baaaot.
Nesln liolica se ciioonlriiin os inellioien e |
iiiiii-irirrcililiilu inedicameiilnii liuiiieniialhi-
cos, quiT em tluliulus, qurr cm ImlurHs,
lreparailo>. con i in.n- escrupulosa ekach-
I dau, pelo phaimacculico approvado eproes- |
I sur fin litmirpalltia Dr. Pires Rainu
iudicarus clu Sr.. Dr* Sabino, CQOI <|uein lia
i (-i,ili. ,i.l > ha anuos,(odas as retiras da phar
mana lioinopalliit-a.
O metlicainenlos dcsla bolita, tuja c(lici
cia (cm sitio verilicada na longl pralica do
Sr. Dr. Sabino, c rcroiibciida por (odas as
pessoas, que dclles lem Cello uso, exeireiu
tima urande \aulauem, sobre lodos os t|ue
i por abi se \entlem. a qual coumsIc lano na
promplidiio dos seus cueilo, t-omo na qua-
lldadedfl se (onservarem muilo lempo sem
: sofl'rcreui a menor allernro ; o que os lor-
iu muilo reto!nineii(la\ei-, printipalmeule ;
pura o malu, oinle nemsempre ba atilida-
de ila pioviso de uovos mcdicamenln*.
l''.\i-ii'iii eartolrM de mcdieanieulos ra
lobosgrndade lino m>la. de dill'erenlcs
precot.efik I^KKale2lMHl eonlbrme o
numero tos mcdieameulo>, Mlttt dMiami-
| sa^es. c i | niv.i das tai xas.
Cada vidm de liulura tl.i quinla narniaacao.......". jnkmi
SI Cada lobo de iiiedicunimlo -ihk).
Sfl rV. /;.OSr. Dr. Sabino Olegario Ludge-
4 ro l'inbo M presla a dar esrlarceimeulos a
!$ lotlas a- pessoas, que compraran medica-
"U mcnlos ncslu bolica, ua na das Cru/cs. n.
!" s
.Na casa que leincinc, JaiieTu de grades .1
leiro piuladas do encarnado, tres para a freiilo .1
no lamheiu com grades pinladas da mesilla coi. -i
la ua direcou do hecco do Pocinho, a sabir do me-
mo para as nas da Palma o Concordia, se dir con
liieiu se deVO Iralar o aluguel de una escrava pn
i ao sen ico interno eeslerno de orna casa.
Clisa ilii illi'i-iifio.
Oateridor continua em -ou eslal
ra de AgusS Verde- n. J"'.
os dia- uleis. das nove luna
da larde, e pede, q......fui si
li.ii. assini como elle lein
mandar -ou ageute a aferi
ido
leeimeulu
a dar expadienlel
s da manliaa as ipialro
. guardem iodos para a
mandado e continua a
ir pelas casas; logo as
uessoaa loleteseadas esperem qoe elle cliegori por
la. Praxedemla Silra f.'u-mo.
28 #
RA DAS CRUZES. #
Nocomullorio doprofessor Inimopalha M
ossel IIiiii.mi. aciiam-se i venda as ulnas
segualo-: V
Segunda odicfjao dos elementos de ho- ,
inonpiiiliia : revista eousideravelroenle
augmentada. redigida de proposito para
u- piincipialiles que qili/.erem de boa le
esperimcnlar a nova rncdociita. 69OOO
Tralamenlo liomuopalhieo das
Lotera da irmandade de Nossa Senhora
do Liviamento.
Quinls-feira, !. de dezembro, eslo espuelo
venda nos lugares do custume os bilbeles da rnesma
lotera, a favor das obras da icreja de Nossa Senho-
ra do Livramenlo, de conrormnlade com a portarla
do r.vui. Sr. presidcnle da provincia, e breve se
mercar o da do seu aodanieuto.Joao Domingues
da Silva, Ihesoiifciro.
Anda ha urna casa para alogsr 110 sillo doCa-
juero : quem a prelciiiler.dirja-se ao mesmo.
Madama .Milloclidn Buessard, modista,
noaUrro da Boa-Visla I,
tem a honra de avisar as suas Ireguezas, que acaba
tle receher pelo navio llarre, un sorlimenlo das
modas as mais novas de Taris, como sejam: um
grande sorlimcnlo de chapeos de seda, de bien de
bluud, depalhada Italia, de pitilla hera, de dina
e de palba riramenle enfeitada para senhora-, ricos
manteletes, capoliulius de seda de coles, camisinluK
de bico verdadeiro, ditas cviu uiaunas, romeiras e
cabeees de bico e de renda, capolinhos de renda de
relruz. oapulinbos e corplnhos de bico, capolinhos e
manteletes prelos, do seda.e de bico, mangas borda-
das de bico e de cambraia, cabecees de ld.ui.! e
maulas de dilo para noivas, enhiles, turbantes, e
toucadns a iniprralriz, capellas, caiios e cordoesde
llores de larangeia. Invas de jnuvin e de seda lina,
lencos de man de cambraia de liulio, corles de blond
c de garca para noivas e bailes, um grande surli-
meiilu de lime- lina-, enlejes de luvas, meias de
seda branca, larlalauas tinas branca e de cores, cba-
peozinlios para meninos e meninas, lilas eanudadas
para enfeile-, um gtande sortimcolo de trancas de
seda, hicos e rendas, filos, cambalas e lilas do 11.
^t ate30, csparlilhos palenle-, 1 niiihr.ia de linbo
Iranspaienle. sorliinenlo de plumas tinas para cha-
lieos e toncados, etc. ele. I'az-se cha|ieos. loucados
o vestidos, por proco eomuiudo e evaclido.
Atam da Ba-Visu, luja de iniudezas do Sr.
Hilarle. 11. 78, se diniqueiii dn ."ilKr-OOll reis a pre-
mio com hvpiilheca. em casa de pouco valoi.
IVooisa-se do um biiin forneiro para nina pa-
llara porlo da piaca, paga-se btiu : a Iratar na ruj
Nova u. 10.
.luem precisarde urna pesio! para fa/er qnal-
quer rscripliiracau, quer soja por partidos simples,
ou lohiada-.ciimuiuilo acolin elimpe/a.do que lem
bstanle ortica pode procurar na ma do Qoel-
niaibi. loja 11. :I7 .\. que se dir quem lie.
I'reci-a-se alugar um primeiro andar, lias se-
gundes ra-: Crespo, Nova, Queimado, Coilegio,
1111 Cruz, e Cadeia dn ltecife: quem o livor, dirja-
se u ra du 'trapiche n. I '1. ou ra *du l'.iespn, era
cosa dusSrs. Siquoira \ Pereira.
O Sr. Joao l.ui/. remira Bibeiro queira di-
DFMISTV AMERIMI.
UENTES ART1FICIAJSS.
7 ll'A DA CllZ 7.
U. R. Baynon, cirurgio dentista, lem a honra de
revenir ao publico, que acaba de recebar dos E-
dos-l:nidos. pelo ultimo navio, um grande sorlis
melo dos celebres denles minerae incorruptiveis,
incoiilcslavelineulc lidos como superiores a ludas a-
oulias quididades que lemopparaeido al hoje,so-
bre ludo pela rara perfeicflo com que imilam a na-
lureza. t. K. Bavnoii, ronliecido pela perfecao
das suas obras e a inoderar,ao dos seus pn'co-. conli-
ua a applicar denles artiliciaes pelos melhorea svs-
loiu.i- adoplados na America o Europa, sera ne-
nliuin.i...........ni nos preces bem condecidos de seu
estabelecimento.
I'HECOS SEIINTEs :
Por luiiiili.ir um denle de 29 55000
dem de botar cada un.. 73 ISgOOll
Aluga-se um preln que ea possanle e fiel pa-
ra fazer u sen ico do casa: na ra do Queimadu
10.
Aluga-se o lerceiro andar da casa da roa Nova
11. -2i.; a fallar na ra do i.lnoiiii.i.l.i n. tO.
tISr. laberneiru da ra da Crus 11. 57. quo
chama pelo Diario de honleiu n. '-M.7. a Joao lu/.
terrena Kibciro, a negocio qoe lile dia respeito,
queira dirgr-se un paleo da Sania Cruz, padaria
11. ti, aonde o achara sempre promploa decidir quat-
quer negocio que se offereea.
Jus da ruuseea e Silva rmbarca para o Kio
le Janeiro a sua escrava, cabra, de uoiae Euzebia.
Aluga-se uiua casa 110 Puco da Panella pelo
tempo dn festa, ou por mais lempo, com bonscora-
mudus e muilo perlo rio ; da-se por menos por pre-
cisar de alguna concerlos : na la do Queiuiado,
bolica n. 15.
COMPHAS.
illc
1 taberna da
di respeito
la Cruz II. T
3 I
S Uat
PauloGaignou, dentista.
Pode ser prcuradu a ijualqucr hora em
sua casa na ra larga do Rosario, n.
16, segundo andar.
Anlnnio .loso llicoes relira--e para o Rio de
Janeiro onde tem de fater sua monda, o leva era
cuiiipunhia os seus \ e-navo- Anl.io. Albino c l>io-
gu, pardos.
l'ri'ei-a--o de un caiveiio portugus de lia
l' anuo-, com [iralica de taberna : a Iralar na rus
Nuv...... 55.
O bacharel Jos' bernardo de tigueiredo Ju
alore sus mulher 1). Gaudins da Silva Firueire
du, relinro-se para o Kio de Janeiro, I. \.....I., ten
w Juu, mualo, /a
I Iheodnra, pela.
1 t) abis......ignado
tilico, que a pristo l'eila n
ll.i
lirias e Josepha. cabio
la

\4
ntuleslla venereafli para cada um
poder 1 urarc a al tiiesmo.....
Palhogeneafa los medluatoenloa
homopalblcoa braailelroa a poto-
i-'-i.i no0uopallilca, mi Rdiu.nl*-
Iranio tas dOMM..........
OBRAS Bal FHA.NCEZ.
Diccionario fomplt'lo de mode-
eina................
1'raUuiienlu
Novo manual i
dbr.......
Memorial do i
las molealiat ehro-
complcloto Di.
ico homcopa-
i*
medicamentos.
earleira cun os -i priiu
Casa de Cbmmissao' de escravos.
Ni ra Direila, sobrado do :l andares, defroule do
hecco de S. Pedro, 11. :i, recebem-se esi-ravus de am-
bos os sesos |iara se vcndereni de coniraissao, ralo
se levando por e-sc Iraballio mais du que 2 por Vento,
esemse levar cousa alguma de comedoria-, iMiio-
cendo-se para islo loda a segurauca preci-a para os
dilos escravos.
Rs. 100,000.
t.ni abril de iK',2 desappareeeu cm Alai eiii.por or-
i.i-iao do naufragio do vapar 8. Scbatlioo. ao cap-
lo lenle Antonio Xavier de Noronha J'orrczao,
um mutilo din. robusto, caballo lino a crespo, cora
quasi redonda, fallam-llie os duus denles da Ireule
no qoeixo superior; cliauuHs lnnoeeneio,e he lilho
do Para. Consta quo se iiileriiou no provincia em
iiuiipaiihia do um tioiuem blanco, o que se du por
torro; a quem o appielieiuler e levar a casado
Sr. Sacavcm em Macei, ou em Peruaniliuen an,Si.
I'bomaz de Paria, na ra do Trapiche, 11. io, segun-
do andar, recbela I (ion mil de slvicaras.
Roubo.
Iloboii-se do aditivo assignado, pelo iulerior do
uiredor da escada, HO dia quarla feira ^,1 do
orreole, ia Khoras do dia. i baln de ullia de llan-
dres. oleado de azul, jn alguma cou-a deteriorado
rom falta de um pe, os obJechM seguiuics: I Irance-
lini lino com urna iiiedalba, (i auclloes, sendo ido
lei, I de nuro baivo.c I duuiailo, 1 par de chapa de
brincos sem solitario, 1 livella de arrala, I par de i
luvas de seda prela eninpridas de senhoro, t par de
meias dilas de seda, I par deluva- de pellica o~>' me-
nina, 1 par de sapalos de selim branco novo. I dilo
de menina, I l preln bordado novo, 1 coeiro deca-
Mioia bordado do seda cor de caima, 2 camisas de
nicninn, sendo una do l, oolra de cambraia com
renda,ludu novo,;! pares decalcla de menina, I ta-
ino de bico de largura de palmo, coni rasearrilha
auiarella, elencos braucos, I dos dilo com bico, c
oolro liso, 1 Inuquinha de nieniuu de l.com sombra
de seda, vara e meia de lila de seda; 2 varas de cam-
braia, 2 frascos de espritu de agua de rulnnia, e
outro de espritu de lima, e mais uns papis d'ura-
'.:"<'-: e assim pede-se as autoridades poliriaes e a to-
dos em geral. e principalinenle aos senhores nego-
cianles d'nuro, a appieheiisao ilestes ohejectos qoe
se cralilicar, e dii ijam-sc ao ahaixo assignado, la.
liaros 11. I, i.ir_'.i de S. Pcdru.Jo$ .Inlonw da
* 'iio/ia.
11- ihrinuisiLi primeiraquinta par-
le da lotera da Boa-Vista come^am a pa-
;ap-se boje, 2H do coni'iitc. Os premio*
grandes pagan\-te no escriptorio do llie-
soureiro, na ra do 'l'rapicliu, ti- 58. Os
premios menores, para maior coinmodi-
dade do pukliro, sciao pagos nal lojas
lu; os venderam, estalielecidas nos dif-
lerentes bairros delta cidade. Reciiij?6
tlenovembro de IS.'ir.O thetoureiro,
liuilhernK da Coita Correa l.eitc.
Na audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz dn civel da
ptimeira vara, bojeas do correnle, lem de ser arre-
inaladas na sala das audiencias, pnr ser a ultima
arara, 2 muradas do casa terrea, !
Portas, sendo urna n. t, 110 valoi
AMA Di: LE1TE.
I'ircisa-si' de tuna ama Hile Icnlia I111111
leite de Itoa rondiicta : uo aterro da
Boa-Vista loja de calcado, n. .">S.
Os m'iiIiih.'s a cniem loi distribui-
do o projecto de estatutos da compa
iliin de segurosIndemnitadora,lo
iiividados pata a ditCUKHO do tni'siiiii
irojecto, no dia .scgiiiiila-loii'.i, 28 do
i'orrct'lc, pelas I I luirs da nianlia. na
sala da anociacfio eommereial.
RESTAUHANT Di: PROVENCE.
Itna dn TrapicbeNovou. I 't.
I da- para viol.io.
W de objecloi de p
gg licddu que he |
;:;. nsqailidsdes, e
j>3 lesoura, pililo,
um rico evariado soriinienlo g)
n colana o de cera, o mais ile-
isslvel. cliaruleias de ludas
dguinas dellaa eum caivete,
rrolha, navallia, peale t

, rapaluls de inarflm, loucadorea de costur.
; para seiibina. e oulros mullos objerlus que 54
i: sera duvldl agradaran pela sua quiilidade e fj
: proc. No mea..... Baiai se om......ira urna
']{ sala dereiileincnle preparada para se curiar j|
" cabellos. I
I'recisa-se de urna ama de leite, para amaraeu-
lar um menino de dous meses tle idade: paga-soge-
iioro.amenle : na ra ra du Apollo casa ds esqui-
na com a entrada confronte a crnala dos prelos ca-
I ma
paes liiedicamoiitns .lubn- grandes
o a seguoda edic^ao dos Elemenlas
de loinupalliia.......
i'ma earleira cun us i priuci
pac.......licnmi'iili.s.....
liraiide siirlimenlo de earleira-
du lodo- os Ininaulius por preeos
ll,llOIH"il>'illlO^.
1 im." de glbulos avul-ns .
I Irasco de nuca de Untura a
esculla.........
MHKI
IIIXHHI
; ~4hmi
IK-SSSI
I -IKM
IIHIWI
atsssi
1IIHHSI
l-ISHI
I
t
$,
i
l'ierre P
llarra, avil
clu
u/mi
;i au publico que
labeleciluelitu, anude lelu
S lona- 1 pina o almo
o jaular ; luiuhcm djll
qualquer hora do dia. o 1
ludo por praro commodo
Preci-a-se nlugac uini
pigl-se bem : na la du I
ksseveraroosao Sr. Ri
bncono, que InspecrJo d
tu provincia nio decralao 1
mando i\o presidin de Ven
bem -abe ligo o poder fazer,
iln eslinclo II"I.d da
icba--e i'iiiii 0 dilo o
;l redunda de maniota
de lardo as ', para
1 e slmocos a vulgos a
da na- casal p-ii'ticlll.'i-
moleqtio ci/inlioiio
raspo u. 10.
,1.1
lordo /-.>/,., I'eriimn-
arsenal de lliariulia de-
i.l.'in uoiiliiinia ao inm-
ndo deNoronhi, porquo
apenas dirigi a elle
-mo.0111
nm nllicin em o I. ib' iiiilulirn prnvimn pa
que pedia com docilidadc a coadjiivacu.it dn cnin-
luainln du pre-idin para breve ser 11 carregimentu
de pedra que liulia de recehertransporte /'iru/iii-
n*o, alim de seren -aii-ioita- as ordene da presiden-
cia, cojo nllicin Ojio leve a huma de sor respondido.
Prerisa-se de una ama de leite : na praca da
Independencia, n. :li.
Nu dia90.Usala da audiencias depoia de lin-
da a da Mhn. Sr. llr. juiz du segunda vara munici-
pal, se bao de arrematar.....bjecloa da taberna de
.Manuel Antera de Soasa Beb, areojuerimenlo du
, por eslaremden-
1 rua da liiiia, perlon-
nhorados pela mesa da
, embarca para o Kio
nolian. 71, no valbr de 1:!>0Q80M> : penlioradas
por evecueiin de II. Francisca Cnilmiuia Pereira
V i.nn, contra o herdeiros de I). Anua Joaquina de
Santa Auna.
Aluga-se oseuunilo andar da casa, 11. 17, da
rua da Cadeia do ltecife: para Iralar ua loja da les-
111,1 ca-a. uu na rua do Coilegio, 11. I
itas cm tura de 1 e para que nil
ile oOlWKXI
1111 ni dus incluiros fllhos .J.. ni
Ira da loja da rasa. 11. S, d
cont as seus Iplellados, e pt
..1 lino lerceira du Carmo,
Jnsc Augu-lo Cordeiri
de Janeiro.
Aluga-sc para se pas-ar a festa urna excelleule
casa,sita no Poco da Panella defrunte da duSr. Jn.io
.Matheus, com i qoarlos, eosinha' fura, e quintal
grande rom algn- ai v uredos : quem a pretender di-
rija-sea rua da Mangueirn da lina-Visla, n. I.
Irmandade das almas do Rccife.
ti juiz da irmandade das almas da malris du Cul-
po Santo, convida a lodos us seus irm.io- mesarlos, li
coiiiparecereiu no "ii-i-......da mesina irmandade,
no dia -_'!> du crrenle pelas til horas da maiihaa,
..nm i!i. .i.-lili 1..1. 'o cerc de negocio argente.
(1 Sr. 11. II. I.. queira vil pagar o que deve ua
ruido Crespo n. 10. J. (.' Malicia.
Fugio no dia '1 do correnle o pelo Paulo,
idade ."> a .VI anuos, barbado, com alguna ca-
bellos blancos ua barba, falla um tanto vagarosa,
corpo grosso, andar vnaamsn, levou camisa blan-
ca, chapeo prelo, caifa azul: quem o pepar leve-o
na Soledade a seu senhur J0.0 Ignacio Rodrigues
da Cusa, 011 na rua da Santa Cruz 11. 70, que ser
grulilieado.,
Avisa-se aos senhores herdeiros do fallecido
Alonio Jote Coelho, que nao pagucni 11 pena
alguma as rendas du eugenliu Jussar, que llruu a
dever o dito fallecido aos herdeiros do lindiln I ran-
cisco l'iuocaho- ll.i-ln-, e lainhcm dos herdeiros do
casal de iaauim Gancalve Bulos, pois que se esl
procedendu luvenlariu judiciulnieulede dilos Inns^
hamem a ignorancia faz-se n pr-
senle. Um din heiileirot.
l>recis*-e de um porluguez para feilor de um
engenho distante deste pradl "lo legos: a tratar
na rua da Gloria 11. M.
Ha na falinc.i de espirilos de Bairao ,\ Hice*
do, ua rua Direila n. 17, a sopercrior agurdenle
de calina chamada de cabeca, he prupria para a es.
lacao picseqlr. e o prcro convida .1 visla da fazenda
-.-.la
man
Madama Boutler, modista francesa, roa
Nova n. S8,
aba de receher um lindo sorliinenlu de chapaos de
lo ultimo goslo, romeiras de cambraia com
a- bordadas, preparadas para vestir-so pnr bai-
naliti), chalo- pidos, llloes de enliar esparli-
eufeilesclurlunle para bailes elhealros, Illas
. para cilos, leos de seda, seda de furta-co-
ii.inln> prelas de seda a iinilacn de blond,
dilos para iiieni
,. eiilre-iueiu bur
eniniis, recorte di
lesenhos, bico- pra
um -nrliincnlo di
um lindo-ni limen
e las vo-lidos
omiiiodo.
' una ama para si r\ ico do c.t-,
naiesiil.ic.iu per detrs da Igra
vesluiillus de seda para iiienili
us, luiicasde hapli-al, e-parlillio
dados, calcas bordadas par 1
bab.uios de vestidos de diversos di
lo-, cabeciles de bico de seda, 1
pinina- para chapen- eloueados, 1
tu de mineteles prelos e de en
a loucados ruin goslo, por praca
Preciss-so !
de pollas a dentro
1.1 de Sania lilla.
Aluga-se ,1 armuzeiu, 110 qual sempre leve ta-
berna, e nu ine-nio lem aiiuaciio: nu paleo do Ter-
co 11. 139, a Iralar 00111 o seu proprieljrio Joaquim
Lopes de Almeida.
Anda i-sin para se alugar. 011 niesnin para -e
vender. ,1 podarla da rua lleal Jimio lo M.iiigiiinbo
o. -JT. cora lodos os -eus perteueos, por preep com-
, (^SUTORIO
Da cura da gaguez.
j Joaquim Gomes des Sanios Mar- Jj
M i|.ies, leudo de drniorar-sr anula
Silesia provineia ale o lint dezein-
! luu, em razo de alguns curati-
I vus. continua a preslar-se no sen
eonstillorio da 1 na da Cadeia do
ltecife, 11. Vil, das III lluras da
Q iniiiiliiiii is Tilla lunle ile linios us
5 das que nfio forem de guaraa.
rugi no da JO do crranle pelos qualro ho-
ras da tarda um mualo de uome Jos, que repr-
senla Irinla eUntos aiiiiu-, clieiu du corpo, quem o
uuve fallar diz. que he leii
aqu em pil.aiiieuln a Mi
pnr Josd .Nuiles do t:.i-lr.
que elle para ihi sesui-!
comboy, que neme ino-no
do -al, e-le mualo dizil ser
ilciv.olo mulher c lilhn-, pur is-u lia luda a |irobabi
jlidade que elle vollassepara Pojen ao Balsa Verde,
levou vestido, caifa branca, comisa de madapoln c
.Impende palba. coinliizimln lainbein un-iiiniu.
Roga e .1- autoridades e capujes de campu a ap-
probeiis.in do dilo mulato, liiendo-o couduzir .1 rua
do Crespn. 10, primeiro andar, que ser leeuni-
[ pensada a pesaos que olrouser.
Desappareeeu no dia 11110curente iiineseiavii,eriiuilu,d
lo ard seu modo, loi dado no Maia da Silva
de em 'ajeno de-conliase coinpanhia de um
lia COI sabio do aruiazein ubi c que la I111I1.1
10 ri'>[ii'i!;iM'l |hi-
Pofo tlii r.ntell.i ;i ot
\v oii\t'ii coi o ibiiixo BuignadOg morador no Herir.
Jote Lupe* de Qhteira.
Pergunta que nao' ofrende.
Ikscjj-se sibi-r l^iiaei t&Q h eflcravlM que o Sr.
Anionii) jisr Iticiio, ei-caiioiro ua rua do Qoeinuv
to, leva para o Rio de Janeiro cm ~m com|inliia.
le o annuuciadoi uo Diario Je I') lo enrreule '*"
pagina) hidra, mulato, eAntonio, nionio, mimo*
Riinunciado no Diario dt lionlem Anio. Albino <
IMogo, pardos. |>eseja-#8 laber mab *c S. S. be
IKKiauidor de 3 escravo o lia que lempo. Coni a mu
resposla firani Mlinfeito.O Curion,
Aiudacontlna aeUi oftiao dekde odia li
de junlio prximo pastado, Paulo, crioulo, dedti
para 30 auno, alio ponto ma do regular, mmto to
i'oi'po, ollios roguliirect, cor meia rula, deuleaaber-
losoMparadoi um iloa oulros eamaretlos, ruto
comprido e descarnado, desbarbado, peruas linas,
audar liftelro e multo gil do corpo, vivo c espfri*
! inoMi, iiir;iii.iiile mIi, muilo surto v prosista, gosla
de andar engomniado o com lencos nos bolsos com
' ponas e f"ri: roga-se ios senhoresemprrgados de
| polica e rapHAcs de campo o apprelienaam e faram
i roiiilti/t uo seusenlioroinajor Joflo Barboxa i.'.i Sil-
va, morador uo linbr la comarca do Limoeiro, que
generosameu|e recompensar ao |>ori.ior.
Cut'i'ocas de aluguel.
Alugom*M carrozal para carregar Irastes, maie-
riaes, madelras e oulros quaesquer objeclot, ludo
por proco mullo commodo e aclividade : na rua da
t'alma, arntaaem de laboas u. lo, indo para o porto
lo Pocinlto.
No dia it5 as 10 lloras -i.i manha, pouco mais
ou menos, roubaram 'b< loja to sobrado onda mora
oSr. Slarrem Sunto Amaro, urna calsinha do lar-
laruga* cora oh seojuinles objeclosdentro; umre-
loglo de prala palenle Ingloi com ovldro e corda
quebrados n. hh'i e K"it. un alunte dp peilo para
sculiora com alguns diamantes c a conOguracSo de
i bracos ornaos rom anoeis, um par dosapatoa-dese"
l lim branco, ealguus papis, os quaes so servem jo
dono: suppoe-M ler sido roubado por um nml.ili-
obo que representa ler 14 uonos, pouco mai
i iii|-i.i -i-p.iii umaeucomiueiida, um pardi-
llo SSCUro do \U a U anuodo idade, sendo de bo-
iii (mira : na rua da Oh/, n. 34.
i.hiii|ii.i-m- i;cin{ibr amurellu : uo arma.eui
do dorp, ua rua da Cruz n. 2\, clerronle do chafara.
Compra-se urna casa <|ue leidia dua mu o
ilou> (|ii.irlos, toiiitpiinlal a beira du rio, no Poro
da Panfila : quem a liver procure Auluiho Leal
de H......-, ua i ua do Vigario n. 17, quo osla aulori-
-i.lo para comprar.
Compram-se accoes do Banco dettta provincia :
na praca do Coimnercio u. 6, cscriploro.
Cumpram-se sscrtvos de 10 a '20 aunos, tle
rtinbos os sexos, para se ex por lar, leudo lH>uitas h-
uras. pagatB ae bem; ua rua das Laraiuzeira* u. ti,
ssjgundo andar.
Compra-ce urata brasileira e Iica-
nuuliola : na rua du Cadeia do Kccife
luja de cambio de Vieii'u da Stlv.i-
Giinnram-se osso a [) : no ar-
nia/.em da illiimiiiaeao, no caes do lla-
mos, trnw-ssu do Carioca.
Oimprae urna casa lerrea, nos hairro* de S.
Antonio c d.i Boa Vala! na rua Augusta n. \'J.
Gompra-ae no Bazar Pernambucano, na rua
NovaU.33,cabellos para cresecutes, de Ka2J po-
egadas de coinprinaenlo. *
Compra seii uoxo ou miadn. nao fallando paui-
nas.o mellido fcil de escripturar livros, por l)c
(jranue : quem liver annuncie ou dirija-se ao a Ier-
ro da Hoa-Visla, loja n. I.
VENDAS
Jost- com o
(fuaes pode
bem |ui'lo,
11 ios e
uiucscravo,criouii
sijjnaes sejjiiuiles,
ler bem conliccido :
r nomo
o lelos
illi
tpial foi encontrado correndo para o lado
da Boa-Vista com a caliinlia debaho do braco.eJbl
visto na occasiao eni que sabio le dentro do casa
quem do dito roubo der noticia, ser Bonerosamen-
ic Qratiflcado ua meamacasi cima indicada, ou na
rua da Cadeia do Hecile u. I(.
AVISO JIUIIHCO.
A soguuda cdhrao dos priuieirus eleuirnlos para
lieos do rrochil, mais bem corrigida eacrescenta-
da, u.io > a respeito do que allarua a lei da refor-
ma, como acerca dos de-paclios, iuleilovulorias e di-
Unitivas dos julgadores, obra easatio inleressante
aos principiantes em pralica que Ibes servil.i tle lio
aductor : na piara da Imlt-prndcncia n. (i eS.
pernal lecca, ollios verme- Madamtt Rosa Hardy modista bratii-
(Iciiiiia,
de idade >^ lona ai
lo e lie iiatui'al de
se .i todas os autoridades
ilieui
piirii
unios
lo tem Icoles na llueca (I
i'|iivsciila ler vinle esei
lia alguma cousa descansa-
l'ajen de Flores, roga-
lteiaesee,i|i-
iiies ile campo aappr
liadoeseravo, centre}
aterro ila lina \ isla II. 57, settmidoau*
(lar, ou no largo ila assetnlilea uo eserin-
S lorio ile llaliello >\ FilllO, i|ue serio (;e-
| ni losaiueiile recompensados.
S' Kugirstn da engsnho S. Francisco, Kibenda
! Santo Antonio Graiule, termo da illa do Passo, co-
do ineneii
do
.M.innfi RodTiguai da Silva fai scienl sspcsr
suas qua eslao daveDdo toja ila run ao Quoimado
ii. Sfl, ajas ini da Si. \i.ii,..ci Jih|iiiii dj gi|,s Far-
i.i/. Ii.ijiitu de \'w siilisfszpr -ni- ilnliilns un |ir,i/u
da ll lii.i-, ilin'.inlriirin pn-Mirn .1 chamadlos por es-
lii fnlliii, pota nao contawe parta dalles, neni sabe
san* laoraaas. Pts masmi loja vendam^a niiuili^
tos por lodo o praea para liqaldacgo, e pur is> us
Iregueze. aprowHain a oeeasl.....
Adverto-ss iqui'llft. ssnhoras que li/ernm
ambarcar pan o Itin ilr li.....m um inoeo portu-
gus, casado, e com qoalro lllliiiilni, um dos quaes
n.i-ii.l,. Ili poucaa emanas, eque |.m.i eonsagulrem
11 rn ,.inliini|iii. oeinliHlnram com ns songairai
aspesgneas le preslarem sorrorm i sai rimtlia, em
qll.lllln elle inin OSlitesSt ni- 1 irriliii.l.niriiis de 11
pniler r.-i/er. en iiiiie.irillnlil luinliein leo inailillirein
amarrado para bordo, em ultimo soso que s dess-
veiiluriiilii es|i(isnuesse inoro eslj peilimlo esinoln
para poiler mular 11 fumen -en- inimeiileslilliiiilins,
, ipii- -, -11,1. .cnlniiii- n.ni 'lelein ilmpriinenln
liel 111 que proiiiellerani.se publicaro neu* nomes,
i lodos .is eirciiiiisl.iiit'i... que .'irompiiulinriim esta
nnN.i sspeoiB ilc divorcio, o o inlaresse que nkao ha.
O tujilaiite.
ATTENCAO.
Om n livor um negra inri itugir, quu asjs ro-
busto, pira sndir com um calila ile rasandas ua
run. dinjd-se rua do yueim.id". loj.i 11. 7
iiijiren dePorloCalvo, provinoii dos Al
escravos, crionlos, umomagosloda 1851, de nome
Antonio, cornos signaos legninles :baiso, grosso,
cor falla, reprsenla ler 2ii ;i ;iu iniios ,le Idade,
cabellos imulalados, bem rallante, ofllfiode cirrei-
rn, lein In.lns us .lente-, e ns ilf liiinle limados, lem
os pos gronose apallielados, os dedos urossos e eor-
lua, e milla apressado : o ouiro fugio no dia 2K ile
oulubrodo presanteuinn, do ame Vauaneio, eum
1- signaes segainles :balso, v por nico o verda-
deiro siglill lem un I111110 lieui vixlvol un ciri-umle-
reucbi de toila ,1 lusiii. provaoionle deumearro que
llie pnssuii pin inin : quem ilellcs livor noticia, uu
appiolieiiile-lus.piiileeiilreu.ir na praea 110 Sr. inajor
M.uii.ri Goncalvesdi Silva,o Doengaoho ... nu.i ili-
lo, 11 seu senlnir, o abaisa sstgnido que ser geuo-
ru-.iinenle reconiiiensiidu.
.Manuel Xioierljuiioiiu Alliuqiierque.
ti Sr. 111,1.. de tal, queirn ler a bonidada le ir
rnlragar usas iiiucih de ouro de _'ii~'si rs. que li-
1 mi das iinins ,le una iin.i-'i'iii doIMossi Senlinra 1I0
Itnsarin, un rua ,la tan/, seio \cr o seu nome por
..\ieu-n. ronliiiiiilaiilenlc BOSlS lollia, pai.i -aln-
reui ile sua i'nmliul.i.
Agencia deijassaportei.tituloi de residen-
cia 1* tulla corrida,
r.lauliim du Keuu l.ima, piorailor 1111 rua ila l'i .11.1,
piiuieim .'1111I111, lira psssaporles para dcnlro e tora
do impeli, lilulusileresideneia, e l'ullias corridas,
pnr coininuilo preo e proinplhlilo.
Na run Helia, ultima casa du bulo esqnerdo
em frente i Iravessa.te precisa singar umiiearo que
sailia Iralar ile lu.lu que lie nece-sarin ein nina rasa:
|inia se ajuslar 1111 mesilla ca.i. ilas'as 10 horas ila
insoluta,! .las 3 as '. 1I11 larde.
tjiieni lixer o. quizei \eiiiiei o* us. I e 2 da
Itrrulueao Frameza por Iliier-, aiuiuucie.
Aluya-sc um escravn, proprio liara todo o sr-
ico: ua rua du ijueimado, loja 11. II,
leira, rua Nova, n. 34
.......neis 10 publico, c particularmente 11 suas Ire-
guetas.que acaba de raceber de l'aiis um imvu sor-
iimeiitu ile i.i/en,ias. chapeos de seda para sonhora
e meninos, chapeos da palba ds liah.i fechados e
aberlOS para senhora r. ineninas Ticos rap.li-
nbos iiianleleles e palils ilu gros lo aplos
o chamelote prelos. ditos do gres de aples
"' i'urtii-rnres. ricos curies de ssdl branca para casa-
uieiilo. nulas capellas para linhu, lu\ssite pellica
ciifeilailas, molosdesedl brinca, luvas .le seda para
senlinra e meninos, cor de ratina e brancas, limlns
Onfeles de cabeca para senlinra para baile e assisllr
a.ca.anienlo.limcusile retrol .le lodosas cures a (>>00
cadl un. lencos .le caminata bordados para iii.u,
dllOi de camnala cun lellila lirgl, lirus leques enm
pinnas, tranca res de seda a imilac/ao de blouil, ililosdc linho, ili-
los relos, lilas de todas as coros e qusUdades, bieos
ile blond, ile seila, de linhu e llores, penachos, ca-
pellas paia meninas, romeiras do seda prela, mantas
ile lilo de seda prela, dilas de tilo de seda branca
p.na iioivi.loiic.iscliapoosinliiis para meninos e me-
nina-, ile seila, ililosdc mansa braiicus e de ciires.pa-
r meninos de 3l innua : un mesilla loja lem um
variado -nriiiiieulu,robras ileouro ,le lei. rindas de
Puris.efabricados na Ierra, .-ulereos o meia* id-
neos, pulcalros, rosetas, lrsestlls,asnwis, brincos,
crrente o reloiiio, boloes do aberlura
FOLIII.MIAS TAHA 1854.
\rinlem-$rlblliinl.:is i\v iI^Whi'h, |mr-
taenuafe, pofaoonnoae 1854, imprci-
itu tiesiii \\ pourapltia : as duna pnmeiras
esta' feunido fegulamenlo iiil'iiIiis [luiocliiacs :na^irai;a ta liidc|>cii-
denca li\ rarta us. (i c 8.
aviso aos econmicos.
\ unde-se urna porcSo de buUcJuu eni mullo bou
estado, a 28060 por arsobs, e a libra u um rs.: im
rua das Cinco l'onlas, padaria u. 63*
Ao barato-
Na roa Nova, loja n. s. vesKlem-se sjhaiioa de
RHMHI brancas sem nelln para liomem,pelo diiuinulo
preco de ir^itx!: quem nao comprar ura cMpo
pura nassar ;i festa |K>r asmethate procol sedas la-
vradas de diversas ores a iSocuvado; ii.mi.tsfu
verde de seda com slgom mofoa |S)o COVado, seda
prcl Uvrada a lo < rovado, lavas prelas de seda
pin senhora a "MO r>. o (tar, ditaada coi o 800 r^.
o i mi e oolrss mais- fazenda* barata tjue se %cud3-
rflo por iodo o preco para acabara
bscravos a" venda.
Na rus ilo \ i'.'.irni u. II, secundo audar, veinto
para vender unta prela trioula, de -JO anuot de ula-
de, bouils Agora, ruin urna eria mullinha e (eiu
moKti boni lele ; iuna mulitlinhn ile U a 13 anucs,
liem parecida; e urna prela da Coala, de 'l'1 anuos
de idade, pouco niai ou menos: os preleudeulos
lirijam-se a mesma tasa, tpie ut'harau eum. quem
Iralar.
Vende-sen laberna n. sti, da ros du t'iUr em
Forado Corlas, para h com o dono na mi'sina, ou em sua casa na rua dus
Goararapea n. 17.
LOTERA 1)0 KIO DE JANEIRO.
Arliam-se i veuda us liillicles da lote-
ra litl ila Sania Casa ila Misericordia, e
espera-tea lista jh'Iu vapor ae 4 a de de-
/l'llllll'O : Os |)ll'lllilis s.ui | i.i ;n. Iinjii (Mil
se li/iT a ilisliiliiiirao das listas sem cles-
contoalgum.
Vemle-se um iiiiiieuto proprio para sella, u
' ibieisis em pircan uu a relalbn ; uo sobrado peia-
: do a i.i i'; t ilo l'arai/o do lado do quarlcl ilo |...l i.i.i.
. Veiiilein-se surcas eum
1 mmente da America pelo p
i iKKI rs. a saca : u
esdu llamos n. Iti.
IUKSAI.E.
lables .in.l lloris Seeds iuSiuall l',n I, i... :
rrapiebe Store li. .11.
FAZENDASBARATAS.
Na nova luja de "i portas, na rua du Li-
vramenlo ll. 's. au ir du aiina/.rm dr
luitra,
M'inleni-se chitas escuras de coros lisas com loque de
mofo, o i|ual sai motilado que seja, a peca, 5TOUtl,
e 140 rs. o covsdo, corles de casas de cores iielm-
nilos (loslos, a IfHOO, ^SHIc %t>, lilas IrtOCar
sai com barra, a K o rovsdo, ileliculissima raen-
ila uruandis. para vestidos, casaos de cores muiu
superior escocezas ("ni barra,, de muilo boollos
gostoi e cure- lisas, pecas de lirclaiiha de puro li-
nhu com Bvsras, a :li:ssic Ibiks) rs., veslidoade
cainhraiii branins e de ote cun -J, .1, I e.'i babadas,
a fWK), i.-VW e .V1lt rs-. curies de easu do cores
com .1 hairas, o boi.il"> osl..., a 5WKI c :ljO00 rs..
bonitos cases*do coros eoni ramagom, a lOetnt;
acha-sa a luja iberll das U boros .la matilua as 8 da
noile. e dau-sc as amoslras de ijualqucr l.i/.einla
rraucaiiicnle.
ATTENCAO'.
Ai-alia de chrjgtr a loja da rila
Nova 11. 8,
um bello sorlimcnlo de fazendas Irauce/as de luuii
goslo eipialiilaile, equosa validarlo por preco mais
cnmmii.tu duque emuulra qualquer parle, a saber :
lindas romeiras de lilel uu retro/, bordados, com
bonitas franjas para senhora. dilas lambem de re-
liu, puriin lisa.'. Ictiriiihosde relroi, a Ij20fl. ri-
cos manlcleleii e capolinhos de furia-cures, multo
bem guarnecidos ,- du mellior itoslo, limlas sedas de
foila-cores, lisas, nuiilo proprias para ^eslidos.ditab
lleeil.
e n<
Veg
rua du
, dn
I.iii'II.i, cbeuado lilll-
1I.11 Im ameiicano I Ha
1 rua do rapiclie 11. 8,
ea-sole as. crrenle e re lomo, ..n.oes uoneriur.. ., ,,,.,. ,., u 1>rilllca5 piira chapeu,.
ludo obras modernas, alliauja-se a qualidade du rh larrendados paia seuhura. armaHoaepor ar-
iro que he de le, e se vendo mais em coala que ^ jj^ ^ |)jl|ln J l|ia ,ls0, (|(1 .lb.|8 Xm^ c
ji enfeitados, para meninas do 5, 6,7o 8anuos,
ehapeosinliosjla sod, p.ua criancas, lavas de seda u
em qualquer uulra parle.
Nova fabrica de chapeos de aol, roa Novan.
36, defronte da lgro|a- da Concelcao' dot
Militares.
Jos l'riidines. leinlo-so resolvido a juntar ao seu
oslalielc menlo de eutiloria una fabrica de cha-
peos de sol, lem o honra de participar ao respeila-
vel publico, principalmenle a seus Ireauc7.es. que
araba de receher prlo.ullimo navio rhrgado do Ha-
vre um lindo sorliinenlo de chapeos deso, tanto de
seda, COSO de panninhn para liomem e senhora.riros
chapeo de sol com rabo de bandn, ou calina da lu-
dia ; dilos com cabo de louro. dilo com caricaturas
us i.iji- em-iuias.dilos enm irntselo de ico com ricos
cosios, dilos para senhora. cora ricas franjas e
cabos de nirlim, eoulros muilos objeclos, os quaes
s,.r.iu vendidos porjirecosmuicommodos: fabricain,
e conserlam-so lodos os dilos objeclos com aceio, e
promplidiio por preco mais barato do que em oulra
qualquer parte. E continua sempre a fabricar bri-
des, esporas, o picadeiras de tosi, e cnncerla ludo
o que he lendeule, a seu ofllcio lem resolvido tam-
ben |iari ser mais commodo .1 sua rrecuezia de
farer amularan todos os dias cora perleicao
pellica de loda* as quididades
meas, eoulras muilas la/eml
se imiiunciaiao ; clicgueui Irogoaa
nao se otha .1 pr.
E.i 1 senhoras e lio-
ai atas, que depon
que tiesta luja
uno azul proprio para farda de
,l', pelo barato prego do i >0U por cu-
ta rua d Crespo 10 lado do arco de
11. d.
le linho superior com II pal-
Vende-
unarda u.lcin
vado : ua loj
Sanio Aulonii
Vende-ae pami
mus de largura, a a-sDO rs. a vaea : na loja n. d au
lado dn arco de Sanio Aulonio.
__ \eiule-se nina pretil inuea, ue lioa conduela.
perfeila ensommadeira, e para loilo e qualquer ser-
vico de una casa : a tratar na rua do Apullo 11.11,
ou'na rua do Vigaolo n.7.
Vende-se um prelo, crioulo, de 18 anuos, du
muilo boa rondarla, sem vicios: na rua da Aurora,
taberna junto a fundieo.
Vende-se sal du A-sn dcevoelleiiloquiilidade.
a bnnloMabarraca \atalen*e. fundeada em frenle
do trapiche do algodao, e a Iralar uufuu du Cadeia
do Hecile, loja de lerrageus u. 06.


V I
I
j
,

"i i ;
NO CONSULTORIO |HOME0PA IIIICO
DR.I'.A. LOBtt MISCOZO.
\ cudo-se a rlelhor ile todas as obras de medicina
homopalhice srj- O NOVO MAM.'AL DO DR
li. 11. JAIIR .'M Iraduzido em porluguc pelo
Dr. P. A. Lobo Moscozo: qualro volumcs encader-
uadoa em dous. 209000
O 1. volume contendo a pafhogenesia Jos tU
medicamentos que u. o foram publicados saldr mui-
to brexe, por estar omito adiaulida sua iiiipresslo.
Diccionario dos lerinos de......Iiriiu. cirurgia, analo-
roia, t I .i ni.ii i.i, etc. ele. eocadernodo. W00
lima carfeira de 21 lubos, dosmelhores e mais beni
preparados glbulos hoinopalhicos coni as duas
ubras cima.....* WfOOO
Vina dita de 36 lobos com as mesillas. 459000
Dila, dila de 18 lubos.......50*000
DiladelWeomasdilas...... 1008000
Carleirasde 21 lubus pequeos para algi-
beira............ IflfOOO
Hila- deiSdiln..........:.'I)NKI
Tubos ayulsos de glbulos..... 18000
Vendem-se pianos fortes de superior qualidu-
de, fabricados pelo mellior autor hamburguez ha
roa da Cruz n. 1. *
CAL MRGEM DE LISBOA.
Veude-se cal nova em pedia, ehe;ada
lioje no palhabote Lusitano, por muito
cora modo preco : na rua do Trapiche n.
15, armar.em de Bastos Irinaos.
Vende-8e um rento de exemplares
da obra Kaphuel, pagina dajuventu-
de por Lamartine, versao portugue-
sa de I). Car-Ios Guido y Spano : na rua
do Trapiche n. 1 i, primeiro andar.
VENEZIANAS .
Aterro da Boa-Vista n. 55.
Teiu um sorlimenlo de venezianas rom lilas ver-
des de linlio e de lia, com caita e sem ella, e se
roncera e se troca aa novas por vcllias, a vontade do-
comprador.
Vendem-se relogios de miro, pa-
tente inglez, os melhores'que tem vindo
a este mercado, e do maii acreditado
fabricante de Liverpool: era casa de Rus-
sel Mellors & Companhia, na rua da
Cadcia do Recife, n. 56.
n>if*TOirs^wraj
Dicd.earto dea termo de medicina,
clmrila anatoma pharmacla ,
etc. ete.
Sabio .i luz esta obra indispensavel a (odas j
a> [<....... que.se dedican! ao esludo de
iniNliuii.i. Vende-se por ij) rs., encaderii.i-
W, no consultorio do Dr. Moscozo, rua do
Collegio, n. 25, primeiro andar.
-erar
4
Cobertores oscuros,
de al^otlo, a 800 rs. ; dilos aziies e enramados ,
muilo grandes eencorpados, n l>100 rs.: na rua do
Crespo, loja da enquia que volla para a Cadeia.
Vcudem-se em casa de Mr. Gil moni & (!om-
|i,iulii ,\ inlin dcMarseilleem eaxas de 'i a 6 du/ias,linhas
era o\ellos erarreteis, breu em barricas muilo
grandes, aro de milaosortido,ferro inulez.
AGENCIA
Da Fundicao'. Low-Moor. Rua da
Sen t. al a nova n. 42.
Nestc estabelecimenlo continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendns para engenho, ma-
chinas de vapor, taixal de ierro batido
0 coado, de todos os lamaiiluis. para
dito.
AOS SENHOBES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Slolle em Berln, empreado as co-
lonias inglezas e liollande/,as, cora gran-
de vanlagcm para O nt'lhoraincnlo do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto rom O inethodo de emprc-
ga-lo DO idioma portuguez, em casa de
N. O. Biebcr ti Companhia, na rua da
Cru/., n. .
Acanelada EdwInHaw.
Na rua de Apollon. 6. arina/oin de He. Calinonl
,\ Coiiipauhia, acha-se roiislatileinenlo boue sorli-
mentos de Uixas de fprro ciado e balido, lauto ra-
sa como fundas, modulas ineliras ludas de ferro pa-
ra aiiiuiocs, moa, ele, lilas parn armar em madei-
ra de Indos os lamanhose inodelnMisiuais modernos,
machina horisontul para va|H>r coin forra de
I .-avallo-, cocos, "passadeiras de ferro esladhado
para casa de purgar, por monos preco que os de co-
bre, encoveos para navios, ferro da Suecia, e Tu-
llas de llaudres : ludo por baralo ......
Deposito da Cabrio.' de Todo. o. Santo, na Babia.
Vende-se,emeasa deN. O. Biebcr i\-C. na rua
da Cruz n. !, algoda trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de assucar c roupa de es-
cravos, porpreco rommodo.
Fil preto, lavrado, a 500 rs. a vara.
Na rua do Crespo, luja da esquina que volla para
.1 Cadeia.
Vendeiu-selonas,briuza, brioso meias lo-
nas da Un i.i : no armazem de N. O. Biebcr A.
Companhia. na rua da Cruz n. 1.
Franjas para cortinados,
coiu hellas brancas e de corea, a SfOOO c 59500 a
peca: na rua du Queimado, loja de iniudezas,
u. 49.
Vcnde-se, a quem qui/cr possuir, ou para al-
guma cncoinmenda, una iiincama rccolhida, de
18 a Jllaiinos, sabendo bem cose, fazer renda, cn-
gowinar e cnziuhar, he robusta', e o motivo da ven-
da se dir ao comprador : no segundo andar n. I,
do becco largo do Recite, se dir quem vende.
Tabeas para engenhos.
Na fundicao' de Ierro de I). \V.
BoWraann na rua 'do Brttin, pastan-
do o rhal'ari/. continua haver um
completo sorlimenlo de taixai de Ierro
lundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-sea venda, por
preco counnodo e cora promptidao':
embarcam-se .ou carregam-seein carro
tem despe/.a ao comprador.
rOTVSSi SIPERIOR
Vende-se por preco muilo rom-
modo, no armazem n. 7 fle caes da
alfandegii de Jos Joaqun! Pereira de
Mello, ou no cscriptorio de Novaes &
Corapaubia na rua do Trapiche n. ii.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e (lauta, como
sejam, (luadrillias, valsas, redowas, scho-
tickes, modinbas tudo modernissimo ,
ebegado do Rio de Janeiro.
VINHO DO PORTO ML'ITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde ., 5. c 8.: no arir.a/.emda rua
do AzeitCde Pcixc n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novis i Companhia, na
rua do Trapichen. 54.
Deposito deca de Lisboa,
Vendem-se barriscorneal em pedra. chegada uo
liiale Lusitano, viudo ulliiuainente de Lisboa, e
polassa americana, a 2UU rs. a libra : na rua da Ca-
deia do Recife, loja n. 50.
__ Vende-se muilo superior farinha de Sania
Calbarina, e S. Malheus, meihda a vista do com-
prador : a bordo do brieue brasileiro Midas, Tun-
deado perlo da Alfande.
__ Veude-se sota muilo boa, pello de cabra de
primen a sorle, esleir de carnauba e peras* de
dina, ludo cheau\> aaora do Aracaly : na rua da
Cadeia do Kecife u. I!l, primeiro andar.
Na rua do Vigario n. I'J, piimeiro andar, tem
venda a superior llunella para forro desellius, che-
gada rccenlemenle da America.
Na rua do Viu.rio n. 19, primeiro andar, ha
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguinle: saccas de rarello muilo
novo, cera em grumo e em velas com bdm sorli-
nienlo de superior qualidade, mercurio dore e cal
de Lisboa em pedra, iiovis>ini,i.
POTASSA.
M> antigo deposito da rua da Cadeia do Recife,
armazem n. 12, ha para vender muito nova pulas
di Rusai, americana e brasilcii-a. em pequeos bar-
cia de t arrobas; a boa qualidade e precos maii ba-
ratos ilo que em oSItra qualqurr parle, se amaneara
aos que precisarem comprar. No mesmo deposito
lambern ha barris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente chegados.
Grande lortlmenio de pauto, ano. c ca.e-
nmlrma.
Na rua do Crespo, loja de esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno 'preto, a ItjOOO e il92O0
rs.; de ourelo branca, a 38500rs.; dito Trancez, a
IJUOe59000rs., c muilo superior, a 65O00 rs. o
covado ; dilo azul, a 29&00. 3S200 e 4J000 rs., e
muilo bom, a 5*500 rs,; dilo verde, 29800 c I9OUO
r>.; corles de casemiri prcla infestada, a 59a00 e
.-ooii 1 -.; dila fruceza e do cor de todas as quali-
dades, por pceo commoilo.
\v\.\\^\\Vxx:>x
DAVID WILUAM BOWMAN, euaenheiro ma-
ehinisla e fondidur de ferro, mu repe.to$ameule
aniniucia aos senliores pruprietarios do enRenhos,
fazendeiros, e ao respe i lave I publico, queoseu esla-
belecimenlo de ferro movido por mar hia de vapor.
na rua do Brum passando orhafaii/, ronliua em
efleclivo esercicio, ese ar ha coinplelamcnle montado
com apparelho feila ronfecradas oukms pecas de machnismo.
Habilitado para emprehenderquaesquer obrasda
sua arle, David William Itowinau, desoja mais par-
ticularmente chamar a allenra publica para as se-
Kuiita.. rrnr ler dellas cramle sorlimenlo ja' promp-
10, em deposito na nesma fundicao, as n>aes cons-
Iruidasem sua fdrica poden, competir com as fabri-
cadas en. pai/ BslraDnro, lano em preco como em
qualidade de malcras primas c ma do obra, a
lber:
.Machinas de vapor da melhor cmislruca.
Moendas de caima para ensenlios de lodM os la-
maolios, mo\idasa vapor por auua, cu aiitmaes.
Kodasde auua, moiuhos de vento eserras.
Manejos intle|ien Hutas dentudas.
Amrillioes, hronzes e clnunareiras.
Ca\ lles e'narafusos de lodos os tamaitos.
Tai xas, parocs, t-rhose horas de rornalha.
Moinhos maes, e prensas para a dita.
Chapas le IbgM e fornns ile farinha.
(latios do ferro, torneiras de ferro e de hroiue.
Bombas para cacimba c de repino, mmidas a
ma. por aninaes ou TOnlo.
(iuindastes, golDehot6 macacos.
Prensas hidrulicas e Ferraizcns para na\ios, carroso obras publica.
Gdiimuas, rsnild0Si urades e porles.
Prensas de copiar cariase sellar.
Canias, carros de mao e arados de ferro, ele, etc.
Alcm dasuperioridade das suas obras, ja' ueral-
menlereconhecida. David William howm.in caranle
amis exacta con formidade cornos moldes e dese-
nliosremedido* pelos senliores quese dicnarem de
fazer-lhe encouimenilas, aproveilamlo a oicasiao pa-
ra aeradecer aos seus numerosos amlOjM e fremie/cs
a preferencia com que tem sido por elles honrado,
t anagora Ihw que nao poupara esforn.se diligen-
cias para conlinuar a merecer a sua confianza.
POTASSA DA IUSSIA,
Vcnde-se superior polassa da Russia, e
(Vmercana, por preco muilo counnodo:
na rua do Trapiche 11. 15, armazeic de
Basto limaos.
DOCE DE BACORV.
Chegoo Kecenlenieole do .Maranliao nina pequea
pmeao desle delieaili doee, melhor que ha, lano
pela sua encllenle qualidade. como por consol val-
se por milito lempo em pcrfeilo oslado: vender
em casa de 1'oiileeV Irhiao, na rua daliadeia Velha.
Vendc-sc lariulia de mandioca
muilo lina, u li.s."il)0 is. a SBCCa : no ar-
tnazemdo Forte do Mallos 11. 20, una
Iratarciiin iManoi'l Alvcs Guerra Junuu,
na rua do Trapiche 11. I i. primeiro an-
dar.
No secundo andar do sobrado n. II, na rua da
Cadeia de Sanio Aulunio, vendeni-se coeirus bordar
dos deinaliz; eaproiuplam-sc de eneunnuenda loila
'pialidade de bordados e labvrinlhns com perfeirilo
c pceo commoilo ; e lamhein hoiilani-sc colleles.
OLEADOS INGLEZES.
Vcnilcin-sc l'HnilSSimo) oleados para
uSSOalhar salas, lano emipialiilade, como
no escolhido gosto de desenlio : no ar-
ma/.cm de lii/.eiiilas de Adamsim HowietV
Companhia, na rua do Trapiche Novo
11. Vi.
salsa parri-
i'/.a, da lita
da Cru/., cin liciilcao chalara.
\ endem-sc corles inteiros tic ves-
tidos decala l'rance/.a, larga, lina, c de
diversos gostos modernos, sendo pelo ha-
rato preco de 2$000 e .S'll rs., a di-
nlieiro a vista na loja de (luatro portas
11. 3, ao lado do arco de Sanio Antonio,
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
f Na rua de Apollo, armazem de Leal
Reis, tem SuperiOI ptatsa do Rio de Ja-
neiro, e da America, e cal nova em pe-
dia, Chegada no ultimo navio, tildo a
Vende-se n verdadeira salsa
Iha de Sands: na botica frailo
preco razoavel.
FARELO DE LISBOA.
Vende-se (arelo de Lisboa, muito su-
perioi, chegado agora no palhaholc Lu-
sitano, por pceo commoilo : na rua do
Trapiche n. I">, armazem de Bastos li-
maos.
POTASSA BRASILEIRA. {$,
Vende-se superior polassa, la- (ra
lineada 110 Rio de Janeiro, clu
gaila recenlcmeiile, recominen-
ila-se aos seuliorcsde engenho os /
leUS bous elleitos ja'esperimen- *
lados: na ruada Cruz 11. II, ar- .
tiiazcm de L. Leconle Frrou iV vj
Companhia. ,.
Vende-se, na rua do Crespo n. 1 ti,
urna escrava'de benita figura, e p
para todo o servicopeuinaeasa.
() Vendem-se relpgKMde ouro, pa s^p
i ten-te ingle/., porcommodo pl'e- ^
w ro: na rua da Cruz 11.20, casa de
. LeCOne*Feron & Companhia. {$}
Na loja dus seis portas em frente do Li-
vramento.
i'.oiiiiiui.iiM a vender corles de cambr.iia de Ires
babadee, a 500 e -iSSOl), corles de cambraia e eda
com bahados de barra, chales e manteletes de seda,'
romeiras do u|limo gostu ; ehilas ile cubera finas, a
200TS.; chitas de vestido, a 110, 100. 180 e 200 rs.,
alpaca dcaleodAo para vestidos, a 240 rs. ;leucosde
cassii bordado, as pona,, brancos e de cor, a 100
rs.; c toda a qualidade de fazeniin,. por presos ba-
ratos, ior querer acabar certas qualidades de fa/en-
das para nao entraren) nobalaneoque vaidar. est
iberia das da mandila, al as 9 da noile.
VINHO CHAMPAGNE.
Superior vinho de Bordeaux engarra-
fado ; vende-se em casa de Sclialheitlin
& Companhia, rua da Cruz 11. 58.
Superior lblha de llaudres.
Mi rua do Queimado, loja de Terragens 11.30, veu-
de-se superior folha de (landres (rharcoal) lauto em
|)ine.i'i como a relalho, para o que tem um encl-
lente sorlimenlo desle enero, qur e1njr.1--111.1-.
qurem lamaiibes. e emquanlo a presos silo mus
raioavcis do que em oulra quali|uer parle : na mes-
ma loja tambem se compra robre e lalo velho.
Na rua do Queimado. loja .11. 19, vendem-se
saccas com farinha demandioc.-i,por preco coniniodo.
Venderse arroz graUOO do Mara-
nhao, e charutos deS. Flix, de boasqua-
lidades, epor (liceos commodos : no ar-
mazem n. li na rua da Sen/ala Ve-
lha, prximo ao becco do (oncalves.
Andar na moda com pouco dinbeiro.
Vendem-se superiores luvas de poni iuyle/
para hoineui. pelo diminuto preco de WKI rs. o par ;
e 78009 rs. a dn/ia : na rua dol.liieiinadon. 19.
Batatas novas.
Vndente hlalas de Lisboa, a SIH) rs. 1 arroba :
na Iravcssada Madre de llens, 11. 21.
Cola da Baha.
Vende-scsuperior cola, por preco rommodo: no
armazem D. IW. roa da Sen/ala \ellia.
2> Deposito de vinlio de cham- ^
Oleo le linhac em botijas.
Veode-M o ."isWIOr*. catla una botija, e por mo-
nos sendo em mu; :n : noanna/em n. DI, na rua -I
Son/ala Vellin prximo ao hecco ilo GoOfilVMa
Moinhos de vento
eom boinhahilo repuso para rouar hurlase baixas
decapim, na fumlicji . W. Bowman: na rua
do Brum ns. ATTENCAO'.
(lunh.i ,\ Amorirn, na rua da Oadeia do HeciTe n
50, leni para vender pallia de carnauba imva, oou
/os de cabra bous, pennas de enia, e velas de car-
nauba, a l*MH) o cento.
COBRE PARA FORRO.
* Vende-se cobre para Torro de diversas Rrossuras
dilo em lan^oes quadradiis grandes, propriu par
caldcireiro, arroella^le dilo, enlaobo emverpi.dilo
em barra, zincu em Tollin, cliumbo em barra, dilo
em lencol: na lojft de ferra^ens da rua Nova, nume-
ro (i. ,
FIO DE VELA.
Vende-sc 'muilo superior lio de vela, de (ret dif-
ferenles dualidades: na rua do Trapicbe Novo
u. 18. T
jIE^ Na ralSova n. ii, rabrica, cloj de
BSM r.liritliani & IrmSo, acaba de receber
jS^& (telo ultimo vapor chet(ado du Itio, um
^^^ rnmplelo sorlimenlo de eblpoi do Chi-
le, o mais lino v. al\o que bu buje no luenado, e
por preco enmmodo.
Vende-se um jumeulo muilo novo: na rua
duQueimado n. M*
Vendt-se urna porciio de Ira.en le qualidade:
superiores, de 40 a 50 palmo decomprido, tres ca
iin,is. dous embonos deftedro, e qualro paos de Ion
ro. com O-* palmos, proprio para vergas e masa-
reos de navio*: >- prelendenles dirijara-so_a Anlu
nio l.eal de Barros, na roa do Vigario n. 1T.

pagneChateau-Ay.pnmeiraqua- ($)
lidade, He propnedade lo oopdi m
de Hareuil, rua da Cruz do Re- xa
cil'c ii. 20: este vinlio. o mellior -
de loda a cliampague, vende- W
se ;i 50j000n. cada cai\a, aclia- j|
s'c nicamente emeasa deL. Liv -v
W comteFeron di Companhia. N.B. W
($) As c.iixas sao maleadas a logo v1
\ Conde dcMaicnileos rtulos
~A) das aralas sao a/.ues. (Jj)
Arte de msica.
Vcnde-se a arle de msica, cxlrahida de diversos
tutores, porTlionM! daCunlia Uros Canlnaria. a
721) rs. cada una : na piara ua Independencia, li-
vraria. n. Ce n. no paleo do Collegio, loJtdoSr.
lluurailo, e na na da (ao/. no liedle, loja n. 58.
Vendem-se dous terrenos prop ios, bous para
edificar, nin siliu na rua de Sebo, lado do Sul com
VI palmos de frente, e oulro na rua Keal junio ao
.M.iiuiiinlia. Mitra a estrada da Caniboa, com 20
palmos de frente, o fundo al I dita Cambo*, onde
sepodem faseff com ponen rusto encllenles viveiros :
i fallar ua ornes da Boa-Vista.'bolira, n. (i, ipie
se dir i|ucm vende.
Aos ntodei'iios.
de 28100 rs.
Na i o.i do Qaelmado a. 17. loja de rsseada ao
p da botica, vend/nvse corlea da camhraias franre-
laa modernas, de cores, com barra, legenda muilo
lina e lina as cores, e sosto muilo delicado, pelo
baralissnio preco dsele patacas e meia cada corle;
pagodeadeeaniDraia entelados com Meo, pelo ba-
ralksiino preco A 2,400 rs.
Vendem-M col lea de cambraia com barras, de co-
res lilas c padrees os mais delicados que lem appa-
rcrido. pelo baralissiiuo preco de 2S1ISI rs. o corle:
ua rua do Crispo u.5.
Vende-se una escrava, rrioula, de idodc IK
anuos, com as habilidades segaintss :lava.enaoni-
in.i. la/, labvrinlbo, e COlioha o diario de urna casa,
ludo com prfeico : a pessoa que a pretender, diri-
ja-sel rua das Aguas-verdea, loja do sobrado nu-
mero 1(10.
Vende-se no armazem de James
llallidav, na rua da CrUZ n- ", se-
guinte:
Kelogiosdeouroe prala.sabonete, paten-
te iijjle/..
Sellins uii;le/.es.
Hilos iuglezes elsticos,
Sillids para montara detenuora,
Cabecadaide como brunco,
Arreios paca cano! de mil c dous ca-
vullos.
Larternas paca carro c cahriolet.
canos di; chumbo.
Vendem-M canoa de chumbo, proprioa para en-
ranaineiilos d'acua. lauto para engenhos, como pa-
ra sitios, os quae. lem de meia polegada, tres quar-
los, e una Delegada de dimetro, c vende-sc qual-
pier qnanlidade que o comprador precise al qua-
Irocenla- bracas, tamben! se vendein cannos do
meamo metal, proprlOS para bombas, quaes lem
le palmos de roinpriiucnlo : ludo islo chegou a
loja de ferrauens da rua .Nova n. I.
Vende-se um Cabriole) com os ar-
elos, e cavallo, ou sem till a vontade
do comprador, por pceo commodos :
na cocbeirad rua des, Francisco, n. 3.
O 39 A-,
......fronle ao Kosario de Santo Antonio, parlecipa ao
rapeilavel publico, que receben de tranca diversos
doces em calda e serios, e chocolate) linos, enlre el-
les, o de charutos e o homeoptico j bm condeci-
do ueste esUbeleciincnlo.junlainenle paslilhasdeor-
lelaa pimenla, e uniros objcclos por commodos
preces. ,
Veude-seuina bonita parelha dccavallos ai;as,
olhos pelos naliavessa do Queimado, n. I.
Vcndcni-se dous ral iiciros (randes.caslrados,
Sordos c muilo maneo, para qualqiier menino
brincar : na rua do Sebo, morado amarello u. :t
Vendem-se velas de carnauba em raias de
quarenla e lanas libras, da mellior fabrica do Ara-
caly : na rua da Cadeia do Recife. loja de miude-
xas n. 7, de Antonio Copes l'ereira de Mello &
Omipanhia.
Sapalos do Aracalv .
\endeni-se Ires mil MpalMdo Aracalv. "tira mui
lo hem feita. lauto em porrao como a relalho : ni
alerro da Boa-Visla defiendo da boiieca n. I i.
Tres moleroles de idade de 12 a tli anuos
uina Begnnha muilo linda, de idade 12 anuos, qua-
lro escravas mocas, de lodo servico, um mualo de
idade 22 anuos, "e hnnila ll)(ura : na rua Direila
Vende-se nina casa de pedra o ral, situada na
rua da Mangneira do Poco da l'anella, com duas
salas, qualro quarlos, corredor no cenlro, eoiinlia
fra com quintal c cacimba : quem a pretender de-
rija-se a rua da Madre de Heos n. 8.
Vendo-asan mulequede. I i minos, minio
esperto, bom para paaem, 2 prelos, sendo um de ele-
j.mli. lisura, bem possanie, bom para armarem le
assucar, duas pastal mocas que connham sofrivel-
menle, engoinmam, lavan bem, e vendein na rua :
na rua laruado Kosario u. 24.
Na rua do Trapiche n. II. primeiro andar,
vende-se o seiiuinle Ipeala de Ivrio llnrenliuo, o
melhor arlioquc si1 couhece para limpar os denles,
branqeecc-os e forlilicar as geagrfae, deixando bom
oslo na bocea c aaradavel ebeiro; Jua de niel
para os cabellos, linipa a caspa, c dii-lhe niacico
luslrai asna do perillas, este mgico cosmtico para
sarar sardas, ruaas. e cmbclle/ar o roslo, SSain co-
mo a Untara Imperial do De, Bron, esla prepara-
ro far, oscaliellot ruivosou hrancos.romplctamenle
prelos c inacios, sem damuo di iiicmuos, ludo por
preces commodos.
Na alerro da Boa^ista n. .Vi,
venderse um cabriola! de muilo
bom gosto, em impo n
reio novo, c com robera su-
Vende-se a taberna sita na i ua da Soledadc
n. II, lipinafrcBueadaparaalerra.i ra/ilo porque
se veude se dir ao comprador: a Iralar na mesma,
mi na rua da Cadeia d Sanie Aiilouiuu. 20. .
S.iccas com facililla. >
Vendem-se saccas rom muilo Iwa farinhadaIerra
o bem lu rada, por preco commoilo : na rua da Ca-
deia do Kecife n. 20.
Vende-sc una labrriia na rua llireila dos Afo-
gados, n.22, com pnucos fundos para um princi-
piante, lem commodos para urna familia, iudepu-
denleda laberua com quintal plantado, coin pea de
parreira. j dando, que do I arrobas de mas, so
a parreira di para aluguel da casa: quem pretender
dirija-se a rua Direila, n. 2.
Iakieratara.
Vende-se a historia dos Girondino!, em porlu-
nurx :, \i,|uni.-. Mysterios de Lisboa, 1 volmes, o
Conde de Monlc-Chrislo, 2 volume, o Judeil er-
rante 5 volumcs, l'iu lu2.il pilloreaco, i voliimea, lu-
das oslas obras silo ornados de numerosas eslampas
linas, vende-se na rua do Collegio, loja de encaden.
nai;auelivrosn. K.
A aneo' 4o Onado.
Chegou ltimamente de Lisboa o romauce com
esle Ululo, em conlinuaciio ao i .mide do Monle-
Chrislo do Sr. Aleandre Humas, o qual moslra em
eleganles qnadroso fin dos psrsonagcna desseetcel-
leirte romance : vende-se na ma do Collegio, loja
do encadernacSo e livros, n. 8".
Attencao'.
Na padaria da rua de delra/. da malri/. da Boa-
Vista, n. 96, acbam-se lodas as qualidades de bjs-
enilos, fabricados pelo mellior fabricanle quese acha
oeala provincia, tallas impariaea, diasae familia,
dias de rainha, diascoinmuus, bbcoiloa de aram-
ia com ovos, ditos de ararula, dilos amaines, dilos
doces c hiscoilinbos; e oulras militas quilidadcs.
Vendem-se pregos americanos, em
barr, proprioa para barricas de assu-
car, e alvaiade de zimo,-superior quali-
dade, por piceos cominodos : na rua do
Trapiche Novo n. 10.
Lencos de cambraia de linlio, linos,
a V(I0 rs,
na rua do Crespo, loja da esquina, que volla para
.il.......i.i.
Chitas escuras de cores fixas com lo-
quedemofo, a 5,000 rs. a pca.e
140 o covado.
vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla pana Cadeia.
Veiiilein-se ciirles de vestidos de camnala
branca, com lindas bordadoras, pelo diminuto pro-
ra de 5)000 ri. cada um: na rua Novan. 33, no
H.i/.i Peruambucano.
Vende-se superior larinlia da ter-
ca e de barCO, tanto em saccas, como a
retallio, porpreco mais barato do i|iie
em outraaqualquer parte: no armazem
da rua do Ranyel d. 26.
obdkm di: ci i kisto. ty
Veude-se una crui pendeulo da orden (rfy
g\ de Cbrislo, enriquecida de hrillianles : m
'W quem precisar annuucie para ser prora- *j?/
^ rado. l
\'cnde-se um carrinhu de qualro ro-
das, para um e dous cavados, de gosto
muilo elegante, bem construido o mui-
lo maneiro, ebesado |>elo ultimo navio
de Franca, e |Mir preco muilo commoilo : na rua da
Cruz, n. 2li, primeiro andar.
Ileposilo de calcado a 780, KOO. M0O0 e :t5(KKl
rs. no Alerro da Boa-Visla, luja defronle da bolle-
ra : troca SO porsodolaa anda mesmo velhas um no-
vo e completo sorlimenlo dos bem cunhecidos sa-
pates do Aracalv para lodos M laniauhos, lano
para homein como para meninos, a 7211 e a 800 rs.;
e bolina para honiciu. a 29000 rs.; sapaloes de le
Ir da Babia, a 39000 rt.) assim romo um coinple-
lo sorlimenlo de calcados franceses de Iralas as qua-
lidades, lana para hmucni como para senbora me-
ninos e meninas ; perfumaras, e sendo em porciio
far-se-ba un abale, ludo por prejo muilo coiiuno-
do, aliin de se apurar dinbeiro
Guarda nucional. i
Vende-so peculio do guarda nacional, con-
lendo o que* preciso de IcgieUr-lo para reger-ee
um inemhro dn ineama guarda,pelii preco da t&OOOi
na 11 ni ai i i iJ i Hi lln praca Ja Indepeppeacla,
K^wtii mi iiH i1' mw1111 fiiia
Farinha de mandioca.
A melhor farrrtha qoe ha a vend he a bor- j
do do brigue fe/la, chegado de Sania Ca i ar i-
ii.i. e fuudeado defronle do caes do Hamos,
all se vende a preco eomraodo, e lambriona |
piara do Corpo Sa lili i. O. 6, osrri plol io.
Na rua da Cadeia do Reife n. 16, cibleum
grande sorlimeoto de obras feilaa:
Palitos 11 e pa n no su perjures de cores c pre-
los i
208000
isgooo
'69000
8000
:I5000
.'08000
:KJ9000
53000
31600
SfOOO
23000
9000
-9500
49)000
aJJOOO
dem dem linos idein
dem casemiras de cores
dem alpaca de dilo ,
dem brim de Imho
Una montara de panno superior |>ara sc-
nhora por
dem idem idem a
Colleles de selim de cores, superiores
Idem idem
Idem de fuslo, superiores
dem Idean
Calcas ile casemira de cores
dem idem superiores e padrees modernos
dem de brius de cores de puro liuho de
2O00 a
Idem idem brancas idem de 28 a
assim como nutras mullas obras que es'anlo patentes
aos compradores, os quaes agradar-i-hilo por se-
ren fcilas cOm muilo goslo e delicadeza. .
Para a feita, a 3 e 4,0 0 ra.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de briqi de li-
ndo c brelanha, da ultima moda c muilo bem aca-
bados, pelo baralo preco de :I8 c 48000 rs.; a elles,
que .. visla do preco e superioridade da fazenda,
ninguem deitara de comprar : na rua Nova, loja
nova 11. 16.
Cansas de barra. alszOO.
Vendem-se cassas de barra, de cores lixas c pa-
dn'ics moileriiissiinos, pelo baralo preco de 8200 0
riirle : na rua.Nov'a, loja novan. 16. '
Para eavallaria e inmutar da guarda
nacional.
Vende-so superior panno lino a/u I para fardas de
cSv aliara e infanlaria da guarda nacioual, pelo
baralo preco de :iiO0 o covado : na rua Nova, loja
f '*} Na loja de ncaderBacao1 a da llvroa da
ma do Collagio a. 8, vemdem-ie os
afnlntei lln-oa i
[N| lim francfz.
Gi Diccionario dos lernios de medici-
na na, or N\s(cn......
v,j M do Dr. .1 .iln ricamente eneader-
l4| nado.........
[J2 Diccionario abreviado don 'Irrnin-
Ea de medicina (telo Dr. Moscozo .
So Manual cmplelo do Dr. Jahr Ira-
rv dnzdo pelo Dr. Moscozo, i vo-
g0 lume-* e e.....
Vemle-e a evrellenlearmaran.loda deamaiel-
lo e envidra^ada, com ricobalro, moderno, da ev-
lincla loja de fa/endas da esquinada rua do Cabu-
g u. II, a Iralar na inesnia loja.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAV.
20NMHI
as senhoras para a festa.
Sedas escocc/as as melhores, e mais mo-
dernas qiie ha no mercado, pelo baralissiiuo
preco de IS600 rs. o covado ; manlclclese
chales muilo grandes, e lucios chales, ludo
de reros, e muilo moderno, maiilelelea de
seda prelos c de caires, corles do sedas ada-
nuucadaa prelas e de cores, romeiras de lili'.
de linho coni quadros asselinailos, sen-
do eslas as mais modernas que ha uo
mercado e ludo por procos commo-
dos, na loja da estrellada Gregorio4 Silvei-
ra : na rus do Queimado, n. 7.
tuto
MSI
18120
WKI
:t8 2SWKI
."iliO
2821KI
IliO
Attencao
Na loja da estrella de Gregorio & Silveira. rua
do Queimado, u 7. anda ha rallo das perhiiichns a
venda, daevlincta loja de Jos Comes Mnreira.
Brm de liuho brauro hincado muilo lino,
a vara............
Dito ile liuho trancado decores, a vara .
Lencos de seda para uiilo, muito linos, cada
um............
Meos lencos de seda para grvala. .'.
Corles de cambraia de barra.....
Hilos de dila decores.......
Cassa organd/., a vara ,......
Corles de chila de barra ......
Meias cruas para homein, o par ...
Hilas blancas para senbora muilo linas, o
.par............. '120
E nutras umitas fa/endas por preces muilo bara-
tos : a ellas fregue/.es que scesbio acabando.
Aterro da Boa-Vista, taberna nova defroulo da
boneca, u.K, acba-se surtida de um novo e com-
pleto sorlimenlo de lodos os gneros seceos e mo-
Ihados de superior qualidade, e preces muilo com-
modos, e cafe.....ido, do Kiu, do primeira qualidade
a 210 rs. a libra.
A 28100.
Corles de cassas com barra, de lindos de-enhos
c cores fixas, a 29100 cada corte: ua rua da Cadeia
do I: ii. n.33.
Vende-se nina escrava de bonita figura, que
co/inba, lava e enguinnia com prfeico : na rua da
Cru/. o. 37.
SALSA P.RRILIIA.
DE
A-. iimiimrsas ex|-encuna?, foilns com uno da
salsa |'.ii i illi.i em (odas as cu Tenuidades, oruinadas
l'i'l.i mpuraii do siiumie, e o liom exilo oldido na
curie pelo llliu. Sr. Dr. Siuaud, presidente da aca-
demia imperial de medicina, peloilluslrado Si. Dr.
AdIOOO Jos Peivnlo em lUI clinica, crin sua afa-
iii.ida c.i-.i desnude na (iamlNia. pelo Illm. Sr. Dr.
Saturnino deOirvcin., mdico do oxcifittj e por \a-
rius tiulros metlicos, permillem luje de proclamar
Allamenle as \irludes efllcazes da
SALSA l'Mllll ll-V
'le
BRISTOL.
ola.Coda garrafa conten duas Iiliras de liqui-
do, a Isa panillia de Urislol lie uaranlida como
puramente veflOUI sem mercurio, iodo, polassium.
O de|wsilo desla salsa mudou-se para a botica
traucc/a da rua da Cruz, em frente ao chafan/.
(ANTOIS PAILHEi'i; & CUMPA- g
I nmia-
Conliiiiia-se a vender nn deposilo geral da *
<$ rua da Cru/. n. ',2, o evrellenle e bem con- 9
# eeiliiado rap arcia prcla da fabrica de Can- W
ja) luis Pailhete eV Companhia, da Babia, em *''
ja) grandesepetpienasporcfies.pelo precoeslabe- A
'i lecido
<^S~ Sellins inglezes. -S"^
Vendein-sc sellins inrjltzes.
de pllente, de primeiru (|iin->
lidade, proprioi para a li-s-
ta, bantOpara niontaria dse--
nhont, como pura homern,
por pre<;o muito rommodo:
no urimi/.em de Adamson Hoviie & Com-
|iaiiliia, na rua do Trapiche n. 42.
Vende-so una canoa de boa qualidade, sendo
esla de familia : quem qulier comprar, dirija-ae ao
porto da rua Nova, a fallar rom domingos Soares.
PILI US MLiaWAl
Evo iiieslima\el especifico, comporto inteiramen-
le de henas medicinae, nao conten mercurio, ncm
oulra aluunia sulwtanria detecterca. Benigno
maistenra infancia, e complcic,.'io mais delicada
he igualmente prompo e seguro, para desarraigar o
mal na compleicao mais robusta ; lie inleicamcnlc
Innocente em suas opperaccs e efleilos ; pois busca
e remove as doeucas de qualt|ucr especie e grao
por mais antigs e lenazesque sejam.
Enlre militares do pessoas curadas com esle reme-
dio, militas que j eslavam as portas da inerte, per-
severando em seu uso, conseguirn, recobrar a sau
le e forers, depois de liaverein lenlado inulilinenle
lodos os ou(ros remedios.
As mais ifflic.il nao dt'\em entregar-se deses-
peracao : facain um competente ensaiodos eflica/es
elleitos desla assumlirosa medicina, c prestes recu-
perarlo o beuelicjoda saude*
Nao se perca lempo em lomar esse remedio para
qualipier dasseguinlcs enTennidades:
Accideules epi- Ir. ^ao.
leplicos. ('. n i clin ii.mIi'- l.oinbrigas de
Alporcas. nn flgaJo. loilaacspecie
Ampola-. venreas. Mal-de-pedra.
Areias nial d' Enxaqueca. ftlancbas na cu
Aslluna. Entpela. lis.
Clicas. I'eires biliosas. Obstrurcao de
ConvulMies. inlermi- ven Ir.
Debilidade ou lentes PliUsica oucou-
exlenuacao. de toila sumpcao pal*
DebiliMiIo ou espe- ruouar.
Talla de Torcas ci. Retcncao d'uri-
paia qual- lila. no.
quer cousa. Hruiorrlioidas. Klieumalisrno.
Dennlerla. Ihdropesia. S>mplomas se-
Dor de gargan- Ictericia. cuudarios.
la. Indigesles. Tumores.
de barriga. Inllammaces. I'ico doloroso.
us rins. Irregularidades I (ceras.
I Mu.'/.i no ven- da menstrua- Venreo (mal,.
Vendem-M eolau pilla* no estabelecimenlo geral
de Londres, u. 344, Slrand, e ua loja de lodosos
boticarios, droguistas c tiulras. pessoas encarregadas
de mi.i venda em loda a America do Sul, llavaua e
Heapanllfla
0 depOlllO geral be em rasa de Sr. J. Soum,
pliarrnaceulico, na rua das Cru/es. n. ~2'-
Vcnde-se no deposito de maleriaes da rua da Ca-
deia de S. Antonio, n. 17. pclusbarati>simos precos
alraixu declarados, de 100 pecas para cima.
Telha, millieiro......... 309000
Tijullos de alvcnaria batida, rnUlieiro onhhi
Ditos de ladrilho, dito.......tWHK
Ditos de tapamento largo, tlito .... l.~i30D0
Dilos de lapamento ealreilo, dilo. 101000
Ditos de nhenaria grossji, dilo.....dlWOOO
Cal branca, alqueire........l^tOO
Dila prela conTorme o preco qne Otliver na sema-
na, aaiim como por (tralos precos, cemento, barro,
oca amarella, rduio trra, aia tipa, dila grossa, li-
jollos para Togao. dilos para iornn_. lelhas miubolosclc. ele.
;-' ;'.: i, r'.^ar-
DAURO R /\
C. STARR & C. '
respeilosamenle annunciam que no seu extenso es-
labrlcrimcnln em Sanio Amaro, continan fabricar
com a maior perfeicao e promplidao.loila a qualidade
de marbinismo para o uso da aaricullura, uaveca-
rao e inanufaclura, e que para maior commoilo de
seus iiiiiiu-i i.-,- freguees e do publico em geral, lem
abcrlo em um dos arailes arniazens do Sr. Mcsqui-
la na rua do Brum, aira/, do arseual de mariiiba,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
ronslruidas no dilo seu eslabelecimenfo.
All arharo os compradores um completo sorli-
menlo de moeudas de Manar, com todos os mellio-
i .i o o 111..- (alguns delles novos e originaes) de que a
ejperiedriade muilos anuos lem mostrado a ueces-
sidade. Macbiuas de vapor de bailad alia pressao,
l.ma- de lodo lamanlio. lano balidas como fundidas,
carros de mao e dilos para couduiir firma de i-mi-
car. marliinas para moer mandioca, prensas para di-
lo, Tornos de ferro lialiilo para farinba, arados de
ferro da mais approvada coiHlrur^o, fundos para
alambiques, crivos c imitas para forhaika*. e uina
iiii.iiiil.nl,. de obras de ferro, que se,ra enfadonbo
enumerar. No mesmo deposito eiiste urna pessoa
nlelligeule e babililada jwra rereber lodasasen-
conimendas, ele, ele, quo os anuaiioianles contan-
do com a capacidadede suas olllcinas S macbiuistnu,
e |ieriria de somulliriaes, se compromellcm a faier
eiecular, com a maior presteza, prfeico, eetacla
couformidadecom osniodelosoudeseulioa, einslruc-
.....que llie foreni forneridas'
. '
FUNDICAO' D AUBORA.
Nahmliod'AlaToraacharaecooelanlemenle um
completo sorlimeoto de machine, de vapor, i,m
dalla como de baila presis, de modellos ,*, nla
approvados. Tamben se aproniplam de ancommen-
da de qualqiier forma que el ponan desejarcom ,,
maior presteza. Habis 0me4a.ee serlo mandados
para as ir ausentar, e os fabricantes como lem de
eoslumeaflanrarojo perfeilorraRalho dellas, eseres.
(Mnsabilisam por qualqner defeito que |M>ssa uellas
apparecer durante a primeira salra. Muilas macbi.
as de vapor construidas Desle estabelecimeolo leni
estado em consiente servico nesta provincia 10,12,
cal I6aonos, e apenas tem exigido mui instgniti.
cantes reparos, e algumas al nenlions absolulamen.
te, accrcscendu que o consummo dd conbuslivel lie
mui incousideravel. Oa senliores de engenbo, pois,
e oulras quaesquer pessoas qoe precisarem de nia-
cliiismu sao respeiluaainenle convidados a visitar o
eslabelecimeulo etn Santo Amaro. '
fcf aa? as as^ iHff.H.W-WLWtB'L
i bepoto de t>cdo8 da raonca
de todos oa Sntoa, na Baha.
Vende-se em caa de Domingos Alves _
Malheus, ns rus da Cruz do Recite n. 52, H
primeiro andar, algodo transado daquella S
fabrica, muiloproprio para sa,ccos e rou- S
pa de esclavos, assim como fio proprio para S
redes de pescar e psvios pan velas, por w
preco muito comniodo.
11 IUI maf SUHB MKjfPluMl
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. ,& C. em
Santo Amaro acha-se para vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicSo de C. Starr & Corapanliia
em Santo Amaro, acha-se nafa vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
muli'llo e constmecao muito superioi-es.
Vende-se o engenbo l.imeirinha, siiii.ul.. h
margem do Tratunbaem, com 600 bracas de lesti-
da, e una legua de fundo, com as obras mais pre-
cisas, (odas novas, eoplima inoenda, com bous pat-
udos quo com dous carros e qualro quarlos pode
moer al dous mil paos, u que be de grande vanla-
gein para um principiante, lie de oplimo assucar
e de boa prodcelo lano de caima cerno de legu-
mes; vende-se com algum dinbeiro i visla, c o
mais a pagamento conforme se poder rdnvencioiiar:
os prelendenles dirijam-se ao eiigeubo Tamala|ie
de Flores.
Malta attoaceo' a bartese *axiraeramarla, na
rea do Crespo, n. 14, leja ato Jos Francis-
co Da..
Ouein liver 2g000 lem um curie de cambraia lina,
cor lita,padreesniuitumodernos,queparercllau/.iuba,
dericos goslos; quem liver &ioo lem. um corte de
cambraia de lodas as edres, ricos goslps de barr,
corea fixas com 8 varas o meia ; quem liver JUHi
lem um corle de cbila fina de lodas a cores, miudi-
nli.i-. com l.'l covados ; quem liver 180compra um
covado de panno couro, fazenda Iraucada escura de
urna s cor, muilo encornado, proprio parausen ico;
quem liver 610 compra um cobertor de abgotblo.
proprio al para escravatura, islo se vende assim ba-
rato para liquidaran de rerlas conlas.
Anula existe um pequeo resto de bicos e ren-
das da Ierra,assim como alguns lencos de lab) rinlbu,
muilo bem feilos, tudo se vende baralo: na rua No-
va, n. *J0.
Na ma fiova, loja 11. 20, vender uina rica
loalba de labyrinllio assim como um riquissimo ro-
dap de cama. I,indicio de labyrinlbo, u que ludo
se \ende muilo baralo.
Vendem-se os seguintes livrosi defronle
do Collegio, ollicina de encudernaco.
Diciioiirios iuglezes de Vieira, lano porlateis,
como dos grandes, dilos fraucezes de tonsera, ditos
cailepinosda ultima edi^ao, coiiteudo oilo linguas,
Prosodia de lenlo l'ereira, CoutlaiK-jo porlugez
da ultima ediceo, obras coinuteta.de Cames, liis-
toria do poyo de Dos, I i/ Teixeira, eolleccoes das
leis do imperio, Munde Brand, Virgilio. Horacio,
Tilo l.ivio. Selecta, Fbulas, Saluslio, carias de
A-B-C, Tabeadas, (^ilbecismo, Econoiuia da vida
buitiaua, (larlilbas c oulros muilos que se deixain
uo .11u111nci.il por nao fazer muilo tenso o annun-
cio.
Calcado taxiado.
O deposilo do alerro da Boa-Visla, II _'-, ae.iha
de receber da fabrica da Solcdade um lindo sorli-
ni.-iiiii de sapalos de lodas as qualidades,lano pan
bomem como para senbora ; oerece ao respeilavel
publico sapalos brancos a -9000 e ongraxados aoes-
lylodebizerru freucez,a-29O0: quem esperimenlar
lima vez esle calcado nao deixa de comprar lauto
o de Aracalv como Trancez: lambein se vende sapa-
Ides de couro de luslre, a isOOO.
HOB 1.AFFECTEUR.
O nico autorizado por decilo do eonselho real
e decreto imperial.
Os mdicos dos buspilaes reconunendam o arrota
l.alfecleuv, como sendo o nico aulorlsado lelo Bjo-
vernoc pela Keal Sociedade de Medicina. Esle me-
dicaiueulo d'um goslo agradavel, e fcil a lomar
em secrelo, esl em uso na marinba real desde mais
de 60 anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despeza, sem mercurio, as adecenes da
pello, impingeiis, as consequencias das samas, ul-
ceras, e os accidentes dos liarlos, da idade critica t
da acrimonia hereditaria dos humores; eonvm aos
ciilni....., da bovina, as cuulracces, c fraqurra
dos ergios, precedida do abuso das ingeccoes ou de
sondas. Como anti-sj pbililico, o arrobe cura em
pouco lempo os fluxos rcenles ou rebeldes, que vol-
vem incessanles sem consequeiicia do emprego da ce-
paiba, da cubeba, ou das iujeci;es que represen-
tan! o v irus sem neulralisa-lo. O arrobe Lallcrlcuv
be es|ierialmenle reeoiumendado roulra as doeucas
iiiveleradas 011 rebeldes ao mercurio e ao iodurelo
de potasio. Vende-se em Lisboa, na liolica de Bar-
ral, e de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, pra-
co de D. Pedro n. 88, onde araba de ebegar una
grande porjo de garrafas grandes e pequeas, viu-
das .lo coi.iiiienie de Pars, de casa do Sr. Boj veau-
Laflecteuv 12, ru Ricbev i Paris. Os formularios
dain-se gralis em casa dd agenle Silva, na [iraca de
I). Pedro n. 82. No Porlo, em casa de Joaquiui
Araujo; na Babia, Lima & traaos; em Periiain-
1,111... Soum; Kio de Janeiro, Korha A Filhos, el
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova, Joao Pereira
1% Macales Loile; Rio-Grande, Francisco de Pau-
la Coulo ,i C.
ESCRAVOS FGIDOS.
Gratiicacao de 50,000 rs.
No dia 21 do correle mez, fugio o preto Anlooio.
de n.ic-ii Benguela, com idade de 2 a 30 anuos,
pouco mais ou menos, de estatura baila, secco do
corpo, lem lias cosas da mo direila um oo mu
pouco puxado fra por ler qnebrado um dedo, e
as candas lem siguaes de feridas : quera o penar.
leve-oa casa n. 13, defronle da matriz do Corpo.
Sanio, ou 110 primeiro sillo entrando para o Cajuei-
ro na Passagcmda Magdalena, que receben' degra-
lilicataojOBOOOrs.
Fugio 110 dia 11 do correte o prelo Ravuiuu-
do de estatura regular, cor rula, cara larga, barba
cerrada, ha ocasioes que a rapa, he crioulo modo
ladino, rendido de uina verilha, representa ter r
afinos, levou calta de brim azul de lislra e camisa
de algodio: andava com ferro ao pescoco e cuasia
que j o lirou: roga-se as autoridades poliria e
capilaes de campo a captura do mesmo, e levs-
loarua Direila n. 76, que sera generosamente 11-
rom pensado.
Anda continua I estar fuido o preto que em
11 de selembro prximo passadn, foi do Munleirv,
a um mandado no ensciiliuVerlenle.acoinpaiiliaii.lo
urnas vaccas, de mando do Sr. Jos Bernardina
Pereira de Brilo, quo oaluguu para o mesmo lim, _
escravo he de nome Manoel, crioulo, bailo, gm- )
e meiocorcunda. com a barriga grande, lem um "
gnal grande de ferida na perna direila, cor prela.
nadegar empinadas para fra,pouca barba.lem u le-
ceiro dedo da mo direila cncolhido, e fala-lbe o
quarlo, levou vesjjdo i-.iln azul de zuarle, camisa
ile algodlo liso americano branco, porm levou ou-
lras rou|ias mais finas, bem como, um chapeo preto
de seda novo, e usa sempre de correia na cinta:
quem opeaarleve-o na Capunga, silio de Kom.10
Antonio da S'lva Alcaulara, ou nesta praca, no
largo ilo Pelourinho, armazem de assucar ns. -1 e 1
de Hoinlu V Caimpanliia, que ser recompensado. '
Desappareceram na fundirnd'Aurora, na noile
de 19 de agesto, os prelos Miguel, Angola, idade la
annos |hiuco mais ou menos, eslalura regular, eti-
co do corpo. roslo marcado de bexinas; Manoel, I*"'
go, idade: annos, baixo, um lauto ebeio do rnr|io.
levou cal^a de riscado d'algodo, camisa de mada|>,-
ISo, bonete, chapeo de sol, ambos fallam desranj.i-
do, e nio leem barba. Suppoe-se lerem ***"**'
zidos : roga-se a quem os apprehender 011 delles n-
ver noticia de dirigir-se a mesma fundirlo que sera
qem recompensado. _______
Vo^.-Tni. 4eTl. F. 4, rerte.


Full Text
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