Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02271


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Full Text
DIARIO DE
U U1J 1BJJ
I. JU'J.
PERMMBICO.
trujo da auaioBir^AO'.
SabKree- quartel paso adan lailo, e ISOO-por quarlel pago
veurido, na casa do ara proprietario. A/. FigueirAa
it Paria, na pra$a da I ndepeiidcnf ia, na. 6 e 8, e no
Ko de J.casa doSr. Joa* Pereira Marlius.
Baha a o F. Dupnul.
Macei cea Joaquim Bernardo Mrwionr*.
Carabina a Jos Rodrigue, da Costa.
Natal Joaquim Ignacio Pereira.
Araraty > n Antonio de Lemos Braga.
Ceara' o o uilherme Augusto de Miranda
Maranhao a Joaquim Marques Rodrigues.
Para' a a a Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DX 11 DI NOVZMmBO.
Sobre Londres 28
< Pars, :i !."
Lisboa, 95 por rento.
MSTAKS.
Ouro. ticas bespanlinas. 3>J00 a BMOM
ModasdeoMOOvelhas...... 169(100
a de W100 novas...... 169000
a de 49O......... 901)0
Prala. Patacoes brasileiros........ 1>930
Pesos columnarios........ 19930
mexicauos......... 19800
Acroes do Banco......... 10 'f
Descont de Leltras....... a Un
noticias UTBiNormn
Portugal. Uespanba Franca. . 15 de Out. 8 de u 7 de Austria Inglaterra. Suissa .
Blgica Italia. . . .1 de > :l de > Suecia. E. Unidos.
Aleioaulia \de Mlico. .
Prussia . 6 de l California.
Dinamarca Turqua Hussia. . 16 de 26 de Selb 29 de Chili Bueuos-A Montevideo
3 de Out.
9 de
3 de
30 de Selb
24 de
8 de
18 de Agos
27 do
27 de Selh
I de Out.
noticias do lacrimo.
Para' 15 de Ontb
Maranhao 19 de a
Ceara'.. 14 de >
Parahiba. 7 de Novb.
Alagdas '2 de
S. P. do Sal 22 de Selb
S. Paulo 20 de Out.
Minas.... 14 de .
K de Janeiro 25 de n
Baha .... 5 de No
FARTIDASDOS COBBIIOS.
ni mili, todos osdias.
Vh lu 1.1. as quintas feiras.
Caruar. Bonitoe (iaranhuus, nos diasl c15.
Villa Bella, Boa-Vista,Ei eOrieury.a I3e28.
(,iii.iim.i e Parahiba,segundasesellas.
Yii.il. quintas(eiras.
das da skhajta.
IV Segunda. S. Abilo
diac.
15 Terca.S.CIcnieulinn
ui.
Ki i.iii.n i.i. S. Concalo
de Lagos.
17 Quinta. S. Gregorio
Til 'lllll.lllll M.
18 Sexta. S. Odn ib. ,
S. Ilcsiquio ni,
19 Sabbado. S. IsaM
rainha viu.
20 Domingo.S. Felh.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
felarao'
tercas csabbados.
Fazenda
le c.is e llanas lOhoras.
JuizndeOrphaof
segundase 5. asIO horas.
Primeira tara do eieel
Ierras c 6. ao meio-dia.
Segunda cara do cicel.
quartas c sab. ao nieio-d.
Novcmbro I La nova as 6 hora, 18 minutos e
31 segundos da manha.
a 7 Quarto crescenle as 9 horas, 41 mi-
nutse 35 segundoada tarde.
15 Loa cheia as I horas c 20minutse
Segundos da tarde.
i 23 Quarto niingoante as 8 horas,
minutos e 39 segundos da larde.
PBKAMAB. DE BOJE-
Primeira a horas e 54 minutos da tarde.
Segnuda as 3 huras e 18 iniuulos da manhaa.
15
PARTE OFFICIAL
GOVERNO SA PROVINCIA.
Ep.dl.l. 4o da 11 4* sombre da 1853.
Dfllcio Ao inspector da Ibesouraria de laen-
da, inleirando-o de haver, em 9 de agosto ultimo,
autorisado ao presidente dacommiuo dehvgiene
publica a conservar como servente daquella com*
missioe dareparticao do, que servir como tal uo eitincto conselho ge>
ral de salubridad com o mcsino vcncinienlo que
linba de iOOJOOO r. auuuies; e reromineiidando.
que, i vista do complanle atteslado, mande pasar
o que liver vencido o mencionado servente daquel-
la data em diinlc, cerlo do que nesla orcasifio soli-
cita do goveruo imperial a appntvarao desla medi-
da. Cnmmunirou-se ao referido presidente.
Dito Ao mesmo, dcvolxcndo o requcrimeiilo
cin que Anlonio Francisco Das pede se Ihe mande
pagar o ordenado qtie (em vencido romo carcerei-
ro da cadea de Ouricun, atim "de que mande eflec-
tuar esse pagamento nos termos desua informadlo
de honlcm, *ob numero 930.
Dito Ao mesmo, eonimuoieando, que o jui de
direilo da comarca do Brejo parlicpou haier no-
ineadoo cidadto Felii Cmalianli de Albuquerquc,
pina servir interinamente o lugar de promotor pu-
blico daquella comarca. Fi/.eiam-se as oulras
i ni......mirar......
Dlo Ao jni/ de direilo de Sanlo-Aiilao, di/ru-
do, que o recru'a Kenlo Jos Ferreira Haladlo lulo
(o entregue, e que o furriel commandaule da escol-
la declarou ler-se elle evadido em canunho.
Dilo Ao coronel Jos Bernardo Sslaueiro, re-
metiendo a rerliilo de assenlamenlos do capitn do
I o i n in li.ii.iih.1., de iufanlaria, Joo do Hcgo Barros
Fjelo, (Mundo que, quaulo as dos assenlainei.los
do lente JoAo Cbrso-toino Ferreira dos Sanios,
segando lenle Jaso Itebello Padilha e aleles An-
limio de Albuquerque Maranhao. lern ellas o mes-
mo destino quando lorem enviadas pe.....arechal
(oiiiiiinndante das armas, que as onigin da Ibesou-
raria de lamida, por seren essesollici.ies refor-
niailos.
Hilo Ao i n-1..-.-:.., do arsenal de inarinlia, ID-
|novando a cumpra que S. me. fe/ a l.uiz Josc de
lliilo ile l.'ipranclies de vilihalico rom cncoenta
equilro rolado. 1751000 m. a duzia, c aulorisan-
do-o a contratar o forueiinienlo do cemenlo preci-
so para o consumo al o lim do prsenle exercicio.
i.iiiiiiMniHiin.ii a Ibesouraria do hunda.
Dilo Ao inspector da Ihesouraiia da fazenda
provincial, para mandar entrenar a Jos Francisco
Pereira da Silva a quintil de IOO9OOO rs., romo 11-
demnisacao do lerreno que lem de ser neeapido
pela casa da baireira daponlc do rio Una, na eslra-
da da Victoria, visto'as-im ler coiivencionado com
este respei
principe
11 mencionado Pereira da Silva
referido director.
Dilo Ao iiiesino. ippiOTl
que fez Jos Joaquim de Novaei
ni-< 1 inaulnwnle do dfeim
Inleiruu-sc ao
ido a iiiiPiii.i!.ir.in
(tela quanlia de rs.
1 do nado ravallar
1I0 municipio de Cimbres, dando por Dador Manoel
de Suuza l.eao.
Dito Ao mesmo, pura que, a vista do pedido
que remelle, mande adiaular ao Ibesoureiro paga-
dor da repartirlo das obras publicas a quanlia de
I ,.i;73jOO0 is. par rmilinunrao das obras por ad-
ininislracito a carao daquella repartirlo en) ocorren-
rente inez. Coinuiunicou-se ao respeclixo di-
nwtor.
Dilo A' coniinissiio arbitra doialranienlo das
ruasdesta cidade, aulorisando-a I encarregar dos
Irabalhos de escriplurato a |.essoa que para is.o
pilsar habilitada, sendo seus vcncinientos propor-
cionados ao Irabalho.coino prn|iz a mesan c.....uiis-
bIu, com lauto, porm, que em caso nciilium Blce-
.l.iin de 29OUO rs. mensaes, que, efundo iiiformnu
o inspector da Ihesnuraiia provincial, he nina com-
peiiMcAo snfllcienle. Comniunicou-se .10 referi-
do inspector.
Portara Conccdi-ndo um IM de liccui.a. com
ordenado, ao amanuense da secretaria do goveruo.
Joo llaplista Ferreira d'Aununciaro, para tratar
de sua sade. Coinmunicou-se a Ibesouraria pro-
vincial.
EXTERIOR.
CHRONICA DA QUINZENA.
Parla 30 de aetembro de 1853.
Os negocios do Orienleque podamoscrer cni vs-
peras de se arrnnjareni, lornaram rcpenlinamcnlea
enlrar em urna phase que seria ameacadora para a
Iranqiiillidade da Europa, se a unido da Franca 1
da Inglaterra nilo dovesse Iraiiquillisar ot espiritos
mili promplos a se assiislareui.
Kasuniainos brevemente .1 queslao. que se debate
ha quasi um nio entre a Ruada e a Turqua ; pois
he esle o melhor meio de fazer resahir cu verda-
ileiro carcter.
NocomefO desla crise. sobre ruja importancia de-
venios reronherer boje, que o governo francez lem
tillo omrrecimeulo de n.lo enganar-sc um Inflan-
le. nao qucriain ver nella iperdocm-iiosa aiprenla
senan nina desavenga do sacrista, e admravam-je
uealmeule de se fazer lauto molim'O rom elfeiln
isso era talvez una iiijoslica pela grande chave da
iurejade Belhlecm, com a estrella di gruta da Nall-
vidade, e com a direilo recuperado pelos ealholfciM
de celebrarem suas rereiuonias no luniulo da Vir-
gcm.
A venladc be que a Franca iiinlentando-sc enm
um resallado 1.10 Incompleto mwlrava que nao ha-
va esquecido, como Ihe lanravam em rosto, suas
Iradicies religiosas 110 Orienta, que coinprebendia
lambem que o secuto que te pastara desilc 1710 ile-
rs aos fados una especie de consagracao, a qual o
despeilo dos tratados oais formaes.seria Imprudente
e mesmo i cerlos res|>eitos injustos lulo levar em
cunta.
Deveinos repetir que as conicssoes, que ella oble-
ve, nao tiravamaos Oreaos nenhiiuia das vanlagena
de que se achavam de posse, e admilliam someute
os latinosa participacao mui reslricla de vanos
sanrluariosque haviam sido em oulro lempo sua
pmpriedado ovclusv a.
Nada era msis simples, e se desde anio a Russia
nao iiM's..- em pers|iecliui um llm patilico, lera li-
duobomgoslo de calar-se, e de nao alleclsr pelos
privilegios da igreja oriental as apprehensfies calen-
fOLHETIIH.
FERWI\OI)lPLESSIS
m
MEMORIAS DE UM MARIDO. *)
lEHCEIHA l'AKTE.
VII
'"u Kuymundo: Ora bein ininlia nBi c mMM
imigos, iicaliiie-s de uuvir n leilura do diario de Fer-
nando... I inlmnios ou nao rallo de crer na nce-
ridade e durado de sua romer*o?
Madama /(aymundo: Cerlamenle.... E con-
(esso que nada he lois honroso para Mr. l>u|desis
loque ti jt'iiritis.i penunieulo que intipirou esse
projeclo de casaroenlo.
(loofredo: Tornar essa.pohre coslureirinha n
'ii-iis feliz que he potfivel!... realizar no pouto de
li'i;t ile -u.i minio.!;. Voniljr.nt um un/io de mil e
umu noiie*!... seuiellianle desi^uio hS |*ide nasoer
em umeiccllenle turar.iu....
Joao: Ko he esle lanibem seu parorer, meu
"Ii.mi> Cliarpeuliori*.... Vott nao dis uada?....
( harpentici: A' primoira vista, o decjo de
Mr. Ituplewis me parece mais generoso.... que sa-
bio... laUe* eu esleja eoganadu,...
ladas.quo decidirn, a iniaodo principe Memchi-
kolT Conslanlinopla.
Islo he lano verdade oue enlre a ola entregue
a Mr. de l..t Vilette c o firman dado na niesmapo-
ca ao patnarcha do rito prego, asdirterennis sfloim-
|>erceplivpis ;e. como percmptoriameiileo deinons-
inm o sfiilini liimnii de l.huvs, m' aluucm linha o
direilo de queixar-se, era a Franca, cujos Ululo* pa-
rece que 1 "i,im .i'imiHiiliis ,n |,,n;i serem meuospre-
7.ailosconlirinando--e dainaueira mai*isolemne, sal-
vas iusii!nilican(e> resliluiroen le las aos latinos, os
reigioMH gregos em ludas as vanlauens, que seus
adversarios Ihes conteslavam ao menos em prin-
cipio.
Temos mesmu huas razoes para crer que os dous
documentos emanados da l'orla ha\i meiile communicados legacao da Hussia, o qui
lorna anda mili ine\plica\el a colera do gahinele
de Sao l'elershurgo. He verdade que prulcutleram
que os cathulico-% nao iecel"*ein una (Nave senao
tlchaixo da reserva expresa (fe senao servirem dcl-
la, e que nao podiam enlrar no tmulo da > irucm,
sen.lo sol condicilo de n,lu orarem ah segundo un
exigencias de seu culto. Foi osla a origem de lodo
0 negocio, e Icvlo turco, aoque parece, [i re-lava-
>e .-i iluas iiilciprcl iccs ilill'erenles : nina M-n-ala,
natural, iamos difer honesla, e que us dava o que
pemavaroos leroblidn: a nutra forrada, nliii que nos reeusava ludo, e faziado successode Mr. de
a Valelle urna vrdadeira m>slilicac-io.
A l'orla convidada a pronunciar-se a
lo. nim acciisnn-a MeiKcliikolT parlio para (lunslanliiiopla.
0 governo franre/que jaliidia dailo espoulauea-
menle Hussia todas as evplicaces desejaveis, cum-
1 i i'lien.!: 11 logo O alcance dessa missao exlraordiua-
ria. e as inaiicims perwdo einhaivatlor russo sua
chegada causuram-lliu meiios sorpresa que aos ou-
trotgabitttle,
JSossa esquadra deevoluroes, como senliuella \i-
ilanle, achava-se pouco depeil na baha de Salami-
11a por conla da Europa, adormecida, e quasi zom-
heleira.
Em Vienua. onde nos conleslam surdamenle o
prolei-lurado religioso, nao se senliu miiilu a desgra-
ea sullritla pelo lalliolicisniuem nossa pessoa. As |k-
lenciasda Italia, excepto a curie de liorna, eslavam
mais que fras, e h a Mespauha nos apoiava ioiii
seus votos.
A Inglaterra escarneca francamente de nosso fer-
xortomado do serillo MI. I'or toda a parledi/iam:
Qm> nos imporla essa disputa le frailes?
E>la\amos assim isuladus em (.onslanliuopla. e
ccrlamenle nossa causa era liem justa ; pois o prin-
cipe Mciischikolliiao exigi a relraclact,ide nenhu-
ma da> concessocs que nos liuliam sitio feilas.
SoinMtt pedio OUbVI* e enlre eslas a reslauracao
da cpula da igreja do Sanio Sepulcro com e\clu-
s.lo dos laliuos, o que era um Iriumpho para o rilo
gregu.
I'" h.i-M> crer ludo acabado : nao tinhainoscedido
nata, he venlade, e ja era minio ; mas os Kussos
haviam ohliilo largas compensaces, e a este respeilo
nao uos poupavam. quaiidusouhe-se repentinamen-
te que o principe MenschiLolV nao se linha iucom-
modadu j:or lao pouro.V que prupuuha ao sullao,
amcacando-o com u roiupimenlo das relacies diplo-
malicas, no caso de que recusasse, ceder denlro de
-'i hora- ao imperador da Kusia inetade da aohera-
nia sohre -cus su Milus chrisl.ius.
1 louve grande rumor na EuropB, niugiiem nos
censuraxa mais por lenuos estado em Salamina, e
as csqu.idras reunidas da Frania eda Inglaterra di-
rii'iram-se para Hesita a cidrada dos Danhinellu-.
No mesmo da, pouco mais ou menos, as Iriqias
riiMH DMMvam o IVulh, e o a bine le de Silo l'e-
lershurgo anuuuciava por um manifeslo. que seu
exercilo nao evacuara os piiuripadussenao quando
a l'orlalixesseaceito o ultimaliimdo principe Mcn--
chikofl.
Debalde o iuIUo puhlicava Armam lobra firmans,
dehahle pronuava osnfriosmais proprios i Ir.mquil-
lisar os Ka>as; debalde os palriarchas do- ditleron-
Is rjloi ilepuuhainaos pf de sua allc/a a homena-
gem de sen reronhecimeiilo ; a Hussia quera lu-
da a fon;u i|ue a reli^iao grega eslixessse ameacada,
mesmo |-ersegujda, e acaiiipavaciiicoenlamilsohla-
dttsscu" na maruein e>querda do Danubio, ntreos
th-urarados .Mnltln-Val.irhio-, os quaes pagam hojo
caro essa pesada e intil proleccao.
A | is-auem tos Dardanello-. pareca ser nina me-
dida indicada pelas circumslancias, justificada pela
agaressAo de que o lerrilorio ollomauo era ohjeclo,
com xiolar;lo ilauranle do halado de Audrinopla e
da convcur.io de Halla-I.man, ordenada einliin por
Indos esclenlos da poltica; mas o gahinele de
Sao l'elershurgo procllDMVa queum aclode guerra
mo era a guerra. I'areceu-se adiuillii- esl.i t-slr.i-
nli.i doulrina.e a Europa uegoriou.
t)s gahineles /eram mmis mais leaese-forcos para
nianler a paz, poupar o amor pioprio, e reconciliar
as dual parles ; luduxiaein Vienua eem Herlin.hem
como em l'ars e em Londres, cada um duia seus
pomiamoflioaCOm nina franqueza que |>re\aleria
aqu sohe coiMicraroes de familia, alli sohre o re-
eouheciineulo dos serx icos prestados.
(Juaulo a Turqua, ella guardaxa durante esse
lempo urna alliludecorrela : armaxa.mas sem ni-
mor, sem eslrondo, sem op|ior fanatismo a fana-
lismo.
Aconlecaoque aronlccer, >ua sabedotia c sua lir-
meza uesses iiihos das ser)u seinpre para ella um
Hiato de honra.
As potencial linbamemflm lomado de accordo um
projeclo de redacc.io, que siihsliluia a nota ohrtga-
loria eexisenle do principe Meusrhikol), urna ola
polidae contando ludo o que a l'urla pudia conce-
der ao menos assim se cria sem Hender sua inde-
pendencia.
< imperador ila Roaala aceilou essa ola com um
.....pcnlioquedevia fazer receiar a recusada l'orla.
Assim aconleeea, O08 papis pareceram invertidos.
Em Saii-1'elershuri.'o linha havnlo hahilidade, em
GonsUntinopla impericia.
Assim. nao era mais a amhicao do czar, porem a
oslinacAo do sullao que ameacava a paz do mun-
do. Esta phase, a mais singular dos negocios do Ori-
ente, durou pouco. L'in despacho do Sr. conde Mes-
letrode dirigido com dala de 7 desie mea ao Sr. ba-
rao de Mexendorll, innislro da Hussia na curte da
Aiislna, cuja aual>se foi publicada pelos jornaes,
veio reslalielecer a verdade das siluacoes. ejuslli-
pprehensoes ta l'orla. O chnele ile San
chid-l'ach, porque as phrase*. que ellas mudan
na ola emanada da conferencia de Vienna, altri-
buemao imperador Nicolao, segundo a inlerprela-
S5o condeseen denle do seu chanccllcr, um direilo
evigilauca, e mesmo de ingerencia as relac,Aes
do -iili.ii com -ni- subditos chrislaos. Assim, entre
a noladnSr. principo Menschiktdl ea da confereu-
cia, o Sr. conde de Nesselrode nilo estabelece ue-
111 ni ni.i dihrTcnca, e prelcnde fazer o mesmo uso de
qualquer dcsles dous documentos.
Segundo elle, nao he a Hmsia que a Europa de-
ve dizer : l'ara Porm he a Turqua que ella deve
dizer : Sujeita-le!
Eis em poucas palavras o eslado aclual das mu-
sas, e assim como noeomeroda cnse au selralava
dos Sanlos-Lugares, da mesina orle hoje nao N Ira-
la tos privilegios da igreja grega: he o imperiu ol-
lomauo que eslem quesl.lo. A Hussia Ihe oflerece
claramente a allerualixada vassalageiu ou da ruina,
enlroga-0 enlrelanlo a lodas as prohabilidades de
urna re\oluc.:lo inlerur. forca-o a chamar em sen
socrorro as Irihus semi-harharas d'Asia, ohrica-o
a fazer denezas esmagadoras. pc-iiu na mpossibi-
lidade de fazer urna paz honrosa, e impellc-o de
proposito ou lulo para os ahxsmos.
Sm, dizemo-lo com toda a forca de nossa consci-
enria, eis-aqui o risco que se corre, lalvez sem o
querer, em San-I'elershurgo, e ludo o que seoiim-
prr, se a Europa fechar os olhos aos pericos que a
ameaeaaffa
Pela nossa parle, esperamos que os governos nao
fallanlo a sua mi^ssi.i: a lealdado Ibes imp00Odo-|
ver dedizeremo que lem quertlo fazer. e deresla-|
helecr pela sua inlervem^o a favor da Turqua seu
verdadero carcter, Oulros tleveres mais urgentes
Ibes sao imposliK: n poder do sullao, a populadlo
pacilica de (lonslnnlinopla. os numerosos eslrangei-
ms que habilam nessa capilal, as igreja> pregas em-
lim, das quaes a Hussia se inculca proleclora, eslao
a merc da explosao repentina ile um plianali-mo
imprndenlenieule proxocado c prestes a perder a
paciencia.
Heska 11,111 be mais boje u lugar cuuxeuieule das
esquadras, as quaes tem esladu exposlas por muilo
lempo nessa baha ao venlo do norte e ani escolhos
da cosa. He no Hosphuroque ellasdevein ancorar;
a huinanidade. oinleresse polilico o exigen!, e o Ira-
latlodcl.'l dcjulliu de 1811 nao se oppoe mais
up|i
: de vi
iir. esla
("MI II.!"
de.i
s. I res
se pa-
racaiaeatoacto de digndade
mosconveiicitlus de que as uecociaees
mais ellicazes. e a Europa devera seu repi
maniileucao de sen equilibrio enrgica iniciativa
da Franca e da Inulalerra.
\ olieuios i, nossa narracilu da quiuzena sobre a
erbe ariual.
Sejam quaes foreiu as resoluroes tos dlvenoa go-
vcrnosiiileres-adns nos negocios do Orienle, nao se
pode delatar de reparar na gravidade sinaular que
araba de lomar repentinamenle essa ctise uesses l-
timos das. Producida pela ambico russa, levada
pela Europa ao poni de a julgarem quasi appla-
cada. o reavivada depois por irna decisao inespera-
da da Turqua, ella lomou a arhar-se collocatla em
um lerreno, no qual ojo parece pttder decidir-se
sen.10 por um conlliclo, e a balanca pende novarnen-
le para a guerra.
Na oriuem ao menos, a questao eslava por assim
dizer intacta no poni de xisla das loulalixa- poH-
\c.U de condliacloi reslava a xia das ne^oeiaces.
Emquanlo a diplomacia nao linha ubrado, poda-
se irer na ellicaria de seus esforeus. e dexia-se des-
cansar no poder dos inleresscs unversaes, na soli-
dariodade da mor parle dos eslados do coiiliucnte,
e no hom acconlo. que se eslabelecu promplamrn-
le enlre os gahineles. Moje a posieAo esla muda-
da, mudada para lodo o mundo, asim para a Tur-
qua como para a Hussia. como para as polencias
mediadoras, e infehzmenle a recusa da Turqua a subscrexer a ola preparada
em Vienua. que deu principio a esla nova siluae.lo.
Appareceu, o que nao poda deixar de npparecer :
o ilixan interpretando e modificando por sua parle a
ola de \ ienna, a Hussia fazendo por sua parle o
mesmo, e romo a Europa eucarreuada da mediacao
rouservoii lamhem apprenlemenle o direilo
um sentido ao que fe/, exislem. alim de conl
inlerprelacoes dlTereules, nenhuma dasquae
rere em a mitra.
Em una palavra aeonleccu. coniodizianms re-
ceulemeulc, que uinguem se coinprehcndeu. nin-
auem se eulemleu mais miquillo em que ludo de-
via sor decidido por um espirilo rniiluo de eouci-
laco.
11,Mu reedita para lodos, para o imperio oUomano,
para a Kussia'e(para a Europa, una siluacao, que
nao ConTOm exagerar senuluvida. mas sobre a qual
n.lo dexemos enuauar-iios. lie una nova ordem de
fados que se abre, na qual todos lem sua parte, e
na qual osdixersos inleresses |mlilicn> que eitAO li-
atlo- a esla queslao, nao lardarao nditbilaxelmen-
le -i B0 desenliar de una maueira mais clara.
Quando dizeimis que a primeira falla do governo
hirco foi mo aceilar pura e simplcsmcnle a ola de
Vienna, nao he poique elle deixasse esseiiciahnen-
le de ler razan as mutlcanie- que pedia ; porem
porque sua recusa era um obstculo ao reslabeleri-
menloda paz. pnnorando iuexilaxelinenle novas
dillirnhlades da parte da Hussia, ao p'o que -na
aceilaeoem nada compromelliaseus direilose suas
prerou-alixas, as quaes Ikavam debaixo da uuarda
das polencias mediadoras, e foi nisso jiislainente que
o sablnele otlomano parecen apreda Ineaclaraeo-
le sua siluacao para com a Europa.
Sea Turqua houvessc obrado por si mesina, pe-
las iuaa prop ias forras, sem carecer de oulro soc-
rorro, estara livre-em dnxidaem suas resoluroes.
Al.niM-la e proleuida pela Europa, ella nao poda
ex ideiilemenle esperar servir-se das frotas da Fran-
ca e ta Inulalerra sem que eslas delerrninassem a
medida de seu concurso, c eslipulassem em seu pro-
prio iuteresse.
Ora. a manulencao da paz era o inlresse da Fran-
ca c da Inulalerra, porque era o inlresse ciiropeu,
e COntfDOO amor a crer que era laml>em a condicao
mais favoraxel mesmo para o imperio odomauo.
Dirao que 0 divn lem-se visto em lula rom cir-
cumslancias lerriveis, que duramaimla; que nao
acelou a ola de Vienna, porque nao poda arri-
la-la sem correr o risco de urna revolucao interior.
Hem o sabemos; mas he precisamenleesse o ele-
mento mais lemivel desla nova phase -1 queslao d
tecimeulos nao perlence mais i sab&ioria dos ga-
binetes, porm as paixoes uacionaes.
Com elleilo. Coustantiuopla he de algum lempo a
esla parte o thealro de movimentossiiiRUlarea ; as
wiiues bellicosas tendem cada vez mais a prevale-
cer. O sultAo quereria a paz por carcter, um de
seus principaes ministros, Kechid Pacha, bomein
esclarecido, c adquirido a cvImcAo, seria a favor
da paz |iela reuVxlo, e por um senlimculo elevado
das ueressidades do imperio ollomauo ; infelizmen-
te porm elles sao dominados |ela recrudescencia do
fanatismo turco, que os aperla e os ameara. IM-
zem que ludas as noiles pregam-se rarlazes as prin-
cipaes mequilas. iuduziudo o sulto a responder
Hussia pela guerra, c reclamando a demissao dos
ministros inlieis que aconselham a paz. A Europa
mesmo he ohjeclo das maiiifeslaenes mais ridiculas,
porque sem duvida mo anda com bastante pressa
para esses barbaros.
As populares rhrislaas espalhatlas pelo im|tcrio
senlem-se ameacadas pelas pallOCO musulmanas.
l)e|>ois de convocar seus contingentes, o sulto
mo he mais senhnr de si mesmo ; esla a inerr des-
sas hordas asialicas que chamou em defeza da in-
dependencia ollomana. as quaes suhmcrgem ile al-
guma snrle a penca cixilisarao que p I i haxer Rfl
11-111 n 11". Em uina palavra, a Turqua da Europa
he ncsle momenlo o Ihealro de urna invaso nova
mais barbara lalvez du que a primeira iuxaso
(urca.
Que acontecer ncslas circumslancias','
Seria dilllcil ronjeclurar cousa aluuma. ludo o
que taj pode dizer he que agora o goveruo Unco
arbae enllocado enlre a loucura de urna unerra
que pude ser desastrosa, que pode lexar os Hussos
as portas deCinsIauliiiopla, eo perico de urna re-
volucao interior, que |mkIc terminar na abdiracao
do sullao aclual. A recus de acceder a nula de
Vienna hedellnilivameule a expressao dessasilua-
e;lo interior, lambem feila para uggraxar as cumpli-
cares exlermres.
llevemos porm dizer que.se apezar dessa nloa-
ciio a recusa da l'orla foi una falla, se no primeiro
momenlo o uahinele otlomano pareca nao ler oulro
parlidu a lomar senao mudar de decisao.ao acaso de
ler de invocar o socorro da Europa coulra urna su-
blevaran Interior, he bem dilcil hoje queeTurqua
aceite pura e siinplesnienle a ola de Vienua depois
das inlerprelacoes que acaba de dar-lbe o gahinele
deSanl'elersburyo.
A Hussia nao mudou de imsiro, pois recohrou a
Independenlemenle dos resullados que havemus
de conheeer sem duvida, lalvez fusse mister lirar-
Ihe um carcter muilo geral, sobretudose comu nos
asseveram, u reda Prussia em presenca daopiuiSo
manifesla de Berln recusou ira Ulniulz ; mas em>
iitn resla sempre a Auslra.
O czar quiz cerlameute lenlar sua inllueucia pes-
soal.que he erande.sobreo imperador Fraucisao Jos.
Quiz sondar [mi -i mesmu o segredoda poltica aus-
Iriaca, a qual se lem al cerlo ponto mostrado inde-
pendeulc uestes ullimos (empos, e levada provavel-
menle m seus designios. Sera bem succcdido' Esa
I queslao.
Nos negocios do Orienle mesmo, a Auslra lera
cortamente inleresses mui disididos dos da Hussia,
e alm dislo, dexepezar o que ha de ganhnr na ma-
nutenalo da paz geral, e oque poderia arriscar em
urnacoullauracu queameacaria a Europa. Oque
ella poile arriscar he a sorle de suas provincias sla-
vas de um lado, c a de suas provincias italianas de
oulro.
Tambera a Auslra nao seha de esquecerque tem
anda esles dous pozados lardos: a llunyriae a l.oin-
bardia. Se elevarem-se na Europa ililtirultlades se-
nas, quein pode dizer que a Italia nao se abalar ?
Acara wr misler um olharmu penelrante para ver
o Irahalho dos espritus uesse paiz, MU perpelua ir
rilaran ta fibra uarinnal liemcmlo debaixo du do-
minio eslrangeiro '! E mermo agora as relatora di
Austria com o l'ii'inontesao por ventura lio seguras
e lao facis que naopossain dar uccasiaoas mais se-
rias complicantes .'
considerar/jes a Austria (em presentes
duvida,em ella nto as tixesse pre-
elmeute Ih'as lemhrariam.
n;1ii lomando a Prussia nina parle di-
iiferenrias lOberanM tleOlinnlz, nao
lili possa resollar nada bem decisivo.
ea l que linlu
he
iiu uro.
i DI
Pelersburgo nao quer as emenda proposlas por He- Orienle, pois delle remilla que a direcffto dos ac
m
() Vidc Otario n. 255.
Mtiiluma Hiiijinando a L'harpentitr: He a
desproporc.ilo da idade que o inquieta?
Codofrrdo: Se assim fosse, eu n.lo comparli-
Iharia a inquielacao de (Jiarpenlier. Claudiua nao
peusou um momenlo em casar-se com Juliano Fau-
veau, pelo menos lao idoso como Mr. Duplessis *
Joo: NftO fez ella esla rellexao chea de can-
dura e de juizo. u >No casamento devo-se alleuder
anles ao carcter que a idade, pois a gente nao tem
sempre a mesilla idade, c lem sempre o mesmo ca-
rcter.
Charpenlier: Bem como tu, Joao, notel o jui-
zo dessa rellexao; por isso nesla rirruinslancia, ao
meu xer, pouco imporla a desproporc.o ta idade;
de mais Mr. Duplessis lern quandu muilo quarenla
.un"-.... Claudina he una mocinha de bem.... seu
i-iir.n;Hi esta lixre, c seu reronheeimeiilo remojar
a Mr. Duplessis.
Joiio; Eniao he a desproporcilo tle fortuna que
o ilquida, meu amigo?
Chantentier: lao pouco.... (llaudina, gracas a
geuerosidadc de Mi. Duplessii, acha-se proporcio-
nalmenle lao rica quaulo elle, pois de ora em dian-
le esta ao abrigo das uecessidades.
Madama faymundo: Nao pusso hiuvar bas-
lanle a extrema delicadeza de que Mr. Duplessis
deu prova, assegurando a ciislencia dessa moca an-
tes de.intelra-la dos projeclo*- que formara. Einfim,
segundo as informai;es ohlidas a res|*iln dessa
nn.i vei moca, e julgo-a perfeitarnenle digna do intereasc quo Mr.
Duplessis Iho leslemunha. Pergunlarei, pois, ao
nosso amigo Charpenlier que objeceflo acha que op-
["ii a esle caramoulo, apartadas at desproporroes
de idade e de fortuna, e depois farei minlias oliscr-
vaoe.
(oilufn-dir. .Nlo se esquera suhreludo de que
Claodfna ti em urna nosiro Indopondente para
poder escolber lixremeute, segundo seu corai;ao.
Chtirprntter: Eis-aqui o que dgo comigo:
mo Im a menor relaro de educaco, de habilits. de
BjMloi e de inaneiras enlre essa moca e Mr. Duples-
sis; ella lem passado al agora sua vida mi villa, e
he mu tmida e medrosa. Ora diga, madama Hay-
mundo, nilo receia que Claudiua tornando-sede um
da para oulro nutlher.... e mudando repentina-
menle de cundicSo, experimente urna especie de
alordoamenlo''..,.
Jdfto : Du alordoamenlo de.feliridade.... ccr-
lamenle....
Charpentier: Sm, meu charo Joo... Ella
ser mesmo profundamente agradecida a Mr. Du-
plessis por essa felicidade ; mas quem sabe, se pas-
sado esse primeiro alordoamenlo, iiHo terri saudades
de sua vida activa e laboriosa de outr'ora, quando
porlindo corajosamente de manlia com a ceslinha
ao lir.tro. e envolla em seu chale, audava urna ou
duas leguas pela chuva ou pela ueve para irlraba-
Ibar de jornal e gauhar seus dez sidos!'
Joo:Que! ler saudades das privaefies dos cui-
dados da vida precaria?
('harpenicr: Meu amigo, so livesses sido solda-
do, coraprehenderias que por mais rude que seja a
vida de cempanha, muilas vezes a genle a preferc
monolonia da vida de aoarnic.ao.
Madama Haynmnuu :Ouvt alteulamenle nosso
amigo Cliarpeolier; suas observables sao verdadei-
ras, mui verdadeiras, e ueste sentido elle previo as
ipieeu pielemha l.t/fi examinauhi re (tt l.niti mo-
ral dease casamenlo. Assim Claudiua casando com j
um hornera de sua classe, visto ainda cxislirem cas-1
, rincipio, o que na verdade i
>'esle deploraxel negocio, no qual o mais
pe (oca naturalmente ao mais sabio, as im-
presses se inodiliram incessanleineiile a medida
que a queslao se desloca, ou loma um novo carc-
ter. Na origem foi a Hussia que excilou na Euro-
pa a repulsan dos gabinetes por nina poltica que
pareca muilo um excesso da forra. (,uainlo a ola
da conferencia de Vienna cheuouefoi repcllida pe-
lo divn, sendo aceita pelo czar, a indignaran vol-
lou-seeonlra Turqua cun laiilamaiurxixacidade,
lalvez porque nao se es pera va pela sua recusa. Os
cnrmiicularios rcenles do gabinete de San Pelers-
burgo vera restablecer as cousas, pois aliual a mo-
dorarn da Hussia foi sappnreulc.
Todava parece-nos que o imperador .Nicolao li-
nha a mais maraxilhosa siluacao a lomar em udo
islo. Oii.niilii mesmo bouxesse consentido as mo-
dilicacessollicilatlaspela l'orla. dando a-nn po-
nhoresmas complelos iloseu desrjo da paz, quem
lera cuidado em piir em duvida o poder e a ellica-
ciadesiia polilica.' Etlocedeu a oulro pensauen-
to, e esse pensamenlu he sempre o ine-iuo que pre-
sidio a missao do principe Mcnschikoll em Conslan-
tiiopla, aquelle VCl COTO o equilibrio do Occidente.
Nada proxa melhor a porsislencia da amhicao rus-
sa. du que a nota dosenhor de Nesselrode ao senhor
de Mexeudorf, e o duruinenln quo oxplicn a recusa
da Hussia de acceder as nindilicarcs da l'orla.
Nao Ionios dcefgnlo de x ollar a queslesesgoladas,
e prrM-urar demouslrar mais una voz quito |hiuco
jttatiOeavoii sflo no ponto de vista do direilo as pro-
lenroi's russas.
Cun ludo.ha na ola dosenhor de Nesselrode um
argunionlo sinuular: Seas nmdanras reetaUM-
dra pela Porta sSo Insianiflcanles, diz o cbancellsr
da Hussia, porque faz depender dolas sua aceilaro?
Se sao mporlanles. porque se admira de que recu-
semos oouseiilir no I las:'
Sim, isso pode ser; mas he juslameule e que se
dzia i Hussia uo principio desla crise. Se as pre-
lenccs que ella quera fazer roconhocer erain ran-
dadas em tratados exisleulos, e erara hem simples,
para que insistir lauto ncllase reclamar novas esti-
pularnos"' Se orara alguma cousa mui uoxa v mui
seria, para que eslranharque a Corta usando deseu
liitii" reousasse acceder a ellas I'or ventura su a
inperloridade do argumento rneio he a forca?
Assim do lado da Kussia e da Turqua as musas
H.ii.iiii a um ponto, no qual um coutHicto est na
ordem dos laclo- possiveis ou proxaveis. ludo po-
de depender nestas cimimslaurias de llmimi arrao
que ler luuar no Danubio, muiprineipalmcnle po-
ileiidn a Turqua considerar a uuerra como ji abor-
ta pela occuncjo dos prndpadoi Moldo Valaehlof.
Quaulo Fairnpa, sua stuaeao nao dcixa segura-
mente do ser dillieil pe.....ao successode sua r-
cenle mediacao. Verdade be, que por ora a confe-
rencia de Vienna min lem mais um lim, o que nar-
r.io coimuuin tos Bjovernoa ceeaoUa Aconleeea com
asparles principaes ueste dffgraeado negocio, islo
he, quoremloexplirarera-selimit, deviam por lira
vil a nao se enlenderom mais.
A dillerenra dos pontos de visla devia (ornar a
apparecer: caita um linha sua poltica, suas promes*
sas, seus precedentes, e depois do deliberaren! urna
nula em comnium. a dillcuhlade eslava eru concor-
daren! isualmonlo uosrao de aorio que conxiiiha
emprecar-so para aze-Ia aceilar.
D'ahi resida que 00 coiiselhos dados Conslanli-
nopla. nao devi,un seros mesmos. A Auslra acon-
selhou l'orla una aceilacjlu pura c simples. A
Inglaterra ea Franco, hem que lamentando n deci-
sjIu do divn, pi'raram em preseura dos comrnruta-
riosque a Hussia fazia da ola tic Vienua. Foi nos-
tas ciiiidicoesquc se produ/io agora urnacunleoimeu-
tu que evidentemente nao delu de ser importante i
a viagein do impe ador Nicolao ao &uupo Olmulz,
onde dcveenconlrar-se com o joven imperador da
Austria.
Qual he al aqu o senlido dOJM enlrevisla ltera nos ?
Todas esl
sem nenhuiii
sentos, prov
a, i,,,,,,,,
recia as c
eremos que i
.....
poderosas sodncres do rzar.
O joven soberano da Austria e-i.i apenas uo li-
miar deseu reinado, leudo subido ao throuo de-
pois de una roxoluco, e logrando n fortuna de as-
Tiil.ii son imperio, luca-lhe verse ilexocompriiiuet-
(er essa obra ponix el, execulada pela mao victoriosa
de seus generaos, u pela poltica onorgi a do pruci-
pe Srkwartenberg, o Ojual teria se^uramenle con-
servado iulacla a independencia da Austria na tri-
se aclual.
Domis, essa independencia da polilica austraca
para com a poltica ruraa,be a unir consa que se de>
xe desejar para que o accordo soja possivel, nalural,
e iinsmo necemario entre o gahinele do Vienna o os
outroa governoa do Occidenie.
Mas que partido tomar a Auitri
Inulalerra o a Franra '.'
O expedir) de nina parlu das TOla
aos Dartlanellos, nao hoja um indicio
solucao em que e>lo ? Nao so pode dis-imular que
a rerusa do divn poz n'um instante asiluas poten-
cias em urna silurao liogular, j.i para com a l'orla.
|.i para com a Kussia.
Como continuara proteger imperio ollomauo de-'
pois de nao ser aceito o arranjo que se preparou pa-
ra ello, equo se juluava aceilavcl f
E de outra parte como forea-lo, nu abanduua-lu
au seu destino .'
O onico meio era a va dos conselhos diplnmali-
co~.. eejeemeioa Hussia veio paralvsar daudoa nu-
la de Vienna um seotidoque ella nao podia ler, de
sorle que a Inglaterra o a Franra aeham-M real-
mente collorailas .lo uovoeiu nina siluacao mais lia-
ndo anda de defender na independencia do
nllninano um iuteresse europou como no
i da crine.
i.i" lerao us dous go
una manoira mai:
que fallo *
combinada*
seuurodare-
i le
de
.i-
obrar
0 mais
denla
elli-
ses.... com Juliano Fauveau por exemplo, leudo
<[ur vigiar os rebanhos, o ualinlieiro, oservico do-
mcslh o, sendo em urna palavra o que su quasi to-
das as fazeudeiras, a primeira e a mais activa cria-
da da casa, nao se sentira destocada como Ihe acon-
tecer cerlameule viudo a ser madama Duplessis.
tiodofrrdo :Porm, ininha irmila, essa moe
nao teria que vigiar o interior da rasa de Mr. Du
plessis?
Madama/{aijmundti : Admiti que nao tallarn
i Claulina as occupacrocs maleriacs, purera isso be
secundario; o que mais grave he que... se assim me
posso exprimir, Mr. Dupe**ise (.'luudinu au fot-
lamamesma linaua, preseiilomcnie nao ha entre
elles ucuhuiu poni de aproximacao, de contrato
social.
Charpentier: -Es ahi juslamenle o que eu que-
ra dizer, quando fallava nadiffcreuea de educarilu
que exislia enlre elles.
Madama Hay muido :Ora, na solido em que
vive Mr. Duplessis, essa falla tle pontos do coiilaclo
com sua raulher seria mu grave; de cerlo o pensa-
menlo que preside a esse casamenlo be mui genero-
so e mui delicado, para que possamos um m(aiile
suppor que ello queira considerar Claudina como
nina criada ; mi, nao, elle ver nella a doce e chara
coiupanheira de sua vida solitaria ; mas eulao. repi-
lo, se apresenlara em toda a sua gravidade u des-
1.1" pitre.i" moral que existe enlre elles...
Jolo :.Minlia boa mili, nilo participo de seusre-
ceios; pos estou certo deque Feruaudo saber.i por-
se ao nivel da alnu simples e ingenua dessa mora,
a qual ama (enlmenle.
Godofredo:Teu flho lera razao, raiuha inmla.
Mr. Duplessis ha de compre hender que a primeira
ideserquo
seja
ni movimenl
i o Irancou i
matantfnopla, oslo por dui
a primeira para amparar
* arlos iil
I TLMllll
mira as huidas barbara
limar das
m Beeilu.
ri/m's tas
Turqua
la
riuresde hoslihdade da parle
para prolcuer o sullao e oschi
que
lural
imperit
princi|:
Mas nao
vez de un;
caz ?
Au primo
trolas hile
porem fin C
mais serias
coulra
Ruraia
los do nii|
ameacam.
lia ahi um duplo inleresseailefendor.en*presenca
da invasao russa e do lalanismo lurco excitado, se-
gundo di/ein. por IgeolM eslran^eiros.
He rJestc mouo <|uo a ludalcrra e a Franra me-
lhor | "liiNi marcar o senlido elevado quo do a pro-
leccao cora que cohrem u imperio otlomano. proloc-
cloque nao ucciilla ueiibuin projeclo ambicioso, e
quo peto contrario ao Anda no iuteresse mais ac-
tual da Europa o da civilisacilo.
Julga.....sser esto o lim. QuanlO ao mais nJo le-
uios a proleiicaode saber que inrios ompreizanlu os
governos, c monos anda de presentir as phaaM ili-
veraaii polas quaes pi>do anda passar a quietan do
Orienle.
.1- a opioO publica romera a abalarse na Inula-
lerra, iiiecliwi* numerosos se fa/.em, o dcixam per-
ceber ummovfmenlo pronunciado contra a polilica
russa.
Nao queremos dizer que se dexa subscrexer a lu-
do o quo se tli/. alm do eslreilo, liem inosino quo
se deva ulilisar os serviros dosenhor Ko-suth.O me-
lhor, pelo contrario, ha dispensar tara serx^os, e
au permillir ao senhor kussulli ir ollercce-los a
quera quer quo for. Demais ha r.i/.io para crer que
o divn nao os aceitara ;todava,he bom que a upi-
niao puhlicana limlaterracomprehcnda o perigo de
seuielh.:ules allan^as.
Estes movimeiilos da opiniao publica,por occasiao
de aljini.i grande queatlo poltica, sflo froquoules
na Inulaleira, o eslemlomsc larihueiilo i ludo o
paiz, nem sempre sem exressos o aem excenlricida-
dos, porem as mais tas vezes sem perigo. Era seu
todo elles conslitiiem umi forca que pode seren cor-
tos Instantes o a|>oio dos governoa.
Em Franca infelizmente ha muilo que se procu-
ra um meio de orcupar-se ileinasiadaucule.e tle oc-
par-se mui pouco de polilica, c mesmo quando a
polilica corroas ras o as pracas publicis, raquee*
loes exteriores nao sao o que aqui mais apaixona.
Que s-era. pois, uesses perodos de esl.iL'nacAo que
lUOCOdem as auilaoes prolongadas ? Oh*erve-*e bo-
je o eslado do paiz : nada seria mais curioso a pro
curar-so do que a inllueucia e o eslrondo da ques-
tao du Orienle na villa interior da Franca.
Ella abaloii p poxo do Pars, fez alnum elleilo ni
Holsa, o da materia para novas e muitas xczes arris-
cadas especuladora*
OsespiritM poNticoann-upam-se rnincllaemou
11" nonio de visla.
llultM poaWM nao a cunhecem semine; mas fal-
condicjlo ta felicidade de Claudiua be ella nao sen-
lir-M ttlocUf come dzia Charpenlier, e esluu
convencido de que Mr. Diiplebsis ebesar pouco a
pouco a galibar a ronl.anc,a dessa morn. em urna
palavra, /altar-lhenualiiiaua,camo acabas de di-
zer, miliha irmaa, u faze-la esqueceressa dillerenca
de habilnse de educac^u, cujas cousequencias lal-
vez oslejas exagerando.
Madama Haymundo:Keconheceiido (jue erara
xerdailoiras as objeccoes de nosso amigo Cliarpen-
lier... nao pretendo concluir dahi que llevemos dis-
suadir Mr. Duplessis desse casamento.
Charpenlier :era eu (amhcm;e dizendo que
a resolueijo de nosso amigo me pareca a primeira
visla m.risgenerosa que sabia...eu exprima um re-
cejo e nao urna certeza. Mr. Duplesi- nos pede
conselho sobre una rcsolucao mui Importante; as-
sim devenios pozar maduramente o pro e o contra,
pois desejo v-lo feliz como presentemente merece
s-lo...
Madama Haymundo :Eslou loime de desespe-
rar desse feliz resultado. O* bons pensamentra sao
sempre execulxeis; fazendo-vos pois observar que
nao ha uenlium pontude conlaclo enlre Mr. Du-
plc-sj-1? essa inuenua moca, eu raciocinaxa secundo
i poaieSo aclual qu'e oceupam um a respeilo do ou-
; raciocinava larnhem segundo minha f absoluta
boudade do coracao de Mr. Duplessis ; por quau-
lo he provav'el que (ralando Claudiua coui.bs cuida-
dos mais Ionios o as alienles mais delicadas, que
rodeando-a de lodas as commodidades imaitioaveis
ir necessariamenle ter desempenha res como hornera honrado, e com ludoao meu ver,
nao ler feilo nada anda...
Joo:Que.... rainha mili... isso nao he nada ?
Madama flayinniutoSo, meu filho. Dove-
lara e arranjam-se o melhor que podeiu para se in-
leressarem nella. Ellas nflo ilseejam oulra cousa,
(Kirquanlo essa queslao esta na moda.
Na raassa do paiz os negocios do Oriente lomara
oulro carcter.
Nao queremos dizer que encontrem dinereiic.as ;
porem se vao tornando alguma cousa louginquos u
quasi eslranhos ao lodo normal dos inleresses.
Ninguem se admire disso. Era Franca, como
iamos dizendo, a populac/toeraueral conhece pouco
as queatesexleriures, s percebe a paz ou a guer-
ra que dahi pode resultar, c a opiniao se pronuncia
por consideraces quasi sempre muilo eslranhas as
niesmas quesles, Rundo disposicoes geraes do
momento, lia iuslanlcs era que se faria a guerra
por nada era Franca, ha oulrosera quesera muilo
aceita-la i-elos inlcrescs raais serios, e no'se podo
dissiinular que a queslao do Oriente se aprsenla
era nina hora, ua qual o inslinclo da paz lem um
poder sinRular. Ide a algumas pruvincias, e viMe
que ausencia de lodo o symploma de vida publica.
i > que predomina he o sonlimenlo do repnuso de-
pois das lernpeslades passadas. O queda maiscui-
uado, por ler um inlresse mais prximo, be a ques-
lao das siilisisleneas, o estado dosmercadus, o mo-
v ment do preeo dos graos, o a molestia que grawa
pelas viudas de muilo* lugares.
O governo foi o primeiro que reparou nisso ; ello
lomou receulemeiitc algumas disposic/wt, para faci-
litar a entrada e a circulacao dos grAos, o agora
acaba tambero de aliviar oulro ohjeclo de consumo
reduzindoos direilos de importadlo dos animis e
.las i .o ues icsf.is uu salgadas. Esta reducto nao
he pouca cousa,pois.em cerlos arligos; sobre u gado
vaceum pur exeinplo, o direilu doscou de 50 3
francos por caliera.
Quaulo ans incidentes politicn de nslurcza pru-
prja a caraclerisar nixsa siluacao interior, o mais
saliente sera duvida he o discurso do imperador aos
recruta* do campo de Satory. Duas palavra- su
nolaxeis suhreludo uesse discursu : urna que enlre-
ua aos exercitus o sustentculo dos imperios uos
lempos dilliceis, nutra que faz da abnegado e do
dcsiulercMtu da vida militar urna censura au etiur-
vaineulo da paz, e ao amor das riquezas que so des-
envolve em nutras classes : palavras igualmente
graves, o igualmente signilicativas de qualquer
maueira que sejam coinprebcndidas.
Enlre Irabalhos litlerario- por que nao fallaremo-
no .anuario do Dou* Mundos esse resumo an-
imal da historia de lodos w povus, de sua dipplo-
niacia, de seu desenxulximenln pulilico inlcrior.de
seu prouressosintollectiiaes, de seu commercio, do
sua indiislria, e desua tiuancas, de maueira que so
pode ler em um momenlo aos olhos o espectculo
da civilsacao conlemporaiiea i medida que os acou-
lecimenlos lem lugir, e s4*ulir-so de alguina sorle
as palpilacoes do mundo ?
Ha tros annos que o .anuario curaecou a appa-
recer. Ohscrxcmos nesle iutervallo quaulos acuu-
Iccimcnlos se Inlu produzido : a Europa raudnu de
lace, anude exislia una repblica em Franca, uas-
ceu um imperio; as monarcluas abaladas e amea-
cadas de deslor.ac.lo, como a monarchia austraca,
lornaram progressivameiile lrmar-sc. Aos um
Mnenlos de 1K18 e Is'i succedeu urna reacio
immeiisa. A Ilalia, excepto u Piemonte, lornou a
cahir debaixo du poder absoluto. S a Inglaterra
tora proseguido nu curso victurioso de seus declino
augmentando de dia em da sua fortuna. Lace-
nlos os ulhos fora da Europa.
Alera dos mares vemos os Eslados Cuidos eres-
eudo do auno em anuo ; o Mxico luctaudo ua
luaishorrxel auarchia. prestes a ser invadido c de-
vorado; a America reulral feila o thealro das ri-
validades dos Inglezes e dos Americanos ;e todas
as repblicas da America do sul (rabalbaudu pcui-
xolmeule ha Wl aunus por se orgauisarein e vixe-
rein.
Era mitro poni cralni para o extremo Oriento
na China e ua luda fazera-sc resoluroes, e prepa*
ram-se couquislas. Transporlemo-nos a aples, e
lenihromo-iiosde dous incidentes, dos quaes um Tez
rumor, o o oulro passuu quasi desaporcebido : que-
remos fallar as Tarjas do Mr. (iiadslone. sobre o
estado napolitano, e na retirada do presidente do
cunselho o marquez Forlunalo, quu as seguio du
porto. Que relacilo podia haver entre esles dous
inccdonles".' Era c-le um poni muilo pouco es-
clarecido, c que descobre um fado singular ; o pa-
pel to leinor aonde s ha um Si. que faz c regula
ludo, por mais hnralo que seja e*sc Sr.
Tal mu calido do reino de aples, no qual o
poder mais absoluto au (era oulro correclivu se-
nao a euusrieiieia do nioiiarcha.
Anles de publicar suas Carta', o Sr. (jladsUinc
I*/ saber pelo org.lo de lord A bordean ao governo
deNapuIra, que nilo as dara luz, se o goveruo
pozesso cobro nos fados que ellas re vola varo, e res-
liluisse a liberdade ao joven l'oerio comprometlidu
no prucessu da t'nidade italiana. O principe Cas-
lelclcala, uniistro napolitano em Londres, Iraiisrail-
lio osle aviso ao seu ministro dos negocios eslrau-
geiros, o marquez Forlunalo ; mas este, recelando
Hend ras susceptibilidades do re, nao Ihecommu-
nicou as cundi^'oes de Mr. liladslono, e as Cartas
appareceraro.
neo depois, enlre polmicas suscitadas a esle
re-peilo em Londres, o principo Caslelcicala lovou
umi grande reprehensu de lord Pnlmcrstoii, o fui
chaiuadu pelu seu governo. Adiniltido era audicu-
cia real o principe, linha do ser vivamente repre-
hendido por mo ter sabido prevenir a publicacu
do folhelo de Mr. Gladslone, ou ao menos por udo
te-lo ooohecido previamente. Pornuica resposla, u
principe apresenlou o despacho que (ransmittia o
aviso do lord Aberdeen, e a culera real recaliiu
sobre o marquez Forlunalo, o qual s (nidia allegar
seu receio de desagradar ao re.
Oulro fado nilo menos curioso he a negociacao-
que havia lido lugar em IH'k enlre a Sania S eo
uovoruo inglez, na qual delinilivaioenlo esle nao
prevaleecu a neuhuui respeilo.
Dejiois du grande negocio do reslabelecirneulo
la byerarchia episcopal, o cabiiiele inglez quera
fundar urna legaran era Roma, e promedia urna
l'i.....ii io especial a igreja calholica da Irlanda, su
a corle de Huma quizew dirigir a ac(,o polilica
dessa igreja era um senlido conforme aos prnjedo*>
du governo britnico. %
A Sania S recusou formalmente iniimneiiei -i
as lulas dos partidos na Inglaterra, o quaulo a
hiinlac.i" de uina losarlo brilanica em Koma, nao
ailmillio-a por precio algum, a menos que fosse
abrogado o bil volado na alguns annos, era virlu-
ine, suppunhainusquo Mr. e madama Duplessis as-
sonlados junio do foguem seu salo, lem que passar
au ladu um do oulro, segundo u habtlo desua vida
retirada, um longo serao; Mr. Duplessis contem-
pla com urna profunda e legitima salisfacao essa
mora que outr'ora vivia de um dia para oulro de
um salario mdico o precario, vestida apenas de al-
BjodlO "o invern, ede noilo depois de una xiagem
penive) xullaudu para sua trisle morada, exposia as
intemperies das esiaces ; Mr. Duplessis v <-,-.i
moca em sua casa era um lindo salo, elegantemen-
te veslida, bem calcada o gozando do comrondida
des inleii nneiile novas para ella, c certa de -t n
venturoso fuluro ; elle ama leruamcnlo essa rauca,
ella so sent tei n.inieiiie amada... tem-lbe lana
alleica quanto iet onheciiiienlo... melhor anda...
ama-o xerdadeiraincnte... Nao dcvc'elle crcr-so
com direilo de dizer : grasas a mim, Claudina ho a
mulher mais feliz do mundo '
yodo :Cerlapienle... e isso nao he verdade, mi-
nha boa ii i '
Madama Haymundo:Uso he verdade... Clau-
dina he fe/... sim feliz pouco mais ou menos
maueira dessa pobre cadellinha amarella deque nos
ralla Mr. Duplessis, o que vejo deitada aos psdits
dous esposos... Mas l.isello s lera o inslinclo, c
Claudina lem urna alma... Recebeudu um pouco do.
pao e umaDagu da mao tic seu senhor, l.isello esla
menle... seus desejos nao van alm disso ; po-
rm nflo acontece o mesmo coui Claudina, a qual
com quaulo seja simples, ignorante e ingenua, leea-
hr.i se.... compara ; reflecte... o raciocina. Cuino
lodas as mocas das villas ella tem araislido as vigi-
lias do invern, ou de imite asseutada em roda do
fogo da cozinha com os criados da casa en que vai
irahalhar, lem conversado c rido draembararada-
i. i

MI ITII AHO




l-'i
t:
de do qual o representante do pipa era Londres so
pode Irr nm caricter puramente leigu. A lluarSo
prosete da Hespauha te beo ilillicil de It-linii -se.
lia dous auno* a Pennsula acha-se colloeads cu-
tre um pensamenlo de reforma constitucional ea
jrupoasibilidade da faitr esta reforma.
De urna parle 8 peoaaracnlo parece lubiiatlr an-
da iovariavelmenle nos eonselhos do govemo, da
oulra, ease projecto lem encontrado urna invenci-
vel opposijao no maior numero dos homens irainen-
lea do propro partido conservador. A lula conti-
na e e resol ve peridicamente em crisea minis-
teriaes qoe al agora nao bao (ido nenliuro resulta-
do apreciavel. Depois do lim de 1835 tres gabnc-
les se lera turceddo, e realmente lia pouca dille-
ranea era sua poltica. Quando cabio do poder o
Sr. Bravo Murillo, jolsou-se que o gallineto pren-
dido pelo general Roncali -ia dar aoa uegocios ou-
Iro pensamenlo, oulro espirito ; eulrelanlo nada
bou ve. e pouco depois esse ministerio foi levado s
mesmas extremidades que o precedente. Formou
se um novo gabinete, a cuja freole eslava o gene-
ral Lersimdi ;mas linha acaso este um pensamenlo,
difereoto ou masdelerroinado'.'O mmiaterio Lersuu-
di era sem duvida animado de inlenc.es cxcellentes
deconciijao ; pormquanlo su poltica, viven
cora a condijao de nao e explicar, de nao locar na
quelites rnais graves emais urgentes, como a con-
vocajao das curies, por excmplo. Todava, elle
iinu lomar urna drciso sobro um ponto iinporlan-
le, e d'abi resulloo nina deslucajao ministerial.
Foi aasim'qite sabiram successvaraenle do gabinclo
os Srs. Manuel Berrnudez de Caslro, o Claudio
Movano.
Iloje, depois de complelar-se a inuilo cusi, des-
aparece o gabinete inleiro, e dcsapparece pelas
mesmas causas que lulo felo todas as orses minis-
teriaes ha seis metes, pprqoe n.lo pode resolver-se
nem a vollar pura o simpiesmcnle ordena consli-
lucioual, nem a tentar de urna mancira qualquer
una mudanja no rgimen poltico da llespanba.
Neslas rondijoes qual be o carcter do novn ga-
bioele 1 Vejamos priraeiro os liomens. O presiden-
te duconsellio, o Sr. Serlorio, conde de S. Lu,
he, como so sabe, um anlgo publicista que toi mi-
nistro com o general Narvaet. Foi opposlo aos
projr-clo* de reforma do Sr. Bravo Murillo ; mas
nesles ullimos lempos separou-se do que chama-
/ vam a combinaju, para approximar-se dos gobiuc-
les Ronral o Lersundi.
O Sr. Roca de Togoras, marque/, ele Molina, fet
lambem parle 11o minislerio Narvaez. OSr. Esta-
ban Collanles esleve um momento no ultimo gabi-
nete. O general Blaser be um oflicial doopinies
polilicas pouco delerminadas aqu. O faci IMil
singular lie a presenja ilo um progressisla, o Sr.
Ilnmeuech, no novo conselho. Agora tornamos a
diterqual be o carcter desle gabinete':
Se quiessem formar um minislerio conservador
puramente conslilurional, oulros liomens mais mi
portantes seriam designados ao poder, talver aem
excluir o Sr. conde de S. I.uiz.
Se se Iratassede dar um lugar no poder aos pro-
gressislas, oque alias seria nexplicavel, ler-sc-hia
procurado algum ebefe desse partido: logo, be an-
da nma tentativa do lranscjan, feila smenle em
condijes diversas das precedentes. Sobre que ba-
ses se operar essa Iransacjo'! Isso be impossivcl
saber-se inda, alenla a romposijo um lano hc-
lerogenea do ministerio. Se as corles nao forera
convocadas, ser aconlinuajo da mesma poltica
ilesles ullimos mezes, e se forera reunidas, oto sa-
bernos que far o novo gabinete para sustcnlar-se,
a menos que nao proceda a urna nova dissnlucan.
o fundo da America do Sul, a republca argn-
lina leve urna nova revoluto, ou antes, o lim de
urna revolujo, se esse for o lim.
Todos sabem quu ilumnenlos surcessivos, con-
Iradiclorios esempre anorebicos leui liaviduein
Buenos-Aires, denois d.i queda de Rosal, os quaes
terminaran) pelo sitio que o general Urqoiu, cn-
carregado dos poderes do reslo da confederadlo, veio
por-lhe. Ha seis metes que durara esse -alio rom
allernalivas diversas, entremeado cada ilia de ac-
eta e tentativas infriirliferas de mediaran e de con-
ciliajao. lie quem foi a vicloria t do mala [orle,
do mais hbil, ou domis conciliador'! Do ne-
nlium, a lula acabou-sc por ineios bem difl'cionies,
os quaes denotara quanla oorrupjao esla misturada
com a anarchia dessas repblicas americanas, Du-
rante o cerco cada qual que curruinpesse os agen-
es do oulro. A venalidude comejuii a dcsconge-
lajao. eadescrjo das tropas acabou-a. O general
Lrquiza ao mesmo lempo que siliava por Ierra a ci-
dade de Buenos-Aires, bloqnoava-a por inarconi
algumas forjas navesque pode reunir, aruja frente
scacbava nao um Argentino, como era de suppor.
mas nm Americano do Norte chamado Coc. Era
un l'olouet quem coniniand.iva as dos -Miados : no-
vo (rajo caracterstico dessas lula- cslranlia-. (I
almiranle |lonc< fe/.-se balcr ; porein o almiranle
americano foi mais hbil : l'ez-sc comprar por aquel-
les que eslavam encarrogadns de c.....baler para le-
vantar o bloqueio c eulregar-lhes alguus navios, o
desle modo firou o general lrquiza privado de um
de seus mais fortes ineios denrran. Folio islo, os
aronteciinenlos se prcripitorniii. Ijn ollic-ial argen-
lno, refugiado em Montevideo, o general Flores,
desembarcou na provincia de Buenos-Avies para
sublevar os campos contra lrquita, e procurar li-
rar-lhe suas Iropas, e fui bem succedido.
L'm corpo do cxerclo mandado coulra elle, pelo
director provisorio, descren, c o general lrquiza
ali.nidoii.ido pelo mor parte de seu ejercito, sera
mesmo esperar o resulladu das negorinres novas,
que se Dieran] na chlade, voltou precipiladaineule
para a provincia de lnlre Hios.
Acidadede Buenos-Aires licou pois livre. c c*-
se livramenlo foi celebrado com grande liiuinplios
e pomposas feslos. Noinooii-so um novo governa-
dor. oSr. I'aslorObligadoj porein mo baslaia ler
leucido, a difliculdade agora cslem viver. Pde-
se pergunlar, se as potras provincias acallarlo a
le de Buenos-A> res, se u congresso da Sania IV
ver sua conslilinjo supprimida aniel de ler exis-
lido realmente. Quantos elementos anda de guer-
ra civil!
I i quiza linha commetlido fallas; com ludo o pip-
udo liberal de Buenos-Aires esl em grande erro,
se pens que abaleudn l'rqui/a preservou-so do pe-
rigo dos antagonistas e das dominares inililares.
Amanilla lalvet subir um dos generaos que njittla-
ram a derribar o vencedor de Rosas, o libertador do
anuo passado, lao profunda c quasi incuravel be a
anarchia nessas tifelizos renjta.
Na oulra margen) da l'rala.eiu Moiilcxidco.liouve
lamben) um niuvimento. que lehtmeulc nao leve
eonsequencias.
Apetar da desfeila do general Oribe, ha dona .ni-
os seu parlido nao perdeu aiuda a forra ; pelo con-
trario estiva em maioria no pait. as cmaras e no
ministerio, llalli a graude irritadlo dos anligos de-
fensores de Montevideo. Ja ha alguus metes reina-
va umacerla agitajo ; mas a IHdejnlho.auuiversa-
riu do juramento prestado a roiislituijau, Iravou-se
una rolli-jo onlre a milicia nacional, roiuposla dos
parlidarios de Oribe, e as tropas de linha a ruja
freule se foram logo por os gner.ies Dias, c Pache-
co > Obezcom um pensamenlo de conciliario.
O resultado foi a fogida da guarda nacional, de-
pois da qual o presidenle, o senhur lro, mudou
seu minislerio, chamando para o poder alguus dos
lioinans priuei|iacs do partido dos anligos defensores
de Monleiidco, ossenhores Berro, Herrera y Obex.
Pouco depois a tranqiillidadc eslava restahelecida
na repblica oriental, ea Iranquillidade he una ue-
cessidade para ella, alim de |iodr cicalritar as feri-
das de un cerco de det anuos, reparar suas linaneas
romplelanienle esgoladas, csliniular o Irabalho u a
industria por urna ap|ielfacao feila aos emigrados c
ai capitieseslraugeiros, o tomar-se em lira um es-
lado regular no mel dessa America 15o triste e (ao
csterilnienle agitada.
ittcruc de ieux Mondtt.)
mmixw.
nenie com seus iguaes, contando ou ouviudo hislo-
riasinhas do campo, dilos malignos ele.: e senta-
se assim ao seu goslo... Sup|Hiihainos agora que Mr.
Dupplessis, que pela sua idade e snbreludu |>elo ie-
conhecimenlu que inspira i Cleudina, deve iufun-
dir-tlie muilo respeilo, nao sabe conversar com
ella... sim (omprego estes termos de proposito) sup-
[iuiiIi.inio. que nao abe cmi'trsar com ella.,.
Jua ;au a comprehendo, miiiha mi.
Madama Haymundo:(luve-me, meu lilhn: Mr.
Duplessis deve passar, por aMim dizer, sua vida face
i face com essa moja. (Jual sera o assumplo de
suas con versales? Fallara elle a Qaudina no mun-
do em que viveu '.' Kao, seinelhanle conversarao
nao leria ncnhuin inleresse para ella, ou en lio nen-
ies lembrancas de um passado que Iho heeslrauho,
poderia ver a expressao das saudades de seu marido
lelos lempos do oulr'ora. F'allar elle Claudina
nm lilli-raiiii i. c bellas arles'! Nao. A pobre mor
liba ii ni sabe lir nem escrever, c urna lal conversa-
cao Iho daria cruelmente conscenca de sua infe-
rioridade. FaUar-lhe-ha elle uoscuidados da casa '.'
Este assiimplo seria brevemente osgolado.
Tomar un lvro em quamo I dandi na Koccupa-
rcoui alguma costura! A chara mocinha. por
inaisamaule e imada que fosse, se lembraria lalvez
com saudade dos sertes alegres, nos quaes antiga-
ineuletoniava parle, e dir comsigo tristemente re-
signada :i'Nao fui feila para conversar emn meo
marido : sou tilo limitada que elle nao sabeem que
me ralle. lijo de icspouder-mc que sao senli-
iiieulos pueris. e sem importancia, Ngo, nao, quin-
to mais segura esla a vida material, mais pungen
Dr. Mantel ion5 da Silva Nalva
Dr. Francisco CartoaBrand
Dr. Jos Qiilnlino de Castro I .co
Dr. Bernardo Perelra do Carino
Dr. Francisco de Paule Baplisla
Dr. C.A. da Silva Mi 0. .,'
Dr. Anlonio dos Sanios de Siqoelri Cavalcanli
Jnior
Ilesembargidor Jeronjmo MarlinianoFigneira
de Mello
Dr. Joaqun) de Aquino Fonseca
Teuenle-coronel Jos Antonio Lopes
Tenenle Jos Pedro da Silva
Uadre Francisco llocliael Pcrcira Bflo de Me-
deiros
Dr. Jlo Mara Seve .
Dr. Anselmo Francisco Prcll
Woriano Correa de Brilo
Dr. Jos Nicolao Riguera Cosa
Manuel Anlonio Marlins Ribero
Dr. Jos Francisco da Cosa tiomes
Dr. Joaquim Francisco Duarte
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella
Dr. Thom Femandes Madeira de' Caslro
Dr. Lonreneo Francisco de Almeida Calando
Escrivao Francisco de Barros Correa
Dr. Cosme de S Pereira
Dr. Pedro Uaudiano de Halisc Silva
Anlonio Carneiro Machado Ros
Jos Joaquim do Reg Barros
Coronel Anlonio Francisco Pereira
Dr. Joo Vrenle da Silva Cosa
Juao Valentn) Vilclla
Tcnenlc-coronel Rodolpho Joo Barata do Al-
uieida
Padre Marjal Lopes de Siqucira
Dr. Joaquim Pires llonjalvcida Silva
Padre Nemetio de S. Joo Cualberlo
llr. Joo Francisco da Silva Braga
Dr. Joaquim Vlella de Caslro levares
Dr. Francisco (ornes Velloto de Albuquerque
Lilis
Maria Freir (.ameiro
lo Capislrannde Mendonca
ando de Mello
rgador Caelano Jos da Silva Santiago
CaelauoEslellila Cavab-anli Pessoa
Francisco Ferreira Marlins Ribeiru
Dr. Jos
Padre.lo
Dr. Fen
Desemb.i
Dr.
Dr.
|ir. .Manocl Joaquim Carneiro da Cunha
RECIFE 12 DE NOVEMBRO DE 1853.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SEMANAL. a
Copiosas chovas aligaram as ruis d nussa cida-
de no da 6 do crrenle, e principalmente no dia 7
de sorte que lalvez no tlvessemos durante o inver
no um da em que, como nesle, fossem ella lo tur-
es, lao constantes e duradouras. De entao parec
lera apresenlado a almosphera nolavel allerajlo; i
calor lem arrefecido; freqoenles e fortes aguacei
ros lem cabido, e ludo nos parece annunciar que nao
mu.....um verflo lo prolongado e rigoroso, como
principio poderamns suppor, mas sim que a mao
liberal da Providencia nos ha d conceller urna am-
pia compensijio pela escassez do invern Iransac-
lo, que bem caro nos cuslou.
Um desastre asss lamcnlavel leve lugar no da 6.
L'm lile, em que andavam brincando det rapazes,
l.. para as bandas da ilha dn Pina, virou-s com
urna refrcgi, que deu-lhe sobre a vela, e dahi resHl-
loii morte de Iros por afogunenlo, lendo depois
apparecido us cailavcres de dous smenle. Approxi-
oa-se a fesla, com ella o furor dos divcrlnienlos,
que a lanos be fetal, A rapaziada principalmcnle
alira-sc a ludo, nao sendo por isso raro que por es-
tes lempos mencionemos, como de ordinario lem
.o uniendo, alguns casos mais ou menosdeploraveis,
e que qunsi lodos derivan) do nosso passar de fesla
intemperante.
No dia falleceu Meta eidade o Sr. JoAo Carlos
M.n i o lio Palliares, un dos mais anligos e mais ha-
bis Ivpogrophosque ella possuia, e cine ha mais de
Ji.uni, achava-se empregado na ollicinadesle jor-
nal. O Sr. Joo Carlos era mu honesto pa de fa-
milia, ii ii-la muito laboriuso. c lo inlelligente no
seu nil ir io. que, sem nanea ler sabido desla provin-
cia onde nasecu. armara todava qualquermechani-
ca de nova invencao, e aiuda nao conhecida no pait,
como livemos occasio de experimentar rom a que
mandamos vir para este Diario.
Recebemos milicias de varios pontos do inlrrior,
e, em abono da verdade, nao foram ellas, em par-
le, naia satisfactorias.
No dia -I'.) do passado foi publicamente assassina-
do com dous liros, na villa do lloni-Jardim. comar-
ca do l.imoeiro, n Sr. altores llcrcnlano Ferreira
da Silva, prnprielario all morador. (Is mMHiuee,
a|wzar de commcllerem seinelhanle allenlado ao
meio-dia, pocleram evadir-se, tal heoeslado de lu-
por ou indiOeronco cm que se aeha a nossa popula
rindo cenlio!
Bm a uoile do primeiro docorrenle, foi lamben
barbarantenlc assassnado no cngenlio l'lnaa de
llaixo, do lenno do Cabo, Jos Vcenle Litis por
Jos Veroiiico, lilhoou sobrinho de um religiosodc
uome Jernimo all residente, endo a cania desse
allenlado, conforme a partlcipacflo ollicial, o des-
mancho do conlralo de casainenlo entre o lal Vero
nico e una rapariga creada na casa do dito enge-
nho, a qual depois veio a casar com o assassinado.
O criminoso, a despeilo das diligencias leilas para o
capturar, conseguio por-seao fresco, leudo o respec-
tivo delegado mandado instaurar-llic o competente
proresso.
Do Rio-Formn eomrouniearam-noi o aegoinle,
era il ila de 7 ih crrenle:
EibUeem Seriuliaem un tal Manuel Joaquim,
o qual lem dous lillios. l'm desles rapazes lencio-
iion casar com a lidia de Ora Francisco MauueldeSa
Cavalcanll ; o recusando o pal da inora aniiuir ao
caumenlo, lencionoo o regeilado furlar a rapariga,
no que por aqu ha grande ulnria ; e passamto no
dia de labbado, .'i do correnle, pelo engenho Canio
Escoro, em companhia do oulro irmdo, dlriglramal-
mnna. pilheriai a duus lilhoi de Francisco Manoel
pai da mora os quaes, depois de rcspundercm-lhes : Sr. conselheiro Jos Benln ila Cunha c Figuein
da mesma forma, forara-seas armas : estes cun faca j presidenle ila provincia.II descinbarg.
e baraniarle. o aquelles com careles do que resul-
loo oseuiiinle:sabir o noiio i.oin una tarada na
india vertebral, que lera mais de polegada de pro-
fnndidade, e segundo dizein nao escapara ; e o r-
mo rom um Uro na cabera, que resvalando, < Ihe
arrancou o rouro. e oulro no braco, que o fraelu-
rou ;e os dous irraaos da moe.i sabiram c.....asea-
becas quebiadas, e baslanleinenle esbordoados. A
polica procurou caplurar a osles ltimos, mas ova-
diram-se.
I', i mili.i lado coniiiiuaiaui com aclividadc as
diligencia. policiae>. linliara sido presos nacomar-
ea de UaranhnM, Pedro Ferreira da Rocha t Ma-
noel Machado da Rocha, criminosos de mora no
termo do Caruar ; Manuel do :\asimiento Callado.
por rrinie de l'erimenlu ; Manuel Ferreira Campos,
porcnme de furto; Francisco Pereira da Silva, cri-
mine.....le morte na villa dePesqueira ; Joan Su-
rca da Silva, criminla de mora na provinciadoA-
lagdaa; Manoel Florencio de Carvallo) Bomba, e
lia. pela lomada
d'.irmas. de no-
sendo lamben) o
na freguezia do
eu irinoCvpiia-
T
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II
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13
.I
K
I
3
KEPAHTICAO DA POLICA.
Parte do 41a II de novembro.
Illin. e Bira. Sr.Participo a V. Exc. que das
liarles buje reccbidasnesla reparlico, consta lercm
sido presos: a ordeni de V. E\e., o pardo Joaquim
Francisco, para recrula; a niinba ordeni, Anlonio
Fraiicisro do- Sanios, Manoel Thcmotou, o Joo
Francisco do por se acharen) sentenciados; ea
ordem dn subdelegado de S. Anlonio. o pardo Ma-
nuel Ra inundo de Azcvcdo, sem declararn do
motivo.
Dos guarde a V.Exr. Secretaria da polica de
l'eriianibuco 11,1c novembro de IS.VI.lllm. eExm.
Sr. conselheiro Jos lenlo da Cunha e Ftgueiredu.
presidonleda provincia. O desembargador Cae-
UmoJoii da SUea Santiago, ebefe de polica in-
terino.
dem do da 12.
Illiu. cEvin.Sr.Participo a V. Exc. que das
parles boje reeebidaa nesla reparlir.lo, coaita lerem
sido preeos i a onlem do subdelegado da freguezli
de S. Jos, Joo Ferreira da Trindade, o Joo L-
eas Hemigiu da F.ncnrnaco. ambos por lirga. c a
[ircla Antonia, escrava de Antonia Maia Corles, por
crine de furto ; a ordem do snb.lelegado da fregue-
zia da Bot-Viiia, o prclo Manuel do Nascimenlo,
para coi receo ; ea nrdein do subdelegado da fre-
une/.ia dos A logados, llerniino Uonealvea Kibeiro,
Maria Francisca Rusa, c Joaquim Mauricio Paes
Varella, lanibein lodos para corroern.
Dos guarde a V. E\r. Secretaria da polica de
Peruainliuco I2de novembro de IS.VI.lllm. elixm.
do,
tur Cae-
'lano Jote da Stlra Santiago, ehaft) do polica in-
terino.
se desenvolvimcnto, cujea resullndos, em ultima
inilvse, redundara cm proveilo dos'accionislai.
No segando caso, sem pretendermos nem da leve
criticar a gerencia, e no inluilo lmenle de provo-
car a eihibico das provas e das ratees do emprego
mal combinado, de que cima fallamos, proponaos
o segunles quesilos.
O capital constitutivo do banco ocha-ie integral-
mente recolbido peloi accionlslai; im oulras pila-
vras, as entradas de cada aeco eilo complelamen-
Ic reallsadas'.'
Qual a base, ou sorama de valores negociaveis
nos Ircs priraeiros metes de la inslallarlo, em que
assenlsram as suas previsOes?
Qual o modo seguido na emssao das olas poslas
em circulacao, islo he se admissao leve lugar
no curso dos desconlos regulares com parto do ca-
pital, ou depOM de esgotado o capital salva a re-
serva ? /
Nao estamos habilitados para resolver eslas ques-
loes ; e a a inlellligeuria da direco do banco, que
sem duvida as eslabeleceu anles de nos. Ibes pode
dar urna convenanle e cabal solujao. Nao pode-
mos farer raciocinios malhemalicos sobre conjcclu-
ris vagas, ao acaso; e conlesaanios a nossa inleira
ignorancia du rnechanismo interno do banco de Per
nambuco.
Sejam quaes torem o effeilo e as suas cansas,
um fado de urna grovidado inconleslavel domina
luda a quesiao : a saber, a tata do desconlo
que nao lem limites racionaos, quo perturba os ne-
gocios [telas suas conslaulcs c enormes flucluaroes,
que se modifica siibilainenle, sem causa apreciavel
cilcrnairenle, sem crisc financeira. nem poltica no
seo da prosperidade agricola o commercial do
paiz.
ti banco he o Ihermomelro regulador da laxa do
juro. Sua crcajo leve em visla um fin moral e
bem-fazejo: eslnrvar a marcha desfajada o o desen-
volviinenlo da usura, pralca a que se pode chamal
preguira dos capitn sua quolajo bebdoraa
daria be o'fanal dos grandes c pequeos eapilalislas.
que elle anda nao pode alisorvcr. Sua luz os guia
no mercado do dinlieiro ; modera o ardor das ospl-
rajdes usurarias que se ciirvam ao seu nivel: se
porem o banco se aventura n'esse Irilho fatal, sea
sua laxa oflicial gravita entre nove edez por cenlo,
qual sera o proccdiuienlo dos eapilalislas abastados,
sabciio com certeza que o banco esla sem dinhei-
ro7
Anles da sua nslallajo, ao menos, o mercado
monetario disposlo entre um numero Indetermina-
do de bolsas grandel e pequeas, ronsliliiia um Cor-
po ndiscipiiiiado. Incoherente, cojo accordo nlo
poda ser unnime.
A concurrencia embargara a marcha ascencional
da laxado desconlo;os seus progressos erara pulanlo
Icnlus; as previsoes se desenhavam mclbor, c na
perspecliva de una falla maior uu menor de capila-
es, asrdeos expedidas para oRioou Babia ae rea-
lisavam asss a lempo para refrear a inccssanle
avidet usuraria.
Iloje, pelo contrario, a rolajo oflicial do de:
conlo pelo banco, rene e concentra o pequeo
eve i'iin dos empresta/tare* ; arregimcula-os, disci
pliua-os c Ibes diz : lie ehcgadu o momento.; ni
abr as vaoNH bolsas seno a juros elevados ; o
meiis roflres eslu exhauridos ; uo poaw mais des
contar.
Eul.lo esses capilaes proguicosos e limidos. que
cansadoa de longo repouM no sepulcro das burras,
sobouvcr.ini lalvez aienlurado as uobres vias es-
peculalivas da agricultura, do cunimercio e da n-
duslria. mllam mais sequiosos do que nunca ao
mercado monetario, e na sua voracdade iusaeiavel
quizeram ler pur legenda eterna. Dous por cenlo
ao u/.
Chumbo-
Carne secca
Farinlia de Irgo-
lOllillMaiHI.
Joaquim Antonio de AranjoCara
de um criminlo de inorle. a Ion;
me Joaquim Ferreira de Carvalbn
Caranna criminoso de duas morte
lliiiquc; Jos .vnlnnindc Lima c
no Jos de Lima, por liaverein a I irado, do embosca
da, sobre nina palmilla que ea persegua na silla de
Aguas-Bellas.o Cabo fui preso eeati sendo pro-
.1 i.l.i JosSoares. que assassjnnra seu irinn Joa-
quim Soares, e bava-se evadido : e lamban Pedro
Jm de Mallo., por tentativa de morte,e roubo fci-
lo aoporluguei Joae Marques em o annn amado.
Em l'.io d'.Alhu foi preso o criminlo do mora
Jos CarlosdePIgoeredo,pronunciado ha um anuo.
.Nao linalisorcinosa nossa revisto semdarmos cun-
ta aos lelores de baver paaudoOnalmeule a borras-
ca eleiiural, que viodoacompanliada de muila clui-
va. resTriOU logo o ardor de alguus, O delxoo a ou-
lro derrotados; No dia 7 reunio-se ocollegioelei-
lural denlacidade,e elegeu a respectiva meu ; mu
nao pudendo cll'eeluar-.c nesse dia o reccbiinenlo
das listas e apuraco, por havercin-so leunido mili-
to lrdeos elei lores, leve isso logar no Mguinle.
Teni ehegado a apntelo de qoaii iodos oicollegios
ciiriiiuii/iiilios, mas aiuda nao he cerlo n resulladu
da eleieo. poli que o serlao anda nao dis.e a sua
palavra, que vetes he decisiva. Todava mullo)
eandidaloa ja se acliain tora do combale pela estrate-
gia o rodea golpea dos seo. ......petldores na peleja :
a eleijo fui desleal c ineouslanle cuino sempie ; e
por as bem se pode compara-la aqu a una inu-
llier pouco honesta, o appliear-llie u que em seus
uionienlus de improviso, dizia Francisco I de F'ran-
ea acorra do bello sexo iiidislinclamciitc :
o Smitent fcmmc carie,
liten foi ct qui S'y /ic.
Podar islo ao menos consolar Os engaados '.'
Creinnsquc sim.
Entraiain durante a semana 13 embareares, e
sabiram unirs lanas.
Hondn a alfandega xii.ni,:-i,i;i rs.
Fallereram 31 pessnas : K homciis, 1(1 niulherese
5 prvulos, livres; ."i liomens, 3 moflieres c I pr-
vulo, cscravos.
>->?<--
COLLEIO DO RIO IORMOS0.
Os Sis. \ oos.
Vigario geral Leonardo Anluucs de Meira
Ilenrques -"ti
Dr. Caetaoo Xavier Pereira de llrilo f!
Dr. Sebaslio do Reun Barros do Lcenla 17
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho ili
Dr. Joan Antonio i i
Dr. Angelu Ilenrques da Silva II
Dr. Joo H mano Alvos Maeiel II
Dr. Antonio Raugel de torres Bandeira J9
O BANCO.
Um tnico bem administra/lo,
iti: o cconnmi-'ta .Su;/, fuarda
mmprt entre miios una crin
i/aiiiitin, em reicrca, igual, por
exempto, ao terco de IMOI natas
cm cirailacilo.
Esla rccoininendajo do providenteMCriptor, que
! alias n'csle poni era o erbu de Smilli. linha pur
' lim a seguranra geral. a seguranea du bancu e a
I dos portadora de suas notas. Ello quera que
f o banco eslivesse seinprc em circtimslaiicias de sa-
lislzer as exigencias dos iMirladures de laes olas.
I mediaule n seu fundo de reserva ; c de esperar
desassombrado o pagamento, e reentrada gradual
I em seus cofres, das letras e oulros valores, a medi-
i da de seus venrnenlos successvos.
' O banco de Pernanibuco, quo goza do privilegio
: inherente a sua eoiisllliiiro, de eniillir urna I ma de i olas igual a niolade de seu capital, lera pur-
veulura sido fiel as prescripeftes aconsclhadas por
I Smiih e porSa) '
Ignoramo-lo; mas lautas vezes se reprodui rerlo
farlo anormal, que torca he iusestigai-llic a causa,
e reelamar-lhe o remedio da propria sabedona do
banco.
O fado anormal a que alludimos, he a repetirn
peridica da quasi impemnq das operajes do ban-
co, que, com os coflres vatios, eniao regeila os mais
seguros ttulos de crdito oflerecidos a descont,
cora um enexoravel lulo ha diiheirn ; venba
.un.inli i, ou depois. Pergiiiilarenius agora ao ban-
co ; he um lal aliado do cousas admissivel'! E se,
n'ess^i carencia absoluto de fundos, a surgir a hvpo-
Ihese mu realisavel da exiuencia de pagamento em
mam de suas propriaa notas cm circulacao, como
oceurrer a esse pagamento ? Cora os fundos desua
reserva por eerlu ; por quinto nao podemos deixar
do adraillir que o banco, por principio c por pru-
denria, nn leulia |iensadu na possibilidade de a-
presenlar-se a liipolbese. que arima Agoramos,
Ora ; se o banco be previdenle o acautelado, lem
senipru essa reserva, e uAn reeeia os panirus, us ter-
rores repentinos e imprevistos, que cm poucas ho-
ras, l'ariain allluir ao aeu esriplorio os pnrladures
do suas nulas cm cireulajo. Estamos pois conven-
cidos du que a sua reserva esla intacta.
Resta-nos porcm a queslAo do capital, eeoinu au
ha elleilu sem causa, somos furjiwamonle levado.
aadmllir uinuiiiroraso como explicativo d'essas
suspenses peridica-. o caso de se acbar esgolado
o capital, e ebeia a carlera de valores pacienlemeii-
lea espera de sua realsajo a prazos diversos. He
por lano essa iulermissn as operarocs do banco,
que rcpiilamus romo couliaria aos sos principios
de una adniinislraco esclarecida, o obnoxia ao seu
dcsciivolvimenlu, so porvenlura n.lo o for anda
mais aos inleresses do eommcrcio, que Iransiiado
por i-ssas inlcrinillenras de desconlo e de nu di-s-
conln. nao pode cuidar cora o banco mis suas prev-
m'h's e as suas necesidades de capilaes.
Ou o capital do banco he insullieienle para as
suas nperaeoes. ou esse capital he empregado ciu
una graduaran de prazos expiralonos anormal e
mal combinada. Nn he possivcl aceilar.uina oulra
-llernalva.
No primeiro CMO, nao tomos conseflios a dar ao
banco: o.-rus iuleie.-es lllam mais alio do que nos-
sos ronselhos, e obleudo as suas Iransarcoes urna
pnanaridade crcenle, a elle cumpre promover
,/oo:Masrnlo, ininlia mi... que quor que
faca esse pobre Fernando?...
Madama Itaijmunilo :(Juc anles de cinprelicn-
deralarefa lo gloriosa quanlo dillicil. de fazer a
felicidade de urna crealura de Dos, dolada de al-
ma, de espirito e do corajo, Mr. Duplessis se coiu-
|i|.in lie bellidos deveres e das dilllculdades dessa
larefa... o que depois dediquo-so a ella com lana
inlelligeiieia quanla rcsolujio.
Uodofredn : Ah meu charo Joo. a reflexo
de la mi he perteilamenle justa 1 lie urna larefa
gloriosa, grande, e difiieil assegurar a felicidade de
nuil mu, quaudu luacoudijo lie humilde!
Cliarpeitlier: Sobretodo por ser humilde ao-
hreludo quaudu be urna |Ktbre mocinha como Clau-
dina 1 Dign islo, senhnr timlofredo. porque lilho de
umcani|Mucz, lambem fui creado entuma villa es-
toja rerlo He quo nao ha nada mais sii'ceplivel...
mais delicadamente susceplivcl duque una mocinha
honesta c tmida que lem conciencia de sua igno-
rancia, c da pobreta de sua comlijo...
ioao: Mas eiilflo isso he para desesperar por-
que Claudina, segundo nos esereve Fernando,he lo
tmida e too impressionavel que ronvem trala-la com
c\Ironas alinenos... Repilo, ino he para desc>|terar!
Madama Itaymunda : Oh I mauTilho, o que
nao he fallar como bomeiii sensato... ja disse, c lu
concordas rom isso : os bous pousamentos s.1o sempre
execulavew...
Jiio : Mas que pode Femando fazer '.'
Madama llayaiundo : Cumpre que saiba in-
ventar com Claudina.., cumpre que saiba precueber
Alfatema Vendeu-se a 3300 rs. por arroba.
Ameudoas- dem a Of) por arroba, dai decal-
ca mole.
Ateile doce dem a 28K00 por galo do de Ltl-
boa, e2B")IK)dedn Mcdilerraneo.
Bacalhao Fizeram-sc vendas avulladas, e
apenas reslavam 4,5011 barrirai,
quando honlem chegou o brigue
inglez ll'atter Baine, vlndo de
Terra Nova com 3,500 barricas, al
quaee foram vendidas a preco oc-
cullo.mas quesupiio-se regularain
doll.-:lllall-'i"(l;ielallioii-.oiiii
coraeco da semina de 109500 a
ll.-XMiu, e no lim de i lo a 138 por
barrica. Em consequencia dos
prejos subidos du carne de char-
que, lem prompla saludare o
consumo deve augmentar. Fier-
ran) em ser 7,000 barricas.
Vendeu-se de 118 a 158 por quin-
lal em barra, a 198 en) leujol,
e de 318 a 238 do de miinijao.
O prejo do bacalhao lem felo
diminuir o cousumo, o qual por
isso foi pequeo cm proporjo
do que cosluma haver nesles lem-
pos. Vendeu-se de 3B00 a 15100
pur arroba, e fiearam era ser 19
mil arrobas da do Rio Grande, c
nao ha do Rio da Prala.
Tvcmos um carregaraenlo do
lio Un od cum 3,500 barricas de
marca inferior, que seguio para a
Babia, bem que leve oflcrccimcn-
lo do prejo maior dn que 0 ulli-
mameuto vendido, por ser all
minio mais prneiirado quo aqu.
Os prejos conservaranv-sc de,IG>
n3l8, mas lem appareneia de su-
bir. Vendeu-se unta partida de
SOObarrlcM para aquella mes
na piara a IX-. e 31(1 dilas em
leillu, cun ruina, de 75SIKI a
K8300. l'icaram em ser 13,500
barricas.
Manlciga--------- Ha batante da franceza, lano
cm primeira, como ora segunda
nulo, porm os possuidores esblu
lirnios; da iugle/.a ha inuilu pou-
eu cm ser.
Oleode linhaja- Veudeu se de 19100 a 18300 por
Imr galu era cascos de madeira.
deni do 1*130 a 18590 dos fla-
inengos.
Sabio ----------Nlo ha do rslrangerro.
Froli----------------Inda nao ha colarn para o Ca-
nal, p era euiisequencia dus pro-
cos altos do assucar puncas espe-
anras lia de IrausarjAcs prximas.
Discoides lli l il.-i un -o letras de 9 a 10
por cenlo ao anuo.
Fiearain no porto |i!l embarcarnos a saber: 3 ame-
ricanas. :is braiileiras, 3 franceui, I hamburgueza,
:l hespanliulas. S inglezas, 9 porlOgOCiai, :I sardas c
.'I suecas.
Secrelariada Ihesouraria provincial de Pernanv
bnco, 3 de novembro de 1853.o letretarlo, An-
tonio Ferreira a"Annunriacio.
Clausulas espeeiaes para a arrematafio.
1. Al obras do judo do Buique, sero feilas de
couformidade com fe planta e orjaraento, ipprovi.
dos pela directorio em conselho e apreseulados a
approvacao do Eira. Sr. presidenle da provincia
iiiporlaiifia de 3:3008000 rs.
3." Ellas obras devero principiar no prazo de mi
COMMERCIO.
PRACA DO RECIPE ISDBNOVEMBBOASa
HORAS DA TARDE.
Colarnos ofticiaes.
Cambio sobro Londres a 37 1)8 d. 60 d|v.
Assncar maseavado escolhdo a 18780 rs. por
arroba.
Dito blanco .i sorle3-}3.50c 35:100rs. por arroba.
Dito dito 3.1 sorlca 3810(1 rs. por arroba.
ALFANDEGA.
Rendiinenlo do dial a II l3li:.Vi:fcMKKI
dem do dia 13.......9r8539M
MOVEWENTO DO PORTO.
Sacias saludos uu
l'arahibaHiato brasilcro Ti
Jo.e Duarte de SoUia, carga
lileniDale braaileiro Concci
din 13.'
es Irniiios. mestre
varios gneros,
o Fiar das I irlu-
iles. meslre Joo Alves de Paria, carga varios
veneros.
NatiOS entrados na dia 13.
Assi7 dias, barca brasiloira Malliililes. de 939
toneladas, capilo Jiionimo Jos lelles, equi|ia-
ui 17. carga sal; a Manoel Alves (iiierra Ju
ni
Ferreira do Barros
136:91 S80M
fnscarrega boje I de norembro
Barca frauceza- /acnmercadoriH.
Brigue ingle/"'!'''' /'"'"'bacalhao.
CONSULADO liERAL.
Rendiinento do dia 1 a II dem do dia 13........ 6:9993619 7558530 7:0189119
DIVERSAS PROVINCIAS. lien, i lomillo do da 1 a II dem dn da 13....... l:l5tHH :13sI3S
1:1868376
Exportacao'.
Rabia, garnpeira nacional ticrofo, de SO (o-
ucladas. condoli o Mguinle : I pipa e I bar-
ril coniiiibns, I dito lena, ;) dilos agurdenle de
Franja, 13 eaixasespingardas, 7 dilas fazendas, lli
ditas velas de carnauba, I dito o I caixole colxeles,
8 saceos Iremnjus. 78 dilos carnauba, 1 dilos cera
amarella, 5 ditos e :t eaixOcs drogas, 511 erabrullms
c 150 fnlhas tinco, 7 cascos, II pipas, 3 ineias ditas,
I quarlola e *il barrsazoilederarrapalo.
HECEBEDllBIA HE RENDAS INTERNAS E-
RAESDBPERNAMBUCO.
Rcndimenln do dia 13..... 3(i85li3(i
CONSULADO PROVINCIAL.
Hcuiliinculo do da I a II ti:IKIisl(>7
dem do dia 13....... 5698303
nr. Paaaagetro, Manuel
capillo do ex-lirigiie tlceano.
Alcoliaca1(1 dias. blata brasileiro S, Joao,. de 13
toneladas, meslre Manoel Jo.e da Boa-Morle,
equipagem 8, carga farinha ; a Auioriin Ir-
inos.
Rio de Janeiro16 dias, barca ingleta llcalioc, de
378 toneladas, capitn \Vm. Alian, equipagem
13, em laslru : a lleaiie Vuule A; Companhia.
filados sabidos NO mesmo dia.
AraealvHale brasileiro/Ducidosti, ine-dre JoAo
lleuriques do Alineula. carga v arios gneros.
RabiaI.aiieba brasileira l.irriicio. meslre Joa-
quim (iil. carga varios gneros. Penageiroa, n-
gel" da Mulla e Anillado e I esclavo, Juan Ber-
nardo de Magalhaes e I escravo, Antonia Viccn-
le Careis, Miguel Luli Vianoa e I bicravo, e
Angelo Custodio Comea.
Em oimmissAu--Escuna nacional xndoia. com-
inandrule Joaquim Alves Moreira.
EDITAES.
6:5668610
Cambio:
Assueai
Id; n \ luilil-i III 13 DE (II II URO DE
1859, AS TRES HORAS DA TARDE.
Rerista remanal.
- Os saques sobre Londres clterlua-
rani-so a 97 l|9d. por 18, a 60
dias v.. e os sacadores estn re-
servados, por isso receia-sc baila.
- .)- eulrsdas van aiigmeiilando, e
os preces lunge de baixarcm. con-
linunii a ser subidos, mas be
provaicl que se mi conserven!,
nao s polo augmento da cidrada,
como pelas noticias i ecebidas dos
Ulereados da Europa ; salvo so o
xapor inglez que se espera de I i
a 15 Irouxcr melhures noticias.
As vendas dn braiu-n regularan!
do 38350 a 3si00 pur arroba as
qualidadea baixas, e de 1?XMI a
J^HKI as subidas; do maseavado
regular do I.TtMid a 187.511. e do
escolbido du 15780 a IfSOO por
arroba.
- Eolraram 133 saccas, e as vendas
regularan) de .v>800 a (W150 por
arroba, sendo n ultime prejo pe-
lo escoihidn; esle prejo parece
dei or durar pouco, porque nao
lem rumparajAo rasuaiel com os
da Europa.
- Foram procurados de MO a 145
rs, por libra, e nao ha para ven-
der.
AI godao
Couros
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, cm cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 15 do correnle, manda fa-
zer publico, que no dia 17 de luivenibro prximo
viuduuro, vai iiuvamcnlc a praja para ser arrema-
tada a quera por u.....os lizer. peanle a junta da
Tazeuda da incsrna Ibesnniaiia, a librados conrerlos
do ajude du I rariinhaeni, avallada em 6058000 rs.
A arrematajaosera relia na for......los artigos 31
e 37 da le provincial n. 986 de 37 de inaodel85l,
e sol) as clausulas espeeiaes abaixo copiada!.
As pessnas que -o propoxerem a eala nrremalajio
coraparecara na sala daa ses-m.. da imamn juma,
no dia cima declarado, pelo malo dia, ciinipelenle-
menle hnbililadas.
Fi para constar se mamlou allixar n presente e
publicar pelo Diaria.
Secretara da Iheaoiiraria provincial de Peniam-
buen 18 dcoullllirn de 1853.O secretorio.
Inlonio Frrreiritt.tiiiuitiriiiiao.
Clausulen espeeiaes paca a arrematarlo.
I.' As obras dos reparos do ajude de Tracunhaom
far-.se-ho de couformidade com a planta c orja-
raenln appruvadus pela directora em conselho, e
apreienladoa a pprovaelo do Exm. Si. presidenle
da provincia, na importancia de(!5stlOII rs.
3. O arremalanle dar principio as obras no
prato de :ill dias. o devero couclui-las no de 1 res
metes,contados de couformidade com o artigo31 da
le provincial u. j>a>.
:!.' O pauanienlu dn importe da arremalajanrca-
lisar-se-ba era duas prestarnos, a primeira de ello
decimos da incsina Importancia, depois dn recc-
biinenlo provisorio, o a segunda do dous decimos
na occasio da
luger um alim
1." Para ludo o qi
as prsenlesclauauli
dias, e -eran concluidas do de 10 meces, a cuidar dn
dala da aireinalajao.
3.' A importancia desla arreraalajo ser paua
em tres prestajea Oa manera seguiute : a primei-
ra, dos dousquinlos do valor total, qnando for con-
cluida metode da obra ; a segunda, igual a primei-
ra, depoiB de lavrado o termo de recebimento pro.
visorio ; a lerceira, finalmente de um quinto, de-
pois do recebimenlo definitivo.
1.a O arremalanle sem obrigado a comnmnicar
a reparlijo das obras publicas com aulecedeacu
de lUIdlas, odia lino emqueleni de dar principio
a execujo das obras, assim como trabal liara segui-
damente 13 dias.fim deque pottsa oengenheiroeo-
carregado da obra assislir aos priraeiros Irabalhos.
5.d Para tudu o mais que nao esliver especifica-
do as presentes clausulas, seguir-se-ha o que de-
termina a le provincial n. 386 de 17 de maio da
18.51.Conforme.O secretario, A, F. d'atmitia-
claco.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da resuluju da junta da ta-
zeuda, manda lazer publico, que no dia I.1 de de-
zerabro prximo vindouro, vai ncvaraenle a m a..,
para ser arrematada a quem por menos fizer, 'a
obra do ajude de Paje de Flores, avahada em
;l:l9OJOO0rs.
A arreraalajo ser feila na forma dosarls. 31 c
37 da le provincial u. 386de 17 de raao de 1X51,
e sol as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas quesepropozerem a esla arremalajjo,
cninparcjam na san das sessues da mesma junta no
dia cima declarado, pelo lucio dio, compelenle-
nteiile habilitadas.
E para ion-lar se mandn afiliar o prsenle o
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruain-
buco, 3 de novembro de 185:1. O secretario, Ju-
Ionio Ferreira (tAiuiunciacilo.
Clausulas espeeiaes para a arremataco.
I. As obras desle ajude, serBo feilas de coufor-
midade com as plantas e erjamenlo, apresenlado
a approvajo do Exm. prasidenle da provincia na
importancia do ILI'JtlJOOO rs.
3." Eslas obras deverao jirincipiar no prazo de
dous metes, c serao coucludas no de 10 metes i
contar, cunfuruio a lei provincial u 386.
:1.a A imporlaulaneia desla arremalujo sera pa-
ga em lies preslajoes da maneira seguinlc : a pri-
meira, dos dous quintos, do valor total, quando
liver concluido nielado das obras ; a seguuda, igual
a primeira, depois do lavrado o lenno derecelt^
no ni., provisorio ; e lerceira finalmente de un)
quinto depois do rerebinieulo definitivo.
1.a O arremalanle serii obrigado cominuiiirar
a reparlijo das obras publicas com antecedencia
de 'al dias, o dia lixo em que lem de dar principio
a execujo das obras, assim como Irabalharasegui-
damente duranlc 15 dias, fim de que possa o en-
genheiro encarregado da obra assislir aos priraei-
ros Irabalhos.
5. Para ludo o mais quo nao esliver espeeiuca-
du as prsenles clausulas, seguir-sc-ha u que de-
termina a lei provincial n. 38K de 17 do mam de
1851. Conforme. O secretorio, A. F. cf.tn-
NMNdaeSo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do l-.xiu. Sr. pre-
sidenta da provincia de 96 do crranle, manda la/er
publicu, quo us das 2, 3:1 o 31 de novembro po-
limo vindouro, pranle a junta da hienda da me-
nta lliesuuraiia, se ha du arrematar a quem por
menos lizer, Irabalhos do conseivajao permanen-
te di estiada da Victoria, avallados cm 5:5l7uU
res.
A arremalajo ser feila por lcmpo.de um anu.
a entilar do dia-ent que o aiTcmalaiiule lomar ron-
la da eslrada, ; sub as roudijes abaixo copiadas.
As pessuas que se propuzerem a esto arremata-
jan, euinparejaiu na sala das sesses da mesma jun-
ta na- das .icinia declarados, peto meio-dia, rompe-
lenlenionle habilitadas.
!\ pan constar se mandnu allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretarla da Ihesouraria provincial de IVinaiii-
huro 38 de mililitro de 185:1. O Hcrelirlo,
Antonio Ferreira d'Aiiiiiu
Clausulas espeeiaes da arremataban.
I. O Irabalho da conservarn permanente da es-
trada da Victoria ser cxeculado de conliinuidailc
com o orjauetilo, approvado (tela directora em
eonsellio, o apresenlado a approiajao do Exm. Sr.
presidenle da provincia, pelo lempo de umanno, e
na importancia de .5:5179000 rs.
3o1 (I pag.iinenlo da imporlanria da arrematajjo
seta i. io mu preslajoes mensaes de urna dumleri-
m.i parle, a visto du certificado passado pela direc-
tora dasubras publicas.
:.' Para ludo u que nao esliver determinado lias
prsenles clausulas, c no orjamenlo, scgitir-se-liao
que dispoca lei n. 986.Conformo. O secretario,
A. F. 'Animnciaciio.
DECLARACO'ES.
nlrga deliniliva, a qual dever ler RlVhardo toile, Ramal
lepla do recebimento provisorio.
nao se aeha determinad
nem no orjamenlo seguir
, i
le e graves se tomaina pVna inuraespot leves queja dislancia moral que o separa ; que eleve o seu
pjicjam. | nivel ossa amavel mocinha. Mr. Duplessis lem um
ilion, infallivel, se soiiber servir-se dellc, paia che-
garau fin) que ndico ; cnlo nao havera mais sernos
pee los f.ico a face cm um morno silencio ou em-
pregadoa era unta verbosidade estril ; cutan Clau-
dina lougedo lamentar as alegres vigilias de oulr'o-
ra, achara mu curios os seres pur mais prolonga-
dos que sejam...
Joo : E qual he, ruinha boa mai. esse nieo
qnasi mgico'.'
Madama llaymundo : Alt! mcus Dos!... um
meiu bem simples... a inslrucjao.
Joao: i.tiio. minba mi !
Madama faijmuiidn: Claudina nao sabe ler
nem escrever, nao he assim, meu filho ?
Charpentier: Adevinlio !. Ah madama
KaMiiundo. nn temo mais nada pelo futuro de
Claudina '.
Joiio : Eu lamben)adcvinlio Oliininha mti,
iniuliu iii.ii. vine, lem o genio do corajo !
Madama llaymundo : Tenho a inlelligeiieia. c
nada mais, charo lisougeiro. Mas ronfessem, meus
amigos, poder haver para Mr. Duplessis urna oicu-
|i,iiai. inaisiinbre c mais agradavcl que dar a essa
mocinha, a qual ama lernamenle, a inslrucj.lo. esse
po da alma '.' Do que esclarecer, elevar seu espiri-
to, descobrir-lhe peuro a puuco esses inesgolaveis
Ihesooros de puros goto*, que o saber prodigalisa a
no- mili os privilegiados'.' Oitam profundo no ser
o reconhecimenlo dessa pobre moja 1 (Juc lema
rniilianca e-te doce ensillo nao fara nascer entre o
professur e a discpula '.' Quanlo nao juslilicain.
quanlo nao aulnrisain eslas relaeoes... que digo
quanlo nao tomam ellas aflecluosa a dillerciija de
id.nle ontie a moja que apremie, e aquello que enti-
na f Que inesgolaveis objeclos de couiersajues in-
leressaiiles As nnjos mais simplivt iiiaravilbain.
.io.u.i no a Claudina, ea mediibi que sua inlelli-
geiieia se desenvolve, que seus coiiheciiiienlos aug-
mi'iilau. ella sent lainheni erescersua alleijn, c sua
ineir.ivs'l gralidau peto hoiueni.a quera deve pur as-
sim diter. essa revelajo de si mesroa. Ah mcus
amigos.obre Mr. Duples.is assim,que lera preeuebidu
tligua edelieiosainenle sua larefa ; por estes nietos c
por oulros mais, que achara era seu corajo va elle
mili ando de dia era ilia cora sua mullier em urna es-
I re la commuiilio de alma c de pensainenlos ; e mi -
lau todas as dsprnporji'tes, todas as desconeordaneias
se desvaneccro, c ambos gotanlo igualmente dos
beiiclicius de urna aeco nobre e fecunda.
Cndofrciln, Cbarpcnlier e Joiio: Excellenle !
adiniravel! osuceessu hecerln I
Madama llaymundo: Assim o espero... com a
condij.lode que Mr. Duplessis seguir a linha de
conduela que lite muramos, e enlo sua ventura e a
ilc Claudina estilo asseguradas.
Joiio : Nao duvide, minba mi, que Fernando
aesmira a linha de conduela... Elle esl em mu hora
eaiiiinlio para nao proseguir...
tiodofredo: Seu priraeiro pcitsamcnlo foi lo
generoso, c al aqoi ello lem dado prova* de lana
delicadeza cum essa moca, que sera duvida ha de
comprehender a excedencia desles eonselhos.
Charpentier: Coilado '. como os liomens mu-
dara!... Fazem periodo vinle e cinco airaos i.V.
me. morava cutan no bairro de Santo Antonio, ma-
dama Hiin mundo ) que va a Mr. Duplessis pela
primeira voz, quandn Joao olevnu para merendar
mu -na casa. Seu Iraje pretencioso e nao conveni-
ente a sua idade, ino prevena bem puucn em sen
favor, e lembro-me de ler perguulado em voz bai-
la Joao: a Quera he esle |tequcno casquilho'.' a
e-ha o que dispoc a le provincial o. 380 de 17 de
maio do 1851.Conforme.O secretario,
Anlonio Ferrcirii il.liinaiiriaiaa.
__O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, oni eumprimenlo da resolujo da junta da fa-
zenda da inesina Ihc-onraria, manda fazer publicu,
que no dia I.' de dezenibro prximo vindouro,
vai ilumnenlo a prora para ser arrematada a quem
pur menos lizer, a obra do acude na poiuacao do
Buique, avahada em 3:30)18000 rs.
A air.....alacio sera feila na forma dos arls. 31 e
37 da lei provincial n. 380 de 17 do maio de 1851.
e sol a clausulas espeeiaes abaixo copiada-.
As |icsoast|iie se pmpozercn a esla arremalajdo,
comparecaui na sala dassessoes da mesma jimia no
dia cima declarado, pelo meto dia. competente-
mente habilitadas.
E |iara......llar se mandou allixar o prsenle o pu-
blicar pelo Diario.
lllHII II I ll-lll-iSS-,31
Em lim de contal u pequeo eaenoilhe lomuu-se
grande casquilho, tez nao puncas loururas. alias
raramente pagas c exiliadas ; mas presoiileinenlc
he umverdailcrohoineiii de bem. e osera sempre...
Oque prova mais nina vez que: mise deve deses-
perar jainafs de ninguem !
tiodofredo: Ah! meus amigos, a edurajao he
quem faz os liomens, e quasi sempro sen desuno
depende do meto era que vivera.
joao :__Assim Femando depois de viver einum
meiu deleslavcl nao foi menos merecedor vnl-
lando i mis para sempre depuis de mullos revezos,
c sobrcludo depois de muilos pezares, que fazem
perduar seus desalios !
S'i.tn isso, minba boa mi o mcus amigos, adup-
lacs o prujerto de easaincnlodc Fernando... unoni-
memcule ?
Todoi: Sim !sim I
JoBOiFica lambem resollido unnimemente,
que Fernando no inleresse de sua venturo e da de
Claudina, deve conformar-se s exreljcnlcs indica-
cues de ininlia mili, quo elle achara minuciosa-
mente icferidas no processo verbal de nossa lenio,
a qual vou redigir polas inhibas olas eslenogra-
phiras. e cnviar-llie.alm deque veja quanlo estonios
locados de suas boa o dignas resolujies. Islo sern
para elle unta recompensa e unta animajao o perse-
verar lio eaminho do bem.
Remello, pois, meu rharo Fernando, o sobredilo
proresso verbal sem accrescenlar-lbc nenhuma ro-
llexao ; |Mirquaiilu seriara lauleb),
Curopreheitdo cum que intiiaeienci deveseslar
esperandu Deesa resposfa. ci-la pois redigida pur
miin esla noile, depois que se reliraraiu minba utti
e uossos amigos.. .
CORREIOCFRAL.
Pela adminiltracRO du eorreio se faz publico
qiie.o vapor laiperalriz quo se espera do nurle, se-
guir para o sul no mesmo dia, por assim haier de-
lerniinadu S. Exc. o Fxm. Sr. presidenle da pro-
vncia.
O arsenal de inarnha compra, no dia II o
correnle ao meiu dia, para a barca de eseaiarao,
urna forja pequea completa, umi safra de fin,
una mesa de dilo fundillo um engenho de turar
cora manilha, 13 brocas de ajo fundido e duas chi-
pas de fcrrii l'uuilidn.para turrar o quarlo da ma-
china; e para a ferrara deslcaisenal, urna Ibesoo-
ra de funileiro, dous niarlellos, um fogao, unta bi-
gorn. duas librasdeeslaulio puru, meia caixa de
ful ha de llandres, o duas libras de varan para dous
forros de soldar.
Secretaria da Inapeceto do arsenal de mirinha de
Pernambiiro 13 do novembro de 185:1.O secreta-
rio, Thom Femandes Madeira de Castro.
O coiiselliiiailininislralivo, em eumprimenlo
do arl. 99 do reglame nlo, faz publico que foram
aceitas as propnstas de Francisco Maeiel de Snuta,
Mol,a. A. Companhia,
Francisco Jos da Silva liuimares, para tornecc-
roin, o primeiro 100 pares de sapalos de sola c vira,
relio) na Ierra, a Ij500 rs. : o segundo 100 vara
o ,ui brauco, liso, para embornaes, a 300rs.; o
eeiro 1,15.5 rovadus de baila azul, a.558rs.: o quar-
lo 1 arrollas 1 libras e inea de volas de carnauba
a IDg.5011 rs., e avisa aos dilos vendedores que de
vera renilher ao arsenal de guerra os referidos ol
celos no dia lli do crrenle luc. Secretoria do
conselho administrativo, para fornecimeiilo du arse-
nal doiiorra 12 da novembro de \K>.Reniaito
Pereira do Carino Jnior, vogal c secretorio
Consulado de Portugal.
A- pessoas que tivereni conlas arlivas e paiias
com o ausento >ubdi(o porloguez Manoel Joiiqnim
Milheiroi, que levo relinajo na ra do Codnrniz,
cujos bens foram arrecadiulos eompetonlenicnte,
queirain coraparerer nesle consulado dentro do pra-
zo de oilo das, a bem dos KOI inleresses. Ciiiua-
lailo de Portugal era Pernambiiro, aos 13 de n
bro de I85U.Joaquim llaplista Morena, i
Dial
o Ah Femando esle serao lu nm dos mclhore
seres de prsn que lenho pastado Corando, el
cspcraiija es um lioinem halieto, s um lime
de bem..... s bom. qualidode supremo, e araM
cuino roinece: Fu bem sabia que linha Ma '"
amar!..... E amo-le. irinao.....
Joiio llaymundo.
o P. S. Ajuulo n esto cirla as folliasdclro
diario, n
Nao posso dizer com que emojo li a caria*
Joao. Pensavo com protn lo rerouhecjmeiilo iie
reuniau de prisioneiros, discitliudo mcus projeci
de easanieiitucom lana sabedoria quanla soinm"-
de. O parecer de madama Ravuiiindoabrio-iiiemio-
plelamenla os olhus.
Eu linha presentido vagamente que rodear um
dinadocoinniodidndcs, de ternura, e de jolltat"
era apenas eumprii melado do ininha larda, eroin-
pela va-a digna e delicioiamenle seuundo os -
celleuloseonselhos de madama Ravmundu.
inanha bem cedo hei de fallar com Claudina,
cdar-lhe parte do meu projeclos.
Meu Dos, permitti que olla consinla nesse rJ-
incnln E se recusar i..... Oh o golpe una
cruel..... _-,-s-ei
Eia, ruragem. roragem A eslima, o a aeien"
meusamlgos me auilenlam e elevara aos meus I"
priosolhos. Hei do moslrar-inc digno iles-JC.'i
e se Claudina recusar ser minba inulbef, ser mion
'"'Iba. ,0o*
Coiladinlia I.....eniquanlocscreioesla l"IL
ella donne no quarlo de Francisca, ignorandoi nie
uroiecuis, ignorando as augusltas qna me cauw-
V Alanianba. /ro/.',.Ur-.-/i"-
(Continuar-i


Os subditos britnicos quaHAcados pela le.
to convidados para se acharom em urna reumao
que ifi.i lugar ao consulado britaoico.naqulnla-fei-
ra i do crranle, ao meiu dia em ponto. Consu-
lado britnico de Peroanibuco 12 de novembro de
|H53. It'atson l'redenburg.
Sao convidados os Sra. accionistas
da companhia de Beberbe para se reu-
nii-eni^maiscniblca geral, no dia 17 do
. corrate, pelas* 10 horas da manhaa, no
f^riptorio da companhia, ilim ele sedar
cumpisineuto ao disposlo no artigo 17
dos estatutos.O director,
t Joao Pinto de Leraos.
Companhia de seguros martimos.
Os directores da cumpauliia de seguros martimos,
I llliriade Publicaconvidam aos senbores accio-
uisUs a comparecerem no escriptorio da mesma com-
panhia,n$ 11 horas do dia 15 do correnle mez de no-
vembro, para, era assembla gera!, da em eiecucflo
ao artigo i 1 los estatuios.
A adminisiraco geral dosestabeleciraenlosile
caridade, manda fazer publico as pessnas que se
arham atrasadas nu pagamento das rendas das casas
perlenreiiles ao patrimonio dos mesmos eslahele-
ci.nenlos.qje al o dia Odo correnle.venbam remir
i ii- debito* sob pena de serem seu? nomes publica-
dos pela imprensa, e de se proceder a nova arrema-
tado de conformidade com a lerceira cndilo dos
respectivos termos fazendo-se a cobranza execH-
tivaroente. Sala das sesees da administrar; geral
dos estabelecimenlos de caridade K de novembro de
1K>3.-O escrivo,
Antonio Jote Come* do Correio.
O amena! de marmita compra para torllmento
do almoxarifudo os segunde* objecin: chumbo em
barra '20 arruban, zarc t ditas, oleo de lindura V2
ditas; azeile doce do med trra neo 1i medidas,
pi aseaba ,V> mullios, pcnias de palo 1,000, ditas d'a-
rn 5 calas, uiagem para sarcos j* pecas, sebo em
111"' arrobas, grasa h ditas,lio de algod.1o i<) libras
estopa de linbo 20 arrobas, ilila de embira 20 ditas
cabo de lindo de 3|i, *2\>, a 3 ff9 poleadas 20 pe
cas. sola 20 meios, lijollos inglezes iO Unta de es-
cre*er 5 garrafas, e caixas de folba 2. As pessoa*
a quem convier semrlhanle vend, compart
nesla secretaria no dia 11 rio crrente,Coalastuil
proposita.
Secretaria da irispecc5o do arsenal de marmita de
Pernamburo em 10 nu Fernandos Madeirade Catiro, secretario.
Companhia de Liverpool.
Esprra-C los por-
tos do Sul do lia |(>
ou 17 o vapor tHiuda,
cofomaadanU G, lia-
ran, o qual depois da
demora do costume, seguir para a Europa.
Companhia de Liverpool.
Kspera-se de Li-
verpool no da I o
VBpuT l/iily Ftjlin-
/"/', n qual depois da
demora do costume,
gira par o portos uo Sul.
LEtLOES.
Segunda-teira, 14 do correnle, fctt-*e leilo de
20 caitas com queijus: no annazem confronte a Ma-
dre de Dos, n. 22, as 10 horas da manhaa.
Terca-feira, 15 do correte, as 10 horas da
manhaa em ponto, no annazem de Jo3o Keller &
Companhia, ra iUiC.rn/, haver leilo por nter-
veneno do agente Oveira, de um ptimo sortimen-
lo de fazendas francezas, suissas e ulIeoiSas, lano
do algodo, I i,i e linbo, como de seda, e as mais
adaptadas a este mercado.
O agente Oveira Tara leilo por ordom do ca-
p tao James Sbelford, ourn aulorisarilo d'alfamlrga
desta cidade, em presenta do atiente dol-ojds, e
por conla e risco do quera pcrlcncer, de cerca 170
Tardos de fumo em folba, avahados d'agua salgada,
desembarcados rie bordo da barca ingiera Uilliam
futsell, arribada a este porlo na sua recente via-
sem procedcnle da Uahia com destino l remen :
quarta-feira.lh' do correnle, s 10 horas da manhaa,
no annazem alfapdegado denominadoAraujo,filo
no becco do (ioiif,al\es, no Hecife,
Ou.u la-reir U>rio correle, as II horas da
manhaa, o agente Autunes far leilo em scu ma-
le m, ra da Cruz n. 2., de Irasles de ludas as qua-
Uriarics, iiovos c usados, consislindo em cadeiras
usuaes, mesas redondas, consolos, sofs, marquezas,
commodas, lavalorius, guardas loucas, rarleras pa-
ra eseriplurio e para \iagein, secretarias, toncado-
res, cspclhos, caudelahros, lanlcrnas, candicirus pa-
ra ineiudcsala, quariros diversos, elr. ; tuna poreflo
de rhapcosrie paiba da Italia, d obra dos c singlos,
para hoinensc meninos, charutos da llavana c da
Baha, espingardas para cacear, pianos ingle/es e
hamburguec*corn puurouso, pecas de oleado iil'Ii'/.
para cubrir mesas de jantar, com 12 jardas, cam-
odas com marcas de marlim pura jugu de \adrez, e
outros niuitos arligosque trio vendidos a qtiem
maisdor. llavera lumhem leilo tle aluuns etere-
vos.sendo soas i|ualidades e estado de saudo pa-
leles no KlO do IlmIo.
AVISOS DIVERSOS.
&0*
DE s:^i
IKIU A l-EIHA l"> DE NOVEMIIKO DE 1853.
RECITA I VIIUII1III\UI\
I II FAVOR ll f. i>l VOROMHt.
Iip|nii de expcutiitla a novo ouvcrlura rompusla
iieln licnellriado, inlilulnila
REGENERAQAd.
reprcMnlaMe-bl pela primeita ei nesla pro-
Miicia, o drama vauricville em 1 aclos, cIDpoli{lo
da autora da Familia Motel, Esmeralda, queda do
gtneral llosas. Manas do Seclo, ele., ele, sendo
,1 mu-ira eoniposirao do benelifiado,
A saloia.
I) prineiro orlo p.issa-se no Porlosecundo, ler-
' ceiroe quarlo, DOS Estados-ruidos.
No inlervalto do primeiro ao segundo aclo, c\c-
rular-se-ha a hiilhante vlii
SAUDADES DE APLES.
i.uui|ni.ic.io do beneliciado, c por elle dedicada a
Si M. .I llll|.i'li|ll I, .
Doaegumlo ao lerceiro, asvmphonia intitulada
A DESPEDIDA DO MARIMIEIKO.
lainheineomposieao do beneliriado.
I' indo o drama seuuir-se-lia um novo passo a Iros,
no qual enlra i Sra. It.idetua, composiijao do Sr.
De-Vecchy, e musir do lieneliciado.
Dar lim ao cspcrlaculo a hclli-siiiin romedia em
1 aclo, composirao da Sra. D. Gerlrudes Anglica
da Cunda.
Aluxa-se urna c isa na ('.apiiiiua.juiilo a rasado
linado Aulouio lunario da Rosa,rom rionmodos snf-
lirieulrs pala numerosa familia : a Iralor na prara
do Cominercio n. I, com Joao Iraurisro de Carva-
llio.
Arrenda-sc un sillo na estrada do Monleiro,
com nina lua casa de \iveuda, (oda eimdrarada,
comrorlieira, estribarla, cacimba rom boa agua,
e bastantes anoredos: iiocm o pretender dlrlJaMOa
rna Nova, n. ."i, lerceiro andar.
Moje, linda a audiencia do Ilim. Sr. Ilr. jui
de orpbos, pola, II hornada manhaa, se bao dear-
remalar os ulenrilios di relioanio do alsenle Jla-
noel J/oaqoim Ullhelroi, os muveisdomesino c um
isrravo, leudo lunar a arremataran na rasa da rcli-
narodo inesnio ausente, na ruada (iurordia.
Avisa-.rao Sr. Manoid (iomrs Iterloblo, que
baja de apparecrr para tirar o MU penbor que dei-
\ou na niAo do Sr. lunario tonralviis da Lu, por
rspaco dcS ilias, e nao viudo lirar.i perdido, e para
lirar scienle avisa-# por eala bilba.
Mobilias de aluguel.
Aluita-so eflotlivamenlfl mobilias completas, ou
qoalquer prr;i separ.idj, c lamliem se aluuim cadei-
ras em uraudes porroes para oflirios oo le.liv Idadea
parlicillares : na rna Nora, ai ina/.eul de Iraslea do
Pinto, Aluua-se ou vendo-M mil silio com urna ele-
cante casa, que pelo sen lamanbo e rommodidade
otrerereiiuiueu-as vanlagomi, sendo na patHagem (Id
Magdalena, coufronle ao do Sr. Ilellino GoU(alvea
Parara l-ina : ipieni Ibceonvier qoalouer dos ne-
gocios Mipradito, dirija-se a rna da l'raia, sobrado
n. 39, Kgundo andar, (pie abi arbar.i com quein
halar, condese aluua lanibem aloja domORInu a.
lirado, propria para quabpicr eilabelecImenUl cru-
jo aluguel be mullo commodo.
0 major Fllippe Duarlo emliarcapara o llio
de Janeiro o pardo Maooel, escravo de sua lillia
Mara Duarle. sendo cria.
W A meta reoedora ili irmaudu- ^
i) de de Nona aenhora la Concei- (b
mk i mi dos Anillares, convida i lo- ut
,A 'I' os ii'inaos, para que no dia ir*
A. 27 do correnle, comparecam no 5
S ""'torio da meamu irmandadu ^
W orlas S horas da manlia, B Um dp *
9' c|ne depoii da mina votiva do wi
$ Divino Espirito Santo, se procc- ($;
t) da a clcnao do presidente, que w
GABINETE PORTltGI EZ DE LFITIRA
A direclorla convida eos senbores dccionislas e
subscriptores a pagaran o qoe deveru sociedade,
aloflm do Correnle raer. Sendo o gabinete una aa-
sociaefio quo lem por fim promover a inslruc(;ito pe-
la leilura, oecessariamenle para islo precisa deli-
vros, e como estes nao se adqoirem senAo cornos
meios naceasorios, porlanto appella para os associa-
dos, pedlndb que aonuam no prsenle convite.
Precisa-*e para urna casa de familia, de duaa
amas, urna para cozfnhar c mais servifo de rasa, o
nutra que lave o engomme com perreirJAn : a quem
conviar, pode procurar na ra da Cadaia do bairro
de Santo Antonio n. 16, primeiro andar, das,'! as (
horas da larde.
Oabaiio asalgnailo lem cnnlralado vender a
sua taberna, sita na ra da Liugocla n. 3, para li-
quidado damasma.
Manoel Marque* de Aireo Porto,
Precisa-se alugar urna prela.escrava, que sai-
ba coziuhar o diario de urna rasa : na ra doQuei-
rnado u. 6.
l'recisa-sede urna ama para denlro de casa,
que saina coiinhar e eottommar, para casa de pouca
familia : na ra do Queimadu n. 53.
fnaHBBau
ao niiuio
No armuzem de fuzendus bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-so mu complelo wrtimwilo
de fazendat, linas e j;cossn$, por
])rero8 maiibaizoido queetnou*
iraqualquer pinto,tanto em por-
i;oes, como aretallio, afliiinrando-
se ios (oinpradoics nni s preOO
para lodos : ate estalK'lecnni'iilo
alirio-te de combinacSo com a
ntaior parle das casas coinmciciai'S
injIeMs, i'nincc/.as, alleiufias c suis-
sas, para vender fa/.rndas mais em
conlu (loque e lem vendido, epor
islo oflerecendo elle maiorus van-
tageni do que outro qualquer ; o
proprietano deite importante cs-
laliclicimenlo convida a'todoiOS
mu paiticios, eaopublico em ce-
ral, para que venliam a' hem dos
sens internes) comprar azenda
baratas, no armazem da rita do
Collejpo n. i, de
Antonio Ltliz dos Sanios. 3
SfKBBSBfHam T: -' TBgmBBB <
t.;in:tii\ no tito tu: .unhho
3
MU
Rodas de madeira pora carro
No aterro da Uu.i-Visla u. 5$ lem sempre mu
.-orliiiit'iilo de rodas de todo o tamaiiho(lanlinle na-
deira da ierra romo de fra.
MADAMA THEAKD, modista
5 A'aiicexa ua ra Nova n. 7>z, nao
*e lerabrando de todas as pessoas
que Ihe eneoinmendaram chales
deretroz, avisa as mesmas, e jun-
tamente a todos os seus fregueses,
que ja* cliegnruin |>elo vapor in-
gle/, iissimeomo muitosoutros ob-
jectos de moda, os quaes pdem
mandar buscar ou r ve-Ios.
MU
Estampas de santos e santas.
Na loja demiudezada ra do Collegio, n. I, re-
cebeu-se novo sorlimenlo dos seguirites nomes de
sanios e santas, em ponto peqneno curando: N.
Si na cadeira. deicimenlo, S. Mara padroeira das
boas maias, S. Jos, Sania Kosa, N. S. do ('.armo,
Anjo da Guarda, menino Don-., S. Vrenle de Pau-
la, sania Tamilia, S. Pedro. Sanio Thereza. Jess
doffobdendo a mulber adultera, Santa Francisca,
N. S. das Dores, S. Jolo Baptfata, S. Joo baptisan- Ej
dn N. Senhor. Sanios corado de Jess e de Marta,
S. da Cansa Verde, Jpmis q a Sanwilana, N. S. da
l-onceicilu, Jess no Hurlo, Kcssurricno, S. Sebas-
li.'io. Siinl.i Anua, Santo Aulouio,Sania Joanna. N.
S. do Itosario, O riiruciticado, S. Miuucl, Aa*nn>
p^lo deN. S., S. Rila, S. I.uix, nasciineulo de Jo-
siih, Mara e Jos, S. Frauciscn, Kainbn dos Anjw,
S. .NH'nl.i.. Jess lindando sobre asauuas, N. ." da
nadado, -V S. do Heru^io, S. Mauoel, Sania Ale-
\niidrina, A^unipcao das tres sanias virsens, N. S.
\u\iliaduia, S. Pedro, S. Pauloe a iureja.S. Anln-
nin.Sania AKoatlnhi, Sania Dlonltia, N. S. da Mise-
ricordia, Santa \ircem >\o esrapulario, Santa Ver-
nica, Sanio Afloiisn, Sanli"imi Trindade, Santa
Marcellina, Sania Caridade, bfOhof preso, Santa
Julia. Sania Carolina, Sania Emilia, V S. do i; ,
Conaolho : alem de muitos Sanios e Santas, assim
como o camiriho do calvario, ou as II estantes da
Cruz.
Vernicas
dos sei:uinles nonios de sanios c sanias, S. Miguel
i ea nwlalha naUagroaa, anjo la mana e a mflagro-
[n.Sa FrancHKO oVAaall e o anjo da guarda. N.S.
j das solo dores c o crucificado, a virgen, antea do
I parlo, no parlo c depois do parlo, >'. S. da Con-
i n'jrfio. Santa Anua o vs Sanios corarnos de Jess e
1 Marn, gloria aos sagrado* corar.es e Sania Mara ( ^5 minoro
; eoneeblriaaem neceado, N. S. do bom iveeorro e ta
i boa mnrlP.
ATTENCAO, l'MC DEPOSITO NESTA
(.IDA DE.
Paulo GaiRnou, dentista reroheu au'ua denti-
frico do Dr. Fierre, esta agua conhecida como a nic
SALSA PARJRILHA.
Vicente Jos de Brlo, vnico agente em Pernam-
buco de B. J. D. Sauds, chimico auiericaoo, fai pu-
blico que (em chegado a esU prac,a urna grande por-
fo de fraseos de salsa parrilha de Sands, quesAo
vcrdadeiramentofaUifcados, e preparados no Kio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores do lo precioso talismn, de cahlr ueste
engao, lomando as funestas consecuencias que
sempre coslumam trairer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela n1o daquee, que anlepot^m
seus inferesaes aos males e estragos da bumanidade.
I'orianto pede, para que o publico ae posea livrar
desla fraude e dislingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada o recenlemenle aqai droga-
da ; o anuuncianlc faz ver que a verdadeira ae ven-
de nicamente em sua botica, na ra da Conceic<>o
do Recite n. 61 ; e, alm do receiluario que acom-
panha cada frasco, lem embaiso da primeira pagina
-i'" uome inipressu, e se achar sua firma em ma-
nuscrplo sobre o invollorio improsso do mesuio
freos.
BOTICA
CHITIAL II0ME0PATH1GA
'il ruada Cadera do fecifet I. andar M
Dlrl|ld. pelo ph.rm.ceutlco pprovado
prof.iur *m bomeopalbia Dr. F.
'.' e P. Prea Ruboi.
Nesla liulira te eiicoiilrain w melliorcs e
3 niaisarrcililBilua in.iliraiiienl(i<( lioiuo|iallii-
j ros, quer em ululiulus, qur em unturas,
1 prepariuliis rom a mais escrupulosa etarli-
1 ilu, pelo pliarmnrpuliro approvado e proles-
y sor em liomopalliia Dr. I'ires Hamos, sob as
2 iuillcaroes do Sr. Dr. Sabino, i-om quem ba
v pralieailo lia I annos.lodas as reuras da pbar-
!] in. i i.i bomopalbica.
;- Os iiieilii'amenlos desla boliea, cuja eflica-
^ da lem sido veiilirjida na biu^a pralica do
^ Sr. Dr. Sabino, e rerunbecida |>or lodas as
|>essoas, que deUes tem Teilo uso, excrcem
a una Brande \auta(:ein, sobre lodos os que
o pur abi se vemlem, a qual ronsisle lauto ua
proni|itid>lo dos seus elleilos, como ua qua-
2 lidaile de se eonser\arem milito lempo sen)
i sollrerem a menor alterarao ; o que os lor-
3 na inuitu recoimiienda>eis, principaliiipule
,i para o malo, uude uemsempre ba fanlida-
:] de da provisto de novos medicainenlog.
Jjj Kxislem carleiras de medieanieulos em
:ij lubngrandaada tino crytal de dilleientes
H preco
Alnu-f* a catn que foi do Sr. Jote Vellozo
Soares, Junio ponle da Pauageiu da Magdalena.
Nu liulequim da roa Nona a precisa de um
cainiro.
CONSULTORIO CENTI
MEOPATHICO.
N. II Ra da Cruces N.
Consullas lodosos da* desde as H doras
da iii.-uili.i.i al as 2 huras da urde.
Visitas aos domicilios das 2 hora, ero
diante.
as molestias anudasegravesat visilaa
serSo latas a qualquer hu a do dia mi da
iiollc.
As senhora* de parlo, principalmente,
I serAo sol-corridas com religiosa promp-
lido.
Dr. Sabino Olegario Ludoero Pinito.
Pelo nroMino naquete ao ui eioera-1 mma wb"*"! i "" "" ""
.1 i i'. t. sououlor.) lem a proprienadodecoBaErvar a bocea
notas listas da lotera quarta a licu-1c<.irlKI p pri,,mi,r ,|as dores de denles: tira ..
litio do Asilo dos Alienados: os paga-|goslodesagrada\el mentos dos premios serao eireetnados lo- S"" l|f *su n'uj roo Arui alo onWen-
..' i- i i i- les; lanibi'in se achara piiilenlin ice e\iellenle para
(;o que se li/.cr a (lisliiliincao das listas. ,.......wr\a CASA DE COM1IISSAO" DE ESCRAVOS. i o. 38, serondo andar.
Xa na Diirila. solirailo ,!, I res ai- .v..!Si^iTE^Jr^[SS3fI!ClS!3!rf:
la |-J-*HK> ale IJU?WK> conforme o
lus nicdieainenlos, suas dynsJDS-
aacOta, t rique/a das ealUfi
Cada vidrude tintura daquiuladv-
iiamisarao........2a4KM)
Gula luho de medicamento INHMI
A', li.OSr. Dr. Sabino Ole^ariu l.udge-
ro IMnho se presta a dar esclarecimenlos a
tollas as pessoas. que compraren! medica-
menlus nesla botica, na ra das Cru/cs. u.
II.
clares, ilelronle do Inven ile S. I'edro n.
o, receliem-se. escravos ile anillos os se-,
mis pina se venilerein (lei'oniniissao, naoi
se harendo por esse trabalno mais do
que poroeutoi esem se levar cousa al-
numa de comedorias, ollerecondo-se pa-
ra islo toda a seiiiani;a precisa para os|
ditOS esera VOS.
Ollerece-se unta mulber de mcia idade e boa I
rolMilrla, para engommar em qualquer casa de fa-
milia honesta; tumbeui pode [m'.i.ir iduum outro i
aervico, salvo na ueeaslso do engoinnaado, poisea-
lende de l'.t/.er podios de IddM hs qualidadeSi pas-
leis, friuitleiras, tanto de carne, como dores; podios
Inajesese doces de bulas as Iruclaa. se algam senhor
snlt-iro precisar enbio para co/.inhai e engommar,
preteriudo-se ealraiigefro, pude vir ra da tiuia,
casa terrea n. II. esquina.
Na roa do Sebo n. :i:t. precisase de aluein
qiie saa condii/ir rarroeai: a Iralar ua mesmj
wiuniada
AVISOS martimos.
Para o Rio de Janeiro.
-y-nw ,i no dia l.ri do rorrete, a bem ronhecida es-
cuna Galante Mara, s recebe escravns a frete : a
Iralar com JoSo Anlnnio da Silva tirulo ,$ Compa-
nhia ua rna do Vigario, n. i.
Para Lisboa segu rom lirev idade o veleiro hia-
le |iorliiue Lusitano, eapilo Jos Joaquini Pe-
reira : para carga e passageiros, Irala-se com Josi'1
'Icixeira Bastos, ra do Trapiche n. I", ou com o
capihlo na praca.
I'ara o l'orto, a muilo veleira calera porlu-
goeil llraehareme, capillo Rodrigo Joaquim Cor-
rea, sabe rom breviedade ; recelie carga o passagei-
n>>, para OH quaes oll'erece os melhores roinniodns :
os preleiidcules dirijam-se aos rousignalarios T.
d'Aquine Fenseca 4\ Kilho, na ra do Vigario u,
l!l primeiro andar, ou ao referido capilao na Praca
do Commercio.
Para o Ass sabe uestes dias o bem couheci-
du hiale Flor do Cururipe : qnem qui/er earregar
ou ir de paMganv, dirija-so-i ra da Cadeia do He-
cife n. 49, primeiro andar.
O paladn iiaiiuii.il Valenle Sa-
lle para o llio de Janeiro, no (imda pre-
sente semana : queui no inesnio quizer
earregar, embarcar cscravos a l'rele, ou
ir de passageni. para oque oll'erece bous
i mi mu los. entenda-se com 0 Capitulo,
na prara do Coinmei'cio.oiicpm os con-
signatarios Novaos & Coinpanliia, na ra
do Trapiche n. V.
Para a Uahia vai sahir em poucos
iliuf, o patacho nacional nCoiiliaiicao :
(tiiein no mesmo quizer earregar, ou ir
depassagein, dirijn-se ao capitao Emig-
ilio llilx'iio da Silva, na praca doCom-
mercio, ou a Novaes & Coinnhia, na
fu do Trapiche n. o4.
Para o Forte.
A barca Olimpia, de primeira marcha, segu com
luevidade. Para carga 011 patsaaeiros. a Iralar com
seus cousignalarioa Barroca ; Caslro: na ra da
Cadeia do Hecife, .ii. 4, ou com o rapiim na jirafa.
CEAR.V, MARANIIAO' E PARA'.
0 brigiic escuna nacional Graciosa, ca-
pilao Meado, sahira' em poucos dias por
ler a maior parte da carga engajada : pa-
ra o resta ule e passageiros, tiata-se com o
consignatario Jos Baptista da Fonseca
Jnior, na run do Vigario ir. i, primeiro
andar, ou com ocarutao. na piara.
Para a Babia seguir denlro em pourosilias, o
hiale.Imphilrite. por ler parle da carga prompta :
quem numesron quiser earregar, dirija-se a ra da
i-ruz o. ;|, escriplorin de Amurim IrraSos.

$
Oevo servir no auno de I8."),
conforme determina o artigo IS
dos estatutos respectivos, Cnsis- ,e
lorio da irmatiilade ile \ossa Se- t*?'
llhoia da Ciiiieeie.iu dos Milita- #'
ie-II denovembrodel853. W
'$) Caetano Quintino Galhardo, se- (y.
ijj) cretario interino. t^,
Iihppe oiic^ilves Marlins \ieir.i de Sou/.a
valso Kio do Janeiro.
>o dhi 10 do correnle dcsappareccii um pa-
pagaio minaoa rallador: qofmvarhar, poden'irot-
lilui-lo na rna das Cruzo*, sobrado do un andar
por cima du rarlorlo do Sr. (alielli.lo Sales, qoe teH
ptoni|)taiiM'nit' reconnoBjado.
OSr. HonoratoJoa da Olivoira Pifraelrodo
lem urna caria ilornule, na li\raria us. i> c X .la
prara da Independencia.
Ilnua-sc B0 Sr. Alexaudrc Jos lloruellas o
obsequio de se dirigir ao alOJTO da lloa-Vi-la n. 3),
labor na, a ncuocio que llie ili/ respeil.
Jos Faustino dr Lema*.
Kica de nenlium .'lcito urna letra BOOjta por
Joaquim da Coala Mala n. 741 da quaiilla de
i7"H*ni. vencida a ~H de nuiuhro paaaado, por ler-
se dejencaminliadu, sendo pagBCOmo COnala do re-
cibo.
Precisa<> de lim bomem pai a lomar MHlldO
etiabalbar em tim pequeo silio noGoqilMi profo-
rindo-se a quem liver algana pratica( e lorsollei-
ro : o prelendenles dinjain-sf ao mesuro silio.
.lnein preci-ar ;le trina ama com bom leile.
dirija-so a ra to llrurn n. 'JH.
Pinto Lima, i
proviociu un
do podei'oso
Francisco Xa-, ier de
tend de pai lie para lliu
vapor linnrialn/, terve-M
vediculo dii imprema pam se despedir ila
quellas pessoas amizade ; eiiue. |>ei pi*estezada vagenif
ntio o nodo lit/ct' nesaoaliiiciite \ oniukim
1 ii. Ll da- un/es li. II
i?Oinoaproveita a oaawan para declarar M -***********?
tiuenadadeveapessoa alffima, alen. de\sBMWSm^BSaL^atmSSaB^
'.,,..', A luga-** por i inc/es de esla urna lM)a casa e
anencoesde ueiicaae/Ji |silio ., niarnindorfo Caplbarlbe, com banhodoee.
PrerUa-fo de nina ama que aeja fll; na ra \ |,.;ir jg forre; a halar ua ra do LI ramelo
D. 14.
Manoel tic Almcida Lopes, com casa de
PUBLlCAAO' DO INSTITUTO
HOMEOPATHICO 1)0 BRA-
SIL.
VAUB-MEC1 M DO HOMEOPATUA
em ir., \olume de rnai- de IKH) paaina-. : o
mcrmNAKn VOV\ LAR l)E MEDICI-
NA UOMEOPATHICA : em i votomaa i
de mais de ,(HI pasjnai cada um.
Obratilndifponsavelaa iodos ea pata de la-
Muiiit. lenlroroa de enRenho sacerdoleai di*
| redores de Collcaios ou de OUllO* clahele-
rimenlos, capilar* de ua\ios, sertanejos. e
quaeaquor oatru peasoaai que por si meamai j
qii'/.erein conhecer os prodigiosos cileilos .
da liomeopalbiii.
I'rln Dr. Sabina Olegario f.ii'lfjoro f'i-
tifio, meiflbro de nutila* sorii-dades srienli/i-
rfs nciottaet t 9*trmgeiwf.
EatM duas obnWi quo aorflo adornadas
de divenaa aolampaa. eoeerram ludo o
qur ha de inelbor acerca tle niedieina bo-
meopalliiea. QualqUI: ;!:!!;- !; :. !:: vr!
a luda as oulras. rpie al Irojc se lem publi-
eado.
Proco da assignatura "jti-iMKtis.. pagos Im-
nicdi.ilaueule.
Aaaigna>fe em casa do autor, roa das
Cruies, u. ti.
VADE-MECCU lem de sabir a luz I
brevemenles vislojA estar multo adlantada
i sua impreaal,
Consultorio central IwmeonailMco ,
EWfKSrSSgBBJS
Sen/ala Vellia n. ,S, seuundo andar ; declara-se
que be para pouca familia.
Jos Cardlo da Silva Pinto ri'lira-se para fo-
rado imperio, e presume nada deer; maO80al-
-'ueui BOjlllgar sen ereilor, queii.i apreseular suas
cunta*] na rna do Trapiche n. |:l, DOprazodo i
dia*, para seren pagai; a dorante ana auaaoeladoi-
\aosSrs. lama Jnior c\ Companhll ODCaiTOgadol
para rereberem o que se lhe ea devendo.
Alaganvao as lojaadoaobrado n. da ron do
Ranajttl a Iralar no mesmo,
i^ Uonauliorio Iwmoopaihico m
'vj pobres, na rna da Seo/.ala Ve
I n. lis, jirimeiro andar. Tambein DO ntOtmo
ronsutiorio lem remedio para quom ha qoa>
') loado, o s ao cura uu inesnio connilloriOi a
a| iiao-etbi remedio para aer curado fra.
W3BB8B8Stg$B i mM
Quem annuncioo qoercr comprar urna doxla
de cadeiras. querendo de jacarando, couaa muilo
superior, dirija-se a ra do Kaogfll n. 21, a qual-
quer hora.
Ouciu annuncroii querer comprar duas meiao
para alcova, procure na roa do Haimel n. 21. emais
mu re-lo de madeiras de coborta de casi, a--im <'o-
ira oa (3
sell, &J
Aluua-M' u secundo andar e srilai da casa, u.
5, da ra da LlngOOta: a Iralar na loja, n. 6, la ra
da Cadeia da Recite*
Braina-oo faltar e tradoxir a Hiu&ua iosleta
corieclameute : a tratar na ra ta liloria u. HJ.
AVISO AOS SENUORES DEENGENHO.
Alenlas as grandes vaulasens na moauem de cari-
na, provenioiilesdc ler os tambores das moeudas
perfcitaiuenle torneado*.oahai\oas.inatlo res|ve(o-
i smenle lembra KM aenhoroa de enuenlio que na
| sua. fundirao de ferro em Kora de Portas se pode
perfeilaiueiite (ornear de novo um jouu do lambo-
re-, e aparar e endireitar os denles das currlas com
! (aula presleza. que se pinte cnlreua-los no mesmo
dia, e\ilando--e a-isim o inconveniente da demora
dos carros eo IlDpalO da inoauem ; assim romo que
a mesma fundicaose acha sempresorlida, nilo s de
novas moendaa le dlveraoa uunanlnis a rnodelo-*, se-
nO laiubem de rodas ilenladas, Unto para asna,
como para auimacs de lodas as proporeocs, a siher :
volla por vi>l(a. volla e quarta. \olla o lereo, polla
0 mcia.duas, Inv-, <|iiarlro vollas. ele, ele, e por-
l.iiilo ifueipialquer senhor deenuenho querendo ac-
celcrar a sua nioernla, a lim de moer mais carina no
mesmo lempo, ou retarda-la, a fim le espiemcr mala
liquido da mesma caima, pode se ni demora escolher
as rodas competonlfa. Fundirn dr ferro na i!::i
do llrum p.issantlo oebafaris. I). It. /human,
ongenheiro.
Na ra na Hotla, n. '2\\, lava-se e M8J0DUlM-oe
com toda a presteza a perfeirao, palitm, a *2UO rs. ,
calcse [aquetas,a t rs.. camisas, a IJrs. ;e col-
leles, i SI rs
Casa ta aH'erieao.
Oaleridor coolinoa em seu eslahelecimenlu da
ra da AsufcS Verdes ii, a dar expediente lodo
osdiasulets, das nove horas la manh.ia as qnalro
d.i larde, e pede, que nao se i;uardem lodos para o
lim: assim como elle lem mandado e continua a
mandar *eu agente a afarh* pelas casas; loso as
poasoai iiileicadas esperem pie elle ebeaart por
la. I'rajedetda Sitia Gusmho
Qaem quizer upuociar os ramos deaferino d
COMPRAS.
Compra-so um reloRio de ouro, patele in-
glez, com as competentes cadeias. j
A fabrica de espirilos de Bairao & Macedo,
ii.i run Direila o. 17, compra constantemente garra-
fas brancas a 8U rs., prelafi 60 rs., c botijas a
Grs.
Na ra da Cadeia do Hecife, u. -M, compram-
16 paliCOM brasileiros e hespaiihoes.
(kinipram-se osaos a (icso : no ar-
ma/.em da illnminaeao, iu> cae do Ra-
mos, Iruvessa do Carioca.
Compra-se nrata brasileira e li.es-
panholu ; na rna da Cadeia do Hecife n.
2 loja de cambio.
Compra-sc urna morada de casa torrea, son-
do no bairro de Santo Antonio : *a ra da Praia
2(1, se dir quem compra.
Compram-se don encerados. em meiu aw :
na ra do Kauuel n. 9.
Compram-se elTelivamenle Irasles usados, o
lanihem Irocam-st; por iiovoS : na ra Nova, arma-
zem Amaro.
Compra-se um silio irraudc lo coqueroa, na
praia do Janea : quem n liver, anuuucic \wr esla
Dariu, ou dirija->e a Olinda, no Varadouro, so-
brado n.'Jli.
Compram-e cscravos de ambos os sexos, com
babilidailes, ou SOM ellas, [mim-m- bem a^radamlo:
ua ra da (doria n. 7.
VENDAS
Almia-se para pasear a fasta urna boa casa com i mo rea le linuir e cal tic calar.
grande aoUoi ao p do rio na Passagom da Magda
lena, confronta ao sitio do Sr. Joao Terreira dos
Sanius : a Iralar cora o Sr. Josa" Anl rolo lla-los, na
ra da Cadeia Vellia ppr cima do cambio do >.l-
vaira.
Arrooda-oa umsiiio em Boberbe do balso,
rom baslanlsa arvoros le rncU, comosejam: man-
cueiras, jaqueiras, eoqueiros, tlende/eiros, cajiiei-
ros, e muilasoutras mallas para tirar lanha, baiva
para capim com niuilt. boa verlenle, a* melhores
Ierras quo ha nesse lugar para obotacOOS, c una
evcellenle vala : a Iralar no ino-nio sitio, no becco
do fundi, primeira casa a direila.
Carro cas de aluguel.
Alugam-secariocas ngjra coudu/ir irasles. mate- |
riaes, madeir;
muila brev idade e proco commodo : na ra da Paz
armazem de lahoas ii. H, indo para o porlo do Po-
cinlio.
O aboli oadanado declaras que o anoonclo
s.ilmlo nu Din. f. de sahbuilo, U 00 correnle, lica
sem nenbum elleito por arrependimenlo dos com'
prailorcs. Munorl Marque* tic Abren l'ereirtt.
Os senbores a quem oram distri-
buidos os estatutos da eompanliia de -
(juros Indemnisadora sao convida*
los para a rcunio indicada no artigo I'
das disposiees transilorias : boje 1 \ do
correte, pelas 10 horas da man bao, na
silla da usaociaeiio com inercia I.
Precisa-se arrendar umsiiio pequeo, que te-
rina baiva para capim, e que soja prlo desla cida-
le, nao se exae boa casa de vivenda : quem o li-
ver c quizer arrendar, dirija-se a ra do U.in.cl
n. 9.
IjVseja-se saber amule mora a Senhora I). Ar-
cela Francisca do Nom tinento a qualaiinunciou re-
lira r-se para Tora da provincia, a negocio do seu In-
teresas,
Preri (ar um menino de dous mexesde idado ; paca-sece-
uprosampule : na ra ra do Apollo casa da esqui-
na rom a enlrada confronle a ertnda dos prelos ra-
no* i ros.
p,eci-a-e de umcaiieiro, que lenba canaeida-
de de tomar urna casa por bllanco, e di; (ladur a
sua conducs, a fallar na ra dan Cruzes n. 'mi.
Antonio de Araujo ArafiAo Bulcio relirando.se
desla provincia declara nada dever, a u conhectmeiito do obsequio* recebidos.
Aarario de Souza Menezcs, vai para a Babia,
sem dever.
Joo Pedro Alvcs de Lima Gordilho
e seu nnao.tendo de retirar-se puma Ba-
liia, declaram que nada devem.
consignarlo de escravos, na rna dos
Quai'teia n. W.
Nesla casa rerehein-sc escravo-decominissio pa-
rase vender, lano para a provincia como para fra
della, por conla le -*us douos; alllanca-se o bom
(ralainenlo e seituraura dos mesmos ; e lambeni
comi>ra;:i-se e pauam-se bern. agradando.
No paleo da Kheira de S. Jos, Soja do sobra-
do o. 15, lava-so o eugonnna-se, coio mallo ossaio
e perfeicilo, por preco razoavel.
No aterro da Boa-Visla, luja de mimtezas do
Sr. Duai le SO dir, quem la ."HMJ>(XH> com hvpo-
Ibera.em prupriedade de pouco valor.
>a ra da Solcdade, n. 70,10 duga 0 hem conde-
cido mltiple Joas, para servir em casos eslraugri-
ra> ao que esl costumado ; ro/iuha, he liel com-
prador, diligente*, o nilo bebe, o prca) be 159 rs* por
mez.
Antouio Jos Rodrigues de Sou/.a
Jiinior li/. sciente, tiueoSr. Joao Miguel
da Costa Jnior, nilo be mais seu caixeiro
desde III de novembra corrente.
OSr*J. Wierslieine declara ao respoilavel pu-
blico, que o auunueo por elle mandado inserir nos
Precisa-sede una ama le leile forra ou cap-
Uva, para emarragar-seda criarao de um nwniiioI fjiann* na. aM8, 34Vo"V) lica aera effeile algora.
rescenvnascido: a Irolar na ra larga do Rosario n. | Offerece^e urna crleola forra poro cozinhar e
fazer o mais aervico le urna casa, meiu s cuL'omma-
iM. primeiro ailar, ou na hija
Aluca-seiima boa casa em (Hinda, na ra lo
Amparo, n,3l trala-sc do aluguel: ua ra la Cruz,
i. SO. no Reclfo.
o Sr. Fronelsco Jos Rodrigues lem urna car-
la do mallo, na lvuria DJ. (i e 8 da praea da Inde-
pendeuria.
Prerisa-se alagar, em Apipuros ou Beberibe,
trina caslnlu, cuju nlucuel seja razoavel, para una
familia pobre que ra nrga do Itosario. loja^n. 16.
Precisa-es do urna prea para amnsecca: na
lod'o e qoaesquer objOClOS, com ru;l t,,, A/eile de l'eive n. 7, primier.i andar.
'-- .lose A aguato Cordeiro rellra-se para o Kio de
Janeiro onde lem de fazer a sua residencia. ele\a
em mi i companhia os seus escravos Aiilonio, Cae-
lano e Mimicl. lodos pantos.
Aluua-se o sobrado de um andar na cdade le
Olinda, em freuleila ladeira do Varadouro, petien-
eentO ao fallecido coronel .Manuel k'nacio deCar-
v.tllm .Memlouca : ueiu pretender, enleuda-sc rom
o protestar publico Salvador Henrlqaes aoAlbu*
querque, uaquella eid.ide. ou com J Mariano de
Albuquerque, na ra da CniAo da Boa-Visla.
ATTENgAO.
.Mililao' Burges Ucha, com casa de eom-
missao tle escravos, na ra da (lo-
J'ia n. 7.
Nesla casa recebem-sc cscravos de comniiaaao pa-
ra n M'iidcr, lano para a provincia eoDM para fra
della, por conla de seus dorios; aflianca-se O boni
kaloraanta o segoraoea dos mesmoi ;"e tambem
compram-se o paaam-se bem, iu;radando.
Na ra da Cadeia do Itecife n. (0. so dir
quem precisa de urna ama de boa conduela, para
cuidar em araaooas.
4$ Precisa-se saber onde mora,nesla cdade, o 9f
9 correspondeule doSr. Manoel llezerra Perei- ,'.;
aja) ra de Araujo Bellriio, morador em Cruanci.
jB afim le se enlrefzar una caria para oditoj.;
$ senhor: nnnuneie. A
ea*3lPi5tf m $*ft0>st$
No dia 20 do corrente, impreteri-
velinente, terao andamento as rodas da
loleria, i'oncedida a beneficio da matriz,
da Boa Vista, anda que nesse dia restein
bilhetes por vender. O tliesoureiid",
Guilbeime da Cosa Correa Leite.
- Preclsa-sc de urna ama que cozinhe com per-
feirAo c limpeza ; na deslila^ao da ra da praia de
Sania Rila.
:ii.
dirijam-se a ra das AgOOO Verdes, u,
AO RESPEITAVBla l'l Itl.lCO.
DOURADOR E PRATEADOR
Electro-chlmlco-magactlco.
Una da Cruz n. K. prisjuin andar.
0 abalxo aaatgoado douro e proteo cora a maior
|>crfeir.io pelo novo rnelhoilo eleclro-cluniko-mag-
tUtieO quabpier peca serpentinas, caolieacs.caudel.ibro>., bandejas, hules
ornamentos militaros, turbulos, alampadas de i^re
ja, respleudures. relogios, IraueelluiM.bijouleria ele.
eic.elr., nao dei\ando nada a desojar quanto ao
lirillianlismo, respnn>.abilisaudn-se pela duraijao, e
poi proco que convida a lotlos qoe prcikueur
approveilar eSH bella quao til inveiujao. ('.
Colombo.
rj Paulo G ai gn ou, dentista.
3 Pode ser procurado a qualquer hora em
3? sua casa na ra larga do Rosanio, n.
^ 3, segundo andar.
San l.oureneo da Malta, Muribera aJaboall, ap-
parei;a em a ra de AgOOB Verdes, n. >, quo Io-
nio neuoeio com o a Teodor,
AVISO AO CO.MMiatCIO
Osabaixoassignados conhnuaio
runquear a todos as classes em
i'iiil os leu, sortimentos d<; fa/.en-
as por baixos iin'ros, nao' ind-
ios dr urna jura ou una du/.a,
a dinheiro, ou a prazo, conforme
si.' ajuslar : no sen artna/.ciii da
(iran doCorpO Sanio, esquina (la
rna do Trapiche, n. 8. Ros*
Iron Itooker A Coinpanliia, negO-
ciantet ingleses. Os mesmos avi-
9o ao rcsiicih.vfl rAibiicoqueabri-
ram no dia 5 do concille mee a
sita loja (lolir/.ciiilas da rna do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senbores Jos Victori-
no de PaiVa e Manoel Jos de Si-
queira Pitanga, para venderem
tacado e a retallio
M1
irerece-se uuiu muMier delj'oa coiiducia
capa/ para ama de casa deliomein solleiro, por pre-
en commodo : un ra lari^a do Hosario n. 9.
Aluga-se urna casa le dous andares, or de um
e -ulao, no bairro le Sanio Aulonioe Boo-Visla,qae
soja decenio e lenha commodos para familia :
quera livor aonuncie, nu dirija-se a Solcdad.e no ti-
llo dos quotro leOes. Arreoda-OS, e (ambem permu-
la-se, por urna casa do dous andares, ,iu de um e so-
lo, 001 hairt-os de Sanio Antonio e Boa-Vi>la, eum
conimodtis para familia, un silio muilo ni |n da pra-
;;i. por ser lui^o ao sahir da Soledade para o Man-
uuinbo, com nao poncus arvoredos de Inicio, chaos
proprius com srande c decente casa de sobrado e
MISO, loda i'iiw.li .n; kI.i. conlcndo 15 quartos, I al-
grele na trenle, lodo murado e engredado, come-
leLianlc* porl'iesde ferro e i coluinims, em rima des
Suaesdescancam 4 IcAea, e no fundo outro pofUOj
_ i;randes eslribarias paraTcavallose eorbeiras,
casa para prelos e cozii|ba. crande po^o ragua de
belier com a sua compelenlo bomba de ferro e tan-
que pora banho : a quera convier eslearreudamen-
lo ou permuta, dirfja-se so raesoio sitio a qualquer
hoi a lo dia, a Iralar com o seu proprielario, que no
caso denc elTecluar osle negocio, Vciuler um carro
novo de 4 rodas e urna parelba de cavalis.
Aluua-se o arnmiem, no qual sempre leve la-
berna, e no mesmo lem armarn : no pateo t\o Ter-
co n. 139, a Iralar com o seu proprielario Joaquim
Lopes de Almeida.
MADAMA TIIKAIU) MODISTA FRAX-
CEZA, RA -NOVA .\. 58.
Madama Theard, participa ao respeilavel publi-
co ea lodos seus frenueves, que acaba de rece be r
um lindo Mirlimenlo le modas franeezas como se-
jam.corpiulios diis, lano pera monlara como para bolar por cima
do veslldos, cabecees a Iralloojlo de Mood, metas de
iiesn para senhoras. corles de vestidos de galla, para
bailes e saraos, lindos enfeiles para cabecea lese-
nhora, chapeos de seda os mais ricos e mais delica-
dos que be posstvel, ditOl le palha j enfeilados,
dlos por enlejiar, chapensinhos de lo.la-i as quali-
dades para meninas, bico de linbo purnproprlo pa-
ra lencos, dito de blond, maulas a imitaran de
Idond para noivas, eapclla, enfeiles para luvas e
vestidos, rorneiraa de lil, rami*iuhas de cambraia,
espaililhus de inuiln boa qualidade para senhora,
icos loques de madreperola, nenies de (arlaruga
para prender cabellos, ricos cfiale le relro/, cha-
peosiuhos de palha redondos enfeilados para ineni-
nos, lila-i ostoeoioa le muilo boa qualidade u. 2,
edas furia cores, llores, plumas, vestuarios para
menino*, luvas lilas eslreitiuhas e oulras muilas fa-
/endas de goslo para a fes la.
Nova fabrica de chapeos d sol, rna Nova o.
96, defronte da ir reja da Gonceieao' loa
Militarei.
Jos Pradiues, lendo-se resolvidu a juntar ao seu
cslabelecimenlo de culileria uina fabrica de clia-
peu> de sol, lem a honra de participar ao respeila-
vel publico, principalmente a seus fregueaeSj qoe
acaba de receber pelo ultimo navio chegado do lla-
\rc um lindo sorlimenlo de chapeos le sol, lano de
seda, como de pauuinbupard homem e senhora,ricos
chapeos de sol com cabo de bamb, ou caima da In-
dia ; dito* com cabo do louro, dilos rom caricaturas
as mais curiosas,dilos.com armado de ac com ricos
eosteoSi ditos |iira senhora, com ricas franjas e
cabos de marlim, o oulros muilo* ohjeclos, os nuacs
serJo vendidos por presosmo commodos: fabricara,
B > (nistrt.im-i-e lodos os dilos idijeclos com aceio, e
promplidao por preco roais barato do que em oulra
qnalquerparle. Econtinua >empre a fabricar bri-
de-, jporas, a plcadairas da oslo, o roncera ludo
oque he (endent, a seu ofllcio (em resolvidu tam-
bem para ser mais commodo a sua fregueiia de
la/cramolado lodosos dias com pereirjao.
AJuge-so ii primeiro andar do grande e muilo
fresco sobrado da ra do Apollo n, Ili, junio ao
(healro, com commodos para qualquer familia : uo
armazem da ra Nova n. 67.
Vende-so a laberna sila na l.ingoeta n. '\:
quem a quizer comprar, dirija-se ao >iliu da viuva
Piulo, na eslrada nova da Soledade, ou na mesma
taberna. .
Na na do Crespo, lojaam.irella n. 4,
de A. F. Pereira, vemlem-se a
I 5,000 rs.,
cortes le seda cscoceza, de l."cova.los, os inelbeies
que lem viudo a eale mercado.
A 640 rs. o covado,
vendara SBksIvInas da seda e linbo, de quadros es-
corezes, de muilo goslo, com "i) polegadas datar-
gura.
A 5,000 r*.,
\ riiilen.-e capolinhos de lib> do cores, bordados de
branen e todo guarnecido.
A 320 rs. o covado,
vende-te seda de lislra furia-cores, propria para
vestidos de meninos e menina*.
A 500 rs. a vara,
vendem-se eamhraias francezas de habados e de
gurnalo, de cures fixas, e modernas.
A 1,000 rs.,
rande-ae baraja il seda e chalim de cr cramezim,
lii/cndii que pula |irimi'ira vez vcio a esle mercadu.
A 12,000 rs.,
veodom-se nianleletes prelos de i/rosdenaples, coin
guaruicao a mellior pussivel; assim como lem grus
de naples deqnadrus e>cocezes, lavrados e lisos,
por prcru mais baralo do que em oulra qualquer
parle.
Veiide-ac milho em saccas, a ll^KM) rs. : no
paleo ilo t'araizo n. 18.
Na ru da Cadeia do Becife, loja n. j. ven-
denvae saccas com muilo boa fariuha, a 40000 rs.
cada urna.
-- Veiule-se a laberna da ra do Collegio n. 16,
com poucos fumlos : Irala-se ua Iravessa da Madre
de Dos, armazem n. 13.
Vende-se um irnamenlo de basto, em bom
uso, com lodos os seos pertences, mi>sal, calis, etc.:
BB casa to isicristfo la ordeui lerceira e S. Fran-
cisco.
Vende-se urna cscrava moca, crioula, cozinha
o diario de urna rasa, com principios de coser eeu-
gommai : na ilharga do Bosario*. laheinau. I.
Vendeni-se limas do autor Kaool. proprius pa-
ra ou vires ; assim como superior esmalle azul : uu
aterro da Boa Vista, loja de ourive* n. U8.
Vende-se um casal deSscnivosque liepecliiu-
c|ia para o comprador : se dir o motivo da veoda,
'. rna da Qoria n. 7.
Vndese carne o linguic.as to serlao, mellior
que potle haver nesles gneros, e precos commodos,
assim como manteiga inglezadc primeira qualidade
a KIN)e T-JH i>.: ditas de segunda, a 640 f lerceira, a
180 : e quarla, u 400 rs. ;itila fraiiceza boa, a 640 o
.">60 rs. a libra, mtaberna da ra dos Marlvrios,
n. .16.
Vende-se a barca;a denominada Laura, de to-
le de 2.0Oarrobas prompta do um ludo para nave-
gar : quem a pretender podo fallar cora Amonio.
Iim.i i- : na ra da Cruz, u. A. c para a examinar
uo I Hit" do Mallo.
Fazendas de seda- *
Na loja do sobrado amarello, na ra do 9
2 Qiieimadon. 29, ha senipVeum completo sor- J
9 lmenlo do fazendas de seda, que se vendem
9 por preco mais eouunodo do que sol oulra rj
% parle, e consiste, em corles de vestido de seda 9
W lisa furia-cores, dilos de seda de quadros es- 9
Jft cocezes, dlos tle seda branca e de cores, la- 9
3$ vrados, desuperior qualidade, dlos de cam- 9
;$ hraias\dc seda modernas, manteletes e capo- 9
M linhos prelos, braucosede co/cs, os mais rao- 9
.':; demos e mais superiores que tem viudo. 9
otas e chales de seria, rneias e luvas de 9
J seda, e oulras muila fa/endas de j^oIo. 9
**$# i^^K^*ft99999
Gal virgem de Lisboa.
Vendcm-se barriscomcal em pedrada mais su-
perior quo existe oo mercado: na la do Apollo, u.
10, armazem de assucar.
Vcndo-se o euuenbo Limeiriuha. situado a
marizein do Traciinhaem, com 6IK) brncoi de lesla-
d.i. euma legua de fundo, com as obras mais pre-
cisas, lodas novas, eoplima moenda, cora bons par-
lidos que rom dous carros e qnalro quarlos pode
moer at dous mil pes, o que he de (grande vanla-
...iii para um principiante, lie de ptimo assucar
ede boa pnuluccio lano de caima coiuu de leuu-
mes; vende-se com algum diuheiro u vista, e o
mais a pagamento conforme su poder couveuciouar:
ospretendeuLcs durijam-sc aoeugeuho Taiuatapo
de Flores.
'i
TFabrica de chapeos do sed, ua atraoo-^^
da Independencia, u. 3S.
Manoel Jeune, licuado ltimamente uestrCioa-
de, lem a honra de participar ao respeilavel publi-
co,.que Irouse cora sigo, um rico e complelo sorli-
menlo de chapeos de sol, lano Je seda como do
Huilln para homem e senhora, ricos chapeos de
seda com cabos de canna da lridia.diios com carica-
turas, ditos de a i macan de ac,o, com ricos casldes de
mal tiiu. bengalas e outros muitos objeclos dos mais
modernos o variados, assim como Irouxe (ambem
um lido sorlimenlo de sedas e panntulios para co-
lii o qualquer armado usada : lodos estes ubjectos
mencionados,cbiicerlam-se com asseio.e promptidao,
por presos mu razoaveis, e mais baralo do que em
oulra qualqner parle; vendem-9e sin porreo e a va-
rejo.
(MSILTORIO IIOSIOrATIIICO.
Gratuito para os pobres.
No Ilrcile. ra do Trapiche Moco numero 14.
O DR. CASANOVA lem aberlo useucon- |
'M -iil.......no Hecile, onde podar ser procu-
M rado *a qualquer liora do dia.
Srj >. II. A- pessoas que nao fiirem pobre,
M pagaran pelo Iralanietito de 5 a 20,000 rs.
cg| ( mo exredendo do dous meze*.'
tnBBsiWnBBL
AVISO JLI
A secunda cdicr;Ao dos primeiros elementos rtara
lieos do loro civil, mais bem corngiJa e acre-centa-
da, nao s a respeilo to quo allcruu a lei da refor-
ma, como acerca dos despachos, inlerlocutorias e di-
finilivas dos julgadores ; obra essa lao inleressante
aos principianles em pralica que lhes servir de flo
conductor : na praca da Independencia n.6 e8.
l-.f



i I

h

!

NO.CONSULTORIO JHOMEOPATHICO
1IR. P. A. LOBO H0SG0Z0.
Vende-se a niethor de luda* us obra de mediciua
homeopalliiea tST O NOVO MAM AL DO l>K.
ti. H. JAHB. ja Iraduzido un porluguez pelo
Dr. Pe A. Lobo Muscoio: qualru vulunira encader-
iiailuscHii .buis. 21)800(1
O 4. miIii..... cvuleudo a palhogcnesia don 144
medicamentos que no Turara publicados ahira mui
lo brete, por estar mullo adianlada sua mpremao
Diccionario dos lermos de medicina, cirurgia, anatu-
niia, pliai m.ii'ia, ele. ele. encadernado. 49000
Un .-arlen ,i de 21 lubo, dosmelliores e mais beni
preparados glbulos homopalhico cun as duas
obras cima.........IJ0UU
\Ima dila de 36 lubos com as inesmas 4&J000
tila, dil< '< *K itilm-........"iOOOOO
Dila de 144 coro as dila......lOUfUOO
Carlfirasde ii tuina |>cquciios para algi-
beira............HIJOUO
Dilas doM ditos..........1WW00
Tuhos avutsos de glbulos 19000
Vundein-se pianos fortes de supurior quaiidu.
de, fabricados pelo melltor aulor hambui geci na
ra da Cruz n. 4.
CAL V1KGEM DE LISBOA.
Vende-se cal nova em pedia, chegada
iioje nu palliaboU' Lusitano, jwr muilo
commodo preco: na ruado Trapiche D,
15, armazemde Bastos IrmSot.
Vende-so um resto de evemplares
da obra Rapliucl, paginas da juventu-
de por Lamartine, versao porlugue-
za de D. Carlos Guido y Spano : na rua
do Trapiche n. 1*, primeiro andar.
VENEZIANAS .
Aterro da Boa-Vista n. r),").
Tera un surlimonlo do venezianas rom lilas ver-
des de linlio e de l.'ia. com caita o sein ella, e se
roncera e se troca as novas por vellias, voulade do-
comprador.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
lente ingle/., os mclhorcs pie tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Itiis-
sel Mellors & Companhia, na rita da
Cudeia do Kecile, n. ~)(>-
Diccionario dos lerraos do medicina,
eirnrf la anatoma pbarmacla
te. ote.
Saliio a \\x esta obra IwlbpMWtvel a todH
u pes-ioas que se deilicam ao esludo lo
medicina. Veude-se por 15 rs.. encadena-
rio, M .i(ii-ulluno do Dr, MoKOlO, rua do
[ (.nllt'^i.i, ii. _'."i, primeiro andar.
Cobertores escuros,
de alRodao, a HOO rs. ; dilos atnfll e enrnrnados
muilo craudes eent'orpados, a l9t(H)rs.: nu rua d
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
- Vendem-seem rasa le Mr. Calmont \ Oim-
panliia, na praea do Corno Sanio n. 11, 0>ttgninl6
viuhodeMarseilleemraixasdo 3 a (i duzias.linlias
mi novellos ecarreleis, breu em barricas mullo
graades, aro de uiilaosortid,ferro inslez,
AGENCIA
Da Fund cao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste ettabelechnento continua a lia-
ver um completo sorlimeiito de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixai de ferro balido
c coado, de todos os tamaitlios, para
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollande/.as, com gran-
de vantagem para o melliorniiicnto do
assuear, acia-se a venda, em atas de 10
libras, junio rom o methodo de empre-
ga-lo no idioma portugue/., em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rita da
Crur, n. i.
POTASSA.
No anligo deposito da rua da Cadeia do Kecile ,
rmazcm n. 12, ha para vender muilo nova pola
da Hussia, americana e hrasileira, cni pequeos bar-
r de 4 arrobas; a boa qualidadep preeos mais ba-
ratos do que cm oulra qualquer parte, Se afllanram
ao quo precisarcm comprar. l\o mesmo deposito
tambero habarris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente cheleados.
Orando sortlmealo do panno fino* o case-
miras.
Ka rua do Crespo, loja da esquina que \olta para
a Cadeia, vende-se panno prelo, a 39000 e 39200
rs.; de ourelo brauca, a 3*000 rs.; ililo lia neo/, a
49)00 o 59000 rs., o muilo superior, a 69000 rs. o
covado : dito aiul, a 2J800. 39*10 e gOOO rs., e
muilo bom, a 59500 rs. i dilo verde, 29800 a 19000
rs.; corles de ensenara prela iureslada. a 59300 e
BgOOOrs.; dila francesa o de cor de Indas as quali-
dades, por preco coiiiuiodo.

DAVID Wtl.l.lAM 1IOWMAN, eiiitonheiro ma-
rliinisla c fundidor de ferro, mui respeilosamonle
annuncia aos senliorcs propriclarios de eiigenhos,
fazendcirue.e aores|icilavel publico, qucoseuesla-
bcleciinenln de ferro mov ido por machina de ya|Mir,
na rua do Bruin passando orhafaiiz. cnnlinu cm
effeclivo ejercicio, escacha roiuplelanienle moiiliulu
com apparellios da primeira qualiilade pa a per-
feila ronfecca das niaioros iiccas de inachinismo.
Habilitado para eniprchcndcr quaesquer obras da
sua arle, David William lluwman, deseja maispar-
IkalaflIlUllle chamar a attenca publica para M se-
guidles, por ter dcllas panda sorliincnlo ja' promp-
lo, em deposilo lia nicsina fundirn, as quacs con>-
Inihl.is i'in sua fabrica |todcm coui|>clir cmn aslabri-
radasem paic eslranueiro, tanto em pirco coran cm
qiialidade de materias primas c inao de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhnr nui-lrucai..
Moradas de calina |iaia engrolio (le todo OS la-
inanhns, moxidasa vapor por amia, mi auiouea,
Rodas de agua, moinhos dr vento a sorras.
Manrjos iiiilrpruilrnlrs para CavallOa,
lindas drnladas.
Acuilhiirs, bromea r eliumacairasi
Cavilbeseiiarafusosdr lodos oslaniaulios.
'I'aixas, paroef, crivosa bocas dr foi nalha,
Moinhos da mandioca, movidos a na.....i norani-
mars, e prensia para a dila.
Chapas de foga a torno da larinha.
Canos dr Carra, toruriras da ferro a da brame.
Ilombas para carimba a de rcDOIO, movidas a
nao, por aniniarsou vaoto,
tiiiindaslrs, uuinchosr macacos.
l'rrusashvdraulicas rile |Mraluo.
Frrradrnspara na\ios. carroso obras publicas.
Coliiinnas, \araiulas. uradrs r portoaa,
Prrn-.i.s de copiar i-arlas a sellar.
Camas, rarrosile iiiaoaradosdc ferro, rlcrh'.
Alcni da siipcrioridailo dal Mas obras, ja' urral-
nirnlrrrconliccida. David William Bonuiaii uaranlr
a mili- exacta collformidadr rom os molde r ilrsr-
nliosrrinrltiiios pelo- sciihores queae dlRnareni de
fazrr-llicriicoiiirarnilas. aproveifando a oecaaiaO pa-
ra acradreer aos seus iiiiinrrosos amiuus r rregeil
a preferencia rom que Icio sido por riles honrado,
c Basegora-ihea que nao poupara BBforruaedilisan-
ciaspara couliiiuar a merecer a la ronliaiica.
TAI XAS DE FERRO.
Na fiintlinio' dAiirora cm ShiIh
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
rua do Itiiim logo na entrada, e delimi-
te do Arsenal de Maiipba ha' lempre
um grande siirlimcnlii de tnil'liat liiiilu
de llibiica nacional como eatrangeira,
batidas, fundidas, grande:!. pei|uenas,
i res
ri-
0
pre

"3a|S
C i. ~ S r
n F i o, E 4
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Jyy^
lio rcceiichesado um nirre^amonlu r.< larinha de SSS raminlio, e vemle-^e por mdico
uran : no aatriptatio de Ocane Votile S Com pa-
nilla, ou Uv seus arina/rn-s nobct'tu do(iom;alvcs.
Agonctade Edwiu Mw.
Na ruada Apollo n. H, annaian do Mr. Calmonl
4V Comp.uilii.i.aclia-se ron-1 iileinenti* hous Mirli-
mcnlos de Ua.i- de ferro mado e balido, tanlo ra-
sa como fnndaSa inuaBdaa lueUraa todaa de ferro pa>
raaiiimae>.ai:oa. ele, dilas para armar em madei-
ra de lodos os lainaiilioseniiMlelososinai modernos,
machina horisonlal para vapor rom forra da
icavallos coco, passadeiras de ferro eslanliado
lara casa de punzar, |>or menos preeo que us de co-
bre, eacovena para navios, ferro da Suecia, c fo-
lliasde flaudres ; ludo por barato pen.
Deposito da fabrica de Todoi o Saotoi na Babia.
vciidc-se, emrasa deN. O. bieber t\(... na rua
da Cruz. n. i, .tl-i muilo proprio para saceos de assuear e roupa ile es-
cravos, por preco comniodo.
Fil piulo, lavrado, i oo rs. vara.
Na rua do Crespo, Inja da aaquloa que volld para
a Cadeia.
Veiulem-selonas,briu/ao. briuse meias li>-
nas da Hussia: no annazem de V O. Bieber A
Companhia, na rua da Cruz u. 4.
Franjas para cortinado*,
com belotas brancas e de cores, a .Vtihhi e .V-*MHi a
lu i: na rna do Oueimado, loja do miudezas
n. 49.
Na fu das l.irungeirnsn. 11, no secundo an
dar, ha para se vender alguns aacfavoa moros t
bous, que serven para lodo e qualquer servido.
Vende-se, a quein quizorpossuir, ou para aI-
-uin i enconiiucnda, una mocama recolhida, de
18 a a>anuos, sabeudo bem coser, fazer renda, eu-
::niiiiM.ir e n'/inli.ii, be robusta, e o motivo da ven-
da se dir ao comprador : no scguudo.andur u. I,
do becco largo do Hecife, se dir quem vende.
Taixas para engenhos.
Na iundirao' de ferro de I). \V.
Bowmann, na rua do Bru, passan-
do o ('liufari/. continua liaver um
completo sorlimento de taixai de ferro
fundido e batido de a 8 palmos de
bocea, as <|iiaes acham-se a venda, por
prcro commodo e com promptidao':
i^mbarcam-se ou cari-eyam-seem cairo
i>em despeza ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por prcro milito com-
modo, no .ii'iiia/.ein ii. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joaquim Pereira de
Mello, ou no escriptono de Novaes d
Companhia na rua do Trapiche n. 34?.
Na rua do.Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para Tender divei-sas mu-
sicas para piano, violfio e flauta, como
sejam, (piadrilhas, valas, redowas, scho-
tickes, modinlia tudo modernissimo :
chegado do Kio de Janeiro.
VINHO DO POHTO MUITO FINO.
Vende-se suprior vinlio do Porto, em
barril de 4., 5. e 8.: no armaemda rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
ruii do Trapiche n. 34.
Deposito de cal de Lisboa,
Vemlein-se barril cum rol em pedra, rhrcadn no
liiale .u.-ititiHi, viudo ulliiniimenlc de Linlma, e
juliana iiiiiericanu, aOO rs. a libra : na rua da Ca-
deia do Kccife, loja n. 50.
\Vude-e muilo aupi-rior farinln ilc S.mla
Calliarna, e S. Matlieus, inadida a vista do cora-
lirailor : a bordo do brigue brasilciro Mida/, lnn
deado p'-i i da Allandesa.
\ enileiw rola muilo boa, pallen de cabra de
primeas borle, ealeiras de earnauba a peiiDa de
ema, Indo rliegado agora do Araraly : na rua da
Cadeia do Kccifo n. 'i'.i. primeiro .indar.
mal, e mnda ; e em ambos os ioj
e\islcin quindastes, para carregnr
noas, ou caiTOB livres de despts/.a.
sao' os mais commodos,
PITASSA IIAIUSSI,.
\cnile-sr superiorpotassa da Ruwia, e
americana, por pi%comuito commodo:
na rua do Trapiche n. 15, arni.i/.eii' ile
Basto liin.Mis.
DOCE DE BACORY.
CJiegon reroiitciui'iiir do Haranliia urna pequea
Iiiiiihi .lisiedelicado dore,oniolhorque lia, lano
pela -na excelleote iiualldade, como por conservar-
le por mullo lempo em perfeilo estado: veode-ae
em casa de Fonta&Irrni.....auadaCadeia Vellia.
Vende-se farinha de mandioca
muilo lina, i Is500 r. a sacca : no ar-
mazemdo Forie do Mallos n. 0, ouu
tratar com Hanoel A.lve Guerra Jnior,
na rua do Trapiche n. 14, primeiro an-
dar.
No seiiniilo andar do Murado n. II. na roa da
Cadeia de Sanio Antonio, velidein-c luciros borila-
dos dpiiiali/;i'a|iroinplam-c de cncuiiiinenda luda
qualidade de bordados e labvrinlboi com perfeicao
epreco commodo; t lambeni bordani-aecollelet,
OLEADOS INGLEZES.
Vcii.Ic'iii-m' ri(piis8imos oleados para
anoulbar salas, tanto em<|iialidadc, i.....io
no iscolliiilo gosio de desenlio : no ar
iiiii/ciii (lela/cndas deAilaiiison llowie&
Comp.
n. VI-
na rua do Trapiclu \::\
Na rna do Vicario n. 10, primeiro andar, tem
venda a superior llanclla para forro desellins. ebe-
.11. reccnleinenlc da America.
Saccat com farlnba.
Vendem-ae lacees com l'arinlia da Ierra milito boa
c loriada: na rua da Cadeia do Recite n. JO, loja,
por preco comiiiudc.
Vende-se a verdadeia salsa pairi-
llia de Sainls: na botica (rancaca, da rua
da Cruz, em frente ao chalan/..
Vendem-se cortea inleiros de ves-
tidos de chita francesa, larga, fina, e de
diversos gostos modernos, sendo pelo lia-
rato preco de 2J000 e 2x20 rs., u di-
nheiro a vista na loja de quuh-o portas
ii. 3, ao lado do arco de Santo Antonio.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na rua de Apollo, arma/eiii de Leal
Reis, tem superior potassa do Rio de Ja-
neiro, e da America, e cal nova cm pe-
dra, chegada no ultimo navio, ludo a
preco razoavel.
Na rua do Vicario n. 19. primeiro andar, lia
Iiara vcodei. chegado de Liaboa preaeutenienle pela
tarca Olimpia, o segiuiite: sacas de farello muilo
novo, cera em Bruma e em volas com bom sorli-
menlo de superior i|iialidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em peJra, novissima.
PRELO DE LISBOA.
Vende-se inicio de Lisboa, minio su-
perior, chegado agora no palhabole l.u-
zitano, por preco cominodo : na rua do
Trapiche n. f.'i, arimizem delfaslos Ir-
ma os.
S" Sai i-i* p 9 2
r l'Mmi
% mmm
o g ,= 3 ; = ~ 2.5
BSIlls'rl
IPEliifa
|'a'S|f-Sai
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> es,- = A 3
r. 2. 5
W ^i'9_-:M-"=a*
2 = | t 3 ? | =
8>
Vende-so mauleiga inglesa a 320 rs.: na rua
Dlreila n. 14.
Batatas novas.
Vciidenne balalM de Liiboa, a 8UU rs. a arroba:
na (ravewada Madre de Den, n. 21.
"m:,o(fff*8
Vendem-se fitas para cartas de ::
lachareis, por fi.sOOO i-s. ()
<$$@&$$ 9SSSSS9
Cola da Baha.
Vende-se superior cola, por pre^o commodo: un
.iiiii.i/ciM u. I.ii, rua da Seuiala Velha.
FARINHA DE MANDIOCA.
Na loja n. 2(1 da rua da Cadeia, esqui-
na do becco Largo, vendem-se saccas
com superior farinha da trra, mais ha-
rala do que em outra qualquer parte.
Msicas modernas para piano.
No primeiro andar da casa n. 62, rua da Cadeia
do Herir, vendem-se as mais modernas eescolladas
msicas para piano.
Ue clicaado a rua Nova loja n. 20, um riquis-
simo sortiincuto de bicos e rendas da Ierra, assim cu-
ino lindos lencos dclabvrinllio, guarnecidmde bico,
para senboras, o que ludo se vende muilo baralu,
para Tediar uina cunla de venda.
Cera de carnauba nova e ola muilo superior,
rlieiMda de prximo doAracal), vende-se mais bara-
to do que em nenbuma oulra parle : na rua da
Cruz n. 1.. segundo andar.
-- Na rua da Cadeia do Itecifc n. lli, cvislc um
uramle sorliinenlu de obras Icilas.
INdilosde panno superiores de cure e prc-
tos a
dem dem linos dem
901000
I.VjlKW
l.- (iJtKK)
Na rua doCollegio
gundo anda
clavo. Cl'ioulo
asa n. 21, sv
vende-t umexcel lente ek>
bastante sadio e robusto,
proprio para lodoequalquer servico, ou
para embarque, por ser de boa liguia :
trata-te das '< lonas da mauliaa as ila
tarde.
Na rua Nova u 3,
vendem-M dale de ndi para senliora, a OSOOOra-,
I.....sdeseda para senliora. n 2S000 n., ditos de
dita'para dila, a 18000 M., lilo- de gOgO para IDe-
nin.i-, a 200rs., Inoras de linbo para baplisado.a
I.-2IKI, sapatinruH de casemira bordados para bapli-
sado. a IJ>2tKI, camisas de cores para liomelll, a 25
reis,
Moinhos de vento
eombombasderepnsopara regar borlase baisas
de capiui. lia l'undicaii de I). W. Ilovvnian: na rua
dn lIrulillis.ti.Se 10.
Lencos de cambraia de mino, linos,
ti KJ0 n,
na rua do Crespo, loja.da esquina, que volla para
a Cadeia.
Vende-e o silio denominado I ii.uin, na Ire-
iic/ia de l.arangeiras, comarca de Na/.arclli da
Malla, com duas mil c rom bracas de fundo e scnla e cinco de lealada, a luaiar parle dalle em
malla virg......coiilcudo quinhenlos e lanos pea de
larangeiras. que carreaain admiravelinenle. raju-
eiros, guabiraba. cafasolroa, gniabeiras, plnlombei-
raseoutras muii trucleirai; ornaexcellenle rasa
de vivenda, uma estribarla para des eavallos e uma
gramil' casa com lodos os necesrarioa para o fabrico
de farinha: esle sitio lorna-se o melbor que por all
ha em coiicequeiicia .ie pasear pelo meto dclle o ala-
inadn rio ile Sirigi, correlo de invern c ver.io.
.....ule efaxem grande pescaiias, lano de prive
,'umn de caiuarfio, e rmalincnle com mnilas boa
proporcoes para edificar um engenho de agua: a
Malar no aterro da Boa-Visla, loja n. I8.e na malla
no engolillo de Morojo do Si'. .Manuel loso de Oli-
\eira Mello.
ATTENCA'.
t'.unba Ov Amoriin, na rua da Cadeia do Kecile II.
SO, tem para vender pullin de carnab......va. cou-
ros de cabra bous, pennas de ema, e velas de car-
nauba, a IjlOO o culo.
6d^: S#lfSSa^8 nh5o
( Deposilo de vinho de chain-
luirueOhaleaii-Ax


POTASSA HRASILEIRA.
S lineada no Rio de Janeiro, che-
jA gada rcceiitemente, reconunen-
!' .la-s aos senhores de engenho os
W seus bous ell'eitos ja' experimen-
@ lados : na rua da la"/, n. 20, u-
W ma/.em de L. Leoonte Feron k
? Companhia
A 2,500 e 3,000 nt.
Venderse superior panno lino .i/.ul, de superior
qualidade, propuu para fardas de guarda iiBciousl,
a 2>jOO c ;I5000 rs. o covado: na rua do Cre|Hi,
loja da esquina, confrnnle au arco de Sanio Anto-
nio n. I.
Oleo de linhaca em botijas.
Vendc-se a "iBOOOrj. rada nina botija, e por me-
nea sendo em purcao : lio aruia/em n. 131, na rua da
Senzala Velha proiimu ao liecco do UMcalvcs.
p;i;tie(.lialeau-A\ ,iiruneiraipia- (g;
lidade, de propneaade do condi w
de Mareiiil. rua da Cruz, do Re- *?
cil'e ii. 2": esle vinho, o inelhoi -
de loda a champagne vende- y/
se a SOgOOOn. cada caixn, acha- ,
se nicamente em casa del.. Le- -
COmte Feron & Companhia. N. It. '#
As caixas sao manadas a logo vJJ
Conde (leMarciiil eos rtulos (ffi
ni
i
1


i
p
m
Sk Jas garrafas 1B0 a/.ues. (^
Vendem-M velas de cri de carnauba -em
mistura lignina, a WW0 rs. a arroba, e cm libras a
380rs.: naruadoKo-.iriodallos-Visla, n. 1". assim
como de/ varas de bico largo.
Calcado a "20 800, 2x000 e 5000 rs.,
no aterro da Boa Vista, loja defronte
daboneca, Iroca-M porsedulas;anda
inesino velhas,
um novo e complclo sorliincnlo. dos bem .onberi-
,1......palOea do Araraly, tiara lodos os lamanhns.
lano para liomein, r......i para menino, a 7211 o WKI
ra., e bolina para bornem, a9)000 n.; sspaloesde
lu-lrc da Habla, a :I*"H> rs.; assim romo um com-
pleto sorllmenlu de calcado Irancei de inda as
nulidades, lano para humea), como para scnbora.
menino e meninas, e perfumaras, a sendo em por-
cao lar-se-ha nm abale, lodo ior preco mullucom-
modo, afim de se apurar dinlniro.
Extraordinaria bartela.
Vendejn-sc corles de cambiaia de lalpiCOI e llores
decir, pelo diminuto preco de 25IHHI rs. cala um,
diios de ntaimas chitas Iranceai de c mel 10*1-
iiiim de largura, de ricos padrees, com salpico de
Indas as cores, .1 25100 onda um. chilSS escura. H-
nas, dcacciiloii'iMi cor de viubo, a ll) rs. ocova-
do. cobertores de algedao proprios para OCTavos,
assim como para loarlins de mesa, abiOrs.eada um,
assim como ouiras faiendaa por barato preco: na
rua dn Crespo 11. Ii, loja de lote Francisco Oas.
ovidade.
Esbi queimando-se I Iroco de dinbeiro, o reslo
das iniudezas que anda eiislem na loja da rua lar-
Ka do Rosario n.lt: seria faslidioso o numera-las,
assim como seus diminuios e miseraveis preeos :
porlintu. venbain sem perda de lcni|Hi, amigos do
baralu, que se est derrelendo.
Sao de tartaruga ,
rico bthusinhoa, muilo bem feilo e diflerenlea la-
manliiw, proprios para guardar Joits o sedla, e
eoni especialidad!' para dar de mimo por seren
reilos de enonmmonda : vendem-se lia rua do Col-
legio 11.12, rasa de Francisco Jos l.eilo.
Vende-se diariamente uma carga de cajos para
doce, levanilo-e porta do 1.....iprador, pelo preco
one se eonlralar: na rua eslreila do Rosario, loja
de ourives 11. 7.
Vendc-se una porcao de Iravesde nnalidades.
le ill a .'iO palmos de roniprimenlo. e 1(1 polcgad"
en quadrp, e dos canoa de carretra de : palmos
de coinprido, 11 35JOO0 rs. cada nina : os prclen-
denles, dirijaro-sc a Antonio Leal de Barros, na rua
dn Vigarion. 17.
Attenca.
Na toja deiniude/a- da roa do Collcgio u. I. vou-
ih'in-se osscl'uiiI.'s objerlo: virui oriental pro-
l'iio paraenveralsirqualquer obra de bexerro, as-
sim como bolina, spalos, elCn leudo por reaulltdo
lirarem como us diniidlior muro de lustre, |O0M de
llamase de xadre/, dilosdr vispora i'i'in dillcrcnles
llares coua nunca vialt, boWei acadmicos de dille-
rentes cores proprios para abertura de remisa, ni-
cas de Ida de dillerenles core-, gratules e pequeas,
caisas de Jaspe com dillerenles gosles, luvaa de seda
mcsclada, dilas de fin de Escocia lainbein nie-
cladas, dilas de difl'erenles cores e dilas de IdVcal
muilo finas, francesas, de seda, largas e estrellas,
enlloco/es da llevulucao J-'lnuce/a de IhIM. lila de
Mislorios.le Paiis, relalo de Espartero, ditode
Isabel II, ditos de Napnb'ao I a rnvallu, ditos de
Napolcao III a cavallo, dihw na occasiAO da roroa
Clin e ditos da Condece de I beba, caitai para rapt
muilo linas ede bmea ; os seguinlos iiomes de San-
io- o Sanias: S. liento, S. Domingos, Sanio Anto-
nio, S. Joto, S. Jai'iuilm. s. Panto, S. Benedicto,
S. M.owiio. NosSS Senliora de Conci'iro. S. Iran-
cisco, Sania Julia, ele. ; assim como uniros mudos
ulijeclosque se voiulein |M>rpiei;o nuiis coinmododo
queein bulra qualquer parl.
Vendem-M relogios de orno, pa
ten-te ingle/., porcommodo pre-
co: na na da Cruz. 11.20, casado
L. Leconte Pern o, Compiinbia.
\a l(j;i )l(! miii(l(V;is, buga'. de V portas, tem bivo* de vela os
mais modernos de con**, |>m|t>no>i pnm
veatidn**: assim iiitmx'iilir meiox diTiuii-
bruifi [)'iriails, inulto j 1 as (! tiidUS
(Ifscilii ; lvsdelOfiua asouvs una hor-
da) : mil completo soi*tmeiito decliei-
nis t- baiilias, tinteiros dcpoi'celana pa-
ra cima de mesa, capachos, e outros miji-
tos nbjectos, por pnvo commodo.
Ncmlc-sc arroz (jnuido do Mam-1
olan 1 tos deS. Flix, de l>omtfina-
lidades, epor prevos commodos : no ar-
nia/.cni 11. na rua da Sen/ala Ve-
lha* prximo aobecoo do (ioncalv
Veudem-se pi*e{jos americanos, em
borris, proprios para barricas de assn-
<*ar, c alvaiade dexineo, superior quali-
dade, por puros com modos : na rua do
Trapiche Novo n. Mi.
Superior vinho le Bordeaux, eu-
garraado: vende-se emeasa de Sclia-
fheitlm & Companhia, na rua da Cruz.
11. 38.
Cortes de chita barata
Coiitinoam-aea veadar corlea le chita de barra, a
^schi cfiilii um. o enres de cliila .....t barra llngin-
tlu bien, coreafiaae bonilos padrOea, a _^tio. Im-
vaodo doatea mallo aortimento para eacolher: na
Inja ilosolir.iilo jiunirello, un* jti.tliii mulos ilu Qoaimado n. ^.
Veinle-se imiii Ima manteRa Irgleza, i 7D0
rs. a llira, c fr.iin'c/.i, nova, a .'i(H). aiaite de coco
multo claro, a 180 ra, i nrrafa, lingoi^ai doaerl0o
multo novab, a rs. a IIijti, velan de caruaba, a
-" .1 i-i'i i: na ruadaaGraua a- ''
Attenca*.
Charutoa da S* Fall e Muriliba (provincia da
It.iiiiii deaembarrlKloa boje, de dtveraaa qualidadaa,
vandem-se purrommudu pieei, tleui.i milhero pa-
ra cima : na rua da Ou/., D. \X. primeiro andar. ,
Na loja de seis portas.
Curtes da cambraia, com ires babadoa, a 9500,
2?>siMrs., raieoda daUcada em izoalo, p cambraia
decente para urna senliora f.i/er \isila. casu piula-
da icfres(ixa*. a o rs. a cavado, eoutraa mol-
l;is i.t/i-M.Li- baratan a luja eetf aherla das (> horas
da manli"ia al as 9 da Dofle, para qualquer bmilia
a paaaalo poder Ir eacolhar o que lajevagradar em
qualidadese presos; landicui aed amostras de lu-
das a- fzendas. e com paahor,oa corles nu peras.
Andar ua moda com poirco diuheiro.
Vetulem-se superiores loVH de ponto nelez
para homem, pelo diminuto preco de 800 rs. o par:
e 79"0<> rs. u du/i...
Ventle-se, Iroca-re, ou aluaa-se para casan
I iiilicul.irrs ou feslividades luda a qualiilade de
uio\eis prrra mohiliar qualquer casa, e menino para
fra da praea, por pr^o muilo mmmodo : no ar-
mazem da rua Nova n. 7.
FAZENDAS BARATAS,
Na nova loja e arma/em da rua do l.i-
vramento n. S, ao pedoannazem louea,
vendem-wchilas sseuraa. finas, ecoreaflias,a UM
rs.oco\ado, ricos corles ttc cas-as de 2 0 3 bar-
ras, carea Hime bonitos padrfle, n 25800 e 3*000
rs., ricos corles de cliila franeexa com 2. : e i bar-
r;is, rores li\as, a :i?.VK. rliita tic coherla muilo B-
na,a900r|e o covado, corlea de vertido da cam-
braia, muilo rico fioslo, fatenda po\a e moderna
com :*.:.. I e5barras, a 45iii. 5J000 e 61000 rs..
lenco* de seda da India, eoutraa maltas fazeudas
quescarhaiu patcules.
I li'iu casimiras de cores
Mrm alpaca le lito
Idcm hrim de lindo
I na niunlaiia de panno superior para se-
nliora por .VfcjtKH
Mein itlcn dem a iu-"mmi
Golletea le suiiin de coreatsuperiores oooo
lilcni dem :t3S"tMI
Mein de fus la o, superiores tOtKI
dem dem 3000
Calcas le casemira de corea .">34KMI
dem dem superiores i padres inuderuos 7jJOO
Mein tic lirius decores de purolinho de d>a IfOBf
dem dem brancas dem de 3 a .".nkhi
.i"ini COmOOUlraa muilas ulnas que eaUlSO palales
tos compradoras, oa quaes auradar-sc-hao por se-
ren It Ha-1 .nu muilo -ii-ln o delicadeza
Vendem-se duas carrucas de mao: na rua la
Cadeia lo Kecile, n. If.
O bai iteii o.
Na rua do Quetmido a, 60, Antonio Augualode
Carvalbfl Uarinlio, \emlepor prci;o muilo commo-
do as legnfntes fa/endas : crlfs ile 'ambraia le
aalpICM braiKOS e de cores, a :ts00, ditos de ditos
de i'ir com harra, a S00 dltoade ditos com balia-
does, I9OOO ra., ditos de couetea 1I0 seda com bar-
ras, i*(RH is., dilos de lilos de Ifia. I-I80, c um
rico sorlimeulo leluvas de seda c Ii de Eacoela,
lano para honiem romo para senliora. assim COBM
corles de casemira, alpacas de cor c prela. eoulrus
muilas fuzendas que se vendem por pffCCO razoa-
vd.
Na rua Nova, 11. JO. vendc-se um riquissillioru-
ila-po de ama lodo de labvriullio, o mais hem fcito
que pode hever, ese vende por commodo preijo pa-
ra feeliar uma eonla tle venda.
Ni rua Nova, loja n. 10, se vende duas lnu-
la* loalbasde labvriullio, por preco commodo
Vender oleo de ricioomaiiem contado que
em oulra qualquer parle, pira se liquidar : ua rua
da Cadeia do Recite, loja n. 56.
Vendem-se redes pintadas alcoioadas, de mui-
lo boa goslo, c farinha de mandioca, da Ierra, bu-
lo em accas como a rt-lalho, ludo por preco muiin
commodo: na rua larga do Rosario n. 30, primeirn
andar, defronte do becco do Pefte Frito,
Vendem-se por prcro commodo osobjectos se-
guales:bolina e sapatoa do Aracaty, assim como
palha de carnauba e esleirs muilo grandes e alvas:
na rua da Senzala Nova n. 1, taberna,.
Venda nova, no aterro da Boa-Victa n
8, defronte da noneca,
acba-se um novo e completo lortimenlo de lodo, ,
gneros, seceos e mol ha dos, de superior qualidade,
por preeos que muilo agradarlo a lodos os fre^uis
zes que se digntrem honra-la.
KOB LAFFECTEL'R.
O nico autoritado por decinSo do consetho real
e decreto imperial.
Os mediros doshospUaesrecomuiendaro o arrobe
l.au"ecteuv, como sendo o nico aulorisalo pelo n-
venlo e pela Real Sociedade de Medicina. Kslr m*>-
dicamenlo d'um goslo agradavel, e fcil a lomar
em secreto, est em uso na marinha real desde mais
de 60 auuos; cura radicalmente cm pouco lempo,
com |H>uca despeza, sem mercurio, as atTec^eii la
pelle, impingens, asconsequencias das sarnas, ni
cerad, e os accidenles dos parios, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; convm aos
catharros, da bexiga, as conlraccdes, e fraque/a
dos orgaos, precedida do abuso das ingecc^es ou de
sondas. Como anti-syphillico, o arrobe cura em
pouco lempo us fluxos recentes ou rebeldes, que vol-
M'in incessanles sem consequencia doempreifo daco-
paiba, da cubt^ba, ou das iiijec(;)es que represen-
lam o virui sem neutralisa-lo. O arrobe I^ITeclenx
he especialmente recommendado conlra as doeucas
iiiYelcradas ou rebeldes ao>mercuriu c ao iodureto
de polasio. Veude-se ero lasbda, na botica de Bar-
ral, e de Antonio Feliciano AImi de Azevedo, pra-
r,i de l>. Fctlro 11. KK, onde acaba de chegar urna
grande porrode garrafas grandes e pequeas, % in-
das directamente deParis, de casa do Sr. Bovvcau-
l.alTecleuv I-. ru Richev Pars. OefotmUrkM
dam-Me gralis em casa do aeenle Silva, na prar.i da
I). Pedro n. H. No Porto, em casa de Joaquini
A mujo ; na Babia, Lima & Irmaos; em Pernaiu-
buco, Soum; Rio de Janeiro, Kt^cha c\ Filhos, el
Moreira. loja de drouas ; Villa-Novu, Joo Pereira
de Macales |.eite; Kio-tiraiide, Francisco de Pau-
la COUIO \ (a.
FUNDICAO D AURORA.
Na fuiulirlo il'Aurora acha-se conslaiilemeiite um
eomplelo sorlimeiilo Je marliiiina .le vauor, tanlo
approvados. Tambein se aproniptam de eiicoiniiicn-
da de qualquer riirma que fe iiossam desojar rom ,i
maiur presteza. Habis omriaes serAo mandailii.
para a* ir asseular, o os fabricantes como tem de
rosluinc afauram o |ierfeilo traballio dcllas, c se res-
ponsabilisain por qualquer detcilo que |Hssa iiella
apptrtetr duranle a primeira salra. Muilns maclii-
nas de \apor conslruida nesle eslabelecinienlo lom
estado em constante servico nesla provincia II), I _'.
eale 16anuos, e apenas lem eiisido mui lasigiuJ.
canlcs reparos, c algumas al iieiiliiins alisololamen-
le, accrescen.lu que o consummo do coubiislixellie
mui inconsidcravel'. OsseiilioreedeeiatMilin. |ki-,
eoulras quaesquei pessoas que precisarcm de m,i-
cbiuismo silo respcitosamcule convidados a visitar o
cslabelciiiiicnlo em Sanio Amare.
Vende-se no deposito de maleriaes da rua daa-
deia deS. Antonio, n. 17, |iclos baralissimos prero-
abai\o declarado, de I0U pecas para cima.
Ceiba, uiilbeiru
Tijullos de alvcnaria batida, milbeiro .
Ditos de ladrilbo, dilo
&JCRlfM$$MMtMltM'M!ISM!&%ttSXt I dios de lapatseato larso, dito
angn
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90MM
INJII
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Sntos.na Baha.
Vende-se em rasa do Domingos Alves
Matlieus, na rua da Cruz do Recife n. 52,
primeiro andar, algodiio trunsadodaquella
fabrica, muilo proprio para saceos o rou-
pa de escravos, assim como lio proprio para
redes de pescar c pavios para velas, por
preco muilo commodo.
~ ^^'^^KfMSIXtSK tatito Amaro acha-se para vender ara-
Ditos de lapaincnlo estrato, dilo
Oilos de alvenaria urossa, dilo.
Cal branca, alqueir'c.
Dila prela conforme o preco que etvtf na sema
na, assim como por baralos presos, ceniciilo, barru,
oca amarclla, r.iuxo Ierra, ara tina, dila prossa, li-
jullos para fo^lo, dilos para torno, telbas de punta
ininbolos etc. ele.
ARADOS DE FERRO.
Na fiindirao' de O. Starr. & C. em
JL:
loja de
acaba de
O melbor que pode have
Na rua Nova n. VI. fabrica e
chapeos deC.brislianv A Irmao
receber um cuin(ileto svrtinicnlo de cba-
peoa de todas as ipialiihidcs.como sejain: chapen) de
castor branro, prora d'tgut, .'licuados ltimamente,
ditos prcl.is a carij.i, dilos n-ancesn superfinos, di-
los de pallia da Italia, ditos do Cllill, assim Como
.miras muilas qualidades. e ludo por preco commo-
do. Neate metmo ealabeleeimalo ba um comploto
soilimenlo de maleriaes para dila olll.ina.
FAZENDASBARATAS.
Na nova loja de portas, na rua lo l.i-
vraineiito n. 8, ao pedo ainia/.cni de
louea,
vendem'-sc curtes de rliila franre/a. Itrn, de muilo
lindos padroes ecoros ii\is. com lOcovadct, a -?^*e
.*-J^'d! i-. -as de cues, padrota modernos e
.'.'.(estiva-, '' n' a vara.
Vende-si' una roda de Mis de llbynnlno mul-
lo bem feilo. assim como una uarmr.iu de rede
dos de ferro de supe ior (|iialiilale
Vendem-se, por proco commodo, cbapeos de
patita (lo chile, em porcao ; ditos de fellro, labrira-
.1.,. no lliu de Janeiro, lambem em purcao ; !""
renleimloxlesaa, choatdae de llamburco recente-
mente ; ro-arios de inissansa, lauto brancos, como
da mais cores : linba de roriz, e cuntas domadas:
nu escriplurio de Novaes & Cmnpanliia, na rua du
Trapirbe n. 31, primeiro andar.
~ ESCJRAvbs FUGroos.
Desappareceu no (lia II do cnrrenlc o tscrava,
cabra, de nome Jos, com os sicnaes seauiuie:
uma orelha corlada, cor macilenta, lem nnscalca-
nbares siunaes brancos, levou camisa branca, caira
de i i-i .i.l.i e cliapco de |ialha : quein o |>.::... le-
ve-o rua da Cruzo, i l que se cratillcari.
No (lia 7 do correle, pelas II boras da larde,
aussntoo-tet negra Anselica, rrioula, de idade .le
."10 anuos pouco mais ou menos ; levou saia de >\-
uudaosinbo de riscado j muiln desbutada, c cabera.
cun a barrica bstanle
i du niesuiu, osla eravida
lambem de labvriullio com aquanlia de varas pre-; uraiide, lem um sienal delraz d.i orelfaa esquerds,.
ci-:is,ubra delicada: na rua Nuva, loja n.'JO. lem falta du cabellos, lalvezjii lonha mudado He
Vendem-se arrcios para ciin-o, de 'rase; descoulia-se que foiteduiida _pur aluu.....
mu doiis eavallos.; lamliein vende-se
em separado maiitinlias de casemira de
diversos padroese gesto, para ostelliote
ai icios, (le elic"ados iiltiinanieiile de Franca, c pelo
pre.'o o mais barato pottivel I na rua da
Cm/ ii. -'i. pi'iinciro andar.
Vende-te o verdadeiro champagne
em ;|i;;os,do melbor nossivel: assim como
viubo de Bordeaux, oranco
barril Uunbem cliocolate
melbor qualidade que tem
ludo cliegado ltimamente de Franca, (
pelo pceo mais barato do que em outrn
qualquer part
e tinto, em
franceas da
ipparecido,
da Cruz. n. (
primeiro andar.
Vendem-se
lad
pre
rua
As
unios de l'iinio de pri-
meira ipialidadc, para cliaiutos, iillima-
uienle cltegodot da Babia, O pelo preco
o mais barato pottivel : assim como um
reslo de caixas com charutos lambem da
llaliia, os quaes vende-te poi baratitttmo
o, que he para se lechar cotilas
da Cruz n. 20, primeiro indar.
SALSA .'MtltlMIA.
DE
niimcro'.a- cvperien.'i.is fallan rom o uso da
salsa parrillia om loila as enfermidadea, orieinadta
pela impureza do sannue, e .. bom xito ubli.lo na
corle pelo llliu. Se. Dr. Siuaiul. presidente da aca-
demia imperial de medicina', pelo iunslndn Sr. Dr.
Antonio J..- Peliolo em sua etinira, eem sua lla-
mada casi de sin.le na Gamboa, pelo lllni. Sr. Dr.
Saturnino dellliv.'ia. medico do everrilop por va-
ri i- uniros mdicos, permlltem boje de procUmv
allanieule as vil Indis, illicazes da
SALSA PAIIKII.IIA
de
BRISTOL.
Nula.t'ida garrafa conlem duas libras .le li-
quidu. e a salsa parrillia de Brislul be earanlida
Kinio puramcule vegetal sem mercurio, lado, poUs-
siiim.
O deposilo destt salsa muduu-sc para a botica
iran iva da rua da Cruz, em frente ao cbafariz.
Vende-se nina taberna, tila na l.ingoela n. I.
Veude-se um muito bom cavallo e novo, pro-
prio para raliciolel: para ver c tratar, em Sanl'An-
n.i. rin casadu fallecido Itelem.
Na rua do Araso n. 17, veiule-
i se um cabriole! de muilo bom ims-
~TP?F~ *"',,om 'ot'ts o* arreios uovos, e
*g X^il rnlierla snpposla.
Vcndeni-se i versas de louro de fiV palmos de
conprido, limito proprias para versas e masuros
de navios : quem al quizer. prorure a Antonio
l.eal du Barro,, na rua do Vigario n. 17.
__ Vendc-se unid propriedade que tem duas le-
guas de fredo c nina de fundo, no logar Cariri de
lora, junto ao llrejodo la^unde-, propria para a(ri-
cullura ccriCHlo desudo, com agua prcmanenle :
quem pretender, dirija-sc ao |ialeo do Cerco u. -ii.
Aclia->c li veoda no Bazar l'ernanibucaiio, na
rua Nova n. SI, alcni de grande sorlimenlo de fa-
teudll de goslo, uma porcao deobjeclus de cera os
mais delicados que lio poesivcl; no mesino llazar
coiiinuni-se cabellos para rresceule, de 20 |iolega-
das de coinprido para cima. .
queja por vezes lem feilo esla graca. O annuocia
le protesta contra esta |iessoa, puis nao bouve moti-
vo algum por onde a mesnia cscrava se ausenlasse.
Hosa-se, i mi-, s autoridades puliciacs. a preodam t
levem-ua a rua das Cinco Puntas n. 7: recoiiiiiien-
da-se lamliem aos capile de campo, que levenia
casa cima,que serao generosamonle reeamptnsadtl.
Anda continua a estar fgido o prelo que eiu
II doselcinbro prximo passado, foi do Monleiio,
a mu mandado no cngenlioVerleiile.arompaiiliano
ninas vacras, de mando do Sr. Jos Bernardin
Pereira de Brilo, que oalugou para o inesmo liui, o
escravo be de nome Manuel. crioulo, baixo, groiM,
c meiororciinda, rom a barriga grande, lem um B-
gnal grande de ferida na perua dircila, cor preli.
nadegar empinadas para f.ira.pouca barba,lem o 1er-
reiro dedo da man dircila encolbido, e ralta-llie
quarlo, levou vestido calca azul de zuarle, ramiu
de algudau liso americano branco, porin levou ou-
Iras roupasniais linas, bem como, um chapeo pretl
de seda novo, c usa semprc de curreia na cinla:
quem o pegar leve-o na Capunga, silio de Koina
Anlonio da Silva Alcntara, ou nesla praea. no
largo do Pclonriiilio.armazcm de assuear ns. e 7
de Koniilo Coiiipanbia, que ser recom|iensailo.
DesappSrecertSS na fundi(3od'Aurora, na nale
de 19 de agosto, os prclos Miguel, Angola, idade li
anuos pouco maisou menos, estatura regular, 'cr-
eo do corpo. roslo marrado de bexiga; Hanoel, Con
go, idade M annos. baixo, um lano ebeio do cor|,
levou calca de riscadu d'algodao, camisa de nida|-
1111 | lo, boneie, cbapo de sol, ambos fallam descaiica
do. e mo lecm h.irlu. Sup|Hie-se terein sido sede
zidos: roga-se a quem os apprehender ou delles li-
vor milicia de dirigir-se a mesmo fuudic.au que sera
qein recumpensadu.
Desipiiareccu na noile do 1. do correle um
|irelu de nume Furluoso, de idade il anuos, |iouoi
mais ou menos, de narjo Angola, tem uma peral
loria |ior ler sido quebrada, e lem a bocea meia l
la do geito de fumar Cacliiinbo: roga-se, porlaolo,
asauloridades policiaes e rapiles de campo de o
apprehender e levar aoarinazem de sal, na rua di
t'.onceic.1o da Boa-Visla n. 6. ou i rua do Hospicio
u. II, que se gralihcarn generosamente.
Desappareceu no dia 7 de oolobro do corren
lo auno uma cscrava de nome l.uiza ja idosa, a*
tura baixa, ullios grandes e cspaulado, sem dente,
na frente e bem Calanle; levou panno da Cosa com
lislras azues e encarnadas roga-se as autoridades
e capilaes de campo, que a apprebeudam c leien-
na rua da Cruz n. 19, lerceiru andar, que ser ge-
nerusamenle gralilica.lo.
Segunda-fciro, 7 do correnle, desapparere"
mu ps.-ravo, crioulo, de nome Joaquim, de idade
35 anuos, pouco mais ou menos, boa estatura, ca-
bellos ralos, ollios grandes, roslo descamado, pouM
barba, bocea regular e beicns grossos, baslanle e>-
padado, bracos e pernas grossas, |is muilo peque-
nos e bastantes feios, com alguns bichos e apipaga*
dos, o quaodo anda puxa um pooco puruma per'
cm razo do uma giinima que leve no lornozello ai
um dos |is, muilo fallante e bastante cantador .le-
vou camisa de algodao da Ierra, caiga de algo
trancado da Babia e chapen de palha, ha mullo q
Irabalhava no sitio da Torre, do Villana: roga-se
qualquer auloridade uu capillo decampo qoe ovn
o mande pegare leve-o a seu senhor, uo arma'"1
da rua Nova n- 67, que ser bem recompen*!1
No dia 3.le uovenibro desappareceu do enge-
nho Gamella, da cidade deNazarelh.um negro, cri-
oulo, por nome Jeronymo, de idade de 26 "' '
sem barba, altoc seco, alaoma cousa gago, I'*"
Iba sotrrivelmenledeetrreiro: quem o pegare le-
var ao mesmo engenho doabaiso aasignado, ou a
armazem de assuear daviuva Pereira da Lunna.
ser geuerosanienle'recompensadu.
Franciieo do Reg Barren 1'enoa.___
,, -Tu,. MU. r. U rali.- W
BHBHBBII


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