Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02276


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Full Text
mmaom
mwmmtmne
TPW
DTA RIO D E 9 PERMMBICO.
FHBQO DA DBSCRIFqiO'.
Sutocreve-w a 159000 poranno, e 4J0O0 por
quarlel |Wo adlantado, e W'iOO por qiwrlrl pago
.enrielo, uarasa do seo propricUrio, M.Figueira
deFaria, uapra;a da Indeprndriiria, m. 6 e 8, e no
Kio deJ.caiw doSr.JoaAPereira Marliiu.
Baha
M acet
l'araliiba
Njl.il
Araialy
Ceara'
Maralilian
1W
v I. Duprad.
. Joaquim Bernardo Mendon;a.
a Joso Rodrigues da Costa.
Joaqiiim Ignacio Pereira.
Antonio de Lomos Brasa.
Victoriano Augusto Borges.
r Joaquim Marques Rodrigues.
cambios be is o aormae.
Sobre Londres 28
Pars, :ii"i
Lisboa, 9.1 por rento.
Ouro.Onras bespanholas. .
.Mr.:',|.l-.|l-!iS(l>Hll.l"
de BlOO novas
( de I-i" .
Patacoes brasileiros. .
Pesos coluiniiarios .
nieiiraiios .
Acroes do Banco. .
Descont de Ledras .
Prala.
289.VM a 2!)f00O
,.....163000
..... igsooo
..... 09000
...... i9:w
,..... ..... 19800
..... 10*
...... i'all
NOTICIAS UTBiSOUBS.
Portugal . . 15 de lu. Austria .
Hespanha . 8 dt 1 Inglaterra.
Franja . i. 7Je * Suissa .
Blgica . .. 3 de > Suecia. .
Italia. . . a de I E. Unidos.
Alemanlia 4 de Mxico .
Prussia . . 6 de 11 California.
Dinamarca . 16 de D Lilil
Turqua . . 26 de Selb Buenos-A .
Rnssia. . . 29 de D Montevideo
3 de Oul.
22 de
1 ilc n
.10 de Setb
24 de
8 de ii
18 de Aaos
27 de
27 de Selb
1 de Oul.
oticias so mrauo.
Para" . 31 de Onlb S. P. do Sul 22 de Setb
Maranbao 5 de Novb. S. Paulo 20 de Un.
Ceora'.. . ! de Minas.. 14 de >
Parahiba. 7 de R de Janeiro 2. de
Alagas . 2 de Babia .... ,5 de Nov
AB.TIDAS DOS COBBHOI.
Ulinda, todos os das.
Victoria, naN quintas reiras.
r.aruan'i, Boniloe liaraiibuns, nos diavl e 15.
Villa Bella, Boa-Visla, Kx.'i eOricur>,a 13e28.
(joianiia e Parahiba, segundase sextas.
Natal, quintas leiras.
DAS DA SEMANA.
14 Segunda
iliac.
15 Terja.S.r.lemenlino
ni.
16 Uii.ii i.i. S. Hnralo
de Lagos.
17 Quiula. S. Gregorio
Tbauniatnrgo.
18 Sexta. S. Odn ib. .
S. Ilesiquio ni.
19 Sahbado. S. Isabel
rainba viu.
20 Doniingo.S. Fe.
ACDIEMCIAS.
S. Abilo I Tribunal do commercio.
segundase quintas.
felacao'
lerdas esabliadns.
l-ir.'iiiln
tercas esextasas lObnras.
Jtiizo de Orphaon
secundase S* as 10 horas.
I'rimeira tara do eirel
tercas o 6. ao meio-dia.
Segunda rara do re.
quartase sab.ao n)ei-d.
Novcmbro I La nova as 6 horas, 18 minutes e
31 segundos da manbS.
7 Quarto creseente as 9 horas, 41 mi-
nutos e 35 segundos da tarde.
15 Loa rheia as 4 horas e 20 minutose
:|9 segundos da larde,
o 23 IJuarlo mingoaute as 8 horas, 15
minutos o 39 segundos da larde.
r mamau be hoje
I'rimeira
Segunda I
16barate IHminulosda maulia.
7 hura e 51 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
Jo
forn:
V
I Jo
, declaran-
nperior di
i reclama-
lliloAo renle lo cumulado fran
do que mandou ouvir ao comiiiHinlaril
-ii.-i 11 ii.H-mi i.i I nodonbdilo frnncez Eduardu Hurlo, jue rerr-
l'i'n l-t a mi.i resposla dar a -uliii .i,, que S. >. prlc.
Kilo Ao dieta de pulira Interino, iiileiraudn-o
ile liaver *- \ 11 1> ordensa Idesmiraria pru* inri.il
para ser pagi. aliando non termos leuaes, a ronla
das desptai taitas com osusicnio dos presos pobroi
daradcia lo taf-modetiniamiu. un- mezes dOOOlom-
lien eootuhro ltimos.
HiloAo inspector da Ihesouraria da fazcmla
provincial, rprommendando a expedic.io rio MU
rdeos para que, com brevidade. seja remedida
una r--l.ii .n dos predios da na punte da ln \ isla al a rapclla dos Ingleses, rom
declnelo da dcima que cada nm paca aniiualiupu-
le. afn de ser enviada a cuinmisssaoarbilra dos
ealrameiilos das ras desla cidade.
Ikjlo Ao director das obras puldirns. di/.eudo
que i1' if i niiii o termo le recebimenlo definitivo
da obra dos conferios da r.ideia de (Huida, vtato
arliar-saella ja Concluida, passando ao inesmo lem-
po o rompelcntc rerlilirado, alim ile que resper-
llvo arreni.iianio Jote (joncalvea di Porduncnli
pOOM arreber na Ihesouraria provincial a importan-
cia da ulliina prestadlo a que tetn direito. IMliri-
ot-ee a respeilo ao inspector da mencionada Ihesou-
EXTERIOR
lodos se lf ln tu.mi <|ue a
glalcrra e pela franca aos
rantT a Hcpaiilin a pUMSd
de un tratado, que deveria ser assiun,
ro ver nos, foi rejeilada, no principio denle anno, pe-
lo presidente Mr. Fillmore. He ente un don lti-
mos ar^os de sua adminislraro, e ja puhlicmoH em
lempo os extractos do despacho, com que Mr. Eve-
rell, enlflo minislro dos neuorios estraugeiro*, li-
nli.i annunciado Franca e t (nalaterra a resolu-
iio de seu govemo. Anda se nao esqueceu sem
duvida os termos arrosanles dpsse despacho, e as
.1.mil tu.i- haslautescoiilroversas, debaiio lo ponto
de visla du direilo das Rentes, que elle pretenda
t.t/'i prevalecer. A Inglalerra nao a qui deivar
|ias*;ii M'in res pos la, e os j orna es americanos nos
Irausiuiltemo texto de urna uola, que fui dirRda<
rouseRuiulemenlea 1( de fevereirop. por lord John
Rotaoll a Mr. Cramplon. ministro IngleiomWai-
Imn::Iiiii. Ilomludo, c........II.t iihi>|Mide cheRar aos
Estados-Unidos, seno depoisque Mr. FiU'i'ore l-
nha desrido do poder, he a Mr. fcfarcv, ministro
dosneRocios eslraiiReiros do Reueral IMerce, que
ella ri enlreRue.
Eis-aqui o texto desle documenlo :
<( tar John /tusurll a Mr. Crampton.
a lli de feveroiro de ItiVI.
Senhnr. Lord Malmeshury rereheu, na ves-
pera ile deixar o ministerio, a uola que VM dinuio
Mr. Everolt, edexou ao seu successur o cuidado
de a responder.
it Achando-se ausenle de Londres o einhavador
dp l'ianca, nsdous governos nao tem lido ale aqu
entre si a e>le respeito as communicaiVips, que com-
porta tuna propona feita de concerlo. Passo ayora
a dlltff-VOf o modo pnr que o Roverno de S. M. en-
cara as respostas de Mr. Everetl M noaau tenta-
tivas.
a Est no direito iuconlestavrl do yovernn mie-
ricano rejeilar a propo-la fcita por lord Malmrsbu-
rv c Mr. deTuruot ri'latixameiVe i ilha de Cuba.
Cada invern ser livre, cuino no pa-sado, de se-
suir o camiulio. que llie lra;ra sen dever e o cui-
dado dos iQlereoeea de sua m;ic;mi.
<( Com esla simples o)iservac;lu en leria salisfeilo
nieu papel de -ecrelario deeslado. se Mr. Everett
n.io tiveOM Mirado em lonuos aruumcntos, que a
simplicidade da queslo, que llic era suhmellida,
ii.tu pareca inais comportar.
a l'azendo e*la profHsla aos Eslados-rnidos, os
Ruvernosde Franca eda Inulalerra nao tiuliam per-
dido de \sl-i mu o auinciilo de poder, nem a ex-
lefltSfl de (errilorio, que tem assiunalado a marcha
la UniMo desdi- a proclamacao da Independencia.
Elles nao descuuhrciam a alisurpcilo oti auiiexaco
la Luisiana em |vi:. da Florida em IKI!>, de Te-
tas em IKU e da California em i sis ; anda roe-
loa hnli.im precisan (|(> quelhesh'inhrasse'n osacon-
lecimeutos da uuerra dos sete anuos uu da yueira
a meiira na.
INir isto o "overnodc S. M. pergunli a si nies-
(cornonje8m eproeurou laxer inlervlr aalea
[tmenlos com lautas precauces oratorias, e em
lenla-los cun lana habilidade.
i Parece que se (em a inleneAo, n.io complela-
neiile declarada, mas apenas dissiinulada de pro-
os Bflladoa-Unidoa tem na
ilha de Cuba uin inlerese.(que a irAa-Hrclanha
nSopde preleuder. Para combaler esla pretenrao,
he necessario eslalulecer heni |io>ic;,tn dOBOOM
governos, que flzeram ooflerecfmenlo em qaealffo(
e n carador desle mesmu oflerecimenlo.
Mr. Rveroll declara no principio de seu des-
pacho, que : os EsladiM-UlildfW nlo veriam com
in.tiireri'iica eahir a ilha de Cuba as maos de alyu-
iiii polencia europea alm da llcspanba. i>
a As duas potencias, que poderiam com ma
probabilidadeapnipriar-seda ilha de Cuba, e que
silo as ni.ii lemiw'i-, para os Baladoa-Unkloa, silo a
Inglaterra ea Franca.
< A < it .i Idr'.Hili.i possue, em virlude de Irata-
dos, a ilha daTrimlade, a qual era no ultimo seru-
lo una colonia hespanhola, ao passnque no princi-
pio desle aralo a Franca ptenla a !.nn-i.in,i em
virlude de urna ceaaao voluntarla la parle la Hee-
pauha. Estas duas potencia, gffo de laclo as tnicas,
que. por scus recursos navae*. poderiam fa/er con-
currencia aos Esiados-I'uidos na noaie de Cuba I
pois bem ellaseslao prumptas para declarare que,
nem separada, nem conectivamente, qiierein obler
mi conservar para ambas mi para cada una dellas,
iipiihiim poder exclusivo sobre esla ilha, iipiii 18o
punco arrosar 011 evercer npiihiini dominio nclla.
i Se o nhjeclo, pota, dos Eslados-L* nidos era piir
obstaculo acquisicilo de Cuba por mu estado euro-
peu. qnalquer que elle Fooie, esla convencao preen-
cha aeu lim.
.< Mas ae oe Baladoa-Unidae pretendem irnlen-
tar que a tiraa-Bretanha ea Franca n.io tem ne-
iiiiuin Inlerease na eonaervac^o du tntu gao em
Cuba, e que a elles leem voto preponderante nesla
qnetlan. o uvero de S. M. repelle desde j urna
aemethanle pretencAo, Sem insistir sobre a impor-
laucia que ha para o Mxico e oul ros estados anii-
gOJ I Conservadla do equilibrio actual do poder, as
poweasoeoMWnenledeS. M. nai fndiaaOcctdenlaea,
leem na presente questo un iuteresse.que elle mo
pdc renunciar,
As pi>sses<*oes da Franca nos mares'americanos
coiistiiiicnparaaqnellepala nm Inlerewe lemelhan-
le. que sen uoverm fara valer. Este direilo.....|m-
......i Invalidado pelo arcumenlode Mr. Everetl.
I ipie reprsenla Cuba na mesma pOfldo para com os
pioposla leita pealo- Eslador-I nidos, como a em que estaa para com a
E-lado- I nulos de ua- Inalalerra ol a Franca urna ilha situada na em-
i IHiadeCuba por meiu hocadura do Tamisa mi do Sena.
lo pelos I res I u \ di<,|,'iucia de Cuba, no ponto mis prximo
GOVERNO DA PROVINCIA.
SipWleaiU do SU 17 da Boreaibro de 1863.
tlllcioAo marerhal commandante das armas,
ili/endoflcarscienle de haver S. Exc. nomeado ao
alferes do estado matar fie .J classe, Alesandre Au-
gusto de Fras Villar, para faier parle da commis-
sio encarreRada la inpeec,3o dos quarleis, forlillca-
coese eslabeleciinentos inililares desta provincia,
vista I" adoecido o 1.' lenle, Felirian dr Sou/.a
Aguar, que servia na referida eommiasio.Cum-
muiiftou-se a thesouraria de laieiida.
DiloAo presidente da commissflo arbitra do cai-
ra meo l u ilas tuas desta cidade, duendo Hcar intei-
radu de haver aquella cunimissflo encarreRado .mu
licial la secretaria da cmara municipal Manoel
rerrciraAccioli, los Irahalhos de esenpturacao, a
rMin da mencionada cominillo.Commuuicoii-se
a Miesouraria provincial.
DitoAo inspector da thesouraria le fazenda,
Iraiismittindo para os convenientes exames, copias
rffiaelda dncon-elho adminslrali\o de J > le oulu
ln,- iiiiinm. e 12 do frrenle.
DiloAo inspector da Ihesouraria.Em resposla
am ollirios que o V. S. me driRu, em lata de Me
Itiiio Crrenle mez, Icnhoa declarar-llie.qneo fa
lude ser o conlailor, pelo arliso^.' o nlo 3.*] do
ih-cretode IK de dezembro de 1K5I, examinador,
qn;iiido se traa do provimento dos lugares deprati-
i antes, nao o exetue de ser nomeado examinador uu
concurso para o preeurhimenlo das vanas de I es-
rri|tlurarios ;ja porque semelhante limilac.lo nao
Mftteprehenile do artiRobV do citado decreto, que
i|,i aos presidentes a ampia laculdade de nomear
i'\,iiiiiiiadores, ja porque nao compele, seRuinto v.
S. upp">e, ao contador como tal, o direito de infor-
mar acerca dos examen para os lunares de escriptu-
rarioe, i menos que nAoqueira elle erisir-se em ins-
pector i quemo referido decreta nos rticos VI e lf
iiiruinbe.junlameutc com os examinadores, es>a
fuiHOto,
K nem pujdedemodoalsuin prevalecer a qoeslilo
ilcti'rww, que V. S. levanlou no seu ollcio de Mi,
para a pretexto deincumpalibilidade, que nao en-
lerto, inferir a ixencau do contador; por quan-
lu utoSB 'i .ii.i auora de accessos, mas de concurso ; e
nujinlose lraiasseleaccessos nao descubro as in-
doccdei t|ue V. S. lira das Icisque cila, fundamen-
to para que se deixe de secuir na nia'eria sujeila o
decreto que Ihe serve de Menlo : e finalmente de-
claro que.dadoo casuquejulRue lao indispensavcl a
iiilitrniacdo hariicular do contador, para slabelccer
ojrode" merecimento dos coucuirenlps, nao lica V.
S, |Hir ser elle pxaminadur, inhihidn de Ib'a pedir,
sembaver neceaiidade de eeapregar lano estarc
para livra-loda larefa do exame.
hens auarde slc.i 17 de novembrode HXl.
Iiiin\" uiesiuo, devolvendo u requerimenlo e
mais papis a que se refere a sua de hnnlcm. alim
de que mande pasar a Joan Nepomucciio llarroso, ....
o procurador dus herdeirosdo fallecido Anlomo [curar inliiiiltir-i> qu
(ionips, oaluuuel que no* int/.es de jiinhodo
iproxiuui passadoaabril uliimo, Tenceramdnas
s, que pertencendo aos mencionados herdeiros*
i sitio ore upadas pelo destacameulo estacionado
liniliaulia.
iAo mesnso dlieudo que vida de sua lu-
ac.lo, dada eobra o requerimenlo, en qne I).
ia dcPinho BiriiP pede lirenca para Iraspacar
jo de Pinito Bornes pela quantia da WMf^IMHIa
pvssequp tem no terreno de inarinba n. :|". e uoala-
pda n. 37A,no aterro da |taa-Visla,|ancou cin dito
requerimenlo o despacho seRiiinle Sini, pasos os
dircilos nacionaes,
na exlremidade do sul
, cida-
FOLHETIM.
FER\ AMIOIIITLESSIS
dos slados-lnidos, isto be
da Florida, he de cem milha.
fina ilha em iRual distancia da emboccadura do
Tamisa,se echara a dez milhasao norte le Anluer-
ia, naBelsica; anpassoque, em isual distancia da
amai.-a, ella estara enllocada em Manzani
de da ilha de Cuba.
Nao ha porlanto mz-lo para se dizer, que a jiomo j dos, de repellirem as propttstas felas pelos Rev
de Cuba pela Orfla-Breljuiha uu pela Franw, seria fraiiceze inataz : .\ a uecessidadeda parte i
ameacadora para us Estados-1:nido*, e que sua pos
se jielos Estados nao o seria para a rfla-Brela-
nha.
o He um dos arRiimenlos do secretario de estado
dos Estados -L'nidos, que parece ao aoverno le S.
Magestada nao menle mal fundado, senao peri-
ROS0.
Lord Malmesbury Mr.de Turcot, disseram
em primelro lugar, elre os motivos a favor da con-
M'in.iu pro posta : a nsataques felos ltimamente
centra a ilha de Cuba por bandos de aventureiros
sem lei, sabidos dos Estados-l'nidos no lim declara-
do de se apoderaren! da ilha > A isto responde Mr.
Everell uestes lermos: o presidente esla conven-
cido queaconclusaode um semelhante Iralado.lou-
ie de por um lermoa essrs actos illeuaes, nao faria
seno ilar-lhe um novo e poderoso impulso
O enverno da GrSa-Bretanha, reconhece com
respeito a conducta, que leven presidenta reprovan
do e desanimando as tentativa* vilenlas, as quaes
se acaba de tazer allusao.
(i Ocaracler deslas emprezas nao poda, rom ef-
feilu, deixar de provocar I reprovac;lo ile lodo o es-
lado rivilisado. Os principios de bonradezede jus-
lica do presidenta, liveram de hcar olleudidos, ao
ver elle reunirem-se bandtwile horuens, rom fla-
_.......desprezo pelos tratados, e parlirem dos (tor-
ios dos Eslados-I'nidos para irem alarar, romo pira-
tas, o territorio de una polenria rnica de seu paiz,
v achando-se all, excitaren! com nio armada sUb-
dilos liis para a revolla, cuma populacao parilira
para a desordrui. I'orcm, he triste, (tara o cliefe de
urna srande uarAo reconhecid>, como fez o presiden-
te, que urna ronveiic.ao devidamente assiitnada e
Ipcalmenle ralilirada de promeller resprilar para
sempre a posta arlual, nao faria sena* exrilar esses
bandos de piratas para vularenimas audacio*imen-
le anda as leis ta boa fe e da boa viziiihaura. Sein
contestar a verdade desla asserro, o govemo de S.
M. pode manifestar a esperanza de que esle estado
ile colisas nao ha de durar, e que nscidadilos dos Es-
lados-l'uidos, osquaesse jaclam com lao justo titu-
lo de stias instiluir.oes, nao esquecerao esses princi-
pios eternos do jiislo e do injusto, de paz ede ami-
zade, e esses de veres para rom no**os vizinhos, o que
deve ser a resra de toda a nacao chrislia.
riDemais um povo lao esclarecido nao pdedeixar
de recoflbecer utilidade as relares inlernarionaes
dessas leis, que lia niuilos serillos san designadas na
Europa rom o iioiiip de direilo das uenles.
a Enlre os romuietiladores tlessas leis, nolam-se
cidadaos americanos, que ailquiriram urna repnta-
eSa merecida ; c he diliicilsnppor que os Estados-
Unidos sejain os primeiro*. que desejam abroaar as
csliptilacoes iis BMs sauradas.
iNaose diga lau jmuco. que a convrncrio pro-
posla impedira, que os habilaules de Cuba oblives-
spm sua independencia.
y Esla comenrao Ruardava silencio a respeilo
das dilliciildades inleruas. Mas una pretendida de-
clarara, de indepeiideiica, taila no fin de procurar
Immwiatamenle refugio na Gnilo, pan se por ao
abriso tle una revolla dos nebros, seria com ra/ao
considerada eofflO equivalendo em seus elleilos a
niiiii annexacao formal.
a Finalmente udmiliidu plenamente o direilo dos
Baladns-Cnidoa de resellar a pro|>os|a feita por lord
Malmeshurv o por Mr. TiitroI a (iraa-Uretanba
reassume loila a sua liberdadetleacrao, e, ser livre
le obrar, qoainlo for preciso, como Ihe parecer con-
Veniente* quers, quer de concerlo com oulras po-
lenctas. J. RiutH.
Um secundo tles|iachoaiinexoaoducumento prin-
cipal, mostra que a Franra, do seu lado, leve pituco
mi i- nu menos a inesipa linstiagein, e que a cutninu-
nicaco feita a este respeilo ao novo secretarlo dees-
lado, leve lunar simultneamente da parte do mi-
nistro france/.
F^is-aqo o eslraclo que della publican! os joruaes
americanos :
\h\ Crampton no ronde de Clareiidon.
Washington IK de abril.
'i Ih'conlirmidadecoin as instruccoes conlidas no
despacho de lord John Hussell, lirmado em 21 de
feveroiro, li ao secretario le eslado dos BsUtdos-U-
nidos o despecho deS. 8. datado de lt> ita dito
me/., relativamente Cuba, e enlreguei-lhe copia
delle.
ollesa de Franra rerehido de seu
ib* rouunuuicar ao governo dosEs-
deapacho relalivo mesma queshlo
esmo sentido, concordamos fa/er
ta simultneamente, asitm como ti-
iN-rdeiileineiile a respeilo desle ne-
uinteineiitr. no dia 16, iliriyimo-nos
mesmo pensamenlo, \ casa de Mr.
que
parecer de dar andamento a esla diseusso
Mr. Marcy pareca duvidar.
< Sern preciso, ajunlou elle, tornar a ler os des-
pachos, -tiiin ite conhecer toda a sua signilicacao.
Mas pelo que se pode julgsr desdeja, a opiniao dos
dous governos parece coincindir em dous pontos:
I.*, o recoiiheciinenlo do direilo tos Eslados-L'ni-
ernos
.lestes
de proteslarem roulra certas prnpi>sic,es, expressa-
das por Mr. Everell em sua nota do 1 de dezembro
de IH.">. com receto de que se nao possa ronconcluir
depois que elles annuirama ellas.
ir Nis Ihe replicamos que. sem preleudermos in-
dicar a Mr. Marcy o que deveria ou nao fazer nesla
quesiao, o lim dos uossos respectivos governos nos
pareca ser de um modo geral lal quul elle acabava
de o difinir.
ti Onaiii" a nos, consderavamns a disrussao en-
cerrada com a eoitimunicacilu, que acabavamos de
fazer.
ii Mr. Marcy pnreceu receber nossas observacps
em um espirito de conciliario, cacaboumanifeslan-
do a esperauca c a fe de que uruhutna desinlelli-
gencia appareceria a este respeito entre as craudes
polencias mariliina. (Journal de* Debat*.)
Temi
rpi
met
governo a orden
lados-Unidos un
e concebido no i
esla cnmmuiiirai
nha lido lu
Rucio. Coi
junios, o
Mam.
Sartiges e eu Ihe leiuos, Mr. de Marcy nos respou-
deu que submelleria ao presidente as observaroe*
dos dous governos. Ao mesmo tempo nos fez obser-
var, que provavidmenle inuilas semanas baviam de
ilernirrr, mies que se nos tle-se urna rejpnsU, ain
da mesmo na h\ pudiese de que o presidenle fossedi
MEMORIASDE UM MARIDO. (*)
>U J!'!/1JIV J S S'Ji.
IEBCEIHA lAKTE.
XI
\ eroes ; a>sislir .t nm he assislir a lodos, pois nossa
Aiila e paisa em urna doce unitarmidade.
Minha bihliolheca he um quarto assas arandr,
niai* comprido que largo, esrlarerbio (or urna la-
nilla, que d para o jardim ; em face densa janella
a oulraextremiraile do gabinete arba-se a cha-
tninc, e de cada lado estn suspensos os retratos le
nieu pa, de minha mfli e de minha 8V ; as pare-
des tateraes desapparecem por Irs das estantes de
maileira prela ornadas do varinbas de bronze dou-
radoj lodosos menslfvros, forrados de encarnado,
'tcropain ess estantes; de cada lado da janella es-
to colloradas duas mesas do anlignffott/fV, heran-
Ca de minha avo, rujos relabulns de esennusto im-
bulidus de arabesros de cobre to cuidadosamente
Sravados como as melhores chapas de eslampas ;
whre o marmore tlessas dua mesas estilo arruma-
dos diverso* objcclos da China, bem como porcela-
na* de Sevres. quaes minha av era milito affei-
'.'"ada ; tor cima le^sas mesas acham-se nendura-
"^alguns excellenles'desenhos em pastel de La-
,flurem seus qundrusnvaes artislicamenle prepara-
dos; as cor linas e o tpele da bihliolheca sao de
v'T:tn-ili.. pm'iiiii. t i da qual sempre gosle muilo,
Pwque realza singularmenle os dourados e os
quadros.
A este respeito, tneu charo Joao, abro lim paren-
Iheses; primeros dias depois de nOSSp rasamen-
". ditr.mlc as hroeo da mauliiia e as da noile, eu
>ia sveiei Claudin.i estremecer repentinamente
Cucando pin Ionio de s odiares qoasj tajaMladi;
l,,|i meigo e risoubn semblante se entristeca nm
'"ltenlo, mas parerendo fa/er sobre si niesnM um
Brande esfor;ole vonlade, -ua* feirries n-cobravam
' sjorsaaia habitual.
Kmfim um rli.i ped lernanienle a minha miilher,
qufmeconfessasse a causa dessas emoces passa-
[*i Vide Diinin n. r2HI.
rliirliaxa, e causa-
eu ainico' Era a
i a qual d/ia ser
ue.ras. Sabes o que s vp/es a ,.
va-lhe mu terror involuntario, i
tintura do tapeta e das cortina1
cor de saugue...
Ao principio quiz fa/er -uhsliltiir ejtatM estufOl
por otilros de una cor menos lerrivel, leiui encora-
|.ir essim a mili \\\a susceplibilidade dOSU mora
pensando com llgnma razan, que minha condescen-
dencia a ese respeitn nao poderia potipar-lhe em
oulros lugares, fora de minha ca-a, a visla inespe-
rada densa rr. que Ihe iles|ierta.va no espirito pen-
samenlos penivpis.
Todava eu Ihe propttl mudar os Nlofoa, conimii
nirando-lhe ao mesnin lempo ai ndlevoo prereden-
les. SeoJulxo natural apreciou-as, ella rio-spor
lim deseos loncos sustos, e agora Jtesl perfei la-
menta acoslumada com a Urruel cor da mobilia de
meu gabinete, cuja deserinego .ou acabar em nou-
ras [talavras para que dr ln atetOU) nos vejas auui.
No meio de minha hibliothera est umn mesa
grande cubera de mu (apele deSmvrna, na qual
e-crevn edfiu cps almandina; limadas (lorias
de nieu Rahiuele da para a sala de janlar, a oulra
communica com um quarto, onde colloquei minbas
co|(ec;Ps de inserios, de mineraes c de plantas, o
qual I fin salud, para o jardim ; direila da < haini-
n esl minha poltrona ao taita de una meoulia le
um sti p, onde pondo a luz e os livros, que VOH
ler ; esquerda lo fogao acha-se urna cade ira de
lira eos, na qual Claudna postuma seular-se de noi-
le, leudo perlo de si unta resliuhu com a roupa que
deve concertar, porque a querida moca quer abso-
lutamente ter ella mesmo esse cuidatln.
lie bem natural, que ella seja minha coslurei-
ra, diz ella.
Assim, ao anoilecer, no* veras, meu charo Juan,
a mim asseulailo de um bdo da cbamin ni minha
poltrona, conversando com Claudiua assenlada em
face de mim, e Lisetle. minha feia cadellinba ama-
relia, nossa fiel compaubeira de passeio, deilada
nossos pes sobre um tapete de pellc de carneire,
quplbe be especialmenle eniisagrado ; a randeia
enllocada sobre a inesinha de um s \w entre mim
e minha mulber, c cuja luz be ecouomisada por um
ral.-ivcnlo de seda verde deixaquasi lodo o gabinete
em umameia escurido, mas allunua vivameule o
livro que leoe a roslura de Claudiua.
Pon C dentro de Cosa reina un profundo silen-
cio, a ineiKisqiiP nosopreo vento fri do invern,
ou que a saraiva uoaroita uossas setasias bem fe-
rhadas, e estes sighaes la inlemperie la e*tarao pa-
rprem lomar nosso qtienle e commouo reliro mais
auiadavelaintla... Obi meu amigo, quanlas vetea
durante esses sen'ies lenhn contemplado com nm
iuellavel cnleruecimeiilo O metan e risouho spin-
lilaiile de miuba mulher, radiante le felicidade e
as-enlada junto do nosso fogao!
Se mo me hnuvesse casado rom ella, dico eu-
Uo contigo, talve/ u estas lunas a |xihrc inorinba
depois do um longo lia de trabalhu ingrato e sem al-
Irarlivn, iria vnltaudo para rasa rom a noile escu-
ra, pela floresta, ex|osla irhuva e nev ; leria
mil suslos durante n caminho, e chesaria i-MiliMi
sua triste e hmida habitadlo, quebrada de fadiga e
tremendo le fri ; depois adormecera de rausarn
com o pensamenlo de que no da seguinte, e lodos
OS Oala al ao fln di vida, lalve lonaa, sollreria
as mesmas penas, as mesmas privncdes!
Pois bem, met amigo, desse coulraslc saliente
entre o qne ella he, gracas a mim, coque cra, se
eu nao tara, Claudiua tem consciencia... talve/ an-
da mais que eu, porquanto nao se pessa um dia sem
que me diga militas ve/es com expansao:
Ah! paizinho, quanlo sua filba he feliz '
Ja le desrrevi o lado, por assim dizer, material
le noHM seres; agora algumas palavras sobre seu
aspecto moral:
Antas de cometer nossas leiluras s>ras, c em-
quanlo Ionio rafe, lein o Journal de* Dehal*. do
qual son assiguauleromo o era minha av. Os tac-
tos le Pars diverleni muilo a Claudiua, sem toda-
va Ihe terem lado desejos de ver a grande cidade;
peiSO somenle em silencio os aconlecimenlos Irigi-
C0S, aliiu depotipar sua exre-si\a impressionabili-
dade. l'ma s vez li a narradlo de um rouliu segui-
do de um assassitiiln : ella cmpalliileceii e Iremeu
rcpentiu.iineiita. veio asseular-se junto de mim em
um laiiiborele, alim de licar, (Hir assim dizer, de-
bati de miuba prnlercao, e duas noles seguidas
tai atormentada por Mnhos hnrrlvejto,
Essa lellUIl RM informa alcm dislo das nnliras
diarias, embora eu seja iudllerenle a polilira geral.
Ah meu amigo, rniuha (tolitca se resume nesla
palavr.t: amnhlia. e lodos os das procuro nessa
nieta, rom urna esperanra inressanlemenle babla-
la, o annuncio tlessa medida de clemencia, que res-
liluiriaa liberdade a li e aos uossos amigos! Ter-
minada a leiiur.i dos Deba!** Maury lira a mesa,
Claudiua pega na roslura, eeu leio, ora um.i ')--
M adoitvesi onrracAes de viagem de Levaillanl,
poticasconio una epopa, enlresachadas de inci-
lentes romo um romance, o instructivas como a
ciencia, nessa leitura se ramifieam, se assim me
posso exprimir, oulras leiluras nfto menos inleres-
sanles; assim, por exemplo, se a srena se passa na
frica I l.niilin.i (icijun i :
COLLEtilO IIO CABO.
Os Srs.
Ib. Francisco Xavier Paes Barreta
Dr. Sebastian do Kego Barros de Lacerda
llr. Benlo Jos da Coat Juntar
Jos Joaquim do Reg Barros
Dr. Antonio Cocido de Su e Albuquerque
llr. Pedro Francisco de Paula Cavalcauli de
Albuquerque
Dr. Antonio dos Sanios Siqueira Cavalcanll
Jnior
Dr. luuacio Joaquim deSouza Lco
llr. Lu/ Filippe ilc Souza Lean
llr. Francisco do Reg Barros Brrelo
Dr. Jos Francisco da Cosa tiomes
Dr. Joaquim de Souza Heis
Dr. Antonio Joaquim de Montes e Silva
Dr. Antonio Epaminoiidus de Mello
Dr. Francisco Haphael de Mello RegO
Dr. Manoel Francisco de Paula Cavalcanll do
Albuquerque
Barau deSuassuna
Dr. Tdeodoro Machado Freir Pereira da Silva
Jnior
Dr. Jw deS t'avalcanli Lins
Dr. Domingos de Souza Leao
Dr. N.itiui Carneiro Bezerra Cavalcanll
Dr. Loureuco Francisco de Almeida Calanba
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinito
Vlgario Venancio llcnriques de Resende
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cimba
Dr. Antonio Luiz Cavalranli de Alhiiquerque
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho
Dr. Rodrigo Castof de Albuquerque Maranho
Dr. Fr.inrisro Carlos.Brandan
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella
Dr. Juan Jos Ferreira de Auiat
Dr. Francisco de Pauta BapQsta
Major Florencio Jos Carneiro Monleiro
Dr. Manoel Cleinenliiio Carneiro da Cunba
Dr. Augusto Frrilerieo f|e (Hiveira
Dr. Joaquim Pires (ioncalve*la Silva
Desenibarsador Jeronvmu MarlinanoFRueira
de Mello
Padre Joaquim Pinto de Campos
Dr. Angosto da Sonta Loan
Dr. Abilio Jos lavares da Silva
Major Antonio Jos de Oliveirn
Dr. Franrisrn Ferreira Marlins Bideiro
Padre Antonio Francisco (oucalveslitiimaraes
Padre Francisco Rordacl Pereira Brilo de Mc-
dpiros
Dr. Jos Mara de Alduquerque e Mello
Teiienle Jos Pedro da Silva
Dr. Francisco Joao Carneiro da Cunda
Dr. .I.i'- l'atilo Monleiro de Audradu
Dr. Ernesto de Aquiuo Fonsera
Dr. .1 '.ii|iiiin Main Bargo de Canibaribe
Antonio INnlrode Ficueiredn
Dr. .Iti.tti Vicenta la Silva Cosa
Visario geral Leonardo A ni unes de Meira
llenriques ,
Padre Luiz Carlos Coeldo da Silva
Dr. Manoel ilrSou/a (arria
Padre Margal Lopes de Siqueira
Dr. Jos Mara Freir liainriroJiinior
Dr. Angelo llenriques da Silva
Dr. Simplicio Antonio Mavignier
Dr. Joan Maria Mosco/o da Veiga Pessoa
Teuen te-coronel Jos Antonio Lopes
Dr. Candido Aulran la Malla Albuquerque
Dr. Joaquim Eduardo Pina
Dr. Delliuo Augusln Cavalcauli de Albuquer-
que
Dr. Antonio Raime! de Torres Bandeira
Dr. Manuel dr Albuquerque Machado
Dr. Pedro (jaudiann de Ralis e Silva
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Dr. Aprtaio JtMiuiauo da Silva liiimaracs
Dr. i 'i-.....de Sa Pereira
E-rrivao Fraurisro de Barros Correa
Dr. Adeliiio Antonio de Luna Freir
Dr. Franrisrn de sala de Oliveira Mariel
Volt.-
de Brilo
ira de Andrade
Dr. Vrente Jusliuiano Bezerra (^valcanli
Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior
Manoel Joaquim lo Reg
Dr. Francisco Comes Vrllozo de Albuquerque
Lins
Dr. Joaquim de Aquiuo Fouseca
Dr. Paulino dos Sanios Cavalcauli de Albu-
querque
Tenente-coronel Antonio Carneiro Machado
Ros
Dr. Joao Francisco da Silva Braca
Dr. Antonio Joaquim Avres doNascImento
Dr. IvuMiquilino da Cunda Soulo-Maior
Dr. Jos Maria Ramos (lurjau
Professor Joaquim Aulouiu tic Castro Nunc*
Dr. Carlos Augusta da Silveira Lobo
Dr. Joao II ii. .ni.. Alves Maciel
Dr. Bernanlo Pereira lo Carino Jnior
Padre Antonio da Cunba Fit'uciredo
Francisco Vctor
Dr. Cdrislov.lo Xavier Lopes
Padre Joao Capistrano tle Meiidouca
Sitares Lima
Dr. .Manuel Duarle deFaria
Sebastin Pirelli
tieneral Antonio tlurra Sera
Vitalia
Santiago
Dr. Antonio Vicente itaNasrimenlo Feilo/a
Coronel Benlo Jm; Lemeiiba Lins
Francisco Xavier de Brilo
Dr. Centeno Xavier Pereira
Dr. Mtauel Aichanjo Monte
Dr. Joaquim Goncalvea Liu
COLLEtilO DE CARIARl
Os Srs.
Dr. Loureuco Francisco de Almeida Catando
Dr. Antonio Bnaminondaa iU- Mello
Jos Pedro da Silva
Dr. Manoel Jos da Silva Noiva
Dr. Bra/ Florentino llenriques de Souza
Dr. Antonio Alves de Souza Carvaldo
Dr. Adeljun de Luna Freir
Dr. Fernando Afloiisn de Mello
Marros Correa la C. Ti
Dr. Joaquim Pires Macdado Porlella
Dr. A | 11, ii .Iii-iiiii.iii'. li Silva (iuini.u.ie-
Dr. Francisco de Assis de Oliveira Maciel
Dr. Manoel de Alduquerque Macdado
Dr. Caclann Xavier l'preira de Brilo
Desembaruador Carlano Jos da Silva Santiago
Dr. Jos Francisco da Cosa (jomes
Professor Silvestre Antonio de Oliveira e Mello
Padre Vicente Ferreira de Siqueira Varcjao
Floriann Correa de Brilo
Dr. Simplicio Antonio Mevignier
Vicario Hu .m-
Dr. Caelano Vicente de Almeida Jnior
Dr. Joao Vicente da Silva Cosa
Dr. Joao Francisco da Silva Bra^a
Tenente-coronel Antonio Carneiro Macdado
Ros
Dr. Angosto de Souza Lean
Jos Joaquim do Reg llano.
Joaquim Antonio de Castro KlinCfl
Deseinharuador Jeronvmo Maitiniiiu ligueira
de Mello
Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello
Manoel Antonio Martina Pereira
Dr. Tlieodoro Machado Freir Pereira da Silva
Dr. Caelano Bslellila Catalcanli POBSOI
Dr. Manoel Clemenlino Carneiro da Cunda
Escrivao Tancisco de Barros Correa
Dr. Francisco tiomes Vello/.o de Alduquerque
Lins
Major Anlunio Jos de Oliveira
Vinario geral Leonardo Aulunes de Meira
llenriques
Dr. Manuel Meudes da Cunba Azevedo
Tenente-coronel F. J. Barros Correa
Padre Anlnnio Francisco tioncalves (itiimaraes
Dr. Francisco Carlos Brandiio"
Dr. Deluno Augusto Cavalcanll de Alduquer-
que
Dr. Abillo Jos lavares da Silva
Dr. Joaquim de Souza Res
Dr. Cdrislovo Xavier Lopes
Coronel Joi Pedro Velloso da Silveira
Padre Joaquim Piulo de Campos
Padre Francisco Roebael Pereira Britu de Me-
deiros
Dr. Nabor Carneiro Beterra Cavalcauli
Dr.Joao Hircano Alves Maciel
Teen te Candido Leal Ferreira
Dr. Antonio dos Sanios de Siqueira Cavalcanll
Jnior
Dr. Vicente Jusliuiano Bezerra Cavalcanll
Dr. lunario Joaquim de Souza Lc.ui
Joaquim de Oliveira Souza
Dr. Bernardo Pereira do Carino
Dr. Jos Maria Moscoxoda Velga Pesaoa
Dr. Cosme de Sa Pereira
Dr. Lu/ Filippe de Souza Lean
Ib*.Sabino Olegario Ludgero Pinito
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo
Dr. Francisco do Reg Barros Brrelo
Dr. Sebasliio do RegO Barros de U
Di. Joaquim Duarle
Di. Jos Rodrigues do Passo Jnior
Dr. Joaquim Eduardo Pina
Dr. Jos Maria Ramos tiurjo
Dr. Monte Raso
Dr. Jos Maiia Freir Caineiru
Vetos.
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Te n en le-corone I Joao Valentlra Vilella H
Dr. Antonio Rangel de Torres Bandeira flfl
Dr. Pedro Gaudiauo de Ralis e Silva 9
Dr. Joao Cavakanli de Albuquerque O
Dr. Rodrigo Caslor de Albuquerque Maraubao H*
Dr. Francisco de Faria Lemos
ProTessor Joao Braulio Correa da Silva 8
Padre Antonio da Cuuba e Figueiredo 8
Dr. Silvitin Cavalcauli de Albuquerque R
Jos Anlonio Lopes 7
Major Florencio Jos Carneiro Monleiro 7
Major Jos de Carvalho Araujo Cavalcauli (i
Dr. Joaquim de Aquiuo Funseca f>
Dr. Qiiinljnnjosde Mirauda ti
Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar 6
Dr. Angelo Hetiriquesda Silva D
Dr. Manoel de Barros W. Lius ."
Dr. Manuel Joaquim Carneiro da Cunda 4
Anlonio Pedro de Figueiredo I
REPARTICAO DA POLICA.
Parte do dia 18 de aovtuabro.
Illm. e Exm.Sr.Parlicipo a V. Kxc. que das
partes boje recetadas nesta reparli^o. consta tereiu
sido presos: a ordem do subdelegado da fregnezia
de S. Antonio, o pretoescravo Marena, para averi-
Ktiares poliriaes.e Felisberlo lambem escravo, por
andar fgido; e i ordem do subdelegado da fregu*
id do Poro da Panella, Floriauo Bernardo da Sil-
va, por ser encontrado armado com um compasso.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 1HdenovembrodelK.kl.lllm.eExm.
Sr. rousetheiro Jos Benlo da Cunha e Figueiredo,
presidente la provincia.O desembargador C$0*
lao Jase da Silva Santiago, c'iefe de polica in-
leriuo.
tlOHCMCADOS.
eida
Ondeesta sllnadl a frica? O que he a A-
frica ?
Tomo um alias, e-lendo-oeui cima danipsn gran-
de- p eeoafumo I qtiprida mora a ipronlircpr na*
carias | lltnacio I l COnAguntaO das diversas par-
les do inundo ; depois abrindo nm diccionario geo-
graphiru dot a Claudiua noces summarias sobre a
A Inca.
Se Levaillanl tlesrreve urna ra;ada le elephanles
ou de abeslmses, lauro rolo do nieu BulVon, leio as
paginas allrarlivasdo iinmorlal esrriplor relativa-
mente ao elephanle ou abeslru/, iuslruo assim
minha mulher nos prime i ros elementas da historia
natural.
Se Levaillanl desrreve urna dessas ndmiraveis
noiles do trapico- as quaes as ronstellares e, en-
tre oulras, o Cruzeiro do Sul. scinlillam no co co-
mo diamantes, conduce para rima da mesa urna es*
pheraeeleate, detm-nslro, o melhor que posso. a
Claudiua o maravilbosu inerhanismo da marcha dos
asiros, e ella adquire assim alguna dos piimeiros ro-
lihecimentOS de astronoma.
Tu compreheiides. meu amigo, que Ibesouros
iuesgolaveisolTerecem assciencias naturas, a geu-
ura|diia, a historia e as viageus a essa itilelligencia
iugeiiua e vida de saber.
Depois de viajarnios pela frica ou por nutras re-
gloea mi renos curiosas durante urna hora, pois
minha hihliotheca be rica em relacoes de viagem,
vario nossos pra/eres, e vamos vivemos lempos pas-
sados: leio a Claudiua a vida de algum grande ho-
rnero de Plutarco, admiravel narracAo. IAo simples,
lao verdadeira, e lao humana, que a genle julga es-
tar vendo e ouviudo fallar o hroe, e sobre essa lei-
tura M-iii tambeinramilicarem-se nornes da historia
otlga,
Oulras vezes leio un conlo de Agoslinho Thierry
obre os primeiros lempos le nossa historia nacional:
mulos coloridos, pllorcscor., ricos em particulari-
dades sobre os rostumes, sobre a vida intima de nos-
KM pais, e sobre suas diversas condicAes sociaes alra-
rei das dades.
Claudiua aprende assim como nossos a vi', ostiau-
ler.es, conquislailos e escrav satlos pelos Frain-os, vi-
veram durante secutas alternativamente: escravos,
servos, ou vassallos dos lidalgos ou dos res dessa
grande rar,a franca.de origem eslranha i (iaulia,
nossa ti i.i i palria;comoa conquista e suas crueis
cuusequencias lulo sempre e sobre ludo pesado sibre
os camponezes. essa rac;a iucessaulemenle explora-
da, opprimida, e torturada com imposlos, essa clas-
se desberdada de que suhio Claudiua. Assim quan-
ilo as vezes Ihe revelo as horriveis dores dos servos
e dos vassallos, ella (reme, entarneer-e erhora, ro-
mo sp oiivisse contar a bisloria tle sua familia!
Depois passado. terminamos nosso
por quamto sem fallar dos
litaren assaz, complela de
inio, a aleara en
representaban de<
depois de \ivermos no
>.ero pelo especiando
rlassrtis, posstio uta
|>ecas de Ihealro. Piiilar-le tneu
arrouho dessa querida inorinba a
sas prrsonageus, as quaes procuro fazer o mais ver
dadeiras, e mais vivas que posso, dando-lhes em mi-
nha leitura o accpnto en carcter de seu papel; pin
tar-le com que avidez ella me esrula, rom que in-
teresse SOgne e esjtera as diversas peripecias do dra-
ma seu riso ingenuoe franco lias siluaces jocosas,
sua emoijo e suas laurimas mas siluarcs maviosas;
pintar-le em urna jialavia os arroba lamen los conti-
nuos dessa naltire/a candida, inlelligenlec sensivel
iiip seria Impeaslvel.
Que le direi. meu charo Jo ni ? As horas dos
uossos seres assim deliciosaincnle oceupadas se
passam COM lao niuuel rapidez que as vezes da
meia noile rom grande sorpreza nossa ; poi* exijo
que Claudiua se deile bahiltiahueta as ID horas,
vMo que a fadtaa tle nossos luimos passeios, e a
devorante aclividadn tle seu espirito sempre dispos-
to, e sempre atarla Ihe toriiam dobladamente iip-
ressarios orepousoe o somno. (Iracas a eos, el-
la tem o sonmu |iarilicu e profundo de um me-
nino.
hi/i'-iiir agora, met amigo, acaso podes imagi-
nar urna felicidade romparavrl a ntma t E a quem
devemos essa felicidade senao aos excelleules ron-
sel hos do la mai ?
He preciso, disse ella, dar a vida da alma Clau
dina.
Ah mcu amigo, esta conselho revela um pro
fundo conbecimentn da alma humana, quanlo he
elle justificado pela pralica Se mo forauj nossas
doces occupa;'ieH de lodos os instantes, oque seria
minha vida e a de miuba mulher. nao obstante as
commudidades e a ternura de que a rodeasse ?
Quaes seriam os assumplus de nossas conversares?
Como aproxima-la de mim, ou desrer al a ella ?
Em urna palavra, seguudo dizia la mai rom tan-
to juizo, romo galibar a conllaiic,a de Claudiua?
faze-la conversar? eneber u abysmo ravatlo enlre
nos pela lilTereuca decondtaes.'pela liuerenca. de
idades. e mesmo pelo respeito e reronhccimeulo ?
Lcmbras-(e. meu charo Joao, das nossas discus-
ses em Riballire, acerca da educa;ao, do gos-
to dasleltras c das arles, le que tu e la mi que-
rieis dolar es*is pobres crealuras, voladas i igno-
rancia e estupidez pela miseria e pela necessida-
dede um (rahalho incessanlee penoso, e desberda-
das dos divinos prazeres da inlelligencia '.' Tu e
ella preteudieis que a inslruct;5o eleva, engrandece
e melhora n especie. En acolhia eniao saas pala-
vras romo urna tola ironin, nspondia-lbe com m-
seraves sarcasmos, com Irisles snphismos lirados
dnegoismo enrgulho de minha roiiili.;.osujierinr
desses iufelizes. Quem me liria en to que um dia
ou praliraria suas sabias mximas para miuba feli-
cidade, e sobre Indo para a da ainavel mora a quem
consagre! a vida Ah! Vosis vingaram-se coro se
vingam os roraces eobres Disser.nn-uie : negaste o hem... has de fazer o bem... e has de ser
feliz!
Sim, a edneacao melhora. eleva, e ensrandece a
No sabbado passado rcalisou-sc a rrila aunun-
ciada em favor do bem condecido artista o Sr. No-
ronda. A concurrencia tai numerosa, e ha muilo
tempo nao tainos um espectculo, que lano nos
agradlISB, nao s pelas boas silua^es dramalicas,
como pelos trechos de musir que illuininam o dra-
ma vaudeville a Saluia, que bstanle gloria
I.i sua autora.
A alleucao que. os espectadores prestaran) nessa
noile he inlDdenU) pruva para roncluirmos que o
Intercala tai seral, contribuindo muito para este
lim a boa execucao dos que enlraram ueste vaudc-
ville, c com especialidade a Sr. Ua-Veccliy, que
adiiravelmente compreheudeu a parta deSaloia,
de que eslava encarregada.
Oticni tem noticia do caracleredos coslumes des-
sa genle, melhor poder ulgar da rxarldfo com
que tai rvprt-seiilado o respectivo papel : a modestia
c o temor que a caraclerisa foram perfeilaiueulc
sustentados, sobre ludo no primeiro acto, em quu
u escriplora ajireseula-a com essa simplicidade de
vdurarao que reeebcu las pessoas tle sua ranse.
A voz pathelica e expressiva da Sr.* De-V'erchv
lambem por vezes nos fez sentir saudades amargas.
Milite ludo nesse romance que principia com esun
palavras: nossa mai, oqual tai cantado cornial ex-
pressao u senlimenlo que nos pareceu ouvir asvibra-
res de urna harpa clica. Cumo fallam ao coraran
esses aceputos o cssas palavras proferidas em com-
binacoei harroonioiaat Que emo^des nao nos le-
vantan) ellas na alma ao recordar-nos do extremoso
e tamo amor de urna ini!
lio nos papis igenuos que desejamos ver sempre
representar a Sr." De-Vecch), ja que lanas pruvas
nos lein dado do sen ltanlo ; e fique ella certa do
que csle eslv lo que adoptou brevemente a colloca-
r.t n'uma cathegoria elevada.
Concluiremos esle arligo dando os parabens ao
Sr. Noronba pela boa escolhaque fez do seuespec-
laculo, esperando que conlinue a obsequiar-nos
rom as suas bellas inspiraces. Esl minunciada
para bojea segunda representarlo desle interessan-
Icvaulcville ; o-ni fallaremos, (jorque somos um dos
mais apaixonadosapreciadores dos espectculos des-
le genero.
OS MARTYRES.
Sob esse (iluta acaba de ser publicada a primeira
parle de urna obra que nada menos he do que a rhro-
uira de di>ti uelos IVruambucanos, quese lizcram no-
(aveispur seus ser vi cus em prol das liberdades pa-
trias as duas revota cues de 1710 e 1817. Ninguem
que seja brasileiro, ninguem que tenha lido a dila
de naseer nesla provincia tan rica de bellezas nalu-
raes, romo de rcrordarocs gloriosas, poder uuvir
fallar BeaUN pocas lodas de gloria, uessasporaO de
aspiraees que pro\am acivilisacao desle puvo he-
roico, nenas duas revolucoesemlim de 17 lo e 1817,
sem sentir pulsar-lbe com vehemencia o corarao.
Essas revotares flbas do amor da patrii, cssas
revolut^es pur meio das quae um povo disse pfn
dn.is ti'/fsi sua poderosa melropolebasta : que-
remos ser livres, queremos ,iiinnr a dignidadede
esppcie humana. Claudiua, sem perder nada de
suas qualidade* nalivas, sem moslrar-se menos cui-
dadosa do govemo da casa, e menos laboriosa ros-
loreira, adquire cada dia um novo talor ; seu juizo
ainadiirece, sua razo se forma, seu espirilo se de-
senvolve, sua linguagem se transforma, seu pensa-
menlo se formula rom delicade/a, e at sua impres-
liooibilldade extrema e quasi doentia se acalma
pouco a pouco crasas ao raciocinio e refle-
xao.
Oh Juan, perdoa-uie esla fraqueza : Sinlo-nic
muilo feliz !....
Sim. as vezes (aula felicidade me assusta.
Que (lulos leudo para merece-la?
Depois de cruei* desgoslos devidosis niinlias ms
paixAes, esein ler saudades dessas vaidades, de que
eslava einlini desengaado, acoldi-me a esle modes-
to e risondo reliro, aonde (ua inalteravel aiuizade
me seguir. Pedi consolac>oe*an esludo, e elle me
prodigalisou Ibesouros Ouv leus conseldos, e os
ilelua mai, quecousa da mais fcil e mais deleitosa
loque ouvir conseldeiros ? Inleressei-me por esla
mocinda... leudo s> um fin: ua felicidade, t essa'
felicidade le que ella goza me (orna o mais feliz dos
honiens! Ten lio ja quareula anuos, os cabellos qua-
si hrancos, e sou amado, sim, lernamenle amado por
urna rapariga queaiuda nao fez dezeseleannos, cu-
ja .ni.lu i e graciosa llgura compensam, seuiio ei-
eeileni, o que Ihe falla de belleza regular. Desen-
volvo sua inlelligencia, mas gozo deliciosamente de
scus progressos, e a* rada dom que ella adquir, ve-
jo crescer sua alleicao, seu recouhecimeulo e sua
ternura paracomigo...
Torno a dizer-le. meu amigo, sou njulo /cli/., e
s vezes esla felicidade me assusla, porque me pare-
ce menos merecida que usurpada...
Nao, nao, eslou louco ; esta felicidade eu a devo
a la salular ulluencia, de la mai, e de nossos
ainigos Nao, ella nao d usurpada, mas legitima...
pois resulta da pralira to justo e do bem I Este ul-
timo pensamenlo me contarla, e rae d a consciencia
le poder glorificar-me naoem mim, masem vossses,
meus amigos I
Adeos, meu charo Joao. eis-aqui una caria lieni
nga ; mas el la resume minha vida nova, e posso
agora afllrmar resolutamente: o futuro nao desmen-
tir o presente.
< '.mu mili i n\i a la expeliente mai e aos nossos am-
a. as informacpsqiie ir don de Clatidina, poi-
eto que eltas as ler.io rom o nleresse que lomen)
por ttidoo que me respeilu.
Oulra vez adeos, iiipii animo, aprsenla la m'u
;t lioiuenagetu de iniud' res|ieilo^i dedicaran e de
nieuiialleravel reroudecimeulo, apprlacnrdialiDen-
(e a mo de nossos amigos, a cre-ne fraternalnieu-
le leu. Fernando upletri*.
, Conlinuar-te-ha.
w


kai it-ii a r\r\


homeniesta* revoluciies a quein a pasterididc lia
feilo a iji glorio a|iollieosr, nao o objeclo desse
livro uo qual m destrevem ruin severa ioipareiali-
il.i.if n. dilu feilos dos hroes que uellat liver.uo
parte : o eslvlo limpios, de que utou o aulnr mi o
unpedio de 'ner elwiuculi- quando nana aa virtu-
des sublimes, quaMo ae ocupa de qualquer desset
lieroe, uao o iinpedeui delm ai quasi u eiilhusiaiuno
de am padre Migueliuho e de outro* semelhanles,
rujo descendentes vivein, e csrlo estimarlo possuir
eaaa obra que he un padru eleruo da gloria de sus
iiiai'in--.
Nena ehronira veudo o que fuios, o que vale
moa, aprenderemos a procurar mauter-nos nessa
poiQo de loria que uos legaram nossos Ilustre
inaiores, policio qoe fai da provineia de l'ernam
buco a mal- bella eslrella do diadema imperial. A
segunda parlo desse livro precioso consta-nos que
esta sobre o preio : convidamos ao publico l'eniain-
bucauo para quecuncorra, prnlcgcudo essa publi-
ciimii que llovemos ao patriotismo do editor, para
que nao liquem uo olvido acrucs tao dignas, e que
lauto nos illuslraiu P,
nolivfls pa-
O cultivo
he milito menos laborioso do qul o (lo milhu ; pi-
ra urna e i.ulra rmenle ->' deva larrir a Ir-rra antes
da semenleira. e pnr.inns qfle t dina o ronlrario,
a tena em qoe -o ha de semeiar o milho (leve alar
Uo Ixni piil*eris;Hleojio a destinada para o Iri-
A -cmenteira desfe (ue se Tai aspa"
Cu
va.I"
VARME.
Memoria sobre o cultivo do milho no
Mxico.
I'lilidade do milho.Seus usos econmicos.
A planta do milho considerada cun rtlielo in-
dustria pude servir para a fabncaco do papel, e pa-
r a etracQio do assucar. o agurdenle. Tambein
se fai dalle uina especie ile vinlio ou cerveja, que
cm algum pontos da repoblica aa chaina tejuino,
este producto no enlanto he de lio ni qualiilade que
au merece ser mencionado entre os producios 111-
dustriaes.
Ha algum lempo para ti comernu-sc a fabricar no
Htico o \tapel da folhil do milho, que serve para
enrular cigarros, c julga-se ccralinenle, que he me-
dob nocivo aos fu madure do que o papel feilo de
(rapos. Nao sabemos em que quantidade se em-
presa as folhas du milho para a fabricaran du papel ;
porm, se bem nos recordamos emprega-se na mis-
tura alguna trapos de linho ou algodao, para dar
pasta mal- consisteucia. Em Vuralon nprega-te
a fulha do milho em lunar de papel, para fazer con
elle cigarros. Estes cigarros san muito a|ircciados
em i.'.l.i a repblica. *
I eni-se feito alguns eusaios para cxliahir agur-
deme dos graos do milho ; purm as fabricas que
se liuham estabelecido para este lim, nao permane-
cern por muito tempu; sem dnvida porquo a pro-
tica confirmava o que ja se manifeslava na experien-
cia chimira ; islo he, que a materia azucarada que
conten os graos do milhu he bastante esrassa para
poder dar ulna quantidade de agurdenle tal, que
recumpense as despeis desu>i fabricaco.
A c&lraccan do ussucar da caima do milho, pede-
ra ser no Mlico um ramo lucralivn, sa u.m hou-
vesse uaquelle pail lauta aliuudancia de assuini da
cauna-mel ou de Caslilha. .
. A utilidade que os americanos liraui dii milho
(disse Mr. de Humboldl i he bastante conhecida.
Kri que seja uscessarin domurar-iue aqui niani-
.la-la. ii n-ii ilu,iii../ apenas he tao grande na
Clna e as grandes Indias. ConM-aea eaplga eoti-
da ou assada, e (le sua farinha se faz um pao moi
nuli ilivii. anda fatem-se della una especie de bo-
las qun os Mexicanos chamam alolli e se preparan)
mili asaucar, niel, e as veles hlalas muidas. I) bo-
tnico Fernandez, descreve dezeseis especies de atol-
ti que vio i.i/i'i em seu lempo.
Muito Irabalho lena um rliimicu para preparar
a iuuumeravel varedade de bebidas espirituosas,
acidas ou doces, que os Indios liben fazer pondo
os graos du milho na infuso. na qual a materia as-
sucarada inipede a descnviilver-se a germinarlo.
Estas bebidas que vulgarmente se designan! rom a
palavra chicha, parerem ninas cun a cerveja, unirs
cuiu a cidra. Debata do governo inonasiico .lo-
Incas, ato era permillido no l'er fnlniear-se lico-
res que embriagan); priiicipilmcnle as que elles
i h.ii ii.i ni einapus c soca. Os despulas nievi.'.inos
tomavam nteuos inlcresse us coslumes pblicos e
particulares, e par i>so a embriague/: ja era muilu
coiumum entre os ludios no lempo da dynaslia
azteca.
k Antes da chegada dns europeos, os Mexicanos
evpriiniam o sueco da caima do milhu paro u/er as-
i socar. Na W culilcnlavain ile ruiiccnlrar cslr sue-
co pur meio de evaporaCIO ; sabiaiu preparar o a-su-
earbrulo, fa/endu cr>slalisar o xarnpe augroMado.
kiries, quainlo descre cu ao imperador Carlos V,
lodoso gneros que se vendan un grande mercado
de Tlalelolro. em OccaiiSo de sua entrada em Tenn-
ehitlau, cita expressanienle n nanear mejicano d-
zeudo: ii Veudeiii niel de alielhase cera, e melado
da canna do milho. que he i.m eiuorpailu e doce eo-
inii o do assucar; assim romo o mel de unas plantas,
a que chamam maautu, que he nicllinr aiii.i.i du
quou melado; o de-las plaas la/.em asMicar e vi-
nho, que assim mesnio vendeni. ii A palha de In-
dos os gramneos cunlm materia assueaiada prui-
ripahoeuleem redor das modas, no enlanln paie-
eeudo de pouco valor o assucar que o milho pode
dar debaixo da zona Imperad! dns Irapieoa, ao con-
trario, he o seu tallo ouco de tal inaneira a-socara-
do, que leuho visto a miudo os Indios ehopa-ln,
como i.i/eiii os uegros con a caima de assurar. No
valle de Toluea expretnein a raima de milho eulrc
cvlndros, e preparan) enm o sen suiniuo um licor es-
pirituoso chamado pult/ue ou llnolli, que he um
objeclode eommcrrio bastante eonsideravel.
I.liianilu Mr. de 11 mu.-.1 11 islo e-i leven, anda
nao se Uoha fabricado no Mxico a aguntenle .le
milho, por^sso he que nao far. menean delle. Tam-
bal deve-se adverlir, que depnis de ucriplo o /:'-
salo sobre a Nora llfpanha se tem feitp' eiperien-
cias, que eomprovam, que.'i raima de niilho conln
inais quantiila.lt de assucar do que antes se havi.i
. acreditado.
r.ireni a verda.leira ulilidade d.i millin eunsisle.
em que esla planta he uina das mclhorcs rommiu
que conliecemos, e seus graos un dos nielhoies ali-
mentos para humen- e muilus minutes,
Debaixo .leste pealo de vsla deveinns runsidera-
lo, principalmeiile coinparaudn-u con o Ingo, que
he a base alimentar dos povus da Eiuopa.
No Mxico se la/ u-u aeral da canna de milhu
pai forragein, e algumas ve/es lie scmea.lu para i
le lim uuieauenle; purm ramenle Dio -e apra-
veita para foiragem lenflo a plaa; uos lugares em
Juese cultiva o inllm con econumia, d.i-se lanibem
e forragern as caimas abortivas c as que uao leni
frulilicado.
O milho serve ilealimenluau u.ulu cavallar.ecoui
elle se engordan! os pureas e se .1 camas avesilmnes-
licas. Geralrhenle il-se o milho nos animaos mis-
turado com palha de Iriso. O maiur eousomo do
milho para forrasen) se faz ron) o engordar dos por-
ros, e ha algum lempo para c lambem se cuiisom-
nie na repblica urna grande porcau de milliu para
engur.lar buis e vaeras ;qiu ja nao Berrea para a la-
voura, e assim so podeaproveilar o sebu. udpjo as
trras quelites da Mevicu o milho .lepos de algum
lempo -e altera, e como a fulla de estradas Iransila-
veis iinpede que as grandes sobras ilaquellc cereal
sejam exitorladas para oulroslusarcs, luto se la/, uu-
Ira cousa seiuo empregar o milho uara engordar
porcos, .le cuja gordura se faz depois salido, ou se
Iransporlam os poro* para oulras comarcas para ae-
ren vendidos. No Irabalho de mineraeu tamben!
se gasla grandes quantidades de milho; purque a-
quelles que ueste Irabalho se onipresam nao pu.lem
plantar, .......o terreno em que elles trabalham po-
de servir para.i lavoura.
I'i.i em o consumo mais ulil que se faz do milhu,
consiste em que a nnir parle da pnvnacan do M-
xico se alimenta desla sement emdiflerentcs prepa-
rares. Somante em algumas comarcas da Ierra mas
calida, lesubslilue ale cerlo pnolo o milhu como
{Inlano (I) e oulras fruclas muito alimentares ea-
uiulanles. \ povoacAo udigena ha que consnnie
ua suaalJmenlae'lu maiorquanlidade de milho ;por
que os Indios fazcm mui pouco uso do pao de Irigo.
Emgeral.as classes pobres ou de fortuna media
cuii.-umeiu muito mais milho du que pao de Irigo.
Na mu parle dasfaaendas do rainp.i .la repblica,
da-se a cada peao o que se chaina uina i.ie.n. de mi-
lho, que he geralineotc dous almudes por semana ;
o pastores faz, m da milho nina especie de pau que
se conserva sem reseccar neni allerar-se por eiqiaeo
deoitodias. Nos lugares calidos o em aluuns de-
partamentos internos se faz um puede milhu queso
deixa no forno eiidoreeer-se, .; .lina muilos diasem
moilo I..HI) estado, osle pe he condecido dtiaixu
do ii.une ronilmhe, e se emprega prineipalmenle pa-
ra o ahaateciinenlo as vlageue, l'az-seldinl-em OJO
do milho lorrando-o, e eniau se chama esquile
quandn se pulverisa estes gr.lu
lo |m o nome de pinole, cale p,
por muilos das. Einquanlo
do milho, Hilo faremosmen-i)n
lo milhu. Este cereal para ser bem em
exRe tres lavras, a o trigo urna vez semeadn miu
elige l,i v r,i alguma. As sementeiras do milho de-
mandan) o Irabalho das linipas e de se corlar as
nas das caimas ; eslas operatfles nao se lera de
orillear no cultivo do Irigo. I na vez colhido o
Irigo adesgranulacao.se faz coi muila faetlidade,
no milho be esla la'mbem um Irabalho bastante pe-
noso.
Por oulro lado, ronlendo o trigo muito maior
quantidade de subslanna alimenlaildra du que o
milho, .mi,hi quandn o seu transporte seja raro, o
sen i ir.,, o i,', ..un.en-,i; |>nrm, com o milho uito
succcde'o mesnio, que inuilas vezes se perde, por-
que os uaslos do Iranspurte exceden) ao valor dn-
quella Mnenle. E qucuf po'der duvidar que o
pao de li ico nada tem de indigesto, como no en-
lanlo acontece rom o pao de milho '.' que sempre
Nao fallaromW de oulras prepararcs de mllhequei oao d nilhe ; parto anda ha onlro
antes poden) li consideradade guslncirno lllman- ri o preflrir que ule silo dwpreaivci
tarea. Mr. Duthasne, no sea Tratado do milho tu- "-
Irou em niuilns pormenores sobre c;.la .naleria ; pa-
rece qoe na Europa. apczardnenipcirUoqeese tem
feiloem ueneralisaro uso Jomllho coinoaubslaocia
jliiinul.il i,i, pai a o que so tem feilo luidlas experi-
ni ii- .ilini de preparar eile cereal debaixo de dille-
rcnlei melhodos, com ludo nao se consegiilo inlro-
ilii/.ii esle cereal como substancia alimenladnra para
os 11, .iiii-ii- ; gnora-se absolutamente os melhodos
que se usam no Mxico para preparar o milho em
tantas cunibiiiaroM milito alimenlares.o mnilai ael-
las mullo gostoss, que seria mui,eil>*0 dcacreve-
los aqui I.
au obslatile devemos fallar moi ligeiramenle de
urnas pequeas lorias de milho, sobre asquaei o Sr.
Azci ate tem publicado ohscrvacoes mui inlereisan-
les, que copiamos a coutinuacA. porque mereceni
ser examinadas.
.. Nflo de menos ronsidbracno dll o Sr. Azcaratc
hccm meu oliocHo o rtimnu que snilrea povoato
ruin o Ule das lorlilhas, he um Irabalho igualmente
lurte, como opposlo a sondo e delicadeza do sexo
ipie in-lle ie empleita, por cujos grosseiros e mal
combinados ineius de Tabicaran se cm|irega um nu-
uiernde milos e urna portiio da lempo inlnilnmen-
le superim ao valor du pru.luclo de lano afn ; ai-
-ini lieqoe.porpoiiconiimerosaqiiesi'jauma familia.
asmulhcreseslaom maior parledo da oceupadas em
Ido penuso trahalho, e muitas pessoas ganhariam
mniln.-esc inlroiluzisse aliim melliodo (como o .1
pao) para que poucas miios nhastecessem a muilu*
o Cada almudc de milhu pode ren.lei (:t lorlilhas
de Ires nucas, e para Dio termos frncces eonlaremn.
IU, que equivalen) ao peso de 1-J libras, c os dou-
almudes Si, Eis quanlo se piide pedir mulher
mais Irabalhadura e econmica que tem dscompri
diariamente o milho, sal, lenha, carregar as mais d
vezes a agua, aecender e rennvar o fogo, e vndel-
as lorlilhas. Soppondo esla lana, examincm.
agora o ninneru de IndlvIduMque comen lorlilhas
e que qnaulida.le cada anuo, para dedo/innos. a
quanli.lade ile i,,i iilh.:- que se empregam diaria
mente.
.. Keduziudo os consumidores de lorlilhas a cin
ni milhesde pessoas, e calculando para cada nina
dellas I '-, lorlilhas, daria rada tirela de nina mu
Iher lorlilhll para alimentar ID pes-uas, e sendo o
consumidores r>:(NM>,lKM>. he preciso que diariamen
te se deslincm para fazorlurlilhas :HJ,."ilKI miilhcre
robuslas e lurtes. As lorlilhas sao de lal quali.ladc
que em Igiins iiiuinenlos se lornam seccas ; esc ha
descuido em abriga-las, ellas se lornam em punca:
lloras duras como pedra o serven) smenle para o
paren; por tao nao w pode diluir mesnio no di.
mais solemne du Irahalhar ; e em 365 das do anm
faz-sc ou deve-se fazer unto e qtmlmtt milhoesse
tenia c aV> mil futnnnuai larefas.
i. lledesnecessario ossegurar que i-in mu niuinho
bem dirigido se no* 190 almudes, ou 10 fintgtu do
Irigo em qualro horas e meia ; he pois natural que
cm taes muiihu- le lime maior quanliiladede milho.
A pouca perd na farinha n facilidade de amaaiar
e cu-ei o p30i lazeni concebir o calculo de que una
mulher s.i, uu um huiiiem beneficio -em aligar--e
00 libras de farinha, al rcdtizila a pao de muilu
superior qualidade du que aslurlilhas. Paradarlor-
lilhas tan linas como o pao seria preciso i
Mirar o milhu; e assim wppundooccopt
da 300 libras de farinha diariamenle duas mulheres | du m
uu dous mocos, sem di-lrahirem-se de seu Irabalho,
veremos que os inesnios que na fabricaco de lorli-
lhas, su davaiii su-lenlu para III individuos, por um
calculo correspondente darao pAo diario para 1:1.1
Individuos, fa/.endo o Irabalho de muer, peneirar e
.....a-ar ; |mr esla loura resida, que. para dar pilo
diario a .VIHKI.OOO e.iiisumiilorcs, seriain neceaurlai
V>,-2'2 pessoas que uo anuo ,l.u i.iin 7:I7.JSII jur-
nacs. Comparado] estes dous niimcios do homciis
.liariamcnle empregados, c 01 jornias aniiuaes, com
os que se oceupam em luilillia-, i-on-esui-sc-iaun
bem que lem-sidu punco lembrado, puis que dispen-
sar-se-iam |wr dia 17.JK peSKNH lio aeliva
ailllu i'iteitla e *r< milhlhn l/mn/icrilic
cil 0 a de am grande nuraaro do bfslas, qoe sslluj :l anuos; no valle de Tolocae em l0dn> as atlas pa
occupada noesgolaiiieiiloilassguasc iiuialgaioanlo nuie
do mineral, f) momenlo da nsces-iilade disperl
a industria ; eiu|irrhende-U lavrsr o solo dos de
divas dasmonianhas viinlild tm loJai as parta
onde ha algum pedaro de lirreno que p6d ser la
v-rado. Eslabelecem-sc fazeiidM lias imo)e,lia{0c
da-minas;..-) falla dosvlveres, e o preco elevado
. e nn
uta coi-
to mil dn-.euh
um real ilu a
tint e tic, i
linleo Venes,
lilhas acllela
quencia ile un
iini-i.leracau.
n A sement d.
uiieira do huineiu
uulrilivo e lidio,
tus usus, e se repi
monos em retac-i
-' e er/i/f jornilc
quaiilia de ile
til i/uiihcntui
-i- a calna que D
n sobre o pail,
les muito grande
eq
pie -lmenle por
uilMtt oiloeenlos
rinle sele pesos e
nsuuiiilores de lor-
ie -.In a consc-
llgoni de muila
e en
milhu por si he urna boa rompa-
puis ilen de ser um ilimeulo
lia pule ser applirada para mui-
i.luz em lodos '- clinus, mais uu
ao callivo e betwflcio.
h.eiv.ieues du Si. Aze.irale s.iu muilu evadas,
i lenhu vislo cunlirmaila- pela experiencia,
porque leuho vivido mallo lempo em canticio com
as elaes pobres, o lido mudas oCCIsiOes de osludir
sua- pii'ijecii|iac.'rtM, suas ruiiuas e miserias, prin.-i-
palinenlu no caipu. Seria um gratule boneucio pa-
ra o mosmi piix, se cc-sa-sc nelleo osudas lorlilhas,
suhsliliiindo-jspur nuli.i nreparaclo de tnilho que
nao lossc to laboriosa e dispendiosa para os consu-
midores. As mulheres licariiiiu alliviadas de lautas
pena-, se livr.lri.iui de um Irabalho que augmenta a
sua miseria ; empregariam o lempo cm occupacSes
mais aualuua- dabllidadede seu sexo, se consagra-
ran) com prater criaejjue educieu du sen-lilhos,
ea povoaedu aiigmeiilaria cuu-i.leravelinenle ; pois
se evitaran) muilos sborlos c se diminuirla a mor-
lllidldl da..'ruancas, ludo islo causado pelo traha-
lliu poucu correspouilenle as suas turcas, a que eslao
lipoilasas inollicre- na f.ilniracin,las lorlilhas; po-
rein, ludo islo he punco comparado com os benefi-
cios que esullariam ao pila, se o milho dcixasso
de servir do alimento ao hoiuein, e que seu uso
fau substituido pelo po de Irigo que he mu ali-
uieiiiu eicellenle, o milhu lirara entilo exclusiva-
mente reservido |iara os animaes. eaiuda assim se-
ria de iinmoma utilidid pira a ropublica.
Ji......i- se conseguir fazer com a farinha du mi-
lho um pan l.io niilrilivu, tau sadiu e hiu gostoso
cuino o po da farinha de trian, n O trigo, disse um
escriplor nioderno, he o mais perfello dos eereaes,
he o que da o pilo mais nulnlivo, mais leve, mais
he/,n fermenlado ; em lima palavra, D p.lu he a Ver-
ila.leira base da riqueza agraria. l'or pumo que
se rellexione sobre o inelhodo alimenlirio da povoa-
cilo do Mxico, se convencer qualquer, de qoe, 11
u-anios u milho como alimouto, he unicainenle pur
cn-lunie ou por nece-sidade, e nao porque e-le ce-
real seja preierivel ao Irigo. quistadores e os primi-iros culnnus du Mxico, se
v iran na ueeessidlde de alimcnlar-se cun milho.
pela absoluta falla de Irigo; e por i-o acoaluma-
rani-se al cerlo ponto au u-u .las lorlilhas e Iraos-
milliram aos sen- Blhoa esles coslumes ; a raca in-
dlgeni a se luvil acnsluma.lo aquelle idiinenlu ha
alguus serillos, e leui rimliniiadu ueste habilu pela
lenaciildde cun que ten) conservado suinpie BOUS
.ii-iiime-; .iun lie tpie vemos os Indios ilud eo-
nicr algiinsjnseclus e oulrus animaes inmundosj
porque 01 anlepassadus dos aztecas ipiamlu eboga-
i .uu ao Mxico e aluda nao powuiam seiiao peque-
os ilhules no meio dos las
dude de alimenlar-e con
uli u- animaes semelha
s-am sua vi-
.Mevico, de
gu, e nos ca-
ivain as pro-
la he, que a raca civilisadera d.
feilo ja lanas reformas em lodui
da raca indigeua, au tem aind
i:.elhudo alimenlicio dos aulig
cerlu puni o lenha inudilicadu.
usan i'iiiiiu aliineuto, um fructo
vir seiniu para aduhar os aliiileutos
eveeo a pimcnla, que produz enlre
mas eiifi-riiii.ladi's, e emprega
viram-se na necean
veelos, vermes, replis
O que purm adiui
i turrado
i l.iinhcm sec.
i iH'lmlas allin
leuao du atole
iserva
alares
luqoe
se rnslnram oulras mullas substancial alimentares,
como o chocolalc e o assucar. o cacao, a emendo! e
sueco de alguns friirlos, a pimenla, o leite, etc. (9)
planta terrenos excelleules que puderiam servir pa
ra oulrus .ni, iv .i- mais inleressantcs, e al hoja
anula se abusa nesse pail das bebidas, cnniualuisa-
vain dellas os indiaenas antes de seren baplisados.
Anda se aliiueulain algumas classes com verme-,
rom camelees, e em alios de escassez de milho,
com lagailos c ralos, e oulros auiniaes seinelhanles.
Xlo he pois de eslraiihar que o habilo e a necessi-
,la.le conserven! anda u coslume de alimentar-nos
cun milho, quaudo esle cereal deia oslar inicua-
meule dedicado para a aliineulae.iu do- animaos, em
um pail que pode pruduzr dez vezes maior quan-
tidade de trigo, du que necessilaria para o consu-
mo, contando anda cun o augmento que a popu-
laran .leve lar, se a agricultura for protegida -' .
Comparado o milho au trino do Europa, diz Mr.
de llumbuldl, lam aquelle a desvaulagem de con-
ler menor quantidade de substancia nuliiliva em
um vulume.....lo maior. Isto s.i bastara para pre-
ferir em igiiiildade de rireunistaiicias 0 cultivo do
trigo c seu empiego como alimento, ao cultivo a
I Para algumas pessoas poder.i parecer pouco
importante o que se e-ei e v e subi malarias ti primei-
i.i vista lo insguilicaiile-, COBU i- piepaiacoes lli-
neniares do inillio ; porem eslas malcras mi sao
julgadas ISu desprezivs ua Europa, onda as ara.le-
ulias o as humeiis si-ieiillicos mais dislinclos so uc-
ciipamam exaniiua-las. O illuslre l'armenlder tem
feito experiencias muilouleis, al'nn de conseguir pre-
di rialanu, aore da India muito senielhanleas parar Uscollosde milho quo fossein apropriados ao
consumo da marioha. Recenlenieule foram apresen-
Indos ao examc da arademia os bisc.iilos de milite
invena. I
pauneiraa.
(2) Comu o mu do milho. anie alinela, he lal
equai lueneontra enlre o- aulia. Ii,.luanle, do
Meviiu. e iiM.la so lenha aperleicaado na pr.-paiae.i.i
.1... comidas e lieln.la-, que os ilidigenas ha mas de
:aju aiiiHMUsaxaiii. nansa pude fallar desle oldeclo
em liar de urna mull.I.in de palavra- da Ituuua
inevicana, nNlavra que nueiu.iuliainuseinnunsso
idioma, N. du l;.
pin M. Ite-a. Tambein M. Ilullliu-ei.
minsli'.i da marinha e das enl.uiia. -c oerupw f.......
aune da iafluauria do milite eoaw ilimeotu.
2, Noticias eslalislicas sobre elleilus de consumo
no Mevieo. cnrrespondeiiles un quinquenio de IS:ti
a 1H.1M, pe.i Sr. coronel I). Jos Miauel Azcarale.
Mevieo. I v puuraphia da Aguia l9.
Ira/, grande quantidade de substancias, tpte nao
seti.ln aliiuenlares, smenle servein para desenvut-
ver eufermiilades mais ou menos [travs em pessoas,
cuja dlgestBoJa seaclia perturbada ? (|)
Keuno-se a ludas estas ronsideraces que, se o
pao de trigo subslituisse a lorlilba, ees-aria essa
especie da servidlo, es-a fa.liga ni.,1-.me o peno-
sissiuia a que tantas mulheres no nosso paiz esliio
sujeilas ; calculem-se taiiihem todas as vaulaueus,
que resullariam Ti puvoacAo, i industria e a moral,
quaudo as mulheres se vissem livres daquella labo-
riosa larcfa, e se reronheeer quanlo adianlaria o
Mxico na civilisacau, *se se verillcasse essa refor-
ma 1,1o benfica de empregar quasi exclusivameiile
o pao de Irigo como alimento, e reservar o milito
nicamente para a forragein dos animaes.
Felizmente parece que a civilisacau nos vai con-
duzindo para esle resultado ; pnis vemos que lodos
os .lias se aperfeicoa a arle de fa/er o pilo; quera-
da da se estende o eullivo de trigo, e o consumo
do pAo se augmenta em pr.qiorcrio, diiuinitiudn
lamben) proporcionalmente o consamo das lorli-
lhas.
(1 urande obstculo que se oppie n iuiinvacan
de que fallimos, cousisle na fall de reges em mui-
los departamentos; porm romo tita falla lamben
inlluc em n .o se podar dar grande cxlcnsio ao eul-
livo do milho, .hejara o lempo em que, para ohler
boas cnlheias se conslruirto em ludas as parles
grandes acudes, aqueduclus e oulras obras dvdrau-
liras. e entilo mostrari a experiencia muilu breve
aos agricultores, que he mais vanlajoso empregar
e.la. obras pata a semenleira do Irigo, du que para
u milho.
Porm na IbnovaeSa ha anda mallo distinta, i
olreltnlo deve-se por ora considerar o cultivo do
milito cuino o ramo mais Importante do nona agri-
cultura, cont a base da subsistencia publica, e
por ino ileve ser protegido pelos governos de pre-
ferencia a oulro qualquer eullivo, e a qualquer nu-
tra especula.;u agraria. Conhecer-w-ha mais a tic-
nier e pe-1 cessidade daquella pioleccAo pelos dados queaprc-
htsem ca-1 -enlaremos no artigo segutnle, quandu IralanDus
oin.i objeeto do mais vatio consumo, do
mais importante e mais activo cummcrcio que se
faz na repblica.
O milho considerado como objeclo do mais raslo
consumo e do eommereio mais importante i/uc
se faz no Me.eieo. Meios pelos i/uues se piule
augmentar o CUltltO do milho.
OSr.de llumbuldl,exaininandu as causas que
se oppnc ao augmento da puvoacAo mexicana, disse:
l'ni icrceiio obstculo coulia o augmento da po-
puladlo da nova llespanha, e talvez o mais de lo-
do-, he a fiiinc. (Is indios americanos, assim como
os hahilaules do IniloslAo eslAu aeosliiinadus a
eiiiiieiiiai -e com a menor porcAo po.sivel de ali-
mento- para v ver ; e sen numero cresee sem que o
augmento de subsistencia seja proporcionado a asta
augmento de povoacijo. Indolentes por naureu.e
suhreludu por que habitan um solo geralineutc fer-
111 i- debaixo de um clima mui helio, os Indgenas
nao culliv,.......ilbo, as btalas, e o Irigo. se mo
naquella quanli.lade precisa darao seu proprio ali-
inenln. e quaudo mutlo, u que se pude consumir
as eiilades mais visinlias, minas e imuicdialas. lie
reto quans progressS da agricultura sAo intiilo
vi-veis viole anuos a esla parle; porm lanibem
tetu-se iiiain-ni ni., n co-nsumo oxlraordinarlamen-
le. pelo augmento da puvoacAo. pur um Invn de-eii-
; i .1.1,1. que tiAo se roiihecia d'anles enlre as rai;as
inlsluradase pelo heueliciu das noval veas metalli-
cai, cuja exploraran exige ntuitos bniiiens, cavallos
e bellas.
.. Milbarcs de hunirns e animaes p
da nos eaininliu. teaes de VewcrUI a
Mevicu.i Ac.ipnccu, dcOjaca n Duxai
ininhusque atr.-ivcs.am, pur nn.le se I'
vi.ues aos arlefa.lus, situado nos regidas rida
ni, itlia-. Esta clama de habitantes, a qaem os e-
eonomiiun dAo o nome de esteris e niptoduclivos,
he, pelas causas referidas na Anieriea,titainr.lo que
-e podi.-i esperar en uin paiz cuja industria tnanu-i
farliireira e-l lodavia l.io pouco adialll.nl,i. A |
desproporcao que mi antr.....progressea da povoi-
cAu e augmento dealimenloi por efleilo do eullivo
renovao Irhileaapeelaeulode fume, ludas as vc/e-
ciii que, ou por lima causa local so lenha perdido a
culhcila do milhu. A penuria de vveres leu) sido
acoiupaiihaila cm lodos os lempos e em Indas as
parles do globo das mais futoslas epidemias. Em
ITSi rausou a falla de alimentos eiifcrinidadcs as-
Ihenicas na claase mais podro .lo povo. c e-ta- cala-
midades reunidas acabaran) com un rando numero
de adultos, e de malar numero anda de enancas ;
cunla-se que na cidade e minas de Cuaiiajaulo pe-
receram mais de olio mil individuos. I m phenn-
meno meteorolgico mullo notavel conlribnio prin-
eipalmenle para esla tome, fol, que na noile de
v de agosto lieoit o milho geladu pelo elleilo de
radtjcao contra um eeu mu claro, depois de unta
sena extraordinaria eisiu a IHIKI metros de altura
Arredilj-scqiieo numero dos hahilaules que pete
ceramcni lodo o reino pela fatal remullo da fomi
r.......- enfermidadas, pana a :MK),ooo. Esle nu-
mero nos admirar menos, se nos leinbiarin.is que
na Europa, a lome dimioue as veles a pnvoa
em um auno mais aa que u augmento que pode ler
i.....pudro anuos, peloeicesso do. aicimenloi -o-
bri"- bitos.
Depnis que M. de lliiinlioldl cscieveu islo, Bao
tem o mexico sultridu unta fume t.iu desastrosa como
a de ITtvti ; porm leui-sc experimenlado frequcii-
les ve/cs as eseacezes de milho e a penuria de vve-
res, anda queallerniuliis con aunosdl abundancia
de seiuenles. Esla lie. penle escassez de iiiilhu.lem
si.lu sem ditvida nina das principaes causa- do atra-
zo uo progresso da puvoaeAo Mexicana. Seria pnis
mui digno de alleneaude um governo. reunir todos
os dados i.eress.u ios para jnluar coni leerlo, d que
plllo lem a e,-eas-c/. do milho inlluidoeiulluil'.i an-
da em mudas comarcas do Mxico, sobre o vaaar
com que prouride a pnvnacan Mexicana. Cunviuha
nie-inu lanar ale que pnnlo lem augmentada un M-
xico o cultivo do milho em compararn com o que
-e eullivava no principio do prsenle seclo ; da
iiiesuia maueira cunviuha reunir dados sobre as co-
Iheilat du milho e eu consumo. O que a c-ie re.
p.iln leinos podidocolher. he lodavia lo esuasso,
que linda lian juliamns ulil a piildita-lo ; por tao
leinhiaiun-nos, de fazer sobro islo aUuinas rcllexoos
geracs. M. de Humboldl allribuiuein grande par-
le ao tiabalho das minas, os prugres-.i. une i Igri-
. uli.ii a lem feito no .Mxico. Procuraremos ex|>or
primen ament o que lem escripia esle celebre via-
janlo c cm algaida eiaminaremoa a nlluenr.ia que
u Irabalho das minas lem lido e nimia lem sobre a
grande exlensa.i que u eullivo do milho lem lido
no Mevieo.
ii No Mxico disse Al. de llumhuldl, os cmnpos
maia bem cultivados, aquellesque recordamos via-
jantes as mais bellas campanhas da Franca., alo as
planteis que se esl.n.lcm desde a Salamanca ate is
iuinicdiai/ie- de Silao, (iuaiiajualae a villa do l.eAo
t na- quae* se irlinni a, minas mais ricas coiiheci-
das no mundo. Em lodos os limares, em quo se
i,-ni deseoberio velas melillleas, as parles mais In-
cultas das '-.ir.lillifii.i-. as rampanluis i-uladas e
descras, o heueliciu das minas, lungn de entorpe-
cer o eullivo dar Ierra, lem ao cunlrario conlrihni
do para favorcce-lo singularmente,
hre IcaUina dus Andes uu na parta
Mxico, olfereceni os exeinplos mais evidentes da
benelica influencia das minas sobre a agricullora.
gen os csldliclorimaulos formados para o henelirio
das minas, quanlos silios leriam lirado ileserlos !
Ouantos lerreuus seai dasmanlar licariam as qua-
lro ailmiiiislracoes de (uanajuato, Zacatecas, SI.
I.uiz, l'olo-i e Dtinangu, enlre as paralellas de
21- e V sndese rennem as riquezas melallicas
niais eonsideraveis da nova llespauha A fuiidac,iu
ilc nina villa he a ennsequencia immediala ao des-
lea iineulu de uina mina cunsidoravel. Sea villa
el collocada em um lugar rido, ou sobre as cris-
las dasrordilbeiras, os novo, colonos lem de ir Ion-
no para hu-i-.ir lodo o uwos.ai in para sua subsisleil-
Mevicu, que lein
is usos e co-lumes
mudado lodavia o
aitecas, nem t
ii- Mexicanos al
que nn pn.lc -er-
, o-,uu com
lies muiltai-
llivo desla
mullo mais llgaira e mullo meni laboriosa duque I em queconcurrencia doa compriuore conserva
lodos oproductos agrcolas, in.leniinsamaolnvrador
de lodas as privaefies a qno elle es(ji (Ypiwto na vi-
da penosa das inonlsuhas. Desle modo, i pelo
atlralivo do lucro, pelos motivos do interesie rau-
lun, que sito os vnculos mais puderoios da locieda-
de, c -em que o governo se oceupe na feuilar.iu de
coloniai.uma mina que no principio parecia adiar-
se em um deserto, uo meio da mootannis descras
e selvagens, esl em pouco lempo unida is trras
ja ha inuil.) lempo lavradas.
n Esla iiiflueuci.idasminas sohrooculln progres-
.iiii do paiz, he mais duradoura do que as mesillas
minas, (jullldo as veas melallicas seachau) esgn-
ladas, e )s obras sublerianeassau abandonadas, nao
ha duvda que a, povoacao da enmarca dimnuc, por
que us mneirosvo buscar forluna ni oulra parle;
porm o colono asl ligado ao solo que o vio nas-
i-ei c que seus pnis tem derrnhadu e lavi "I" com
seus bracos. (Juanlo mas solado esl o sitio lauto
mais alfernalivas lem ello para us habilanlcs das
monlanhas.
KM lem dnvida, que os Irabalhos miueres lem
dadou primeiro o principal impulso a agricultura
mexicana e que a prudurr.io de lodos os gneros de
semenles o principalmente do milho tem augmen-
tado exlraordnaramenle, excitando u laxrador
pela farlidadc de vender as suas colheilas as mi-
nas, que silo os lugares do maior consumo ; porm
os Irabalhos mincros i-io menos tem tambein cau-
sado ,i agricultura males de mulla lraiirendenra.
Tem aflastn.Uj apovoa.;lo das comarcas mais fer-
iis, dos terrenos mas ferondos do paiz, para sub-
uicllc-las a todas as ueressidades e privacAcsdi
vida das monlanhas. leu) feilo tornar-sc e-leres,
e por i--o mesnio niileis para0 eullivo, terrenal
ferlilssimos, cm quanlo que so liaran e cultivan
terrcuus ridos nos declives das nionlaiihas ; os mi-
neros tem dlVastlOO os busques o feilo sentir as
povoarocs a grande e-cas-ez de rombuflivcl; este
mal lem rdiegldoaoextremo, depois de so ler ntr
duzidu no paiz as bombas de vapor, para desaguar
asininas ; a minera lein privado a agricullura de
muilos militares de braros dedicados ao Irabalh
penuso das minas; Irabalho, que, etnbora se diga o
conlrario, lem influido muito para a despovuacao
do Mxico. A minera lem relirado da agricullura
Immen-ns cepilles, arriado SI rlasse de operarios
ou mineiros, lao numerosa, que nlo lem a dedica-
^ao ,-to seu paiz eolito o lavra.lur essa classe que
pur assim dizer uAo lem lunar llrme. oque vaca
com suas familias de un) lugar para o oulro, de
nina mina a .titira, sempre manejando ourn ou pra-
la, sempre puhres e desnudados, sempre prodigca
dexando quaudo morrem, una fiuulia misrravel.
(Juindo chegam ao nussu paiz esses annus de escas-
sez de mili.....pie iufelizmenle sAo lAo frequenles,
-ao us miueiros os primeiros ruja DOVOICo solfrc
ludes us horrores da fome ; as povoaeoM entilo re-
sislem pnralgiim lempo aquella calamidade ; porem
quaudo jn chega a ser muilu uraxc, enlau us mi-
neiros un operarios das minas so dispersan! a m-
Hi.no- para vagar pur muilu lempo na Indigencia,
asmiiRis licain nimia, vezes abandonadas, c a pn-
voaoao emigra o murre cm dill'erenlcs lunares pela
variacAu do clima, o pela aacassai c m qualidade
dos alimentos. BnlaU se v mis povoaeoes mineiras
um espcelarulo venladeiraineutc muito doloroso ;
as pnvoaciVs morrem muilas vezes pela esca-e/ do
milho, e as grandes neuociaces das minas cncare-
cem linda mais esla senionlo. ajuulada para mau-
lar camella militares de nulas o cavallos que uc-
cessilam para seu giro.
0 imposto qoe a agricullura ja lem receblo, a
decadencia aclual da minera o a grande altante
que se lem dado ao eullivo do milhu, taifa que nao
se repitan! mais c.ini (aula (rcqueiicia aquellas ca-
lamidades ; purm ellas nao serAo de lodo exme-
las, sean q......do ces.arcs as causas que nfluein,
para que u milhu r.dliido na repblica nem sempre
chegee para o consumo. Anies de examinar eslas
causas vejamos o que a esle respeilo lem cscriplo o
aulor do tetarlo Poltico da oca llespunlm.
A fcciin.lida.le do tloalli ou milhu Mexicano, lie
maior do que se pode un.minar na Europa. A pla-
a lavurcrida pela torea do calore pela muila hu-
millado, chega a uu :l uielrns de altura. Kot fnr-
iiio-n- campos que seeslendem desde SI. JoAodo Itiu
al (Jiicrlaro, pur excjnplo, as Ierras di grande
fa/endada Esperauca.l sacco deniillin pruduz ai
zes oiloccnlos ; alguinas Ierras feriis dan uus an-
uos pur oulros de :l a lOOpnrum. as immcdia-
roes de Valladolid, he inda a colheia reptala m
quiiudu nao produz 1:10 a IO pur um. Nos luga-
res em que o s.iln he mais estril, lodavia se culhe
i.ii a KO pur mu. Aciedila-se, que em geni se pode
avaliar a producto du milho na regiiio equinoxial
do reino da Nova llespauha a 150 poruiii. So o
valle de lillu.......Ule pur i....... mais deblKl.OOO/i/-
Hci7.iv- I) de milho em nina exIensAo de Irinla le-
uas quadradas, e cm grande |iarle pruduz esle ter-
reno o pmi/neu '. Enlre os paralelloa de lSoi
graos, lornam us glos e venlol fros pouoo lucrati-
vo esle eullivo as planicies cuja altura passa a Ires
mil metros. Na intendencia de tiuadalajara a co-
lheia animal do milhu passa do i milhao nila-
cenlos mil fanegas.
i. Debaixo da zuna temperada enlre os :i:t e :ik
graos de lllilude, por exemplu, na Nova California,
u milhu nao pruduz em geni mais du que unannos
pur oulros,70 a so pur um. Comparando as memo-
rial manuscriptai do padre 1-ir mino l.assueu. que
leuho em meu pudr, com os resinos eslalisticos
que se lem publicado na rehiran histrica da via-
gem do Sr. Ualiano, puderia eu muilu bem indicar
as quaiilid.ldes de niihnseliieadas e colllida em ca-
da pnvuaeau. lie sabidn quo em 17:11 .loza missocs
da Nova California eolheran 7i'i ranegaien um
lerreifo em que haviain senieado %. Em 18011
eolheilade Iti mlssOea foi de 4661 fanegas, sem se
ler aemeildo mais du que lili. Dahi resida para o
primeiroanno,um producto de 711, epara o segun-
do, de 70 por um. Em iicral parcrc esta cos-
a, assim romo todos os palia fros mus apla
para o eullivo de 'todos os ccrcaes europeas. Com
ludo os metanos estados do que trato, provenque
em alguna lugares da NovaCalifornla.por exemplb,
nos campos perlencenles aos povusdoSI. Itnaven-
lura c Capislrano, u milho muilas vezes lem dado
ItvO a :il por um.
n Anula que se cullive nn Mevieo una grande
quantidade de trigo, deve-se comludo considerar o
milhu u alimente principal do povo, a-sim cuino da
maior parle dos animaos.luiueslicos. I) proco des-
le aenero mndilira lodos os mais. e he por assim
dizer o regulador natural. Quando a culhcila he
ma, seja por falla de agua, eja pelas glidas, a ca-
reslia he eral e lem runcslssimusclleilos. As gal-
Untas, os porros, e al osado iiinior se resoltan
disso. Cm xAjaiilc que alruves-a una provincia
em que u milho Ilion glido, naocuconlra ovos,
nem aves, non pAo fazer o afoll, que he una especie de papas nulri-
livas csaburusas. O alto preco dos vveres se faz
seusivel prineipalmenle nos arredores das minas
mexicanas ; as de Guanajuato por exemplu. onda
lio cuipregadas da aiiialg.imacao, e por ssu se consom .....ual-
menle uina quantidade enorme de milhu. Jn tenho
citado nuil cm cima a influencia que a oareslia de
milhu lem evcrriilu periodicamcnlc sobre o pru-
gre-so da povoacao da Nova llespanha.
o De lodos osgramncos cultivados, nenhun apr-
senla mu producto uto desigual, Bsteproduclo va-
ria uu inesu.u lerreno de III a l)0 e :I00 uraos pur
um, segundo as mudaucas da lemperalura c liunii-
dadeilo anuo. Se a cnlheila he boa, ocolon.i en-
riquece mais rpido com u milhu do que com o Iriso,
epideassegurar-se, que parliripa das vaulageiis
uadesvaotagenadoviuno. Oprecodo mlllio. 'oi.i
desde i peso ale ."i pur fanega. O precc- medio he
de um peso no interior do paiz ; porm. o frele
augmeota-0 de lal maueira. que durante a mulla
residencia no disiriclo de liuanajualo, custoii a fa-
nega qualorie reaes de prala de Salamanca, dous
pesos amelo em (.luerlaro, e qualro c meio em SI.
Luiz e l'olosi.
Em um paiz onde uo ha ii'mazens.e os nattiraes
nao w Icmbrain du dia seguinte, o povo soll're nmi-
A- v iaueusso- | lissimo, quando o milho se conserva por muilu lem-
loutanhosa do P"> em l pea. a fanega ; enlao elles coincoain a
aliinenlar-se de fruclas linda vordes.de vajes, de
raclus a raizas. Esla ma comida produz eufermida-
les, e geralinenle se observa que as careslias estilo
icompanhadas de una graude inurlaudade uaa
cuja li'inpnalura baixa de li i >0U 6 por
ilo, anula iiinmo que* Icmpuralur.i esleja muito
.ucea nao chegao milbade um anno ao,ouiro.
o Em annosfavoiaveis pi ilua a Nova llespanha
muilu mais inilhodo qoe podo consumir, flbo M
paiz rene em um pequann e.paco nina varla.l.ide
ile climas, e o milhu qua.i nunca prudu bem em
huras calidas c friaiao mesnio lempo, o Ir.iii-puilo
rTesle grito vivifica singularmente o cummereiu inte-
rior. Comparado o milho com o Irigo da Europa,
tem aquelle a desvanlagem de conler menor quau-
lidade de sulwlancia nutritiva em um volurne mtii-
lo maiur. Esla circunstancia unida aos roaos calm-
udos as Tradas das monlanhas, sflo obslaculos para
a sua evpnrlarao. u
Se, quando escreveu M. de Humboldl em 1S01 j
so podia assegurar, que em minos bons o Mxico
produzia urna quanli.lade de milho maior flo qus
poda consumir, com muito mais razAo se pude as
segurar sso mesnio agora, que a agricullura lem
feilo progresos lo uutaveis, e a semenleira d
lltu lem quasi iliiplie.iilu em r.izdo daquella que se
l.i'ia uu reinado de secuto ai.lerior.pois anda que a
pupulaeAo teuha augmcnlado, e por isso inesini) o
.i ni.i......lo milhu seja mas avulladu, lambem >em
augmentado proporcionalmeiitc os mais profuclos
dp agricultura, nico ramo u que se dedicoii a po-
voacao, qiiandoa mineraenmocou em 1810 a deca-
hir. Se purm em muilos anuossuccede que 1t cn-
lheila de milito feila no Mxico, exceda demiasiado
ao coitsuniu da dita sement, uAn inipede islo que
lenha haviduou dove liaver ain.l.t uraude esuissez
e caresta de milito, que relardarao por muilu lem-
po os progressos da povoac.iu da repblica.
Para ronveiicer-sc disto, basla dizer. que linda
quo o tnilho seja unta sement lio productiva, pois
i,, le em algumas comarcas do Mxico elle lem che-
gado a pruduzr 800 pur un, ha lambem oulras
muilas comarcas, em as titiaes smente produz 300
pur um nos terrenos regados, e 50 a liO por um pos
terrcuus seceos. Desgr.icadantetite lem a tuainr ex-
IensAo da repblica terrenos desla ultima especie.
as comarcas calidas c hmidas da repblica, a cu-
lhcila do milhu exceder de comuium as ecos.i.la-
des du cuiisumo ; porm laubeiu geralinenle se por-
do o excqssoda colheia uaquelles paizes pelo exces-
livo calor do clima ; un he euipregadu para engor-
dar porcos e vaceus, por nao poder conservar-se pa-
ra ser exportado para as i cuines fria- ou tempera-
das, .piando iicllas ha escassez do milhu.
Dado tliesmo u caso de laler-se sita eiporlac9o,
presenlim-se para o sen transporte urna pande
quantidade de ubslaculos. dos quae- uus resultan!
.la Miaren, oulroe da legislae.u e das clreuQMurn-
cas pullicasdu naiz. Em geral neccssiiamos de es-
Iradas Iransilavcis i carros, que rominuniqucm en-
lre si as regies feriis da repblica enm as mai
[miaren) j os producios daqucllas se Iransporlam re-
gularmente pur carjgueiros, eircunislaucia que faz
subir extraordinariamenle as despesas du li au-ppi-
i le. o turna pur isso us cereaes o us mai. troclea mai
! caros ; porque aiinla buje faz-se a rnnduccAo, mes
i i em eaminhoa que nao rio nrantanhoaoi, con
| mullo vagar, pur cauta do almo di civilisaflo em
pie nos achainos, Iraiispnrtandu os cereaes em car-
ros muilu loen, e pesados, puvados cun uniil.
wemmsmmm
cimada pelas frequimloi carestas a esca.se/. ,|,
milhu e uulra. semenlm.
Colu \ niatjrll que tonta exaintoado aesli uieuiona
he maia impnrl.mle do que a pnmeira vi-la pajee-
pliis. quaudo a .uli-isleiicia de urna ni{5u, -ua ri-
queza, augmento de tu povoagu, seu bem cshu
a -ua morald.nle em grande parle dopeiiile da abun-
dancia de um cereal; o estado da planta que opro-
i cultivo merece oceupar de preferencia o
agricultor, o sabio, os funecionanos publico- e us
homens de oslado.
(O Auxiliador du Industria Nacional.'.
COMMERCIO.
de linis
am
ra I o
. pele-
indi se
lisies c Mf
gar .i ii.i-'.i
ibandomtin
Iciimr Ha'
hnlo
i o- rkua spobrc daHwiM iMirtfmtrVAdo
liMiilicni uin le rnin.tr, herttatlt. |h' 6 Wle U-" qilB N"- OaiIfH IhuUh i'nh'ininl.nl.-. ItdO
<1t*\.i tl.'srr r*l\.IL't'lll i*. |Hiri|llf i>- Klltt|ifU- > u-
iilinin ,ii|(i|'l;nln.
.Na5rei6e9ralida*o humida, o niillio ptide dar
tinas a (re .i.iim' fa/mais do que uiua.iieiiie.a-se nos muiado*
de iuiiIii ati! ao lim de .i..>-u>.
A< IcsiTip(;dea itilalislii';.s que se lem formad no
dUlrirlude (luadolaiana, tuja povoar>t nau lie main
do que jOO.MK) habanles, provam, que no termo
medio lie a rollieita aiinual do milhu em (oda a Nova
n.'-p.mii.i iii.inir do ti.-17 iniiiimc* di- buega. Na
Mevro, nos climas lrin|Mratlmeoii>er\a-ee*ilflf;r.'.o
oonlem 1-' salamius,
me.lidn
de (teneros seceos que
N. do H.
() Maguey, urna es|>erie de aloeK que muila pfo-
yrcdfl no Mxico. N.HoR. I
vasar pur um grande numen
acresreula que no nosso |ui/. si
ros muilas M7.es MnbtrgadiH pi
uem din (ropas ; que os lav
muilas \e/es. Mas semenleira
Irnp.is, que na sua pasa^era de*Iroci
c emlim que o rommercio to mdlio t oulr.
mantas astil sempra enbaracado pelas didlculdadcs
que resUljam de oulros muilO' ImpMtOS COm que
sobrciMrri:a os cereaes, nia eslranharemosque, em
muilos SIUMS iainles renies o pail eslejain lof
Arando loaos os horrores da fome pela asesases* dn
millio, einquanlu em oulras comarrao lano esla.se
in.'iii como oulros nr.los aliinenlarcs se e-tlejain
perdemlo nos deposito-, e ale no Campo, devorado
p*IOS lll-ir'|i>..
So dcli.rv da prolfcco do Soverno sa estaliele
cassam na^rcioes Trias a eslereis, grandes ;trina/ens
dagrfoaa prfnelpalmenta de milito-, triu<, Teijao,
guandos, ano/ e oulras scmeiitos, para vende-loi
em anuos de estar/ por pircos moderados* eVllar-
st'-liiii tiini islu muito a onie e is upldemas a j|in
aquellos regios asido froquenlemeiilo axposuu. J-1
Mr. de llundioldt havia observado qnao ruuesh
en para o Mxico a falta tiestas armateus mi dapo*
silos de cereaes, porm osla falla se scule mpili
mais a.ora, que am consecuencia das ravolu{fiei
to pala lam desapparacido os grandes depsitos ti
milho; acorase pode com raao dicer o quoentlo
Mr. tle llumlioldt di/ia lalwv. com alftums 810$
ratfio, qH^tivemo tmente pura a din, aquau
i^reveiiiiuns nem prevemos as calamidades pubtici
Tem preparamos os malos necasaarios para Hvrar
povoocOesda fume e tle suas funestas coii^equeiui,
Kos deparlamentos em que as colheilas do millio
Ido mais escassas, lem-se eslabelecido uina especie
de aspeculadorea avaros e inseusiveis, que mono
pelbam ;is cnlhcilds do milho o oulro* cereaes, rom
piaudo-os por procos nfimos, para lomar a vende
losa altos procos, quando chega o lempo da cares
lia. Os lavadores pobres sacrificara geralinanta
o seu Irabalho, uialbaraleaudo as suas colheilas em
favor dsquelles mimopolislas, a quein vemlein as
colheilas j quando^iiuda ai aaUo rullivamlo. E'
les especuladores lem feilo uramles male-; porm
por muilos anuos as samantes s padlam oblar al
cun valoi por essas especulacees, porquo bavia
tanteabundancia. Tambein lem aconlecidoque
muilos capitalistas, attrabidos pelo grande luen
que essa e-prcnlicAolhes deixava. lein lomado par
le neJIa, bto dan em resoltado, maihoras praeei
pelas eolliatas, .:onlentHiido-.st! elles eom lucros
mais moderados. Nia obstante as autoridades nflo
dvem perder de vista essa grande especuladlo que
lem por ohjccto monopoliar as somcutes mais ue-
cessaiias para asubsisiencia publica. Porm o ni-
co meio de impedir os funestos resultados desle
monopolio, -en. eslabelecer depsitos as povon-
(Oes e calas econmicas do semenles, as fa/ondas
do lavoura. As smenlas que ae reonmern neslas
caivas, vcnder-M-liwm depois com lucros muito di-
minuios, e os mesmos fundos serian empreados
lavradores pobres que noces-.ilassein milho pa-
ua subsistencia e para os gasUafde sua semen-
loira.
Tollosos obstculos que iioreuimcn municipal se
lem Imposto ao eommereio do milho, sao prejudi-
ciaes e gravtsslmos aa inlcresse das pOVoacAes, que
DUnea eslar.m bem ubaslecidas. 18000 quando o
eommereio das semenles, e principalmente o do mi-
lho for inteir.imcnlelivre. A auloridade RO dove
intervfr nesla materia, sanio unicaineulc para avi-
lar que o povo Dio seja defraudado pelo uso de mas
medid.is, ou que se prejudiquoa bvuienu publica
pela vendada semenles podres e arruinadas, ele.
Devia eslar rcservatfoas autoridades deparlainen-
laes, impor direilOS muito moderados sobre semen-
tes <> principalmente sobre o milho, > diminuir ou
suprimir inteiidmenle eslas pensoes em anuos de
calamidade ou escasse, em que bajam de temer a
roma e sctis-Ierriveis elfeilos. lie impos-ovcl que as
autoridades geraas da nacao procedan, com aceito
nesla materia, cujo resultado depende do conheoi-
meniode mil circumstancJas locaesqoe taa auto-
ridades dos departamentos pJeni evactameute co-
plieeer. A ellas dove estar reservado, porissamea-
iiio, ilicldi ludas as leis, das quaes tlepeude o ubas-
lecimouto das lemenlesde que subsisiem as povoa-
roes, e de oulras substancias alimentares (pie al
cerlu ponto podeni suprir as semenles. Quando o
milho escasaia em um deparlamenlo, qu.indo se
teme que esla escace/ produ/a fome, mo sdmente
convira iseular o milho de (oda a especie de diieilos
eomo igualmente eslender esla iscncao sobre 01 fci-
jrios, Irigo, lariuba. oros, etc.; -o um deparla-
maulo que esla anioacaile de urna uraude e-tlasaea
de milho, tem de esperar do governo ^cral da ua
as isciices de direilos necessarios
i|uella calamidade, proxavetmente
que se oblein, che^ar larde.
A suprema auloridade da nac,;
muilas providencias, que mais uu menos inlliiiri.Hu
para Hvrar a muilos departamentos dus lerriveis
elleilos da escassez e caresta do milho. Aa provi-
dencias a lomar seriain asseituinles: probibii in-
leir,luiente (pie os ebefesdos evercilos ou autorida-
dessubalternas ambarguam carros ou eargoeiroi
que s.lo destinados para o iransporle do milbo e ba-
yagein dos ohjeclos das tropas] que neubum la-
vrador, uuc lem semejado e cultivado uo anuo umii
faneua de uiillu, |Hde ser recrulado para suprir
as fallas do evercilo, que h.m se cobrem direilos de
animaes de carua, carros ou carretas quecunduzi-
rem milho e nutras semenles coiueslivei; que se
deixe entrar livres de lodos os direilos de Importa*
gAo os carros uu carretas eslraiiseiras; pois que a
Ii.ii .ih'/.i desles carros de Iransporle far desapjiare-
cer o uso das cairelas que desBrafadumenle anda
-i' empregam na raiMbIka. Alui deslas providen-
cias.outras menos directas iulluiriam de una mauei-
ra favuravel no anaslecimenlo das semenles e vive-
res e evitarte os horrores da fome e das epidemias,
que sao suasconsequencias. Se houvesse porem um
meio pelo qual se prolnaesse direclamenleos pro-
prielarios de Ierras, para la/er de muitnsr extensos
lerrenos ipie .ictualmenle sSo sercus, lerrenos reua-
dos, easa le que Uve** por lim realisar 1.1o crao-
de objeclo seria a mais benelica, que se podesse die-
i.u em favor da aaricullura; e baslaria paraassean-
rar o abaslerimeolo da sanenlas em mullas comar-
cas da repblica, cuja povoacao he muilas w/e> de-
I*KACAUHE(;IFE18EN0VEMBRAS3
OUA14 DA TARDE. *
Colarles oulcjacs.
Descont de letras de 2 ruezee II por cenlo au
auno.
Assucar mascavado escolbidoa 1 &8I0 ib. por ar-
roba.
AI.FANDEGA.
Kendiinenlo do da i a 17 l*7:)J|v|_>i,
Idcm do dia 18 .... 4 I7:u|-.lii,
t>1.V:i2:^ij
Detcarrega hoje 11 ile no-embro.
Patacho americanoKlla Iteidniercadotias c a-
riuha de Irigo.
i:o:\sri.AiHM;ERAL. *
Kondimeiito dodia I a 17 H:tftf-j00i
dem do dia 18........1:536^016
1ii:0(io?:iV)
IM VERSAS PROVINCIAS.
Reiidiinenlo do dia 1 a 17 .
dem do da 18.......
1:Htl7{l_N
l.-Tciil
tmyno
E\portacao .
Parabiba, liiale brasileiro /."rltulo-nu, de .17 lu-
ucladas, condumio o sc^uinle : -"'s vnlumes 1110-
Ihadus, CN ditos ferraKeus.
liECEliKDOUlA DE RENDAS INTERNAS 0E-
RAES DEPERNAMBL'CO.
Rendimeiilo dodia 18..... LMGoMA
<:o.\SliLADO PROVINCIAL.
Rcudimculo do dia 1 a 17 13:1.09810
dem dodia 18....... 19ilWat3
i:.:IKi757;l;
MOVIMENTO DO PORTO.
Nqv/h tahido* india 18.
RabiaEscuna brastleira Amphitritc, meslre Joa-
quim Anlonio Pcreira, caraa sal e a elle.
AracalvDale brasileiro Aurora* meslre Manoel
Jow Martiiis, carga varios gneros. Passaijeiros,
Anlonio Ferreira dos Santos Caiuiulia, Anlonio
Ferreira dos Sanios Caminba Juuior e '1 eriddos.
Canalid une sueco i'rins Osear, capilAo N. I'vL,
carea assucar.
New-York llrigue inslca (leUuia, uplUo James
Axlell, carga assucar.
EDITAES.
A cunara iiiiiiinapa 1 .ii'-i.i ciilailo avian ao*
aullares eleiloroi .las (iiirocliias desle muuici[io,
(|nf 1111 ilia IK ,li' il.'/einlir.i dororrenle aunse ile-
verto reunir n,i icreja matriz da fregonia do Santo
Anloniu, pira sa proceder a cleir,n do nm depuladu
por asta primncia, em Insnr do Em. Sr. Ur. Jos
I li. in.i Nauuio de Araujo. noineado ministro e sc-
crelario de estado dosoegocuM da jiull(a, segundo
norderuqua |iara pssc lim .i foram expedidas pelo
Kmii. Sr. pretldenle da provincia, em virtuddo
a\is.i dn lacretaru de csla.lodos negocios do impe-
rio de '2\ deseleinliro nlliinn.
l'nro .la cantara municipal do Kecifc am seis
de lli .lo uovembrode I8S3. Ban7o decapitan-
te, presidente. Joo Jos Ferreira de .Iguiar.
si'i'ri'lnrio.
II Di. ('utloito ManoeI da Silva Ouimaraes, jai;
de direilo do eirtl e eommereio desla cidade do
Heeife por .*. M. I. c C. ele.
Pelo prsenla convoco novamente a todos os rre-
dorea do fallido Viriato de Frailas Tarare*, \i-io
que nao se reunirn! no dia 17 do crrenlo ruino
foram chamados, aBm .lo romparecerem em casa de
mlnlii residencia, na ma da (aiucordia, pelas II ho-
ras da mantilla do .lia -J:i du CorreuU,pari -' proco-
der a verlllcaco .i. crediun que foiem aprsenla-
dos ; se delilierar sulire a roncordaln quando o fall-
.lo ii proponh,, ou se formar oconlralo de uniao c
se proreiler a uomearjii de. ailminislradnrcs .los
bena da casa fallida, licando scieules que niiser.
admillido prucuradori se este uao apreseutar pre-
mrariln ruin poderes esperiiu-s para o icio, c qoe a
l>roi'iii'ar:iii mi pesia ser da.la a pessoa que sejn de-
redor ao fallido, nem mestno um s.i prorura.lor re-
preseotar pin dous diversos rredorea.
E para que cheguo a noticia do todos mai. In
pn-siir o prsenle que ser.i publicado, pelo Diaria
de l'ernainbuco e afiliado nos lugares do rostuiui.
Didoe panado nesla cidade du Rscife aostsde
noveniliro de 1853.Eu Manoel JosC da Molla, es-
crivSo osulisirevi.
Custodio Manoel da Silla tluimarao.
DECLARAQO'ES.
-se coin o?
, uu i ua d
para evltl
i> remedio,
ehe
poderla lomar
Real companhia de paquetes inglezes
a vapor.
Nu .lia '2 espera-si
do Sul o vapor Crea!
Il'estern roiuin.ui-
danle Il.i-l, o qoal
iJc|mis da demora do
para i, Europa : para pasMCeirus
axcutes Adainsou liowje ^ Couipa-
Trapiche Novo, n. _.
ianii|i,iiilii.i de Livcr|MX>l.
Espera-se hoje Sul o vapor (Hind,
r.'iniii.in.i,luir 0. lia-
ran, o qual depnis da
demura do coslume .
seguir para a Europa.
A i.liiiiiiisirariiii gefsl dos esliilieleciinenlos de
caridade, manda fa/.er pulilico is pessnns que e
acham alrasailns un pagamento das rendas das rasas
perleiiceutes au palriaiuuio dos niesinos eslauele-
cimenlos,q;ie al o dia 'Jll do crrenle,veidiam reuiir
I0UI .li'tiitos sol pena de serem seus nomespuldira-
iliis pila Imprem, c de se proceder a nova inisiiii-
Inrilu de eunfurniidade ruin a lerreira roiulir.iu ilns
respectlTOS termos; faiende-se a eobranra eucv-
livainenle. Sala das seifies da adininislra...lo gcr.il
doseslahelerimeiitos do caridade 8 de uovembrode
IHi;l.Oescrivao,
Antonio Jos Comes do Correio.
A reparlieao das obras publicas contraa pol
espacn de qualro me/es o fornecimento de ludo o
tijollo de alvenaril grossa e cal prela, que for nvirs-
saria para is abrai desla cidade, que se acham em
BMCUcio por adniinislrariio, sendo postos os refeti-
doa malernies nos purlos mais prximos das obras;
as pessnas que qiii/ercm fa/.er esse conlralo, apre-
senlaranassuis pruposlas na mesma repailic.lu li
o din III du rorrele uiez ao meio dia. DirMtofli
das obras pulilirns 11 de iioveiubro de I8.VI.01S-
crelario,Jotiquim h'raneisro de Mello Sanios.
O arsenal demarlnlia contrata a rompan.!"-
objecin ibaivo declarados......lia Jl do correnlr
ao meio da, para foriiecimenlo do almoiarifado '
cairo vellin, merlina e linha, ftelles de rariieiro.
SOmlarela, Hala bronca a prrla, arcos de tetro pan
pipas, ditos de dilo para borricas, cravos dedili
para dilus o ditas, bracos de balani;a, Melle verde
oumarellu, linha de burea, dita ^rua, reinos de
fni.i de lli, 17, 18, III e iH pos, liandeirasiuues pan
in-ups, ditas de Ires pannos, lornoiraa lorlidas M
matul : fhimluss para navios, cadaro e pedras de
amolar.
Secretaria da insperrao do arsenal do marioMOS
l'eriiambiicu, 17 de nn\eiubrode 18.'>;>. O secre-
tario, Thomc Fernanda Madeira de Castro.
COMPANHIA DE BliBIIOBE.
NAo so tendii reunido uuuiero sufllcieule de ac-
riouislns para haver assembl.'ii geral no da li, nw
de novo convidados os senbores accionistas, para se
reunirem no dia 13 du correle, lim le M l""'er
aulorisaroraiaa faeroll dividendo, e de se dar
cumprimeiilo ao disposlo noarligo 17 dos estatu"*'
O director, ./(io Piulo de Ixmos.
Consulado de Portugal.
As pcssoasqiie silo develaras de furos, ou oulrus
qunesqiier lendimejiloi |>eilenrenles a Sania l'jsa
da Mlserieordia de l.oanda, queiram comparecer
s recibos das ulliinai qoan-
i.i/i'ii'iii o que eilo em de-
omo ronsla dos resprc
, com u
deuUi
ule .un
m'-lucuiisiilail
lias pacas, al'u
hilo at au pre .....
livns amentos. Cunsulailnde l'orluial em Pemil
buco aos 18 de novembro de 18.il.Joaguim Hap-
lista Morelru, cnsul.
O conilhn adminislraliio, em \ rinde dem
lorisiciin do Evm. Sr. presidente da provincia, lem
de comprar os oberlos seciiinle: pcneiris lina-
lamis' -. dilas de seda linas I. dllM de cibell" -


, aneos ilc lauca de 8 Hl.ras 19, ililos de dila de*
hars 6, .lili .ie dila lia J libras 6, ililos de dita Je
i libra ti, aliuofarz grande de brouz. 1, laiso Hran-
,1, ,1. cobre I, lito pequeo de dllo 1. cacerolas de
.lillerenle tamaubus 4, copo para agua \,'a"e'-
,,, qrande.1. dilo peauenade ferro I, haelllhllliia,
ruados K, nanella, finado 3 : quem qulwr ven-
der laes ohjeclns, aprsenle om proposlas em caria
fcrliada. as 10 hora do dia 21 du correlo mei, na
secretaria do comellio ndirtinJstralivo. Secretaria
do rotiselho administrativo para fiirncnineiilo do
arsenaMo'auerra IH de novembro de 1831. Jos
de rilo Ingle:, coronel presidente. Bernardo
l'ereirado Carma Jnior, vogal e.ecrelario.
I"
ATTEN^AO
Militao' Boi|;i's Uclia, com casa de com-
niisso de escravos, na rita la Glo-
ria ti 7.
Nesla casa rerebem-ae escravos de commissao pe-
r.i se vender, lano para a provincia como para fofa
della, por cotila da ensilnos; afflunc-e obom
Iralamcnlo e sendrancat d< mesmo ; e lanrUem
comproni-seepaam-in bem, agradando.
7 No dia ti do coi rento, mpreteri-
velmente, terto andamento a rodas da
lotera, concedida a beneficio da matriz,
da Boa Vista, ainda <|tte nensc lia lestem
uillietcs por vender. O tlicsoureiro ,
(iililhenne la Costa Correa l.eilc.
Manoel de Altni-ida Lopes, com casa de
conugnarfio de escravos, na ra los
Qnarteis u. 21.
Nesla casa rwebein-sc escravos de riiininis-.ui pa-
r se vender, tanta para a provincia, como para lora
della, |>or coilla do seus BOBOS ; allianca-sc Q liom
Iraliinienlo c srsiirniic, dos niestuns ; c tambein
coinnraM-se e panani-o bcni. aiiradaiubt
l'l BLICACAO
14. RECITA IIUSSH.YIT.iU.
stRIttIH 19 DK \OVKWBBO ll IS.5
epois que a orclieslra liver evreulado una dai
inelborcs uuverluras. subir a acea o mullo ap-
plaudidoe desejado vaudeville cm i actos
A wiloia.
liara lini o espectculo com n quiniela
OS PESCADORES ISVIZEKOS.
cinnposico do maestro Ke-Yerrliv. nn qual a Sra.
Kaderna lem de esecular dineciapasaoi,
Coactar' as h bora.
AVISOS MARTIMOS
__ O patacho Valente salie pata o
IIki ilc. Janeiro, em pOUCOI dias ainda
lcebealguma carga a IVeic: quem no
i,,, sino ipii/.cr uarregar, einbarcar escra-
vos a frote, on ir depasaRem, dirija**
.iiisconsijjnalarios Novaes & Conipaiilna,
n,i ra lo Trapiche ii. ri'i.
_ ParLisboa sean, com lircv idade o veleiro bia-
le iHirluuuet l.Mttanu, capillo Jote Joaquim Pa-
rtir: para carga e pa-aunin-, Irala-se rom Jos
liivoira Baslm, ruado Trapiche n. 17, ou rom o
capillo na praea. ,
Para o l'orlo, milito veleira calera portii-
uiva Brackareutr, oapilAo Rodrigo Joaquun Cor-
re;! sabe rom broviedadr ; recebe carca o passauei-
r,i. para o quaes oll'crorc os inelborcs coiinnudos. :
,. iireteiideiiles dirijam-se os roustanalarius I.
d'Aasino lneca i Kilho. n;rui do Vigarton.
lii primoiro andar, ou au Metido capitn na I rica
,lu Coniinercio.
_ Pora Lisboa I alera portuguezn Margaran,
canillo Silvcrio Manoel dos Keis, sabe inprclori-
uduienlo em 21 do corn.nlc, ainda pode rcrober
alsiima arca e patMReiros: quem pretender din-
,.,.. ,iu referido capjUo, ou sos eonalgnitirlot iiti-
veira rmeos A C, ... ,
Para D Aii sali nesles das 0 belll condeci-
do bialc Mor do ruraripe : quem quinr cirreur
uu ir de p.....en, dirija-sen ra da Cadeia do le-
nle n. 19, primeire andar.
Para o Porto.
\ birc Olimpia, de primeira Birchi,aegueeoin
brevidade. Para cama nn passaceiros. Irilir com
...... romiinaliriM Barroca iS[ Castro: na ra .la
Cadeia do ttecile, n. *. ou c......> capilio na prac>.
CEARA', MARANUAO' E PARA.
Obrifnie escuna nacional Uranosa, ca-
pital) Mendo, sahira' em poneos lias por
lera maior parle la carga engajada :pa-
iao restante e'paisageiroi, trata**ecomo
consignatario Jos' Baptirta da Fonseca
Jnior, na ra do Vigario n. 1, primeiro
ailar, OU comiicapitao, na praea.
Jiiem preciiar de um coiliihairo francei pdde
procurar ra ra do Trapiche, annioin n. I i.
Preeisa-se de" urna ama para servido de casa
de porlaa a denlro: nareslila^fio por delrat da igre-
u ,! Santa Hila.
11 lien, la ra da Sen/.ula \ el lia.
mudoii-se para a rita da Cadeia
Vellia do Recife n. 29, primeiro
andar.. Consulta eremedios|>ariios
Kibres todos os dias, e fambem no
inestn'o consultorio recebem-se ilo-
% entes para serem curados, como $
)jj( tambeni cura-se a qa|cruerdoen- >;<
>[ te por KW000 rs. sit|>prind)-se ys
Ictmpre Ol lenles de remedios ate kx
osen restabelecimento. jr
Parda,
(l ibalioanrignada fat pahllcoejoe se Ibedesen-
earainhou urna lellra de imcjuim. aceita peloaSn.
JoAo Miguel do Dliveira llcraides. e Manuel Joa-
qiiuu do KaVcJnieBlo,! tres nadado preso,yeiiclvel
em -' de Janeiro proiimo undooro, e como os mes-
niostcnliorcs Ibe lenhain aceiln nina wgUDdl viada
referida lellra, de neiiliiiin ell'eilo lira a que est
deseiicaniinliaila.Jii't llenriqur Carralho.
O desembargador Jeronvmo Mar
tinianoFigueira de Mello vende, ou afi-
ra os terrenos lo sen sitio, entre as ras
dos Pira eda Soledade, pelos jitucs tem
le continuar as mas la Conccu;u> e do
Tambia', ja'demarcadas e alinlradas ; e
por isso as pessoas, pie os preleiiilcieni,
dirijau-se ao mamo daembargador, na
Illa do Hospicio do bairro du Una \ isla
Aviso aos berdeiros da fallecida Sia. II. Irn
cisca Antonia Una, que o paulo Antonio de Mol
lamia Cavaleantl, o qual lendo sida mau eacravo, i
lem mu lilulo de liberdade para dello gu/ar por mi
nlia.....re, c desla furnia o redi a dila senliora por
rirruinslancjas que houveram, como ronsll dsete
carlasqiieda dila-enlioia lenbo em ini'ii poder ; e
leudo o dito Antonio noticia andar cu adoi'iiladn (
ja jallo de forcas pela miiilia idade, me veio procu-
rar, saliendo de que foluia n linlia pausado ao ilollii-
iiin da dita lenJAra, % ehegou na nlnha caa a 17 de
novembro, o que eu facu publico para constar ; e os
inlereesidoe mandirem por olle, uu Iratarom al-
gum negocio seu reapeilopelen senijos deile du-
rante inhiba vida ; e no i'iilanlo nau me rosponra-
biliao pelo ilcscainiilio dalle, i' nem aervioo.
i 'arto* h'reilenm da silra Pinto,
Madama Routlar, modista franceaa, ra
Nova n. S8,
acalia de recelier um lindo sorlinienlo de rbapeos de
seda dn ultimo costo, romeirua de camhraia com
mancas bordadas, preparada- pan \i-lir-se por bai-
\o depalilii. chales pelos, hies de i'nliai esparli-
Ihoo, cnleili'sr tullanle, para bailec Ihealroa, lilas
Uargaa para cintos, lencos de seda, aeda de furia-co-
rea, maulas prclas de seda a imilarao de liloiid,
vestuarios de seda para meninas, ditos para meni-
nos, luucasde baplisar, cspHrlilhos, enlre-meiii bor-
dados, calcas bordadas para meninas, recorte de
bahados de vestidos de diverso- deeenhoi, blros pre-
tos. cabeees de liicu de seda, um orlimenlo le
plumas para chapeos etOUCadot, um lindo sorliincn-
to de mineteles pn los e de nir, e faz. vi-lido. e
c laucados com gusto, poi preco commodo,
Aquellas pessoas que costumum ha- %0,(t( o,. va|(a, VOlla p quaria. '^tla ierto,
bilitar-te a tira algum premio na lote-l,. niele, dui, iret, quariro volias, etc., etc., e nor-
ria, ailve l,'-s,-llies que se a.il.rmem a ; tanto qiieqnalquei -enhor deemienho quer.....lo aw-
""**" J I celerar asna nioeuda, a lim de moer mais caima no
comprar ocompetente Dilliete em q"an-lme(mo |B,n00l uurelarda-la, illmtleispremcrnuii
lo existem a venda, lN>(<|lie se se agliui'-| liqujdo da misma cinna. pode-eni domora ncolliei
darem para o dia 21 ou "22 em que se
espera a lisia, talvez nflo encontrem bi
"etes para comprar, virto que apenas
existe mu pequeo lato para vender,
naosna praea la Indepcuilenei.'i n. M
coino u
3
LEILOES.
Andradc \ Aiuaral quereudo liquidar o aeu
nlibelecinicnlo, ra/.em Mu no lia quarU-eira,
.'i ilo correle, as l|i horas di raanliia em ponto,
noiroiuem doeorrelor geralMiguel Carueiro.e
por illlervenco doagenle Joo lialis, na ra d
Trapiche numero :IS, di arniarao e 0 que evislir
na leja di roa do Cahuc n. II. I saber I laenda.
Inginas, u-inceza*, snistis e alleniSss, em lotes a
xoiilade dos compradores.
Jnao hellcr Ov-Companliia, nao leudo podido
lie sen Migo ItpI I venda todas as la/.eudas do sen
grande sorlimenlo pela sus mulliplicidade, conli-
iniara o me.iiio por illlervenco do agente Oliveira.
ibbado, 19 do correnle, as III horas da in.inli.i.i, no
sen arinaein, ra da CVUS,
A pedido de diversas
peesoas, o igenle llorja
(icraldcs, n.i secunda-
feira, -Jl do correnle. ao
lirio dia em ponto, Tara
ilu do grande e va
riado numero de hvros
novos e usado-, evislcu
les cm seu arma/eni
na do (ajtlegio ii. II, vonlade dos compradores, i
pelo maior preco ollerecido.
HOMEPATHICO 1)0 BRA-
SIL.
VADE-.MPXLM DO HOMEOPATHAl
em um volunte de uiai- de IKHl pacinas; e
IIICI.IONAIIIll POPULAR l'E MEDICI-
NA llliMKOPATTIli'.A : em :i voluntes,
de mais de iim paginai cada um.
()hiasindipcnsaveisa lodos os pais dele-
milia, srnliiirrs dn encenho, sacerdotes, di-
rectores de l.nllecios ou de mitins estbele*
cimenio-, capiae- de navios, serlinejos, e
qniesquer oulras pessoas, que por -i laesnas
oulserem conhecer os prodigiosos efleiloe j
da bomeopalliia.
Pelo Di. Sabino Olegario iMigtro /'<-
iihn.inenibrn ilr niM(i'' cai nacionatse e>trangeirai.
Estas duas obras, que serlo adornadas
le diversas estampas, eiircrram ludo o
que ha demclhor acerca de medicina lio-
meopalltlea. Qualquer dellas lie preferivel
a ludas as millas, que al boje -e lem publi-
cado.
Preco da a-sicnaliiia JOSOOOrs., paco-un-
tlledialamenlo.
A-si-na-e em ca-.t do autor, ra das
Cruces, II.
o VADE-MECt'M lem do sahii i bis
brevi.....ule, tlstuji estar milito adiaulada
sua inipres-ao.
Coiuullorln central homeopalliico
la- Cruces, n. II.
\viso aos si;mioTTT;s di: knmaio.
Aiit'nioH.is Branda vanlacetifl nn muagrai de can-
n,i, |iii)\ciioiiip-.ilo ipr 0=* lamborw |ierfciiainciiii' tofttMdoa*oftbflfco aibifliiado raapello-
samenta lembra no* leohom le enceolio qm* ni
mu FumlijM li-fi'ito pin I-'i'mm de Portan as |dfl
pertelUineHte tornear de novo um jtiu iin tambo-
res, a aparar c endlrelUr o lentes daa carralascorn
lana presleaa, que *<' po*lc entrega-loa no nMamo
din, evilando-M ***\m o inconveniente los carro* e impale moaaem; amm romo que
a mesilla fondi^flsc nclia aoniprcaorUda, nao t de
novas inoendan de li^ eraos lamanlimi a modeloa, se-
nao lambem le roda dentada*, (auto para anua,
como para auimaes de toda as proporcoes, i Hiber :
Uolln por volla, olla e quarl
Casa da all'crio^o.
O oferidor mniinua em mu Mtotj'lcflmpniu da
roa de Ak-i-* Verdes n. 35, a darexpcdienletodu
CMdiatuteis, das nove horas la uwiiliila iisqujj.ru
da tarde, e |)Cle*, que nSo tiin: aiilm como elle I pin ni andado e cuulinun a
mandar neu ayealo** alerir pettl rasas; loto as
ncsAoaii inlerefiSBdas esperem que elle cltegar por
la. t l'ni.vedetda Silva (iwiniw
lUtiil-. ilis
il ILTdlll-
.. "nulas competcnlea. himllcjlo ili*
dn itiiim pasaandooliafaris. /).
enicnholrOe
Ferro na ra
II'. /or lint il.
'^Fabrica de chapeos de sol, na praea
t
di
AVISOS DIVERSOS.
Os Sn>. iiImi;;iiIi), rujos niimes nSO
se achain inscriptos no almanak, quei-
i"iim inanila-los boje a linaria n. 8c8,
ilu naca da Independencia.
aiti:\i,:a<) .wixiiinciia.
Miij'a-se duas pretal nue sejam boas
: i ni,-i lu .is ; engommadeiras, pagoxe
l."i,st)00 n. porcada nina i na ra l.i Glo-
rian. M.
50,000 ra. de frttlflcacao'.
Iles.tppareceuhaun me/ pouen mais ou menos do
poder do ahaiso assiunailo, um sen aacrivo de li-
me \ enancio, crioolo, de i'> anuos pot.....mais ou
i......os de idade, oslalura resillar, groeso do corpo,
ohaado, olhos grandes, pea tarsos, porem limpos,
tnoderido no Tallar, ladino, desembaracodo. denles
sadlos, sem sisnal no corpo de lersido raslisailo :
Mip|H"ie-sr ler ido para os lusares do Gibo, onde ja
fui una vez. Itoaa-se aos senderes capil.lcs de riiin-
po, uu pessoas que o encontraren! de pesa-lo, c le-
>,i-loiioahaivo iissisnado morador no engenlio No-
vo do tioila, comarca do l'o d'Alho, otiao.Sr. Jo-
se da Silva l.o)o nparmazem da ra de Apollo, n.
'2. que receber'a jihi-ihmi de graliliccao, e lambcui
se d.i nielade desla quanlia, a quem der tuna noli-
ria cerll do lugar onde elle esleja, que se elleclue a
ua prisilo.Joui/uim do e'jo arros Ptttoa,
Pcrilen-M' um camio Iciasiniiiilm
de urna lanterna de oatro, icndo lito
(.anitii por dentro una molla de rame,
o i|ital se perdit da .iHiiinlr;;,! a rita la
.Cruz, edesta a ra do Mondegoi a pes-
soa qtie o acliou cu (|Ucr reitiUiir, lc-
vc-o na na da Cruz n. SO, primeiro an-
dar, que ten! bemreconlpeniado.
rTtIaa Wde um boin eorneiro, qned llanra
a sua boa conduela: na ra Nova u. 39, primeiro
ailar.
A mesa rcjjedoia da irinaudadc de
Nossa Senliora lo Knsario da Boa Vista
leva ao conlieciinento de seus rmaos e
lev otos, para sr ili;;n,nrin leconipari'i ir
salitrado l!l do oiTenlc,pelas qtintio ho-
ras da terde, paraassistircm a lseiicanda
menina Senliora, cito doininrro asna les-
liMilade.
Pela primeira vara do juitodocivel vai a pra-
ea uo dia 21 do crrenle nuv, depots da auilieneia,
nina l\|ioKraph9 ceinposla dedous pelos, e diver-
-a- fonte-s de lvpos, enjo inveolario sn afha na man
do porleirn, por oierucSo dos berdeiros do coronel
1.....(tiini Jo-e I.uizile Soma contra a viuva e litr-
deiros de I.uiz tsnaeio Ribeiro Roma, escrivo San-
Ios, avaliada pela quanlia de i:.VKWXm rs.
Imite
-euluil.i.
eda com cubos de eeilltl da ludia.ililos com Cirira-
liuas, dilosde annacao de ac, col lico. caSlOea rie
loailim, benoilaa e outros.....ilos ubjeelos dos mais
modernos e Mirlado-, asaim como Ifouu lamben!
um lindo sorlimenlo de -da- e pnnninllos para ru-
in ir qualqner i.....trfs usada : todos estes ubjeelos
inouiinnadns.cnicei lani--c com asseio.e proinplidfio,
pr piecn- iiiui razoaveis, c mils biratodoqueeni
nili .i qualqner parle
: vendem-ac em porcaoe a
da Independencia, a. 36,
Manoel Jolino, chocado ltimamente no-la rido
lli-niis Inris une vnideiii odito " "' '""S lJU' 'I'" *.....'" """ i,......m. irouic com -ico, un. rico ecompio......rli-
enero. [ment do chapos de ral, lano le seda como de
A irniandude de Sania Riiu de panninno para homei
Csala, por convite do S. Esa. Rvim.,lem d
paiibar a prociasao de Corpus Clirisll : pelo que ros
coa lodosos irmaos queirain comparecer na igreja
as :l Iiim.i- da larde do dia MI, alini dn.eucnipiiiado-
aciniipaiiliarinos a prodila prociaslo. l'kritlorSo
Santiago de Oteita, eacriefio.
i) ibiiso asaiguido la/ sciente, que perdciiuo
dia5 pira6do correnle urna letra de rs. I80$||0,
daeni I."i de ou i ubi o-oh o m. Joan Caseniiroila
Silva Uacliido. eslindo j com o iceiledo dito Sr.,
e como valia nenbuma lenha paia queni quer que a
arhou, sendo queira enlreca-la, dirija-se a ra do
Qoelmido u. ,'li.
Jo*6 Rodrigue* da Sllca /for/in Companhia,
l'recis.i-se llugir un sobrado de mu aiulai ,ou
um primeiro andar (pie lenlia comuieilos para pe-
quea familia, as ruasdasCruics, Cadeia de Sanio
Antonio, larga do Rosario, Queimado, paleo da mi-
tri/. c dito lo ParuilO, c que lulo evreda de ItWMHI
is. inensaes: oesla lypographla se dir quem pre-
cisa,
Mobilias de aluguel.
Alu^a-sc cHeclivaiocule .....billas rompalas, ou
qualquer peca separada, e lambem m alugim cadei-
rasem grandes porcOespin oflkios ou leslividides
parlicularis : na itia Nuva, aiina/.ein de lia-tes do
l'iulo, del'ronle da na do Sanlu Amaro.
l'recisa-se de urna ama de leile, pala ainamen-
lar um menino de ilous meses ile idade : p.ica-sc ge-
uerosaineule : na ra ra do Apollo casa da esqui-
na cuna eulradi coufronle i ermids ilos prelosca-
llueiros.
i,\iiiMiH'iiimi,ir/hnmiia
A directora convida aos senborea aceionislas o
siiliscriplnres a pagarem o que devein ., aociadlde,
aleo lili! do correnle me/. Sendo o cabinrle nina as-
so, -iacau que lem por lltn promover a iiislriicnlo pe-
la leiiura. ncci ariamente para islu precisa de li-
vrus, e ruino estes nau tu adqiiirein senao cornos
iiieins ucees-arios, perianto appella pura US associl-
dos, pedfndo que innuim so presente cunvite.
l'recisa-se ile una ama para dentro de rasa
que saiha ro/iuliar e encoinuiar, para casa de pouca
lamilia : na ra do Queimado n. 53,
i o mi \ no ii i o ni Janeiro.
IVld prximo paquete ilo ni espera1
mus ;is lisias du lotera ciuarta a bene-
licio do Asilo dos Alionados <>s paga-
iiicnios iliis premios ser uo elrectuados lo
jo i|tie se ler u disti'buic^ao das lisias.
A tuga-te arma/i'in, uo qual satupre leve la-
lirrna. c DO inesiiio lem annaijo: no palco do Tn-
co n. 139] tratar cora n hbu propretaro Jn;i(|uin
i.npf- de Atmeida.
Vil PUBLICO. I
No armazem de fazendas bara- m
tas, ra do Gollegio n. 2, p
vende-se mil romplelo surtiineiilii
de l'a/.endas, linas grotsaS, por
liceos mais liaiMis do <|iie em un-
ir qualquer parte, tanto em por-
eocs, coino a retalho, afliancando
se aos compradores um t preco
para todos : este estabelecimento
abrite le eombiiuiio com a
rejo.
No fabrica de chapeo d sol, ra Nona n.
36, defrome da Igreja da Concelcao do
Mimare.
Jos Pradines, leudo-se resolvido |unlara.....n
estahelecinieiilo de riilihiia una lalnica de cba-
peiisde sol, lem a honra de participar ao respeita-
vel publico, prinripaln.....le -eu- tregese, que
acaba de recelier pelo ultimo nivio chocado do lla-
\ re um lindo sorlimenlo de chapeos de sol, tanto de
seda, c.......de panuinlio para hornera e senhora.rii os
CliaptO de sol r.....cabo de bamb, ou ci.....a da In-
dia ; ditos ruin cabo de huiro, ditos com caricaturas
as mais curiosa-,ditos com arinac.io de ac com ricos
t.i-.ee-. ditos pata senliora, com ricas franjas e
cabos de inarlini. e nutro- inuilo- ubjectos, os quae-
si'i.lo \eudidos por proco-iiiui cominodo-: r.dirieam.
e euuserliin-se lodos os diloa olijeclos com aeeio.c
promplidlo por preco mais barato duque MI <.....>
qmlquetparle, K continua -einpre a labrirar bri-
lles, esporas, e picadeiru de costo, a comerla nulo
oque he lendciile, sen oflleio lera resolrldo lani-
bcni pata ser nriis commodo a -na iregUeZil de
nt>craranli{io loil.....-dias com pcrleleno.
tjs,H^tafev'^'4 -?$?*!> v!B>lla$S$
. CO.NSI LlKI CENTRAL UU- {
MEOPATHICO.
N. II
Vi
$
m
\. I I lina las Crilet
Consultas lodo-o- dias de-de as H hutas
da manilla ale a- 1 hora- da larde.
Visita- ao- domicilios da- J hora- i
diaule. i
Na ntnleslias agudas c graves a visitas *^
serAo feilas a qualquer liora do dia uu da ^>.
'-i
iioile
As senhoias de parlo, piinripaliuelile, W
-eiao si.cciiiridas com religiosa pronip- j'
lid.' Wf
maior parle das casas eoniiiiereiaes
infjlezas, l'ianee/as, alleinaas e snis-
sas, para vender l'a/.i'mlas nuil em
conta do que se tem vendido, epor
islo ollerecendo elle maiores van-
la;ens limpie ontro qualquer : i>
propretaro dette importante *-
tabeiecimeilto convida a'todos os
sens patricios, e ao publico em ije-
ral, para pie veiiltam (a' bem dos
sen interesM) comprar fa/endas
baratas, no armazem da rica do
Collcgion. i, Antonio Luir, dosSaiiloi.
O Sr. rrancisfn de l'aul.i Thendoro Baral,
queira Ir a ra ilo Kanaeln. 15.tMIhrrme Selle.
I'rrisa-se de niear una prela rapia para
casa de familia: quem liver aunuiirie on dirija-se
i roa do-Vicario n. I.
Prerisa-se de urna ama para comprar, rozi-
nhar e engommar: inriiido Qaeimadn. loja n. ill.
V

i
s
1
(^i br. Sabina Olegario l.uilgtro l'inho. v;
(a>g>*jj> av3,*H**** ^*>Ht?)
SVMIS.
SALSA l'AKKILIIA.
Vicente Jos 'ii- Brilo, nico aponte era l'ernam-
l)iin> le t. J. I*. S..uiil>, chinilro aoierlcanoi Uu pu-
blico que lew elieaailo ;i i-i.i praea una grande por-
r3ode Iraacos tic anisa parrilha de Sanaa, que silo
verdaderamente falalHeadoa, o preparados no Hiu
de Janeiro, pelo que ae dovem acaulclar ncooau-
nildorea do lita preciOMi lalisroi.....lo ealdr ne^ie
ensao, lomando as fuDeslas consequeuctu que
-riii|nc coslumam Iraaor >s inedlcamontoi raklfica-
iln> e elaboroUoa pela inflo daquelli ?-. que antepoem
kui intereawa aos malea 11 etlrauM da humaniuade.
Porlanlo pede, nara que o pubUcoaopoesa l\rar
desla rraude e dislinuua ;i verdadeira naba uarrillui
deSandi da ralalfloada e recentemeute aqu boga-
da ; oanauneianle fi/. \er pie a \crdailcira se yen-
do noicamenteem aua boUcUi na ra U (Itineciniu
do t;- lie 11. (il ; e, nlem >l receloario ijue oonv
|iiinli,i cada frasrn, lem eiiiliaixo da primeiro pagina
eu Domo impi-ewm, e uo achar ana Hrmaemma-
nuscriplo >ulir: o hi\olloriu impiessu du menino
ii.iru-
COASILTOIMO limiHll'VilKH.
Gratuito para os pobres.'
No Iterife, na do Trapiehe Sovo n muero I i
O l)H. CASANOVA lem aberlo oseucon-
sullurio 110 Recite, onde poder ser procu-
rado a qualquer hora do dia.
.V II. A- pe-soas que nao harem pobres,
|tagarao pelo trtame uto de "i a awvIMO rs.
lulo evreilendo de dous me/.es. i_____
&aamBaWas m$^&jp&
Ahiua--- um sili cm B('IpiTh' de liauo, cihii
r;i.-a para familia, wtriharia para Ir* cavalliw, urna
|tf ini.i de cnpim e casa para laherna. DOfB lodo* o*
pe Iruccs, t* > l\y*r de se ra/.cr BDUHo l>ni uejiocip,
quem a prelenlcidirija-*e a ra estrella lo Itoaario,
luja if Iraale de lotS Moreira da Silva, que adiar
ci m quem Iralar.
Desapparecerura bu diasduascanoa,
Sendo nina ici|iifi:,i i' outra jr.tiKii' :
pessoo (lueakaclmrdriia-se a i-avetsa da
Madre dejDeosn. 5, primeiro
10 borasasida tarde, pie ser
pensada.
ATTBNCAO, K1CO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Gbilfnou. dentiata receben auna denii-
Srice do l)r. Pierre, esta amia nnilimila romo a 1110-
llmr que lem pppareeidot (o lem mullos elogioso
scu autor, lem a propriodaue decoDaervar a boeea
eheiroaae presenar las dores lo denles: tirn o
goato doaagradaiel que l em cera I charuto, al-
aamas gotaa desta um copo l'acua aSo wfilcieh-
ie>; lambem seaehaii p leniifiiee eicellenle para
1 conaerAacSo i>s denles: ua ra larga d Roaario
11. 36, tegundo andar.
Precisare de umhomem paro ii-
balhar na ofiicina de serrador: na na
larga I Rosario, 11. 16.
No dia IH do correnle, depuis da audioueiado
Sr. Dr.jnix do cifel, lie a ullima pra;a em de aor arrematado o engenho Sania Hita, site na
i freftueila de S. |aOurenro,eeat avalfado |wl quan-
lia de8:00#000 t*., por eiecucfiu de joa Aliouao
Kerreira, e miro contra Manoel Iranci-ro de Bar- '
n-s.
Domingo, \'-\ do eorrealef deiap|Mreceo o pro- |
lo de i.;i< ao. de uotne Joatpiini, le :( a in annoi de
idade I lovou camisa de chila e ulra de bala en- I
carnada; lie cejo de um 0II10. l*>t eacravo foi do
Si. Manoel Joaquim Soarea, morador boje na Var- j
zea lem oflleio de padelro, o coaita andar pelo
.Vfogadoou Poclnho quem opogar, love-oaruada
Sciuala Nova n. :W, padara. pie ser reeompen-
aado.
BOTICA
RWL HeiMPATHlCA
O "il rna da 1 'adeia do Recife, I. andar .'il.
K2 Dirigida pelopharmaceullco approvado,
> e pro(esor em bomeopatbla Dr. i".
5?- de P. Pires Ramos.
.Nesla botica se eiicoulrain os inelhores e
gi inaisacredilailos inedicimeiiloa hoincepatbi-
"i,% eos. quer em Blubulos, qur eni linluras, ui
i preparado- rom a inai- e-crupulosa evacli- WQ
1 ,l.i,i. pelu pharinaceiilico apprnvado enrole-- g
aflj -,n em liuiuoualliii lir. I'ires Kimos, sbb a- Lv
33 iiidiacuc. do Sr. Ilr. ,-aliiuo. eoni quem ha jl^
; ( pralicaii,, ha \ auno-,luda-as ierras da phar- u,C
>^ macla hoineopalhic.i.
i* II- inedicanicnlos desla botica, cuja ellio.i- U,
K ra lera sido verifleadl ni longa praliea do K.
j-^ Sr. Ilr. Sabino, e reconhecida por bula- as P
i- pessoas, que dcile- tem feilo oso, esercein n
;' una urillllle v.mlaueiu, sebie lodos US que fci
i' poi ah se .eii.leiu,. (Ljuial e.....isle lanln na J,
j proniplidau dos seu.Wel(o, cuino na qua- .4
> lid.ide de -e conserfnreirl imiil" lempo sem ;,'
::, sollrereiii a menor aMercii ; o que os tur- aX
jd; na milito rccouinicipliveis, prinripalmenlc P*
'<,'{ pura o malo, onde nem seinure lia acilida- |v
de ila provisto ai notos uiiwlicaiueiie.
jj Enstem carleiras de ......licanienlos em R
m tubo raudo- de lino crvslal ele dlflerentes H
,^ procos, de-de lifijOOO li tKfNU conhimie o Sf*
;.ii numero dos incdicanienlos, suas djnaini- u.
I saroe, e rique/n das caias. ^
Jjj Cada \idiode tintura daquiuladv-
'i' namisacn........NKSI '-
H Cada tubo de medicameii......ISOOO 6|
S .\. il,IISr, Di. Sabino Olegario l.tul-e- 2
iM ro l'inho -o presta .1 dir eaclirecinieolos 1 m
^5 ludas as p,.....as, que couipraiein tuedica- BX
y lucillos nesla Indica, na ruadas Cruies. 11. iyi
-- (I capillo da barca auiiricano Orrn Ta/I, de-
claiai|iie ufiu se ic.-polisahili-a por divida alcillua
de sua tripularan.
A mesa reaedoradi IrmandidedoSintminm
S.oia......1I0daTreaueiia de S. .lose, rosa aos seus
caii-sinios irnnlos pura se reiinirein ua larej.....ilri/,
no domingo, ai do correnle. pelas :t liJ horas da
larde, aflm de aconipalibarein a prorisso de Cor-
pus Cbriili.
t) capilio do patacho americano Homar, de-
rlaraque nao se respunsabili-a por divida alumnado
sua lll|inlaoao.
Titulo de residencia puru si-iiijh-c.
(Is diluiros esliauueiros que quiwieui tirar us
sen-Ululo, de residencia para sempro, e por preco
mais rommodo que oolro qualquer o podero lazei:
dirijatn-e a ra do Trapiche II. ib, laherna da esqui-
na que volla pal,, anta des Tailueiros, qm- llliiclll-
tilo a peoa rom quetn -e dovem enleitder.
Oabaiso issignarhi Catscienlc aoreriieilavel
publico, que .lo-e l'ranci-co Martin- Cabra! deivou
de ser sen eaueiro desde o dia Ib de novembro dn
rouenlo anuo./.",': h'rrire di- .inradr.
OiiIcmi terceira doCarmo.
A mesa regedora da ordem terceira iloCarmo
convida a loilo- 11- -cus inn.io. professOS c imvicos,
a coniparereleni na igreja di mesilla ordem, pelas
tres horas da larde du dia -Jl do curenle, para,
paran.....huios, acenipanharini a procissao deCor-
pus Cliristi, por a--llll haver pedido S. Ese. Itllll.
O Sr. acadmico Fcrnandu Maraiihense lem
caria- na ra do Crespo ti. II.
A rae-a regedoia da irmandadi-
do Divino Espirito Santo di i.uuceicao du- Minia-
res, convida a hule- os seus iiinaus para -e acharem
no douiinuo. liO do crrenle 1110/., pelas ;l lloras da
laide.ua mesilla inreja, alini de eneurpniado- acein-
pauliarema procissSo de Corpus Chrisii. pan 1 qual
houve convite de ua Emiia. Ilvnia. _____
M AVISO AO C.O.MMKliCIO.
y\ Otabaixoatiigundoscontinuam j
^S 1 iiiuiquear i todat as cIhmci etn (^
jjl'nil OS SIMIS SOI'lillK'lllOS If lu/.in- t*
ilus por baixoi preco, nao me- S"i
dos de urna pec,u, ".....na dttzia, (-.
i dinheiro, ott a prazo. conforme t
se aiuttar : no sen uniiii/.i'in la fjj
praea do(orpo Santo, etujuina da
Illa lo Trapiclic, 11. 48. Kos-
tion Booker iSt Companliia, nego-
ciantes ii';;li'/i-s. Os ncsiiiiis a vi-
sito 10 respeitavel publico que abri-
niiii no liii 5 lo correte me/.
sua loja le (azendal da rna lo Col-
tioePaMeio Publico n. I">, iM'Ins senhores Jote Vtcton-
de
O. anasrlyrea p.rb.c.m, .uu. d. ii- TODOS 6S S..BBAIM1S
berdada, ua daaa ismruoo'ae anulad na | ,i0,u arri-8e e pratelrm-ae, por meio de
1710 MI7, por io pMii.no ( j ele(.u.cda(|u, quaes<|uer objectos, licau-
Ae^.iVibr'a'ioi .p,m"ira'parie.iesioi,n-|dQ1*rfen.mente semelliante. ao metal
Eirlanle o curioso Iralialho, al boje indito, (lea j|,|jt;nlii, 1; trndo a vantajjem de mu lia
i.uiaplua de lodos os pernaubucanos l>reeii.iiieii- ma,u(.80i j,,,,. pmp, commodos : u Ua-
tarcm Oelouche, reiojoeiro, na ra
Nova 11. II.
les que enlraram, uu de qualquer modo se eoinpro-
inetleram na revoluco do nutscales, o ua da pre-
lendda repblica de 1817 escripias as arlles
de taes homens no silencio do gabinete, por um pa-
dre dosuossos dias. o que ainda lioulemcoiiliecriiios
Indo na connregaro do oratorio de S. Killppa Ne-
iv. eniiii, um dn ullimos, e maisesliniaveis ment-
hros .Ir -a veneravel rasa. O padre Joaquim Dias
licivu-nos ver esses caracteres lu overa com que
os encara, desenhando-ns a gratules traeos ; e lerao
lie sem duvida um grande merecitncnlo para a
poslcridadc. quandoos biiuvcr de julgar serue :
o desaliuho do hisloriador.
Nao lia lamilla em l'ernambuco a quem elle pe-
qiienodiccionario histrico nau diga respeilo de tnais
ou menos perlu, e a quetn por isso nao inleresse v i-
> lmenle : conten ntis de tiOO arligos.
Arba-se a venda no paleo do Collegio, ollicioa de
encadernacito.
28 i
BA DAS CRUZES. *
n Noeoiihullorio dn proTessor liumeopallia (jj
a (i'issel llimonl. acliam-ae a \euda as obra*
y) seuonles:
* Seuumla eilvo dos elemenlos de lio- ,
J moopalhia ; re\isia, SoMldeTavolmonte
W auiiicnlada, e rediuida de pnipnsilu para I
boa f i

'S u* prinripianle pie qtii/.erera de
'',' e^perimenlara nova medecina.
\) I i.ii.iiiii'itlo linuu'opalliieo das
*> molestias \enercas, para rada um
w* poiler rurar-sc asi inesno.....
&) l'alliosenoiji dos medieainenlos
7+ holopalhieos lirasileiros e |mso-
j} lnuia lionietipalliica, uu admiiii-
A\ liara daa dnses..........
W OUHAS EM IKA.NCE/.
$) Uieeiunarioroigplclo le nietli'-
/! eina................
y*? Orcanon da arlederurar. .
Ufit Tralainuiitn das molestias rluo-
nieai ...............
Noxo manual completo do l>r.
Jahr.............
Memorial lo medico Iraroops-
llia................
Medicamentos.
lina earteira rom us J prinei-
paea niedlcamenloa tuim- urandes
e a aegonda edculo doaElemenloa
de liomopallua.......
t ina earteira rom os -J. princi-
pan modicanwDloa.....
Grande orlimenlo le rarleiraa
le lodoa is lanianlios par preOM
eomnvoAtfmioa.
I lubn de ulolmlos avilhOS
I Iraacii le '; onea de tintura a
eaeolhs .........
ICKKH '
lOOO,
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IHC4MM rf,
78DUO^
189000 J,
I iiOOO ($:
3SUUW <#)
i
O0BU00 .7,.
JS
lOtjOOO ^
COMPRAS.
Compram-sc ossos d peso : no ar-
nuieni mos, travossa do Carioca.
Compram.-sc elTelivamenle Irasles usados, a
laiubctn Irucam-se por novo : na ra Nova, arroa-
em de Irasles do Pinto, deliotile di roa deSaulu
Amaro.
Cuinpram-so eserlvns de ambo o Mos, coro
habilidades, ou sem ellas. paga-Mi bem agradando:
na ra da Clnria n. 7.
Compra-ae prala brasileira c hes-
iaiilinl.i : mi na In Cadeia do Recife,
tija de cambio n. 2V.
i......i'ia -1' um niulaliuho de Ib anuos pa-em,
e alein desle. escravos de ambo o sexos do 16 a
tlaniios, com habilidades, ede bonitas figura: ua
ra dn Trapiche Novo, n, 1i. primeiro audar.
Coinpram-se vaccas criolitas, parida de pouco,
dando de Iros a qualro garrafas de leite, .paaiu-sc
bem: em Santa Auna, sitio do fallecido Silva A: C
ou lio pateo do Carmo 11. 17.
VENDAS
Na rna da Crux m. 48, prlaaelro andar.
Temi que demorar-se alcuiti lein(io tiesta capi-
tal. uerecc-se para fazer qualquer obra relativa a
sua arle, como sejam : siteles e carimbo de lodas
as quididades, di.licns, latrairos para urnas, |ir,dea-
ibw e donrados. abecedsrios e nmeros de lodos
,,- i.iiiianbus, etc., ele., com brevidade, pcrleicao e
preco conunndo.
.luem qui/er possuir um hmii selliui patente
ingler. com lodo, u--cu- apparemae, |irocurc na ra
do Solio n. '2'J. Na nif-ina casa lia ontro sellini usa-
do tavohem palele iuulex, e ninas cabreada de
trinca iniiiiii imiiiia- roas botolai, para enasnanlo
de iiiu bonilo ravallu em dia de na.
Offereoe-sc um menino brasileiro com l:i an-
1 aiiciro de loja de lazenda, de lerragrn
......11111I1/.1-. di liador a sua conduela : uu ral da
l'rata de Santa Hila n. 1.
.Maiioil Jote 1 lt; Si-
tara VCIIlll'l'l'lll
1 retalho.
i--e de urna ama ,1c 111,1 : na 10a da N-
lcdade 11. 33.
Kuga-se ao Sr. Antonio Jos da Cosa, que 110
dia III de ,ii lio de IKI eiupelihou a I). Rosa Can-
tiltil da l'etiba mu par de brincos c dous annelcs,
baja de diiiaii-se ra da l'raia do Sania Rila, -li-
brado confronte ao deposito do carvo de pedraad-
verlindoae nMsnw saabor, que se da dala desle s IS
.lias tolo vier renii-lns.seraii vendidos para sen pi 111-
ripal ajaros.
rreci-a-si lie nina ama pata 1,-cvico lie 11111,1
casa de iiiiiiln poma familia: na travesa da ra do
IJairrairtl n. 7, por delra da l'rara.
__\a padaria de dcli .1/ da matru da lloa-\ i-la,
u. :li, precisa-se de um bom forneiro.
Ht^^fi>'a>6kt!!VteV^:^>^^!
Aluua-se no aterro dos .Afoliados a casa eler-
renoOjUO l'<>i do linadn AKaro; ullerceendo i casji
Brande* commodidadoa a por modaooprofo, Tam*
liem ie afora o lerrono na rrente da meama casa: a
ii.ii.ii com o seu (iroprielario Antonio l.uiz Je
Freilaa.
Allcnro !
Na casa de bllliai la rna da Csdoia le Sanio Au-
liiniou. I, por bailo doaobrado lo (loado mar-
que/ do liedle, llavera' noa domimroa, Iorudaa -i>
lutr;i> da manhOa em laiile. cale Com leile, e prel
do mellmr pu>si\et, falins cele; Ha larde lnnn
e bem (eilo |H)flim, luduroin mallo
lento la rapaziadn.
Antonio Joad Uarbuaa ratra-ie para l'orlugal.
Mofina seipindii.
Pode-ae encarecidamente no Sr. autor da mollna
publicada oeale Mario n. MI, na pial aaaignou-ae
I 111 11 Mi.io v 11 pie leulia a buudade ilr n in-
finitar com a aua mollna. declarando au respeita.el
publico de que Inrma ru.meira fura ni ronclnidasas
elei7oeada irmamlade las Almas da malrii do Cor-
po H.111! do Hecile, islu lie. se ellas (r.iui relian nu
eenaialorio ila ioreja, como manda o eompromisio,
e comodelerminou > Sr. Iir. Utit doim-I o |rove~
dor dw residuos pelo >eu edilal do U d correnle
un /. pnbjieado por tafo Diario n. i.>.m na rasado | lUanguiutia
Sr.juia da Irmandade rumo S. S.suppunlia. I)e-
clarando igualmente, no caso de saber, em pie ea-
lado i encentrada a receila e deapeza la dila ir-
mandade pora ilesenuano los Inrreduloa.
o mi i'su iie faeno.
\. !iein> Beroard vai a Borona.
Perdeu-se nodis l5docorrenlo doPo^oale
aCroi de Alma. 1 espina de prala cumeorreeole:
(piem a adiar, pude leva ao silin iln Sr
ihi'ii-. un Vuvi', ni no seu oscrpiorio. ra dn Tra-
piche o. 16, mese Ibe dar <> Valor do DSOamo*
Precisa-se alonar por dODJ me/e- um prela
robusto para iol<> mntyIcoj, e 'pie seja fiel: quem li-
vor annuncie para ser procurado.
O Sr. Jos Francisco Itrandilo queira procurar
lima carta viuda do Porfo pelo vapor m. :.v : na
i ii,i da Sen/ala Velba n. !*H.
Aluga-4e una casa no Caeliaugu : quem pre-
cisar procure na Iraveasa Jo Carmo, outi'ora boceo
lo Sarapalel n. 17.
\fugam-ae colus: na ra do Eucaolameuto
o. II.
'Mi; | NI. i;.-i vii I
Su dki 1 lo con ente, BS i \\' bora- da (irde.na
ra do Uvramenlo n. t, cm proco publica du Sr.
l>r. jiii/ deorphflna '.'. aupplenle. lem le aerorro-
hi.ilado |ior sera ultima pracOi osili> de trras pro-
priai e sobrado lie um mular da rna lo Hospicio,
terleiicente ao casal deJoaoOiorio le Castro Ma-
riel Uonleiro, para pagarneuto doacrodorea ; staa-
ie0| Itom estado o orondea commodoa do Mbra-
do por ler de frente 61 palmos o l!5dofomio, co-
znlia fra, coclieiras e duas cacimbas, lattmiede
h.iiilin e -iii" lodo murado, com aliceices no rumio
para um sub julo, o bai\> preco par que fui afora
avallado lo Imhhv-WO, oOereco \aulauem aos pre-
lendentes quO quiersm pOMuIr urna boa proprie-
dado, e compsrecerem no mencionado da.
I.iii/ fiis oDamiau Insollingm a Companhia
p.irliripam ao publico que abrirn, sua casa de fa-
rer carros nuvoa e coucerlnr qualquer obra pie per-
ii-nr;i a aeu oflleio, o qual promeiie iervlr aeus fro-
Buczescom a maior brevidade possivel. qosm se
quater ulilisar de seu preslimo, dirija-ae todos o
dias uteil, na rna VelllO n. I7.
Aimla est para aoalogar, on mesmo para so
vemler, a podarla di ra Ke.d jimio ao anguinho
n. -17, rom to.to- os mmis perlences, por preco com-
motlu : a Iralar lunwsma ra. casa n. o.
ltiiin.ii) Antonio da SiUa Alcntara, responde
il Si. Jos llcnriipie de Ca valbo, que a letra du
lUOQOtK), aque se refere o seu innuncio do 18de
llOVembro* nSOeol perdida, nem nunca OOOlOVOi c
-un oklsle em poder iSo sonuneiaiilo por Ibe ler sido
dada pelo mosmo Sr. Carvalho em pngameoto de
maior quanlia, ron forme o Icatomunlio *le pessoas
lidedi-ina-, aendo que ua bita fe o iinuondiale a nr-
cebeu sem o einloro do Sr. Carxallin, do qoal leixlo
ltimamente esiajdo o engomo, rile ae roeuaoo lemlo que Iba nao poda tDtii Ihi.o sin aohr. Tos-
i Jnior, a quem dovia mullo maior quanlia, eque
nn caso do annuncisnle Ibe nlo r.i/er entregada
mesma letra, quola rocobor urna seuumla va ana
aceitantes, allegando ter perdido a primeira, o que
agora rooliaa. e como *> smroncianta tem de fnzer
licuar eale Tacto ao loiiberimcnlo da aufoiidade
competente, nflo pela quanlia mas pe > piocediincu-
lo doSr. Csrvalbo, fa o presente pura pre\enir os
diloa coitsnjes Je nao rastrosa pagamento de seme-
Itianle quanlia, om quanloseuAo decidir o aocjAo
que val nleular.
mnibus.
O abaiso assignado faz Kieutefao publico, que io-
dos o- rilas que Dio fbrem louiiimo e dios santo de
Qiiarda, parlir.io doosogrraa-->Oronlbuadama da
Cadeia, cochelra u. 13, do Sr. Caldas Mus, paren
Apiparos; um as i e oulro as .' boras virSti doqnella povooojM) para eatteftario, amas"
a oulro ss k boras da raanliia, sendo daa 1 e k b |
r,is para os ossignaHios, para > qual ainda M i((-
Ikmii a--.il! mi turas, e u das .") r 7 liorus para us |ia",i-
geirosuio assignautea
FOLIIIMIVS HU 1854.
Vemlem-sc Iblliinbas le alpibeira, por-
ta e padre pora oniinode 1854, impres-
sbi nesta typographia : a'sdims primeifas
lita' rciinklo o rcgiilainento dosemolu-
mentot imi'ocliiaes: 1111 pra;a da Indepeu-
ili'iK-ia livraria ns. (i o n.
Arte de msica.
Vende-so a arle de msica, ailraltida do diversos
aulores, |,ur lbonta da Cunda Lima Canillara, A
721) rs. cada uuia : na prac da IndependeDcia, li-
s i .1111. il. ti o K, un |iateo do ColleRlo, loja do Sr.
Ilouradu, e ua ra da Crux no Uerife, luja n. 06.
Vciulcui-se garrafas vaz.ias, e.bar-
ricas com emento de boa ipulidade: na
ra do Trapiche n. 11.
Vcude-se unta earrava crioula, de'J anuos de
irfade, sem vicio, i,.....acbaque: na ra Dircila
n. O,
Mil l.lil \ DO KIO DE JANEIRO.
:000f000 de ra.
>> Na casa leliz dos qualro cantos da roa do Quei-
IS ineios, quarlos, oilavos e vigsimos da 1. lotera do
Asilo do Alienados, cuja lisia se espera at o dia
20, a elle* que eslao uo resto.
Vendaras, cosins para cobrir sellins, sondo de
ludio e o pceo de .i-wsi : na loja de l.uenda da
ra du Crespu au ladu do arxo de Sanio Antouio,
n. :i.
Ao bom e barato.
Na ra do Crespo n. 10, vetidem-so palitos de al-
paca pela, turrados de saruelim, por 7900 e 99U0
is..dilos de core-, ,i 7,-sHlK), de casineta, a 99000 rs.,
Hiperiorca de casi *'iia c panno, a licOOOe I^MJOO
rs. ; a vista da la/cuda, o preco convida,
Encelle para cabaca,
lio la con-1 dos mais modernos e ornados tle Hniciubos dolor-
1 cal, poi proras l,io baratos, que so .i vista se diro :
venoam-M na mi Nova, u. II.
Silampas,
roloriiliis e de ruino, de pequeo e alto punto, das
Seuboras do Carino cCoureicau.os Coracne de Jc-
-II- c Alaria. liece homo, descida da Cruz, ele : na
tua Nova u. ti.
Vende-se una Canea de ca una piulada de uo-
lu, que nena de olio a des pessoas: ua ra ltpc-
ii.il, n. 39,
\ endenv-se dous terrenos proprios. bous para
edificar, nm sitio na na do Sobo, lado do Su I com
'ill piibnos defrenle. o ottlrn ua ra Keal junto ao
itlre a ntradl di Cantboa. rom -.V)
palmo-do l'reule, o fiindii alo a dita Caitiboa, oude
-e podcui fazer con, puucu casto evcellenlcs viveiro:
a tallar na praea di Boa-Vista, bolira, u. li, que
se dii.i quem vende
Vende-se un casal de otemos sondo o prelo
loni serradoi, e a tnullier do niesiuii lem algnmas
liiilnlid.nlc-, una prala rom balnlidades e dous pre-
lo- puquio paraoservico decampo : ua ra da lo-
Joao Ala- i ria, u.7.
Na luja da estrella de Gregorio & Silveira, ra
du l.lueiin.ido, n. 7, ainda liroslo das pccliimlia- .i
venda, dacxliacli loja de Jos Gobni .Moreia.
liiini de lindo liranro Irancado muilo lino,
a vara............ 8S0
Hilo de liiibo Iraucadn decores, a vara HOO
Lenco- de seda p.ua tuiio, iituilo linos, cada
um............. 1ld
Molos leos le seda parauia\ala..... HU
Cortes'de ambraia do barra..... :ft|t)
INlotdodlU de ores....... AHbt)
(aOSH orn.inili/. a vara ........' Cortea de cinta de barra ...... -00
Meias cruas para bomcm, o par .... (HI
Ditas brama*, p.ira senliora mulo linas, o
par............. 3*
K nutras muila* fa/ciulas por preros muilo bara-
los : a ellas tieiie/es ipip tteestlo acallando.
Jod Hffttiro T'i.irirn Melio.
Oabiixo assignado vende sua loja demiode*
r,\st sita no alono da Moa-Vista n. i., para liqui-
darContal com sens rredmes; quem a pretender,
Bill so itinja. (' mesmo pede encarecidamente a
seu- ileM-;li>ri'-. ipif \ nliiiin s;i(isfizer-lhe seus de-
bito* neutro de f5dlaa Improrosaveh, sem u rSodesera *so aimpeJIidos. Msin que Ibe he pro-
ciso saldar -Has cenias e pagar tanibeiu o que leve.
Th'iiinit J'rreini tlr Multo* AVimii.
Alnga-se um puniulo andar, na travewa de
S, Jos, niin bOltS riiniiiitiib";.
_ A* pP"..is ipif se piopoiereiu a contratar o
rornei nenio de .ini-'' p-ira o halalbiio o. i** [h-
fanUria, aproseotarao suas pro|HHtas rni arla, na
ecrolaria rli nMomo Imtalbiin, no quartel da Sole-
.I;it|r.
X s senhoras para a festa.
Si'das oscoeons as melbores, e mais mo-
dernas que lia no mercado, pelo b.iratssiino
prende 13600rs. ocovado; manteletese
"bales muilo uramles, c meios diales, ludo
de relrn/, e muilo moderno, manteletes de
seda pelos e de cVres, curie* de eda* ada-
naascadas prelas (- de eores. rouieiras de fil
le lindo com 'piadros asseliuado seo-
do estas as mais modernas que lia no
increado e todo por prooaa rommo-
do*, na bija da esliella He (ireaurio i\ Silvei
i ra : na ra do (Juemado, n 7
v eiuleni-sc -2 ptimo molecoles de 16 anuos
mu dolas coxinha bein .diario elsva desabilo.uma
linda usgrinlia de ti anuo, da Idade, com principio
de costura; com ptimo mualo de idade2annns, f
oseratraa nicas He boa conduela, '2 pelos de todo o
servico: na ra llireila, n. 3.
vende-ae um sobrado de um andar c solao.uu
pleodoParaizo, un quintal, caciniba, e portan:
aun.un ie para -il pTOCOradO. .
MINIO HAIIATO.
Vi'inleiii-si'Siiriasc'iiin iiiIIhi milito no-
vo : no iirma/.cm que la/, trana para O
caos da iillumli'uuciiia luCaduia.
Na ra das Cruzes u. *i, vende-se um lido
esera.o crioulo. propalo para armazem deassucar.e
una eadava de naco de 10 auno-, muilo possanle,
queozhilia aluuiua cou-.i, lava de sibao, e be ga-
tibadeira que paua por dia 100 rs.
v eude-se urna leuda de marcinetro, sedendo-
se a rasa por aluiuel a quetn comprar ludu, e lam-
inan -r muden! anilinas uiadciras.ubras |ior acabar,
. I. Mmenla-: a Tallar na rus esllcil.i du Bosario
II. II.
Ao bom goato.
Na ra do Crespo n. 10, vende-se seda escoceza
de quadros de lindos padroe, pelo diminuto preco
de '2Q r., oeovado; alftaeade seda multu lina de
nina so ciir. a ."tliO rs., oeovado.
Que prehincha para a festa, na ra
do Crespo n. 9.
\Viidi-m-se cortes de casemii-a de rno-
ilciiiiw |ii1k'icsi .sODO i-I.,o corte.,
Vende-se um calaioJal meio patente, muilo
uiaiieiri, e acabado de novo: para ver r. Iralar, ua
coebeira |o)nlo a cadeia.
Ruado Crespo 18, esquina da
ra das Cruzes, vendem se as se-
guintes fazendas baratas,
cliitas clmelas linas a (islKKI rs.. a peca: .uu.i ama-
relia a ill r*.. a roxado; cliapoo- preloB rancezes a
."iffISKI rs.: cullclc-,lc vcludn al^SHIrs.; ditos de
anrciirao a MW r-. : ineias de com para meninos
a IJOOn i-., a du/.i.i: brim lodo de cor a 600 rs., a
vara: rolletes de seda de diversas quididades a ijOtS!
rs., cada um; assiin como oulras la/cmliis por baivo
preco.
Wude-seiima asecatl crioula, com '2i nnnos,
muilo bonita I jura, alse euuoinuiai. coser r coli-
ndar : na rita llireila il. KJ. primeiro andar.
Vende-se um escravo moco de boa conduela,
sem victos nein acbaque-. par preco rommodo : na
ra dn (.liieimadu u. 39.
II

I




NO CONSULTORIO HOUEOPATUICO
IIK. P. A. LOBO M0SC0Z0.
Vende-se A mellior de ludas as obrat.de medicina
liomopalliiea cj- O NOVO MAM AL DO UR.
< II. JAIIR J^ Iradmido em pnrtugaez peto
l*r. I1. A. Lobo Moscozo : quiltro voluntes eiirader-
uario* oni loas. 1)5000
O 4. voIuim conlendo a patlioReuesia dos 144
mediramenlos que nilo foram puhlirados saliirn mu-
to breve, por e*tar mullo adianlqda sua impressAo.
Diccionario dos termos de medicina, eirurgja, anato-
ma, pharmacia, ele. ele. encadernado. 19000
Urna carleira ile2l tubo, dosnielhores e mais hein
preparados glbulos honiopalhicos rom as duas
obras cima..........10)000
L'ma dllr de.' tubos rom as mesillas 43)000
lila, dila 48 tubos.......503000
Dita de I4t con h ditas......100300
Carleirasde 24 Inbu pequeo* para ali
(..ii.............I03OU0
Ditas de 1K ditos.* ........2IWKKI
Tubos avulsos de lbulos..... I3OO0
VeiMem-M pianos fortes de superior qualida-
de, fabrica.los pelo mellior autor lianiburgne* na
ra da Crut n.4.
CAL Y1RGEM DE LISBOA.
Vende-se cal nova em pedra, cliejjada
Jiojc no palbabote Lusitano, por milito
commodo preco : na na do Trapiche n
15, :u mi.i/.i-iii de Bastos Irmaos.
Vende-se um resto de exemplaies
dii obr.1 Baphael, paginas da juventn-
de por Lamartine, vendo portu.(;ue-
7.a de I). Carlos ('mido y Spano : na na
do Trapiche n. i i, primeiro unda
VENEZIANAS
Aterro da Boa-Vista n. 55.
Tem um sorlimenlo de venecianas com tilas ver-
des delinlio e de l.i.i. com raisa osem ella, e se
roncera c se Iroca as uovas por vellias, a vonlade do-
comprador.
Vendem-e relogios de ouro, pa-
tente ingle/., os melhores pie tem vindo
a este 'mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Hns-
sel Mellors Companhia, na rita
Cadeia do Recite, n. ."ili.
Diccionario doi termos de medlclnj
drnrfla anatoma pharmacU
etc. etc.
Saino ji lu/ esta obra indispeusa\cl a lorias
us pessoa h que su dediram ao esludo de
medicina, Veude-se por .5 rs.. encaderua- |
no consultorio do l)r. Mosco/o, ra do |
Lollegio, ii. i, primeiro andar.
POTASSA.
No anligo depoailo da ra da Cadeia do Recife ,
arniaiem n. 12, ha para vender miiil nova polasM
da Ku-ia, americana e braseira, em pequeos bar-
ris *lc i arrollas a lioa qualidadee preri,- mais ha-
ralos do <|nr em oulra qtralquer (..irle, se ,itlain;am
aos que precisaren! comprar. >'o menino deposito
lamber ha Larris com cal de Lisboa em prdra. pr-
ximamente ''licuados.
Grande erllmeno de pasaos aoi e can-
miras.
Na ra do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno prelo, a IfiJOUtl c 3JSO0
r.; de ourelo branca, a .IJtJOO rs.; dilo Tranrez,
.tViODesOOOrs.. e nioito superior, a liptlOO is.
royado ; dilo azul, a 23HO0. :I9200 e 48000 rs.,
nuil lo l.orn. a 5*300 rs.; dilo verde. 2N00 e 43000
rs.; corles de casemira prela intestada, a 53000 o
jOOOr.; dila francesa e de er de lodosas quali
dades, por preco cominodo.
- \vv.\\>^\\\\\:>v .
-

4
Cobertores escuros,
de aigodo, a sjni rs. ; ditos azue* c enramado
muilo grandes e cneorpadns, a l-iltOi-, : na rua dn
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vendeni-seem rasa de Mr. Calinonl & Com-
panhia, na praca do Corpo Sanio n. II, oseguinte
vinho de Marseilleem caita* de .'I a t du/ias,lindas
em novcllns crarrelcis, breu en> barricas mallo
graudes, ac de milasorlido.forroiiiL'lez
A CENCA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia-
ver nm completo soitimcnto di' inorn-
das i: meial moendas. para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixai de Ierro batido
c coado, de todos os lainaiilins. para
dito.
AOS SENHOKES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do l)r. Eduar-
do Stolle em Berln, i'inpicgado as co-
lonias ingle/as hollaii(le/.as, com gran-
de vantagem para O mellioramenlo do
assncar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junio com O melhodo de cinpre-
ga-lo no idioma portitfjtie/., em casa de
N. O. Biebcr ii Companhia, na rua da
Cruz. ii. V.
Vende-se por percislo una crioulinlia. que
sabe .'i./inli.ii lii'iu o iliario de Ulna caw, e lava bem
de sahao, lem principio deroslnra, enuonima. e he
muitoflel, nao (em virios nein achaques, lem mili-
to ln'iii leilc |iara crear, e he inenur de ll> anuos:
na ruad'Assunipcaon. :lli.
A(enca e Edwln Maw.
Na rua de Apollo u. (i. arma/eni de Slc. Calinnnt
menlus de Liitas de ferro coado e batido, lano ra-
sa como fundas, moendas iueliras ludas de ferro pa-
ra aniniaes.asoa. ele, ditas para armar em madei-
ra de lodososlanianhosemodelnsosniaismodernos,
machina Jioris 4 cavados, cocos, passadeiras de ferro esianhado
para casa de puruar, por menos preco que os de co-
bre, cscoxens para navios, Ierro da Suecia, e fa-
llas ile flanilres : ludo por haralo preco.
Aepoaito da fabrioa de Todos os Saotosna Baha.
\ eiide-se.em casa de N. O. bieher fl[C, na rua
da Cruz n. 1, algodao trancado d'aquclla fabrica,
niuiloproprioparasnrcosdeassiieare roupa de cs-
cravoa, por preco coinmodo.
Fil preto, lavrado, a .")t)(l rs. a vara.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
i Vendem-sc lonas, briu/a, hrinse meias lo-
nas da Russia : no arinazcm de N. O. Rieber &
Companhia, na rua da Cruz n. 4.
I'r injas para cortinados,
com hellas brancas e de cores, a .">tOU0 e j,Vi0O a
peca: na na do Oueimado, loja de miudezas,
n. rt.
Vende-se, a quem quizer possuir, ou para al-
3uma encomnicnda, una mocania recolliida, de
18 a 20 anuos, saliendo bem coser, faut renda, en-
^ominar e enzinhar, lio robusla, e o molivo da ven-
da se dir ao comprador : no taguado andar n. I,
do becco largo ilo Recife, se dir quem vende.
Taixas para engenhos
Na fundicao'< de ferro de D. VV.
Bowmann, na rua do Brum, paitan-
do o chafan/. continua haver um
completo sortimeuto de tai\as de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as ipiaes acbam-se a venda, por
pr;o commodo e com promptidao':
embiircam-se ou carregam-seem carro
sem despeza ao comprador.
POTASSA SLPERIOR
Vende-se por preco muilo com-
modo, no ai'mazem n. 7 de caes
.ill.iiiilr;;.-!. de Jose JoK|iiim Pereira de
Mello, ou no escriptono de .Novaes &
Com.panliia na rua do Trapiche n. 54a
Na rua do Vicario n- 10, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violo e flauta, como
scjam.quadrill.RS, valsas, i'edowa, scho-
tickes, modinlias tudo modernissimo ,
cliejado do Rio de Janeiro.
vinHo do porto muito fino.
\.u(le-sesuperior vinlio do Poilo, vm
harrisdel., 5. e 8.: no arma/.emda rua
do A/.eite de Peixe n. li, ou a tratar no
i-scriptorio de Xovae* A Companhj, na
rila lo Trapichen. 54-
Deposito deca de Lisboa,
VendeiD-ne barrsoomcal cm pedra, chcuada no
hiate Lusitano, vindo ltimamente de Lfoboa, e
polattsa americana, a dO r*. a libra : na rua la Ca-
deia do Hecife, loja n. 50.
Vende-se miiili superior farinlia de Sania
Calliarin;.. o S. Malneiis. mi'did.t a visla do com-
prador : a bordo do briaiie biasilcir Midil, luu-
ileado |erlo da AITandeua.
Vende-w ola muilo hoa, pelle de r primeira sorle, wleiris i|*> ramaubn e itennas de
ma. ludo cbemido acora do Arara!) : na rua da
Cadeia do Kfrife n. W, primeiro andar.
Na rua do Vinario n. 19, pumeiro andar, lem
venda a nuperior flanella para Torro desellin*. ehe-
uada rcrenlemenle da America.
DAVID WIIJJAM BOVVMAN, encenheiPo ma-
eliiiiista e Tundidor ele Trro, mu respeilosamenle
.miiiiini,! ao* senhoren pmpriel arios de eniienhm,
Tazendeirm, e ao res pe la y el publico, queoseu esla-
belerimenlo de Trro mo\do por macbiua de \apor.
na rua do Itrum pascando ocliaTaii/, ronlina em
eflerlivo e\ercico, ese cha roniptelamenle nionliulo
rom apparelbos da primrira qualidade para a per-
Teila i iinh'i'iMo Habilitado para emprebemler quaosquer idirasda
sua arle, David William Itoumau, deseja maispur-
lirularmeule rbamar allencart publica para as se-
Kuinles, por ter dellas urande sorlimenlo ja' pronip-
lo. em deposilo na mesma TiindiraA, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem competir com as fabri-
cadas em [i.ii/ eshanceiro, lauto em preco connt cm
qualidmle de materias primas e mao de td>ra. a
saber:
Macbinas de VIDOT da melbnr conslruca.
Moendas de raima para en.UM.bos de lodos 08 la-
manbos. movidasa vapor por nena, ouanimaes.
Kodastle amia, inoinbosde venloeserras.
Manejos indfpendcnles para cavallos.
Bodas denlatlas.
Acuilbcs. bron/cs e rbumafoiras.
CavUboM e pjir.iliiMis de lodos os lainaulios.
Tai xa-, parow. clivosa boeai dofonuilha.
Moinbns <\r mandioca, movidos a inao ou poram-
maes, e prensas para a dila.
Cbapasde Totuo Tornos de farinha.
Canos de ferro, loruriras de ferro e de bron/.e.
Bombas para cacimba e de repuxo, movidasa
ma, poranimaesoii venlo.
rJundaaTii, guiDchoaa maracos.
Prensas livdiaulieas ede parafuso.
Ferraiieus para navios, carrose obras publica*.
Columnas, varaiidas urades c portoes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, can os de mao earadosde ferro, ele, ele.
Altn da superiuridade das sua*> dirs, ja' ueral-
menle recouhiTda, David William Bowman uaranle
a mais exarta conTormidade cornos moldes e dese-
nbosremetlidos pelos senliores queso dlgoaKDI de
fa/.er-lbe oiicominondas, apioveilando a occa-i.i pa-
ra aaradecer |0I seus numerosos amigue a freffUCSOl
a preferencia COR que tem sido por ellos bonrado.
e asseuura-lbes que nao poupara esforco>.cdlii:eu-
ciartpara conlinuar a merecer a sai conflanca.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'AuTOra cm Sanio
Amaro, c tamben) no IIKI'OSITO ua
na do Itiiini lojjo na entrada, c defron-
te do Arsenal de .Maiinha lia' lempra
mu grande sortimento de taiclim tanto
de fabrica nacional como cstraii|cira,
batida!, fundida!, grande!, peuuenat,
razas, c fundas ; c cm ambos os logare*
cvislcm ijiiindasles, para <\urr;ar ca-
noas, ou carros livres de dcspc/n. Os
preco* sao' os mais commodot.
I'OTASSA ll\ KISSH.
Vciidc-sc superior jKitassa da Iiissim, e
Americana, por preco muilo coinmodo:
na rua do Trapiche n. 13, armaxeir de
llaslo limaos.
DOCE l'l': BACOBV.
C.lu^nil rciTMlrilit'iilr ilo .M.-inmlijii una |n'i|ili'iii
I.......ni dpsleilpliriiiln doce, o niellmr ijne ha, lano
pola Ma rvi't'llrnlr i|iiiili,hn|p. nuil |mr rOliaervar-
se por muilo Iciii|hi nn perfoiln eshnln: MMiile-sr
ajneaaaite PonteVlrmao. na ruadaGadela \''llia.
Vciidc-sc l'arinlia de mandioca
uiiiilo lina, a 'i.s.MIO rs. a sacca : uo ar-
mazemdo Forte lo Hattos n, 20, ou a
tratar com Hanoel Abes lueriii Jnior,
na rua do Trapiche n. I i. primeiro an-
No Manado andar lu wbrado n. I i. na um da
C.hlci.i ilr Silln Antonio, vendeni-M roeiroa borda-
ilm demalia; a aproninUinvM ilc ancommanda loda
qiiiiliihiile ili' bordadoi e labyrinllHM com iiprfririlu
i* (iieru commodo ; a urabem bordam-wcotletei.
'" OLEAOOS INfiLEZES.
\Ciideiu-se rupnssimos oleados para
assonlli.ii' salas, tanto emipialidade, como
no escollndo oslo de desenlio : no ar-
ma/.eiii dcla/.endas de.Vdainson [lowieiSi
Companhia, na rua do Trapiche No\o
n.'i.
Vende-M a rolleccAo do l'jinoraina: na rua
Pirene, loja lo.
Na rua do Queimado n. 18,
TendtDMe lu\.is prclas ilc pellica, a ISOOU ailutia.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
ki de Samls: na botica franer/a, da rua
da Cruz, em frente ao chafar.
\endem-sc corles inteiros de ves-
tidos de chita l'ranceza, larga, lina, e de
(Iiwtsos j'ostos modernos, sendo pelo ha-
rato preco de 2.S0II0 e -J.siiO is., a ili-
nheiro a vista : na loja de quatro portas
n. ao lado do arco <]< Santo Antonio.
DEPOSITO DECA. E POTASSA.
Xa rua de Apollo, ariuazem de l-cal
Iteis, tem superior polassa do Itio de Ja-
neiro, e da America, c cal nova em pe-
dra, chegada no ultimo navio, ludo a
preco razoavel.
Na rua ilo Vinario n. 19, prlmerTO andar, lia
para \eniler, rtiecailo de l.ishoa pr*'s(>iilenieiile pida
barca (llimpia. o sc&uinle: sacras de farello muilo
iioxo, cera em urume e em vidas enm lioin sorli-
menlo de superior (jualidaile. mercurio doce e cal
de Lisboa cm pe.lra. DOvWma.
FABELO Di: I.ISItOA.
Vende-se fnit'lo de Lisboa, muilo su
perim cliegado agora no palhabote I.u-
zilano, por preco commodo : na rua do
Trapiche n. 15, armazem dcllastos Ir-
maos.
<^^V>X>^: ^5^^* i
<$! POTASSA BBASILEIBA. \$.
iA bricada no Kio deJaneiro, che- j*
& gada recentemente, recommen- m
X Me aos senboivs de engenho os X
^ seus bons ell'eito! ja'experimen- 9
W tados: n rita da Cruz n.O.ar- &
* ina/eni de L, Leconte Feron i <9>
*. Companhia. -?
Oleo de lintnc i em botijas.
Veiiile-e a .'.n M) rs. cada urna botija, e por me-
nos senda em porcAn: no arma/ein n. I : i. na rua da
Sen/ala Velbii prnvimo ao berro do lioncalves.
Moinhos de vento
i'oinbnmbasderepuxopara recar borlase haftaa
de rapini. na fundicao de II. >V. Bowman: na rua
do Hrumns.fi. Se III.
AITENCAO".
Cunba 4 Aniorim. na rua da Cadeia do Hecife n.
50, lem pura vender palba de carnauba nova, mu-
ros da cabra bous, pennas de ema. c velas de rar-
ii.iuba. a Is.VNl o renlo.
Vende-se um casal deescravos, ca-|
sados. ptimos para O Irabalho de al-
giim sitio, porque taO muitO bem casa-
dos, cambo* tO de boa conducta, nun-
ca lu::iram e nfiobebem.por pirco mu*
tOlipie he p
he para se lechar
das l.araiigciras II.
lo razoavel
urna conta : na rua
I i, segundo andar.
Na rua do Trapiche n. II, w'ii-
dem-se cai\as com sil|M'riorcs velas slea-
rinas, a preco razoavel.
Hotel da Barra.
.Veste hotel vendem-se lodo, os ulcncilio. |ierlen-
cenles ao nie-ino bolel. a saber : I arando espelbo,
nina mesa dejanlar panto' pessoa-, (puniros de sa-
la. I orillo de ale;.....e, marquezas, cadeiras. mesas,
banca*, cabidos para Toupa, ditos |>ara chapeas,
loalbas de mesa, camas para casal, dilas tiara
una pessoa. lavatorios, aliaim Irein de co/inba. ni-
ca de poicelana liiatici em porcao, e cm pecas a
vonlade do comprador a oalroamnitos objecloe, lu-
do muilo boin, c por preco muilo coiuniodo : ipiem
|*iizcr dirija-se ao inesino bolel, a loda hora do
dia: no niesino bolel compra-se un oilanle de al-
uiini u^i\. mas em Ihuii estado.
Na rua do Aragln n. I", vnde-
se nm cabriolel de muilo bolil uos-
ln. i'iim lodos os arrojos novos, e
robera supposla.
Superior folln de (landres.
ama dol.lucini.ido. bija de lenaueus n. 30, ven-
de-se superior folba dellaudres charroal lauto tm ^
porcilo c....... a relalbo. para o (pie lem un cvcel- | /
lente sorlimenlo drsie venero, quor em groaniras,
qurem lamanlies, e em quanto a precos alo mais
ra/oaveis do qneemontra mialquer parle : na mes-
illa loja i,i ni I'.ni se compra cobre e lalo seibo.
Vende-M um cavada muilo liom andador kaiioa eaquipar, e bem aordo: para ver, ua eochei-
ra.lo Sr.Sebastin, c para Iralar, na rna do l.ivra-
mento u. H.
Veudeni-se ipieijos lonilrinos muilo frescaes,
(llenadas pela barra Oliwlii. dilos llamenaos, vinbo ..
engarrafado do Porto, Lisboa, linscatel, Setnbal, I n-
M Ir ii serra, licores de ludas as i|ualidades. vinlio
de Champagne muilo superior, presuntos pan liani-
bre, conserva, |e ouir.....initosgeneros de superior
qualidade e por preco muilo commodo : no arina-
zem de inolliailos : na rna do Vinario n. II.
Na rua da Cadeia do Herir u. ">. loja de ler-
ragem, vende-se dous bonitos esclavos, sendo nin
da i anuos perito npaleiro, eootrodeSUannos.
Na na do (Jiieiinailo. luja n. 19, vendem-se
.arcas rom farinba deniandioca.por preco coinmodo.
Vende-se nma padaria. na rua dos l'ires, na
Boa-Vista n. li. bem afreguruda, e propria para
principiante por ser o alusuel muilo baralo ; a Ira-
lar na mesma.
Na rua doCollcgio. casa n. 21,se-
gundo andar, vende-se uine\cellente es-
clavo. Clioulo, bastante sadio ci-obuslo.
proprio para lodoeipialipier servico, ou
para emliaripie. por ser de boa figura :
trata-te das !l horas da inanhaa a! V da
larde.
Mantelete* de cambraia.
\endeni-se ricos manlelele. franceses de cambraias
i enleilados. pelo biiralissimo preco deseada um :
na rua do Crespo u.."i,esquina que volla para oCol-
leuio.
Vende-se a laberna da rua Imperial n. 183,
bstenle liregueilda : o motivo da venda be adiar-
se o dono docnle. e ler-se de Iralar fiira da inrsnia :
para o ajaste, Irala-se na mema rua n, l"2-"i.
Vendem-se .", medallias da ordeni de S. Benlo
de Avia, sendo as mesinas de ditlercnles lamanhoa :
quemas quizer comprar declare a sua morada, alim
de se aiiislareni.
Vonilc-so um eSCraVO, rrioillo. moco c de boa
lisura, com (inicio de carapitia e cmniccirn : no a-
turrn da Boa Viste n. IA.
Vende-se a laberna do largo de S. Pedn
I. o inolivodesla venda se dir ao comprador
pretondenlea pden>sa dirigir a njuBlquer horado
dia.
Cera de carnauba nova e sola mallo superior
ehegadade provirao doAracatv., venibMe mais bara-
to do i|lie cm lieiiliuma nutra parle: ua IUS d
Crnz u. i'i, sanindo and
Deposilo de vinlio de cham- (ff)
pagneChateau-Av .iiriinclraipia- ^
lidade, de propriedade do conili ijf.
de Mareilil, rua da Cruz do Re-
cife o- 20: este vinlio. o mellior
de toda a champagne vnde-
se a ."O.S'tlOOi*s. cada caiv.i, ai lia-
se tnicamente coi casa del.. I.e-
i

J) Veiidem-seri'logiosdc ouro, pa ($
ten-te inglez. porconimodo pre-
co: na rua da Cruz n.20, casa de
') Leconte Feron A Companhia. (j/.
<\^V@*V*\*v>*v *i*V*V*V^^@
Vendem-se velas ile cera de carnauba sem
mistura aluunia. a ft'iOO rs. a arroba, e em libras a
HO rs.: na rua do Rosariuda Boa-Vista, n. Ili. asi
como dez varas de bico largo.
Extraordinaria barate.
Vendem-se corles de rambraia (le salpiros e llores
dcciir. pelo diniinulo preco de 3000 rs. cada um,
ditos de Bnbjaimas cbilas frauce/as de i c meio pal-
mos de laraur, de ricos padioes, rom (lpicos de
Indas as cores, a-JiOO cada um. chitas escuras, li-
nas, de acento ruso cor de vinlio. a Ifill rs. ocova-
do, colierloresdcaluodflo propnos para escra>os,
,i--i mi com, para loalbas de mesa, afilOrs. cada um,
assim como uulras faendas por baralo prevo: na
rua dn Crespo u. II, loja de Jos I-'ranciscn llias.
Veiide-ie anoz gratulo do Mara-
nhii. e charutos deS. Flix, de boasipia-
lidades, epor precos commodos : no ar-
mazem n. I ni na rua da Senzala Ye-
lda, prximo ao becco do Concalves.
Vendem-se pregosamericanos, em
barris, nroprios para barricas de asalt-
ear, e alvaiade dezinco, superior tpiali-
lade, por precos commodos : na rua do
Trapiche Novo n. 10.
Andar na moda com pouco dinheiro.
Vendem-se superiores linas de ponto inglez
para homeni, pelo diminuto preco de KOO rs. o par;
o T'yMHI r-. a ,lii/ia : na rua diiljueiinado u. III.
Bal a tas novas.
Vendem-se hlalas de l.islma. a80(1 rs. arroba
ua Iravessada Madre de lien., n. >\.
Cola da Baha.
Vende-se ii|nTur etila, por preco coininodo: no
armazem u. I:M. rua da Senzala Velba.
__ Vende-se oleo de ricino mais em conla do que
em nutra qunlquer parlo, parase liquidar: na rua
1 da Cadeia do Hecife. loja a. 50,
crate Feron & Companhia. N. li. '9:
.\se.ii\as 00 marcadas a fugo <#.
Conde de.Marcuil eos rotulo* ($)
das ^arralas Bfto aztics. (A
Ycmle-se nina bonita muala, de
IS a 20anuos ileidade. ptima insliirei-
ra, e com outras habilidades, que se di-
lo comprador : iitraz. da matriz da
lloa Vista ii. 21, se dita quem vende.
Na rua da Cadeia do Hecife n. Ili. existe um
arando sorlimenlo da obras Icila..
Polilosde panno superiores de cores e pro-
Ios a
dem dem linos dem
dem casimiras de cores
dem alpaca de dilo
dem l.i un de lindo
lina montana de panno suporto! para >('-
nliora por
dem dem dem a
Cohetes dcsolim decores,superinu-
iilciu dem
dem de fnslo,superiores
dem dem
Calca, de caseinira de COTOS
dem ideiu superiores c padrn, iimileruo.
dem de brin. decoresde purolinbo de ^? a
dem dem brancas dem de gl a
assim comooiiiias mnibu obrasqiieeslarll
aos compradores, os quae. agradar-se-lii
em frita.com muilo goslo e delicade/a.
\ endem-sc arrcios para carro, de
um i: dous cavallos : tambein vende-se
cm separado mantiiilias de caseinira de
(Inersos padroese gusto, para osselhnse
aricios. pie os fazeiii abrilhautar iiiuilo,
chegados ltimamente deFrunra, epelo
nrecoomail barato possivel : na rua da
Cruz n. 2fi, primen
Yonde-se o veri
.'IMKKI
l.'iSOOtl
(UNI
figOOO
:MUU
Misotai
:lo-tKi
VOUO
:iM0O
3A0OO
gjooo
:,NHai
T-raN
ijooo
"iIKKI
patentes
i por sc-
Attendoo' ao barato
Na rua do Ocupo. 10. eiiste tiara tender um
aramia sorlimenlo de palitos do ullimo goslo, de
brim e riscaj0de |0OO, iMOO, **, .tyiO,
X>"ilKI, 43000 eSsOOOrn., obra muilo bsnt acabada
e padroes modernos.
' Cara a* oaaranmka c sea remele,,
vende-se na rna da Cruz, n. i9, confronte o eha-
farii.
Vende-se nina negra com idade 25 annos : na'
rua do Aragfo, n. \1. / \
$ ORDEM DE CHRISTO.
A Vende-se lima cruz pendente da ordem
t de Clirislo, enriquecida de brilbanles :
7 quem precisar aiinuucie para ser procu-
Vendem-se gigos com fino cham-
pagne, caixns com azeitede Oliveira, di-
tas com cha', e suecas com trelo novo :
na rua do Trapiche n. 11.
Aos modernos,
de -iO0 rs.
Na rua do Queimado n. 17, loja de fazendas ao
p da hnliea, vendem-se corles de cambraias franre-
IM modernas, de cores, rom barra, fazenda muilo
lina e lisa as cores, e Roslo muilo delicado, pelo
haralissimo prero dsele patacas e meia cada corle;
paandes de rambraia enfeilados com bico, pelo ha-
ralissimo preco de 21*.
A 2,400 rs.
Yetulem-ie corle* de rambraia com burras, ile eo-
res lia* e nnilroes os miis rcciilo, pelo baralissimo prero de igtUO rs. o corle:
id rua do Crespo n. 5.
Grande sortimento de fazendas ba-
ratas.
Veinlem-se rliils Tinas de cores Uvas, p.i.li. -<-. rl.i-
ro ecM'uros.n I-I), lio. 160,180. 900 ". cur-
ies de rbila 8|S0O| corles de cans francezas, a IglNI, '2&HM,
?~rtM e :ismhi rs., eandiraias e rnssas franrezas do
bonllM padroes. a filO a vara, veslido* hraiicos de
barra e bordado*, a i n h h i rs.. dilo de I e 1 babados,
a fcfSOO, dilos ile :i a." babados. a :00( rs.. dilos
fleCaWa pinlailos, de4 babados, a i-Muir :,^mu. ri-
cos corle* de cambraia e IGfOO r*.,
chales de blade sltodfOj I 1?'JSII, dilosdealuodoe
ma, I SfOOH rt., ditos de Ha e seda, a :l e t^iUU,
' superiores, a .'000 rs., m^ias linas para senboras.
a :t-JO, tCM> e S0. e onlras mulla* fa/endas que se
M'inlri.in por precos baixos : ua rua .Nova, loja uo-
>a n. Ili.
PARA A FESTA.
A 3$ e 4*000.
Vendem-se palitos e sobrecasacas de biim de li-
ndo e hrclauh;i, ta ullima moda e muito bem aca-
bados, polo haralo preco de :> e -*hh i rs.; a elles,
que o vista do proco e superior idade da fazenda,
niuciiein ileixar de comprar : ua rua Nova, loja
j Faiinha de mandioca.
f& A inellnir larinba que lia a vendaliea bor-
J4 do do brigtte / a/te, ebecado de Sania (.atari-
y^ ii.i. o fnndeado tlelronlo docaes do Hamos.
t.-ilh se Moldea proco coinmodo. e lambern DI
praca do Corpo Santo, n. H, esiTiplorio.
Vende-e no armazem de James
llallnlay, na rua da Cm/. n. '-i, o K
guintei
Itclojjiosdcouroc piala,sabonete, paten-
te inglez.
Silln- inj'lc/es.
Ditos iiij'le/es clasltcos.
Sillines para montarla denenhora.
Cahecadas de cottro branco.
Arreios para carro, de um ti dous ca-
vallos.
Lat'lernas para carro e cahriolet.
Vcndc-sc um cabriolel com os com-
petente* arreios, por preco coinmodo :
Francisco, cochei-
" '-T*1'". ..,-.. nara ver na rua de S. francisco, coclict-
KaMMS$$:^S^SSS#| .-,,, para .ratania rna do Trapiche
anaar.
'dadeiro c
i. 11111.. i;; 111 -
asMincotno
e tinto, em
franciv da
apparcriilii.
cni ;i{os,do mellior ponivel
vinho de Bordeaux, branco
barril tambero chocolate
mellior qualidade que tem
tudo chegado ltimamente de Franca, e
pelo preco mais baralo do que cm oulra
qualqitcr parte: na rua da Cruz.n. ti,
primeiro andar.
Yenddii-se lardos de fumo depri-
men-a qualidade, para charutos, ltima-
mente chcj'.'idos da Babia, c pelo preco
o mais barato possivel ; assim como um
resto decaixascom charutos tambem da
Babia, os quaes veude-se por haralissimo
para tratar na rua dotrap
ti. 12, escriplorio.
Aos senliores de enijenho.
\'ciidem-se fdruios de ferro para assncar, por pro-
co cnimnodo: na rua do Trapirbe Bu 3,
Vende-M um casal de james: na rua da Coa-
eelclii, n i.
\ eiule-secarne e linmiieas du serian, mellior
que pode baver uestes eneros, e precos commodos,
assim como mautei(ta iusleza de primeira qualidade
a siin r 720 rs.; dilasde seminda, a fiO; lerceira. a
|K0 : equarla, a 400 rs.; (lila frauce/a boa, a (U0 e
500rs. a libra, na lalicnia da rua dos Martirios,
u. .
MtMiiMfMyH!f
Fazendas de seda. #
Na loja do sobrado amarelln, na rua do 9
Queimadon. 2!l. baseinpreumcoinplelo sor- fJ
timento de fa/endas de seda, que se mmuIciii
por preco mais coniniudo do que em oulra H
ft parle, e cousisle, em corles de veslido de seda 9t
3$ lisa furia-cores, ditos de seda de quadros es- 9
J8 cocezes, dilosde seda branca c de cores, la- *f
3S vrados.de superior qualidade, ditos de rain- C
$ biaias de seda modernas, inaiilcleles e capo- #
1K llanos pretos, brancose de cares, os alais mu- v:C
... defnos e mais superiures que lem viudo, $
Z', maulas e diales de seda, meias e lavas de $(
$$ seda, e uulras miiilas fazendas de unslo. K
SS#SX'Ks**jitaf*
Cal virgem de Lisboa.
\'eii(lem-se barris rom cal cm pedra da mais su-
periorque existe no mercado : na i na do Apollo, n.
10, armazem de as.ucar.
Vaado-se o encenbo l.imeiriulia, siltiadn a
i,.,i..,ii, I,, 11 i, mili i, ii,. com 600 bracas d. tsta-
la, e nina leala de fundo, com ss obras mais pre-
cisas, lodas aovas, eoplima moenda, com bous par-
tidos que rom dous carros c quatro quarlaos pode
moer al dous mil pes, o (pie be de grande \anta-
jvm para um principiante. He de opliuioa..ucar
ede boa prodcelo lauto de calina como de lesu-
mes; vende-se com aluin diuliciro vista, e i
mais a paiiameiito conforme se poder cuiiveneionar
os prelendenles dirijam-se au enuentio Tainalape
de Klores.
Yendc-se em casa de S. I*. Johns-
ton & Companhia, ua roa da Scn/.ala No-
va n. VI.
Vinho do Porto, superior qualidade, eii-
jarral'ado.
Vinho Cherv em barris de qttarto.
Sellins para montara, de homem e se-
nhora.
larcubera decaeros.
FAZENDAS BARATAS.
Na nova loja e arma/.em, da rua do Li-
vramento n. 8, ao pedo arma/.em de
loiica,
Vendem-se risesdos eseeeeses em casa*, da lindos
Koslos e cores litas a S40 rs. o covado, esle eslib,.
locimenlo acba-se aberlo desde st seis horss da nia-
nliaa aleas oilo da ooile.
Vende-se o inelhor sitio lisenle na Irada
do Arraial. em frente a estrada do Monleiro e Iri-
vessa da Casa Forle, com casa de madelra ultima,
mele acabada, com estribara para tres cavili,
grande e eicellanle baila plantada de capim, \hi.
laranjas de umbigo, jaqueiras muilo boas, mauguei-
ras. abacavi-, e mudas oulra. frurleiras. boa .,.,,i,
do beber eduas Erandes \ crenle. : qoeni o preten-
der, enleda-se com o porleiro^da secretara dogo-
verno, das 8 da uianb.la as da tarde.
Vende-se um carro grande de modelo anligo:
na rua Nova, cnchelra do Adolpbo.
ANTIGUIDADE E SPEKIORIDADE
DA
SALSAPARRILHA DE BRIST0I.
sobre
A SALSA PARBILHA DE SAMIS.
Attoncao'
A SAI.SA l'VKKII.MAiK HIUSUH. data des-
de ts:t:. e'tem constantemente mantido a sua re-
putar Uo sem uecesidstle de recorrer a pomposo
annuncins, de que as preparaedes de mrito podem
dispensar-se. O suceesao do Dr. BKISTOI. lem
Srovocado infinitas invejas, o, enlre outras, a* dos
r. A. R. I). S.iihN. de New-York, preparadores
e proprielarios da -.al-.i parrilha conhecid pelo no-
medeSands.
Estes senliores solicitaran, a agencia de Salsa par-
rilha de Bristol, e corno rulo o podes*enobter, a-
bricaram uma imitaruoAe Bristol.
Eis-aqui a carta que o* Srs.. A. K. D. Samls es-
crevernm ao Dr. Brislol no dia 20 de abril de IW.
e que se acba em nowo poder:
A'r. Dr. C. C. Brit/oL
Hualo, ^c.
Nosso apreciavel senhor.
Em todo o anuo panado teios vendido fwWti-
dadex consideraveis do extracto de Salsa parrilha de
Vmc. e pelo que ouvirnos diier de suas virtud**
aquellos que a tem usado. jul".amos que a vendada
dila medicina seausmentarmiiiiixciiio. Se Vmc.
quir.er fazer um concento coinm>sci>, eremos que
nos resultara inuila vantaKem. tanto a nos como ;t
Vmc. Temos muito prazer que Vmc. nos responda
obre este assumplo, e se Vine. \icr a esta cidade
daqui a um mer, ou cousa semelbanle. leriamiK
muito prazer em iMerem nossa botica, rua de Ful-
lon. ii. 79.
Piran m ordeusde Vmc.seu5seeurosser\dortjs.
(Assignado) A. H. D. IUNDS.
CONCLUSAO".
1. \ anlisuidade da salsa parrilha de Brislol lie
rlaramente provada, pois que ella data desde K\-J.
eque a de Sands so nppareceu em IMv poca m
S.iiiI este droauista nao pMs ohter a auencia do Dr.
rislol.
'2. A superioridade da salsa parrilha de Urislnl
he incontcslavel; pois que nao otislante a concur-
rencia da de Sands, ede urna porcao de outras pre-
paraedes, ella lem maiitiduasira repularfinem ipia-
si (ma a America. .
As numerosas experiencia* feilas cm o usod^
salsa parrilha em lodas as enfermidades originadas
pela impureza dnsauuue, o o Imhii xito ohlido iie-
la cdrle pelo lllin. Sr. Or. Sigaud. presidente da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos Feixoto em sua clnica, e em mi
annradl casa de saude na liambda, pelo 11 bu. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exercilo, e
|wr varios oulros mediros, permillem lioje de pnv-
l.mi.ii altamente as virtudes efTlrazes da salsa par-
rilha de Bristol vender a ,">auU o vidro.
0 deposilo desla salsa mudou-se para a botica
franceza da rua da Cruz, cm Trente aocbaferiz.
Ra do Colloflo a. 6.
Este eslabelecimenlorecebeu novamenleurn com-
pleto sorlimenlo de fructas ebegadas ltimamente
de Lisboa, como sejam : peras, pecegos, alpercc>.
abruubus, amexas, moraogo, ginga garrafal, uva
bastardo, as qnes se lornam recommendavei'. por
viren) em latas.
Na loja das seis portas, em frente do
Livr amento.
vendem-se cbilas de cores seguras, a sele vintens.
meia pataca, nove vintensedous tusles, chita* lar-
gas fraucezas. a doze vnicos, cansas de tinta segu-
ra, a cruzado a vara, cortes de cassa com sele varas,
a cinco patacase dous mil re", e com barra, a sete
patacas, cortes de rambraia com tres babadas, a dous
mil e ((ti i filelos e dous mil eoito ceios, lenco* pin-
tados e bordadns para mao, a meia pataca, e para
menino", a quatro vintn*, chales de seda e mante-
letes do ultimo goslo, e ludas as mais fazendas por
precos razoaveis : das t> horas da manhda as !> da
noite estar aberta esta loja. ,
O barateiio.
Na rua do Queimado n. 50, Anlouio Augusto de
f';n \.ilho .M,inulto vendo por preco muilo cominodn
nianleleles de seda de furia-cores de mullo hom
gosto, e corles de salpiros, a .'t^iOO.dilos de barra, i
j^MMi. lencos de seda de muilo bom goslo*a IftfhO,
e onlras militas fazendas que e \endem porpreM
razoavel.
Vende-so uma porcao de Iraves de qualidade
superiores, de .0 a ~A) palmos de compridoj e I De-
legados em quadro ; '2 canoas de carreira com ,'tn
I"Inios de comprido, a :t.'NKNi rada urna ; i paos de
louro com 65 palmos de cumpriineulo, propros pa-
ra vergas e maslareos de navios! os prelendenles di-
11 mu -c a Antonio l.eal de Barros, rua do Viga-
ro, n. 17.
ESCRAVOS FGIDOS.
Vaquetas deluitre,
Kelogioi de ouro patente inglez.
Vi na Nova, l"jii de JnlesCo-
oinbier lundcm-si* lopenoras
Jiarutou da Babia, por cotiiinti-
R charutoa da Babia, norcommo* #'
/ Por 80.S000 rs.
Vende-e urna oplima esrrava, crenla, rom -2
anuos de idade. mullo robusla, coxinha n diario de
urna casa, lava de ahilo e barrella, e rom prinripios
de enoinmado : na rna da Cinro Ponas i. 63.
Lenrosdecambraia de linlm, linos,
a iOO rs,
na rua dn Crespo, loja da esquina, que volla para
proco, (luiihc para se ferliarroiitiis: na a Cadeia
' "l CllIZ 11. 20, prhneiro andar. ~ Vendeni-se eseravossa.lios. e rom habilidades:
1 na rua Ihreila, lerceiro audnr do sobrado n. .(6, a
<|ualquer hora.
SAL O ASSU .
Vende-sesiil doAwii, a bordo da barca
aMatnilde fndenla defronte do Forte
do Mullo*, em norn'ies a vontade lo com-
prador: a tratar noecriptorio deMa-
noel Alvi-sliiii-rra Jnnior, na rua do Tra-
piche Novo o. I V.
MANTELETES E CAPOTIMIOS.
Os mais ricos c bonitos manteletes < pa-
|ioliiilios de ros de Na|K>les: vendem-se
na rua Novan. \i, delionlc da Cpcei(fiO,
por prero connnodo.
rita t
S3fe***M
(iiarda nacional.
Vende-se superior pinniin lino a/ul. pro-
prio para fiuda daBuardunaeioual, al*> o co-
vado: na hija do sobrado amarelln na rua
do Queimado n.9.
MOKNDAS SIPKHKHI ^
.Na lumlir.Mi <|* (;. Stnrr iS Ompinlua
em Santo Amaro, arha-si* poi*A vemUr
moendas decannai hx.asdclrm, detidi
motlello e conslnuvao minio superiores.
Na rua da Cadeia do Hecife. loja n. ven-
dem-se sacras com muilo boa farinha. a 4000 r*.
i .i.|;i iim;i.
I i..'in no dia 14 do rorrenle o prelo H> mun-
do de estatura regular, cor fula, c.ir;i l.iriM. Ii.irl.i
cerrada, ha ncasioes que a rapa, he crioulo muiln
ladino, rendido de uma verilha, representa ter :ui
annos, levou cal^a de brima^ul de Hslra e camisa
de .i:. 11" ; andava com ferro ao pesclo e consta
que j olirou: roga-se as autoridades pollciaes g
capitcs de campo a captura do niesmo, e lea-
lo a rna llreila n. 7fi, que sera generosamenle re-
compensado.
Desappareceii no dia 11 do correte uma mu-
lata cscura.de nome l.uiza, comfhsignaesseguiulis:
tem gratule falla de denles ua frente, uma perua
ni,ns :.....i do que a oulra. levou de roupa um e>
lido de cassa hranca usado, com (ranc. encarnada;
(|uem a pegar leve-a na rua dos 1'ires em casa do
Sr, Manuel Joaquim Carneiro Leal, que se grafiti-
ca r.
Desapparereu uo dia !) do correle, o escravo
- .ili .i de nome Jos com ossignaes seguales : urna
orelha cortada, rrir macilenta, lem nos calcanhrires
Munaesbrancos: levou camisa hranca. calca de rip-
ead. iti,i|"'o de palha : quem o pegar pode leva-h
a rua da Cruz, n. \'.\, que se gratilicar. .
Anda continua a estar fgido o preto que cm
II do selembro prximo passado, foi do Monleiro,
a um mandado no engenho Yertenle.acumpaidianilo
ninas vareas, de mando do Sr. Jos Hruardiim
1 Vini.i de Hriln, que oalugou para o mesmo lim, ft
escravo be de nome Manoel, crioulo, bailo, -i "---
e nieiocorcunda, com a barrica grande, lem um ii
gual grande de ferida na poma dircla, ror prel.
nadegar empinadas para (ora,poura barba,lem o Ici-
ceiro dedo da m<1o direita enmlhido, e falla-llie o
quarto, levou veslido calca azul de zuarte, camina
(le algodo liso americano branco, porm levou ou-
tras roupas mais linas, bem como, um chapeo prelo
de seda novo, e usa semprc de correia na cinla :
quem o pegar leve-o na Capunga, silio de Komilo
Antonio da S'lva Alcntara, ou nesta pra<;a, no
largo do Pelourinlio, armazem de assucar ns. 5 e 7
de Komflo & Companhia, que ser recompensado.
I>esapparecern) na fundirnd'Aurori. na noile
le 19 annos pouco maisou menos, estatura regular, sec-
co do rorpo, roslo marcado de beiigas; Manoel, Coo-
-n, idade tu annos, baixo, um lano cheo do ror|,
levou calca de riscado d'algodo, camisa de madapo-
lo, bonete, chapeo de Sol, ambos fallan) descanca-
do, e nfto Icen, barba. Suppoe-se lerem sido sedu-
zidos : roga-se a quem os apprehender ou dellea li-
ver noticia de dirigir-se a mesma fundido que sen
qem recompensado.
Desapparereu ha mais de .odias o moleque.
crioulo, de uome Firmino, com os signaes seguin-
(es : estatura ordinaria, heiros grossos, ollios gran-
des, e do esquerdo n.'to enxerga por ter levado urna
pancada; j nflo he a primeira era a segunda vez
Jue elle foge. e lem por costume vagar pelos bairros
o Recife eManguinho : roga-se a qualquer auto-
ridade ou capitao de campo que o vir, o mande
pegar e leve-o a seu senhor Antonio Jos (iomes do
Correio. em Sanio Amaro.
No da .lile iiovemhro desapparereu doenae-
ulio (iamella, da ciilade de KaiMwJiiaai iiesro,cri-
oulo, por nome Jeromu, de idade de :ii anuo^,
sem harha, alloe s*cro, alguina cousa gago, Iraba-
llii sofrrivelmenle decnreiro : quem o penare te-
lar ao mesmo engenho do ahaixo assgnadn. ou .10
armazem de mocar da \iuva 1'erciia da Cunha.
ser generosamente recompensado.
Fraiiciteo do liego Barro* Petsoa.
Fr.i T. 4# )
F. < Farla.
1SW.


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