Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02273


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Full Text
wmmm*
DIARIO DE
w^ww
PEM4MBM0.
rugo DA IUBSCRJFQAO .
Subxreve-M a 15JW0O poranno, e 4JO0O por
quarlrl pauu abantado, e 4">0G por quurlcl pairo
.encido, na casa do mu propriolario, M. Figutira
det'aria, napra^a da Ineiicieiic;i, ns. 6 e 8, e do
Rio de J. ca&a do Sr. Joa Percira Marliua.
Baha u a ff K. Duprad.
Macei c (r a Joaquim Bernardo Meudon^a.
I'arahiba Jo Kodriqiie* da Cosa.
\j..il a a Joaquin Ignacio Pereira.
Aracaty Antonio de LeimBraga.
Ceara' n Victoriano Augusto Borges. '
JMaraulia a Joaqun) Marques Rodrigues.'
Para' Justiuo Jos Hamos.
CAMBIO DS 15 Di NOTKMBBO.
Sobre Londres 28
" Pars, 345
Lisboa, 95 por eento.
METIS.
Ouro. Ooras hrspinholas 28VXI H 2931100
ModasdeWWOvellias...... I6SOU0
de 69WO novas...... I julio
de 48000 '...... JJJg
Prata. Palacoes brasileiros........ \*f}
Pesos coluniuurios........ 1
mexicanos......... i->S00
Accoes do Banco......... 10
Descont deLeltras....... 'Jalla
NOTICIAS rSTRAWaiIIlA.
Portugal .
Uespaulia
Franca .
'Blgica .
Italia. .
Alemunha
Prussia .
Dinamarca
Turquia .
Russia. .
15 de Oul.
8 de i
7 de
:i de *
3 de >
i de
u de i>
16 de
2tt de Sctb
i!) de a
Austria .
Inglaterra.
Suissa .
Suecia. .
E. Unidos.
Mlico .
California.
Chili
Buenos-A .
Montevideo
3 de Oul.
22 Ai
2 de
30 de Sclb
34 de
8 de a
18 de Age
27 de
7 de Sell>
1 de ul.
NOTICIAS DO IKTIBIO.
Para' 31 de Oulb S. P. do Sul 22 de Sotb
Mamullan "1 dcNovb. S. Paulo 20 de Oul.
Ceara'.. de 0 Minas.... 14 de
l'.n.ilnli.i. 7 de ti K de Janeiro i de
Alagas i de 0 Babia .... > do Nov
PARTIDAS DOS COBBXIOS.
(liinl.i. lodos os das.
Victoria, nasquiulasfciras.
Caruar. Iloniloe liaranliuus, DOf diasl e 13.
Villa Bella, Boa-Vista.Eiii eOricur),a 13e28.
(.manila eParabiba,segundasesextas.
Natal, quintas feiras.
DAS DA tXMAMA.
II Mgiiuua. S. Abilo
diac.
13 Terca.S.CIenieulino
DI.'
10 Quarla. S. oocalo
te Lagos.
17 Quinta. S. (reporto
Thaumalnruo.
18 Sexta. S.Odouab. .
8. Ilesiquio ni.
10 Sabbado. S. Isabel
rainha viu.
20 Domingo.S. Felfa.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commerci.
segundase quintas.
felacao'
tercas c*abbados,
Fazenda
Ierra- osnxlasas tObnras.
Juizude Orphan*
segundase 5. as 10 boras.
Primeirt rara to rirtl
tercas c ti. ao inein-da.
Segunda cara do eicel.
quarlaae sab.ao rocio-d.
N'ovembro I La nova as ti boras, 18 miuulos e
31 seguudos da maulla.
a 7 '.hu in crescenle as 9 boras, 41 ni 1-
uutose35eguudosda larde,
i Ij La eheia as 4 horas e'20iniuulose
39 segundos da larde.
23 Quarto mingoaute as 8 boras
minutos e 39 segundos da tarde.
PBXAMAK DI HOJI
i horase 30 minutosda.larde.
i horas c 54 minutos da manhaa
19
l'rimeira
Segunda
B
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
E*psdtets do dU U de notenibro de 1853.
Olticio Au commandante das armas, dizendo
jue ao coronel comnumdaute do nono hatalhijode
ma utaria deve S. Etc. espedir ordein para que
ajuste com ulguma pessoa o fomecimenlo d'agua
necessariii ao mesmo balalhAn, enviando a ser reta -
i ia di presidencia copia do contrato, que para isso
se li/i-r, alim de Mr upprovado.
DitoAo inspector da Ihesouraria de fazenda,
pan inundar passar coro brevidade, atn de ser on-
viada'no im. presidente da Pnrahiba afdoolll-
citi do major Sergio Tertuliano Cabello Hejnco.
'DitoAojuiz relator da junta de justlr/a, Irans-
initlindo, para ser-em relatados em seso na mesina
I unta, o procesaos verbaes dos soldados do quarto
lialalhau de triilli.ii 1,1 a |mj, Manoel Anlonio de Oll-
\cira eJoao Francisco da Silva. Parlicipou-seao
m.irerlisil cominandaiito das armas.
DitoAo juiz de direito ta comarca daBoe-
Visla. dizendoque, avista du ollieiu que remelle
pur cvpia do E\in. presidente da Babia, nao podem
>er vili-'iln* pelos negociantes |iur S. me. indii'.tdos,
u> |- i.j.iini'iitii-. iln- M'in'iiiiciilrs [hTlenrentcs as pra-
raada primeira liulia destueada>* niquella comarra.
Mito Ao capilu do porto, declarando que poda
laMf atgufr para o norte, alimderourluir COID T6-
\hl;ide os seus I raba I lio, a comuiisso incumbida
pul aquella capilania de or^anisAfo setisomarilimu
da provincia, providenciando, S. me. como propo/,
para qOC i VSCfCjUrio da inesma rapilania taja lllbi-
hlnido erudita commissao peloescrcveule Joo.lto-
berlo Aui{iisto da Silva.
Ihlo Ao commandanle da eslavo naval, para
MiaudaraptescnUr ao reverendo vigario capitular
dol bispadu uodia 17 do correnle, i ImllOIM da
l.itilc, o recrula Crescenciopara servir da tesleiiiu-
ulia riiuin proceso, devendo S. me. turnar ludadas
caulslaj para que elle w mo evada em caminho,
cuino lie dr receiar.
Dito Ao director das obras publica", para no-
mear mu JudanCe de engenheiros conipelenleinen-
le h.ibililado em.levantainentode plaas r uivella-
Hit po. iflm le coadjivar ao major de emienbciros,
a.rnliano Pereira de Azeredo Coulinbo, nos Iraba-
llios, a que val dar compro, do desse<'aineiito do
pantana deOHnBa, ebein aaslm por a^lrspcaleiodo
.....nnoiiriibiiiiajorcinco serventes coniduas fouces,
tiu.1- pequeas canoas, urna plnchela i.....i mu
ptrlaiicea, un nivalconi in> rae seis byndeindas.
li/eram-se a res pe i lo as necesarias coinmunica-
roes. ,
Kilo- Ao iiHNiim. dizeildo. i VltU O que re-
quereu u bacharel Pedro Bexerra Pereira da Arau-
|u Itellro, proprelario do engenho Itenlu-Vellio,
que niaiide tii'-pejar a caaa delaipi conauiila em
larrae do sapplicante para monda dos encarrega-
do> da coii*ervac."io da estrada da Victoria, e a faca
avallar alim de ser ulTcrerida por venda ao referido
proprelario, onvida a llmounra provincial e o
leapectivo procorador Mcala
Portara Aagente dacompaubiadas hartas de
vapor, para maridar dar paasagem por ennta douo-
\crno no vapor //i/icivi/rt, ao alferes do sexto bala-
lli.iu de infantil ia, lelix Justiui.ino de Albuquer-
que eao segundo cadete, sea mulo smenlo do bal.
uses da historia, de provocarn lao grande de uin
lado, mi de paciencia tao cietriplar do outro. Aquel-
los que questiiiiiam icrea do titulo que a Turquia
(em para vingar a ua independencia invadida por
meio de armas, recusaran) ao direito, o uso dos ins-
trumentos, que a injustira pode vibrar con trium-
pbo; mas aquclle que, com insliuclus mas Keuero-
sos, esposam a causa da justica e da fraqueza, con-
tra a oppressio e a forra, bao de applaudir u varo-
nil deleriiiinacAo do govemo e do povo.
Yuro momento como na actualidade, liecouM
ilesejavel ter prsenle no espirito a exacta situaran
ern que o govemo da Turqua se acbou collocado
em '2.1 de selembro, e evamiuar Iraiiquillamenle os
passos que ello tem dado na rrse presente. Jala
VSoquast seis me/es depois que a Kussia manifes-
touassuas primeiras prelenroes a urna interferen-
cia nos negnos internos da Turquia, sob o pretexto
do un protectorado religioso sobre a eomuionliAo
->-.: \ nos dominios olloiiiaiHN. Semelbante exigen-
cia era totalmenluinconipalivelromaindepeiideuria
da soberana (urca. O czar exiga em primeiro lu-
gar, un tratado ou con ve nr lo, que llie sjeRnrasae
o direito de nina intervenrao illimitat no imperio
luini. A reclainacAo nem era nova em sen rarac-
ler, nem ambigua em seu objeelo. Desde o tratado
de kainardji, em ITT. a diplomara russa tem pro
curado minar as avenidas duOmstanlinopla, debai
xo da mascara de soljejtudc pela proaperidada dos
subditos cliristaos gregos da Porta. A proposirao
para urna coovetifffoaynallagmalica fo todava tito
perempl'iri.inieiil.-ri'jciliniii, que se uSu fallou mai>
DlalOj mas tuna nula fui exigida Porta pelo prin-
cipe Meiisrliikoft', contandoOnU admtelo declara-
toria, da parle do atlltflo, de'odas a rcclamacocs,
acerca das quaes a Itussis previamente liulia reqoe-
riilii lia ecato por meio de tratado.
.Nao be uecessario anlnrrnoeno mereclmento des>
s 1'rrlamaroesa.porqoe ja foram examinadas e re-
jeiladas pela Europa. (Isdesfiarbos bem arra/oa-
dos de Al. Uruiivn de l.liuvz e de lord Clareudoii
quasi que nffo precisavam e-rlarccer preleu-es que
eram Mmente sustentadas |teto argumento da forra.
Masa observar que as bases diplomticas, que as
quatro potencias esiabeleceram, entrando na con-
ferencia-de Vieima, fui un reroiiberimento da
iuadmiosihilida te das exigencias da Kussia feitas no
ullimatum de AleriscbikoT. As deliberares de In-
glaterra, Frauda, Auslria e Prussia, rom o fim de
inventar urna subtitula a iml.i da Hussi.i, iuvolviam
urna declararlo da injustira das reelamaees que o
doemnento encernva. Mas poeto que toanm dcsta
re nmdeiimadas pelas grandes potencias d.i Boro-
pa, a Ruarfa nfie liesilou em Invadir os territorios
i\n>e\i vizulio, alim de obligar a Porta a conceder
lado quinto Irnha requerida. Ai fn-ovlnelaa rlanu-
luanas foram occnptdaa pelos exerrilofl do Impera-
mii ajuste honroso, elle so aproveilou disto para re-
novar as suas prelensoes sem avillamenlo, e no espi-
rito mais iiisulluoso. Depois de dous motes de iie-
gociaroes abortivas, afronlosamente atirau o whi-
malum de Menscliikol cara do governo turco.
Mas a Porta, depois tiesta insolente rejeic,ao das ino-
dincares, que as potencias da Europa tinlian de-
clarado ser raioavet, so poda ebegar a conclusao tic
que todas as tentativas para imluzir o imperador,
por meio le negociaco, a abandonar as suas nu-
quas reclamarnos, a I1d.iI se baviam tomado muleis.
Quem censurar a Turquia (wr oppor agora una
resteleocia armada a urna invasflo armada? (aria-
mente nem as potencias que al o presente tem pro-
rlamado sympalhisarcom as injurias que o Imperio
otlomanoiemsoiTrido. Mas be todava impossnel
meditar sem espanlo na consequencias que pnilem
sobrevirsi Europa por causa da illimilida ambir.lo
de un hornera sem escrpulo. Confiados na Provj
denria de Dos, anda esperamos ser salvos dessa
calamfdartoi e que na nltima hora, o proprio Aulo
rrala da Russia ha de recuarante a lerrvel even-
lualidade de ama guerra europea. Se comtudo elle
esta determinado a examinar no campo a validarle
das prelenroes. que s tem por fundamento o direi-
lo do mais"forte, a conclusao pode ser benignamen-
te aceill nela Corma. Sem conlradircan a guerra
be un mal. mas d-se un mal anda maiur, que he
,i neceaaldade de oppdr a Corea pela Corra, e que be
urna lObmi-siio vil e cobarde .is amearas da violen-
cia e da aiTronta. Al calamidadea que podem appa-
recer pnilem cahir com ledo o peso oai popolacei
denraparailas, masa neponaabilidada renhlrtso-
bre a cabera daquelle, que preferiu a enarandeci-
ment do tea imperio mo so ,i pnwperdade dos
seiis proprios siiIkIIos, mas ii paz da buropa.
. Mnniiiiij Chrnnicte.)
l'ERNAMBlCtl.
COLLEGIO HE SEIIIMIAEM.
Os Srs. Votoa
l>r. (aapar de .Mene/vs VaacoMOlInda liruin-
i.....iii
Dr. Theodnro Marliadu Kreire l'ereirada Silva
llr. .Manuel Joi da Silva Nciva
Dr. Cario, Auunitoda Silveira l.olio
llr. 1'ram'M'o Juan Carneirn da Cunda
Vicario -'-i.il l.i-un.irili Antune de Mfii.i
Uenrlqnoi
TenaDte-aoilwIJoffo N'alonlim Vilella
Padre Joaquini Piulo deCampoi
Hescinliarailm- Joron\ mu Martinimio I igualr
dr Melli.
Iir. Kranebco de Paula Baptiala
i lir. Jim Vicente da Silva Coala
o tributo ealipulado i Porta Ollomana uaawu (ll A......., Alu.s,,,. soiunCarvallm
i nuinriiidoun c ai til!:
Foliumiio ,1c I 1
para oa eofraa riHHM, e a auierania da millo obre
m rJoapodare tbi invalidada pelaa ordona de ni
-'M.-i .ii rueao,
Tal lu sidoa nilua(llo daa couna deade o me/de
jullio. Tin pai inileptnilenle lia nido invadidoaem
provocarlo por ama nolencia e*trangeira, que an-
da se acua na pone dai *ms provinclaa, a Dn de re-
torrur prctenrfies miiicIIi.-iiiI.......nlo iraultuoua e
Injurio^,. Urna peMua Mo prejudicada, wb laca
circuiuautneiaa, pode pergunlar, iio porque a guer-
ra fui declarada em Miembro, mas porque nAo lb
: ha mullos mema panudas, ti /a(u
Sania Magalhtaa, ale par! a Babia e aquella para I inqueelionavelmenle oimefada no da em quenj
corle. Commanlcoa-ae a marechal ranunau-, primeiro toldado ran pajaoit a Prolli c tal era o
daalanio concebido pelas potencial occidenlaea, r-
iiiii lie manifest, n.tii su legundo as nulas doi Hal
ninisirns, nuuiegundo M movimenloi das maa ro-
il.mleil.i- armas.
Hila Ao director du arsenal de guerra, rerom-
meadando qua Tara apruniplar e entregar com liro-
vidade ao boUearo do Imspial militar, oeobjocloi
iiieiicionados na rclaro que remello. (anmnuni-
rmi-se au cirurgio inspeetur dea liuspilaes.
Hila Au mismo, para mandar entrejar, me-
diana as lormalidades du estjlu, au reverendo Flo-
rencio Xavier llias ile Alliiiipienpie cluas dasAlri-
camsalU esislenlcs. alim le seren eniprcgadas no
recolhimanlo do Sanlissimo Curaran da Jeeua da vil-
la de iguaraas, do qual lie eapelblo b mesnio M-
i ei-ilute. Flieranxa a reapailo as Bceeaurlaa com-
iminicai-ues.
EXTERIOR.
Londres 4 de outubro de 1853.
Ymiia reuniao Co conseibo otloniano, que lo\e
luuar*eaa Constautinopla, em -l\ de elembro, e que
fui assstido por mais decora pessoai, decidio-ee
unanimemenlc que, como a Turquia ja nSo poda
fa/er concessoes is exiuencias daCKusia, c como o
iinpecailor eslaxa inclinado a aceitar a nota de Vi-
cua modilirada na sua forma, a uuerra era a nica
alternativa 01 mlnlstroa do inltao foram autori-
sadoo a adoptar as medulas necesarias para per em
ciecuriio i decisio tomada. Semelbante resulur;tn,
po-toque plena [e consequencias muiueiilosas para
.1 Europa, nao lia mels wrorendedora do que a enn-
vumarAo tiii.il do qualquer desorden) fatal. Este
laclo nao foi concebido preclpiladainenle OU tem de-
Uberacllo; pofteos aumplea -' eiKonlrario nos au-
las. A liiglaterra o i Pnnce, pela pasaagem slos
DardenelloH, reronbereramo/acto deque a Turquia .
se acbava em uuerra, v agen nem lerao a dlsposl- j)r
Cfio nenio dirello de disputar o titulo da Turqua
em mostrar o vigor, aaslm como a moderarte, que
animam ue-ecoa concelhMi ,,or eapap de dous me-
/.es a Porta suspenden a dajjancfio "de boslilidades
que, |'la lei das njinies. ellatinba direilo a ar,
e justamente nao pode ser aecusada de prerpilacfio
ou de falla de moderar,1o. A paciencia e a discrl-
t.o que esta a barban e incrdula nacao tem
moslrado, eslem evidente contraste com o Inslen-
le e o llropelador comporlamenlo da o potencia
chrisUa e civilisada. >< que tem collocado a Europa
as margene da malor das calamidades bumauas.'A
Kussia, nimiacontenda injusta, reoolveu vnegO-
clacOea por meio de ansa liivasSo armada. ,\ Tur-
qua, poeto que uemendo debaivo do Insulto c da
injuria, NKpendeu um recursei armas ale mo-
mei.io em ijue um aluste pacifico pereeeu Irapossl-
vel. TacasloasposicOearelativas deum aoberano
que professa a ledo evaiiellm, e do inliel, ruja eon-
liania esta na espada do prupliela.
Aojulgar-M da deciattoda conselho turro, releva
lernorarqueaderlanejoda hoatlIidadeB que a in-
vasao dos pnuripados teria jusllirado, fura eua-
pensa Aa instancias da Ira in;a e da Inglaterra, na
esperanra de que urna arommodarao diplomtica
podeoaeser ellectuada. A historial "da conferencia
de Vienna be bem condecida. Esle fado propor-
liiiiidaif
conou ao Ciar moa oppord
ide para cfiefia
\)r. Simplicio Anlonio atavignier
lr. S lr. Manoel Olemeuliuo Carueiro da t,urda
lir. Pedro Francisco de Paula Gavaleanli de
Albuquerqtie
Dr. Antonio Coemo de S.i e Albuquerquc
Mr. lunario Joaquim deSou/.u Lean
llr. .foaquim de aouia Raje
llr. HodriKO Castor de AlbuquerqueMaranbo
Dr. Joaquim Pires ooealvea da Silva
llesembaryador Octano Jos da Silva Santiago
Tmenle-coronel Cuinlano \ellu/o da Silveira
llr. I ernando Alfonso de Mello
Dr. Aprigk) .lusliniaiio da Silva tiuimaraes
Dr. Joaquim Pires Marbado Portella
Dr. Antonio Joaquim de Moraesc Silva
Dr. Antonio dos Santos Siqucira Cavalcanli
Jnior
Dr. Merrulauo Goncalvw da Koclia
l;raiirisro Ferreiru Martius Hibeiro
Dr. Auuushide So u/a l.e.lo
Dr. Lula Pilippe de Souaa l.eAo
Dr. Joo Josi- l'erreira de Aimar
Dr. Dellino Augusto Cavalcanli de Albuquer-
que
Teiii-nle-coronel Antonio Carneiro Macbado
Rioo
Dr. Antonio Kpaminond-is de Mello
Dr. Antonio francisco Pereira de Carvallw
Dr. \abor Carneiro llererra (Gavaleanli
Padre francisco Rochael Pereira Britu de Me-
deros
Dr. Jo.lo Mara Sevo
Dr. Antonio de \ asconcellosMcnezesde Drum-
mond
Dr.Jos Nicolao Hiuueira Coala
Dr. Jos" Mara Kamos tiurjao
Dr. Joan IIinvino Alvce Maciel
Dr. Jos de S Cavalcanli l.ius
Padre Antonio Traurisro (onralxestiuiuiar.ies
Dr. l-nnrisrn Carlos Rrandao
Dr. Anoelo Hetiriquea da Silva
Dr. Joee* Francisco de Paiva
pr. AnleroManoel de Modeiros I orlado
l)r. Francitco de Aesia de Oliveln Morid
Dr. Silvino Cavalcatill fie Albuquerquo
Dr. Paulino dos Santos Cavalcanli de Albu-
querque
FOLHETIM.
*" <
FERWMIOIIirLESSIS
MEMORIAS DE UM MARIDO \
j*iJ a*st>'Jt'-J!>yJ-
loStfWll
TEHCEIKA PARTE.
VIII
Janeiro de isil.
Claudina (inlia, corno dantes, Irabalbado em mi-
ulia casa durante os cinco ou seis das, que se oassa-
ram anles de Joao responder-rne.
n.e brti dflo q?e ^n\d^T^a^^Uolhe VAT ('"',,''Vr lra!ill',i,r : .",i,s ''l,e he ^^0- ain'da leveraenlc palllda, ern consequencia lalem
r-i...-. .-_.___71 1 ..-i___j:------1........;.--...... 1 so no que Uaudiua di/bem de lodo o mundo!
Ab senbor... lia inuilo! I pela madruga-
da levantare, vatele epentea-te, pois he muito
as-eiada. e apenas o da hVuJiastanle claro para po-
der coser, romera logo a trabatliari
Desejava fallar-lbe, peca-lhe que va esperar-
me no meii pibiule.
Sim,-eulior, me responden Maury inuilo ad-
mirado de minba nova conferencia com a joven co*-
turera. m
falleiseuao para dar-lbe IwrD diaou boa noilequaii
dn Maja ou cotrava pela sala de jaular, onde esta
\.i orrupada em "coser.
.No.diaeui que eu devia ter cora ella urna conver-
sarlo decisiva, M.mr\ entrando de maulula no nuil
quarto para abrir as (uirllns. disse-mc :
Oseubor uiosalie que Claudina leveiuudes-
111.ti" nuil,1 aRora?
tjur llicaconteccu enl.lo?
O senbor pode tranquillisar-se... isso nao lera
CooseqoenciaSe t>)i(adinba! lie lio (imids... lao me-
drosa... _
Masque Ibc aontecpu ?
Francisca eslava matando um franco na COll-
nba, quando tllaudina entra, e, vista OOSangUe,
empalfdeee, eacosla-ee inesa.eseeullie naobou-
lsie acudido, teria cabido 110 cbAo. reli/meule
rranciaca deu-lhe a ebeirar um pouco de vinaere,
e, romo di/ia ao cubor, isso nao tera consequencias.
.'iK.ui, 1! que sensibilidade!
A rnim que_ fui soldado, senbor, lieindifleren-
l1* ver malar um'franuo, porein nao Roslaha de ma-
tar eu mesmo um Hiimal, que h faz estender o pes-
r",'o. De mais devenios ser justos, Claudina nito-piV-
'l' "li'ivar de ssular-se da menor cousa. Arala
honlem eu eslava no snbinele do senbor; ella nao
osbbia, e Irabalbava na sala de Jaular, cuja porta
eslava eolreaberta; ao preparar o foso, cabe-me
"na aclis de lenha, im media lumen te oucu urn srilo
le Millo, acudo o vejo Claudina pallida e trmula
cuno urna folba por (eruuido rabirVcpeutiiiamen-
lc ewa acba !
Com efTeilo lenbo reparado nesses terrores in-
voluntarios queClaudlna be lujeiUe Isso depeude
^m uvda de unta ardale stUceptlbilWade ervo-
Ji ;i qual cettveea tratar rom cautela. RecoiuWn-
uo-lliu inoe a Fraucisca lambem.
[) Vide Oano 11. 257.
Ajbl o senbor pode lirar tranquillo a esso res-1 viudo an senbor. Claudina nosylll (Ib sim, elle
peilo. Claudina be tilo boa costura ira, e tem um I deve serum multo bom amo... a
carcter lao e\cellenle. que qualquer se pe/aria J Kllaj e-Ui I rabal ha ralo?
minio de allii-la, mesnio sem << querer.
Enllo Francisca est Hllafeltacomeau moca!
Ab enbor, essa pequea be um leo para o
Iratialbo, uimtueui creriu que uestes cinco 011 seis
diasque eslaaqui, tem roucerlado um enorme mon-
illo de roupa, e de noile, depois de jaular, se Ibe dea>
>em ouvldos, Irabalbaria anda.
Ella lie alegre... ronvana com vmaAa<*
lie lio wronko$at que ao peincipio nao Ibe
podamos arrancar duas palavras. I...........................
I*, agora? | Estas novas informaeescolindas sobre Claudina
A aura ella osla mais a seu oslo euiiiuosco, ejme aletravain por mil ra/es; econcordavam 111a-
falla-nos... | ravilbosineule com os encllenles conselbos de ina-
r.ni )|ue falla ella? llama Ivavinundo, .1 ipial em seu profundo conbeci-
Essa be boa, o senbor bem sabe que lima po-' metilo do cratelo liumauo, bavia por urna especie
bre nmponetinhanlo tem mniloi objectoa de con- j de intuirlo adevinbado, que recursos de ventura
vecaacaOt. eu poda devia adiar uode-envolvinienlodanlel-
Masemlim o que di/, ella? ligenc.a de Claudina, Uo sentida de sua iuiiorancia.
- Por cxemplo, FrraiciscM a faz fallar tobre Bf| guando enlrei no meu gabinete, acliei a moca
uen
rilo que expriimenlara vendo matar um frauao
maa.cofon muito quanib aron.videi a aoaenlar-ec
junto .* : Minba quendalilba, lenliu pensado inuj-
lo em \oss uestes da*. Ouca-me com atleucao,
e sobre ludo [ro-llte p favor que prorure fallar
desembarazadamente niiito. Vosse disse-me lti-
mamente, que nao d< java rasar-se? .
Claiulim : Sin., senbor.
/-> : Todava se au temesse a maldade da li-
diado rendeiro Juliano Fauveau, teria casado com
elle. u;lu obstante ler idade para ser seu pai?
('I tintina : Sira, senbor.
li ; 0 que nene casamento teria decidido HH
esculla, era u vida reuular e l.itmi if-.i, e sobre lu-
do a .tondadeos)conoto deJulianoFauveau.oqual
fe/ Brandes sacrilirios para resaatar o lillio ?
( aiidinn : Sim, senbor.
/ii/ : Depois dnsse lia nao mudou de resolu-
to acerca de Juliano Fauveau?
Claudina : iNao, senbor.
hu : Antes de continuar esta eunversacao, m -
nba lilba, julgo dever repetir-lbe isto: a sor te de
sua lia ser senipre asseunrada, e a pequea somma
deque Ibe liz presente, e que est naquella K^vetat
da qual voss<> tem a cbave, Ibc perleucc absolula-
raente, e a pe aoabritto das necessidades.
Fica, poiM, bem enleudidoque nAo deve ter in-
nbum cuidado desu futuro, nem de sua lia, quer
aceite qur recuse as proponas, que vou faier-lbe.
Claudina : BOU muito recouliecida M beoda-
desdo senbor ; mas nao ponso babiluar-me a crer
que Tira tanto por minba tia Ambrosia e por miui...
sem nos conliecer.
Ilu : He pelo contrario, porque a conllevo mais
e mdlior dn que vate' ->uppoe, que me iuleresso tan-
to pela toe surte ; breveiueule Ibe expjicarei a
E11I.I0, Mr. Maurv. quera que dissesse mal?
ConfesMiao senbor que, niliogradoSOU, a lien-
te odia sempre i-s.....ai- divertido... Demais como
Claudina nunca (ira os olbos daroslura, be mu na-
tural que nAo veja nada do que se pansa em roda
della as ra-asein que vai Irabalbar.
Esobre que maje converja ella ?
Sobre sua lia Ambrosia... Ob! quando rbega
a esle capitulo, nunca mais araba: Como minba
ta Ambrosia sabe fa/er renda! be una verdadeira
fada Que diana mullier he minba lia Ambrosia I
Como i'll 1 be boa para inin I'.om quanlo cuidado
me Iralou quandoeu era pequea!... a Emliin be
sempre sua lia Ambrosia E de mais...
Demais o que?
Porui lemuenfastiar ao senbor...
Nao lema smi, Maurv, eonlinm?...
Pois bem, senbor, lia outro objeelo sobren
qual Claudina falla umitas vetea,
E que objeelo be esse ?
O pezar ile nao saber ler...
Deveras ?
Sim, senbor, ella tem uin verdadeiro desosto
de ser to ianoraiitc... Outro dia alarde depois de
jaular eu eslava leudo o Journal tic* DebaU, que o
senbor assigna, e Claudina di*$e-ine dando um gran-
de suspiro : a Ab! Mr. Maurv., quanlo V. rae. be
feliz por ler podido aprender ,1 kr! > Nesse.......len-
to l.isclleenliou por acaso na cozinha, e Claudina
que a ama muito, lomou-a em seu* joelbos. e dis^e-
llic aflgande*a arpobn aninialzinbo, nos anflis*
somos liTo pouco sabias urna quanfo oulra... O se-
nbor vai escarnecer de inim ; mas Claudina disse is-
lo com mu .11 i.H' (hsle e lao doce!... Eiuliin nAo sei
como foi i>lo... mas \ieram-ine lagrioUM jos olbos...
l.iiL'edc rir-ine de vos>r, meu cbaro Maury,
acbu que essa sensibilidad Ut o elogio de seu 1:0- j (ras causas desse vivo iuteresse, o qual compreben
raerlo... Mas Claudina nao falla nunca era mim ? I do que deve enusar-lliedlauma sorpreza ; purm di
Na o, senbor, quanl nunca; tH'iraenle quando ga-me, querida flba, sabe ler?
oum; Francisca eeu felicilar-nos por eslarmos "ser-1 Claudina : NAo, senbor... de idade deoilo an
llr. Joao Francisco Duarle
Dr. Judo Francisco da Silva Braga
Dr. Pedro Gaudiano de Katis e Silva
Dr. Manoel Mendes da Cunlia Azevedu
Dr. Anlunio Hangel de Torres Baudeira
Dr. Joaquin Vilella de Castro 'lavares
Dr. Anlonio l.uiz Cavalcanli de Albuquerquc
Dr. Caelauo Eslellila Cavalcanli Pcssoa
Dr. Abilio Jos Tavares da Silva
lente Candido Leal Ferreira
Dr. Bernardo Pereira do Carino
Dr. Francisco Xavier Paes Karreto
Dr. Francisco do Reao Barros Brrelo
Dr. Joaquim de Aquiuo Fonsera
Dr. Sera o Jliniz de Moracs e Mallos
Teiieule-coroncl Jos Antonio Lopes
Dr. Francisco Comes Vellozo de Albuquerquo
Los
Jos Pedro da Silva
Anlonio Pedro do Figueiredo
Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior
Dr. Ili'iu.i .(.. .. da Costa Jnior
Major Jos da Carvalbo Araujo Cavalcanli
Padre Alai ral Lopes de Siqueira
Dr. Augusto l-rederirode Olvera
Dr. Doaningoe de Souza Leo
Ceneral Antonio Correa Sera
Dr. Manoel Duartc deFarla
Dr. Lourenro hranciscode Alenla Cataubo
Padre Vicente Ferreira de Siqueira Varejo
Vigaro Venancio lleuiiques de Resende
Escrivao Francisco de Barros Correa
It.ii.-o deSuassuua
Dr. Munoel Juaquim Carneiro da Cuuba
Dr. Francisco Itapbaelile Mello Keuo
Dr. Ui-.i/ Florenliiio llenriqucs de Souza
Dr. Antonio Jos A Ivs Fci reir
Dr. Manoel Francisco de Paula Cavalcanli de
Albuquerque
Dr. Joaquim.lionralves Lima
Dr. Joao Paulo Monleiro de Andrade
Dr. Mauoel de Albuquerque Macbado
COLLEGIO DE COIf&S EXTRAHIDO DA
AITIIENTICA.
Os Srs. \olos
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanli de
Albuquerque
r. Jos Francisco Cavalcanli d'AlUuquerquo
Lins
Teiieule-rorafiel Joffo Valenliu Vilella
Dr. Caelauo \a\ier Pereira de Brto.
Dr. Rodrigo Castor d'AlbuquerqueMarauliao
Dr. Sebaotiao du Keao Barros de Lcenla
Coronel .los Pedro VelrV.o da Silveira :l
Dr. Antonio dos Sanios de Siqueira Cavalcanli
Jnior :\2
Dr. Miguel Arcan jo Monleiro do Andrade -Li
Dr. logo Paulo Monleiro de Andrade -'I-
l)r. M.iuoe) Dr. Manoel Jos da Silva Neiva .12
Dr. Vinario aera I Leonardo Antuiies de Heira
llenriques il-
Dr. Dellino Auguito de Albuquerque
Dr. Vicente Jusliniauo Be/erra Cavalcanli de
Albuquerque ^11
Dr. Joan Himno AI ves Maciel 11
Panlalego de Siqueira Cavalcanli Jnior .11
Padre Fraurisco Kocbael Pereira Hrilo de Me-
delroa 30
L'mbelino Cuede- de Mello 27 I
Padre Joaquim Pinto de CaiDpM -"
llr. Francisco Alves da Silva '20
Dr. Sabiiifl Oleaario Ludgen l'inbo 0
Dr. Joaquim Pires Mochado PortelM 20
Padre Vicenle Ferreira de Siqueira Varejao 20
Dr. Manuel Joaqun- Vieira de Mello 20
Dr. Francisco Cirios Brando 20
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo '20
Dr. Augusto de Souaa Lcao *J0
Dr. Antonio Kanad de Torres Baudeira 20
Dr. Jos Franciscu de Palva 19
Jos de Carvalbo de Araujo Cavalcanli 19
Dr. Jos Francisco do Kego Barros Brrelo 19
Dr. Jos Franrist'o da Silva Br,\aa 19
Dr. Bernardo Pereira do Carmo Jnior 1
Jos Pedro da Silva 18
eLembaraadm Jernnvmo Marliniauo Figucira
de Mello 17
Joao Braulio Correa e Silva 17
Padre Venancio llenriques de Ke/eude 1.
Padre Margal Lopes de Siqueira I
Dr. Paulino dos Sontos Cavalcatiiti de Alim
querque 13
Dr. l'beodoro Macbado Freir Pereira t\n Silva
Jnior V\
Dr.Jose Francisco da Cosa Gomes l-'l
Dr. Antonio Epaniiuoudasde Mello CI
Dr. Anlonio Alvesde Souza Carvalbo CI
Dr. Cosme de S. Pereira 13
Dr. Manoel Ctemenfiio Carneiro da Cunba Ct
Dr. Manuel Juaquni Carneiro da Cunba 2
Dr. Antonio Lui/ Cavalcanli de Albuquerque 12
Tenante Jos Ignacio Cojmbra i'2
Dr. Marcos Correa d,i Cmara Tamarindo 2
Dr. Domingoo de Souia Lago \2
Dr. Francisco d'Ais Olivcira Maciel 10
Dr. Aprigio Jusliniauo da Silva GuimarSes
Major Anlonio Jos de Oliveira 9
REPARTICAa )A POLICA.
Parte do dia 16 de aovembro.
Illm. e Exm.Sr.Participo a V. Eic. que das
parles boje recebidas nota leparlcao.consa terem
sido presos: a ordern do subdelegado da freguezta
da Boa-Vista, o prelo Filip|>v, escravo de Francis-
co Xavier Marlins Bastos, por crjine do ferimentos;
a ordem o prelo Claudiiiu ile Santa Uosa, para correccao;e
a ordem do sultdelegado la freyuezia de Muribeca.
0 pardo Kosciulu Pereira tic Aqiiino, e o prelo An-
tonio Flix, este por insultos e aquello para cor-
recco.
O cominandanle do corpudo (Hilicia, em sua par-
ticiparan diaria de boje, refere, que pelo sargento
eommandante do deslacainenlo do termo do Cabo Ibe
lio,1 participado em dala de \2 do correnle, que
leudo destacado por ordem do deleaado daquelle
Leriuo duas pn$ai para a puule dosCarvalbos,a dis-
|tosiro do respectivo inspector de quarti'ir.io, acon-
tecen que em a noile de II para \2 um dos solda-
dos de uome Kav inundo Ferreira da silvas que fa-
lla parle da loira comuiaudada |n;Io dito inspector,
que na inesma noile saldr na diligencia de captu-
rar um prelo OOCravo fuuido perlenrcnle au Dr.juil
de direito da comarca, ferira inurtalnieule MBCOn-
ilicio, 110 acto de captura, o dito eecravo, donde Ibe
resullou a mofle poucas bora> depois. asseveraudo I
elle e prio inspector, que o soldado s e em luta eoiu o es-1
cravo dentro de una casa esrura,defendera-sea prin-
cipio \.. I .'ii h-ini'ii t" dos golpes da una laca, com que
oaaaredia o negro, e queso em ultimo recurso lau-
car* mao da baioueta em deleza piopria, o quando
conhecen que era htlalljvalmente sacrlicado, por
isso que os companbeiroH da dlligOfiCla, OU por no
sequererem exptir ou por ouiro qualquer motivo
haviam desamparado o soldado ja em lula.
Accrescenla o mesmo commaudaiite, que o solda-
do de que se trala.se Ibc apresenlara boiiteui, eque
o lizera reculber ao ralaliuji<;o ate que apparecam os
averiguares sobre o faclo.a rc^peito do qual nao lia-
vendo o respectivo ilelegado feito at o presente par-
licip;n;;lo algumu.lbe lenbo nesla data ordenado que
sem demora proceda elle no termos da lei, |or ser
esle o meio de se entrar nu conlieeimeuto da ver-
dade.
Dos guarde .1 V. F-\r. .Secretan.1 da polica de
Peroambueo iKileuovembrode \<>\.Hlm.eExm.
Sr. ooueelbeiru -lose Benloda Cunha e Figueiredo,
.'17 F'rancisco Jos Tavares Gama. o
s Francisco Autoiiio Durlo.
.(! Hygino Jos de Araujo Marques.
10 Jos Gotic.-alves Malveira. 1.
41 Joaquim Jos Ferreira de Mello. a
r.l Joaquim Filippe da Costa.
i.'l Jos*- Autonio da Silva Tavares. u
H Joaquim Cipriano tesara.
I" Jos Alves da Silva Reg. 2.'
,< JosAnlono Moreira. a
17 Jos Fernandos Fradique.
1M Jacintliu Alves Rodrigues Macbadui3.
19 Jerouyino Leopoldo Rufno.
.VI Joaquin Jos Kulino. (
"ti Joaquim Jos da Cunba.
~>2 Joaquin Caelauo Coclbu. t
53 Joaquim do San Tiago.
51 Jos l.uiz Gonralves Pena.
j Jaciiillo Ribeiru Sanclies dos San-
ios. .
\2 presidente da provincia.O deseinbaruador Cae
lao Jim-tU Silni Santiago* c'iefu de polica in-
leriuo.
GUARDA NACIONAL DO KECIFE.
/telaran nominal dos ijiiiiiiik da nimeira nmtpa
nhia do lialalho dr arUIhartn da guarda na-
ci/Hit 00 municipio do ltrri/e, ululados para
o terrifO activo pelo coiuetko de i/aalificaeao
da paivrhia de San-l-'i-ei-Pcdro-Cunrulvei dn
Heriff, em rirlude. da lei n. fiOJ de 19 de se-
teinOiu, c instrucres dt-2-'> de miUihro de 1830
:l
nos euj ia Irabalbar de jornal com uiiuba irimla
ni.ir. velba... nunca live lenqiode frerpicular a es-
cola.
liu : E desejaria iniiilo ins(rnir-se ?
Claudina : Ob sim, senbor, intiilo !
I:n : Porque beque deseja lano isso
Claudina : Sem duvida lia de ser cousa boa e
ulil aprender, senbor, pois lodos os pais que tem
meios, lauto os ricos como os pobres, inaudam seus
Hlbos .1 enrola,
Eu : F>la resposta be |ierfeilaineiile justa, nii-
uba abara Claudina ; sim, be bom, be ulil aprender,
porquanloH Inslrucola nos e-clarece, nos torna nie-
Ibores, e satisfaz. nO0M legitima curosidaile. Ha ten-
ias cuiisas que aprender^ As-im, por exemplo, Ju-
liano Fauveau fez mu araudesacrilicio para resga-
laro lilbo*. esta aeran be bella, mo be assiin, mi-
nba lilba ? e romquanlo Juliano Fauveau Ibe seja
eslranbo. todava vosse eslima baver tido ron I ice 1-
uieiilo de sua bella accao? Ella fallou-lbe ao cu-
rao?
Claudina : Sim. senbor.
/ : Pois nesla biblulbeca, ipic abi v, lia II-
vros, nos quaes vosse poderia ler um grande nume-
ro de rasgos de aenerosidade, anda mais bellos que
le Juliano Fauxeau, nobresacrocs que W pasea-
ran, lia cen, duzeutos, mil, ou dous mil anuos!
Claudina : Meu Dos ser possivel?... saber
cousas que M paisarara lia dous rail anuos
Anlonio Pires F'alco.
Audr \ivier Van na.
Antonio Manuel Allonso.
i Antonio Lourenro Pereira do ale
."> Antonio Gomes Berlinque.
II Antonio Lopes de Oliveira.
7 Antonio Jos Guedcs de Barros
H Anlonio Jos de Castro.
9 Anlonio Frauciscode Paula do Ro-
sario.
10 Antonio Ignacio de oliveira.
11 Anlonio Joaquim de Carvalbo J-
nior.
\2 Aaoslinbo FVrreira Fonles.
Ll Anlonio Augusto da Costa Guima-
r.les.
I Antonio Ignacio da Silva.
I "> Anlonio Demetrio da Silva.
I(> Albino Antera de Souxa Reis.
17 Bernardo Lu/ Crrela de Almcida.t
IK Bernardo ila Cunba Teiveira. I
ll Ltistodio Jos \ liinni. '}
90 ClirlstovSo de Uollauda.
'I Carlos Jos Lopes. 1
22 CandidoTbomaz Pereira Dulia. X
'i Elias Francisco dos Sanios. I
2\ Bslavgo Joa de Barros. 1
S5 Eduardo Ferreira da Crol 1
inl Fjiaeuio Francisco das Cbagas. 1
21 Emiliano Jos das Seves. 1
2H BslevgoCandido da Sil\a. ti
2*} Eduardo Candido de Oleira. >
.'lo Elias Cordeiro Cintra*
.'II FranciscoCeaario Branco. i\
:u Francisco Jos de sele.
.TI Francisco de Paula Fernandos Mo-
reira Jnior. 1
:t Francisco de Braja Monte Lima, i
33 Francisco Jos de Paula. "i
:it FVancisi-o Gomes de Oliveira. Ii
I:!.-
lia sido lao lieluieule contada como a dos bomeiis !
K a historia dos pasaarnhus, daa borbofelai, que
ralo be menos inleressaute E se Ibe lalla-se nos
livros, em que se aprende oque be? esse foao, por
ipie 1,i/fio elle i|ueima, o processo pelo qual se fa-
brican! os vidros dessa vidraca, oespellio que csl.i
sobra ene rbamin '.
Mas <|iie tem voss, querida lillia, para tremer
aasiui I
Claudina: Ah senbor... be que ouviudo-o
dizer queso poda aprender hinlacousa, taas bel-
las cousas.,, lquei como desltimbrada... como es-
pantada... He possivel... que baja ludo isso nos li-
vros ?... Ab feli/es s,lo os que poderam aprender
a ler !
Un : Se voss qui/er. iniulia lilba... pikle ao-
zar dessa felicidade.
Claudina : Ob senbor... como ento?...
Au : Eu Ibe ensinarei a ler... e a e*rrever, se
voss o deseja. e depois Ibe ensinarei o que sei...
Claudina : Sera verdade Osenbor seria assas
bom para... ? mas nlo, isso nao pode ser.
Eu : Porque ?
Claudina; E minba larefa ?... e meu Iraba-
Ibo ?
Eu : Em ve/ de Irabalbar dea boras por dia,
VOaa Bu IrabaUan rien... a einpri'aar o resto do
lempo em inslior-se... seu salario sera reduzido
1 melado ; mas mo importa. A sorte de sua lia
ti Jos dos Sanlaa Cosa. %
07 Jos Pereira da Silva. "
S6 Juso Carlos da Costa.
09 Ignacio dos Santos Sazes. ">.
'i1' Joao Evaucelisla Passos.
til Jos i!r Assis Garca. "
i\2 .l>|.i Itego Fujco Jnior.
'- lanacio Joaquim de Suu/a. f>.'
l Jos do Carmu Correia de Oliveira.
'i.'i !-' Beulo Ferreira Bailar. a
(iti Jos Lui/ de Azevcdo M ti" Jos de Moraes Maia. a
t\S JoaquinGoncalvcs Vauua.
(9 Joffo Pinto da Costa.
70 Jos Itodopiano dos Santos. >
71 los Leocadio da Silva.
"2 Jos Eugenio da Costa Paiva. i>
7:1 Jo* Antonio Pinto Serodiu.
71 Joo Alves de Oliveira.
7.) Joo Lui/ Pereira Luna.
7(i Jo* Gonralves Torres. 7.'
77 Joaquim Lardoso Avres. "
78 Jos Rodrigues Pereira. a
79 Jos Eusehio Alves KO Joaquim Lopes do Aluteida. H.*
Hl l.uiz Ribeiro Franca. .V
K2 Ludgro Ribeiro da Luz.
Kl l.uiz Gonzaga do Seuua.
Hl Luiz de Franca e Mello Jnior. *>.*
Hj Leocadio Jos de Figueiredo.
Hl) Lui/Gomes de Fauuiredu Jnior, o
H7 Lourenro Lui/ das Noves. H."
i9i Marcellino Pereira de Freitas. i.'
sq Marcoliuo do Espirito Santo. >
90 Munoel Francisco dos Santos. oV
91 Miauel de Jess Leal,
92 Manoel de Aruujo Cunba. a
93 Manoel do Nasrimeuto Ribeiro.
9t Manoel Jos do Espirito Sanio.
'i .Manuel Feliciano da Luz Viaiiiu. i.'
96 Manoel Anlonio Ribeiro n
97 Manoel da Conceiro Borges.
!ls Ifanoel Policarpo Moreira do A-
zevedo. 9
9!i Manoel Cyriaco da Fonscca.
Itm Mallilaa Manoel de Jess. .V
101 Manoel Eleoleriu do Rosario.
H>2 Manoel Jaiques da Silva.
|n MarcolioO de Souza Pereira de
Brilo.
101 Manoel Ignacio de Oliveira J-
nior. nV
loj Mauoel do N'ascimenio e Araujo.
1 Manoel de Araujo Castro.
107 Mauoel Marques de Abren Porlu. a
IOS Mauoel Jos Texeua Ftiles. H
109 Mauoel Jos dos Santos. a
110 Manuel Jos da Silva Grillo. o
111 Manoel Filippe Vicente.
112 Manoel Filippe dos Santos. n
11:1 Nuno Mara de Seixas. t .'!.*
11 1 ^icolo francisco de Paula Cval-
as canil. i.*
11 j Pedro Jos Pereira. "-
I Iti Porfirio Antonio Vil laca. o
117 Rom.lo Autonjo da Silva Alcau-
lara. .
llS Tertuliano da PaUilo. .'I.*
I9 TlieopbiloOlegario de Farii. oV
120 Vicente Victorino Francisco. a
121 Vicenle Ferreira de Souza.
122 Vicenle Ferreira Lopes. n
Todos os guardas cima declarados Iteam obriga-
dos. M-i,! .In que dispoom os arligos Ll, 2:1 < > > da
lei u. 002, a se apreseutarem ao sen cujnniaiidaiilu
interino de compaubia o Sr. segundo-leueuto Alva-
ro Pereira duS, para o que lira marcado o prazo
ile 10 das, contados desta dala, afun de preslarCui
o* csclarecimeulos necessarios ao prompto e bom
andamento do servido, oso loniarera couhecido;
sendo que aquelle ou aquelles que se*ucgareui ao
leleriiiiuailo, incorrein as penas dos^ !. e4.# do
arhao 97 da inesma lei.
juartel do cumulando do balalbao de arlilbari.i
da guarda nacional lH-.'i. Jouo Pinto de lmo* Jnior.
Teuenle-corunel.
Eu : Sun, minba lilba... be Isso que cbamain lambi>m a sua eslau seguras, graras o pequea som-
a lli-loria, Isto bea narrac.lo das bellas aeces
infelizmente lambem das mas acedes dos bumens
que v i vera m ba aeculost. Assim confesse, minba li-
lba, que deve haver grande prazer em estar, suppu-
uliamos, assenlada uessa poltrona, juntu do fugo,
e, gncaa a Mtun, COnhecer, ver, por assim dicr,
0 que se pass^ra ba quinlieulos ou a mil anuos?
Claudina-. Ab! senbor... isso parece iinisfl-
nbo, be Incrivd ,
Eu : .N'a. la be entretanto mais verdadeiro. Con-
fesse tambera que deve ser cousa'mu curiosa e mu
divertido saber, por e\emplu, onde eslo situados
os 011 Iros paizes que nao sao o uosso, conliecer os
coslutnes de seus babilantes, as arvores, as plantas
eos animaes densas regios longinquas, que sao in-
leiratnenle dilferentes da* que vemos em Franca?
Higa, querida lllbb, nao be lambem agradavcl po-
der, por assrh dizer, viajar quinbentas, mil ou duas
mil leguas longo tic casa sem sabir de junto do fo-
go?... Pois, grabas leilura das narraquee de via-
gem, go/a-se desse delicioso nrazer.
Claudina : Meu Dos f .. quanlo be bello en-
tilo saber! Ab'!... felizes daquelle que tem a dita
de aprender a lu!
Bu :E se Ibe fallasse em outros livros, nos quaes
se aprende o 1101111* deasas bellas estrellas, que vos-
- v brlliar de imite a mareba que ellas seauein
110 mi... a dislaneja em que eslAo da Ierra !... V, se
descerni dessas alturas Ibe fallasse no> livros que
i-nsinam, por exeraplo, corno nascein, vivem e tra-
balbam cssas sbclbas, que voss v adejar em
torno dos cortijos ; que eusinaui como ellas cons-
trueni esses cortijos, como fazem o ml, e como
vivemenlreai! porque a historia de seus cosluraes
ni.1 que agora Ibe perleucc
Claudina : Meu Dos o senbor lomara o
iiicommodo de...
A pubre moca nao tirabou, profundamente com-
ino vi da, eulerftecida, 0 exprimiudo no seuiblaule
un recoiibecimenlo inefavel, ella debulliou-se em
lagrimas. Eu lambem deliciosamente GQfnmovido
fui assentar-me junto della, |>eguei-lbe em urna das
maos e disse-lbe :
Minba lilba... que extrema seiisibilidadc bu
a sua !... Nao exagere o pouco que nielo posso fa-
zer por voss... He para inim ao rocano lempo um
prazer... e um dever procurar dar-lbe a u*trucc,du
que Ibe falla... Enlao aceita minba proposla ?
Claudina relirou a mau d'eulre as rniubas, alim
de enrbuaar as lagrimas, e depois respondeu-me :
Ab senbor... como poderei jamis moslrar-
Ibe que nflo sou umainarala?
Ha : Se julga dever-me algum reconbeci-
inenlo, minba lilba, est cni suas niaos... nao s
desempenbar-se, como fazer-rac o mais feliz dos bu-
mens...
Claudina : Lina pobre moca romo eu poderia
isso?... meu Dos... se fosse.verdade !
Eu : He bem verdade, vou prova-lo... mra-
me, querida lilba : aprender a ler, a e-crevers em
urna palavra, inslruir-se... nao be cousa que se fa-
ca em um dia, nao be assim ?
Claudina:Ab nao... sou tao ignorante !
An : Ora, para dar-lbe regularmente liroes se'
inisler que passomes juntos algumas horas por
dia, e emboca eu teulia idade para ser seu pai, ein-
bora meo* cabellos estejain braucos, a*j ms linguas
poderiara. fallar dessas conferencias particulares, o
sua reputarao, at agora encllenle, le 1,1 lalve/
|iir MjUrer com essas maledicencias, o que seria
urna araudc dcsaraca para voss, e um grande pe-
zar para mim... Comprebende-me, ininha lilba ?...
Sim, vossA me coAiprebcnde... pois... esto co-
rando \
Claudina : Meu Dos senbor, que fazereu-
II o ?
/'(/: .Li Ibe disse que lia um meio, ran meio
bem simples de por nossas conferencias ao abriao
da maledicencia, e faze-Iss pefeilameulc decentes
e respeilaveis.
Claudina : Eque meio be esse, senbor ? '
En : Supponbamos... o coragao balia-ine a
despedacar-se em quanlo en arliculava lentainenler
as palavras seainules, observando com ancia o sem-
blante de Claudina J supponbaraos..., que VOaaA
seja.*. minba uiullicr..,
I-Jila eiicarou-mu com mu ar lao iugenuo, c lio
pouco sorpre/o uue evideiileraenle nao vis em 1111-
llliM palavras nada mais que una supposi^lo, e
respondeu-me cora urna araciosa siniplicidadc :
Sim, senbor... supponliamos issu.
Eu : Nesle caso nada seria mais-ualuial, do
quo nossas conferencias particulares... Lma rau-
Iber e seu marido nao lein o direilo le estar iba
pelo lempo que quizerera?
Claudina: Cerbunente, senbor... na...
Ella noacalmu, o Ii cl.ir.imcnlo em sua ph\&io-
nofflla franca e candida esle pensamentu : Para
que essa suppostro.? Por ventura be possivel que
urna (tobre cam|ioneza como eu seja nunca sua mu-
llier ?
Era inisler ser mais preciso para fazer-me enten-
ler de Claudina. Miubas angustias redobraidin ;
1 ingenuilade e a, grai;a locante de rauca duraute
Uta rouversdi;aoduplicavaiu minba ternura por el-
la, e mo ubslane ter quareula' anuos, senlia-im:
cada vez mais enamorado. Devendu, po|s, formu-
lar claramente meu pedido, disse-llie :
Miiilia lilil, quando voss pensou am Odaar-
secoiu Juliano Fauveau, a idado delle nao a assulP-
lava ?
Claudina : Nrtu, senbor.
Ha: Foi seu bom corarao que a fez pensar
nellc?
Claudina : Sim, seulwr.
Eu Acba que lenho bem coraran ?
Claudina : Vmr, senhor ?... vine. ?...
A eipressao das feicOes, e o acento da voz de
Claudina pareriam di/er: i Depois das bondades
deque me eiicheu, como poderia cu duvidardaex-
cclleucla deaeu coracAo!
Animado por esle feliz symptoma, loroei-llic com
bOZ enternecida, palpilanlc de lmur e de epe-
iaiu;a :
Minba lilba, sou quando muito da idade de
Juliano Fauveau. e tenbu blo bom coraijAo romo
elle ; mas nao lenbo cuino elle lamilla, suu sosiulio
nu inundo, c aiuo-a'lernanienle... Quer ser minba
iriulher?... diaa ... quer? Ob Claudina, consinia
asar-se couiigo, vuss me faro o mais feliz do*
boinens!
ronriHirar-M-Aa;
vai 1x11 Anr.


IIIUIIO DE MM,IIH10.
I)a gri/elaqut nm oiiie o vapor inglez Lady
glint m, uliiruanuMite liugado ao dossq porlo, co-
lliemiw ainda b atguinle:
Depois da deHtta^lode ^ueirafeftapelnlultaoBi
ciar.os funcciuiiario? rutos que anda w acliavaui
na Turqua, iam-se retirando d'alli.
Na M-sviu om que seloinuii rewlucao de acome-
Ihar o aullat, a arvorar o calandarto do prophcla,
tiveram preaeiites lodoi. o 121 niemb.KH do quo e
compOeudivan, solido ewa rewlu<;u adoptada pur
1 JO votos.
O enUm-u-uiu bellico dos Turco*, continua sen.
arrefecimenlu, o propriosulUlonao Iho heeslranlio.
' Bm uma'visila que llie fizcran. o- representantes
das diversaspoleucia*, eltc exprimi-se da maueira
seguir, le :
Nossos a\s lomaran) Cnn^tantinopla com a ca-
pada na ni.Mt ; se o destino quizer que esta cidade
passe ao puder de oulruspnlior, cederemos, mas com
a espada na mflo : venceremos ou morrereinos co-
mo soldados, pelo iioato culto e yela no a De*lo que sanecionoa as ultimas relacoes do
Divn, cousomeodia cm ejercicios relKiosos. O
Sheik-ul-lslan). o visita lodos os das, e llie repele
a iuterpretac.au dos versculos d alcoro que se re-
fercm guerra. A*seRurou-se quo se mandou
pergunlar a Abd-el-kadcr.se no camode lia ver aunr-
ra, elle acrilaria um commandu.As iieRoriacei.
a esle respeilo, continua) por inediiclo do Slieik-
ul-Islam.Os Turcos assemiraram que o Emir esla
disposlo a acceder ao desejo da Porta olloinaua,
masenm o previo assentimenlo do poverno lYancez.
Se o conseguir, dar-se-lhe-ha o goveruo e com-
inando da Asia.
Oclerolurco ollerecou ao giivern. ottomano 00
millioes de plulras (obra do 15 milhe de francos,
para as despegas da guerra.
A Hevolucilo de Selembro de -29 deoulubro, pu-
blica u seguinte:
Osjuruaes franceses receidos boje silo datados
do dia I. O Journal des Debato, menciona uina
coramuuicacao particular lelegrapbica, noticiando
que cunslava de Conslaulinopla au lerem entrado
asesquadras combinadas nos Dartfcinellos al o dia
10 : que, porein, o sullo bavia solicitado quo on
trasscm,eoscinuaiiadores aunuiram ao seu pedido
A Porta Tez un noxo manifest dirigido ao exei
clo, excitandoozelo c patriotismo das tropas, eat
mesmo lempo cbamaudo lodos os fiis renles a lo-
mar as armas em nomo do alcoro. Ordenou lam-
ben) a fonnarju de un acampamento de 25O$0O ho-
rnenscm Andrinopoli, parte dos quaes ja liulmiii
sabido da capital otlomana.
a Asearlas de Coustantinopla do diall.annuu-
ciam que as forras que vito entrar em campanlia
por parle da Kussia, serio :tOO:(MK) bomeus pulo Da-
nubio, e'200:000 pelii Asia menor.
a No dia 12 subirn) de Contlantiuopla todos os
fuuecinnarios russus, que ainda all eiisliaui; eos
bubditos da menina nnrao, que ainda licaraui, cullo-
caram-se debaixo da prolecrao do consnl da Dina-
marea.
m O manifest do miIIo linlia sido publicado em
(odasas mesquitas nodia 7, causando cxtiaordiuaru
enlliuiiasino. Todas as correa pon dencias sao con
formes em qnesc disperlou nos Turcos un ve-
hemente impulso de um'ionalidade, que os condu-
cir a emprebender frito* heroicos. Os grandes dlg-
nilariosdo iiniierio, foramos primeiros a darexem-
plode liberaiilade pan oceorrer is despezas da
guerra; alem dosquantiosos doiialivosem dnbei-
roe jolas, ogrjo visir obrigou-se a inanler umexei-
eilo de .W0.0O0 boineus, os (eneraes que comm.u.-
dam o corri da Koinelia, oulro de 20:000 homens,
e omini>lro da guerrn um de 5:000 homens; esto
dir>puulhi-se a partir paraocxerclodc operacoes.
a Nodia i de milubro ehegou un navio condu-
cido 2:000 espingardas novas, procedentes das fa-
bricas franco/as, e. destinadas ao evercilodfl reserva.
a Tres fragatas de vapor parliram para H.ivrollt,
.ilnii de receberem parle de um rorpo de 12:000 hu-
men* de tropa regular, procedentes da Svra.
nopoli, para fazer que viesse a Conslaiiliuopl.i Se-
fer-bei, clicfccircassiano, quese aehava nasobiediia
cidade.
w lldssim Jasidji, rom \:000 cavados liuha parti-
do para a Asia ; c illinna\,t-epic Aiilias-pacha.do
l'\plo, leudo guarnecido de Iropas o Cairo, i.: por
.i dUposirodo sullao 20:000 honieiis.
i Alem da** reservas ja exisienles decretou-M a
formadlo de oulro coi po rao tirados dea rvcrnlas dlsponfveifl : iw.-se nutro a-
IWamenlo da 1K:000 homens, qti devo servir para
guaruirao de Cooslaiiliiiopla :e lodos acudiram iws-
se inesmodla da convocarAo a pegar em armas, do
inesmoniodoqucseliavia'in alUado 2'cOOO Im-nens
voluntariarnenle para la/er parte do acampamento
em Andrinupoli.
K Osbalalbrs de caradores, imilariodnsdo Vin-
eennes cm Frauea.oriMiiisadospor olliciae-* fraurezes,
sabiram para o quarlel general de Omer-P.x lu o
lerceiro que eslava ainda nu in*lruccao, devia pre-
pararle .i marchar para Kallouiu.
a Esperav am-se 20:001) Druios do l.ibano, tropa
irregular, euinroandadot pelo famoso Cliibbi, queha
lempos prestara submissao a^Mebemel-Ali-l'acli.
a Meladeda esquadra lurea, la faer-se de vela
para as costas d'A*ia, entre Trebisonda c Kattoum.
Os ulemas oslavim dupoaUM a entregar os fun-
dos em ouru e prala, que segundo o alcoro dev iam
empregar-se as guerras de regiao.
o As noticias da Bulgaria, representan) Om^r-I'a-
cha disposlo a eyliar na pequeua Valaqoia. Os ge-
neraes russos nao podem oppuMho obstculo, por
que N veeni imposibilitados de guarnecer em toda
a sua extendi a linba ilo Danubio : e nesle coiicei-
to 11,1o duvidain de qoe os Turcos podero, como fi-
les, passar o rio quando juluarem opporluno. Tai-
vez por isso retiraran) suas Iropas das margens, COD-
cenlrando-as as proximadaiks de linchares!, que
escolberam para centro das opcraees. A sua linha
nao passa de Argi*. rio que divide em dua> partee i
l>equena e a brande Valaebia, eslaudo esta ultima
completamente descobcrla, e por tanto c*pesia a ser
campo de balalba.
A respeilo doexcreilo (urco o Diario do Gover-
no iranscreve da Pree o Mgulole artigo :
Muitos periodiCM faltando do ejercito turco,
temdito qucelle nicamente se compite de tropas
irregulares, e estranbas a (oda a idea de disciplina.
Iloje mesino nos depara o Mhbar de Arget, um
arligu en) que seu autor Ma das p'ialatigts indis-
aplatada* de Orner-pacha. N'uuia palavra beopi-
iii.mi seguida.por quasl lona a geule que trata das
vicissitudes da guerra uelual,- que a forea militar
esto toda do lado do Kossos. e que o exeieilo turco
nao he capaz de fazer unta resistencia seria.*
A verdade, digam o que quizer, he, qoe a res-
|>eilo da urganisagau e disciplina, as tropas turcas,
instruidas por excellenles olliciaes fraucezes c prus-
sianos, podem eomparar-se, e lalxez que excedan),
asmelliores da Hussia.
ti.A Turqua adoplou complelamenlc atctica
lame/.i : oseu armameiiln eeqiiipamento, lio igual
ao doexercilo francez, a cxecpc.fio do turbante que
he ainda usado pela infifllarla e cavallaria.
A arlilbaria organisada pelo svslcma prussa-
no be admifavel, e oserviro he le'ilo porsuldados
perfcitamenle adestrados. A Turqua, potencia
esscncialraeulc mililar ua sua origem, poaaue os
melhores quarteis do mundo. Nada ha na Hussia
que se possa comparar, com a fabrica de cautines de
Tofan a.
o O exercilo da Komelia, principalmente oque
commaiida Omer-I'acb, general hbil e experimen-
tado, compc-sc na na maioria de soldados, que
deram provas de grande valor, as expedicoes do
Kurdislan, Bosnia, c Montenegro. Nao sao, como
diz o Akhba phatanget indisciplinadas, mas, bem
ao contrario, tropas perfcitamenle instruidas na tc-
tica o disciplina, c animadas de exrellcntes es-
pirito*.
Os redi fu, gcralineule i epulndi urna especie do
guarda nacional inovel, que umita gente suppe
uimposla de gente hisunba, violentamente arran-
eeda i vida civil, formaoexercilo de reserva.Alo
saldados veteranos que tendo -n v ido seto anuos no
vierrilo activo, preslam anda ao estado, um servido
de cinco anuos, depois dos qaes licam livres.
O redifs organisados rumo as Iropas activas,
teiu os seus quarims completos, com ofllcjaes e su-
Iwlteruos.' Totlos o* anuos, lindo* os trabalhus
iigricolas, reunem->e na capilal da provincia, fazen-
do pelo espago de um mez os s*us esercielcM, per-
ebendo stddo, e vivendo nleirameule vida do sol-
dado. Esta reserva, que lem gruude annloaia com
o land'eeh' prusiano, pode preslargrandcs ser-
v eos.
n O exercito aclivo c o de reserva, que dao urna
forcade ;(00.000 homens, siio os recursos militares
con que a Turquia COlUa. Releva accrescenlar,
que as Iropas irregulares, no caso de invasio de
territorio, islo be, no caso de guerra santa, compu-
se de lodo o povo musulmano, sem djslincc.a'o de
nladf, segumlo manda a le religiosa.
* Sem se obedecer a esla le ao peda ledra, cal-
culn-s* em 50,000 bomeus, |wlos menos, os Turcos
que voluntariarnenle se apresenlai iam se eeiMfiaMe
;i guerra. Couta a Turqua, alem disso, Coni otras
ierras, cumo afleos harn ou Csndarmes, os tarta-
rosaos coseatos do Dan, emigrados da Ana, ees
toufiigcutes auxiliares, que dio a Servia, Albania.
Egypto,etc.
Julgamos > "ii'i'ineiile entrar uestas.partcula
poaaue urna fofea militar respeilavcl, quo he gra-
c erro-reputar hoja o seu ewrcilu como era 1KW,
(liando bou va a lula como bach doEgyplo. Nes-
ti poca lie que a anliga orgauit eslruida, sem que a nova tlvessc cumeyedo; uRo
sendo enUo ozelo religeso, mu poderoso nos mu-
sulman.-. IHo fervoroso ncUetcomo boje.
A mesini gazeta diz osegulnle t
k As opora^es de matorconsequonca nito so rea-
lisaro as margens do Danubio, mas nss costas asi-
ticas, sonde o apoto (las enrgicas povoac,ocsdoCau-
so poder ser mullo favoravcl Turqua.Ti-
nha partido um correio de Constantnoplapara Ab*
11-bacM, que manda o exercilooltomano, acampa-
Jo emBrieroum, para Ihc dar runnecimenloda* re-
sol urdes do divn, e as ordens necessarias. Os Rus-
sos tcm na Asia W.000 bon)ens de Iropa regular,
10,000 do Iropa irregular, o 20,000 cossacos.Os
Turcos conlain 100,000 homens, alen) dos reforros
que se esperavam da Arabia.
i Mandaram-se ao Mar Negro tres fragatas, e al-
uuns vapores da miriulia turca, para apuiarem, sen-
do necessario, os movimentos du exerclo da Kome-
lia. Tambero se fez de vela umaesquadra para Tre-
bisonda, aflrd de apoar o exercilo de Abdi-bach.
A Persia acabava de tlcclarar ofllcialmente I
sua neulralidade na quesillo lurco-russa, sendo fal-
sas lodas as uoticias que cm contrario se tcm espa-
I liado, m
A ltti-i i pela sua parle preparava*sc para a lu-
la, e acabava de adoptar dispos^es bellicas -\ \
maior imporlancia.
As forcas militares dessa potencia comprehendem
duas divisos principaes : primeira, a destinada pa-
ra as grandes operacoes na Europa ; segunda, as
(pie fem destino local. Corra que o primeirodesles
itous exercilos, u qual esl < aclualnieule aquarlcla-
do na Polonia e parle occidental da Europa, seria
todo poslo em movimenlo, o rorpo commandado pe-
lo general Paniu-nkine, o qual se aehava acampado
junto de Varsovia, oasegunda dvisito de cavallaria
domando du general Slabl ja linliam recebido or
dem de mircbar para o l'rutb.
Tinba sido nomeado coinmaiidante em chefe do
oxercilo russon principo de Ptskewitch, sendo posta
i sua dtapoaielo nina divisao de 10,000 homens da
tropas que uuarnecem a Colonia.
No Diaria do (orermt de 2i de oulubro le-se o
seguinte:
8 llavia-se observado nosacampamculos dosi'ur-
COeeRassjufl movimentos em sentido belllceto.
Os Kussos marebaram de Kir/iwo e (ialaes para Is-
mael, correspondendo este movimenlo a urna upe-
racjio estratgica fcita por Omer-Pach. Occapa
esle poricoefl bem ealculaila-. achando-se em estado
do se oppor paeMgem do Danubio. Eslaneleccu
lelrsraplios que upiiuham ao alcance dos movimeu-
tosdoexercilo raetO, fl o-, pontos volneraveis po-
dem ser auxiliados coi lana presteza romo a que
os Moscovitas podem empregar noataque.a
A mesan ganla Iranocreve rio Tempo, peridico
do Berln, a seguinte observaban :
A Prsaia nao pode deolarar-ee contra a Kua-
sia. emquauto for nagao conservadora, mas (amhcm
mo tem motivos para se piouuuriar a favor na pr-
senle queslao. A quotio du Oriente nao nos loca
Ido deporto, que nos obri&ue a preferir a guerra
manutenalo da paz. As IntUllliCjOea da Prussia sao
anda mu recente!*, e para as consolidar c desenvol-
ver Carece ea de paz. Fora necessario um grande
concuo de crcunislancias, para que a PraosJfl
tomaste, na desinlelligeucia lurco-ru>sa, oulro as-
peclo que nao fuese o de urna nciitralidade armada.))
Bata mesnii declaradlo fez o goveruo proeiiano
cm urna circular dploma.ti<'a.
Seuuudo deca rara ni os enibaivadores d'AUttril e
da Prussia as corlea do Occidente, nflotetratou
emOlrnatz, dolormar ligaeJguau entre aapnten-
elaa do norte.
Pelo que re-peit.i a parle que nesla queslao to-
7|H ; ea B 112 por canto Imllaadezes de 62 a 63, o
Spor ceulo porluguezesa*11|2 ; e os 5 por cento
toamarquezps, de 101 l|ia!02.
a
M
"
COMniCADO.
Araba de teiuir no vapor Imptnlrit para a ]>r-
reilura a Dilnn.ci>ni obediencia do mu cliefe. o nia-
ionarlo a|MMlolico capucliinlio.frei Apolonio do Mo-
linolo, depois do una lirovc retideucia ile qunie
inezeu no hospicio ila Pculi nesla cidade. Esle p-
timo roliRioso deiiou assiis saudosoa c insnciayei a
todos os que o \ iran c o ouvirain, ja da cadeira do
cvani:eUio(j.'i do coiirrsiionario, c j fnalmeulo uo
eserricio do lodos os seus actos religiosos.
Elle he asss fervoroso no dcsempenlio de sen
ministerio, e rene em si lodas as qiialidades de
um boni o oxcelleuto ministro do Sr. lie eiulim do-
lado de um dom oralorio, e de allos lalenlus e vir-
tudes. Feli/es pois silo os nossos cnmpilriolas da
Babia que entre os muitos que (em vao gozar
niais deste digno apostlo do senhor ; pelo que desde
ji os feliiilamo. e lamentamos nussa perda.
De nm amante don mint I-ran
i lod
IIK
o Times liir. qi
. ,i- Torras DVIIaSu
mlemplar Impassivel
iiiiii que ceder-lbe o iiu-
'i de oulubro IraiB-
iroo orgam da lord
los diarios inglezei,
do
mam a Inslalerra
IngUlerra se oppori
duRuuii.....Orienl
m seu- progreMni l
periu univerul.
Ii<> Diario du (.'"
rreu'inus as geguinlai nolic
" Mornn 1'oU, qu
P.diiieislou, be o milis l.plli
alliruia que a liiul.ilerra u Franca nJo Diera.....li-
sas Uf-opottu i Hussia. oque esta be que deveago-
ra iiiilinar-se aillo ai potencial do Occidente, ilc-
sislinilu de qualquer prelenciu coulraria in le-
nendencia d.i Turquia. Entonele que pelelo doi
Kuasos no Danubio ser iiisusleulavel apenas te
mmperem as lioalilidadea. Aiaamira i.....bem. que
a Inglaterra e Franca nreciaKem de inlcrvir
ri.ni forja, de lena, a liba de Canda seria o quar-
lel general doesercilo anglo-francei.
Se-nudo o que se l nu BrliihArmy Ditpalck,
de Londrao, su a rwpoata da Torqoia rdr pouco fa-
voravel paif rmbarcarao em Portsmoutli eCork,
com deslino ,i Gibrallara Malla dei regimenlos de
linba. um balalhande auardas, oilocompanbiaa de
arlilbaria red. com as compeleules baleras de
eanipanba, uina di\isilii deinfaularia demarinba,
cun pru\inienlu de luuueles, ele.
a ,\ asquadra do almirante Corry, tinba ido 110-
varoente Fondear em Spilhcad.
a l.uril Aberdeen respundeu
envfou um mrrling, em Mnlldi
em Sbelield e que o goveruo di
va os seus ardentes esfuirus, p.
quesles pendenl
des da Baerra, W
a depiilacau que Ibe
ipacilicu. que buuve
rainlie nao afrouia-
ira compiir as gravea
e forrar a Earopa as calamida-
poder ciinsegnir de um mudo
coinp.iiiielcoma dignidadede IngUlerra.
Quinto allilude da Franca, eis-aqui u que a
esic respailo se l na Hecolu(3o de Selembro de J\
de uulubro:
n Ao .Uonitiig-Clii'oiiicle escrevein de Paria
seguiule: A allilude do go,eruo Iranec/. be cada
dia nuil lir...... I.ui/ Napoleao a MUS ministros, ao
tomaran a deicriiiu.au de adherir alliauca in-
glega, aucceda u que sureeder. decidiram-se a sus-
lenlar a Turquia pela forja d'armas e por lodus os
ineius pussiveis. I)cran>-se ordena para reunir tro-
pas e um corpa conaideravd n dirisirii a Toulun.
NoeaM que seja necessario enviar Iropas ao Orien-
le -i> furmar um deposito na ilba de Caudia (Gre-
la que sera oquarlel-general doa lu^le/es e Frau-
eeiea.
a Se isla denionslraco nao for baslanle, c ('.ons-
linlinoaja se vlr ameaeda, paaiari a occupa-la mu
eiercito anglo-francei: as Iropai auxiliares rran-
ee/as sern mais numerosas do que as ingleas, C
esla de li.i inuilu coiivenciuiiadn enlre OS U0UI BO-
mtiios que as forcas lerreslres serflo coiiiniaiul.idas
pur um general franco, e as martimas pd uliui.
raute daesquadra inule/.a. n
No ulislante ludo isso. nanea que lia ainda e-
peranr.i. deque a que-lio-cr.i regulada pacilica-
mcnle".
O MiHiiiitif-Cliruiticte eiprlnW-M a esle respei-
lo da maneira wguinle:
(i Nao be inleiramenlc impossivel que estojamos
cm ve-peras de Bleancar um suluiau f.ivur.ivel a
pa/, a uflo ser que o imperador da Kuasa qaeira
de \eiis lenlar uina guerra injusta. He para la-
mentar que a pa/uu a guerra dependan) da venia-
da de uina puleiii'ia, ti ti, acaso, de um su liuinein,
que nao quer acceder a um soluru ra/uavel. a
I) Times pela sua parle lambeiii milicia que os
ministros das Dolencias occidenlaea oatavam fur-
inaudo uina nula, a qual ia ser submellida i aeeila-
eiln da Turqua c da Kussia, cuino nico uiciu de
evitar a guerra.
Fui erigida cm Maucbester a eslalua de sir llu-
berl Pee!, pronunciando Mr. (iladslutie nessa oc-
CaaiflO un eloqn.'iile discurso.
O parlamento inglez, o qual devera reunir-se
nu da JT do passado uulubro, fulgarse quu ser nu-
vaiuenle adiado.
Em llespaiiba nada de extraordinario liavia Ifdo
lugar ; chegra ulliiu.iiuenle a Madrid o Sr. Suule.
minislro dos Eslados-L'uidus uaquelia capilal. o
corra que brevemente seria publicado um decietn
coiivucando as depulai.es pruvinciaes para o pri-
nieiru de uuveinliro, afiui de Icrem as Miassesses
urdinarias.
O novo ministerio linba demillido varios fuuc-
cionarios publicus.
Na Unoliiijo de Selembro de jo de oulubrulo-
se u seuuinle :
a Os joruaes bespanlioes du dia l. nao culm
parle oflicial.
l'arere que a anliga opposir.io consliluciuual do
senadu o do coimressu celebrara brevemenle urna
reunan para cuiubinar quanlu ao proccdimculo que
Ibe compre seguir na prxima legislatura. Al fu-
ram convidados por ese-riplu us |hiiicos lueiuluos
dessa oppusijao que anda eslavam fra da capilal.
Aeliavam-se ja na corte ludas as nolabilldadel di
Hiiliga coinmiMao e a maiur parle dos senadores e
depuladosque rombaleram o uabinele Atcov.
a Di/, a llespimlia que o general l.ersundi roque-
rera a S. M. |ielus Iramiles regulares para ser iseinp-
to ilc ludu u serviru, seuundu a faculdade concedi-
da aos ufliciaes genoraes pelo reuulameulo uri;aiii-
co do exercitu de III de maio do IH28.
.i Rerebeu-sa noticia cm Madrid de que a du-
que/a de Mniilpeusier fura alaratta de sarampo;
mas a empelo aprcseiilava-se suinmiunenle benig-
na a daNOtava proaaoto reslabelecimenlu.
Ilus uulrns paizes nada lia que mereja ser men-
cionado.
Em I uiidresosconsolidados li/.cram ; de91 l|i a
91 :i|8 ; os fundos brasileos, os novos, a US l|l
Srs. Iledactiire*.Queiram publicar em scujor
nal o genuino resumo da volajao do collcuio eleilo
ral do Iguarass ; pois quo o resumo publicado no
Diario de l do correle nao be verdadeiro na par-
le que Irorou o numcllo lllin. Sr. I)r. Manoel Josc
da Silva Neiva, que clleclivameiileoblcvenessecol-
legio :|J vulus. pelo imaginario nomo de l)r. Ma-
noel Joao da Fonseca Maia I c para prova do ex-
pnslo se convida a quem quizer cuuleslar esla verda-
de, quesera oppurliiiiamcnlc suslenlada com robus-
Ios documento-. O Kleilor de llamaraai.
COI.I.EI.It) DE ItiLAKASSL'.
t)s Sis. Volos.
Or. Adelino Auluiiiu do l.una Freir
l)r. Vicente Jusliniano Hczerra Cavalranli
|)r, Jos M.iria Freir lianieirn Jnior
Dr. Paulino dos Saulos Cavalranli de Albu-
querque
llr. Juan Cavalcanli de All uquerque
ilr. Silvnu Cavalranli de Albuquerque
Dr. Manuel Francisco de Paula Cavalcanli de
Albuquerque
Dr. Jouquim de Sou/a Keis
Dr, Fr.iui'iscu Jnau C.arueiro da Cimba
l'adro Vicoile Ferrera de Siquera Varejao
llr. Rodrigo Castor de Albuquerque Marauliao
llr. Combo de Su Pereira
Dr. Francisco de Assis de Olivcira Maciel
M.ijiir Antonio Joade Oliveira
Dr. Caclanu Xavier Pereira de Brilo
Dr. Anlonio Epamiuoiidas de Mello
Dr. Francisco do Kego Barroa Brrelo
llr. Manuel Cleirtenlino Carnciru da Cimba
Dr. Francisco Kapbael de Mello Itcgu
Dr.Sebisli.ln do llciai Barros de l.acorda
Di. lenlo Jos da Cosa Jnior
Dr. Tbeoiloro Macbadu Freir Pereira da SVI
Jnior
Dr. Antonio Alvos de Souza Carvalho
Uajor Florencio JosCarneiru Monlciro
Dr. Juaquiu Pires linncalve da Silva
Dr. Josc Mai i.i afosclo da Veiga Possoa
Tunele Jos Pedro da Silva
Dr. Jos Quinlino de Castro l.cilo
Escrivu l'ranci-rn de Horros Correa
llr. Francisco Carlos Brandao
Te)ienlc-coronel Juo Valenlim Vilell.)
llr. Augusto de Soma Lelo
Padre l.uiz Carlos Cnelbo da Silva
Vinario geral Leonardo Aulunes de Meira
llem iques
lle-eiubargador JeroiiMnu Marliniano Fignelri
de Mello
Dr. Manuel lose da Silva Neiva
Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanli de
Albuquerque
Dr. Augusto Fredefieode Oliveira
Dr. Francisco de Paule Baplisll
Dr. Juan Jos Ferrcira de Agoiar
Dr. Anlonio Coellm .le S o Albuquerque
Dr. I.uiz Filippe de Souza laato
Dr. I.nureiirn Francisco de Abneida Calanbu
l>r. Jostl Rodrigues do Paaso Jnior
Padre Juaquiu Plnlode Campea
llr. Carlos Augusto da Silveira Lobo
llr. Cbrislovilu Xavier Lupes
lir. Jos Pranciacuda Cosa Gomes
llr. Joaquini Pires M.ubiido Pnrlclla
Dr. Anillo Josc Tavares di Silva
Dr. Manoel Joaquim Carueiro da Ciiuba
Padre Francisco llueluel l'ercira Brilo di
deirus
Dr. Simplicio Anlonio Maviguicr
Dr. Jlo Francisco de Amida Falco
Dr. Jos Cardo/u ile tjuciroz Fonseca
Dr. Anlonio I.uiz Cavalcanli de Albuquerque
Teuentu-coroucl Antonio Carueiro Macbadu
Rios
Prole-sor Joaquim Anlonio de Ca-tro Nones
Dr. Pedro Gaudiano de Ralis a Silva
Dr. Anlonio dos Santos de Siqueira Cavalcanli
Juniur
Dr. Francisco Cuines Velloso do Albuquerque
I Me-
I.ius
lir. Angelo ilenriquea da Silva
Dr. Joao Vtenle ca Silva (".osla
llr. Domlngosde Souza Lefio
Dr. Joao Maria Sevc
ndades, para fazei eonipieliender que a Turqua I os argentinos a57 os l|J ir cenlo russusa'Jol

Di. Hraz KiurunlinuIlenriquesde Suuza
Dr. Jiisede Sii Ca\.ilcanli Lilis
Dr. Juaquiu Eduardu Pina
Dr. Caelano EslallIU Cavalcanli PeaaM <>
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinbu
Dr. Josii Joaquim du Iteuu Barros
llr. Ernesto de Aquino Fonseca 3
Dr. Manuel Macbadu de Albuquerque
llr. Ignacio Juaquiu de Souza LeAu 1
Nao pudendo c n.io deven In niesuiu, ser mdilVe-
renle a um aelo, que acaba de praticar o delegada
e |uii municipal do Bonito, o llhn. Sr. Dr. Hollino
Angosto, venlio revela-loao respeilavel publico, pa-
ra que conheca do nodo activo o enrgico porque
vai proeedcuiin loo honrado mauistradu. lia an-
uas que brbaramente fon aasasslMUO o infeliz alfe-
re- Amaro da Cu-la Borneo, em um.i de suas fazen-
daa no municipio da villa de S. Juao de Carri, da
Paralliba do Norte, por .Manuel Ferrtira Narela,
seu iruiau Vicenle. iimseu eseravo de nome Candi
do e um oulro sicario cojo nome nnuramos, o
quaes sendo all prncessados vieran abrigar-so no
Bul de-la pruviucia. eapezarde varias diligencias
quesoprucedeu, nunca fiira pu-sivel rcalisar a cap-
tura de lao perver-us eiieruuuienus, nSu porque fus-
-em desconlici.las suas residencias, mas poique a
escandalosa protecco, que eucunlraram em al-
guna individuos daquella provincia, o jli cm uniros
dasta, pode sempre obslar a acejo da polica, qoe
lambem uiuilas vezes lora com elles cuiidescenden-
le, e deal'artecada vez mais inslenles se lurnaram
laca acelralos, a poni de por lanos annoa terem
pmlido sublrabir-se ajusta e verdadeira punicilo d
un crime (lo grave e burroroso. Iloje porui que
a aduiiiii-lracao do F.un. Sr. cutiselbeiro Dr. Jus
lenlo.la Cub.i e Fiaiieiredo, se lem desenvolvido
de um mudo aclivu e incessante sobre us diversos
ubjeetos, que ealSo BUJeitOB a sua inspercao, c com
eapecialidadesobre mi.....lencgeda ordaoi publica
e garanta individual, veiu um .daquelles farinoras
Manuel Karata) a-eer capturado m lugar denomi-
nado Palios no mencionado lugar do Bonito, por
urna cmpeuliada diligencia daquellc distinclo dele-
gado, que, apezar de por sua propria ualureza ser
um emprendo probo a Inlelro, nae pide deliar de
eneber as vistas de S. Exc. cpie por uina maneira lao
diversa da dos seus prederessnres lem montado o do
vosvstema de destacamentos volanles, a lisia deque
nunca a aceto de sua ailmiiiisliacau seja Iludida,
pelas varias e militas relacies que eram laes desla-
cauenlosquaudoeslacioiadin. em um ponto qual-
quer. Ileeuubeco, que a puliciacuinprioseudever,
fez quanlu Ibe osla recuininendadu, mas u publico
n ni -iiliei avahar que ninnslro fura [Hir elle captu-
rado, se nao livor luformaeOea a seu res|ieilo. F^s-
sa fura fura desdo seus primeiros dias creada por a-
quelle infeliz, c quaudu j se aehava DO gozo de lili
anuos pouco mais nu ineiins assiissinou a um criado
du mesinu infeliz, do nome Anlonio de Lima, o um
uno depois (lerramou a morle no seioilaqoclle.que
Iba dera a vida, emboscando com os Ires ditos de
Bata pandillia ao mesmo infeliz, em dias do mez de
marco de In_\ no assudc de sua fazeuda. omle
disparando sobre elle duis bacamarles, nao leve -l
miuiiios de durajo, e retirou-se inclume c impu-
ne daquelie lusaronde nicamente eslava a enn-
Irislnda viUVa, una sua tillan c eseravo.
Hcceioso esse utonstro da punijAo legal, proru-
rou esla provincia, donde por muitas vezes leu
ido a nquelle lugar emboscar a uiiiuulro manu da-
quelie infeliz, pureui us iiuiiin. emprezas que al-
cancou, lizeran a sua ruina; esl boje preso, e |mr
laolu deve contar com igual protccrAo da parle de
eos anligos adeptos, mas nada reeHamoa,parquej
au astaBBOS naquellee lempos, e lemas a frente da
pruviucia turi n eeiro, o Fixm. Sr. Dr. Jou Ciipislrano. um ebefe de
Milicia cuja runducla publica e particular be bem
eunbecida dos l'arabibanus. e um juiz de direiln na
i om.uc.i de rea, o libo. Sr. Dr. Frauc.isco de As-
sis, em cujo corajao a iolegridado lem erigido seu
llirouo.
Em nome por lano dajostica e dos parlicolares
olTendidos, pedimos nos Bims. Srs. presidente, juiz
de direiln e chefe da policii, la coadjuvarae pa-
ra a legal ajusta punijo desso malvado.
Um Parahibano.
Srt. Reiaclorei. Tendo por noticia, que sald-
r um annuncio. cm quo declara, que eu me aehava
preso na cadeia do Cabo, por passador do moeda fal
sa, sem duvida nto paisa do calumniador Pompeu
Itninanu do Carvalho, capilflo reformado e boje com-
mandanleda fortaleza de Naiarelh, para desgraja
dos 11.1 bu.me- daquella povoacao ; e para que o pu-
blico e as autoridades conheram das arbilrariedadea
que osla sempre a pralirar scmelhaule insano, pas-
so a conlar o fado como seden :
Fallando o Sr. capillo Pompen comigo, para fa-
zer -iippriinoulu ao destacamento du seu commandu,
de gneros de urna pequea venda que lenho, al que
recebesse o sold, nio live duvida cm fazer dilo
supprimcnlo.chegado o soldo.roandon urna sedla de
JsOtKI res para pagarnie de sele mil c lano ris,
quoabonei: agiici-me, exolleide troco omasedula
de ioenreslu cm prala,e passados 19 dias.appare-
co um soldado na povoacao de Naiarelh com um pa-
i.ii.io. comprando una galliuba.e mo bouvequem
quizesse rereber o palarao pur ser falso, foi a minlii
venda para trocar, uiloo quiz receber, d'ahi pou-
co, mandou o Sr. capilao Pompeu dizer-me, que a-
quelle dinlieiro cu Ihe liavia dado, o que cu rece-
besse e mahdasc-lhc a sedula de 200000 ris, eu
para me livrar de semelhaule llore, que me nao be
eslrauho, respondi-lhe por um bilbelo que nAu li-
nba dinheiro presenlemeule, e que eslava de rami-
nbupara o Bes'ife, uaose demorou instante alguin,
i|n.indo vi eslava atacado dentro em ininba casa pe-
lo Sr. o.ipii.iu Pninpeii e :i soldados armados, que
quanlo aules quera que eu Ibe desse nutra moeda,
eu resist dizeudii-lbe, que a inueila que Ibe havia
dado. Inda era legal, o que para islo fazia 12 dias
queso liuha dado esle Iroco, pprm vendo a inhiba
senbora as lerriveis auscase as expressoes negras,
..ique me tralou oSr. Pompeu,leveaniinhasenho-
rado dar oulrodinheiro, pirque cuidava que nislo
sanava as mas inlcusoes de seinelbaiilofuria;>lecla-
ro lano cu. como a ininba senbora, vendo as inanei-
ras do Sr. Pumpeu, receiei pela mir.ba existencia !,
pormnlusatisfeilncoin islo.melleua maonaalgilie-
rac puvnu o lal palacio falso, disse que aquelle li-
nlia sido cu que llie haviadado, e que eu eslava pie-
so a ordem du Sr. chefe da policio, c depois a do Sr.
delegadu, c por ullimu foi a ordem do Sr. subdeya-
do, arraslando-me forcadainenlcpelas ras, nilo dei-
xandu-mo lumar cbapen, jiiquela e nem calcado, en-
llu o revereudissimn padie Bouilacin Anlonio Pe-
reira de Lemus, vendo semelbanlc despnlismo c ar-
bilrariedade, foi fallar com o Sr. capilau Pumpeu,
dizeudu que me sullassc que elle respuuderia por
inini. enlAucedendiiaos rugusdo revercudissimu.sul
lou-mc, mas que havia de me entregar para ir i
preseuca do Sr. subdelegado, uu oulru dia foi i
ministro ter ao reverendissimu padre Bonifaein.euu
\\ snldudus armados para me entregar a diseric.ln
de suas furias, inaudandn o re)ereudissinio, cbaiuar.
mo em iniulia casa no momcnlo que fui chegandt
perlo da casa do rcvcrcudissiiuo, grilou aos BOldadoi
que me levassem para a furlaleza, e la me conserinu
luda nuilc .iin.ii i .nio com cerdas, Senbures Kedar-
tores, grandys furam asdiires que padec nesla nui-
lc. seja ludu polas dure- de Harta Sanlis-iina. siiiim
barbare era capaz de praticar scmelhaule judeaiia
au amanhecer do dia fui cunduzido a preseuca ib
Sr. subdelegado, e esle me remellen ao Sr. juiz mu.
ni. iji.it e tc\c de se proceder o processo. visla do>
depuimeulos das (esleinunbas. jukuii o Sr. juiz hit.
prucedeule, mas o juiz de direilu neo cnnfrinou
a seuienca, leve ile mandar chamar o Sr. Pumpo,
com us seussuldadus, auluresdo despotismo, para ju-
i .ii .ni. Faca, Senbures Bedarlurcs, idea u que nai
jurara semelhaule mnustru, calumiiiou-me de ma-
neira quebem quiz,apezar de cahir em mil conlra-
dienies : nSr. juiz de direilu iiAu deveria laucar
nulo dellecomo lesleuiuuba e seus soldados, prlmei
ru, que elle era aulur, segando, que os luldadoece
mo seiissiibdilos, haviam de vir ciisinadiis o nao lia
viain de dar seus depnimculus apezar de qui
um dellc. nio -u-lenlou suas calumnias : huveodo
ludas essas eirciimslancias, lexe o Sr. juiz. de di
reilu de condemnar-me cuinum aunode prisin par,
1 ''iiiiii 1.1 : desla maneira, Seubores Kcdnrlores
nan ha niiiguem semiro desprezar-se os ditos
do seis, uu oilo le-lemiinbas probas e fidedignas,
que eslu uriiua do Sr. Pumpeu em suas arenes, c
carador, para seaceilar odepuimeuto de um calunv
niadur.quo deveria e-lar no lugar uude eslun, ja pe-
lo que comigo pralirnu, cuino pelos seos feilos pas-
sados. eo resulladoarlio-mo ha3 inezesclauto pre-
so, e us meus lilbinlius cnlregues a iiecessidade.ludc
devido a um calumniador, ruubador du credilu a-
Ibeio. Srs. Itedaclures.o Sr. capitn Pompen.cuiuu
commaudaute da fortaleza, he um sull.ln, ha (muro
perdeudn-sc na barra de Suape nina harcac,
mealre querando salvar Blgumas coosas, como bem
um masiro, qiiecuui olgumas pes-uas pdedellar em
rima das podras, o depois indo ver au acliuii o
dito in.i-lru, pedio ao Sr. Braz Toixeira de Mello,
morador ua povouclu de Nazarelh, meslro lambem
de barraca, que hoiivesse de indagar qucni linba
lirado dilo niaslrn, snube o Sr. Braz que o Sr. Pom-
peu, o linba conduzido para sen quarlel.leudo o Sr.
Pumpeu elimina l.inlede vir ae-la puvo.icao.cmeasa
du Sr. Caclanu, fui o Sr. Braz fallar aoSi. Pompeu
para Ibe entregar dilo mostr, qual foi o resultado,
foi o Sr. Pompen sallar para a ra ruin um pan, e
maltratar nSr. Braz de palavras. se n Sr. Ilr.iz MO
fosse lio crdalo loria bavido triste resallado, c n.lo
cnlreuiiu o masiro : eillo, Seubores Itedaclnrcs, be
pronrtod'umcomroaiidanlede fiuiaiezaem vez de
garantir us ubjeclns naulrauadus, heuproprioa sug-
nega-lus '.' Esla povoaeflo sempre scconserviiii tran-
quilla em lodas as |.....asderevnlujOei, porm buje
que a pruviucia aoza do paz. ella be Ibcalrodn desor-
dens, a cada mntenlo so espera um desaguisado
com osla uu aquella pessua, porquanlu n Sr. Pom-
peu nloee lirada na daquella povoacao com .'I el
soldados armados de espingardas a paisana, como
beque um coiiuuaiidaute de furlaleza escarnece nu
abusa i.iulu das nossaa leis. e da buudade dos habi-
tantes do-le lunar, qiiaiuln d'lclc deve partir a or-
do n, be o propria a provocar u- cldadloi pacilicos,
como ha pouco fez lambem com o Sr. capillo Pedro
Jos de Sania Auna : n visla duque espero que us
Exins. Srs. presidente e conimandaiilo das anuas.lu-
mem ludas as pro videncias a respetlo,poia so eu e os
Sfs. Braz e n cap da/, do porto sollremos os seus des-
varios, uulro qualquer lulo sullrcr.
(Jucham, Senhnres Redactores, dar pohliridade
,t easai ludias.de que mullo lliceagradecer este que
seassigna. .Inlunio lenlo du Ciiuhu
Eslava reconhecida.
CONSULADO PROVINCIAL.
Keiidimeiilo do dia
dem do dia lj
I a ti
S:5S49360
nsiosg
J:77S888
pAdta
dos f recta torrente! do atmeaf, algodao', e maf
generoi do paiz, que se despatham na nuia do
ronsulado de Pernambuto, na semana e H
a 19 de norrmbro de 185.1.
Assucaremcaixasbrauco l.aqualidade t
a o 2.* ii o
o u mase........
ll bar. esae. lii.inru.......
niascavado.......
o retinado........... o
Algedio em pluma de l. qualidade
i 2."
a a o 3.
em carur......
Espirito de agurdenle. .
Agurdenlo cachaca.....
ii de < .ii.n.i.....
I> I '-lll.nl.i......
Desatan............
Licor.............
............
Arroz pilado duas arroba*
cm casia........
Azeile do mamona......
ii moiiduim c de coen.
ii ii do peixe.......
Cacan .............
Aves araras........
" papagaiee......
Billardas...........
Bisooilns...........
Caf tii'iu..........
n redi
caada
. botija .
. ranada
. carrafa
uinalquein'
. ranada
ni
in. .
uta.
ii muidu
Carne secca........
Cocea cora rasca .....
Charutos bous........
ii ordinarios.....
rcualia e primor ,
tana de carnauba......
ii em velas........
Cobre novo man d'obra. .
Milu
Couros de Imi -ai
ii espivadns......
verdes........
de nuca.......
a do cabra curtidos
Doce do caldl........
i uuiaba......
b Becco .........
jalea..........
Estopa nacional.......
cslrancrira, in.io d
l-.spanadores uranihs i .
ii pequeos.. .
Fariuba do mandioca. .
B n milliu.....
i n aramia ....
lira.
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ii 9300
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a 1-3000
a l-3tliMl
i.' Estas obras d.verio. principiar no praio debo
dias, e serlo concluidas no de 10 metes, a conlar di
dala da arrematadlo.
3.a A importancia' desla arremalacci ser paga
em tres pfcslac,ocs da, maneira stguintt: a prime]
ra, dos dous quinlus do valor total, qnsndo for con-
cluida melado da obra a segunda, Igual a prmtei-
ra, depois de lavrado o termo de reCcbimento pro-
visorio ; a lerceira, finalmenle de um quinto, de-
pois do i reolnment ilelbiiliio.
i.' O ai re.....imite -em obrigado a cominuiiirar
a reparlicau das obras publicas com aiilecedenri,
de 30 das, o dia flio em que lem de dar principio
a ovn-iien das obras, assim como Irebalhar >,.S!I|.
dmenle 15 dias.lim deque possa oeiigenheirc,.,,.
i ,u i i'..,iil.i da ulna a-i-hr aos primeiros Iralialho,.
5.a Para ludo o mais que uao esliver especifica!
do as presentes clausulas, seguir-te-ba u que de-
termina a le provincial n. a86 do 17 de mam de
18.51.ConformeO secretario, A. F. i.tmnn-
riordo.
O lllm. Sr. iu-pec lor da Ihcsouraria provinci-
al, em cuinprimenlo da reso lucio da junta da d
/onda da inesma Ibesourarla, manda fazer publico
que uo dia t de dezembro prximo coluro, val aa
vameule i praca para ser arrematado, a quem aiai.
der. n i en,lmenlo do imposlodo dizimo do gado
eavallar no monicipins abaixo declarados:
l.imoeiro, avahado novamenle por anuo em KsCMlii
Brejo.............jocdoj
Boa-Villa e Et.........pivmo
A arrcmalaeao ser feita por leinfiodc tresanno-,
o contar do 1.- de julho do correle anuo, a 30 d
limbo do 18,56.
Os I ir i lanos cnniparocam na sala ds sesses da
mesina junta no dia cima indicado, pelo meiodia,
cun seus fiadores competentemente habelilados.
E para constar, so mandou allixar o presente c
publicar pelu Diario.
Secretaria da Ibesuuraria provincial de l'eni.un-
bttCOilSde novembrnde 1853.()secretar.io,.<,
/'. l'.JililHlieiViro.
i lj) ILui. Sr. inspector da Ibesuuraria pruxin-
cial, cm ciimprimeiilu da resolurao da junta ila
fazeuda, manda fazer |iublico, que no dia H ilc
dezeinliro pruzimovindouro, vai novamenle a pn-
ca para ser arrematada a quem por monos llzer.a
ulna iln.....Ili 'i.uii'.'niii du rio de Ijoinnna, avaliada
em 50:600^00 rs.
A arremalacan ser feila ua forma dos arls. il c
2~, da le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
e Bob as clansuas especiaos abaixo copiadas. '
As pessuas que se prupozerem a esta arremalacan,
COmpareeatn na sala das sessAesda incimajuula no
dia cima declaradu, pelu meiu dia. competente-
mente liabelil.id.i-.
E para constar so mandou allixar o prsenle c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesuuraria provincial du Periiam-
bnce, t'- de uiivemhrn do 1853. O secretorio. /.
/'. d'./n/IH/iri(lrui.
Chnuuta! apeelaee pan a arremataran.
l.-i As obras do melbur.uueulo do rio de Goianni,
far-sc-baude confurmidade cum o orcainenlo, plan-
appruvadns pela direcloria om ruuselbo,
los a approvaeao do Exm. Sr. preH5Jea-
ajooo
. l elqueire S9000 o apreseul
9900J le da provincia ua iinporiancia de50:W>"il i
li-IBKI
reijii
11......
ii.
alqueire
ii oidiuarii........
o eu Ibllia buiu.....
" ii ordinario. .
" o reslnlho. .
Ipoeacuanlia........
litunnia...........
(iengibra..........
I.onba de achaigrandea........
ii n pequeas.......
ii a loros............
I'runoliasilo.iniaiollo de2 en.ladn-. .
i. loun...........
Coslado da amarollo de 3.5 a 10 p. de
Ido I.......
19000
lgOOtl
. i 39000
.1 7.-1KXI
.1 590O
o 39900
11 --'.V-IKHI
alqueire 4000
. i 29900
. ron tu 19200
do
1."imi'.
tu
de
Snalho de dilo. .
Forro de dito, .
(aislado de luurn.
Cosladinho do dil
Soalho do dilo .
usuacs.
lito. .
Porro d
dito. .
.1 cedro, .
le lalajuba. .
de parroira. .
u aguilbadas
quiri:
qniulal
. du/.ia
96IMI
99000
li-IHIO
79000
JL-SHKI
111-11:111
7.Vil I
69OOO
:l-i'iiMi
ll3(KKI
59200
39200
29200
.INHMI
13200
19280
l-itm
Em obras rudas dusirupira para carros, par IO9OOO
elae
libo
Podra
Punta
Pas
Sida
Sel
l'olb
de
iba.
ti Vi
ellos
amolar,
iilii.ii.
roblos
1 boi. .
iqueut.
O arrematante dar principio as obr.
pra/o de tres inezes, e as concluir no de Ires anuo-,
amboa cuidados pela furnia do arligo .11 da Ici n,
286.
3..' Durante a execuciTo dos trabalbos, oarrema-
lantc serii obriiado a pruporcioiuir transito a-11-
uas v barracas ou pelo canal novo uu pelo Lrilho
actual do rio.
).". O arremalante seguir na execuc.lu das obras,
a ordem i\o Irabalbo que Ibe for determinado pe\n
eogenhelro,
5.a O arrematante sera abrigado a apresenlar no
liiudo I*, anuo, nmenes, a miarla parle das obra
prompla, o uulru lauto no bm do 2.' ui.nu, e fal-
laudu a qualquer dossas cntulices pagara uina
mulla do uui cuulu de rs.Coufurmc. O serrcla-
rio, ./. T". d' .Innimtiarao.
DECLAHACO ES.
Real companhia de paquetes inglezes
a vapor.
Nu dia 2J espera-s
do Sul n vapar Gru
ll'esler/i. cnuuuaii-
dante lla-l, u qual
depois da demora du
cusiuine scgniiii para a Europa: para passlgclroi
Irata-eecom us agentea Adamton lloii {Compa-
nhia, na ra do Trapiche Novo, 11. \.
Collectoi ia da cidade de Olinda.
.No dia 17 do conculcas I horas da laide.pcriiitc
u Sr. IJr. juiz 1.....licipalse lia de arrematar, le \cn
I69OOO
. ranada 3H0
alqueire IgullO
. una 9610 I da.por ser a ultima prai;a,iuna exeellenlepiupiicda-
em rama
de carne
arrima,
di- Imi.
Salsa 1
Tapioc
I libas
Saina).
Esleirs de perperi.
Vinagra pina. .
. ceub
niullii
. ineii
'.
. una
f
. cenlo
MOVIMENTO DO PORTO.
.Vaei'oa mirados no din 15.
Cnliuguiba5dias, sumaca Inasileira fiordo Lo-
Unguiba, de 116 toneladas, mealre Antonio Fran-
ci-eo dus Sanios, equipagem 12, carga aaencar; a
Manuel Uarte Kudrigues.
lili,1 do Sal16 dias. barra iimleza (llhello, de 386
toneladas, capilau \V. B. Junes, equipagem 16,
carga -al ; a Deaue Voule o\ f'ompanbia.
I'bilailelphia '18 dias, patacbu americano Hila
feed, de 283 tonel,idas, eapiblo Samuel Walkei.
equipagem S, cama familia do Iriuo e mais po-
licios ; Ileorv Fursier A: Companhia.
c-tei-
I......"
taliua-
TCHies
EDITAES.
COMMERCIO.
PRAGA DOHECIFE l.iDENOVEMBItO AS3
MOKAS DA TARDE.
CotacosolNeiaes,
Cainhin sobre Londres a 27 l|9 d. c 27 l| d.
60 d|V.
Assurar brauco M Borle a 2-3200 rs. pnr arroba.
Hilo masCBvado escolhido a 19800 e 1)630 rs.
por arroba.
Frote para Liverpool a recebar em l'arabiba 5|H
por libra de nlgod.io o 3 por cenln pnr rouius
seceos ,Vl|-por lonelada de .56 arrobas c 5 pur
rento.
Assncar masoavadu regular13680 o 19700 1
arroba.
Descont para I, 2c 3 inezesa 8, 9 e 10 pnr
ao aiinu.
AI.FANIlEliA.
Itcndinientn do dia I a ti .
dem do dia 15.....
. por
H8:296JI39
11:457*040
158:7533181
Descarrtgam nO/elO de wrembro
llana francezallarre uiercadnrias.
Brigue ItlglcJ'' Watter llainrbacalho.
Barca iuglezaVreamoreidem.
Importacao .
Barca inglaia Creuuwre, viuda do Ierra Nota,
consignada a James Crablree A. Companhia. mani-
fcslou o seguinte:
2,4.50 barricas bacalho; aos meamos.
CO.NSCLADOCEItAL.
Ilendinieulo de dia I a Ii 9::I52223
dem do dia 13........1:0283623
10:38038(6
DIVEBSAS PROVINCIAS.
Ilemiimenlo do dia I a ti .... 1:4173954
dem do da 1.5....... I8920
1:5983163
Exportacao'.
Babia, bricue escuna /amdo, M: 114 tonelada,
eailduiM 0 seguinte : 400 barricas fariuba de
Irigo, 12 caitas cbilas, I embrulho s inoslras. 1,371
nlqueires fariuba de mandioca, I ca ita colteles, 40
molhos palha de carnauba.
S.nla I:.iili.11111.1 pelo Ass, ltion>e Janeiroe San-
tos, brigue naciunal Minera, de 18.5 toneladas,
rnuduzio o seguidle: 811 toneladas lastro de urea,
1,300 coros ron casca.
ItECEBEDOIIIA DU RUNDAS INTERNAS CB-
11 \ F.s DEI'EKNAMBIIC O.
Keudimeuto dodialo..... .5709623
0 lllm. Sr. inspector da (besouraria provin-
ial, cm cuniprimeulu da ordem du Exm. Sr. pre-
ideuluda pruviucia de 1.5 do crrenle, manda fa-
zer publicu, que no dia 17 de nnveinbrn prximo
vinduoru, vai novaiiionlea praea par.'i ser arrema-
tada .1 quem por menoa lizer, parante a junta da
fazeuda da mesina Ibesouiarin, a obra dos roncerlus
du acnde du Trariiuliacni, avahada em 60.5-'HI0 rs.
A arroma lacn sera lefia ua forma dus artigo! 2
e 27 da lei provincial 11. 286 de 27 de maio de 1851,
o -oh as clausulas especiaos abaixo eupiadas.
As pessoaa queso prupozerem a esla arremalacao
comparecen! na-aala das btmoci da mama junta,
nu dia acuna declarado, pelu meio dia, CompClcul-
menle babililadas.
E para ion-lar se mandou allixar o ptetentC o
publicar pelu Diario.
Secrelariu da ibesuuraria provlneial do Pernam-
hiicu 18 de oulubro de IK5:l.llsecrelario,
iiiiiniio Ferrera SAitnmetaeio.
Clausulas r.irruir, pava a arrewatario,
1.a As obras dos reparos do a(ude de Traconhaem
far-sc-bau derunlnruiidade cum a plaa e orca-
meulu appruvadns pela direcloria om cuuselho. e
apresenladoB a ipprovacao do BIm, Sr. presidenle
da provincial na impurtaucil le 1 ar,-mu rs.
2.a O arrematante dar prinripin as ulnas no
prazu de :|II dias, e devela conclui-las un de Ires
me/es, euuladus do confurmidade cum o arligo :il da
lei provincial 0.280.
3.a I) pagamento do importe da arrenialanlu rra-
lisar-se-h.i em duas proslacoes, a primeira do oilo
decimos da inesma importancia, depnis do recc-
bimeuln provisorio, e a segunda de dous decimal
uaoccasiao da rnlrega dellniliva, a qual deveri lar
lugar un auno depois do receblmanle proviaorio,
t. Para ludo o que nao se arha determinado
as presantes clausulas, nem no orcamento seguir-
se-ha o que dis]ale a loi provincial n. 286 de 17 de
maio ilc 18.51.Conforme.O serrelario,
Antonio Ferrcira tAnnnntafio.
O lllm. Sr, ntpeeler da theaourria provin-
cial, em cumprimciitu da resolucau da junta da fa-
zeuda da mesilla Ihcsouraria, manda fazer publico,
que no dia 1.' de dezembro prximo viudunro,
vai novamenle a praea para ser arrematadn a quem
pur memis lizer. a ubra do acude na povoacao do
Hinque, avahada em 3:3009000 rs.
A arremalacao sera feila ua forma dus arls. 21 o
27 da lii provincial 11. 286 do 17 de maio de 1851,
e -1I1 as clausulas especiaos abaixn copiadas.
As pessoasque se prupozerem a esla arremalac.lo.
comparornm na sala dassesses da niesina jinda no
dia cima declarado, jieln meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para enlistar se mandou allliar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesnuraiia provincial de l'ernam-
bnco, 3 de iiuvembru de 1853.t) serrelario, .111-
lonio Ferrera d'Annanciatilo.
Clausulas esperiaes para a arremataran.
1". As obras do acude do Buiqoe, serao feilas de
niiliii iiinl.i le rom a planta e orcamento, spprova-
dosajiela direcloria em consclbo a apresenl.uhis ,1
approvaeao do Evm. Sr. presidenle da provincia
ua importancia de 3:3003000 rs.
ti-rMJOO I do, conlondo unzo q'uai los, qualrn salas, um grande
9X00 silln riini \ isla para o mar, jardim, baiibeiro ruin-
398IK1 Iroidode pedrnc cal, vlvelro c baslanle ierrenn|iara
3320 planlacao, podendo-se fazer mais cinco nu sei-\i-
9100 veirus, ua ra do alerru do Varadonro, 11. 2. ItB-
59000 liado ludo por 1:0003000 por excrucao da latead!
9IS0 naciunal cuiiini a viuva c lierdeiros de Manuel l.u-
l83tgio pos Machada.
3.90110 O conseibo adminislralivo, em virtude de au-
i|(| lurisaeauda presidoneia da provincia, leindcroin-
9IBJ0 prar us objeclos seguinle:
Kl Para o 2. bntalhao de infanlaria.
3O9OO Bonetes romprldos, 5 ; sapntos, pares 10
ras, 10 ; chouncaa de ll, pares 5.
Para o 9. batalhuodc in/antaiia.
Bandas de ll, 28 ; cartas de a b c, 50 : o
res impre-sus, de bastarda e bastar'diubo, 20
das, ,50 ; podras de Inusa para calculo, 10 ;
de pedra, 50 ; canelas para os mesinus, 20 ; peana:
de ganeo, 200; lipis, 50 ; caivete! 1 : paulas, 10.
tinta pela, garrafas, 20; Imos pira in-lruccao, 1(1:
papel limaos, resmas, 15 ; dilo de poso, resinas, 5;
Para retrulat do mesmo baialhao.
Bunoles, 100; pannu verde escuro para reiu-uluc-
ea-..eii-, o cen calcas, covados, 125; holanda de far-
ro para as nir-uins.ereii: pares de polainas, eoiailn-
37.5 ; briin brauco liso para cen frdelos e rcm ni-
cas, varas, .500; algodau-iiibo para rcm camisas, vi-
ras, 250 ; gravada do sola ds lustre, loo; lapal
pares, Ion ; maulas de 1,1a, 100 ; esleirs 100; bo-
loosprelos de o.-so para as fardel.ii e polaina-, gn-
us, 22 ; bntne braurosde dilo para as Calcas, ro-
zas. 10. '
Para a companhia fija deeaeallaria.
ClariuB de sopro, 2.
Para u officinai dtX.e 2. tlauei.
Taimas do assoalbo de huiro, dozias, 4 ; dita- dr
j Bssoalho de aiuaiellu, iluzias, 2 ; cuslados de ,11111-
' relio, 2 ; cosladoihoa de dilo. i;. collados de aa
d'oleo, 2 ; Iraves de conslrueeao de trinla a Irinli
o cinco palmus do cump iiuenln, 6 ; serrotes de Ra,
(I ; anchos lie fuzil. ti ; fonnes de aro de nina e
maia pulegadas, 12 ; ditos de urna puleuada. I-';
iliin-de dilus de Iresquarlus de pulegada, 12; >li'
le dilus de mcia pulegada, 21"; dilus de ditos di
mu oilavo de pulegada. 12 ; e-quadrns de Tulla de
aro. 6; marlellos sorlidus 12 ; compassel de lea
a oilo pulcsadas.t'i ; groaas, niein rana de solo a B6
ditas, 6 ; verriimas cbraos, 12 ; dilas raitas, 21;
dilas ripies, 21 ; ditas de gunruir/iu, 21 ; ferro!
cap de duas polo-alas 1 um quarlo, 6 ; dilus de
dita do duas ditas, (i ; ditos de lilla de una e un
quarlo, 12 ; dilus de dita da niela dila, 12 : lirn
sem rapa de urna e um quarludo polcando, ^: bB'
dames de um oilavo e nieia pulegada, 6 ; dito- dr
um oilIVO de dila.ti; dilus de meiuuitawi do dita, o.
Para a 3. CUUte*
Ferro sueco, arrobas, 12; acounerlaguesj arroba,
i; limas chalas de quinta pobladas, 21; ditas diU!
de qnalurze ditas, 21; dilas dilas de duzc dila-, Sli
ditas ditas de oilo dilas 21; dilas ditas de seis dil
2!; dilas dilas de quntro dilas, 21 : limas chalas
nieas de oilo polocada. 2 ; ditas moia cajIM
qualoneditas, 12 idiln ditas de olio lilas, 21 :*
las ditas de -cis ditas, 2 : dilas dilas do guaira di-
la-, 24; ditas dilas muras do oilo-ditas, 24: dilai
triangulares, de seis dilas, 21 ditas ditas do qu1"
dilas. 24 ; limalues de dez di... 21 ; dilas de una-
Iroditas, 21 ; carian do pedra lonelladas, 10.
Para a I. done,
Cliaa com folln da flaudres dnbrada. 1
fdilas ruin dila singella. 3 ; lineal, libras, Ity
rame de ferrolinodo amarrar, libras, 16 ; dilo '"
dilo grosso, libras. 16 ; dilo de labio grosso, lil
32 ; dilo de dilo lino, libras, 16 flencoes decidir
de seis a seto libras, 8 ; zinrocm barras, arroba.
3 ; cobre velho, arrolia*, s : chombo em barra, ar-
robas 8; limas meia caima de sele pulegadas, -''.: "
tas ditas de olio dflaa, 21 ; dllu dilas do uove oj-
ias, 21 ; ditas dial.,-de sele dila-,.21 ; dilas dita-*
mo ditas. 21 ; dilas ditas nicas de mi" at-
las, 34 ; dilas chalas de novo dilas, 12; dila Iub-
Bulas de sois dita-, 2 : o-'.inho cm verguioha ar-
robas, 3.
Para a 5. ciaste.
Sola curtida, rucios, too.
As pessuas, a quem cmico vender Inos Mije *
ipie-i'iilciii sua- propojlas. em carta fechada, a-
huras do di 22 du curenle mez, ua -errolJiM
cuuselho administrativo! .,,..
Secretaria do oun-elhu 11 i\c novembro da W
Josr de licito Ingle:, presidenle. Bernm'
Pereira do Carmo Jnior, vogal e serrelario.
- A administraran gjr.........lalabelcciiaentasa
caridad,-, manda lazer publico 5s |ie-..i-T.e
aeliau, atrasada! nu pagamento du rendas das casa.
perlencenles ao palrimouio dos niesmos mam
Ii
n
a
.h
ni
re
ra
di
P
ll
lia
M
Mil
l'U
nu
1
le,

dil
su
da
rir
lar
llir
lir
lie
sen
ra
di
ni
poi
a.
la,
s.
ii,
vol
COI
lile


*
?
dmsnlos.que al o dia 0 do corrente.venhsm remir
seus debilos sol pena de screm seus noines publica-
dos pela impropia, o de su preceder a nova arrema-
l.u-.io rcperl i vos termos; fazeudo-ee cobrante esecu-
livamciile. Sala das scs-wisda adminislracltogcral
dn-cslabelccimenlos de caridade 8 de noverobrode
1853.O eserivSo,
.In.n.io Jote Gome* do Correio.
Companhiu de Liverpool.
Espera-sc dos por-
(os do Sul no diu
I7s (vapor Olinda,
commamlaute (i. II.i-
' rao, o qual depois da
demora lo costuras, seguir* para a Europa.
A reparticilo das obra publicas contrata por
c-nacodeqoalro mesas o ioi ueciim-nlo le lodo ii
lijollode alvenaria grossa e cal prela, que for neces-
aria |iara as obras dcsla cidade, que se acliam ein
cucu(io |ior n(liniiislra(a, sondo postos M referi-
dos raateriaes nos porto mais prntimus das obras ;
as pe snlaraoassOns proponas na mesilla reparlico al
o dia til do correlo lat ao meio dia. Dirrclnria
das obras publicas 14 de novembrn de 1853.O se-
cretario,Joaquim Franciico de Mello Santo*.
Consolado de Portugal.
As pessoas que liverern coalas activas c passivas
(,nn o ausente subdito porlusue/. Manuel Joaqoiui
Milhclroi, que leve relnac,So na ra do Concordia.
rujo* bens foram arrecadados rompelcnlemeiilc,
queirspj comparecer Date consulado dentro lo pra-
o de oilo ilias, a bem dos seus inlercsses. Cunsu-
lailode Portugal ein l'ernamliuco, ans I2dciinvem-
bro ile 1853.Joai/uim Bapli'la Morena, cnsul.
Os subditos britnicos qualilicadus pela lei.
silo convidados para se achareni en nina reuniio
que terS lunar no consulado brilanico.na qolnta-fei-
i .i -'') do correntc. ao meio dia eni ponto. Consu-
lado britnico de Pernuuihuro 12 de novembru de
1853. Il-almn I reilenliunj.
lOHI'VMIIA llh BEIIERIIII..
s.ni convidados osSennores accionistas
da compunliiii le Uebrnlx: para se reu-
nirn emauemblca geral, no din 17 lo
corrcnle. pelas 1(1 Ilotas da niiinliaa. no
escriptorodacompanliia, alia: di- sedar
cumplimento ao disposto no artigo I"
ilns csiaiiiios.O director, ,
Joo Pinto di' LculOS.
menlc abandonada ao seguro, em consequencia da I Na ra do Sebo n. 33, precisa-se de alguem
sua arribada careada a este porto, oom agua aberla, qoe saiba conduzir carrosas; a tratar nu mosma
na rerenlc viagem que [alia procedente da Babia rasa.___________________
com deslino a reinen M3BESB&3E8B&&jWR-
AM'li'.nli' Oi Amaral querendo liquidar u -en ;j Ci>nuTl<>n<> lioiiir<|i;iltnn. urumlupru o
t'sliilu'leniiifilu, U/.viw Inl.M no da i|ii,irl i-irir;i. S| pobres, na ma da Senzslfl Yellia no Rt'oift*.
Jii do corre ir, .i- id horas da munliaa ein poni, g n.(i8, primeiroandar. Tamben) un mesnio
no m ni ate ni do correior un ,d Manoel Girnciro, na M. consultorio km remedio para quem he que
ra do Trapiche u. 38, da ofiimcuu e o que exislr jQ brado, e s** ie curn no mesnio cpnsullurio.
3
na luja da ra do Cabu n. II, a wlwr : faienda
iiuileas, l'runco/.i, missas c allcnida-, em lotes
vuiilade dus ruinurndore*. ,
AVISOS DIVERSOS.
10&*
DE Sl't
l'cla primeira vara do juin do civel, val a
prara no dia 18 do frrenle me/, depon da audien-
cia," mu,, I\ pogra'phia romposla du dous pelos, e
diversas foiilcs de l> pos, cujo inventario seacbana
nulo do poi l'iiro, por escrutad dos hrrdriros do co-
ronel Joaquim Jos l.ull de Sonsa, conlra a viuva e
berdeiros de l.uit Ignacio Hibeiro liorna, escrivao
Santos, avahada pelo prci.ii de f:.~ifMlff Aluga-se "na casa na Capuiiga.jiinlo a casado
llnadii Antonio Ignacio da Itnsa.coui roiniuodossur-
ricieiiles para numerosa familia : a tratar na piara
do Commercio n. I, com JoJo Francisco de Carva-
Iho.
A mesa regCdttra da munida- (g
di' de Nona Senliora da Concei- t
cao dos Militaros, convida alo- ^
dos o* irmaos,
7 ilo correntc
consistorio da mesma rmandadi
pelas S luirs da manliaa, a lini de ?!'
la missa votiva do w!
i
8
m
i
i
9
para <|iii' no ilia
rotnpai'ci'ain no
epois
i
9)
|iii'
Divino Espirito Sanio, te procs-
da a cli'irrio do presidente, ciue

z
$
i
'4
RECITA EXTHAORDIKAKIA.
ni INTA-FE1HA 17 DE NOVEMBHO DE 1833.
' Depois que a orebcslra HveT everulado nina das
DWlliore ottverlnraa, subiraictaa o drama na ">
ClOi nrnado de mu-ira
D. CEZAR DE BAZAN.
No lerctini aclo |"r oreaba" do baile lunera un
ddiirado
rinalisir.i o upeolaculo, com o duelo
MliihlKni'OIIIIL
Principiara Ss8 lior.u.
AVISOS^MARflMOS
api
Para Lisboa senuc con brev idade o veleiro Dia-
(orlngon milano, capillo Jos Joaquim Pe-
na : para ca ga e passaueiros, trata-se com .lose
tiieira llasto-, ra do Trapichen. 17, ou com n
prara.
Para o Piulo, a muilo veleira calera poilu-
iiueu UractiBTiiwi, espillo Rodrigo Joaquim Cor-
rea, sslis com liri'vieilade; recebe caras e pasngei-
rus, paraos qnaei offerece os roclhores eoBamodos :
i prelendenlM dlrl|an>t nos roosignalarios T.
d'Aquino Ponneca c\- Fillio, na roa do Vigario n.
I'.l primeiro andar, ou ao referido capilAo na Praca
do Commcrclo.t
Pan o Asad sabe neslcs dia- o bem conhfct-
do lii.it,> hinr d'i Cvruript quem quier rarrenr
OU ir de psasagertf, diriia-se .i ra da Cadeia do lle-
cifeu. i, primeira sndar.
\ fnde-sfl a bsreaca denominada /tura, da ln-
le de 2..VK) arrobas prninpla de mn ludo para nave-
gar! quem a prelemler pode fallar com Amorim
Irniaa- : na ra da Crus u. 3, c para a evaminar
no I orle do Mallos.
Para o Porro.
A barca Olimpia, de primeira marcha, segu com
liicvidade. Para earua on passaueiros. a tratar com
-'a. consianalaries llarroca ex Castro: na ra da
Cadcia do Iteeifc, n. 4. nu com o eapjlto na praca.
CEAKA', MARANHAO" E PARA'.
O briguc escuna nacional Graciosa, ca-
piito Metido, saliira' em poucos das por
ler a maior parte da carga engajada : pa-
ra o icsiinilce passageiros, trata-se com o
consignatario .lose llaptisia da Fonseca
Jnniop, na lita do Vi;;aiio n. primeiro
andar, ou CUOIOCapitfiO, na jiiactt.
deVG si'ivii' no anuo de IS.i,
conroime ileterminu o artigo IS
dos estatutos respectivos. Consis-
torio dp irnunidadc de Xossa Se-
nliora ri'S II de iiovcinliro de IS.'iH.
Caetaao Quintino Galliardo, se-
cretario interino
Mobilias de aluguel.
MlU:i--e elleelivainenl,' maiiilia- rompilas, 01
qualquer peca separada, e tambelli se llllgatll fadei
ra- em grandes pmee- para otlicio* ou lestivldadci
parllcalarel: na ra >ova, armaiem de Irasles .i
Piolo, dehtinle da ra de Sanio Amaro.
Aluga-te on vende-ss un sillo com nina ele
ganle casq, que peba -en Ismanh e roinmodidadi
iiili'ieei'immensas vanUgcns, sendu na pa-a:
Magdalena, confronle ao do Se llelflno 1.01
Pereira Urna : q.......Ibecoiiviorqiinlouerdi
gocios supradilos, dirija-ee a ra da l'raia. -
n. 39, segundo andar, que abi achara com
tratar, c onde se atusa lambem aloja domeai
brido, prapria para qualquer ('labclceiiucnt
jo aluenel be mttilo rmiunodo.
Arrendare mu siiio na estrada do Monlciro,
com una boa ea-a de vi\enda, loda euvidracada,
comcocjieira, r-lribaria, cacimba com boa agua,
o bstanles arvoredoa: quem prclcndcr dirija-sca
ra Nova. n. 32, lerceiro andar.
I'ilippe Uunralves Marlins Vieirs de Soasa
val a Lisboa.
No dia 1(1 do crrenlo de-appareceu um pa-
pagaio manso c rallador: quem o arlwr, poden res-
lilui-lo na ra das l.iu/i-. sobrado de un ailar
por cima docarlorio do Si. labellUo Sales, que-era
promplamenle recomrieiisado.
Pieri-ae de um boiuein par.
elrabalbar em um pequeo silio ni:
rindo-se a quem livor alguma pial
ro : os prelemlenles dirijam-sc ao n
Quem precisar de nina ama
dirija-ce a ra do llnim n. *J8.
Aluan-se para nasssra fesia ui
grande solSo, ao p do rio na Pa-s
lena, confronlo ao silio du Sr. Joa
Santos: a Iralar cora o Si. Je*! Antonio
ra 'la lanicia Yclia por cima ilo canil
lomar sentid
'"1 ii prefe-r-ollei
esm io.
en la m leile
lab a r a-a ion
geni o 1' na u Magda lina do
Da-lo-
Sil-
T.EILOES.
pii.ii
desli
por
fardi
de-e
ffai
geni
qila
hamb.
para C
nliai <
Wll i
o agente Olivolra faro leilno por ordem de ca-
Jamss Sbelford, com aulorisa(Bo d'alfandegs
cidade, em pre-enca do alente dol.ovd-, e
una e risco de quem perlencer, ilererca 170
- de fumo em folln, avadados d*aaua salgada,
mbarcaiios de bordo da barca inglesa H'itam
se//, arribada a este porto na sua rcenle via-
proeeilenlc da Jlala com de-lino llieinen :
ila-feira.lti dncorieule, i- III burasda uianbaa,
riii.i/eiinilfaiidcaadodeiinniinacloAraojo,silo
na neceo de Goncahes, no Keeife,
(Juarta-feira I6d0corrcnle, as II llora- da
manilla, o agento Antones far leilao em sen arma-
iem, roa da Crol n. 85, de braslrsde lodas as qoa-
lldades, iiomis o osados, ronsislindo em eodeiras
usuacs, mesas redondas, consolos, soHs, marquesa,
commodas, lavatorios, guardas loocas. earleiras pa-
ra eacrlplorio e para viagem, secrelariaa, loucado-
res, e-pilbos, candelabros, lanlernas, caiuiieiro- pa-
ra meio .le sala, qnadios diversos, ele. ; nina poreilo
rJecbaposde palha da llalla, dobrados o singelos,
I i.1 lioinensc ineiiinos, cliarulos da Davala e da
Balli I, espinganlm para cacar, piano- Insidies o
rune/e-rom puteo nao, peca* de oleado ingles
iln.i nii-a-de janlar, com 12 judas. Cam-
in marcas de msrflm para jogo de sadres, e
mujlns artigas que serlo vendidos a quem
maisder, UavertambemMito de alguna esera-
k,toado toas qusliriadea e estado de saude pa-
leles no1 arlo do leilao.
O agenlc llorja (,e-
raldes, far leilao fin
sen armasem, ra do
Collegion. I i, no dia
17 docorrenleas 10 '
lima-da mnnbna, con-
sisiimlo de una com-
pleta mobilia de jaca-
randa coca podra, rico
-ola-, mesas redondas,
.....joco, conoln, cadoira, dilasdebaloiirn,
marquesas, roniniods, giiardas-ronpa, lavalonos,
snardas-leuca,appatsMores, earleiras novas e usa-
da-, moradores, camas franre/ns, ditas de armacao,
rica e eleganlrs cidros, candelabros, serpentinas,
lanlernas. snberbns espelho, relosina de cima de
rnesa, algibelra r parede, lindos quadrns, I porla
lirnr, apparelbos para janlar. dilns para cbS, mo-
derno* cbapos para senliora. ditos para Romera de
ssla, espiagardsa para caca, um moderno miarda
milpa: ao meio .lia igualmente em leilao seritoven-
'li'lns 1 casal de escravos robustos, el encllenles ca-
lilos arrriados < prpprtos para fesla,
Sevla-feira. IK do corrente. ao meio dia em
priii|.,,,i jHirla diias-ociacaoroininerrial de-la [iraca,
0 senle Dliveira faro leilao pilr ordem de capililo
Jame, Sbelford, em presenca rio Sr. vice-coiisiil de
s- M. B.. e (Hir coula e risco do seguro, da barca
Insleia itittiam itiiiiell com loda sus maslreatto,
ehiree inlriramenle novo e usado, Torgas, ferros e
crrenles, e lodos os mais jierlenres a seu bordo,
lenos os -naulinienlos. e tal qual se arba no aneo-
1 a'louiodc-le poilo, drfronte do porle do Mallos,
"me o preicurb-ules poilem Indo evaminar com
amenpaclo, assun como o compelente invcrdario;
ruja venda c fai por dita barca liaver sido regular-
Carroca de eiuguel.
Alnaam-secarrocas pala COUduxir irasles, male-
riaes, marieiras, e lodoe quaesquer objeclos, cu.
mufla liievidadc e pceo coniuiodo : na ra da Pal.
armaiem de laboas n. lo, indo para o porlo do Fa-
cilillo.
Precfsa-ee de uina ama de leile, paia amainen-
lar um menino de dous metes de Idade; paga-sege-
ncrosanienle : na ra ra do Apollo casa da esqui-
na com a entrada confronte a ei nuda dos pulo- ra-
noeiros.
Precisa-se de umeaiseiro, que lenba capacida*
de de lomar una ea-a por balanco, c di' llador a
sua cumiarla, a rallar na lila da- Cm/c-. II, til.
(uu\m:i'RTiiiitziii;ii;iTiiiA.
ie d remedio para ser curado frji
... imm^mzzmm&mL-.,
Aluga-se o sobrado de un. and.u na cidade de
Olinda, em frente da ladeira do Varadouro, prilen-
cenle ao fallecido coronel Manuel Ignacio de Car-
valbo Mcndonca : quem prelemler, cnlenda-se com
o profaoaor .publico Salvador llenriqurs de Albu-
querque, naquclla cidade, ou com Jos Mariano de
Albuquerque, na rua da l'niilo da lloa-Visla.
A1TENCAO.
Militao' Borges Uchoa, com casa decom-
niissio do escravos, na rua da (lo-
ria ii. 7.
Ncsta rasa recebSm-sc csrravos de rommissao pa-
ra se vender, lauto para a provincia como para fra
de Ha, por conla de seus doea; allianra-so o bom
Iralamriilo c securanra dos SjtesfflOS ; e tambem
cumprain-sc c paaam-se bem, aarad indo.
Na rua da Cadcia do melle n. lili, se dir
quem precisa do una ama de boa conducta, para
cuidar em enancas.
o dia 2ti do continte, irapretect-
velmente, ter&o andamento as rodas da
lotera, concedida a beneficio da matriz,
da Boa Vista, nimia i|ite nesse dia reslem
liillielc.s por vender. O lliesoiueiio .
Gulherme da Costa Correa Leite.
Rodas de madeira para carro.
No aterro da Boa-Visla B. 33 lem semprc mu
sorlimeiilo de rodas de lodo o lainanbo.tanlodcm.i-
di'ira da Ierra como de fura.__________________
ayBoao conREHCio.
O* abuixo assignados connuam ,-j
a franquear a todas as chistes em Uj
eral os BOUS sorliiiienlos de la/en- Cj
(las por baixOS prceos, nao' ule- O
nos de tuna pc;n OU urna dnz.ia, M
a diiilieiio, oti a pia/.o, coiiforine [^
se ajUStlir : no Seu ainia/ein da Q
praca doCorpo Sanio, esipiina da
rua do 'i'tapielie II. 8. lios- f
tion llooker >V Companliia, nego-
ciantes inglezes. Os mesmosavi-
sSoao i espeitavel publico jueabri-
raiii no dia .") do i ni'i'enle ntez. a
sua loja de l'az.i odas da rua do C.ol-
legio e l'usseio Publico u, 15, di- Ui
lelos sinlioiis Jos' VictOI'i- rj
aiva e Muuocl Jos de Si- Jf-i
Pitangll, para vcndeiein
>oc atacado e a rclalho.
ENCAO, INICI' liKPOslKi
CIDADE.
Paulo liaianou, denlisla receben Bgna denli-
Irieedo Dr. Pierre, esta agua eenhecida c......>a me-
Ihor que lem Sppsrecido, e lem niuilos elogioso
seuautor, lemapropriedadodoennsersar a bocea
ebeirosa e preservar da- dore- de denles: lira o
ansio dcsagrodavel que d em senil > chnrulo, ai-
sumas colas dcsla n'uin copo dngua sao suhlrien-
les ; lambem se achura pd ueiililrice cxcellenle para
a un-onnea.i dos denle- : na rua laraa do Ko-ario
u. lili, segundo andar.
Mi.....el de Almcida Lope
COIIsiglIurO de esciavn
Quarteis n. 4.
Kesla casa recebem-^'e-ciavo-decommis-ao pa-
rase vender, lano para a provincia cama para fura
dalla, por conla de -cus dono*; allianea-i- o bom
Iralamenlu o seguranca dos meamos ; o lambem
comoran-se d paaam-se bem, agradando,
A(i HE8PEITAVEI. i'l Itl.ICtl.
DORADOR E PRATEADOR.
Zjlectro-cbimlco-magntico.
/la da Cruz ti. 18, pr/me/ro andar.
0 abaiso asaigoadn doura'o uralea com a maior
peifi-icau pelo novo inelbodo eleclro-eh
i
i
i
m
m
8
4
i
I
i
com casa de
na rua dos
AVISO AOS 9ENH0RES DE ENGENHO.
Alenlas as grandes vanlagens na muuacm de can-
na.proveuiealesde ler o 1,-rmbore- das moendas
perrWtameiile loriwadiis.nabaiiossaiguadortpeilo-
samciile b'iolira sos-cultores de eogenbo qoe na
-na funclic.To de ferro em Kiira de Portas se. pode
perfeilaininle lornrar de nova um jogo de tambo-
res, e aparar c eudircilnr os denles das carretas rom
tanta prestis, quo se pude enlrcga-los uo mesiuo
dia, evilando-sc assim o inconveniente da demora
dos carros c o Impale da moagem ; assim como que
a mesma fundidlo se aeba semprc surtida, nao s de
novas mocadas de diversos lamanbos o modelos, so-
nflo lambem de roda) denladas, tanto para agua,
como para auimaes de todas as propoTrocs, a sibcr :
volla |mr volta, volta a quarla, vollaoterco, volta
e meia.duas, tres, quarlro vollas, etc., ele, c par-
anlo que qualquer -rubor deensenho querendo ar-
celrar a sua niocnda, a lim de moer mais caima no
mesnio lempo, ou re larda-la, a lim de espremor mai
liquido da musma canna, peale sein demora escolber
redas competentes. Pundi{to do ferro na rua
llrumpassandoocliafaris. D. II'. Iltmman,
eiiacubeirn,
(3s>lP^ j) CO.NSri.TOItIO CENTRAL 110- (^
MEOPATIIICO. (J
N. II Rua dus Ciuz.es X. 11
Consullas lodosos dias desde as S hora;
da luarlia,i al as -1 bocas da larde.
Yi-ilas aos domicilios das J boras em
I & dianlo.
yr> as mnlesiias agudas-o graves as visilai
ello feilas a qualquer beta do dia ou da
polle.
As senboras de parlo, principalmente.
serSo soccorridas com religiosa promp-
lidiio.
Dr, Sabino OlegarioLudgtroPinho,
MADAMA T1IEARO MODISTA l'II.W-
CEZA, RUA NOVA N. r,->.
Madama Tboanl, participa ao respellavel publi-
co e a lodos seus tregeles, que acaba de reicbei
mu lindo -oitimenio de modas francesas como k-
|am, corpinlios de cas-a bordado- de preces mlu-
das, lano pata monlaria como para Dolar por cima
ile ve-ln!o-. cabecAes a iniilacao de tdoud, lucias de
pe-o para senboras, cortesde veslidos de aasia, para
bailes e sardos, lindos enfeiles para cabeca de se-
nliora, chapeos de -oda os mais i icos e mais delica-
dos que be possivel, dilos de palha ja euleilado-,
diios por entallar, chspeosinhoa de todas as quali-
dfliles para meninss, bfeo de linbo puro prnprio pa-
ra lencos, dilo de bloud. mantas a iniilacao de
bloml paranoicas, cspella, enfeiles para luvsss
veslidos, romeii.is de tilo, camisinbas de cambraia.
e-parlilbos de muito boa qualidade para senliora,
ricos loques de madreperola, penlea de tartaruga
para prender cabellos, ricos chales de reros, cha-
peosinlios de pal lia redondos enfeiladu- para meni-
no-, lila- escrelas ll.....uilo boa qualidade u ""
sedas fulla core-, llores, plumas
meninos, lavas lilas eslreillnliss e
/eudas degoalo para S fe-la.
Nova fabrica de chapeos d so
36, defronte da Igroja d
Mimaros.
JosPradines, lendo-seresolvido a hjntaraoseu
cslabelccimrnlo dr culileria una fabrica de clia-
peosde sol,lema honrada participar aorespella.
vil publico, principalmente a seus fregueses, sua
acaba de receber pelo ultimo navio chegado da Ha-
vre um lindo sorlimcnlo de chapeos deso, lano de
seda, como de panninbopara bomein e senliora.rico-
Chapeosde sol com cabo de bamb, ou caima da In-
dia ; ditos com cabo de Ionio, dilosrum caricaturas
as mai-curio-as.dilo- com armacao de ac com ricos
casloes, dilo- para senliora, com ricas franjas e
cabos de mu lim, eoulros moilos ubjeclos, o- nuaca
serlo vendidos por piceos mui cununodo-: l'abiic.uo.
e......serlam-se lodos os ditos ubjeclos c........;eio,c
proniplidflo por pceo mais baralo duque cm onlra
qualquer parle. E continua sempre a fabricar bri-
de-, esporas, e piradeiraa de geslo, e ci.....erla ludo
oque fio Icndeule, a -en olllcio lem resolvido lom-
stunros para
OUlras minia- fa-
1, rua Nova d.
Conceicao' dos
g-
com i -( i: uslres, bules
. ala tai apa ejas la-i eigre-
rlliu ,bi uiei lacle..
de p- qu nlo au
tela dur. cu', c
dos1 pie pcei Isareni
ulil iuvenea . <;.
doria ce
vida
A
subscriptores a pagarem
aloflin do corrcnle me/
sociac.io quo lem por lio
la leitura, necessariunei
vros, e coino esll
ineios ue. es-arios.
do-, pe.liudo que
Precisa-se d
que saiba co/inba
lamil
is -i.....ores i
i que devciii i
rionislas
leiedade
! urna as
lulo o uabinel*
promover u in-iruccrio pe-
to para i-lo precisa1 de li-
nn se ailquirem sengo com O
PorlBUlo .q pella para o- a--ocia-
innnant so prsenle convile.
urna ama paia deiilro de c.i-a,
e engomnisr, para rasa de poma
i Queimadu n. 5H.
CASA DECOMMISSAO' DEESCRAVOS.
Xa na Direita, sobrado de lies an-
dares, deronte do becco de S. Pedro u.
, recebem-se escravos de ambos os se-
xos para se vcndcreiii decommisSOo, llSo
xr liavcudo por esse haliallio mais do
que i pupenlo, e sein se levar colisa al-
;iuiia de cotned'.iria.s, oHcrecendo-S' pa-
ra isto loda a se;uianea precisa paris
ditos esclavos.
Ku-iua-se a Callar e trsiluzir a liiiuua inglesa
correclanienle : a Iralar na rua da Gloria u. si.
llilHllV lid 1110 lli: JANEIRO.
I'elo prximo jiaiptclc do sul cspci u-
tnOi os lisias da loleria (piarla a liene-
licio do Asilo dos Alienados: os paga-
mentos dos premios scrilo iTectuados lo-
go (Ule -e liz.er a dish iliuicao das lisias,
(Illoreee-se nina mulher de meia idade e boa
conduela, pararicjouiiuai em qualquei cassde fa-
milia honesla; lamoom pode prestar algum oulro
servico, salvo u;.....rasiSo do engommado, poiacu-
lende de l.i/.er podio- do toda- as qualldadea, pas-
tis, friaideiras, lauto de carne, como doce-; podios
ingleses c doces de loda- a- Inicia- se alunm -enior
-olleiro precisar eulao para cosinhar e engommr,
pleferiiulo-.e eslranaeiro, pude vir a roa da Guia,
40 Pimico.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
veiile-se um completo sortunento
de fazendas, linas e grossos,' por
piceos mais Iiavos do queemou-
h i qualquer parte, lauto cm por-
coes, como a rclallio, illiancando- j
se aos compradores um s preep
para iodos este estabelecimento
alirio-se de combinacBo com n j
maior parte das casas cununeiriaes j
ingUrz.ns, francesas, alintaos e suis- I
sus, pura vendei la/eiidas mais em 1
t; conta doque se tcm vendido, epor j
ffi isio olTerecendo elle maiores v au-
ra tagens do quo oulro qualuner ; o
p proprietano deste importante tabelecimentO convida a* lodos os J
seus patricio!, e ao publico cm (e-
lid, liara (pie vcnliam (a" bem dus
st'iis nteresses) comprar Jasendas
baratas, no armazem da rua do
CsNllegion. 2, de
Anionio Lui/. dovSantos.
Alui:a-w o armo/ein, M qinil st'iiiprp|e\i' (o-
li'tii.t. # no mwmo lem armrin : no paleo \\ Ier-
ro ii. i:i. a iraiiir rom n seu propriclario Joaquim
Lopes de Almcida.
tico qualquer peg ' mclAl
-i; |icdIiiM( rwli;iiea.candrial
m Mmenlos mililaies, Itiriblllu
je, repleiidoreit. rrloRioii Iran
c i.. ele,, nao defrauda nada
lirilhanllinu responsaliilisaiHl
i (r prcen que con\da a li
lapproveUar eaui Itcll.i ipio
I'l'lil.lCAi'.AO' 1)0 INSTITUTO S;
IIOMEOPATIHCO lio liliA- '-
SIL. M
VADE-MEC M mi IIOMKflrATIIA ^-j
cm um voliimo de mais de K) paginas; o
WCCIOMKIO POPULAR DE MEDICI-
NA IIOMEOI'ATIIICA : em :t volomes
demaisde 1110 paginas cada um.
Oliras Indispensaveisa lodos o> pas de la-
initia, senhores de ougenho, saceruoles, d-
rerforos de Colleiios ou de oulios eslabele-
i'imenlos, cnplIScsde navios, scrlanejos, e
quaesquer uulras pcVoas, que por -; mesmss
ipi'/eiem conhecer os prodigiosos effeiloa
da boincopalliia.
Pelo Dr. Sttliino Olegario /.udgero P-
nho,ntembro t/e ww*7iissor#Vi/ai/casr/>;ifi/-
bem para ser mais ennunodo a BUS Ireguexls de
fa/erainolacao Indososdias com perleicilo.
',.:.'.'
5 Precisa-se saber ende mora.ncsla cidade, o .
'.; correspondenledoSr. Uanorl Becerra Perei- ',;
;. la de Araojo llelliao..........I....... Ouallgi, S9
;" aiiin do ae entregar urna caria para o dilo r'
;; senhor: annuncie.
;... ..... "
0 secretario da vi......avcl ordem lerceira do
erafico padre S. Francisco, convida a lodo- os icr-
ceiros da mesaia ordem. para quo comparceain no
da SOdoi.....onlc .: 2 l|'j bola- da larde?, na igreja
da ordem. para ion rommunfdadc acmnpauliarem a
prnoissfto de CorpusCluisli.O seerelarlo,
Mauvl JoM !. izered.. Sanio,. i ,,, |n|;|
Jaciulbo Joso do Amoral Araglo o Francisco n.8l olica
(iuc!ilM-_de Oliveira, subditos porlusue/- reli-
ram-so para fura do imperio.
AluRiim-se para n Masar fesla ou annualmeule,
duas ca-a- terreas no lugar Sanl'Anna dedenlro; o
lugar lie o mais salubre que dar se pode, e por pro-
co barathuino: nalraveaaa da roa da Hangueira,
taberna delronle do acougue da Don-Vista.
Ilaluixo a-isuailo avi-a ai. >r. Manoel .loa-
quim de Vascnncellos, morador em Paulisla, que no
pra/o de 15 dias a cuidar de-la dala, venba resaa-
iai os -eos ilnii- o- Tacos que se acbam em seq po-
der empenhados.do conlrario pas-ara a vndelos pa-
ra seu pagamento.Andri S'ause.
Aluga-se una casa para pausar a Testa no silio
do Cajuriro : dirijam-sc so inesmo.
Alnga-ao a luja do sobrado u, iS, na Trompe,
com bous con......dos para se morar: a Iralar nonres-
.....sobrado,
Deseja-seaahci so nesla cidade existe uu se be
fallecido Agoallnho da Coala l'inlo, natural da dlia
da Madeira: roga-se a quem souner, de dar nolicla
na rua do Trapiche u. :!i, primeiro andar, que se
Ibe agradecer.
. Jos Pacheco do Medeiros subdito porlagoes
relirs-ne para fora do imperio
iUllMcrf MlllllllMl|l
CONSULTORIO IIOMKOPATIIIIO.
Oratuito para os pobres.
So Iterife, rua do Trtipirtie Aoro numero 14.
(I l)K. CASANOVA tem aborto osenrou-
sullorlo o Hecife, onde poder ser procu- j
lado a qualquer hora do dia.
N. II. As pessoas que mo forem pqbres, ,
pagarn pelo Iralamenlo do 5 a 'J&000 rs.
nao esceaendo de dous me/en.)
ma&m ms m ra f bb e tem
Ni mmiIu to da 12 dui*tirrciile,umio-M da pri-
meira pon le da roa da Aurora, anne\n a etN t!<> Si
descmbarRador lloclla Bastos, nm pramliaodeania-
rello de qualru CotUdof, amarrado em una eslaca-
ila ; a pewoa que o nrliar, ou a quem for ollrreeido,
Francisco Antonio deOliveira, na rua da Aurora D.
I, qoe sera bem recompensado.
JT Mara de Jess da Silva Molla, tHlia do Ma-
noel Antonio da Silva Molla, maior da "> n/ino-,
M'ii.Itt senhora v potsudora de tle 7 .i H aniui, por nome Mamede, Tai publico,
que uinituem o compre, sob as penasda le), poisllie
consta que alguemo pretende furlar para o vender
como seu.
O morador da casa n. 5, no becco dos Ferreirti>,
bairro da Boa-Vbl, lem para alagar um bou bo-
llelroa oulro robusto para lodo o aarvlcp.
Praehfa-tO d'um r.iiveiro para taberna, leinl"
bstanle pralicffodamlo Rador: quem eallva nao*
las cimimstaneias, dirija-sc a ruaiMreita sario n. 21.
DeaappaTtctB dacaaa alia ni nu da Taima,
com SjaimlM da grada* do Ierro, piuladas de en-
carnad, um papiuraio Tallador com urna corrente :
.1 potaoa que o livor apauhado e quiiar restituir, aa
Acara mullo obrlgado le\ando-o a dita casa, e MR,
graiiHcado o papagalo parece lar fgido .mie-hon-
(em on honleni tle in.mli.ia.
Pracisa-aeda um lumiein para tomar aenltdae
Iraballuii em um peauono sitio nu (ilqoU, preferin-
do-oo quem liver alguma prallca, o for solteiro :
o> prelondenlea, dlrljam-aaao me^mo sitio junto a
laberna do Jos Estevas, ou no enoenlinS. Paulo.
Aluga-ee pelo lempo do resta un) |>?queuo si-
lio uaCapunga, patio do baulio.com a casa acabada
do novo, pintada o calada: i Iralar no aterro da
Boa-Visla n. 80, primeiro andar.
Cs martyre* peraanbacaaos, vicuas da II-
berdade, sai duas revolutjo'e eauaUdas em
17X0 c X817, por um luso pernambucano ( o
padre Joaqnlm Das Maritni. )
Acaba de sabir a lu a prinwtra p<>rte deste iiu-
portante a curioso Irabalho, ale buje Incdilo. He a
biograpliia de lodos os pernambucanos preeminen-
te!, queenlraram. ou de qualquer modpae rompro-
melieramnarevoluclo doamaacalaa, eMda pro-
(elidida repblica de 1817 escripia- as BC(Oeo
de laes liomens uo silencio do fViabinclo, por um pa-
dre doanosaosdlaa,oque aind:i lioulem conbecemos
ludoa na eonoregacodo oraloric de S. Fillppe Ne-
ry, como um dos ultimo", e n.ai< estimaveis meni-
broadesaa veneravelcasa, o padre Joaquim l'i.is
deUa-noa ver eaaeacaracteres lu/. severa rom que
os encara, desenhando-oa a grandes Iracoi; e lorio
elles poaleridadOi quartdoos Itouvar de julgar aarena:
o desaliiiho to historiador.
Nao lia lamflia em Pernamboco a quem este \n--
quenodiccionario histrico nludigareapeilodg mai
ou menos partOi <- a quem por isso nio iulcresse \i-
\menle : roniem mais de (KM) rticos.
Aelin-sc a venda no paleo do Cullcgio, oflicina de
eiirade/iiaiio.
P) PauloGaignou. dentista.
~ Pode ser procurado a i|ualquer hora em
*? sua casa na rua larga ilo Rosario, n.
''; S6i segundo andar.
Prcchu-se arrendar um silio pequeo, que hf-
que sej.i parlo desia cida-
:a de vi venda ; quem o li-
dirija-se a uta do Rangel
COMPRAS.
A fabrica de espirilos de Bairao ,\ Macedu,
ua rua Direila n.l^.cumpraconslatileoiente garrafas
brancas a 811 rs., pelas a KOrs., e botijas a 60 r.
<*< >i 111 iriitii-sr ossos a peno : no 8r-
miizem da illuniiniirao, no raes Jo Ha-
mos, travesea do Carioca.
Conipra-se nina morada de casa lenca, sen-
do no bairro de Santo Anlpnio : na rua da l'raia
u. -JO, se dir quem compra.
Compram-se dous encerados, j em meio um :
na rua do Kangel n. 9.
Coinpram-so cIleliMinieulo Irasles usados, e
lambem Irocam-se por novus : na rua Nova, arma-
iem de Irasles do Pinto, delimite da rua de Sanio
Amaro.
Uootpra-SS um silio urande de coqueiros, na
praia do Jausa : quem o liver, annuncie por este
Otario, 011 dirija-sc a Olinda, n Varadouro, so-
brado u. tu
Compram-sc escrios de ambos os sesos, com
babilidades, ou sein ellas, paga-sc bem agradando:
na rua da Gloria n. 7. ,
Comprase una soleira e' urna vera direila,
de pedrada lena, mesnio usada : ua rua Direita, no
leiceiro andar do sobrado, n. S*c.
Compra-se una caima em meio u*o, qoe car-
rcuue ."i00 tijollos de alvenaria, em estado Je Iraba-
lliar: na rua Nova, loja n, f.
Compra-te prata brasileira ches-
Iianliola : nu rua da Cadcia do Recife,
bja de cambio n. 2V
VENDAS
10 a-i'o
ni loda -
que pell
liba liaisa para capit
de, mi se exige boi
ver o qui/er arrend
n. ii.
o ab
Brandrclh,
lavel iuiIIu
re, eolia.lu
provimenlo
autor basta
se muilo rcconi
iuleiramcnle i
as crianca- res
appli-ado a u
incuravei, de
Uses resultados
o problema d
cianle cabe a
le pitilla
ido, litigo sgenl
di-f.ic.io faiscicnlc
lirisuc americano /'
t- mes lis ruedo
alte
vegolac
ilir sua
eis |
Imi.l.idc
".;
das pilul
llcnei.i. Ii
SCI un. uied
leudo applicar-
ollinianieulc -
de nioleslias jul
a se (em lirado I.
:lo IV.
orespei-
l'li:
m novo
sino
em
ipplicacfln se lem lirado lau b
I, quo parec' ca la vei mala i.....Ivldo
um remedio universal. Au annun-
l.uia de asseverar ao publico, que as
io vendidas na ruada Cadcia vcllia
de \ cenle Jo-e de llrilu.
AVISO JIUIIHCO.
egunda ediecito dos priiue'ui elemento
o rdrocivil, mais bem-mi risilla eneres
o so a respeilo do que allerou a lei da
nio acerca dos despachos, inlerloeutoria
linilivasdusjulgadores; obra essa Uto inlen
aos nrincipisiilcs em prallca que ibes wrvirn
conductor : na praca .1,. Independencia n.l el
O abaiso aaslaiisdo declara, quo o annn
sabido no Diario desatibado, \2 do corrcnle.
-em uenhumefleilu por arrependimenld dos,
oradores.Manuel Marquen ae .ibreo Pereira
lico
da,
na.
para
enl.l-
rclor-
e di-
Danta
de lio
LOTEKIA 1)0 ItIO DEJANEIKO.
Aos (l:(100.S()0() de rs.
.Na casa feliz dos qualro cantos il-i rua do IJuei-
mado n.'2(1. sendem-se os muito felues bilbetes,
meios, quarlos, oilavos e \iue->imos da M loleria do
Asilo dos Alienados, cuja listase espera ale o dia
0, a el les que eslao no reslu.
Vende-se a taberna da rua llireila n. 18, com
poucus fundos, bem afreuue/.uta para Ierra, e para
o mato, com commodos para familia : Irala-se ua
mesma, o o inelivo da venda se dir ao comprador.
Lencos de cambraia de linho, linos,
a 4001 s,
na i ua do Crespo, loja da esquina, quo volta para
a Cadeia.
Vende-so um carro de qoalro rodas com todos
os pertences e arreios, para um on dous ravatlos,
muito forte e bem construido : ,. uiic-.u coni um
plimo cavaUo para o me uno, e sem ello : no silio
do Ciijociro. I'assav'eiu da Magdalena.
Vendem-sc escravos sadius, ecom babilidades:
oa rua llireila, leireiro audar do sobrado n. 3ti, a
qualquer hora,
Vendc-se tnu casal de esclavos, ca-
sados, ptimos para o Iraballio de al-
Sum silio, posxiuesBo muito lieni casa-
os, ('aiiil)ns silo de boa conducta, nun-
ca ln;;1 r,iin e D&ODebem,por pre^o mui-
to raeoavel, porque be pata se fechar
urna conla : lid rua das |.aranfjeiras n.
14, segundo andar.
Vcnde-se um escravo, criouto, ino^o e de boa
ligura, com olllcio de carapiua e caruiceiro : no a-
terro da Boa Vista n. 45,
Vendem-sc garrafas razias, e bar-
ricas com cemento de boa (pialidade: na
rua do Trapiche n. II.
Na rua do Trapiche n. II, ven
dcin-sc Gaitas com superiores velas slea-
rinas, a preco razoave!.
Vendem-se ffigos com lino chaiii-
pagne, caixas oom azeite de Oliveira, di
las iiiiii cha", e sacras com fardo novo :
na ruado Trapiche n. II.
SAI. 1)0 ASSL'.
\ ciidc-scsal doAss, a bordo da barca
uMatliiloe fundeuda defroute do Porte
do Mallos, em porri es a vontade do com
prador: a tratar uo escriptoro de Ms>-
noel rMves Guerra Jnior, na rua do Tra-
piche .Novo n. I .
u rua Nova, loja de Julis Co- (d)
.a ''""hice vendem-se luperiore
w chuiiitos da Bahii
dopreco.
Rua do Uolleclo a. 5.
|)or t.'oiiinio-
ii iiovaiiicnleiiiiicoiu-
tagadas iilliniaineulo
A, pecegoa, alperc,
liitya Sirrafal, uva
momiriciiilaveis |.or
Ueaeja^e
iiela ranettea da
tll.ir-M! |Ml,< fora
lereste.
tr
ea* naronaexe entrangeira*.
K>l:i- duas obras, que nerflo adornadas
de diversas ealampaii encerram indo o
qiif ha de mellior acerca de medicina l"-
mpopalliica. Qualquer llenas de nreCerivel
a ludas as oulras. que al l j j so lem publl-
eado.
Preeoda asignatura dOsOOOrs.. pasos lm-
medialameule* S di
Aasisna-se em casa do autor, rii
tiru/.N. ii. II.
o VAOE-MECI M lem de wliir
hrevemcnlOi \istu jh estar mullo adli
sua Impreasno.
Consullorin renlfal iHimeonatliico
J da* Cruatea, n. II.
SVMIS.
SALSA 1'AKItll.liA.
ViconleJoa de Brito, nico senle em Pernanv
luieo de B. J. D. Sind-, chlmlco amei rano, mi |n-
blicoquc lem chegado a esla praija nina nrande por-
r'io di> frascos le salsa parrilha deSands, que sao
\rrdatleirainenle r.il:iliralos, e prengrados no RO
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os conau-
inidores ilc llo precioso lalismail, de eahir nesle
ensao, tomando as funestas conseinjencias que
wmpre coslumam Iraxei oa medie menlos ralslnca-
iius e clalMirados peh maodaqudlee* que anlepbem
st-ns Inlcresscs aos males eslrafloi da humanidade.
Porlanto pedei para que o publico se posaa livrar
deala fraude e dnliogua a verdadeira salsa parrillia
deSamls da falsilicaila e receuleineiile aqu ehega- ,5.
da ; nannUUClanle laz \er que a M'rdadeirs se \en-i
de uuicamenleemsua bollca, na rua da Canclele
do Iterife 11. lil ; e, alen, do reeciluario que aroin- 99
panha eatla Frasco* lem embalso da prmerra pagina
MU noma fmpreasu, r se achara nua lirma ein na-
nuacriplo sobre o invollorio inipresso do mesino
fraeosi
Atuua-se o sesundo andar o :,, ria roa .la l.inyuela: a Iralar na loja, n. ti, da rua
da Cadeia do talle.
TFabrica de chapeos de sol, na praca '
da Iadependencia, n. 35
Manuel Jeune, eheundo uiiiniamenle nesla eda-
tle, leinn honra de participar ao respeilavcl puhli-
eo, que lrou\e rom stfn>, un viro e eomplelo sorli-
nienlo de chapeos de -o|, mulo d6 Bada romo ile
pannlnho para homeiu o senliora, rico* ehapea de
seda eniii etilios de canna d;i Imlin.ililos rom carica*
loras, diloade anmtc-ao de aeo. eom reos eaatoea de
luariim, henualas e oulro inuitos ohjerios dea mais
modernos a variados* assim eooae Irosue lambem
um lindo sorlimeulo do seda* c pauninlu** para < o-
brir qualquer arinarilo usada : lodos osles objeelos
menrioiadirs.ronrerlam-serniu astwio.e promplldlo,
onr (i em- mui razoaveis, mais baralo do que em
onlra qualquer parle; M'udeui-sc em perrito e a >a-
Bajo.
Attencao.
. .Nomliio do Trro, sobrado, 11. *J, enfcdin-se liau-
dejas de trrido c rastellw, e de uniros mullos tfOS-
Insque podem appareccr, lambem se enreilanf rasas
por lie lUnUtlU.
iVeci-a-se aliisar um pre
dar \endtndo fa/eioia com mil
\er, dirija-si'., rtia do Hospicio
Oabaixu asslgnado tn
principaImenle aw seus credori
gal tratar dos seiH negocios, dei
o Sr. JoaoJacinlhode Hedejroi
lano para fiizorseus pagainenlo
o ou pela para an-
a pessoa : (piem li-
li. :ii.
lenle au publico ,
s. que *! a Porlu- I
laudo em seu lugal '
|)utra, aulorlsado:
, romo para cobrar
dcu'doics../,./"/."< JacinthO dr Mfidti
I Pura.
Cusn da iillt'nr.'io.
continua em sen esl
Na rua da Cruz n. 48, primeiro andar.
leudo qoe demorar**!
re-se para f.*/
roa arte, como nejatn
,1. qualldades, dislic
dos e douraik
os lamanbos, ele., ele com hrevniaile, p
preco roinmodo.
niiein precisar de om -acordte para as missa1
i|o 1 il, -ni em que losar ror,modlanle uma grali<
(al. ol-
Ws
I nlffum lempo
r qualquer obl
Bneles e earlmb
, lelrelros para ur
abecedarios e numer
, com breridade,
II r,.,j-
rel.iliva a
de todas
, peales-
da lodos
Tfcjcao c
, Ver-1
das o
ti. ii..
e hora*
ielecimenl
inedi
uli.ia
lem maihl.i
a erir pela
sperem que
11 bi.lt
ta
lelodoj
qoalro
I.
Oaferidor
rua de Agu
osdias uleis,
da larde, e pede, qot
lim: assim como cll
mandar seu agente
pessoas Inleressadas
la. Praredenda Sitto tUHmo.
' rmiliiill
su-; lo*
cliega
Ira
BOTICA
CENTRAL IIOHKOI'ATIIIIA
:,l ruada Cadeia do feri/e, l. andar 51.
Dtrleldi* polo ptiarmaceutlco approvado,
e proesior em bomeopalbla Dr. F.
de P. Pire Ramos.
Viin liuiiii -i' enronlram oa melhorea e
mais arredilados medicamenlos liemopalhi-
ros, qinr rm clobulos, qut cm linluras,
preparados rom a mais eMmpolosa esscli-
IJo, |n la phai maeealleo apptoTado o prVes-
sur rm liomopallila Dr.Pires Ramea, setb sa
lndiea{oea doSr. Dr. Sabido, eom qoem ha
prallesdo ha annaa,loilssis rrsr.is da phar-
maria homnpallilea*
o.......lieamenlea deala botica, cuja rili'-.i-
eia lem sido verlllesds na tonga pralica lo
Sr. Mr. Sabino, o reconhecida por todas aa
pessoas, qw dalles lem frito uso. eserceon
uma grande vanlagem, sobre lodos os que
porahise vendem, a qual consiste Unto na
promplido dos seus enilos, como na ejna-
li.lailr le ue roiiserv.irem muilo lempo sem
Millrerein a menor slteraetto ; o que on tor-
na muilo rerommenilavcis, principalrDenle*
para o malo, ondo nem sempre ha lacillda-
de da protWio de notos rnedlsementiia.
Kvi-lrin rarleiras ilo moillrainenlos em
lobos grandes de flno erysUl de diflerenles
precos, desde l2S1)lal90W00
numero ilm niciliriimento", sin
aacoes, c riqueza dan SSisSS.
Csds vldrode linlors daqulnlady-
- namlsscji.........Ota
Cada lnliu ile ineiliranirnln I1S
(Mseario I u.:.
rao, paile riirigir-se i rua dn Srlm, u. 35. ou cn-
fallar ao sacrielio do Rosario ds Boa-Visla.
- Ainda fas-se negocio rom urna loja de clis-
s rom pouros tundos, e mesnio propnajMra ou-
qualojner eslabeleeimenlo, por ser em uma das
a as I principaes mas de commercio iicsls cidade: quem
por 1 pretender, dlrija-se a rua Nova, n. i, que Chara'
i rom quem Iralar.
Preris i-*e ile umeaiseiro portugus de IS a
11 annos, cam alguma pralica to laberna,para a vil-
la de Pod'Alho : a iralar na roa Nova n. 55.
Slqueira A Pereira embaresm paraoKiode
MCravns J-irL'o e Joaquina, rriolilos.
i da Hadrede Dos, arma/em n. II
sejs-se : KTaomte mors oSr. JoioClimaco Fer<
m .-.r.r,,..
Ev-; Janeiro os seus
ES >,., iraveaa
&) desejo-se saber i
forme o |
lynami-
H
.. iga-se ao Sr. Alesanilrc Jnse lliiripilai i
obsequi dees dirigir no aterro da lloa-\ i laberna, a negocio qoo ihe dicrespclto.
Jote Fatutino di eawi,
Kslo eslabeleeiineiilo recel
pelo -orliin, nlo de Iruclea (
ile l.islioa. como sijain : per
.-iliroulios, aiDosss, morangii
bastardo, se quaes -e lornaii
virein em la las.
Na loja das seis portas, em frente do
Livr amento,
cudem-se chilas de coces seguras, a seto talcas,
lo i amulo mora a Senliora II. An- meia pataca, nove vinlensedous lusldes, chitas lar-
Na-iiineiilo a qualatinunciou fe- gas u-ancesas, a do/.e vintn, cassa de linlasegu-
a protiueia, ; negocio do -en in- ra, a crusadn a vara, corles de csea eom sele varas,
a cinco patacas a dous mil reta, c eom barra, a netc
polacas, corles de ,-aiulicaia com lio> baliadiiH, a dous
mil o qutnheloa e don- mil eolio eenloa, leneo piu-
lados e boriladus para m.lo, a meia pataca, e (Mira
menino-, a quatfovllllent, chales de seda e manle-
leles do ullimo goslo, e lodas aa mah faicndas por
pceo- raioaven : das6hora da nianliaaas di
noito oslara aberla esla loja.
PARA A I KSTA.
Ari.sci.vono.
\ endem-se palilds e sobreestseas de brim de li-
iilm e brelanha, da ultima uioda e muilo bem aca-
bados, pelo baralo preco ife :l l.-SlUOrs.; a elle,
que i- visla do preco c siiperioridade ds faieuria,
Dlnguem daissra do comprar: ua rua Nova, luja
nova ii. Iti.
Casemiras modernas.
Vaodeni-seeasemiras linas, ptdroas modernos, a
i^KW rs. o corle, colleles de foso, a KO e IWi,
dilo, de goranran de serla, a 'mOII, leiifosdosplim
para grtalas, a l-SHMi.- 1(600, corte- de casemiras
de algoriSo, ,i IslKi: ua rua .Nova n. lli.
Grande sortimento de fazendas ba-
ratas.
\ endem-se chilas linas de cores fivas, padres cla-
ro, e eseuros, a lili. 110, I lio, ISO. (Hi e alo, cor-
le de chita de barra de bonitos padres, a MgOMi c
'tjVKi, corles de eaaaaa francesas, a ijfioo. agomi.
J5.*SH1 e ivUIM) rs., cmbrelas e essass fraficezas de
hoiiilns padrdes, a 610 a vara, vestidos brancas da
barra e bordillos, a 1WKH) rs.. dilos de I e 2 babados,
a 15500. dilos de 3 a ."i babados. a .-mo is.. dilos
mas vezes faca, de cassa piulados, de i habadi, a I93ll0c59i00, ri-
cos corles de cambrai- de seda, a 11> e IliBOOO rs.,
diales de lAadeVlgndio, a l290, dilosdealgodano
seda, a 2>o0o rs., dilos de 15a aseda, a 33 e 49500,
e superiores, a 5S000 rs.. nielas linas para senboras,
a .120, 100 e IKO, r oulras mullas Ta/endas qoe se.
vndenlo por preces hauos : na roa Nova, loja uo-
va ii. 16.
Vcnde-se a obra RetTsaflo l'hihnophica, pelo
padre Throdoro de Almeida : na rua Nova u. 16.
Yende-ae a taberna da rua Imperial n. IS,
bastante alreguezada o umIto da venda lie aehar-
e o dono doenle, c lcr-so de Iralar fura da mesma :
para o ajuste, Irala-se na mesma rua u. 125.
Vendem-sc S iiiedalbas dn ordem de S. lenlo
de A vis, sendo as mesmas de diHercnles lmannos :
quem as quizar comprar declare a sua morada, afliu
ileseajustarem.
Yende-sc palha. prompla para elupathar ea-
deiras. muito lina ealva, eheuada nllimamenle da
America : na rua da Cadeia do Santo Antonio
n. 20.
Na rua do Aragao u. 17. vende-
so um raljriolel de muilo bom gos-
lo, com lodosos arelos novos, e
robera supposla.
Yendc-sc a laberna da ('aponga, inlilul.nl.i
Venda llrande. na e-quina do (iainboa. a dinheiro
ou com desobriaa-, por o dono neee-silar faier uma
viagem fra da provincia : Irala-se na mesma.
Vohde-ae uma parda recomida cesfl 15 auno,,
prendad:;, nina (Uta con 20, para lodo serviro.uuia
segr com 22, cmnnhoira, quatro ditas para lodo'
uma criolita eom 6, ilion negra engwnmadeira, um
necro airaiale.lionila ftgors, com 22 annos: na rua
da Pensis Velli.i u. TO. 5.' andar, se dir quem
vende.
Yoiide-sc nina parlarla, na rua dos Pires, na
Boa-Visla n. II, bem alregueuda, a prupria para
principi.iiile poi su u aluguel muilo baralo ; a tra-
tar lia ini-nij
, Cavalcsnll, ou pesaos que
egecio de seu inleiee.
n scllini palele
, procure na rua
li I ro selliui ll-a-
(.luein quizer possuir um I,
ingles, com iodos os seus, eppsrelhr
do Sebo n. 22. Na mesma casa lia
do lambem palento ingles, c. urnas cabreadas de
tranca mullo bonitas eom bullas, para ornamento
do um bonito esvallo em dia degala.
Mara le Jess da Silva Molla e Francisca
Joaquina la Silva Molla, lllbas le Manoel Antonio
da Silva Molla, sendo a primeira, senliora de um
cbrinlia de nome Mamede, e a segunda deum pre-
di criouto parlilhg por l'allccimenlo de sua mai. (asea) publico,
que ellas nao \enderam e nem eiiusenleiii que se
vendam os referidos escravos, e se alguma asaigna-
lura deltas appirecer he falsa, e feila conlra a sus
volitado ; e desilej proleslam rontra qualquer (ran-
san-o cuique jaiuai- cunsentirilo.
Alna-se u primeiro andar da casa da rua da
Sensala Wlha n. 36 : a balar ua rua do l.ivramen-
lo, loja u. 8.
Aliiua-se acasa terrea da rua leS. liuncalon.
6 : a Iralar na rua larga do Rosario, toja n. IX.
Arrenila-seo ilio ilenoinin.uln Oileiro, ua es-
Iraria doArraiaJ, com casa le vtvende, cacimba ue
pedra e calcolll evcellenle asna Ii, lieher, bstanles
irvsredea de'fruclos lo diversas qualid.ides, bjias
(erras para planlac.lo le uiaudinca, c coln a\ jmen-
los par* rasar farlnha : a Iralar no mesme siHo,
'yuem Ihe tallar duas eadeira,que honlem lo-
ram apprebendidas S um soldado le arl lliatia, le-
las K llora- da noile, dirija-sei rua do Kaugel u. 35,
que dando os tiznaos cerlos, Ibeseraoentregues.
. Precies'Sa le uma ama paras comprar, cost-
nliar eengommr: na ruado (Jucimado. loja n. 111.
Auna lioliliua daTriudade IVrcira l.e.loacba-
-c procedendii inventario pelo juizo dcorplnlos, dos
lien- deivado- por morle le seu marido l-'ells da
Triudade Pereira l.cao. e convida aos credores do
seu casal, para habilitaren! -uas lvida- peanle o
juuo coinpele'nlc.


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Diccionario das termo de medicina, cirurgia, IMIa-
una, pjiannacia, ele. ele. encadenado. 19000
Unta carleira de:t tubos, dosmelhores e mu- liem
preparados glbulos lioincopalhicos cun as duas
obras cima.........OcVMH)
Urna dila de :M tubos cont as mesillas 45(000
Dita, dilate 18 tubos. '......3IWMH1
Hila de 111 rom as dilas......1009000
Carleirusdo Mi tubos pequeuus para alni
beira............
Dilas de 48 dilos.........
Tubos avulsos de glbulos .
Vendein-so pianos fortes de superior quaiida-
de, fabricados pelo pjelbor autor liamburgucz na
ra da Cruz n. i.
CAL V1KGEM DE LIS1SOA.
Vende-se cal nova era. pedra, ehegada
lioje un palliabot,' Lusitano, por inuilo
comuiodo prero : na-ruado Trapiche n.
15, arinazem de Kastos lrinos.
Vende-se un resto de eNeinpliii'es
da obra Ka|ili.iel, paginas la jiiventu-
de por Lamartine, vento portugue-
za de D. Callos (luido y Spano : na ra
do Trapiche n- 1l\ primeiro andar.
VENEZIANAS.
Aterro du Boa-Vista n. 56.
'I'em um suriimenlo do venezianas coin filas ver-
de* de liubo e de laa, rom cai\a e sem ella, o se
'.....Tria e se Iroca as uo\as por velhas, a voulade do-
comprador.
Vendein-se relogiot de ouro, pa-
tente injjlez, os melliores (|iie lem viudo
a este mercado, e do inais acreditado
fabricante de Livei|>ool: em casa de Itus-
sel MeHors c Coinpanltia', na na da
Cadeia do Kecilc. n. 50. _______
Diccionario dot termos de medida.,
clrurila anatoma pharssei. ,
etc. etc.
Sabio lu osla obra indi*peuavel I toda !
s pessoas queso dedican) ao esludo de
ineiiirina. Vende-se por 13 rs., encaden-
do, lio consultorio rio l)r. Moscozo, ra do |
Gollesio, n. 35, primeiro aiular.
Cobertores oscuros,
de algodSo. a 80b* rs. ; ditos aniel e encarnados ,
muilo grandes eencorpados, a 13100 rs.: na na do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Veiidem-sccm rasa de Me. Calmniil A; Cum-
paubia, uu praca do Corpo Santo n. 11, oseguinti':
vinho deMarsrilIccmcaixas de 3 a (> duzias.liuluu
em uovellos ecairelis, breu em barricas muito
fraudes, a;u de milaosorlido.forroiiiglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neite i'stalii'li'iimcnto continua a ha-
ver un completo tortimento de moen-
das e meias moendas para i'uj'eiilio, ma-
chinas de vapor, e tafxai de Ierro balido
e coado, de lodos os tamaitos, para
dito.
.VOS SEMIORES 0E ENGENHO.
O arcano da invencao' do l)r. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias iiijjlc/as o hpllandezai, com gran-
de vanlajjem para o incllioiainciilo do
attUCar, .lia-se a venda, em lata! de i o
libras, junio com pmetfaodo de em|ire-
ga-lo no idioma porlii;ue/, em casa de
N. O. Bieber iV Cpmpanhia, na ra da
Crac, n. 't.
TRIESTrVSSSF.
He recenchesatln um 'Tresamirnlo la icrdadi'i-
ra farinbii de SSS raminlin, e \ende-se por mdico
preco : no escriptorio de Dcaue Vonlc (\ Compa-
nhia, ou nos seus armazi'iis no berro doGoucalves.
Atenc de Edwin Maw.
Na ru.ule Apollo n. (i. armazn! de Me. Calmon!
V t:onipauliia, arlia-Ni constantemente bous sorti-
nientos de taisas de ferro coado e balido, lauto ra-
sa como fundas, motada! inelira- todas de Ierro pa-
ra aniniacs, aooa. etc., dilas para armar em inadi'i-
ra de linios os lamaiibos e mudeln.ii-m ai. modernos,
mar luna borisonlal para vapor eoni forra de
icavallos, cocos, passadeiras de ferro eslauhado
para rasa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, esco\ cus para nanos, fono da Suecia, Ib-
Ihasde llandres : ludo por baraln preco.
Drpoiito da fabrica de Todos Sanios na Babia.
vende-se. cm casa de N. O. Bieber QjC, na ra
da Cruz n. 4, alsodao (raneado iPaquella fabrica,
inuiloproprio para saceos ile acucare ronpa de es-
cravos, por preco coimnodo. .
Fil pelo, luvrado. a ."ilklis. ,i vara.
Na ra do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
Veudem-sclonas,briu/au, brinse meias lo-
nas da Kussia : no armnzcm de N. O. Ilieber i
Contpaiiliia. na ra da Cruz u. 4.'
Franjas para cortinados,
cun hellas brancas e do cores, a ."kjIIOO e ">3-"ilKI a
iieca: na rita do Oueiuiado, loja de miiidezas,
n. i.
Vende-se. a quem quizer poatiir, ou para al-
gunia eiicomiueuita, una iiiucama recolbida, de
18 a JO anuos, saliendo beni coser, lazer renda, en-
guramar e enzinhar, lio robusta, e o molivo da ven-
da se dir ao comprador: no segundo andar O. I,
do becco largo do Itecife, se dir quem vende.
Tabeas para engenhos.
Na fundicao de ferro de D. W.
Bowmaiin na ra do itruin, passau-
do o chafan/. continua haver um
completo sortiipenlo de tablas de Ierro
fundido e batido de ~> a 8 palmos de
bocea, as ipiaes acliam-sea venda, por
preco, commodo e com promptidao' :
embarcani-se ou carfegam-seem cairo
sem despe/.a ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por preco muito com-
modo, no arma/.em n. 7 de Caes da
.dCaiiiliv;,!. de Jos Joaipiim l'ereira Mello, ou no escriptorio de Novacs iV
Compauliia na rua'do Trapiche n. 54.
Na ra do Vigario n. 10, primei-
l-o andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violo < flauta, C'OiUio
sejam, ipi.idi illins. valsas, rediiwns, scho-
tickes, iinulinlias ludo inoderiiissimo .
' chegiido do Kio de Janeiro.
VINHO DO FORTO MllTO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde '., 5. e 8. : no arir.a/.em da ra
do AziMte de l'ei\e n. I i, ou a tratar no
escriptorio de Novaes cV Companhia, na
ra do Trapichen, i.
Deposito de cal de Lisboa,
Vendeni-se barrfcconical em pedra, ehegada im
hiale Luiilano, viudo ulliniaiiientc de Lisboa, a
polassa americana, a 2IIII rs. a libra : na ra da Ca-
deia do HeriTe, loja n. ."*).
Vende-se muito superior farinlia de Santa
Catliariiia, e 8. Haliieus, medida a vista do com-
prador : a bordo do liriguo brasileo Mitin*. Tun-
deado perlo da Alfandega.
Vendc-*e sola muitu boa, |>elU's de cabra de
priuteira sorlc, esteirss do carnauba e |ienoas de
na, ludo ebegado agora do Araeatv : ua ra da.
I..nli'ia do Itecife ii. V.I, primeiio andar,
Na ra ,1o Vigario u. 10, piuueiru andar, lem
venda a superior (lanelU para forro deselliua, tbe-
gada receiileineiitc da Americs.
ra

4
rfc
POTASSA.
Nu jnligu depfMilo ila ra da Cuteia do Kcrife ,
nnazem d. \2, Iih para velidur muilo nova polas
d llu-s-ia, americana e branpini, vi pMtu<*iins Lar-
ris Ir .irrobfw; a boa jintlidiidc e prenis mai ba-
rato ilo que em oulra quaJquer purle, ne .iili.iin;.iin
ios que |m'i i-.ii fin comprar. No iii'-iim depotlo
lambem ba barril com cal de Lisboa em pedra, pr-
xima me n le elir-ii'!"-. *
Grande cortlmrnio de pawioi fino c ca-
aamlraa.
Na ra do Crespo, laja da esquina que volla para
a Cadeia, \emje-se panno prelo, a .13UU0 e :t-200
r*.; de ourelo brauca, a 35(K)p. ; dilo francez, a
i.Vi'Kler>ri(KXn*., c muilo sii|K-riiir, a #00 rs. o
covado; dito nul. a itoSOO'. :t(M e i000 rs., e
muilo bom, a ."^Oa rs.; dilo verde, 2M(H e .1XK)
i>.: cortes de rasemira prela mir-Lulii. a ."i--'ihi o
i.skhj i. ; .lila Ir.iiiriv.i e de cor de lodasas quall-
dadea, por jtreco commodo.
Ii\\ IDWTLtlAM BOWMA1N, enueuheiro ma-
cliiiiisla e Tundidor de ferro, mui res|M>itos.imoule
annuncia aos -culmi propriclario^ dr em;i'idiot>,
ra/endeiros, e aorespeilavel publico, queoscuesla-
belerimenlo de ferro mo\ ido por inucbiua do vapor,
na ra du Bnim passamlo o chafan/., nmlina em
ell'eclivoeicrcicio, eM*acbiromplelaiiienle montado
com apparelbos da prijieira qualidade para a per-
feita fniiicff.ii .la-, maiores pecas d<> macliini-inn.
Habililndpara. emprebendr qoMgquV obras da
sua trie, l)a\id William Bowman, deseja maispar-
licularmenle cbaniar a atlcncapuldica para as se-
Kuinles, pur ter dellas rande sorlimenl ja' promo-
tor, em deposito na uiesina fumlicao. as quaes cous-
Iruidasemsua fabrica poden, compet? CODO as fabri-
cadas cm pai/. eslraimeirn, lano cm preco como ern
qualidade de materias primas c nia de obra, a
saber:
ltcbinasda vapor da mtdlior comlrae^Oe
Moendas de caima para engenhos dctodoD OS la-
maubus, movidas a vapor por Bgoa, ou auinuwa>
Hodas de IglU* inttinlios de vcnlo e serras.
.Manejos independen tes para ca\allos.
Itmlasdenladas.
Al'uIIh'm's, brou/es e ibuniaceira*.
CavilhOeeepanfUMi de todos o tamanbos.
Taiuui, pares erivose bocaa de fomalba.
Moinbos de mandioca, movitlos a ina 0U porani-
maes. e prensas para a dila*
Chapas de futan e fuios de farinlul.
Canos de ferro, lorneiraB de ferro e le bron/.e.
Bombas para cacimlia e de repuxo, nucidas a
ma, por animaes ou venlo.
tmndasles, cuiucliuse macacos*.
Prensas bulraulicas e de parafusu.
Perragenapara navios, carise obraspablieasa
Columnas, \arandas. lirados i purtes.
PrcusTiSde copiar cartas e sellar.
Camas, carros de ma o arados de ferro, 'ele, ele.
Altai dasiiperioridaile das -uas obras, ja' ueral-
nieotereeonhclda. David William Bownian garaule
maisexacta ronformidade cuinos moldes e ii-e-
nhosremellidos pelos scubores quese di^nareiu de
fazer-lbe encommeiidas, apro\eilando a oeeaslaO pa-
ra agradecer aus seos uojiierosus amigos e ITeguexes
a prelVrencia COOI que lem sido por ellos honrado,
e assemna-Ibes que na. puupara eifoixosediligeu-
riaspara cuniiuuar a merecer a soa confialica.
TAIXAS l)K FERRO,
Na fundicao' d'AlllXJfa em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
lila do Itriiin logo na enlraila, 0 ilclinn-
te do Arsenal de Mariana lia' seinpre
um grandu tortimento de laichua tanta
de fabrica nacional como estrangeira,
batidati Rindidas, grandes, peciuenai,
razas, e fundas ; e cm ambos os logares
i .isliin i|iindasles, para
noaS, 011 carros livrcs I,
i .1-
()s
preci:
tiarri-
dll t na
cnrregni
despezu
sao os ni,us commodos.
I'OTVSSV HA IllSSIi.
Vende-se luperioi'potassA ila Riissia, e
Americana, por preco milito commodo:
na na do Trapiche n. I">, armazen< de
li.i-lu limaos.
DOCK HK BACORV,
r.liecou receuleineute do Maranlto uiua pequea
pnic.io desledelicado dore, o inelltor que lia, laulu
pela sua excellcnie qualidade, eoino i'ir consarvar-
se por mullo lampo em porfolio estado: vendo-ee
einciisii de Ponte^ Innio, na ra daCadeia Velba.
Vende-se larinba de mandioca
muito lina, a li.s'iltll rs. B sacra no ar-
mazemdo lorie do Mullos u. 20, ou a
tratar com .Manuel Alves Guefra Jnior,
na ra doTrupicbc o. 14, primeiro an-
dar.
Su sesundo andar do subradu n, I';. na ra da
Cadeia de Santo Antonio, vendenHse roelroa borda-
dns de inM\i; o apromplam-ee de euremmenda toda
qualidade de liordados e l. e pieco commodo ; lambem bordamse colletcs.
OLEADOS [NGLEZES.
\ inilein-se l-iquisSimOS olemlos para
assoalliar salas, lano eniipialulade,como
no i'scolliido gusto ilc desenlio : no ar-
ina/.ein de fa/endas de Ailanison flowiedi
Cvmpumhia, na iu.i do Trapiche Novo
o. i2.
Saccas com larinba.
\ eudeiu-M' sneen cujn farinlia da ierra muito Ima
e loirada: .....ua da Cadeia do llerife II. -JO, luja,
por preco comniudo.
Vendi'-se a verdadrua salsa
llia de Sands: na botica fiiinciva,
da Cruz, em fenle ao chafar.
\ einleiu-se corles inleiros de vea-
tidos de chita frauceza, larga, lina, ti de
diversos gostos modernos, sendo pelo ba-
rato proco de 2-sono e igiW rs., a di-
nlieiro a visla : na loja de iptalro piulas
u. ao lado do arco de Santo Antonio.
DEPOSITO DE CAL I. PQTASSA.
Na roa de Apollo, ariiia/em de Leal
Beis, tem superior polassa do Kio de Ja-
neiro, e ila America, o cal no\a em pe-
dra, ehegada no ultimo navio, ludo a
preco razoavel-
Na i u.i do Vigario n. I!), primeiro andar, lu
para vender, chavado de Lisboa presentemente pela
barca Ofmptoi o BsHUinle: suecas de farellu mullo
novo, cera emarumQ aemtotiu com bom sorii-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa cm pedra. no\iini.i.
FARELO' DE LISBOA.
Vende-se latvio de Lisboa, nnuln su-
perior, chegudo agora no palhabote l.n-
zilaiio, por preco coiiiiikkIo : na ra do
Trapiche n. 15, armasen] de Bastos li-
maos:
,^Sfl,^^<**.&: $$$>$>$$ I
($ POTASSA BRASILEIRA. .
Vendse superior potassa, fu-
bricada no Kio de Janeiro, che (g
gada receiitemenle, recommen- S
!v dn-sc aus senboresde uugenliu os ^
2 SeitS bous elfeitos ja'e\periiueii- '*J
lados: na rita da '.ruz u. 0, ar- *&
<4W niazeni de L. Leconle Fcron tJT'
' Companhia. ^>
Oleo de linhaca em botijas.
Vende-se a ."iSOIH) rs. cada,una bolija. e |*i: me-
nos sendo em purcao :.|ioarnia/eiu n. IM, ua roa da
Sen/ala Velba prximo ao becco do Goncalves.
Moinhos de vento
embombasdere(ui\o|iara rogar borlase boinas
decapan, oafuadleade !' w, Bowman na ra
dn Brumas. 6,8 a 10. .
Al IEM.AI)'.
Cnnlis v\ Auiorim, ua ra da Cadeia du Kecilc u.
50, leal para vender pelhade caruniba nova, c rosdecabra bous. r>eiiiias de eiua, e telas de car-
nauba, a I Vil k i u cenlo.

KA7.ENDAS BARATAS
na nova loja earmazem da ra do Li-
vrainerito n-, S, uO pedo ariuazem de
louca, ,
teiideiu'-su corle) de rbila rraneeta, lana ecres
Ihai. e lindos padrAe- com 10 colado, a lsiOO o
Clfm r-. ; corles re cas.,,- linas ,om % II c l bar-
ras, corea fliM a :IQ ta Iranccia. MOl J, X i e barras, Ingiado franja
de rclro, a :li00 e ISOOOrs. ; cassas de cores, lin-
diu Rosto, faxeuda moderlia, a 160, a IH0 o OO rs.
a tara, e um urande aorlimenlo de chitas escuru c
cotes litas, a IGOra. : este estabeleciinento acba-se
aberlo das (i'hor.is da manilla al as 8 horas da
noile, c dam-se as amostras de qualquer atienda
francamente.
Vendem-se tres escravas de lodo o servico,
milito mocas, bonitas liseras; una linda negnnba
de idade de 12 unos: na ra Dircila n. 8.
Vende-se um |irclo da Costa, moco e robusto,
proprip para arma/em. de MWIBr: na na da Scn-
a l.i Tiova u. :W, das seis as nove horas do lia.
Vende-se urna escrata moca sem vicio, que
gago......a e co/inha o diario de una cusa: na Ira-
Vesia do Veras, n. 21.
Na ra Nota, loja de Andrado i Leal, se di-
r quera tciidciiin bom siliopertoda praca.
__ Vende-se o mclbor sitio existente ua estrada
do Arraial em frente n estrada doMonleiro e Iraves-
sa ila Cata borle, com casa de inadeira ltimamente
acabada, COD estribarla para tres cavallos, urande e
excellenlc baia plantada de capim, boas laraujas
de iiiuhiuo, jaqueias muilo boas, nianueiras, aha-
caxise inultasoiilras friileiras, Ima auna de beber
e duas -cuides verli'iiles: quem o pretender enlcn-
da-sc com o porleiro da secretaria do |:overno das
oilo hora, da manbaa as quatro da larde.
Na ra doCollegio, casa n. 21, se-
gundo andar, vende-se um evcellentees-
Clmi, Crioulo, bastante sailio erobustO,
proprio para lodoefpialipier servico, ou
para eiiiliaiijiie, por ser de boa figura :
lrala-se das '.I horas ila inaiibaa as Ida
larde.
|A Venileiii-serelo;iosdeoiiro, pa
^ ten-te inglez, por commodo pro-
CO: na roa ila Cruz n.'iO. casa de 7?'
'ii .. Leconle Keron iV. Companllia, $
\>iiilem-se telas de cera de i
mi'titm Bisunta, a <>."i(KI rs. a amiba,
jxo re.: na roa do Kosarbida Boa-Vil
como de/ taras de hico laruo.
Calcado a 720 00, 2g000 e 3*000 rs.,
no aterro da Boa Vista, loja defront
ila boneca, troca-ae por sedula; ainda
ilinaba sem
em lila.is a
i. III. .i-mi
mesmo tenas,
umnovo c complelo orlnonlo,
los heni conbnci-
doa npilOea do Aracal), para lodos os lmannos ,
lano para homein. como para menino, a ~l> c MSI
rs., e bolina para bom...... a 2)000 rs.; MpalOetde
lustre da Bulla, a ll-IHKI rs.; a-sim como i.....cun-
pleto sorlimenlu de calcado Irances de ludas as
qualidade-. lauto pala hinnein, como par senhora.
meninoe"meninas, e perfumarias, e sendo enipor-
eflo far--[-ha umabale. ludo por preco muilo cum-
i'nodo, alini de se apurar dianeiro.
extraordinaria baratsia.
Vendem-se corlea de cambrais de salpico) e llores
deedr, pelo diminuto tuero de 28000 rs. cola um,
dilos de linissiinas chitas lraiice/.as de 1 e lucio pal-
mos de laruura, de ricos padrOcs, com salpico* de
Indasaa cores,) j.-imcul........cintas escuras, li-
nas, de acento rdsn Ir de vinho, a lll rs. o enta-
llo, coberloresdoalnodflo proprio) para escravos,
assim couiii jura loalhssde mesa, aliiliis. cada um,
aasini como nutras hundas (tor barato preco: na
na do Crespo q. 14. loja de los francisco l)ia.
Na loja de miitde/.as, ila rila do Ca-
linga', de 'i portas, tem bicos de seda os
oais modernos de cores, proprioa para
vestidos; assint como entre meio* aecam-
braia bordados, inuilolinos; luyase meias
destila ; IasclcIndas as cores para bor-
dai : um complejo tortimento dechei-
ros e baldas, liuleiros de porcelana pa-
ra cima de mesa, capachos, eoutros min-
ios obectos, por preco commodo,
\einlc-se arroz gratldo do .Mara-
nliao, e'charutos deS. Feliv. de boasipia-
lidades, epor piceos commodos : no ar-
mazem ll. l'i na ra da Senzala Ve-
lba, prximo aobecco do (encalves.
Veildeill-se pregosamcricaiios, em
proprios para barricas de assti-
ilvaiade de/.inco, superior quali-
ior piceos commodos: na uta do
16 Novo ii. 10.
- Superior vinho tle Bordea)., en-
garrafado : vende-te em casa de Scha-
Iheitlili & Companllia., na l'tia da Cruz
ii. 58.
Cortes de chita barata
Conlinuani-se a vender coi les de chita de barra, a
94000 cada um, e corles de rltils com barra lliitiin
do bico, cores Uvas e bonllm padrfles.a 2S100, lia-
tendo di-ics iiiuii.....rtmenlo para esrolher: na
I.J.. cln.uln.ido .iniaicllo. nos qualro cantos da ra
do Queimsda u. 29.
Vtinle-se muilo Ima nianliiua inule/a, a 7JI1
r>. a lila a. e harnea, nota, a 360, a/eilc de coco
.....ilo claro, a iHO rs. a nrrala, linguiras do -ei lile
iiioii......ve, a .100 i, a libra, velas de csnialia, a
280a libra: naruadasCrusesn. -0.
Attencao'.
Charutos de S. Kelii e Muriliba (provincia da
llahia) desembarcados boje, de diversa) qualidade),
vendem-seporcommodo tueco, deommilbeiro (ta-
ra cima: na ra da Cruz. ii. 1S, primeiro andar.
i
barrit,
car, e
daile,
Trapii!
M
tj>
i
i
#
iel
i
?
Deposito de vinho de cham-
piijpieCliatean-At.lirinieira qua-
lidade, de propiieilaile do condi
de .Mareuil, rila da Cruz do le-
nle n. 20: esle vinlio. O niellioi
de toda a champagne vene
se a ."(i.Sl)OO rs. cada Cai\a, adia-
se nicamente em casa del.. Lo
#v COmte fcron A Companllia. N.B.
j? C.....le ile .Mareuileos rtulos <)
fi, das arralas sao azitcs. f@)
Ailar na minia om pouco ilinliciro
Vendem-n superiores hitas de nonio iiiRlei
parah.....i.....pato dnninulo preco de WMI rs. o par;
e 7.->lHI rs. a diwia : na ra duueimado u. V.I.
Vende-se, Iroca-se, ou aluca-se |iara casas
particulares un eslitidades toda a qualidade de
.....veis |iara moliiliai qualquer casa, e luesulo para
fura da |iraca. |air preco milito commodo : no sr-
iiia/em da ua Nota n. I>7.
Batatas novas.
Vendem-se btalas de Lisboa, a StH rs. a arroba:
na Iravesaada Madre de lieos, a. 21.
Cola da Babia.
VeudoyMsuperior eda, por preco commodo: uo
rmasemn. 134, ra ila Sonla Velba.
FAHIMIA DE MANDIOCA.
Na loja n. 20 da rila daCadeia, esqui-
na do becco Largo, vendem-se suecas
com superior larinba da tena, mait ba-
rata do (pie em oulra qualquer parte.
Manteletes de cambraia.
Vendem-se ricos maulpleles france/esdecanibraias
enleilados. pelo liaralissimo preco de 29 cada um :
na ra du Cicspa u. -, esquina que volla para o Col-
leaio.
lie oliendo a ra Nova loja n. 20, um riquis-
siooi-nriiineniodc bicos e rendas da Ierra, a-nn co-
mo lindos lencos delabtrinllio, uuaruecidosde tiico,
paia s'-nlioias,oque luilo se .vende muilu barato,
para fechar uiiih conla de venda.
Cera'de carnauba nova e sola minio Superior,
drogada de pro<.......loArac'aly, veuile-seniais bara-
to do que em nenhuina oulra |iarle : na ra da
Cru* n. L. seuiido andar.
__ Vende-se oleo du ricino insis em roula do qtle
em mitra qlialquer parle, para se liquidar : ua ra
da Cadeia do Kccile, luja a. JO.
Vende-se urna bonita mulata, de
18 a $0anuos de idade, oplima costuiri-
ra, e com mitras habilidades, que se di-
iio ao comprador : atiaz ila'inalriz da
Boa Visla ii. 21, se dir' quem vende.
Na ra da Cadeia do Hecife u. 16, exislc Um
urande sorUi.....ilodeobra) feHas.
PolilAtdc pando superiores decores c pre-
lus a
Ideinldem linos dem
dem casimiras da cores
dem alpaca de dilo
dem brim de liubo
I ma moldara de panno superior para se-
nhora por
dem dem dem a .
Cuteles de selim de cores,superiores
dem ideni
Ideiu de fustilo, superiores
dem dem
Calcas de caseinira de cores
dem dem superiores e padrees modernos
tdem dehrius de cores de puro liliho de 99 a
dem dem brancas dem de 29 a
assim cumooutras miiilas obras que estarAn patentes
aos compradores. o quaes auradar-se-bao por se-
ren reliasOpm muilo uoslo e delicade/a.
Na ra Nota, n. 20, vende-se um riquissimoro-
ila-p de cama lodo de labtriutho, o mais bem feilu
que poda bater. ese vende por commodo preco pa-
ra fechar tima cunta do venda.
aleono
i.Vjooo
(latKsi
(BHHIO
39000
.-iosooo
soiooo
.^000
:l?j00
:icOoo
21000
7joo
49000
.19000
Guarda nacional.
Vende-se superior panno lino a/ul, pro-
prio para farda da tanla nacional. alToco-
vado: na loja lo sobrado auiarcllo na ra
(laciniado ll. 20.
Vendem-se dous bonitos mulatos, moc/is, sem
t icios n,-iii achaques : na ra do LitTainenlo. n. 10.
Vende-se una roda de saia de iabtnulbo mili-
to bem feito. assim cuino orna uuanutao de reile
lamhciu de lahtrinlho com a quanlia de varas pre-
cisas.obra delicada : na ra Nota, loja u, 20.
Vendem-se aneios para carro, de
i......dous cavallot; tambem vende-te
cm separado mautinbas de caseiiiii'.i de
diversos padrOese gottoi para ossellinse
aiieios, que os fazein abi'ilbanlar milito,
ebegados ltimamente de Francia, epelo
priM'o o mais barato possitel : na ra da
Cruz o. 20, primeiro anual'.
Vende-te o verdadeiro champagne
em gigOS.do lucidor possitel; assim como
vinho de Bordeaux, bronco e tinto, em
banis tambem chocolate l'iance/. da
melhor qualidade que bem apparecido.
ludo ebegado ltimamente de franca, e
lelo preco mais barato do que cm nutra
qualquer parte: na rita da Crinen. 20,
primeiro andar.
Vendem-se fardos de (timo depri-
meira qualidade, para charutos, ltima-
mente chegadot da Itabia, e pelo preco
O mais barato pottivel ; assim como um
resto decaixatcom charutot lambem da
Itabia, os quaes vende-te poi baratittimo
proco, que he paro te fechar conten na
ra da Cruz u. 20, prinicirn andar.
SALSA l.l,ltlMIA.
DE
ttV aS- -< >
. iiuiimoMM Bxuerieiwias roiiii- iimi <> um iNUTlIha rin lodi' m curcronidades, orlgdiadas
impuren <<> Mnsuei p l> A
Alai
pela
rorie i
ilcmia
Anloni
mada t
lili l'
rio lllin. Sr. Dr.SIsttiud, presidenta de aea-
in|MM'ial lo tiiiMlirin.i, |H'I illuslniln Sr. Dr,
/oad Pelxolo em ,*iii dlnlra, eem sua ale-
ua do anude iw tiamboa, prlo liim. Sr. Dr,
mi deOlivcira. medico r va-
rio* oulroa medleoa. uermitlem lntjc tic proriamar
illanioulc as%irudea elHcaxeii da
SALSA PARRIL1IA
BRISTOL.
Kota(Cada nrrala conten duaa libran di: li-
i|uiilo, o .i silsi parrtlua de Br-il lio garantida
orno puntenle vegetal aem mereurlo, lodo, pouuv
siunie
O deposito Jesta salta mudou-ee para a ludir
francesa dii rui da (tu/, om frcnlo .ii i'h.ilai i/.
Achante veuda no Ua/ar Pernambucano, na
ni.1 .\o\ii o. :i:t, alm de grande aorifaienlo de fa-
aenilaii de goalo. una porco deobjecloa tle cera os
in.iii delicado *ju lio possi\p|; no ineamo Bavar
rumiiriini-M' raliollns para rriti'uiilc, di: JO puloua-
das decpmprido para cima.
MOKNDAS SUPERIORES.
Va ftindout de <-. Starr \ Companhia
em S.mio Amaro, uclia-46 pura vender
dhh'ikLis de calinas tonas ui" Ierro, di' um
inodcMo t coiislriicro muito superiores.
\ ende-ee millio om laceas, a :i^HK) ri. : no
|i,iIi'n do r.irai/" ii. IS.
.Na un ila Cadeia do Horilc, loja n. .">, \en-
detn-ae saccascon multo buaiarinlia, a 1)000 rae
cada um.!.
Venda 110VQ, no aU'iio da Itoa-Viela n.
S, delronte da Inmeea,
acha-M mu iiov o complen lortimenlo do Indos o>
^eneros, seceos e molliado*. de superior qualidade(
por presos qur muilo agradarlo a todos, os trege-
/i's iiiio us diuiiarom honra-la.
KOl LAKFECTEUR.
O UniCO iiutnritailo P0t ilrris O COHtttkO mil
r ih'vyeln iinprriiif.
Os mdicos dos Inispltaes recomotefldav o arrobe
LalTecleuv, vomu sendo nico autorsado pelo ajo-
vernoe pola Koal Soctedede do Medicina. E*io me-
dletnenln d'iim uoslo auradavcl. o Tari) a lomar
mu lecrelo, eaui om uso na marinha real desde mais
do mi anuos; oura radiralmonlo 0111 pouro lempo,
rom poma dospo/a. sem mercurio, as alIcreiM da
pollo, implngens, aseonaequencias das samas, ui-
i'oras. o os accidentes los parios, da idade critica o
de acrimonia lierediuuia dos humorea; eonvrn aos
ral lian os, da dcvii.a, as conlrarros, o Iraque/a
dos ornaos, prerodida do buso das narros ou de
sondas. Con antWsyphHHco. o arrobo cura om
pooco lempo os lluxos recentes nu rebeldes, que \oU
vem inceasenCes sem consequenefa >\<> empreuo da co-
paiba, (Ja cu beba, ou das injecrOes que ropreseu-
laui o virus sem ueutialisa-lo. O arrobe l.aHecteov
he especialmente reconunendad6 contra as doeucas
inveteradas ou rebeldes aa mercurio e ao iodurelo
[de potasio. Vende-se em Lisboa, na botica de Har-
I ral, e de Antonio Feliciano AlvCS de Aievedo, pra-
: cu de I), l'edro n. HS, onde acabe de cliegar urna
rande porcfiode unrraas grandea 0 pequeas, vin-
I des directamente de Pars, de casa don*. Boyveau-
I l.aflectew l, roe Richev A l'aris. Os formularios
i danvse uraiis em casa lo agente Silva
D. Pedro o. h. .No Porto, em casa
Araujof na Babia, Lima \ Inu.los; em l'oruam
biu-o, Soum; Itio de Janeiro, Koclia i\ Filhoa, el
Morena, loja do dragas; Villa-Nova, Jle Pereira
de Magtes Leite; Rio-Grande, Francisco de Pau-
la Coulo <\ <
.Vende-se no dtpcsi.o de malcra es da ra da Ca
deia doS. Antonio, n. 17, polos baralissimos precos
abaixu declarados, de 100 pecas para cima.
Tellia, nullic.ru :........300000
Tijullos do alvonaria baliila, drilbciro 309000
Ditos de ladrilbo, dilo.......'Jti9000
IHins de lapemento larao. dilo .... l.VMpO
Dilos de liipiimeiilo estit'iln. dilo. 10000
Dilosdealveuariagrossa, dilo......'JOaOOO
Cal branca, alquere........leflOO
Dila preta conforme o pm;o que twilver na sema-
na, assim como por baralos precos. cemenlo, barro
oca amarella, nmxo Ierra, ares fina, dita grossa, ii
jotlos para foglo, ditos para forno. lelhas de pona
miuioios etc. etc.
ABADOS DE FERRO.
Na fundieao* de C. Starr. & C. em
Santo Amaro aclia-e para vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
>" ra Nova, loja n. "JO, se vende duas boui
los inalbas de labvrinlho, por preco commodo.
Veiidcm-sc,' |tor proco commodo, cbapeos de
pal ha do chile, em poro,flo"; dilos do fellro, fabrica-
dos n.i Kn> de Janeiro, lambem em porcao ; .luir-
renlesmiudezas, cheoadas do Ilamburgo rcenle
mente ; rosarios de mfsaanga, lano bVancos, como
de mais cores ; linba de rorls, e cotilas douradas
no escriplorio de Novaos iS; ('.ompanliia, na ra do
Trapiche n. 'M, primeiro andar.
Vende-se a labema sita na Limioela n. :t:
quem a quizer comprar, dirija-so ao siliodaviuva
Piulo, na estrada nova da Soledade, ou na mesma
taberna.
Na ra do Crespo, loja amarella n. 4,
de A. F. Pereira; vendem-se a
151000 n.,
corles de seda escoce/a, de IScovados, os melliores
que (em viudo a esle mercado.
A 640 rs. o covado,
vendem-se kelvinas de leda e liulut, de quadrus es-
coceses, de intuid L'o-ii., rom 'JO potentilas de lar-
gura.
A 5.000 rs.,
vendem-se capolinbs de lil de cores, bordados de
branco e lodoiiaruecido.
A 320 rs. o covado,
vende-se seda de llstu furlii-cores, propria para
vestidos de meninose mciiinan.
A 500 rs. a vara,
vendciu- uaruiclo, A 1,000 rs,
vaadfM I 11 > 11 ile si'iln i' i h iliin ilr ror 'ranu'/iin
Huaada jiie pela primeira vea velo a este mercado
A 12,000 rs.,
veadem-ae nantelelesprelosde '.rosdenaples, com
^narnicao a incllior pussivel; assim como lem aros
de naples de qnadios escoceses, lavrados e lisos,
por preco mais barato do que em oulra qualquer
parle.
Vende-se um ornamento sebasto, em bom
uso, com lodos osS0US pcrlences, nlssal, calll, ele.:
na casi du sacrista o ila o de ni lerceira He S. Fian
cisco.
Vende-se urna escrava moca, criolita, co/inha
o diario de una casa, rom principios de coser eeu
gommar: nailherga do Rosario, lebernafn. I.
Vendem-se lim.ns do autor Kaoul, proprias pa
r.i ouvires ; assim como superior esmalte a/ul : ni
aterro da Boa Vista, loja de ourivea n. s.
Vende-se um grande sitio ua estrada des AlHic-
Ii, quasl defninleila iareja, oqual lem militas ar-
vores de fructas, ierras de pianiacoes, bata pera
capim, e casa de vivenda, com baslanlet* comino
dos: quem o pretender dirija-se no mesnu' sitio |
enlender-se com o Sr. Antonio Mano-d de Morae
Mesquila Pimeulel, oo a ru do Creapu n. 13. u
escriplorio do padre Antonio da tamba o Fi^uoi-
redo.
Vende-se ca ne e llogolcesdo serl.lo, mellior
que* pinte haver uestes ueneos, e procos coininoilos
assim como manleiga Inglesa de primeira qualidade
a HOOe 7J<> rs. ; ditasde seiiimla, a 640; lerceira, a
W0 : equarla, a 100 rs.; dila france-ta boa, a litO e
."MiO rs. a libra, na taberna da na dos Marlviios
ii. 36.
Fazendas de seda-
ra Na leja do sobrado amarello, na ra do
Qaeimadon. '*. hasempreum complelo sur-
W lmenlo de la/ondas de seda, que se ven'dpin ^
W por preco mais commodo do que em nutra 55
^3 parle, e consiste, em curtes de vestido de seda **>
W h-.i furia-cores, ditos de *e(la de quadros es- W
W eeesies, ditos de seda branca e de cores, la- '-'-l
96 erados, de superior qualidade. dilos de clin- $f$
$0 bfaias de seda modernas, manlcleles o eftpo-
t% ludios pretos, braocos e de cores, os mais.mo- .' C
J' demos c mais superiores que lem vindo.
;.' maulas e chales de seda, meias e luvas de tt
$& seda, o oulras mullas fazendas de uoslo.* $
Gal virgem de Lisboa.
Vendem-se barris com cal em pedrada mais su-
perior quo evisle lio mercado : ua ma do Apollo, u
I0tarmazem deassucar.
.Vendee O ennenlio faimeirinba, silpado .
msrsem do Tracunltaem, com (oo braca*: d>> tesla<
,i.i. oiiiiki leuua dr Tundo, com us obras mais pre-
cisasvlodas novas, eoplima inoenda, rom bous par
tidos que com dous carros e quatro quarlos pode
uioerMle dous mil pe, oque lie le grande venta
Uem para um principiante. Me de ptimo assuoar
eije bul prodcelo lauto de canoa como ifo le^u
mes; vender com aluum dlnheira \i*|a, e i
mnis a pagamento conforme se poder convencional
os pretandentes dlrijam-sc aoeogenho Tamaiaupe
de I- lores.
>.-..'imu ii i,,-,
, na praca de
de .(".ii)iiiiii
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Sotos.na Baha.
Vende-se em rasa de Domingos Alves S
Mathtius, na ra da Cruz do Recife n. 52, c5
primeiro andar, algodo transado d aquel la S
fabrica, muilo proprio para saecus e rou- &
pa de escravos, assim como I?o proprio para jS
rodos de pescar e pavios para velas, por a
prego muilo commodo. m
i UNDICAO D AURORA.
Na fundicilod'Auroraacha-seconslanie'menle um
complelo sorlimenlo de machinas de vapor, tanto
d'alla como de bai\a Dfsanfto do modellos os mais
pprovados. Taaabea se apromptam de eneommen-
da de qualquer forma que se possam desejarroma
maior prcsIO/.a. Habis omciaes senlo mandados
p,ua as ii assenlar, e os fabricantes como (em de
eostuniealiancam o porfolio Irabalbo (lefias, escres-
|Hins;diilisam por qualquer defeilo que |hks uellas
apparecer.duranlc a primeirasatra. MuilM m;" In-
tu* de vapor construidas ueste estabelo'imenlo lem
oslado em constante servico nafta provincia 10,12,
eaie 16atuses, eapenas lom eiieido'inui Issa^nufi-
cantes reparos, o aluumas alo nenbuns absolutamen-
te, accrescendo que o cnnsommo do coubustivelbe
mui inconsidera\H. ll- -iiihoresdeeusenbo, pys,
e oulras quacsquc pessoas que precisaren) de ma-
chiuismo sAo respeilosamenle convidados a visitar o
estabeleciinento cm Sanio Amaro.
d'aurora
C. STARR 4 C
respeHmameale aaaanciaai que aa *'n exlcato es-
tabelecimenlo em Saalo Amaro, eoaliaeai labricpr
ruin a iimicii (rlVirociriiiiiiitil.l de maclitaisnio para u^i da agrkullara, navea
efo i* iiiiiniir.niura. e qn' para malar eeaunodo de
Das BaaMmaM Iregaana c lo imbliro em ueral, tem
alieno em mu il"< grandes armaun doSr. Mosqui-
ta mi ral iln Utiiiii. iiIiii/- d<> arsenal de inariulia
DEPOSITO DE IIACHINAS
ronslriiiilas nu diloseu i-slaMrrimeiilii.
\lli iirliar.in os atMapradorai um rmuiilelo surli-
mi'iilo rainenlus algaa. driles nnvus eotifliiueal ilrquea
eipcrieiu'in de maitoe aaaoa ten amlradoa neces-
sidade. Marliiims de vapor de liai\n c iill.i preano
lai\ns deloilulamntilio.latilii halidas rumo rundidas
earro) de mi e ditoa liara ruuduzir fiiruias dcassu-
Oar, machiaas para moer iiiaiidiuea, prensas para di-
to. I'oriins ile leriu balido para l.n mli.i. Iiadai de
lerru ila mais ipprOTadl ruustrurrn. Tundos para
alamliiques. erivo) e portas para luiiialas, e nina
inlinidade de oliras de ferro, que seria enfadoidio
enumerar. >'o itiesino de|Hisilo existe urna |icssoa
itilelliL'cule e tiatiililada |iara reeelier Indas as en-
i-iiniuieiiifas. ote,. el'.. que os aiiiiuneiaiites ronlaii-
dormiiarapai'Uadede suas ollirinas e iiiaeliiiiisiiHi,
c pericia de seasoflklae), se roirfpromellem a faicr
eiccular, rom a maior presteza, perfeii.au, eetacta
eooronnid.deeom osmodelusou desenlio, einslrue-
eocs que llie forem fonieeidas'
Vende-ae em casa de S. P. Jolins-
ton i Coiiipnnliiii, na rumia Senzala No-
va ii. \'
Vinlio ilo Porto, sii)i'iioi'<[iialda gairaiiido.
VinhoChery, em barril de quarlo.
Sellini.para montara, de homcm e se-
nliora.
Vaquetasdelustreparacoberta de carros.
Ilelopios de ouio patente ni;lez.
DI.PSITO DA FABRICA TODOS f
OS SANTOS DA BAHA. H
No escriptorio de Novuesi Cora- ^
5ij panilla, na i ua do Trapiclfc n.^V, Ef
",y \ciide-se panno de algodo, 6fio KS
$| denla liiliricii, muilo superior^ r) ?*
"A proprip para UCCOS de assucaf, c gg
roupa de escrio.
\ enOe-se um casal deeseravosque he peetiii
ili-i para o eomprador : se dir o motivo da venda,
K rua da lloria n. 7.
. Em cas, de Bruim Praeger 4 Com-
panhia, na rua.daCru'zn.,10, vede-se
o seguinte :
PIANOS FORTES do* melliores auto-
re ede moderna fonitruccao.
INSTRUMENTOS DE MSICA paVa o. -
chestra e banda*, militare*.
OBRAS DE OURO de toda a qualida-
de e do mi* apurado goito. *
VNOOS Sh Margot, St. Julien e cliarn-
pagnhe
LONAS de dilferentes qualidade*.
BRINS DA RUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como lejam,
cadeira* de dilFei-ente* molde*, metas e
sofa's, iissiin i-nuil i ruin mu las demogne c
cadeira de balanco de tipo, vindatde
Franca.
OLEADOS com lindas pinturas de friu:-
tas, etc., para mesa de meio. de sala e
bancas.
CHARUTOS da Havana verdadeii-os.
MOLDURA DOIIRADA para guarn-
;o desalas e quadros.
ANTIGlIDADE E SI PKKIOKIDADK
DA
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
sobre
A SALSA rUII.ll.IIA DE SVMIS.
Atlcncao'
A SALSA PAHRIIJIA DE BRISTOL dal.idc-
:le |N.!J, e (em conslanlemenle mantillo a sua re-
putaruo sem necessidade de recuirer a pompo**
annuncios, de que as preparscOes de mrito podem
ilispensar-se. O successo do |)r. BRISTOL lem
provocado intlmla* invejas, e, enlrc nutras, a*< din
Srs. A. R. U. Sands, de New-York, preparadoic*
e proprielarius da salsa parrilha conlierida pelo li-
me de Sands.
Estes seubores solicilaram a lyium de Salsa par-
rillia de Pristo!, c romo nAo o podessem obter, fa-
bricaram urna imitar&o de Brislol.
Kis-aqui a carta que- os Srs. A. R. I *. Sands e*-
creveram ao Dr. Brislol no dia '3t de abril de isi-j,
c que se acba em nosso poder:
Sr, Dr. C, C. Brhlol.
Bfalo, &f.
Nosso aprecia\el seuhor.
Em lodo o anno pausado temos vendido quant--
tlade* ronsideraveis do extracto de Salsa parrilba de
Vine, e pelo que ouvimos diier de sua* tirtnd$*
qucHes que a lem usado, jultumios que a \enda -
dila medicina se auumeular niuiti/mimo. Se Vmr,
quirer Tazer um convenio comnoaro, cremm que
nos resultara milita \aulasem, lano a nos cont a
Vine. Teinns muito prazer que Vine. 1104 responda
sobre esle assumplo, e se Vmc. vier a eslacidade
daqui a um mez, 011 rousa semelbanle, teriaiaM
muilo prazer cm overem nossa botica, rua de Kul-
lon, n.79.
Ffean s ordensde Vmc.seus seguros servidores,
(Assignados) A. R. D.SaNDS.
CONCLSAO'.
I.e A autiuidade da salsa parrilha de Brislol lie
claranienlc provada, pois que ella dala desde IKL',
eque a de Sands n appareceu em 18W, poca na
qual este dromiisla nao |mk!c obler a aqencia do lir.
Brislol.
2. A superiordade da salsa parrilha do Brislul
lio inconleslavrl; pois que nao oMahle 1 auicur-
rencia da le Sands, ede urna porcao de oulras prc-
|i.ir.ir.-t, ella lem BaOtMotSI repulac.loem <|ua-
m toda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilha em Indas as eiifermidades entunada*
|iela impureza dosanlue, eo Imni xito oblido lied-
la enre pelo Illm. Sr. Dr. Siuaud, presidcule da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr,
Dr. Antonio Jos Peinlo em sua clnica, e cm mu
afamada casa de saude na Gamboa, peto Illm. Sr.
Dr. Saturnino deOliveira, medico do derrito, e
por varios outros mdicos, |iermillem boje de pro-
clamar altamente as virtudes el.icazes da salsa par-
rilha de Brislol vende-se a i-mo <> vidro.
O deposito desta salsa inudou-se para a bord
frauceza da rua da Cruz, em frenle ao cliafariz.
Veude-se a laberua da rua A\> Colleiuo n. Il.
com |K)ucos fundos: (rata-so na Ir.ivessa da Madre
de Dos, ai inazem 11. I !.
ESCRAVOS FGIDOS.
Do riachiid,! lienta, termo ila lilla ilo Pilar.
provincia ila Parahiba, le casa de seusenlioc luiio-
eeiiriii Furlailo le Meiulonra, ilnappareceu DO lia
2.') ile outuhro ilo rorrenle anuo, o seu srravorriuii-
Id. ile lime l'aulu, com os sigitaes seauinlcs : huli-
110,fula, cabello cor le pimeiila ilo reino, fallani-llie
os lenles la frente de cima, cara reilonila, cotou.
|ir, e Hi.iii- bem fcilos, c pelo niesina corpo tem va-
rios carocos provenientes le cliicoladade reltio, de
boa Matar.; badesi-onliain;, que elle viera par
a capital desta provincia, e furlado; por io se ic-
coinmeiida muito aos Illm-. Si., autniiislradores iIj
polica, que lenliam rilgum cuidado uestes cicriiiM
que 11. ti.it 1.1 ni para fra da provincia, pois leudo es-
le-. siunaes, sera embargado, e da mesma inaneim N
recominenda a quem o pegar, que o leve em caa da
do lll seulior. ou uesla prai;a u.i rua da Madre-de-
Deos, loja n. 7, que ser liem rccoid|ieiisado.
ATTENCAO".
Ilesapiiareceii no dia Itldn correle ine, a preta
lanaci.i, criolita, naneen em Camar, representa ter
30 anuos pouco mais ou menos, alta, secca do corpa,
piVt.p.llwtadM,ea bracos com muiatH marcas de be-
iijas; levou vestido de riscado escuro, panno da
(osla com listras encarnadas levou mais uut llaii-
draaeon a/eitede cwrap.lo.adaa) medidas, lolg-
se estar acuitada no liairro da lloa-Visla, por j trr
sido eiuMnlrada pur ve/es, tambem ha noticia que
ella lem una .lotizada no ai.Ho, aonde m-.li..... a-
coilar-se todas as vezes que foge por espado de li-
gos lempos, prtanlo, roga-se s autoridades puli-
ciaes ou capilaes de campo, ou a qualquer jMMna d)
povo, de apprebeiide-la o.leva-la, ua rua Dircila n.
7ti, que se gralilrani.
Desappareceu no Iia9docorrente, o escruto
cabra de iiomc Jhc com ossignaes seguintes : una
orelba corlada, ciir macilenta, lem nos calcanliare-
siyiiiies brancos: leou camisa branca, calca de ris-
cado, chape, de pallia : quem o pegar pode lea-lo
a rua da Cruz, n. 1:1, que se utalilicar.
Ainda continua a estar fusulo o prelo que em
11 de selenibro prosimo passado, foi do Monli'iro.
a um inandado no angenlio Vertente.aconipaiilian.lo
uiniis vaccas, de mando do Sr..Josi BenurdfB)
l'oreira de Brilo, quo oalugou para o mesmo lim. "
ocraro lie de nome Manuel, crioolo, bailo, grosso.
emeioeorcuiHia, com a barriga grande, lem man-
gad grande le feriJ.i na perita direila. ciir pret),
ni.lijar i'inpinadas pera fra,poucatarba, lem o le-
ceiroiledo da nulo direita eucnlbido, e Calla-llic o
quarlo, levou vestido calca azul de zuarle, camisa
de aluodao liso americano branco, porm levou oii-
(ras roupas mais linas, bem como, um clia|Ho prelo
de seda novu, c usa sempro de correia na cuita:
quem o peaar leve-o na Capunga, silio de Humin
Antonio da S'lva Alcntara, ou tiesta' praca. M
larco do Peloiirinbo, armazemde assucar ns. 3 c
de Hornao \ Companhia, que sera recont|iensailo.
Iti-.ii>|i iii-ri-i -un na fundii;od'Aurof, na imite
de 19 deaguslo, os pretos Miguel, Angolt, idailc l>
anuos pouco mais ou menos, estatura regular, se-
co do corpo. rosto marcado de lieiigm; Matioel, Coli-
no, idade .U) anuos, bailo, um lauto cheio do Corp,
r.roo calca de riscado d'.igodio, camisa rktoadap.-
lao, bonete, chapeo de sol, ambos fallam descanta-
do, e mo leem barba. Suppoe-se lercn sido leH-
/idos : roga-se a quem os apprehender ou delles li-
vor noticia de dirigir-se a mesma fundirlo que sera
|i-in recompensado.
Seaiiuda-feirn, do crranle, desapparece
um escravo, criodlo. de nome Joaquint, de idide
3 annos,'pouco mais ou menos, boa estatura, ca-
bellos ralos, ollto) grandes, rosto descarnado, pauta
li.n h.i. bocea regular e beicos grossos, bastante es-
padaiido, bracos e pernas grnsas, ps muilo |*ipi-
ni-c lia.laiiles fcios, conialguiisliiclioseapapnu-iii'
dos, e quando anda.puza um |iouco por una |ieroa
em raziio de una goinnia que leve no torno/ello de
uindos pes. muilo fallante e bstanle cantador ; le-
vou camisa de algodo da Ierra, calca de alsuil*
ti .inr.nl.i da Babia e chapeo de palba. ha muilo q*
trabnlhava no silio da Turre, do Villar.: rota-se
qualquer autoridade ou capilo de campo que i"
.....ande penare leve-o a aeu senhor, no arniai"11
da rua Nova u. Ii". que ser bem reroniptisa'1"-
No dia 3 de iinvenibro desappareceu dpciine-
nho i..iiiii-ll.i, da cidade .leNazarelh.um neato.i"-
oulo, por nome Jeroti)ino, de idade de 26 ano"-,
sem barba, alloe seceo, al.uma cousa gago," Ira''
Iba sutTrivelmcntedecarreiro: quero o pesa re le-
var ao mesmo engenho do abati assignado, nu "
arinazem de assucar da viuva Pereira da Cunta-
sera generosamente recompensado.
/rundir do Reg Barroi I'huh-____
r, a. p.*.. -3-
P.,-Ttp. ul


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