Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02266


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Full Text
1UIHJ11 1 Lilil IV
DI \ RIO
ff VI. 1BJ.
re. xox.
PEM4IBMO.
PU90 DA UBSCMTtja.O'.
Subscreve-se a 15J000 poranoo, e SOOO por
quarlel patio adi.intuito, e 4;)500 por quarlel paso
vencido, na casa do seu proprietnrio, M. Figueira
e faria, naprara da Independencia, n-. 6 e 8, eno
Kio de J. casa doSr. Joao Perera Marlins.
Bahia n iP, Duprad.
II nviii na Joaquin Bernardo Mendonca.
Parahiba o o n Jos Hodrguesda Costa.
Natal a a a Joaquim Ignacio Perera.
Aracaty < a Anlouio de Lemos Braga.
i.r.ii.i' i a (iuilberme Augusto de Miranda
Maranha Joaqun! Marquen Rodrigues.
Para' Jusliuo Jos Hamos.
CAMBIO* DE 7 DE NOVEMBBO.
Sobre Londres 28
Par, 345
a Lisboa, 95 por cont.
Ouro.Onrashespanholas. 289500 a 298O0O
Muedas de 69100 velhas...... 1W000
c de 6I00 novas...... 1B9000
< de 130(10 '....... 99000
Prala. Palacios brasileos........ 199:10
Pesos columnarios..... J99^
< mexicanos......... 18800
AcctN do Banco......... 10 %
Descoulo del-ellras....... alio
WOTIOIAS ESTBAWOEIB-Al.
>
Portugal 15 de O11I. Austria . 3 de Oul.
Hespanha . 8 de a Inglaterra 9 de
1' 1,1111.1. . . 7 de a Suissa . 2 de
Blgica. . . 3 de Suecia. . .10 de Selb
Italia. . 3 de a E. Unidos 24 de
Alemanlia 4 de Mciiro. . 8 de
Prussia. . 6 de California. 18 de Agos
Dinamarca 16 de Chili . 27 de 0
Turqua . 2fi de Selb Buenos-A 27 de Selb
Itussia. . . 2!> de Montevideo 1 de Oul.
NOTICIAS SO XHPZBIO.
Para' 15 de Onlb
Maranha 19 de a.
Ceara'.. 14 de n
Parahiba. 22 do
Alagas 2 de Novb.
S. P. do Sul 22 de Selb
S. Paulo 20 de Out.
Minas.... 14 de
K de Janeiro 25 de
Babia .... 31 de n
rAKTIDAS DOS COUIVEIOS.
Olinda. todos os dias.
Vicloria, nasquinlasfeiras.
Caruani, Bonitoe liaranliuns, nos diasl e!5.
Villa Bella, Boa-Visla.ExiieOricurt.a I3e28.
tioiaiiiiae Parahiba,seguiidasesexlas.
Nalal, quintas reirs.
DIAB DA SEMANA.
7 Scguuda. Ss. Pros-
dcimu e Acbilleo.
8 Terca. S. Niroslrato
tu.
9 Ruarla. Ss. t'rsiciuo
e Agripiuo.
10 Quinta. S. Andr A-
velino.
11 Seila. S. Maridillo
b.
IJ Sabbado. S.* Lcvino
b.
13 Domingo. S. Aicado
AUDIENCIAS.
Tribunal do commereio.
segundase quintas.
/Ir I lira 11'
tercas esabbadns.
/'lizriiiln
tercas eseilasas lOboras.
JuizodeOrphaos
segundase 5. as 10 doras.
l'rimeira tara do cirel
tercas o o", ao meio-dia.
Segunda vara do cirrl.
quarlasesab.ao mcio-d.
N'uvciubni I La nova as ti boras, 18 niiuulos e
31 segundos da manh.i.
a 7 niiario rrescente a 9 boras, 41 mi-
nutse 35 segundos da tarde,
c 1.1 Loa rlo-i.i as 1 horas e 20minutse
39 segundos da tarde.
XI Quarlo mingoante as 8 boras. 18
minutos c 39segundos da larde.
PBJCAMAB BE HOJI
Primeira a lObonise 6 minntosda maiih.i.i.
Segnnda as 10 horas e 30 minutos da larde.
EXTERIOR.
O QUE 8EJA O ZOLLVEREIN
Da mltaao' especial do Sr. Vlsconde da A-
brattoa).
S I. Sua origem. El-rei da Prussia, lendo 23
cncravncoes de pequeos estados soberanos dentro
do sen reino, eireumslancia que o obrigava a man-
ler nutras tantas linbas de alfandegas ao redor del-
lai, sem todava poder vedar o conlrabanilo. loin-
brou-sede propr aos principes, aquein pcrlcncam
as ditas eucravacies, a adopriln de un tytlema lis-
cal uniforme e commum que, dispensando as li-
ndas no interior, exigisse apenas a conservar;.!.! da
existencia as rronteirai da monarrhia. Para rea-
lisar este pensamculn' haln de resolver as Iros maio-
ies dilllculdades que se llie uppundan, a saber: a
da purtilda das rendas ; ,1 ra nianiilonoan dos res-
pectivos direilos de soberana, o a da cnntiniiaca.i
,le cerlos monopolios, o inleresses loraes. Logo que
ileparini com omeio leresolve-dts(r, cclelirou eni
1819 o primeiro Iralarlo de uui.lo de alfandcgn* rom
o principe deShttarzburg Sondersliausen, o lito re-
liz foi este ensaio que, 1*1 ig.iaes esuccettivos tra-
tarlos, conseguio antes do lim de 1831 aatociar ao
sen sjslemadn alfandegas ede commereio wh sii In-
das as oulra* encravaciies, como os Estados ra lla-
lla Graa-Docal, e elcitoral, e mal algn* menos
i-nnsiilcraveis. Asslni se formn a primeira unan
lie air.in.loaa* chamada Prussiana, ou da Allcma-
nha Oriental.
(I cxcmplo ra Prussia lu seguido pelo reino de
Wurlembenh que formn oulra unan em IKJirmu
, e.le-
do aos da Prussia; assim como os cnsules de uin
Estado em portos ou cdades eslrsngeiras devem
proteger e servir aos subditos ros oulros Estarlos,
como se fosseni nacionaes.
5." Para a arrecarlacao e lscalisacAn das rendas
da I 01.lo, ha em caria Estado da frunteira o nume-
ro preciso de alfandegas, c una ou mais juntas lis-
caes que is dirigem e Ibes Inuian as cuntas, sen-
do os empregados de unas e mitras uunicados e
pagos, segundo o regnlamculo conunum. pelo res-
pectivo Estarlo.
As juntas liscaes, na Ion de cada qnarlel, ilcvem
remoller as rnnlas tomadas i mitra denominada jnn
la central, i'oinpnsta ileempregadns re lodos o. eo-
Eslatlos, ;i quaj compele leve-las e refundi-las em
ara ser enviada a rada un Esla
He lcito a qualquer Esladn
11 na alfan'daga ou junta lis-
lim de lomar nota dasjua
e-la Miun-
da Allcina-
1. e lamben
pelos prin-
rniarain em
serleiMiini-
rle Prank-
ptil pe-
ala
lan..
Alie-
A us-
as ,1o ll.iiolioico
pa/ perlcncenle ;
ipados encravados de linden/
poisemn o reino de Baviera ; lomainl.
da liga o nomc de uniao de alfandesas
nlia Occidenlal.
Ki.i anda seguindn o inesino exemid.
jHir molivn rio reciprocas encravaci.es.
.i|isdos Saoes da Tliiirinsia, que fo
IKJia l.rccir.1 liga do alfandegas, qm
non 11ni.il. da Tdurngia, 00 1laAlle1nai1l1aCenlr.il
S i. Sua r.ilnimlo.As Ires iinifies Mima rereri
das fnndjram-se em una t no auno re IK:l.'t.
(oiisiiluiram o aclual Zollverein. rpie por iss,., r
por ulteriores reunios re mitins oslados allomaos,
coniprebende nflo ti ik ttrrirarloa da Prussia, lla-
viera. Wurlemberc. as dnas lenlas, ea llnii
gia. i'oni.. a Saxonia, Nassau,Ciliadoli\rr
fori, Badn, Bronnriek, e Luiembbon
lenctnle a Hollanda, c n nlllmn qoo m
I8t. Elendc-se poia o Zollverein por li
uiHiilia, n excei.eao das sesiiinies fraoi
tria propria. Ilnliemia, Heklembourg
tMilemboiirg, cdades Auscali.
Ilreme, o Lobek, e o tlolslein
lliuamarca.
5 3. .sua ConilituirUo.O liala.lo de 22de mar-
co de 1833 entre a I niaoOriental ea Occidental, c
as convencoes ulteriores que o lem desemolvidn.
foiinam o corno de Iris que regen; o Zollverein.
Soas dis|K.sicr's mala subslanciaes sao : \'2'
I. I'iiirorii.i.lailc ein lodos os eetadoa que so un-
rain, de resiilainenlo de alfandegas, de paula de
direilos de imjiortacai., oxporlaco e transito, .le
H90I r> uierlirlas, e de tnoerla. (auno padrAo rlesla
il\oii-se amrco daprala rlo333.H.v. urannnas. d-
i.li.lo em IVthalcr*, muela da l'niu Oii. ut.i! e
Central, aam9M Dorlna, moeda da Unilo Occi-
1lc11i.1l. Alem disso, para facilitar linda mais as
11 i" i"'s cnmmerciacs entre os Estados, e o paga-
mento dos direilos em lodo .. Zollverein. eslabelo-
ce.i-e a moeda da a$$otofSo da cuno Reral, >a-
lendo cada nma Ibalers 011 3 'j llorn*, c dovendo
sei cunliada em certa proporcilo por lodos os co-
L'slailos.
'2.a l.iberrlarle re comnierclo interior, pudendo
o- nioduclns de un Eslado entrar 110 lerrilorio rio
oiiiru sem paganienlo rio direilo algum. i excep-
fo : ./dos artigos de estanco 0111 alguus Esta-
do*, como corta* re jogar e sal : runserxandn caria
Balado, a respeilo delles. as suas Icis prohibitivas
e restrictivas, e empregaiido por sua cunta o* ineius
necessarios para a exeeucAo dellas; e rlovondo,
qtiantn Hosal, baver seni|ire arrordo especial aobre
o modo de inlrodu/i-lo em algum Estad... rpie te-
lilla de ser supprirlo por nutro, ou iiiesiuo pelo es-
Iraogeiro, aflm de nao prajudlcar ao* domis esta-
rlos;/;do* gneros de prorlucco commum. que
sin livres ein um Eslado e sujeilu* a imposto em
outro. ou que o pagaui menor em un, c inainr em
oiiirn; sobre osquacs (emquanto nao lunixer na
iiii|Hisirti inlcriur a uecessaria iinifoiini.la.lc, ar|iie
se rompromelterain lordei os co-Eslarlos) lem re
rccaliir o direilo Je eomflciwirao que cunsisle
ein col.rar-se a favor do Eslado para onde se remel-
le, no primeiro caso, torio 1. imposto 11 que nelle es-
ti\crein sujcilo* os genero* scmellianles de propria
laxra, e no segundo, a ditloreiirn entre o mi.....r
imposto do Estado doiirle se remelle, e o maior do
nulroque (em de receder ; limitando-as, poiin. o
direilo re com pensarn aos segundes gneros : cer-
e|a, cevarla em macerai;Ao, lbaro indgena ein
follia, agurdenle, viudo moalo :"de objec-
los scmelhaiitcs ans produzi.losem xirlu.le da paten-
te 011 c>clu*,o concedido por algum Estado, ruja
nlroducsiio soja vedada, durante o lempo dodilo
exclusivo no lerrilorio do mesmo E*larlo.
3. I.iberdarlc de Iransilo em toda a lilian. -en-
ro os producios rlc mu Estarlo, na sua paaaasem
por outro, sujeilos souienlc, quai.do por estradas
n r,tomillos do ferro, a laxa iudispensaxel para .1
ua cniservacao e reparo, o Igual para lodos; e
quando por ranaes e rios, no direilo eslalielccido
lelas ciinxenccs em vigor para a navegaclo daquel-
les que foram declarados lixrM polo Congreato de
Menna, 011 ao que for manado pelos respectivos
sovernos para a daquelle*. que o nilo foram. com
tanto que seja igual para lodos; c cetMIldo quaes
quer oulras laxas, direilos, ou al
.. entrada das cdades, 011 pelo
abertura de porto*, etc.
i." Os porlos prussianos do Bltico san conside-
rada portos do Zollvericn. e os subditos.....(ios e
productos de qualquer co-Estado igualado* em lu-
l: Vcja-se adiante 5 S. r." ti." 7. oK.''
i I.iran compiladas vista do Iratadoermneii-
.'.*, e dos oscriplos re Mac Ciregor, e re Noiiran
e Hers.
FOLHETIM.
FER\VMM> BIPLESSIS
01'
MEMORIAS DE UM MARIDO.
lila geral
dn e aocoiiure-.il.
ler um coiiiinissario
cal que llu- parecer
opcracr'ios.
0.-' Por um cartel reciprocamente estipulado en*
Ir os Estarlos, os ompreua.los .las alfandegas rlc um
po.lcm perseguir os contrabandistas dentro ,1o ler-
rilorio de nutro ; compelin.lo lo.lavia lil ju*lic.l*
bicae* iis rliliuenrias de l.usra-. lomadlas, pristas C
o proces-o ros indiciados; perloneendo ao lliesou-
ro do resperlixo Eslado as imillas incurridas pelo
contrabando, depoia de desluiida a partequa cou-
lier ao denunciante 011 apprelii'iisor. e liculo re-
ervado .... raspeclivo aoberano o direilo de perdBo,
re enjo exercicio dar sempre conliccimenlo ao* ou-
lros K-tado*.
7.11 lia ronda coiuiniim l.ruta rio dedvaldaI)
as despeua Mas .-. bem do nteres geial e com a
c*rulla de mercad.iras ale a fronlera esirangeira,
ou al .. limito Interior de um do* Estarlo, ele, ;
/*.'as resliluices por can-a de erro de calculo o
ouiio* engaos na arrecadaco do* direilos ;/"
a* i;ralilicacoes riadas, 011 de-pe/.as cxtraordiuaij-
menle feilas.
por aceordn entre os Estados,
s." A randa commum liquida ha disidida entra
os Estados, segundo a populacho re cada mu, cujo
numero .l.-x e ser \ erillcadu de tres em Ir* anuos, o
a MTlicaeilo cnimunicada porrada um a lodos ;
levando-se porcm i cinta oqoinbladaeada Esta-
do a Importancia dos direilos que dallaran .le ser
cobrados sobre objoctos inlloilil/.idos para uso ra
respectiva casa solieran;!, on dos diplmalas acredi-
tados na respectiva corle, ou los principes medial!'
suiloii, o oulros privilegiados resiilenloa no raspee-
livo lerrilorio: ovalar .le lao* onjacloa dexc ser do-
ei.nailo sempre n. acto do despacho litre de qual-
quer alfan.|ega.
O.1* .No primeiro dejunhodfl
nir-se 1.......gres... de Zollvereit
nipolenciarios do Indos ... E-la.I
rao d'enlre s o respeclivu pre>
! 7. /(os oulrat fian de communicariln.O
Zollverein dehaiihado pelos scguinles rios navega-
vels. que rlesaguam, os qualro primeiros 110 Oca-
no Germnico, e os qualro unimos no Bltico : pri-
meiro, o Hdeno, navegavel desde alguns porlos ra
Hollanda al llasilea, na Suissa, alravessandn a
Prussia-Klienana. Nassau, Ilcsslatiraa-Ducal, Pa-
lalioado ou Baviera-Blienaiia, c Badn, e lendo
por principaes tributarios o Meno c o Nekar ; se-
gn.I.....Ems, navegavel desde Eluden ale porto
deMunsler, alravessando o llanovrc ea Weslpba-
lia Prussiami ; Icrcciro. o Weser, navegavel desde
Ilreme al cima da confluencia do Falda, alraves-
sando o llanovrc. o territorio Prussiauo de Minden,
.1 esria Elelloral e a Thoringla, e leudo por tribu-
tarios principaes o Wumma, o Aller, u Lema e o
Wnrra ; quarto, o Elba navegavel desde llamliiir-
uo al cima de Melui.b, alravessan.ln llanovrc o
l.uiieliouri!. a Saxonia l'russiaua, o pa/. de Anball,
o reino de Saxonia c o de Bohemia, e leudo por
nolaves tributarlos o .Muida, o Saale, o o lintel,
onde desagua o Sprdea que comerle Bcrlim em pnr-
lo de mar ; quinto, o Oder, navegavel desde Slel-
lin al Ralidor, cima de llreslau, alravessando a
Poinerania, HrandeinlHinru C Silesia, e lendo por
Iribularos o Warla, o Nlessa e o Boder ; sexlo. o
Vstala, navegavel desde llantiig al Cracovia,
atraveeaando a Prussia propria o a Polonia : selimo,
oPreael, navegavel desde k.enigsberg at oa Lagos
e cotiliiis da l'russia Oriental ; e oilavo, o Meiiien,
navegavel desde Metncl 011 TiWI al o inlcriur ra
Itussia.
Oulra; tas da do rniiuniinicanii, romo sojam v-
ida
ilirec
u-loin jil
a.la me-
al servi-
millias
iiunieaii-
. Alem
tratad
. livcn
gar da primeira reailln acidad
segiliillos a rpie f.ir deaignada na
pelo n.....no congresso, cujas allribni
resolver as difllruldades e corr.gir 1
apparecerem na exenieao d.
orgnicas do Zollverein, e ni
ras ou roirigi.las dolante 01
Ir OS ministerios dos Estad...
tilda em .lni-.io da renda con
;. vista das conla* das alfa,
junta* liscaes. e revistas pela
ral solirc ipiaesquer prnposll
gn Balado, quer para allet
rcgiilainenln ras alfandegas
d.i
lisial
r
rreca.l.ic
ra iiiduslna
1 lem um vnln
o Xollverein deveduri
lo is^'.d/. o trotado d
antes da dcici miuaca,
qui/ci o contrario, 1I1
nos, cas-ini pordianle de IJ
I.Sun i-rprisrii/iirrio 1
011 ael
lier.....
ment
ment
Estad
10.
neiro
anuos
o-l.1,1,1
ida auno detc r.'ii-
eomnnslo de ple-
-, o- qoae- iioinea-
lenle ; -elido o lo-
rie Munich, das
na sessan anterior
lefeilos que
1 eont eiir-e*
lidoresolvl-
aecordo cn-
; // fa/er a par-
iiiiim ntreos Estados
legas, tomada* peta*
enlral;/ delibe-
apresouta.la* por al-
icio da tarifa ou do
quer para melliora-
.. maior desenvolvi-
rcio da I ui.in. Cada
roe* canaca, COmmodM estrada* em I
ck1*, e solue ludo caminlios rio ferro. E
o Zollverein a na Allemauba Austraca 1
nos que 21 liulms deates caminhoa em acti
eo, percorrendoa diaUnda germnicas 00500 leguas franco/as. e com
lo entre si obra de 50 cdades industriosas,
lisso, arhain-se em .onslriiee.lo o projectadas por
'ompanlias bem prvidas re capilaes o tresdoliro
las linlias existentes.
Einlm, ale o comeen do anuo que ven estarla
nlicrla* a* que devem ligar llambiirgo a Berln, e
Praga a Vienna ; e ospera-se que ante* de 3 aniiiis
sojam con. luidas as de llresde a Praga, o de Vienna
a Trieste, e lq.ie completamente estalieleci.la pnr
caminnosdo Ierro a i'omuiituicacaoentro o Ocano
documento deixa ver que a quanldadedo labacn^es-
Iraiigciro importado no Zollverein motiln a 218,719
quinlaes, emoslra o progresso batido nessa nnpoila
r.lo de 1811 para 1812
3.- A edicorea. que por eflcito do blnqtieio conli-
uenlal, durante o imperio frailee/, *uli-tiluin ao ca-
le, he anda geralmento usada na Allemauba. II
fabricas em que se ella prepara, 011 mide, ilepoi* de
torrada e moida, be acondicionada em pequeos
001I11 olio., para a venda de lelallio. USB-se porni
della romliinando-a ou mislurando-a com S, ,'i,
un mesmo ';, de caf.
Tralei do averiguar a exlensan ra sua cultura o
fabrico para ajuiar ra taslidan do campo que o
Zulltereiu ainrla ollrere ao consumo do cale, visto
que, moderarlo o proco desle o justo ao alcance do
pobre, lia do ser re eerlo preferido bobcragem da
cbcorea. O nnlnr auontinoi da .Vorrt BHttnIiea
//os Blindo /'ri/rs/iiiio*. calcula que a l'russia ex-
portara em 1813 obra de 8,000 quinlaes da chico-
rea preparada, e orea em tinte ve/es mais, ou
160,000, a quaiiii.lade da consumida 110 interior.
.Mas pelas iuiformaees que pror-uroii. o pode al-
cancar o cnsul geral Sturz, jnlgo que aquello ala-
gansillo est multo a quciii da qiiantirladr- cnisu-
mnl......sino na Pru**ia. lio lora de duvida que em
mullH pro v i lirias, romo a Pomerana, Prussia pro-
pria, Poseiu. Silesia, Brandenliurgo, Sltonia e
W'cslplialia, usa-se geralmenle da edicorea. e que.
sobreliido no campo, be csse uso quasi exclusivo.
S as Iros fabricas rio MagdeburgO. lienlliiu o Cal-
lie preparara cada anuo I.iO.ikki quinlaes. Se 1
este producto so ajuular o (que nao fui possivel ve-
rificar 1 de maltas oulras fabricas que Irahalliain no
llrandeiiiliiirgo, Saxonia e Weslpbalia, e mais .1
quanti.ladi' preparada pelas familia nn lar doines-
lico, f.ira das cdades, para seu uso qnnlidiaoo, re-
ronliecer-se-lia rpie o autor anontino falbou 110 cal-
culo que fe/.
Em siininia. pessoa* que se moslran bem infor-
madas julgam que a quallli.lado da rllicorea nin-.l-
mida auiiiialmente em I0.I0 oZolltereill arompanlia
re pcrlo a do caf que nelle si- concome, eque sen-
do la do 7811,0(10 quintaos, a daquolla .leve ser or-
eada em i.-111.111 1 pcl
ip
/
da in
Cern;
8
meiilii
auno at ull
ce: panne
tas mixtas
seda, lucia'
dro* s., n-
niercio estera
tria, porque .1
algilina exleii
bao e ehicon
o Mar Adritico.
'loiluridti. He nnlorio n deseuvohi-
duslria ladril nnZnlItcreiii: rlcannna
n numero de fabricas de toda a espe-
de da ligeiros romo os merinos, fjen-
le laa e algwUo, Uta c seda, e algodao o
e obra* rlc igual ponto, ecrtslae c vi-
11 tefartris que mais sabida lem no coill-
1110. Na.la mais direi sobre esla in.lus-
aoles contin que falle da agrcola com
Uadriras, Ha, trigo, assurar. la-
;ln os mais nolaves r
A vsla dn
cultura desta lo
perficie de terrn.
S 9.- .1/0111,
......ilos iis. 5e ti.
agricultura do Zollverein ; Iralarei
do* tres ultimo* que so asscmelliam ou
dorlna da
particular
siib-liluem
deja-
ll'illill
l'J
Hollanda ein 1839,
r at o primcir
18331; mas,
1 desle prazo
irar por mai
em lannos. [
10 r.iirrior. Nenliii-
ina coiiicncAn un aeln publico, lem al agina Indi-
cado qual .1......Iieranri. doZolltiTri.....Ictareprc-
senlar ..... suas rolarnos rom as oulras potencia-.
Entretanto el-rei ds l'russia, sem duvida por actor-
do confidencial dos co-Esladus, he quem dirijo e
leu concluido em nonie da Unido as negociasoes
dos Iraladns e convencoes cnmniei'ciaes j cele-
bradas pelo Zollverein eont
com a Inglaterra em Isll
ISli. .Mas o gabinete pro
ratifica estas tratados sem o coi
Uniao.
S 5. Sua posu/arilo.Ssg
ollia.il. feil......lim do 1843,
rio* qun fiirnia.ni o Zulltereiu e
habitantes, como consta do ducumenlo o. I.
f:Portot t marinha mercaHtt.0 Zollverein
lem, ruino naturios, os polios da Pru-sia, situados
sol.re o Bltico, sendo o. 01.11. nolaves, Mental
Kii'iiigslierg. Pillan, Kli.iii
sic..... eSlrabund. Alem
pensaveis, o* porlos situados
nco. que apelar de estranhot
por fiados liosceaniinl.r.s
1110 de cnlroposlos para a su
e;io ; e liles s.io llamlllirgo
na dn Wescr, Eluden na .1
coiiimiuiira com n libe
e culi a
ano '1.111
ousensi. d
Blgica ein
issigna. lielu
1* iiulrus ra
que lambein
Estes nlli-
l'lll lodos
alias cobrada*
> de cacadas,
.Mensa, o Anlucrpia sobre o Bacald;
se comilliiuica com o .Mensa e liben
mus porto*, a otcepcAo do de Antuerpia, tem al
do igualados aos primeiro* ou naliiraes
o* Iraladns folns rom o Zollferein.
A marinha mercante d
siana. compe-se comn
.le 795 navios re todas as diineiw.es, e do S tapo
res ; daquelle* a mor parlo se einpiega na cabula
gem. o smenle a menor serve para longo corso
.teste, nao ba um s que se destine neutra navega
e.o que mi., seja a cnsleia no Bltico e lluvial 3
I Os Estados .in \J,c
lo no eongreaso tem a Pros
bilanics, coma Praublbrl
la igual.la.le ri/.ollverein
uto.
21 Acha-se. por tanto, no quarlo anuo da pri-
meira ronliniiae.io por mais 12.
3) O mesiiin oocuntenla moitra a lommadedi-
reilos .1' porlo, ele. a que estasujeila a navegarn
nos dominios da Prussis, on.ie um navio de 2001o-
I.- Olanlo ao assurar, segundo a llerisla Com-
nuriiiile liiihi-ln.il de Bcrlim doriimenln 11. 3),
os Estados da Uniao, nasalra de 1813 a 1814, pro-
duiirain 2I.U.II.955 libras de anacar de belerraba,
mi perlii de m de todo o assurar consumido pelo
Zollverein, ruja qiiaullila.iu suduu pa i5,3(ici.7b!l
libras, que coi responde a libras 5.2 por habitante.
A Prussia -i.de per arorndaiio mais de 19,000.000
.leste estucar, o os oulros oslados perlo de2,000,000|
achando-M prova.lo que de 1841 a ISllo sen fabri-
co, bem que augmentaste na Prussia, dlmln'aiocon-
siderateliuoiile nos oulros ; em Bailen, porcxcmplo.
das s fabricas que ent.lo traballiavam. apenas dual
r .. augmento nao pode ir a mais: porque baven.b. so-
mente 25 leguas qu.i.Iradas de terreno capa/, de dar
trigo tem grande Iraballio, nao be rlc esperar que
dcslas se destinen)li cultor! da belerraba mulla mai*
da* 3 '., leguas que j nrcupa. sem risco do fallar o
pin. e hatee necessidado de iniporla-lo por alto pro-
co.. Assim que parco que esta endura tem lacado
aqu o-en extremo limite. ti*lo que rlcixa de ser
lucrativa quando sobe o nreeo do pao. e se loma
mai* caro o sustento, c maior jornal do* Irabalba-
dori>. Noin lia receiri de que por unto* processos e
apparclbo* o *eu producto se augmente com venta-
sen) oxelu-iva. por isso que. npplicadns ao fabrico
.1.. a-sinar de caima, vem eslo eniil'i mais exuberante
a concorrer sempre com o .le belerraba.
A prolcci-.lo dada no Zollverein a osla cuitara, se-
gundo a lei de 311 de jiillio de 1811, cunsisle elll co-
oineule meiu groa (Slrnt por quintal de,
1 lobera*. Imposto que equivale a 10 gro*
por quintal de assucar. tisto aeraste 11 pro-
JO quinlaes de rai/e*; 1111 pnr nulra, em
r c*le assucar l| 15 do direilo a que est sujeilu
o ite cuma colonial, que be de 5 llialers 011 150 gros
por quintal, sendo destinado as rolinarias.
j.-.yuanin ao tabaco,segando a recente eslatie-
lca do conselheiro Dieterice, donde ro eilrahirio o
dociinieulo n. 1.a produri.Ao do Zollverein em IStJ
r.ii rio 511.151 quinlaes, nn porln de 3|1 de todo o
tabaco consumido, cuja qiianli.la.lc. na muan do
mesmo rslalislieo, andn por750,799 quinlaes. que
correspombjm a 2.3|1 libras por habitante dn Zollve-
rein. A Prii**ia com os pequeos estados enrrava-
dos produzio 212,985 quinlaes, Badn Ito.iKlo. Ba-
viera 101,000, ele. A prolereao dada a esta cultu-
ra na Pros-ia, o norronseqoeocia nn /olltereiii. n;lo
deixa lambein de er consdcratel. O iiii|Misl(i a
Zollverein, que be a pros-1 que fui sojeila pela lei de 1819. alterada depota pela
..osla dn documento n. J, de I8J8. musiste actualmente em uma laxa sobre a
' Ierra cultivada com labacn. o dividida, segundo a
sua maior ou menor uberdade, em 1 cla-sc*. pagan-
,1.. cada gera. da I" li Ibaler-, rl.i > 5, da 3 I e da
(.. 3. 011 lerino medio. 4 '-. Ibalers. E poi* que, em
ragra, cada gera das diversas citases pradal, termo
medio, t :l|l quinlaes de lbaro, vem o imposto a
ser de 19 gros por quintal; entretanto que o tabaco
oslrnugciro, sujcilo pela tarifa em vigor aos de fi '
Ihalera por cenlner, vem a pagar 195 grus por quin-
tal, lato be. nnve te/cs mais queaquelle. O mesmo
lllldi
pop
1 JS.
. E-la
J8,tiJ
g. Daulilg, C
.testes lem. rom
isodro ..Ocano 1
i*. servein-ll.e
que a elle* t
a iiiipnrlar.ii
na fo/ rio El
1 Em*. Amslerdam que
no. Itollerdam olir
nlli
milis
1 t,orina-
1.10 ludo,
1 ler, ru-
esporla-
Breim
brar-sc
rai/os r
1811 r*.
duelo 1!
I"
fcil be aturar da exlcnsao da
ta na All........ba, e da larga so-
que ella lleve ocenpar.
eulo i'iiinnierrial. Os rlocu-
eotrahidoa ros quadrns olliciaes
publicados pela rcparlicao 011 junta central, mos-
Iram a qualidado e qiiantidade dns producios que no
aimo de 1813 foram importados e exportados 110Z0I-
Iverein. A parte desta ImpartarJki que nos convera
otaininar fui a seguinle: 391.138 quinlaes de Igodao
til rama : JJ3.0I I quinlaes de cnuros cru; 7111,158
quinlaes rlc caf;8,334 quinlaes cacao ; 1,253,018
quinlaaa de tabaco emfolha, rolo, cigarros o rap;
278,li8Jqillltaos da ina.letra do tinturara, inclusi-
ve pao Brasil ; 32,853 quinlaes de aguldenle ;
205.593 quinlaes de arrot.
O documento n. 17. ulrahhlo das lisias olliciaes
que acaliam re ser publicadas, musir que no auno
lindo de 1811 entraram nos portas do ll.lliru, que
su ns naliiraesrlu Zollverein, (i,318 navios do nor-
te total de 486,354 toneladas, o sabirain 0,509 do
porlo uo interior de 1813. batian entrado 7.0JI navios
com 530.260 toneladas, e tbido 6,0801......541,410
1......bolas. Ilii-.c por tanto uma diminui(Io nSo
|ieqiiena.ciija* causa* 11A0 me fui dado conliocer com
precisan.
Sea isto seajiiular o numero dns navio* quoen-
Iram osabem do* con*i.leiaves porlosde llainliiirgu,
Bromea, Amsterdam,Rotterdam,Anluerpia,ooulroi
sobro o Mar Germnico, poder-se-ha feer cmplela
irliM da inimcnsa navegacau que n Zollverein ali-
menta.
S 10. lleuda.Conforme o dncumenlo 11. 8 ex-
ii.iln.lo da conla geral publicada pela referida rc-
parlicao un jimia central, a receila di, Zollverein,
110 auno de 1813. subi a 25.065,770 Ihalera, pro-
tenienle-, a sabor : de inipnrlacAo, 4,680,215 : de
r'tpni.n.in. 394,753; ede Iransilo, 590,802.
A despena ra arrecadaco Tolde 2,192,530 Iha-
lera, tomata que corresponde a 8.'i por ccnio do
total da receila.
O mesmo dncumenlo motn coinooii em que pro
pnrcAo fui osla ronda distribuida pelo* IJ estados
que formam o Zulltereiu, alguntdos quaos aocol-
leclitosou iiicluom dentro emsi tarios oulros mais
peqlionn*.
Para ajiii/.ar-so do ailgmonlii batdn na receila
das Alfandegas-I ni.las *ei sullicientc observar-se
l,.taldelJ.t10,IMKlonil831
1X13.
1-1.1
que sendo apena*
iiAosiichcuou a 25.000.000 ciu
ila cania geral que ba punco* .lia so publicoo.ji si
oletou a J6.llOO.iaN) em 1811. Esta suinma. redil
ni da nossa moeda, excede de 37,000,000,
{Jornal dn Conimerrio.:
HESPANHA.
Madrid I de oulubro.
A nuesISo dn oriento aprsenla actualmente uma
nota face, A entrada das es.pia.lras iuglc/ac frau-
ceza no mar .le Mrmara abreviar .. desenlace des-
le ja perrbuavel o eufa.limbo drama, seja nn sentido
pacifico tejaro rapando uroa te/ as hostilidades, e
entregando ao acaso das balalbas a futura sorbida
ritili*acno europea.
Se limtennos de jolgar pelos antece.Ionios, o |tc-
lo mudo cun., ale aqu lem pro-ogui.lo a* grandes
potencias, a passagem dos Dar.lauellos, allll de una
doclaracao rio guerra, significa o ultimo etforeo dos
alliado- da Turqua, para que se consorte a paz. A
da
dii
into peso
ISmlIboesda ba-
i'iias 66,000. Sem
lina
-sbj utiiii'ia^ a na.
IEKCEIRA PAKTE.
IV
Deiembro .le 1810.
lomo a abrir sera rereio esle diario conb.lenle
re meus mos ou crueis pensamenlo de oulr ora.
>e beje iliaula ..orto de mi memn. de mi-
nha volla para o bem, gratas ;i experiencia de mi-
nlias desgrajas pausadas, grajas sobretudn nimba
rigorosa observancia dos excellenles ronsclhos de
Joa Havmundo e rlc sua iniii, uo oscreverci mais
nada aqiii que me tica vergonba.
Minlisconsciencia me dii que n fuloro nao des-
menlira esla e-peranea.
Claudio Clialeloin, nrphaa de dezeses anno*,
l'.il 11- cosliiicin. que anda de casa cm casa para pa-
ndar um salario de seis odos, est Irabalhaiido em
nimba cata; ella be biinesli, laboriosa e digna pe-
las suas quididades de ser citada como evemplo a
inoras de sua tilla; ama parle do punen1 que ga-
nda I11 consagrada a ajudar uma velha lia, que a
rreou ; a Iwa npini.iu que en faria de Claudina Clia-
lelaln foi confirniada pnr ilitersr.s teslcmunhos de
urna senceridade, e de nina auloridade irrecusa-
vcis;aemser formosa, teu aemblanle agradavel c
() Vide Diario o. J17,
melgo revela a candara desut tima; desherdada,
romo lanas oulras .lesaforlunadas, do* benelicin*
da educaego ella nao sabe 1......m eterever; lem
mollas vetee soilri.io pcuivei* prlvacHeteni sua con.
riieio de cnsluioira do jornal, siipp.iriando aini os
incontciiicntes da sert i.l.o sem gozar ile suas vanla-
geus. saber: aeslabilidailo, a elevac.io do salario
[eoraparalivamenlej c a probabilidade de merecer a
airoiciio de sen amor, c adiar om sua conipauliia
una sorle segur.
Enlrelanlo nada ba rio servil no carcter e no
porledessa moca. Ella be tmida e embancada ; mas
sua reserva e sua discricao rcvelaui a digiiidiide na-
tural de urna alma pura e delicada.
I)cp..i-que eslsom miiba casa nao Ibe dirig del
vetea e patavra, lenae para dizer-lbe : Hnm da in\
lua nuile, minha filha. e alias se reflexes mais ma-
dura* e salutares cnnselbos, cujo valor ja aprend a
reronbecei, ..."i.. ,ic fizcrc^: mudar de prujuclo, as-
lou remiirido a ratar-me rom Claudina Cltatetuin,
no cato de que eite rii/amenlo Ihe ronrenha.
Indaguemos sinceramente rom., um projeclo, a
primeira visla tan singular, pode germinar, desen-
volver-se c arraigar-se em meu espirito.
l>jgo-o com salisfacilo de mim mesmo, meu pri-
meiro pensamenlo. aquello que predomina lodos
os mais, lio um pensamenlo generoso.
il-a.onlecimeiilo* importante* sao umitas vezes
producidos pelas causas mais nfimas. Tenho por
compinlieira de minda t ida solitaria uma cadelli-
nli.i iinn ii'i.i arrancada por mim a niorlc qoasi cer-
ta, com quo a .iinnarav.nn no- n-1. i i...- malignos, e
mullas vezes de noilc Junto do fogao 011 eipcrimen-
Invaun prazer real vendo-a deilada aos meus ps
liante de um bom fugo, o disia comigo :
a. Ciar-.s a minda hondada, mas lambein gra-
1.1- a-na fidelidade e 11 soa gentileza, esle animal-
xiiibo be lao feliz quaotoeepdesc-lu... o
Heladas nacional 011 de nacan favorecida paga t-
mente libras 16-3-8, oa 155)360, enlrelanlo que c
etlrangelro 011 de nar.in n.io [atoreri.la, dn metan
porte, paga libras 71-0-0, 011 Ml.XiOO.
iiler
pro-,
rler
robustecer a
Abdul-Mesid :
r> (alte/ que
baicaees ingle/as e franco/as po-
nipelus do faualisinn inii*ulmaun, o
lor.lado bstanle onfraquecida do
partido ra paz cobrar noto* lirios,
enliga que a nula de VienttB seja
dppnitada sem lilndilicacAes.
Triste de, de ludo* os modo*, a sorle que espera
os seriaron do prnpbela. A luz da raxaoe dajusli-
ca, a sua causa lio a inelbor postlvel ; porm a ta-
/.io e a jiisliea tu. 11 ni un pres.'ntc casn com n nle-
reSH dea nacoes poderosati sem cajo auxilio parece
inevilavel a ruina du Imperio lurro ; e quandu istu
acontece, corre sempre ri-cn de seren calcado* os sa-
crosanlos linos .lo direilo. Assim lem acontecido no
inmolo desdo Netnrod ale Napole.io ; e assim con-
tinuarlo a* c.iusas un futura, a uo ser que o* prn-
gressos da liumaiiidado Ihe farain comprehender,
que nunca se infriugein upunemenle as leis eter-
nas que regem 11 mundo moral, e a inlellgencia
recobre entilo o dominio ab*olulo que Ibe compele.
Porm, anda adnitti.la a preponderancia do
principio do olilidade, anda assim nos nao parecem
jiislillca.lu*. nem juslilicatei*, o procerlimeiilo de
Inglaterra e Franca. O de*ejo da paz imprimi nos
aclo* de amda* as polencias o sello da debillirlade
re quo a sagaz polilica do Sao Pelersburgo tem sa-
bido maravillosamente aproteilar-sc. Se quando
os ltii*so*alrates*aram o Prutli, Qucloaesem logo 00
ltosplo.ro as baiuleras ingle/a o francesa, a ques-
lao aebar-si'-lua a oslas boras resoltida; nao seria
latuanlia a biimilbae.ln do siill.1.1, e baveria, lalvez
mais meins de cunservar a integri.la.lc de um im-
porio.cuja ilosmembracao ba-de profuiidainenle per-
turbar o equilibrio europeo. Por excesso de cordu-
ra, o remo de que o niotimonlii indutlrial e mer-
cantil parassem, rniisiilerscc* de calculo, que se-
melliam .1 inodu, tirara nipasstei* a orciipacu d.is
principado*; imaginando quo, com a unta de Vien-
na linio se empua, e que liaviam afeitado a lor-
incnl.i que aineacava dcscarregar a sua iliia snbre
11 sub da Europa. Neo ronlavain com o ban-
do que us rouselhos do lulMO repro-cnla as
Iradicoes e as cienijas da casi;.....nqiiisladora, que
se appossou d aniigo imperiodo Oriente ; nem Idos
oceorreu a Idea de que o ciar, alentado pelos svmp-
tomas ni.....luivoeoa de liini.le/. que nbaervava no)
ttus adversarios, nao cederla fcilmente de sua* pre-
lenoe-, nem perdera a* vantagens ja oblidat. leu-
lo os mais.incero*de*ej.is.lo curiar .1 nn, loruaranl-
1. ao rete/. ..ola te/, mais r.irlc o complicado.
Com ludo, a guerra ollercce oa meamos pongos
c dilllculdades, que Ictaraui a Inglaterra, Ail-lria,
r.....a a praliear os maiores esforens para a oti-
lar. As esquadras no mar de .Marinara dnnonslra-
r;iu 10 aulorrala.qiic pnr grande que seja o anhelo de
Ao iilcrroinper com o sinislro cstrondo da* armas
progretaivo andamento .lasarles o coromereio, n5o
chegar ao exlromu do fazer esqiiecer e supporlar
com paciencia ns mais inauditos atlenladns a Iroro
de nan ver baivar os laudos, .111 do que se alo dei-
xom de tender .ligninas inauufacliira* ;o por oulra
pal lo.o- que proraiiiaiil a guerra -.inta.ein Cuustan-
tinopla, comorehenderlo que a Europa mi se su-
jeita a obedecer aos leus lostinclM bellicot, pulido
em risco o* *eus mai* caro* IntereatM para o trium-
pbu da meta la. 1: se Idos l'ar.i estira liaixar ousa-
dia o allivez.
N;lu do pnssivcl que a agilaean dos aniuins |irn-
du/a um confliclo cm Cnnslnnlinopla ; nem lambein
que. |mr qualquer incidente, venham .1* raaos 01
Ruaaot i.........lercito do Omer-Pach. lie com lu-
do mais protatel que o divn esculo o* dctame!
da prudencia ; o quo. rlando-e o imperador da
Ru**ia. o .0111 razio, pnr lallsfeilo com o que enn-
-eguio. ae rara una conv eucao que anegare a paz.
cujea lii-iielicia.. lia alguns anuos a e-la parle, o
mundo civili-ado lera sentido.
Heraldo.
i Diario do Cmeniode Portugal. I
Flotilha russinanos mares da Chinn.
\ turca natal do imperador da Itussia nos mares
da China, com deslilin para 11 Japau. cnuipOc-sc de
Pallan, de 52 pecas; de Duina, 10; e do Vottoek,
. Ilevci.....perar com a fruta americana, so f.'.r prc-
lis... pas que -; nxrnojapMiei abra > -cu* porlos
ao rommerclo du* duu* mundos. 11* olliciaes ruasia-
1111* dizem, que oseu imperador anlcs nos, j lluvia peusailo cm mandar uma oinli.iiv.i.l.i
ao Japau; oque enTrc a America rutsiana, e as par-
to* nuii aeplenlrionaea d.. Japlo, sempre lem batido
alguiuas relace* cominerracs; o perianto era jus-
lu, que o sen"guvernu loin.i-.-e e-a* relari.es mai*
cninplet.is como a que podil obler ipialquer unilo
Tlnham deiiado Cronsladt, com destino para
Canuto, a ragata Dina, e o liriguc l'idlur, o que
elevara esta oslaeana cien navio*.
Pallan fui construida em San Pelersburgo em
18:18. Pode-se formar Idea .la. -as qualidades te-
leira-, -aliendo-sc, que 1.7. a -ua pa.*ig..... du Cali
da Boa E-p.Ta.'ica Java eiii 32 da*, o sen arma-
mento cunsisle em qualrn pecas do 118. o 18 do J,
...ni una boa qiiautidadc de armas de ultimo Inven-
to, com alcance de ilHI pa-*o* ; a guarniese de do
ItXl proras, incluindo Jo msicos, l'ulla' apreaen-
la--e com o mesmo aceiu, lii/itnculo o regubiri.lado
.lo sert ico naval como as fragatas inglesas.
a Ruana niM ha toldados da armada oa mar!
nheiroa faz..... o servir militer naval, o lempo
desle servieo be 18 ai.....s, o ns te/o* JJ, no lim dos
quaes retiram-se com uma pnalo; porm, alo ci-
en anuo* rlcpoi* de sua saluda de bordo, etilo sujei-
tns a novo ali-lamentu, *e algllin casi, extraordinario
0 exigir. Osiiiarindeiro* das .miras uan'.e* dan de
o admirar, tan duvida, quandu suuberem, que 11
uiariiibeiio russiano. alm dn suslcnlo o vestuario,
mln tem mais do que 11111 i/iiinro por anuo, o rlous
quando etilo em portos ealrangeiratl o* nvarlnliei-
rn* que silo catados, d-ldc* o estado quarlel ramillas, c uma peasgoaos fllhos, concondiejode
cntrarcm 1111 -ervicodu exercilO un ni trii-'i.i. apenas
. Iieguein aos 18 annns; a* lilba* u.iu lem subsidio
algum. O lampo de servieo dos soldados de aval-
larla be III anuos, de inmutara 15. Os fllhos, que
Idos liaseem cien auno* ilcpu* dabaita. san iscmp-
lus de cunsoripeao.
'Bxtraido da lllmlraled l/mdon, por )
1 dem.)
Os jarates que boje recebemos nada adunlara is
uulicias que bnnlem piiblicainus:
L-*e na correapondencla rio Par* dn Pintea
do 21:
A noticia da queda du ministerio Lersundl em
Madrid, de que dei parle ua uiinlia carta de I1..11-
lem, do confirmada por lubsequeutea carias. Rea-
lisuu-se .1 quo eu linda dito ha coasa do sois sema-
nas, que quandu so nprntima-so a tnica marcada
pela lei para a reunan das corle*, o gallineto reaccio-
nan. se dissidvera.
llevis c*lar lembradu de que em algunia- ol.-er-
vacc* que li/ a respeilo dos negocios dj Despalilla,
dis*e que protavelinenlo 11 gadinele que suceedesse
an de j.ersuudi bata ser compie.li. re alguns do*
aiiiign* du general Narvaoz, so liem que em |M?quo-
11.1 numero. A ser assim e ae o ministerio ae pudor
Pur mais pueril quo fus-c esle sonliuieiilu, elle me
.-ia doce ao conejo...
Quando Claudina toin Irabalbar cm niiulia cata,
vendo-a UoJoven e lao laboriosa, lio pobre ello
inlere-anle, julgand.i anlecipadaiiiciile que sua vi-
da dexlser, segundo todas as apparencias, uma
-un-e.-.tii de dias mais 011 moims miserateis passa-
dos na incerli/.i do fuluro; prevendo lambein que
cjs.iuilo-se cun um lioniem pobre como ella, sua ti-
lla o lomara dobradamcnlo precaria e miscravel,
ilie comigo *lo :
11 Experimenlri uma .loco salisfacilo gozando
da fclicidaue que me rleve um pnbre animal dulndn
siimenlede insliurlii... Quesera enUo se eu asse-
gurame a ventura de Claudina. t
Anda ilo alo be ludo... lembro-me sempre des-
las p.d.ivras de Jou:
. Tu fizcslc u mal, roniincltesle aclos irrepara-
tes; expia-os n;lo por alTeclacies esteris, mas pe-
la pralira dojtwui o.ioium.
Com elleiln eu lenbo minio que expiar...
Lineemos umolliar ra|iidu sobre ininlia vida pas-
sada.
So Mi-I ao juramento que dei a Jacintbo mnrbun-
do. bnuvesse casada com Cesarna, lalvez ella nao
lites*.' cabido no ahvsniu da infamia em que acliuu
11 uinrlc... a morte que Ibe dei com minbas proprias
nulos!...
Se quando me ca*o pela primeira vez, bnuve*se
ciiii.-iiliado meu coraran em vez de ceder a um odio-
so sentiinenlo de egosmo, lalvez Albina ainda vi-
vesse... Mas, nao, em meu caprichoso e facliciu abor-
1 -uiii'iiin do mundo, o desojando reslabelecer mi-
nda sado aderada pelos excelsos, encarreguei meu
notario de procurar-me uma 'iiulber meio gnverna-
dora de rasa, meio onferineira. Elle acbou essa mu-
Iber: uma linda moca rio dezoilo annu com o cora-
cS ebeio das radiosas illusoes de sua idade, e que
so prucurava a felieldade; porcia rainha frieza cal-
culada, minliasotei idade de lioiiieni corrompido o
meu dapreio de libertino enervado gelaram a.....-
1 -idade den |Kidro rapariga, o procurando era 011-
tra parlo a felicidade a quo liuba direilo... sua al-
ma aproximada, mas pura, succuinbio castamente
na lula com mu amnrimpos*itel... Albina murreu
de pozar... ella vivira lalvez feliz se nu fura mi-
uba iiidiO'ereuca e meu egnsmn !
Lina baixa cubica me impelliu an segundo casa-
mento... SoflYi cruelmente. Jlaa Cesarina, mai, o
repellida pnr mim laiiibcm linb.i sollrido rruelineii-
lo. Tinba sollridn Inda* a*.loro*. Indas as degrada-
cAe* da miseria e da t ergonlia Sua tanganea foi
lerrivel, e meu odio farluu-sc em seu saugue. Eis-
aqui o mal que leudo feilo...
Quera expiar osse mal elidiendo do felicidade
uma pobre moc.a quasi abandonada. Tal be anda
um du* *enlimenlns generosos a quo deto o pensa-
menlo de casar com Claudina. Nan quero, porm,
di*er que ;..a;; ha ntda do iiratnal cm mea desejti
nan. li. 111 longe disso...
Tinba-mc linbiluado e resignado ininba com
pela solidao ; mas .lepr.i* quo o semblanle fagueiro
dessa moc.a apparercu em meu retiro, stnto. apezar
de ler quarenta annns, que o amor n.io se extingui
anda ein mim...
E cora ludo... o que sinto nio be um capricho dns
senlido*.
, Amo a Claudina, nao pelo sen espirito, pois ig-
nnru se tem, c no cnntersei anda vez alguma
com ella; uao pela sua belleza... pois olla nao lio
formosa, comquanlo seu exterior gracioso, oaodetto
o iiigemio me agrade muto...NAo ; o que amo nella,
he sua candura, be sua honestldade, alo seus babi-
los laboriosos, -."u. suas qualidades excellenles, a
que lodos rendem uma sincera bninenagem. Amo-a
subretudo, porque he denqriirndii.
Um tal amor no he digno de sercoofessado?
lira lal amor nao lie honroso Nao enobrece elle
a quem n inspira, ea quem .1 sent'.' Sun. pnsso
con fe otar eele amor, elle me honra, honra a Clau-
dina ; masquerera olla accila-lo?
Podern cerreaponder-lhel
Tenho quarenta auno*... ella tem deteteis... Os
de-goslos lulo embranqueci.lo meus cabellos preina-
I111 menle, mas inililia sado lio perfella.
A villa sobria, regular c rustica a que me lenbo
dedicado desde inuilos auno*, resliluin-mo a ener-
ga da inncidado, eeomparando-me coni .1* prclen-
deules que poderiam a*pirar a mo de Claudina,
ombora llvrseeai viole o cinco anuos, nao pos*o por
ventura sema menor fatuidade esperar que minlia
corlezania, mnba edueaclo, os cuidados solicilos, e
as delicadas allenci'ies que bei de ler para com essa
mura dever.lu Inrnar-ine preferitel a qualquer man-
cebo eslupidn. mal ensillado e gros-ciro".'
Todo me di; que Claudina lana punco casn das
vanlagen* malcriaes quo OU poderla elFerecer-llie ;
lo.lav ia qual nao scrid en deslumbraniriiln vend-
se de um dia pira nulro dona desdi casinba mu (un-
cu esplendida para mim. mas que dte parecer mag-
nifica pobre coslureira .Meus olcnla o lanos mil
francos dados a premio ba oiuilo* anuos, rendein-
inc porto do 1,500 fr. c nieus gusto* so lem torna-
do lio simples, o a gente vito com lilopouca deipe-
za nesla aldea, que. sem recusar-me nada do ne-
cessario, lenbo poilido prir de liarle cada anuo de
mil e duzeulus a mil e quinhcnlos francos; estas
economa* me permilliriamoflerecer a Claudina um
lindoenxoval, simples, mai de hora goilo; como
nao licaria pasmada e-sa querirla moca, quo soflYe
desdo a infancia Uto duras piivaro*! Oh! para el-
la islo seria um -nidio das Mil e una nnitet 1
Minda casinha, grabas aos restos rlc niiiilia opu-
lencia, e ans meus liabilni de commodidade, he ele-
ganle e simple*, sem ser acanhada. Junio de ininli 1
alcnv a exislem dous lindos quarlos onde le aloja-
vam-meu pobre amigo Joo e seu lio, quandu vi-
conservar por algum lempo, tornar-se-ba uecessaria
cm Madrid a preseuc,a de Narvaez para tomar a pre-
sidencia deMe, at que sobrevenha algoma nova des-
inlcllgenca com a 1 .mili 1. ou os seus proprios ami-
gos polticos o raandem oulra vez viajar com n pre-
lexlo do esludar os archivos ou oulro motivo lo f-
til comn esle. Laucando os ..Ido- para a lista, por
cerlo inronlpteta, porque ba una ou duas pessoa*
qne anda se nao sahp cum certeza se aceitaran, vejo
0 nnmo do nina, que lem sido constantemente ami-
go do 111.11 i'.li.il. He o marque/ de Mujins, que foi
membrn do ministerio narvaez em 1851, e que foi
demillido com o seu ebefe. Quanlo a Saitoriu*.
ronde de San I.11U) as*ocinu-se por mulo lempo a
Narvaez na sua carreira polilica e durante o perio-
do dns seus -mi e-o.'-. Esla associac,ao nao resiilio
1 adversidade; quando davia j signaos de oslar c
(Indar a carreira du mareclial, I). I.uiz Sarlorius,
que letia ludo principalmente ao patronato de Nar-
vaez. aliaiidonou i -i'U lirinli-ilnr e pa011 pal a ..-.
seu* iuinigo*.
O marque/, de Molns, em que se falla para a pal-
la da marinlia, ja desempenluiu esle cargo em ante-
riores miiii*lerios. Passa por um liberal da escola
puritana, pnrm inclinado an absolutismo. Castro,
marquez de Cerona. be *olirnbo de Alvarez, que de-
femleii a cidade do mesinn nome durante a inviiAo
franceza de 1809. Nao be grande nolabilidada po-
lilica. Collanles fez parle dn passado ministerio. O
general Blazer. ministro da guerra, nao he conbec-
do como domom politice.
Em suinma t-so que de uma Imitativa de fusu
du parlido constitucional, se. bem que nu entra
nella nenliun liomem iiolavol. lie provatel quo
taja um ininisleno de lranicao, c que em breve le-
nbanios rio ver utas modilcacies. Seja porcm co-
mn fr. o que lo.ios admitiera he quo podem haver
governoe que sejam mais delesladiis, na- nenlium
quo inerec.1 'mais dosprezo dn que 11 ulliraO. Nem
linda inchnacao para o bem, nem curagera para n
mal, e cahiu sem pozar nem respeilo de pessoa al-
guma. 1 Imprensa e fxi.)
A GUERRA CrvHTA CHINA.
Varios despacho* e documentos interesianles a
re-polo da rebellio na China, acabam de ser publi-
radoe |Hir uniera da cmara dos communs. roram
apreseuladus a cmara por nrdem da rainha, era
CODfarmidede com oque bavia promellido aiio seu
dscnrsn do 5 de agoslu desle annu.
O pnmi'iro rlespaebo bode sir ti. Bonbam, plrni-
polenelario da rainha na China, escripln de Sbangae
28de mareo de 1853. Participa a sua chogada a
elo porl......Hernies, para verificar pessoalmente o
progresso da rebellio.
Fallando du boaln da lomada de Nankin, sir ti.
Ilunliam rliz o seguinle ;
Assim que esle aronleciinenlo se realsar, n gu-
terno iniin-ii.il tetlrer o minr guipe que lem rece-
dirln desde n comeen da redelliu ; purque, pon In
do parlo ludas as ennsiderace* de prestigio e asso-
eiaces disloriras ligarlas i anliga capital da Cliiua
cnnsderaefies todava que, cuino V. S. muilo liem
sali, sao de grande peso para ns Cliins, o faci de
um furto corpn de liomens armailns estar de |iosse do
uma cidade din grande c lo iinpnrlaiilc, as inar-
gensdo Vang-tue-Keang, noeeratjfu da Chinan
periodo grande .anal, cum meios do iulerceplar In-
da< as conmiuiiicacic* e impedir a passagem de c-
rcaos para a capital, na lio para ser despiezado.
liara Chin-, assim como para "', mnvimeiiln
que as breas lzerem de|ios da diniada de Nankin,
de um inleressanlo elijerlo de espceulaco. Porm
eja qual f.'.r esle inut inieiilo e qualquer direcclo
que l.imein a* forea*. estou resolt irlo emquanto nu
receber ituUueoSee dogovernode S.M.a niioinier-
virde forma alguma a favor do governo edira ;o
leudo a convceo de qne, qualquer intertencn da
minda parlo, nan sert ira seunu de prolongar a lu-
la, comqiiaulo .1 primeira f isla pussa parecer quo
leria dill'ereuto resultado.
O cumie do Claremlon era resposla, approva a re-
-olue.io do sir C. Ilunliam de nao inlervir rio forma
alg.....a a favor do guteciiorliim.
O -eguinle despacho de sir 0. Buuliain de escrip-
ln de Sliangdae a 20 de abril de 1853.
Parlirjpa a* ticlurias ras forras insurgentes as
vi/.indaneasilo Nankin o mis margen* do Vang-Lszo-
Keaug. ain couscqucncia do que ns Inglezes e ou-
lros esliaugeiros resllenle* em Sltfigbae forniarara
um corpn local de voluntarios, para proteger a*
*ua* petanai e propriedades. Em um despacbn cun
dala de JJ de abril, sir C. B.inhain da parlo da que-
da de Nankin e do Cblnkaang. Mr. Meado*, ..
Interprete, ntrerer-eu-se para peneUrer no inlcrior
0111 bu-.-a de infurinaces, o *abio de Sbangliae para
Sooehow, Cliaugebovv, no grande Canal, e Tan-
gvang JJmilba* dedi*lancia de Chin-keang-roo.j
Nlr. Heodowa colligo varas uulicias a cespeilu dos
insurgentes, ras quaes sir G. Bonbam communica as
sguinles :
Tien-Teh. pnr mulo lempucbcfe da iiisurreico,
mu la-i! ha alguus me/es, e oseu successor hecouhe-
enlu peb. nimio do Tao Png. 0 conimandanto cm
ebefo das furias cliaraa-se Vang-sew-lsing, o diz-se
que de prenle do guternader geral do Tttu Keang,
Liid-kicnv ng, que rorrou linda sidn muri ua cap-
tura de Nankin, na* que agora se diz quo se loma-
ra a juntar aos insurgentes.
Segundo a doscripro do Mr. Meadnivs, os insur-
;enlesslo puritano- e al fanticos. Todooeier-
cllo resa rcgularpienle antes de comer. O fumar
npiu de castigado com a mnrle, c laliaro com pran-
rliada* de bamb. A* muflieres capliiradas na* ba-
lalbas san alujadas em o.li6cios separados, assim
como as enancas, quo sau alm disso vestidas e edu-
cadas.
fauno n goveruadur chira de Slianghae nu pou-
!ava esforeo- pan propalar cutre os insurgentes 11
oalo do que a* fon;as iiiglezas oslavam pura lomar
o parllo ros imperialista* contra elles, sir I',. Bun-
liain re-ulvoo-so a sahir pelo rio Vang-lsze-Keang,
11.1 navio llenne<. Sir ti. Bonham manda a traduc-
an dns arligos da (iaz-eta de Pekn, que annun-
ciam a degradaro do goternadnr geral de-las pru-
t incias, l.ud-kien-t ing, de Saesliangad, ltimamen-
te primcrn ministro, e linaliiieule do seu coramis-
sano imperial em Canlo, cujos daveres c proprie-
dades Imam rnnfiscadas pelo imperador. O ultimo
decreto do confiscscn foi iinmo lialamcntc poslo em
exccui;;lo pelas auluridades de Candi.
Seguc-se nutro despidi do sir ti. Rondara ; do
nli nn visilar-rae anles de su prisgo ; eu os faria
m.diiliar do novo pan taren o aposenln de Claudi-
na ; Maury e Francisca baslariam para o nosso scr-
vicu, como dantos. Como seria docee agradavel m-
nba vida, se Claudina 'quizesse comparlilha-la, se
Claudina quizesse amar-me, se ella podesse nobre-
tudo comprehender a felicidade inefavel o nce*-
sanlc. que me daria a certeza de sua felicidade !
Nada sera mudado em minlia moneda de viver.
Claudina, acoslumada a caininbar de manbila c de
ile para ir Irabalhar de jornal, lornar-se-hia a
companlicira de meus passeios; nao lendo jamis sa-
bido do campo, nnsua vida Intima e sulilsria nao
Ibe causara nenlium desgoslu, e .. torra de amor, o
de terna solicilude, 011 altiuuiria meu lim, faria es-
sa moca feliz... Ob! feliz como nunca sotihou sc-lo
in'iilitnn.i mura de -ua condico...
Oepois. segundo loda as probabilidades, ella me
sobrevivira, c mnba* mdicas rendas, que olla
hcrdaria. dasioiia... ao 0MOSC para SMgulai -Ido
para sempre uma vida drenle.
Com que delicias minda alma ae abro a estes ge-
nerosos pensameiilos, a estas nobres esperanzas !
Oh agradern a t. JnSo, agndeco a la mi ea
leus amigos esta rolla para o bem, e anda que es-
te ultimo vol de mnba idade madura n.lu serea-
Ji*e, an menos me consolarei, pensando que esle vo-
l, de que estou to ufano, so formou no fundo do
meu coraco regenerado.
Meu lieos I quando pens na- paginas pungentes,
amargas o desesperadas que conlm esle diario,
cnnlldente de minbas fallas ede meus desgoslos pas-
udos, quanlo me felicito de poder boje c-cre-
ver oslas lindas, cuja serenidade me descausa,
me anima e me recompensa anlecipadameute de
minbas boas resoluces
(' Conlinuar-w-ha 1
,
kt inrii a r\r\



a


*.

,'

Shanjhae a 6 de opio, enripio logo depois di su
rollada cipcdittouo Utrmtt.
A' chepuda du Merm'a a CanlAo, ointerrirele Mr.
Me.ulows desenbltcnu e foi iipresoillad* adou*>f-
ficiae, que segundo depois se soube, linham a po-
siento de principe entre' os desepn'lonles, pcn|"i'
segundo.!) nova hierarhia ha 11111 principe para ca-
da quarlo do rirculo, alein de nm quinto chamado
principe ajudante. Sir G. Bonham dii o seguinle :
Achei urna especie do Roveriioeslabelecido pelos
insurgente em Nankin, e computo em prinieiro
lugar de Ti* Ping, o soberano director, que o en-
te da no eil, 'se he que lal seil eiiste) >ip-
poemlera po.ic.1o ou T*o, esplrilual oucorporol-
inenle, de irmo mal novo do nosao Salvador. Os
insurgentes Silo raziara grande myalerio da origen)
de Tae Ping ; muila pessons alllrinai i|ueelle era
um litleralo graduado da provincia de Canlao, que
rilo sendo hem succedido na sua vida litlcraria, se
enlregou ao esludo do que os China chamamdou
trina eslrangeira ;islo he, esludou as disscrlacoe
ou tratados dos missionarios, dos quaes nbleve na-
turalmente copia pela un3n do delunto llr. Culz-
lalf. Tae Ping o ura pequeo numero de atlhereii'
les levantaran) o estandarte da iii-uireir.in edepol-
de trea annos de perseveranca o de viclonas. amba-
ran] por tomar Nankin e Chin-kcang, onde ni'wos
encontramos en) grande for^a.
Sujeitos a este soberano director eslo os cinco
principes de que nrima tallamos, os primeiros e se-
gundos ministros, e um grande numero de Intitula-
do! mandarina, pela maior parle ualuraes de Can-
lio. Nao calculo a sua torra de homens em estado
de combaler em menos ile ">,00, ainria que me pa-
rece que do numero primitivo de gente que sanio de
' Kwangre, s 7,000 esli agora com Tae l'ing. Con-
formo jii disse, eslabeleccram urna nova religiao,
que pode chamar- urna especie de revelaco espu-
ria. A base desta religue auppne-se ler o seu fnn-
lamenln no Anligo Testamento e em tratados reli-
giosos, porm misluraram-lhe ura lerido lal de su-
pefslicoes e de absurdos, que urna pessoa imparcial
ve-se naduviila se llavera realnienle sinceridade na
sua fe, ou se he empregada pelos rliefes corro) um
meio poltico para dirigir e governar o espirito da-
quellesque procuram allrahir ao seu partido.
Poreiemplo.iflirmam que o seu chefe fura rhaina-
do ao co por Dos, o qual deseen a Ierra de pro|io-
silo pira esse flm, e que llie deu ordetn para uover-
nar o mundo deslruindo o actual governo e propa-
gando as novasdoulrinas. Emrumprimenlo deslc
dever aflirmam os scqiiazes de Tac l'ing que na lo-
mada de Nankin forain passados ao fio da espada
i.OJWTarlaros, homens, mulheres cat rriancasde
peilo, c que o chefe esperava smenle um mandado
do co para marchar sobre Pekin.
No dia 2 de maio urna comniuniraro dos princi-
pe do rlenle e do (VelrtVnle, escripia em seda
amarella. fol apresenlada a sir O. Bonham. a bordo
do Merme*. Este despacho romera da seguinle na-
neira :
O principe do Oriente e o principe do Occidente
ambos subditos da dyuastia celestial, agora dehaive
do imperio de Tae Pnig, verdaderamente coinuii-
sionado pelo eco para governar, puhlicam o seiuin
te decreto aos Ingleses (lisiantes, que ha muilo re-
conhecem a obrigarao de adorar o co (lieos) e que
recenlemenle se lem associailo an* intentos do nos.
so real amo, mandando-lhc particularmente qm
Icnhatn descansado o seu pinto que n:io dein
abrigo a iudignas suspeitas.
'/. Lnndon Arir.
1/aVm.l
Nunca o alio da San Fre Pedro Gonealvw, do
que em oulra llie dei nolicia. foi lao frequenladn e
Kr gente tan importante. Toda a policia para all
m concurrido em prolecc^o do amauuense asseswr,
que, como Ihe dise. esta caqdidalo policial. *e-
reintai para o annu Q que dir um dos nosso da ge-
ral na tribuna a resptilo doprolerlor e protegido;
,. da iuiiTvenra de corla entidado era quealfte.de
lal nrdem. ,
Nada mai ba digno de referir-lhe. Dispnnlia da
boa vontade de um novo caudidato. que Ihe deseja
lano hem romo aos eleilore qae Ihe derem o seu
votinho.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAHBUCO.
Parahlba 4 de novembro de 1853.
Tcuho estado uestes dias muilo oceupado con) i
ininha eleir,3n provincial, que he hojo o negocii
nico de toda a minha atlenrilo.
N.lo se admiro do que lahez jnlsuc um arrojo
|H>r quanlo, presentemente quasi ningueni oiha pa
la sua capacidade e mrito, c a /ornare/ ambinh
invade lodos os peilos, c quem nao faz. por si tic,
no esquecimenlo. Esles principios, olios muilo ra
zoaveis, me foram esclarecidos pelo Mereles, que
me honra com sua prnlecrilo, o qual ipriMDlinao-
me alguns candidatos, e applicando o escalpelo da
anal\se sen) d nem compaiso, mnslrou-mc rl.-irn-
ineule o pora quanlo preslau), o roiivenceu-inede
que, apezar do clamor das proprias consciencias,
nao desisliamdesua candidatura.
fc.ni visia uisio, c provavelmeme Bagando oii-
fo: Quando o fraile anda rom o ladr.lo, ou esle
lica frade, ou aquello ladrao conslilui-me caudi-
datu, e \ou entrar cora o meu meslre na grande lo-
tera dos leresse parlicular, como para hem da patria, e aju-
dar a certo marrero a dar rodilbo nos antigs pa-
triotas, promovendo os melhor.imenlos doronimer-
cio, agricultura e arles, por aquellos cruelnieule
e-queridos.
Seguindo um novo lyitemj cabalislico .Ir um
moco de largas esperanzas, inandei lamhem na l\-
IMigraphia do Cosa imprimir urna circular aoaho-
inclKdo inlerior, principalmente eleilore, na qual
eiilre oulras cousa bonilas e cloqueles que Ibes di-
go, assevero-lhes com lodo o serio deque son capa/,
que ardeudo em santa caridade aqu esloo grutui-
lamente a sua disposieao para servi-los, a cada um
em geral e a lodos em particular, promplo para
receber seus producios (vendaveis, hein entendi-
do), e dar-Ibes deslino, para comprar com oseu
dinheiro) o que neressitarem, ludo pelo menor pre-
co correle no mercado.
Asseverei-lbes mais (por humanidade lao somen-
lei que elles devem aceitar meo desinlerrssailo of-
lerecimento; por quanlo, a capilal esl.i pestilente,
os incommodos da viagem sao grandes, e ncnhuin
liomem sensato e*poe sua pello, c sujeila-sc a in-
commodos de niovimento, quando (em um lao I......
i' dedicado procurador, ele. etc. Com esle me-
Ibodo espero conseguir muilo, c se leui por la al-
gn) protegido ponha a sua disposic.lo as columnas
do seu Diaria, al mesmo para desaliar a uniros es-
peculadores, que Ihe cahiraocom os lanos ri por
linha, o nao se esqueea deassevcrar-lhesque quan-
lo mais insinuante o annuucio, melhores ell'eilos
produz.
A poltica vai na mcsiua. e os esperaucosos con-
tinuam em allera^ao; porm mu sileuci.....i, Bo-
gando me afiirma o Mereles, quo be um furiin,
aclia-so em lodas as reuuics, sabe de ludo, e en me
occulla o que ignora.
A proviucial ainda nao foi convocada ; mas Me-
reles aposta a cabera c bens de maior valor em ru-
mo osera muilo breve,- e isso |iela simples razan de
que est a lindar-se o anno.
Os thuggs nada lem fcitu por em quanlo. e ereio
que eslo sondando as dsposc,6es do novo presi-
dente, ou fazendo alguma continencia pulira.
Dos os conserve em paz, e Ibes d o quo eu Ihcs
desejo.
Estamos fallos de entrelinenlos, de serlo que de-
tejo ardenlemente a coiivocacan da assembla para
ouvir o discursos luminoso do seulior meu pai,
ou que a rellano confirme *a senlcnca de despro-
nunefa dos illuslrissimos da mnmcipalidade para
assislir i primeira sessao daquella academia refor-
madora da lingua palrja. Se nao houver breve
cousa que me enlretenba, sotlrerei algn) novo ata-
que nervoso, e eulo ajusto conlas com o mundo e
i.irn-iiH- ermitao.
A farinha est encarecendo extraordinariamente
com pezar meu, e a grande ciporlacao que della se
lem feilocesl fazendo para essa provincia, leu) de
eleva-la, apezar das providencias do governo, a um
preso eicessivo em manifest prejuizo desle seu
criado, que ainda uiio pode dispensar o pao nosso
quolidiano.
O Mereles assevera-me que S* Evr. vai empre-
gar todos os esforcos na cuncliisao o mi v i-i .l.nli- he una das necessidailes da provincia
para dispensar que os presos sejam guardados com
muralhas humanas, como acontece na cadeia actual,
que por sua anliguidadc nao oflerece seguranza. Com
a falla de tropa que lemos una cadeia velba he urna
verdadeira calamidade.
No Inga nao ha preso, ainda morlalmeuledoenle,
que se nao ponha ao freVo na primeira noile de
gaiolla, assim como nao ha soldado da guarda nacio-
nal, qoe d'alll os conduza para esta capital, quo Ibes
nao solt as anas em caminhu. Parece haver urna
larga associagao, que lem por programma aos vi-
vos escpula.
Tamben) me aseera o meu iiiformanle, que S.
Ele. conlinoa a obra do Ibealro al que re cha Ic-
Ihas. lie razoavel nao deiver ante disso lal obra
para nao se arruinar, porque nesse eslado fcilmen-
te urna companhia dramtica ou alguma sociedade
l.irii a iIM'.io e decorado provisoria, e dar algu-
ma recitas pagando-so da despeza no allucuel di
edificio, e nos nos veremos livres dos rdanle) for
no, o emporcalhanles capoeiras, que aqui chamanf
tbeatrot.
Algn rabugenlos ainda rilham contra o Ihealro;
mas contra i> que g5o ralbaran) cortos caretas de
meu conhecimenlo?
Elles proprius nao sao capazes de dizc-lo e me-
nos eu.
Estamos na poca da arrematares dos di/imos,
eii.l-i poda haver maior pnorfoudade para os can-
didato da capilal. Ouasi loilasaini|iortancselei-
loraes do interior aqu si- acham, e lem coiladn-.!
urna corle brilhanlr.
JURY DO RECITE.
Da 5 de ovembro de 1S63.
Prndenle, o Sr. Dr. Francisco de Assis Oliveira
Macel.
I'romotar publiio, o Sr. Dr. Abilio Jos Tavares da
.ult alindo, o Sr. Dr. Joaqun) Albino dos Sinlos.
ft0, Ignacio Jos? da Silva, aecusado porcrime de
reduzir a escravidao pessoa livre.
A's 11 horas, feila a chamada, verifirou-so a-
rliarem-e presente 17 Srs. jurados, sendo multados
em mais OSOIH) rs. o inesmos dos dias anlccedenles,
e mais os seauintes :
Domneos Caldas Pires l-'crrcira.
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Af 3 lloras, acabados os debales, fui condu-
zido o eoiiselho asaladasronferencias, d'onde vol-
lou ilahi a 'j hora, e em visla de suas nalDOllai iol
o reo condemnado a 9 anuos de prisao e mulla cor*-
respondente a lerca parle do lempo, grao misino
do arl. 179 do Cod. Penal.
I.evanlou-se i sessao as :l y, horas, tirando adia
da para o dia 7. as 9 bj da manhaa.
Scisao' do di. 7.
Presidente, o Sr. Dr. Francnco de Assis Oliveira
Maciel.
Promotor publico, o Sr. Dr. Abilio Jos lavares da
Silva.
A's II horas ',, reunidoo numero de 21 Srs. ju-
rados, por fallaren) com causa justificada alguns Srs.
jurados, foram sorteados da urna supplenieiilar os
seguinlesseiihores:
I fin/ Comes Ferrcira Jiininr.
1 Jote Pedro da Silva.
II Domingos .Malaquias de Aguiar l'ires lerreira.
i fiiilherine Jos Pereira.
:> Jo.lo Manuel de Caslro.
( Francisco Mamede de Alnieida Jnior.
7 Joao Francisco Rei;s Coelho.
H Marrolino i,.....;alvcs da Silva.
9 Dr. Loureiiro Trigo de Loureiro.
10 Antonio Carilozodo Ouoin Fonsera.
ti Amaro Benedicto de Souza.
V2 Manoel l.uz loncalves.
I:; liuilherme Slcpplc.
I i Aloinndre Kodrigues dos Anjos,
l Joaquiui l'ereira Bastus.
16 Joao Jos do Farias.
17 Dr. Jos Mameilo Alves l'erreira.
IS Manuel Jos ,1a Silva I rilo.
19 Jos HyRinode .Miranda.
J Manuel Coelho do l.emos.
Jl Jos Alevaudre llibeiro.
l.evanlou-se a ses^io u horas, licamlo adiada
liara o dia seguinle, as 9 horas ila manhaa.
diversiiUde da nosologa ophlalmologica contribua
lamhem para esle embarazo.
bstudando nos livros, e vendos fados na clnica,
eu fui nnu-n e pouco me habilitando ao diagnostico
das moleslia, de sorle que no fim de um certo lem-
po, eu me arriscava a di'er alguns dos meus colle-
gas rio dioica esto offro d'uma iecimitlle, osle
oilro (eln um hufosiom, aquello pma opthalmia
ip-onn/oo.aquelle outro urna catarata completa e
dura, ole., mas nao possua nm conhecimenlo regu-
lar da uplilalmologa.
Pelo lado das operatoe, de queeu linlia urna ig-
norancia cmplela,'pois qoe o que e aprende no
Brasil, onde ba eiiguidade de meio, lio poueo re-
lativamente ao que por c e abe e c ensilla, meu
aproveilamenlo foi se.mpre gradual. No fim de dou
meze elava senlior de todo os procesaos operato-
rios, e muilo especialmente daquelles empregados
pelo professor : V. comprehande que eu nao deva
conlenlar-mo com saber, masque devia procurar fa-
zer.e foi jiilamenle o que leve lugar.
O crurgocs modernos consideran) a opblalmn-
logia romo urna parle da clnica crorgica : elle a-
cpilam em suas clnicas os doenles dos olho, e fa-
zem lices nteressantes sobre esta coMpc^So dossof-
frimenios humano. Assim Mr. Velpeaii, na cari-
dade, e Mr. Nelalom, na clnica da fueuldade. e-
lasiamo auditorio nao poucas vezes tratando das mo-
lestias oculares e de suas operac&es.
Affaslaudo-se inleiramenle das deas da escola al-
leina, Mr. Velpeau ensna que as molestias ocu-
lares, dcvein ser cliissilicadas segundo a nalureza dos
lecidos aneciados, ou a regiao oceupada por nina
parle do lerido alterado ; ri'ahi as denominacoes de
blcpharitrt mucosa, glandulma, etc., que a escola
franceza da inflammai;.ln daspalpehras, quando el-
la orciipa a conjuncliva correspondente, as glndu-
la- de Meihnmus, ele., ele.
Seguir nina clnica de molestias de olbos, e nao
si'Biiir urna clnica cirnrgira, era lomar Incompleta*
inhibas ohservace : alm de que, as ideas cs|M>-
m de Mr. Velpe?u sobre as doencas oculares, e-
rainj um motivoiiorieroso para cou\idar-me a se-
guir sua clnica.
A clnica de Mr. Velpeau be vasta e abundante
em casos cirurgieo, muilos dos quaes ollerecem
o maior uleresse.
lie muilo natural que V. me pcrgnule, como eu
poda sosulr no mesmo dia Mr. Desmarre c Mr.
Velpeau, pelo que, devo de anlem.io explicar-llie o
fado :
Os homens da scienria em Franca,procuran) mu)
lo marrar a hora de seus cursos.de modo que n.lo si
lornein inriimpaliveis unas com oulras : assim, Vel
pcau faz sua clnica dasKs III horas da inanliaa. i
De-marres il meio dia .is 1 horas : lodos os oulro
proressnresse2ueiiilaiilu.quanlnpnssivel. esle mes
mo principio de incompatihilidadc, sempreein pro-
\eiio doflouvinloi*
Dadas as lorias em l'.iris, as clnicas licam deser
las. e os profcssoresrecolhem-seao lar domesliro pa
ra reiHiusaremitas fadigasdo anno lectivo, e razerem
pro) Mo de vigor o de novos conhccinicnlos para o
anno seguinle.
II.
Determinado a completar meu curso
de olbos. e saliendo que o Dr. Cunier
una reputarla europea, diriga con) n
ra o iu-lilulo oplilaluiiru de Bnnellas
ra esta ciliado no me/ de Miembro du :
Fazendo esla viagem, eu live por liin .
atado dos ronhecimenlos mediros da Bel
"que diziam respeilo a bygiene ; al raesma carta,
eu peda ao Dr. Paula Candlo qoe, por interesal du
nniso pai, eslabelecesse a permuta dos traballws da
jimia, c da aia'deinia de medicina do Rio de Jeneiro,
rom o do eongresso, o du con lubridade
publica da Uelgica. V. CoirnMnll qi del re-
ciprocidade ni o Brasil aproVeil^Va, Apis que o que
por l c escreve, he mais que tlHiopr ca, e o que
liver o cuubo de origimlidade, no poder ser co-
nherilo, ltenla a qnasi geral ignorancia da lingua
porlugueza pela maiima parle dos Europeos. O
Dr. yierocnckannuio minha proposla ;ma a jun-
ta e a academia do Brasil, cuiillnuam indillcreiiles
ao prugreiM) inlelleclual
Terminados o meus Irabalhos em Bruiella, eu
llhlilll DE iEi{\\ium
Iti'iinio-se bonlem, na matriz de S. Antonio, o
collcgioeleiloral desla ridarie, alim do proccder-se
a elecao dodepul,nlinproviiiciaes.eficiiua mesa in-
terina conquista dos tegnlnte Sr. :
Prttiienlt.O leante coronel Jo.io Vikanlim
Vilclla, I.- juiz de paz do districlo da milrht:
Screlurin*.Dr. .MiloiiinEpaininundasili' Mello.
do muleslin
iii-ulisla di
ma sabedo-
, cu parli pa
uno passado
pur-me em
naoqulz vollar a Franjasen) ir visitar Auvers, aan
liga Antuerpia,o principal porto martimo da Blgi-
ca. 'um huiii .lia. a 7 horas da maiih, emhar-
quei-me nu Irem do caminhu de ferro, e dentro de
urna hora linha eu alravessado a 9 leguas que e
inlcrpoem entre Bruxellase Anver.
Cheguei hora da visila do hospital militar (fue
heomelhor da cidade. A ponloalidade louvavel
que se observa nos cheles declincas, emse acharem
a hora determinada em suas enfermarla, te quo cu
nao perdesseumminuto na visila do hospital.
En linha muilos desejos de assislir achuicado Dr.
Clarier, chefe do servido do hospita.l, nSus por ser
um medico de repulacan, como por aber que elle
havia pralicado por alguns anuos na America do
Sul: eu quera saber quaes eran) as modificacfics
empregadas par elle na Iheraprulica das moleslia
coinmunnodouseonlinenles. Recehido porelle
com loda delicadeza, iii'h percorremo os leilus dos
duenles, a cuja cabeceira elle meenpunha sud ma-
nera de encarar a molestia e seu modo de Irala-
menlo.
No cabe nos limites desta carta a desrnpcao dos
munumenlos que oliservei ; mas crendu anlecipar
desejos, dir-lhe-he queAuvers possuc una das
mais nleressanles calliedraes da Europa, leudo seu
Interiorom formade cruz, ornado com muilosqua-
h n- de Ituhens.
A allnrada igreja be de inti ps sublil aloe-
inu da torre, que suslcnla Si sinos hariiionisados de
forma lal, que cteeulain peila^osde msicas as oc
ioesem que u relogo marca os meius quarlus, o
quarlus, as mcias horas e as huras. Quandneu ara
beide subir uslilti degrosda escada da torre, 10-
cava meio dia, e eu assisli a execuean de um peda-
code msica locada paresia orcheslra eslrondosa.
)e l. dissa altura iinmensa, ilivsei loda a cidade,
seus jarriins, seus campos verdejanlcs e fecundos, o
sinuoso Kicalda, e um hnrisunle eilensssimo em
dou ponlM do qual eiuerguci as torre das callie-
draes de Malinos e tiaud, como dous ponlns alva-
dios mosqueando nina superlieeazul-ciiizenla. Em
dia muilo claro se avisla ao longo, l para o extremo
do liorsontc umeordan etbranquifado, ipiebeo mar
do noi le ; o enlrelanto esle mar esl a nina arandis-
sima distancia da Blgica. Da calbedral dirisi-tne
a praca onde esla enllocada a estatua de Kubens,
desse genio da pintura, cujos quadros, comprados
boje por grandessnuims, omam o* melhores mu-
seos de pintura de todo o mundo, A Blgica elevou
ao anligo anluerpiano, um raunumenlo imperecivel
em sua Ierra natal.
Todo o reslo do meu lempo empreguei em perror-
rer o museo zooluuico da cidade, ao qual esl anne-
xo um jardini botnico : he a obra d'uma associn
cao. Ah enconlrei nina iminensa variedade
-----1 ---------LJ_
qnem elle havia cmpreaido a (alba bilateral. Ealu
Turto que se elle lllliolrlriasse neslecaso, muilo pou-
eo poderia fazar, vala que o etmagador nflu poderla
er fcilmente aberto, nao liaveudo canlo nenlium
dacavidadu da.beiiga, que nao eslivesso oceupado
por calculo,
'j'odo o casos de lalha que eu vi praiiear no
adulto, qiialquer'que fi *o, foram falaes:
o operadus sncomblm quasi sempre de perlloni-
te, ou de reabsorbi purulenta. Entretanto de 13
menino lalhado na clnica de (joorsanri ddrante
nm aunu, sdnus necombiram. Crelo que a vivaci-
dad) da infancia ragiudn contra a artio delele-
ria do ar do hospilaes, d a razio desta dflerenc.a.
Vendo as difuculdades com que e lulas a na or-
tica das Iheorias, das posioAcs e mecanismo do feto
durante o parlo, Mr. Nasgele invenlou urna nova
theorla multo simplificada e realmente muilo mai
natural do que a antigs, idmillindo quatro posi-
;o> para rada aprescnlacao, e i variedade para ca-
da pando, elle mostrou mulla observado eestndo
obre a marcha natural do feto, durante o Irabalho
do parlo. A ideas do Mr. No?gelc foram recebdas
por Mr. Duhus, e hoje a escola franceza professa a
doulrna do parleiro allemao, accresccntando o-
mcnle mai urna npresentai;ao para o Ironco.
Dr. Jote Sainando Acelino Pinho.
PIBLIC4CA0 4 PEDIDO.
dia com
sica.
0 Dr. Cunier. que a morle araba de rniibar do
alo da hiimauidade. era um homem dolado de vigo
rosa nlelligeucia e de um espirito critico elevado :
seus conhecimento nphlalmulogico., adipliridos pe
lo miado dos mulliplicadn o variad!
molestias do ol'
vasto quailro
luto ophtalmnl
nhece-lo. Alia
le reeeheu-me i
ii l.uiz Filippe de Souza l.en
ruinantes.Cerva/in Elizio Be/erra Ct)
/'.i
canil.
a Dr. Francisco de I-aria l.emos
Prucedendo-se logo depois a eleic.io da mesa de-
finiliva, na formada lei, sahiram cleilns :
PraMmle:
O E\m. Sr. Dr. Pedro Fraileasen de Paula Civil-
canil de Albuquerqin com M .-ios.
Secretaria':
Os Srs.Dr. Anlonh) Itangel de Torres Baudeira,
com S.'i.
n Francisco Itaplisla de'Almeida, cun SI.
tSMCTVtaiOrW.
-asus de
le que a Blgica eflorece un
i enllocaran) na dirercan do imli
ico de Bruxellas. onde eu la
lefranco.como lodos os B
ni dcmonsliacdesde inlere
lim de alguns dias, eu pude conhecer qii
anidoidade no Imliluto, o a iltenrio que
laxa a seus diagnsticos e a sua Iherapeiilica, me at
Inhiam reri.is conceasOe, que se dlspondom ante:
lo que com um simples iliscipul
iodo Dr. Cunier, ea visla
em doenles diarios, que i
imcnlos de ophtalniolo;
;as, el
; e no
minha
pres
opi
nm.
Os Srs.Dr. Franchco do Barros Itarrel
77 votos ;
ii Majiir'lhouiaz Jos da Silva Cusma Ju
nior, com 71.
Em conseqni'iieia d
de i6 horas da manhaa
eleilores reunirein-se
que. viudo a concluir
lunas ila larde, uo p
dadereligicoa, e em
dulase mais arlos da
artigo 111 da lei rcsulamcti
tSKi. o que boje ler.i logar
mili
rhuviqne cabio des-
foi possivel an- Sis.
anles do meio dia, de sorle
-e a eli'ico da mesa as duas
de mais ler lugjir a solemni-
eguida o reeehimeiiio das se-
leico, segundo proKrove o
le 19 de UgOJlO de
ruma
u nhli
i.i qu
COMMIMCVDO.
Extracto de alguma'. cartas do Dr. Jo-
s' Scsinando Avelino Pinho es-
criptas da Europa.
(omeio desia sociedad immenta do poso euro-
i. desle modo de viicr. desles coslumes peculia-
res ao anliso continente, o e^lrjingeiro e*t sempre
preste i se desgarrar, inipellidn por um lurhillio
leninliMis slluclores. novos para elle c que o fa-
zem sonhar na fruicao de unzo- ainda os mais eveen-
Irlco, Se Olio nao arrefere o ardor de seus impul-
ijs. mi i seu lempo esgolado intilmente no meio
le pra/ereslirios, e sua orgauisaci
Irausiccau repenlinade seu iudo de
En nao lenho dilliculdade em pan
nsideraces que ahi em cimaescre
peeie de plano dp rolidlicla. que a
ros se impoem logo que elicgam
ramenle elles dallan) de ler un) pon
qiiandn emprehenileiu a viagem ; e o Iracar as re-
gias pelas qoaes a vontade soja pieeurliida ja lie dar
um eumeco de evecucao ulil a seu pensamento.
Esle plano de conduela una vez adoptado, o bra-
leiro e-l cerlissimo de que ba deallingir maisou
inenns sen desiiteraliu.
Eu devo declarar-llie, que anles de dizer o ulti-
mo adeus a minha residencia de Macelo, live o cui-
ladu de ineller em minha carleira una lii.i de ps>
pe. em que osnocil nina especie de prouraunin de
conducta, que, pmlo que solroaso innilas inndilica-
coesemsua execucao ulterior, nao deixon de influir
d'uiu modo fovoravel sobre meus esluilns na Iuru-
pa. Jiiando confercioiiei o meu programma. en j
linli.i a pequea experiencia d'ums pralica de Ires
anuos ; | sabia quaes erain os ramos da medicina
quemeera preciso eslinlar. e aquellos em que eu
devia procurar anerfeicnar-mc. O conhecimento de
minhas torcas iiilcllerluaes de cutio enlrou per mni-
anlipidl pela
iver.
ir que deslas
, proven) mi
uns brisilei-
Kuropa. Ra-
i de visla lixo
lo nos bous resultados de minha viagem
Se eu suubesso que ineu rniiselho era aceiln, en
diria aos meus joven rol legas. ,', aquellos que lahem
das escolas hrasileiras, se leudes una consciencia
pura, e o desejais ser medico Instruido, despi essa
lal e quid presumptao de erudiccao qoe vos domina,
ido pralirar por dous ou Ires anuos sob as vislas de
un medico pratico : cnlo vos convencereis que
muita cousa ignoris, que muilo precisis apren-
der, e qne os meios para esse esludo nao encontra-
reis no Brasil. So dr pora desse tirocinio he que o
medico deve emprehender urna viagem a Europa ;
mas deve ter sempre em visla, que elle via a como
um medico que deseja aprender, e nao comi um jo-
ven qne procura perder-se. Os meios de inslriic-
cio o os de perdiejo de un homem,formigam em In-
di- a" cidades da Europa, em ParU sobretodo.
Quando emprehendi minha viagem.cu sull'rio d'u-
ma blephtitite glantliiloia dirimir Irrmiuaeao
d'uma opUtnlmia Marrhal ( dos allemiles ), mal
diagnosticada, epor isso mesmo mal tralada.O dese-
jo de ver-me livre de meu inconininiln. que se ag-
gravava as pocas do grandecalores, ecomo
contado das paiilcilai arenosas, que durante o es-
li esto eonlinuaiiienle suspendida na almosphe-
ra de Macei. e a vonladede seguir ama rlinira de
moleslia de olbos, me induziram a procurar om
do melhore oculistas de l'aris, o Dr. Desmarres
Comulla-lu, e nprlmir-lha o deejo de seguk
seus cursos fui ruus.i innilo fcil para mim, grabas a
bondade e modos mullo allenciosus com que fui re-
rehiiln pelo celebre nculi-l.i, que acollieu meu Dedi-
llo do modo mais lisoiigciro.
Me '-'lineen, e dianle da infinidaile de variedades
de muleslin-'le (illm-ipie se npreseiiln\;im na clini
ca.eu vi-me enilurscailn. e llevo dize-ln, aturdido
obreludo quando emprehendia diagim-u
rl
cun um .un
Foi sol, a directa
clnica de mais di
ve os fracos conli
boje possun.
A Blgica he o paiz das oplilahnias : I.i o mcdici
ohsrrva em grande escala lodas as formas e lodas a:
variedades da molwlll do globo ocular, desle .
Idepharile al aa oplilalmias muro-pnrulenlas. i
desiie a simple uMUd.ltJO al ., desorgauisai.au e ,
degenerescencia completa, e como a ophlilmia do
Eg\ pin lem causado muilos eslragos nao so pern
tro o eiercito.eomo perentre o novo, ealabeleceu-n
que lodos os hospilaes militare e rivis. livessem
una enfermara apacill, em que os iloenlc
Ihos Mtivessem seqnislrados dos masdoenle: aleni
dislo. alguma provincias,.! exemplo dado, Biaban
le. rri-atam institutos ophlalimros.psra nndo san en-
viado os doentos pobresdoa communae (mnnielpa-
lidades.
Eu devo dizer-lbe, de paagem. que os inuiuei
palidailesiia Blgica gozan) de Inda influencia o de
lodo prestigio de nina insumirn cnnsliliieinn.il,
ilesenvnlvem loda energa que el na espiten de
-lias imporlanles illriboical para garantir a liber-
dade. a feliridado e a subsistencia de seus munici-
pes; nausao pliaiilasmagnrias como as notsaa tu-
rnaran mnnicipiies.
Dlscipuloe paludario da escolaalleinaa rumiada
pur Beer. Mr. Cunier rlailieava a moleslia. oeu.
lares segundo -cus caradores phviiCOS, nu segundo
a nitnreu di molestll, quando ella se ligava i nina
rnii-liliiieo nindiida qualquer;as denminaeoes de
oiihlalniir.;r/'/()i/o< rcreiniiasciilns.scrnphuto-
sii.rlieuiiiiiti'inasaa lilhas desla escola; mas elle ad-
millia lamhem mull coua da escola franceza. de
ipie Mr. Velpeau c Desmarres sao decididos repre-
sentinles,quando quera denominar a nflaminacao
limilava a oran membrana, ou a urna parle qu.ilquer
du globo ocular ; d'ahi as derimeliles. keralile-,
etc.. as obras de Mi, Cunier lem as vanlagcns do
eclerlismn.
Em BrniellM ha don bopilaes imporlanles, o de
S. Joao, fundado, segundo onvl, por um porluguei.
entlt S. Pedro, que beiini hospital militar :os ou-
Iros sao de segunda urden).
Quando eu cliegiiei uesta cidade. grassava nina e-
pldemil le hphus. que depois se cslendeu por qua-
si lodo o ceniro da Europa : ainda que nao muilo
norial, ella dizimav.i assim mesmo nao pouca gen-
io. Esta circumslaiicia aproveilei-a para conhecer
lodo os caranero do Ivplius, inclusive suas lesies
analonin-cailaverira, e lamben) para olinlar a Ihe-
npeulicl empregada. Todo ns chefes de clnicas.
ao inenns lodos aquello cuja dioica eu segal, enm-
baliain a moleslia segundo os svmploinas nniis 00
inenns iiilernus que se apresenlavam ; e c
pneiimooia era a roniplira(in mais frequenle
plius. elles a combaliam enrgicamente com
da Icrininaco tuberculosa, que irrem
malaria o doenle, oral
ile
Dn jornal da llahia do mez de oulubro m. 138.
It o IW, e da Justica ns. I7S, 479 o 480.
0 negociante desla praca Jos l'ereira da Silva
Carvalbo rectificando nsannuiiciosque lem publica-
do pela imprensa peridica, lano nesla cidade co-
mo mis Alagoas, en) Sergipe e no> Rio de Janeiro,
previne ainda una vez o publico de que nao sao
lransigi)eis bens alguns de seus devedores execu-
lados Manuel Prudente de Jess c sua mullier I).
Mara Joaquina du > alie Barboza, j por forra da
bv pul beca que elle Ihe lizeram na cidade rio Pcne-
du aos 4 (le abril rie I81K na noli Uu labeTliiu Fran-
cisco Marlins Veiga. ji per elfeilo das enleiii;as
passada em julgadoquealiaixo se Irancrevom,son-
do por rnnscguiile millo e de nenlium edeilo lorio
i e qualquer contrito que se Icnha feilo, ou veuliii a
! fazer sbreos dito heos em prejuizo rio aniiunciaii-
le, crerior h\ pnlberario rie quanlia maior rie t:0(M)5
rs. ; e pmfljMninguna se chame a ignorancia faz-
se nuv menle pelo meio mais publico presente de-
claracao, com o proleslo de se usar lamben) da ra
cao criminal que no caso couher. Babia 2de ou-
lubro de IS-Vl. Jase l'ereira du Sitra ('arruthu
Accordao da relacito de Pernamtiuco em pri-
mereo jul gaita.
Que nao Iiiiii.hu couheciineiito dos aggravos un
auto do proresso Inlerposloi a lis. 63, 117, 171,17:1 e
197, |>or nao cilar-se lei ou ordenacao que os aulori-
e, e conriemnam os aggravanles lias cusas. En-
Irando no merecimeulo da appellacan confirman) a
seulenea recorrida pelos seus iiinriamcnlos, alenla
a piuvailos aillos e dipoicao dedircilo. econriem-
nan os apprllanle as cusas. Ilccife :ll de agosto
rie 1853.Presidente, Leo, /tabello, /.una /-rei-
r. Partir Munteiro.
MecoriMo da retacan de Pernambuca em se-
gundo julgado.
Que sem embargo dos embargos,-) II. :i:t", que
nao allcuricui por MI malcra e autos, visto que do
le linal da eseriptura a fl. 7, consta ler ella sido feil
A arrematarao sera (sita na forma da artigo 34
e 27 da le provincial )>. 286 de 37 de maio de 1851,
0 sob a clausula especiaos abajio copiadas.
As pessoisquese propozerem'a esta arrematan,!,
comparecen) na sala da eeatoet da me-ina juo'la,
no dia Mima declarado, pelo maio di, competente-
mente habilitadas.
E para constar e inindou anisar o presente e
publicar |ieln /hara.
Secretara da thesourara provincial de Pernam-
buco 18 de oulubro do 1838.O secretarlo,
Antonio Ferreira a^AnnunciacHo.
Clausula rspeciae- para o arrematofao.
1. A obras do reparo do ajude de Tracuuhaem
far-te-bao de conformidad com a planta e orna-
mento approvado pela directora em conaelho,
apresentadoa a approvacAO do Em. Sr. presidenle
da provincia, na impnrlanria de60>900 rs.
2. O arrematante dar principio as obras no
prazo do 30 da, e deverA cnnclui-la no de Ires
mezes,contado de conformidade com o artigo :|| da
lei provincial n.iiKIi.
3. O pagamento dn importe da arrematarlo rea-
lsar-se-ha en) duas prestacoe, a primeira de oilo
decimos da mesma imporlanria, depois do rece-
bimenlo provisorio, e a segunda de dous decimos
na occasiao da entrega definitiva, a qual deveri ler
lugar um anno depois do recebimenlo proviiorio.
4.a Para ludo o que nao se acha determinado
na preseule clausulas, nem no ornamento seauir-
se-ba o qne dispoe a lei provincial n. ftfi de 17 de
maio de 1851.Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira a"Annuneiacn.
O lllm. Sr. inspector da thesourari provin-
cial, em rumprimenln da urdm do Exm. Sr. pre-
sidenle da provincia de tirio rom-ule. manda fazer
publico, que us dias 22, 33 e 24 de novembro pr-
ximo Miiiiinii.i. peanle a junta da fazenda da mes-
ma Ihesouraria, se ba de arrematar a quem por
menus lizer, os Irabalhos da rouservac,ao permanen-
te da eslrada da Victoria, avahados em V"il,-um
ri.
A arremalaco ser feila por lempo de um anuo,
a contar do dia em que o arremalaunle lomar con-
t da eslrada, e sobas rondi{oea ibaiiocopiadas.
As pessuas que se pro|Hizerem a esla arremata-
ran, comparceam na sala da sessoes ila mesma jun-
la nos dias cima declarados, pelo meio-dia, ronqie-
leiilemeiilc habilitadas.
E para constar se maitrinu aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
btteo 28 de oulubro de !8j3. O secretario,
Anlonio Ferreira d"AnnunciacSo.
Clausulas espeeiaes da arremataeHo.
I.n O Irabalho da conservaco permanente da es-
lrada da Victoria ser execulado de conformidade
com n orcamento, approvado pela directora em
conseibo, e iprcsenlndo a approvai;3o do Exm. Sr.
presirieulc da provincia, pelo lempo de uro anno, c
na importancia de .">:.>l7ti00 r.
2." O pagamento da importancia da arremalaco
sci feitoem prestacile mensaes de urna duodci-
ma parle, visla do certificado passado pela direr-
loria das obras publicas.
3." Para ludo o que nao esliver determinado lias
prsenles clausulas, e no nreaiiienlo, seguire-lnt n
que di]Miea lei n. 2811.Conforme. O secretario,
A. F. a".tnnunriariia.
animaos e de plantas, perentre as quaes nao piraras
sao originarias do Brasil.
III.
lia cortos eslurios que o medico nao pode fazer
com pro) cito senao em nina chuica especial, porque
ihilul allencao esla continuamente observla por
fados diversos, que se sucediera, mas que estn cir-
rumscriplus nos limites ria especialidarie; porm pa-
ra o medien seguir com proveilo una chuica espe-
cial, deve ao inesmn lenipn ligar esle esturio ao rie
cerla generalidades. Assim se ello qnizer csludara
uplilaimologia. as doencas das vias ourinaria. ou
parios, deve fazer preceder a ludo islo un curso de
analomia, e depois um curso de operace. Desla
forma n medico reeorria os seus conbecimenlos an-
teriores, c lem a vanlageni de pr-so an correiiled
a apra/um
teria luga
escriplura
seu conled
10 das partes, derlaracao esla, qne nao
nem as partes assigiiariam a releriria
por acaso icio eslixessem srienles rie
pni i.mi" ciimpra-se o accordao ein-
liargado, faca a sentenca livre transito pela chancel-
laria, o paguen) os embargantes as cusas. Reci-
te, etc. etc.
Accordao QtuprtWtO tribunal de justica.
Vislos, exposlos e relatados esles aul is civei en-
Iro parles, reenin-iiles Manuel l'nlileu^o ile Jess e
sua mullier, e recorrido Jo(' l'ereira da Silva tjir-
valho, negara a pedida revista pot nao haver nulli-
ilade manitesla, uciu Injoslica noloria ao arcord.io,
de que M recorre. Regressem os autos no juizo,
onde foram sentenciados, pagas as cusas pelos rc-
correnles. Rio de Janeiro I. rie jillho de 1833.
, Periliga i Malheirns,
iruelia Franca. Su-
da, Siaueira, Camel-
ia, Pono.
COMMERCIO.
rltAt.A DORECIFB7 DE NOVEMBRO As :i
HORAS DA TARDE.
Colaciesolllciaes.
Anucar masravido especiil a l57so rs. por ar-
roba.
AI.FANDECA.
Ileiiilimeiiin dudia I a j.....55:3489280
dem rio dia 7....... I:l57|e9
.icio o que hade novo a lal respeilo ; alera de que \Duarle, presdeme; Campa:
elle ariquire a capacidade de receber, c de compre-1 Ceri/neira /.una, leiga. (
hender as explicarnos do professor. He nesla orea- buco. Pinto, l'ealllhil. II
siao que a diiisao do lempo dos Irabalhos ea con-
veniencia de seu emprego lorna-se mais que iiluica
precisa. Seguirn mesmo lempo nm curso de pa-
Ihnlogia interna, e umaelinica rieoperaces, he prn-
Curar ler ideas iucomplclas de um e nulro ramo ila
medicina. Foi de leeofdO eotnoi principio ahi em
cimieipoelos, que en empreguei roen tompoeni Pa
ris. Quanilu esluriavaoperaces cotiiFoulin e Broc-
ea, eu sflguil as chuicas cirurgicasrie \'elpeau e Ne-
l.iinn ; quanrioesliiria\a parlus com Belin, cu fre-
quenlava a clnica rie parlus de Dubois ; quando
frequenlnva um curso de paidologa interna, eu ia
ver us fados das clnicas rie Buuillauri, e l'iorry.
Seguintlu esfii inelhodo, e leudo o esludanle cuida-
dude Inmar suas olas, ello )ai pnuco a ponco ad-
quiriiiiln urna soinma de conbecimenlos Iheoricos e
prillco MW importante.
Muilos, grandes e ulilissmos sao os aperfeiamen-
los que lem solliiiln os riivcrsos rumos ila meileciiia.
A meilecin.-i operatoria, sempre na vanguarda desles
aperreiroanienlos, aprsenla hoje una tare inleira-
menle modiOcidl, guras aoriiversos genio, que
se empeiiliain em seus prngressns : u iiovu processo
para a slaphiloraphi.i, o novo proresso pelo qual Ne-
lalon exlrabe os poh |his coudos na parle posterior
dan fosis ninas, o emprego frequenle ria lelo-
raa e ludas essa nuviilailes, que Vidal araba de pu-
blicar na ullima oilican rie sua obra de iiieririn
rurgica, alleslam o ido, I fineza rie inlelligeiir
grande iclividldl dos successores do A. Pare
i9:485*579
DECLARARES.
.:.
Scarpae Dopuilrau.
"m dos punios rie cru
alientan de um certo nu:
quede que se liga ao
Militas veres v
lado o hphus para
meieav a vida do
ras.
ei
rio l>-
receo
asivel mente
lirasse rurario do Ivpl
ii professor forcariii a pr
Iralar da pnenmonia que:
......Ir dcnlru rie puncas ln
A medecini nmptomilki
la no curativo do Ijpjim
qii.iiulo a nalure
ra pin, n
recorriam
iii'll.iininaloria rias co
lim i- iv.nn ; pralica hem dillerenl
Bouilleaudein Franca, ipierii
3 periodos, acooaelr semr
emprega-
sangra
iiplicace
da de Mr.
lindo o Ivpbu em
grandes Bingrill no
omplicac
reda
prunelro periodo, quer ai
missem quer nfto.
He no hospilal de S. Joao que Mr.
r.iz eu imporlanles curorio parlo.
Ro hospilal de S. Pedro, de que o bario Scnlin o
Warnliiisseu
mo
ido It
>>-iiaininircl para as fraelu-
m lodos os hospilaes da Blgica
ralis o he einprecado.ineinoquan-
coinplicaila rio frulas,.Mr.Senlin
cu aparelbo para (m casos desla
- domelh
, be chefe, e
esle melhodiidec
i frarluras sa
Irnimodilirailon
c.....plicaejo.
por occasMo 'las eslas rio aniuversariu da uirie-
penrienciaili Blgica, celebruu-seem Bruxellas um
uigie.n de Ideciic publlc, para o qual conrorre-
ram mullasillltricfie rie lodosos pizes da Eu-
ropa, menos de Portugal; nns enviados pnr seus
re|>eclivogoverno,outrna por ajaaellfOeiscieuli-
(leas. e finalmente onlros por amor das seiencia. A
America foi pela primeira vez representada n'iinu
corporacao desla ordem na Europa, e coube enr-
nracao medica do Brasil ler eln honra. Eu e mais
ualrn medico l)raileiros lizemos parte do eon-
gresso. Disri)liram-eqiicstoe de alto InlerasM pa-
ra a bumanidaite. c vnlaram-se principios de miiiio
alcance para a vida social. A Inglaterra, a Franca.
o l'ii-miinle, e alguns eslados da Allemanha, foram
nnbreni -ule representados por seus depuladns. A-
berlo pelo minislrn do inlerior. presidido por um
< mdicos mais nolaveis da Blgica, e mesmo ria
Europa, o Mr. Vlenienrk. n congrossjo vio sentado
em uas carien aso rei e seos dous fllhos, que qui-
zernm na segunda sessSu assislir a suas dclihera-
':...... .
Desojando aprovcitar para nossopaiz.quehe pessi-
inainenteconhecirio cii pelo velho inunrio, e por isso
mesmo mai que neveramenle julgado, desojando
aproveilar, digo, lodas as \anlagen dll deliher.ices
do rongresso, ou enrieresse ao presidente do junta
rie Ingiene publica rin llr.i.il. mln s qm exeuiplar
das a'ei i danessOo dn congresm, como alguns li-
vros que me foram olTerecidos pelo Dr. Vlemenck,
rgil que (em ibiorvfdo a
ero rie cirurgioe.. he a-
urisini:, que alias nao lera
feilo algum avance ; turiu o (pie se sabe boje, para
(cura du aneurisma, be todo oque 90 Sibil ha seis
lunes.
Ainda ha dous mezes um rirurgi.lo envin a aca-
demia de medicina de l'aris nina memoria, "a qual
propunhi o perchlorarato de lerrocoroo uro acenie
lolario rie propricriaiie rie coagular n sangue do sac-
oaueuiismal; elle dizia que, urna vea formado n
coagulo, as duas evlremidades da arleria licivim
obliteradas, o o coagulo obranrio como um corpo
ejlranho delerminiVI ou nina irrilacao moderada e
local, em virlude ria qual elle era absnrvido. ou
una grande infiaiuinai;o, que terminando porsiqi-
puraeo faria-n desapparecer. O aiilnr ipoiou sua
memoria com Ufados ob.ervadns por elle Cuino
en de esperar, as experiencias furam repelidas so-
bre animaos, c liaveudo ellas roiiliriuado a a.-cre-'m
do cirurgio, reslava llppliciCte sobre o homem.
Im rapaz enlrou para aclnica de Mr. Velpeau com
um ancurismi ria hraclieal. na prega dn braco, du
liminho de una laranja pequea. JirjlVI), autor
rie um Iralario rie analomia cirnrgira, e que ha vi i
eiperimenlidoa arrio coagulitiva rio perchktrure-
10 de ferro sobro ce', ullerecen-se para injeclir esle
sal no aneurisma. N'elpeau aiinnio, ea injeccfio foi
feila a primeira vez sem nenlium ellilu sensivel,
pelo que se fez un lim de 21 horas una segunda in-
jeceo. Continuando as pulsacoes do aneurisma,
e alm riistn. apparecendn pheiioinenos mrbidos,
que aiicslavam Mo um Irabalho de coigulidio, mus
um Irabalho inllammatorio, que iroei(|Vlsoppura-
ru, Velpeau desesperuu ria prelcnriiduacc.iu m.ign-
llliva do percliluinielo de ferro, e pralirou a liga-
dura dn bracheal dallando O saccu eulrogueas for-
ras eliminadora da nalureza. A arlerile ja era ;
intensa,! o lecidos circumvliinhosse Inflimmaram :
e um Ibsceaso se formoue soppurou, duas heminor-,
rhiglia ucaaaivM axhaurirain a torcas do doenle,
o continuando osangua a correr a despeilo mesmo
ila cnmprean pennaucnle, icio reatlV dnvida de
que a snppiiraeao so linha propagado alm da liga- |
dura c do lugar comprimido, pelo que Velpeau
pralicou segunda ligadura no terco medio ria lira- -
cheal.
Nma heinorrliagi.i rebelde a romptrsso ; o do-
enle eslava quasi exange, e muilo incapaz de er
amputado, A morle, segundo lodn as apparencias,
o esperava brevemenle.
Se a prnprieilarie de coagular referida ao per-
cblnrnrelo de ferro fosse real, podia-se comparar
esla desrnherlaa daacoan do cbloroformio em quan-
lo a nlilirinrie : mas rreio que ainda pur esta vez li-
raremos reiluzirins a (e.lemunhar urna induccao
mal frita.
A esperialidaile rias doencas das vias ourinarias
esl boje intcirainenle modilirada, o podc-e dizer
muito nperfeicoada. Sivialo.a) palriorrba riesl.i ea-
pecialidade, roiulomna boje aquillo que elle acon-
selhava ha algum lempo, islo he, a caulcrisao.m
contra os cslreitaineiilos: boje ellerura esta moles-
lia pela dilalac.lo, que nos case graves he coadju-
vada pela inrisa. Durante o terapo que eu segal
a clnica desle senhor, eu vi os melhores eireilo ria
ililatac.lo ; poucas-vezesn vi empregar a iucisao.qnc
alias era sempre seguida dos melhores resultados,
lao bon foram o resultados que eu observei na
clnica rio Mr. Siviale, que esloo riisposlo a seguir
sua pralica. A ncisao he hoje muilo fcil defazer-
se com o urelhrolomo.
A respeilo do emprego da lalha, ou da litbolriria
no rasn. de clculos vcslcao,Siviale prefero a lilho-
Iricia latra, sempre que a perirn be frgil, mili o.
preferema lalha, sobreturio nos raeninu, como o faz
Mr. liuersand. Eu vi esle cirurgiao eilrahirpouco
mais de 80 clculos da bexiga i'um menino, em
DescarreganihojeHdc norembro
Barra ingina lella mercaduras.
Ilrigiie lies|ianhnlft/ien/;npipas vasas.
Patacho bruileiroCaii/iancataimado e sahu.
Ilialo braileiro/'r/ialacaadiversos gneros.
Importadlo .
Lancha .Vo.i Senhnra da Pena .viuda de Al-
cohaca, conslg.....la a Ainnrim Inn.io-, niauifeslou o
seguinle :
1.1150alquoiresilo farinha a granel, 12 ditos fei-
j.io. SO inh.unes, 50 gerimuns : aos mesmoe.
Paladn nacional Conflanca, vindo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Novaos C, inanifeslou o se-
guinle :
IM) arrobas de pranclldea de pinho. I caixoles la-
minas de chumbo, I eiisAo com emlirulhns de lba-
ro, :I7 volumes I mobilil, 200 caixas saldo, 3 cai-
loeaehapcoi; iftnvie c\ C,
1 lata agua raz. 500 callas sabAn ; a Taso Ir-
mo.
9 volumes enxadas ; a A. V. da Silva Bar-
roca.,
I barrica tonca : a Manuel Boirqoe M. I.ima.
I caixo papel; a J I'. Regis rie Souza.
es de sclleiro 2 rolos com sola;
errelra.
do cairo; a J. I.citc de Aze-
a Jos Anlonio de Carv.1-
I voluine in
a Domingos Jos
15 pecas cabos
vedn.
57 rolos ruino
lim.
"ii > saceos cal ; a Seve ct C.
5Caitas rap ; Vluvi Peieira da Cunba.
I calilo chapeos; a Joaquimde ((li)cira Maia.
-neos cal; a Machado cv Puiheiro.
tOjacazes louriuliii; a Fraura c\- I.......
Brigue escuna nacinual /tapida, vinrio do Mara-
nhloe Cear, consignado a Novaos A C, inanifeslou
oeuuiule :
-JOsaceos cale. 10 barricas alpisla, 1.50 saccas ar-
roz, :UKI (lilas farinha rie mandioca ; aos mesmosenn-
sigual.irios.
96 -acca cale, 37 ditas arroz ; a I.ima Jnior &
Companhii,
2.13 saccas arroz; a Jos Baplisla Fonsec.i J-
nior.
:,ii -o i ;i irroi ; a Jos Vicente I.ima.
IOiI sacras arroz ; a Machado \ l'iiiheiro.
50 ditas dito; a Jos Marcelino da it......
50 encapailos tapioca ; a Joaipiim Ferreira Va-
leulc.
C.ONSL'I.ADOliERAI..
Rendimentododiil a5.....1:2189385
dem do dia 7........ 2J7c2.5S
l:lliKii3
l'iVFUSAS PROVINCIAS.
Rendiinenlo do rila I a 5..... 2"i03989
Mein do rila 7....... 377'i3
ss.;B92
RECEBEHORIA DE RENDAS INTERNAS liE-
RAESDEI'EHNAMBl-CO.
Rcudiinenlndo dia7...... 178J161
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinenloilodia lal.....I:0I9239
dem do dia 5....... iitr*573
I:i"i9-Hl.'
Reiidimenln do
dem do dia 7
dia I a :
1:458)813
:cit;ll3
t :79K52
MO CIMENTO DO PORTO.
.Vmio entrado no dia 7.
Rirhmond 17 .lia, hiato americano Ceorge II.
Toiensend. de 215 toneladas, capihlo J. P. Ilul-
rl.....son,equipigero7, carga farinha; oShraunii
Whatelj & Co/npaiibia.
EDITAES.
O lllm. Sr. iriripeclur dn Ihesouraria proiji-
cial, em compriment la onlcm do Exm. Sr. pre-
ildenloda pmvlnefa de 15 do rorrrnlp, inmula ri-
rcr publico, que no da 17 de novemlirn prximo
viniiotiru, val oovmit?iilf n pnr;( pHra ser arroma-
iiid.i a quen pur nteno* fizrr, peranle u jniila da
fazenda da ineima Ihesouraria, a obrado coneerlo
to atilde do rafunlitcro, niiliada nu WVHKJO w.
A repartirn das obras publica* precisa rom-
prara* madeirascmi-ilanles da rela>;<.o abaixo Iraus-
cripta, para a ponle provisoria do Kerife : as i --
soas .|ii.- i|in/i'i fin vender dilas madeiras, compare-
rain com suris propostas na respectiva repartido, nu
dia 9do crrenle ao meio dia.
/{elarftn */as maileira precita* para a ponte pro-
visoria do Heci/e.
I32e*tei0sda embiriba pela, de n a \-> pflOMl
de niinprimenlo, e 1*J poleRadas em qnadro de Rros-
sura ; l madres de :. palmos de rompriaienlo, e
\*2 i "'i ii'-.i'i.i- em qnadro de vronsiira ; .V travs de
,0 palmos de coinpriinento, c 9 polleRadas era qm-
dnMleurossura, para refurco, e \'Xi travs de :i."i
palmos -le comprimentu, e) polleadas de Rrossura
emouidro para lindas; 138 travs de iO palmes
de comprlmenlo e H polleRadasem quadro de izros-
RUra para estivas de idJHM ; H2H Iraves de .tt pal-
mu-, du roniprimenlo e 8 pollecadas em qnadro de
rossnra, para estivas ordinarias ; "l travs de itj
palmos de comprimenlo e 8 pollegadas em quadro
de Rr..s.ura. para \asas ; -'M Iravtlas de ,V2 palmos
de comprimentn c7 pollecadasem quadru sura para tirantes, currc-milos e pilastras; :!n_ mos
lra\essas de *tl palmos de comprimenlo e .'i polleca-
dasem quadro de Rrossura para cruzelas das >a-
ramla.
Secretaria da directora das obras publicas. .1 de
novembro de IH53. O secretario,
Joai/uim /''ranrisro de Ateih Sanios.
A rcpartirilu das obras publicas compra pedras
propriaa para o calamento das ras da cidade, co-
mo nejan. : granito) sei\n, eoutras qualidades se-
inelliantes : os prelendenles devem apresentar su
proposlas na dita reparti<;Ao, no dia lado correle
me/, depois de 10 horas da manhaa s 2 da larde.
Direrluria das obras publicas l de novembro de
1853.O secretario,
Joa'/nim Francisco de Mello Santi".
Por esta subdelegela, se fai publico, que con-
tinan, a eslar le^alrneule deposilados, una vana
de cor si menta, o um quarto vellio, magro, sendo
pois a \acca enlremie j esle juizo, por Joao Itomiu-
os Fimenla, em virtudc de o procurar un suseilo
para elle a comprar, e a deixandn para loco \ollar,
He a dala desle anda no o Tez, e que presum-
se ser furlado, e o conductor squiz escapar ih inj-
uria: o quarto bi pois eutrcRiic pelo fiscal deill
fregnezia. ili/.ouln l!tr ler sido remedido por l.m/
Jos tionralves da Luz, por bave-lopegadoeiu-nis
lavouras : porlanlo, quem se julsar com direitoael-
les, romparera novprazude IT dias contados da
data desle, munidos de seus domnenlos, que pre-
valido Ibes scrao enlreeues, e (Indo os dias e nao
apparecemlo queraos reclame, serio ditos objert
pa-snilos a disposir,1o do juizo. competente para de-
terminar. E para que nAosecbamema flngano,n.ao-
dei publicar o presente, que vai por mim assignatk
Subdelecacia ta fremiezia dos Afop.ndos, ." de no-
veiiibro de I8,">.t.l'ereira Lima, subdelegado.
Coiii|)in!iia de navfjario a *a|>or Luso
Ifr.i.sivira.
O abaivo assjuuado ronvida aos Srs. occionislas
desta rompanhia os qu- anda n nflo lizeram) a vi-
rem realisar a lereeira prestat;5o de suas arene-, ale
o tlia l dn corri'nle, i sua casa na ra to Trapiche
n. i, para ser rcmellida a directo.
Manoel Uarle Rodrigue*.
O arsenal de marinlia prerisa de ura ofllrial
de carapinteir le terrera clabse, qualro di lo de
O. tlila de carpidas, ura de :..< classe e doun da 4.'
qualro da 5.* cura da 1." ; um olicinl de ca-
lafate da 3.a, um da .-1 dous da 1.a, qualro ditos
de polieiro da 9*ai umdilo de pedreiro da (i.", as-
sim comu tambem \2 serventes. Inspecrilo do ar-
senal *le marinha, 7 de novembro le 18.J.. So
impe<|imeuto do sccrelaro, ^o7o itoberto Avnntlo
da Silva.
4$&*
DE $*i
QUARTA-FEIRA 9 DE NOVKMBKO DE I-
12. RECITA M ASSIfifUTtilA.
Depoisque Mr eerulada pelos proessoros dior-
eheslra urna das melhores ouve'rturas niodernas. su-
bir secna a craciosa eomeilia em -J arto
A AFILIIADA 1)0 BARA0'.
I'erminada a eomedia euir-e-la o linilu quin-
lelo rlecompoieao do maestro l)c-Veecb\. il.in-i"'
por seu aulor, e a Sras. Iladerna, Canlarelli, t^"
della o I'essina-
Em seanila a rompanhia dramalira nfreviun*
a eieellenle eomedia en) i aclo ornada de muslcli
dennminada
0 CARA LIPA.
na qual inni.iui parte os artista, o Srs. Monlein'-
.Mendos, llezirra. Cosa e D. Leonor. .
No flm do primeiro arlo haveni um novoquinH
locomposlii pelo in.irslrii l>e-Verrh>, inliliilado
OS PESCADORAS ISV1ZEROS.
II qtiaj era dinaado pelo menelonados aili!-"-
A Sr. Badernn que lano ha ap-adado io pnl'l'f'
desla ridnde. arraiie.inilo-lhe cslroiidosos e esponi. -
neos ITmltVMO, ler mais esla orcasiao d pela ou-
liruldode de u.i evecue.ln, mostrar (oda a sua i*m-
ii.uio o Hgeireta.
-
m


m

Moleudo -.lo n eslrea da Sr.* Baderna dad para
, leda .l.i assignalura, por querer o empresario
.lar o drl.ul daSr. (abriella ; mas nao o laideu-
,l,i f.uer por ulo e le concluido o srenarlo e ves-
mario, resultan para compensar aos Sr*. assignan-
,fs mandar ensaiar e le novo edilucilimo quinteto,
nata o brilhanlisnio do qual .fe grandes drspea*,
ilim de que o vestuario toase lodo novo e a riguroso
carador.
n* l.illn-ii". acham-sc deade ja a venda no es-
rriplorio do Ihcalro ; o especlaculo cumecarn as 8
horas.
AVISOS martimos.
,1,.
Para o Porlo, a muito veleira galera porlu-
sueza llrarhartnte, capilao Rodrigo Joaquim Cor-
rea, sala com breviedade ; recebe carga e passagei-
rns, paraos quae oUerece os melbores commndns :
,o prelendeules dirijam-se aoa coucignalauot T.
il'Aquino Fouseca & Kilho, na ra do Vigario n.
19 primeiro andar, ou ao referido capilao na Praca
,lo Comuiercio.
O patacho nacional uValente sa-
liepara o Rio de Janeiro,no finida pre-
sente semana : quem no mesmo quizer
entregar, embarcar escravos afrete, ou
ir de passagem, para oque oll'ereceboris
rom modos, entenda-sc com o capilao,
na praca do Commercio.oucom os con-
signatarios Novaos & Companhia, na na
do Trapiche n. 3V.
Vara a Baha vai lahir em ]ioucos
dial, o patacho nacional Conliancn:
(|iiem nn mesmo quizer cai-regar, ou ir
de passagem, dirija-se ao capitiio Emig-
dio Kbeiro da Silva, na placa doCom-
niercio, ou a Novae & Companhia, na
ra do Trapiche n. 51.
Para a Babia segu mprelcrivclnienlr no da
12 do crranle a veleira garupeira IJcrariln ; para
,, rcslo da carga, Irala-secom sen consignatario lio-
mingo* Alvea Malhcus, na ra da Cruz u. 53.
_ Para Lisboa a calera Margarita, rapilan Sll-
veiiu Manoel dos Reis, sabe com brevidade; rece-
be rama e passagriro*. para os quaes lem b modos : os pretndanles dirijam-sc aos consignala-
11,14 (lli\eira Irmaos & Companhia na ra
Apollo n. I ou ao referido capilao, na praca
commorcio.
Para o Ass, sahirn por esles das o luan
l'nqurle de l'ernambueti. recebe carga frelc c
modo: quem pretender dirija-se a bordo, ou nn
criplorio de Manuel Conralve da Silva.
Para Parta.
\ barta (Himiiia, de priineira marcba, segu com
brevldaoe. Para carga on passageiros, a Iralar .rom
os consignatarios llarroca & Caslro: na ra da
Cadeia do Rccifc, u. 4, no com o capilao na praca.
Para o Ceara'
sabe iiesles-, dias o liiale AtoM (Minia : para (i resto
da rama, a Iralar com Taaao [raaos.
(XVR.V. MAHANIIAO' K PARA".
Ohrigue escuna nacional Graciosa, ca-
pilar, Mcndo, ubira' em pomos dias por
ler a maiot parte da carga engajada : pa-
ra o 'estante e passageiros, trala-sccomo
consignatario Jote Baptista da Poniera
Jnior, na ruado Vicario n. i, primeiro
andar, ou cnmocapilo, na praca.
Para o Ass e porto- intermedios, segu vis-
sera natal poneos dias, a lamba nacional Btperan-
.,<: quem nclla quizer carrejar, ou ir de pasti-
jen, enlcnda-se com Cuidia A Amorim, na ra da
Cadeia do Itecife, luja n. "i0.
Para Babia seguir* denlrn em pnurosdias, o
bialc Mmphltrile, por ler parlo da taa pronipla :
quem no mesmo quier rarrcaar. drija-sc I ra da
Cruz n. .1, cscriplnriii de Amorim Irmaos.
PARA A BAHA.
Vai seguir com grande brevidade a
iniii veleira e liem construida sumaca
Ampliitrilc, capilao Antonio Scinco
dos Reil : para Carga, ou passageiros ,
lenta se com os consignatarios na ruada
Sen/ala Velhan. 154.
O Sr. Manoel Machado da Rocha,
quena mandar entregar a (anea que pe-
dio de urna loja no berro do Adique ; as-
sim como o resto das obras que tomn
para encadernar, ha mnis de dousme-
zes na lvraria n. q 8 da praca da
Independencia.
Precisa-se de nma ama que saina coiinhar
com asseio; agradando paga-se bem : na praU de
Sania Rila, destilaran.
Attcnran.
Oficrece-e urna mulber para ser ama de rasa de
homem solleiro. para Indo o servico interno: a Ira-
lar na ra Direila n. 76.
Quem Mr dono do csrravo nominaos, crioulo,
que foi do ourive Tovares que morou na ra do
Cabuga, dirija-se ao engenho Colinguilia da rulado
deNazarelh. .
Ka Capunga prerisa-sc de um menino de III a
I i anuos, que lenha alguma pralica de lalierna :
Iralar na ra do Collegio n. 3, loja de mi adela.
rTBI.ICACAO' 1)0 INST1T1TO
IIOMfcOPATIIlCO 1)0 BRA-
SIL.
VADE-MECl M 110 1I0ME0PATIIA :
em um volume de mais de IHI pagino* ; e
DICCIONARIO POPULAR HE MEulCI-
NA HOMBOPATHICA! em 3 volumes
de mais de 100 paginas cada um.
Obras indis|ensaveis a lodos os pais de fa-
milia, senbores de engenbo, sacerdotes, di-
rectores de Odlecios ou ile oulio* eslabele-
rimcnlos, rapilac* de nanos, serlanejos, c
quaesquer oulrns petus, que por si uicsuias
(prercm ronberer os prodigiosos clli'ilos
ila boincnpulliia.
/'e/o Dr. Satina Olegario iMiavm l'i-
nho, mrmbro ilr mii/'/iu ueieiada tcienlifi-
em nactonoBt e ufrangeiraf,
Eslas iluas obras, que serflo allomadas
de divenaa ealampas, eneerram ludo n
que lia de melluir acerca de medicina lio-
uieopalbira. Qiialqucr dalla" be preferlvel
que al boje se lem publi-
D-se diuheiro s premio
ra n. :m.
na rna do fioguei
S
leccoea complel
para as pasaolM qu
rnineco, esle joro
Coino-0 vela do*al
linuar o bel lo ruin,
soberano de Ca'slell
itavn volume.
lira, e nmeros avnlsos
qulferem noarair desde o sen
lao Inalrnctlvo e Inlereaunle.
moa nmeros chegado, vai cn-
ica do Sr. Marrara O conde
que linvia sido interrompido
liste semanario aleni das linas
prunas que ja cunta, ler. apreriavel a.-qui-ic,1o da
lale ulllmo lilleralo.ea importt......e efleelivacol-
lalinrar.iodo dislinrlo eMiiplor Alrtnndre llerru-
lano.
Gaielaa dos trlbunaaa.
Esta publicaran l.ioiitil ao. si'iili.ir.s juris-rniisiil-
l.i- lermiuon o sen II. auno, e ebegaram aln.....as
ollorrirs a casa aiinia declarada, quesevendem
jimias*ou |ior anuos, separados ., vonlade dos com-
pradores.
Historia de Foriug.il.
lo muilo riinlien.ln lilleraln porluguei A. Hor-
rulano. Ctiegouo quarln volume desli obra Ido aeo-
Ibiila e elogiada por diversos eteriptorea nacioni......
eslrangeirns : roca-si1 aos senbores sasignanles qu
LEILO ES.
Joao CjrillodcSou/a Carneiro la/, wienloao
publiro. que r.an leudo sido posslvel elleiiuar hor*
i sen leilo por ca
para boje 8 do correnl
isa da chova, o Iranslerio
1..11.1.1
Qeinla-feira 10 do
correle, as |.i ||j ho-
ras da manbaa. o sen-
le llorja tieraldes faro
leitan em sen arina/ein,
ra do Collecio n. t.
de Irasles de obUrnas
qualidades. consislimlo
cm riros sobis mesas
BOJOtOS, bellas radeirau,
lilas para jogo,
bancas, Marquen*, commodas. uardaa-roopa, la-
v......ios, siiard.i-liiuca. apparadmes. carleiras, lou-
cadores, camas franreas. dila* de nrmacao, ricos o
evrellenle.vidro., candelabros, serpentinas, lanlcr-
na-, espelbns, jelogios de ptimas e diversas quali-
dades, lindos quadros. I esrellenle norla-liror, 1
ptimo apparellio de porcelana para janlar, liui
cba|icos para senhora, ditos para liomcn, espumar-
d.Kilerara, obras de ouro e prala, ptimos charo-
lo, e ouro* mullo* uhjeeln* que se enlrenarao pelo
|.iei;oqiiese arbar. llover lambein leilaodeal-
- mis nplimos escravos.
Ileane Voule (\,- C., far."o leilM por inlerven-
caodoagonleOliveira, de cerra de-JIK) barricas de
iariulia de Irigo em loles. a vonlade dos coniprado-
rea: quarla-feira,! do rorrenle. s III horas da ma-
nbaa, no sen aim../riii no raes ilo Ramos. I
Leilao' de vinho branco.
i.luarla-feira fl do rorrenle, baver lellaO dererra
de(iO pipa* com superior vinlio da ilba do l'aial,
rheg ido nllimaeienle, esle vinlio lorna-seinuilo rc-
rommendavel, tanto pela cor, como pelo liom pala-
dar que lem. por isso, roca-seaossenlinrcs donos taberna, que nlo deitem de appareccra* 10 buras
defrouleda porla d'Alfnndega.
Jado Keller Aj Compaohia faro leilao, por In-
lervenfto do agenie Ollvelra,de*um esplendido sor-
limenlo de faiendas sulsMs, francesai e allcindas,
lauto de algodao, Hubo e loa, como de sedo, as
mais adaptadas ao mercado : Ierra feira 8 do cor-
rele, as 10 llora* da manliaa, no sen aimatem. na
ra da Cruz do Recife.
Terca feira 8 do enrren-
te, as II hora* da ma-
nli.la, o senle Aniones
l.ii:. leilao em sen arma-
zem, ru da Crui n. i',
de Irasles de divers-iscpia-
lidades, novos e usados,
cousislmdo em cadeira* .
mesas redondas, consolos, sofs, marquetas, rommo-
dat, I .\ itorios, guardas loma,carleiras, secretarias,
loneadnrea, eanellin*. candelabros, lanleriia, can-
dieiros pura meio de sala, quadros diverso*, ele,
un porcao de chapeos de palha da Italia, dobra-
dos e tingelo*. pora humen* c meuinos, cimillos da
ll.ivaoi eda Rabio, espingarda* para caca, obras
de ouro, pianos com poueo uso, e uniros muilos
ainos que serao entregues a quem mais der. Ao
meio dia em poni scrao vendidos lanihem em lei-
l.io algn esrravas rrioulos, mocos, alllaucando^e
a boa saude dos mesmo*
, panos im-
, ra ilas
a Indas as oulr
ado.
Prero da assimialura 20)000is.
mediatamente.
Assiuna-se em casa do anlnr
Croles, n. II.
0 VADE-MECl'M lem de sabir a lu
brevemenle. ralo j eslar muilo adianlada
sua imprc-'.io. Aj
Consnllorio cenlral linmoopalliieo ra f da Cruie*. n. 11.___________________K
PUBLIUACOENS LITERARIAS.
Revista popular.
Bato seminario d'lnslroc{o ornado com bellas es-
01 una escel-
ta hv&rauUca.
mandar buscar
HZ,
mi
rhc
ido
lampa
lente edir.ui BIM/lliarfd ;.
Os Bonhorai sslgnanlet
os cinco priineiros numer
agenlr da impri
n.fi.
O Panorama.
Cheaaram o nmeros 30 a :i" do lo- volume
lela <
ra impr
queir
defrunle do trapiche
Mitura nao i
I nolli
lenha ainda irreliido
a casa indicada vir:1
.le mi
ida
n..
trege.
Colle
ilas de i
prmtir
m$et ni
Sr. Reb
IreS pruneirii
poela.
Poesas deBocage.
idas em nova rnmplrla edicil
ni esludo biogrnpliicn e Iliterario sobre esle
i ;w/n popular portugus ilepi< i (
phrase do Sr. A. Ilereulano escripia i
.||n da Silva na rasa cima dita eslslem 0
oluines em oilavn, com o retrato d
IIOIOI'MIIICO
Gratuito para oi pobres.
"rapirhe. San numera li
' O Dr. t:ASANVA lem abarlo osenron-
snllorio no llecife. onde podera ser procu-
rado a qualqur liara do dia.
N. II. A* pesaba* que nao forem pobres,
gario pelo Iratanicnlo de 5 a OSOIK) rs.
etreilendo ,|e dnus metes. ) _
lo ,1,1 coinmerrio e de quem
mais competir, se bi publico u aviso ofllcial inse-
rido no jornal Ui Tribuna, publicado em Buenos-
Ajres em 110 de selcmbro do correle anuo.
Aviso ofllcial.
Ministerio de (Miento y llelaeiones K-rleriore:
Se previene a lodos los ruusimnlarios, capitanes
de buques v dems a quienes corresponda, que, ha-
biendo el(iobierno notado la* infracciones quese
hacen a la* leve* vigentes de esle pais. que.onlertfli
que los buques traigan los papeles respectivo* visa-
dos por los agenles consulares de la provincia en el
lugar de su desparho, como tambin lo pasagero*
sus pasaportes visados del mismo modo ; lui dictado
la medidas convenientes para corlar estos abuso*
en que .un repeticin se lui reincidido, ordenando
que denlrn da seis metes a ronlar-se de esta fecha,
para los buques de ultramar. > do* meter, pralos
lemas, nu se adunia en los puerto! de la provIncM
buque aliiuno que no Iriiga sus papeles rom aquel-
la tin mala.ht de lev, v que los pasageros que ron-
Iraveimaiia e-la disposicin, quedaran sujeto* a las
pena* rslableridas, v que desdo e-la fecha quedaran
en Indo su vigor. Biienos-Ayres -jn de septiembre
de 1853.Jos M. la Ptenle, ofllcial maior.
I'rn-i-.i-e de urna ama de leile que -eja de-
sempedida : na ma do Crespn. :l, loja de 4 portas
ao lado do arro de Santo Anlnilio.
Arreiula-se una eleaanle casa de campo un
margan do Rio Capiba ibe. c.........los os rommodos
para grande familia, c muilo frese, junio da ponle
da Pa-aseiu da Magdalena : quem a pretender, po-
de Iralar rom ,i llr. Jos dos Minio* Nunesdc Oli-
\cira.ou com Manoel l.ui/. da Vciga
Alnga-se porpreco eonimodo um evcellenle
sitio em frente da estrada do Manguind, rasando
flanco* para os de S. Jo-e e Affliclos, com ptima
caa de vivenda, grande, eoclicira eestribarla, mul-
las arturea fructferas e iininensiis bailas para ca-
ntal : quem o pretender, dirija-se ao aterro da lluo-
Visla n. I. segundo andar.
O coronel Francisco Xavier Torres, nao pu-
dendo pela rapidez de sua partida, despedir-sc i
soalmeule de Indas as peoas qu
suaamiiide, o fa/ pelo prsenle,
pi ntesins de eslima, e oflet ecend
provincia do Para, para onde sr
Na ra das CrUSCS. ullimo
reilo, quem vai para S. I ranrisi
laliui e franre/. com perfelcflo.
AVISO AO COHMEKClO.
Os ahai vi assignndos continuam
a tranquear a todas asclussesera
geral os seiu sortimentos de fazen-
lias por baxOS preC/OS, nao' inc-
lus de nina pera ou tuna do/.ia,
,i dinlieiro, ou a pra/o, conforme
se ajustar : no sen armazem da
praca do Corno Sanio, esquina da
rna do Trapiche, n. W. Bos-
iron Rooker iV Companhia, neg-
cinntes inglezes. O* mesmosavi- I
sao80rcspcil.ivcl pnlilieiKpieahri- .
rain no oa do enrenle me/, a
sua loja de faxenda da rna do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senhorc* .lose Viclori- i
no de l'aiva e Manuel .lose' de Si- |
queira Pitanga, para venderem
por atacado e a relalho.
Estampas de santos e santas.
honn
, reilerandnoa sen*
os mu serviros na
relira.
.obrado do lado.li-
i. ha quem ensilla
Precisa-se de um caiiriro de 10 a 12 anuos.
preferindo-se dos cbegsdos lio potoco : na ra Di-
reila n. i, lalierna. .
Precisa-se de urna ama, quesaiha rottnnflr
fier o mais servido de urna casa,.no largo do Ter-
co, no segundo andar >\o sobrado n. '27.
Precisa-se de um caiteiro, para o orniatem de
mansas, da padaria da ra das Crines n. S(l: trata-
He na iiie-iu.i casa.
Precisa-se alugar urna prels velha, que en-
lenda de quitanda, paga-se umanei adiaulado a-
gradando I80U0. ou 75000 rs.: na ra da Smola
Nova n. .11.
Na ra da Cadeia do Recife n. 60, se dir
quem precisa de urna ama de boa conduela, para
cuidaren! crianzas.
Os ahaivj assianados, para evilarem despea*
jii.li.-i.il-, ele. ele, avi*am aos seus devedores, que
*e disnem mandar salisfater os debilos que conlra-
l.n .mi na sua luja de hiendas, nt ra do Cabug'
II. do contrario sern chamado* a juito para e*e
llin. para o que ja aiilurisaram ao Sr. Jos Joaquim
Lopes Pereira (iiiimariles. para fazer esla cobranc
amigavei ou judicialmente. *
mnale j Jmaral.
Km virludedo annuncio cima, aviso a (odas
as poemas quedevema Andradedl Amaral. aflm do
ireiu-alisfater seus dbitos na dila loja. ou ao abal-
lo assignndo, nlim de evilar despea judiriaes, etc.
etc.Jnsr.linii/iiim Lapes l'ereira tiuimariies.
Os rredore de Francisco Gomal da Konsera,
qiieiram apresenlar sua* conloa no eseriptoriode
Joto Marital de gama, no pra/o de X dias. para
ematleudidas nn raleioque seba de fazer do que
prodiitir a sua lalierna. logo que soja vendida.
AtteacW, tiene,ao'.
A nova fabrica djfl cbncnlale linineopalhicad rna
das TrlnChelrS n, H, nllldou-se para o pateo do'ier-
ro u. i. aonde lem i venda o rhorolale boineopa-
Ibico approvado applieado pelo* Sr*. llr-. ,1a ln.-
meopathia. ja bem rmihecido no Rrasil e mais na-
buculale lino nmaifii, dito entre-lino, dito
musito, dito ferruginoso, dito de cauella, e para o
liarlo, cha pretoliomeopathico, cha da India, cafe
purn para lodo prero, e nuiibis mais gneros d" paiz
e csjranceiios, ludo muilo barato.
j$ Preri-a-se sabor onde lnora,ne-ta ridade. o W
rorrespoiulente doSr. .Manuel llc/.erra Perei- j
40 ra de Aiaujn llellian, morador em Cruanai.
;.; .iliui dse enlresar una rarla para ... 111 ..".-f
seulior : anniinrie. ^s;
mms :,;.:;are SiS
Alnija-se tuna casa com duas salas.
I res (piarlos, copiar muilo fresco. COT.i-
nha lora, Ciliada a pintada com assein,
jaro se passar o lempo do verao, nacs-
trtida que vai para o engenho da Torre :
a tratar no mesmo lugar no sitiodo Leo.
I'rceis.i-sealugar urna eicrava, que
aiba co/.iuliar eengommar solIWvel, pa-
ra tuna casa de pOUCa lamilla ; pnga-SC
bem : nn rna do Amorim n. i", segun-
do andar.
No dia 2i do crvente, impreteri-
vclmenle. lerao andamento tis rodas da
lotera, concedida a Iwnecio da matriz
da Boa Vista, ainda que nesse dia rcslcni
bilhetcs por vender. O tbesoureiro .
(iinlliei me da Costa Correa l.eile.
Casa da afericao'.
O aferidor pede as petsoas inlercs-adas, que .i|
S4NDS.
.un q
afilo a
Ins.
i da lard
, |HU
rlleesU pr<
lias niel-, da*9 ho
ua ra d.i- Aguas
nplu a dar
as da m*-
Verdes n.
SALSA PARR1LHA.
Vicente Jos de Brilo, nico agente em Peiiiain-
boco de II. J. W. Sands,chimieo americano, fax pu-
blico que tem ehegado o esla praca una grande por-
eo de fraseo le salsa parrilha deSauds, que so
Terdadeiramenlc falsificado*, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem araulelar os rousii-
midores de IAo precioso talismn, de rabir ueste
engao, lomando a* funesta* consequencia* que
sempre coslnmam Irater os mediramcnloa falaiflra-
dos e elaborados pela mSo daquellcs, que anli-poem
*eu* inleressesaos males e ealragoa da humaiiidade.
Piirlanlo pede, |iara que o publico se posea livrar
desla fraude e dislingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da faUilicada.e recenlemenb) aqu rhega-
da ; o .iiiiiiiii. i......faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua holl*, ua ra da Coiuei.;.i..
do Hccife n. 61 ; e, alcm do rcreiluario que acum-
panha cada frasco, lem emliaiio da primclra pagina
sen ii.une imprcuso, c se adiar sua firma em ma-
nuscripto sobre o invollorio impresso du mesmo
Traeos.
AO ri nuco
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortunento
de r.i/riiil.i-, linas e grossas, por
precos mais liakos do queemou-
Ira qualipier parte, tanto em por-
ci'es, como a retallio, aHiancando-
se nos compradores um s prero
para todos : este cstahelecimenlo
ahrio-se de comhinaeao com .r
maior parle das casas connnerriaes
inglesas, francesas, allaniSas < suis-
sas, para vender l'a/.cndas mais em
cotila do que u tem vendido, epor
islo ollerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualqur ; o
proprietano deste importante e*>
tabelecimentO convida a" todos os
seos patricios, c ao publico cm Co-
ral, para <|tte venham (a' hein do*
seus inleresses) comprar l'a/.endas
abaratas, no armazem da rna do
Gollegio n. de
Antonio l.ni/. dos Sanios.
Aluna
-e urna
de
toiis ailares, ou d
rrn de Sanio Antonio e lloa-Vi-la.qne
a lenha roinnindos para familia
inuncie, ou dirija-se a Stiledade DO si
lee-. Arreuda-se. e lamtiem permil
rasa de dou* indares, ou de um e so-
is de Sanio Antonio e lloa-Visla. rom
uvso o seL'iindo andar da casada rna dol
ipiarln da ra do llriiin. em l;iir.i de Por-
icenle* a I-. A. da Cunta i\ Companhia, i
Vigario n. II.
1 commissuo de escravos, na na
Rosario n, ~li, segundo an-
Na loja
ldelas da rna ib
irliinentii d,
em poni peqi
illegl
linde
n. I, re-
. In
de-cimento
Jaa, Santa Ki
a. menina Hen-
il. S. Pedio. S
Revista militar.
nmeros avul-os desla publicarn iu-
a nnlire prnlis-.ln das arma-.
Historia universal,
ir Cantil, Irailueeo porliiuuesa, lioa edirao
la c.....gravaras.
Romances
peccadora, por Paulo r>YSl| Paulina, por
Cadlecer.......
tereante para
por Ce
lllu-lr
los osanl
... na cadeira.
o proced-1 hom malas, i
AnjodaGuai
la. sania filil
ilelTeudrndo a imilbrr adultera
N, S. das Dores, S. Joan Baplisli
diiN.Senlior, Santo- emai-.n. di
S. da lanilla Verde, Jess e a Si
Conceiciiii. Jeras nn IIArlo, lte--i
lio, Santa Auna. Sanio Antonir
S. do Rosario, O Chrucilirado, !
peiln di-N.S., S. Rila, S. l.ni/,
sus. Mara o Jos, S. Francisco,
S. Minian. Jess andando snb
Piedade. N. S
andrina. A
M
u, N
S. \ ir,
ma TI
nomos i
mis-: !
i padroeira d
do Carm
ite de l'ai
re/a. Je-i
ua ra do
Casa di
lar;a do
dar.
Nesla ra-a reeelieni-se esrrav
para seren vendidos por ronta
alliancaudo--e i linm Iralameulo. as-im con
"manea ,lns meamos; nao se poupandoeafui
ra que os meamos escravos sejum vendld
promplidAn, alim de que seus senhores n.io
empale rom a venda delta.
ATTENCAO, l.MCO DEPOSITO NESTA
CIUAUE
por coinini--.ioH
le -eos senhores.
is pa-
cora
llran
do Refugio, S
milpean da- In-
, Sania l'ianri-ea.
i. S. Joao liaidi-an-
Jesus e di- Mara,
inarilatia. N. S. da
irreii.ao. S. Sebas-
i. Sania Juaiina. \.
s. hliCUel, As-uin-
iiascuieuln de Je-
Haiulia dos Anjos,
re asaguss, N. S. da
Manuel. Sania Ale-
antas viraens, .N. S.
Paul,i fiaianun, dentista
Irire o r. Pierre,eala-aqat
Ihnr que lem appai-'-eidn.
autor.) lem a prnprtada
receben auna denli-
cnnheiida romo a nic-
e lem muilos elogioso
e de conservar a bocea
dore* de denles: lira o
nn m-rnl o chariiln. al-
to d/OKia sao sunieien-
leiiliflire eveellenle para
na rna larga dn Rosario
> o ruiitai
irlepor
im romo elllres
.....mu.li
ce oriur-
Audra.lt
dievrsos.
i para
Sanil.'SvIvandia. por Huilla
I pniiiigue/I m anuo ut
Corvo. A volume*
Tanlu para as pulilii .
Dulras.se rerebem aasignaluras onri......Mudas, na
rasa u. li. defroille do trapiche novo. ________
BOTICA
CECTIAL IIOHKOI'ATIIICA |
^ .".I rita (/ CorftO rf" lien fe, 1. andar 51. t
&! Dirigid.i pelo ph.irmaceullco approvado,
- e professor em faomeopatbia Dr. F.
^! de P. Pires Ramos.
Nesla botica se rneonli
mais arredilados medcame
rus. qur em glbulos, q
preparados roma mal
- ipelopl
nu ns melhure* e
utos houieiipallii-
li-r em Unturas,
escrupulosa exacll-
rmareuliro approvado e nrofes-
ipalhia llr. Pires llamos, sob as
i Sr. llr. Sabino, com quera lia
I anuns.liidas.i- regras da phar-
palhira
- '' o
1.....
in- fe
mil- 03
AVISOS DIVERSOS.
Oabaiso assianadn fox sciciileaopubhco.que
mudou o seu eslabelccimenlo de alfaiate da Cam-
bo do i..it-niii para a ra do Queimado n. 28. pri-
meiro andar, c nflerecc aos seus freguetes o sen
|ire-imn c proinplido que sempre lem lido.
Franrhra di Souza Cauto.
O Sr. que mandn faier urnas circulares_pe-
dindo frejne/es, baja de as ipandar paitar, alias se
publicar seu nomo.
ilesappareceu da caa de pasln ila ra do Tra-
piche n.28, o escravo do nac,an, de nome Paulo.com
calca de ganga atul e camisa de riscado de algoililo.
e'rliapeo de palha, com urna cicalr/na mo dirai-
li, rnrpo silo, rmlo rom lalbos do signal da naco.
no dia 6 do rorrenle mez, pelas ."> hora da larde :
quem .li-llo der noticia ou o Imuverna mesma casa,
sera beiu rerompensado.
Na roa da* Crut.es rt. 22 segundo andar, pre-
-;-......le urna ama para crear, que leu lia bstanle
leile queseja desempedida esem nlbn.
' O Sr. Manoel da Coneeicao Gome* venha bus-
ear as i, cadeira que deu para empalber, na ra da
Cumbo,! doCarmo n. 40, no praio deHdas, do ron-
li.ui.i -.rao m-ii,lida- |iara pagamento da palha.
Prerisa-sc dr KIOWa'lOBJuros, por lempo de
li nie.e- : qoem qui/er dar apparera na rus das
Cinco Ponasn. 18onde sedira qoem quci.
\
dao. pe.
*!1 *or em li
? imlie.iene. ,1
'i^ pralirado ha
o macla homi (
:' Os medlramenlos desla holira, ruja efllcft
B iia lem sido veriliraila na Inulta pralica do L^
W Sr. llr. Sabino, e reconbeeid por todas as k
'u pes-nas. que dellei lem IMIo uso, exereem g
-J nina grande vanlagem, sobre iodos os que
i pni .ilii vendein. a qual inn-i-li- lanlu na
gl promplldSo dos seus efleitoa, como na qua-
31 lid.ide de se conservarem mallo lempo sen)
M soll'rerrm a menor allorarao : o que o* tor-
ta na muilo leiominenilaveis, principalmente
#o para o malo, onde neni sempre ha faeilida-
aM de da provisto de novos medicamentos,
i$| EitstsjRi carleiras de medicamentos cm ^
",ij tabea grandes de lino eryslal de diflrentes
2 precos, desde l2J0ut)aq(l200WconrotTn
%n numero dn* medlcameatos, sais dj
M sucoe-, e riqueza das eaixas,
^3 lauta vidrode linlara da quinta dv-
?S namisarao........ 2.-IHKI jri
H Cada lobo de medicamenlo lywo B
jw ,v. /;.oSr. Iir. Sabino Olegario l.udge- 38
-.'-.' ro Pinbo se presta a dar esclarecimenlos a ^>
m toda* a pe-soas. que comprarem medir- y^
m mrnlns nesla botica, na ra das Cruze*. n. e;C
i"- ?
Roge-te a pi-s-oa que se qill/.er inrumbir de
ensinar um rarhorro d'oana ararreBiir. que dirja-
se ra da Praa :i. I A, que se pacora bem a pesaos
que se quiter encarreaar.
A lavadeira que aiinuuciou no Diario de -ah-
ilado. ."> do correnle. que mora em Olinda, ra do
lloui Succcsso. dirija-s i rol Augusla, casan.9%
que dando ronhci-iincnto a sua ennduel.i, se dar
roupa de 2 ou i casas de familia, de manla al ai
III horas, e da* 2 as da larde.
Na ruado oeiniado. loja n. 18, evisle una
rarla para nltim. Sr. Antonio Vieira de Mello,
morador no lusar rhamado Rengalla.
Trocam-se \ imagen*,*endo una da Conceie.lo
de pedra, outra de madeira, S. Concalo, S. l-'rani-s-
cn, sendo S. Concalo prnprio para capella ; quem
prelender, diiija-se a* Cineo Ponas n. 80.
Ilesapparereu na noile do 1. do correnle um
prelo de nome Furluuso, de idade ii. minos, ponen
mais nu menos, de naciio Angola, tem urna perna
loria por ler sidoqoelirada. e lem a bocea meia lor-
ia do ueilo de fumar erbimbo: roa-se, porlanln,
aaauloridades poliriacs e capilar* de campo de o
apprehcndcre levar ao armatem de sal, na ra da
Conreicilo da Boa-Visla n. 6, ou ra do Uo|iicio
n. 11, que e gratificara generosamente.
-- fin dia 4 do correnle desopparereu do largo
das Cinco Pona* um quarto rnslauho escuro, Icn-
do urna estrella pequea na (osla, una belide em
um olho, com um ferro na perna e ouiro no quei-
10, et lem passo ; levando sellan ja usado : quem
o appreliender nu der noticias, dirija-se ss Cinco
Ponas n. 80, que se recompensara.
\ii\iliadora, S. Pedro. S. Paulo es iureja.S. Anln-
,Santa Agoslinlis, Sauls Dionisio, N. S. da Misc-
idia. Sania viruem do escapulario, Sania Vero-
i, Sanio Affnnso, Sanllwima Trindade, Santa
reellina, Sania Caridade. Senluir preso. Sania
, Santa Carolina, Santa Emilia, N. S. do II..ni
la.. : aleni de muilos Santo* e Santa-, a-siin
-a- da
ni
rii
nica
Hat
Jull
Cota
romo
Ol/.
aminlio ilo calv
Vernicas
los senuinles nomes de sanios t
i- a medalha milagrosa, anjo da gl
la, S. Francisco d'Ai- eii.injn
le doria e o crucifleado,
parlo e depns du |
das
|.arl
ceicl
M.n
l i esla
unas. S. Miguel
irila e a luilauru-
la nanla. N.S.
viraem anles do
i. N.S. da Con-
..ene. de Jcslls c
. i- Santa Mara
nu -iteinrro c da
le fazer loda o qual-
como seu sitio em
-. publico para en
ronslar.Manoel l'ereiradt Catiro,
-se de uma ama de leile : na ra lli-
.Sania Auna o os San
gloria ana sagrados coracOt
concebidil em perlado. N. S. du I
boa morle.
o aballo Msignado prelc
quer lian-ace.ln que llie convic
S. Jos dolangiiinlio, oque i.
ludo o lempo
Precisa
reila n. .12.
Preri-a-se alosar uma pela ou molcqueque
enlenda de vender; na rna dn Hospicio u. 17.
Precisa-se de um caiieiro que lenlia bulante
pralica de padaria : na rna Direila n. 21.
Rodas de madeira para carro.
No alerro da Boa-Villa n. Vi lem sempre nin
sorlinieiilode roda* de lodo 0 lainanhn.lanludeina-
deira da Ierra romo de lira,
LOTERA 110 RIO DI .iwhho:
Nn dia \i OU lo do corenle, devein
corral asnillas da lotera quarta a bene-
ficio do Asilo dos Alienados: osbilhetes
ailiatn-sc a venda lias lujas do i-.islninr.
A' praca da l'niuO
BonS Indicies san lilCgados,
E de lina niuneeacn
l'ta litar lions ngOadoS.
Na praca da Independencia, luja n. 10, existe
cuno nanea ev-lio. i.in complete soitimenln de bi-
Iheles cautelas, da quarla lolerls a benlHrio do
Asilo dos Alienado; lemlira-se prtenlo nos aman-
tes deste licito Joro, ano de novo se disnem lenlat
a sorle, pota que he esta a nianeir.i pela qual pulie-
ran roruperar o prejnini que liverem lido un mes-
mo j.u-o, so bem que poder o piejui/o auginenlar ,
mas ao ineiins etisle a esperanea, c quem porla
sempre alranra'.
g| Paulo Gaignou. dentista.
S Pi'xle ser procurado a qualqur hora em
3 sua casa na ra larga do Rosario, n.
m? .lli, segundo andar.
ATTENT.AO.
Millio* B ni!ss;"io de CUCravOS. na ra da ^lo-
ria n. 7.
Ne ra so vender, lano para a prnvinn;i romo para fra
drlla, por ronln lo seus rinos; al1iinr;a-se o bom
Iralainentn. e se^iiran<;a riiw meamos ; e tamltfMn
compram-ie c panam-*e heni, isradanilo.
l>omii>Kos Jo SOez, n\ para fra di provincia.
PraoM-M "le neira* para srrvico dn casa :
a quem Ihe convier, dirija-so ra do Trapicho
n. .">.
Ollorero-.c mu.i lavadeira, qu*? mora no Hnni
Siircps-n en OAnda, e lava em Itcherihe,; lava bem
o muilo depreca : quem a prclehder, annunejeon
trate ua mesma ridado com a lavadeira There/a.
s
5
f) serlo relias
......le.
Crines N.
desde a- S limas
; da larde,
das -2 hora* em
e gravosas visites
$
i
ebeiroM e presorvar da
goalo deusnidavel que
eumai.ffolaa desla n um (
!<; lamlieiu seachar \*
i comerva^io dos denle)
n. 36, nwuimIo indar.
I):.-*.- uma pniivio de calljca, c vende-ee Bran-
de quanlidade de liiollos de lnrmmenlo, J eervldos:
na na da Gula u.f.'t.
Precisa-se de um cotlnlieiro forro ou captivo,
para um eimenlio dislanle desla prora 7 leguas :
dirija-se a ma Imperial n. 7 na hbriea de vlnanre.
Aluna-si' o arniii/ein, no (pial Mflipreleve la-
lierna, e no mesmo (em armario: no paleo do Ter-
co II. i:i!l, a Iralar rom o seu troprletario Joaquim
Lopes do Almcida.
^^a^l^ $^ &&*& $$$$
' COSM I.TOKIO CK.NTIt.M. IIO- ftf
MEOPAT1HCO.
\. ti Itn.-i Comalias lodosos dias
ila manhSa at as hora
Visitas aos domicilios
Maule.
,\as molestias asuda
i qualqur Iioih do dia mi da
W As aenlKsfas de parlo, piincipalmenle.
{A serflo aoecorridaa com religiosa protnp*
g lido.
$) Dr. Stiltiuo Olrqarin f.tuliffroi'inho.
Uanocl c.e Alraedn Lopes, com casa de
consigiiacSo de escravos, na ra dtw
Quarteis d. 2 .
Resta casa recebem-eo eacravos de ooronifssSo pa-
rase vender, lano para a provincia como para lora
Helia, por COnta de seus donoe; afliauca-se o liom
Iralnmenlo e seguranza dos mesmo ; e lambem
oomoraai-se e pagam-se bem. agradando.
Nn paleo ila Kbeirn de S.Jos, loja do sobra-
don. t-">. lava-te eengomma-se, com muilo asseio
eperfuifflo, porpreco raioavel.
Precisa-ae alugar uma prea. que -ejii boa ven
dedeira e engommadeira, pagan IYmxjo rs. men-
saes : ni ma du Padre Floriano n. 27.
(Illerere-se urna mulber para ama de casa ,
por ler pralica do sen ico, ou mesmo para fra da
provincia : ua ra da < i loria n. t"
' '^Fabrica de chapeos de sol, na praca
da Independencia, n. 36,
Manoel Jeune, ehegado ulliinamenle nesla clda
de, lema boma de parlicipar ao respeil.nel publi-
co, que IroUKC com sino, um rico o conqileto sol l-
menlo de chapeos de sol, lano le seda como de
puininlio para luunem e. senhora, ricos rhapeos de
seda com cabos de canna ila ludia,ditos com carica-
turas, dilosde armacao de ac, com ricos casinos de
marflin, bengalas o uutros mniloa objecloe los mais
modernos e variados, aaslm como Irouxe lambem
um lindo BOrllmenlO de sedas e paaninhos para co-
lu ir noalquer armario usada : lodos esles objeelos
inencinnados,eoncerlam-se com astelo,e promplidao,
por precos mu ra/oa\eis. e mais barato do que em
outra qualqur parle; *endem-se em porcQoe va-
AVISO AOS SENHORES DEENGEiSHO.
Atientas as prandes vantacens na moacem de can-
na, provenie.ilesde ler s tambores das moendas
pereilamenle lomeados, oabaito assicnado res pe i to-
sAinenle lembra aos senliores de ensenho que na
su,i funriicao ile ferro em Fra de Portas se pode
perfeilamenle lomear de novo um jouo de lambo-
res, c aparar e endircitar os denles das mrrctascom
(anta presteza, que se pode enlrena-los no mesmo
dia, evilando-se assim o inconveniente da demora
dos carros n o impale da mo.iLiem ; assim como que
a mesma fundidlo so tcha sempre sorlida. nao s de
noval inoendasde tliversos lamaiihos o modelos, se-
nlo lambem de nulas dculari.is, iiinl.i para agua,
comu para animaes de lotlas is propon.'oes, a saber :
volla por volla. Milla e quarta, volla e lerco, \nll.i
e meia,duas. ires. quarlro voltaa* ele., etc., e per-
ianto que qualqur senhor de engenho quemido r-
cele.,n asna moemld, a fim de moer mais canna no
mesmo lempo, nu retnrda-la, a fim de espremer mais
liquido as rudas rompelenles. l''undi<;a'o de ferro ni ra
\^ Hruin pavundoocnalaris, />. '. flouman.
enm'nhein.
T
i bal
seja decenio
quem tivcr ai
lio dos quatru
la-se. por 11111:1
liio. no* bairri
coiiiiniiilos para ramilla, um sitio mallo parlo da pra
(a, por ser loan ao sabir da Soledade para o Man
guinho, cmii mi poneos arvoredos de iructo, chaos
proprios, com Brande e decente casa de sobrad
sola, toda envidraeada. conlendo 15 guarios, I ale-
arel.- na frente, lodo i.....ado e enfrailado, rom i
legantes portees de ierro e i columnas, era cima di
i|iiae-.li-.-.iiii;am lee*, e no fondo onlro porti
jgrandes p*lribariaspara7eavallose eocheira
ei-a para prelo* e cii/.iiiha. grande poro n'asua de
beber ruin a sua compeleiile bomba de ferro e lan
que para banho i a quem convier eatearrendamaii
lo ou permuta, dirija-se ao mesmo sitio a quaique
hora do dia. a Iralar rom u sen proprielario, que 11
r;.....le *c elleiinar i-le neaori. vender um rarro
novo de i rodas e nina parrilla da cavallo*.
Precisa-ae fallir ao Sr. Zellrino Kedroi lii-iaa-
po de Barba, ou ao sea procurador ou eorrespon-
ileniviiesiepraca: na piara da Independencia n.
lli <- 21.
I'rrr-,i--e de nina ama para lodo o erviro de
mu i ra-a e roa. a rasa he de pnura familia. DOga-se
bem. prelere-se erioida: na iiiae-lreil.i do Rosario
li. S.
Precisa-se 1.* tuna pessoa, forra, ou
captiva, para tratar de um sii |ieqiie-
Mi. |nrl,-iiiiilii-si- captiva tratare na
travessa dn Madre de Dos n. 5, primei-
ro andar, das 10 horas dn manliaa ns >
du turde.
A arrematarandiitin do Caldeireiro, perien-
renle ao casal de Lufl loade Sampii.i. lirn Irans-
ferida para qnarla-feira, II dn rorrenle, dermis da
audiencia dn llr. jui da civel da seynnda vara.
Koga-se aqnem forem ollerecidoadi-
versosobjectos de pmta lina para eom-
prar, ou rereber como penliores denlgu-
nia quantia, que apprebenda, pois
estes objeelos (orara ronbados na noite
de denovembro do correnteanno, no
siiiu da Passagem da-Magdalena,passando
n ponte pequea, emuma estrada ciueli-
ca ao lado direito, entrando por ella, o
siiin he do lado esrnierdo, onde linda um
muro li'ilo ha pouco tenipo, os objectos
roiMidos s?o osseguintes: uma salva la-
vrada guarnecida com grade tambera
l;iM-ntln,(|iii'|iis;i 200ol;i\;isi't'illi'in ni'lln
li copos para agua ; outra pequea que
cabe um copo, e comvalor muito simples
esem gunriurSo; uma outra lambem pe-
quena com guarnit^io ile giade lisa de
tormaoblongaecom pontas; umatesou-
ra de alirar lu/.cs : um caslit-itl grande
com simples lavor; nina lint' ila forma
de urnasfolhascom pontas; umpar de
casticaes lisos de menor tamanbo que
o outro ; nina laca com lavor simples ;
uma especie de-pa pequenina, um pou-
co comprida com ponfa e lavor abrfrto; e
ti-es collieres pequeas: a quem lorem
olfeifcidos ns mencionados objectos fac
obsequio de toma-Ios quesera generosa-
mente ratificado, levnndo-os ao sitio
cima declarado.
ss
COMPRAS.
Comprs-seum reoslo patente Inolez, de ou-
ro. cun as coinpeletilc* cadetas nu alerro da lioa-
Ni-i.i'n. 60.
taiinpra-se um carneiro. sendo arando e man-
eo, que estoja ocoslomado a eaireaar rrianra. como
lambem s arelos se o* llver: na ma do Trapiche,
n. K.
Compram-seeseravos de ambos os sesos, da I
a 20 auno*, leudo boas flgnraS, paya-se bem ;
ruadas l.aranaeira* n. I i, seaumlo andar.
Extraordinaria bartela.
Vendem-se ciiri-. de rambraia de aalpicns e flores
decir, pelo diminulo proco de,)0IJ0 rs. cada um,
dilos de hjsshnsa chitas franccias da4 e meio pu-
ntos de largurs,' de rico padree*, con salpicos do
Indas aa tores. aSJtOOcadi.....i, rliiln escura, li-
rias, de acento riso rr de \inho, alliO rs. ocova-
do, colierlore* de aloodan proprio* para earravo*,
assim romo para lualhas de mesa, aBOrs. ea.l.i um,
assim como mitras fazendas por barato preto: na
roa do Crespo n. 14, loja de lote Fraorisco Dias.
Vende-se tima escrava crioula,,de meia ida-
de he ni ii 11 n |-'.iilia e nao lem lirio, acosluma-
da ao servico do campo, para o que pede seja ven-
dida : Irala-se na rna do* Martvno, (aberua n. 36.
ATIENUO'.
Cunlia & Amorim. na rna da Cadeia do Recife n.
50, lem para vender palha de carnauba nova, cau-
ro* de cabra bons, peonas de orna, e velas de car-
nauba, a l -'.mi o cenlo.
Vende-se um ptimo cavallo : para
ver na ra de S. Franriseo n. 3, e para Iralar, na
ra doTrapirhe n. t-'. primeiro andar.
So de tartaruga ,
riros bahuzinho*, muito bemfeitos e differeotes ta-
maitos, proprio* para guardar joias e scdulas, o
rom esperialidade para dar de mimo por seren
feilos de enrominenda : vendem-se na ra do Col-
leuio ii. I-, rasa deFrancisroJoa l.eile.
Vende-se uma caisinha para desecho, rom
mu livro de fauras: na ruadoCahucii, loja n. 6.
f^^V^nti^.^: S$^SI*$>
J) lil A NOVA N.2.
Vendem-se litas |Kira cartas de
t$) hachareis, por jOOO rs.
Vende-se a armaban ila lalierna. colocada as
lajas do sobrado da ra llireila dos Afosados, es-
quina do boca do yuiab. |wr preco cotnniodo, sen-
do o mcllior luitar para urna taberna : a Iralar na
mesma casa.
Vendem-se i molecoles, de 18 auno* de idade,
de bonitas figuras, ptimo* para lodo servico, e4
esrravas, mocas, que lavam e coiinliam o diario :
na ra Direila n. 3.
Continua-se a vender lia de canna,
cm porcSo e aretalho: no pateo do Ter-
co n. 21.
' Vendeni-seo**eBiiinlelivros : o Recopilador,
linda rollectno de intecesaanle* rom......es dos me-
lbores a ilion--. Amor eMelanrnlia,*eEiiida da noli
doraslello ednsriume* do Bardo, muilo boa enca-
dernacao e finitsimas estampa*, por Catilho, Duas
Dlauaa, c ocavalleiru da casa \ermelba. a rainha
Maraol, ludo por Huma*: o monee de Cisler, por
I l..i. ni.... : a Torre Velha. por EuReuio Suc, com
lina* estampa* ; ludo em bom Miado c por prero
rommodo : na ra da l'raia n. A.
Nnvidade.
VMn queimando-se a Iroco-de dinlieiro, o resto
das miudezas que ainda eiislem na loja da ra lar-
ca do Rosario n. i\; *eria fastidioso o numera-las,
assim como seus diminutos e miseraveis precos:
porttil, venham w-m perda do lempo, amigos do
barato, que *e est derrelendo.
Vestidos baratos.
Vendem-se vestido* branro* de rambraia, do
barra e bordados, a ItMIU rs.. dilos de I e i baba-
de-, a toTOtl, ililsde3e i babados, branro* e de
rore*. a ."iSHIO r*.. rrle* de ca**as franrezas.aSle
SfOOO rs., cmbralas iberias, branra* e de cores, a '
3S-J0II o corle, moderni**ima* ramhraias e ra-as
franrezas, a 10 r*. a vara, ramliraia de rbuvisco. a
3fS00a peca, de S l|i vara, : na ra Nova, loja
nova, n. 16.
Vendem-se babuiinhos de lodo* os lamanbos
para costura, sendo .1- larlariica : na ra da Aurora
n. 88, loja de funileiro ; lamliem se vendeiu cesli-
nlias relias d marisco*, o-mais delicado que hepos-
sivel.
lina do Queimado segunda loja n. 18.
Dirii* Vestidos de liari'-oe -'e seda rom 12 envido*
por llrNSKI rs.
'$) Venilrin-sc rc^giosde otnxi, pa {$
rb '('""'(' nglez, poreommodo pre- j.
T? ro: na tita da Cruz n.20, casa de
(1 L. Leconte Feron sV Companhia. $
Veiidem-se vela* de cera de carnauba sem
mistura alcuma, a K-MMi r*. a arroba, e em libra* a
JSII r-.: na rna do Rosario da lloa-Visla, n. 16, assim
romo dez vara* de biro larijo.
An'dar na moda com D0U00 dinliciro.
Vendem-se nperiore* lavas de pon inale/.
para hiuneni. pelo ilimiuiiln prero de 8IK1 rs. o par;
e TjISHI r*. a duzla.
Cola da Babia.
\>nile-sesuperior rola, por prero rommodo: no
armazem n. 1:11. rna da Senzal.i Velha.
Oleo d>' linhaca em botijas.
Vende-se a ."i?OMl rs. cada urna botija, e por me-
nos -endo em porr.lo : no armazem n. 131. na ra da
Senzala Velha prximo 00 berro do (ionralves.
__ Vemle-*e nina padaria bem motilada e com
boas freauezias, sita na Iravessa do Remedio: a Ira-
lar na ra do Crespo n. 13. ou na mesma ; adver-
liudo-se que *e faz qualqur uegocio por o donn ler
de relirar-se.
AtlciH-o.
Na loja demiudeas da na do Collecion. 1, von-
deni-se osseiuintes nbjeclo*: virni* oriental pro-
prio para envernisar qualqur obra de bezerro, as-
sim como bolins, sapalos, ele. leudo por resollado
lieareni romo o* do melhnr muro de luslre, joso do
na e de sadrei. dilosde \ispora rom dilferenlcs
llores rousa nunca (isla, holiesarademiro* de diffe-
enle* core* proprios paro dierlura de rami-a. lou-
asde lia de dillerenles cores, srande* e pequea*.
alias de jaspe com dillerenles ciwlos, luva* de seda
nesclads*. dila* de 6o de Escocia lambem mes- '
ciadas, dila* de dilfereulrs rores e (lilas de lorral
muilo finas, fraileas, de seda, larcas e eslreilas,
lleecOes da Revolucn Franrczo de 18(8, (lilas do
Gil lliaz, ditas de Gnncalo da Cordova, ditas dos
Misterio-de Parh), retratos de Espartero, ditos de
liln- de Napoleao I a ravallo, dito* do
II a cavallo, dilos na occasiAo da coroa-
da Condeca de" Theba*. caika* para rap
- ede loueai os seauinle* nomes de San-
si S. Reni. S. Ilnminao*, Sanio Untn-
o. S. Jarinlhn. S. Paulo. S. Benediclo,
o, Nosa Senhora da Coneeicao, S. Fran-
la Julia, ele. ; assim como ouiro* muilos
i ni .i- rommodo *\o
VENDAS
Corles de chita barata-
CouMouam-se vender edrles de ehlti de barra, i
-(KHI cada um, erorlc* de chila com barra finain-
iln bien, cores livase lionilos padrOes, a 2>i00. lia-
vendo dcsles muilo -nrlimcnlo para esrollier : na
luja do sobrado amarello. nos qualro raulo* da ra
do Queimado n. a.
Vendem-se presuntos para fiambre, queijos
londrinos. -alma.......flatnlres de 1 o i libras, rarne
em ronseria, conserva em francos, moslacda, fruc-
la* para podin, al refinado, niolbo* de dineren-
le* qualidades, vinho do Torio, dito de Xeres,
agurdenle de Franca, vinho Santera, Whisley,
aulla lino, vinho Cliarcl, dito Champagne, flan-
.lie-. ..ni *ardiibas, flandres com ervilhas, ludo da
melbor qualidadc e ullimamento ehegado: nonr-
maeni n. 84, ra do Trapiche.
Vende--e o engenho l.iiiieii inlia. situado a
marceui do Tracnnhaem, com 660 brara* de lesla-
da. enma legua de fundo, nuil obra* mais pie-
risa*, ledas nova, eoplima moenda. com Imn* par-
lido* quo com don* currse qualro quarlaos pode
moer al don* mil pac, o que he de grande vanla-
gem para um principiante. He de ptimo Minear
ede boa produrcao lanto de canna como de lean-
mes; vende-se com alciim diuheiro a vi-l.i, e ..
ma i- a pagamento ronforme se poder convencional-:
os prrleiideules dirijam-se ao engenho Tamalapo
de Flores.
Vende-se um engenho de muilo lioas Ierra-,
disftala '. legan e nwli de-la praca : quem o pre-
tender, dirija-se a ra da l'raia n. 3-.'. que ah se Ihe
dir quem vende.
Prerisa-SS de una prala para ama secca : lia
na do A/eilo de Pene n. 7, primeiro andar.
bel II.
Napoleao
til
muito liiii
e San I
llio, S. .In
s. Harcali
ei-co, S
objeelos qne se vendem (ir prer
queeni oulra qualqur parle.
Na loja de miudc/as, da ra do Ca-
linga', de i portas, tem bicos de seda os
mais modernos de cores, proprios para
vestidos; assim como cutre mt'ios decam-
braia bordados, muito finos; luvasemeias
le seda ; laas de todas as cores para bor-
lui ; um completo sortimento de cliei-
rose banhas. tinteiios de porcelana pa-
sa cima de mesa, capachos, contras mui-
los ob ectos. por pceo commodo.
Vende-se a taberna do largo de S. Pedro n. I,
o molivose dir ao romprador: o* pretndeme* di-
rijam-ae a mesma a qualqur hora.
Veude-se a padaria da Soledade : quem quizer
dirija-M a mesma. defronle da igreja.
Na rna da* Cruzes n. 22, vende-se um escravo
de 20 anuo*, proprio para armazem de assurar, o
nma ecrav,i de' nac.io ganhadora de ra, equepaga
por dia 100 r*.
Vendse arro/. grnudo doMara-
nliAo, e charutos deS. Flix, de boxqua-
lidades, epor precos comtnodos : no or-
ma/.cni n. 134 na ra da Senzala Ve-
lliiii prximo aobecco do (ioncalves.
Vendem-se pregos americanos, cm
barris, proprios para barricas de assu-
efir, e alvaiade de /.tuco, superior quali-
dadc, por prec,os commodos: na ra do
Trapicne Novo n. 18,
Superior vinho de Bordeaux, en-
;;;ii-t;if;i 'heitliii 4 Companhia, na ra da Cruz
ii. 08.
Vendo-se om grande sitio na estrada dos Afllic-
li~. qn.-i-i defronleda iareja. o qual lem maltas ar-
vore* do Irucla, Ierras do planlacfie*, baisa ffera
capim, e casa de vivenda, enm baslanle* cummo-
il.i*: quem qprelcndcr dirija-se a nie-nio sitio a
leu.ler-se rom o Sr. Antonio Manoel de Moracs
Me-i|iiila Pitiicnlcl, 011 a rna dol'.ie-p.i n. 13, no
escriplorki do padre Anlnuio da C'inlia e Figuci-
redo,


' ;sr i -SC*K>" "
V
I
NO CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DI. I'. A. LOBO M0SC0ZO.
Vende-se a melhor de ludas ai obran do medicina
homcopatMea ly 0 NOVO MAM Al, UO DR.
C. II. JAHR J3M traduzido era portugiiei pelo
lh\ P. A. Loqg Moscozo: qualro volumes encader-
uados oni dous. 18000
O 1. volumo conlcndo a palingenesia don 144
uiedicamenlos que nao foram publicado ahir mul-
lo breve, por eslar niuilo adianlada sua impresilo.
Diccionario do termo de medicina, cirurgia, analo-
iiii.i, pharinaria, ele. ele. encadenado. 4J0O0
|'m< carteira de24 lobo, dosmelhores e mais bem
prepara|los glbulo lioiiniopalliico coin as dus
obra cima.........4(1*000
lima dita de :Ki lobos coin as niesmas .tWHO
Hila, dila de 48 lubos........")0|000
Hila de 141 com a dila...... 100J000
(larleirasde 24 lubu pequeos para alai-
beira............I"5OO
Dila de 4H iliUM.........'JUJUOO
Tubo avulso de glbulo 10000
Vendein-se piano lories de superior quaiidu-
de, fabrirailo pelo melhor autor hamburguoz na
ra da Cruz n.4.
CAL V1RGEIM DE LISBOA.
Vend-se cal nova em pedra, chegada
lioje no palhabote Lusitano, por milito
commodo ureco: na na do Trapiche n.
15, arinazemde Bastos lrm3os.
Vende-te um resto de exemptare
da obra Raphael, paginas da jiiventn-
de por Lamartine, versuo portugue-
sa de 1). Carlos (luido y Spano : na ra
do Trapiche n. IV, primeiro andar.
VENEZIANAS.
Aterro da Boa-Vista n. 55.
Tem um sorlimenlo de veneiiana* com lilas ver-
des de linlin c de lila, com raixn e sem ella, c se
roncera e. se Iroca a novas por v clhas, a vonladc do-
coinprador.
Vendem-se -elogios de ouro, pa-
uste inglez, os melhores pie tem viudo
a este mercado, e do inais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Itus-
sel Mellors & Companhia, na ra da
Cadeia do Recife, n. ."6. ____
Diccionario do termo de medicina, L
cntrela anatoma, pharmacia
te. etc.
Sabio i lu esla obra indiepensavel a lodas j
a |iesoas que se dedicam ao esludo de
medicina. Vende-so por 49 r., encaderna-
du, no consultorio lo l)r. Moscozo, ra do |
Collegio. n. 25, primeiro andar.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do O chafari/. continua haver um
completo sortimento de tajxas de ferro
fundido e "batido de 5 a 8 palmos d
bocea, as quaes achnm-se a venda, por
preco commodo e com promptidao':
eDibareara-sc ou carregam-seem carro
sem despeza ao comprador.
OcMO.
Veude-srgessoem barricas.rlieaado ultimamne-
le:em casa'J. Keller & Companliia, na ra da
Cruz ii. 55.
~.
Cobertores escuros,
de alindan, a H00 rs.; dilos aziio c encarnados.
inuiln grandes c encorpadns, a 19100 rs.: na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-se vinho da Maileira de superior qua-
lidadeemquarlose oilavosde pipa, por prero com-
modo: uuarmazemde N. (I. Bieber & Companhia
na ra da Crasa. 4.
N Vcndeni-seem rasa de Mr. Calinonl & L'nm-
panliia.ua praca do Corpo Saniou. II, ottguinle:
vinbo de Marseilleem caitas de < a liduzias.linhas
em novellus ecarrelcis, bren em barricas inuilo
uraudes, ac de miladsorlido,farro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-tVloor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelerimcnto continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das e metas moendaa para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos" os tamauhos, para
dito.
AOS SEMIORES DE ENGENHO.
0 arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolte em Berln, empregado naj co-
lonias inglezas e hollande/.as, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assncar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junio COm o mclhodo de eniprc-
;a-lo no idioma potingue/., i'in casa de
N. O. Bieber Companhia, na ra da
Cruz, n. V.
Vende-se sal chegado Bgors do Assii, a bordo
dos hiatos .lugeliea e Plor do Cururipe : a tratar
na ra da Cadeia do Hecife n. 19, primeiro andar
Cambraias e cassas francezas.
Vendem-se cambraias a cama francezas, de bnni-
los e delicados padries, pelo barato prero de tilo rs.
a ara na ra Nova, loja nova n. Iti.
__ Vende-se um lindo imilalinhn viudo de fura,
rom 8 a anno ele idade, sem defeilo : no aterro da
Boa-Vista n. 0.
TKIESTE-SSSF.
Ilerecenclieaado um rarrecamenlo ila verdndoi-
ra farinha de SSS ramiiibo, 6 vende-se por mdico
prero: no escriplorio de I lea ne Yon le A; Compa-
nhia, ou nos seus armazens no bem, dolioncalvcs,
Afnela de Edwln Maw.
Na ra de Apollo n. 6. arina/em de Mr. Calmen!
& Companhia, aelia-sc conslanleiiienle bous snrli-
roenlos de tareas de ferro coado e batirlo, lano ra-
sronlo fundas, moflidas iucliras tudas de ferro pa-
ra animaes, agoa, ele. ditas para armar em inadei-
ra de Indos os lamanhosemodelososmais modernos,
iiiarliina borisonlal para vapor com forra de
4 cavallos, coros, passadeiras de ferro pslaiibado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, escoveus para navios, ferro da Sueiia, c fo-
Ihasdc (landres : ludo por barato preco.
Deposito da fabrica de Todos os Snnioa na Baha.
\ende-se,emcasa deN. O. Iliobor t\C. na ra
da Cruz n. 4, algodao trancado d'aquella fabrica,
muiloproprio para saceos de assucare roupa le cs-
cravos, por preco commodo.
Pil preto, lafrado, a OO rs. a vara.
Na roa do Crespo, loja da esquina que volta para
a Cadeia.
ROB LAFFECTELR.
O nico autorizado por decisao do conselho rtut
e decreto imperial.
O medico dos hospilae recommcudam o arrobo
l-affecteuv, como sendo o nico aulorisatlo pelo n-
veme e pela Real Sociedade de Medicina. Este me-
dicamento d'uin gosto agradavel, e fcil a lomar
em serrlo, est em uso na iiiariuha real ilesde mais
do GO anuos; cura radicalinciile em |>oucoleiii|io,
com pouca despeza, sem mercurio, as alennos da
pello, inipiigens, ascousequencias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes dos partos, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; convm aos
catharros, da beriga, as coulrarces, e a fraqueza
do orgos, precedida do abuso das iugecces ou de
sonda. Como anli-svphililico, o arrobe cura em
pouco tenipu os Iluto rcenles ou rebeldes, que vol-
vem incesantes semronsequencia do eniprego da eo-
paiha, da cubeba, ou da injecefles que represen-
lamovirus sem ueutralisa-lo. O arrobe l.all'ccleuv
lie especialmente recuinmendado contra as doencas
inveteradas ou rebelde ao mercurio e ao iodurclo
de potasio. Vende-se ero Lisboa, na botica de Rar-
ral, e de Antonio Feliciano Alves de Azevcdo, pra-
ca de D. Pedro n. 88, onde acaba de chegar urna
grande porco de garrafas grandes c pequeas, viu-
das directamente de Paris, de casa do Sr. Bov veau-
l.aflecleuv 12, ru Richev Pars. Os formulario
dam-sc gratis em casa do agente Silva, na praca de
II. Pedro ii. 82. No Porto, em casa do Joaquim
Araujo; na Babia, Lima & Irraaos; em Pernam-
luico, Souin; Rio de Janeiro, Rocha & Filhos, el
Moreira, loja do drogas; VilU-Nova. Joo Percira
de Magale Leile; Rio-Grande, Francisco de Pau-
la Coulo X C.
Vcude-e um preto, e.cclleuto mestro de ma-
ceira e lorneiro : na ra da l.arangcira n. 30, a
tratar com scu enlior.
Ok no pechlacha 1 !
Na loja de Cuimarae o; llenriques, ra do Cres-
po n. 5, ha um completo sortiinculn de cambraia
de edr com barra, muilo lindos uoslos, eriesu|ie-
rior qualidade, pela baratissimo preco do 29000 rs,.
o corle, eomlOcovadm; a ellas antes que se aca-
liem.
Vendem-te([iieijos londrinos, mui-
lo IVescaes e dcsupeiior ipialidade, eou-
li-o mullos genera*, ludo por commodo
pffccp : mu arniazem de molleados da ra
do Vigaiio n. II.
Vendem-se lonas, brinzad, briuse meia lo-
na da Rusia : no arraaum de N. O. Bieber 4
Companhia, na ra da Croz n. 4.
DAVID VVILI.IAM IIOWMAN, engcolieiro ma-
chinista e fundidor de ferro, mui respeitosamenle
annuncia aos senhores proprielarios de engenhos,
fazendeiros, e noreancilavel publico, queoseu esla-
belccimenio de forro movido por machina de vapor,
na ra do Brum passando ochafaiiz, roiiliinia em
elTeclivo ciercicio, ese acha complclaiiienle montado
com apparelhos da primeira qualidade para a per-
feila confecca das maiores pecas de machinisnio.
Habililadopara eiu|)rehender cpiaesquer brasela
sua arle, David William BowmSD, desoja mais par-
ticularmente chamar a allenca pubUes para as se-
guinles. por lerdellasorande irUroealoja'promp-
to, em deposito na inesnia fundicao. as quaes cons-
truidas em sua fabrica poden competir rom as fabri-
cada* em paiz eslranaeiro, lano em proco como em
qualidade de inalerias primas e ma de obra, a
saber:
Machinas de vapor la melhor ronslriira.
MoeadSS de caima para engenhos de lodos os ta-
mauhos, movidas a vapor por. asna, ouanlmae.
lindas ,1,. auna, moinhos de vento eserra.
Manejos indepeudenles para cavallos.
Rodas dentados,
Aeuillics, hron/es e elinmaceiras.
Cavilhfies prannos de iodos o tamaito.
Taixas, panes, trivoiebocaj de rbrnalha.
Moinhos de mandioca, movido- a inao ou porant-
maes, e prensas para a dila.
Cliapasde foaaoc Ionio* de farinha.
Canos de ferro, lorncirss de re roe di' brome
Bombas para cacimba o de reputo, movidas a
ma, por animaes nu vento.
Gnbdnsten, guinchse macacos.
Prensas hvdraiiliras ede parafuao.
Fe raaons para nav ios, carnis e ninas publicas.
Columnas, rarandas, grades e portAes.
Prensas de copiar carias eselh.r.
Camas, carros de raadearadosde ferro, ele, ele
Alera dasii|M>rioridade das su.is ulna-, ja' geral-
menlerecoiilierida. David William Bowman garante
amai-evacla eonlormidade com os molde- c desc-
nhosremellidos pelos senhores que se diflnarem de
fazer-lhe encomroenda, aproveilando a occatiaO pa-
ra agradecer aos seos numerosos smigus e fregueses
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e aaugura-lhes que nao poupara esfineoseililii:en-
cias para continuar a merecer a sua eniilianca.
POTASSA SUPEIIOR
Vende-se por precio muito com-
n, 7 de caes da
Pereira de
le Novaes .&
5*
i
)or
modo, no armazera
altandega, de Jos Joaquim
Mello, mi no escriptorio
Companhia na na 'lo Trapiche n
Na na do Vigaiio n. l. primei-
ro andar, lem para vender diversas iiki-
sicaa para piano, violSO e llanta, como
sejam, ipiadrilhas, valsas, redimas, srlni-
lickes, niodiiihas, ludo uiodcraiuil.....
chegado do lti<> de Janeiro,
VLNHO 1)0 PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho dn Porto, em
bari'isde V., 5. e X. : un arir.a/.cm da ra
dd A/elle de IVke n I '. OU a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapiche n. ~>'i
FARINHA OK MANDIOCA A 'i.s.idO US.
Na loja u. 26,da rua da Cadeia.esqui-
na do berro Largo, vcndem-sesaccnscom
farinha, muito lina etorrada,a l#500rs.
Deposito de cal de Lisboa,
Vendem-se bsrrls cora cal empedr, ehcaads no
bialc l.nsitnio, viudo idlimaiiienle de Lisboa, e
polasss americana, a -ll*< rs. a libra : na rua da (la-
ileia do Recife, loja n. M.
POTASSA.
No ulico deposito dama da Cadcis do llerile ,
"S.S-S.8.1'23 3
?"o o I S 5 *
IslflfiFil!
-;i=S,'2sr.=
Wr^Ea B 2 2
um n. 12, lia |iara vender muilo nova pola-a j .;,;,., .,,,|,._ ,..|ei(.,- de rarnaubn e penn
..-.,' l an>n>! 'lili -. ., 1,1 i.lloni .'III 1 I I I ll 1 I -. [| I I 1 I _____I. a au
da Kussia, americana c iirasileira, em pequeos bar-
r de I ariolia-; a boa qualidade e preces mail lia-
ralo. duque em oulra qualquer prle, seaiTlanram
aos que precisarem comprar. No mesmo deposito
lainliem ha liarris rom cal de Lisboa em pedra, pro-
tiinameulc (licuados.
Grande sortimento de pannos Ano c case-
miras.
Na rua do Crespo, loja da esquina 000 volta para
a Cadeia, vende-se panno prelo, a390Q0o3w)0
rs.-. de onrelo branca, a SaaUOrs.; dito francs, a
i5.VMIe.->00OOrs.. e muilo superior, sOSOOOrs.o
eovado ; dito azul, a 2KllO. :ir-tl e i.NKKI rs. e
muilo hom. a .V-.'i rs.; cortes de casemira prela infestada, a $$3tD e
n>o0rs.; dita francesa ede cor de lodosas qusli-
dades, |Hir preco commodo.
TAIXAS di: FERRO.
Na fundicao* d'Aurora em Sanio
Amaro, e tamben) no DEPOSITO na
na do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Maiinha ha' sempre
un Mande soi'limenlo de laiehas tanto
de fahiiea nacional como cslraii;eira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
tazas, e fundas ; c em ambos ns logares
e\istem quindastes, para carragar ca-
noas, ou corroa ivtos de despeza. Os
precos sao' os mais COmmodoS.
Itua do Queimado n. IK.
vende-se as seno inles obras: elemenlos de liucli-
des por tOISI rs ; Malbildes ou memoriada Cru-
zadas, i volumes por o*4MKI rs. ; o sitio da Hochel-
la, -2 volumes |mr ggOOO rs.
I'OTASSA IIV RISSIA.
Vende-se superior potassa da Russia, e
Americana, por preco muito commodo:
na rua do Trapiche n. 15, armasen! de
Basto Ilutaos.
Vende-se muilo superior farinha de Santa
Calharina, c S. Mattiens, medida a visla do com-
prador : a bordo do liricue brasileiro Mida*, Tun-
deado perlo da Alfandeita.
docf; de bacory.
Chegou rerentemenlc do Maranhao nina |iequena
porfo deste delicado doce, o mclhnr que lia, lano
pela sua etcellenle qualidade, como por conservar-
ge ior muilo lempo em perfeilo estado: vende-se
em casa de Foute & Irmo, na rua da Cadeia Vclha.
RUA 1)0CRESPO N.!).
Vendcm-se corles de chita muilo lina,
com barra, a 2(000rs., e chales escocc-
/.cs, a IfjOOO re,cada um.
Manteletes de cambraia.
Vendem-sc rico nmnleleles franeczes de cam-
braia, enredados, pelo baratissimo preco de isOOO
r. cada um: na rua do Crespo n. 5, esquina que
volla [tara o Collegio.
Vende-se farinha de inundioca
muito lina, a (i,s"iO() rs. a sacca : no ar-
mazeindo Forle do Mal tos n. 20, ou a
halar com Manoel Alves Guerra Jnior,
na rua do Trapiche n. 14, primeiro an-
dar.
Rua do Crespo n. 9,
venilcin-se superiores cortes de seda
eSCoceza, por menos pceo do <|ne em
outia qualquer parte.
Ni rua da Senzala Velha n. 110. vendr-tees-
pirito em pequeas o grandes porroes, de '8 a 29
grao.
No segundo andar do sobrado n. |i, na rua da
Cadeia de Santo Antonio, vendeni-se roeiros borda-
dos deniali/.; oaprompl.inie de neo.....leuda toda
qualidade de bordado o labyrinlhoa com perfeinlo
t preco coinmod" ; lamhem bordam-sc cpllclcs.
' OLEADOS INGLEZES.
Vendem-se riipiissimos oleados para
nssoalliar salas, tanto emqualidade, como
no escolhido gOStO de desenlio : no u-
inazetn de la/.eiidas de A
Companhia, na rua (lo Irupicm
n. i2.
^ OLEADOS PINTADOS. {$<
Vendem-se oleados pintados de ttf,
fi lindos e variados gostos, de 5 a 8 ^
'a palmos de largura, proprios para ^
"v cobrir pianos, mesas, coiiiiiiodas. .
B &c, c por muilo barato preco, >
'$ a'vista da superior qualidade: na *'
$ lojae fabrica de chapeos de Joa- */
uuimdeOliveira Maia, na praca ~
Sj da Independencia ns. 2*a30. $
Pechinch.
Vende-se por 3aXSJ una esclava crioula que lem
um pequ.......lefeilo n'om quarlo, s qasl eosinha e
engomma HuVivel : na rua das Crinulas, ll. I.
Vendse roarmelada de Lisboa cliegsda pelo
nlliroo navio, da melhor qualidade que pode haver,
em lala- de i e 1 libras: na rua Ursa do llosario,
laberna de S portas confronte a igreja n. :W.
Vende-M tola mullo boa. pellos de cabra di-
lle
VintlOS superiores- de llucellas
hranco! e deColares (tinto] em barrio do quinto:
[endem-oo em rassdoJ* Keller&C,
Ricos cortes de cambraia de seda
Vendelil-sc bonilos corles de cambraia de seda,
de lindos desenhos, fazenda ininlernissima, e por
barato preco : na rua Nova, loja nova u. II.
Vendem-se cortes inteiros de ves-
tidos de chita liance/a, larga, lina, e de
- Calcado a 720, 800, 2|000 e 3000 re.,
no aterro da Boa Vista, loja defronte
daboneca, troca-se por sediilat; ainda
mesmo velbas,
um nuvo e completo sorlimenlo, do bemeooheei-
dos sapaloe do Avacaly, para lodos os lamanhos ,
lano para liomem, como para menino, a "-20 e 800
rs., e bolins para homem, a2SO00 rs,; sapalOesde
lustre da Babia, a 3X000 rs.; assiin como om com-
pleto sorlimenlo ,de calcado francez de toda a
qualidade, tanto para homem, como para tenluira,
menino e menina, c perfumaras, c sendo em por-
oso far-m-ha um abalo, ludo por proco muilo com-
inodo, afim de se apurar diuheiro.
Vende-se urna parda escura, com alguma ha-
bilidades, e um mulalinho de idade de 11 anuo,
um prelo de idade de 35 anuo, muilo robusto, e
um pardo de idade'de 16 anuos, pio|irio para pa-
gem : ua rua da, Citoria n. 7.
A 2,500 e 3,000 rs.
Vende-W superior panno fino azul, de superior
qualidade. proprio para farda de guarda nacional,
a -JatSl o :! loja da esquina, confronta no arco de Saolo Anto-
nio n. 1.
AOS ESCOCEZES
de 200 ris.
Na rua do Queimado.loja'n. 17, ao p da botica,
veiidcmsc riscados escocezes, lardos, de padroes
modernos, fazendas linas c cores litas a -J00 e O
rs. o eovado ; ssim corno, mu eompMo sorlimenlo
de sedas lisas e lavradas, brancas, de cores, e dequa-
dro escocezes, da ultima moda, por presos mais em
conta. do que em oulra parle, para chamar a alten-
cao dos bous freuuezcs.
Na rua do Vigarion.10. primeiro andar, lem
venda a superior flanella para forro dcsellins, che-
cada rerenlemenlc da America.
Deposito de vinho de cliant- H
pagneChateau>Ay, primeira qua-
lidade, de propnedade do condi
de Mareuil, rita da Cruz do Re-
cife n. 211: este vinho, o melhor
de toda a champagne vende-
se a ."(.sOOOrs. cada caiva, adia-
se nicamente em casa de I.. I.e-
comte l'eron & Companhin. N. 11.
Ascaixai sao marcadas a logo $
C.....le de Mareuileos rtulos (fy
das jrralas SttO azues. 6^
LINHO E SEDA
a 2,000 rs.!
Na rua do (lueiinado, loja n. 17. ao p da botica,
vendem-se ou Irocam-se por diuheiro, corles de col-
leles de gnrguro de liuho eseda, padroes moder-
nos a J-,ni i-, cada um.
O 39 A.
confronte ao lio-ario de Sanio Amonio, avisa ao
respeitavel publico, o parlieularinenle a seus fre-
iiie/es, ipie j.i reecbeu grande |ioreao do seu bem
conticeidn doce, casca de goiaha, o melhor que he
possivel encoiitrar-se, ejunlamenle encontraran pa-
ra mais de :>0 qualidadedebolinbos franre/e- para
ih.i.
Cal virgem
Superior cal em pedra rhegada iillimameule de
l.i-bua. no palhaliole /.nsilauo, c mais barala do
qoe em oulra qualquer parle : na rua do Vicario
primciio andar, escriplorio de Itaiideira c\
1
Em casa de Rrttnn Praef'cr A Com-
panhia, na rua da Cruz n. 10, vende-se
o seguinte : -
PIANOS FORTES dos melhoi-es aul,-
res ede moderna construccBo.
INSTRUMENTOS DE MSICA puraoi-
chestra e bandas militares.
ORRAS DE OURO de toda a (ptalida-
de e do mais apurado gosto.
VINHOS St. Margot, St. Julien e chanj-
pagnbe
LONAS dediflerentes qualidades.
RRINS DA RUSSIA.
MOOILIAS DE FERRO, como sejam,
cadeiras de diirerentes moldes, mesas e
sofa's, assim coraocommodas demogno p
cadeiras de balanro de sipo, viudas di!
Franca.
OLEADOS com lindas pinturas de frur-
tas, etc., para mesa de meio de sala c
llancas.
CHARUTOS da Havana verdadeires.
MOLDURA DOURADA para gnarni-
(; Vende-se em casa de S. P. Johns-
ton & Companhia, na rua da Senzala No-
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Cherv, em barris de qiiarto.
Sellins para montaria, de homem e se-
nhoia.
Vaquetas delustre paracoberta de carros.
Relogios de ouro patente ingle/..
Vendem-se missaes, de boa encadeniae,;!" ,.
novos: na rua do Cabuga, loja n. 6.
o
imsonHowiei I diversos gostos modernos; sendo pelo ha-
do Traliiche Novo
tenor, c
ema, ludo chocado aora do Aracalv
Cadeia do Hecife n. 19, primeiro andar.
Vende-se 50 travs de
. os de comprimonlo, o h ou
dro. e i paos de lomo de 115 palmo-, proprios para
verbas ma-lan-n-do navios : os prelendenles podem UiaoS
rato preco de 2^000 c 2g240re., a di-
uheiro a vista : na loja de qualro pollas
n. 5, ao lado do aren de Santo Antonio.
Na rua do Vicario u. 19, primeiro andar, lia
para vender, chocado lo Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o secuiule: sacias de larello muilo
novo, cera em crume e em velas com hom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de l.i-hoa em pedra, nuvissima.
DEPOSITO di: ca. i: POTASSA
Na lila de Apollo, ;n nin/.eni de I r.il
liis, tem Superior potassa do Rio de Ja-
neiro, c da America, e cal nova em pe-
dra, chegada no ultimo navio, ludo a
preco razoavel.
Vende-se urna bonita negrinbn, de
5 anuos, muito esperla, e propria para
Se dar a lima menina: na rua (la Cadeia
(lo Recife, loja n 50.
Vende-se n verdadeira salsa parri-
Iha de Sauds: na botica Iranceza, da rua
da Cruz, em frente ao dialnnz.
FARELO Di: LISBOA.
Vende-se l'arelo le Lisboa, minio su
mIu altor.i no |i:dhalinl(' l.u-
iareia.
agor.
I1'
ipialiilade.de 10psl-1 /.ilatie. por (irceii COIlllItodo : nn ena do
tOpolecadaseniqua-!T|.. -.u, |f_ |- ...../t,w (|,.|.,s,s |,..
dirigir-so a
cario n. 17
Antonio Leal de llarros. ua rua do VI-
FAZENDASBARATAS,
na nova loja de portas na rua do l.ivra-
inciito n. S, ao ne to ainia/.cni de
ntica,
vpinlem-se chitas escuras, linas o de cores litas, a
IIUI rs. o eovado; ditas em corle de 10 covados. fran-
cezas, larca-, e de lindos padries, a ?i00 c 5)00
i-.; ca.....le cores muilo lina- o litas, coin bar-
ra, a 30 is. a vara ; ditas muilo superiores, de
core) cura e claras, costo ceorez, a .'>00 e 1100
rs. avara; pannos prelo c decore-, raseiniras de
i ores e pelas, diales e mantas de seda, os mtis
lindos em gosto qucaqui lem viudo.
Veiidein-sc superiores canarios escollados, de
58000 ra. para cima, o Juntamente eosisoa, minio
superiores : na travesa da rua do Vicario n. II.
Vcndciii-se 3 casiiihas. na roa Imperial, piu-
lo ao cbafariz n. W C48: a tratar na me-ma rua
com Amaro Jo-e do- l'ri/eies.
POTASSA RRASILEIRA. (j$
fil Superiores chapeos de Italia ,'-
;&) francezes, do melhor gosto possi- {'
vcl ; ditOS do Chili, muilo UnOS,
para lionieiis esenhoras; ditos'de
castor brancose pretos, de supe-
rior qualidade: ditos de seda
francezes, de formas bonitas e
superior qualidade; ditos delta-
lia linos ede feltro com lindosen-
eiies. o dn melhor gostbpossivel,
ludo por preco rominodo : na
praca da Independencia loja e fa-
brica de chapeos de Jonmiim de
'$) Oliveira Haia, ns. i': a ."(I
,,$4^\av^v^e:*i'V Vende-se superior potassa. la- l, \ Vcnde"-e o silio denominado Ifljura. na fre-
.',.'. W I guevia de l.aranceiras, comarcado Na/areth da
bl'icada no Rio de Janeiro, che-
& gada reeenleineiilc, recomtiien- v*
J ta-s aos senhores de ciigenho i is ^
*g leus bons elfeitos ja' evperimen- ^
tados: na rua da Cruz n.20,ar-
#> ina/.em de L. Leconte Feon i v?
>$i Companhia. v9
Vende-se um cavado, rodado, hom esquipa-
dnr e andador balso, novo, multo manso : no caes
do llamos n. I:.
Vende-so nina escrava crioula, de idade de IK
anuos, cozinheira, COCO principio de enconunado, e
costura : na loja n. Ii7 da rua do Queimado.
Vende-se por necessidade urna escrava de :KI a
:r>anuos,rrioula robusta, de muilo bom cervico, sem
vicios, peto diminuto preco de dKIrjOOO rs.: quem a
quizer comprar, dirija-sc a ruados l'ires n. t. onde
vollaparao Hospicio, que ah achara rom quem Ira-
lar.
Na rua das Laranseirasn. 11, no secundo an-
dar, ha para se vender alcuns escravos mocos e
bous, que servem para lodo e qualquer snico.
Chitas baratas.
Vendem-se chitas de cores litas, padroes clarse
escuros. a l0,110. IHO. ISO, iOO cilOrs. o eova-
do: na roa Nova, loja nova. n. 10.
Cortes de casemira a 5.000.
Vendem-se bonilas c modernas csemira france-
zas, a .">?)000 rs. o corle : ua rua Nova n. Iri.
Para a festa. a 3 e 4,000 ra.
Vendem-se palitos c sobrecasacas francezas, da
ultima moda, e muito liem feilos, a :tj> e IntKKl rs.;
a clles, que visla do preco c supenoridade da fa-
zenda, nincuem deitar de comprar : na rua Nova,
loja nova, n. 1l>.
Ricos chapeos para senhora-
Vendcm-e rico e tundios chapeos de blond para
senhora, muilo bemenfeilados, o da ultima moda
do l'ari-, ilespachados esla emana : na'rua Nova,
loja nova, n. 16.
Franjas para eoriinados,
eolti hellas brancas e de cores, a ."ifliOOO e ."iiViOO a
peca: na rua do Queimado, loja de miudezas,
n. 19.
P
.Malla, com duas mil e cen bracas de fundo e ses-
senla e cinco do leslada, a motor parle delle em
malla vircein, roolendo quinhentoa o lanos pi-s de
larangeiraa, que carrecam sdmiravelmanle, caju-
eiros. cuabirabas, cafc/eini-. golnbeiras, pialombei-
rasc odlas iiiuilas frueleiras: una etcellenle casa
de vivenda, una estribara para dez cavallos e uda
erando casa com lodos os necessarins para o fabrico
de farinha: e-le silio lorna-se o inellior que por all
lia em conreqiiencia de pasear pelo meio delle o afa-
mado rio de Sirici, correle de invern verio,
anude se fazeni crande- pe-carias, lano de peite
como de oainarao, e linaluienlc com mollas boas
pro|iorces para edificar um encenho do Sgua: a
Iralar no aterro da Boa-Villa, loja u. IH, e na malla
no encenho de .Morojo do Si. Manoel Joso de Oli-
veira Mello.
Na rua do Collegio. casa n. 21, se-
gundo andar, vende-se un cxcellenle es-
clavo, crioulo, bastante sadio e robusto,
proprio liara toddcipiahptcr servico, ou
para embarque, por serile boa.figura :
liala-se das i horas da manhiia as Ida
larde.
Na roa Mota n 2,
vendem-se chales de seda, para senhora. a OpOOOrs.,
lenco de seda para senhora, ai^wOr... dilos de
dita para dila, a IftOOOr.. ditos de coco para me-
ninas, a iOOrs., tuucas de linho para haptisailo, a
ISiOO, sapalinhos de casemira bordados para bapli-
sado, a IJirtO, camisas de em i para lioinein. a i8
res.
Moinhos de vento
-onibombaadereputo para recar hurlase baitas
deeapin. na fundirn de II. W. Bowman: na rua
do Brum ns. I, He 10.
Lencos de Cambraia de linho, linos,
a 400 re,
na rua do Crespo, loja da esquina, que volla para
a Cadeia.
Vende-se um violo de jacarando, muilo bom,
o por proejo commodo : na niaestroila do llo.,ii io,
loja de barbeiro .n. i.
Vehde-se um escravo. de 55 anno, do boa
conduela esem achaques: na'rua da Cadeia do He-
cife n. !, da 9 horas da mauhia, a- :l da tarde.
'
:::

FUNDICAO1 D' AURORA.
Na luiidieao d'Aurora acha-se constantemente mn
complet sorliinento de machinas de va|ior, laido
d'alla como de baila press.io de modellos os mais
approvados. Tambera se opromplam de encommen-
da de qualquer forma que se (aissan desojar rom a
maior presleza. Habis omcISOS sedo maudailos
para as iiasseulai, e o. faliricanhs como lem de
cos.....eallancam o perfcilotrabalho dolas, escres-
(Hinsiibilisan por qualquer deleito que poSM ncllas
apparecer durante a primeira salra. Muilas machi-
nas do vapor construidas neslo ostabebjcimenlo lem
e-lado em ennslaiile servico nesla provincia 10, li,
eab Hialino-, caponas lem eligido mui in-icnili-
canles rc|iaros, e alcumas al neuhiinsabsolulaiiien-
le, accresceiido que o consuiiiino do conbuslivel be
mui incoiisidcravel. I)s sc|inresdeenccuho. pois,
eoiilras (piaes(|uei pessoas que precisarein de ma-
cliiui-iuo -.lo ri--|ieilosameule eoiividados a visitar o
eslalieleciinenlo em Sanio Amaro:
:;.::-::-:u.---::-c--.-:-::--KS-::--r.'.>;V:rs::
( GANT01S PAILHETE $ CO.MI'A-
MIIA.
Continua-sca vender no deposllogeral da w
rua da Cruz n. 52, o i-tedenle o bom con- W
celulado rape arela prelada fabrica do Can-
lois P.iilbele i\ Companhia, da Babia, om 9
crandos ('pequeaspnrees, pelo proco c-labe- #
lecido. W
:::-::-:: K ; S S 6 i 9 f a
ANTItiUlDADB E SI I'EHIORIIIAE
ha
SALSA 1'AltKII.IIA DE BKISTOL
*obio
A SVI.SV PAIRIUU DE SAM)S.
Attencao'
A SALSA I'AUIIII.IIAIE BKLSTtlI. dala des-
de 1832, o lem conslanleiiienle mantillo a sua rr-
pulaciio sem neeossidado de recorrer a pomposos
anniiiicios, de (pie as preparacoes de mrito |H>dcm
dispensar-ee. < aoccesso do lir. BKISIOL lem
provocado infinitas Invejas, e, enlre oulraa, as do
Si-, A. I!. II. Sauds. do New-Yorlt, preparadores
e proprielarios da salsa pan ilha eonhcriil.i pelo li-
me do Sauds.
Esles senhores solicilaram a acencia de Salsa par-
rilha de Brislnl. cruino niln o podessein nbler. fa-
lo iearam nma imilm io i\c llrislol.
Kis-aqui a caria que os Srs. A. K. I). Sands os-
en vernni ao Dr. Bi islol no lia 90 de abril de ISii,
c que se arba em no-so poder:
Sr. Dr. C. C. llrislol.
Bfalo. &C.
u-i. apreriavel seiihor.
Em lodo o auno pajosdo Ionios vendido oitanli-
ilndc. coii-ideravcis do cvlraclo do Salsa parrilha de
\'nie.. o pelo que ouvinios di/.er de SUSO virtudes
rajadles que a lem usado, Julgamos que a vendada
dila medicina seaucmenlara muilissimo. Se Vine,
quizer fazer um concerno eomuosro, eremos que
nos resallarla umita vanlagem, tanto a nos ionio a
Vine. Temos muilo prazer que Vine, nos responda
sobre osle as-umplo, o se Vine, v ier a osla ciilnde
daqiii a mu me/, ou colisa .scinclhaiile. terinnios
muilo pra/er em o verem uossa botica, rua de Pol-
ln, ii.TII.
Ficam a- ordensile Vine, seus securos servidores.
\--icnados A. K. II. S.iNOS.
CONCLUSAO'.
I. -A aiilicuidade da salsa parrilha de Brislnl he
rlarainenle provada, poisque ella dala desde IStli,
eque a de Sands so appareceu em I81i, |Hica na
qii.il esle drucuisla uo |niile obler a acencia do Ilr.
Brialol.
i.c A tuperioridade da salsa parrilha do llrislol
he itironteslavol: pnis que nao olislaule a concur-
rencia da de Sauds, e de urna porco deoulio- pre-
paracoes, ella lem nianlidoa sua ropiitaeo em qua-
si toda a America.
As numerosas et|ieriencias feilas com o uso da
salsa parrilha em tudas as eofermidadea oricinadas
pela impureza dosanoue. eo bom etilo oblido nes-
la orla |ielo lllm. Sr. Ilr. Sioaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Ilr. Aiilunio Jos Peitolo em suacliiiica, e em sua
afamada casa de saudo na Gamboa, pelo lllm. Sr.
Ilr. -.alumino de Oliveira, medico do exercilo, e
pnr vario- uniros mdicos, permillem boje de pro-
clamar allmenlo as virtudes ellicazes da salsa par-
rilha de Bi islol vende-se a 5000 o vidro.
O dciwsito desla salsa mudou-sc |ra a botica
franceza da rua da Cruz, em frenle ao chafari/.
Vende-se o encenhn Bnllianlc, silo na fregu-
zia de Scrinhaeni, do niuilu lua produrcao, etcel-
lenles mallas, inuenlc e correnle, e muilo perlo do
embarque : a tratar na mesma freguezia com o seu
proprieiario, no engenho Telha, ou nesla praca,
na do Vic.uin 11.90, primeiro andar. ,
Vende-so un deposito de malerlaes da rua da Ca-
deia de S. Antonio, n. 17, pelos baralissimos precos
abaito declarado, de 100 peca para cima.
Telha, milheiro..........losOIIO
Tijollos de alvenaria batida, milheiro .'UlgOOO
Hilos de ladrilho.dilo.......itMOOO
Dilos da lapamenln lanzo, dilo .... lflOOO
Dilos de tapameolo eslreilo, dilo. 109000
Hilos de alvenaria groa, dilo.....20QOOO
Cal branca, alqneirc........IS600
Dila prela conforine o pretil (|ue esliver na sema-
na, assim romo por baratos precos, cemento, barro,
oca aiuarella. ruxo Ierra, arca lina, dila grossa, li-
iollos para fogao, ditos para Ionio, telha de pona,
mintilos ele. etc.
C. STARRAC.
rcsptlosamenle annunciam que no seu extenso e~
labelecimeiilo em Sanio Amaro, continua a fabrirar
com a maior perfoicao,. promplido,loda aqualidaile
de machinisnio para o uso da agricultura, navega-
cao e manufactura, e que para maior commodo de
seus numerosos freguezes e do publico em geral, tem
ahcrlo cm um dos grande armazens do Sr. Heaqoi-
la na rua do Brum, alraz do arsenal de marinlia.
um
DEPOSITO DE MACI1INAS
construidas mi dilo seu eslabolcrimcnln.
illi aeharao os compradores um complcio sorli-
menlo de mueiidas de canna, com lodos os mcllio-
ramento (alguna debe novos eoriginaes) de que a
experiencia de innilos auno lem mostrado a nece-
sidade. Machinas de vapor de baixae alia pressao,
laixas de lodo lamauho, lauto balidas como fundidas,
carros de mao e ditos para conduzir fdrma de as,u-
ear, machinas para moer mandioca, prensas para di-
lo, fomos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvada eonslriicco, fundos pata
alambiques, rrivos e porla para fornaUas, e un.
iiilinidadc de obras de ferro, que seria enfadoiilm
enumerar. o mesmo .deposito existe urna pessoa
iiilelligcule e habililaila para receber lodasasen-
conimeiida, ele, ele, que os aiinunciaules contan-
do coma capacidade de uaaoniciua e marhinisiiKi,
e pericia de seus olllciaes, se compromellem a Taier
executar, com a maior presteza, perfeitao, o etacta
cuuformidade com os modelos ou desenhos, einslrur-
coes que llie forem fornecidas-
HOENDAS SUPERIORES.
Na fundicSio le C. Starr A Companhia
em Santo Amaro, arha-se para vender
moendas de caimas todas de trro, detim
modello eCOnStrUCCSO muito sii|ieroivs.
Vendem-se, por proco commodo, chapeos de
palh.i do chile, cm iHir^o ; dilos de fellro, f.ibrira-
dos no Rio de Janeiro, tambein em porco ; dioV
renles miudezas, chegada de llanihurgo rcenle-
inenle ; rosarios de missanga, lano braocos, como
do mais cores ; linha de roriz, e cotilas domadas:
no escriplorio de Novaes i$ Companhia, na rua do
Trapiche n. III. primeiro andar.
\ cile-e sal do Ass muilo grosso c pallia de
carnauba, a bordo do brigao l'ai/uele at Perntm-
buco : a Iralar a bordo. Tundeado na volla do Korte
do Mallos, ou no escriplorio de Manoel (nnralve.
da Silva,
Vcndc-se agua das Caldas da Rainha. o me-
lhor conforto que lia para fortificar o estamos, e
para o rheumalismn, e nutra mais moleslias: ni
botica de Iguacio Jos do Coulo, na Boa Visla.
ESCRAVOS FGIDOS.
Ainda contina aeslar fgido desde agoslode
Is'il o preto Francisco, de idide anuos, tem ni
pu esquerda a marca C : quem o oppreliender, leve
no pateo do Hospital n. Iti, que recebera decratili-
cacto Mi-isi.
Desapparcceu no dia i de noveinbro a pela
donme Calharina, de narSo, que represeniii
anuos, pouro mais ou menos, altura eeorporra-
lar. cor quasi fula, olhos |-equoos e bocea grande i
levou vestido de chita rxa ja usado, saia de lila pre^
la um lano comprida, he de suppor quo mude *
roupa ; esla escrava he bem ronliecida e emula e-
lar orculla em calogio, e porisso se avisa a quema
livor occulladu c nuder loso parle a policia. ou a
seo seobor, na rua larga do Rosario n. il, se pro-
lesla usar rom lodo o rigor da lei. assim como se
gratificara bem a quem delta der noliria. certa, ou
aapprehender.
' Ainda conmina a estar fgido o prelo que em
II deselembro prximo pastado, loi do Monleiio,
a um mandado no engenho Verleiilc.arninpaiiliando
unas vareas, de.mando do Sr. Jos Bernardina
Pereira de Brilo, quo o alucn para o mesuin liui, o
escravo be de nomo Manoel, crioulo, baixo, grosso,
e meio con linda, com a barriga grande, lem um -i-
cual crande de ferida na perna direila, cor prela.
nadegar empinadas para fra.pouca barha.lem o le-
reirodedo da milo direila encnlhido, c falla-llie "
quarlo, levou vestido calca azul de zuarte, camisa
de alendan liso americano branen, porm levou nu-
tras roupa mais fina, bem romo, um chapeo prelo
de seda novo, e, usa enture de curreia na nula :
quem opeaar leve-o na Capunga, silio de Komo
Anlonio da S'lva Atraillara, ou nesla prara. no
largo do l'elourinho, armazem de aurar ns. e i
de Komilo l Companhia, que er recoin|ienado.
-No dia I do clrrcnle desappareceu um prelo de
nomo Anlonio que foi oulr'ora escravo do lioado
Mariel, depositario geral, o qual tem os sismes se-
gunde: baixo. cheio do corpo, olhos avermelhadns.
falla baixa e descancad. pina mal por lercraios I
no p, com tima coroa na calieca, proveniente de I
ter andado a vender |o, auem o pesar leve a rua I
tas Cruzes, n. 18, primeiro andar, ou na toja do I
mesmo que ser recompensado.
Attencao'.
Ainda contina andar fgida desde o dia li d'' I
iinvembro. a muala de nonic Bernardina, que re- I
prsenla Ier de :I5 a 10 anuos de idade, conns*' I
naesseguinles: cor alva avermelhada, roslo cen- I
prido, naris grande, olhos um lano peqlieuu', |
bellos crespo, lem baslanles manchas de panno I*- a
lo corpo, braco e costas, allura regular, um lano
chela do corpo, e lem as mao (remulls quaodo pena I
em qualquer cusa ; levou vestido branen, rliaw
de quadros enrornadoscroxo,sapalodecoiiro. um
panno de laa encarnado e hranco, e mais alsiima
roupa ; a dila escrava helllha de Uoianna.ela tem
alguns prenles, e j.i por 3vezes e lem visto andar
pnr la, e em Cruangy aonde tambera lera prenle!, u
porlanlo, roga-se a auloridades puliciacs. i-apiu*1
de campo, ou qualquer |iesoa do povo, de *PP5" I
iiende-la e leva-la Camboa do Carmo n. ''* I"1' I
meiro andar, ou i rua da Cadci de Sanio AnaJ" I
n. 2., primeiro andar, que so dar muito Na sr' i
lila ar o. .. I
Desappareccram nafunditod'Aurura.inn' I
de 19 de agoslo, os prelos Miguel, Angola, WaSMj
anno pouco maiou menos, estatura regular,
co do ror|K). roslo marcado de betigas; Manoel. <*
un. idade :iii anno, baixo, un lano cheio do corp,
levou ca^a de riacado d'algodio, camisa de mda|-
Uo, bonete, chapeo de sol, ambo rallara desean".*- |
ilo. e nao leem barba. Suppoe--e lerem "", I
/ni..-: roga-se a quera o apprehender ou deues i
ver noliria de dirigir-e a mesma fuudirao que sei .
qem recompeosado. I
Vor.,1 -T. 4. M,r. 4. Tuto. -1


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