Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02281


This item is only available as the following downloads:


Full Text
mm^mm
DIARIO
vmmmtommmm
n. w>
PEMAMBICO.
PBZ(JO DA UBSCBIPIJAO .
Siilwcrev-sa a 159000 poranno, a 1^000 por
i|iurt.'l paso adianUdo, e 4*)500 por qunrlet paRo
.enrulo, iih casa do mu proprielario, M. Figueira
Hio de 1. casa do Sr. Joao Percira Martin*.
Halda o o o K. Puprad.
Macei a o Joaquim Bernardo Meiidonra.
Faraliiba n Jos* Korlrigoes da Cosa.
.Nalal ooo Joaquim Ignacio Pcreira.
Aracily o o Antonio de Lemoa Braga.
i t'.ii.i' o o Victoriano Augusto ltuiges.
MaranliaO o o Joaquim Marques Hodrigues.
Para' o a Justino Jas Ramos.
CAMBIOS DI 24 D NOVIKBBO
Sobre Londres 28
Pars, 34.1
I.i-!i.i. 9."> por cenlo.
TAS*.
Ooro. Onras hespauliolas. .
Moeilas de (5100 velhas
o de fiiO() novas
o de 49000 .
Palarfies brasileiros. .
Pesos columuarios .
Prala.
f lili'Ur .....- .
Acroes lio Mauro. .
Descont do Ledras
089500 a 293000
..... 169000
..... 169000
..... 09000
...... 19!):W
..... 190.10
..... 19800
..... 10
..... Oallo
WOTXCIAS E1THAMCEIBAS.
Portugal .
llespanba
I I .111''.I .
Blgica .
Italia. .
Alemanlia .
l'rus-ia .
Dinamarca
Turquia .
Kussia. .
15 d iil. Austria .
8 de .d Inglaterra.
.7 de Suissa .
3 de a Sueria. .
3 de E. Unidos.
i de Mlico .
ti de California.
16 de Cbili .
M de Sclli Buenos-A .
20 de Moutcvideo
5 de Oul.
22 de
2de
:10 do Selh
M do *
8 de *
18 de Agos
27 de
2 de Nov
i de i.
noticias do nonio.
S. P. do Sul II de OtlL
8. Paulo 30 de
Minas.... 2 do Nov
R da Janeiro 1.1 de a
Baha .... 17 de
Para' :il de Onlb
Maranlia 5 de Nov b.
Ceara'.. 0 de >
l'.ir.ilnli.i 7 de
Alagdas 10 de
PABTIDAS DOS COBBIOS.
Oliuda, todos os dias.
fletarla, as quintas Teiras.
Caruani. Bonitoe tiaranbuus, nos diasl e!5.
Villa Bella, Boa-Vista,E\ii eOricury,a 13e28.
(oianna eParahiba, segundare sextas.
Nalal, quintas letras.
das da sxmama.
21 Segunda. Apresenla-
cAo da SS. V irgcin.
22 Terra. S. Cecilia v.
ni.
23 Quarta.S. Clemente
p. m.
Jl Quinta. S. Joao da
_ Cru.
25 Sella. S. Catliarina
v. m.
26 Sabbado. S. Pedro
Alexaudrino.
27 Domingo. S. Auiilio
ADDIXSJCIAS.
Ir iliini I do commereio.
segundase quintas.
Retaran'
lerdas esa Miados.
Faztnda
tenas esexlasas 10lilas.
JuiMQ de Orp/iaos
segundase 5. a* 10 lioras.
I'rimeira cara do eirel
tercas e 6. ao meio-dia.
Seg indurara do cirel.
quarlase sab.ao ineio-d.
Novembro I La nova as 6 lioras, 18 minutos e
31 segundos da raanli.
7 yiiarto crescente as 9 horas, i I mi-
nutse 35 segundos da larde.
15 La ebeia as 4 horas e 20 minutse
39 segundos da tarde,
o 23 Quarlo mingoauto as 8 horas,
N minutos e 39 segundos da tarde.
PBXAKAB DI HOJE
11 dorase 12 minulosda manhSa
12 horas e 6 miuulos da tarde.
IS
Primeira
Segnuda
i
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA JUSTINA
i. < secrJo, Km de Janeiro.Minulerio dos
negocio* da justica, titf lllm. e Kvin. Sr. Foi prsenlo S. M. o Im-
; : i i'H com u ofllcio iU-".t previdencia de \'\ de
agosto 'illinin. o requerimcnlode Martinho da Silva
tingla, o qual leudo sidti prvido na serventa vil.ili-
riade labelliao denotas, escrivao do crime, rival,
orphAos, capel la* e residuo do termo de Sanio An-
ulo dessa provincia, cunto consta da respectiva car-
ta imperial, tora, ao depois esta maree' limitada s-
nienlo aoodlcio de tabplli.lo de notas e eseti vao de
orphaos, por virtude do aviso de _'T de maiodo cor-
ren te auno, o qual deca rou que a dila merco", con-
ferida aosupplicantc, era adooffleto de qno Tora
-crvenluario vitalicio o seu antecessor Jos f.aval-
canll Forra* de Azcvedo, sendo que esle linha si-
tio poniente labelliao de uolase cscrivo de o pitaos,
e uSu por virtude de scu titulo, semlo por despa-
rlh do governo da provincia de 5 de oulubro de
IKWe" de agoslodo 18.0, ocrevia ello no crime e
(ivel: c conformando-so o mesmo ancustn Si-nliur
cotn o parecer do procurador da coroa, fazeuda e
Mibcrauia nacional, que foi
Houve por bem resolver qu
Mipplicantc como n'elle se <
reculados, romo cumpre, pi
ludo o imperio, os nutrios di
t)(|iiecommuuico a V. Etc.
fteOi uarde a V. Ec. Jv*
ile tiaiijn. Sr. prcsiJenle da
llllllUCO
-t;
'i.Imh'
iiiHn
ivido a esle respeito.
prevalera o Ululo do
inh-ni, ate qnqsejam
unta medida fiera I a
labclliAes a Merlviae,
Mira sua inlellificncia.
Thomaz *aburo
provincia da Par-
, Falacia dottovaroo d
vembrode HA.Figucired.
i'jNOtfti--------
GOVERNO DA PROVINCIA.
Exptdlenia 4o da 33 de novembro de 1863.
oilirio'AoExm. pnsiileute do Hio Grande do
Sul, acensando rerebidos dous exemplares do tela-
luhoqne S. Exc. apresentou a assembb'a laglalalf-
va provincial, por occasjo de abrir asegunda neaafo
di quinta le>{isla(ura.
Dito Ao meollo, duendo que, romo ollirio de
-11 de selembro ullimo.recebeu >- rvemplares.a que
tile a refere, das collarroes das lcis promulgadas
pala aasemblea lefjitaUva daquellti provlnelai edos
re ilorioa con que teui do abortas as sitas respccli-
vaife*6Mt except os dMaioi de ISIie SI, que
iio foram lipreaioa. TranamiUlram-aa i weno-
plarai de que se trata ao direclitr do Ivccu para a
btliliolbeca. '
Dito Ao niarcchal connnandanlc das arma*,
enviando por eopin o aviso circular da rcparlrio da
-ui'ii.i de 10 docorreifte, mi qual nao so se declara
bavcrocltefc da reparlinlo de quailel-mcslre-cene-
r.d infonnado. que anda nao foram recebidos os
mappas e cotilas uerafs'clas-ilii .hIh> lo fardantenlo,
armamenlo e-mais objectos, eoticeroenlea ao malr-
11 il do eiercJlo que deve esla provincia remetler,
eonjodiapOeotarla. Bal M do regalamento de -<>
de Janeiro desle anuo, mas lambem se delenniua,
i|ue na evpeca iirdeJ para que se ciimpra essa parle
do citado i'_'iiI.iimpmiI".
HitoAo mesmo, reViellendocopia do aviso da
rapariipRoda guerra de III do crtenle, para que S.
BiC, de KIUU urdeus p ira a marclia da forca que
leui de siilwliluir a que seacltana l'arahiba, liin
deque esla DOM seguir, para 0 Tara a reuuir-seao
Mocorpe.
Hilo Ao mesmo, duendo que. com a tnlorma-
ijo que remalle por copia, dada pelo ju/. miiniripal
ill I.'vara deslacidade,responde ao >eu otlicio re-
lali\amcnte ao soldado sentenciado Antonio Kodri-
fjueaCluivaja*
HiloAo mesmo, communicando que, secundo
couatou deavioda repartirlo da guerra de \'2 do
mrenle, se conceileii passasem para o corpo de
-ii.ti un m |xa da Babia ao I.' cadete da companhia
Iha de cavallaria desla provincia, Horacio de (ins-
inii ocllm. .
Dito Ao mesmo, para informar, se
Ibaode arlilbauia a p, linda tem nece>
KMi pares de sapalos mencionados no pedido a que
aa refere o ollirio qud remelle, do director do arse-
nal de guerra.
Mito Au insfierlnr ila lltesouraria de fa/euda,
iHiiimuiiicaiimi, alim de pie o laca constar ao ins-
pector da .ill.ni It'Li.i e ao administrador da meaa do
ninsulado, que, segundo foi declarado em aviso da
eparlirao de estrattgeirus de37de DUlubro ulli-
iim, coucedeii-se o imperial beneplcito a mime,i-
i\mconferida ao cidajllofranee/.(asquet, pararon-
Mil inlerino de Franca tiesta provincia, durante a
au-enria do cnsul Jules de Pianclli. Fizeratu-
aeaa oulras communcicac/ies.
Hilo Ao mesmo, devolvendo o requerimenlo.
cm que Mauoel Pires r.a'tnpello Jaeome da Gama
pede se I be mande pascar ttulo da dmi> terrenos de
marinba na rita Imperial, os quaes, leudo sido con-
cedidos a Mauoel Jos do Nascimeuto ea Manuel
.loaqum Vareda, se arbam ilevoluto. ;iliui de que
proceda a respeilo de cuTiformidade rnm a sua in-
forma cao de VI do crrenle, S0b n. 'Mi'i.
IHlo Ao mesmo, dizemlo que, vista de sua
informarlo dada sobre o requerimenlo emque An-
tonio Ferreira Itraua pede permlfaffa para vender a
Mara do Nascimeuto, pela quaulia de 1:1:10}re.,
a C8M u. '2 da rita da Praia do CaldelrelrOt sita em
terreno de maYinba, lanrou em dito requerimenlo
o despacito segunde : Sim, pagando o Mipplican-
te a iza, laudemio e foros vencidos.
Dito Ao mesmo, dc*volvettdo o requerimenlo
i.' b
idade
FOLHETIM.
. .i .>,.^
BRANCA D,ORBEB
(POH Hippolytc Calille.)
I
A imaginarn pode edilicar caslellos ina^iiilicos
na Hespaplia. na Italia, no ar, ouem oulia qual-
quer ptrta; mas deuois ile Icr perrorrido Kprvllla
desde o lago de Morfondes al i grade - i'li.i deve wr almndonado.
Nao lie possivel construir caslellos imaginario*,
quaad* se lem visitado esso dnminin com *c>u |inr-
,|,ie inmenso, sua coelbeira de Saula-llaldegoiide
a taa V'al-Fleuri.
0 arado e a ciliada passaram solirr todas essas
.....n illi.i-, e lioje so resta urna prupriedado rea-
dota, na ipi.il se podo laaar bjpolbeca com loila a
se'juran^a.
Aiiligamenle Norville era un predio clieio de
cipressao, que pagava sua maiiutcm;.lo rom bellas
Mimliras, perspectiva encanladoras. cacas, llores,
verdura, aguas tronsparenlcs, e brisas frescas e em-
balsamadas.
A' .x, |.,..,, de Grandlieu, dominio feudal do
principe de Poufliis. naoJiavia em lodos os arredo
resdeBlois propriedade eanparatal a Norville,
Grandlieu er,1 mais anligo e mais vasto, suas malas
c suas Ierras ai aveis eram mu rendosas; mas Nor-
ville com sua arrbileclura de l.uix XIII, seus lij-
los encarnados, suas pedris brancas, seu ledo de ar-
ooala, suas bellas c.bamins, snas varaudas e alias
caradas de mafinore soliresabia 1,1o elegaulemente
no verde-claro das acacias de seu paleo, que era
preciso 1er os ollios do proprielario paraiiv Iha dar
a |ireferencia.
lle|iorlemo-nos sobreludo nos ltimos annos da
rpslauraro, pa em que duas oo tres ve/es em
rada nova estatu Norville se animava ao liimullo
das fcslas e das cafadas; ,i,( entilo que essa delicio-
sa habilaro se arreiava de lodos o adornos, que a
arle e o lu\o pie-t.nu a nalurea. Toda a cirruin-
viinliancaeslremecia. e'al de l'aris vinlia geulc
para as Testas de Norville,
1 iii.i das ullimas que foram dadas nesse castcllo
1"" Mi. de Beauvilliers esua mulber, leve lugar
nos primeiros dias de juuho, e diiem que loi mais
tinllianle que asoutras; porin o que o publico isj-
nra he que ella leve nuin inllueucia decisiva sobre
deslinos de Norville c de seus habitantes.
Aqnelles que se diguarem de vivar un mome-
lo lora de sua proprii existencia para se identifica-
do juiz municipal do termo ile tioianna, bacharel
Casiano Eslcllil Cavalcanll Pessoa, e diieudo que
deve ler lugar o pagamento do ordenado que pede
o supplicanle, visto ter elle oslado docnle durante
o lempo que allega.
Dilo Ao presidente do ronscllio administrati-
vo, remetiendo copia do aviso circular da reparti-
c,ao da guerra de III do correule, alini de que tiran-
do aquello cousellio inleirado de quantn se deler-
iinii.i mi dilo aviso, de eieciiriio ao que disfioc o
arligo 1:1 do regulameuln de ti de fevereiro ullimo,
com referencia aodc 11 de novembro do anuo pas-
sado.
Dilo Aojui/. relator da juntada justica, Irans-
nllllodo, para ser relatado em se*s.iii ln niesina
junta, o i.....!--.i verbal feito ao sublado do nono
balalhao de infanlaria, Jacinlbo dos Paasoa Cuedes.
Parlicipnu-se ao marcclial comniandanle das
armas.
Dilo Aojuiz de direitn di comarca de Sanio
Aiiliio, ciiviando pur copia o aviso da repartirlo do
jiislica, de39 de iniliil.ro ullimo, do qual consta,
que deronformidade rom o parercr do procurador
le conia soberana e fazcuda nacional, resolveu-se
que pievalcra romo nclla so cunt m, o titulo do
M.u linli ila Silva t'.osla escrixo d'aquella cidade,
ate que sejam regulados, romo cumpre por urna
medida geral em lodo o imperio, os officiosde la-
bellilaa, e eacrivAes.Igual hb respeclivo juiz mu-
nicipal.
Olio Ao eommandanle do presidio de Kernan-
do, para f.i/er seguir p.ira e-la capital na primeira
opporluniladc, oseiileiici.ulo militar Amonio Jos,'-
de Olivcira. que leudo j.i cumprido sua senleiiea,
- requisiladu pelo Jul municipal da
. C.ommuiiicou-se a esle.
nesmo, acensan.lo recebida as guias
.o JoiiquiTii dbanla Anna o Antonio
Santos, que Suic. tez remoller para
i patacho /trpana. Bnviarain-aa
se (rala ao jui/. municipal da pri-
ba
l>i iiinii;i vara
liilu Ao i
dos presos Jo*
Bernarda dos
e-ij capital ni
as guias de que
metra vara.
Dito Ao director do arsenal de guerra, inlei-
(eiraiido-o ite liaver em vista de siiainfiirniaeo, ele-
vado.! l-'',iiii rs. ojorual que actualmente percebe o
" dll
del i
das
un
serenle cncarregaif
Tbomai Antonio tf
iiicaciies se faz a I lies
Dito Ao dirocloi
ier desembarcar com
posirjo, a |iedld de cale i
mu ronduiio do presidie
ram-se conienien
HiloAo jui
zenilo que pela leilura do oflici
rebivo d' aonala arsenal
la Cusa.Igual cominu-
ria da fazcuda.
obras publicas para fa-
vida.le, fleaude a sua db>
, ipio o patacho l'irupa-
da l'ernaiiilo.Kvpe.li
s urden, a respailo,
municipal da primeira vara, di-
que remeto |ior
pa, a qual acompaiiliam as guias de que elle I rain
Macar Suic. Miente da que nao clieg.iram ao Pre-
sidio de femando os scnlcueiados Antonio Comes
Corris e Anua losepna.
Dito AO inspector da lliesouraria provincial,
liara que a villa desua informarn, mande pagar ao j,,'^ esle d'isconlo o a 'peda das vauagns
'.irremalanle dnaacudoa do Mmoeiro e l.am'ia da Ex
Terceira companhia.
CapilloO lenle Jos Lucio Monleiro da tranca
TenenlcManuel Joaquim de Miranda e Souza.
Alferes Francisco Cavalcanti de Albuquerque.
Quintil companhia.
CapiloJoaquim Mauririo Concalvcs da Rosa.
Cnmiuunirou-se ao referido ronimandanle su-
perior.
Hilati prcsidctilc da provincia, leudo em visla
a proimsln do lenenle-coroncl eommandanle do ba-
lalhao de arlilharia da guarda nacional do munici-
pio do Recife, datada de l.'nlo correule, c a mror-
mafilo do respeclivo coiumandaiile superior de I
desc mal, raaolve nos lermos do artigo 18 da lei n.
(102 de 19 de selembro do 1K.V), nomear para ofliciaes
do referido bal.dliAo os cidadans seguiul
F.slado-maior.
I'ara segundo lenle porla-bandcira, C
Aflbnso Moreira.
Primeira companhia.
Para segundo lenle, Manocl do Nascimenlo
Ara ojo.
Segunda companhia.
Para canilao, Jos Baplisla da Fonseca Jnior.
Para primeira lenle, Thomaz de Azcvedo An
tunes.
Para segundo lenle. Alvarn Auguslo de Al
incida.
I.luarl.i eonipanbia.
I'ara segundo lenle. Jno Manoel da Cosa e
Silva.
Scicnlilienu-se ao eommandanle superior.
C0M5IAND0 DAS ARMAS.
Quartel general do commando da, armas do
Pern.imbuco, na cidade do Reelfe, em 2*
de novembro de 1853.
ORDEK DO DA SI. 23.
O marecbal de canipocomin.indaiile.das armas de-
clara, de riHifonnidade com o disposlo no artigo 17
doregnlamenloapprovado pelodorrclo u. HW.l de
I! de deumbro de I i que nesla dala conlriiliiram
novo i'iigajaineulo, preccilendo inspeceo de saude,
o cabo de esquadradn quarlo balalhao do arlilharia
n p Jos Francisco Ferrelra, e os soldados, Miguel
Ignacio de (lliveira, c Vctor Manuel, esle do nono
u aquella do seg.....lo halalliio de infanlaria, os
quais linalisarain o lempo de servido.
E-las praeas lieam obriuadas a servir por lempo
de seis anuos: perceberao alem dos veiirimenlos
que por lei Ibes competir o premio de KIOisOMI, pa-
gos em parles iguaes nos primeiros III me/es da pra-
ca, "e lindo o angajamenlo lima dala de Ierras de
J-'. 'n' i bravas qnadradas, na forma do artigo 2. da
lei n. liiHdc IS de agosto do referido almo de l.'i-'.
No caso do ilesereo incorrem no perilinienlo das
vaulagcus do premio, o daquellas a quo lem direilo
polo artigo 1 da rilada lei : scro consideradas como
recrutadas deseoiilando-si; no lempo do engajanien
16, o mis res
lllliieiro e
trema. Francisco Copes da N'asconcellostialv
quaulia de I.',.' i m i rs., em que, segundo o orca-
meiito que remeto por copia impoilain as obras,
que nao seudo incluidas noa orcaineotos que ser-
viamdebase ao sen contrato, foram por elle ote-
culadas era os inencionadosacudes___Communiefta-
seaodireclor das obras publicas.
DiloAo inesinoeomniuiiicaiidn bavero hachare!
Antonio Coelha de S o Albuquerque participado
que no dia 211 rto correule entrara no exercicin do
lugar dedirerloi geral da Inslruecao publica.
HiloAo comniaiiilaiile superior da guarda na-
cional delta municipio reconiHieiidanilo cni viva da
reqoisirao do presidenta do tribunal doeommereioa
cxpedico i\c suas ordeus no sentido de seren des-
pensados do snico da nanla nacional o porleiro
daquelle tribunal Antonio Crrala da Hala, e oaju-
danta daalalnneceocio Antonio de Furias, os qnaes
faacham listado) neaailo balalhao do infanlaria
deslo iiiuniipio.Coiiiiiiuiiicou-se ao mencionado
presidenle.
HiloA cmara municipal do Bonito, digando
que com a iiil'ormarao que remelle por copia do di-
rector geral da nsirucc.io publica, respondeto olli-
cioem que aquella cmara nao vi cominiinica o lal-
lecimenioda profaasora publica ,1c primeiras ledras
daquella villa, mas lamliem a iiomeacn interina de
liarla Aleondrina Cavaleaiili Maclel.
PortarlaAo agenta da campanilla das barras de
vapor, reronimciiilamlo a evpeilieo de suas ordeus,
para que o eommaudaiile do vapor que se espera do
mirle, couduza a seu bordo para as Alagdas Ires
ilcserlores da charra Carioca, t para a corlo Iros
rerrulas de uiarinlia, os quaa serlo enviados cora
os ditos desertores ao referido eommandanle pelo
inspector do arsenal de marinha.Coiniiiiinicou-w
a este.
HilaAo director do arsenal de guerra, para que
nos termos do sen ollirio de honleni, foi ucea ao tn-
iieiilc-cuniiiel e,iiiiiii,ui,l.iiile do segundo balallnlo
de infanlaria da guarda nacional desle municipio, I
sele esp.iil.i- rom rcnliires o seto cmelas da lo- I
que. liileirou-se ao reanaclivo comiiiainlaiile au- i
Parlar-
HitaII presidenle da pioinria. leudo em \ isla
a propiisla do lenle-coronel c.....mandante do ar-
gida balalMo de infanlaria da guarda nacional do i
iniinicipiodo Recife, de 18 do correule, p a nitor-I
raarao do respectivo commanilaule superior inleri-
no de 21 deslemez, H'solve, nos termos iln.nl. 18 da I
le u. tOi de 19 de selembro de 1830, nomear para
oniciaas do referido balalhao os ridnilos seguales :
peelivos ttulos, coinoheexpressoiioarligo7.de
regu lamen lo siipracilado.
Asaignado, Joti Fernn Jet dos Sanio.' I'rreira.
Conforme.Candido Ixal Ferieira, ajudaulc d'or-
densencarrogado do detallie.
TRIBUNAL Ir?aC"rELA^VO .
SESS.\()l)E22llE.N(IVEMIlR(ll)EiaVI.
Presidencia do K.rm. ,SV.conMlhitro .tzeeedo.
As 10 horas da uianlia, adiando-so presentes
os Srs. desembargadore Villares. Bastos, Lelo,
Souza. Rehollo, Cuna Freir, i'elles, Fiueira de
Mi Un. I'ereira .Monleiro, Vallen (iomesRibeir.....
>r. presidente declara abarla a sessao na birma
da lei.
Jutaumentti*.
Aggravante, Antonio (iomes Villar ; aggravado,
Jo.io Francisco Paos Brrelo. Heram proviincn-
lo ao aggravo.
Appellanles. llenrique liibsuueoulros ; appellado,
Manoel Joaquim Paschoal Ramos. Couliinia-
ram a senteuca.
Appellanle. o juizo ; appellado, Francisco Manoel
da Silva l.iMires.Conliriiiaram a senteuca.
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco Joaquim
Percira de Carvatbo.Conlirinaram a senlenca.
Appellaute, Manuel RodrigUM t'.ainpelln ; appel-
lado. Joao dos Sanios Fernandes.Conlirinarain
a senlenca.
Apppllanlp. o juizo ; appellado. Jos Joaquim de
Souza (iiiedes.tinlinnaiaili a senleiiea.
Appellanle, Manuel de Hezeuile Reg Barro! ; ap-
pellado, Jos Francisco de Azcvedo.Hespreza-
ram os embargos.
Oiligenria*.
Aptiellanle, o juizo; appellailo. Nicolao Ra^gi-.
Mandaran! ouviro Sr. desembargado!' procurador.
da Coroa.
Appellanle, Jos llvgiuo de Miranda: appellado,
o juizo.M.ni I...... com \i-la ao Sr. ilcsenibar-
gador procurador da coroa.
Appellanles. H. Mara Augusta da Coiiceieo e ou-
Iros; appellad.i, II. Marn .lacinlha de Abrco.
Mandaran! ouvir o curador geral,
Appellanle, Manoel Jos de Magalbes Raslos; np-
petladea, os henleiros de Joo Amonio Marlins
Niivaes.Mand.uam pagar a diziiua da desis-
lenii.i.
Appellanle, Florencia Joaquina da Sampaia ; ap-
pellada, Thercza de Jess da Cosa Mcdeiros.
M.....laraiii pagai a dilima,
Dettgnacuet.
Appellanles. I.ui/n Marta de Jess c nulros; ap
pellados, Ignacio Csrneiro do Souza e sua mu-
lber.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Fraucisco Manoel
da Silva lavares.
Appellanle, ojuizo ; appellada, 1). Carila Maria
de Jess.
/fec*o>x.
Passou do Sr. desemliargador Villares ao Sr. de
Minbargadur Bastos a seguinle appcllacilo em que
s.lo :
Appellanle, o juizo ; appellado, Joaquim l.obalo
Ferreira.
Passou do Sr. desembargador Souza ao Sr. de.
sembargador l.eo a seguinle dpi'ellacAo em que
s3o :
Appellanle, Severino Jos Fructuoso ; appellada
a juslica.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao Sr
desembargador Cuna Freir as seguinles appella.
cries em que sao :
Appellanle, ojuizo ; appellado, Joao Teixeirn Lint
Appellanle, o juizo; appellada, a \iuva de Joao
Manoel Percira de Ahreo.
Appellanle, Beulu Jos Ferreira Rebello ; appel
lado, Manoel Alves Cucrra.
Passaram do Sr. desembargador Cuna Freir ao
Sr. deaambargader Telles as seguidles appellacoes
em que sAo :
Appellanle, a juslica : appellado, Jos Cosme.
Appellanles, Joau Knliiiu Ferreira e sua mulber
appellado, Antonio Paulo do Monto.
Appellanle, Joaquim Alves Barhoza ; appellado.
Carlos Frederiro da Silva Piulo.
Appellanles. I.uiz Pedro das Neves c outros; ap.
pellado, Joo l.eile Pita Ortiguen.
Passaram doSr. desembargador i'elles ao Sr. de-
semliargador Luna Freir as seguinles appellacoes
em que sao:
Appellanle, Joo Alves Machado ; appellado, ti
briol Antonio,
Appellanle, Antonio Moioira dos Reis ; apppllad
Jos Francisco da Costa.
Appcl lautos, Henio Joso Forrpira Rebello e sua
niullier : appcllados. Antonio de Araujo eAI
buqnerque e sua mulber.
Passou ao Sr. deseiuhnrgiidnr I'ereira Monleiro
a seguinle ap|iellaen em que sao :
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco Anlonii
llnnileira dp Mello.
Passou do Sr. desembargador Valle ao Sr. desein
bargadar Gomal Ribeiro a seguinle appellacjo en
que sao :
Appellanle, njui/o: appellado. Joaquim Anlonn
de Cerajoaira,
l.cvanloii-sp a sessao a 1 hora.
INTERIOR.
rein COftl dos pntsujilores de Norville. saberlo o
molivo iI-mi.
Nm dout primeiros dlM a e*lradinba que cnslea
o parque jinsemelbix.i-se a un curso, onde OSelO-
nnlea vflo nmlrar seo cavalloi, sua* librea e seu
lu\o puriii no lereeim da, qu era o ullimo ta
fe^la, a poeira o o sol COMiram de leviinlar DUVOM
.le oaro no camioho, no aual ordlnariamsole a se
\r o l.nradnr indolenle diriiindo a rbarrua, 011 a
camponexa ac^ilaudocma nm ramiDlioteoeoa vac-
ca pregoicuHa
E.....uninlio val siibjndo suavemenle; poi* o
cailello be situado-tiln-iiniii collina. No (ionio de
iltlenercOo da eoellieira e do parque o muro forma
umi-cmicirculii para dcnlro, e a eslrada se rtlarca
em prnporcao Igual, o ipie coiulilue um circulo ro-
deado de urna Mein de alamos c de banco* de
podra.
no* buracos do muro, e animam ao anoilecer osee
lunar solitario com Moa agudos gritos, cromas mil
evulucoe* que descrevem no ar.
Qaalqnerpaasarla alii bora.s deliciosas asaanlado
fresca sombra de um lamo seiiuiudo com a visla
es.se* pontos nebros, que se enlrecru/.atu em um
co de, purpura e de ail, lie abi que mellior se
ouve o arito do* pavue*. M gaitas dos criados pre-
Kuirosos, e o coa\ar das rfia A meia-noite cin lempo de luar o caulo logU-
breda curuja be ahi adocado pelo b>muosdo rou-
xinol nccutlo nos arbustos do parque.
No lerceiro e ullimo dia da resta, quasi urna ho-
ra antes do por do sol, unta linllutnle eavalhadS pa-
rou no circulo : un* doze cavalleiros com ruupries
de cata encamados e bordado* de ouro, rale,fe
toncos, botas.revirada* ro.lea\am urna caleca.
na qual se pavoiieiva a mais luida muiiier qae e
mide ver.
Ella era loura, tranquilla e prfida, magnifica em
scu-> goatOSi c naluralmenle s.ibia ate no menor
olbar ; er.i urna densas crealura*. que levam a Irai-
Clo e a volupluosiilade at as prega* do vestido, e
queesgotam o amor e o odio de quem, allrabido
pelo m\sterio do mal, quex lutar com ella*. Nao fal-
lan! mancebos, que por sua desgrara teuliam cu-
anacido Zo de Lignerolles.
Madama de l.igi.erollesjataYa tambem vestida de
amazona, c um criado levavu pela redea scu for-
moso cavallo ruc>i-pombo, coberto de urna tnaijuili-
ca manta azul com galoe* de prala.
Ella iinli.i um'cliapu cinzenlo com plumas, e
mauejava o cbicolinbo ruin unta gra^a 6 urna reso-
luto, que traziam memoria madama de Mont-
bazou e aa beroiuaa da l-'ronde. Alm dessa bella
dama bavia qualro cavalleiro*. os quaen nao e dis-
tinguiam dos oitd picadores, que os acompanbavam
Sanio por urna |eV0 diltereiiea ItOgaOi e palas
Irorobelas de caca, que estes ullimo* lovavan.
Seus nomos e qualidades sao bem conhocidas de
nms certa *ociodade de l'aris e de Londres eran*
Hercules de Monlbruu. arando cacador, grande
aposlador, grande comedor, grande bebedor, etc. ;
l.eo Barclay, calvo ao* Iriula anuos, de ollios chine-
zes e faee paluda, sreplico de iiascenca, o qual con-
siderava a vida como nina comedia, e seutindo-se
mulo pregnicoso mo quera represenlar uella ne-
iihum papal; Trivnka d'Aalraval, diplmala en
esperlaliva, aelauo em um danmino britannieo,
que leriaobtido aappiovaeiio de firumniel ; e ent-
umo mestre de lodos o* individuos daasalai, pro-
sontos, passados e futuros, Sainl-Ange, conde de
Bolragoas,
O bello SaioUAngOa como tlixiam as mulheres,
Unha entilo vintt* e cinco anuos, orelbas rosadas,
cabellosannellados, olhos vivse ao mesmo lempo
0 cor.ico enervado tle um velbo estadisl.i. Kra a
fnrc,a e a graca, .1 sada inslenle juula a formosu-
m perfeita ; [lorm seria dillicil achar-se um sem-
blante ntais franco unido a unta alma mais falsa.
Nada igual a va a elegancia de seu corpo e a nolire-
za de seu porte : cada tunde seus movimenlos era
um milagro ao mesmo lempo natural e imtsperado;
alias indicaran as menores araduaoas do nonti-
ment rom unta preci-ilo cerlamenle mu ailmira-
vel, poi* nao era o resollado de nenlium esforco.
Kra um oslo velo ir. vire parar; uingucm se en-
fastiara de ouvir o nm de sua voz, quando falUva.
Oiiahpier que o vjsse serta tentado a dizer conmigo:
(}uc bello animal he n hoinem rivilisado, com lauto
que escape da Unha, da sarna, da ronda e de todas
as molestia* da comedia* de Moliere. On.uiio a al-
ma, be bom nao encara-la de |ierlo.
Saint-Auge nao tinba um vicio, mas todos ou qua-
si lodos.
E be isto, raaos charos amigos, dizia elle,
que os faz seren uns uinguens junto de um iniinem
como eu Teuho lodos o* vicios, mas olhvm para
meu vesluario! Accu*am-me de peccadinhos, re-
presenlam-nieconiu o mais horrivel monslro que a
Ierra ha produzido, mas sei pegar n'uma espada!
O mal be orci do mundo, e be por issoquea gen-
te tem melhore* surcessu* uclle pelo* seus vicios,
que pelas suas virtudes. Tu c* smenle um ebrio,
Hercules ; s rnenle um sceplico, l.eo ; s IO0MII-
le um fatuo, Trivulre, e que queris ento'.' Quem
prelrniliTia fa/er-sc amar, boje que ninguem mais
ama '.' Fazei-vos lemer, e seris respeilados. Sile
como o Dos da Biblia que esmaga seus initnisos, e
faz apodrecerseus amigos em um felido monluro.
Por ora tenhamos boa vida.e como o alegre re e-
ro vejamos arder Koma do alio de uosso palacio, lo-
cando lyra
RIODEJAISIEIRO
16 de catabro de 1853.
lina deslas nnliriasquedespertam todas aso
jecluras. que excitan ointeresse geral, que bastan
para dar importancia ao novelleiro ou a uazcla que
primeiro as denuncia, foi a que circulen em agosto
de I8M da notneacao do Sr. viscoudede branles
para unta miado diplomtica ao uorlo da Europa,
O Sr. visconde .era um dos mais eminentes e I
lustrados, c lambom dos mais lena/es membros da
opposicao no senado ao gabinete de-saquadra. lina
nlssSo, |iois, c de urna ordcui elevada, rumo se di-
zia.011 era unta grande prova de cotisideraijQo a |ws-
soa 00meada, 011 um exilio disfarcado para o arre-
dar .10 pahi.
Os jornacs propalarum dcpoil que o ministerio
leudo reeeio de iniciar no Rioda Prala urna polill-
ca forte c deciditla, queria com a misso do Sr
Alir.iule* obler nao tu o concurso de duas grandes
potencias euroneas, mas tambem a adltesAo dos
membros opponclooMssda cantara vitalicia, alija-
dos polilicos do alio emisario.
A uliiiua embalsada rassaa Cooslanllnopla, nem
oulra qualquer, deu j.imais (auto que culendere
quediscu'ircomoa ralsstodoSr. viscoudede Abran-
. Alm das honras de una dlacusslo as cama-
Inslesaae franceas onde( aefa dito de passa-
gi-m, lui/ol deu ao visconde um posto de accesso,
ippellidando-e de murquts), foi objeelo de nina
larga, iuressaiile, imperlinenlo e iulermiuavel Cor-
responilencia diplomtica entro lodosos ministros
10 Pbreion Office do Brasil a o srllucloso represen-
lants de Kosas junio corle do imperio.
A Irihuna e a iuipreusarepisaran! este lhema,lc*
ram-lhe variacoes, etifeilaram-o ao goslo de ludas
narHooIarldades politicas; a tribuna e a impren-
tlo Brasil, OBlende-sa ; porque as tle lluenos-Av-
. easas nao discutirn!, nem censuraran!; des-
inpozeritt, inullarani, e al no paroxismo da
va, as coovolfDas da demencia, riM-aram o im-
perio da carta das necOes da Aiiierba. como se fos-
dado ao* nygmeos arredaram aaglgantea, ou se
lingoagem oe um grande boiiiem coflviease n um
uiilo selvagem.'
Moje rom a queda de Kosas, com a consagrac.lo
da nova polilica exlerna que adoptamosdesdo I8SO1
Km toda a agilatvlo, lodo o dbale, ressaram as
recriminaees virulenlas que nasceram daquella
uiiv.au ; boje, por'tanto, ella pode ser apreciada
mais sobranceiraiueidc, pude ser examinada edis-
culida rom serenidade Parece que be eaSO me-inu
11 desejo do Sr. visconde. publicando urna obra em
dous voluntes, que saino esla semana dos prlus do
Sr. Paula Brito, ruin e*le Ululo : A mimo <-/"'-
l'<
Ki .1I11 o liomeiu. Elle nunca rhuroii sen
ra enternecer o coracjlo de nlgnma mulber
eul;io he irrcsislivel. He preciso vc-lo de JoolllOS,
rom bella* lagrimas nos aflMM, com os labios eidre-
aherios e as nulos postas para fa/er-se urna idea da
serpettle svmbolica.
Elle nunca rio o riso de urna roiisciencia hones-
ta. Sn 0 ridiculo he que ronseauia move-lo, e ues-
te sentido ria muita* vetes, poique ninuuem rom-
preheudia mclhor o lado frco de cada um.
Elle linha lambcm um riso sen, um riso quasi
Irto irresistivel como suas lagrimas, um riso silencio-
so, que lito aparta va os labios verimlhos, e desco-
bria as peroles da bocea, um riso de Fauno, o qual
lince s mulheres 110 baile, no psiselo, na conver-
sacito e na dansa, riso que quasi Indas recebam no
corac.lo como unta sella.
Os bomens o lemiam, e as mulheres o adoravam.
Era lidalgo ; mas 11A0 linha principios. Km sua
opinao, a SOCiedadA nlo existe, ou existe s para a
gente se divertir. Nao descenda de ninuuem se-
11.lo de si mesmo, nlo achara nesfe mundo nada de
sagrado, < lulo dava preferencia a uenhuma tcli-
gio, nem a uenhuma forma de governo.
O desprezo de lodas asregras era sua doulrina, e
I todava mo queria que ellas deixassein de existir,
porque enian nao torta mabopraxer de viola-las.
yueria liberdade para si, nao para os outros, e nis-
lo, cuino em ludo ornis, pretenda que cada um
pensava ao seu modo; niHs que s elle linda a 00-
I 1. -mi de obrar c de fallar como pensava. Ora elle
pensara que nao ha nada verdadeiro nesle mundo
sanio o fado, nem coiicludenlc seiulo a forra.
Ao lado dislo, -ollocai algumas grandes iptalida-
des, dessas qualidades mais brliaute* que uleis : n
desprezo do ouro, o desdem da opiuiao, a bravura
cga, o espirito fogoso e indnmmavel desses gentis-
homens, que desaliaran! u re. e nao lemeriam lu-
tar com a estatua do commendador. Has nada de
ludo isto be puro de alguina funestn liga. Sainl-
Ange seria pelos (iregos para ler o prazer de com-
balero Turco; tna*comsigo mesmo ello escarne-
cera do Turco e do rego, e nao oencobriria. Se
buje arliasse que o brrele vermellto lite assenlava,
amanilla, romo Mr. de Boniieval dara preferencia
an turbante, e preferira urna garrafa de champa-
II lia mais India odalisca.
Seu iiasciinenlo devia chama-lo um dia cmara
alta, elle devia ser par desse grande cimbre paiz,
que chamam a Franca, eulraria bem vestido, sor-
rindo, exhalando um ebeiro de angelira, (endo a
caliera inclinada, os olbos meo fechado!, a unto no
bolso, e por seu maiden sptkch farta como Tallev-
rand 110 inslilulo o elogio da boa l'<\
Entretanto era o terror das familias, o leo do-
voradnr di escriplura. Su mocidade ardeole coa-
ciai do vinconde de branles, de outubro aVISW
a oulubro de de IHUi.
Leudo-se esle Irabalho, devorando-se esta obra
como o faz um jorualista que lem obriga^" de an-
(icipar-se ao publico, e de cmitlir um juizo ante:
que o mesmo publico lome a iniciativa de adiar
Duna 00 mi qualquer livru nem' previa licenra da
crlica dos joniaes, o que se admira mo he a babili-
dade do diplmala, nao he o OSlylo castigado c cor-
reule com que se exprimu na Irtbuna e na impreii-
sa o Sr. visconde de branle* ; mo, o que se admi-
ra, o que parece iucrivel he que em tuna mssau de
duplo carcter, polilico o conimerctal, preoecupa-
do por inleresses de grave monta em 1 1.1 _. 1. ao im-
perto, inleresses de aclualidade ua(|uella quadra
;questaodoRiu da Prala}, inleresses deluluro(co-
lonisai;.lo e cQinmercio com a liga das alfandegab);
dislrahido pelas ohrgaroesde cortoila ede urhaui-
dade a que el sujeilu um diplmala, mrmenle
quando recebe lanas prova* de consideradlo; oque
admira, sim, bu que neaias circuiiislaucias anda u
illuslre Brasileiro podesse examinar e esludartu-
uuciosamente lodas as iuslituicesda Prussia c re-
sumir a historia, a orgaatsacjo e o mecanismo des-
sas iuslituiraes em um quadru que oceupa inclade
do segundo volunte da obra publicada.
Tendo recebdo as inslriiccoes do governo impe-
rial em :.'t de agosto de I844| que [na Iraravam a
siiamissaocm lermos vagos, sem-nina idea lixa, sem
um desejo completainenle delinido, sem urna resu-
lur.lo lirmeque sedevesse sustentar, sem um pen-
samenlo mauifeslo de polilica exterior, oSr. viscon-
de parlio para a Ingalaterra, onde, depois de coit-
ferenclaf rom lord Aberdeen. escreveu o celebre
Memorndum, essa ispada de Haiuoclcs que nao
deixava o general (luido 'dormir dessasombrado, e
contra a qual levaulou cos e Ierra, fuzeudo escar-
ceos, queixas e ameacaa, que antes donuncavam
terror do Ojuedefoia dedireitos jrlernaciouaes.
Dasroiiferencias con lord A bordeen e com liui-
/ol. eml.oudrrse Pars, n iu se tiroii um resultado
immedlalo evaotejoso; mea reoonhocoa.,ae que dous
gabinetes, ingle/ e fraucez, desejavam que se po-
zesse lermo a lula das repblicas ribeirinha* do
Prala. para que se oslipula.-spin condlcAeo de nave-
gacAe* dos ros rugiia) o Paran. Balas cetipu-
lacoes orara lIDlO mais neceaaarbjM quando ni con-
ferencia de II de novembro, no Foreiyn Office,
lord Aberdecn obaervou [querendo tlngir*ae prnicc-
lordos intereses de Rosta}. gu$ otilo ier/em*rem
a ilota* ambas a* margen* do i'aran e tima da*
do Paraguay, atrito cont fose* de um totitro
fio poda ; elle, poU linha direilo de o fuzrr,
embararar a nareyanw r evitar o conimercio rom
o Paraguay.
De Pars seguio oSr. visconde de branles para
Betllra em fevereiro de IKlTi. Logo ,\ stiacbegada
recelrt'U loda a sorle de StlencAos e obsequios dacor-
te e dos corle/oes, porque sempre ha de ser um apbo-
rismo pratieo aquello j milito repelido e mulo
observado : regs ad v.ceuiplum lolus comoonilur
orbiv.
El-rei o convidou para um concert nos saines de
palacio antes de ser nllirialmeuleaprescutado, fez pasmar os v ribos camarista*, archivos ambulan-
les dos precedentes da corle, depositarios liis das
(radicos da etiqueta ; c anda mais, dlsnerloa o
cime dos outros diplmalas, que liraraut de vtsei-
ra abatida o como cargo mais comprido e mala ana-
relio tinque um peruaminho vellto estirado.
O* principes u priucezas, os ministros, os ofliciaes
mures da coroa. os ajudanles de campo, os represen-
tantes das diversas uaroes. toda a Ddnlgula da tr-
ra a da estrea, vlallaran o enviado brasileiro.
Eulre ns primeiros, ileve-se mencionar o priuci|>e
Adalberto, que foi nosso hospede, e a princeza sua
ni 1. que>Heos haja em sua santa gloria, apelar da
lorlura em quo pn/ o Sr. vsronde peruunlando-lho
|>or unta relebre medalha, que linhain promollido
ao Sr. seu lilho e que ituiira Ihe uiandaraiu,
A historia detta medalha be curiosa. Ouaudoo
principe Adalberto eslexc no Brasil, vio as medt-
Ihasque se Mjtviam rnuhado na rasa ta moeda em
raenkoria da pmigera do principe iranccz, do prin-
cipe hollande/ e do principe sardo que nos obsequia-
rain rom as SUM visitas.
Nao sejulgamlo smenos em merecimeiilo, nem
mais bailo em jerarchia, o principe prussiauo mo*-
11 mi detejos de ver a sua efligie ciinhada pelos nos-
sos arlilices.
Ctlidou logo era tirar 0 tea relralo e com a ale-
ara que he natural quando se atcauca urna couet
Uo iroporlanle romo entrar na galera numismti-
ca da rus do Sarramcnlo, Sua Alteza cscroveu a
na augutla Dll, dando parle de que brevemente
tavia de ligurar entre seu-. nobres prenle* na col-
lecrau las medalhas bratllelrati
Matetta doce etperanc^i foi malograda ; o a en-
atiladanieilalha nao se havia ciinhado, nem remel-
lido para Berlni, quando all chegouo Sr. branles,
iniuislro da fazcuda do lempo em que o principe
iqui esleve.
Faca-se idea dos apuros em oue s*' elle vio quaii-
lo a princeza Iba pergunlnu pela medalhadeSen
lilho. Emlim l levou a culpa o innocente grava-
lor : la >e inrentou tuna molestia prolongada para
pc pobru homem, qtie nem soubava ler .le ligurar
na* conversa* do* palaeiot europout; e o enviado
lo Brasil, anda mcio atrapalhado com aquelie In-
cidente, logo que chegou asetiholfl, cscrevett sem
mala demora ao uosso ministro doa neoocioi aatran-
KOiros, petliudo por ludo quanlo bavia, que o nao
leixasse mal. que lite mandaste a tued dha encan-
tada, queu livratte de segundo amargo tle horca.
Felizmente o ministro atienden a esla suppllca
ttmia Qjuanlo -o Ihe api
av.i. Nunca nhiauera
um Igual lulador. Elle nao ptle aoflVer o que
Merece, 0 S gosla do que re-isle. A virtude, a
Innocencia, lougedelhe inspirarem respailo, esti-
mulan, seus desojo*, e depois de rominetter alguiua
arcan monslruosa dira Como Catannva : <( Issu af-
llge muito. lomemos un caldo.
Com eiTeilo, era preciso quo este Itomein fosse
muilo poderoso para que urna mullid romo mada-
ma de FimcroHos houvesse adiado uelle un senhor,
"mi senhor duro e desden lioso ; para que humen*
como l.eo Banlav, Trivulce d'Aulreval e Hercules
tic .Monthrun o (ivessem feito de alguma sorle sen
modelo.
A companhia havia parado para beber um ropo
devinho.de Uadelra e fumar um charalo.
Na direrrao de Norvilleouviam-se algn* clarn*
de caca, o* quaes lucavam blandamente como para
chamaron ntrele? a* horas de espera. Mr. tle
Monthrun ordenou ao* piradoresque responjcssem
tocando forleinenle, c essasoito (rombelas bem di
rgidas por llelinl, rainari-la de San! Auge produ
ziram um bello eflcilo. As oulras I orara ni forle-
metile lambem fiara moslrarein sua alegra pela
rhegada de iiuvos hospedes.
Todos se pozeram a caminho.
Oh disse Saiut-Ange, esla fesla nao he unta
emboscada.
Eu seria o primeiroque uella cahiria, lurnou
Lrivulce, e uosou bomeiii que comprometa minba
elegancia em unta coelbeira de Id hem agurdenle em falta tlevjnho ila Madeira, ou
de oulra qualidade. A compauhia be boa, e domis
eslamo* 110 campo e lomamos o que adiamos.
E que vamos adiar abi t
Um pa c urna mi...
O que suppo pelo menos unta lilha para ca-
sar '.'
E iiiesmo duas sem contar ama terceira que
ahi se acha de sobrecarga para fazer a* delicia* de
um esposo scnlmenlal, que nao olbasse para o
dol.
E porqne nao de um ahianle ?
Cala-le Nfioseusa deesa liitguagem nos domi-
nios da virtude. Coulenla-le com a agradavel sorpreza
que eu le preparava, e apresenla-le como joveu geu-
lilhomem que se loma uiil na dansa, e que suspira
duendo quo muilo eslamaria pdr fim itot agilarOes
da vida mundana e (empcsluosa do cclibalario. I^o
achara de que zumbar, Hercules o que beber, lodos
(carao contente*. A mocidade o a fortuna sempre
sao brm viudas onde ha fillias para casar. Asa un,
quando promelli levar griudn (ump.mha de ama-
veis geulishomeus, mancebos, bem entendido, jui-
guei que madama de Beauvilliers ia satlar-ine 10
pescoco.
de seu enviado, e ao cabo de alguns mere* remel-
len sele medalhas em vez do una, pnnj.~n> assim
mesmo pequeua que nao deu lugar a que se distri-
bu issem por lodos os membros da casa real.
A minfln principal do visconde de branles em
llerlim era negociar um tratado de commersio com
o* Esladosda l.iga.como meto nflos de seabrirem
vaslos mercados aos uossos producios, mu anda
de se provocar urna emigrarlo prove losa da rara
saxonia para o Brasil.
(guandoelle chegou Allemanha lodas as cir-
cumslancias favoreciam a negociaeflo do tratado. A
opinilo favoravel da imprensa allema.a animosida-
de quelavrava contra a Inglalerra, o syslcnta poli-
lico-commercial seguido pelo baro de Bolow, a boa
vuntailc o bom xito da misslo.
Hat nlo se aproveilaram cssas circumstancias a
lempo. Priineiramenlc as inslruci;esdogoverno h
nham sitio vagas, sem um pensamenlo flxo, diziam
mesmo que o ministro brasileiro esludasse aqueUo
na Allemanha e formulasse urna base para ser sub-
mellida cnusiderac.io do gabinete. AccresceTquea
niatie especial leudo chegado a Europa em oulu-
bro de iNi, recebeu em oOlubro de 1815, a pri-
meira rcsposla a 33 olllcios que baviadirigido ao go-
verno imperial
Assim lodas aquellas circumstancias favoraveis
rom o lempo se converUVam em hoslis, e apezar da
inlelligeucia e recursos do negociador uao pildeelie-
gar a um accordo com o novo ministro de estrangei-
ros, o general de Canil*, que succedeu ao barflo de
Balow.
Noeulanlo resla deau negociaco um dooumeiilo
que faz honra ao diplmala brasileiro; he a minuta
do tratado vjue remelleuao seu governo'com a dis-
enatfto do* artigo* respectivos, e com a historia doa
recursos, tendencias e nece**idade do Zollveren.
A lerceira parledaobra publiradaconlma* aber-
luras dplomutica* que ffoeram ao 110**0 minislro os
representantes da Dinamarca.'do Hanover e da Bl-
gica, para celebracaode tratados commerciaes. So-
bre rada um desses paize* ha esludos o considera-
res imporlaules iiosofllcios do Sr. visconde ao go-
verno do, Brasil para onenla-lodas vantageu*9u iu-
coiiveuienles de qualquer negocarao naquelle sen-
tido.
A quarla parle traa de assomntos diversos, (aes
como a vida polilica e o svslema do ministro prussi-
auo, hartado Bulo, quesliesgravesda.4llemaiiba,
quesles commerciaes e consulares, e principios de
direilo privado internacional.
Ha mu ollicio, eulre osoulros quo foram classili-
cados ne-la parle da ulna, quetiierece mais especial
meiiciio ; he aquelleem queseYeere o modo porque
0 gabinete prussiauo e a diplomacia residenle em
Berlitn, receberam o proleslo do Brasil, lAo hbil e
eluquculemenleredigido pelo Sr. Kimpode Abren,
Contra oblll Aberdeen.
O baraodeCaitilz, ja entflo ministro dos itegocitis
eslrangciros, declara ao diplmala brasileiro, eulre
obrases calculadas e corteses, que a eoauMJticaeAa
da yitbinele 'el-rei; a censura cbnseuteque se publi-
que u proleslo na folln oflicial da Prussia ; e anal-
mente 01 diplmalas all residentesprniiuuriam-e a
favor dea principios que o Brasil invocou, c svmpa-
Ihisam com a nossa cauta, priiicipalmeule Mr.
Whealon, enviado dos Eslados-I.'nidos. homem do
lano vniii na materia, que sua auloridade foi citada
pelos 15 Julia iuslezes.quu amiuallarama seuleur^
proferida contra os inariuheiros da Feliridide4.
lodos os dado*.que roucernem a emigraco alie*
ma para o Brasil, eacolouisarAd como iiosconvCm,
foram unta parle especial do obra do Sr. visconde,
unta parle que por si soconslitue um livro. Ja lia
tle ser condecida por alguns de nosso* leilores, vis-
to que foi apruveilada einoiiht Memoria queo mes-
mo Sr. visconde publicoii ha lempos. Mas e*sc eslu-
do versa sobre questes de tanta motila, e de tanta
aclualidade quo deve -.er iiovaineulo lido e medi-
tado.
' A opinio doSr. visconde sobre c*le assumpto bo
muilo sabida ; quer na dila Memoria, qtter nv se-
nado, lem-a elle expvslo com franqueza. S. Exc. fui
e he de opiuiao que o meio mais elllcaz, sendo o t-
nico, para se allrahircoluno* uleis, hoolevantameii-
lo de carias, divisao em pequeos quadrados, dc-
nrareaofloe venda publica das Ierrasnacionaese de-
volulas porum prei;o muiliroqne possa depois ser
togmentado, porem nunca diminuido ;a prohibicao
de doacOea ordinarias de Ierras publicas ou de con-
ccsiito ile sesraaras ; um Irihiilo moderado S00TC as
Ierras poMnldas a nito aproveiladas, para dar-lhe>
algum valor ou provocara sua Irausferoncia para
quem possa aproveiladas.
Esla* mesma* idea* foram em parle -consagradas
na le volada pelo corpo legislativo, eque penda de
execurao por falta de um regulamenlo : dizemus
penda, porque o Sr. ronselheiro Pedreira com nim-
ia hrevidade publicara csse regulamento o mandar.i
|Mr em execurao a dila lei.
Na ulliitia parle de sua obra oceupa-seo Sr. vis-
conde com a Prussia, cujas iusliluicties, hiloria,go-
verno, svsieuia adminisiralivo,organisai;ao> militar,
legislaran e rerurso* liuanciae* examina, nSo su|>er-
licialinenle e como viajanle, ma* com o criterio de
um estadista. *
t Ab que se ludo* os uossos diplmalas e m prega-
sem o seu lempo como 0 empreuoiioSr. viscoudede
branles, csltidando, observando cescreveudosobre
cousa* uleis, nem se ouviriam as censuras que ainda
esle anuo parliramde alguns membros do corpo legis-
lativo, nem se reputara um desbarato o dinlieiro
que se gasla com a* mistos diplomticas ;o paiz no
- Cre.
Doa
villien; cor)
e alguna co
(pie
i.lreslllhas!
Carila e Henriquela de Beau-
esbello, olbos bellos, andar de deosa.
le resoluto, que nao he mo prog-
nstico para aquelles que goslam, como mis, do
abrev iar o lempo do purgalorio cui materia de scu-
lmenlo.
Mas a lerceira 1
Branca d'Orbe... he urna orphaa recnlhida.
urna pessoa bem difcil de ser rlassilicada, puuco
mais que urna camarista, pouco menos que uuta
igual, emlim utu desses eules que oceupam podco
lugar na mesa, o menos ainda no -alan, e dos quaes
a geulc. como nos, nunca faz caso.
SAo conquista* muilo facis.
Nao acontece assim com esla, ao menos se
jttlgariMM pela sua physionomia honesta e seria.
Alera ditln, para fallar-le a verdean, a pobreza, oe
Iragea mndcslos c os are* melanclicos nao lem ne-
nlium atlraclivo para na.
A mciisolhos, pelo contrario, nada he mais
proprio para dcsperlar a imaginac.ao e os tejilldos
entorpecidos como o aspecto do inforlunio unido
virrude. E demais mo gozaste anda das delicias
que se senle em fazer nascer o sorrso do amor nos
olhos banbadosem lagrimas do pudor voucido'
Teuho visto o cxperiitionlado muilas cotisas ;
ma* nao leiiho unta alma nem utu corpo de ferro
como o leu, e | loro uoperfeilorfu(//y*i" que con-
siste em nao sentir mais nada. Para li a acrao, para
iiiini a Itgura. Quanlo a Branca d'Orbe tu a vera-,
e julgars por li mesmo...
E poderei escrever-vos como Cesar no se-
nado.
He o que breve sabereinos, |>ois j ebegamos.
A* occasucs serflu favoraveis, anuundo-le carada,
ceia, baile e fugo de vistas.
A grade monumental de Norville com scu escudo
lourado em cima abrio-se empurrada por dous
grandes lacaius agaloados. O porleiro eslava em pe
noten posto.
A caleca eos cavalleiros enlraram em um paleo,
onde passeavam ai sombra da* acacias, sobro unta
aira tina bellos pavnes azulados.
O cslello de Norville elevava-se soberbamenle
> lim desso paleo elegante, realzado com urna mag-
ntlca escada o columnas com vasos de marmorc-
branco ptanladov do geramos encarnados.
Todos se apearam. D'Aulreval o nico que co-
iihecia osdouos do cslello, oflereceu a 111,11..< mu- .
dama do Liguerolle, e enlrou seguido de seus
rompanheiro. Saint-Auge ia por ullimo como ra-
na graudes actores, qne s apparecem em ceua
n'uin bom momenlo.
MIITII Ano
C'vnliHHar-re-Ad.,


entanlu lucrara, djo pelo Mlurfo oomciencioso
dot recurso romo iHinbera ptla conilderso.flo qneon repretentan-
te*bra*ilero geiroi.
Ja umaenaderdo Imperio, queaeacba ctm licen-
lempo em algum escripto ulil;e considerando que
he a HcriruUiit'ii ;i ni;ii; n;i1 ni ,?!, -ihi;"m a ti nica indus-
tria possivel anda por moilo lempo no Brasil, pu-
blicouem Pars um Fstudo sobre a instituicilo do
crdito predial em Franca. Poslo que em algn*
ponlus as ideas do Sr.senador Almetda e Albuquer-
quevo de encontr \*> nossas, lodavia (levemos re-
conhecerquea sua obra he ifl muflo mcreeimcnlo.e
que encerra algumas consideraces que revelam es-
tudo aturado do ataumpto.
E ja que hoje nos temos dedicado bibliographia
nacoual, no deiiarcmos de menrionarum opuscu-
u que nao lie escripto por brasiteirn, mas que en-
feude romnosco e que se refere mss,lo quaker em
que vieran! da Inglaterra o anuo pagado os Srs.
Caodler e Burgess, os quaes de vo||a a seu paiE pu-
blicaram a narrarao de sua visita no Brasil. iSar-
ralite of a recent oiiit to ttrasil bq JohnCandter
and ltr/tson furgess, /.andn, ls">;.
Gimmissionadoi pela suciedade religiosa dos ami
goe {Society of Fricndt), embarraram-se no Secern
cm elembro do annopassado.e tocando em Pernam
buco e na Babia, chegaram ao Kio deJaneiroa 9 de
agosto. Sobro a capital da provinciade Pernambuco
i i /( ran i urna observacao que nao es| de accordo com
algumas verdades proferidas eln acuito na cmara
dos deputados ; di/em ellos que o Recita he urna
grande.cidade,'de cercare cm mil habitantes
principalmente acra-vo*. Este rhiefly slares ha de
ser por torga erro da Imprenta; anda se se tratassi
do Rio de Janeiro, vi feito ; mas do Pernambuco
oraoaaenliores mwionarios eslavam com os ollio
ennegrecidos pela fumaba du vapor.
A observado a respeiiu da Baha, fo mais digna
de artistas loque de missionarios evanglicos. Cao
sou-llies admiradlo a vista das bellas formas da rara
africana da costa da Mina, que he geralmenle a que
seeucontra entre os escravos da Baha. I'aliando do
vestuario punco rigoroso desses negros, notam qu
cllcs podem assim mostrar theirfine limbs and noble
proportion*, e exhibir formas quo umestaluario in
vejara copiar.
O fm desta viagem ao Brasil era apresentar ao
Imperador os agradecmentos da Sociedade dos A
tnigos pelo empenho que o seu yo ver no tomara n;
represado do trauco, c ao mesino lempo examinar o
estado da escravidilo entre nos.
lia sempre algum inleresso em uber-M como o
estraugeiros nos aquilatam. Por isso direimaisalgu
ni.i cousa acerca do opsculo dos nossos visitantes
1-1*1.1111 morar a piucipioem Botafouo, ornis bel-
fo suburbio da capital, que parece urna poroann
as margens de um lago, entre suenas mais ricas do
qur as dos lagos inglezes. Depois retiraram-se para
i I ijilca, c por i un para Pelropolis.
O .I,m ilini Botnico, com a sua ra de palmcira
corredor que a arte humana nunca cmttruio, nem
O Imtnem juStle imitar ; as quedas d'agDJ da Tijuca;
a vista da baha do Rio de Janeiro ; a bella estrada
para Pelropolis por sobre a sena, transitada por car-
ros, estrada to boa como nunca antes inham risto
os husteis da corte, onde tuda he caro e noo ha nrm
limpeza nem commodidade ; a visila da alfandega
eoret e prompta (sao ospritnciros eslrangirosqiu
0 di/em) ; ludo isso se acha consignado na Jleccnt
1 isit dos nossos amigos.
Mas para nao fatigarmosos leitores, citaremos a
penas mais( um ou dous trechos deslo opuscnlo. O
primeiro rfere-se ao estado da rallgtfo entre nos, e
lie escripto com toda a veracidade. So Brasil, pos-
to queseja um paiz estriclamente catholico roinauo,
em que nAo se encontram proleslautes entre os na-
cionaes, ha no enlantu urnaurande somma de lilier-
dade, lano civil como religiosa. O mal doeBratilel-
ros em respeilo a religiAo mlolie a intolerancia, mas
sim imlcfferenca.
Tallando de Suas M acotad es, dizem o isilanles:
o O imperador be um helio hoinem, alto, leudo no
rosto os traeos bragantlnoe, formososno peral. A
imperalrizhe milito eslimada pelo sen trato aflavel c
por sua misericordia pira com os pobres.
i.tii.m in ao estado dp palta, e ao Irafico de negros,
os nossos amigos dizem quasi sempre a verdade. ;
principalmente na parte em que reconhecem a sin-
cerdade de nossos estoicos, para scacabar com aquel-
lo Iralico, posto que dlgam, com a COStdffiada vala-
de ingle/a, quo se entramos nal viasdarepressaol'ni
por medo do cruzeiro britnico. Nao estamos mais
no tempo em que lord Wcllinglon, no seu menwri'tt
aos plenipotenciarios do concresso de Venina, nos
chamarra de colonia lemtlada, ecommuDlcava suas
orlens aogoverno portuuuez, relativamente ao nos-
so lilloral. A colonia recoltada, boje imperio inde-
pendento, nacio queso vai forlalocendo, recoohC
os seus ioleres^es, repelle um conunercio immoial e
pehgoso paraoscu futuro, mas uAo aceita imposi-
ncs. nem so suhmettca exigencias otl'ensivasdo d-
reilo internacional.
Falla-nos aiuda anal>sar o importante trahalho do
Sr. Dr. An&elo Ferraz, queouoverno mandn dis-
tribuir este auno as cmaras, para o esludo da re-
viso c reforma da tarifa do noa*M alfandeia*. Mas
osle aiiin.i j.i vai muito Ionizo e aquelle Irabalhonio
comporta urna analysa succinla, e sem dhcinalo.
O governo iui|>enal nofMBDdo o Sr. Dr. Ferraz
para o cargo de procurador Hscal do Ihesouro nacio-
nal, cousullou bem os inlercsses da fa/euda eesco-
Iheucom um acert feralmente applaudido. Oque
Ibesera hoje difllcil he adiar um homem eaDeeial,
liscaltador, estudioso, e trabalhador, como o Sr.
Ferraz, para seu substituto na alfaudeya. I m ou
dous que a opiuiao publica apona para ene cargo,
parece queoreensatn de antemo.
Sel-i o uoverno i.in feliz neaii suhsliluico como o
loi na do Sr. con^elheir.i Serra ; e como o fui lam-
Imuii a presidencia randa Reyo, chamado para o Ihetouro, para a vaga
que deiiou aquelle conselheiro. Os Srs. Miranda
Reg c Magalhils (*ahet, sAoompreuados de {alen-
da quetem conquistado os seus postos forcadeze-
I" e de inerecimeiito. Fa/ein honra classe dosfuuc-
eionarios publicse acreditan! os ".overnosque leein
o bom accordo de os promover na sua carreira.
i Jornal it<> Commerci.
ele, palo fiual w den auceesaor aquello prealaole ri-
ladao. Digoaomente a verdade, sem que lodavia
inaatctisea convirem que a presidencia po*-a ler
tiibi plau-iveis razes para luiidaineular o ICU pro-
endiraento; oalmeainnineJiM-me a crer qae ef-
feeliyamente redeu circuratlancias Imperiosas, a
sMlkitaeoaa do bem publico. Mas lalo nao obsta
a que eu faca jnslica a um particular que a merece,
e lamente que nem sempre as conveniencia* publi-
cas posaam harmonwnr-se com ctrtas demonslracoes
positivas1 de consideraco e confianza aos ridadaet
que d'ellas se (ornam danos.
No da 29 do mea pawado cbogou n esta villa o
Sr. major Joflo epomureno Porlella, defecado no-
meado para osle termo, e no da 31 ao meio dia acom-
pauhado dos Srs. coronel Manoel Pereira da Silva
e l)r. promotor publico, diriRio-se ao paco da c-
mara municipal, ondolomou po5e desse empreco;
e nesse mesmo dia Ihe Irausmillio o cx-ileleaado lo-
do o archivo da deleaacia Mgundo as informafAes
que pude obler. \ Carta particular.)
HEPARTI^AO DA POLICA.
Parte do da 24 de aovaoabro.
Iiini. e Exm.Sr.Participo a V. S. quedas par-
les lioe recebidas nesla repartido, consla lerem
sido presos: a ordem do subdelegado da freguezia
de S. Frei Pedro toncalves, Antonio, oscravo de
Antonio Nobre, sem declaradlo do motivo ; Manoel
a requerimento de Icnarfo Antonio Bo ges, e Ma-
noel, escravo do Dr. Silva, sem deelaracao do muti
vo; a ordom do sulidelesado da frenuezia de S. An
Ionio, Belrhior, enera vo para correceo, o panto Va
rano Joaqun Correa de Brlo, por inlroduelor de
moeda falsa, e o escravo Antonio, por briaa; or-
den do subdelegado da freguezia de S. Jos, Jos
Juvenal Das Brrelo, por ebofelear a urna rea ;
a ordem do subdeleaado da freguezia da Boa-Visla,
Leonardo e Andr, escravos de Virente da Costa,
Ctr fuiiidos, e I.ourenfo, escravo de Jos Baptisla
ibeiro de Fara, por ebrio; o a ordem do subdele-
gado da freguezia da Varzea, Antonio Carlos, Feli-
ciano Pastor de Jess, o Jos Jj/aqirm dos Santos,
lodos por furto de cnvallos.
Deus guarde a V. Exc Secretaria da policia de
Pernambuco idenovembro de IH':i.lllm.eExm
Sr^ionsellieiro Jos Benlo da tlunba e Figueiredo
presidente da provincia,O desembargador Cae-
fonaJotd Stlta Santiago, chefo de policia in-
terino.
UUtRKSIMWMIAS.
PERNAMBICO.
COMARCA DE PAJEU .
1> de uorembro de IS53.
No dia 1K do mez lindo amanheceu mora na fa-
/eiida da Caicara, pertenceule a Josi? Malhcus Pe-
reira da Silva, una escrava do mesmo. I ni prelo
da mesma fazenda logo pela mauhaa sepullou o ca-
dver a heira da eslrada; oulros prelos na larde do
mesmo da o desenterraran! e conduziram para
Villa Bella, onde en la o se achavam os seuhores. A
policia examinou o cadver, poslo queja em muito
inonestado de pulrefaciio, e nilo descohrio VHllgkl
algum do crime. O.senborda preta parlio immc-
dialamenle para a fazenda, alim de averiguar o ne-
gocio, e quandn alli ehegou ja o preto enterrador se
havia evadido, deixando entrever que nesle mysle-
riu ha criminalidadc, tanto mais veroimil quauto
assevpra-se que os ditos (irelos eram rivados.
Achaiu-serecolhidos na prisAn desta villa II in-
dividuos: i prncessadospor rrime de mnrlc, I por
letttaltvado mesmo rrime, por furto e roubo, I
por ollensas pbisicas, e I para recrula; e apezar dos
osforcos do Dr. jui/dedireiln da comarca, nao l >ido pussivel ell'ecluar-se eslennno a reuniao do ju-
r\, emconsequciicia da horrivel secca, que, comp-
rando no nielado de anuo le Js">i\ (em atravesado
lodo o crrenle anuo, com tanto furor que nao ha
pasto algum que alimente os miseros animaos.
A cleiedo bate-nos a porla, e duvida-se que com-
prela a melado dos acluaes eleitores das diversas
freguezias que ronipoein este collegio, pela mesma
i .i/.ni le oslenlidade.
tirande aensa<;ao ha rausulo nesla comarca a de-
missao do Sr. Manoel Pereira da Silva, do cario de
lelcgado de policia do lermoia Villa Bella, que ha
cinco annos exercia com nimia honra para.sua pes-
109, muilo proveito para o seu paiz, o com appruva-
eao quasi geral das pessoas honesta* de todas as co-
res polilicas.
Com eileiiu. u relevantes servidos que o Sr. Pe-
reira tem prestado aopaiz no curso de sua vida, co-
mo cidadao e romo cmpreaadn publico, ha mais de
-2"> annos: a prudencia, a maguanimidade, a fran-
queza, a honradez, e ogtras virfttde*, que, ronsli-
luimlo um excellente carcter, prvam um espirito
elevado, urna alma generosa, e um coraco bem fa-
sejo; a consideraban com que tem sido senqne des-
tinguidopelo governo imperial la seus delegados du-
rante oilo adminisIraeAcs BUCCemivaj; os melhora-
montos maleriaese moraes que ha procurado, com
dispendio proprio, para sua comarca, c seus patri-
mi-; 'in lim o amor .jncero. a simpathia geral ea
ihllucucia legitima que as suas boas maneiras. a sua
natural afabilidadee honomii Ihe tem grangeado^n-
lie i mos os seus coneidadaos, na'o exceptuando mes-
mo os seus adversjirios.se a politiea Ihes permillisse
exprimir o que o coracao sent o sfio bases bem soll-
daa sohre ipn- est fumlada a sua replalo, somo-
1i\os mais que indicenles para tranquillisar a sua
conscttncia, a despeilo de ludo quanto adreite as-
soalbavam os mais inlaressadusna sua desiilui^ao.
(Kal que aquellc qua lAu mi achavam a sua poli-
ei.i sejam mclhor tratados pelos seus ucceasorw.
>o pense porn>que fallando d'este modo, tenha
eu em islas censurar o aclo do governo da provin-
Srv. Itedaetore*. ;)Leudo osen Jornal de
hoje, deparei rom um artigosh o titulo ('ornar
cade Caranhuns, euju autor bem que se acohertas
se <<\U | irairooira cipa do annimo, todava nao le
ve bstanle arle para se conlrafazer perreilamente
Fallando da obra do acude de Sau-Hentn. lalve,
de com o intuito de everrer alguina vinuanca con-
tri o arrematante daquella obra, avancou propoel*
rAM, que eu, como empregadn publico, enrarrega-
dodeeiaminar essa obra, julgo de ineu drvrr re-
peli-las como falsas a calumniosas, oque provarei
contando a verdadeira historia desse aeude.
heixando de parle a quest;io do verdadeiro nome
do arrematante, ou do arrcmatanle de fado, que
nada interessa ao caso, direi que essa obra foi arre
matada em l*J de maio de IKV2. e eurnerada em se
lainhrn do mesmo armo, sob a inspeccaodoSr. en
geuheiro J. I,. V. I.ieutier, que enl.io seacli.iva en
Ciraar com o lindanle Joaquim Pires Cariifin
Monleiro, paia o lim le asistir ao romero da obr;
do acude dessa villa, o* quaes deram ao arreinalanli
da le San Benlo as neceattriafl instnircoes.
Em marco do correuteaiino, recebcudo eu orden
do Sr. li. director das obras publicas para exami-
nar varias uhrasiln interior da provincial parli para
a povoafffo de San lenlo onde cheguei em _'l do
mesmo mez, e examinando o estado de desse lugar, ubsrrvei que o anemalanlr havia
concluido a t'ijmijem de burro ou paredao de trra,
que pelo orcameuto se maudava fazer no rio l'na,
como iuilicava na planta, oque esla\a feilo de con-
fonnidade com o orcameuto e com todas as dimen-
ses da plaula ; fallando apenas para conclusao das
obrai o aperfeieoarnenlo das margens do nacho des-
tinado para sangradouro, e una pequea obrado
dveftarfa no lugar deiM sangradouro ; nica obra
de al venarla deque falla oortjamenlo, a que para
se conheeer a sua giandeza. hasta dizer que lo lo n
seu volme he SU palmos cbicos, oque ImpOT-
taem (il.?-tM, na ra/ilo d W|000 a braca cubica.
Todo lato levei ao conhecimenlo do Sr. lir. direc-
tor, o sendo novamenle rncarregad.. ,1c examinar
esla obra em julhn do crrenle anuo,diri^i-me a San
Rento, e adiando a obra no niesmo estado, por ha-
ver morrido o Arrematante, ou a pessoa que a havia
executado, demorei-me, segundo as ordena verbaes
do Sr. Dr. director, aliona das nesae logar, e conse-
gu que os inlercssados fizessem, nao so a pequea
obra de que cima fallei, como lamben ludo o mais
que ordenava o orcamenlo, lito Iip, nina pequea
tnjmgenx lambeta de bario, n'uin riacho qae des.
pejava no rio Fna, eo aperfeicuameuln das margens
du riacho do saugrailuuro.
ludo islo deve concluido, p o Sr. inajor Fran-
cisco Pi da Silva Valenca. que eulftf' se apresen-
Ion como pare ilo arremalaule, se pre*tou a todas
s minhas juslas exigencias acerca da obra, fazendn
no saniradouro, alm di obra du orcamenlo, um
peqdeno enrocliamenlodeora enulrolado, qiiejut-
L'ue conveniente para malor seguranca. A' vista,
poh, da minba infunnaeau fui psla obra recebida
provisoriamente.
Agora perguntarei ao noticiador lettra/lo, que
ideia linhadessa obra, fallando em dique, rompor-
tas, o paredoes de lljollof K O que qner ili/er rom
as palavras contento entre altas partes contratan-
tes para economa* que cm laei cam seri.i o mes-
mo que ladroeira? Seria por ventura o abaixo ns-
alanado iSo nnacio como o nolteiador, que receben-
do pro\sorianienleumaobra. doliatM fazer de bar-
ro nina pequea parle oreada emtil?^M>, que JeVI
ser lie alvenaiia, e leudo anda umaiino de respon-
aabilidade, na contingencia de aer lalve oulro en-
genheiro. que fu-soeviinina-la '
He preciso, pola, que o noticiador procure fallar
naqtellas materias, em qoe eattver habilflado, por
quanlo nlO quero crer. que 0 HOleador por male-
dicencia, ou loquacidade queira dizer o contrario
do que sabe, puis ueste CMO seria niellioi o silencio
em que jaziain os fado dessa eomarca, do que a
sua narracao falsa p aleivon.
Son, seuhores redaclon-. -eu con-laiile leilor.
O ajudanle de engeuheiro, Peticiono Rodrigue* da
Silra.
Ketife idcno\eiuhrodc 1853.
l.endo na correspondencia de Pernambuco publi-
cada no Jornal do Commerdodo Ido da Janeiro de
S do rorrele, que o Sr. Ir. .Manoel do llego Ma-
cedo. na visila que Alen A reparlieao da Vicclni
desta provincia, nada achara que Inspeccionar, pois
que nem p*cripluraeAo, nem cou-ia algumn encon-
trara, que sepudesse prestar a evarne, devo declarar
que islo he inexacto, porquanlo exi-le i'srripluracan,
to regular quanlo lie poaalvel e preci-ia, e e\ilem
algumas cousas, pie pudem piesi.r-e a ev.une.
He verdade que a inacrlp^o das peasoaa, que con
f* Ouandn projerlamos enlreler relaces cotlli
imadas com as villas do interior da provincia, logo
previmos que mais de urna vez (eriamos de ver im-
pugnada* a* cartas dos nOMOf correpundenle*. nes
len naquellc poni, visto que os intrresstiitos, e
mesmo militas pessuas desses lugares, habiluadas a
obrarem segundo sua pbanlasia, conliados no sileu-
cio proleclor, uo poderiam le\ar a bem que bou-
veaaem Individuo* que, encerrgando-ee aa difllcil
mas til larefa lerlironisla, pmcurassein tran-niiil-
tir ao publico todos oafactoa o acontecimenlos de
alguma importancia. E, com ellVilo,lem-se verilica-
do as nossas previsOes, e anda agora nos eflorece
lisio urna prova convincente a |iresenlc correspon-
dencia.
Muito de passagem fallou o nosso corresponden le
de Garanhum* na adura do acode de Sen-Beolo,
emillindo a opiuiao de que elle prometi curia du-
raelO, visto ler sido a obra mal construida, fazen-
lo-sede barro o que melhor fofa fazer-se le lijlo,
ele., etc. Fn. porm, islo bastante, para desaliar a
susceptihilidade do Sr. Feliciano Rodrigues da Sil-
va, que, jnlgando-se eom alguma responsahilidade
no caso, eutendeu que ->. poda defenderle assa-
Cando aquelle correspondente as pechas de falsario,
malvolo e onlraaie iitual naturdM ; mas, infeliz-
mente, a sua defeza, queso aceitamos pela deferen-
cia que a lodos guardamos em taes oceasmes, sen-
do confrontada com a caria lo nosso corresponden-
te, palenlea por si t a injustica e sem razan rom
que sebouve S. S. Por este motivo, pois. deitindo
ao dito nosiocoiTPspondenle, como mais bem in-
formado, o cuidado de suslenlar mais parUeular-
meule oseujuizo, e desfazer as asserijoes i\p Sr. Kn-
Iriiues, limilamo-uo, por agora, a fazer sentir que
o Aiinu) mo em correspondencias, como as nossas, be
le anligo eostumo em (odas as provincia-i, c al cm
nimias iia;cscivilisadas da Europa ; oque, alm
disso, elle he, al um certo poni necessario e es-
spncial, para se poder patentcar ao publico com
franqueza, espm receio algum, a verdade. Nao foi,
pois, tima capa trai;oera a deque se servio oposao
corresponden le; nem foi smenle osen lim fallar
no ac,ude de San-lleulo. A sua larefa esperamos que
< niiiiiiiiai, pois nlo he movida por i ulereases mes-
Juiuhos, e sim a rogo uo^so, e com a mira no bcni
e nossa tirnvincia. Os IU(.
Torren reparlicSode vaeclna para quo H*ee eja
iqpeulado o fluido preser?alin, nflo se faz em li vroe.
como lalvez se praliqup na corlo do Imperio ; maj*
oem islo exice o regulamenlo da t7 de agosto de
I8*t. nem me parece essenrial, pema leparlicjiu
lan qpolA para laea llvros, Assimcomo nflo tem pi-
radeipaia al|iima. Essa in*rripiOsc faz regular-
menie em grandes mappas demonatrativos impres-
sos, que sio archivados, e em minba opiniBo devtm
aer preferidos aos livroa : desses raappas se *xtra-
hem nflo s as eslalisca, que no lim de cada semes-
tre sflo remedidas ao instituto vaccinieo, senfln as
notas daqoelles que, devendo vollar i repartido nos
das designados, deixam de fa/e-lo, e itVm de ser
multados pela cmara municipal, vista dos arliios
l.*e 2." do titulo XIII das posturas; e esspsmappas,
assim como toda a correspondencia nlllcial, existem
o podem ser examinados por qualquer que se quizer
dar a esse trabalhn.
A reparlieao de varcinn lio abundantemente prn-
vila de lancetas, tubos capillares, laminas de vidro,
chumbo ou unco em folhas etc., sem que os cofres
gcracslhc teuham ainda fornecilo dinbeiro para a
compra desses uhjectos, que nflo vem gratuitamente
do Pars, Se essa reparlieflo nflo tem ludo quanlo
Ihe he necessario, e se resente do alguna defeilos de
oraanisacfto, nao sou dislo culpado ; pois qe nflo
he poaalvel que urna reparticito, sem quola parasen
expedienlo e reduzida a um facultativo que be o
eommfcvario varcinador provincial, nao lendu nem
rnesmo um amanuense, eonlinuoou porleiro, func-
eione Iflo bem quanlo a la corte lo Imperio, onde
existem, alm do inspector geral e um secretario, i
vacrinailores cfleclivos. dous supranumerarios, um
porleiro e continuo ; lodavia o servido se faz com
luda a prompldfln e regularidade, sendo satisfeilas
com a malor presteza lodas MreqoWfOei e ordens.
Por vezes hei indicado ao inspector geral da raccina
lo Imperio os emhara<;ns com quo lulo, e os incoo-
venientes que delta resultam ; i*lo mesmo j expuz
verbalmenle ao Sr.Or.Rego Macedo, e rppeliem um
olllcio quo llio dirig cmn lala do -Ji do mez pas-
sado, e nflo me he pnssivct fazer mas loque fac,o,
mmp (endu qupm mo auxilie, e perrebendo apenas
fUUQOtM) ri de ordenado nnniia!. entretanto que ca-
da um dos qualro vaccinadores da rdrle percebe o
dobro.
A reparlieao da vaeena tem urna duzia ilecadei-
ras, duas meas ordinarias e algn* bancos, ; mas
nem mesmo islo tinha quamln della tomn posse o
extinclo conselhngeral de salubridade publica, pois
que s possuia enlflo orna mesa. Islo vio o Sr. Dr.
KegO .Macedo quamlo visilou essa reparlieao, ecreio
que eses objectos se aeham em bom eslatlo t podem
prcslar-se a exame. Quamlo, em lhX, fui Doman-
do presdanle deaae conaelho, n Inoculaeln se praii-
ca\a na anliga casa dos expostos, situada na ra la
Itod;i: es*o wrvlco bu fazia em nina pequen Mil,
que (cava nocenlrode quartos oecopdoa por IIDM
B pela familia lo regente ; lesnrlc que essa sala a-
cliava-seapinhaila.desde que havia algum concurso
de pe-soas que (iiiham le ser varcimulas, rom o que
licava por osle modo inlerrompldo lodo o servico in-
terno do eslabelecimento. Demais, lependendo a
inoculacfio lo arranjo interno da ca o trahalho so poda ler principio mu larde, o que
nem era favoravel Mde las rriancas que no
VOrflO vollavam a suas casas evpnslas arco inlen-
sa do sol, e nem a nnculaijan, porquauln a Iranspi-
ra^flo cutnea contraria a absorp;flo lo Huido vacci-
nieo, e por conaeqoenefa o deaenvolvimenlo las ps-
tulas. Mujo o iervi(0M faz, por lembranca iniiba,
uocorpo la anliga igreja los Jesuitas. que al enlflo
i mii.i sido oceupada pelo Ihealro particular la socie-
dade Nalileuse, e nesj igreja, CUjUportal se ahrem
sS horas la manhflade lodas as quarla-feiras esab-
bados, se acomimoda grande numero de pessoas.
Desde que passei a dirigir eaaa reparlieao, islo he,
desdejulbo le I85, anda naohouve um dia le in-
terrupcao; ningueni.comparerenilos horas indicadas
no regiment Interno, deitou le ser vacctnadoi As
remessasde semenle nai saosmunicipii>sdaprovn-
CI senfloaoulras provincias, desde Alagoas aii'- Pa-
ra, se fazem ludas as vezes que mo ebegam reaufel-
;es : eu mesmo lenho furneridn tubos capillares
nao so a alguns enmmissarios varrinailores de oulras
provinciaseenfioao mesmo instituto vaccnico ; en-
lielauln nunca foi inteiToiupida aqui a iuoculaefln,
nunca ineommodel mena coilegae com requisi{oea de
nbjeclos necessarios a propagadloe seuma ou nutra
vez lenho pedido sement ao instituto, s o lenho
relio por cautela e para prevenir inlerrupcoes, que
felizmente se nao teem dadn;porquanto,so a sement
se musir fraca em algumas orcasinos, logo depois
readquire \ igor. Tuilo bto fiz ver ao Sr. RcgO Ma-
celo : elle vio as pstulas los vdccinadw, hmbIo
ao meu Irabalbo ;creioque nem essas pstulas eram
m.is. nem ineu li abalho mpcrfelo, e por coi^equcu-
cla digno de censura.
(Juando organisou-se oconselho geral le salubri-
dade publica, ol seus delegados passaram a ter a o-
brigaean de prupagara vaccina ; mas nem todosj
sabiam ludo quanlo a es(p rcspciln convinha saber.
Conhecendo eu Islo, p nao liavendo Irabalbo impres-
so, que ibes pdeme aervir de Inalrnccao, escrevl e
publiquei al nooSea wbre a vaccina que fazem parle
laculleci;aodiH trahalfios do mesmo conselhn. Se
esse Irabalbo nao he Uta volumnso quanlo o tratado
de vaccina de Steienbrenner, he todava claro, c
pelo, p roereceu i honra le ser estampado pela
eademia imperial demedenla lo Kio de Janeiro em
seu peridico. au din ido que baja quein faca me
Ihur ; mas fui o nico commissario vaeclnador pro
vincill pie o fez, e lenho o orgulbode crer que e-;-
se escripto naole-acredilaria a medico algum. que
e desse por acu aolor. falo fli na Inlencflode faci-
litar a regular a propagarlo di vaccina: a lauto
n.in rntava obrigado, e por esla raiflo creio haver
(ireslado um servco a provincia.
Ao Sr. Dr. llego Macedo, em suas duas \sitas
reparlieao da vaccina, apresenlei os mappas.emque
se faiem >s lan^amenloadas peesou que querem ser
vacclnadaa, ppii Ihe diese quo me nilu servia de li-
vros. Klle vio parle los ohjeclns deque faco uso na
tuoculacaoe propagaeflo do Huido preservativo ; sp
Ihe nlo npreaenlel a eorrespondeneii oilicial, que
nao he lao volumosa quanlo sepdesup|>nr. foi por-
que a nao exigi; mal etM corre*|>oiidenci.? Ola-
le emmaaaada roajularroenle, eeal adiapoat(Ro ile
lodo aquelle que desojar e\amiua-la. >flo exigi-
*b>o regulamenlo supracilailo que a escripturaeflo,
sin he, a inscripeflo, leja feila em livro, e preferin-
lo en os mappas por ler mais regular e pronmlo o
laneamenlo, casa escripturacno tem sido feila desde
IHiem mappas demoinlrallvoi Impressoai mas islo
nflo qner dlier que nSoeibileescrlpluruflo, on que
ella so nao presta a exame ; pelo contrario, feila ella
por este modo.as estatlsllcas san milseacles esee-
feetuamcom mais prumplidao, alm le que se des-
pende menos do que se despenderiacomesseslivros,
o quo se develar cm consideracffo,porquanlo a rapar-1
teflo da vaccina nunca leve quota loscofres geriies,
deque pudesso lispor, e essa escripluracao evge'a |
urislencll de um amanuense que nflo existe.
Dfsae, e repilo, po os cofres geraes nao fornecem
dinhero para O expediente reparlieao la vacci-
na ; entretanto essa repartidlo sempre tem siiln a-
basleciila pelos cofres provucaes, e com lauta eco-
I nomia hei procedido, que, nao obstante achar-sc ex.
I tinelo o conaelho geral de salubridade publica, a que
ella eslava encorporada, e ioq primento, anda resta una porcoile Inb >s capilla-
res, de lncelas, /neo e chumbo, etc., que,a nflo
ser eaaa economa, nao existiran!, e enlflo muito fe-
ria sofl'ridn a rcparli<;ao. ludo islo exilie o pude
preslar-sca evarnp.
Apenas me fo dala a ler pssa correspondencia, a
que me reliro. dirg-nn* oHicialinenle ao I ah. pre-
sidente da provincia, rogamlnquese dignasse de Mo-
mear amaCOmmfaso de tres mdicos, para proce-
der insppcc.au la reparlieflo da vaccina, em que.
na phraae de correapondeulo do Jornal do Commer-
co, nada ha ; nem e-cripIurai;flo nem cousa llgU-
ma que se posta preslrar a exorne. Espero que essa
commisso correspondenle dkse a verdade.
Dr. J. d\ tquno Fonseca,
Commissario vacdoador provincial.
*.<
pi i. .. H L.^BB
deste mez, dtp da maior approxi

mmsm
HIIIHIAIIF.
O COHETA DE 18S3.
Por Charlt* l-Unmanuel.'
Al hoje a Kloca ofllrial n;m |ni niiiii upinli bem detwmloidi tofare n no\o cme-
la, ruja curia apparicn \eio iilliniainetiU' sorpirii-
iler-no*. A (ciada leitSo.!. academia ile -Hile
AS.^Io liinila-sc a fa/or melllo tlelloneatMnialro
linli : (i Mr. Araao annODCia que um lirillianle c-
mela acaba eco ; elle Foi vislo por alaumas penoai loan DO dia
lopormiiilas no .lia scmiinle. sem .cr preciso |iara
isso o emprego de Rtohama lmela,n
Em compensacao, .Mr. I'elil. direrlor do obser-
\alorio do Tolosa, nao se moslrou avaro dciurorina-
in urna noticia inleressanlissima que acaba da
Segundo eslas iiifonnacoes. cuja respon-
sabilidadedei\amos luda an autor, a dislancia do c-
mela ao Mi era a S donoslo, de li,li(IU,(ll)0 Ic-
jii.i-. Esla dislancia mo devia mais ser aaSo de
11,440,000 lesnas a 2 de selemhrn pelan Ma heraj da
maolia. para lomar ascriuual ao primeiro alaa-
i sino seis .lias mais larde, islo lie a M de selemhrn.
nanlo a dialancia dtamela i Ierra, Mr. Ped a
determina com igual aagorancac a wgue minueio-
samcnle emsua dimiiiuico DNgraaaifa : 4.",0i 10,000
legua, a j de agotlo; depoi. :)b.000,000 a i'<; dc-
|niis _'"i.i>ini,ooo Ii'jii.i- no I* de scteoibro ; depois
euin o
nilXi-ar.
,000,000 a
ntas&o.
A veloeldado lie lal qoe do da 35 de Mp*l --'
de selerabro, o cmela devla peicorrer 2 mllhoes
de legua,,oque fai quasi 1,555,000legoaspor da.
Do I' a 9 de selembro eaaa velocidad deven mesmo
eheear ao algarismn de I ,h7H,000 leona, em viole e
qualro horas, o que suppoe urna marcha de 19 le-
guas e meia, por aguado. Emlini; pnslo que infe-
rior a muitos oulros, o volume do cmela actual deve
Mr ainda enorme, po 25 de agosto, a cauda ti-
nha perto de 3 milhoeade leguas de comprimento.
Nflo podemos garanlir a perreila eiaclido destes
nmeros, porquanlo oulros astronoine* obliveram
resultados dilTerenles. Segundo Mr. de Sarlny, o
qual igualmente publirou urna noticia mu interes-
sante, a dislancia .lo cometa Ierra foi do -V mi -
Ihnes de lecuas, seis milhAes menos que a distancia
da Ierra aosol. O dimetro de sen ncleo fora de
3,lS lecuas, islo he quasi igual aodiametroda Ier-
ra. O comprimento da rauda Tora de 1.HI0.4I2 le-
guas esua lareura de 100,000. Como se \fi, lie so-
bre a medida do dimetro do cometa e sobre o com-
primento de sua cauda que os resultados do calculo
mais discordam : 3 milhen de comprimento, se-
aundo Mr. Pelil e menos de '2 milhoes segundo Mr.
de Sarla\. I'm milhilo de leguas de dilterenca en-
tre duas avaliac,oes Enlrelaulo a nslronumia he
contada no numero dasscioncias ciaetas.
Mas o inliiiilo nilosedei\a assim encerrar emal-
garismos, ea verdade he que, aiuda mesmo hoje, o
mundo ilos cometas est lonac do nos ser liein co-
ntiendo. Sabemos quo os cmelas sao astros vaga-
bundos que percnrri-m o eco em todo o sentido, o
que as mais das vezes nos apparecem acompanha-
dos de urna coma luminosa, da qual lomaram o no-
mo ; mas o quo lio essa coma luminosa '! Xa opi-
niao do maior numero, he um raslilbo de vapores
almosphericos que lica aira/, do ncleo do cmela
por lulo (Hidersogui-locom passo igual cm soa mar
cha rpida, c quo so dilata, e eslcndc sempre tanti
mais quanlo o cmela mais se approvima do sol
Oulros, prclendouilo que as caudas dos cmelas nao
existen) sonaoem nossa imagiuacAo, nao querem ver
ncllas sono um phciiomciio de ptica deudo ai
cao luminosa que o sol exerce sobre o cmela; el!
apoiam sua crcni;a sobre dous fados, o primeiro pr
jeclar-se sempre a canda do cmela do lado opposlo
an sol, o segundo, o ser ella de urna transparencia
lal que permute perceberent-ao as estrellas atravez
da mesma, o quo naode\eria acontecer se fosseconr
posta de um monljo do vaporea, batanla gramil
para |Hider ciicbor algumas reiM a melade do ciV
\isivot.
Sobre a forma das nrhilas que os cmelas por
correm. existe a mesma incerle/a. I'ns, c lio esle i
maior numero, faiem entrar lodos os cmelas na de
pendencia ,lo sol. Neu Ion, o grande owlan mol
mo. ebegava a ver nelles um resorvalorio deslina.li
a renarer as perdas quo a emissao do calor e da lu/.
deviam fazer soffrer ao astrocenlral. Oulros, o foi
gamos de dizer que l.aplare niio eslaxa longo desla
npiuiao. admiltem quo senmelas em seu curso va<
gah.....lo [.odem ullrapamr os h mu i ,-(!. nosso s\s
Icni.i planetario e penetrar assim de um inundo cm
oulro. O que ha de corlo he que a marcha irrogu
lar dos ruinlas qua passeam em lodas as ilirooco
do espaco n.iii parece indicar que a dominaran do
sul Mja absoluta; e urna seuunda circiinislancia
que vom em appoio dissn, he que, sem emhargn di
grande quaulidado de enmelas que so lem muslr.uli
ans Iiiiii biis desdeos lempos histricos, mu! pou.o
ha que l'acam re.pparices peridicas. Denom-
inlas cuja marcha loni sido calculada, n.ln passan
de cinco ou sois aquellos cuja valla possa sor anniiii
riada com algunia probahilidailede rcrlo/.i. Ni
scn.i ponlvelqueam voz de exercer n papel de do-
minador que llio prosl.un impeli .tsenmelas, i
sol inlo soja senao um encantador quo procure.do-
mar o humor caprichoso dos mosmos e altrahi-los,
mas sem conseguir sempre isso por se adiar cerrado
de seus rixaos que Din tem menos altrarti\os que
elle. O homem lem razio de procurar si.....enMl
hoosleo rolo deiua nalnreza porm por mais que
ello faca, haver sempre segredos que escapara.) a
sen espirito de investigarn, romo pan melhor ex-
citar ana cnrloaidade InMciavel; isso entra ainda
no plano da Providencia.
lu invslcrio monos impenolravel e que nos Inca
de mais |>erln, he a quesillo do saher so, cm un des-
ses inmensos ilesvios ipie fazem us cmelas, pnder.i
iirnntecer quo um d'enlre ellos venlia encontrar n
Ierra. Asronseipiencias desse choque serian) ter-
riioiso he nina oxenlualidadc na qual os horneas
n.ln lem j.unais pensado sonn enm lerrnr. Na au-
liguidade os poxns cuiisidcravaiu a appariego dos
cmelas coma mil presagio siuislro, anniinciadnr
da colera doco; monos supersliriiwos hoje, nao
MIDO* lodavia sempre tranquillos, nao uhstnnlc as
soaurancas dos sabios e lalvez mesmo que por cau
sa da nalaren denlas ngurancaa. No eslatlo desse
problema a scieucia moderna, sempre li
leniloocias malliomalicas, lem recorrido arma do
calculo; ella lia contado o pru e o contra, lia som-
mado aa probabilidades positivas e as negalivu, a
da comparaciio doma duas MmoiM lem procurado
lirar o valor da inroguila. Procodendo assim, lem
cbeg.iiio a essa cnociusao que, visto a marcha des-
ordenada dos rnmolas quo pamam onlre os plano-
la- o cm Indas as direcees as mais upposlas, um
enconlrnentre a trra e um destes astros vaoabuo-
dns nao he um facln inaloi ialmonlo Impoxlvel; mas
que se lomarmos em coala o pequeo volme dos
asiros comparativamente a Immemidade do espaco,
esse ciiconlro esla longo do ser provavel. Snppon-
do um cmela, cojo nacleo livosso o piarlo do
diainelro da Ierra, a probabilidade em favor de um
encontr siria de I contra si milhoes. Em onlroi
Icriiins h.i-2SI milhoea que aposlar contra I, que
no-so caro o olimpio nn teria lugar: mas em lim
por maior que Mja o nlgarismo das probabilidades
favoraveh, ao contrario pode tor lugar, o enl.io le-
mns razan de nao oslarnios iiiteirameule Iranquilli-
sailns. O laclo be que se as musas so passasscni co-
jno o'anppoem os malhemalicoi, nao ha um hornera
.ensatoque podesse dormir Iranquillo; m.i-, tra-
jas a leo-, isso mo lio assim. .No luodn do corarn
locada iiinde DOS reina um senlimeiitn secreto do
coirliaoci. que cuutrahalaiica.qiioannulla os resul-
tados da probabilidade na sabida da urna do .len-
lo das probabilidades. Esle souliineiilo de conliau-
i bo a fe que temos na superioridado ao mesmo
lempo lio ba o Moinlelligeiilc das leis proviilen-
ciaes que regem o nnivexM. Ter a prelenaRo .le
iilinii'ller una lal exculualidailc ao calculo! oh!
sso he Inlirura.
Para adiar a suinma exacladas probabilidades fa-
roraveiie das probabilidades desfaxoraveis seria
|ireciso que Inssemns o (|uo nao somos, isln he inli-
nilns o porfolios. Que sera de vos-n calculo das
probabilidades se liver.les eaquecldo um s.lns
nclitos do problema 7 he impossivel que n.
uhais esquerido, n.io digo um, mas miiilos do-
nionlns indisponsaxeis i snlucilo do problema,
o que sabemos do universo he inlinilivaineiile
ro em comparaciio do quo mo sabemos.
(alenins uinoxeiiiplii que piova quanlo o ignn-
ranlc que lem f na sabodnria das leis providenciaos,
c-ia mais perto di verdade do que o sabio que nlo
er sono em seus alg.irismn'. Se he verdade que a
Ierra ajra sobro seu eixo em viiite e qualro horas,
islo he, rom una gran.li-rapidez, nao he evidente
que esla ciieuiiislancia nao pu.lcscr iiidill'crenle, no
poni do xisla que nos occupa'>
I id corpo nttractivn em moximenlo sobro -i mes-
mo nilo pode ser abordado com a mesma facilidad!
que umrorpo allraclivo que nao gira sobre si mes-
uio. So a Ierra nao lives.e inovimnnlo de rolacao
snbro seu eixn. ella allrahii a. sean enm muito mais
Corea, ao monos muilo maladirerlamenle, os piano-
las que passain em raaeaphera de illraccgo; ao pas-
so que seu inoviiiieulo giratorio, mudaulu sem cel-
lar a diroee.ln do sua alir.icc.lu snbro n cmela que
se Ihe approxima, faz iices-ariamenle desviar a da
liaba roela o turna o enronlro tanto monos prova-
vel. De lodas as prnbabilidades contra a evenlua-
tidado de um choque, esla era ccrlamcute a mais
.ligua deser lomada cm ronsiileracn, e enlrolauln
nao lem sido Inunda om mola, 'sem embargo do
exemplo ib-pianolas que circulam em torno do sol
sem jamis o locaren), sem embargo da la quegxra
em Ionio da Ierra sem jamis encontrar sua super-
ficie.
A lodosos animaos a nalurezadeuumgeneroqunl-
quor do defensa.); porque razan mo teria olla prn-
x i.lu do mesmo mudu os asiros de urna arma proler-
tnra '! Se nao mis engaamos, esta arma protectora
(;uo iinjioilo ns astros de se cbncarem eslupidamenle,
como fariam duas pedias que eahem, he o movi-
mento de rolaran, Quaiuln nm cometa he lentado
a approtiinar-se demasiadamente da Ierra, ola, fa-
zondo como oboi dianle do iniricn, moslra-lhe os
enruns, o enli) n enmela espantado passa sen cami-
uhu. Durmamos pois tranquillos o cessemos do as-
sustar-nos da ameaca de ruina que o calculo das
probabilidade conserva suspensa cima de nossas
cabreas. Ha milhfes do milhares de milhoes que
apostar contra um.que a rolacao dos pianolas so np-
iie a lodos os gneros imaginaveis de carambola-
gens forluil.is sobro esse grande lapele de bilhar.que
se chama o universo. Em todos os casos ha ludo
que aposlar conlra nada,que a sahedoria divina tem
previsto esle caso e que lem bem enradeado o ceg
acaso, de orle que ello nao venha perturbar a har-
iniiii.i do sua ubrn. Se a Ierra deve perecer uitl
lia ser em virlude de uina lei finada de aateman.c
segundo o sen curso, mas nn pelnefleitn imprexislo
de um accideolc brutal. (fevue de Parh.)
COMMERCTO
l'lt.VCA DOHCIFBiDENOVEMUKO AS 3
MOKAS DA TARDE.
Coiaijesn(ticiaei.
Descunlo d letras do t metes 10 por cenlo ao
anno.
Assucar raascavado regular a 19050 rs. por ar-
roba.
ALFANDEUA.
Readimenlodo dial a23 .219:7013856
dem do dia 2*.......17:til5r7ro
27;3l7olti
Detcarrega ao/< 25 ie nocembro.
Patacho americanolilla lleed farinha de trigo
CO.NSUI.ADOUEKAI..
Rcndimenbi do dia 1 a 23 23:II2|521
dem do dia 2........2:1708312
I.M VERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia I a 23 .
dem do dia 2i.......
23:2829861!
2:6778181
1078310
2:8718791
Exportacao'.
Havre, barca fiauceza llaore, de 155 toneladas,
coiuluzioo seguintc : 3112 sarros com 1,556 arro-
bas o 8 libras de algodo, 700 sacros rom 3.500
arrobas de assucar,50 quinlaes c 21 libras lalajuba,
2,600 rnurns salgados xerdes rom 108.066 libras.
999 couros salgados seceos com 26,391 libras, 3 bar-
ricas com 8 arrobas e 16 libras de rafe, I caixa com
1 arrobas de cera de carnauba, 19 pipas, 8 mcias
ililas o 10 barril com 1.5.54 medidas de nguaTdeule,
10 caixoes c 2 laixas cun 115 arrobas e 31 libras de
cobre vclho.
KKCEBEDORIA HE RENDAS INTERNAS (iE-
RAES DEPERNAMHICO.
Rendimenlo ilodiail..... 3218658
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 23 20:7978331
dem do dia 21....... I:(W939I
:866972!
MOVIMENTO DO PORTO.
Nacioi MbWaVn no din 21.
Rio do JaneiroPatacho bruileiro latente, meslre
Manuel Jos Pereira Mariuhn, carga xarius ge-
neins. Passageirns, o majnr Jos M,,rlius Per-
Mira e I escravo, Aulouio Joae do Castro Quinta-
rles, Domingos Jo-o de Magallucs e 20 escravos
rom passapnrtes.
BahaHiate lnasileiro S. Joo, mestre Manoel
Jus da Roa Murle, carga farinha do mandioca.
EDITAES.
cte-
> le-
i pIp-
poii
AchimUhse \;vjo n utlicio ilo porloiru do au-
ditorio do jni/n municipal n tle OTpIlBM do termo lo
Cimbree, manda S. Bxc.oSr. prndenla de prorln-
cia assim o fazrr pnhlini pari conliccimento las
parle* Inlerenada, a afim de que os prelendenle
ao lilootlicio -r IiiIh'IiIi'iiim.i forma (lo Ice rolo n. MI"
ile auoslodo 1851,0 aprescnlein os mih requo-
rmenlos ao jiii/. munici|ial lo mesmo lermo, no
prazo Jo !>(> lias que -irnecou a correr lo lia i>( le
onlnhro ullimo cm dianle, para seunirem-so os Ira-
nnles marcadM no* aillgOS I- e l.'l do citado decre-
to. Secretaria lo enverno da provincia do IVrnam-
buco le novemliro ile 1853.Otecretario la pro-
vincia.Honorio l'ereirade .tzeredo ('nutinho.
O Ihmtor Anqelo He/triques da Silca, juiz de ar-
pilos supjiicntc netta cidade do Rmft de /vr-
namtmco a sen termo, por S. M. I. e('.,que
Devs guarde etc.
l-'acu naher aos que o presente \irem. 011 della
noticia liverem, que por esle jni/o JualIflcOU Iran-
cisco IVreini Vianuo, a ausencia e limar inrerto de
Joflo Jos- da l'reilas Marroquim, retado que foi
<-oin|.Maria da llora la tlonceit^o, para o<]iie produ-
iloauaa laalemnnhai nbroo conleodo de coa pe-
tic'ui, que lie da forma e maneira seguintc :
lllm. Sr. |)r. juiz le oipiulos. Dis h'ranriseo
l'ereira Viaiina.que tendo*ee elfectu.idoo sequeslro
requerido, como prova o docunie uto junio, em nina
caa larrea, lile no lugar do ManRainlio, perien-
eento aoe menorai fllboi de Fallecida Luisa Marli
la llora na t^uice;;V, e seu marido Joo im de
l;rei(a4,Marr a ter vendido cl.iudeslinainenle, e por menos de
seu valor, com o lim le fraudar ao luppltcanle e
oulros rredores, l>em como os menorix e a f.i/enda
punlira ; por isso requer 0-upplicinte que V. S.
manilo passar carta lo edicin, para ser o mesmo
luppllcado diado para proceder Inventarlo dentro
de viiilv dias, sol pena de a sua ravelifl se nomear
tutor aos menoies, c este jni/o proceder ex ofllelo
o referido inventario, ouvlndo o nupplleanla e
mais crotores, se liouverem : uestes, termos pede a
V, S. assim Ihe delira. K U. .M. Francisco Pe-
reira Vianua:.Nada mais' se conliuhn em dita pe-
tii;ao, quo sendo-me ipraeenlada nella profer o
mea despacho tegulnte.Joaliflque estar o lupplt-
canle em limar n.io sabido. Recite t" do nuiubrn
do lH>:t.Delinques da Silva. \ada maisconli-
nh,i meu despacho |mii- hem lo qual o justificante
produ/io uas lestemiinhas, ojie sendo inquiridas e
pergUDladas, sellados e preparados us aulos .suhi-
ram a mlnha eonclwfto, pie nella profer a mi-
nli.i senlenca. cujo Iheor lie di forma Mgulnle :
V Villa da prova produ/ida, julgo ju*lilica!o o do-
l Olido na pellclo a folhas, e mando se passo edi-
lal, para por elle ser diado na forma la lei o cus-
as. Hecife ."ule novemliro de 1833.Angelo llen-
rlqoea da Silva. Nada mais ronlinha a dita
senlenca aqu copiada : por hem da <|ii,il mande)
penar presente que sito alliv.ulo lie logar mais
puhlico ilesla ridatle pelo porteiro do juizo, por
lempo de ,inle lias, pelo pie mando a lodos os p.i-
reutes, amibos econlieeldM do luppllcado o citcm
e cha-iem, para quo dentro do referido prazo ve-
nha proceder a inventario dos hens de seus casal,
soh pena commlnada na palito nesla Iranierlpta,
opera que emnenlium leaipoaeehamaa imorancla
Dada a paaMdi neata cidade do Recife.aobmea
-i-ii.il o sello desle meu jni/o ou valha sem sell
causa, aos novo le novemliro do IHV, Irigeeinu
Hundo da iintependencia do imperio do Bmsil, eu
riori.inno Correa do Brilo wervao o loberrovla
Angelo Henrique da sitia
cimento do arsenal da guerra tt de ovembro de
1K.VI.J0$dc frito ingle:, Cartuel pre-iidenle
Bernardo Pereira do armo Jnior, toga I e secre-
tario.
CONP.MIIA DE BEItEIIBK.
O caiva da meima ichH-ae aulorigado
a fazer o 11.' dividendo, a razSo do 2^.")(M)
r.,pora|Xlice.O caixa, Manool 6on-
^alvesda Silva.
A repartirlo dan obr publicas, cflntrala por
epaco de i mezes, o fornecimenlo de toda cal e
lijollo d'alvenarfa batida, que fr necessario para u
obras desta cidade, queso achara em eiecu^o por
administrado, sendo postos os referidos malerian
nos portos mais prximos das obras: as pessoas que .
quixerem fazer esse contrato, apresentaro as su
proposlas na mesma roparli-gao, al o dia 29 do cor-
rente mez ao meio dia.
Din-doria das obras publicas 23 de mtvemhro de
1853. O secretario,
Joaquim Francisco de Mello Santos.
Banco de Pernambuco.
Em cumprimento da resoluto que afeaiio segur,
da assembla geral do banco de Pernambuco, para
levar a efleilo o complemento do capital de dous
mil conlosdereii, o respectivo conselluJ de direccae
convida aos Srs. accionintas, a realizarem de -' al
l."> de Janeiro proiimo, a entrada de30 por rento
sobre o numero de arenes, com que a mesma reso-
lucao Ihes permute Ucar.
Banco do Pernambuco, 22 de novembrode 18X1.
O secretario doennselho de directo, Joo tgna-
r io de Medeiro* llego*
tteolucao.
A assembla geraldo banco de Pernambuco,reu-
nida em sesslo evlraordinara, aos 2fi de seterabru
de is.i!. resolveu adoplar a propostas ofTerecidas
pela directo do banco, em dala do 1 de agosto, pela
forma seguinle :
Art. I.*0 comelho de direcejio fira autorisadoa
levara efleilo o aiiRmenlo masimo do capital, de-
cretado pelo arl. 2, dos estatutos.
Art. 2." As respectivas ac^kes serUo distrihui-
das proporciciialmenle por todos os seus socio*.
Art. 3.. A cobranza do fmporlo das ac;>es ser.i
ic.ili-inl.t segundo as precit-es da caito, e por dr-
lilii'i.ir.m doconselho de directo.
Arl. I.* Oconselho dedireccAu vender pornm-
ta do banco, as acc<~>e* respectivos accionistas, nosprazosque forem marra-
do, n.in podendo todava vende-las por precu menor
do que a par.
Batpdtt soses da assembla geral, em 95 de se-
lembro de 1853. Pedro Francisco de Paula Ca-
ralcanli d'.tlbuquerque, presidente. Jos Hn-
nardo t,alrao .ll>ofoiado,i.' secretario. /..'
nio l'lentim da Silra Jtarrora, 2." secrelario.
Est conforme. Joo Ignacio de Medeiro lle-
go, director secrelario do cunselho de direccao.
Consulado do Fortafal.
I'recisa-se saber das seguiules pessoas, cujos es-
clarccirnenlos v.oabaixo leclarados.a hem dosseib
inlcresses. e das suas familias residentes cm l'oi-
tugal.
I.' Trancisco (lomes Moretra.
2." Jos Oielano das Ohagas, vindo de Lisboa,
ponen mais ou menos ha 5-annos, e consla ler sido
caixeiro do fallecido Onofre Jos da Cada.
3.* Luiz Pereira da Costa, lilho de Manoel Jos
Vieira da Costa e de Custodia Candida Ferreira, na-
tural da Villa-Coa, no hispado de Coimbra, vinlo
le Lishiiii no herganlra portuguez Conceico Flor
dr Ueboa% consta ler estado em casa do Enm, ba-
rio de Su I--UII.I al 18i(i, e depois deste anuo, ter
ido negociar para o renlro du provincia.
1.a Manoel JulUo Dias da Hoclia,.niho do Juli.lo
Dias da Uocha, natural da freguezia de Carnicaes,
leudo sido morador c estabelecido no luuar daCru
de Almas nesln cidade.
5.a Sehiisli.lo Aulouio Cirvalho e Mello, li llio de
Scbasllo .Antonio dos Santos, n ra, viudo para o Brasil em l8i", e liavendo noticias
quo ltimamente era caixeiro na cidade de liui-
auna.
(.. Vicente Jos de Mezquita, natural de Alfei-
ro, dislrido de l.eiria, de idade de tSannos pou-
comaisou menos, tendo n'cssa idade vindo para
esla cidade em ISiO ; e consla que esle individuo
lem sido feilor ou la>raJordOs engeuhos Covs,
Dous Irmfio-, Tapicur, c ullimamenle no Coro-
andi.
Koga-e pois as pessoas .icma mencionadas, ou a
quem d'allai souber o seo deslino ou lim, de com-
parecer n'esle consulado, "para preslarem as infor-
marnos quo Ibes forem pedidos.
Consulado do Portugal em Pernamjiucn, ao 21 de
novembrode 1853.Joaquim Haptista Moreira,
conliul.
Consulado de Portugal.
As pessoas que sao de\edoras do foros, mi oulros
quaesquer remlimenlos porlencenles a Sania (.asa
da Misericonlia le l.oamla, queiram comparecer
oeste consulado, com os recibos das ultima* quan-
lins p.iL-as, ,ilim desatisfazerem o que eslao em le-
bilo al ao prsenlo anuo, como consla dos resis-
tivos eeaeotos. Consulado de Portugal em Pernam-
buco aos 18 de novemliro lo 185:(.Joaquim Hap-
tista Moreira, cnsul.
Pela mesa do consuladii provincial, se faz pu-
hlico. que do !. de dezemhro vindouro eiu dianle.
se principia a cobrar a bocea do cofre, a dcima
dos predios urbanos das fremiezias^lesla cidade I
da dos Afolados, peilcncente ao primeiro somoslre
lo auno linanceiro le 1853 a 18'ti, e quo flndOIOI
30 dial uleis. incorrem na mulla le 3 por cenlo.
lodos aquellos que loixarem de pagar seus dbitos.

<##
DE SI4i
DECLARACOES.
O consrllio.iiliiiinislnilivo. em virlmlo do mi-
tnrNurn iin E\m. Sr. presidale da provincia, tem
da i imprar para oalmoiarirado du presidio de l'ei-
nanda lia r.ilipir.ir 6, <'n\in's d fn/il H, ferros di* rebote
rom cepo \>, diloa .le pinina \i, ditos de raniiilios
laapparelho con cepo a\ rormAea hircos l, dilos
i'slrcilos 1-2, dilosde inei.i l.ir&iirs 12, eon)p.irnssor-
litio, IJ. Rarlopai inji.v.i. rom ferrus (i, rerrairuu
caibraa .o, .litas ra rarpiuleiro 2, ditos para pedreiro 2, sendo um
rom 2 llliras o oulro rom 3, escalas rom potreadas
para rarpinloiro e pedreiro 1, Colina de lineo com i
palmes de largura 748 pemos, dilaa de robre para
anoide iirsaanar l!)2 palmns, i hundi (i arrobas,
ocre aman lio I barril, dito do cenienln I. lipas :1IK)
lanas, pi icos ripees da lorra 21) mil, carvSu de pe-
Ir i i loiielailiis, olivadas 2IK). larras de es|iin,ir-
loiro I, limas Iriangelu peqnenaaiH, de meiaeiii-
iiad. li a S polecadas 21, .lilas ililas poipumas 12.
uros di-Innol rornrrailos I quinial, telhas 12 mil,
IJolosde ladrillio (i mil, ssllins para vaipieiros (i,
ra-.iiais 12 pares, paos do jangada X. couros .le viu-
do rapooira III, lapis 21, papel perlina 1 resmas,
garrafa, (\t- Unta prela 12, gomma uraxa 1 bonecas,
linleiro ordinario I, roihinlm da porta do auno de
IH'ii 2.dilas de nlaibeira 2, cera branca em velas
de meia libra l arrollas, alqueires de sal 2, dilos do
fkrinha do mandiora imi, alelria 1 calta, Camilla
de tapioca I cala, folhas de iiamiros groan i eaiu,
rame de lalao lorlidn I arroba, rniiru, baela verde,
lili amarella e taifas lamben) arnarellas o ucoessario
para robera de una mesa do ti palmos do rompri-
mento c i do largura.
Par o arsonal de auerra.
A/.eilo do coca :10 eanada e meia, medida nova,
lio de ligedlo 38 libras, pavios (i diizias.
I'ara o oilavo halallnlo de inlanlaria.
Pares de sapalos do sola c vira .'WO.
(.luem (ui/o.veiidor laos olijorlos aprsenle ns suas
propolas em carta fechada, as 10 luir do dia 2(i do
correule me/.
Secretaria do rnnsolho administrativo 22 de no-
emliro iM 1853.Jo* de Brilo ingle-., coronel pre-
idele.Bernardo Pereira do Carino Jnior, \o-
lnl o sorrolnrio.
O consellio adminislralivo, om virlude dcau-
(orisaeilo do Exm. Sr. presidonlo ds proviuria, loin
do comprar os nlijerlos Mguintes para o hospital re-
imrnlal:i-olxau do lirim loo. Iravesseiros do dilo
100, panno niorluario I, rliinollas raiss pares 200,
lallieros o, eolheres de metal para clui llfi, copos de
vidro 21, ferros para pequea elrargtl eslojo I, al-
galias de metal alaslicossurtidas caal, Iroclialoros
para liydrocllcs 6, dilo para parasenlhercs 2, fer-
ros para aullio|)siaestojo I, sprruliim aciiS.
yuoin quier vender laes objorlos. aprsente suas
propmlasem enra frohada, as 10 horas du da 3)j
do corrente mez. na secretaria do cnsellioadniinis-
Inllvo.
SccreliriadoeoDscllioadmiiiisIralivo para fornc-
1 :i." RECITA DA ASSIGUTIRA.
NtBRtno ><; i: kovembro ii l.
l'An iihhl.i pela nrcheslra a svmphonia
REGENERAQAd.
suliir cena o vaudeville em 1 aclos.
.al
0 PRINCIPE CAIADOR,
Sr
om qual Inmarn parlo ns ."rs. Monloiro. i.i
Amodo, Beterra, Hoiando, ll. Manoella. c I).
malla.
Segoimbxeo balele em 1 arlos,
48 UIVTHO NAfOlS.
Em o qual loin de debutar o jocoso mmico /.
Caularelle.
Pertonaycns.
Madama Hcitiore. .
Berososk. oleial polaco.
Bwfetar hollaAdtte .
M. Itnbert, franco/ .
I). Dreno, l:< -[Miih'ii. ,
Hm/.iM i. .i :;i.|.i .
Potrilla, criado ,
Dorolha.....
Glasearas, canipono/e.
A achilo passa-se em u
DISTItlHI ICAO l)0SBAILADOS
I'RlF.IKP ACTO.
Alcmanda, .laucado pelas Sras. Baderna, I.. ClB-
larolle, I'essina, ('.. Ciudarrlle. o Cardella.
l'EHCRIROACTO
I ni p.issoadous.pela Sr.i. Ilaileiua.o l..(lanlaicl-
le, souundo passo liospanhol, Sra. HaderiM. o l'essi-
ua, lorceiro passo liollandcz, Sra. Badenn, o
Caularelle.
QL'AKTO ACTO.
Passo a dous ,i carcter, pelas Sras.,IUderna I lle-
Vocch\. con o qual dar lim ; soudo ludo coin-
(Kislo oeusaiado |ieloSr. l)o-\'ercli\..
Os bllliales ac'nain-se a dis|io>ii;do do publico no
osrriploriu do Ihealro.
. triares.
Sra. Iladerna.
Sr. I)e-Verrh\.
C. Canlarrllr.
I.. I ..111.11 11 -
Possina.
. K.Cinlella.
. N." N.
. Alvile.
criados.
ri.l.ido da llali.i.
AVISOS martimos.
Para l.islioa a uniera porlUKiieza Margaridii,
capililo Silverio Manoel (los Hei., sabe imprcleri-
velmenlc cm 27 do correle, ainda pode recetor
algnma Carga opassagoirus.' quem prelcnder.ilin-
ja-so ao referido rapililo, OU aos cousiiiual.uiis Ob-
vira 11 man. ^ C.
Para o Porto.
\ hara Olimpia, de priincira marcha, scauc cm
hrovidado. Para rarna on panageirw, a Iralar rur
seus consiunatarios Barroca A Castro: na roa di
t^adein do Kcrifc, n. 4, ou rom o rapilo ua prifa-
ii
xc
a
11
it
di
i;<
te
di
P,
lo
el.
I',


CEAKA', MABANHAO' E PARA'.
O lii-iguc'escuna nacional Graciosa, ca-
pitAo Mendo, sahira* em pouco* din por
le- a inaiorpar^p da carga engajada : pa-
ra o restante e panageiroi, trata-se com o
consignatario Jos Baptista da Fonseca
Junior, iiaruado Vigarion. i. primeiro
andar, 011 comocapitSo, na prarn.
Para o Porto, a mu i lo veleira salera porlu-
gueis Bracharemt, rapilao Rodrisu Joaquim Cor-
rea, sahe com breviedade ; recebe rama e pasKe-
10!, para o quaes offerece cu melhores commodns:
os prelendenles dirijam-se o consignatario T.
d'Aquino Fonsera Si Hllie, na ra do Vinario n.
III primeiro andar, ou ao referido capilflu na Praca
do Commercio.
Para o Rio de Janeiro e Baha.
seguir mi poacos dias, a hem ctinhecida escuna na-
cional Unanle Mara, anda piule receber alguma
carga e escravos a frele : a Iralar com JoSo Anlonio
da Silva (rilo & Companhia, na ra do Vigario,
PARA O RIO GRANDE DO SIL.
segu improlerivelmeiite no dia 26 do correnle. a
\eleira barca brailcira Malhilde: quem na me-
miquier ir de paisagem, para o que lem evccllon-
les commodo, eiilenda-se com o capilflo da niesma
Jernnvuin Jos Tellee, na prc,a do coinmercio.
LEILO ES. .
Sabbado -_'ii do crrenle, as III ', hora* da
manilla,, o agenta Anlunea tara grande leilflo en.
-eu .iim.i/ern rua da Crui n. i, de trastes de min-
ias qualidade,consiilindo en. cadeira usuaes, ditas
ila ImI.inri!, mesas redonda, consol, sofis, mar-
que/as. commodas, meias litan, lavatorio", guarda
roupa. guarda louc., carleiras para escriplorio, di-
las para nagcm. secretorias, looendores, eepelhos
le moldura dourada, candelabro, laniemas, can-
leeiros para mciode sala, ele; urna porc,o de clin
ule palha da llalia, dobra.los c singelos, para
linmense meninos diversas qualidudes de chralos
il.i llaliia, oculns de alcance, espingardas de dous
.......- para cacar, dous piannoa inglcucs com MUCO
uso, apparelbos de lonja para cha, urna (MircAo de
sabunelos inuilo linos perfumados para barba, un
rico santuario de Jacaranda com Ircs imagen muilo
lindas, decenleinenle preparadas, obra do Porto,
iirii.i porco de cera de carnauba cm rama c uulra
dila cm vellas feilas no Aracal), cm sua compe-
lenlea callas, e oulros niuMos artigo, que sorao
tendidos a quem mai der. llavera lambem leilflo
de um moleque de IH anuos, proprio para lodo o
tan i'.". suancando-as a boa saude do dilo rsrravn.
J. II. liamlev, nflo |Midendo oipr o venda
em sen leilau de -ido correnle, senn mili diminu-
a purcaodas bieuda* que compoe o sen bello sur
limeno, continuar o inesnio leilao.'segunda-feira
JK, as III luirs da maullan, no sen cnlan indicado
armaron da rua da Cruz do Rerife.
i.EII.AO'PAKA ACABAIt.
Aiulradc A Amaral. n.in pudendo acabar o
Iciluuda liquidaran f '< elabclerii.icnlo,ra/.ein no
dia Icrra-leira, 2 di ti -rente, as 11 boras da ma-
nli'.i cin poni, no ari. tcm do Miguel Canieirn. na
ruado Trapiche n. :W, por nlervcncan do agtDleJ.
li.ilis do restante de sua laaenilas, assim romo urna
porcAi.de agua de Colonia em frascos quadrados de
-uiieiior qiialidadr.
Segunila-fclra, 2X, do cnrrcrile, as III l|> horas
da u.iuihaa, Francisco de Avila Mendonea, lara lei-
liii rxH iiilervene.lo do agenle Anlunes. cm sua
rata na rua do Trapiche n. 2, seg.....lo andar, aonde
leveoseu hotel denominado di Barra, de lodosos
iiu-le-, Inuea, vidros e mais nleneis que rurarn do
.....rao bou. eontlslindo em I grande etpeUio de
parale, I mesa grande claslira para janlar, I .lila
pequea, l eadeiras de amarellu, S ricos quadro,
Ki.ibiilrs para chapeos, Jdiln-para roupa, I cal-
icha para esrriplniio. 2 bancas para iogo, 3 lavalo-
rios, II camas para solleiro, meio apparelhn ile Inu-
ea blanca nimio lina para janlar, li cortinados do
as-a para rama, .1 caisoes para cotidu/.ir comer, li
lu.illi.i-de i.....a. I i'.inia aiuaripic/ada, 2 gradea de
inaileira, I c.ibiiie niodeiuo, lucio barril de vina-
gre, I miardii'lor de tmidas, i|iiarlinheiras, I ina-
rhiua de liinpar Taras, 1 escada do cama, I quadro
cora avate da barra de PernambaeO I omlo de
.ile.uice. I lubolela, 1 quadro com a visla de Pcr-
nambuco, I banheiro de fulha, 7 bandejas linas, I
eseailagrande para denlro de orne, e onlros muilof
.irli^.i- que eerio vendidos I quem mais dcr.
DEYUSTA AMERICANO
MENTES ARTIF1GIAES.
7 Rl!A DA mi 7
on, cirursifln dentista,'
prevenir ao publico, que acaba de receber dos V.%
lados-Unidos, pelo iillimo navio, um grande sorlii
iiii'iiiu dos celebre denle minerae incorruplivei
iiii'unlc-lnv cimento lido como superiores n lodaa a-
oulra qiialiiladi que lem apparecidn al hoje, o-
bre tudu pela rara pcrfeicflo com que iinilam a na-
lureza. I). R. Da) non, ronhecidu pela perfeiino
da sua obras e a moderacao dosseus procos, conli-
mia a applicar denle artiliciae pelo inelhorossvs
lema adoptado na Americn e Europa, sem ue-
nhuma .Ht.-i .i.;.i,. nos |>reco beni ronheridos de seu
eslahelecimenlo.
PIIECOS SEGU1NTES:
Por chumbar um denle de 29 ."OOn
dem de billareada um 79 li 128000
PUBLlCACAO' DO INSTITUTO
HOMEOPATUICO DO BRA-
SIL.
VADB-MECUM DO IIOMEOPATHA :
em um volunte de mais de (00 iiacinas ; e
DICCIONARIO POP I.AR DE MEDICI-
NA IIOMEOPATIIICA : cm :l volme
do mai de 400 poninas cada um.
Obras indbpeoMveb a lodos os pais de fa-
milia, senhores de engolillo, sacerdotes, di-
recloiesdc Odlegio nudo oulios cslahelc-
cimeulos, capilaes qii.ic-i|uer mitras pessoas, que por si mesillas
qii'zerem conhcccr os prodigiosos elleilos
fia hoiiicopnlhia.
Pelo l)r. Sabino Olegario /.ii(/;/cro Pi-
nito, membro tle niuilas mciedadtt srienli/i-
ou NOraioMMie r-llilngeim'.
Estas duas obra, que aerlO adornadas
de diversas eslampas, encerrara ludo o
que ha ileinelhnr acerca de lliedicin
iiicopalhica. Oualqucr dolas he picferivcl
a ludas as oulras, que. al hnje se lem publi-
cado.
natura aogOOOr*., pagoi im-
n rasa do aulor, rua
Preco da ,t
niedialaineul
Aarigna-ee
Ou/.cs, n. II
o VAIiK-MlXI M lem de nii luz
brevemente, visto j estar muilo adianl
sua impressflo.
Consultorio central liumeopalbiio rua
das (!rn/.es, n. II.
Nova fabrica da chapeo d sol, rua Nova n.
36, defronle da Isreja da Gonceic;ao' do
Dlllllare.
Jos Prailines. lendo-se resolvldo a iinlar ao seu
eslahelecimenlo de culileiia tuna fabrica de chu-
pen, de sol, tcm a honra de participar no respeild-
vel publico, principalmente a aeue 'regne/e., que
acaba de receber pelo ultimo navio rhegado do Ha-
vre um linilii siirlimeiiln de chapeos .le sol, lano de
eda, como de paniiinhn para hnincn e wtthora.ricoa
chapeos de sol com cabo de hainbit, ou caima da In-
dia ; ilitos com rabo de louro. ditos i......raricaloras
as niaiscurioMis.dilos com arinarao de ac com ricos
enloe, ditos para senhora, com ricas Iranias o
rallos de marflm, e nutro ni ni los nhjeclos, oa quaes
-ci ..i vendido por procos mui roinmodos: fahricam,
a cnnserlam-so lodos os ditos objecin rom iiieiii, o
promplldAO por preco mais barato duque em onlr.i
i|iiali|uer parle. Ecnnlinua seni|ire a fabricar bri-
des, esporas, o picadeiras de goslo, e roncera 'udu
o que lie (endent, a neo olHcio lem reaolvido lam-
bem para ner mais cummodo a sua fremie/ia de
fazeraniolacao lodosos dins com perleicflo.
Precita-se al ligar una prela para pierviroda
casa doiiina visiva : quem a liver dirija-e ao pairo
pe S.Pedro, n. 13.
CONSIT.TOHIt) CENTKAI. 110-
' MEtfPATIIlCO.
i\. II liim das Cruzes N. II
Coiisnlias lodo os da desde as 8 libras
da mantilla ale as > hora da larde.
Visitas aos domicilio das 2 hora cm
diahlc.
as molestias agudas e grave as visita
serflu feilas a qualqucr hora d dia ou da lJf)
nuilo. .(
A srnhorn* de parto, principalmente. V
aerjlo sorcorrida com religiosa promp- (rfj
ldao. m
l)r. Sabino Olegario /.urlgero Pinna. "W
.d$^@ ^i4 Precisare de viin raiveiro para lalierna de da-
le de 11 n lli alios, rom pralira do mesmo nego-
cio ou sem ella : no aterro da lloa-Visla, taberna
n. t!l.
Precisa saber-se onde evisle O pudro Jos Car-
los de Mcdeiros, seus pais on prenles : na rua do
Collegio, loja de encaderna(io n. K.
Aluaa-sc una elegante casa de campo a mar-
em du rioCapiharihe, na Passaem da Magdalena,
rom lodos os commodns puro granate familia : a Ira-
lar DO alerro da lloa-Visla n. I.
AO PUBLICO.
O ibailO Maignado laliellio publico de olas
lesla cidade, por nomeaeflo imperial, au lomar a ge-
rencia do anillo carlorin do fallecido Coelho. pro-
iioriameulo eslahelecidn no palco do Paraizo n.
28, faz cario parles a a quem convier, que ahi
sera promplu e nflicios.....i dcsoinpcnho dos aeiM de-
vore, procurando por todos os meios de benevolen-
cia e deshilcres-n servir ronlcnln de Indos : pura
o que o poderio procurar no referido limar, alo que
deuai......Mi'u siin.icflo..'uno llanlMa ile S.
I'recisa-sc fallar com o Sr. Antonio Manuel
Eslev.ln.que iilliiniiiiienle veiu da liba do Fernando
no patacho Pi-optimir. na rua da Cadeia do Rerife,
"3
Precisa-se alagar njn andar. na mas do Tra-
pichev da Cruz on frac* dn l'^iinmrrcio, que sirva
para o gabinete ingle;.: quem u liveo, dirlja-n
Iralar com Joflo lAMes, scnelariodo mesmo gabine-
te, na rua da Cadeiadii Kerife o. 36.
Precisa-so de um caiveiro: a fallar ua roa da
Cruzes n. 40.
Aluga-ee o bem condecido moleqne Joas, pa-
ra servir e'm rasa eslrangeiras, he fiel, bomcompra-
dnr, cozinha e uo bebe, e he muilo diligente: na
Soledade n. 70.
Precisa-se alagar urna ama capaz, que (enha
Imm e bstanle leile, para criar urna criancadeum
mez ; paca-se bem : na rua Direila por cima da
botica do Torres.
O aballo ansignado declara ao eu amigo que
Ihe pedio un papis de Iralo de sociedade para por
eiles fa/.er oulros, lenha a Imndade de Ihos vir en-
(regar, que muilo precisa delle, e Ihe llcar anda
em rima obrigado.l'ulorino Jone Ferreiru.
r'urtnram da casa ilonhaixo assignado, no da
12 do correnle, um sellim inalez em beel uso: a
quem fnr offerecidii, roga-se de dar noliria na Ira-
i do Veras.
/ irlarino .loar da Silva Traratto.
le iniudc/a
Mello ,\, Companhia
O Sr. Anlunio
la Cadeia Vi
ra & Companhia
Joili
embarca i
llhnr I.
de Antonio Lopes Perejil do
Rodrigue! Vieira appareca na
Canln:
muale
iiircnc
Iban. 16, a
a negocio
ii Ayrea,
Benediclo
da Coala
ileuder-se eoni Viei
seu iuleresse.
moranlo nesta prai;n
ara ser enlragueaaei
un mis, residente n
tic iImii- niez< .de itlado; piiRa-scce
i.i rua i iii d< Apollo t-i-;> Au e^qiii
),. ronlrtmlt' t ennida dos prc(o Cfl
rmm
Augusto Pedro le AleanUn l.islioa, puriu-
ueCi relirii-se p;ir;i rorliiual. ____
BOTICA i
CENTRAL mn.iimim .
3 :l iim'o ntet/i, I. malar SI. &j
: Dirlcldapelopharmaceaiicoapprovado, .
'l t professor em hoiaieopatbla De. F. r
de P. Pire Ramos. R
I Nenia nolica se enconlram os melhorea e E?
i mais acidulados inedicamenlos hoiucopalhi- |?p
s eos, quer em ulobulos, quiT em Induras, H
i nreparadoa com a mais escrupulosa evad- c
' uao, pelo pliarmiiceulicu appruvado enrules- s'
i Ramiis, aob as
ahiii", com quem ha
regraa da phar-
SVM)S.
1*5 .'"""",
m ca lem s
53 Sr. Dr. Si
5 "'
m peatoaa
J urna g
-tfj por ahi
bino, o
que dellef
ni h.ui.....patina Dr.
in.licuci'ics du Sr. Dr.
prallcada ha 'i aniins.tiiilii
marta honl6np_alliica.
Os meiiicamenlos desla botica, cuja efllca-
ido verilicada na tonga prulica du
cunhecida p,
lem ft'ito uso
ninde vanlagMia tobro ind"
., venden), a tm;il niinislr
^A prompldao dotietu efleilo*, cont
^M iil-lf de se conwrrarcm muilo le
solTrerom a menor allcraijflo ; qao 01 lor-
n.i muilo recommoutlavetfi prlnclpalraonto
l;ini r malo* onde nem aempre ha lavllida-
lodaprovMo <- novoa(imulnimntnte
Efiftlem oarlolrai do mdieamoiiloii em
lubot pjandes de Uno crysUl de liilcrenio'*
prerix, deudo 14)00(1 ale i Jwm conforme o
ida
,.Vr
lano
ll|M
i que
lo na
que-
i
AVISOS DIVERSOS.
Esta i v |m;;i\i|iliiii precita dr um im-
iireuor, a quem tiara trabalho eneca
livo.
LMEIU lio RIO ii: JiNHIO.
ReHumo dos premios da 4. lotera
concedida a Santa Casa da Mise-
ricordia do Rio de Janeiro para a
construccao' do asilo dos alienados,
extrahida em 14 de novembro de
1853.
I \. 240........20:00011
I > IIII........lOsOOOj
I 1842.........,:000a
I .. .YW........ 2:000
(i 327, 1715, 2685 ,
".7S7, Vlil), 5046. hOtHM
lli >i SIS. 1134, 186, :>".
1588, r..-s-2, 3397 ,
20
4265, 4530, 5260. .
7f, 264, O.'i, 130,
,00a
021, 1508. 1048 ,
l'l:', 2511. 2512 ,
:s7S. 5018, 5108 ,
5320, 5700. 3814 .
son, 4250, 1466 .
.'>ril7 200K
lili 1. 11, r.7 . 02, 1 6, 259,
571, : 106, 55 5, 77-.,
08 . 1151 1412,
1465, 1501 1543,
1 .Vil), ISil 1863.
1877, 1085 1995.
-2008, 2152 2220,
240, 2419 2580.
207."., 2702 28 i2,
5W, r,2:.l 5580 ,
r.i27. 5002, 5744 .
58 W, 3930 , .055 .
4094, i 108. 4164,
i 180. i 288 . 4359.
455... 4725. 4802 .
4843, 4846, 5150,
5288, 5342, 5400,
5 r.7, 5507 , 5651 .
5074, 5825 , 4929. I00.S
10(1 de 40j
isoo de 20
. <1<> | 8 sacnes, e riqu
inwKffl Olaviilro.le
dad!" 11
livrar ^
snas 11 mi iiii
SALSA l'UIII.IH
Vicente Joa de Brito, unicoagenle cm l'eruani-
hueo de D. J. D. Sands, rhimico americano, fu/ pu-
blirn que lem clie'jailn a osla praca nina uraude por-
c.io de frasco* de salsa parrilha de Sands. que sao
verdadciriimeiilc falsificados, o preparado) no Rio
le Janeiro, pelo que se devem ucaiitelar os cunsu-
niiiluies de Lio precioso talismn, de cahir nosle
ngano, lomando as funestas cotmaueiiela
aempre eoalumam Iraner os medlcamenloa tal-ii
dos c elaborado, pela mnodaquellei, que anie|
seos Inlereaaea aoa malea e ealrago da homaniu
l'orlaiiln pede, para que o publico eepona li
desla fraude e disliiiiiiia a vcnladeir.i sal-a parrilha
deSands da falsilicadii errrenteinoiile aqui choaa-1M l.|. .,. paiam, que compraran medica- (S
da; o'annunclanle fai ver que n erdadelra e von-1 j roenloaneala botica, na unidas Croiea. n. B
de iillicaliienleenisua Imlici.....i rua da l.ullccic.'in M (|_ s^
do Reeife n. I : e, iihin do reeeiluaiio que acnin-1 ^jj _____ ?,*
panlia cada frasco, lem embaixo da priineira paeina SmBS3R55^e^^^B^!^^Bfi "'-!"-1
As nulas da primcjra parte da
quinta lotera,concedida a matrix ila Boa-
O CONSULTORIO IIMKOPA-
tbico, da na da Sen/Jila \ellia.
iiiiidou-sc para a rua da Cadeia
Villia do Reci n. 20, primeiro
andar. Consulta u remedios para Ot
pobre lodos os dias, e tamheiii no
mesmo consultorio recebemHW do-
JS "liles para serem curados,- como
j tambem curare a qualquerdpen-
tot le por IO.S'000 rs. suppi indo-se
w senipie os doenle.sile remedios ate
S osen restabelecimento.
MCEtlIE
lar mu meiiini
ncrosamenle :
na com a cntr,
noeiros.
Madama Routier, modista franco
Nova BU 58,
acaba de receber um liuilu snrlinieulo de rhnpros de
seda do ultimo Boato, romeiras de ramhraia com
mansas bordadas, preparadas para veslir-se por hel-
io de palito, rhales prelos, lilAes de cufiar esparli-
Ihos. eufeitcse lurbanle parabaileeethealroe, lilas
I.m -.i- pura rinitis, lencos de seda, seda de furla-cn-
rei. imaiias prela de seda a iuiiiunio .! blond
vealuanoa de seda para meninas, dilos para meiii
nos. toncasilc haplisar, eapartilhoa, enlr
dados, calcas bordadas para meninas, rec
hallados de vestidos de diversos desenhos, bicos pre-
lu-, cabecAea de Meo de seda, um lortimenlo de
plumas para chapeos cliiiiradns, um lindotortimen-
iii .I.....anlalcles prelea e de rr. e ra vestidos a
e tuneados cun goalo, por preco rommoilo.
rrecisa-se de una ama para serv ico de casa
de piulas a denlro: naroslilacau por delra/. da igre-
ja de Santa Rita.
Aluga-ee o armuan, nn qual semprcieve tu-
licrn........ nic-uiu lem aliaran: no paleo dn Ter-
co n. I3S, a Untar rom o seu proprielario Joaquim
Lopes de Almeida.
Al IK.M..AH, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Piulo Galguan, dentista receben auna denli-
friee dn Dr. Pierio,osla auna condecida como u ine-
Ihor que lem apparecidn, ( e lem nuiilos clouios o
aeuaulor,] lejnaproprladauedacaDaervar a bucen
No dia 32 do correnle deeapparroeu um escra
vo, crinlo, de neme I,ni/, que lem de 18 .1 ^0 an-
nos de idade, biiivo e cheiu do corpo, rom nina mar-
ca de frula no rilcanher do pe direilo. com marcas
nos nadeflaa de ler sido Borrado, e com siKnaca de
v.iiciuii por ler sido varcinadi, ha pouco: roya-*aos
capiUea de campo ou qoalqurrpenoaqoedelleaou-
ber, dirija-sen rna de Amias Verde, easa 11. 36, que
sera bem recompensado.
&
Paulo Gaignou. dentista.
Pode ser procurado a qualquer hora em
sua casa na rua larga rio Rosario, n.
36, segundo andar.
mwsaaomwam
'meiu tu
reirle
dures de
i em eral
upo u'agui
lentes: lira o
o charuto, ll-
ago sullicien-
ienlifr'e evccllenle para
n rua larga dn Rosario
inoiticHlenle
>/a das calilas.
lil.lura da i|uiu(adv-
......". -yiot
Cada I11I11. de iiiedicaiu.iilu i-"'
.V. /;.OSr. Dr. Sabino Olegario lanfe-
ro I'iiiIiii se pretil a dar esclaieciinenlns a
las as peeeoas, que comprarem medlca-
menloa ncsla botica, na 11111 das Ou/.c.
II.
lirinii em 111a-
impresso do mesmo
1 iioiiie impresa.....*c aeha
niiscriplo snbre o invollorio
fraros.
Knsiiia-se 1 fallar elraduiiralingua ingjeza
correrlamenlo I a tratar na rua da ('.loria 11. R'l.
Trn-piis~a-e .1. chaves da loja 11. 71 do alerro
da lloii-X isla a qiielu comprar a ;irmac,n que evisle
1111 niesinn.
Bernardinn Caaemirn Gouvea, porluuue/.. re-
lira-s para Purhmal.
Precisa-se de um raiveiro que lenha bastante
pralica de tabernil : na rua do Marlirins 11. :Mi.
Aviso Importante.
Francisco Altea de Pinna, com lojadeiniudeu
na frenic do Livramenlo, pedo eneareeldamenle a
neiis ilevedore, lauto da placa como do inulto, por
favor Ihe virem quanlo antes pagar oeu, debito,
priiiripaln.....le aquellea que lem mus letras nuci-
das ha balenle lempo, islo dentro do ornado 30
dias da dala desle, o aquellos que nao dereni riiin-
piinienin a seu dever. nHo aiserto chamado nova-
mente pela imprema e por seu. iinines, cuino sor.wi
juslirailos, do que llo se devem queivar valo ilurem
nnlivn para bjao,
eheiroai e preservar da
gOBl desai.ulavei que di
mimas otas desla u'iiin 1
les ; i.uiil.....si- achuru pi
.1 cunservac.i.i dos denles
11. 36. aegundo andar.
Casa da alleneao.
Oaferldor continua em en ealabelecimenla du
rua de AgUtB Verdes 11. >, a dar expediente lodos
ns dias uleis. das nove limas da inauhila asquatro
da larde, e pede, que nao se guardem lodos pan o
lilil anllU iiiiiiii elle lem maullado e runtiiiuu 11
mandar 'eu agenle a alerir pelas casas; logo as
pessoas nlorcsviitas e-pereui que elle rbenara por
la. Prn.rrtle*tlit Silrn (tiifUmo.
Anda eaia para ae alagar, un mesmo para se
vender, a nadarla dn rua Real junio ao Miunaiinlio
11. JT. cun lodo os mus prteme., por preco rom-
modo : a tratar na nie-niii rua, rasa n. (.
Precsa-se alagar urna escrava, que suba ea>
/uiliiir o diario de una casa mlrangeira de pouca
familia: na rua da Sen/ala, esquina dobeccodo
(.,i[.ini. primeiro andar.
KSTANPAS DE S.YIIIS li SAMAS.
Na lo)n de nindeuu a rui do CoIIcro n. I, rr-
i'lini -! uo\o sorllmenlo dos wruiiIi? nonies de
Sdoin e Sditis nn ponto pequeo egrande: No!
Senhora na radeira, Dfurimenlo, Sania Mara pa-
iM.-ii.i .1 '-I11M. hu-. S. ioiaS. Sania Hota, Nossa
I Sfirfiora do Carmo, Anjo da (.tiarda, Salvador do
' Muudo, S. Vrenle do Paul, Sania Familia, 8. I''
dro. Sania There, Sania Rila, Jwns defendemlo
I iimiIIiit ,iilnlh'i;i. Siiul.i Francisca. >wSenhora
das Oore, S. Joo BapliMa, Kaplikmo tle S. Joo,
SS. Corar<*es ,ie Jesu* e de Mara, Senliorda Canna
Verde. Jess c a Samarilanit, Jess du llorlo. Re*.-
surrpiclo, S. Sebaaliao, Sanl'Aunii, Sanio Anlonio,
\itssa Senhora do Kosarin, Saula Joauna, Seuhor
Cnixifcado eS. Mi&tuel, a^ini romo uulros tmiilo*
uomes de Sanios e Sanias que se deixam du annun-
h;romi;\s.
N.i ru.i do (tulleci u. I, dos iegainlM iiunnM tic
Santo e Sanias :S. Miuuel o a metl.illiii inihiurn-
sa, Anjo da (iuarda e a medallia m)lauroa, S.
Francisro da Av.is v n .\njo d.i (iuarda, Nnssa Se-
nhora das Sele Dores e o Oinilicailo, a Viruem ail-
los do parlo, no parlo, c depon do parto, NosshSp-
nhorada C.onceirjlo, Sanl'Anna o o* SS. Cora^uM tic
Jess e de Mara, (iloria nos SS. t'.oraees e Sania
Mara ronrehitla sem peccado, .Nossa Senhora Jo
Bom SoCCORD e da Boa Morfe.
CAIAIMUS (IIH I.IMIA.
Na loja do miude/asda rua do l.olleaio n. 1, ven-
dein-se caivinhas rom 12 novellos de liiiba branca,
letldo as mesinas caivinhas dilterenles Bortlmenloa.
Madama Millocliau Httessaril. modista,
no a ten Y) da Boa-Vida i. I,
tema honrado avian as snas fretaic/as. que acaba
.le receber pelo navio llttrre, um sortiineulo das
miiilas as milis novas de Taris, cuino sejain: um
grande sortimento de chapeo de seda, de bico de
Id.....I, de palha da llalia. de palha abarte, declina
e de palha ricamente enlejiada para senhora, ricos
manteletes, capoliuhos de seda dccoies, ramisinhas
de bico venladeiro, ditas rom manga, romeiras a
cabecAea de bico c de renda, capoliuhos do renda do
reros, eapotinhos e eorpinhoa do bleo, capoiinhose
mauleleles prelns, do soda e de bien, n.....as borda
das de bico e de ranibraia, raheries de blond e
inanias de ditu pala noivas, enfeiti-s, lurbaiites, e
loueadoa n imperalris, capellaa, calsoa e cerdoeede i
lloros dalarangeira. Iiivaadejouvin e de soda lina,
lencos de ino de ramhraia de liulio. coi (es de hlond
e de uarca para noivas e bailes, um uraude sorti-
menlo de llores linj., eufeite. de luvas, ineias de
soda bravea, larlatanas lina branca edecere
peoxinhos para meninoa e meninas, lilas cinudad
para euroiles, mu uraude surtinienlo de trancas de
seda, bicos e rondas, tilos, cambraias e lilas do n.
ale.Mi, eapartilhoa plenlas, cambraia da linho
Iranaparenle, aortimenlode plomas Dnpara cha-
peos e loueadoa, ele. ele. Paae chapeo, loueadoa
e volidos. |m>i- prec.....iminodo a evarlidao.
Precisase de um rorneiro para a padarin da
rua do t'.olovello, n. 9.
(I Dr. Anlonio l'edro de .Menduiica Curte
lleal. residente no reino de Portugal, faz publico,
que havendo-se retirado da cidade de I'ernainhucn
em frverelro de IM8, deiiara seu procurado* o
Dr. Manuel Juaquim de Mendunea Caslello Branca
alli residenle, unicanieulc para represei.lar sua pes-
sua nos pleitosjudiciaes em qiionunnuucioiitc |'mse
iiulir un leo, i licuando porein agora n sua noticia
ipiu e-ie tcm eOeelundo IramaeeAea que importam alerro da lio.
lio alienacoaa de bens parteneeiilei a heraneade
cu falleciiln augro. o tenenle-coroiiel Krnuciscu da
ATTENCiO.
(.luem liver um negro pata alagar, qae soja ro-
busto, para andar com um calvan de hundas na
rua, ilirija--r rua do Queimado, loja n. 7.
Aliia-ne o lerceiro andar da caa da rua Nova
n. SI ; a fallar na roa do Queimado n. 10.
Contina a oslar unida a Cvcrava Demilildes,.
como wguinle sisnaes: edr do formigJo. catalu-
ra regalar, de 40 anuo, pouco mais ou menos, sem
peito, possuiudo apena o bico, com um lobinho
provimo a una das wbraneclhas, sem denles na
frente da gengrv* superior, \<* curios, e sem o dedo
mnimo em ambo elle. Adverte-e que ella he co-
rinheira.e suppe-se arbar-se homisiaihl as immc-
li.iriic- da punte de licha, onde lem um fllho que
he aprendiz de alfaiale ; quem a apprehender, le-
ve-a a rua larga do Hosario u. h\>, ou ao engenhu
breos, comarca de Na/arclh, que sera cora genc-
rusidade recompensado.
Amonio J..... Kiciies roiira-.o para o Rio de
Janeiro onde lem de faier sua morada, e leva em
companhia oh seu .1 cscravo Anto, Albino e Dio-
i, pardos.
llosa-so a quem liver ochado urna carien.i
rom KusOUO rs. em sedulas e ouro. caso quera en-
Iresar t eu dono, o favor de dirigir-se ao alerro da
Hn.i \ isla, casado Manuel Ferreira do Sanio, quo
se Ihe dar os signaos egralilirara com graerosida-
dc, pui. quem a perdn he pobriMimo e carregado
de familia.
COMPRAS.
Comurain-se escravos de 10 a 20 auno, de
.unbu. ns -evo-, para se exportar, tendo bnniUa,fi-
guras, pagam-se bem: na rua das Laraugeira n.'l i,
segundq andar.
Coropra-M! piala bi'usileira 0 lics-
pahhola : na rua da Cadeia do Rerife
lojadeeamliio de Vieira da Silva.
Compra-sM o Diario do llio deJanriro n. Il,
com o eompelenlo fplholiin. n.-Jiln Heformitla,
e o Jornal do Commtreia u. :l!l lambem com olhe-
llm. Jomaos esles que se publican! na corle; lodo
desle annu : neala lyoograplila se dir quem com-
pra.
t (iinpram-se ossos a |)eso : no ar-
nia/.eiii da illiiininaeao, no caeivdo Ka-
H108, traveua do Carioca.
Compram-se vareas crinlas, paridas de pouco.
dando de tres n qualro garrafas de leile, pagam-se
bem: cm Sania Auna, silio do fallecido Silva & C.
ou no paleo do Carmo n. 17.
Compra-se urna casa lerrea, no bairros de S.
Anlonio eda Boa Visla: na rua Augusta n. 19.
Compro-so nu lla/ar l'ernambucaiio, na rua
Nova ii. 3a, caballea pan rresrenles, de 16 a 2 po-
egadas de comprimonlo.
Comprase para una eurommenda. um pardi-
nhu eseurn de li a I i aunnsde idade. sendo de bo-
nita fhjtira : na rua da Cruz. n. III.
Compra-se, novo ou usado, nao faltando pani-
llas, o molhiidu fcil de esrriplurar livros, por De
range : quem liver amiuncic ou dirija-sc ao aler-
ro da Boa-Vista, loja n. I.*
VENDAS
FOLIIIMAS PARA 1851
Neiideiii-sei'olliinlias dealgilieira, por-
ta e padre, para oniiiiode 18.~>i, impres-
sas nata tj pogiypbia a'i duas primeirat
,.esta' retiido o re^ulamento dos emolu-
" lucillos paroeliiaes : na praea da Indepen-
ileneia livraria ijs. li e 8.
Vende-so urna escrava, crioula, de idade 1K
iiiiius, com as habilidades aeguintea :lava.engom-
ina, 1.1/ labvrinlliu. oco/inhaodiarin de urna rasa,
Indo rom perfeicao : a pesoa que a pretender, diri-
ja-searua das Aguas-Verde, loja dn sobrado nu-
mero 100.
Vendath-at velas
qoarenla e unas libras,
calv : mi rua da Cade
us n. 7. de Auto.....
Cnmpanbia.
Suputo* do Araealv.
Veudein-.e Iros mil MpaUUdo Arralv, obra mul-
lo bem ralla, lanto eui porfi como retalho : no
de carnauba em cataos de
da un Unir fabrica do Ara-
ii do Rerife. luja de iniude-
l.npes Poreira de Mello S
VStlI, eoireiii sal.l.ado 2(i doeorrenle, as
S horas da uianliiia, no eonsislorio
niesina matriz. : lar-se-lia dislriluiii'o
j'ialnila de lisias, gaguuda letra 28 ilo
eorieiile, e eoineea o pagamento dos pre-
mios lense mesmo da. O tlieoureiro,
lillilliermc dn (aisla Correa l.eile.
.Manuel de Almeida Lopes, eoin easa de
consisnarSo de escravos, na rna dos
Ouarleis n. -2i.
.Neta rasa rereheni-se esrravo.de
ra se vender, lano pura a provincia
por i'outa de seus dmios; nfiiaui
iiiui--.ni pa-
lo para fura
a-se n Inun
e lambem
2000 premios.
Os billieics du loeria (piarla do
asilo dos alienados, pajam-se e Iroeani-
c pelos da matriz da Itoa Visla, (pie corre
a (i do (jrrente.
A LOTERA da matriz da roa
VISTA.
eorreinlallivelinenle, sabbadoH'i doror-
i ente, no consistorio da niesma iipeja ;
anda existe as serpiinles lujas, aos pre-
t;osabai\o, mu resto de bilbeles e cau-
telas; praea da Independencia, iojas
(le Arante*, Fortunato, Karia Machado,
Porto iVCompanhia ; rna do Queimado,
Iojas de Sou/a & Freir, e Pereira Men-
dunea ; rua da Cadeia Velha, loja de Jos
Portal: aterro e praea du Boa Vista, Io-
jas deliuimaraes.e Pedro Ignacio Baptista.
Bilhetet iiiteiros......(i.s-000
Meios Iiillndrs.......r.,s()(H)
Ounrlos..........1S700
Dii imos.......... 800
Vigsimos......... WO
ti gerenle do Ra/ai
;-i;. belecido na rua Nova
;>;. va ,\ Companhia, le
; .cus Ireuuc/os, que tu
i' lera francesa liirrr,
ilc I
;; llilii.
aj melli
k los d
V- mil'
1;.^ sell
I
.":


Perniiiubiiciiiiu.
.:t:|.oh alirniu il
a honra de as isa
ha de receber pe
ni ii. lindo .urtin
o. curtes ,li
rio. de .e.|
i.....iid.i
.::. lillas di
liulMis, dili
Iludo, para
1,1-
Sll-
lella, por conla de seus do
IralamenlO 8 seuuranra d
coiiiura. i-se e p.uiain-.e hoin, agradando.
CUASI I.T0III IIOtlCll'ATIIICII.
Gratuito para os pobres.
M
CUASI 1.1 Oilllt
Oa cura da gaguez.
ji, Joiupiiin Gomes dos Sanios .Mi i -
JR unes, leudo de ilemorar-se aindu
^c nesta provincia ale 0 im di'/.ein-
{ lito, em ra/.o de alguns curali-
* vos, continua a prestar-ce no seu
S consultorio da rua da Cadeia do
Rurhii Paea Brrelo, aaslgnaml
csrriplnra de lli polhera no val
dos lieiisda me
lito Salles du r
u lilis,, pretexte
tados a sua mi
Pues Brrele pi
neira : n annu
uhiinamenle um
de H,:lillNllKl|..
ana her.iuca, nuescriiilorin dn label-
'ferida eidaJe de l'ernambueo, rom
de seguranza pur riiulieiroa sdian-
Iii-i D. M.u i.i Lucia de Mendunea
ira alimento, esorbHandodesla mii-
i.nite declara aulla c de nenhum
Vista ilefronle da boner
Un.ma nacional.
peculio do nanla un
i nreeteu de leuislaciio p
i meama nanla.pelo pro
u. II.
inial. coli-
ra i -i-
de laarjO:
Recite, u. Vi), das 10 horas
niiuiliiiii as da larde de lodos
djas fiue nao l'oreiu de guarda.
Na casa qi
ferro pintadas de ene
rio lambem com arad
la na dirreoaodo lien
lem tinco jaueilas de gradea de
mcarnadn. e Iri's para a frente dn
piuladas da meama 'iir, .i-
do Poclllho, a sabir dn mes-
Diiaile. n. 7. se dira
min cuinhipulhcca. e
No pulen du Tere
veiruque lenha nralii
ni. ,1 ii I
di
ve Irali
intciui
lina e C.....
r o ulugiiel ale
e evlernu de
le
las.
onda, como aqjam:
\i> papellna do lasai
nos que appaiecein
uros de aples esc
i de -eda bruen na
braticn burilados de
lilnsde selinipreln dilos. uianlelcle-clide-.
chales de seda, nieiisdedilii prelns. e brancas
de pon pin.i senhoras, turbantes para ditas.
rocinas buriladas para dita, camisolas do
cambraia buriladas, mangniloa de dila dilo,,
lencos de eamliraia de linho bordados c mulle
finos, leurosde cambraiadeallndau com via-
nelles, grvala do velludo havdcecuiii uni-
purc verdadeira para pesenen de senhora,
"ras manchones; dilo dilo para seulio-
rea linas para chapeos de senhora. pen-
iniitului para ditos, lilas de soda de
is quididades e larguras, ditas de sarja
12, Kic IX, ditas de garra de muilo
de n. 12, eluj|...... de seda para senhora,
le dila para meninas, dlloade palhaen-
.^. ........ r = ,,.
| j .Yo lletife, na dn TrauMie Vot
/S ( DK. CASANOVA lem ahei
'. HUllorlu no Recito, onde poder
o seu ron-
ce |.rocu-
pnl
ias.ll,
mis ,1
Indas
de ns
liloe
ii qualquer hora ih
. a- pi'.-o.is que ii iu fiirem pnlirp
. I ni r.iu pelo iral menlo de :, i.'MSKi i-
?-2 mo ovcedelul.......leu. me/es.
A ,:.i-so aosSr-. ,i......genhu, ariislaa, a Fja-
balliadore. que veuli.nu na luja da rua doCre-pu i,,
11, ver e comprar o superior panno cauro, fa/eudii
mu para
quem sr
a o serv
I ma pessna de bunt
Iralar o lelar na educar*
ma dos mesmos, e lanibei
mdica paga, pwlendo as p
sorvarem o Iralsmenlo dos s
hura do dia : quem de .en p
.al. ililija-.e n illa de Sali-Ji
Ploci.a-.c de um prcl
le pastu,france/
idi
dir
i esrra
casa.
asininos su ollercce |
le enancas, lirar i
dacriaa, mediana
icssnas inlori'ssilda
us incln
c.tiinn .<
II. IS,
pura b
dando
osa qualqner
quiser uiili-
i-lh
c I.V-SKSIn
,l.i tfriu o. :
V viu
prlo presenl
neaneocom
con a dever,
com sua
enlrai
i prnprii:
ila de
pan
alunita
un, de
liinl
ira e-i
vatilra pelu
barulii
...
^ feitadus para menino, lindascsculelas de ou
W ro em fiiima de boliio de rosa, rosetas de bri
Ihanliua, loques a milaru de clianlo, ro-
3 meiras de llhi de linho hu dadas, lenrinhos de
$& relro/, ditos de seda e muilo proprios para &C
? lesla, capellas para noivas, uravalas amerca- vi
J1^ us escoce/as para homem. ditas de molas v
com ponas bordadas, corlea do eollelas de pa- -
M pelina, Icncns para grvalas de Indas as qua- m
lidades e preco, escovas para rrircoesou ba- (S
]$ nlio, ditas para piules, ditas para uiihii, na-
valhas muilo finas, piureis para barba, cor- B
W das para violan, um rico evariado aortimenlo :i?
9 de objeclos de porcelanaedecera,o mais de- S{
9 licadu que he posslvel, cliaruteiras de Indas ;,;
0 asqualiilades, e alaurnaadella rom caivete, fe
j li-miia, palilo, sacarrolha, navalha, ponlc c jv-
j} esptula de marflm, loueadorea de soalursa jt
;. para senhora, e oulros muilo ohjeclus que (
Saemdovlda agradarlo pela ma qualldade e $$
A pre^o. No mesmo R/.or se ciironlrani nina .^;
3 sala decenlenionle preparada para se corlar qg I
jij cabellos. ay i
Ca.nslaudo a abalvn assiiiada.que algueirt quer
por em duvida as Iransarcoes, que em seu uome lem (
reali"ado seu lillm Antonio da Cimba Soares (iui- j
maraes rom os poderes, que a mesma aballo ail- |
nada Ihe ha ronforidn dc.de aao.to de 1HIS : vm fa-
ier publico, pelo prsenle, que d por bem feilas as
Iransaccfies como se por ella fossem ilireclapienle
feilas, e asiunadas por sen proprio punho, c hem
aisim as que o dilo seu filhn mais Mar, rmqiianlo
por pnhliroannunrio nSn Ihe relirar ella Mpoderes
conferido.t'rancitrn Thomasia da (luriroa
l'unha. ,
__ Precisa-se de um lionicm habilita-
do para tratar de um sitio pequeo: a
tratar na travessa da Madi e de Dos n.
5, primeiro andar, das 10 us i horas du
lame.
milito eucorpad
uma -ii cor. mui
ra Irabslhadorea rom
preco de ISO rs. rada mu eovado.
ATTENCAO.
Militao' Borges leba-, com casa de com-
missao ile esclavos, na rua da lilo-
ria n. 7.
Ne-la casa recebeni-.i* escravos de commi.san pu-
ra se vender, lauto para a provincia cuinii para fura
llallis, por cotila de seus linos; afii.inca-se o bom
Iralomenlo e aeguranca dea mesmos : e lambein
ceaipranvsse a paaam^e hem. agradando.
I'crdeii-se umiamio decasiptinlia
de uma lanleriia de carro, leudo dilo
calino por denlro uma molla de rame
o (pial se perileii da all'aiulcga a rila dn
Cruz, e desla :< rua do Mondego: a
soa ipic oachou eo tiuizer restituir
ve-o na rua da Cruz n. 26,primeiro
an-
da
ilar,
que
sera
be
ni r
rnmpeusailo.
AVISO AO COMMKIICIO.
. Os abaiv. assignailos coiilinuam
a Iranipicar a todas as classes em
geni I os seus sorlimenlos de fazeu-
das por bu i vos precos nao'me-
nos de uma peca ou urna ilii/.in,
a dinheiro, ou a pra/.o, cojiformc
se ajuslar : no seu ni ni.i/.eiu da
jiraca do Corpo Sanio, esquina da
rua do Trapiche, n. 18. Itos-
ln ni Kooker A txmpaiihin. nego-
ciantes ii'glezes. Os mesmos avi-
san aoresiieilnvel publico (pie abri-
r m no dia do correnle mez a
sua loja defazendas da na do Col-
legio i: Passeio Publico n. l, di-
rigida pelos senhores Jos Victori-
no de Paivn e Manoel Jos d(^ Si-
queira Pilangq, para venderem
atacado e a retalho.
eren.a-se
incluida
ceder peht jui/n dos
das depon, da data di
Pcnleu-sc nina
rs., stsignada pelnSr.
no dia i't do correnle
para quem aachon. p
lensaa
i, mi nu do Trnpieh
i de i.iiii/. Anlonfu
nniiuiicio avisa ap
seu fallecido marido
, api.....nlein-so em c,
uta. legalisaflaa ;
vciiiiuiu. que
quem qui/.er pr
iie M
e qn
II du
ervicode
de comer
icure na rua
n. II.
iluc- e Silva
ipio liveram
oslo i .-ll-
eflellO -eilielliaiile pruclirneaii. o Indos ns urlns pra-
llcad.......i virlude da inania, que dhaeraui re|iei-
tu a alleaaeflg, mi conlraUts de 'ii nalurasa, e
protesta intentar a aoofiea comnelenlaa conlra o.
une por ventura aalenham etl'eciuadn, declarando
o'ilro sim qoc desle amuinciu em diaiile lica sen.
elleilua referida piuriiraoan como aseaasada (ivesse
sido. I.i-liu.i II de selemhrode IK.VI.
.Inlonin Pedro de Mendnnra Corle /Iral.
Alono da Boa-Vista, loja de minde/as do Sr.
quem du ..i'i-'iini ni, a pre-
iii casa de ponen valor.
o, n. 2-2. piccisa-se de um cal-
la de laherna.
VMA DK LEITE.
com i Precisa-se de una ama ipte lenha bom
'"''! hile e de boa conduela: no alerro da
Boa-Vista loja de calcado, n. "18.
Houbodc escravo por seduccao'.
I'revine-e ,m publici......-periuliuenleaiis senho-
res compradores de escravos para fina da provincia,
e autoridades poMciaeja, quo, havendo nu dia :lo,,de
onlubni pissado, o meu esrravo mora, de menor i-.
iladc.de lia IJannoS.deiioni" Mi.......I. sabido com I
miiih.i liceuca pura ir ver a procis-o de N. Senhora
.lliiii mai.. e iieni leuliu podido sa-1
p-iuii. e ..enle u ler sido valo na '
i B horas da larde dsquelle dia. n*o|
i. porque nao liuha esse vicio, nem
dnis carneirns randcs.raslradus,
mansos, para qualquer menino
I u>
du
her i
rua da lurora, I
o presumo fnuid
apagara ao
i loja de chapeos
ino.mu lem le pro
irphAus, e islu nu prazo de S
slo.
cunta da qiiauli.i de 7J000
Bourgard,que dovia ser pana
a quid nao leu. valor algum
?r issu que o mesmo Sr. esta
innoneianle Maimel ,\
le sol ua |.i.ii..i da lu-
lolivo havia pura case procedimenlu, porlanlo
que fui fiirtiulo. scdii/.ido para o venderem. u
iinniiiH'iai.te lm do que, ha indicios que denolam a rertezo do
panas, i i,. [,!. o rabrinha ten......anieesuinles: cabe.
cu e oilin. uraude, min/ chntn.hocc.i grande, beicoi
jru--us e vonuellio. denles largse alvos, e "n,
mu.ta bem quiiudo t'.dl.....lento co.lume de esle
cun a huec aheria ; entre u, Mbrancelha neim
do uari/.
..
[irevaldi
\ Ulan, con
depemleuci
,v,*v,^ 28 ^
RUA DAS CRUZES
Nu i......iilluriu do professor homi
is-el liimuiil. urh.im-so u venda as uhr.
aeguintea:
Semu.ili. edircan dos elemonlus ile lio
meupalhia : revista eou.ideravelmouli
artumentaila. e redisida de prupusiln par.
'S priucipiaiiles que qui/.erem de
vperimenlar ,i nova medociiia. .
Tralamealo liefaopalhlco dua
roetesUasvenreas, paracads um
pudor conir-se a .i mesmo.....
Palhogenesla do. mejdleamenloa
i(\ nosuopalhicoa hrasiloiros eposo-
*>' logia humeopalhica, ou adininis-
""" um.....'i'"'"11 "11-1"1'' *$*> ralo,i
em poqiionu, tiraros cuinpridos e .i...
i

boa fe
(--S000
i
INSHI
V
> I "
m
tracfo OBRAS EM FBANCEZ.
Diccionario completo le mcth>
riiiM...............
Ori.ilion Ja arle de curar. .
1 i.ii.......Min tas inuleslitis rliin
xym
HWKrl
Ihf
Rovo niHiiiial tum|ile((i
ahr...........
.Memoriril .!. njedlco U
tlu Dr.
0..8-
^i Medicamentos.
.fl* Una cariota, romo* -Ji princi-
W* paes inetlk-aiiienliK IuIk>* uriiiides
'W c i somintla rHf(;Ao ilosFIcmonlos
jf ii-;ii'iMi'ii|..iiiii.i........
'or? I'ma carleira com ot y, princi-
'& DW mpiiicanH'nloH.....
*1 liramli' tortimcnlo *&) dr lodos o lamanhos por prt'ros
,((> rMHmfHlfrhnn*.
^* 1 lubo de Rlobulo avul-o- .
(&) I fra-^ro de '. om;a de linlura a
Zk, ero|ha.........
nhar eeogoamar
ama para t
na i iiii. Iu Queima
miprar, c
o, luja n.
Alii(;aiii-sc calioras
Na rua da Concordia ultima < .i-.i a encuerda ao
-irar |.n,i a rua Augusta.
queda tpie le
perna^linas, t-.r. uraiulcs; oslo caliriiilia lie lillm
leminhaescrava Manoela.a fui luptiadoDi mairi/
da IKa-Vi-la : pode-Io lia ver tle qtirm direilo liver,
os prfjui/os tpic soll'io com e-*le (arlo escandaloso,
rosnido .Willn-ln'-atiloritla'les piliriaes a sua coad-
juvArilo no doicolirfmenlo da verdude, e recompen-
sare! a quem dtsrohi ir : alerro da llua-Visle ti. J.
j^ Marlinha Gome* da Si lia.
^ |f Rodas demadeira para cairo.
VhpM ?? No alerro ta lloa Villa ll. 55, lem seinpre um
tOTlmenlo de rodas do lodo o lamanlio, lano de
uadeira da (erra, como de tora.
Gratificacao de 50,000 rs.
No dia -.! to crrenle mez, fuuio o prelo Anlonio,
le afio Heuuuela, com itlade de J."> a .'tfl anuos,
muro mais ou meuo-, de eslulura bata* serr do
trin as cosas da nulo direila urn 00*0 um
potado fura por lar Quebrado um ledo, e
aaeanellH lem sicnaes de feridns: quem o pegar,
leve-oa casa ii. I"), defronle da DMlrfl ilo Corpo
Sanio, ou no primeiro silio filtrando para u Cajue-
rn na Paiegom da Magtlalena.quu recelier dogra-
lilicarao.'tO^HHIrs.
I'rfcisa-sc de mn liom forneirppara urna pa-
daria perlo ta praca, paga-se hem : a Iralar na rua
Nova ||. 10.
Quem precisar de uma pessoa para lazer qual-
quorKnpluraoffOi quer seja por p^rlidos simples,
ou dohradai.rom muilo acerloelimpeza.do que trm
bailante pralica : po-le proenrar na rua do ..hiei-
mado, lojan. ,\7 A, que se dir quem he.
JVccisa-se alujar um primeiro andar, nanse-
-uiiilt-. ras: Crespo, No\a, Queimado, Colleio,
ou Cruz e Cadeia do Kerife: quem o liver, dirja-
se a rua do Trapiche u. 1., ou rua ilo Crespo, em
<-iwn liosSn. Siqaelra & l'er-ira.
fin audiencia lo Sr. Dr. jui/ do civel da I.*
vari do dia -JH do correnle, lem de serem arremata-
das na Mala das audiencias, por ser a ullima praca,
duas moradas de rasas terreas silas em Pora de Por-
l.i-, seiulo uma n. 'V2, no valor tle .sihi-ihki rs., e ou-
lra n. 71. no valor de l:'200j5rs.,penhoratlas porexc-
i'in; u ile U Francisca Catliariia Pereira Viauna,
contra os lierdeiros de l>. A,nna Joaquina do San-
l'Anna.
O Sr. Joao I.uiz Ferreira Hibeiro queira di-
rigir-sr a lalierna da rua da Cruz u. .">7, a negocio
que llie tliz respelo,
A viuva de Joo Alves de Sotiza previne o
jHiIilicn, que uinguein vendi liado, a seus escravos,
puis mise r^sfioiisabilsa por qualquer divida que
os mesmos faeam.
1KNMM >
I4000 ^
3V0OO l$)
jtninH)
lO^KM)
500
1NXM>
4
Venda-se o
leudo o me Iu
um membro d.
na livraria 0.6 e H. da praca da In'dopcnpcncia.
Veode-se um opllnin eabrinha de idade de t.1
.huios, o ipiul serve para panem por saber andar a
ravallo : na rua eslreila do Rosario u. M.
Vende-sc, nu m doCreipo n. I<>.
imiii Bscnivade bonita fietuw, e propria
para linio o ervicode uma cata.
N'ende-soa fabrica de charulos da rua d'Aguas
\ erdes ll, lli: u tratar na niesma latinea.
No aterro da Roa Vista n. .Vi,
venda-se um cabriole! de muilo
bom noslo, cm meto uso, com ar-
reiOs nevos, c com cobcllii -u-
posla.
Veiidem-si
junios e mullo
brincar : ua rua do Sebo, sobrado amarellu n.
Sacca ((nu lrinha.
\ eiideiii-se sacras rom muilo boa luimhuilu tcn.i
e bem lorraila, por preco commodo : na rua da Car
deiado Reejran.au,
I \ ende-sc a lalierna silo na rua da Soledade
j n. II, bem afreuue/aila para a Ierra, a razao porque
se vende se dir ao comprador : a Iralar na inc-iii.i.
loa na rua da Cadeia de Sanio Antonio a. 96.
i Veiiile-se a cvcellei.leariiiacau.loda deaiu.irel-
Iu e anvidraea.ls, coni rieb ha hilo, moderno, da ct-
liiicla luja de fa/eudas da esquinada rua du l'..ibii-
g ii. 11, a Iralar na inesmii loja.
\ eiule-se ulna calina de boa qualidade, sendo
esta de lamilla : quem quir.er comprar, dirija-sc ao
porlo da ma Nova, a tallar com Iluminaos Soares.
Na lujii iliis seis portas nn lVrnte do Li- '
Mmenlo,
lioiitiiiuam a vender enres de cambraia de (res
buhado-, a flUOQ c ..'-sim. corles tle cambraia e seda
cun hiihadns de huir, dales e mauleleles de seda,
romeias-ilo ultimo...-lo ; ,' "as de cubera lina-. i
SUU i -.; ehil... de veslidn. a I.... IBP, IMU e xVI i .
alpaca dealKiulAli para vestido-. a-Jil. rs. ; lencos o.-
ca-.i biirilailm as plmlu-, bu.....us c de cor. a ICO
r-. ; e lud .piuli-lade de la/ondas, por prec-.- ba-
pieicr ai.ah.ir certa- qualidades de lareii-
ila-|iara naoenliarein no baluncoque va.dar. est
.iberia das (i da mnnluia, al as da noile.
Vende-fC urna lalierna na rna Direila, dos Afo-
lado., n. 2, rom poucos fundos para um princi-
piante, lem commodns para uma familia, i..depen-
dente da lalierna com quintal plantado, com ps de
purreiras Ja dando, que do I arrobas de uvas, w
a parreira d para aluuucl da casa : quem pretender
dirija-se a rua Direila, ... 2.
Idueralora.
\ei.de-se a historia dos (rmidinos. em |Kirtu-
Bnes ". voluines. Mvslerios de Lisboa, i vol.iu.es. i.
(luude de Monlc-Ol.rislo, 2 volumes, o -luden er-
r.inte "i vnloines, l'urluaal pilloresco. I volumes. In-
das estas ultras silo uruidus du numerosas eslampas
linas, vende-sc na iu .i do Collegio, loja de encadel -
inicuo c livros n. S.
A amo1 do aado.
i lir_ ni ullimamenle^de Lisboa o romance rom
este titulo, em rontinuaco ao (jinda de Monle-
Christu do Sr. Alevaudre Duinas, o quid moslra em
eleuanlcs qnadros o fin dos peisouaxeu desseexcel-
lenle romance : vende-so na rua do Collegio, loja
do cimiIi'i ii ii;.in e livnis, n. 8.
Alleneao'.
Na padsril du roa de dclra da nialrit da Boa-
\ i-iu. n. -.'ti. arh.im-sc todas as qualididc de bis-'
roilos,TahricndiM pelomellior fabrirante quescacba
ncsla provincia, falia in.periaes. .lilas de familia,
lila de rainha. ditas comiuuns, biscoilos de aram-
ia rom ovu-, ditos ile aramia, dilos amaules, dilos
doce- e biscoilinbos; o oulras umitas quslidude-.
VINHO CIINMI'ANK.
Superior viiilio de lloiileuiiv engarra-
lado; vciiili'-si'rtn insii de S.liaflii'illin
ui I.iiiiijiiiiiIii.i, na da Cruz n. ~.K.
\ ende-se nn depo-ilu de maleriao da rua da Ca-
deia de S. Anlonio, n. 17. pelo baralis.imos presos
aballo declarado, de ItKI pe^as para cima.
Telha, niilheiru 4..........;u-i.
Tijiillcis de alvenaria batida, milheiro :||ishii
Dilos de ladrilho. dilo........i.nmui
Ditas dr lapa.nenln lomo, dilo .... I'.nski
Dilos de lapanipnlB eslreito, dilo. I0MM0
Ilitos de alvenaria grosss, dilo.....31)9000
Cal branca, alqueire........19600
Dila prela confurme o prcc,o que estiver na sema-
na, assim comft (ior baratos presos, cemenlo, liarro,
oca amarella, rnuxo Ierra, rea lina, dila grossa, li-
jollos para fogao. dilus para fornu, lellu- de puna,
mintilos ele. ele.



MI CONSULTORIO IHOMEOPA TMCO
lli. P. i LOBO noscozo.
Vciie-te a melkor.de lud a obras do medicina
hoiueopalhica Ui~ O NOVO MAMA1. DO DR.
,li. II. JAHR J5t traducido era porluguez pelo
l)r. I'. A. Lobo Moscozo: qualru vol.umcsencader-
tijiIo. em dwu. 203000
O 1. voliime coaleudo a paUogenetia do 144
ni ilicameuloa que ii.'i' foram publicados sabirn mui-
lo breve, por elar muilo adiaulada aua impressSo.
Diccionario dos termos do medicina, cirurgia, analo-
inia, pharmacia, ele. ele. encaderuado. 15000
I ni.i carien a do 'l tubos, 1 >> nielhores c roais beni
preparados glbulos hoinepatliico coin as duas
obras cima.........I0#l00
lima dila de 36 lubos rom as mismas loOOO
Dila, dila 48 lobos........09000
Dila de III com asdilas....., IIKISOOII
Carlcirasdo 21 lubos pequeos para algi-
beira......... HWKKJ
Ditas de 18 ditos.........20*000
Tubos avuhtosde glbulos IgOOO
Voudeiii-se piauo* furles de superior qualida-
de, fabricados pelo inelbor aulor hamburgus i,a
roa da Cru/. n. 4.
CAL V1RGEM DE LISBOA. f
Vende-se cal nova em pedra, chejjada
liqje no palhabotc Lusitano, por milito
commodo preco : na ra do Trapiche n.
15, armazem de Battos lrmuos.
Vende-se uin resto de exmplarcs
da obra Kapliael, pa|;inasda jitventtt-
de por Lamartine, versfio poi-fugue-
/.a de D. Carlos (luido v Spano : na ra
do Trapiche q. IV, primeiro andar.
VENEZIANAS.
Aterro da Boa-Vista n. 55.
Tem mu surlimenlo de venecianas rom lilas ver-
des de linh e de lila, com caixa o sem ella, e se
roncera c se Iroca as novas porvcllias, a vonlade do-
comprador.
Vendem-se i-elogios de ouro, pa
tente nfjlez, os inelhores pie tem vindo
a este mercado, e do milis acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
scl Mellors A; Companhia, na ra da
Cadeia do Recile, n. "i(i.
nBSBBOMBKSBBSBBBBX^
Diccionario dos Itrmoi de medicina,
clrarglii anatoma paarmacla ,
te. te.
Saliio i luz esl.i obra IlldbpenHVel .1 (oda*
5 pessoas que se <.e medicina. Yendc-se por l* rs., encade rua-
do, no consultorio do l'i. IIOMOSO, ra do
i Collegio. u. Sft, |>rinif>iro andar.
Cobertores escuros,
do algodu, a 800 rs. ; dilos ames e encarnados ,
muilo grandes e eucorpados, a 19100 rs.: na roa do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vendem-se em casa de Me. Caluiont ,\ Com-
panhia,na praca do Corpo Sanlon. II. OMgaiote:
viuho doMarseillecm caixas de 3 a 0 duzias.linhas
em novellos erarreleis, breu vm barricas muilo
grandes, ato de inilaosorlido.forroinglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nesie estabelecimento*continua a lia-
ver um completo sorliinento de inoen-
das e metal moendnk para engenho, ma-
chinas de vapor, e luisas de Ierro batido
e eoado, de todos os tamauhos, para
dito.
AOS SENHORES pE ENGENHO.
O ai-cano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empreado as co-
lonias ingle/.as e Itoll.mde/.as, com iiii-
de vantagem para o melboramento do
assucar, acha-se a venda, em latas librai, junto com o'metliodo de empnv
j'a-lo no idioma portuguez, em casa de
V O. Bieber & Companhia, ua ra da
Ciu, n. V.
Agencia de Edwin Mu.
Na ra de Apollo u. 6#anna/ein de Me. Calmoul
e\ Companhia, arha-se ronslaiileiueiite Ikuis sorli-
ineulos de laixas de ferro ruado e balido, Jauto ra-
sa como rundas, moeudas jneliras ludas ce ferro pa-
ra animaos, aeoa, ele, lilas para armar em inadci-
ra de tudosuslainaiihosemodelososiiiai-. modernos,
machina borisoulal para vapor com forra de
4cavallos, reos, passadeiras de ferro cslanhado
para casa de purgar, por menos prero que os de co-
bre, escovens para uavios, fero la Suecia, e fo-
Ihasde ilaudrcs : ludu por barato prero.
Deposito da fabrica de Todo. o. Santos na Baha
\ eude-se,em rasa re N. O. Bieber <\C. na rui
da Cruz u. 4, aluoda trancado d'aquella fabrica,
limito proprio parasaccosdeassurare ruupa de es-
cravos, por prero commodo.
. Fil preto, lavrado, a ">00 rs. a vara
Na ra do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
Vendem-se lonas, brin/ao, hriuse meias lu-
nas da Kussia: no armazein de O. Bieber j
Companhia. ua ra da Cruz. u. i.
Franjas parairorlnados,
com hellas brancas e de cores, a ."iqOOU e .V?00 a
pera: na rila do (lueiinadu, loja de iniude/as,
n. 4.
Vende-se, a quem qui/cr possuir, ou para al-
guma eiicommeiiila, urna mucama rerollda, de
18 a -JO,muios, sabendo bem coser, fazer renda, en-
tornillar e eoziithar, ho robusta, e u molivo da ven-
da se dir.i ao comprador: no segundo andar n. I.
do heceo largo do Recite, se dir.i quem vende.
Taixas para engenhos.
Xa fundicao' de Ierro de J). W.
Rowinanii, na ra do Bruin, passan-
do o chafante continua liaver um
completo sorliinento de tai vis de Ierro
i'uuildo e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as (piara aeham-se a venda, por
prero commodo e com promplidao :
ijiihaream-se ou can-egam-seem carro
sem despe/.a ao comprador.
. F0TASSA SUPERIOR
Vende-se. por prero muilo com-
modo, no arina/.em n. 7 de caes da
allandega, de Jos Joaipiim Pereira de
Mello, ou no cscriptono de Novaes &
Companhia na ra do Trapiche n. 51.
. Na ra do Vigario,!!. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violio e llauta, como
sejum, (|uadrilhas, valsas, redowas, s<:ho-
tickes, modinhas ludo modernissmo .
chegado do Ro de Janeiro.
\ INIIO DO PORTO M1ITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
, harria de \., 5. e 8.: no arina/.emda roa
lo Azeite de Pei\e u. I i, ou a tratar no
escriptorio de Novaes A Companhia, na
ra do Trapichen. 54.
Deposito de cal de Lisboa.
Vendem-se barriscomcal em pedra. ebegada no
hiale /.utitano, vindo ulliniamenle de Lisboa, e
polassa americana, a -200 rs. a libra : na ra da Ca-
deia do Kecife, loja n. 30.
Vende-se muilo superior farinha de Sania
Calhariua, e S. Mallieus. medida a vi-ln do com-
prador : a bordo do brigue brfcleiro Mida*, Tun-
deado perlo da Alfandega.
. Vende-te sola muilo boa, pelles de cabra de
primeara sorle, esleirs de carAauba e peuuas de
ema, ludo chegado agora do Aracal) : na ra da
Cadeia do Kecife n. 10, primeirp andar.
Na ra i\o Vicario n. III, primeiro andar,' lem
venda a superior llanella para forro deseflius, ebe-
gada rerenlemenle da America.
Na ra do Vicario u. 19, primeiro andar, ha
Kra vauder, chegado do Lisboa pre.enlemenle pela
rea Olimpin, o senuinle: sacca de huello muilo
novo, cera em grume e em velas com bom sorli-
uieiilu de superior qaalidade, mercurio dore e eal
de Lisboa cm pedra, uovissima.
POTASSA.
No'anllgo depoailo da ra da,Cadeia do Kecife,
rntieiu n. 12, ha para vender'muilu nova polassa
da Kussia, americana e hraaUelra, em pequenm har-
ria He 4 arrobas; a boa qnalijad c presos mais ba-
ratos do que cm oulra quaufuer parle, aoa que precisarem comprar, ^o rhesmo deposito
laiuhi'in ha barris rom cal de Lisboa em |iedra, pro-
vimameulo ehegados. ,
Grande sonlmeutode pannos anoscc.se-
mlr.
Na ra do Crespo, laja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno prelu, a :I8000 e 39200
rs. -, de ourelo branca, a 3o00 rs.; dilo francez, a
4VX)e,ja rovado ; dito azul, a 29800, 35200 e 45000 rs., e
muilo bom, a 595I0 rs.; dito verde, 29800 e 49000
i, j corles de casemira prcta. infestado, a .'>85O0 c
9000 rs.; dila mcela o de cor do todas as quali-
dades, por preco coiuinoilp.
DAVID WILL1AM BOWMAN, cnaenlieiro ma-
chinisla e fundidor de ferro, mui respeilosameule
anuunria aos senhores proprielarios de engenhos,
fazendeiros, e aorespeilavel publico, quenseu esta-
bclecimeiilo de ferio movido por machina de vapor,
na ra do Brum passando orhafatii, coDUDa em
effeclivo evercicio, ese acha complelamenle montado
rom appaii'lbos da primen .i qualidnde para a |>cr-
feila coiifccra das maiores pecas de maebinisino.
Habilitadi para emprebender quaesqiier obras da
sua arle, David Wiiliam Rowniau, deseja mais par-
lirularmenlc chamar a attencaA publica para as sc-
uinles. por ter dolas grande snrlimcnlo ja' proni|i-
lo, em deposito na inesma fundicao, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem Competir rom as fabri-
cada, cni paiz eslranueiro, lano cm prero como em
qualidade de malcras primas e ma de obra,
saber:
Machinas de vapor damcllinr conslnicao.
Moemhis de cansa para ongenhoi de lodoa os ia-
maiihns. movMhisa vapor por asua.'ou animae
Kodasde asua. inoinliosde venloeserras.
Manejos iii.lepondeuli-s para ravallos.
Kodas dentadas.
Au'uilbcs. Iiroii/cs o rliiunarciras.
Cav ilbies e parafusos de luilns os lanianbos.
'I'aivas, paroea, crivose horas de fornalba.
Moioboa de mandioca. noVMoa a maA ou poraut-
mars. e prensa- poraa lila.
Chapaade ramo o rornea defarioha.
Canos de ferro, lornciras de ferro e da bron/e.
Bombas para cacimba c re repuso, movidas a
man. por animaos nu venlo.
Cuiidasles, guinchse macan*.
Prenmiiydraullca oda perafoao.
Kerrasens para navios, carrosa obras publicas.
Coluiunas, vanndat, urades e |Hirles.
Prenss tic rrtpiar carias c srdlar.
Camas, carros de maearadosde ferro, etc., ele,
Alcm da superioritlade das suas tdiras. ja' Eeral-
menlereconliccida, David Wiiliamlluvvman garaolc
a ruis evada rnnformidadc rom 01 mulde- e uhnsremellidos pelos senhores que se diRuaront de
fa-zer-lhe eurnnuuenilas, aproveilaiulo a occaaiaO pa-
ra agradecer aos .cus numeroaos amigoa e ireuue/e
a prefereneia rom que lem sidu por ellea Itonrado.
e asseuura-lbes que nao poupara eshuros-cdilien-
riaspara continuar a merecer a sua euulianra.
TAIXAS DE FERHO.
Na fundicao' d'Aurora em Sanio
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
i ua do Brum loffo na entrada, e clejron-
te do Arsenal Je Maiinha ha' teuipre
mu gnmde lortimento de taichai tanto
de fabrica nacional como eslran;eii-a,
batidas, fundidas, grandes, pequenai,
razas, e fundas ; e ein ambos os logare!
evisleni (|iiinclasles, para carregai' ca-
noas, ou carros lines de deipesa! Os
sao' os mais eouiinoilos.
PTASSA I. 1IISS1A.
Vende-se superior polassa da Kiissjj, e
Americana, por preco muilo commodo:
na ra do Trapiche n. I">, arma/.eii' de
Basto Iiniaos.
DOCK DE BACOHY.
Chegoo recenlemenle do Uaranlii......a pequea
pin cao desle delirado doce, o inelbor que ha, lauto
pela sua evrellenle qualidade. co.....por conservar-
se por muilo lempo cm perfcilo estado: vcndc-se
em i asa de Konle & Irmo, ua ra da Cadeia \ elha.
Vende-se l'aiinha de mandioca
muito lina, a (.S'.'iOO r. a sueca : noar-
ma/.emdo Forte do Maltos II. 0, ou a
halar com Manuel Alvc (iiicrra Jnior,
na ra do Trapiche u. l-t, primeiro m-
dai
MH.HO BAHATO.
VndemTseaccas com milho muito no-
vo :'no aioaiem i|ne la/, esquina para o'
caes da nliandegn i' i'"' d Cadeia.
\ cmlein-se relogiosde diibi, pa IA
ten-te ingle/., jKjrcommodo pre- g.
co: na ra da Cruz, n.20, casa de
L. Leconte Feron & Companhia. ^i
Que pechincha para a festa, na na
do Crespo' n. 9.
Vendem-se corles de casemira de mo-
dernos padi-esa ijjOO rs., o corte.
FUNDICAO IVAURORA.
Na i mu r.ui d'Aurora acha-se conslanlemenle uin
completo sorlimenlo de machinas de vapor, lauto
lia romo de haixa prossao de modcllos os mais
appruvados. Tambem se aprnmplam de encommen-
da de qualqucr furnia que se possam desejarrom a
maior presleza. Habis omciaes serflo mandados
para as jr assenlar, e os fahricaules como lem de
coslunie'aliancam o perfciloIrahalbodellas, eseres-
ponsabilisam por qualqner defeito que possa nellas
apparecer durante a primeira salra. Muilas machi-
nas de vapor cuuslruidas nesle eslabelccimcnlo lem
eslado em constante servico nesla provincia 10,12,
cato Ifaunos, e apenas tem exigido mui insignifi-
cantes reparos, e aiuumas ale neuhunsalHobilanien-
Ic, arerescendo que o eonsummo do conbiislivel he
mui luconsHliTavel. Os senhores de engenho, pois,
eoulras qiiaespjer pessoas que precisarem de rrra-
chiuisino sao respeitosamenlc convidados a visitar n
cslalicleciiuenlu em Sanio Amaro.
Superior Ibllia de llandres.
Na roa doQneiroado, loja de ferrageiM u. 30, veu-
de-se superior folha de Ilaudrcs TharcoaT tanto ein
porcao como a rclalho, para o que lem um evcel-
lenta sorlimenlo desle genero, quer em ^rossuras
qur cm lamanhos, e em quanlu a preros sao man
razoaveis do que em nutra qualqucr parte : na ines-
ma loja I,no!,un se compra robre c lato velho.
Vcndc-se um ravallo muilo bom andador le
baixoa esquipar, o hem ordo: para ver, na cochei-
ra do Sr. Sebastiao, c para Iralar, na ma do l.ivra-
mcnlon. 1i. .
Na ra do Oueimado, loja n. I, vendem-se
sacras com farinha de mandioca,por prero rominodo.
Na u do Queimado a. IB,
vendem-se lux as prelas de pellica, a 19000 a duzia.
Vende-se rtrroz raudo doMara-
nhao.e charutos deS. Felit, de boasqua-
hdades. epor piceos couiuiodos : no ar-
151 na ra (la Sen/.ala Vo
.oIm'cco do (ioncalves.
Vendem-se prego americanos, em .
Farinha de mandioca.
A mcllmr fariha que lia a venda he a bor-
do dq brlgue f'o/e, chegado de Santa Catari-
na, e fundeadodefronle do caes do Hamos,
all se vende a preco commodor e tambem na
praca do Corpo Santo, n. 6, escriplorio.
209000
1.9000
O9OOO
(9OOO
39OOO
.'lOgooo
.109000
:000o
39.100
39000
. 29000
.'00o
79-500
49000
."19OOO
nia/.em n
Illa, prximo
Andar na moda com pOUCO dinheii-o.
Vondcin-se superiores luvas de poni iuulez
(iara houiein, pelo diminulo precu de 800 rs. o par ;
c'fOOO rs. aduzia: na ra duOuoimadon. 40.
Batatas novas.
Vendem-se hlalas do Lisboa, a S00 rs. a arroba :
ua travsaaada Madre de Dos, n. 21.
Cola da Baha.
Vende-se superior cola, por prero comumiio: no
arui.i/em 11. 131. ra da Senzala Velha.
Casias e canjbraias,francc/jU,
rwrrii ni-oniios ivn-a ban-ieas.de assu-! Vendem-se bonitas eaMasecambrais fraoceis,
Danis, piop.ios paia Dauuis tu.asa u ^ ^ moderniasimos. |>elo bar.Ui ptco de
car, e alvaiade dezineo, superior quah-: IM,, -rX ,, tn, yov dade, "por preros commodos : na 1 ua do JJr^~
Trapiche Novo n. la. ,
Lenrtosde candn-aia 'de linlio, unos,
. a .100 rs,
na ra do Crespo, loja da esquina, que volla para
a Cadeia.
Chitas, escuras de corea fixas com to-
auedemoib, a 5,000 rs. a peca, e
140ocovado.
vendem-sc na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a Cadeia.
\ endem-se fechaduras para |Hirla,dilas de embu-
tir, ditas de ferrolho, (lilas rom Irauqucla. dohradi-
ra de chumbar de todos os lamaiilios, dila de cali-
lo, ferro de embutir, trauqueta de chapa, dila re-
donda pican para canteo, defronde do pnrhlo do
I-orle das (lineo l'onlas, 11. 4.
Vendem-se ci'irtes de vestidos de cambraia
branca', com lindas bordadurns, pelo diminulo pre-
ro ,le SS000 r*. cada um : 11.1 roa Nova n. 33, no
Bazar l'ernamhucauo.
Vende-se superior iarinha da tr-
ra e de barco, tanto ein saccas, como a
rclalho, por preco mais barato do (pie
cm oulra iptalipicr parte : no arma/.em
da ra 1I11 II.ni 1 I 11. 'Mi.
^*V ) OBDEM DE CIIBISTO. ^
|S VpikIp-sc nina CTU1 |><'inloiilc U* rdom QSJ
IjZ lo Mu i-i".' eiiriqueciiUi de bHllinnlps : "jj,
V) <|iieiii [trerisai' jinnuiuie p;ira ser procu- ^/
($ rado. (
Vomle-se o pnseiilm Liiiifirinlia, silmido .1
ni: 1 ::>'iu do Tracimliiiciii, com l'H> hr;u;ns ile Icsla-
.lii, ;iim;i leaua t fiimlo, rom M ohras mais pre-
risii*. totlas novas, ooplima ninomla, rom bons pnr-
lidos qtie rom doua carros 0 i|ii;i(ro qiMliAoi pode
moer M iloiismil paes, o qiif lie le raiitle vailla-
_rn, para um prinripiaiile. lie de oplimnMftacar
adeboa producr;iti lano do ranna coma de Ipru-
mi's; \ende-so rom algonl dinlii'Jro vi*[a, o o
mal a ptgaUMOlO ronfonne s^- poiler cntiveiirioiiar :
os preif'ihk'iik1 diiijan>a6 aoongonho Tamatapo
de Florea* *
Veucie-sc em fiaro Ai* S. P. Johifa-
lon a Couopanbia, nal raaduSonzala No-
va n. V.
Viuho 'lo Porto, superior (jualidade,en-
garranido.
Vinbo Chery, em harria de qirtirlo.
Sullins para montaria* tiliora.
Vaquetas drlnslir paracoberta de carros.
Kelogos de ouro patente nglez.
Escravos a veoda<
Na roa do Vlgario n. II. Majando andar, esielem
para vender ma prela. crionla, niis, l)(nila-lii;iii.i, rom urna rria mulalhilia, e (em
muilo liam leite : una mulaliulia dfl (balitan
preros
i
#
m
i

Deposito de vinho de chnm- /
pa;ne('.haieau-.\x,primeiraqua- M
(dado, de propriedade do eondi taj
de Hareuil, ra da Cruz do Re- Z*.
cife n- 0: este vinho. o melhor ^
(h; luda !i champagne vnde-
se a ."ili.s'000 rs. cada CaiXH, acia-
se nicamente cm casa del.. Le-
cointc Feron &CompanJiia. \. H.
Qi As caixas sSo marcadas a logo
m Conde deMarcuileos rtulos
das garrafas sao azues-
MIADOS DE PERRO.
Na i'uudi .id de C. Starr. (S C. cm
Santo Amaro acha-se para vender ara-
dos de Ierro de superior qualidade.
Arte de msica.
Vende-se a arle de mostea, cxlrahhhi de diversos
autoras, por Thoma/. daCunha l.ima Caotuaria, a
7-JI) ra, rada una : na prora da Independencia, li-
vraria, 11. ti u H, no palco do (lolleio, lojadoSr.
Honrado, e na ra da t>u/ no Rerifc, laja n. 38.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao di- C. Starr (Si Companhia
em Sanio Amaro, acha-se para vender
mneiidas de calinas todas de Ierro, deiun
modello econstruccao muilo superiores.
Vendcin-M*. dona terrenos |iroprios, bons para
I xJiflcar, nm sillo na ra do Sebo, lado do Sul rom
^Ooiilmos do (rente, e oulro na roa Kcal jniili
Na ra da Cadei do Recite n. 16, existe um
Brande sorlimenlo de obras feilas: ,
Palilds de panno superiores de cores c prc-
tos a
dem dem finos idem
dem casemiras do cores
|i]em alpaca de dilo
dem brim de linbo
Qma ii.....laria de panno superior para sc-
. nhoM por
dem idem dem a
Golletes de selim de cores, superiores
Idem idem
dem de fuslo, superiores
Idem idem
Calcas de casemira do cores
Ideal idem superiores e padroes modernos
dem de hrins de cores de puro liuho de
-AMJOO a
Idem idem brancas idem de a
asim como unirs muilas obras que eslanlo pateules
aos compradores, os quaes aaradar-se-hao for se-
ren feilas rom muilo costo e delicadeza.
Para testa, a 3 o 4,0,0 ra.
Yoiideiu-sr- palili'is e sobrecasacos de brim de li-
nho c hrelanha, da ultima moda c muilo bem aca-
uados, pelo barato preco de :I3 e 181X10 rs.; aellas,
qne vista do prero e sti|irioridade da fazenda,
niiiEiieni doixara d comprar : na ra Nova', loja
nuva n. 10. *
A VS000 RS.
' Vendem-se saccas coin iarinha de
muito boa qualidade a i.sOOO rs.: na uta
da Cadeia do Kecife, loja n. ."i.
PAZENDAS RARATAS ,
na nova loja de portas, na rita do Li-
. vi-amento n. 8, ao pe do arm/.cm de
louca,
Vsnde-se delicada tatenda (nrgsndis) para Yo
(idos, l.i/i'ii l,i nova e costos lindos, liociudo seda,
rira fazenda escoceza emcasaa.ecores tixas, rrtesde
chita lama ae-J,.\, 1 s5 barras, cortes de cassade
cores e bonilos cusios, a -J8 t is-2lll. (-(irles de cnssa
de coresdee 3 barras, a -JWixi. :R>ixx> c 31900,
Esta eslablerimenlo arlia-sc aberlo das 0 horas da
iii.-lnh.'ia ,i- s da noite ; dao-se as amoslras de qual-
qucr lateada Irancamsals,
Cassai de barra, aigiOO.
\'endeiu-se cMStl ds barra, de cores tixas e p.i-
drosa modemissimos, pelo barato precede :KW0 o
corle : na roa Nova, loja nova n. 10.
Para eavallaria e inlanlaiia da guarda
nacional.
Vcndc-se superior panno lino azul para fardas d
eavallaria c intentarla da guarda nacional, pelo
hnralo preco de il'itKI o rovado : na la Nova, loja
nova u. II.
ii i li j___
O 39-A-
coufriiule ao Rosario de Santo Amonio, parleripa ao
respeilavel publico, que receban de Franca diverso,
doces ero raid e eccos, e choeolatM llno>| entre el-
le}, o de charutos o o homeoptico j b-m conheci-
do nesle eslabeleeimento.jonlasienle paililhai de r-
lelas pimcnla, c uniros objeclos por commodo-
prfos.
. Vende-se uoxa mulata de 19 nnos, que coi-
nha o pequeo diario de urna casa, e com principios
de engommado e costura : na rus Augusta, casa
n.il.
Vende-se urna bonila parelha de cevallos ar,iv
olbos pre los : na travessa do (inclinado, u. 1.
Veodem-se corles de casemiras demuilo bello,
costos, fazenda superior, dilos de velludos lavrado,
para colleles: na ra do Queimado, u. Iti. loja de
BezerracJi Moreira.
.da
Deposito de tecidoB.
de todos os Sntos. na Baha.
Vende-se aem casa de Domingos Aires
Matheus, na ra da Cruz do Becife n. 52,
primeiro andar, algodao transado daquella
fabrica, muito proprio para saceos e rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para
redes de pescar e pavius para velas,' por
preco muilo commodo.
nos, bem parecida: e una prela da Oosla, de ida- i
I de de :itl ..unos, pouco mais ou menos : os arele- | ygffiggB%g3EMSSXts5BKzXEi
denles dirijam-se a inesma rasa, que acharan rom ~
' quem tratar
No segundo andar do sobrado u. II. na rus d> laflluinha, entre a estrada da Camboa, coroafiO
Cadeia de Santo Anlonio, vendcui-se coeiros borda-
dos de matiz; e apromptam-ae do encommeuda toda
qualidade de bordado, e UbjrnUios rom perfeirSo
e preco eouuuudo; e laintiem bordani-SB colleles.
OLEADOS INGLEZES.
Vendem-se riquissimos oleados para
assoaUar salas, tanto emqualidade, como
un escomido gOStO de desenlio : no ar-
ma/.em defaxenda deAdamsoD BowieA
Canipanliia, na rita do Trapiche Novo
n. la.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lli.i de Sandsi na liolica fianee/.a, da ra
da Cru/., cm l'renle ao chafariz.
Vendem-se curies inteiros de ves-
tidos dechila l'iance/.a. larga, lina, e de
diversos costos modernos, sendo pelo ba-
l-ato preco de 2x00(1 e 2x2Ors., a di-
nheiro a vista ua loja de uuatro portas
n. 3, ao lado do arco de Santo Antonio.
DEPOSITO DECA. E POTASSA
Na ra de Apollo, arma/.em de Leal
Res, tem superior polassa do Itio de Ja-
neiro, e da America, e cal nova uin pe-
dra, challada no ultimo navio, ludo a
preco ra/.oaxrl.
PRELO DE LISBOA.
Vende-se Huelo de Lisboa, muilo 811-
perOI chegado agora no palhaholc Lu-
/.iiano. por preco commodo : dii i'uu do
Trapichen. 15, arma/.em dcllaslos Ir-
$, POTASSA IfllASII.EIHA. :$
ifo Vende-se superior |io(assa, fti- (^
A brisada no Itio deJaneiro, che- (
A gada recenlemenle, lecoinmen- ,
da-se aos senhores de engenho os ^
leus Ixins ell'elos ja' c\periinen- g
tados: na ra da Cruz n. 20,ai- *t
ma/.em de I-a Leconlc Pern i! vyi
Companhia. $
Oleo do linh.ic.i em botijae).
Ventle-M a .">D()0rs. cada urna botija, e por me-
nos -limIo em |iurrA Scn/iila. Velha prximo ao. beci-o do 4jon<;alve.
Moinhos de vento
fombombasderepuiopara reuarjiortase b.iixas
dccapim.iiarnndiraOdo 0. W.Bowman: pa roa
do Brum un. (i. 8t? 10.
ATTENCAO'.
Coiiha A Aniorim, na na da Cadeia do Kecife n.
.Vi, tem para \ender pal lu de carnauba nova, cou-
rmdecalira Iwns, penuas de una, c \elaiide car-
nauba, a .$500 o cento.
Vende-mi no armaxein sito na ultima casa da
ra da Concordia, ao virar para a ra Augusta, con-
fronten um tellieiro vellio de madeira, bons male-
riaes perlencenle* a obra de pedreiro, por (reco
commodo e maudaui-<>e. botar lias l*eaptC(%aa obras,
recebe-sc tambem qualquer encommeuda de lijollo
em grande |uirr,tn.
Vende-se a loja de calcado n. "s, do aterro da
Ho(t-\ isla rom poucos fuudok, .i lirm aln'L.'iiL'iid,i,
a dlnhciio, ou a pialo : a Iralar na incsini.
palmos do frente, c fundo at a dita Camboa, onde
se podem fa/cr com pouco coito excdientes v\eiros:
a fallar na* praca da ltoa-Vi>!.i, holca, n. A, fljQfl
?e dir.i i|uem vende.
Aosuiodcrnos.
da 9.00 rs.
Na ra do Queimado n. 17, loja de la/endas ao
pe da bolica, xeudeni-secilesilecaubiaiasfranre-
/.as modernas, de cores, com barra, fairuda muilo
lina e li\a uas cores, e oslo muto dalieado, pelo
baraliamo prei;u dsele patacas e meia cada corle;
paaodes de cambraia eufeitados com bico, pelo ba-
ratissiiuo prero de -2^.
A 2,400 rs.
Vendeinc curtes de cambala rom barras, de co-
res ir..i- e |m.j,.i'- os inuis ili'lirartosqiie lem a|i|ia-
recido, pelo barallssimo precods ?itirs. a corte:
ua ma do Crespo n. "i.
Vende-se um raliriolel ineio palele, muilo
iiianciro e acallado (le novo: paraviir e tratar,'ua
corlieira junio sCadeia.
A >tU0.
Corles de canas com barra, de lindos desenlius
e cores lisas, ,i i-IIK) cada coi le : na rua da Cadeia
do lenle u.33.
Para as senhoras do bom gosto.
Ricos chapeo) de nalliinlia de Italia, o melhor
que lem apparecido, lodoaCom llores avelludadas e
-nallucillos de plumas, e linissimas lilas, a 139000
rs. cada uin.dilos depslhlnha decores, com osioes-
inos enhile*, a I03U00 rs.. psrs Scsbar o reslo ipie
A 5,000 rs.
I'ara senhoras.rumi-irasde lina ramliraiae lilo.to-
das bordadas a aijullia.
Para hornera,
cambas linas de iiiuriin Iraaees, pelo diminulo prc-
co de-JNHMI rs. cada nina.
Palitos de alpaca prela chinexa.taieoda amaii
lina i|ile tem viudo a ele mercado, a lUgUUtl rs.,
dilos de paniui lino prelo e de cores, a ll3e ISCOtSI
ra., adornos de Hlele de relro/.e de velludo, urli-
cos o de core*.para cabera de senhora, i-lales de f-
lele de reiro/: todos bordados de malla, guarne-
cidos de ricas franjas, curtes de vestidos de babadoes_
,!c UEsdeaeds, grapa, e Hl, ledti escocesas, Iras,
elavradas, todas |iara se vcndcreni em covados,
nianleleles prelos de cores lodo, capotlnhof de aros
de Nipolea lodos com rlleles, c nutras mui*
las hiendas de llnho aseda, preco o mais barato
piKsivel : na rua do Crespo u. i, loja amarella de
Aulunio Francisco l'ereira.
Cera de caranba e sebo reSaado,
vende-se na rua da Cnu, n. III, cjinlionlc o clia-
laril.
Guarda nacional.
Vende-so superior panno fino azul, pro
priopara farda dagoaraanacional, a.o
vado: na loja do sobrado amarello un rua
Queimado n. 9
Para a 'csla.
Na rua Nova u. Ili existe um completo mu tmen-
lo de palild, collotea, calcas e jaquetas, ludo de fa-
/endas modernas, v por barato pre^o.
Ctales de retro/, bordados os mu- ricos que
aqu lem vindo, romeiras de dilo, o de lit de seda
com quadrinlios assL'linados ; corles de epliiueuia ,
fatend (fe seda com quadios e le goatoa inteira-
inenle unvos, ludo por, prero-. raioavela: na rna do
Queimado, n. .0, loja le Beiarra i\ Moreira.
Vende-se um carrinbo de quatro ro-
das, para um c dotl* cavallos de tfoslo
muito eleRanle, bem conalraklo c mui-
lo manen o, cliesado pelo ultimo navio
de 1'ranra. e por prero muilo commodo ; na rua da
Cru/., u. JO, primeiro andar.
Vende--..- um sellimcmn Indo'* os seus perleu-
ees, com pouco u*;o : na rua do Colletao, n. 13.
Grande sorliinento ilc la/.t'ndas baratas.
Vendem-se chltaa da coreafliaa. padroes claros e
escuros a .20. 110, ItM, I8t>. OO, 340 ri. ; corles
de dila de barra de bonitos padrn al39 e a 39300
r*. ; cortes ile Caaeaa francesas a I^WM). 2c4X)0,
9j00ea39000 rs. ; cambraiaa ecaaaai fraaceiea
de bunilos padroes a (>fO rs. a vara ; vealldoa lirau-
Coa de barra e bordados ,i -iHMi rs., ditos de lime
dom babadoa a i"~ . ditos de tres a cinco liatiados
a -<>*>;i rs., ditos de cassa liutada de qualro baba-
dos ,i->~>00 a.V)50t) rs. ; ricos corlea de camlira.s
dese dfio a IfltiBO rs.. dilos de algodao e seda a cOti nu,
dilos ov lia e aadfl a :000 c a 19300 rs. e luperlo-
ie-.ii .VHHM* rs., meias linas para senliora* a 330,
OOea iMOr-.. eoutras muilas faiendu que se ven-
der 3o por preco* limos, uu rua Nova, loja nova
n. 16.
tiq.osiio de calcado a 7o. soo, nout- e:i^kmi
n. no Aterro da Itoa-Visla, loja defionle da none-
ca : Iroca-se por sedlas anda mesmo velhu um no-
vo e completo sor.menlo dos hem conhecidos sa-
palOea do Aracal] para iodos os umanhoe- lano
para homem como para meninos, a 720 e a 800 rs.;
e boUlM para liomeui, a iftiOOO rs.; sapates de lus
Ir da Baha, a ;WHH) rs.; assim como um comple-
to sorlimenlo de calcados franceses de todas as qim-
lidailes, lano para lioincm como para senhora me-
ninos o meninas ; perfumaras, e sendo em porcao
fai-se-hn um alate, ludo por preco muilo commo-
do, afluida se-apurar diiiieiro.
Vendem-se duas negree, sendo una boa la-
vadeira, e a mira cn^oiiuna e cose : na rua do
(>e*po, loja da esquina que volla liara a Cadeia.
As senhoras para a festa.
Sedas escoce/as a* inelhores. 6 mais mo-
dernas que lia no mercado, pelo baralissino
preco de IjMlOO rs. o covado ; manteletes e
chales muilo iiraiides, e ineios chales, ludo
de retro/., e muito moderno, mouteleles de
seda pelos'o decores, corles de sedas ada-
ma.cadfis pretas e ile rres, romeirai de lile
do linlio com quadros assclinados, sen-
do estas as mais modernas que ha no
mercado e ludo por precoi coinmo-
dna, na loja da ealrellade GreaoriOsSi Siivei-
jtf ra : na ru do Oueimado, n. 7.
109000
^Mt
II.-IKKI
J0.-SSHI
~^ VeiltHM' no aiinii/.eiil di: James
Ilallidnv,- 1111 lita la Cru/. n. 2, o so
l'uinle:
Reloj'iosdcoiiroo |)iala,sal)oiiote, paten-
te ingle/.
Si-Hins tnglezes.
Ditos ingtees elsticos.
Sillines para montara desenlila.
CalM-cadns de COUro brane.
Al-i-eius para carro, de um e dous ca-
vallos.
Lanjternas para carro e cabriolet.
\ eiiilem-se, |ior |ircro conimodii, eiiapeos de
pallia do chile, em |HircSo ; dilos de fcllro, ralirica-
dos no Hio de Janeiro, lainlicm em porco ; diHe-
renlesniiude/as, cliegsdss de llamliurvo recenle-
menle ; rosarios de missanca, tanto lirancos, romo
de mais cores : liulia de rori/, e cuntas duurada
( 3 lia loja de encaderna^ao' e de l.vroa da f -1
ro do Collesio n. 8, vendem-se os *^
soga latea II* ros :
l-.m frnnrei.
Diccionario dos lenuos de medici-
*na, |K>r Nvsleu......
M.'iui il de medicina homopalhica
do llr. Jahr, ricamente eneader-
nado.........
iiin portugus
Miccidiiario ahreviado dos termos
de medicina pelo Dr. Moscozo .
Manual cnmplelodo Dr. Jahr lia-
du/ido pelo Dr. Mosco/o, v
lome
Tuti iimi'itTM
DA
SALSAPAKRILHA DE BRISTOL
aebre
A BALSA PARRIUIA DE SAIWS
Attencao'
A SALSA I'AHIIII.IIADE IIUISIOI. data des-
de IRI. e Iflin roiislaiilemenle maullo a MS rs>
pillarCio sem" iieressiilade de recorrer a |miiii|ioso
aunu'nrios. de que as ireparares de mrito [hmIciii
dispensar-te. o tuccetso do lr. BRISTOL tem
pryvorado iulinilas ovejas, r. cutre oulras. as dos
Sr. A. K. I). Sands, dNew-York, preparadores:
c proprielarios da salsa parrillia couliecida pelo no-
nte ile Sands.
Kstei seuliorcs solicilaram a agenda de Salsa par-
rtlha de llrislol. eronio lulo o podessem oliler, fa-
lirirarain iuna>oif/'/c,io de llrislol.
Bls-aqul a caria que o~ Sr-. A. II. II. Sands es-
rreverain H l)r. llrislol no dia ill de abril de IM12.
e (pie se arha ein nosso poder:
Sr. l)r. C. C. Britlol.
Bufalo, &C.
Nosso apreciavel senlior.
Em lodo o anuo passado temos vendido uttanli-
dades COWide/aveb do extracto de Salsa (larrillia dr
Vine, c pelo que oiivimos di/.cr de suas CJWMoVl
quelles que a lem iisadii, jalgajnoa que a venda da
dita medicina se augmentan) iiiuilisiimo. Se Vine
quizer fa/er um eoHMHiO coiniiosco. eremos que
nos resultara milita vasilaueni, tanto a mis comu a
Vine. Temos mullo pra/er que Vine, nos responda
obra este assuirtplo. e se Yinr. vcr a esla ridade
ilaqui a mu me/, ou eouSB siunelliaiile. leriamos
muilo pra/er cm o verem nossa botica, rua de Kul-
lou. 11.711.
I'camas ordensde Vincseos avnM servidores.
(Assienadosi A, R. II. S.vMIS.
CONCLUSAO'.
1. A'anligoidade da salsa parrillia de llri-lol lie
rlarameiile provada, |iois ipie ella data iIcmIc Ih:U,
eque a de Sands su appareceii ein 1MW. poca ua
Si.il esle droguista nao pode oliler a aiteucia do Dr.
rielo!.
2. 3 A superioridade da salsa parrillia de Bristol
lie inconleslavel: poli que OSO obstante a concur-
rencia da de Sands. ede una porcao dcoulrasprc-
parsetes, ella lem mentido a tua nputseaoeai qos-
si toda a America.
As numerosas experiencias feilas rom o uso da
salsa pan illia em todas ils cnferniidadc oriainodas
pela impiire/a dosamtue, ra liom evito oiilido nes-
la corle [icio lllui. Sr. Ilr. Sigaud, presidenle da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Aulunio Jos Peivolo ein sua clinica, eSJUStU
afamada rasa de saude ua liamlaia, pelo lllm. Sr.
Dr. Saliirniuo de Oliveira, medico do eseicito. c
por varios uniros mediros, ponmlli-m lioje de pro-
auencao' a baratea. xlraorSlaarla, ai
rua do Creapo, n, 14, lata de Joi FraacU-
eoDiaa.
i.iuciii iivi'i J,-SKi lem um corte de cambraia Tina,
cor lisa, padroe- muilomodernos.queparece,Haniiiiba,
de i icos gostos; quem liver tem um corle de
cambraia de todas as cAres, ricos gustos de barra,
.un- Asas com 8 varas e meia ; quem liver -'.- i, >>
lem um corle de chita, lina de todas as edres, miudi-
ulias, com I. covados; quem liver 180 compra um
rovado de panno couro, faieuda h aneada escura de
umssciir, muilo encorpadu,proprio para q,serv ii;o;
quem liver 610 compra um cobertur de algodao,
proprio al para cscrsvalura, alo se vende assim ba-
rato para liquidacgo du certas rontas.
A i nd.i existe um pequeo reslo de bicos e ren-
das da Ierra,assim como alguna lencos de labvriulbo,
muilo bem feiloj, ludu se vendo barato: ua rua No-
va, n. 20.
Na rua Nova, loja n. 20, vende-se nina rica
loalha de labyriutlio assim como um riquisaimo ro-
dap de cama", tambem de labvrinllio, o que ludo
se vende muilo barato.
Vendem-se os segulntes livtos, defronlc
do Collegio, ollicina de eiicadeftiaciiu.
Ilirrionarios luglwes de Vieira, lano nortalci-,
como dos grandes, dilos franceses, de l-onsera, dito
calleptnosda ultima edico. roulendo oilo liii'-u.i-.
Prosodia de Benlo l'ereira, llonataucio irarluuue/
da ultima edirAo, obras completas de Canioes, In-
loria do povo de lieos, l.i/ i'eiseira, esdleeoBa, das
leis do imperio, Mue de Berand, Virailio, Horacio,
Tilo l.vio. Selecta, Fbulas, Salustio, carias de
A-B-C, l'aboadas, ('.ailicci-mo. Economa da vida
liumaua. t'.arlillias e oulros muiros que se deixaiu
de iiiiiiiii, i.ii por nilo faier muito cxleuso o anuuu-
cio.
Calcado taxiado.
(I deposito do aterro da Boa-Vista, n. 22. araba
derereberda fabrica ds Soledade um lindo sorli-
menlo de sapatoa de todas as qiialidades,tanto para
homem couio para senhora ; oflerece ao respeilavel
publico aapalos brauros a 2-JKKI e engraxados aocs-
Ivlodehi7.erro frpnce7.,a 29500: quem esperimenlar
mu ve/, esle ralbado nflo dcixa de comprar lanlu
o de Aracaly como francez : lambem se vende napa-
toes de couro de lustre, a iSOOO.
Vende-se urna escrava muca.quc sabeco/inhar
iL nina rousa,lavar de -alian, comprar e faxer w ser-
vido de una casa, e muito prnpria para ser applrada
no sarsiCO de eiicommado, por ser reforjada e nao
ter molestia alguina, ncm ler oulros vicios: na rua
Uircita, n. (id.
HOB I.AKFECTEIB.
O unim autorizado por dcimo do constiho real
e decreto imperial.
(Is mediros dos bospilaes rcrommendam o arrobe
l-alTerlouv, romo sendo o nico autorisado |ielo po-
vernoc ]M?la Bcal Sociedade de Medicina. Esle me-
dirainenlo d'um liosto ai;radavcl, e fcil a lomar
am -ccrelo, crstii em uso na mariulia real desde mais
de 60 anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
com poura dsspesa, sem mercurio, as affecroes da
pclle, iuipinaeiis, as consequencias dassarnaa. ul-
ceras, e os accidentes dos partos, da idade critica e
da acrimunla hereditaria dos humores; convm aos
calharros, da lieviga, as conlractOes, o fraque/a
dos orijSos, precedida do aboso das ingecrOes ou de
sondas. Como anti-svphililico, o arrobe cura em
pouco lempo (fluxos rcenles ou rebeldes, que vo|.
vein inressanles sem consequencia doempreto daro-
paiba, da cubeba, ou das ujec(;oes quexepreseu-
i.ini o virus sem neulralisa-lo. O arrobe iTairecleuv
lie csnccialmeute recummendado conlra as dosocas
iuvcleradas ou rebeldes ao mercuriu c ao iudurclo
do polasio. N rn.lcc em l.isba, na bolica de llar-
ral, c de Anlonio Feliciano Alves de Aievedo, tira-
ra de D. Pedro u. 88, onde araba de dictar una
urunde |iorrao de garrafas grandes e pequcuas, vili.
oas direclaincnte de Pars, de casa do Sr. Bovveau-
l.afleclcuv 12, ru Rirhcv a Pars. Os fonuulaio,
daiii--' crals em casa do ltenle Silva, na praca de
I), redro u. 82. No Porlo, enr casa de Joaqiiim
Araujo; na llahia, l.ima & lrmaos; cm Pri uaiii-
buce, Soum; Kio de Janeiro, Rocha >\ Filbos, el
Moreira, loja dedrouas; Villa-Nova, Joao Pereira
de Mavales l.cite; Kio-tirande, Francisco de Pau-
la Coulo Ai t.. -.
88(1
81 Kl
lM90
81 Kl
33000
21000
,'iiin
a9J00
160
390
no csrriprorn de Novaos ^ laminaiihia, na rua du I clamar alta......ile as virtudes elllra/es da salsa par-
1 rlba de llrislol veudc-se a "iSKSi o vrdrn.
O de|K>\lo di>la salsa miidou-se para a liolica
frauce/a da rua da Cru/., em frente au chafan/.
Km casa de Bruna Praeger Com-
panhia, un i na da Cru/. ii. 10, vende-se
o seguate :
PIANOS I'OltTKS dos melhorei. auto-
res ede moderna corntruccSo.
INSTRUMENTOS DE MSICA para ot>
chestra e bandas militares.
OBIIAS DEOUBO de toda a qualida-
de edo mais apurado (josto.
VIMlOSSt.Mat-(;ot,St.Jiilieiiecliaui-
pagnhfl i
LONAS ilrdillerente ({ttalidades.
BIII.NS DA KUSSIA.
MOBILIAS DE I-EIIKO, como lejam,
Cadeiras de difierentes moldes, mesas e
solas, assim como eomtnodns demogtto e
cadeiras de lialanni de sipo, viudas de
Franca.
OLEADOS com lindas pinturas de fruc-
i.i-, (!, para mesa de. meio de sala e
bancas.
GIIAKI TOS da Havaua verdadeiros.
MOLDURA DOURADA para guarn-
cao desalas e qiindros.
Vende-se unitfrandesitio naestrada dus Ainir-
los, quasi dcl'ronleda igreja, oqual lem multas .li-
vores de frudas. Ierras de planlactYc*. baixa para
capim, e casa de viveiula, com bastante, commo-
dos : quein o pretender dirija-se au mesmo ailio a
eutepder-se cora o Sr. Aiiluuiu Manuel de Moraes
Mesquita Pimentel, ou a rua do Crespo n. 13, no
csrrP|itorio do padre Antonio da Cumia e Figuei-
redo'.
Trapicha n. :n. primeiro andar
Attencao'.
Na loja da estrella, de Gragorio A Silyeira, rua
do Oiicilnado, u. 7, ainda ha reslo das pechim-hasa
venda, daexlinrta loja de Jos Comes Moreira.
Brim de liuho brauco trancado muilo lino,
a vara ........
Hilo de liuho Iraurado de coras, a vara .
I.enros de seda para man, muilo linos, cada
um.............
Meos lencos de seda para grvala. .
Corles de cambraia de barra.....
Ditosde dila decores.......
I la--.i iii^andi/, a vara.......
Corles'de chita de barra.......
Mcas rruas para liomein, o par .'
Ditas brancas para senhora muilo linas, o
par.............
E oulras"umitas fa/endas por precos niiiilu har
tus: a ellas frecuc/es q((e se eslao acabando.
Aterro da Bos-VlstS, taberna nova defronte da
I.....'i a. ii. s. arha-se surtida de um novo s com-
pleto sorlimenlo de lodos os seeros seceos e mo-
tilados de superior qualidade, e preros muito rom-
mndos, e caf moido, do Rio, de primeira qualidade
a 210 rs. a libra.
Veinle-se urna lalierna na rua du Vigario n.
12 : quem a pretender, drija-sea mesma rua u. f2,
que achar coin quem Iralar.
Vende-se um sllhflo lodo de couro de porco,
novo, por ler servido una vez, bastante crande pur
ser fcilo para una senhora gorda; por commodo
preco : na rua Fornirga, 5.a casa terrea.
Vende-se nm elegante e heni construido carro
de 1 rodas, e envidracado : na casa em que mora o
mal ii lial Sera, no Hospicio.
Bicos capotinhos,
Veudein-so bonitos capolinhos de crus de Na|iu-
les, com rolletes e sem ellas, a I2nll00 c IligOOO rs. :
na roa Nova u. 16.
Veudeiu-se dores de luda- as qualidade, e
tambem preparam-ae hcelas de doce de caj, sec-
co, com toda a promptidanccelo: na ruado Hos-
picio ii. 10.
ESCRAVOS FGIDOS.
Ucsappareceu no I.- de juuho desle anuo de
I->i i. dn enticnbo Pirapama nova, h runc/i i deSao-
lii ,\ ni.ic i. iiiiii, ni. i da cidadeda Victoria, provincia
de Pornanibiico, um moleque de nome Estovan,
crioulo, um lano fula, de idade 16 anuos, pouro
mais ou menos, |iequena estatura, rosto abocetado,
naris obalu, cabellos un pouto vcrmelhos, theiu do
corpo, pos |ici|iiciin-, com duas cicah i/c-, una pe-
quea MUS a testa iiruvenieuto de urna queda, e
uutra grande em una das peruas pela parle de den-
tro*! perleiiceule este escravo au capilAo Dionisio
Comea do Retto, proprielario do engenho cima
mencionado. D-se una hua [tralilirarAu a quem o
appreheuder e levar no referido engenho, ou na
cidadeda Victoria, ou mesmo a quem dclie der.no-
lidb.
50,000 rs. da |TIIBcar,aa'.
Ilesappareceuliaum mes puuco mais ou meuics'do
poder do abaixo asaiguado, um sen eacravo de no-
me Venancio, crioulo, de 2"i anuos pouco mais o"
jnenos de idade, estatura regular, rosso do corpo,
suissado, olhos Krandes, pslargus, porcm linipo*.
moderado no fallar, ladino, destmbaraejado, denles
sadios, sem siznal no corpo do ler sido rastillado :
uppos-SS ler ido para os lugares do Cabo, onde ja
feo nina vez. Rooa-se aos senliorea capiliics de c.un-
po, ou pessoas que o encontraren! de peita-lo, c le-
va-loaoaliaixo assianado morador no engenho No-
vo do Goill'l, coroarca doTo d'Albo, ouaoSr. Jo-
s, da Silva l.ovo noarniaaemdarun de ApoM"- "'
2, que rcrebera 2009000 do 8ralilica{ilo, e lamban
sv do niela I,- di-i 1 quanlia. a quem der una noti-
cia certa do luuar onde elle esleja, queso elleclue
na pristo.Joaauim do llego larrot Pettoa. ,
Fubo no dia I i du correnlo o prelo lia) inun-
do de estatura reaular, cor fula, cara larga, barba
cerrada, ha ocasicies que a rapa, lie crioulo mulle '
ladino, rendido de una verilha, reprsenla ler i
anata, levou caira de brim azul de lislra e cami-a
dealgodu; andVfS com ferro ao |iesco(;o ecoasla
que j ulirou: roga-se as autoridades puliciaes e
capiles de cani|H>" a captura do mesmo. e lva-
lo a rua ireila 11. 76. que ser generosamenlc re-
compensado.
' Ainda continua a estar fuuido o prelo que em
II do seleinhro prximo passado, foi do Honteiro.
a um mandado no eiueiihoVertijule.acunipaiiliaii'l''
ninas vareas, de maudodo Sr. Jos Bernariliu''
Pereira de Brilo, que oaluuou para o mesmo lim, "
escravo he de numt- Manuel, cnoolo, baixo, grmso.
e meio corcunda, com a barriga a ande, lem un -i-
nal Brande de feriila na perna direila, car prela,
naileitarempiiadaa para fura,punca barba,lem o ler-
ceiro dedo da 111.I0 direita encdbido, e falla-llie "
qnarlo, levou vestido calca azul de ruarle, cnini-a ,
de aluudilu liso americano brauco, porm levou 011-
tras milpas mais linas, bem rumo, um cha|H-o prelo
de seda novo, e usa sempre de- curreia na cuita -
5uem o pegar leve-o na t^apnnaa, sitio de Romn
nlunin da Silva Alcntara. 011 nesla praca. no
larao do Pelourinho, armazem de assucar ns. c <
de Hmii-o i Companhia, que ser recompensado.
-11 ieapparerci ani na fuiul5iod'Aurora, na noite
de 19 deauoslo, os prelos Miguel, Angola, idade lay
anmw puuco maisuu menos, estatura regular, see-
co do corpo. rosto marcado de bexiaas: Manoel, to-
KO, idade :K) nnno, bailo, um tanto cheio do corpn.
levou calta de riscado d'algodao, camisa de nudapo-
lao. bonete, chapeo de sol, ambos fallam descanra-
do, e uSo teem barba. Sup|icie-se lerem sido ada-
lides : roanse a quem os appreheuder ou delles 11
ver noticia de dirigir-se a mesma fundidlo que ser.
qem recompensado. ______
Prm.
, Te. 4. U. r. de ParU. M.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EBD5RIFKJ_944IN9 INGEST_TIME 2013-03-27T17:20:51Z PACKAGE AA00011611_02281
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES