Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02282


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Full Text
m^m
mt
rmm
-m *v".
DIA R10 D E PERMMBICO
raxrjo da suBsciurqAo.
Subscreve-se a 131000 por anuo, e 4*000 por
qiirlel pa" abantado, o 4;>j0 por quartel paso
vencido, na casa do seu proprielario, M. FigueirHa
ds-furia, uapraca da Initcpemlenria, ns. 6 e 8, e uo
Hlo de J. casa doSr. Joatl l'ereira Marlins.
Babia a F. Duprad.
MacciA i Joaqun) Bernardo Meudonca.
l'arahiba a Josa KodriKuesda Costa. .
Natal ana Joaqun Ignacio Pereira.
Aracaly Anlonio de LemosBraga.
Ceaia' t Victoriano Augusto Bornes.
M ii.iiili.i" .i n .i Jii.ii|iiini Mangues Hodrigue.
Para' JuilIM Jos Hamos.
CAMBIOS DI 3S D> NOVEMBHO.
Sobre Londres 28
Par?, S45
Lisboa. 95 por rento.
289500 a 29J00O
...... 16SO0O
...... 169000
...... 9900O
...... ipil
......199.10
......uno
...... 10'
......9alli>
Ouro. i iin .i- hcspanbola -
Aloedas de 69100 velhas
de 69100 novas
a de 49000 .
Pularoes brasileiros. .
Pesos coliininarios .
,o mexicanos .
Accftes do Banco. .
Descont de Lellras .
Prala.
NOTICIAS HHUNOI1BB.
Porlucal . 15 de lu. Austria .
Hespanlia . 8 de Inglaterra
Franca. . . 7 de Suissa .
Blgica . . .1 de a Suecia. ..
Italia. . 3 de B E. Unidos
Alemaulia * de . Mxico.
Prussia. . 6 de B California
Dinamarca 16 de 9 Cbili .
Turqua . 26 de M'lli Buenos-A
Russia. . 29 de Monlevde
, 3 de Out.
. 22 de
. 3 de >
, :t0 de Selb
24 de r
8 de u
18 de Ab<>
27 de a
, 2 de Kov
i 4 de
Para' . 31 de Onlb
11.II. ni lu 5 deNovh.
Zenn'.. . ! de b
I'.n.iluli.i. 21 de a
Alagas . 19 do
NOTICIAS DO IMPERIO.
S. P. do Sul 11 de Out.
S. Paulo 30 de
Miuas.... 2 de Nov
U de Janeiro -13 de
Baha .... 17 de
PAB.TIDAS DOS COBBIIOS.
Oliuda. lodos osdas.
Virtoria, as quintas fciras.
Cariiani, Bonito e (iaranliuiw, nos diasl el5.
Villa Bella, Boa-Vista, Eiii eOricurv,a 13e28.
(iniuiinaeParaliiua, segundases tas.
Natal, quintas feiras.
das da semana.
21 Segunda. Aprcseula-
r*u da SS. \ ii..i ni.
22 Terja. S. Cecilia v.
m.
23 Quaiia. S. Clemente
p.m. .
24 Ouiula. S. Julo ila
. Cruz.
25 Sexta. S. Calhariua
v. m.
26 Sabbado. S. Pedro
Aiexandrino.
27 Domingo.S.-Auxilio
AUDIENCIAS.
Tribunal do cominercio.
secundase quintas.
felarao'
(ersasetabbados.
Fazenda
tercas eseitasas lOhoras.
Jui;o ilr Orphant
segundase o. as 10 horas.
I'riiueira tara do citel
2. e 6. ao meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quartascsab.ao meio-d.
Novtmbro 1 La nova as 6 horas, 18 miuulus e
31seguudosda manila.
7 i.iii.h i., rrescente as 9 horas, 41 mi-
nutse 35 segundos da Urde.
a 15 La cheia as 4 horas e 20 minutse
39 segundos da lardo.
ii 23 Quarlo mingoanie as 8 horas, 15
minutos e 39 segundos da larde.
PBXAMAB DEHOJI
Primeira o e 30 inimilosda larde.
Segunda 0 e ii minutos da manha.
K
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta da di* 18 de novenabro da 1868.
OilicioAo inspector da tlicsouraria da lajatela.
Bespondeudo ao olllco que V. S. me dirigi lion-
len sob ii. 959, lenho a dizer-lhe, em primeiro
lugar, i|iic. seudo do ingenie necceila'ails a reman
tu da cavalhadada oompanluaiixa decavallaria dal-
la provincia, nao conven) purlanlo quesejademora-
da por mais lempo com multiplicadas duvdas, a
compra do cavados iiccessariusa mesinacompauhia;
cen segundolugar que, visto estar escotada anni-
ma consignada para esse ramo do serviro publico un
'orrente exereicio, segundo roniita de seu rilado of-
liciu, u autorisu a mandar dispender sol inhiba res-
ponsabilidadc, aqua'ntiaque fr necessaria para a
compra dos ditos cnvallos.Conimouicou-se ao ma-
rechatcommandanle das armas.
dem do di. 34.
OfllcioAo jnspeclorda lliesouraria de fazenda,
enviando por copia, a nota l- direiluseeinolumen-
i ijuc temde pagar Francisco Antonio da Cruz, pe-
Id Ma i-Hiilii iii-nj.hi no empreo de mandador da ni-
tirina de tauoeiros do arsenal de mariulia, para que
liaja de expedir suas ordena no sentido de ser a im-
portancia dos referido dtreitvi e emolumentos, re-
colhida a recchedoria de rendas internas, nos ler-
nn>. do derreto n. 67:1 de 16 de junlio de IKV).Of-
licmu-sc a raipalla ao inspector do referido arsenal.
l>i!oAo mesmo. iuleirando de ha ver nih i.ii.,
>o iiirirechalcommandanledas arma, no sentido de
Hornear uniotlicial idneo, para Ta/cr parle da com-
niis>flO encarn'cada de examinar o arsenal de guen
r.< : -'.i pro\iuca, uiNiidando-o .ipusciitilt a S. S. e
aa prekidenle da inencinnada i'ommissiio, atim de
que poaaa et proseguir eni seus Iralialhos.Vez-te
oolHcio de que se trata.
MitoAo mesmo. remetiendo copla do aviso da
reparlifloda marintia ile H do correte, atn deque
teo4o em vis!a oque nellese delermiua, alpaca as
convenientes ordeus. para queseja recolliida a rece-1
tu'loria de rendas internas, a importancia que lam
de pagar PraBcJtoalafda,Coalai de sello propon !
t tooiil pela aua canflrnuiclo, nn lagar de mandador
ilauflli in,i dicarpinteirus do arsenal dg inarinlia
de-i.i provincia.Nafta sentido ulllciou se ao inspec-
tor lo mencionado ananal.
MiloAomesino, devohendo us papis relativos
.ipielenriio da fiuvaa llllios de Antonio Jo> lei-
\t;ri It.islos, ilim de que, i vista das diligencias l-
timamente leilas sibre os terrenos de que os sup-
pllcanlasM achara da poaw( uas ra do Alecrim
C Imperial, dS.S> inlcironimprimento ao drspa-
clui de o da narco da IMVI. mandando paataa-lnaa
pag
GOMMANDO DAS ARRIAS.
Qaartel (entraI do cominando dea irau do
Pemoaabnco, no cldade do Reclfe, cm 35
de novombro de 1863.
OBDEM DO DA N. 24.
O maree ha I de campo commandaiile das armas,
dando publiridHde a*, aviw cffCtllir abaixo trans-
criplo, Kipedido pelo ministerio dos negocios da
guerra na dala de |(| do corrente me/., ha por mui-
lo recommendado a liel e puntual observancia do
que no mesmo aAisu se coulem.
Circular.Hio de Jaueiro. Ministerio dos ne-
gnos da guerra em II de uuvcmbrodelK.'tt.- III.
a Eira. Sr.Informando em onicio n. 89 de '2 do
corrente niez, o ebefe da repartidlo de quarlel mes-
Ire ganaral, que afndl nao furai rerelndus os map-
pas econlasgeraes classilicailasdo fardamento, do
ariiiiimeuto e mais objeclos concerneule* a materia
Jo exercilo, que deve essa pro\ineia rcmetler, como
dbpoeoaarb.8,0, I. II, 12, i:t, Ii do ragol-
meiilo daquella r041artir.au, delermiua S. M. o Im-
perador que V. Evc. evpera ordem para que se cum-
pra esta parlo do citado regulamenlo.
DoOa guarde a V. E\cPedro de .tlcantara Itel-
legarde.Sr. iiresidente da provincia de l'ernam-
buro. ,
As>iguado, Jote, b'ernande* don Santos Pereira.
linniiii inr.Canil dn I al Pendra, ajudanle d'or-
deu*eucariegadu dodelallie.
INTERIOR.
A REFORMA DAS ALFANDEGAS.
XVI
latas
iulei-
emet-
|ua 1 proal-
telugraplio
que acoin-
1 ultimo, a-
litulu dos larrenoi deque alada ouotivere
|iieviaiuciilc osresperlivos direilos, desde a
das primeiras nn'diroe*.
DitoAo inspector do ai sena I de marinlia,
nudo-a de que. segundo conala do aviso que
le por copia, rrncedeu-se a aulutsacan
deucia pedio para man lar concertar 1
dcsta capital e devohendo os desenlio*
l'.iiiliaram ao seu ntlirio de H de -ulula
lini deque leudo S. me. em comideraf.au o que se
rei'omiucilda emo mencionada avfM, mande fazer
o lucllioiamentos dequeiieecssilai o referido lele-
raplio.Fizuram-su a respeilo as uecessarias cotn-
iiiunicacoes.
Mito'Ao inspector da lliesouraria provincial.
I mi,1 matular purem liasla publica a obra to \nule
da povoarn de liezernw, servindu de bate a essa
.irrciuataco o orcamenlo e clausulas que remelle
por copia. Inlciimi se ao director das ulnas pu-
blica*.
Dito AoJniS municipal da primeira vara, in-
leirandu-ode bavereni os juizes uiuniripac* do l'ao
ifAlbo i* f^abo. narlicipaudo queja lizeram elpadir
lorrnulada- competentemente as auias dos seuten-
cJadoa Diuuo Jos de linio e \ irginio .Martius
lilla Ao coininaiiilaute supperior da guarda
nacional desle municipio cominuiiicaudii que eon-
cadau a is|>ensa que pedio do serviro da mesnia
guarda nacional,o ollii'i.11 da secretaria da presiden-
n,i Anlonio l.-iic de l'inlio.
Dito Ao couiniaudanle superior da guarda na-
cional dos municipios de Diinda e Iguarass, remel-
londo copia do aviso da repart cito da justica de 10
do crrente, a qual vai eolirindo o requerimento
Cfll que o lenle coronel Francisco Cordalro laval-
iinli pedio ser reformado no mesmo posto, para
'pii'licando inleirado do quaulose declara era dito
aviso, faca o supplicanle juntar ao suppradil re-
querimento oh documentos axigidoa no artigo tMi do
decrelo 11. 72 de lKda outuliro de !!*"*.
I hloAo prooiradoi lisral da tlic-ourari.i de
la/enda. *-Annuindo ao qu? \inr. me represen-
touein oflcio de i t do crranle, concedo proviso-
riamente a autorisacao que pede, para delegaren!
pessoas idneas os poderes necesarios para promo-
varainaj diligencia*cjua se hou\ercm da fattar ara
dilVerenlos comarcas NMa tieeuces da fazenda nacional, vsioqiieda
oiuissaln de alsuns eiaclnrcs, a qiiem incumlie esse
dever, po'dem resultar gravespiejui/os a lanada.
Os delfuadosquc assim foreni Horneados percebe-
rao a L'ralilicarao marrada na ordem 11. 171 de .11
nipprihaolo das da*-
1 observar h* instruc-
annoadpn. 143, pa-
Inapaelar daau (be-
que se Irala.
de maiode IKjI. aqoanlu ao
pe/as uecessurias dever-se-lV
roes de 'J8 de abril do mesmo
a o que nesla dala otlirio ao
Miuraria^ lez-se 0 oflicio di _
Hilo -- Ao procurador ftucal da lliesouraria pro-
vincial. Annuindo ao que V. me propalen)seu
ollicio de 16 do rorrele, tenlio naala tala oiliciatto
ao administrador da mesado consulado provincial,
para que-considere como empreado em roimiiissAo
na servico, a IHIaiaj iocklcs Cavaidnli de Albu-
querque< duraulc o lempo noessario para ir 11 ci-
ilade da Victoria para lar andamento aa inventario
los bens da fallecida Ignaeia Rodrigues de Sena,
devendo V. me. a esse respeilo entender-se cuino
dito ndminislnidor, a dechirar-lbe por quanlo lem-
po poileni eslar ausente aquelle ampragdo. Inclu-
-o envi o fllcio dirigido ao delegado de pubcia,
pata qua preste, tanto ao invenlarlanle, como ao
aiudaulc dessi procuradoria, os auxilios que requi-
Mlarein para execticn das diligencias a que se bou-
ver de proceder. Eupediram-se as convenientes
ordeus a respeilo.
Para lornar-ta lucubre o quadro de nossas dcs-
venioras palo fado da sermosquasi axclualvaman-
te agrcola-., e demonstrar-sc a conveniencia de
abanuooar-aaalavoura, e de sermos manobetarai-
iu-, e por consequencia a uccessidade da accao da
larifa para este lim, no relalorio de I84S do iniuis-
lerio da fa/euda so enrontrar.i osegiiinle Ircbo :
o Parece que estamos ameacados iUi aconlecimeu-
lo que leve lugar na Polonia, quando inteira-
menle dedicada aos (rabalhos de sua agricullura
pelo alio precu da que as mercados eslraugeiros
guzavam seus trieos, vio-e repentinaiueulc sor-
0 prendida pela parda de lio. e arruinada.
o A r-'i-ni 1 aniquilada lavantoo-aa por mcio de
h soa larifa uroteciora. "
Captivo desle pcnsaiueuto. mi miles precouceilo,
o autor du relaturio de I8f5 e\liorla-nos p.uascr-
iiios fabricanles, e assim procura Tazer esposar scu
systenia ; das seguinles palavras se evidencia este
plano :
M.iilienios em demanda ila industria fabril
" em'graiule, nao Inudcnio. novas esperancas ev-
elusivamente na livoura. na prodnecao da male-
terlabruta; do mal, disto resollante, temosex-
parjenciaa da sobra. A iavouraasb A mareada
c qualquiTeveiilualidade rumo taimase descnbri-
o mantos Or diversas parles do mundo dos objec-
0 tos da sua produccao.
A commis-tao, ante tinto, se oceumi em mostrar
que o eu'inplo e arrmenlo tirado da INdonia nao
era verdadeiru, $e |tor consequencia uiprocedeute,
e o fez com uautoridaiiednproprinTcgoborski e do
iusigne viajante Jacob, a quem o iiuverno ingle/
incumbi o evaine do astada industrial de alguns
paizes do uorle da Europa.
Na verdade anda buje OS princlpaa* arligus di;
expnrtanin da Pranla sao productos de sua lavou-
ra, i-qii.1-1 toda asna evparlacAo da lavoura dima-
na. Gansiatam astea em cantara, cavada, rea, la-
uume e principalmente em trigo e tffj era bruto.
Assim o revejan as estatisticas.
A commisalo Iranscreve aro san apola a apiuiau
do> eseriplaras cima noraeados, os auaes afDnuim
que por seiudiivida, logo que o syslema conlinen-
lal acarretou eatensfla de prodocclo na Urga-Brata-
I liba, eque a America Seplenlrinal priucipioua sup-
pdrpl mercados da Europa, a Polonia, donde cm
( grande parle se tirava este sapprlmonto, bouve de
I pasanr por Ulna crise ; mas delta a libertou a assu-
ciacAo de crdito, creada em IHdl, que deu recur-
sos a sua lavoura.
I l'or esse lempo cerlo a industria fabril recebeu
un Impulso poderoso, favoneado por militas cir-
cunjatancias aspacUa! comofposara: primeiro, sua
situacio por mu lado ao pe da Allcmauba, paiz in-
duiUiOSO, e por nutro no peda Kussia, paiz novo,
mide mal eaisliam puncas fabricas em oslado in-
fantil ; segundo, a emigrado de fabricantes eslrau-
geiros, o de powulaces inleiras ntes, que para seu leirilurin, protegido pela sua
pusirao cvrepiiuiial, Iraiisportaram cus capilacs,
sua adividade e industria ; terecuo. o impulso da-
do pelo imperador Alexaudre ; quarlo, a crearan
do banco nacional, de que rallamos : nunca purem
pelas tarifas protectoras, uu pelo svslema pruhibi-
livo ; e tanto talo be verdade que, inesar daau la-
rifa, as fabricas furara cabindo de 1890am diaule,
e a populacao industriosa l'oi indo para a Itussia, de
modo que a produccao reduzio-sc a menos da me-
lada do que daules era.
Eaclos e dados eslalislicos produz e Iranscreve a
commissfloque parecem deixar iuconcussos os seus
asseflos.
Depoifl de mostrar a improcedencia do argumen-
to lirado do evemplo da l'olouia pnna a romniissio.
cun mu sam numero de evemplos, que a Indnaa
fabril lia svllrido eesla sujcila asollrer mais do que
a indnstaia agrcola, em virlude da concurrencia
dos productos de oulros paitas, onde os salarios
sejam mdicos, nu por novas descoberlas de appa-
relbns e maclduas que abreviem o Irabalbo eeco-
namiaam t cusi de producctn, un petos suceasaaa
reenlbratej da atierra e de criset comraarciaas.
\l\.
Entrando na qiie>llo da preferencia da industria
fabril a aricla, a cummissao examinou as ra/es
aprescntadasein favor dessa preferencia, c demons-
Iruu com grande numero de fados, lirados de dif-
ferentes povos. as mizerias que sSa librenles as
papalacoes fabris. Tirn argumento ilas taimas le
mortalidade dos ditrerentes paizes, donde se evi-
dencia que a morle Caifa maior numero de vidas
nos districlos rnautifartiireiros do que nos agrcolas,
para provar o uenbum fuudamenln ilc tal prefe-'
reucia o antes a verdade da propnsicao contraria, e
eutranliando-se nesle examc 11A0 se conleutou com
a aprctiaco c comparacDo da coiidirao moral de
umitas (
h minutas
a iiicus ol
k quenHo
tt disformes,
f OP III DI si
.... ><
BRANCA D'ORBE, (')
( ron Htppolylc Caatlle. >
I
( nHtinuurao.)
I inamesa de cera taHierestinbasidopreparadaei
unid vasta sala ao re/, lo cbau, ornada de Impbeus
de armase decaas. Ramalliele* de llores e de o-
llws complelavai o carcter de grandeza e de ori-
ginalldedc dado a essa decoraco un tanto severa.
B convidados reunidos em um sabio vixinho ]>-
dUm -../.ii da perspectiva por unid porta, ipir dei-
varara aliarlo.
Revendo a cacada come^ar depois dojanlar, a
serie dos prazeroa da noite, o traue decapa era, alo
-"adniillidn, porm de rigor. Hab resullava urna
mistura de librea, cada qual mais brilbante, que da-
va a essa reuuiaoste boinens ede mulberes o ardor
de um baile mascarado.
.As mulberes que, como babeis polticas queso,
iii.iin bnin partido de toda a crcumstaiicia, faziam-
'e notar pela elegancia de seus vestidos. Em geral
devenios acrecentar, %;ue o gosto iiiglez, que tem
'veicidolflo grandes deslruices as modas franec-
*as desde a regencia, era quem dorainava.
Mr. de Beauvilliers fui no encontr de us lios-
|>edes, e otlereceu o brac.0 a 'iiadsma de l.ignerol-
Icspara ir apreseiita-la amadama de Beauvilliers.
Vide Diario n. ti".
Todos osollios se vollaram para essa linda mullier,
cuja lama Hullnelmenle romanlica, como di/iam
polidameule, a recommenda\a iiialiguidade lami-
nilla, e a svinpalliia dos bornens.
I'orm madama-da l.ignerolles sabia no mais alto
graosuslenlaro olbarde um publico nu merino. Ella
InvaMao o sabio oom ajaa raclldloda elegancia e
essa impassibilidade de serablanle, que alagram a
vista do coubeceilor, assim como o andar de um ca-
va! lo de raca captiva, o do sportman.
I) mundo perdea mui fcilmente o vicio, coman-
lo que elle (eulia bello semblante, sua orlbodoxia
moral nao pas*a da forma, e nislo elle be di opi-
in.n de Tartufe, de Itruloie e da sabedoria das 11a-
,oes, que quer ao meuus salvar as appareucias. No
poni de visla do inleresse publico, elles nao deiiam
de Jer alguma razdo.
As largas ospadoas de Hercules de Monlbrun pre-
vaiam man una vez, que n amor das mulberes |ie-
los lolos be eterno, bein cuino os mylbosmais pro-
fundos, em que rejiousam as sociedades bumanas;
Leo Barcia) pude gozar do odio e do temor que
inspiravam a um e outro sexo seu malicioso sorri-
so, e seu riti sardnico; ale o dandyxmo cryslali-
sado de Trivulce de Autrcval acbou invejosos. Tu-
douveja quem nada mais tcm que desejar. alao,
quando o criado pronunciou a essafamllidAo curio-
m e nialedicenle o ultimo nuine, que sedevia ou-
vif naquella noite: Mr. Saiul-Ange, cunde de En-
trayues! ii)iiiplias e beroe desappareceram rumo
em presenta de um dos.
, i > grande nclor se aprsenla em sua scena favori-
ta, a scena do mundo. Silencio 1 silencio! L'm su-
surro percorre a assembloa, lodos se calam.. Indos
os ulbos ;ia di/er todos os>coraces) eslo lilos nesle
lioinein. o qujl nao sent pela humanidade inteira
scTiAo um implaravel e orgulboso desprezo. O po-
taes populacoes ; foi alera oceupou-se da moral.
Nao nos podemos poupar ao desejo de alguma
cousa aqui trasladar, do que ueste ponto mais im-
portante nos parece.
A fraqueza da saude. o abalimenlo das forras
o phyaicea, as deformidades, senoes o nwlaslias,
v arbrunham as papnlaejoai mauufactureiras.
Tem-se reconbecido, a visla de dados positi-
vos, que nos dislrictos mannfarlureiros o nume-
rodos disformes, dos su n ios-mu dos, dos cegse
a dos Iducos be maior do que nos agrcolas.
Na Iranca observou-sc que os dislrictos inanu-
faclureirH mal podiam preeneber o seu conlui-
gente para a milicia, e um sabio desle paiz de-
raonslrou que em dez deparlameulos agricolas.se
eneontrarain lO.tKW (ovens para a servico militar
e i,OSenfermos, ou disformes: 110 enlajo que
em dez departamentos fabris encontraram-se 9.OT0
o absolutamente incapazes por seus acbaques e de-
feilos phvsicos.
<( Os rciiimenlos recrulados em l.ancasbire dis-
0 trido munufaclureiro da tira-Brctanliai nm re-
te sislem s fadigas das armas
.1 Cm bairro de Londres mulo condecido pelas
a suas mizerias.Spitalield. ollerece aos olbos does-
11 peclador e do viajante o seguinte quadro, que
a um aocrlptot esbticou com vivas cores :
i O que mata me assombrou ;diz elle no meio de
a que refere) foram as proparolSaa di-
pupulacao que me rodea va ; pois que
nao cncontravam saajo liomcns pe-
acbilicos, abatidos, desfallecidos e
o tfto dinerenles do- oulros habitantes
quanlo um pygmd de um gigante. O joven de
-2 .ranos pareca de O. .Nao se via um m velbo
ie lima assim dos estragos da idade, e dadeformiila-
11 de adquirida em> urna vida mesquinba e lormeu-
losa, bservei que lodos andavam corroxados
ir com as espadoas arredondadas, que tinbam as
o peritas arqueadas, os bracos sobremodo rompri-
do-, eacabcea como que'clbida sobre o peilo, e
n um pouco inclinada para ura dos lados. I'or ac-
so, ou por maravilba, enconlra-saa nessa granito
a renolgO ura eaplohaeo de forma normal, um bo-
a mem de mais de ."> pea, era abi um gigante, e es-
i (a unir circumslancia delutava, que esse indi-
viduo era bospede nesse bairro; e lodos estes
a defeilos erAo por sem duvida obra c fruclo do Ira-
1 ball.....lanulaclureiro que os acabiuuliava, e co-
n 1110 que oa dcsudturava.
Ataqut sobre a coiulinlo pbvsic 1 da^ pupulacoes
obre i ras.
\\.
GoUtionandu DJ deraonstraco dos inare- muraes
e mizerias inberentes s populacoes raamifaclurei-
ras. a commissAo assignala: 1.* a pobre/a c mendi-
eidada; .' n juco e a liberliuagem; 8.* a rleprava-
ejo; 4.* a embriaguez; 5/ a frequencia eevteiiso
dos crimea.
Nos paizes agrcolas, conforme as estatisticas.o nu-
mero dos meudigoa be lonsideravelmente menor do
que nos manufaclureiros.
Aqui Iransi-ievenios alguns trechos du rotatorio
de que uosociupainos:
lie um fado fra de loda a controversia que a
especie humana, como diz um escriptor pullula 11a
raiSo da sua maior mizeria, ou da mesquinba e tris-
te condican quesiipporta, e be por esta ratin que
Com propriedade e verdade os Irlandezes cotumam
d/er: somoa to num raso quanlo ariteratei*.
a o estado deaaaa grandes pavoacAaa manafaclu-
reiraj be laa triste e mizerrimo, que limnens lera ba-
vido que, para melhora-lo ou preveni-lo, acouse-
Iham as familias manufaelureiras expedientes lao
immoraes quanlo absurdos e criminosos.
a Ojoaoe a llbarlinagam i3o o etVeito neceaaario
dessa agglomeraao de millinres de individuos em
ama mesma eidade e s vezes debaivo das mesmas
telbas, cporcnncuinilancia urna devassida'o sera re-
gra c (imite, e a perpelracao de criines que de da
em dia se augmentara, e que as rrises cominerciaes
abalara a Iraumiillidado e a paz publica.
o l'or urna imperiosa uecessidade as familias se
amouloamem peqoanai liabitaeftes, em tristes espe-
luncas, em profundase lomudas cavas, quchejnse
potieni denominar sepulturas dos vivos, onde mal
Cbega a luz do dia, o se respira um ar infeccionado
que arruina a rompleicao a mais saa e rebulla. Os
dislrictos em que os operarios so auiubaui sao em!
geral insalubres a inepbitirus. ('ajino vivera esses
inleli/es seres' A dc-cri|n;Jo dasH vida compunge j
e alfligcos que a lem, leslemuiiliam observan)!!
a Conforma oa dadoa coUildoa em h:i6 por
sociedade do eslali-tica da Inglaterra, reconliereu-sc
que ura grande numero de operarios vivia em pe-
queos quartos 011 em covas subterrneas, que don
miara unidos, e cosidos uus com os outros, lioniem
e mulberes, pala, fdbos, crianzas, mocos, velbo*, <
s vezesjunlos com os pOreoaaue criavam ou ceva-
vara. Cuino testcinunbam dilVerenles escriplores,
veslein-se, despeui-se c Tazera suas necessidades e
lodosos actos da vida animal, mis avista dos ou
tros, e este contacto tao iinraedialn dos dous sexos
alarga as Bleiraada praaillui^lo e da mata hedionda
de\assidiu; o incesto mais burrivel.... e em preseu-
c.i das proprias maisede todos!
o emprego das mulberes e das criancas as
manufacturas lera acarralado o mais funesto mal
aos cosluines pblicos. Desrrever o que sollrein,
como Ocam, como se perverlem e degradara, be Ira-
raro mais deMgradavel quadro da vida.ou da mize-
ria humana'
" A mistura dos -otos lie DUM das sede* desse
grande mal. Aseoras cacupadas mis fabricas, diz
o Sr. Lean l-aucbrr, nao coiibecem pudor; sua liu-
guageiu be groMeJra e a mr parlo das vezes obs-
cena.
a O numero da> mulberes que se abandonara (aa-
aeverou um eerleataatico, director de urna escola do>
mingneira yin biglalerra a prostituidlo as rlasses
niuiiufarlureirjs be grande, c em lao tema idade
se prostiluem e estragara que nao podem depois con-
ceber. lina menina qualquer que vem h niiuba
escola be quasi serapre una prostituta conbecida.
llaqui o triste e asqueroso quadro que aos do-
minuus .1 noite c s horas de descanco aprescnlain as
cldadtt inanufaclureiras. A mais hedionda devassi-
dao das mulberes se observa ; ellas provocan! os
viandantes, entregain-sc ao trato o mais libidinoso,
u fraseara a mais licenciosa, uas ras e lugares p-
blicos, u vista e asabendasdetudos, e daqui OCOas-
cinienlos illegilimos sem conla, e um sem numero
de males inherentes a um tal estado do mizerias e
deprnstiluicjio.
Sobre o vicio de embriaguez, c o augmento dos
crimes, a commissAu estriba a sua demuoslracaoem
dados estatisliciH que nada deixam a desejar, e es-
bocando o quadro doslieus da vida dos campos, fez
as consideracoes que julgaraos dever aqui repro-
ducir:
a A eandleflo das povoaces ruraes he por sera du-
vida mais feliz e digna de apreco. do que a das ma-
iiufsictureiras. A vida e a saude as hahilaces cam-
pestres nao sollrein os eslragos que sao inherentes s(
grandes ridades, e cada vez mais esle bern se gpn-
seguepeloinlluxo da civilisacao, que couduz aos
mais remolos pontos os meios de prevenir ou curar
as molestias, os conselbos eos cuidados dos faculta-
tivos. O estado physico dessas povoaces cm toda
a parle, e anda na propria Inglaterra! he digno de
observar-se: aellas terecrutam os mais bellos regi-
nifilo- de lodos os uaizes. A raortandade he me-
nor, segundo (odas as tabeas de mortalidade; vida
mais duradoura;a velMce mais longa e robusta,
e as cria ufas n;lo sol re m essa grande coila que se
observa uas grandes cidades inanufaclureiras; os
ro-lomes .in puros, o concubinato menos frequente,
e quasi sempre segunlo da uuian legitima ; a prosti-
tuicao e as scenas de devassidAo que se observara nos
grandes centros da populacjlu, raras, lano incgni-
tas. A embriaguez, o jogo, e outros vicios sao igual-
mente menos frequentes, e a par delles os crimes cm
geral, e especialmente os que se romineltem contra
a propriedade. Estes srandes benelicios por cerlo
deslroem qualquer impressao resultante da falla de
Inatraceaoqoe era Retal existe nos rarapos, e ns bens
da paz e da tranquillidade, provenientes ilos habi-
tus de nrdem.do apego ae (rabalhu, do inleiro e pro-
fundo respeilo as doulrinas religiosas, avallara so-
breludo, eem alguns pai/es smenle una ou uulra
vez se petdem pela grande influencia ou predomi-
nio du fanatismo religioso, que a ignorancia enlhrn-
nisa. (>aInconvenientes que. ao envez de todos os
paizes. solrem modernamente as |iovoacoes ruraes
da UrSa-Bretanha, partera do fado dama Indwl ia
lender muiloa insliluir-se de idenlicu modo que a
industria inanufaelureira, e igualmente de, na ca-
ira rusllcaa, a par dos Irabalhoa agrcolas, oceupa-
reni-se matar parte das familias, as mulberes e as
criancas, em Irabalbos nianufactureiros. A prosli-
luicao nos campos mais arredados das grandes ci-
dades, edo seu contado iinmedialo, he diminuta e
nao se deixa ver assim aos olbos de lodos, como nos
grandes centros manufaclureiros, e dessas scenas de
devassiib1o.de escndalo e dodearadac5o da especie
humana, lo communs nesses dislrictos, onde as fa-
bricas dominara, os campos da liraa-Brelauba nao
sao leslemunhas.
XXI.
A commissao fazeudo appliracao ao noan paiz das
considerables sobre a preferencia da Industria fabril
agrcola, fiz assesuinles observaces que julga-
mosdever transcrev-laspor extenso, ltenla a sua
importancia : .
Appliquein-se eslas rellevoes ao Brasil. (,>ue-
reremos por ventura por meio do cxcilanieulo para
a fiiudacjto e dcsruvolvimento dessps V8SUM eslabe-
lecimenlos fabris, e desses grandes centros de popu-
lacao, ter diaule dos olbos esse lerrivel quadro de
hedionda mizeria. de grande devassidilo e de lana
deagraca, que contrista e acabrunba o verdadelro
rbristo, e apoquenla os bumens de Estado, e aos go-
vernos europeo*, que nffo podem levanta) um para-
deiro aos males que contra rsociedade delles dima-
nara ?
" l'or cerlo que nein be patritico, uein ftaaliada
este deiejo. Na Silesia o Sr. Schnrer I propo/, co-
mo meio de alteuuar os males da popularo ma-
nufacl uretra, n pa^sagera de um cerlo numero delc-
reles o auderos para os Irabalbos da lavoura.
Na Blgica o mesmo alvitre foi lembrado.
a Se esle desejo ^rnila-seau simples auumenlo
rpido desenvolviracntn de uossa populacho, pda-M
nblersem esses grandes iucoiiveuientes, por meio da
emigrarle esliaugeira para Mnomna trras devutu-
tas, c por.-neio deum bein gisado plano de colonisa-
rao, e a provadislo olTercce aos olbos de lodo o ob-
servador auto indo a America do Norte, cuja popu-
ladlo lia eresrido de uln modo digno de ola, c em
segundo lugar a liba Mauricia, o especialmente o
Cexblo, para onde a eraigracao tem corrido com for-
ca, desde que a plantadlo do caf coraei;ou a pruspe-
rar.e o monopolio da canda foi destruido v2 .
" rW amor da propria agricultura, dizera aigu-
mas pessoas {'.,}, u excilaraenlo para as grandes po-
voa^es inanufaclureiras be* de mslcr, porque a so-
bra de bracoi que nellas ordinariamenle se da pat-
saria para a uossa lavoura, o a abastecera de bracos
que Me fallara. Guuo remedio ao mal presente, es-
te expediente, sobre lenlo e problemtico, be pouco
ou nada prolicuo. Ante tinto, compre inquerir
quando c como esia obraappnrerera. se a industria
manufactareira entre nos malcomer seus ensaios.
Em segundo lugar, be iuconleslavel que em lodos o
paizes be nalural
mosetua grande populacho dispersa, ea effectuar-sc
esaa concentrado, grande parle do uosso terrlurio
licaria ao lodo despovoada.
1 Nflo entrara a coramissao na queslflo dos lucros
da lavoura, em comparado com os da industria ma-
nufaetnreira. Equanto aos males inhereules a-
gricultura, que diinanaui d>a irregularidade das es-
laoes, das (nagas, elccahc-lho depassagem dizer
que era compensable a industria fabril esta sujeila
a oulros grande? males,como se ha demonstrado em
differeiiles partes deste relalnrio; nao s pelo que-
(oca as rrises rommerriaes, que s vezes llie privara
de lodosos meios de vida, como pelo que resulla da
I lisie cundidlo dos operarios, de sua i'uraoralidadc,
e exlrema iufelicidado e mizeria.
i Cumpre anda sobro esse passo, trasladar as pa-
lavras de um dsliucloescriplor (I): Nosd>liic-
los agrcolas umacolheitama coraprnmette a sub-
ir sislencia dusobreiros; no entretanto, como lie de
ir inister sempre, quer o anuo v bem ou nial, cul-
(i livar a Ierra, us obreirosnao se veera nunca ban-
al lulamente baldos de meios de vida : um auno de
(i m rolbeita he um anuo de priva res, c nada
o mate alm disto. Na industria inanufaelureira as
II crsesacarrelara mais graves cousequencias. As
ir fabrices se fecliam eso arruinara, os ubicuos li-
li cam sem meios de subsistencia, e presada toma e
ii mizeria se lancam nos raaiores excessos, que corn-
il prometiera nguranea a paz publica.
o Taluv so apio-enle para disf.ircara improsso
que causa a triste historia dea populacoes uenufac-
lureiras o estado da noss
i* He por cerlo infeliz
ja, purera, perinillido, n
tica, que por ueci'ssidad
turnar sediente
feliz operario d
icra varia*
stadodo capliveiro So-
tara alleiiuaressa iujus-
. Iris tolerara, mas para
1 lastiinavel e mi/.era situar;! o doin-
i Ilanchaalar, Iverpiioi. e da mi-
li fabri-
arience
Mili.)-
adi.
migraco da populacho dosle eaforme phvsicos, jamis podra, [i
ampos para as cidades, dos brenos agrcolas pan praiiriaa forcas, fazer que ura ter
a industria fabril, e para as grandes jiovoacoes, e ja
mais a leudenciae o fado contrario, anda que lem-
bradoe em dill'erenles pocas, como cousa do grande
importancia para allivio das classc pobres, e meio
de allenuar os males das populacoes urbanas. Fi-
nalmente, be reconheeldo como fado igualmente iu-
conleslavel que oseslabelecirai'iitos de co!ouisaco,
composlsde emigrados lirados das cidades inanu-
faclureiras o das populacoes urbanas, nao (era ja-
mis podido medrar. Disto nos forneceui exemplos
dilTereutes colonias fundadas entre nos, e igualinen-
le as de outros paizes e colonias como a tio>anna
Francesa, 1 Jamaica, ate.
llandeiroseleceles, dos sapateiros e de outros ope-
rarlos de igual nalureza, nao be uein pode jarais ser
proficuo!
o O bem da reunan da populacho dispersa, que
atrs mencionamos, aiuda que cerlo c efflcaz, nao
pude alcancar-se senau era paizes povoados, como os
Utadoa-UnJdaa do Norle da America. Nos ..... te-
I' Kelalorio citado.
2 Vejii-se a memoria citada, lida ,1 sociedade es-
latlslica de Londres, por J. T, hanson.
1 Citado discurso da Sr. amador Monteauma.
Veja-se as observaces do Sr. Jules l.ec'ieva-
lier ante a coumiisso de colonisaco da Covanua
ranceza.
/orun.1 Irlanda, de, ponderar quceu poriuleresse
dos lavradorea, ou por inlluencta dea principios da
reUgigO cbrisl.la, noque Inca ao destino da prole,
ao NrCrificio de suas alleices, ao Irabalbo que os a-
cabrunb 1, n degradaran era que vivera, a condicao
das nos,11, oseravoa, aanaa he raethor,ao menos nao
be inferior a desses infelzes leoaloea e liandeiros,
daaaaj mcravaa das machinas que respirara umara-
baiadao maphytico, que durante 0 Irabalbo era que
su empregara nao lera lempo nein para limpar o rus-
to, que o sooi era bauas Ibo inunda, (|ue se vem
privados, pela uecessidade de sua prole c de oulros
objectos charos ti existencia ; que MCfiAcara as allei-
ces mais charas a conservaran da vida, u linalraenle
que vivera era ura estado da niaiar mizeria, de de-
gradacu e opprobo !
11 Por l "iimi- o capliveiro das criancas 1
cas da Europa, he lal que tem allraliidu a
de mullos horaena de Estado, e dos governw re*|
livos. e sem embargo dbtO e das medidas lomada
sen mal nao ha diminuido.
o Por oulro lado, a vida doseseravuscm no
campea, parece mala felfa que a desses indi
nos vastos contros das manufacturas, Seu na
a nalureza e abundancia dos alimentos que os 1111-
trem. o ar livre puro que respirara, a Mfidee for-
caa de qua gozara, por caria dio-lhes mais durarla ;
e sua vida como que se dilata por eslase oulras ra-
zoes. Boa ou m a eacravidJo he a maior praga que
lavra iut terreno da Baasa existencia, e de OOMO
porvir Seus males, as nii/erias dessa rai;a, aecu-
muladas queaao o eOeln uecasaario dessa agulo-
meraciio de infelizes as grainles cidades nianufac-
lureiras. e eau accuniulacao da mizerias, prove-
nientes do nina e oulra fonte nuda conduziram o
Brasil.'!
11 A industria rural pelomeno* pode obviar aajaj
padecimentos.
o Cabe agora examinaras raines liradas da ueces-
sidade daaermwindapendenlea dea oulros paliea pe-
lo que loca a Industria fabril :a L*"> povo sera
b manufacturas eisotevto du citada relaloria de
o IKt.'i esta sempre na dependencia dos oulros po-
li vos ; e a merre de qualqu*r evenlualidade, romo
M guerras, novas descoberlas em diversas partes do
o mundo de objectos de sua produccAo ou de novas
-' lubsIanciM que aa nbstltuam. Ha mtalerliber-
o lar-nos do Iribuloque pagamos .
o cebando objeclos de sua produce
11 Esle conceito que se faz da industria mauufae-
tureira em uppirsico rural parece errneo. A mais
simples s\iulicarao sabr sua nalureza nos convence
dislo.
o A industria inanufaelureira, an envez da rural,
nflo tem neceaaldade para exercer suas runccM,nao
requer inaisque ura limitada espacode lerraeiipie
assenlesuas machinas e insimlenlos. A propijed;i-
de ou l'erlilidadedo silo, a iiillueuciadu clima, e re-
gularidade das estaces sao cousas bem iiulill
para asna existencia uu prosperidade. l'or
senria e nalureza e por estas razos acjia-su ^
ii dbtpooloSo de Iodo o bomem a de lodo o paiz.
" O poder maiiulaclureiru de cada una tiacao
pode sem grandes difficuldadea, mediana a inlefli-
geneta du horaera,lornar-BB igual ao da Grfla-Brela*
1 nba : mas u hninem, nao obstante sua inlelligencla
ir meio do anas
pruprias furcas, fazer que ura terreno de granito
uecessidade imperjosa, e nao sendo estes, como
as materias alimenticias, iudispensaveis vida,pude
por muitas razes a sua firocura diminuir, ou quasi
cessar. Ao passo que por qualquer motivo seus
piceos so levantam, o sen consumo abrauda e diini-
nue, o a suaescacez au produz grande sen vacuo,
ou inquieta as popularles que mais uu menos delles
se podem privar. O mesmo naosucoade a respeilo
leva ao desespero as populacoes.
A manera. da ten-Hica, a industria fabril es-
tremece, e acabale rom o menor loqua que se Ibe
d. Se por qualquer modo a industria rural sotlre,
se abalos experimenta, se seus producios pela irre-
gularidade das estaces, pela praga que a apoquen-
la uu faz delinbar, CSCMI ; estes abalos, astea
infortunios, levara a morte a industria inanufaelu-
reira, ou pelo menos comhatem a acabrunhau. se
nao anuinam alguns de seus diversosramos, ja pela
ascnwai le suas materias primas, j 1 pela raridade
das materias aliiuenlicas.
A ma eolheita dos cereaes, por exeraplo, levan-
lando o seu prero, absorve a quasi lolalidade do
rendimenlodagrude,raassa da populacao, e dimi-
nua o consumo dos producios das fabricas. A guer-
ra e as ravatuCjoaadlmlnuem igualmente oconsumo
deseos productos na classe abastada, que reduzsuas
deapexasi e reUra seus capitaas da eireulaego.
As crisesruminerciaesanuinarao credilo, fechara
ura grande numero de eslabelecimenlus man u Tai-
luieiros. Cada' ramo desta iudustria limita-sc a
una classc do artefactos, e se pela subsliluiyio de
arlefaclossemelfiaules, ou de uulrus queso preslcm
aos raesinos uso ; se por ura piocesso novo, mais
aperfeiioado e econmico, as mesmas obras se ina-
numeturam e (em vaga a sabida, o eslabelecimeuto
respectivo se arruina, e perde; us capilaes uellc era-
pregadosse deabroara, a oa maaMnisrnoa existente^
se inuliUsam. Indos estes succes&os, e oulros cuja
relacau |>or brevidade cumpre oiuiltir, levara a
morle lo MU de taes ramos dy industria.
11 t) mesmo nao acontece a agricultura, que ufo
se limita a urna classe de productos; qualquer que
leja a abundancia c 0 ino estado dos mercadea dos
gneros aWuicnlicios.scmpreestes alguma sabida lem.
Bigura preco realisam. >.n> indispensaveis a vida,
delles se ralo pode prescindir; medida queseu valor
desee, seu consumo augmenta, e no meio de todas
as mizerias edesgracaa, o luvradorcoula com a Ier-
ra, que sempre conserva ura valor, que he marbina
que quasi nunca se inutilisa, e que se presta a um
novo genero decultura, quandoduprimeiru nenbuiu
rendimento se culbe. lie ura fado verificado e que
se nao pude contestar ; 110 meio do todos os contra-
lempos, u lavrador prevdenle conserva fundos de
reserva queaaUS lucros Ihe fonecempara fazer ta-
re a cesas pocas de infortunio ; e se poucas lortu-
nas eoHossaes acaso se podem contal resaltantes dos
Irabalbos rtlraes, em compannejo disto poucas rui-
nas c quehras se enumerara eni
11 Nem a guerra, era aarevu
commarciaea,era o baltuprec
colas lem operado
siuiiam a iuduslria
re
llUC
1 lavradurcs.
era as crises
dos productos agri
males que laes llagellusocca-
1 fabril.
sreoles
-na es-
empre
da Ierra e 1
raen
luve-sai ios
produza frudo
sua subsistencia.
o lieos arala ullimanienie dizia o Sr. Thiers na
o tribuna da ultima assembloa legislativa da Kran-
h 1.1 coneedeu a China a seda, o India o algo*
o dio. America as suas apreciaveis umleira-. ao
11 rabe o primoroso cavado, e a mais bella rara de
n animaos. Oque pois tem lomado superiores ns
i Kuropciis ? lina so cousa ; o bomem 0 ho-
o mera ludo he Inferior na Europa, excepto o
i bomem. -Nos paizes frios o hornera se aine>quiiiha
nos calidos lorna-se sensual : na Ku-
1 o bomem pode ser grande e altivo,
percorre todas as parles du glubo, a
un os seus producios para depois pu-
e viver mu seu paiz
da Iudustria manufaclureira o3o
e entorpece,
ropa Munenh
e ambicioso
us abastece ci
der subsistir 1
1 Os producto
podara -er o objecto de ura monopolio natural, e ao
contrario lurnain-se a parlilba de todas as uanies.
A concurrencia; que be inherente as suas obras,
Miinitaveluieiite apparecei mais cedo ou mais lar-
de, em maior uu menor pe. Este lie, no parecer de
lodos, ura resultado ueressario e inherente a sua ex-
istencia,ou antes ura mal,011 uinal'orca que a avas-
sala, e muitas vezes a acabrunba.
o O consuno eHhida de seus producios he una
I
l.eon l'Vurhcr, obra rilada.
Hiscusso citada.
o l'or tima coincidencia nutavel us seusraus das.
resultado do balie preco de seus gneros, importara
a prosperidade da massa geral da populacoes que os
consume, e urna poca de crises para aquella, lor-
na-se de prusperithdc para esta, e vire versa; quan-
do pelo alto prero de seus productos a primeira
prospera, a segunda se amesquinha e amortece, e o
sollrimeulu toina-se quasi geral.
a M.iqui vera o csipero rom que esse celebre hu-
mera d:i Ingalaterra, u grande 'itt, no meio densa
louua e gloriosa guerra do imperio frarfecz, procu-
ro u por lodos os meios levantar a agricultura e col-
larada nessa poscao admiravel em que a vemos,
dpndc lirou recursos para o thesouro, subsistencia
para a populacao britauufca, e amparo cunlra as
e\eiilualidades dos bloqueios, o outros meios de
guerra.
1 Foi por esla mesma razio que o Sr. Thiers nes-
sa famosa discussao havida na ultima assembloa le-
gislativa da Tranca, a que a cora misslo mais de una
estrangeiro,rc- i vez se ha referido, lamenla\a aaberlaque os projec
los de Peal, adoptados pelo parlamento inglez, dei-
xavam contra os ataques dos iniuiigos da liia-Hrc
I111I1.: na oc casi a o de guerra, e que raconhecendu
que essa potencia, pelo seuborio e predominio dos
marea de que goza, poderia nautralinr aaaea mina*
jos da guerra, a tornar-ee sobraneaiN luwaperi-
gus, n mesiii uan poda aliancar a respeilo da rran*
ca, cuja iiiferioridadeinariliina recuiibecia.
" A-sim que as eventualidades da guerra deveui
imprearionar antes as liares inanufaclureiras qtieaa
aercolas, e pelo lado da estaguacao dos productos
que silo desuados ao esliangeiro, tanto ou antes
mais aquellas que a latas. #
11 O mesmo cabe applicar a oulra razaodecuurui-
rencia de producios similares, ou substilutivos. Era
um e oulro caso mr perda sollrein as fabricas que
oseslabeleciinenlns ruraes. "
a Onde porcm se funda essa independencia Se-
ra ella realtaavel7 Sera porveotura proiicua aos in*
leresses de um Estado ? .
k A grande ala vanea do progresao da iuduslria, o
do engrandeciroeulu dos povoa lie o commerco. A
prosperidade da industria fabril em grande, cuino
da lavuuradellcinleiramentodcpende, c asienta so-
bre (agrande e segura base, Sem esla iuduslria a
lavoura a as fabricas nlo poderiam alar-sa e en-
grandecer-fei c os dilVerenles po\usdugloboviveriaui
nmadas ou inauidos, eraoiieraiiiao ludodescuiilic-
cidos. I ma MCfo que nao roiniiiercia,'quo circums-
crevevjua producfio as suai necessidades internas,
que Umita ludas as suas upci arns dentro do cu culo
tragado pelas suas Irouleiras, nunca podera progre-
dir era riquezae civilsac,1u,ealcam;arpros|leridade.
o commereiocolloca as dlOerentea partea du mundo
em reciproca dependencia ranas dasuulras, por MUS *
iutereSBOl t pelas suas necessidades : e,esla depen-
dencia, quanlo mais estrella, mas daaaHaentresi as
alloieoes e sMiipalbias das populacoes, a de mudo
que o menor tuque que urna sent em sua vida, im-
pressiona a iuleressa as nutras que Ihe sJu maiscuu-
uexas.
e O que dizia Sulv ao seu grande rei, oque repe-
lla o insigue Duarle Kibeira de Macedo, quando
discursa* a subre o estado e decadencia de Portugal,
be o que geralmenlo observara e expendem os niu-
Ihores escriplores, os mais abalisados economistas c
bumens de Kslado.
a A Providencia Divina(dli oeitado Hibeir de
u .Macedo cuidadosa da inuluacui/esporrdenriadns
nal e da belleza brilba era sua fronte res
eule de tod^s as audacias. i.Mic sade qm
:jue graca victoriosa nesse anjo da:
der ib
pland
mnridade
(revas.
, Os que o emibecem, odiam-no e desprezam, e
mal se alrevera a dar (cslemuubo disso. Klle be tao
bello Ki-lo que vai roberlo de iniquidades, sendo
a vergonha e o suslo de sua familia, a qual teme
que esse lilho nico, encarregado de perpetuar a
honra, o lime e a rara, entregue um dia a cabera
ao algoz. Niiiguem tcm esperanca nelle, a excc^i-
i,.ni de alguns velhos prenles cur\ados e chorosos,
que orara a Dos, e nulrem a suprema ilbrsao de
urna convers;lu milagrosa ; porm sem embargo des-
sa reprovacilo grande como um clamor publico, a
admiradlo que o segu a toda a parle conten a tr-
renle.
Pela sua parle, tranquillo no meio dessas sordas
maldices, caminhacoui o desembarazo do primei-
ro genlilhomein de Franca, Seu nlhar altivo e fa-
ceiro passii |wr cima da cabera dos bomens como se
os nao visse. Seu surriso ertico ergue insolente-
mente as extremidades de seus labios de purpura.
Ao menor objecto, sua palavra parte como una ar-
ma de mola frouxa, que dispara apeuasse Ibe loca,
e vi-,1 como urna sella agurada.
Sua \ot tem um som delicioso, be una musir
execuladasein o menor esforc; ella lem todas as
notas da escala e todas as escalas do teclado; bem
como seu olhar e seu geslo, ella sabe o canflnlio se-
creto dos coracues, e nunca be mais lemivel do que
quando vai conlida expirar baixiubo no ouvido de
una mulber.
Se o cucarais severamente, elle vem ter cnmvos-
co, evos alira ao rosto um desses risos que valcm
cera estocadas; se ides a elle com a mao aberta, elle
paisa sem ver-vos, e desapparece sacudlodo o
braco.
E se akuoiu Bao esliver coulente, dir el-
le, sou assim. Se alguin lidalico rustico ou algniu
genru subalterno mo me acbarem a sen gosto, di-
gam-mc o lugar e a hora, que as armas me sao in-
dillerenlcs. *
E arresrenlara passando a oulra ordem de fados:
ir Ou.iuio .1- mais, que teraein por suas lilbas,
visa lieos! Seria para lamentar, que se t'rassein
essns comparsas da scena desle mundo. Ellas aloe
baluarte natural que seoppc *- iuvas6es da Inlice.
Sao res|ieilaveisdraues que guardain |>ara mira os
miraos de ouro do jardiin das Ilesperides. O dra-
glo faz medo aos papalvos; pela minha parle, cami-
nbu para o monslro, e he preciso que seja bem ler-
rivel se eu nao conseguir encanta-lo rom o olhar,
com o gesto e rom a voz. (Juera sabe? Tal vez qua
alguma remini-cencia de urna idade mais fe(z fara
a sabia matrona esquerer-se dos Ihesouros condado*
sua guarda. Era lodo o caso be preciso que ella
seja mui atienta, para que antes de ser passada urna
hora, sua linda flba nao se lome vermelha e 11A0
Ihe puche pelo vestido; a menus que a nioc,a nao
preflra gozar dos benedeius du silencio..
No meio das conversares em voz baixa, que sua
presenca excilava. Saint-Auge procurava cura a vis-
la as duas lindas mocas, que Trivulce bava aasig-
nalado sua apreciacao esclarecida, e alravessava
a mullidilo guiado por Mr. de Beauvilliers,. e pela
Iilunia branca, que fluduava uu chapeo da bella
.i g neroli es.
Ello entrn ciiim no 1 11n.ii un. e apresentado
por Mr. de Beauvilliers, pode saudar profuoua e
res|teilusainenle a madama de Beauvilliers, que es-
lava sentada eulre suas duas lilbas. Henriqueta e
Carlota.
1 decisivo, o primeiro, o
sobre as duas mocas.
' pergunlou-lbe baixinbo
Depois laucn .esse ollu
nnlco que v justamente,
En lo romo as ada
Trivulce.
mu bonitas, respotuleu elle, a nrinicira pare-
ce um cavallo de sagraco, a segunda a nula de
um cardeal.
Fallando assim, elle tomava um ar respeitoso e
insolente ouvindo ura pouco dislrabido a madama
de Beauvilliers, que se dignava asseverar-lhe que
crabcmvindo era Nurville, romo se elle Saint-
Auge, peo fosie bem vloda era toda a parte !
Bem te disse, raurmurou Trivulce, que bas-
lava ser celibalario para receber aqui o acolbimen-
lo mais lisonueiro.
Peases elogios podes guardar para Ii.
Era lodo o rair*aelio-(e mui dilljcil. prete-
me que Henriqueta c Carila valeiu bem 11111
olhar.
Covcnlio, e saberei apreciadas em lempo e
lugar.
Esse jogo de leques me faz rrer que ja inflam-
inasle esses corasjoae tilo seccoj, que |iegain lugo ao
menor contacto. V esses olbos nos quaes brilba
um lindo cunfraln de casamenlu, cujo dol iiao be
para se desprezar, se julgarmos pela opulencia ila
casa.
Mestrc Trivulce nao me falle em uasifuieulo,
por favor poupe a sensibilidade de ineus lenos.
Sarnt-Ange approKiurau-M de madaraay Beauvil-
liers, e, conversando com ella, achou meiu de diri-
gir algumas ptilavras, odiares e sorrisos s duas mo-
cas. Madama de Beauvilliers prestava-se a isso cora
a melhnr gra^a, e suas lidias parecalo alias mui
pouco preoecupadas cun a aulorjdade materna.
Alias, bem feitas e morenas, ambas se faziam no-
lar por um Vestuario mais rico do que elegante, o
que as mocas oll'ende au mesmo lempo o gosto 1:
a decencia. Ellas eucaravain os bumens, e naoco-
ravam ramea.
Ahibas erara mui semelhantes, lauto no moral
romo uo phvsico ; someuto a ra.iis vrlha, llenriquc
(a, era ura pouco mais violenta, e Orlla um pou-*
cu mais perlula ; a primeira mais vaidosa, a segun-
da mais egosta.
Bella corapauhia dis%a Saint-Anue a Trivul-
ce, milis embancadas por suas lilbas, lilbas embara-
zadas por suas un, frontes calvas com oculus de
ouro, nomens de quarenla anuos, hesitando entre o
bwneneu a o celibato, viuvas determinadas a recu-
perar o lempo peadido, madrnhas sunhaiidn cora
Cherubin; sempre o meamo espectculo! t homara
envelbece sera saber sequer galibar in Vicio de
mais. Comeen a ser da opinio de CaUu do I tic 1,
que sabio desle mundo qu.radu julgou uu |ioder en
conlrar nelle nada de boui. I'inhas-me proraellido
prazer, Trivulce, e rae Irazes unicamenle a um la-
co, onde se apanhain osposos jovens, ricos, nubles
e bem rallos, una ratoeira de amantes crdulos.
Nada, nada, nao ealou |r isso!
Entilo sondas cora um grande casamento?
Tilo grande romo o de Plalo cora a belleza
abstracta, 011 o de Uaule cora allieologia ; porm
ininhas nupcias sera alegres, c. nellas correr lauln
viulio como uas deCaua, ou as de ineslre tiaina-
elie. Ja eslou casado com a volupluosidade debaixo
da forma de perfumes, de msica, de mulberes
forraosas e de garrafas voneraveis. Eis ura mvsli-
cismo comraodo, que dizes'.'
Assim, pata rae resignar a deixar dar una cani-
vetada em urna unio lo indina, seria mister unta
maravilba, c redmenle nao sao Carila nem Hen-
riqueta cora seus gestos aneciados, que lulo de fa-
zer essemilagre. Onde esla a noixa? Onde est esa
kA\ itii Ar\r\


I
i' liomoni 1 o il,i,soi'iele civil das ua^OM, U*n
" ilcn a ludo os beni da ualiireza. A (odas as n i me-
reparti a produccfln pela d\orsilHde dos cliraM.
para quewiiecessidBioqueiiinaslejndoquatH ou-
(ras |inulu/.i'in, f.toililr o comraercio e Iratn enlra
a os humen, levando unsa Ira/endo outros, o de que
< necet&iUiii Indos. Oaqui -c efne qut nflo hit
iieulium Eslmlo, o provincia IAo abundante que
ii..'i lenha necessidadede fruclos allieios, enenhuinn
180 pobres Uto ealeiil, que nao tenhii quftinandars
abundaulcs ; ma* a indn*tri f o enteadinitno, re-
parti igualmente com IoJim as nagAvs, fnzenilo-as
ludas capaces de arle, e se allam a alpumas, he pnr
Talla de uso e de poltica, e nao de capacidade [i).
A tu i ihi da t i i.i.i- liri inha. ahriudo o sen par-
lanieulo era Janeiro de I s (>, proferio elM insinu.
pal a v ras : a (irande tttUfeffO llvi einsanecloiiaras
medidas que*alaunas vejes me leudes apreaenUoV
(.ni o lim ile alargar e desenvolver o eommerein, e'
l.....il.n a srienria u a industria dosle par, coni a
abrouar;)ii dos direilo* proliibilivos, o a rodiier/to dos
protectorea. A Mluaru prospera das rtudatpobU-
cm, o augmento da procurado trabalho, e omellion-
meiilogeral que lem oblido o paiz, sao provas cv-
uberanles que abonam a murdia que hwelfl ence-
lado. Kecommendo-vos que examinis com proinpli-
dao se acaso os principios Milireque hasraslcs eslas
medidas sao soscepliveis de mais larga 6 vaolaJOM
ap|>licjtc.5o, o depois de um refleclido esludo, Milla
he posaivel moderarcin-se, ou ao todo evlinguirem-
s os direilos que pesamisubre umgrandenumerode
arligos de produccaoou fabrico estraiigeiro, para por
eslemeio conseguireni-se as vanlagens que vips hei
inigualado, e>ao inesmo passo nlo so alargarem-se
.is nossas retardes eommerciaes, como, e principal-
mente, rorlilicarcm-seos lac,os daamiadeque h-.im
oile imperio $ demaisnn^Oes.
Conira os decretos da Providencia se invenla-
ran e emprehendem esses diversos >slcmas que
lendem mais ou menos a desliuer os pnvos, e a ron*
sidera-los comoiniui&os uns dos outros, e a perpe-
luar es-a inimizadee ogerisa quecnlre el les las ra, e
essa doutrina de independencia industria! que lan-
os galios lia oblidci de muitos liomens de Kslado, e
essesreceios de goeira sao a ra/ao apparenle que lia
fuudamenlado o sua adoprAo.
Em que consislcesse Iribulaque pagamos ao es-
Iranceiro, e de que queremo-nos libertar ? Na Iroca
dos nnswiH eom o* produelos allieios. E dada ola o-
pera*ao p(idcr-seliaaeat.odizeTquesoinosnsusuni-
eel Irihulados 1 Taca-nos o otrangeiro esse trbulo,
recebendo nnssos gneros; pagamos ao cstrauueiro
ess Iritiulo reeebendo suas Tazendas. E onde o Iri-
bulo '.' .NcsIaoperaeAo Rio ha senao una permuta,
urna vordadeii a Iransarcao.
to, fundou-se um homem de grande talento na Iri-
buna franceza, na celebrediscus-o do s>slema do
coinmerriu livre, e por mais de nina vez essa Ogeriaa
que l;*o as escaucaras layn entre a Krancaeas ilbas
brilanicas, *e descurlinuu nessa OCCUllo aos olhot
deUnlos. Miniasdiscusses, guerras e desasnes lem
este syslema suscitado ende llgUM paizes europeos.
A hmoril da Franca, da Holbmda, da Inglaterra o
de Portugal prova :
{>ue i/uem niiu f/iur rtimmrmo hu>at y turra
(4j.
l'aremos por hoje aqui. Cont/tiuar-*i-lia.>
(Jornal 4o eommero.'
'WWlf
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PBRNAMBUCO.
Farah.ba 21 de novembro de 1853.
Anda iiniiiiii.i a falla de novidades, e eu a pas-
sar pela lortura do historiador cm poca escas-a de
HconlecunenloH nolaves, que \r-seobrigado a abar-
car em qualro Imbas una serio de anuos, ou a des-
ertar sobre a Blural daquelle periodo, ou cobre a
flaqueza do genero humano, prmluziudo bellos pe-
riodos do elocuencia asceplica, que s devem serli-
dns por alcum MpIvaseOeriOi ou por quem eobca
malar o lempo cun ledra redonda.
(Juero dizer-llit'. v\n ludo quinto deixo e-niplo,
que neiihum aconleciuieulolein lido por inim sabi-
do depois Menta Klia-Se baldo m naipe.
o crrelo lem rendido do mei paaiado al o pre-
sente orna vomna imporl.inle. a-siin COIIIO o papel
(cm subido de preco. Os estfelas nlo podem rom
as malas do iulerior, e ulliinanienle requisilou-se,
valhaS verdade do llerelea, um bono para condu-
cir a &. lerceira coniarc.i.
Seos dccreladore- dOO trbulo lveOMm a feliz
lembrenca de duplicar, triplicar, ou quadruplicar
o por le das carias dous mezes antes das elt'i;c's,
que reiidimeulo nao linliam os cofres .' \ medida
iiarcce-me ju"ta, a aluda mato raaoavclj es&a&lm
tambem pemar algum doacoajineteutea, reduc mi-
da lemluanra a projOClO, e oprojecloa lei, ,i lieui
da patria e dos meUioraiDentoi materlaes.
A lociedade dos uviiiveii permuladorea de ca-
\allos continua a organisar-aacom progresso wpan-
loso, c al a iiicsnia pujicia ja lem della coillieri-
como o i la-sifnpie, no a>su-ar desla proviocla, e he
o chenarpodre Europa I! Alm do mais que
MilFrem os pobrts agricultorea! I Muiios, eeu ines-
uio eiMii ;i fdade que teuho, direm, que nunca tal
viren, e al ha abamicos que ausienlam aar isso m-
pussi\el, haveudo hom recato.com assusar abordo
para ii.inapanh.ir Iiumidada ; mas como duvidir da
fionrada palavra dos rcspcllaliillssimos comprado-
rea* que estilo conv eucidos da verdade, e de mais a
mais iuipefti o prc(o. sem recurso ?
D'aqul conclua o estado a que Icen) decbegaros
pobres agrlcullores, sea Kussia ftV leimosa, a Tur-
qua caprichosa, ca liiftlalerra e a Frauda flxerem
por complelar a quadrilha dnnsanle. heos nos acu-
da, e permuta aocupim entrar na burra de rertos
marraros, para desencargo de suas, consciencias.
Os nossos auricullores de algodao lambem so quei-
lam aiilaryameiile, de que a qualilicacan daquelle
genero fcila na mesa do consulailo peral dessa pra-
>incin, quando para ahi o condnzein direclamenlc,
ho feita com tal rigor, que multo puuro algodflo ob-
lein a primeira qualidade, oalm a segunda e refu-
go ; oque Mmenlo be em prn>eto dos exporta-
dores. ,
- Njio podemos avahar al onde alennea a eiacli-
dao dessas queivas, mas temos onvido rcpeti-las mais
de um pobre agricultor de algodSo dcsta sempre in-
feliz provincia.
Sei que nessa provincia foi abolida por lei piovin-
cial | iuspec^lo nos ueneros, e que o regulamento
do consuhHo determina a qoalDca<$aO dos ueneros
pelo furo de um ou oulro volume, para se colherem
os direilos; mas sso noimporla ordenar-so urna
apouquenladora inspeccilo, oin pnneihide uma.e
manifest prejuizo de nulra classe, mais rigorosa do
que batida nr-.t provincia no lempo do celebrri-
moPaulo Jordfloque, SOb a sombra do general
RegO, lezqiiinln ilisparale lh- vcio a C&kola sobre
as qualiiladedoalumlao.
Klo quero comparar o Sr. Joao Xavier Caroeire
da CiimIhi quellc esloulcado, pois eslou informado
deseubom sebso e hourade/. e Minenle para nao
perder o meu c>slumc de historiador cilci o lal Jor-
dflo; mas quero rogar aquello senlior que s digne
olliar para esse s*r\ico, acarpo da mesa que admi-
nislra, nin s cm favor da agricultura, como para
qucsuaadmiuislracao inj usa mente nao seja nolada
como a daquelle Jonhlo, que sem dutida boje seria
da especial imitada doa Brete**,
Oueira aquello senlior DflO lomar .1 ma parte,
quanlo lenho dilo.
Nada mais ha de Bino. Sadc. e quanlo he bom
e apreciavel llie desojo para godo seu c de quemo
eslima, em COJO numero enlra este seu criado, que
lambem de sua parle faz qinulo licilainenle pude
para passar beni.
O meemo cominandante prcmlau na villa do P
d'Alho, a Antonio Francisco do-Albuquerqoe, que
haannos assassiufa em Bom Jsrdim com um Uro
ao rioiiln l.uiz Beljinho ; apprebendeu lambem
qualro granadcirai.
COllliXIGADOS.
Theatro ne Santa Isabel.
NJo foi |>OMvel a eiupre/a concluir o ncceuarit
para por em cena o drama A* Irc* cidra amorncslo me/, tic noveinhro, nao olulanle tor
emprcuado as.maioreii diliucncia,. As diflerentes
ilccoracfle? scenica*de dificil execurflo arlislica, c>
vesluariAB complicados que rccpier a peca e o arden
le desojo que lem a emprc/a de a|)resenlar no ri
i(or do carcter que recomuienda o autor, tclndadi
lu.'.ii a esta demora. Esta, poi*, diliiiitivameutc
marcado odia -2 dcjlncmliro para a primeira re
presentacao dcste drama. sul>lime produri;5o ilo
fci til encenlin ilo iusiKne litleralo |iorluune/. o r.
J-r ila Sil\a Mcndcsl.cal Junior.
Grande entallo aramio ha sido a desne/a que sy
com esle drama lem feito a empreza. ella monln ]
a qualro coidos de rs., c aiuda a peca ..... est
prompla, restando anda fa/.er nao pequeo dispen-
dio, para concluir-se o que anda falla: osla cir-
cumslaucia, pois, ulirKa ao cmpro/a'rio abrir urna
assigna|ura especial para cinco recitas, sendo (res
l)a> Ires cidras, e duas a familia Morel e I iraca de
lieos. Esta resolucao ra/.oavel que i......... o eip-
pre/ario de ahrir urna asM&ualura especial para a1
cinc
SBfSXSS

"merend do r.noravel coaeailo do Mu tente,
rornpli'laimTilf -ati-lacnm au wus jnizei, lornindo-
te danos da honrosa visita do no5o auguslo ni<>-
narcha. Vla S. M. o Impurador! Vi,a o protec-
tor da, ciencias Viva o aailenlarulo da Blari-
nha da aaerra brasleira.
Depois ohleve licenoa de 9H. 1. para a compa-
nhia lera subida IVmradebeljir sua paternal mao,
tocando a muticaohymno nacional. S. M. I> bon*
rou com sua augusta presenca os actos que fueram
os aspirantes do lerreiro anno I.uii Antonio da Sil-
va l'eiaolo, Femnudes Diaa l'aea l.eiue, Jeron;iuo
Francisco Unncalves, que foram approvados plena-
mente ; depois percorreu lodo o eslabelecimenlo
emoslrou-,e muilo allsfeilo. Durante esle lempo
a msica da traala desempenliou alumas |iecaa.
Ao relirar-'se lornarain-se a prestar as honras que
ihe s,to devjdas.
O Sr. romiuandaide da academia mostrou-sc com-
penetrado da aliento c respeilo com que deve ser
tratado o chefe Sua Mageatade Imperial, ao percorrer oeslahc-
leciineulo, difzuou-se entrar ne aposento do cum-
mandante o alii dar sua augoala auto a beijar a sua
es|>osa e seus cinco lilhos, e bem assim a lilha do
immedinlo.
COMMERCIO.
i-KA(.:a DURBCIFB3SDBNOVEUBHOAS3
nuil \> DA TAKIIK.
r.olaoesolliciaes.
Desconlu de letras de 7 mezes 10 por rento ao
auno,
recitas, Ao pode por modo algum ser tachada Assucar iiiascavado csr.olhido a IsHOO is. por ar-
PEKllBIM
REPARTICAO' DA POLICA.
Parte do da 25 de novembro.
Illm. e Evm. Sr.Participo a V. Etc. que dn
parlo linje recebldaj neala repartirn.coma lerem
-ido presos: a iiiinii.i oriicm, o bctlnoroM Hanoel
\areia, rcmciiido pelo delegado do termo do Bo-
nito, por orden) que loe desla secretaria cm \irlu-
dc de requieran do eliofe de poliiia da provincia da
l'arahiba; a urdcmdo jui/. do dimito interine da
primeira vara, oeracrutasMarcelino Antonio e Ma-
noel AntoniodeSouaa; a ordem do dele
primeiru dialrielodesto termo,
noel, por andar fgido; e a
do da fn-iie/ia dea Afbad
Ferreira Campos, por crinic ile
l'or oflirio de IS do crlenle
Jo do Termo do Bonllo,qu
dCIIOIIIII
oarflo de
Ido do
o prelo eacravo .M.i-
irdem do suhdeleaa-
s. o pardo Vicente
iiiorle.
parliclpon-ine o da-
adla :l i.'.i i al-
io no luuar denominado Mimoso, mcia le
aua dialante da povoajfio de Beierroa, um indivi-
duo que fui eulerradq na arela do rio. e levado de-
pois para a Igreja onde fui alinal aepultado.
Acdenla, que este laclo Ibc rr......mmuhicado
pelo respectivo aub lelegado, quealDnmra lerd'elle
srienria algn* di.is depois de pralicado, sendo que
se Ignora quem ro*M o BulordoaaaaMiDalo, e mea-
i"no quem-eja a victima, a Clljo retpeito
iiiesino lubdelegado procedendo as precia
anaces para Instaurar o competente proccaso.
Dos guarde a V. Etc. Secrelaria da polica de
Pernambucod5denovemhrodei853.Illm.aEim.
le e-pieulaloria, pois ottendendo o publico ao que
lica dilo, I.u .i a devida juslica.
As pessoas que lem eucommeiidado billieles para
i- i.'-i i'|i r'i-iii.n ui'-. podem desde j diriuir-sc ao
escri|ilorio do Ihealro, certas de que lulo viudo al
o dia 'JN do rorrele serao cedidus a oulras que os
(cm procurado, uao se entoode com os aanliarai bb-
siRiiaules esta declaracAo, pois Icio direilo a lodas as
rapreaenlafoos. Aoboado rom a benvola protee-
c.Vi do publico, he queormprezario selcm propos-
lo a levar a acalla dramas desla nalure/a. e para
continuar com oulrm de iuual frca e apparato, es-
pera que este publico No esnorecf na pronunciada
co,iiljii\ao,io que Ihe lem at boje prodiualisado.
Hccifc >t de notemhr de I3.
V irnos aununciadu para hoje no Iheatro de Santa
Isabel o liaile quo lem por tituloAs (Jualro Na-
ci'iesHe um bailete jocoso coinposlo pelo primer*
rohailarino Da-Veeehl, e leudo o anniincio daom-
praxa nao nodeaMa reataUr ao desojo do escrever-
maadoaa linliussobico merecimenln doeomposilor,
c o enipenbo que lem o actual emprezario de aara-
darao publico desla ridade, para o que nao lem
pwpadu sacrificio*.
Esle balele coinposlo em Franca em 9 actos, cho-
uou a noticia doSr. De-Vajcclii, o qual pelo raro
talento deque lio dolado o comprelicitdcu, o iui-
inrutou-lhe ilc sua original com|Kisicao, a para mais
o alirillianlai, os dous ltimos actos, otplicando as-
sim com mais profusAoc ininuciosidadeo seu inle-
raaaanu aaaumplo.
So cm l'arishouvc urna C.harille que se corooii de
gloria pelo perfeilo deaempenbo da parle da viuva
Belfiore, nos temo* entra nos a svlphide do palco a
Sr." Ila.lcriia, para cujo elogio iioha eapreaabea
bem sianiflcalivas, porquanto ella he superior a lu-
do quanlo ae posta dizer : coiu|irehende-se o que
ella be. mas nnnea se poderu bem expcar. Tatn
ola.
AI.FANi>EliA.
Hendimenlo do dial a ^1
dem do dia i>.....
'::IIT!illi
':tllKjJli
174:3331863
slava o
i averi-
mento, aiuda que aeha-se embarazada
uutraves, segando me ailirma o Uerela
bem assovera, que se IVira della encane',
uli.i com a espada de Alexaudre corlada
desmanchado a sreglnha. Se em minnn
vera darla urna facha bicolor nqnellegen
rece deacendenla do marque/ de Pontbal,
etopie lembrado inteudento da polii
por cortos
. que tam-
ladu, i.Hi-
ii durillo, e
a meo* cali-
do, que pa-
oii do Ara-
il co-
imelhor iioinc'linha, da corle do Itio de Janeiro.
inieii/iiieiiie perdem-ae aa especialidades, o os lio-
mens rapriehalil em apreselitar jogo* de disparatea.
Vamos com o mundo.
Esl-sa icali-ando mullo breve o.que Ihe diase
em inioha ultima a respeilo do prelo. que leve o
mao l'osIo do ir m'orier na eadeia. Dizem-iiieqiie
(oda a dillieuldade esl.i ejn acbar-se urna pena, que
|i.....i -er eveeiilada.
Tara sao lem havido eonselho dejuriacoasulloa.
O Dr. da ciiulia opina que lio.' seja mpo.la a pena
dos Romano* a- heronas dos suicidios; mas oulro
da*** que a bem dos noaso* narliea, lal se no devia
esi paitado, e auslenla .mies
quebrare-lhe u* lhi~: o
(lie impuiiha pena espiritual,
o ao vinario, oque julgo mais
lll-
Sr. coiisellieiro .1
presidente da pri
lanoJoida Silt
leriuo.
Illm. e Evm. >
do comimiiiicaeAi
le anuo me dirfl
idilios, requisila
f '
facciiioroso JoSo de lal
que no districlo de I!
sinando ao infeliz M
lenlo da l'.iiiih.i o Figueiredi
II di
*iinlht-iu. che
mbirgador (
le de polieia i
Hateado em consequencia
U0 em dala de de junlio des-
o delegado do lermo de Uara-
pnr ofiiciu ni- 1 dejalho Bche-
le polieia da provincia daa Alamai a priego do
mohecido por JoaoOurives,
rente d'aquelle lermo, ai-
Ael Freir de Kevori'du, I
1a depois homiaiar-se 110 lugar danomi
Itiro r. pique da refrlji proviui 1 a
ceberdo mencionadochijfede polica.
copia junla. dafado de O do crranle, 11
participa, qu.....inseguida a prisso do
larcionornsii, Tora esle alinal niorlo peti
o rondii/.ia, em acto de urna comante
iado O-
dlo de ro-
ollicio da
11 qual me
semelhanle
escolta que
resistencia,
lazer purque
que he maiajuridic
Merelcs quer que
deprecauclo-:
iaalo, assim esle leulia lucios do sal'
precito.
O atracar aqu eslusem preco, porque, comquan-
io (iha esleja em paz, a guerra da Turqua tem
na-rudo ot nimos doa monopolistas. He sabido,
por cllcs nicamente, que a Turqua e a Hussia sao
. nico, consumidores do assucar deata provincia,
durante a qual couseguiu ellehinda malar a dous
individuo* da meama escollae ferlraoulro. Oque
ludo levoao eonhecimenlo de V. Etc., assim como
que neala data leolio coromuoieado lodoooccorri lo
ao delegado de tiaranbuns, que, como diese, liavla
requisilailo .1 pris.ici du criinii.....I.
ticos guarde a \. Etc. Se.rei.11 ia da polica de
Peniambuco ^-'1 de novembro de IS.VI.Illm. e
liwii. Sr. Jos lenlo da Cimba e Fijtueiredo, presi-
dente da provincia.O desembargador, Cutiano
/otda sili/tSatttago,
Illm. Si. Em re-po-ia definitiva a requesiego
i que V. S. me fez |r sen ofilclo do 1 de Ullio ulli-
!....., oda qual Iralei em meuofiicio de 18 do dito
! me/, cabe-me iHijedier-llw.quelendo sido, alinal,
: descuberto 11 lugar onde se achata Itomisiado aquella
fac inora Joan OuriveS, que Inri elle a (1 do cinien-
'. le posto em cerco pelo.subdelegado do Hurle}. icr-
, ni., da lni|ier,ilriz.nc!a proviucia,occas5oem que o
dito criminoso disparando simulianeai.....ite duas
' pistolas, e laucando depois mo d'uma laca que li-
I nha
qij
simutlai
mao d'uma f
Iravessada ntreos denles. Rulara
ercavam, e Bravemenle ferira a 1
Ieiiiln 11 es.a oc-casi.io amela fimir. n.io
' pre-enca du inesmO subdelegado, que, lo
I nova anrda sobre Uto grande malvado, \
porlaulo, brlgadii
mam mais cha,
compra de aawci
luilas as parles h
aquella- du.i-
ueui coincm
' por l'ioii prt
^ololoes, veo
potencias
holiiihos
m pra
,10 lo
c adeos
como em
lo o que
i> n.in li-
sia claa-
iprit
lira.....
eiuuiili.iiii li.ii.iliiiliu para de lodo em li
careo Insulsas aa lurcaa ourussasdrlpa* di
-o honrada.
Tem lambem apparecido um mal, que nao sei bem
I Ko primeiro dos discursos citados. L'mdesles
discur-us. que por muilo lenipi.....ricu em niaiui.-
cripto, fui impresso no jornal Patento, publicado
nesla riirle, eo Sr. visronde de t'.atr nos seus es-
ludusdo llcm-commuiii o Iranscreve em parle.
''2) Esle mesmu concoilo encontra-se na celebro
memoria do ministro hollandez liroot, apresenlada
ao rei de franca l.uizMV em lt70. e na pelico di-
rigida as cmaras Iraneeia* do commercio de Uur-
deus sobre as prohihiroes. Veia-se o Jornal dos /-.*-
lonomitlus, e a tttiila de Kconomia PoUlica de
r. Fiv.
,:1) O Sr. Ihiers, na asaemble* franceza na dis-
ensso cilada.
i lanicios l.usi.ldascalilo Hr
dous dos
Hilos, po-
lo olislanle a
logo lazando
1......"">
nlra-lo em um ngulo, onde se uchava elle em
de iiioicriinenl......pello, que lanihcui snilre-
leiin encontr liavidn em resulladodc Iros
le Ibes dispararani. .Nessa occaaiSo, n.in
elle anda andar depois de preso, e rcsis-
liudo niu obstante se haver montado em um ca-
vado, fura em acto de resistencia IRC bem nimio
pela eseolir.T quen condii/ia.sciioodo me cinnmiiiii-
ca, e sem enibaruu do que. leirho mandado lomar
eonhecimenlo do aclo.
Heos guarde a \ .8." Secrelaria da pulira em Ma-
celo, ti de novembro da Ikvi.Illm. Sr. desembar-
gador chele de polieia da provincia Pernamboco.
O c bolele polica inleriiio./mio Antonio d'./nin-
foFreilat Uenriguet.Coolotm. o primeir
amanuense, Jotr A'aetVr Fautl
1 Hamo*
IIIAIIKI Di: MIMIIIIICO.
Bealfif, que deve appareeer-me ni^eslusa o nm-
de*ila despertar em mim o espirita da tilla e fa-
zer-me dizer : Itere Dem forlior me ? Onde ela o
anjo demiuha vola nova ?
V all DO fundo do camarilla aquella rabera
'-erafira ahonda na Bojubra rotada dan corlina*. que
se apoia com lano abandono ao braro daquella
linda 100(1 IAo alliva e laoespiiluo-ia, ruja dislinr-
cAo parece alada sua peaMM rom cu -timple ein-
o. A mais alia he Diana de Itoflielaillc, e a que
parece procurar junto della o npoio do eoranlo, o
soecorroda aula ami/ade, he inadame d'Orbe, a moea pobre, a prenla disHforluiiada, a
oiplu.a reeolhida pela orulhosa'e dura Caiidada
dea Beauvilliers. ize, Sainl-Aniie. j etvconlraile
sobre a Ierra una imai(cm maisperfeila da virludel
A meiiia iinacinaro dos poeta, que labe I30
bem menlir ereou j por venlura infria Henirlhau-
le"! Ji'ui.iri'i" li'-in. nlovalefitu o mais puro nie-
la), o diamanle maia claro ? Responde !
|>ei\a-me ; a admranio me eleva cima do
i'lulM, sou como Batea hroe* de Homero, que an
leonastaapendem pelos cabellos.
He a aesunda ve/, que oeo mccmicedeo Ta-
\or de (onlemplar essi'honc-lo -cinhlaiile de vir-
^em, esa bellexa vcellenle. Klla est como vi
timada inenle de suas \irltnles. pois seus \eslidos
sjtoot maisimplese mais pobre*, heais nina lal
jola n;lo carece de ser engallada no ouro para bri-
Ihnr vivainenlf. So a inali^nidade se ocrupa com
ella, a inaliiiidade perde eu lempo. Madami;*el-
la Birancota fatreapeltar por si menina, e nao pelo
gallo de sen vellido. V rumo seu bellos rabel los
raataoho reporlMea na fronte, e modestamente al
dos alu- da taluM-a adoruam hem esse lindo rosto
um lanto pallirio! (Quanlo ee ar de melancola se-
creta deiramado poi l'cicfies i,io bem formadas para
Foi preao pelo eapll&o Wanderle>, commandanU
do destacamento do l.imooiro, o crirojaoM Kraneiac
Mara, queem fevereiro do-te auno aaMSBinou ron
um Uro no lucar l'a a Jos Antonio.
.lh
1 h
ma
evprimirem a pa/. e a l do opra^lo de quem a observa A genla i
si mesino com inquielacAo : falla alcuma coma O
felicidade ile Branca? Porem o que mai* impremlo-
ii.i os libertinos como nos, a-almas mtidcmunda ta
i'ivilisHC.Iti corrompida, be a perfeila pureil deaas
coradlo, cojos peiisainenlos se piulam lodos Hor
da epiderme. Nao ha moca em quo eu nto tle-tiilua
o aernicn de .iLum urande pareado ; 110 semhlanle
de Branca s se enconlrain as mais bellas qualida-
des. Ha nella urna COUia rara, que me admira mais
que ludo, lie o ui*to quebrilha uessn l'roiile virgi-
nal de deacaela annua apenas. Tanta rarto em urna
idade lio lenra 1 O espirito o O eaiidura, agraca e
a bomlade V, Sainl-Anie, ella lem a screnidade
la virlude como lu leus a seccuidade do \icio.
Parece-ma que acabo da ver rargir cima rio
Ooaottouma trolla dciconliedda 1 Daha-me abya-
mar-me na iniuha admuaca.
lia muilo* nlhosa/ues nel( mundo, mas os
de Branca silo realmente um rellf\i ilo evo, he um
lago de innocencia. Jfcia amamna he prela. li-i. a
j; D*adi; idm que honeitu aaaelo emtodaaua pes-
tta Kqoeliom corarAo/.inho bale tlehaixo desse
panno desholado Se a voz publica DIO menle, a
avarasdeteu opujentoj prenles a priva at desea
bolsa licetra lo linda na mao de una moca, quan-
do vai visitara clioupaua do [Hibre ; masa earfdade
he no fecunda em reemsos Madamesella tfOrbe
acha nieumo assim benelicio^ queespalhar em lomo
de si, e he ahencoaria enlro os despracad*. T*io jo-
afdda, ella lem creado para si como um vasto
le grantlesvirludes e de oxcellcnles qua-
alIrahr de bem longo oh olhos ile lu-
a espbera mais elevada, ella poderla
ven
patrimonio
liriades, qu
tos. Em ui
vlr a ser urna gloria nacional. O paiz que a possue
eneiirreya hu/r 2ti ilemiembro.
Patacho americanoElla Itced barris mu lueu.
GONSULADOGBHAL.
Beiidimeulo do dia I a SI "):sJ-?.S(ii.
dem do din 2'........1:01c20
!M:3T|0K
ll VERSAS PROVINCIAS.
Heudimenlo do dia I asU
Mein do da 'i.......
leseiiipenhar nina parle diflieil, muilo dilu il
poique requer qualro dilTerentescaraeieres ; alnn
hailai no mimico I., t^iularelli na parle do trance/.
leosla a primeira empresa desie noaso bello Ihea-
lro. que nos den um corpo de bailo, cuja falla nos
era lio Rcnsivel, nao poda o Esm. Sr. presidente
confiara empieza a um cidadaomais habilitado de
que o Sr. Agr. p.-irn preencher os anhelo. d> pu-
blico nernamlHicano| damos a S. Evc. os nossos
aoradeclmentos, e ao Sr. Aura os nossos emborasi
leudo inleir.i coulianca tic que os uieus comprovin-
cianos o anudaran goslos4is a laido, estoicos por elle
empreados par.i elevar o Ihealro de l'ernambuco
ao lugar de primoiro do Brasil.
O l'eniamburaitij.
2:8M|67l
Expon a cao .
Parohlba, hltta nacional Tre* /ruino*, de :KI lo-
iicladas, couduzio o srguintc : it> volumes fa-
zendas, !HM> arrobas carne secca, H volumen 100-
Ihados.
dem, luale nacional i'onreinto flor das I iriit-
den, de toneladas, COfidoilo O seguinle : l"U
voliimcs moldados, .VI di los volumes.
UKCEBKDOHIA DE BKMiAS INTERNAS tiE-
RAESDEPERNAMBUCO.
Bendlmenlo do CO.VSL'LADHPKOVINCIAI..
Itcudimeiito do dia I a i ..'I.m.i-Y
Edemdodia35....... 99^019
^">87:r
MOVIMENTO DO PORTO.
ptBLiaroesAPCDiDO.
Kalleceu na |irima,era da vida um rapaz,
que mullupromeltia sociedade por ser do-
Lulo de etcellonles i|ualilacles :.?.eus pren-
les o aniiivam extremos.....ente, Nusamigea
ocstimavam.e lodos que o eonliecima.apre-
ciavam altamente essa* qualiilailes, que siu
o ornato do bomem do bem.
Aiiliinn Benloda '.osla e Silva, lillin do
Sr. Antonio da Silva cele sua mulhcr a Sra.
II. francisca Bacolasliea *la Cusa, nascera
B08 11 de jutllc de IK'| : are......mi li ln i ni
una ihscnli'ii.iixlivin.iini'iile rebrlde que
a nail i ceder, depoi* ilecrueis sofriineuliis,
enlreuou suu alma aucreailnr. em '2\ ilo cr-
lenle, e seu cadver jaz sepullailu no ccuii-
leriu publico, onde seus prenles c amigo*
iio de lempos a lempusverler lagrima* a
ilcpnr eoroaa de saudades em sua memoria.
.\ns,queucsliuia.aiuns.que oauia\amn- iles-
ilea infancia rom (oda a siuccridadcilc nos-
so coracao, lano quanlo na Ierra lio permil-
liilo an h.....cm, n.in seremoso uilimu icuni-
piir es*cilcver.
Ndofoi noasa inleusao eacrever urna ne-
crologia, iiciii leccr u elosio fnebre de An-
Icuiiu lenlo da Cosa e Silva: ad liveino. por
dar um Icslemunlio de uossa estima e
lade.
Academia de Marlnhi,
. M. o Imperador diminu-sevisilar bonlcn pe-
ilc/ horas da manllBa esle eslabelecimenlo. in-
oui|ian)iaclo de seu camarista e medico de se-
S.M. o Imperador Bochesjar alli foi receido por
s. Es, o Si. ministro da marinlia, rninmaiidaulo
lia academia, corpo acadmico, immedtoto c oll-
ciaes da academia, enearraRadn do quarlel eneral
deroarinlis, inapeetor do arsenal, uncial maior da
cre.na e nuuieruso concurso de olliciaes ilu ar-
lada de lodas as jerarchia*.
I ma enarda da Ininra do lialalbae naval e a mu-
ra do corpo de imprtaos marinkairo* ti/eram a
.lvida continencia n entrar S. M. I. noedlneio.
Iieulro, a companhiado* gnardaB-marinha*a as-
piranlaa a (oardas-marlnhas e a musir da fragata
Conililulro, igualmente Irlbularam ashomena-
ensdcviilas ao monarrlia lirasileiro.
Km seuuida o coinmandanle da companhia to-
mando a palavra dase:
ii Imperial Sciilmr. V. fcf 1, lem por muilas ve-
tcs honrado este estabelecfiiienlo com sua augusta
prcMUcra ; ......ln pnrcn boje a vea primeira que de-
noto da posse do meu cumulando recebe a academia
de in.iiiuliii tan elevada lioura. pennilla V. M. I.
que. ebeiode pra/er ecom o maior acalamenlo, eu
de
ni. n
Irili
lie a V. ti. I.
iecimenlos, do
dada do quarlel, c
millas e asprenle
i> mcus respeilosii!
i ni [.i acailcmicii.
la eompanhla dos
guardaa-marinlias
IHgDO-*e V. .M. 1. escollier esle
t.io pasaar pelas prava* de seu Iricuuio, Ir
piranles daeompanhia, cuja futura sorle esl
denle dfl liojc. fien votos, senlior. para que
animadoacom a augusta presenca de V. M. I.
Lector das scieucias e da marinha ce guarra*
e humildes
d oltiri.'ili-
;uarda-ma-
lia em qii<
pon-
lies,
pro-
receba urna bencjhi do eco, e as peana* mais ido***
que ella a respeilani...
."v.ni me falles mais, eslou ebrio '
S ella ignora o que vale ; as Imnicnagcns que
Ihe reudiin
dirigir-ee a w
se le anles un
cnmmiiiiiiMiii
que InUreasai
mira a virlude
metlicas, A
menta de onu
mundo. Aqu
sua niara
por ella
incnen, c
i niodc
! pessi
illi ir c
ibis; a lisonja uiio aunarla
e a estima que ella inspira
ia InnOXiO da VOI dos que a
que un sentido de suas palavra*. -Mas
i ao mundo csses Ihesouros ? Elle ad-
, c para sen uso a prefere em rooda*
siiu a |.niu.- moclnha vive ao isola-
reelus; eslaaolltarll no ineio do
lies (pie ao principio allrahidns pela
losa balela, eslaaram preslea a faxerem
MCriflefO de sua lilierctadc ao dos hy-
i cahlrera galaulamenta na rede, se apar-
lam como da pesie, apenas labonj que o anjo mo lie
dotada ele nenhum liem lerreslre. Dir-se-hia qucli*'-
i.tm O* qttM prastrpM de cnsumenlo. E seseapre-
-e'iil.i.sr algum preleiidenle' ajsas hernicu para con-
lenlar-se com esse tlicsmiro lal qual lieos o fez. a
prima Menrie|iieta ou a prima Carlota, pal, rn. e
criados se apressiriam em alravcssar-se a>lianle.
Desorle que Branca d'Orbe esti condemnadauer-
mgoeeor lio ntranha aos praiere* doamor e da ma-
lernidadc. ao que consliluc a misago da mnllier.
romo se um globo decrystal a siililralii.-c a lodo o
i-eiulacle4 social, deivaneio que visse pass.ir a mulli-
elao eque fosse \isla della. Est destelada a descor
ao luinulo sem (er cunhecido o casto sculo do ex-
puso.
Ma*Saint-Auge, |>*g.....hkatobeaga de Irlvalce,
disse-lhe :
Ella ullrahin o meu olliar, seus destinos estilo
pois mudados. Bast que eu lenha posloos ollle em
una inullier para se poder dker: Salve, ba Uoosa,
Naciot mirados no dia 2't.
iverpool{U illas, galera inglesa SerapMnu, da
'Jl'.l toneladas, capiliio .lohh Simpsonow, equipa*
gem II. carga hiaendat e mais genere* : aJonns-
Inii l'nlcr ^ Cniii|i,iiiliia. i......-2 passaaciros. Ei-
Ceeu dequarelilciia por i> elias.
Buenos-Avresj:t das, brigue hes|ianliol Floren
ladas, capililn Izidoin M
1 i, em lastro ; a Viuva
pl
lino, de 303 I
II), equipan
rimo. nido.
Rinde Janeiro18 ilias,
de 118 toneladas, capill
pageniS. em lastro ; ao
laclo* tahidoi
l'cni'elol.anrha hrasilei
Ir Itennvalo lose l'creira, csrga sal c mais g-
neros.
l'araluhiliiale hrasileiro Trt$ Irm&ot, mc-lic
Jos liuarle de Soma, carga vario*genero*.
dem liiale hrasileiro Conreino Horda* I ir-
ludes, meslre Joan Altes pe Hartas, rarga varios
ueneros.
escuna ingle/a /'
William l'.ivue,
lilo.
memno dw.
\. >'. da l'ena.
ii.ta-
Aino-
9-0/1,
equi-
.....-
(lia 28 do corrate com suas amostras e propostas,
declarando os ltimos pi ecos, na sala das sessOes do
mesmo consetho. Sala das sessfes do eonselho de
';i.liiiini-.ir,ii;.iu ngval em i'ernanrbuco i de novem-
bro de 18.13, OsecAlario,
Chritlotlo Santiago de ylhtba.
11 i iii-i'IIio. 11 miuisir.il iv o. em virlado de ao-
loi i-ihj ni do Etm. Sr. presidente da provincia, lem
de comprar para oalmotarifado do presidio de Fer-
nando de Noroiiha.os objeclos seguinles(machados
de falquear (i, cnxcs de fuiil 8, ferros de relile
rom cepo 12, ditos de pinina I-', dilos do caitlilhos
de apparsiho rom cepo -2, formics largts lii, dilos
rstreiloH ti, dilos de mcia largura 12, compactossor-
tidos 12, garlopas Inglesas com ferros 6, verrumas
caibraes jO, dilas uo lomear portas 12, prumos pa-
ra carpinleiro 2, dilos para pedreiro 2, sendo um
com 2 libia* e nutro eom 3, escalas com polegadas
para caipinloirn e pedreiro 1. fallas de lineo eom 2
palmus de largura 718 palmos, ditas do cobro para
raniis de de-aguar 192 palmos, chumbo li ai robas,
ocre amarello I barril, dito ele cemento I, lipas300
duxias, pregos ripees da Ierra 20 mil, carvao de pe-
dral loneladas, culadas 2110, lariaia de espingar-
deiro I, limas triangulas pequeas 21, de lucia cali-
na da (i a 8 polegadas 21, dilas dilas pequeas 12,
arcos de tonel reforeados 1 quintal, Iclhas 12 mil,
lijlos de ladrilho li mil, sellius para vaqucirin (i,
rassuaea 12 pares, paos de jangada 8, couros de t-
doeapocira 10, lapis 21. papel perlina I resmas,
garrafas de tinta prela 12, goniina grata i himccas,
linleiro ordinario I, folhiiihas deporta do auno do
IS-M 2, ditas de algiheira 2, cera branca em velas
de mcia libra I arrobas, alqueires de sal 2, dilos de
familia de mandioca 100, alelria I cana, farinha
de tapioca 1 calla, folhas de Oandres grossa 1 caita,
rame de latan surtido I arroba, couro, hacia verde,
lila amarillac hutas lambein nmnrotlas onecessirio
para robera de nina mesa de (i palmos de compr-
manlo e i de largura.
Tara u arsenal de guerra.
Azeile de roce.:) canallas e mei. medida nova,
lio de algodao 30 libras, pavios Oduzias.
Para o qllavo balalhlo ele inlaularia.
I'ares de (epato*de sola e vira 3811.
yuein ipii/ertemler hiesulijerlns aprsenle as suas
propo-las em caria fechada, as 10 horas do dia 20 do
cirrenle mcz.
Secretaria do cnnselho administrativo 22 de no-
vembro de 1853.Jote de Brilo Inflas, coronel pre-
sielenle.Bernardo I'ereim do Ciirino Jnior, vo-
gal e Ncrelario,
O eonselho administrativo, em airlude dcau-
lorisaciln do Etm. Sr. presiileule da provincia, lem
de comprar os objeclos segoinles para u hospital rc-
gimenljl:colt.lo debrim 100, iravesseiroida dilo
100, panno morluai io I, cluncllas razas pares 200,
lalliercsOO. culiieres ele melal paradla Mi, copos de
vielro 21, ferros para pequea cirergia estojo I. al-
galias de melal elsticos surtida* caita 1, Irochalera*
para hjdrocelles 6, dilo para paraaenlhen* 2, tar-
ro* para aothopsiaestojo I. speculum acis2.
IJiicm quier vender laesobjeclos, aprsenle suas
proposlas em carta fechada, as 10 huras do da 28
do rorrcnle mcz. na secretaria do eonselho adminis-
trativo. *
Secretaria do comelhoadministrativo para forne-
cimento do arseual de guerra 22 de novembro de
IKVI.Jim-de linio Ingle:, coronel presidente.
Bernardo l'erriru do Carino Jnior, togal esccie-
CIlHI'AMIIi lil BBBEIIIK.
Ocaixada mesma ochu-M outoi'ixado
a Iti/.i'ro 11 dividendo, arazuode 2.s">ti"
rt.,porapolice.Ocaixa, Manoel Gon-
rnlvet da Silva,
' A reparlicao das obras publica*, contrata |Kir
a*paco de I meses, o forneeimenlo de toda a cal e
lijollod'alvenaria batida, que Mr uceo-sirio pira a-
obrasdesla cidaele. queso acliam em etecuco por
adininislrac.nl, sendo posto* OS referidos malcriars
nos porlos mais prxima* das obras: as pasuSMqoa
quixerem laxar esse conlralo, apreaeatarto as na*
proposlas na mesma repartidlo, al o dia 29 do cr-
reme llicz ao lucio 'dia.
Ilirecloria das obras publicas 23 de novembro de
1853. (} secretario,
Joatjuim Prancltco de Mello sanio.
B meo de Periimbuco
ma quixar ir da pa les commodos, enlenda-so com o rapilo da mesnia
Jeronvmo Jos Tclles, na praga do commercio.
)?r* Lisboa a galera |Htrloguesa Margarida
r.ipit.lo Silvcrio Manuel dos Res, sabe impreleri-
tclmenle em 27 do eorroule, aiuda pode receher
alguraa carga e paasageiros: quem pretender diri-
ja-se ao referido capillo, ou aos consignatarios Oli-
veira Irmaos & C.
Para o Porte.
A barca Olimpia, de primeira marcha, segu coiu
brevidade. I'ara carga on passageirns. a tratar coui
seus consignalarios Barroca A Cas|ru: na ra da
Cadeia do Recife, n. 4, ou com o capilao na orara
CEAR.V, MARANHAO' K PAHA'.
O bngui! escuna iiacioiiul Graciosa, cu-
nl.iii Mendu, saliii .i' em jioucos dia* por
ten a maior parle da carga engajada : pa-
ra o restante e |>a*sa(;cros, tiata-se Com o
consignatario Jos llaptista da Fonseca
Jnior, na i ii.i do Vigario u. i, primeiru
ailar, ou comocnpitio, na praru.
I'ara o Porto, a muilo veleira galera poilu-
gueza Brachartmi, capitaoilodrigo Joaquiu Cor-
rea, saho com breviedade ; recelie carga e passagei-
rns, para os quaes offerrre o melhores commodos:
os prctcndeiile* ilirijam-se aos rousigualarios T.
d'Aquino Fonseca \- Kilho, na ra eio Vigario u.
19 prlmclro andar, ou an referido rapitao na Praca
do Commercio.
I!.'RECITA DA ASSIliMTtli
stniiio <; iiiMiti inm de is .;;
Etei ulaila pela oirheslra a stiiiphonia
subir scer
EDITAL.
Arhsudo-se vago n olticio de porleirn do au-
lilorio do juizo mtiniripal o de orphaos do lermo ele
Cimbres, manda S. Evc. o Sr. presidente da provin-
iissiiu o lazer publico para eonhecimenlo das
parles inleressadas. e aliin de que os prelenilenles
so dilo odelo se haliclilein ua forma do cirrelo n. 817
;lc3(l do agoslude IKil.e apreseutem os seus requo-
riinenlos ao jniz municipal do mesmo termo, no
prazo de 00 dias que romecou a correr lo dia 20 de
lubro ultimo em dianle, para seguirem-se o* Ira-
les mareado* nos artigo* 12 o 13 do citado deere-
, Secrelaria do gotern da provincia de l'ernam-
buco 22ilo'neivenihro de 1853.0 secretario da pro-
vincia.llonorin\l'ereirado .Izeredo Coulinho. .
En
da aa
lavar
mil
iimpn
semble*
a elt'eilo
onlosdei
convida
15 do jai
sobre ,i
lucio Ihi
banco
lu da resnliicflu que ab.iivu tegua,
il do banco de Pernambuco, para
oinplclucillo iln capital de dOM
orespeelitocontelliode iliren;;io
accionistas, a resillaran de i al
janeiro prximo, a entrada de90 por rento
o numero de aceito*, com que a meama reso-
Ibes permillc tirar.
nrn de l'eriiaiuhiico, 22 de nntcmbroilc 1853.
o secretario do eonselho de direerlo, JoSo igua-
ria deMednroi llego.
fCtOlHfO.
A assemblca geraldo banco de Pcrnambuco, reu-
nida em sessiio extraordinaria, ao* 20 de selembro
de 1853, resolveu adoptar as proposlas oOerocidas
pela direrro do banco, em dala do I de ago.to. pela
i.irina Mgulnle :
!. 1 eonselho de dircrraii lira anlorimdo a
efleito o augmento mximo do capital, de-
pcloarl. 2.- dos'eslstulos.
2.' As respectiva* ac^Oe* serfln dittrlbni-
ii.iialinenlc por lodos os seus socios.
A cobranca d o importe das te
Arl.
levar a
rrclad
Arl.
das pron
Arl. 3
DECLARACOES.
ingla-
Companhia
do
Real companhia de paquetes
zes a vapor.
.No dia pi iinini n de
dezembro aspera-ae
da Ciiinpii o vapor
Thameii o qual dc-
>,- poi- da demora do
porlos do Sul : para pas-a-
agenlcs Adainsou llowiedi
Trapielie Novo, u. 12.
(I vapor .s'. .sucel-
UOFt cominaudanle o
capillo lenla Anto-
nio Carlos Figueira,
espera-se do* porto*
rrenle, e seguir para Ma-
llahia, c Kiu de Janeiro no mesmo dia da sua
cliegaela.
O Illm. Sr. inspector do arsenal de marinha
manda fazer publico a todas as pessoas que se julga-
rem Gradare* desla reparlicao,a aprcsenlareinassuas
COOtaa ale o dia 29 do rorrele mcz, aliin do seren
pfoi-cssad.....paga- as -ii.i- unporlaiirias. Secreta-
ria ela nspeecao do arsenal de marinha de l'ernam-
buco 2"i de novembro de 1853.o secretario, ilm-
iio Fernando* Madeira de Catiro.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
pela secretaria do tribunal do commercio desla
provincia, se faz publico, queem datado boje foi,
em virlude ilodespacho do meemo tribunal, datado
de 21 do crrante, matriculado uSr. Vicenta Jos
da llrilo. rielail.in brasileo, na qualidade de cum-
mercianlr de drogas de groieo Iralo a ratalho.
Secretaria dolrihiiual do commercio da provincia
de Pcrnambuco, 2 da novembro de IKVI. Joilo
Pinto de Lemos, servindo iiilerinamciile de secre-
tario.
(I eonselho de administrado naval compra
p.n i ii forueriinenlo elns navios armado*, viole bar-
ris de carne salgada, I.VII.....eles cscocezes.c 151) leu-
cosdeseda pela, pelo que convida-sc aos prelen-
denltsa lacs vendas a oinpareccreni as 12 lima- do
sera
roaliaada segando as precisOesdacaixa, o por de-
liberadlo do eonselho ele dlrcrcflo.
Arl. i.- O eonselho de directo vender por ron-
la do banco, a- arenes que nSo fuicn realisadas pelos
respectivos accionista*, uoe oraros que forem marca
do, alo podando lodavia tendc-las por precu ineiioi
do que ce par.
Sala das .rs-es da isscmlila gcral, em 20 de se-
teiiibrodc IKVI. PedroFrantteode Paula la
i-ali-iinii il' llbui/uerque, proidenle. Jott Her
nardo Calcio Aleoforado, 1." secrelalio. .lulo
nio lalcniiin da Silca Barroca, 2." eeretirlo.
Esiconfoiine. Joo Ignacio de Medelroi Re
yo, director secretario do con-elho de dirergo.
Consulado de Portugal.
A- pessoas que to llovedora* da (oro*, ou
quaosquer reinlimenloi perleucent** a Sal
da Uisericordia de Luanda, queiram coro|
ueslo consulado, rom os recibos das ullinia
lias pagas, alim de salisfazci cm o que esl.io i
ln lu ate aopresente auno, como consta do* respec-
iivns aasenlos. Consulado de Portugal em Pcrnam-
buco aos 18 de novembro de VSXS.JoagUini Bap-
lta Mon-ira, cnsul.
.Pela mesa do consulado provincial, se Ui. pu-
blico, que do I,- ile.dczcmbrovindouro em dianle,
se principia a cobrar a bocea do cofre, a decima
do predios urbanos das frcgiiezias desla ciliado c
da dos Alegados, perlencenle ao primeiro semesire
do anno Dnancelroda 1853 a I8.'i!,c que undoso*
30 dias ulcis, incorrein na mulla de 3 por canto,
lodos aquellcs que deitarein ele pagar seus dbiles.
ulros
Casa
quan
ni ele-
AVISOS MARTIMOS
Para o Rio de Janeiro e Baha.
leuiiiiiiem pouros dias, a bem Conhecida escuna na
1 Mario, a
; a fele :
,\ Compt
da (nide recebe* algumi
Iralar com Joilo Anlonii
lila, na ra do Vigario,
cional Calmil
carga e escrav
da Silva tiril
n. 1.
PARA O RIO GRANDE DO SUL,
segu iinprelerivehnenle .....lia 20 da crlenle
veleira barra brasleira Malliilde: quem na m
REGENERAQAd.
;na ovandeville em 2 aclns,
0 PRINCIPE CAIADOR,
em qual lomarlo parle os Sr-. Monten
Amocifn, Itezerra, Kozcudo, I). Manoclla,
malla,
Seguindo-'eo hailele em laclo
osla.
el). A-
AS OIVTHO Y\'fiES.
.Irlores.
. Sra. Hdenla.
. Sr. De-Vrcclit.
. C. Canlarc'lle.
. n' I., linlarelle.
. Sr1. l'essina.
. i. i;, i iiielli.
. a N. N.
. i. Alvile.
e-liados.
cidaele ela Italia.
Em o qual lem de debutar o jocoso mimico lh
-xnlarelle.
Pertonagent.
Hadante BrlAore.
Herci-n-l,.onieial polaco.
Ei-lcr hollandez. .
SI. Ilohcrl. francoz .
I). Brego, hespanhol. .
It/.ilil.i, criada .
I'rtnlla. criado .
Dorulhcu.....
Mascaras, campnnezos,
A'arcao passa-seein urna i
DISTKIIIl K'.AO'UOSBAILADOS.
PKlMEIKt) ACTO.
Aleinanda. delicado pelas Sras. iladerua, I.. Can-
laielle, l'c- in,i.C.Candarellr,oCardella.
TERCBIROACTO
I ni passoadous.pel.i Sra. Iladrrna.e I.Xaiilarcl-
le, segundo pasto hespanhol, Sra. Iladerua, e fei-
na, terceiro peuo htllandex, Sra. Baderna, e C.
Canlarello.
QARTO ACTO.
I'.i-.u a ilnii a carcter, pelas Sras.,Iladerua ellc-
Veccht, eom n qual dar lim ; seudo ludo coni-
postoeeiisai.uln peloM.lle-Verrht.
Os hilhcles arhani-se a disposicao do publico no
escriptorio elo iMeatro,
lllc:
LEILO ES. _
Sabbado 26 do correle, astil '. horas da
manilla, o agente Anlunes fara granae leillo em
seu armazem roa ril Cruz n. 25, de Iraslcs de mui-
las qualidade*,eonaMiado en. radeiras usuaes, dilas
de balanco, mesas redondas, tensolofl, sofs. nuir-
qneza-, coinniodas, meia* dilas, lavalorios, guarda
roup.i. guarda Inuca. carleira* para escriptorio. di-
las pata viagcm, secretarias. toocndOffs, espellios
de moldura dourada, candelabros, hMiternas.can-
deciros para ineiode sala, ele; urna porfo de cha-
peos de pal'ia da Italia, elohrados e singlos, para
horneas e meninos, diversas qualidades de rh
da Babia, mulos ele alcance, espingardas de d<
e.iiiuu. para cacar, elous plannos inglezcs com pin
ii-n, apparclbns de loiie;a para oh, nina purcilo
sbemeles muilo linos perfumado* para barba, ni
ren santuario de Jacaranda rom iros Imagen
lindas, decentemente preparadas, obra do
urna porfo de eera do carnauba em rama ooolra
dila em tollas fritas no Aracalv. em suas compe-
e outros multo*artigo*, sqoe serio
ni mais der. llavera laniheni hilan
ele IH linios, pruprio para tei.lnu
ndo-se a lina snele do dito ocravo.
l-lev. ligo puliendo cvpiil a venda
o J'i riO c eillrulo, NniO mui dimillll
le
mili
Pl
lentes caitas,
vendidos a qu
de um moleq
sen Ico, alisni
l. II.C.
em -en leilf
la pcire.ai das fazendas que rompe'ie n sen liellu sor-
llmenlu, ronllnuani o mennw leiio. segunda-feira,
28, as 10 lunas da manilla, no leu ent.io indicado
.nina/......la ra da Cruz do Recife.
I.E1I.AO' PARA tCAHAK.
Andrade&Amaral. nao podando acabar o sen
Icil.luela liquidado de sen eslabelccimenlo.fazcui no
dia lerc.i-lcira, 211 do crrenle, as 11 horas da ma-
nilla em ponto, no armaiem de Miguel Cgrnerro, a*
ra do Trapicho n. 38, pnr inlertcneiln do agente J.
Calis do ratania de suas Duendas, assim como nina
porc.loelo agua de Colonia em frascos qugdrado* de
superior qualidade.
Segunda-feira, 28 do correnle, a* 10 '. horas
da manliaa, Francisco da Avila Mendonca, faN lei-
llo por Inlervenrgo do senle Anlunes. em sua
casa ua ra do Trapiche n. 2. segundo andar, aonde
leve o seo hotel denominado da Barra, de lodos o-
lia-le-, Inuea. vielrns e mais ulenris que furalii do
mesilla liiiiel, roiisi-liniln em I grnelo espejho ele
paieele, I .....sa grande elstica para janlar. I dita
pequea, licadeiraade amarello,8ricosquadrot,
8 cabidos para chapeis. 2 ditos para roupa, I r-
leira para escriplorio, 2 lianras para jogo, 3 lavalo-
rios, :i ramas para ulleiro, inciu apparelho de loti-
ca Manca mullo lina para janlar, 0 coronados de
cassa para cama, 3 eaixies para couduiir- comer, O
loadlas de me**, I cama umarquezada, 2gi.ulc-ilc
madeira, I rahide ninder..... meio barril de vina-
gre, I guardador de comidas. 2 qiiarlinhciras, 1 ma-
china de limpar facas. I esr.ula ele cama, I quaelro
cun a \ isla da barra de Periinuilinru, 1 oculo de
toda a virlude capi-
Itrauea
obre
aqu nao ha Vestal Comig
lula.
Dlzendo issn. elle deivou recabir
sen olbar altivo o desdenlioso.
Tu \ endosa pello do 01*0 antes ,|o h,ive-lo
niorlo. Inrnuii-lhe Tritulce, rn's que vas Iralar com
una riemu moeinliasde collagio,qaa vlooodomingo
,i mima requebrando-so, as quaes o menor beijo da-
dona grade a algum primo faz construir um longo
romance com furto, fugid* o casamento em lirelua-
(Veeu. Julgas que basta um piscar Tollios, um
aperln de mao ao elaus.ir, um n meu anjo dilu ,1o
envido. Imagina- que nao he proriso mal* do que
encontrar a moga em algiima avenida do parque, e
dizer-lhc : Meu amor, veja como ala he bella!
N.io, nao, Sainl-Ange. n.in lie por esse camiuho ba-
lido, que iiiiigucm chegar an mrac.lo desla respei-
lavelmo(a. reovelho repertorio, la* labias nao
lem lugar aqu: oslamos nu grande raminho da
honra, ila probidad*, di razan o da virliido. Se-
gue-o, se ousas, e raras n primeiro de Indos mis.
amigos da sombra c das veredas lortuosas. O sol nos
deslumhra a vista a nos oulrns muchos do amor, que
a aurora sorprende muilas vezes ao sabir dos al-
roures esgadelhados, oinpoeiradus, incerlos e aobre-
luelii espantado* pela luz. Nossos semclbanles nada
lem que lazer com i-sil uiociuha, quo se levanta
como a SOtovia na hora em que acaban as orgias.
Ella dorme de noile e ora de madrugada ; uilo pe -
luilieiiftes esse hviniio. que sobo ao co em linha
recia. Quem sabe, se Branca lambem nao ora por
nos ? Klla ora por lodos. Somos anda bom folizes
de haverem aqui o alli alguntas n eiea- lioneslas. que
rosan para que nos sejam perdoados iiossii- pOOBa-
dos ; puis -cu 1.1 fdra isso, aeriamus coudomuados
sem uii'-ini) li-iM'imus (ido a honra ele urna nrac.io.
Oh amigo mais fuslidioso do que a chuva '
quelevanlaria ni
regato un montar
nina ranella ln
!'
Ha* vo. Insensato, aquello olliar franco, no
goal nlo brillia nenhum arllfldo de galanleria : v
n iii-enlin llrme c delicado daquella bocea adoratel
.....lia ; v romo SU* inanzinha njunla a. pregas do
eu longo vestido, som descubrir os pie. Nao be ella
S* i:nl pellico a saia pMMOdo n
i cavallo. alim de' eleivar vi
.. .jrneada. Parece que nquelle leve
imo lio de hronze un de iniirmnre, e que ncniu-
...a forra humana seria siillicienle para lovaula-Io !
Sainl-Ange abanando oigulliosanienle a cabecea,
ilie :
Sao eulendes nada dos inyslciins do coraco.
meslreilaiidi/, para quemo un ele nina grvala et-
ceeleom pioionilidaele invlliolugica as encarnareii-
de t'isncni. Ilai-me mu cabello, o a luullicr iideia
pastara rain elle. Basla apanha-la na nula.
Esla be um diamanle incorruplivel ; podes
aniquila-lo, mas n.io mudar-lh o Ululo, neni man-
chara puieza desua agua. Miie. decompie, niio rc-s-
lara mais que pocira do que fui a maravillo) do mun-
do ; mas nao podar* colloca-la culre as colisas du-
vulusas. Dou-le licanca para que etplores seu baln,
cerlo de que nao has d* adiar nelle nein Iraneas de
cabellos, nein carliuhas ele imuircs, senao os cabellos
sagrados do uhia prenla mora, as carias de una
amiga ausenle. Em sen dedo ni ha um aniicl, o de
sua mili, a qual nocouheceu, e chora lodos os Tlias.
Seu toucailur nclo enoorra nein tinla branca, mam
arrebique, nein filas, ncm puiiimadas ocolliid.is.
Agua pura basla para avivar essa lez fresca o avel-
lu la.l.i. assim como a chuva basla para os bellos
frutes de lanugem, e o orvalbo ajunlado as cavida-
des das tullas para os hsnhos dos psssarinhos. Se
la mo profana levanlasse o Iravesseiro em que
repousa sua linda caheca, n.io adiaras ah o curtan
ce perigoso. que se lo as escondidas. Ella dorme ca-
ire seoscurliiiailos braiiros
o litro de horas sobre a mei
Pois bei
rhaiulii para
o Viva N'eni
am.iusaila e?
rosa ruino
loberas, heb
, pastoral
rmbales,
Juro qu
em soiibos'agilado-
iigg, como Ces
loar-
en grilo de guerra he:
ha- de v* lireveiiiiiili'
branca pombinba. Ella andar din-
ramalhala elo hellolropio, comer
cbainpalib.i. c canlam flguma ecu-
sa para rir depois da ceia. E en Sainl-Ange coiiile
de Enlragues. be que bel de fazer esle milagic,
Vai para ondeo riialm le empurra Siulo que
empreliciiiles una obra deteslavel, e entretejo i"
mil funestos presagios. Por mim punco me iiiipurla
elevo as mos. A- comedia* e atlragediai ilesa
mundo nlo lem mais o doiu de me coiiiumM'rein
liiscnsivcl anqu- sr pissa. enervado no especiad
das causas bdue mus, isto fri e detcaossdo a es-
sa represenloe.o. para as-islir a qual pago o meu
logar. ,
Bravo plulosopho estoico de luva* braaca
seras leslemonha o combate, lio acaso um rcun-
baleodo abulree da poniba '.' Mas quero tenrer. o
nenhum* conaldaraeGgojno impode. Alada quiine!"
Iim.....ile acabar pedo desenlace, de um tOVderiUI
vulgar, ella ha deserminha I sim, embora tenln
,i -er i niiilessa de Enlragues! Nao indaguemos se
passaram dous curvos n osqtienta no eo, e raim-
nlii.iiin- alegres Comecenios gorgoaiulo casanicmo
ao onvido danta* duas fraiiiAiiiili.es poiiro ari-ra>.
llciiriquela eCulola j a mai rereber a 111"1''"'
ci.i. ainanliaa eslou (tilo hospede de .Vimuc-
Appllude, Trivulre, o iuimigu esl" no campo .
K rindo assim un meio de um eiilbii-iasiuo
golavel, Sainl-Ange medila friniiicule a I'*''
iiinaiuiieu sem detola, aqnal n.io lem obrado
mundosenlo o hem, e cuja viela c peusamenlc.
a honra de seu seto. (nnlinnar-fC-ha.
'
ne-
i Je
ic-lc


af!
3
dcuiee, I labolela, t qnadro eom a isla de Per-
nambueo, 1 banheiro ele folha, 7 bandejas fina, t
escola grande para dentro de casa, c oulras muiloi
artlsos que aerte vendidos a quem mala der.
a requerimenlo do curador lineal la masna
fallida dr Manorl Canelo Pcrelra dos Sanio, e por
uniera do r|lm. Sr. Ilr. jui/ municipal da -(onda
vara do civel e do commercio, o agente Anlunes fa-
, 1,-ilao da dila mana, a qual conilslc em diversos
ir,ses do uso do dilo fallido, preparo* de eacriplu-
rjo Hcaiasdefogoda ludia, '2 carleiras para es-
aiplnrio, 8Uemeiorolu.de fumo, 116 caia de
i liarutos, 2 balanca* (fraudes, varios pesos, ao lodo
|0 arrobas, 1 caixa de cha, 1 cofre de ferro, nina
nina cora vinagre da Ierro, e oulroa minios artigo
iniudos, que nao se meiiriouam para n.ii> ser muilo
cilenso: len;a-reira 2Udu crranle, as II horas da
roanla, lio aiinazem que foi do niesmo fallido ci-
ma declarado, ao pe do armazn do Sr. Joao lava-
re Cordeiro, na ra do Azcile de l'eise n. 5.
AVISOS DIVERSOS.
IIojc no consistorio da mal Ada
lloa-Yisla correin as rodas da loleria con-
cedida a benelicio da mama matriz..
O iesoureiro,
(iiillierihe da Costa Correa Leite.
EstaYpojjrapliia precita di' um iin-
pressr, a quem dar trabalho elTeci
A LOTEIIIA DA MATRIZ DA BOA
VISTA,
corre inlallivelmcnte, sabbado26 doi'Ol-
rente, no consistorio da mesma greja :
linda exilte as sejjuintcs lojas, aos prr-
, (isahai\((, um resto de bdlirtes e can-
Irlas: piara da Independencia, lojas
dr Arantes, Fortunato, Paria Macliado,
PurtO &Companliia; na do Oiicimnilo,
lujas de Souza A Freir, e IVreira Mcti-
ilnnra ; ra daCadeia Vellia, loja de Jos
Porto ; aterro e prora da lloa Vista, lo-
insdefluimar&ei,e Pedro Ignacio Baptista.
Bilhetes ini-iros......8*000
Muios l.illietes.......5J000
Ouartos..........lTOO
Dirimos.......... 800
\ igesitAos......... ioo
AO PIBLICO.
j No armazera de fazendas bara-
9 tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se uin eomplelo sortimento
de azemlas, linas e grOSSaS, por
i' precos mais baixos do queemou-
73 tro qualquer parte, tanto em por-
ra enes, ruino a retalho, alliancando-
-73 sr ro compradores un s preco
3 para todos : esle estalieleeinienli)
m .ilirin-se de combioacSo rom a
v! maior piule das eaSIll eniiunei nacs
,: inglezas, froncezas, allemai e luis-
n sal, para venderfazenda mais em
M cunta limpese Icm vendido, ejior
R9 islo oll'ereeendii elle maiorex van-
tagens do me outro qualquer ; o
9 proprietario deste importante es
g tabelecimento convida a" todos os
' seos patricios, < ao publico em je-
ja ral, para que venliam (a' liem dos
'g seui inieresses) comprar raxenda
si baratas, no armazem S Collegio n. i, le
Antonio Luiz dos Sanios.
SiMIS.
SALSA IMIIKIIIIA.
\ cenle Jos do Brilo, nico agcnlc eni l'ernam-
I......i di- II. J. II. Sands, rliimieo nmcririino. fai pu-
hlicoqua leill chegado a esla praca "inii grande por
cao de frascos de salsa parrilba de Sums, que sai
vcnladciraiiiciile falsificados, a preparados no llii
de Jimeiro, |iclo que se ile\em acaulolar os consu
t- Precisa-so do ama ama para compraV, c.zi
aliar c eOgotnmar : na ra do Qoeimado. loja n. I'1
CONSULTORIO CENTRAL 110- t
MEOPATHICO. t
N. II Km, das Cni/es N. 11 <
Conaullas lodosos din desde as H horas ,
da mantilla al as 2 Ii6ras da tarde.
Visitas aos domicilios das 2 horas em
dimito.
as molestias agudas e graves as visitas
sorgo feilas a qualquer hora do dia ou da
Bolla,
As senhoras de parto, principalmente,
serflo socorridas com religiosa promp-
lidio.
Dr. Sabino Olegario l.udgn-ol'iiihn.
Madre de Dos n.
das 10 as 2 lloras da
i
Precisa-te de um nomom habilita
do para tratar de un sitio pequeo
tratar na travessa da
.">, primeiro andi
larde.
AO PUBLICO
O (bata) assignado lablllMo publico de olas
destacidade, por nomcacao imperial, ao tomar a ge-
mira do anliiio carlorin do fallecido Coelho, pro-
visorianienlc pslabelecido no paleo do l'araizo n.
O, faz cario s parles e a quein convite, que ah
sera pronqilo c ofllriosn iioileseuipeiiho dos seus de-
vares, procurando por lodos os lucios de lirnevolen-
cia e desinlcresse servir contento de todos: para
o que 0 pdenlo procurar no referido lugar, ele que
lepare mcllinr situaran. Joiio lloplulii (Ir Su.
Manuel de Alnieida Lopes, eom rasa ile
eonsignoeflo de escravos, na ra dos
Onarleis n. iS.
Ncsla ea-a nreliein-se esrravo-deCOnillnJo pa-
ra -i' vender, tanto paia a provincia como par.' tora
dalla, por coala de seas doniis ; allianc.i......Imm
iraliimeiilo e seaiiranea dos mesnio ; a tamheni
iiiiiiiirii.i--e a pagani-se hein. agradando.
AVIsa-te aosSrs.deengenhu,rdalas, e 1ra-
halhaores, que enlii......a loja di roa do Crespo n.
11, ver e comprar o superior panno ionio, fa/eiida
niiiiloencorpadii. enllineadade Igmlo escuro, ile
nina s cor, muilo proprio para 0 servieo, lano pa-
ra trabalhadore romo pira earravalora pelo barato
prciodo IKII rs. cada um colado.
ATTENQAO.
Militao' llorjjes IVbna, mu casa deeoni-
inissno de escravos, na rita da Clo-
na n. 7.
Nesla casa ri'rehPin-se
ra se vender, lauto para a provineiaeoiw
deiia, por coala de seusdonw;
Iralainenlo o Wgnrall(a dos mes
comprain-sc c pagam-se heni, ur.
__X viuva do Joao Alvea da Sousa previne o Na paleo do Terco
publico, que ninguem venda liado a seus eneraros, airo que lenha pr
pois nilosc responsabilisa por'qualquer divida que
os meirons facam.
ATTENCAO, INICO DEPOSITO NESTA
etDADE.
Paolo Oaignou, denlisla reeebeu agua dcnli-
frice do Dr. I'ierre, esla mai.i conhecida como a mo-
Ihor que leni apparecido, ( e lem mullos elogios o
seu aulor.) lem a propriednde de conservar a bocea
cheirosa e presenar das dores do denles: lira o
goalo desagrailavel que di em gcral o cbaruln, al-
gumas gotas dcsla ii um co|hi d'agua sao sullirien-
les ; lamban! se achara po denlifriec eicellenlc para
a conservario dos denle : na ra larga do Rosario
II. 36, segundo audar.
Precisa-se de um u/cto para lodo servlro de
urna rasa de paslo.rrance/... dando-sc-llie de comer
B I.VaUUU rs. mensaes : quein qni/er procure na la
da flruz n. 29, ou na do Trapiche Noto n. t*.
m BOTICA
CEMRAL H01E0F.4TIIICA
.'il readat frtdo do Recife, I. andar SI.
DlrlgMa peloptaarmacesilco approsado,
a profataor em homeopaibla Dr. T.
de P. Prea Raaos.
.Ncsla bolle! se riironlram OS inelhorese
inaisacrediladus medicamenlos homeopalhi-
ciis, qur om glbulos, quer cm linluras,
preparado- colll a mais escrupulosa xncli-
dao, pelo phariuaeeuliro approiado enrofes-
sor em hoiiuopalhia Ilr. Pires Hamos, sob as
indieacAes do Sr. Dr. Sabino, rom quein ha
pralieads ha I tnnos,lodM as ragras di pliar-
macia homopalhira.
Os medicamenlos de-la botica, cuja cuica-
da lem sido vei ilic.ida na louga pralica ilo
Si. Ilr. Sabino, e rerouherida por lodas as
pessoas, quu dalles lem hito uso, esercem
un iraodevaulagem, sobra lodos oque
por uhi se veiideui. a qual consiste linio ua
promptidao dos seu-1 lcitos, como na qua
n. 22, precisa-se de uro cai-
delaherna.
Modista
I.
que acaba
das
lidile de se
soOrcrsm m
na muilo rec
para o nMlo,
de da proi isil
Kvi-ten, carteln
lobo, grandes de i
de
aseriaren! muilo lampo aem
orallerarao ; o que os lor-
nmendaiei-, priiuipalinenle l
me liem scnipre ha facilida-
ila novoa uiedicamenlos.
Ir medicamento- em
crislal de diDerenlea
di-
iii......io i'.i
para fin
lli.uioa-se o l,.,i
Boa : c* lamben,
laudo.
:;
f
!J
:.:;:;::;;;.- ;.:::?;:; hk: ::'::.::::::::: r.:*
f O renlo do Basar Penuimbuc...... e-ia- {>j
m heleiiilo na rila Nova ii.:ll-ob alirma de Sil- X
vj va v\ llompaiiliia. lema I.....ra de alisar aos ;..;
y. seus frcguer.es, que acal,., lie i eceber pela Ra-
Z lera Irancesa Horre, o mais lindo sorllmenlo M
S de l.,/e,ida-,eo,......Main : ricos curtes de le- (;
2 lulos de papelina de lasuoiiiiie. de seda, os /.;
uielhoics que appareceii, ncsle marcado, di- ;.;
le uro- de Sapolef escoceses, Jilos de ,1
masco de seda branca para noivas, ditos di
se.....hranco hordado-ileielludo. para ditas
ditos de -eliin prelo ditos, miinlelele-chalc-
chalea de seda, meissdedlla prelas, a branca
depeso para simiIiois, luibaules para dilas
reanas bordadas para dilas, camisetas di
cambala bordgdas, manguios de dila ditos
I.....os ilc eamlirsia de linln, bordados e muiti
lino-, lencos de cambraiadealgodao com vig
elles, gravalu de velludo hayde com gui-
pnre vcrdadeira para pescocu de senhora,
piilceir.isiinaiichellesdilodil" pararsenlio-
ras.llores linas para chapeos de senliora. peu
as de marab para ditos, lilas de seda de
lodas lis qualidadoa a largaras, dila- de sai a
de os. I-!, Ule IH. dilas de carea de milito
gusto de n. 18, chapeos do seda pora senhora.
ditos de dila pan, meninas, ditos de palhaell-
feitailos para meninos,lindascacolelasde ou-
lorma dr liolao llorosa, rmelas de lui-
9 Ihsnlina, laques ., imitafju daehirlo, ro-
.'; unirs ile lili, de lindo bordadas, lencinhoa de
5t rer,,/, dilos de seda e muilo proprios para
.'i reala, caponas par., noivas,grvalasamertca-
.''3 na- e-i me/a- para huinein, dilas de molas
eom ponas bordadas, curtes do colletas de p.i-
M pelina. lencos para grvalas de lodas as qua
procos, desda I--iki al (lS)Suu conRmne,
numero dos nicdieameiilos, suas dinanil _
..,,i-, riqueza deseis!. &
Cada lidio de linluia da quinla d>- Ri'
namisscao........000 |
Cada tubo de medicamento IllHHl |>J
A. B.OSr. Dr. Sabino Oleaario l.udge- SS
ro Piula) se presta a dar esclareciinenlos a ES
Indas as pessuas, que compraren) medica- K
inenios mala botica, na rus das Crasas, n. m
II. f?
I"
que |
oulro
ellcili
-Iilir.
Na casa qua lem cinco jmila- de grades de
ferro pintadas de encarnado, e Iros para ., rcnle do
i ,o lamben con, gradea riolada- da inesma cor, si-
ta na direccao do beceo do Pocinho, a sabir do.....s-
ii,., pina .,- ra- da Palma a Concordia, se dir eom
quein se llevo tratar o luguel de Ulna escraia pa-
ra o sen ico Interno eesterno da urna casa.
Penleu-se urna imita da qoanlia de 7"-IHIO
i... assIgnadapeloSr. Uourgard.qoe devia ser |i
I no dia "i do crreme, i q
p.u.i quema achou, por i-
prevenido, eso i pagar ai
\Ulan, eom loja lechapeo
dependencia n. 35.
Os martyres pernambucanos, victimas ds II-
bordade, as duas revoluco'e ensaladas en
1710 c 1817, por um luso parnambucano ( o p~ '
,al uo lem valor d
i, que o inca..... Sr
imilinrianle M.il,
, de sol na piara ,
i;il\SI I TORIO IIOMtiOPATIIICO
Gratuito para o
No Itecife, ra do Trapiche
O DH. CA8ANOVA lem
aullorio no Hecife, oudo poileru ser pro,
radu a qualquer hora do dia!
H. I!. As pessoas que nflo fdrem pobi
3 pagarao |ielo Iralamenlo de Ti a 203000
y3 i iiAoeicedendo de dous meses. )
Madama Milloelian Biieskard
no aterro dn Boa-Vista n
lem a honra de alisar as suas fregueai
de receber pelu navio llacre. um sorlin
modas as mais novas de Paris, coino'sojam: um
udc sorliiuenlo de chapeos de seda, de bico de
Idoiid.ile pautada Italia, de palha iberia, declina
c de palha ricamenle cnfeilada para senhora-, ricos
nanleletes, capnliulius de seda decores, cainisinhas
de blco verdadeiro, dilas rom mangas, romeiras c
cabecoes de bico e de renda, capolinlios do tenda de
reros, rapolinhns e corpinhos de bico, oapolinhosc
maulcleles prelos, de seda e de bico, mangas borda-
das de bico e de camhraia. cabecoes tle blond c
manas de dito pai a noivas, cufeites, turbantes, e
loucadosa impedirla, capailas, caisos e conloes de
llores delaranseira. luas de jnuvin c deseda lina,
lencos de iiio dccaindraiadelinlio, corles de dlond
a da galea para noivas o Iniiles, um grande sorli-
menlo de llores linas,-cufeilcs de luvas, nieias de
seda branca, larlalanas linas branca edecores, cha-
peoainlies para mciiiuose nicuiuas, das eanndada
sorlimento de trancasd
lo-, cainhraias r lilas do u.
paltntea, cmbrala de llnho
io de plumas linas para cha-
r. Im--e chapeos, loucados
mmodo e exaclidio,
Pedro de Memlouca Corle
o de Porlugal, fas puUieo,
;> da cldade de Pernsmbaco
leixara seu procurad
para cufeites, um grai
seda, leos e randas, l
'. at 50, MparlIllHM
Irausparenle, sorllmeii
peo- e loucados, ele. el
e vestidos, por proco el
O Dr. Antonio
Iteal. residenle lu rer
que liaien,lo-se retira,i
em fevarelro do IKis.
Di. Manuel Joaquim de Mandones Casi, lio Bram
lili lesiilcnlc. uiiirainellle para represe!.lar sua pes-
soa nos plellosjndicjaes em que uannunrianlc fu-se
aulor ou reo, chaado poreni agora i sua noVcia
quec-lelcni clleclil.ulo Iran-acces que impnllmn
en, allenacoes de bens perlancenles i lierancs da
-cu fallecido sogro, o lananle-coronel Pranrlscoda
Hucha l'acs Brrelo, ,-signaiutn iillin,menle nina
osrriplura de hipnlhecn no lalut de 16:000)000.
dos bensda mesma lieranra, noemplorlo do labal-
lio Salles da refei ida ellllda de Pcrnambtlcn. rom
filsopralevlo de seRuranea por diuneiros adan
Agencia de passaportes.titulos de residen-
cia e l'ollia corrida.
Claiulino do Kego Lima, morador na ra da Praia,
primeiro andar, lira paasapurles para dentro e fora
AO imperio, Molos do residencia, o -folhas corridas,
por eomnwdo preco e promplidso.
Na ra Helia, ullima casa do lado esquerdo
em frerlle i Iravesna.sc precisa alucar um neiro q'ne
saiba tratar de lu.lo que lie necessarlo em nina caso:
para se ajutlar na mesma rasa, das 7 as 10 huras da
mandaa.e das .'laslida iBrdo.
O ibiiso assignado fai verarespeilaiel pu-
blico, que n prisao feila no Poco da Panella a Jone
Lopes deOliveirarom um clavinole, no se cnlende
com o abaiio assignado, morador no Hecife.
Jone Ia'>" de Olireira.
OSr. laticrneiro da ra da Cru/, n. .",7. quo
chama pelo Mario de lionlem n. 267, a Joao Luiz
l'crrcira Hiheiro, a negocio que Idc dir. respaila,
queira dirigir-se ao paleo da Sania Crilg, padaria
n. (i, .ou.le o adiar sempre promploa decidir qual-
quer negocio que se oflereca.
Jos da onseca o Silva cmlrarca para o Hio
de Janeiro a sua esclava, cabra, de norie Eiuebi.
Loleria da irmandade de Nossa Senhora
do I .ii i .lliu-lliu,
i.ininla tria. I.- de deiembro. eslAo esposlos i
venda nos lugares do cuslume us bilheles da inesma
loleria, a favor das obras da igreja de Nossa Senho-
ra do Livramenln, de conformidade com a portarla
do Eim. Sr. presideule da provincia, e breve se
marcara o dia do seu andamento.JUkl i)ommyues
da Silra. Ihesoureiro.
Aluga-se urna casa no Poco da Panella pelo
lempo dd fe-la, ou por mais lempu, com bonsenm-
modos e moilo perlo rio ; d-se por menos per |tre-
cisar de liguas concerlos I na ra do Oueimado,
botica n. I5
Precisa-se de nina escrava que saiba cozinhar,
e u mais arriiujn de una casa eslrsugclra, uonde nao
lem senau o marido c sua seildora : na ra Nuva
ii. II.
Anda I,i urna casa para aluuar no sillo doCa-
jueiro : qiicm a |,relcuder,ilirija-se ,n mesnio.
Perganu ase nao' offenda.
Deseja-sc sader quaes sao os escraios que o Sr.
Antonio Jos Kiciies, et-caheirn ua ra do yueima-
do, lc-\a para o Hio de Janeiro em sua coiupaiihia:
se os aiinuiiriados no/Mari de III do eoirenle v:i.
pagina) Iziilro, mualo, e Antonio, erioulo, mise os
annunciados no Diario de lionlein AnUo, Albino e
IliogO, piraos, Deseja-se saber mais se S. S. lie
posraidsr de ."i escravos e ha que lempo. Com a sua
REMEDIO. INCOMPAR AVEL.
lados a"sua inlllder D. .Ma
Para Brrelo para ilimenl
ni-,,.i o aiiuuuei uile de
elleilii semelhanle procurar
lirados em vlrtude da.....-ni
lo a alHmacoea, un reir!
11-1 a
i intentar .
rventura si
am que dea)
a referida p
Lisboa II
mioma /'.
- Alano da II
re
I.liria do Slendonrn
-. rsorbilandodasla ma-
tara milla e de neuhiim
fio, e lodos os arlos pro-
pio dis-ercm respal-
de iuual niturasa, a
is cenes complanles contra os
lenhaui effeclaado, decUraudu
p snnuncio em dianle Oca sem
rocuiacan como aecasaadg liii-se
le Miembro de 1853.
ilnde Meiidnnni Corte fral.
W-Yiala, loja de miudeiss do .sr.
resposla lirar salisfeilo. Curian.
iiIiiiii.i a estar fgido desde o
uno passado, Paulo, erioulo,
, ,iii pon, o mais do regular, se
gulsras. c,lr lucia fula, denle!
. mis dos uniros e amarellos,
compiido e descarnado, desbarbado, pernal
Ail
de jonbo
para :io
corpo, o
P
i.in
lia I i
de -Jli
no ilu
aher-
roslo
linas,
IMilEMO IMLLQWAi.
Milharesde individuos de lodagis nacOes pdeui
leslcmiinhar as virtudes desle remedio iocnmpara-
vel. e provar, em caso neressario, que, pelo uto quo
delle llieram. lem seu corpo e mejnbros inlcirameu-
te saos, de|K)is de haverem empregado iiiulilmenle
nutras Iralamenlos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maraiilhosas pela leilura dos pe-
ridicos, que lh'as relalam lodos os illas ha mullos
anuos ; e.a maior parle deltas sao lAo sorprenden-
tes que .ni,ni, .un os mdicos miis celebres. Quan-
las pessoas recobraram com esle soberano remedio
o uso de seus bracos e |Kirnns, depois de ter perma-
necido longo lempo nos hospitaes, onde deviain sof-
frer a ampulaco Dellas ha muilas que havendo
deisado csses asilos de padecimenlo, para se au
submetlerrin a essa operacao dolornsa, foram cu-
radas com piel,lllll-lile. mi" I, inte O USO deSSO precio-
so remedio. Algumas das laes pessoas, na efusao de
seu reconhecinienlo, declarsram esles resullados
benficos diante do lord corregedor, e oulros magis-
Irados de Londres, afim de mais alheulicarem sua
afllrmalia.
Niucuem desesperara do eslado de sua saude se
livesse bastante conlianca para ensaiar esle remedio
ronslanlomcnle, segiiindo alguin lempo o Irala-
menta que necessitasse a nalureza do mal, rujo re-
sulladn serla provar inconlcslavelinenle: Qt'E 1T-
1)0 CURA I
l) ungento he til, mas particularmente noi re-
' guinlei flaane,
Alporcas. ladee-dornas quilos.
Calmbras. eilremidades. PnlmSei.
Callos. Frustras.
Canceres. .(cngies eaeal-
Corliduras. dadas.
Ihjresderabeca. Incharoes.
das cosas. Innammacjlo do
dosmemhros. ligado.
Kiifi-iuihlade-ila da henea.
andar llgeiro e mulla gil do corpo, vivo e espiri-
luoso. lociiilordc viola, muilo sucio e prosista, uosta
deamlar engoinroadooonm lencos nos bolsos <.....
iinias iie fra : roga-se aos senhoras embregados da
licia e cipiUes de campo o apprchenilaiu r focara
indu/.ir ao seu similor o inajor JoAo llarhor.a da Sil-
culis em gcral. da inalim.
iiri'imid.iiiesdii Lepra.
Males daspernas
doS peilos.
deolho:
Mordeduras
Oueimadellas.
Sarna.
Supuranles ptri-
das.
inha, em qual-
quer parle que
neja.
Tremor llnenos
Cceras ua bocea.
do ligado.
das arlicu-
larftes.
Erupcoei
bullen
fistolas no ab- Mordeduras do \ cas torcidas, >,o
domen. replh. nadadas as
Krisldadeoofal- Picadurasdemos- pernas.
Vende-se e-te ungento no eslabelecimenlo geral
de I......Iros. -ili. Slrand.e na loja de lodos os bo-
licarios, drogublaa a entras pe-soas encarragadaa
de sua leuda emloda a America do Sul, llavana o
Despulida.
Odeposili
uiaceiillco,
padre Jo jqnim Das Man Ins. )
Acoda de sadil B lu a piimeira parle de-le iul
porli......a curioso Iralnlho. al boje inedilo. Me
hiograpiia do indos os pernambucanos preeminen
le. (|iie eiilr.irain. ou de qualquer modo se compra
inoitcram na rendurao dos mscales, aada pro
tendida repblica de 1X17 ewripls
de uies homons nu silenci
lie ilosno-u. dias.eqoe
J.f
lida
M uho
i val
:: .i-i-i"
ssepre
ditas p
mi: !
>u hu-
ir |>i
lili
na
ules,
I'.'
nidoras da UM prcloan Islisman, de cabir naala' tj de objectos ,i
engao, lomando as halas conseq.......:ias que
sempre cosumiam tra/cr os mclicanienlos- falsifica-
das e elaborados pala inilodaqiicllcs. que anlrpueiii
-i-i,s inieresses aus males e eslrauo* da liiiniaiiidade.
Porlanlo pnle. para que o publico se possa liirar
lala fraude e distingu a verdadeiro salsa parrilba
desanda do falsiOeada c recenlemenle aqu ebega-
,la: oanuuiiciaiile fai ver que a verdidelri se ven-
de nicamente em soa botica, na ra da Cnncoio.o
do Hecife u. 61 ; c, alm do receiluario que aroni-
I nili.i cada frisen, lem cmdaivo da primeiro pagina
sen nonic impressu, c se oi-hiirn sua tirina em ma-
misrriplo sobre o iniollorio impresso do nicsinn
liaros.
Aviso Imprtenle
francisco Alies de Pinho. com luja de miudezas
ua (rente do Liirainciilo, pede eiirarerid.uiienle o
sen deiedores. lailo da pirata comn do millo, pur
favor Ihe virein quanlo antas pagar seus dbitos,
l-iilirlpallnenle aquclles que lem suas tollas vcnci-
d.i- lia bastante lempo, islo dentro do prazo de O
das do dala desle. aaquellrs que noi derein cum-
prmenlo a seu llevar, nao ni serio chamados nma-
inenle pela imprensa a por seus nomes, como ser.lu
pi-lirados, do que non se ilciein queiiar \ islo darein
l'LKLIDAC.M)' 1)0 INSTITUTO
IIOMKOI'ATIIICO 1)0 BRA-
SIL.
\ ADE-MECI M DO HOMEOPATHA :
em um volunte de mais de MSI paginas ; e
DICCIONARIO POPt'I.AK DE MEDICI-
NA IIO.MEOPATIIIC.V: em II volomes
de mais de 100 paginas cada um.
Obrasindlipensaveis s iodos os pm de la-
mida, senhorrs de engenho, sacenlole-. di-
rectoraideCollaaioa oudo oulioseslabelo-
cinienlus, capilcs de naiios, serlanejos. c
quaesquor oulrss pessoas, que por -i momas
qir/iToiu poiibecer os prodigiosos afleilos
da hoiiKopatliia.
Pelo Dr. Sabino Olegario I.udgero l'i-
nho.membro dr milita/ im edades... ii-nti/i-
eat niirioiiars e estrangeirat.
Eslas dos obras, que serao adornados
le diversos estampas, enrerrain ludo o
que lia de inelhor acerca de medicina ho-
uieopalbica. Qualquei dellas he picfcrivol
a loilasas oulras, que ole boje se lem publi-
cada,
Preco da asignalura OSOIIO i.. pacos ini-
niediilamonlo.
Assigna-sr em rasa dn oulor. ra das
Crnies, II. ...
O VADE MEC M lem de salur a lu
bravemenlt, virio J* estar muilo adlanlada
sua impres-oo.
Consullorio renlral lii,meo|ialliiro na
das Crnzes. n. II.
AMA DE LEITE.
I'ri'risn-sr de nina ama (|iir Iridia bom
leite r de boa conducta : no aterro da
Boa-Vista loja decalcado, n. .r)8.
ilslriluii-
.-: iu
io
,. um nr
porrelar
alida
1,
no
n. '
wniiures i i|iiem 1"'
projecto
Os
de eslaliilos
  • ulfia de SegurosIndeiiniisiidora,SO
    i'onvidados para a disctisso do mismo
    projeetO, no da si-giiiidii-li'ira, 28 do
    uirreote, pelas II Loras da raanlifio, na
    sala da assorjai'o cominerrial.
    IIKSTALHM DE PKOVENCE.
    Kna doTi-iipiclieNovon. l-.
    I'ierre Piiche. cozinbeirn do enliuclu llolel da
    Horra, nvba ao publico que acba-se com o dito es-
    laliclecimenln, Hunde lem mesa redonda de manliaa
    .,- K horas 't |ra o almoco, e de larde as i ', para
    "j.nilar : lamhom dn jaularese ilnmcos a vulso* a
    qualquer hora dn dio. e munla as casas parlicula-
    ri'Syludo por precn commoilo.
    Precisa-se aluaor urna muleque coziuhciro, c
    paga-se bem : ua ra do Crespo n. 10.
    para trice
    lilas para un,,,, na-
    eis pora barba, cor-
    eiriadnsoliiinenli
    ede cera,u mais de
    nivel, rliai nleiros .le toda.
    Ignmis dalles com caivete,
    jlj lesour.i. palito, sacaiiollia, navalhs, pontea ft
    j;. esptula de mirllm, loucidorol de costuras
    ji para senliora, e oulros mullos ohjerlos que $
    Z-semduvidi ngradarSo pela sus qualididaa fe
    S preco. No un-..... lunar se enconlran nina fe
    jlj solo deceiitei......le preparada pora se curiar ^j
    b cabellos. fe
    Precisa-se olugar um andar, as rusa do ira-
    piche, da Cruzoll Praca do Coininercio. que sirva
    para o gabinete inglet: quom o liver, dirija
    tratar com Jlo Lillas, secrelirlnd
    le, na ma da Cmleildd Recite n. 36.
    Preciso-se de um c.iiieiro: o follar na ru do
    Cruns n. lo.
    Precisa-se atusar nina ama rapaz, que lenhl
    lodo
    bros,
    deiu
    lies
    dn gsbinate, por um po-i
    n.t-i 1,un,-,ii coulierc,us
    lorio de S. Pillppe Ka-
    c mais sstlmaveis mero-
    (I padre Joaquim Dias
    - i lu nevis cun que
    grandes Iracas : o leo
    -enmenia poro o
    r serene :
    de jo
    o di
    mu um dos llllillins
    lo-s.i veneravel casa.
    -nos ver ee- c.araclore.
    pira, desenliando-os g
    em iluiida mu grandi
    posleridade, quinilo os houve
    ,, iiesoiinho do historiador.
    ^o ha familii em Pemimbnco ., qaem esto y
    qi.....odiccionarin hislnrico nudigo rcspeila de in,
    OU menos perla, e quom por MHO no inlercsse l
    tmenle : conlein mais de 800 u liaos.
    Acha-aeavenda no paleo doCullegl
    cnraderii.ic.iu.
    Casa dn alIericSo.
    O afaridor conllnu emseueslabcl
    i,,., de Agms Verdes 15, a dar eso
    us da- ulcis, das nove huras da m.inli
    da larde, 0 pede, que nao -o guirdcm
    Om: issiin como elle lem mandado
    mondar seu agente I afirir pelas ci
    poasoas ioleresssdis espercm que elle
    la. Pra.redeida Silra (.'usmiio.
    olllrina de
    cinioiitn la
    diente Indos
    i., a- qualro
    oilns par., o
    roulililia a
    -as: logo as
    chavar or
    Hilarlo, n. ~-. so dii.iq....... di .MKtjiKSI reis a pre-
    mio com hvpolheca, cm casa de pinico valar.
    AVISO AO COMNERCIO.
    Osabaixoassignados continuam ti4
    a Iranipirar i toduS BS daSSeS i'in M
    ('eral OS seus SOrtiincntos de la/en- B
    das por bnixos titeos, nao nir- H
    nos de tima peca ou nina dtizia, '
    a dinlieiro, mi a prasso, conforme ,'
    se ajlistor : no sen irni/.eiii da H
    prara do Corpo Sanio, esquina ra do Trapiche, n. 'iS. los- &s
    Iroii Rookei' & Componliia, neg- K
    ciantes inglezes. Os uiesinosai,-
    uo ao respeilinel piihlieoipiealiri- j
    rain no (lia do correte me/, a S-j
    sua loja de l'a/endns i run do Col- fS
    eeio e Pasaeio i'ulilieu n. 15, di- pl
    a, morador no linh da
    cnero-anieiile iciompe
    (.luein llver e quis
    :,-,,,hin.n r-Yaneeza por
    Aluua-se ou, esiiav
    iisj : na ra do Oneiina
    (
    Mi
    nao
    l-se can
    leiras e
    por preco muilo i
    Polmi, ariuazeiii
    dn Poeinho.
    No dia -I", as III dora-
    ou menos, roudaram da loj
    o Si'. Slarrem Santo Amori
    liruga, cun us seguintes
    logio de piala luanle iugl
    quebrados u. O6J08J6, um
    seiiliuia com ilguns ili.iiuaul
    draouse nios com aunis, m
    lim brsncOi o ilguns papis,
    donu : snppoo-sa ler -ido ra
    uho que reprsenla ter II
    menos, o quol (o enconlradi
    ornares do Limoelro
    -ara oo porloilor.
    i vender os us. i e
    Ihiers, luuuneie.
    ,. proprio para ludo
    o, lujan. I i.
    inoras de du'iiel.
    i'.i- para carrejar Iraslcja, n
    nlin- ipiaesquel nhjeclos,
    uuuuilo e aclividade : no rt
    taima- u. III. indo para u ,
    i|ii
    .....
    i geral he em casa do Sr.,
    na ra da Cruz u. i.',
    iinstfw
    D A U R O r. A
    lo 1
    bjeclos
    lallinel
    lanlioa. pooco mais
    obrado onde mora
    a cafxinbi de lir-
    denlro: um re.
    , vidro e corda
    i de jieiln
    -ouli
    STA1MI A t;
    28 i
    RA DAS CRUZES '
    -i,o, gibioe
    para
    riar una cri.-mi
    ia lliieilo por
    ,\c
    I"
    i, que
    i |i"l
    ir en-
    ahula
    o dia
    bom el,.,-I.i,ilo leil
    me/ -. pagarse bem
    bol.....oTorres.
    O aboiio assignado declara io seu ,
    Ihe pedio mis papis de Inlo de sociedad,
    elles l'azer onlriw, leudo a liondadc de lllu
    Iregsr, qt.....luilo precisa dclles, a Ihe lie
    em cima obrigado.I trlorinoJm Ferrol
    l-uriorom da casa d.nih.uvu assignad,
    do crrenle, um sellim inulc em don, u-o: a
    quom for ull'erecido, roga-se de dar noticia no Ira-
    ve-so do Veras.
    I 'irluriiniJii-rda Silra 'l'raiauo.
    Preeisi-se de ums smadeleite, pan amamen-
    lor um menino de don. Incles de idade pSga-se ge-
    n.......enle : na ra ma do Apollo eass di esqui-
    na com o cnlrodo confronte o orinida dos prelos ca-
    uoeiros.
    Midami Routler, modista francesa, ra
    Nova n. 58,
    arada de receber um lindo sorliinonlo de chapaos de
    sedo do ullinio goslo, romeiros de comdroia rom
    mangas liordadas, preparadas para veslir-se por dai-
    lOpalito, el,alo- pelos, liles de enli.u e-palll-
    feilesi- Inri.,,,le. pin bailes o Uieitros, lilas
    de seda, -oda de furla-co-
    iedo a illliloro de hloml,
    meninas, dilos paro uirui-
    -piirlilho-. enlre-inein bor-
    para meninas, recorte de
    [versos desonhos, nicos pre-
    scita, mu sorliinenlo de
    iimlindiisorlimen-
    l, a la/. VOSlldOI e

    i-
    &..
    da Boa-Visla i
    i i-lo na occosiao en
    que,i, do tillo lollti,
    le urnlilie.lu ua me
    lu.idoCaileiodulte
    IMIVIllll.l
    que SSlli
    ,1.1 notii
    ma casa .
    ,lo li. |6.
    i par
    ;,;!,
    deba
    iwpeiloMinenle iDounciarn que no nu
    iiihrli'1'iMHMiio i>in Sanio -Vniiiru. teolinoi
    com .i iihijnr perfelcjiofl protnpKdao,loda.
    tusir.Mi t|> iU: iiirliiiiismo p.ir.i 0 uso dn iiirinillur.
    e riiiiiiuiirliir is iiiiiiici i.h'S fremiP/o-s c no piililiro cm
    ip.Kusili'M'
    mi Becveni ai
    i um Miulali
    aliiTlo
    bImo oi-
    ia bbricar
    iqualidade
    . navec*-
    minodud'
    ri.il. Icm
    1. MM.1
    i ma ir
    , imu.'ii III
    pudo para
    10 do lif.K
    dentro iU
    ilir
    mu (toa grandea arinaiena do Sr. Mosqui-
    lanarua do Brnm lrai ilo aMtoual t hkhuh.t.
    * lado
    1,0 oi
    i-iiiie;-
    , ou na
    sel
    enliore.s Ic4e VictOl-
    iix.i e MniKiel Juse de S-
    Pitanga, para vendern
    I.
    no i
    (lueira
    r atacado e a retalho.
    Roubo de eicnvci por seducqao'.
    ,1
    Provlae-M ao public
    ro-* rompradoref <.? e*cra\
    o nuloriiiadea policlaea. qt
    o t nbro ntsuado, o man h
    iladc.di' ii .i Ijannuw.rtoi
    minlia llconca para ir vrr i
    do Tfi'v'n, au vollou mala*
    bar noticiado nte*mo. b no
    roa da Aurora. liorat >
    o preaomo fugfdo( porque
    motivo lia\la prn ocm
    i'
    .Ii
    ra rrj
    iveiid-
    i cabr
    inleaoa seidio-
    la provincia!
    io din :o d.-
    d<
    iniiip Manoel. uhldo com
    i prociaMo de N. Sanhora
    o iioin (polio piulido sa-
    nenla o 'i ido valo na
    lalard.'diiqmdlpdia, o;lo
    nao linlia OMfl vklo iipiii
    procadinwnlo. porlanlo,
    i rio prleai
    icIi.himp -i
    No comoltoi
    oaiel Uiiiioiii
    ouinlea:
    Bagando e iropailiia ; reviata co
    uiiii'iil.hlj, t rt'mpida d
    ,l,t
    $)
    i,
    i.
    s principiantes que ipii/emii
    ipeiiueiilar a nina medeciua. .
    Trnlamento liomeonalhlco das
    Hilestias venreas, pan cada ,
    loiler iur;u--c asi iiie-nu.....
    1'ilhogeiMMa ,ls medlcameuloa
    ou,enpolticos brasileiros eposo-
    igia homeo|ialliir,, ou uluiiiiis-
    raco das dnsns..........
    IIIIKAS KM I ItA.M.ii/.
    Diccionario eomplelo de roede-
    imi................
    Orgjinon da arle de curar. .
    Tralamciilii das molestias chro-
    patlia m
    obras Z
    w
    rlpiiiPidos d' lio-
    onalderavalmaDla
    lo i
    IIEMISTl AEItlCAMI.
    0E.NTES ART1FIC1AES.
    7 III UK IHI/7.
    II. II. ll.iMion. ch-lircMa denlisla, lem a honra,I,
    prevenir an publico, que acaba de receber dos Es-
    tado--! niili. polo ultimo naiin, um rande sorlii
    ment dos celebres denles mincrac- inioirupliieis,
    iiicouleslaielinenle lldosCoSOOsuperiores a lodas a-
    OUtras ipialiilades que lem apparecido al boje, so-
    ble ludo pola rara perfeicSo com (pie iimlan a ua-
    lureta. ,l>. R. Baynon, conhecido pela perfcicii,
    da- sn.is abras e i moderacno .tus seus procos, conti-
    na i applicu denle, arliiiciaes pelos mehuressjs
    temas auoplados ua America ,- Europa, sen, ne
    DEPOSITO DE MACHINAS
    ronstrnjdas no dito son eslabeleeuuenln.
    tli ichario os compradores nm cnmplelu snrii
    inenlodoinucndas decauna, comjodosos melho-
    . ramonlos
    eiiieriaiir
    idade. .\
    taitas de
    alL'iins delles novos enriainacs, deque a
    ida mullos auno-lem mostrado i neoaj
    1,inas de lapor de baila e alia prissao.
    p,ol-
    io
    boa f
    li-slHSI
    1-sKNI
    Noto manual complete
    ah...........
    Memorial do medico Ii
    d Ilr.
    II,.
    sneopa-
    i*
    i
    i
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    i
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    ::-,,n a
    s
    IUSOO0 a
    7JO00 i
    W" i
    'i
    i.-sglil
    jaooo
    11,os
    Ii, -i- para rilos, lem;
    res, maulas prelas de
    veslliallus'de seda pin
    nos. loucasde bsplisir,
    di.....s, calcas bordldis
    babados de vestidos de il
    los, cabecoes de bico d
    plumas para chapeos eloucnt
    lo de manleleles pelo- o do
    Da ci
    .Mar-
    ainda
    o huleados com gesto, por preco ruauuodu.
    Precisa-se da una una para servieo de cas
    de portas a dentro: mirc-lilacao por detrs ds iic
    ja de Sania Itila.
    Aluua-sc u imwsem, no qual sempre leve la-
    hcri,,,, i......nesino lem ai inaoao : no piteo do Ter-
    co n. Cl'.l. i Iralar com n seu proprialarjo Juaqtiin,
    Lopes de Aliueida.
    Aimla esla para tealogir, nu mesmo para so
    vender, I padaria da ra Iteal junio ao Manguinim
    n. 27, ruin lodos os seus perleuces, por preep enm-
    iiiodo ; a Iralar ua......ma ra, casa n, (i.
    (OaSILTORIO
    cura da gaguez.
    jj Joaijnim Gomes dos Santos
    R ((lies, tendd de deniorar-se
    nesta provincia ate o lim dezem-
    tliro, em razflo de alguns curati-
    vos, continua a pcettar-se no sen
    * consultorio da ra da Cadeia ilo
    'Si. Heeile, n. VO, das 10 lloras da
    manliau as ."> da tarde de todos os
    lilis (|ite nao loreni de juarda.
    -~' Viosa dVDuis" iiiunio de Moraese Silla
    pelo prefenre annunrio avisa as pessoas que liveraoi
    negocio com seu fallecido marido, e quo esle Ibes (i-
    ou a deier. apresenlem-se em casa da annuncianle
    com suas cillas lenalisadas para seren pasas, ou
    incluidas nu inventario, que a mesilla lem de pro-
    ceder |ielo juiso dos orphos, e islo no prasu de 8
    dissde|ioisda dala desle.
    Medicamentos.
    lina carteln com os 21 princi-
    paes medicamenlos.luais urande-
    v i segunda edicc,So dosBlemenlos
    do homopalhla.....
    I na i-arioira com os 2i princi-
    pan medicamenlos .
    lirande sorliinenlo de carleiras

    timo que l'.u fUflailO. sciluzidn para o xpiidrrpm
    Icm do que. Im Indicioa quo denolam a rcrleza dps-
    le laclo, O raltrinha lem ooalgnaoasoRuintoa: eaba-
    <;a v ollios fprandeii narizrliaiojmtra grande, balcoa
    pnaaM ownnalboi dentea largooc alvoa,c t-s
    niM-'r.t bein quamlo falla, o temo rootoma de estar
    rom a bocea abarla ; cnire aa Nbranealhaa clma
    do narii, lem tuna pequea coalora de guipada
    queda que levo em pequeo, hrafo* comprdo o : i
    pernaafluasi e pin Brandal; e*le eahrinha he liiho
    nemlnhaaaerava Uanoela,* rol baptlaado na matriz | >
    daBoat-VflIa : protesto lia ver de qoeindreiln tiver,
    oa prejolxoi qur oflro com eale felo aacandaluno,
    roojanaoaiiMiialrca autoridades pollelaaa, a sua coad-
    juvaro iiodesrohrmvnlo da vefdado, e recompen<
    naiei a quinm daacobrir : alerroda Boa-Viftana 2tf<
    Martlnka (Jome* da Silta.
    ICixI.is de tnacleira
    No alerro da Boa Vala n.
    ior I intento de rtiil* de >**!?
    madpira da Ierra, romo de tola.
    Preetea-aa de um bom fomelro para orna pa
    darla perlo da prega, pnga-ee bem a Iralar na mi
    .Nova n. 10.
    Qoem precbarde urna peeioa para faier qual
    qiiei- r Iiiiiii i allerarilo nos pirro- heiu ronliecidos di;
    eatabelerimento.
    PKBCO SfitillNTBS:
    l'tir chumbar um denle de *J> i .Vsjtiti
    dem de botar cada nm 79 I?khi
    COMPRAS.
    i"
    ,1.1
    lenha duaa
    'lo rio, no I'im'u
    a Antonio Leal
    que est aulori-
    pnra cuito,
    .V). lem lempre om
    o lamaulio. lano de
    Giunpra-M orna
    ilous quarloa, eom quintal a'belr.
    la Panella : qiiem llver procur
    le Barroa, na roa doViganon* I"
    lado para comprar.
    Compraiu-ae ae*oai ilo llanco denla provincia
    i praca do Commercio ><>. aacrlplorlo.
    Compram-se escravos de U* a ili ani
    ambas oa sexot, para se exportar, lando Imi
    guras, pagam-se bem: na uu da Larangeirai
    seLUndn andar.
    Comprare prai brasileira e lies-
    panliola ; im iua da Gadcia do Kecie
    loja di'curabio de Vieira da Silva.
    Compi'am-sc ostos a peso i u-
    in.i/.L'in la Hlum.nucdo. no caei hiivt'ssa (lo Carioca.
    A
    . II.
    mus,
    ompra
    i, o,11
    lohrad
    leprali
    nado, loja n.
    l'reci-a-
    h.i-l.,
    lito icerl
    ide pro
    ipie
    limpe/.a,do (pie lem
    urar ua ra do l.luei-
    iin'l quein he.
    I(l-(l
    $
    de lodaa
    cummoiu
    I lobo
    I traso
    eacolh
    as lmannos por praoa
    4?
    Rlobulos a
    ,. oncad
    Mil-
    300
    II-.MKI
    $
    i
    \
    %
    (^?^s,*,^*.*^,^*, :a^S
    ESTAMPAS DE SANTOS i SANTAS.
    Na loja de miudetas da ra do Collegio n. I, re-
    i-i-bou-.i- noto sorllmenlo dos leguiiles nomes de
    Sanios e Sania- ni ponto pcipleo.i euraude : .No.s.,
    Senhora na cadeira, Dc.-ciinenlo. Sania .Maria pa-
    d.....ira das boas mSis. 8. Jos. Santa llosa, Nossa
    Senhora do r.anno, Aojo da l.narda, salvador do
    liudo, s. Vicente de Paula, Santa Familia, S. Pe-
    dro, Sania There/a. Sania Itila. JlSUS derenileildn
    a mnllier adultera, santa Francisca, NnssiSenhors
    das Dores, 8. Joso ll.,pii-ia. Baplismo deS.JoSo,
    SS. Confoesdi Jess,- He Uiiii, Senhordi Cinna
    Verde, Jess e a S.unaiilan,., Je-ns no llorn. Res-
    surreicao. S. Sidia-li.io. Sanl'Anna. Sanio Antonio,
    Nos-:a Senhora do Rosan
    almiar mu primeiro indar, nasi
    uinli's roa-: Crespo, Nova, Quaimido, ladley:
    u Crus e Cadeia dn Recite i|ueiu n liver, diri,
    i ma do trapiche u. Ii. ou ra do Crespo, <
    j-n do-Sis. Siqueira & I'
    C
    Aoloiii
    c
    .Nova u
    egidas
    tamil,
    as, o iiielh
    (ranae : Qtion
    roda Boa-VbJl
    Una Vlsl
    ......rs-se i, II
    :l:l. cabellos pa
    ib- comprimenl
    nina ca-a Ierres, nosbairros de S.
    a: i,a rua Auuusla u. III.
    zar Pernambucano, na rua
    ra cre-ciMlles, de Ili a -'I po-
    i--e, novo ou usado, ufo fallamlu paai-
    lo t.icil de escriplurar llvroe, por De
    -ni llver innuncia ou dirija-so ao aler-
    , lj n. I.
    ni
    VENDAS
    liencia do Sr. Ilr
    vara do dii38docorrenle, in
    das na -ala ilas aililieucia-. p
    duas minadas de casas ierren
    la-, sendo orna n. :l. no valor
    Ira ii. 71. no vilordo l:jnn.i-
    , iir.io do n Francisca Calhsr
    colilla osherdeiros de II. Aun
    I Ai......
    O Sr. Joao l.ui/. lerreii
    JUI/.
    , de
    do civel da I.-
    irem irremata-
    ir ser i ullima praca,
    ala- em l'ra de Por-
    de 8009000 is., e un-
    .pcnhnradns por exc-
    lu l'ereira Vlanna,
    ii Joaquina de San-
    i Itiiteirn
    queira di-
    a neiorio
    Sania .loan,
    Crusifleadoes. Miguel,
    nomes ilo Sanios c Sanias
    --,,
    IUCS
    oiiio unir,
    ilcitam il.
    Senhor
    inuilos
    iiiiiun-
    \UI0MI\S.
    Na rua do (llleilio n. I, dos acumules uoiilcs de
    Santos e Sanias :S. Miguel e a mrdallia milagro-
    sa, Anjo da (iiiarda e a medalba milagrosa, S.
    Francisco de As-i- o Anjo di Gnardi, Kaasi Se
    ahora dis Sele Doras s o Craaillcado, a Virgeman-
    les do parlo, m, parlo, c depois do parlo, Nossa Se-
    nhora da t'.oiicoiean. Sanl'Anna co-SS. Cnrares .li-
    Jesus e de Alaria, liloria aos SS. Coracc o Sania
    Maria concebida sem peccado, Nossa Senhora do
    Bom SOCCOITO e da lloa Morlo.
    IUMIIS COM MMH.
    Na luja (lemiudeusjIaruiidoCulleiiiun. I. veo-
    deni-e caixinhas con, IL' novello. de liulia branca,
    leudo ismomas caisinha. diflerenUs sorlimenlus,
    A1TF.M. Vil.
    Quenl liver um negra para alujar, que sej ro-
    buslu, para andar com um caixau de fasendas oa
    rua. diri|,i-sc irua do (lueiinadi,. luja u. ".
    rigir-se i laherna da rua da t'.ru/ n
    que Ihe di/, re-peilo.
    | maoBabaBOi $s\soBaa3iflii
    | Paulo Gaignou, dentista.
    22 Podo ser procurado a qualquer hora em
    2 sua casa na rua larga do Rosario, n.
    x 36, segundo andar.
    Aloga-ae o terceTro andar oa c~a da rua No\a
    ii. -Jl ; | fallar na roa do Queimido n. III.
    Antonio Jos Itices relira-se para o Rio de
    Janelri......lelemdarile sua morada, o leta em
    ion,panh,,, os seus :1 escravos Anlao, Albino e Hio-
    roiios os suittiios
    douruin-se c piiciiiri-sc, por meto de
    clcclrit'idude, <|iiacs(|iier objectos, Iciiii-
    ilo perfeitamente semelbante no metal
    imitado! e ico,lo u vantagem de murtsj
    dtirueio, por [ireeos eoinmodos : n Ira-
    lar com Deloiielie, relojoeiro, na rua
    No\ i n. II.
    Itosa-sc ao Sr. oflicial de selleiro que veuha
    pagar 390OU na rua liireila, do ennlrario lera de ver
    osen lime nesta folha por exteo-o.
    Prerisa-sc de um caixeiro pnrlutruej de lia
    Ili .iiMii.-, ron, pr.ilica de laherna : a Iralar na, rua
    Nova, n. ',-',.
    O birhirel los Bernardo de Flgueiredo J-
    nior e sua luullu'i D. Cliudina da Silva i-iiiuoire-
    du, retirara-fe para u Rio de Janeiro, lexando seus
    escraxos Joao, mualo,/.((arias e Jusepha, cabras, e
    Thcodora, prela.
    FOLIHMiAS PAISA I8S4.
    Vendem-se lolliinlins de algibeira, por-
    luepadre, pnraoannode lol-,mpres-
    sus nesta i\ pograpliio : a'sditas primeiras
    esta' reunido o regulauento dos emoln-
    iiii'iiIiis |,,,iocliiii-s : ni pi'.ii'ii da Indepcn-
    ilenciii livrana us. Ii o S.
    \'eu,le-sc urna escraxa, crinula, de idade IS
    anuos, iiiin as habilidades seuuinles :lava, engull-
    na, la/, labx rinlhu, e c/iulia o diario de nina casa,
    ludo com prreiok : a pessoa qnei pralender, diri-
    ja-searua das Auuas-Verdes, loja do sobrado nu-
    inen
    n,.
    ,.,
    i.......
    de bunila ligura, que
    m perfeicno : na rua da
    Vende-se u
    rosinhl, laxa cei
    Cru/. n. :f(.
    Ns rua do Trapicha n. II. primeiro andar,
    xeiide-se o segolnl. Ipasta de ljlio llnrenlino, o
    inelhor artigpiio. -- ContlOC. para limpar us denles,
    branquecc-os forlilirar asgcngivis, deixando bom
    yosto na bocea e agradavel cheiro ; ihiua de niel
    para os cabello-, linipa a caspa, c l;,-lhe mgico
    lastre; amia de parolas, este mgico cosmtica para
    -arar sardas, runas, ceinlollo/ar ii ruslo. as-iin co-
    mua tintura ini|ierialdu Or. Brosn, esta prepara-
    ran la/, os cabellos ruiviMiiu hrancos.complelanieule
    prelos e uno io-,-cu, d.unno dos mesinos, ludo por
    nrecos conimodos.
    Tres molecolss de idade de l- a IK alios,
    urna uecrinha muilo linda, de idade IJ anuo., qua-
    lro eacraxas moca., de lodo servieo. om mualo de
    idade 'M sonos, e buuila ligura : ua rua Direita
    Vende-se urna casa de|pedia c cal, situada ua
    rua da Mangueira do Poco da Panella, com duas
    salas, qualro quarlos, corredor no centro, costaba
    fina com quintal e cacimba : qiiem a pretender di-
    rlja-se a rua da Madre de lieos n. 8.
    Vende-se um muleque de I i anuos, muilo
    espcrlo, bom pan pagein, i prelos, sendo un de elo-
    gante figura, bwn |K>*sanle, bom para armazem de
    .-murar, duas prelas mocas que caziiibam sofrixel-
    menle, ngonimam, laxam bem, c vendein na rua :
    na rua largado Rusario u. M.
    ilu liiuanho. tanto tintillas romo tundidas,
    e dilos para cundu/.ir lormas de assu-
    car. mai-liiuas para moer mandioca, prensas para di-
    to. Darnos de reno balido para tarinha, arados de
    ferrada mais pprovadi ranilracrao, fundos para
    alambiques, crivos e parlas para foruallias, c urna
    iiiliuidailo de uhras de Ierro, que seria enradnilio
    enumerar. No inesmn deposilu existe urna pessoa
    illtelligente e habililada para receber balas as en-
    commeiidas. ele., ele. qn. os uiuuuci.ui^es conlau-
    docom i capieidadad. soai oflicinas e inachinismi,,
    e pericia de sem: ufliciaes, se cnmpruinolleni a fa/er
    execular, eum I maior preslc/a, |erreico, eexacta
    conformidade com o-modolosou desenlies, einslruc-
    i-n i-no- qua Ihe forem fornei-idas-
    Deposito da fabrica todos gs
    i; OS SANTOS OA BAHA. p
    i \o eseriptoriodeNovaesiV Com- W3
    ^ panhia.na rua do Trapiche n.34, ''J
    'X vende-se panno de dfjodao, e lio 8
    5]J desla fabrica, milito superior, e g
    VJ proprio para saceos de ussiicar, e M
    ffl ronpa de escraxos. ____vw
    mJaiajimimmamarmm^mmm
    \ einlcin-se velas de carnauba em caixas de
    (pironla e nulas libras, da inelhor fabrica do Ara-
    calx : na rua da r.uleia do Recife, loja de niiiide-
    1 /.as'ii. 7. de Antonio Lopes l'ereira de Mello A;
    Oimpanliia.
    Snpalos do Araealx
    Vendem-se tres mil sapalosdo Aracaly.obn mui-
    lo bem feila, lano em pon'o como a relalho : no
    derro da llua-Visla defronle da boneca u. ti.
    O 39-A-,
    confronte M Uoiario de Santo Anlonio, parlecipa au
    respeilavel publico, que reoebeu de Franca diversus
    deres em calda o -ccciis. c chocolates linos, enlre el--
    le-, o de el,arlos o o homeoptico j bin conbeci-
    d ueste eslabelecimonlojunlsmenle paslilhasdeor-
    lela,, pi.......la, e oulros objectos por commodos
    prerns.
    Vende-se una boiila pari-lha decaxallos lijas,
    olbos prelos : na Iraxssa do Qiicimado, n. I.
    Veiiileiu8 dous rarueiros urandes.caslrados,
    gordos e nimio mansos. para qualquer menino
    brincar : na rua do Sebo, sobrado auiarello u. X>.
    Meios billietet da lotera da matriz, pie
    corre lioj.
    \enileiu-se in'eio. bilheles da loleria da inalriz da
    Boa-Vista, cujas rodas amlam boje : na rua do C|-
    luniii. loja n. 11, junio a botica do Sr. Jlo Morcira
    Marques.
    Vendse nm cabriole! eom os ar-
    arreios, e (.avallo, ou sem elle a vonlade
    do comprador, por praro eoinmodos :
    na cocheira da rua deS. Francisco, ii. 3.
    CANOS DE CHUMBO.
    Vendem-ae canos de chumbo, proprios para en-
    raiiainenlos d'agua. lano para eniienhos, como pa-
    ra siiios, os quaes lem da mala polegada, Ires qnar-
    Ins, a una polecada de dimetro, e vende-se qual-
    quer quanliilade que o comprador precise al qua-
    . hcenlas bracas, tambem se xendeni calinos do
    I ine-ino inelal, proprios para bombas, os quaes lem
    ule/ palmus ,lc eonipi inicnlo : ludo istO chegou I
    luia de fenagem di rua Nov n. ti.
    COBKK PARA I'OKIIO.
    Vende-se robre para forro de diversas grossura.
    ililo en, lancoes quailrailos gnmks, pro|,r para
    caldclrelro, irroellasd. di|e, esianl,,, un verga,d|hi
    eiU.barr.1, /inca em fullie, chamba em barra, dilo
    em lencol: na loj ile raigeni da roa Nuxa.uuine-
    FIO DE VELA-
    Vaacn> muilo superior Ra de xela, de lie dif
    Ion-ole, qualidados: ua rua do Irapiche Bovn
    KarnaNovaa. Ii. lubrica, cloja do
    Chrisliani ,\ liino, a, aba de recebe!
    pelo ultimo vapor chesado d Rio, um
    completo suri inienlo de chapeos do Chi-
    le, o mais lino e alxo que ha buje no ulereado, c
    por proco commodo.
    Vende-se mil iumeulo muilo uuvu : na rua
    doUuciiiiido n. II.
    Vende-se una porciio do lrax(-s de qualidades
    superiores, de II a OO palmo- doconiprido, Ires ca-
    inias. dous embono* desedro, e quatra p ios de lou-
    ro, com li'i palmos, proprio- |iari xergas e uiasU-
    rus de navios: ns prelemlenles dirijam-se a Anlo-
    nio Leal deHarros, na rus do Vigsrio u. 17.


    "

    NO CONSULTORIO lliOM^OI'ATHICO
    *
    IIR. r. A. LOBO M0SC0Z0.
    V ende-se a melhor de (oda aobras de medicina
    liomcopalhica Ky,0 NOVO MANUAL DO DR.
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    #Dr. 1'. A. Kobo Moacozu: qualro volumrs encailer-
    uadoa era dous. -JOnCKK)
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    medicamento*i|ue nto lurdin publicado* sahir mui-
    to breve, pta estar intiilo adiaotada rtua imprewAo.
    Diccionario dos termos do medicina, ciruruia, analo-
    inia, pbarmaria, v|c, ele. eucadernado. 4&0UU
    Urna carlcira de i tubos, diwinelliorvs e mais bem
    preparados glbulos boniopalbicos com as duas
    obras cima ....... iHnhki
    lima dila de :I6 IuIh cun as mesmas r>5000
    l'il.i. dila ''.' s mi............"IWXH)
    Dila de 141 com ai ditas......IIKrjUOO
    Carleirasde 24liib
    beira............1(18000
    Dilas de 48 dilm.........20.-000
    Tubos avulsos de glbulos.....- IjjOOO
    Vendein-se pianos lories de superior quaiida*
    de. fabricanos peln^iicllior autor bamburcuc; na
    roa da Cruz n. 4.
    CAL V1RC.EM 1)E LISBOA.
    Vende-se cal nova cm pedru, chefjada
    liqje no paliiabotc Lusitano, por milito
    commodoprcro: jiu rna do.Trapiche n.
    i5, uima/.ejTi de Itastos Irmao*-.
    Vende-se nm resto de e\emplaivs
    .da obra Kapluiel, paginas da juventu-
    de por Lamartine, vendo portllfjue-
    /a de Carlos (luido v Spano : na ra
    do Trapiche ii. Ii, primeiro andar.
    VENEZIANAS.
    Aterro da Boa-Vista iu 55.
    iem mu sorlimenlo de vene/.ianas com lilas ver-
    des de liulii. e d< i.i.i. com i-aixa e sem ella, e se
    roncera c se troca as novas por \elhas. a vonladedo-
    t comprador.
    Vendem-se relogios de ouro, pa-
    tente iiifjlez, os melhores <|iie tem vindo
    a este mercado, e do m;is acreditado
    labricartte de Liverpool: ein casa de Rus-
    sel Mellon & Coinpanhia. na ra da
    Cudria do Recife, n. 56.
    Diccionario dos termos de medicina,
    olrargU anatoma nharmacta ,
    te. etc.
    Saliio h luz esla obra iudis|rcnavel a toda'
    as pevsoa* que se dedicam au esludo do
    medicina. Veudc-se por 44 rs., encuderna-
    \ di, mi consulloi i,, .l.i |H. MoscoZu, ruado
    I Collegio. n. 20, primeiroandar.
    Cobertores escures,
    de alqodo, a 8U0 rs. ; dilo* uusa e encarnados ,
    muid grande e encorpadns, a l^lOOrs.: na ra do
    Oespo, loja da esquina que tolla para a Cadeia.
    Vendem-seeni casa de Me. (laliimiit t\ Com-
    panhia, na praca do Corpo Sanio O. II. nsemiinle:
    vinho di- Marseillcem caixus de :t a duzias.linhas
    rm novellos ecarrelci, lireu en liarriras inuilu
    grandes, aro de miladsorlido,ferro jnglez.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
    Senzala nova n. 42.
    NestC olahclerimcnlii contina a ha-
    ver uin completo sorlinienlo de muni-
    das e metal moendas para engenho, ma-
    chiiias de vapor, < tuixal de Ierro balido
    e coado, de lodos os laiiiauhos, pala
    dito.
    AOS SENHORES DE ENGENHO.
    O arcano da inveucao do l)r. Eduar-
    do Slolle cm Hi'illii, empreado nal co-
    lonias inf[le/.as c hollande/.as, com pan-
    de vanli'jjem- para o iiiulliiiriiiiit-iitii ilo
    aSUCUl', acha-se a venda, cm latas de 10
    libras, junto com omelhodo de empuv
    ja-lo no idioma portugus, em casa ele
    V 0. Bieber dtCompanhia, na ruada
    Cruz, n. i-.
    Afeada de Edwlp Mi.
    Na ruado A|Aj1Ioii. ti. aruia/cm do Mr. (lalmoul
    iV Ginipanliia,arlia-*c eouslaulemente Imiiis sorli-
    inenlos de tainos de Ierro roado e balido, lauto ra-
    sa como Cundu*. morudas iin>lir,i> Imlas de Ierro pa-
    ra animaes'. auoa. etc.. dilas para armar em madei-
    ra de linios os lainaiilioseinodelusuMiiais modernos,
    macbina liorisoulal para vapor rom Torca de
    11 avallos, ccicns, pmdeirai de ferro cslai'iliado
    para casa de purear. |wr menos preco que os do eo-
    bre, esrovens para navios, ferro da Succia, c fo-
    lliasde llaudres :aludo |>or barato preco.
    De psito da fabrica de Todo. o. Sanio* na Babia.
    \ e'iule-ie, em casa de N. O. Ilieber i C, na ra
    'l.ilrn/ n. 4, al^odao trancado d'aquella fabriet,
    muilo profiri para sarcos de assucare roupa de es-
    cravos, por preco rommudo.
    I'il preto, lavrado, a ."iO rs. a vara.
    Na ra do Cres|H>, loja da esquina rpie volla para
    a Cadeia.
    Veudem-selonas,brin/.ao. brinse metal lo-
    nas da Rusia: no armaxem de \. o. Bieber k\-
    Cvmpanliia, na ra da Cruz. n. i.
    Franjas para cortinados,
    com belolas brancas c de ci'm-., ,i .Vhkxi a 59300 a
    pera: na rna do Queiniado, loja de miude/as,
    n. t!>.
    Vende-se. aquein qui/.erpossuir. ou para al-
    Kiima eucommenda, urna mocama reeolbida, de
    1H a SDanOOa, saliendo bem coser, fazer renda, cn-
    eomuiar e coziuhar, lie robusta, e o motivo da ven-
    da se dir ao comprador : no segundo andar n. I,
    do becco lary.0. do Kecife. se dir.'i quem vende.
    Taixas para engenhos
    Na l'undican' de ferro de I). \V.
    Itowmann, na ra do Efeum, pastan-
    do o chufari/. r 'iitinua liaver um
    ileto sorliininlo de taivas de ferro
    de ." a S palnUM < 11
    .icliau-sc ;i venda, poi
    e com promptidao':
    carrej'ani-seem carro
    comprador.
    niTASSA StPERIOK
    Vende-se por preco muito com-
    inodo, jw armazem n. 7 de caes da
    alfandega, deJot Joaquim Pereira de
    Mello, ou no iscriptono de Novaes A
    Coinpanhia na ra do Trapiche n. i.
    Xa ra do Vigario n. 10, primei-
    ro andar, -tem para vender diversas mu-
    sicas para piano, violao e flauta, como
    sejam, (piadrilhas, valsas, rdowat, scho-
    ticki-s, mod'ntbas ludo modernissimo ,
    chegado do Rio dirJaneiro.
    VINHO DO PORTO MUITO PINO.
    Vende-se superior vinho do Porto, em
    barr* de 4,, 5. e 8.: no anearan da ra
    do Azeite de Pei\e n. I i, ou a tratar no
    batido
    . ludido
    bocea, as (|uaes
    l>i i-i commodo
    cndjarcaiu-se ou
    sera depe*/ji au
    scriptorio de Novaes & Companhia, na
    na do Trapiche ii.."i.
    Oeposilo detal de Lisboa,
    Vcuileui-s^ barriscomcal ett pedia, cbcuada no
    hiale Lutilaiio, viudo ltimamente de Lisboa, e
    notasH americana, a00 rs. a libra : na ruada Ca-
    deia do Kecife, loja n. 50.
    Vemlc-se milito superior tartana de Sania
    Calharina, e S. Malbeus, medida a vista do com-
    prador : a bordo do briuue brasileiro Midas, tun-
    deado perto da Alfandeua.
    Vende-se sola muito boa, pelles de cabra de
    iirimcira sorlc, esleirs de carnauba e peanas de
    i'in.i. ludo cliesado aflora do Aracalv : na ra da
    Cadeia do llecife ti. II*. primeiro andar.
    Na ra do Vinario n. III, primeiro andat, Iem
    tonda a superior IIjuell.i para (orro deselliiis, ebe-
    gada reeenleaienle da America.
    Na ra do ViRario n. 19, primeiro andar, lia
    tiara vender.'rliegado de Lisboa presentemente pela
    larca "i.m/'i. o seguiute: sacras de farello muito
    novo, cera em rume a em velas com bom surli-
    meiilo de superior qualidade, mercurio doce e cal
    de Lisboa eiu pedra. uovissinia.
    HHB- J "'.'""-i_____I___!!W
    POTASSA.
    No auligo deposito da ra da Cadeia do Rerife
    ariiia/cm n. 1*2, ha para vender muito no\a polasita
    da Russia, americana e hratleira. em pcquents lur-
    r Je 4 arrollas; *a l>oa qualUJade o pre^ mai< ba-
    ralos do que em oulra qualquer parle, .se alTiinram
    aos, que precisaren, comprar. No inesmo deposilo
    lamnem ha harrls com cal de Ushoa em pedrn, pro-
    ximamenle cliegados.
    Grande sortlmentode pannos Anos c case-
    mi ras.
    Na ra do Crellpo, loja da esquina que volla para
    a Cadeia. vende-se panno pelo, a :19000 e:l200
    rs.; de ourelo branca, a 35XK) rs.; dilo rrancen, a
    4>)0eo*000rs., e muilo Miprrior, a 6^000 rs. o
    co\ado ; dilo azul, a 25W. :iyJ00 e 4000 rs., e
    mui lo bom, a 5500 rs.; dilo verde, -CK0 e .301X1
    rs.; corles de casemira prela iul'eslada, a ,'ar>)e
    flSOOO rs.; dila franceza e de cor de lodas as quali-
    dade, por prc.o commodo.
    \V\.\\^\N\\V>X. >
    DAVID WILLIAM BOWMAN. euRenheiro ma-
    cltiuisla e Tundidor de ferro,,mui respeilosaineutc
    annuncia aos sqpuores proprielarios de euveidios,
    fazendeiros, e aorespeilavel publico, qucoseuesla-
    helccimenlo de ferro movido por machina de \apor,
    na ra do Hriim passaudo ochafaiiz, ron I i ma em
    efTeclivoexercicio, escacharoniplelaiiuMile montado
    cum apparelhos da primeira qualidatle para a per-
    feta emiTerca das maiores peras de machinisino.
    IIalulilado para empreheudex quaesquer obras da
    sua arle, David WiUiam Howman, desoja maispar-
    liciilarmenle chamar a allem;a publica para as stv
    uinlo, por ler dellasgrande" sorlimenlo ja' promp-
    lo, em deposito na mesma fuudica, as quaes cons-
    Iruidas em sua fabrica jMidem com[>elir com as fabri-
    cadas em paiz estrauueiro, lauloeiu prero como em
    qualidade de materias primas v. ma<> de obra, a
    saber:
    Marhinasde \apor da melhor conslruca.
    Moeudas de caima para eimenhos de lodos os la-
    manbos, mo\idasa \aporpor amia, ou animaes
    Kodasde amia, monbosde veuloeserras.
    Manejos iudepeudenlc para cavallos.
    Hodas dentadas.
    Auuillies. bron/es q rliumaceiras.
    Ca ilhres e paral'usos de lodos os lamauhos.
    Taivas, paros CTV0M horas le fornaiha.
    Moinhos de mandioca, movidos a man oo poi ani-
    mar-, e prensas para a dla.
    Chapas de foea e lomos de farinha.
    Cano", de ferro, lorneras de Ierro e de hrou/c.
    Bombas para cacimba c de repino, moldas a
    man. por miimacs ou \enlo.
    liiiiudasles, guinchse nacacov,
    l'rcnsashidrulicas ede parafuso.
    rerrauens para na\ lOM, carros e obras publicas.
    Columna, Veudas, urades e porloes.
    Pitoaasde copiar carlai a aellar.
    Cautas, carros de inaearadosde ferro, ele., el*-.
    Alen dasuperioriilade das suas obras, j;i" nci.il-
    ineiilejecoiiheriila, l>avid William lioman uaiaule
    aniboiaela confomiidade romos moldes < ile-t1-
    nlios reinelliib)- pelos sculiores que se diunan-m de
    fa/er-lhecnroiiiineiitla-, apioM'ilando a oacaslaA pa-
    ra agradecer aoa mob namerosua amigue e fre^ le/i^-
    a preferencia com que Iem sido jmr elles honrado,
    e as>eciira-lhcs que nao puupaia esforcoseililii:eii-
    cas para conliuuar a merecer a sua conliam;a.
    TAIXAS DE FERRO.
    Na l'tindirao' d'Aurora i'in Sanio
    Amaro, e lanibriii no DEPOSITO Da
    Vendiese, na ra do Crespo n. 6,
    urna csirava de bonita figura, e pi-op^ia
    para todo o serviro_de umacaitu.
    Vende-so a fabrica de charutos da ra d'Agpai
    l.Verde n. 46; a Iralar na mesma fabrica.
    VenJro-erelop;osdeoiiro, pa (fi)
    trn-te inulta, por commodo prc- -^.
    c: na ra da CriW. n.20, caade
    ($ L. Leconte Keron & Companhia. 4A
    Na Joju da cis porta rm frente do -Li-
    vramento.
    I'xinlinuam I vender corles do canibraia de tres
    babadas, a ^tn e -fisHOtl, rorles lie cambraia e seda
    com babados de barra, diales e inanleleles de seda,
    romeiras d'o ultimagoalo ; cliilas de robera finas, a
    Jim rs.; cliilis de vestido, a liU. mi. 180 e 00 rs.,
    alpaca de alsodao para veslidos, a JiO rs. ; lenros de
    cassa bordados nal ponas, braneos c do cor, a I CU
    rs. ; e loda a qualidade de faiendas. |ior preros. ba-
    ralos, por querer acabar rerlas qualidade. de faien-
    das para naoonlrarcni nobalancoqiie'vaidar. esli
    aberladas Cdatmanba, al as 9 da iioitc.
    VIXI10 CHAMPAGNE.
    Superior vinho de Hordeaux engarra-
    fado ; vende-se ein casa de Seliallieillin
    & Companhia, na da Cruz n. "iS.
    FUNDICAO1 D1 AURORA.
    Na funditiio d'Aurora achare constanleniiMile um
    completo sorlimenlo ile macltinas de vapor, lauto
    il'alla romo de baiva pressao de modellos os mais
    pnruvadoa. 'tamben, se aprnmplam de encoinmeii-
    il.i da qualquer forma que se inissam desojar com a
    inaior pn-slc/a. Habis omriaes senlo mandados
    [Kira as ir assenlar, e os fabriranles como Iem de
    cosluuie aliancam o perfeitolrabalbo dellas, eseres-
    pousiibilis'im por qualquer defeilo que possa nellas
    apparei-er duranle a primeira satra. Muilas macbi-
    iiis de vapor ronslruidas ncsle eslabelecimenlo tem
    oslado em constaule serviro nesta provincia 10. \2,
    cat ICannos, e a|>enas Iem eviuido mui insiunifi-
    c.inles reparos, e .iliaimas ale nenalos absolutamen-
    te, arcrescendo que o consummo do conbuslivcl be
    niuMhconaideravel. O senhoresUeeagenho, pois,
    e nutras quaesquer pi-ssoas que precisaren! de ma-
    cliiiiisiuo sio res|K'ilos;imeute convidado
    cslaliolcriiiicuto em Santo Amaro.
    Superior iolha de llainbi'S.
    \,i roa dnUiioimado. loja de ferraaens n. DO, ven-
    de-se superior forSt de llaudres charcoal liuito ein
    porcilo como a relalbo. para i< que Iem um evcel-
    lenle sorlimenlo deste uenero. quff em groanina,
    qur em lamanlies, e em quanlo a procos sao mais
    raioaveb do qaaemoalra qualquer parta : na mes-
    ma loja l.imlieiu se compra cobre e latao vellio.
    Na ra do yueiiuado. loja u. 19, vendem-se
    saccBscom farinlia de mandioca.por preco conunodo.
    Vende-te arroz, gratulo do Mar-
    nho.e charutos deS. Flix, de boatqua-
    lidade, e por pieros eoinniodos : no ar-
    iiia/rm ii. 151 na rna da Senzala Ve-
    Iha, proximo ao becco doGoncalvea.
    Ailar na moda com pOUCO dinheiro.
    Vendem-ae superiores luvas de ponto iaidei
    para liomem, pelo iliminiilo preco de K00 rs. o par;
    e 7-i n i i rs. adn/ia: na ra doOueimadou. i!'.
    Btalas novas.
    t btalas de Lisboa. a'HUU rs. a arroba :
    la Madre de Dos, n. H.
    Cola da Baha.
    \eude--e superior cola, por prero nnuinodo: no
    iriiiii/eni n. Ili. roa da Sen/ala Vellia
    4
    !*!
    para
    i visitar o
    na ra do Ocsi
    a Cadeia.
    Chitas escuras de cores fixas rom lo-
    que de mofo, a 5,000 rs. a peca, e
    140 o co vado,
    vendem-se na ra do Ocspo, loja da esquina que
    volla para a Cadeia.
    Vendem-se ferbiiduras para porta,dilas de embu-
    tir, ditas de terrolbo, dilas com Irauqueta. dobradi-
    ca decbumbar de lodos os tamaitos, dita de can-
    to, ferro de embulir, Iranquela de rbapa. dila re-
    donda pir.io para canlo, defiende ilo porlao do
    I "i ir das Cinco Ponas, u. .
    Vendem-se enres de veslidos de cambraia
    branca, com lindas bordadoras, palo diminua pTa-
    co de .V5000 rs. rada um : na rila Novan. 'X\, no
    II.i/.ir Peniambucduo.
    Vendse superior larinlia da tet-
    ra e de barro, tanto em sacras, romo a
    retalla), por prero mais barato do que
    em nutra qualquer parte : lio arniazem
    ila ra do Itangel II. 2(
    $1 OHDKM IIK cilUISTO. $
    . lAk Vende-se nina cm/. pendenle da orden t&i
    illa do llriim logo na entrada, e delron-i >,S@^'fe'V*-V:^i*^V*V*:^) '''' ,:lllj-1"' enriquecida de lirilhanlcs : ^j.
    . i i ii i i JST^-* s^^-^~~, ,-> *' quein precisar auiiuncie para ser proru-
    te do Arsenal de Hallulla ha sempre fm Deposito de vinho de eliam- (y; ,a rado. (
    Veiideiu
    na Iraiessi
    No aterro da Boa Vala W65 .
    veude-se um eahnolel de muin
    bom gusto, en meio uso, curq ir-
    reios nnvoe, e mu robera su
    posta.
    Vndese a taberna sita na ra da Soledsde
    n. II. bem afreaueradapara aterra, a razao porque
    se vende se dir ao comprador; a Iralar na mesma,
    auna rna da Cn;leia delsaolo Auloiiioii.26.
    Sancas com farinha.
    Vcndem-se saccas com muito boa farinha da Ierra
    e bem torrada, por prec,o commodo : na ra da Ca-
    deia do Recife n. 20.
    Vende-te urna taberna na rna Dircila dos, Afo-
    lados, ii. JJ. com [mucos fundos para um princi-
    piante, Iem commodos para urna familia, indepen-
    deuleda taberna com quintal planla'do, rom ps de
    parreiras j dando, que diio arrobas a parreira da para aluauel da Claa : quein prelender
    dirija-se a na llireila, n.9.
    Llueratura.
    Vende-se a liistoria dos (jirondiuos. em porlu-
    liiic/ .", volimies. Ahsterios de Lisboa, i voluntes, o
    Conde de Monle-Clirislo, 2 volumes, o Jiuleu er-
    rante 5 volumes, l'orliisal pitloresro, i volumes, to-
    llas astas obras sAo ornsdus de numerosas estampas
    linas, vende-se na ra do Collcgio, loja de eucader-
    ii.ii o r livros II. H.
    A mao' do flaado.
    Clieaou ltimamente do Lisboa o lomaure com
    este titulo, cm conlinuaco ao Conde de Monle-
    ChrittO do Sr. Alevandre Humas, o qual moslra ein
    elefantes qnadros o lim dos personaaens desse encl-
    lenle romance : vende-se na ra do Collegio, loja
    do enradernacao e livros. n.8.
    Attencao'.
    \.i p.idaria da roa de delra/. da malrU da Boa-
    Vala, n. fi, acliam-se todas as quididades de bi
    l'.iissna e eambraias franrez.HS,
    \ enitem-sa bou las cassas o cambraias franrezas,
    de padrAes inoderuiaimos, pelo barato preco de
    tilde 720 a vara : na roa Novan. 1t.
    Farinha de mandioca.
    A melhor farinha que, ha a venda he a bor-
    do do brfgue Valle, chegado de Santa Cafari-
    qa, e tundeado defroiitc do caes do Ramos,
    all se vendes preco commodo, e tarabem na
    praca do(airpo Santo, n. 6, escriptorio.
    Na ra da Cadeia do Recife u. 16, eiisle um
    grande sorlimenlo de obras feitas:
    Palitos de panno superiores de cores c pre-
    los a
    dem idem finos dem
    dem casemiras de cores-
    dem alpaca de dilo
    dem briin de linho
    lima montara de panno superior para se-
    iiIhh.i por
    dem idem dem a
    Collelcs de selim de cores, superiores
    Idem idem
    Idem de fuslao, superiores
    Idem idem
    Calcas de rasemira de cores
    dem dem superiores e padrees modernos
    dem de brins do cores de puro linho de
    29000 a
    Idem idem brancas idem de 25 a
    assim como nutras muilas obras que eslar.lo |>alentes
    aos compradores, os quaes agradar-sc-hilu por se-
    ren feitas com muito gusto e delicadeza.
    Para a faata, a 8 a 4,0i0 re.
    211* 100
    !.->3000
    6JO00
    osooo
    asooo
    .VWKK)
    :uibOoo
    :*ooo
    :l->00
    :iBU0U
    2a0tw
    WKK)
    7>00
    13000
    IJXKKI
    Vendem-se palilds o sobrecasacos de brini de Ii
    ?i?L7f.l!!f!0VK!? ^I11"'1; r-1'r,"!!'.lei"Cr*''.'!1'' I ni o bretanha. da ultima moda e muilo bem ac
    liados, pelo barato preco de ',i$ e ic^Hio rs.; a elles.
    nesta provinria, falias impeiiaes, ditas de familia
    dilas de raiuha, dilas commuus, biscoilos de araru-
    laaMnovua, dilosde aramia, ditos amanles, ditos
    doces e biscoilinhos; e nutras muilas quslidades.
    Vendem-se pregwamericanos, em
    barrit, proprios para barricas de assu-
    ear, e alvaiade dezineo. superior quali-
    dade. por piceos commodos : na na do
    Trapiche Novo u. 10.
    Lencos de cambraia de linho, linos,
    a itl rs,
    loja da esquina, que volt
    luidlas lano
    nacional como estrangeira,
    tundidas, grandes, pequeas,
    fundas ; e em ambos os logares
    quindasles, para e;irregai
    despeza
    ca-
    Os
    um grandi' sortimento di
    ile fabrica
    batidas,
    razas, i
    CMSlem
    noas. ou carros liwes di
    precos sao' os mais commodos.
    MTASS4 HA ItISSIA.
    Vetiqe-se superior potussa da Kussia, e
    Americana, por pre^orouito commodo
    na ra do Trapiche n. I "i. arm.izeii' de
    Basto liniios.
    DOCE DK BACOKY.
    Clwgou recenleiiieiile do Mii.iiiIijo nina pequea
    pon.-.io desle delirado doce, o melhor que ha. Iilnlo
    pela sua ovivllrnle qualidiide, como pm COIMCI ar-
    se por muilo lempo ein perfeilo estado: vende-se
    em casa de Ponte di Irmao. na ra da Cadeia Velha.
    Vende-se farinha de mandioca
    muito lina, a 6$500 rs. a sacia : no ar-
    niazcniln lorie do Mallos II. (I. ma
    tratar com .Manuel Abes Guerra Jnior,
    na ra do Trapiche ll. I 5. primeiro a-
    ilar.
    No segundo andar do sobrado n. I na na da
    Cadeia de Santo Anlouio, vendem-se coeiroa borda-
    dos de mali/; e apromplam-se de encoinnieuda (oda
    qualidade de bordados e l.ibvrinlhos com perfeic.io
    e pieco coinuioilo ; e lamben boulam-se colleles.
    OLEADOS IN(i LE/ES.
    Yeiiilriu-sc riquissimos oleados para
    aaSOalliar salas, lano cmqtialiilade, como
    no escolhulu eoslo de desenlio : no ar-
    niazein de lazrudas ilcAdaiiison Howied
    Companhia, na ra do Trapiche Novo
    n. 1-2.
    Vende-se a verdadeia salsa parri-
    lli.i ila Cruz, em frente ao chafariz.
    \endeni-se cortes intuiros de ves-
    tidos dechila fraiice/.a. larga, lina, e ele
    diversos gostos modernos, sendo pelo ba-
    rato prero de i.s'OOil e 2.s'20rs., a di-
    nheiro avista : ua loja de (uialro porlas
    o. .~, ao lado do arco de Santo Anlouio.
    DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
    Na rna de AjMilln. iirina/em de l.eal
    liis, Iem superior potussa do Itin de Ja-
    neiro, e da America, e cal nova em pe-
    dra, i lie^.iil.i no ultimo navio, ludo a
    preco razoavel.
    FAKELO DE LISBOA.
    Vende-se farelo de Lisboa, milito su-
    perior, chegado agora no palhabole l.u-
    zilano. por preco commodo : ua rna do
    Trapichen. 15, arinazeiu de Bastos Ir-
    iniios.
    !*^^^^^^: si&^^^^$>:
    t$i POTASSA BRASILEIRA. ($
    ^ Vende-se superior potassa, la- (f,
    brtcada no Itio de Janeiro, che- (*
    ( jada reeentemenle, recommen- />*
    3 da-se aos senhoresile eiigenho os ?
    *g seus bous ell'eitos ja'e\penmen- "^
    w lados: na ra ila Cruz n. 20, ai- >r'
    W> mazem de L. Leeonle l'eron A. vj)T
    $ Companhia. $
    Oleo de linhaca em bolijas.
    Vende-se a .^MlOrs. rada urna bolija. e por me-
    nos sendo em i i >i......: uo aimazem n. I.'li. ua ra da
    Sen/ala Velha prximo ao becco do fioncalves.
    Moinhos de vento
    eombombasde repuso para reuar borlase bailas
    de i a | o m, ua fundicao de I). W.Bowmau: ua ra
    do Brumns.ti, Ke I '.
    ATI ENCAD'.
    i'.iiiili.i ^ Amonm, ua na da Cadeia do Kecife n.
    30, Iem |s'm .i vender palba de caruaiiba nova, cau-
    ros decabra bous, peunas de ema. o \elasde car-
    nauba, a I.ViOO o cenlo.
    ^ Veude-se no arma/ein silo ua ullima casa da
    ra da Concordia, ao virar para" a ra Augusta, con-
    fronlc a um lelheiro velho de madeira, bous malo
    riaes pertanoattlas a obra de pedreiro. por preco
    conunodo a aiandsni ap Iwiar as rcapaclnaa obras.
    rerebe-se lambem qualquer encomineuda de lijolto
    em grande porlao.
    Vende-se a loja de raleado u. 7i8, do alerro da
    Boa-Visla cora poucos fundos, a bem afreguc/ad.i.
    a dinheiio, ou a pra/o : a tratar na mesma.
    | nagiieChateau-Av, primeira qua- @)
    ( lidade, de propiedade do condi ()
    S de Mareuil. ra dn Cruz do He- v*,
    W cil'e n. 20: este vinlio, o melhor W
    W) de toda a champagne vende- \fi)
    ^, se a ."(.S'OOOrs. cada eai\ 11, acha- e
    j- se tnicamente cm casa del.. Le-
    a eonile l'Vron v\i Coinpanhia. N. B.
    @ Asea i xas sao marcadas a logo
    10. (.onde de Mareuileos rollos Q^
    ; das arralas sao azui-s. (^
    C^@S@@: ^@'.>^^^
    ABADOS DE FEKBO.
    Na fundicao' de C. Slarr. & C. em
    Santo Amaro acha-se para vendi'r ara-
    do! de ferro de superior qualidade.
    Arte de msica.
    Ycndc-se a arle de musir, evtrabida de diversos
    autores,porThoinaz daCunha Lima Canutara, a
    720 rs. cada urna : na praca da Independencia, li-
    vraria, n.6e s. no paleo do Collegio, toja do Sr.
    honrado, e na rna da Cruz no llecife, luja n. .">8.
    . MOENDAS SUPERIORES.
    N fundicao de C. Starr & Companhia
    em Sanio Amaro, acha-se para vender
    moeudas de caimas todas de ferro, deum
    uiodello eeonslruccao muilo superiores.
    Vendem-ae dous lerranos proprloa, bous para
    edificar, um sitio na ra do Sebo, lado do Sul com
    .VI palmos de frente, e oulru na ra ltc.it junio ao
    Manguinlut, onlre a estrada da Camboa. com 2.')U
    |ialmos de frente, c fundo al a dila Camboa, onde
    se podein fa/ei con pourocusloevcellenles viveiros:
    a fallar na prara da Boa-Vista, botica, u. ti, que
    se dir.i quein vende.
    .Vos modernos,
    de 2i00 rs.
    Na ra do ijucimadu n. 17. loja de fa/endas ao
    p da Indica, \ endein-se cortes de cambraias Iraure-
    (as inoileinas. de cores, com barra, lascada muito
    fina e liva as cores, e goslo muito delicado, pido
    h.ii alissimn preco de sale patacas e lucia cada corle;
    pagodea de cambraia enhilados rmbico, pelo lia
    rali-siniM preco de 2-.
    A 2,400 rs.
    \ ti i..--*-1 ,i :i-tlrcHiiiliiiii cun I1.ii ras, tic co-
    re- i.\.i- c |.i.liiu- o* mais tleliciioV.que le appa-
    recido. pelo baraUaimo pra^oile -?W rs. o corle:
    na ra do Ocspo n. 5.
    Vcmlc-se um cabriole! meio Menle, muilo
    maiiciio c acallado ile novo: para mt c Iralar, mi
    COChelra junio a cadeia.
    A :>ilK>.
    Corles de casi-a* com barra, ile lindos tleseuhos
    i- ron-s li\iis, a 7.00 rada corle : na roa da Cadeia
    do Hecife n.oj.
    Para as senhoras do bom gosto.
    RICOS chapos de palliinhn de IIhlia, o mellior
    (pie Iem apparecido, lodo com llores avclludadas e
    guarnecido! de plumas, e linissimas litas, a 1.XHXI
    rs. cada um,dilos depalhiidia decores, com osmes-
    uius cnfeiles, a l'WKHI rs., para acabar o rcslo i|ue
    A 5,000 rs.
    I'ara senlioras.romeiasde lina cambraiae lilo.lo-
    tlasbordadd>a auulba.
    Para liomem,
    i ;nm-,i Rnai le niuriin france/, pelo diminulo pre-
    ro de itoOUrs. cada mu.
    I'alilos de alpaca pela cliine/a,la/onda amis
    lina t|uc iem viudo erie mercado, a io^oo rs.,
    tilos de panno lino prelo c de cores, a Ui5e .82*100
    rs.. adoflHM de filele de relro/. c ile velludo* brau
    cts e de cores,para rabera oc senbora, chales le Ii
    lele de relro/ lodos burilados de malis, guarne
    cios de ricas franja>, corles de veslidos ile babade:
    de ua/.edeseda, irepe, e Ii IcV, wdaa esroce/..i<, lliM
    elavradflf, Indas para se \enderein em covados
    manleleles prclos de cores Iodo*, rapolinlios de yros
    de aples lodos com colleles, e oulras mui
    lasfa/.emlas de linho e seda, prcc,o o mais barato
    possivel : na rira do Crespo ii. ,, loja amaiella de
    Aulonio Krancbca Pereira.
    Cera de carnauba sebo refinado,
    'onfronle o cha-
    $
    veudo-aa oeugenlio l.imeiriidia. Minado a,
    inaruem do Trarunhaem, cun WH. butras de lesla- i
    da, cuma leaua de fundo, coin as obras mais pie-I
    cisa-., lodas no\,is, eoplimii moeuda, com bous par-
    tidos (pie com dous rarrus e qualro ijarlos pode
    moer ale dous mil ples, o que he de urande \anla- i
    Rem para um principiante. He de ptimo assucar
    e de boa producrao tanto de caima comu de Icrii-(
    mes; \ende-se rom aluuin dinheiro m-i.i, e o
    mais a pagamento ronfonne se poder convencin.ir :
    os prclendenles dirijam-sc ao enifeiibo Taiualape '
    de Flores.
    Vendc-sc cm casa de S. I*. Jolina- \
    Ion c\ Companhia. na madaSenzala No-
    va n. V2.
    Vinlio do Porto, lupei'ior qualidade.en
    garra&do*
    Vinlio Chci'N, cm hanis de quai'tO.
    Sellins para monlaria, de liomem c Be>
    nliora.
    Vaqueta* de lustre para* obeita decarro.
    Kelogios deoiito [lalcnic nglez.
    ECPavos a venda.
    Na ruado Vicario n. II. segundo andar, existem
    para vender urna prela, crinla, de idade tic 20 an-
    1103, bonitaflffura, com urna cria mulalinha, e tem
    muilo hom leite ; nina inulalinba de 12 a litan-
    nos, bem parecida; e urna prela da Costa, de ida-
    de de :|0 anuos, pouco mais ou menos: os prclen-
    denles dirijam-se a mesma casa, que acbarAo com
    quem Iralar.
    Chales de relro/ bordados os mitfl-fIcos que
    aqui l.....vindo, romeiras de dilo, o de lil de seda
    com quadrinhos anal! nados ; enriende ephigenia .
    l.i/rinl i de seda com quadros e de soslos inteira-
    mente iiqvos, ludo por presos ra/oaveis : na ra do
    Queimado, n. II. luja de Be/erra ^ Moreira.
    Vende-w um carriuho de quatro ro-
    das, para um c dous cavallos, de goslo
    muilo eleuanle, bem construido emui-
    lomaneiro, chesado |>elo ultimo navkl
    de Franca, e por preco muilo commodo : na ra da
    Cru/., n. 20. primeiro andar.
    Vende-fe mu sel lim rom todos os ioim pe ten-
    ees, com puno u-o : narua do Collegio, n. '.
    Deposito :< ile.Ml ;. 120. ,SOO, .-^Mh) ,-.:-tmi
    rs. no Aterro da Uoa-Vi-t,i, loja defronla da none-
    ca : troca-ao pursedulus aluda mesino velliai nm no-
    vo e completo Mirlimcnto dos bem condecido* i-
    pantes do Aracalv para ludes os lamaulms, tanto
    para liomem como para meninos, a 720 e a 800 rs.;
    e bottH para liomem, a 2,^000 rs.; sapa toes de lus-
    tre da Babia, a.teOOOr*.; assim como um complc-
    que a visla do preco e superioridade da i.i/et|.la.
    ninguem detxara de comprar : na ra Nova, loja
    nova ii. 10.
    Guarda nacional.
    Vende-sc o peculio do guarda nacional, cou-
    lendo o que be preciso de lenislaclo para rcuer-se
    nm memoro da mesma Ruarda,pelo preco de IjKIO:
    na livraria n. 0 e S, da prae.a da Independencia.
    PAZENDAS BAKATAS ,
    na nova loja de 5 portas,'na rita do J.i-
    vtanicnto ii. 8. ao |m: do aim/eni de
    louca,
    Vende-se a delicada fa/enda oiiiandis para ves-
    tidos, fa/enda novaogoslos lindos, lingindn seda,
    rica Ta/enda escoce/a em cassa,e cores (Ivas, crlesde
    chita lara de2, X t c."> barras, corles de cassa de
    cores e bonitos uoslos, a 2$ e O'iO, cortes de eaM
    de cores de 2 embarras, a 2?M00, :WXK) e :i>2 Esle estabelecimento acha-se ahcrlo das 6 horas da
    mandila as S da noile ; dn-se as amostras de qual-
    quer i.i/i ihI.i f'iaucamenle.
    Cassas de barra, a 2.S200.
    Vendem-se cassas de barra, de cores Cuas e pa-
    drote nioderuissimos, pelo baralo preco de 2."s200 o
    corle : na ra Nova, loja nova n. 10.
    Para eavallaria e intentara da guarda
    nacional.
    Vende-se superior panno lino a/ul j-ara fardas de
    Cavallaiil o incautara da guarda nacional, pelo
    barato preco de :i.">00 o covado : na ra Nova, loja
    nova n. II.
    ^!!pi^!SEi!3EiRCTt!SaBri
    ' "3 Na loja de encadernacao' e de llvrot da f-
    rna do Gollef lo n. 8, vendem-ie o* ,.-j
    ?7 seznintet livros: Cg
    r.m friiiirrz. M
    t^ Diccionario dos termos de medici-
    na na, por Nvslen......
    gj Uanoal de medicina homeopalhlca
    P5 ^ Ur. Jahr, ricamente eueader-
    M| nad(..........
    p!a i.m portugus*
    R] Dicciouirin abreviado do* termo*
    f j de uredicina (>elo Ik. Moscozo .
    pg Manual completo do |)r. Jahr 1ra-
    HE N/i.! i pelo l)r. Moscozo, 4 vo-
    Hu luines.........
    O.'IHK)
    KiSKHI
    .-sIMNI
    2 ANTII.I ilAIlK K^sTnlTiollllUilE
    DA
    (o orliiiieiilode cnlr.idos traiice/es de todas as quii-
    lidiides. lauto para lioinciii romo para senlioia me-
    ninos e meninas ; pert'oinarias, e sendo em porreo
    far-se-lia um alale, ludo por prero muito eoinuio-
    do, aiim de ae apurar dinheiro.
    ii s senhoras para a fasta
    Sedas eseore/as as melliores, e mais mo-
    dernas i|iie lia no mercado, pelo liaralissjmo ^8
    preco de 1SJ600 rs. ocovado; mantelete o
    rli.ilrs muilo grandes, o lucios ehales. ludo
    de retro*, e mullo moderno, manleleles de
    seda prelos e de cores, eurles de sedas ada-
    mascadas prelas e de rores, romeiras de lil
    de linho com i|uadros assetinado, sen-
    do eslas as mais modernas que lia no
    mercado e lodo por precos commo-
    dos, u.i loja da estrella ile lireuorio c\- Silve
    ra : na ra do t^iieimado
    na ra da Crur.
    19,
    -se no aiiiKi/.i'in Je
    na na ila Cruz. n. 2,
    James
    II sc-
    veinle
    |kris.
    Vende
    llnlliduv
    guibte:
    Relogios(leoiiix>e prata.sabooete, iiaii'u-
    te in;liv..
    Sellins ingleses.
    Ditos ii<'lt*y.es euuticM.
    Silln'ies liara montara desenbora.
    Caberaaasde como branco.
    Alivio para cairo, ili- un e dous ca-
    vallos.
    LilPternM para callo e caljiiolel.
    Vendein-si'. por preco commodo, chapeos
    palha do chile, em porcao ; ditos de fellro, fahrira-
    dos to Itio de Janeiro.' lamhem em porcao ; dihe-
    renlesmiude/as, chenadas de ll.imhnrjii rerenle-
    nienlc ; rosarios de mlwanga, lano hranros, como
    do niabcdroa : linha de rori/. c conlas domadas:
    no eecriptorlo de Kotaea A Companhia, ua ruado
    Trapiche n. ;li. primeiro'andar.
    Atlcncao .
    Na loja da estrella de Gregorio ,y Silveira, rna
    do (Jiieiuiado, n. 7, .mu.i ha reslo das peehiiichas a
    venda, daeslincta loja de Jos,' i......... .Moreira.
    Itrim de linho branco Irancadd muilo lino,
    a vara............ mo
    Dito dn linho trancado de corea, a vara H00
    l.eueos de seda para mao, limito linos, cada
    un.............l-jl-JO
    Meios lencos de seda para grvala. 800
    Corles de cambraia de barra ...... IHMKJtr
    Dilosde dila decore ........ vftHOO
    Cassa oVgandi/., a vara....... 560
    Corles de chita de barra.......2JKMI
    Mcins cruas para liomem, o par..... 1611
    Hila- brancas para senhora muilo linas, o
    l>ar .... ......... :M0
    K outras muilas fa/endas por precos muilo bara-
    tn : a ellas rreutieze* que e estao acabando.
    Aterro da Moa-Vista, laberna nova detronle da
    boueca, n. K, acha-se surlidu do um novo a com-
    pleto sorlimenlo de lodos os gneros seceos c mo-
    lliados de supci k>i qualidade,^ presos muito com-
    modos, e caf muido, do Hio, de primeira qualidade
    a L'lllrs. a libra.
    SAL SAI'A lilil. HA D-i: BRISTOL
    A SALSA PAMtlUU OE SAM)S.
    Attencao'
    \ SALSA PAHHII.IIAIE IIIIISTOI. dala des-
    de 18.13, e Iem conslanlcinenle maiilido a sua if-
    pulaian sein necessidade de recorrer a pomposos
    aiiiiuucios. de que as preparacoes de merilo podein
    djapensar-ee. t> snecesso do Hr. KltlS'l'tii. iem
    provocado jnlinilas jnvejas. e, entre oulras. as dos
    Srs. A. K. I). Sands. de New-Vork. preparadores
    c proprielarios da salsa parrilha conhecida pelouo-
    ine de Sands.
    Estos senderes solicitaran a agencia de Salsa par-
    rilha de Krislol. ecomn nao o podessem obler. Ui-
    hriraram urna imUafSode llristol.
    Kis-aqui a caria que os Srs. A. II. I). Sands es-
    ereverain ao llr. Ilrislol no dia _'n de abril de INi-2,
    c que se acha em nosso poder:
    Sr. />r. C. C Ilrislol.
    Bfalo. &c.
    No-.,i apreciavcl senhor.
    Km lodo o anuo passado lemos vendido i/uattti-
    dailes consideraveis du exlraelo de Salsa parrilha de
    Vine., c pelo que ouv irnos dizer de SU8S rirludrs
    aquellos qoe a Iem usado, julgamos que a vendada
    dila medicina se augmentara muitissimo. Se Vmc.
    qui/er fa/er um riiiimiin roinnosro, crenius que
    nos resollara milita vanlagem. tanto a mis romo a
    Vine. Temos muilo pra/er que Vmc. nos responda
    Robra osle assumplo, e se Vmc. vicr a esta eldade
    daqui a um me?, ou cousa semellianle. loriamos
    muilo pruer em OVerena noaaa holica. rna de Hui-
    ln. n.711.
    Ficam s ordena de Vmc seus seuurus servidores.
    (Assisnados) A. K. I. S.v.NS.
    CONCLUSAO'.
    I. A ailtigoldaJe da salsa parrilha de Ilrislol he
    rlaramenle provado, pois que ella dala desdo 1833,
    eque a de Sands s.i app.ireceu em IHIJ. poca na
    qu.il esto droguista ''' 'iide obler a agencia do llr.
    Brislol.
    '2. A su|KToridade da salsa parrilha de llristol
    he inconleslavel: pois que nao ohslanle a coueur-
    rencia da de Sands. ede una porcio de oulras |ire-
    naraeoes, ella iem nuniidoisua rapuUH-aoera qoa-
    si loda a Amrica.
    As numerosas evperiencias feitas com o uso da
    salsa parrilha em lodas as enfermidades originadas
    pela impureza dosaneue, eo bom evito ohlido nes-
    ta rdrte pelo lilm. *r. llr. Siuaud, presidente da
    academia imperial de medicina, |ielo Ilustrado Sr.
    llr. Anlouio Jos IVivolo em sua clnica, e em sua
    afamada casa de saude ua tiamhoa, pelu I lim. Sr.
    I)r. Salurnino de (lliveira. medien do exercilo. e
    | |mr varios oulros mdicos, permillcn hoje de pro-
    clamar altamente as virtudes ehleazea da salsa |ior-
    rilha de Ilrislol vende-se a .VMKK o vidro.
    ti deposilo desla salsa mudoii-se para a botica
    franceza da ra da Cruz, em frcnle ao chafariz.
    Km casa de Brttno Praeger&Com-
    panliia, na na da Cruz n. 10, vende-se
    o seguinte :
    PIANOS FORTES dos melliores auu^
    lies ede moderna canttruccSo.
    INSTRUMENTOS DE MSICA para or-
    cliestra e llandas militares.
    OltlfAS DKOL'KO de toda a qualida-
    de edo mais apurado fjosto.
    \ INI IOS St.Margot,St.Juiien ecbam-
    pasnbe
    LONAS dedillerentes ipialidades.
    BRINS DA ItISSIA.
    MOBILIAS DE FERRO, comoiejam,
    cadeiras de dilTerentes moldes, inraas e
    solas, assim coinocommodas demoiftio e
    cadeiras de bnlauro de sipo, viudas de
    Franca.
    OLEADOS com lindas pinturas de (ruc-
    ias, etc., para mesa de ineio de sala e
    bancas. ,
    CIIAKLTOS da Huvana verdadeii'os.
    MOLDI'KA DOURADA para piarni-
    cSo desalas e cpiadros.
    Vende-se um grande sitio na estrada dos Afllic-
    lOS, quasi defronleda igreja, o qual tem meitas ar-
    vores de fructas. Ierras de planlacoes, baila |ira
    capim, e casa de vivenda. com bastantes conuno-
    do) : uiiem o pieieiiilci dirjase ao uiesmo sitio a
    euleiiuer-se con>o Sr. Antonio Manoel de Moraes
    MesquiU l'iiuenlel, ou a rna doCrcspo n. 13, no
    csiTipioiio iiopadn-Aulonio da Cunlia o Figuei-
    redo.
    Vende-se a entlenle arnucSo.toda deamaiel
    lo a eiiviilr.ic.i.la.coioncu balcot moder......Un.
    lincta loja de fazcndM da esquina da na do Cabul
    gi n. tt, a Iralar na mesma loja.
    Vende-se un canoa de boa qulidade, sendo
    ella de familia : quem quizer comprar, dirija-se io
    porto da ruaNovs, a fallar com Domingos Soare,
    Vendem-se corles de casemiras deimiiio ii^n
    soslos, (axenda so|ierior, ditos de velludos lavrado,
    Kia colleles: ua ra do (Jueimado, n. 46, loja de
    zerra & Moreira.
    Deposito de tecido aa turica
    de todos os Sntos. na Babia.
    Vende-se em casa de Domingos Alves
    Maiheus, na ra da Cruz do Hecife n. 52,
    primeiro andar, algodo transado daquella
    fabrica, mu improprio para saceos e roa-
    pa de escravos, assim como fio proprio para
    redes de pescar e pavios para velas, por
    preco muilo commodo.
    Mulla aiteacao' baratea -ntraonllAMHa, na
    rea do Cro, m. 14. laja 4a Joa4 rrancto-
    ovDlas.
    Quem ti\cr l^kkMpmi um corle (fe cambraia fina.
    cor fljta.padrdefl muilo nMhternoa.que parecern*.nlid.
    de ricos goslos; quem tiver 250 iem um corte .|e
    cambraia de loilas is rios, ricos umita Je barr,
    edres Obs com H varas c meia ; quem'ti%er :!.-1< >
    Iem um corle de cbila lina de lodas as cotes, miutli-
    nli.i-, com 13 covados; quem liver I so compra um
    covado de panno couro, fazeuda trancada escura le
    "1111,1-11 cor, muiloencorpado,proprio ptraoscrvi^i;
    quem liver 640 compra um cobertor de alitodo!
    proprio al para escravalura, isto se vende assim ba-
    rato para liquidando de certas conlas.
    Anda existe um pequeo reslo de bicos eren-
    das tli lerra.assim como alguna lencos de labvrnllio,
    muilo bem feito*, ludo se vende barald: na'rua.No'
    va, n. 10.
    N'a i ii.i .N.I..I, Inj.i H.20, vende-se nina rica
    in.illi.i de labyrinlho assim ramo um riipiissimo ro-
    dap de cama, lambem do labvrintho, oqueiuiln
    se vende muilo baralo.
    Yeiidem-5e os si'j;itiiilcs livros, defrontn
    do Collegio, ollicinu de encadernario.
    Diccionarios inglezes de Vieira, tanto poralek
    como dos grandes, dilos franeczes de Fonseca, dilo-
    cllepinos,da ullima qdicao, coulcndo qlo hnji,.
    Prosodia de Benlu Pereira, Constancio porliiuij/
    da ullima edii;ao, obras completas de Cainoe.-,iiiv
    loria ilo povo de leos, I u Teixera, collcrroj. rja
    leis do imperio, Muncde Braud, Viruilio, lonciu,
    Tito l.ivio. Selerla, Fbulas, Saluslio, cartas ile
    A-B-C, TaUadas, (latbecismo, Kcongnii,) da \\A.\
    liumana, (^artillias e oulros muitos que sedeliaui
    de annumiar por u^o facer muilo extenso o iiiuuii-
    cio.
    Calcado taxiado.
    O deposito do alerro da Boa-Vsla, u. 22. icaba
    dereceberda Tabrica di Soledade um lindo sorti-
    inenlo do sapalos de todas as qn.ilidades.lauto pan
    liomem como para seuliora ; ollerece ao raapeitatd
    publico sapa los braneos a 29000 e eugra\
    lylodebi/erro fr^ncez.a 29."0(: quem csperimcoUi
    una vez este cateado nAo deiva de comprar lanls
    o de Aracalv como Trancez : lambem se vende s;i|M-
    loes dp couro de lustre, a 47)000.
    Vende-se urna cscrava moca,que sabecogiulirii
    algiima cousn,lavar de sabu, comprar e fazer o ser-
    VJCjO de urna casi.e muito propria para ser applicadd
    no servido de engommado, por ser reforjada e Uu
    lar molestia alguinx, uem ler oulros vicios : na rud
    Direita, u. Olt,
    HOB LAFFECTBUR.
    O nico autoritario por decitilo ilo comelUo real
    e decreto imperio/.
    Os mdicos dos bosptaes recommendam o arrobe
    l..iil \ernoc pela Keal Sociedadc de Medicina, lula mi'
    dicameiilo il'um goslo agradavcl, e fcil a lomar
    em secreto, esl cm uso na mariuba real daada mais
    de 60 aniiiw; cura radicalmente en POVCOlampo,
    com pouca despeza. sem mercurio, as allecces da
    pelle, imptnuens, ascousequencas das sarnas, ul-
    ceras, c os accidenlos dos |>ar(os, da idade rrilira e
    da acrimonia hereditaria dos humores; convm ao*
    calliamW, da besin, as conlraccocs, e fraque/a
    dos orgROBi precedida do abuso das ineei(,i"es ou de
    sondas. Otmo anli-s)pliililico, o arrobe cura ein
    pouco lempo oafloiM rcenles ou rebeldes, que m.I-
    vem incessanles sem cousequencia doempregodan
    paiba. da culH'ba, ou das injecces que represen-
    tan) o virus -4.'m neutralisa-lo. O arrobe l.aUeeleiiv
    lie es|>erialnieule recommendado contra as doenra*
    nncteadas ou rebeldes ao mercurio e ao iodureln
    do |K>lasio. Veudc-se em Lisboa, na botica de Ii .
    ral, e de Antonio Feliciano Alves de Azevedo. pra-
    ca de I). Pedro n. HH, onde acaba de cliegar uin.i
    traude porcao de carrafas-grandes e pequeas, vio-
    itas directamente de Pars, de casa do Sr. Bo\ve,ni-
    Irfill'ecteuv 12, ru Kicbev u Paris. Orrormuliinu-
    dam-sc _r.ili- em casa do agente Silva, na pra<; l. Pedro n. 82. No Porto, em casa de joaquim
    Araujo; na Babia. I.ima i\'Irmaos; em Pernaiu-
    buco, Soum; Kio de Janeiro, Rocha & Kilbo, el
    Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joao !':
    de Magalea Keite j Kio-Orande, Franciaco la Cont (S; (..
    ESCRAVOS FGIDOS
    Gratificacao' de 50,000 rs.
    No dia 2ido corrente mez, fuitio o pelo Aolooio,
    de nacSo Beoguela, com idade do 25 a M) anuo-.
    poueomaisoumenos.de eslalura baila, serr
    corpo, tem as costas da nWlo direila um oo um
    pouco puvado ra por ler quebrado din dedo, e
    as emellaa Iem algnaai de feridits : quem o pegar.
    leve-oa casa n. 15, dcfronle da matriz do Corpa
    Sanio, ou no primeiro sitio entrando para o Cajuci-
    ro na Passagcm da Magdalena, que receber ije^f^
    li(caco:iO(KKrs.
    Omlina a estar futida a escrava lemililde*.
    com os seguidles sigiuies: cor de formigo, eslalu-
    ra regular, de lOannns, pouco mais ou menos, sem
    peilos, possuudo apenas os bicos, com nm Inhihlin
    prximo a una das sobrancelbas, sem deutls im
    trente da gengiv*>su|ictinr. ps curtos, e sem o dedo
    mnimo eill ambos elles. Adverle-se que ella he te-
    zinhcira,e sup|>oe-se achar-se bomisiada as iiiiuir-
    Imv "'- da ponte de Telina, onde (em um lillio que
    he aprendiz de alfaiale ; quem a apprebcnder. le-
    ve-a o ra larga do Ko>ario u. !t, ou ao ni_--i.
    breos, comarca de Nazarelh, que sera cmn gew>
    rosillaile recompensado.
    Desappareceu no I.* de junlp) desle anuo de
    1RVI, do engenbo Pinpama uova, freguezia de San-
    to Anlio, comarca da cidade da Victoria, provineil
    de Pernambuco, um moleque de nome Baler3o<
    crioulo, um lano fula, de idade 10 aunus, ponto
    mais ou menos, pequea eslalura, roslo abocetad.
    nariz chalo, cabellos um pouco vermelbos, cheio de
    corpo. ps pequeos, cum duas eiealri/es, i.....|>c-
    quena sobre a (esta proveniente de urna queda. 0
    "Mii.i urande em una das pemas pela parle de den-
    tro ; pertenceute este escravo ao rapitilo lionisi
    tiomes do Hego, proprielario do engenho ariiiM
    mencionado. l)*-se urna boa gralificaeao a qoein o
    apprehender elevar no referido engenho, ou na
    (idadeda Victoria, oumesmo a quem delle der no-
    ticia.
    Fugio no dia 14 do correle o prtto Ka>muu-
    ilo de estatura resillar, cor fula, cara larca, barl
    cerrada, ha ocasioes que a rapa, he crioulo inuii"
    ladino, rendido de nina verilba, representa ler ;i"
    anifns, levon calca de brm azul de lislra e camnl
    dealeodo; andava com ferro ao pescoeo e cotfll
    que j o lirn: roya-se as autoridades poliejac* e
    capilftes de campo a captura do mesmo, ele**-
    10 a rna Direila n. 70, que ser generosa me njc re-
    compensado.
    Anda couiinua a eslar huido o prelo que cm
    11 de selemhro prximo pausado, fo t\o Moiileir<.
    a um mandado no diiaeubuVerlenle,acumpnuli.ind>
    ninas vaccas, de mando do Sr. Jos Bernardina
    Pereira de Brilo, que o alugou pari mesmo fu."
    escravo he de nome Mauoel, crioulo, haixo, groe*'
    e meio corciHida, com a barriga grande. Iem um -i-
    gnal grande de ferida na perna direila, cor prell<
    nadegarempinadas para fra,pouca baiba.lcm < I'
    ceiro dedo da mlo direila enroUiido, e falla-llii'_"
    Juarlo, levou vestido cal^a azul de zuarle, canil-1
    c algodAo liso americano branco, porm levou ou-
    lras roupas mais finas, bem como, um clia|H,o |>rel
    de seda novo, e usa se mu re de correia na cftla:
    quein o pegar leve-o na Capunga, -iii" de ;;i
    Anlouio da S.'lva Alcanlara, ou nesta pra.;;.. '"}
    largo de lioiu.io i\ Companhia, que sera reeompeiHOTO*
    -r lesappareccram na fundijod'Aurora, na ueilf
    de 19 de agosto, os prelo Miguel,'Angola, idade I >
    anuos pouco maisou menos, eslalgra regular, "
    ciidnnii ni, n>-to marrado de bexigas: Mauoel, 'r'"
    go, idade 30 a unos, uaixo, um tanto cheio do carpe,
    levou calc,a dfl ciscado d'algodo, cami-a de mnla|Hi-
    I30i bonete, chapeo de sol, ambos fallam deacanj
    do, e n.0 leem barba. Suppoe-se lerem iWj lu
    zidos : ruga-se a quem os apprehender ou dfllcs n-
    ver noticia do dirigir-se o mesma fundicao que aara
    qem recompensado. _
    r^m.,-rn. *M. r.. r-n.. -^"
    '
    i
    II
    I \ /
    M1L.


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