Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02264


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Full Text
ANNO XXIX
SABBADO 5
DIARIO DE
r= =
DE NOVEMBRO DE 1853.
M. 250.
PERMMBUCO.
PBIfO DA CUBSOaUVC/AO'.
Subscreve-M a 159000 poranno, e 4SO00 por
I u.irla-l pane adianlado, e48500 por qiiailil pego
M'nriiln. na casa donen proprielario, 1.1/. Fit/ueira
de Paria, na praca da I iiilopeiidenrin.iiis. 6 e 8, c no
" 6 0
Hio de J. casa do Sr. Jo
l'll'll.l Martius.
Bl Jlacei oku Jii.upiiiii Bernardo Meiidoni.a.
l'araliiba u o a Juso Kodriguesda Costa.
Natal ooo ju.ci|iniii Ignacio Psteira,
vi .n-;ii \ o o Antonio de l.emosBrasa,
toara' tiuilbernie Augusto de Miranda
Maranlia o o o Joa(|uim Marques .Rodrigues.
Para' u Justino Joso Kamos.
CAMBIOS DI 4 D> NOVIMBBO.
Sobre landres 7 /' 60 d.
Pars, 345
tt Lisboa, 95 por rento.
MZTAES.
Ouro. Oncas liesnanhnlai.. 289500 a 2940011
Mocdoscle6100>elbas......tojOOO
.. de 6100 novas......I69OOO
o de 18000......... sooo
Prata. Palai'.es lirasileiros........ 1&930
Pesos columiiarius........ 1O930
a mollenos......... 19800
Acjoes do Hanro.'........ 10 %
Dcscuulu deLeltras....... '''II
NOTICIAS ESTBAMOEIKAS.
Portugal . 15 de Uul
Uespanlia . 8 de
1 1 .Mil .1 . 7 de
Ilelsica. . . 3 de
Italia. . 3 de a
Alemanlia * de
l'i u-ia . 6 de
lima marca 16 de
Turqua . Mi de Sel
Itussia. . 29 de i)
Auslria .
Inglaterra
Suissa .
Suecin. .
E. Unidos.
Mxico. .
3 de Oul.
9 de
2 de
30 de Sclb
31 de
8 de
California. 18 de Agos
Cliili 27 de
Buenos-A 37 de Selb
Montevideo 1 de Oul.
NOTICIAS DO IMPEBIO
l'ara' 15 de Onlli
Maranbao 19 de
(jara'. 14 de a
l'nrahiba 22 de
Alagas 2 de Novb.
S. P. do Sul 22 de Selb
S. Paulo 30 de Oul.
Minas. ... 14 de o
K de Janeiro 35 de a
Babia .... 31 de a
PABTIDA8DOS COBBXIOS.
Olinda. lodososdias.
Vicloria, as quintas feiras.
Caruar. Boniloe (iaranbuns, nos dias 1 e!5.
Villa Bella, Boa-Vista, E\ eOrirun.a 13e28.
lioianna e Parabiba, segundase sellas.
Vil.i!. quintasfeiras.
das da semana.
II Scguiula. S. Oiiiuli-
nu.
I Terca. 839 Fesla de
lodos os Sanios.
3 Quarlu. Ixiiiiincnio-
rat.ode lodos os de f.
3 Quiuta.S. Malaquias
b. '
4 Sexta. S. Carlos Bo-
iiinieo are. card.
5 Saliliado. Ss. Zat-a-
riasu l-.ili ].
( Domingo. S. Severo.
audiencias.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
felaeao'
Ierras csabbados.
Fazcnda
tercas esctlasas lOboras.
JMto de Orphaos
segundase 5. as 10 lloras.
I'rimeira cara do cive
trra-, e (i. ao meio-dia.
Seijnnda cara do cicet.
quarlas e sab. ao roeio-d.
fe
_____PARTE OFFICIAL _
MINISTERIO SA FAZENDA.
Expedale de da 7 de onnbro de 1853.
Ao inspector da allandrga, que lendo-se verilica-
du que Drcyfus Ain & C.'opporliiiiaiiienle reque-
rcrain prorogaro do pra/odo veiirimcnlo das letras
i.' i.v\|. .n.M_,h. o-. 93 c lili por cites aceitas, pon
que, veiiccndo-se ellas en 25 e 37 de nulo do cur-
enle anuo, be asna pe can ilutada de 33 do mes-
ino mez, sendo que por mera inailverleiiri.i nao foi
incluido o defcriineiilo da prelcncilo dos supplir.n-
lea na portara do I. de junho ultimo, manda-se
que se aceilem os documentos que agora apresen-
tam para annullacJo das dllas letras, sein embargo
de estar vencido o pra/o dellaa.
Ao administrador da reeehedoria, que, beni
que n;to fosse o agente fiscal do Pedregullo* o i-oni-
pelcnle para ilecidir da procedencia da appreliensAu
das ipiilro pipas de iicuardculc, de que Irala em
-.- u olliriu de 13 do me/, pasudo, esina o momo Sr.
administrado! ; leslavla oslando veriDeada a iu-i
Indo laclo emquesIJo ab\pollieso do arl. 39 do re-
gulamenlo de 13 de nubil ile 1845, resolveu o Iri-
litui.il, que se fi/esseni ellelivas no dono uu admi-
nistrador du ensenlio de que sahtram aa pipas a
multa apenas do arl. 3li. ii que se ratera o rilado
arl. 3!'. M'in que poiciii deva ser responsabilitado
niiiesmo dono ou administrador pelo imposto so-
bre u genero, porque ims penal de contrabando rm
qu iiiiorreu o mirador doreculaiiienlu, eaui in-
cluida perda dos objcrlus aubtrahido) au Imposto,
mi o sen valor ; e ni liquidado do nppreliensau
dever-ae-ha dednsir do raeoMlivo producto a ojuo-
i.i ruiresponilenle aos dtreiloldevidos, como deter-
mina o art. 3Ss do regulamenlo de 11 dejuulio de
ls:H. que rege a muleria.
da II '
A' Ibesnuraria da Babia, conforme o aviso la
juslica de 30 dn mu/ passado. maiida-e
niii-clheiro Francisco (ioncalves Marlin
os ilocumenlos que remelle, iinporlain as despejas
por elle feilas, quando conunaiidanle do destaca-
mento do Allinlio, rom a rouduccAo de sua baga-
ern, aliiuucl durasa que servio de quarlcl do mes-
mu dcslarameuln, e rornecimenlo de lo/.es para o
mencionado quailel. l'srlicipoii-se ao marecbal
commandanle das armas.
Hilo Ao inesmo, lommunicamln que, avista
de su,i iulorioar.lu, lam;nu no requeriiuenlu em
que AnBela Mana da Cum-ciro, Joaquim Theolo-
oio l'erreira das Cbauas, e l.aureai Jarinlliode
Ciirvalbo pedein liccnca para vender a casa lerrea
n. 50 sita oa ra i\o Pilar, em l-'ora de Portas, o
despacito seguiule.Sim, pagos os direilos naco-
inlerpellacao, e proseguirei na wirrarao do drama.
O promotor acaba de ser pronunciado, ea dcci-
s.lo do processo pende do Jull de direllu, que se in-
eurabira do lahleaii.
Agora avcnluraremos .il ni".'- palavrassobre es-
le aronlecimenlo : ser un peccado conlra a mo-
deslia exliibii aqui incii juio critico ; mas en que
eslimo os fon de bisloruulor, enoqueio qu<
lenbaiii
dos. n
loaophkai.
lomamos
ma d
licen
imples npoailor dos hKlM desearna-
;i para juntar iiiinbasrelleves pbi-
de
de
IV
partido
proeMM
hilo Ao nMnno dovolvendo < rtq
i iiuc j(i>c M.iii.i doAlbuquerojue Mira
: llie iiiiuitlp |iiir (idilo U-rn'i
iilu na na Imperial, entren i
r;. a Cabane.
los de Ollvelra,
le riiiilbrniiil.idu i
|. hiforinadki, quo i
hilo \u mew
do OB rcqui'tiint'iil'
promovdm Anlonl
Icrrenu
din de
eupado i>
que pr
reoar
el' I" '"l>'....."!'
, luleirando o de lia'
in mu- os alfi'l.-- "11
Carlos leneira el
bono Pasaos peiliam pernjbiaao para del
riiiienli
ilo pede
ino de ill i-
ipie v ai pn-
ir Allloiiiu
a respaile
-e refere .i
I por S. S.
,\ ei defer-
I mmenle
nio Li-
le seos
Id.i
de I."
bro
do
neola pi
rs., senil.
\!ll
i .lii me
i- anu
ida du
1,-1
un.-
veieiiopr
dar abonar semelb
los iliiii. alferes,
il.ii.iijnes lias una
del les.Coiiiiuiiuii
le das anuas.
HitoAo meso
a do priin
a.'II de ni.do
priiueiio .le
nina proal
un a contar le de/em
de I85J. .
l .-i du
doun
"le. |.....1,1
laiendu-se
pie se Icm
IUI--C SO ni
le rae/ al
a u le
mulo
gun-
liui de fe-
hi a man-
os |.....-ui.lilil es
-mvenienti's de-
pas-ar a i-a.la mu
hal commaniliiu-
li.iruador da relacAo da proviuri;
rulo e for vencendii do ordenad,
mular do da SS do referido mes
i-iiiu|ireliroiliilo na reura geni
aviso do
ino ministerio,
pimple em ratlo de se acli
prndenle da provincia,
iiiiiii.iiii c aecrelariu de oala
pi-riu, au pode entrar em everricio ti
- di. 15 -
V dasAlasoas, ido aa di
lo por Jlo llar
l,o nacional Ai
Crui liuimaiics,
aloria da do i
que impozer Boa recorreuli
|j., e ll'i do regolamenl
isgar ao
desem-
o que livi-i m-ii-
lesle enipreuo, a
du eocerramenlo
io e-lando elle
slabelccida pelo
lel3de.inllioile 1840,
r even-elldo o circo de
siu-ees-iv.Hlenle u de
ii dos negocios do im-
ilila lelai-jo.
ii. devolviendo o requerimento
lato da Silveira Sonto, alira de
upplicallte n lilUlO, que l'O-
irinlia cora .10 palmos de
Udo
  • mpia que delle fe/ a l/i-
    lo reo, fundados em defe/a
    ; nao a reprodujimos aqui
    porque lulo be nuwa inlenrlo attestorar o ir.aiiis-
    iradode qiiem depende a deeiso .lo negocio. He
    sabido que o llr. Olegario, alliei" a i-onimo.oes po-
    li ticas, leui honrado a cadeira do ministerio publi-
    co, senil.. apuntado ionio un do. promotores
    que no cumprnnenlo de sena deveres lem risaliss-
    do eom o ei-pnimalor desla comarca, De Saviio
    Lobato ; iifiose llie podo imputar iiiui Ignorancia
    de seos deveres iieui na IV- em aeu procediimolo :
    toda a suppo-iii" em sen desfavor be graluila.
    Asuardamoa anual decala, que, Inleresaudoa
    upinSo publica, merece publicidade.
    A i-api.il contina a gota .le Iranqoillidad,
    de lodos os pontos da provincia fnlaanins di/.er
    precedente, que a opposi-
    arranca ao presidente da
    i reserva que se lioli.l illl-
    Iriotica, que nein |Hir issodeiiou
    da, pois di/era os entendidos que este Dr. funda-
    do na recusa de scus callanas, animalmente olTere-
    ce esla medida para desencargo de conscicncia.
    Era ordcni do dia se ada a diseusslo de un beni
    delineado arligo, inserto un Ypirmga, provocando
    aaclividade dos capitalistas da provincia para a
    fundac.lo de nina sociedade cummercial em grande
    escala. Scu lim be a imporlacilo dircla de luerta-
    donas do diferentes praeaa da Buropa, para que
    esta capital abastera os mercados desla provincia,
    parle dos da provincia declinas c inesmo Cova/e
    Cuiab.
    Ciinxeui que os nimos se dispi
    i.-Menle para una empresa desla
    lo silo intaleolaveis is vanlaeen,
    llianle medida olferecea aos SSM
    larmelile aos consumidores, que
    iidiam convenien-
    orden ; porquao-
    ;, ipie lima seine-
    cladOS, eparlicil-
    eiicimlr.irai
    niesini
    rio
    pillo
    I- raiici
    rjoarai
    II
    lasAlag
    InlerpM
    do pata
    ifo da
    011 fm
    i pro*
    ila
    Api
    iiiimiIm .m ro-
    do Arnujo, ca-
    irfe, < CiMlodio
    dpciao da llio-
    iclor da airando-
    muli.1 doa arl*.
    \c> dejonhode
    INM. por seren cUrai e lerininanloi o. bem coohe-
    tiri.is iiti- eapUfleu HueiobarcacOw c do publico, os
    dlipoaffOM cllailnn : un obilaiido i que so I.k;i o-'
    loclva uoecBo panal ; clreanulanela de lerem os-1
    rravosos hiIMiIiium appreliendiiliH a bordo sein li- j
    renta do Inspector -la alfandena, nio t6 nelasra-
    /ks dedaaldaa pelo procurador lUcal da lliaaoura-
    id. como |>or<|uc o BoBrodlIo reRUlaroeulo nfioex-
    cfpluamlo oh iralmlliailores on operarios ueceaurloi
    -i bunio para ronce, los dn oinlinrriir.i'r ou I-iielirin
    da carca, compirhcii.lo a eapecfe Rujclla, "' aa al-
    luifle a que no Brasil laca claaMH so eonipooni em
    geral da oacravoe.
    A' lo Blaraohlo. lom.md.t u Irbonal do ilio-
    de Raymuudci
    que manda pa
    do, fie mil lerreno de n
    litiili ii.i ra liuporial d
    M aclia da |HHa por e
    dru Marques to Coloma.
    Dito Ao director dea obi
    d-oaaluiiarasri.im.is mil,,.
    eiwH.....adarcuimirin
    tSe foini le do orean
    comprar nina jangadn
    podando nlimlislo hu
    refiados de laea Ira baln
    piesl.nnlii t'-los COllas II
    me. iudicou. (j>iniiiii
    vinclal.
    HiloAojui/do direito dn comarca de Flor*
    remoliendo copia do mu ofllrio dodirectoi per
    llssa ua mlnl
    i\;i a armar
    provincia, aliandoiiaud
    posto ; jiiLo-ini' iulorilo a
    hostilidades. A Ibmrn acal
    despedir sena ralos contra a |i
    so publicando h chapa du dep
    i'anis.ni.i polo parliiio saquar
    lorvoiicnpresidencial na sua i
    osle peridico he oryaui lelil
    so he competente para lomar .
    lar O goveroo provincial em ii
    cre (po lumperaiiia-
    li da declarar que va
    residencial e justifica
    liados provinciaea or
    ama, asseverando lu
    ronrocc.io. tinOTOM
    uno do partido tuzia
    i iniciativa do dohel-
    do partido iulei
    auto ao
    otilo vr
    para a
    untar ao
    i lili
    publicaSf autorfsan-
    icas que rorem pre-
    llspoalo uos rticos
    uto, e l)otii a-siin a
    explorarlo dos ros,
    sanReiilieiros cucar-
    a quantla de 1009,
    !o mi", con .>i.....S.
    ca iheaounirfa pro-
    lavia a aludido (ranea o impareial que
    temos imposto manda que arrisquemos algamas ide-
    as em oppnsieao ao artigo a qno nos referimos.
    Em primeiro lunar rouliManios a iiilervciic.lo di-
    recta da prasidencia na eonfaecjlo da chapa ; por-
    t|ii,.......M'in la/ornniMorlo ao palacio, MMmosqiie
    o poverno osla na lirme resDlucjlo de garantir plena
    liberdade eleitoral ; ao menos osaeus aetos aasim o
    K'Ao pode pois carregar com um acto cu-
    be iiiiicamenle um eorpo culminante do
    li'fjrAo de suas necesidades sein grande \e\amo de
    suas l'orliiuas.
    < s risco* desia gigantesca empresa., enibora atul-
    lem no calculo dos iieuocianles, n;to doveui por laso
    fa/.er recuar os luiid,nloresda assnciacjo; os I uno-,
    o hom xito da idea lie nfalliud, coniurrencia
    dos consumidores, que nascer do todos os pontos
    da provincia., sin coilaldeMcdea multo allenuivels,
    a que devem Influir os eapilalialaa para realba-
    i-io de-la ideo ; UBO lalhar.i a concurrencia de lodo
    o interior da provincia, porque os negociantes das
    diOereoleS localidades se .lehaiu na ailmdidjde
    ile inconvenientes,
    raudo militares de
    lo ao mer-
    mliaracos.
    diente na
    le Santos
    he mais,
    dos nego-
    lem pro-
    as ,\a pro-
    da discus-
    iiriimliru
    velam
    jo uRenli
    partido.
    ludios desla pru\inc
    o lio Eusebia leiicira
    ,, paiaqu,
    cu da pri
    i mande pr.
    do recuisi
    i|i:
    a de Jos
    ro das lole-
    oInspector
    m dos pa-
    las li-
    de i:l
    o im-
    imeili
    auial;
    ni.i conlieeiincii
    Aulonio da Silva Gnimaries, Hu
    ras da provinciB, sobre que Informou o i
    em ulliriu de IK de jiillm ; M'rilicandu--c
    peis re-peclivus, que inenus lieui enlem
    iiliimi siilu asordeus do tlie-ouru n. 11 e :
    de abril relativas quc-l.i.. -u-.-ilail.i BObn
    posto de oilo por ceoloe sello das loteras
    das ao convenio de Santo Antonio dessa
    residveii o seuoinle : primeiro. que acerca do in
    posto de oilo por rento, de que lial.uaui as mencio-
    nadas urdiiis, m he respnnsave o recrranle pelo
    daseaunda loleria, caliendo ao convenio deSiinli.
    Antonio na pesaos do scu syndieo s responssbilida-
    de : semindo, que pacu, cuino fui, o aceito pela
    llu-ouiaria sein ulijercfm sliuma, aillda que por
    abusita da lohjrtncl.....sello simples dos 8,000 bl-
    llieles das duas loleria- antes da exliacclo ilellas.
    em ve/, de ser antes da evposir'io a venda, nuiut de-
    Icimina o reitulamento : e verificada a Inliraecj
    no raso de ealar as eircuinatancias
    dudo lecrill.-imelitii.
    Hit.i Ao rirurgiao-mi de bri
    .lu- lu-pitaes luilil.iies. discildo q
    rioofficioque remelle do Inspeclor
    de faxends, flrsrii Sme. cerln dequ.
    do- par.i n roailjin.iiem. na iiispen..
    hnspilal militar desla provincia, o p
    liuarin da ronladoria d'aquella I
    llia/.ilino da Silva,
    miles.
    Hito Ao dir
    mandar entregar a
    tal desla ridad
    incdiraiiieulos
    uiilliii-iiu-se SO
    liospilal.
    Hito Ao i
    para que, a visla do c
    pagar ao arremalsnl
    l'.io d'Allio. a nnpoii
    lem direito. poi
    ;i.ii.
    lilie.i
    leudo em vi.-
    o que -"IIre i
    ii em liberdade
    le ser ili-|.....s.i-
    I-, 11
    '........
    nippc
    nulo 11
    segundo, din......s que era caso neiilmm una
    siuia adepta.la pelo partido contrario,e que,
    ido iiii-mo nudioncla presidencial, lie Irlvo-
    ulivo da guerra que se acaba de declarar, lie
    io pretexto para declamar contra > invern,
    ni le- prosuralvel que a Honra espcrasssjda
    residencial urna collecclo de nomes/n>:iai
    feilosa iulinioaile
    cada da cuite, aun
    snlirecarrcuadus de fieles, dirallos deevpi
    .ili.iiiMi-ua deSsnlos, Iraiispiiile oneroso i
    ii capital lugares loniinquos, e, oque
    sujeilus ao rM'o inalitimo e ilU|iosires
    cinnles da corle, vevae.u- e eviucui iasqo
    dolido desguato geral em diflerenlea pra<
    viui-ia. Ada-e o projecln lia influencia
    alo; se for saneeiouado, e nio aoflrar mu
    de adiameuto, oprogreaso da provincia seta pro-
    digioso.
    Mo quero que os sena leilorea .lee rae demo
    epilheto de manante, por ineller-nie em quesUes
    que niere.-eni o bico de oulra penna, e para conten-
    tar as partes Iralarei de milicias de oulra orden).
    Ns ordem das di-lracccs que se COIlla boje era
    San-Panlo lemoa os espectculos ollereeidoa pela
    companhia publica, de que lie director Joaquim Ju-
    i si- de Atacoilo. lista assuciacao lem mostrado e-me-
    ! ni e aiqtliriican para agradar o publico; mas aonle-
    | se urna Talla milito sensivel de um aegnndo aclor pa-
    \ ra so snearregardas parlesprincipaes rom o arlnla
    lleiiiique, que fa/ os papis de protolionisla. Culls-
    l.t-nie que odirei'lor fui a essa corte contratar per-
    No 1.- de marro de IH.:i foram apreenlados es-
    ses trabadlos ao averno. No rclalorio do Sr. es-mi-
    tro da fazemla nssemlda yeral, alauns trechos ha
    que aelles *e referem.
    Vor eccasiao da discussao do projeclo de lei do or-
    ,; iiiieiii.i na cmara dos depuladus, o Sr. Hodriaurs
    iones, cuno ministro da menos, falln desses tra-
    badlos e os qoalilirou de iatsjoi-iiniliniimn, acres-
    cenlandoqoe revelavam o talento e esludos do re-
    lator e i-ie-i Si'uuenlca K de selembiu he que se dislribiiiram
    as cmaras alguna evcmplares dessa obra. Consta
    que isalfandeyas furam remedidos oulros, mas be
    raro o lieuociaule que posatte uu conhece esse Iraha-
    Iho, que se prucuracum erapenhosem que seja fcil
    oblc-lo.
    Nesle cst,:do de cousas juluamos faer aluun ser-
    vico ao puhlici dando urna idc.i siu-einla (Ui que el-
    le lie, e piiblicaudu o que de mais urgente uecossi-
    dade us parecer.
    De tres vulumes rompoe-sa a ubra de que varaos
    tratar. Aililiriounu-se-lhe por parte de um inem-
    hro ,1o Irilmn.'il dn Ihesouro um nequenu folbelo de
    j.'i paginas, aob o titulo de Appendct. e lalves sl-
    -iini oulio fullii-lii alga a este Appcndice.
    II primeirn volurae sol. o lilolo i/e llrlalorio ta
    eotnotiMAoenewregatda rvrlsdotfd tarifa em n-
    nirin ik paginas, O segundo volutn. lera
    de fVsoofO de nain lari/a jiara da nlfan-
    'mperioo BragiLO lerceiro compoe-ea de.
    c///os tlalslieM sobre o commerra do
    l no* amias de INI
    ro-eroram impresas
    i o lerceiro na Ivp
    lira*
    ijm-, c
    I o titulo
    Voa.rf
    ! Oorum
    imperio di
    ii. .in,,-1in,
    - Sr. Paula Briba
    ' nal.
    Principiaren]
    Cetro, que rev
    por aerlrabalMi
    vemos malla ii
    %a 1849.
    s na ollirirai do
    juraphia uaciu-
    ZPBKKXBIDZS.
    Novembro 1 l.ua nova as ti horas, 18 minutos e
    .-llseiiidosda manlia.
    a 7 Quarlo crescente as 9 horas, II iui-
    uuliise .'l."i seKundosda larde.
    a lo l.ua cheia as i horas e 30minutse
    39 segundos da Urdo.
    tt -21 i.luari.i niinanaiile as H horas, l.i
    imnulos e 39 segundos da tarde.
    FBgaasaii di hoji-
    I'rimeira ns 7 horas c t minlos da mauhaa.
    Segunda ns horas o Giniuulos da larde.
    que a de I S3'.lIsl i, que fui de. 42.983:60:19
    a I ,-ii.i porem arompara^floentre os valores re-
    lativos aos tres seguinles ramos do commercio, no-
    la-se que
    P O consumo diminuio i,8 porcen-
    lo em ri'l.u.'.io ao de 183918ii,
    que lu de.........
    A esporlaclo nacional augraenlnu
    31,3 purcenlo em relacaua de 1839
    I8M, que foi de.
    A iei-v|ini i.ii'.iii auffinentou :)00 por
    cenlo em relacao a de 1839IKM,
    que foide. *.....
    ,i (I resudado da naveaacAo em 18151819 com-
    parada com a de 1839I8M, he o seguale :
    Termo medio.
    1839H 1815-19
    jt,110:987n
    *l,757:7llf
    1.*4'i:8!i:ts
    Aiiii'u.,.
    .N.u'ioiiaes.
    Estrangeiros
    318
    3,291
    3.I9
    Tolal. .
    Taneliiijein.
    Nscionaes. 58.819
    Eslranseiros. 92(i,252
    461
    4.495
    1,956
    1,288,625
    ni.iiin-.ri lllll
    37
    3
    39
    l'iilal
    37
    di,
    l'i
    ra piiivinci.'i. cuja mal
    liilns. he avessa s idt
    sienta
    ule lie.
    isqili
    e-juo.li
    .1 llnll
    ada, inspeclor I Onde Ora a boa f.- quosequer ipparentar T l'ur
    le pela leiluia I ventura estas hostilidades lian nasrram r.....a po-
    da the-iiuciria >e do aclusl presidente, porque a nppnsitlo espera-
    foram nomea- va que elle ollerlasse umn chapa medida de "lis
    dascuiii.i-ilo desejoal n procedimenlo .....ilrarlo ho qm
    nagens para completar a
    em-i.nlruu dilliriihlade ua
    que. nao leudo idea- evada
    soflrldo esta rida.le, rejcilai
    culo-, lie Infundado o jui
    faiahia respeilodeS.in-i'.u
    e-la parle nola-sc um progre
    is por dar una breve noticia do ler-
    la .i- nossaa relw-oen commerriaes,
    de grande Importancll e de queha-
    i-essidade.
    III.
    lioelhe di/.ia q.....is iiuinerns luriieeiam indicius
    us niais seuurosaquellos que querem saber de que
    inoilu o mundo vai, e se lia governado. Napolejo
    deflnia a ealalislica u budget dos coutt*
    'l'iuhamosai lile alguna Irabalhos de ealatisllea
    coramer.-ial. piildicados por ordem do Ihesouro:
    m.is e-es li.diallnis. oleui ,le luio p.i-saiem du anilil
    de 1813 a ISili, eram de tal arle organlssdo., que
    u.ui oflerecknnn racilidadeeosacdloquese reque-
    rrm em lies inaieii.i-.
    Po relalorio da referida
    !.''
    illieni
    rip
    (piarlo. Joaquim 1/idoroSi-
    ardo
    luili.
    anal d
    ilo lio.
    pie foram alli depi
    - guerra, para
    iptal regimen-
    n da ei'il..........
    liados.C.....-
    irurgllo-inr liwpeclor do referido
    piel
    .....plenle eerliUcadu, n
    I
    qm
    obras do scu n
    tordas obras)
    Hito Ao.
    elonal do Heclfe, devolvendo
    guardas nscionaes Lino Anu
    Icm-ia de S. Auna, pan
    lega o primeiro, e delira a
    lira.
    Hilo A cmara ininii
    fazer remover para oulru
    leca as uu-iii.is innimuiliil
    da llicsiuiraria pr.iviiici.il,
    mpeleulo eertilicadu, mande
    du I"..- lauco da estrada do
    ncia da primeila pii-slae.in a
    ha.or relio0 Ierra prtelas
    segundo paiiicipon n dlrao-
    Inlenuii-se a este.
    Js o te superior da guarda na-
    do bi
    que a
    egund
    pielillieilllls lilis
    i.iiv.i, e .Malina.
    Henil l ao que al-
    ftlr dejus-
    i un.
    se h.
    cito, e n.iu se averband.....
    cuju sello be pago segund
    ili
    -lo te
    .i.l..
    esiuido nesse acto a devida
    icio, nao uude teresia agora cabinienlo, v
    in os Ulules prodo/ido o -eu legal efl'eilo
    ii.ii. que sendo nslb.....urciros de loleriai
    rregados esclusiv.uiieiile de semelbnnte ai
    lilil..- desla qualidade,
    o plano approvadii da
    loleria, lornn-se dillicil. pela negligencie da llie-
    souraris, a veriOcscio du fado da iiifraccilo: ler-
    ceiro, que eonsequelilemeule justo lian he lamlu'iu
    respunsabilisar ao lliesuureiio recrranle na forma
    do arl. 87S7dn reiiiilameolo de lOdejolllo de
    1850, pois que ellectivameule pai-'oii o sello des I i-
    Iludes no lempo ciu que co-loinava .i llu-
    rerebe-ln ; devendn por issu ser idiviado d
    las que Ihe fuiam Imposlss, c de que recorre
    lo, liualiiieiiie, que eslandu pendente d
    da caraiba dos Srs. seuadures um artino
    luda
    que rontlr
    por I, r i
    II
    bl
    de.
    le (
    ciara Ao
    por, para i,
    d de-la eiil.i.le. psril
    Iquer lugar, queoHe-
    s. u piu tu docommer-
    - e barcacaade cal, visto nioebnvir
    no lugar emque nclualmente seacha,
    liuila a ponte pruvi-ini.ido
    i-se ao director das obras pu-
    iiiareai a iip|iaudida marcha do governo, o espirilo
    de rcrlidiVi que llonrat t Yp'mnga* aluda hoiilem
    rei-unhi'i-i.-im na aclual ailniiuis|raciu 1 .
    listas reflesoos alosuggeridaj pela minlia cuusri-
    encia. que n.io Iransige com a falsa fe, e me i8o in-
    leniaiidu mi vasto campo da poltica, donde fojo,
    porque nio alimentando prclenrOes de publicista,
    cuido de colloear-nie dentro do circulo de nulici-
    a.hu.-era provocar relate nos arralaos da oppo-
    sir.iu.
    llevo diter-lhe que alauns pratendentea a depo-
    lacilo provincial /inirnm em jejiim. como dia o pro-
    verbio : por consegninle a desordem nos campos de
    que,,- |
    le era incvilavel
    rogado -as imigo
    ipiaren
    re
    llversns nonios di
    ua>
    a venh.l
    ludeiilea
    s pontos
    -i,
    lie de v
    Ili er sen
    ogradoa i
    lirovincia,
    unas para
    apiadas
    Ipersr que a j
    /uro., por
    olllam illei-
    e be (trova-
    .....">t
    r all eim
    miuuuiri
    .el que emprcf]
    calilo na -iipplenea.
    O nrincipiu .le iii.h'i.....dencia dominou aorga-
    iiis.ie.iii ii,i ehapa : i. m forain conlempladoa os ma-
    ialrados eeiiipregados defazenda. Esta medida be
    hiconleslsvelmeiile vanlajosa para o novo, que quei
    ser representaili. pm aquelleslioinena que. cnllm-a-
    des em corla posico, posssin arroaiar auggoslocs dn
    governo, e curar dos verdsdeiros Inleressea asen
    | raro. trahalhaiido para sua provincia eoiun venia
    . deu.i- nuiuil.il,ii ios. Me, |uii-. dii,no de lou
    | enverno da provincia
    lida, plenles lio di(
    ule d
    r
    al)
    r.'i
    gar dos portoa di
    calves llanius, a
    amilia.
    I'ortaiia ti presiden
    vista o queinferninii o ii
    i-.uupanhia daa
    ir |iasagem pm-
    vapor que araba
    Antonia Klurisbe
    Ir elu
    Joio Silveira de Son/a i
    ili.ui.i
    mill-
    : quar-;
    -.lu i.i
    iddllivo
    liei.
    11,10 I
    de 4 d.
    pie oproprielarii
    S, pedio I.....ni--"
    i-i.iaile ."ill ilu/j.u
    iran corlados, e
    .li.iaao coronel
    le Drummotid.pnr
    liii.li.
    1 d:i prnvin
    i|ierlor da fai
    a. teuili
    ulu/ir pan
    acerca desle ubjeclo, ipprov.ulo na dos Srs. depu-
    ladus, dever-se-ha notar qiislqiier prncediineiitn
    ale" que a mencionada cmara resolva. (I que lu-
    do se cumplir, Orando por esla occasllo o inspec-
    lor advertido de que nao dio be licito, inesmo pa-
    ra contestar Imputarte, que jnlgue descomedidas,
    usar de recriminaeoes injuriosos, e servir-so de o-
    pres-oes menos convenientes einsua corresponden-
    i i.i ullicial.
    i.....Ivi
    qm
    ll......rodil
    pial
    eder seinellianli
    ilo proprielario
    u-ie iiaver-lhe i
    los direilos que Ihe e
    ieenea ; noT esla oreas
    le- l.ie.ie- que lenli.iiu
    nao cummettam abu
    din i.
    Jos Pedro \
    para mandar
    de pranchte
    u conseqiienr
    aspar de Uemnes Vasconre
    visoile-SilejuiilK.de ll
    ia de licei
    permis-.in. i
    presente dot
    .........I l.-ii.
    iimpeli
    GOVERNO DA PROVINCIA.
    Expediente do da 3 de novembro de 1853.
    ORicio Ao Eim. marecbal commaiidante das
    armas, recomotendsodo a aipedlcao de soasor-
    dens, para que seja examinado o estado de mude
    du aderes reformado da guarda nacional Antonio
    Ju- de Sou/.a Jnior, que so apre-enlar a S. Ex.'
    para -medanle lim.
    DilO Ao gerente 'do consulado de Franca len-
    la provincia. Teodo nucido as autoridades poli-
    ci.n s sobre o assinnplo do olllcio que V. S. me ili-
    ricio rndala de 19 do rae/ passado, conclu que
    pela noticia iirnbiim.i visila liira mandada r.i/.er a
    bordo da salera frnnceza U Cunte Haarr para on-
    de apenas se diflgira um empregado da capllania
    do porto sein carcter algum policial, a indagar se
    alli eslava o marinbeiro Edmundo de Kervoeguen,
    que volunlnriamenle se havia engajado para ser-
    vir no arsenal de mariulia. A' visla disto, esti-
    mando mullo nilu ler neressidade de por esla oces-
    sho reprovar qnalquer violencia ou descortesa da
    parle das autoridades locaes para rom os subditos
    de S. M. o Imperador dos r'ranre/.es. asseguro a \ .
    S.. que farel quinto estoja a ineii alcance para
    mantee as boas retacos que devem haver cnlre as
    nacoes amigas. Aceite V. S. aseguraue. de minlia
    i'..iisiderai;ao e stiniu.
    Hito Ao inspector da Ihesouraria de faienda,
    iiilelrando-o de baver reronimendado ao marecbal
    '.uuniaiiilante das armas a espediclo daa conveni-
    eiiies ur.liMi-, no sentido de ser salisreilo quanln
    antes o queS. S. requisiloo com o lim de cautelar
    que se paiiemein duplcala os far.iamenlos daspra-
    casque tiverera haisa do snico.Ollicioii-se a res-
    peilo ao reTei ul.i marecbal.
    KiloAo mosmn, dlsendo que, visto ralo haver
    inconveniente em serem deferidos us requerimen-
    tos, quedevolve, dot........le Ju-e .l.iaqoim Meirel-
    I..... aderes secretario Antonio Elov da Cnnha e
    .Mello, o auloris.i a mandar abonar em os deudos
    lempos as prcsiai-ni- que etles preleudem consignar
    da. -rus s.ddos nesla provincia, ra7endiM.e asenu-
    venieulesileilirnee- na- guias que se leni dep.i.ir
    '' esses ollii-i.u-s. l'.u licip.ui--.' aoinarccli.il com-
    inandaute das armas.
    Dito Aoiiiesniu, aulorisando-u a luanda pa-
    gar ao eapiuto Manoel de Campos I .le l'cuteado,
    nos lermiis de sua ladennagla de -28 de ouluhru ul-
    liiou, a quaniij de 27S22I rs., em que. segundo
    lumia
    que si
    iiindeira.
    Palario do governo de Pe
    hrndel8Vl. Jote Beato il
    m pe
    nimeuil
    ir cu
    "iiili.
    um ile
    inlerei
    i.....lau-
    que lie,
    que. leon-elhandu tal ine-
    i- inleoeoes. e levell.i 0 ini-
    iniulm, que a ordem e os
    Iracado; eseja-nos licito
    opposiciouista ueste ponto
    eoropaiihia. mas que
    u-qili-ie.iu de cninicu-,
    i do prugreSMi que lem
    un o- cuntralns ull'
    :u desfavoravel q"
    lo : bu quiltro anuos
    so iilmiravel ua civi
    liSBcio, misarle-. .....ininneieiu. ele* I inaelul qu
    ila vir escriplurar-se, lemendu a exigidad
    , ilus ordenados, por ser esta una pm
    I lula com um prejui/n; os selnres que aqui liaba-1
    lli.un, .iliui de mais de um heucliriu, que sempre
    he rendo*, perrebem Iihmniii r-. inensalinente,'
    que equivalem se:iuunelilc ao illiplu alli ua ciirlc ;
    nutaudo-se aimla que estes meamos ordenados crea-
    ceiiam muiiOjustamente se por ventura ns adores
    n exigjsaein ; porquanlo o empresario percebe avul-,
    lados lucros, pela concurrencia que se observa no
    Iheall'o, seiidu rara a reeila em que sohr.un liilhc-
    les noescriptorio dacmpresa. Aproveilarei. pois,
    u ensejn para iuilireclamenle convidar a algum ac-
    lor dessa. que fcilmente achara aqui um eslabele-
    cimento vantajOSO: aqui est escripliirado o hbil
    ariista Valeriano Lisboa, que alleslar o quo de ex-
    periencia propria levamos dito.
    Desejsva fillar-lhe sobra a suspirada estrada de
    ferro d Ssnlos s villa do Hio-Claro, sonbo doura-
    do dos negociantes desla provincia; a falla do da-
    dos sufllcientea p.ua esiiarac-lo prlva-me depres-
    u I lar esleeuliu no lieos dos progresaoa nialeriaes :
    poderla divagar mu punco por esto vasto campo,
    mas ralo quero que se diga que copio o Clievalier.
    Reservo este ssaumptu para a seguiule.
    ti niurnii ConaMurloitalaslii debalxo de nova re-
    dar-cao. ..'i hu.i lieos que nao se turne agora ge-
    li.....
    A lauracontina lerindofogo lie um ventar
    deiro ensato escolstico. I.i'-se em scu ulli-nu nu-
    meruiim li.gnsn artigo sol a epigraplw O pOVO
    ilurme que dessflou o epigramma de um espiri-
    tuoso, que. io ler a llanra. disse a seo i-ompanli.-i-
    Aindl honleiuiiasceii fallando au i
    coui
    Ni
    pria
    UlljH
    basa
    I!,
    a s|,
    lo din
    enimu
    Ifeiiv.
    or
    ele ponte
    us que u I
    .I.,
    lu
    iba
    i.,,.,
    documentos que llu
    -ummissao ha alguma
    de silencio.
    i. hei-iuuplel
    bem acabad
    o. A prn-
    , alienta a
    rviariu de
    i melhi
    in ni
    .1
    , rea
    i-lellu.
    di.....
    nimio
    Ilion
    1
    ,- I io. e que
    n> i tadu das
    i, a navega
    i_ i nortelo,
    mpe tu eliminen
    e-iimn analylicc
    Brasil no i
    t'illll o qile-eelle
    t'sle lim.
    Ite dividido
    dros;e estes voea
    plementos e ri
    (I l.-q.l.nll
    veaacju de longocurso c
    eia da- Uleread.ii la- ,le-
    3.*, i augmentooa dimit
    mercidorias importadas,
    temo
    i e pn
    o mais uielhudi-
    i.-an, revela o es-
    es em referencia
    tercio de inipurlueii e de ov-
    ios hlenles palles que com u
    i- provincias : e sobraludoo
    Imento commercisl opera-
    Be
    gelr.
    ra/
    . 985.071 1.319.132
    Gomparando-se i navegacao nacional cun a es-
    geira empregada uu commercio desle imperio,
    cada um du anuos dos referidos periodos veri-
    se que a navegacao nacional osla para a e-iian
    iendo esla represenlada por 1110, na seguinlo
    1819 a 10 7.1001814 a 15
    ISIII a 41 8,1001815 a 46
    1811 a 12 7.1001816 a 47
    1812 a 13 5,1001817 a 48
    1813 a 41 5,1001818 a 19
    .. No muvimeiilo rommercial operado ueste im-
    perio no periodo de 181519 os .Inicenle- panes
    do inundo tomaran, parte ua proporco e escala se-
    guiule :
    Km le lu. ..lirl.-'lr.. ."' M. I...1.-..V r.%,1. pnc nnl,,
    7.10%
    4,IOff
    4,100
    li.llSI
    5,100
    ., ..i;r--'lr.- ,n'. I -ni. p.nlf -.,.,, |,
    os Estados-Unidos 16.5 .
    Portugal e suas possosses 9.0 >
    1-ranea esuas pussesses 7,5 >
    as Cnladcs II anseticas 6,2 >
    us Estados du IIi., da l'i.it.s
    l'orlos u/u. designados 5.1 >
    us Dominios Ausiriacus 3,7 i
    us portea du Balden 3,1 .
    a Blgica 2.2 >
    os Bsladosdl Italia 2.0 .
    a llespanl.a esuas possessoes 1,6 >
    o. partos do Pacilico 1,0 i
    1 llollatida e suas possessocs 0,1
    I
    i 8.
    i 9.
    10.
    . II.
    i 12.
    i 13.
    i 13.
    100
    a Ginsiderado o commercio em reiaco as suas
    livcisa* especies, verilica-se o seguinlo :
    I.MI'OKI AtAtl PARA CONSIMO.
    Procedencia; 183911 184.519
    le 1815 a 181, i
    o de is:i!i a 1841
    Irabalhi
    ilenn
    ithadoi
    i qual
    usleiri
    diada.
    dlllel
    iimparailo
    Btlillgig
    ,le/ qua-
    nsi-s- aup-
    ,1.1.1
    tena al-
    I ni
    are.........lo
    pblicos I
    uu a silbes!
    la lodosos illtere-e-
    Elll miolia ullima devia di/el-lite
    gn de-i-iiiileulameiilo contra o llr
    classedos proprielarios. (jcralmonle
    que se Ihe deve-em grande parle a ll
    le que goza a capital, nas nem por i
    seus actos -,io liiiivadn- pelo ii:-..ri-in.i
    ga em n ra ordem de relos, lami ai
    levado mullo longe a observancia do
    nosso cdigo criminal, que so refere
    u.io lolenindii qnalquer caslign. que
    Por diversas ve/os leu
    iiilas dellas promovidas
    ns.....hores, o estas denuncias servcm
    iverigiiaciie- cun grande aparato de
    dallas le've elleilo na la/en.....hle-
    le ; o i.-
    railes de
    riunn
    da- mere.
    l.iii,!.--., I
    l, e da ii
    rodada <
    rcl
    i souima
    011-011111'
    1 de Iransilu ; 11 6.-, a
    lorias Irnporladaa em <
    a impin luui't
    .em geral, para *.exlerfor,e \\
    a e.|.i
    le
    cia do 110
    nosco eiilrel
    porlaneia i\a
    alfandega du
    liiialmenle. us val
    pnr factura na iir.iud
    ti resunjo malvlie.
    mi a cada provincia ; o 1
    -ommercio rom cada 111
    m r.-Incoes cuminclTiuc
    vinhns de-pacha,In- pa
    Rio de Janeiro do ix:s
    porlaneia >Vi na-
    2.' a iuipnrlan-
    v.\ consumo ; ..
    no consumo das
    ma eorrespouden-
    provenienle dos di-
    sonancia dn Olissii
    importancia total
    ola lllll pnrlu al-
    ile iinssa exporta-
    ra parto- iolerio-
    08.-. a importan-
    1 pata qm- com
    s ; n bV, a un
    ra consum
    a 1851 ; 1.10.
    na
    .le tai.I
    la,l.l-l.i.
    .. II 1
    de longo cor
    1810. montoi
    mo medio s
    intercsi
    iqui :
    mi
    das mercadorlas despachada-
    ga do Iti de Janeiro.
    1 niiliiii .1 revolaran de laclo?
    , que nos parece
    inveniente tras-
    la
    lo 01
    por 1
    1 du Brasil por niciu da navegar
    cabolageru, no periodo de 1815
    1111.1I11......eem I52;H1II:I(^INI;I I.
    de 71.62.1:79Vikiii uu l'.i por ce
    de i
    Ni
    ,p.
    1 resp,
    .lili.
    Inrine V .. Mo rarr
    de desle dito: r.flrO-0 n|
    A iiiip.ircialidade que 1.
    limoifesloii as aveiigua
    nli.11- lera geralmei
    ibis ma-ji-tnilus I101
    reouili.ee 11 capital, jamai-.l
    piilli.ladel denle- ; e noentai
    lodos os' o eslignialisa NI
    1 domos.
    As horas do cosime do annuncio di
    abilida-lP"
    in
    Bohi-i'to de Alnieida
    de Sail-Jo.o-dos-1'i-
    mheciila ; o exempkl
    -, u ex-juil de urphaos des-
    nliria o vu de seus prerc-
    ino Ypiranga de 2do crranle
    1-e pele-er jui/ cora taes mor-
    das .le
    di-
    pie euipre
    ni i,hule lem
    lado pan,
    r.oniiniinic
    rinhi.
    lu-ie
    3 .lennv
    Fijiteir
    impeclor to ureenal de
    ulwcu
    unh-t
    INTERIOR.
    S. PAULO.
    3 de oatubro de IS53.
    A mu 1
    pie/o ilo
    ifi->
    ili.,.
    .11 jti
    nlii.il,
    en/o, e. liel ao inou
    vier m imli.'s que leuho
    Na nceasirto em OjUe
    oIIim do hom pemador
    preoecupa .1 allen^io
    chema a eonlaso *eu
    rTallamoa ilo |>r.ue
    propi
    oin|ini
    ilo culi
    -Clt'X
    ni.,
    he .le 1
    publica.
    cm, o llu
    alaurado
    Dr. Olegario llorculdii
    -ireiiiiis n enredo ilo^l
    lio
    Kn, <|ne me
    inou ctirrr-
    10, ruido ile ala
    car-lhe.
    un Parlo i|ue BOJ
    lia taponan?.*,
    RJutuicj publjca
    pode explicaron).
    onira o proniolor
    le Aijiiino e
    tirana, del*
    'oiihcriiiu'hlo
    inncia-, <
    01 illilllilM
    le ha-e n.
    11-lie.i. I"
    1011I0-
    a.ab,
    1 rtico l. a i'-it..\.Hura,
    venlia a aeu
    1 recebido do-
    pnr e-cia\ ti-
    la capital.
    Caalro. K
    xamlo pura um lado os opisnilio* o lances iliuuali-
    run, pois mo prclen.len.o-. fa/er chorar o auditorio,
    niiii mover a pioilaile em favor da promolnria. mas
    nicamente alinhaTir nossa obrlgacjk) le noiicia-
    lor. referindo o laclo em que*UM>.
    Tinha ile ahrir-sn a ses*ao ilo jurv na riilailc tle
    Sanios, |itt'-i.ihi.i pelojuri municipal Dr* Franca,
    -en in.in ile jniz de ilireiio no Impedimento do de-
    puladn Dr. Pacheco, t) promnlor leivou doarom-
    pMharojala de direilopor motivo domole9la,<
    conaefulndo algum dlai de llcenca. KmcooojV
    qtieucid fer-se nonieco IntOtiM Ba poema do Dr.
    Aguatinta Mochado, raaldeulo em Sanios, quo eo-
    iniT.Mi .1 exercer as roucejOOB do ministerio publico.
    \1-I0 iulcrini" Dr. Oleserio reasimme lOUapvderefl
    na Capilal, e romrra a uoar de sen- diicilm como
    pniinidoi.assisliiitlii a um coiisolho ileguerra. Atpii
    pparcoe oricinalidade do drama, allprando eom
    luda B frescura a mista oriaiiisaco judirinria, c es-
    lahelecendo don* prouiolores puhlico-> em una so
    coman-a.
    Em vordade a idea lem uia oriuinalMade, c he
    para culturar em aperluras o mai> coaaumnudo
    juiisconsullo quo eiuprchemlcase conciliar esse es-
    lado de cuuflic.o; lie una (oforma me por iiumIo
    nenhum eslou di-pot>lo a abracar* 17 curioso gra-
    cejeiilor inlerpell.iria n oppo9;lo reformisla a re*-
    r
    1
    ciit dcNtc faclp, perguuUndp w eata reforma 1.1/
    artode ou programma, mas cu que nao desojo propocoue
    1 acejr em negocio* ile*la urdcm( deixji dr la/01 a | irnle. EnAerdade loi urna pruposla heroica e pn
    iron.l Claudio, genru doeommendador Sil-
    latl ctfpllalisla. A lllsencii polici.il mo
    enconlrou Vexllftio deerime, e apenas servio para
    infundir prejuiana na e->cravaiura, qucpurealeae
    (miro-, repelfdoa r.icios icm acreditado, queja lulo
    sio earravoa, que as autoridades os protegenii e
    que mlab abollri.....eaatigoa; he a croncu que
    m-ralnieule e-la espalduda pela oscravalura da ca-
    pital P la/eit.|as vi/inhas, deveiulo crer-se que 80
    derramara pola provincia se laes lacios impnulen-
    lea sorcpelironi.
    Dallo a cada um a conalderacSo tos males que em
    nuuo aclual e~la.lt> tic coottl poda provir da preri-
    pitacHO do delegado de polica, o o parlgo que
    ameara a vida ^' um fa/eiulein> que se \ tdiri-a-
    'I.....r.uiMr toda a medida de di-ciplina, aem a
    qual, a experiencia coajfirmn, nao ho |Ku*|vel do-
    minar o-cravtts, ou a arro-lar a ferocidado que os
    rara?(erisa, de*de que se perfuadiram, que niono-
    tlem ier castigado*, porque as anlorldadea nloper-
    miilem.
    Ja appareeoii 11111 elleilo necessario desle proce-
    dlmanlo. Doujeacravori do meamo lenanle-ooronel,
    altodiaadepoifl davfaita policial em sua raienda,
    asaasainaram o feilor, e .linda com as vesles ensan-
    uneuladas vieram a capilal apresenlar-se ao Dr
    Furlado oslenlaiido a juslira t legltlmldade desle
    lucio. FaJimanlOi honra teja dada ao senhor dos
    nasaaninosi fram levados aojuryi aem que houvea-
    taamprego dameioa para osarredar da arcao du
    juslira, sendo coiulemnailos a galea perpeluas.
    Smi o primeiro a reconliccer a iclividade do Dr.
    I uriatlo no rmnprinu'iilo de luai ohriuaces ; uiu-
    Buera contesta quanlo se tara aiiho rom a sua De-
    licia aempro alerta o imparcial, mas nlnguam ap-
    |iih\,i eslo ullerior procedinieiilu, que roiiipromel-
    le altee iolereaae*, o l,iu<.i tun i;ermen de desordem
    ua pa/ da aocjadada,
    l'ei>uatlu-me que a academia juridica desla rtla-
    de, como umestabelecimeulo de (lo subida impor-
    tancia, nao deve licar em olvido 0111 minlias com-
    munieaces; atufe marcha recular inleressa .10 ::u-
    VeroO, que a lem sol suas \ islas inmiedialas, inle-
    roasa a lodos, quealli vero mu fuluru para seo
    parz. Aparlo-me, poli, da opinio de alnuns que
    adaol.....hram imiilas vezo*de encarar a vMa pu-
    blica acadmica com a allencoqtie ella merece, e
    he por bau qno nio deuarei de reservar duas li-
    lil. ilo nossa caria para neaocios acadmicos. Den-
    se poni lias aulas no dia 110 do passado me/, tlcd-
    dlqdo a congresacao que mi liavia necessidade de
    umn pronu-aejo de esludo-, como pennillem o es-
    ujtuloa, Cotilia esaa decis8o se pronunriou o leule
    lo guari auno, Dr. Falc.lo, que, seuuudo corre,
    aulas proyredisdcm al ,!l do
    ia-aochoada-
    sefluiule o mal
    Concluir! p
    inissAo desde que
    lias commiinican
    r.i rom jui/o, pul
    lolleraveis.
    slumo do
    i< mandara
    lUO ha a <
    lindo
    I un ^'^
    iicnnlrar 1
    iquefaco
    :>irs moas
    iles\ii
    nh.
    1 crrelo des-
    lerva para a
    Ibe.
    a mlnha de-
    do verdade
    is-im, obra-
    1 in-
    iS'iin
    dio v
    17,: p,
    ir ila imporlanlo,
    lo otla e\ por laca
    m -o 10.694 oiharcan
    ii'imo medio sendo c
    licom H.VI.Im tonel
    0111 !HS,,:.N> hmelad
    Ljueaedau n
    uide 120,00:
    i- um aoRmonlo
    ; lando o mimu
    t.i por cenlo.
    Base auarueiit
    m
    oul
    -Un
    iipurla
    eol
    .le
    ^.."> por ceiih
    he especial .1 exporlacao o
    lo imperio, o Igualmente
    aflecluada onireos porloadoimp
    hitto a imporlacjfio das mereadorl
    1 consumo, o tegufnti
    tle
    Carla partientar.
    omiiietcial em ci
    mo-, e a-parios
    s do commercio
    i7.:!iT.S)l)llou ."!
    1 commercio om-
    ct.m 1,037,914 lo-
    nmero das entr-
    is, a u daa saludas
    Comparado eslo
    riododa 1839 a
    .iNi'M termome-
    i Lt,097:8799 ou
    tle unioscreaeldo
    loaelagem ua de
    uno adianta se v,
    -lo para lora
    eevporlac.lo
    I.-nilu deca-
    leatrangeiraa eo-
    quailro musir o
    sport
    poila.il
    da mu
    to
    aun
    proporcionaos daa di-
    rolalivamento au sen
    RIO DE JANEIRO
    20 de outubro de 1853.
    A commbuao da praca do commercio fe/ subir a
    ronhcciinenlo do governo, a lepresenlacao ipie lu
    o puhticamos. oque Ihe lora diada pelo corpu d
    ^"inmerciti. pedindo eviilicare1- acerca de nina du
    trida quo suscita > legislacao more liypolneeaa.
    Sabo-se que dopois da ici que instillo o registre
    geral das hypothecas, u a liypotneca convencional nio registrada; e quo.por
    ligo cummercial
    merriaes a Inscrlrn,
    pe
    utro ladi
    pollo.-as ,
    especial.
    Pegunt
    Boeianles,
    lii-l.ira mil -o,
    auas hypolheca
    quo o commum dos cli
    corpo comiiiPrci.il pede
    ra lirmar e lornar hom |
    rea
    XUttO para a- \>\-
    viii um ret;istro
    qual ? Bal
    .l.t. 1
    validado dasliypolbecasde ne-
    dous reiiisIriK, 011
    mis negoclanlaa as
    im peior posieflo do
    E8 a qneslao que o
    1 governo quo reaolva pa-
    ili\os os direilos civlsem
    lcssa Imporlaocia,
    Opportlioa vai a consulla ; pois comiendo que se
    oceupa o Sr. ministro dajostlca. com o e\;:me o rr-
    \i-aoila no-sa leyislacu hvpolhccaria, poden l'acil-
    inenle solvila.
    Entendemos quequem relleclirum |iouco reco-
    uhecera que urna verdadeira duplcala de legislacao,
    lio o que la occa-iao a essa duvula.
    Os inconvenientes das hypothecas secrelas, os do-
    los que ellas facililavam eram de bamuilo sen I Idos,
    e de ha muilo serecommendava a uececsidade de
    pr-lheacobro por meio da InacripcIOe lurelizmen-
    lo es*ie lorpor dos espiritos, que |m/ olislnrulos a In-
    da a leaislacao nova, aimla (piando he unaiiimemeu-
    le reclamada, fe/,que so muilo lanle fosse iuatltul-
    doo reaistro aeral dis hvpolliecas.Eulrelaiilo oa au-
    tores do codiuo, que aimla niio viain essa institui-
    rn geral, a que comprelieadam a necessidade del-
    la, ao menos para livrar o commercio das fraudes da
    hyuolliecaserrla, foram noque Ihes cabla procu-
    rando remediar esse mal, eslgtndo a laacripcjo das
    li\ ,i.iilii'c,i- commcrciac-.
    Has depois que e adoplou a leailacflo eral do
    refiislro de limas as hvpolheras, evidenlemenle u>s-
    necessaria he a kgllladlO especial, che de cuperar
    que in -i- senlido seja feila a declarado pedida.
    Em 1H de junho de Diju fui nomeadn urna com-
    missao alim de que. piocedendo averian lee* e
    esames neressarios, propozense as alleraroes que se
    deVem fa/er na larifj de 184 i sohre as bases consa-
    gradas as inslrurcoe* dadas na mesina dala.
    Em -2;t de Janeiro de 1852 maudou o as-miofislro
    Ha faienda o Sr. Kodrigues Torres, iiuprimir os 1ra-
    lialhos da comims.Wii puiporcao que se [<
    promptamlo. La-
    iderado
    Iradas c>
    raovime
    referido
    venas e
    total.
    n Con
    lerna o i
    lio pe in
    guinle :
    Com.....icio externo t lfl..V)::lKl> ou 7(i,."i por
    cenia
    1 (amimercin laten :C,.V>0:<>SN- ou 33,3 por
    cenlo.
    Da nnalysedeafeedouf
    colhem-e entre oulros, o
    i:o.MMEiu;iin;\Ti;n\(.
    (lisliuclamculi
    ir no, reconhere-ae qu
    deH,;,a I8i9real
    osen muvimeuh
    iu-se do mudo le-
    da
    lile
    VE (I commercio ilu llu-ii rom
    un l.:l...,! lanciada:
    , |6I comii..i07 la
    11 (,--> viiJ 1.11 ida
    ommereio
    illados :
    OR UEIO DA NA
    oMiO CURSO.
    pai/es mtrangai'
    roa no periodo de I si. a 1849, elevou-ae aunuai
    mente a 116,4^3819 lertno me la ImporlscSode 56.696:7519 ou ls.7, por cenlo <
    oda esnorlaeao df.VJ.7.il:llil^ ou 51,3 por cenlo,
    o numero da embarcacoes queso empregnram oe-
    lecommercto roi.de ..D.Mi
    [termo medio : sendo nac
    neladaa, t estrangelra* i.i
    tas, a saber:
    I.MI'OHIAt.:Al t)t CONSUMO.
    IK.'i a iSiti ;il.KS:!.">IWKMI
    IKtti a IS.7 .-,.I'ii:7U^MHI
    1817 a IHtK S.I^Ii.-sKHoOOO
    IHS .1 ISil :>l,787::t8j0l0
    BXPORTAQAO.
    a ts.ti 53,630:093^100
    a 18*7 ii.iil:i;>50(U
    a IHtK ij7,OO:7IOtOO0
    1 1818 :iti.avj:*i;io
    REEXPORTACAO.
    1 tHlti 167^4739000
    lSiT iVJ(W:7<>j>0
    (inlii llreliili. e suas possessiies ."i0.7(l| iil.J OKI
    l'i.in.-.i e su.is jiussesses 1.1.1 10,7 i.
    Bslados-Unides 10, i i 11.0 ii
    Piirtugal ,t suiis posaassOes H.O 10,0 i.
    1.ni.iili-- Uanseatlcaa I.i 5,2 i.
    K-1.1.1.1- .io Kiu ila Prata \. 2,6 o
    ltl>s|l,lllll.l 1' sUllS |l.l CsSII.'s 1,6 -2,1 ii
    Bulado, ila llalla 1.-2 1,1 ii
    Belejes 0,!l 1,6 i'
    furtos ilo ll.illicii 0, i 0,9 i.
    Uomlnioa Auslrineus 0,5 0,'J ii
    l'lll-lllS ill) l'.ll'llli 1. ti.;. 0,1 ii
    11.II..mi.1 e SlliIS |IOss,'s..ir- 0,3 o.:t ii
    i'.ii lu- 11.i., desiciiailos 3,-> 1,0 ..
    100 too
    KXI'DKTAtAO DE PRODUCTOS NAt'.IONAES.
    Deitmo. IS19I IXto-0
    (raa-KretHidia e suas possesses ,K0|0 J,,t 0|t>
    l-.stiiilos-l ni,los l!l,0 i. 2:1.1 i.
    1.ni.1.les llinspiliras 12.1 . 7,8 ii
    Dominios Aoslriacos 10.0 i 7.1 ii
    t'iirlii-j.il e suas pussesses o,o ii 6.0 i.
    Pranca esuns |.,,-..,... ,,.- ss ."O a
    Ksl,.....siloKioila PrsU .-.,o i 1.0 i.
    Portas dos lliliicu .1,0 i 6,2 i.
    l-.sliulos ila lllii :i.o i ;i,o .i
    IIL11.1 -2.0 i. l.x ,.
    Hospanhs c suas possessocs I.I II 1,1 11
    Purlos ilo Piintico II.H 1,0 ii
    III.llanda o son* possesses 0,1 . 0.1 ii
    Torios nao designados 2,0 u 7,i o
    100 100
    HEEM'OH TAC-iO.
    Procedencia* IK15- IKItl
    liraa-lliel.inha e maspossessiei I..-S ll|H
    Esll.....s ilo Itio da l'riita ao,2 i.
    Kslad.is-I nidos 6,7 ii
    despalilla e suas possessocs 3,5 ii
    l'i.i iiiL-u.il e -111- pmsessocs 2.9 ..
    l-ranra e suas pnssessses 2.8 i.
    (.iiiaies Haiwealleas 1,8 ..
    Balados di Italia 1,5 o
    Heluira 1,5 n
    Porlosdo l'.iiilieo 1,3 ..
    Parles do Italtic 0,6 ii
    llull.io.1,1 o suas possessocs 0,1 i.
    Dominios Aontriseos 0,1
    l'orlus mo designados 5,2 n
    100
    KEEXl'OHTACAt).
    camMos. 181.5IS19
    I'orliial e suas possesses (1) 33,9 "n
    Estados rio Rio di Prata 30.8 i.
    t.r ..i-ltrelaiilia e -u i- iiussessiies 11,3 i.
    Bslades-L'nidos 7,9 ii
    l'orlos ilo PaeiBcs 5,9 ii
    Belajea 2,8 ii
    i ranea e suas pusscsse, 1,6 ii
    Eslsdoi da llalla 1,65 i.
    l.i.lailes llaiiseatii-as 1,1 i.
    llespaulia e suas |n-.,'--..r- 1,2 ,.
    IIiiII.iii.I.i e suas possesses 0,1 .,
    lloinilliA Aii-lri.l.'ii- 0,03 .,
    Pvrloa do Bltico 0,02 ii
    Portos nao designados 1,5 i.
    too
    ii Considerado o inovinicnlo rommercial operado
    nos referidos periodos COI iclar.ln aos diversos portos
    airandefndos ilo Imperio, erwea-*e queo valor to-
    lal ile que fui elle ohjeclo, reparte-se do modo se-
    -mol', e na propongo que aliaitose meiu-iona :
    1815
    ixi;
    1817
    1818
    1815 i
    18111
    1817 a 1818
    1818 a Is'i
    7.06l:562jslliK>
    6.991:1118000
    NAVEliACAO.
    I' 181.51816. 321 com 51,911 ton-.
    18161817. 381 ii 11,508 n
    18171818. 627 i 72.933 ii
    18181819. 515 i. 75.676 ii
    I armo medio. 161 60,507 s
    1181.51816. 1,706 i. 1,346.579 ii
    18161817. 1,031 ii 1,092.637 ii
    1817 I81K. 1,127 ii 1,167,961
    18181819. 5,117 .. 1,517,325 ii
    Tcriiioiiiili,i.4,iy5 i, 1,288.625
    i I.mu pirado o moviinenln ile-la especie le i-.un-
    iiii-nlio e-un o qiiese.leu no ncrioilode 1819I8U,
    na importancia de 98.620:183 (termo medio ve-
    rincar-se-haqujtbeu,enmaumenlede I7,8->9:8!I8
    isual a 18 pnr ecuto ; anudo :
    A iuipoiiaro iii.iioi 2 por cenlo que i de 1839 '
    1814, que fui de.. ..... 55,63fl:880|
    A saliida para o eilerior iiiaim 3'.l por cenlo
    de Janeiro
    Itn
    Ila
    l'erniimliuco
    Maraululo
    Kiu Grande do Sul
    Pai
    Santos
    Parahiba
    S. JoscdoNorte
    Allfloaa
    I ..i I.i!.-/.i
    Paranaguii
    Sersipc
    Santa Cstbarina
    l'orto-Alegre
    Aracaty
    Espirilo Santo
    Tmial-vba
    I'i.i grande do Norte
    S. Burja
    iKW-r. 184519
    58.6 OO 53,5 li|i
    li.l >. 17 i
    13,9 13
    4,6 i> li
    2,13 .. 3,4
    2 ii 2 i
    0.92 o 1.4
    0.75 0.7 x
    0,71 3 a
    o,ar> b 0,8 i
    0,45 0,25 i
    0.1 .. 0,5 i
    n,.l .. 0.2 ii
    0,23 0,4
    0,1 ii 0,14 >
    0.07 n 0,04 i.
    0,012. 0.001 >
    0.0015 0.0016 u
    0,0005 o.oooi ..
    0,09
    100
    100
    .. Discriminando a parte relativa a rada um dos
    referidos portos alfandee.auos .lo imperio nos diver-
    sos ramos do commercio, teremos os seisuinlesresul-
    lados :
    CONSUMO DEMEKCADOHl AS ESTRAN-
    El RAS.
    I831I-I. 181549.
    60.2 0|tl 51,5 0(0
    11,2
    14,5
    Hiede Janeiro
    B.ihia
    ernanibiico
    M.iianli.i,.
    51,:
    19
    II
    I
    (I) Sendo 32, 6 0|0 para os dominios uorliiguees
    .l,i frica.


    =

    :

    I '

    '.:
    ii.
    Kin raudo do U 8 >
    Par 1,8 >
    S. lo do Noria 0,75
    Fortaleza 0,4
    Sanios 0.33
    Alagoas 0,24 >
    Simia t.alhai ina 0,!3
    l\iiaiiai;ua 0.08 >
    Parahiba 0,08 '
    Aracaly 0,06
    Seriiipe 0,03 i)
    Porto Alegre ,02 I
    Espirito Sanio A 008
    Pnrnali\lia 0,0013 ii
    Rio Grande do Norte 0,0007 n
    S. Borja
    100 1011
    KM'iilt I \< \< > DK FHOIHJCTOS NACIONAES
    l.\l KELACAU' A' SI.'A PBOCEDE.NCIA.
    183 44 1845 49
    Kio de Janeiro 55 50 0|o
    li.iln.i 14.fi 16
    Pernanibuco 13,7 14.2 "
    Mai.ioliao 4,2 3,5
    Rio Grande de Sul 2,:> 3,8 >
    Para 2,1 2,2 >
    Santos 1,7 2,6
    Parahiba 1,6 1,5 "
    Alagoas 1,2 u 1,8
    l'aranaeua 0,75 -I I
    San Jos do Norte 0,7 2,3'
    Seripe 0.6 u 0,4
    Fortaleza 0,5 0,26
    Santa Calharna 0,28 0,21
    Porto Alegre 0,2 0,12
    Aracaly 0,09 0,04
    Espirito Sanio 0,02 0,002
    Parnahiba 0,002 0,04
    Rio Grande do Norle 0,0004 0,003 a
    Santa Borja.
    100 100
    Alen desles dados oulros cnnlcm o redimo ana-
    lylico relativos quaiilidade equalidadede merca-
    dorias proprias do consumo de cada provincia, que
    omiltiraos por amor da hrevidade.
    IV.
    Continuando no einpenlio que lomamos, Ion a he
    (|ue nos demoremos na atialt se de alsuns pontos re-
    lativos ans Irabalhos eslalUiicus da cunimissdo en-
    carrrgsda da revino da paula.
    De oin dos qoadros (B' collie-sc o segunde:
    Da elevado dos ilireilos de 15 a 20. 25, 30, 10 c
    50 por cenlo no periodo de 1815 a 1819 resullou un
    ijeral diminuirn de consumo na razio de 11,3 por
    cenlo, aumnenlu de renda na de 31 por rento.
    Da ilimiiiuicao de (anas, augmento de consumo na
    razio e 37 por cenlo o de renda na de 22 por
    cenlo.
    Da conservarlo das mesinas (anas da taril'a ante-
    rior a de 1814, augmento de consumo e de rend
    na razio de 92 por rento.
    Nos gneros aliinenlicios deu-se un geral aug-
    mento de consumo na razo de 2,8 por cenlo c de
    renda na de 28 por rento.
    Nojohjeclos necessariosa industria deu-se ein ge-
    ral diminuidlo de consumo na razao de 1,6 por cen-
    to c augmento de renda na de 36 por cenlo.
    Ern artefactos diversos, diminuirn de consumo
    na razlode 13 por cento, e augmento de renda na
    de 30.
    Convem ainda, parlicularisando inais esta analt-
    se, revelar:
    I." Que em cerlos casos da elevarlo de direitos
    resullou diininuicao de consumo e de rereita.
    2.' }ue em alguns resullou augmento decousu-
    uioe de rereita.
    3.* Que em oulros, diminuirlo de consumo c
    augmento de renda.
    4.- Que ila diminuicao de laxa em cerlos casos
    deu-se diminuicao de consumo c de rereita. em al-
    guns augmento ile conmino e diminuirlo de renda,
    e finalmente em oulros augmento de consumo c de
    receila.
    5.- Que ila conservarlo das mesillas laxas se co-
    mea augmento de consumo e de renda, e laes ell'ei-
    los se .le .un na imporlacaii o consumo de ubcelos
    necesarios indoslria.
    Esta simplesexposicao rtela anle ludo a aeco
    nociva da paula de I8I: I.- sobre a imporlaclo em
    geral: 2.-sbreos gneros alinicnlirios e ohjeclos
    uecessarios a induslria. cujo consumo ou diminuto
    ou pequea alia lote, nao obslaulo o augmento de
    nos.a popnlacao e industria.
    V.
    De un nuii ii qoadro colliemos lambem algunia
    eousa, cujo coiiheciinento importa mallo 00 coin-
    luercio. Iltli'iinio-iiiis ao quailro II, e de paMegem
    diremos que sentimos que na colloca{o das materia
    o resumo desse quadro esleja delle separado.
    Ilouve saldo em favor de non cxporlarfio pin
    t.7i7:lil.-it).i
    8,'J00:I2|--I!L'
    1,.V,:5'.I7S79!I
    ronlra a i.......
    mi Importancia
    Otra a nossa pxpor-
    seguintes paizes:
    s, na
    i 13,<>77:00tWIO0
    2,7.i3:0O(lnO00
    SOOKWOSOOO
    1815 a 1816 na importancia de
    1817 a 1818 ii
    1848 a 1819 i> ,
    e em favor da nossa impartirn, o
    cxporlarao no anuo de 1846a 181
    de rs. 2,995:32s.HiO O sabio
    lujan verificon-se em favor do
    lirla-Brctaiilia eseus domini
    importancia de termo indioi .
    I ranea, na importancia de termo
    medio;........, .
    Portugal e seus domiuios, na un-
    |i'u I nria de (termo medio'. .
    despalilla e seus dominios, na im-
    Etirlanria ile (termo medio). .Y7ft:tlUir*0MI
    o demais porlos oyialdo verilicoii-se em favor
    da nossa exportarlo einquasi todo os anuos, eicep-
    10 a respeilo das (.dudes-II anseticas, que na auno
    de 1818 a 1819 literain em seu tutor o saldo de
    I23:OIIBOOO: e ila Hollanda e suas possaseoes, que
    no de 1815 a 1816 literamem favor ode 35:0003(100.
    Cabe igualmenlo notar que no auno de I87
    1818a res|ieilode Porluu.il e possessoes ileu-sp un
    saldo em fator de nossa cxporlarao de 566:000:<000,
    VI.
    Ainda ulo podemo-iios torrar obrigarao de reve-
    annos iiiii fado que se collio dos mesillas Iraballios
    eslalislicos em relacAo ao nosso coinme ci.
    A imporlaclo de gneros procedente! da (jrla-
    Brelanha de 29,971:0008 ten. diminuido, e sendo de
    22,000:01105 em 1817 a 1818, no anuo scguinle foi
    de 21,000:000.
    A nossa exporlacio com desuno a ene pail lem ao
    contrario augmentado, c de I3,(KKI:00(I que era,
    foiein 1817 a 1818 de 11,000:0005. c em 1818 a
    1819 de 15,000:0005.
    A imporlaclo proveniente da Franca lem aug-
    mentado cerca de 1,000:000?, e a nn-sa exportarlo
    para esse paiz, se ulo diminuto, esto quasi cau-
    cionara.
    A importarlo proccdcnle das Cidades Ilaiisealicas
    quasi se consertou estacionaria. A nossa exporln-
    !o para esse paiz, lendo augmentado ale 1817 a
    818 em 1818 a IK19 diminuto para iii.ii- de
    12,000:0005.
    A importarlo procedente de Portugal e sous do-
    minios lem em geral augmentado, e assiin lambem
    nossa exportadlo para esse paiz.
    A imporlaclo proveniente da llespanlia eteeusdo-
    ininio e a nossa cxporlarao para csses paizes tem
    diminuido, especialmente se lomar-se para ponto
    de romparaciio o anuo de 1815 a 1816.
    Tem-M dado algum augmento,especialmenlo nos
    annos de 1818 a 1819* que foi quasi de mu lereo.na
    imporlaclo procedeule da Blgica. A nossa expor-
    taran para este rute nao tem em geral diminuido,
    ulo obstante afumas alternativas que se ilrram.
    A imporlaclo proveniente dos dominios austriaros
    lem diminuido, e igualmente nossa exportarlo com
    destino a esses lugares.
    A que prorede da Hollanda e seus dominios lem
    crescido, ainda que pouco, e a nossa exporlacio lam-
    bem un pouco augmentado, nao obslanle as olter-
    nalivas que se obsertam los qualro anuosde 1815 a
    ioiJ.
    Ilouve diminuirlo oa iitipurlarao procedente da
    Italia, e igualmente na exporlacio para esse paiz.
    Em geral hoove augmento'no commercio para os
    porlos do Bltico, ainda que pequeo, c com alter-
    nativa*.
    O dos Eslados-linidos ha crescido, c igualmente
    o do Bioda'Prala, e os porlos do Pacifico, e oulros
    nao designados.
    Aqui terminaremos o que toca aos dados eslalisli-
    ros em relaclo ao nosso commercio.
    VII.
    Sobo i ilolo modesto do 'oro da urna tarifa,
    foi apresentado pela rominis-lo, o puhlirado o pro-
    jeelo de paula para as air.iudegas. Esta obra foi
    gisadn com grande mclliodo, e pelo ibeor daquella
    que pelo disliucln economista J. Me. Gregor foi em
    4810. sob titulo de Pro (orina lablt or larff
    ofneu- Cuelows'Duteiifornecldo Selccl Commil
    lee un imporl Dulies.
    Foi dividida em tres sceles. A 1. sob o titulo
    de DUpotiede*pretimimu es, conten medidas regu-
    lameulares de grande ronveniencia e ment, neces-
    sarias para a boa inlelllgancia e execui;!" da larifa.
    A 2." O indire alphabelico dfe 'lodos os arligos do
    P'olelo da larifa, por meio do qual com grande
    lanlidade se pwleiu, pela* suas diflerenles denmni-
    nacAea; encontrar as mercadura, rlaaucada e a-
    noladas com direilos especiaes ou lixos no nie-mo
    projecle.
    A I.' Vem a ser a tabella dos inercadorias clasl-
    fleadaf, ou a proprfa tarifa, que so divida em 76
    caseos, e caoteni 1,418 arligos.
    Anle de entrarmos oa sua aoalyse, convem que
    dganlos alguma eousa sobro o reliilorio, visto que
    ela obra Hpraoda lauto aquella, que inlpossivol
    he, Iralaudo do urna, esqueccr ou alo Iralar da
    uutra.
    O relalorio, que consto de 406 pagiuai, alm da
    introdcelo, conten sele partes.
    Na priraeira, a commissao enlrou no exame
    da larifa de 1814 em iel.ie.in ao augnionto ou dimi-
    nuiclo que por sua iulluencia leve o consumo dos
    productos da industria cslrangeira, das especies de
    inerradorias, cujos direilos mais conlribuem para a
    receila do Eslado, do melhodo seguindo na nirsina
    tarifa de 1841 na dixisio de suas parles, das bases
    sobre que foram laucadas as laxas da elassificaclo c
    nouienclalura das mercadorias adoptadas ni sua
    confecrlo, do syslema dos direitos ai ealore/n, e fi-
    nalmente dos regnlamenlos de impugnacOes c arbi-
    tramentos.
    Na segunda, se deu ao exame da nossa legislacio
    fiscal em relaclo s reslricces que solTre u nosso
    commercie interno o externo.
    Na lerccira, Iralou da grande queslo do syslcma
    prolector, e examinen qual i influencia da tarifa de
    1841, e oulras medidas prolcctoras em benelirio de
    nossa industria.
    Na quarla, eutrou no exame do estado denossas
    fabricas, e oulros ramos de iuuuslriii, e da prolprc,!o
    que ilrin.ni.I,i\.un para sua conservarlo c prosperi<
    dade.
    Na quinta, desenxnlveu as razc que juslillra
    tama franqua de direilos e as laxas que propi
    para certas mercadorias, e exhibi o calculo do aug-
    mento ou diminuirlo da renda emxirtude das re-
    formas proposlas.
    Na sexta, examinou a legistai;!" rclatita ao aba-
    limenlo de direilos em-virtudc do avarias, que
    Ina-, laras, ele.
    Naselimae ultima, investigou c nlcrpoz sen jui/i
    sobre a parle da legislacio relativa arma/eiiagein
    expediente, c sobre ligan oulrosobjerlos.
    Dada aria Mecala idea, occupar-nos-henios de
    alguns lopieM e materias que mais inlercssam II
    commercio, e antes que o tocamos cumpre-nos pin
    amor da verdade dizer, que esse Iraballio da cour
    ini-slo, anda que alguns defeilos litesse dos inhe
    renles a malerias dcsta ordeni. retelana sempri
    grande empcnlio, grande estudo, alta iulelligcncia
    e o maior lele e dedicaclo.
    VIII.
    0 stslema da tarifa lem resaibos de prolerlor
    roniquauto ein geral suas disposires se moslrcm
    filbas do vetdadeiro sistema que um paiz novo
    como o Brasil, fallo do capilaes, bracos e inslnic-
    Clo ionie.Mini.il. e eminentemente agrcola, deve
    adoplar.
    Em um iiileressante capilulo do sen relalorio
    eMeiisanienle. eom liabili.iade e dando musirs di
    (rende rabedal de iiislrurcln. I eninuiisslo tratou
    desla materia, iomot por llicina o relalorio d
    ministro da to/euda de 1815. o disHinelo wnadoi
    Sr. Altes Braneo, jiislilieando a neressidade do sts
    lema prolerlor ; o desliando nina por nina de sua
    propoeices. siislenloii a inroiivenienria da aitopcln
    ileasa lyalema eoprejuiai que delta havia resultad
    ao paiz. A roniinisslo porem seacbava presa pela
    suas inslrurcieseiilo podiaseparar-sedo plano que
    Ihe foi Iraeado, o qual era |ii oledor ein ludo o rigor
    da palavra.
    l\.
    1 na das razo para laaopeto di lirifa proteo
    lora de 1811, dada no relalorio do Sr. AlvesBran
    co, fui a seoiiinle : o ./< tari/as fmcaei, en MI it
    eonlrlbuirem pan o augmento ta renda, a A
    i ininaem. ii nono txemplo > o don Eilaioe-l'
    ii do' oproram. COIH nina larifa fimil co iho
    o i/nr lerminoH em iimemlirn de ISil, i-inm-ni
    o ;/a tuetuiduit Je Milireraireijnr-nns de iittiai
    ,i oa niiiini/iirinih- granet empr&limot* l'ma
    a larifa jirnleeltirn teria dado desaina (UMCO/i'M
    o publico meiot para ofcorrirtdetpesa* d- /;.,-
    ii lado, iiidi'itendenle de tBipretimotw O /iv'o-
    M dos-l'iiidoi' com a* sna< larifa* protectora* nrha
    >< ram recuno pan o uu thatouro razio calla
    o para et enfilo.
    A commissao eonfulando laesasserlos demoiislou:
    1. que as tarifas prnlecluras, leudo por lint excluir
    a iiu|ioi laclo dos producioseslraugeirus em provei-
    lo dos uaeuiiiaes, e iliiiiiuilindo assiin n consumo
    daquellee, nlo pode acairelar como resultado necea-
    sarino augmento de rend de imporlaclo; 2. que
    os emprestnos que se eonlraliirain no Brasil foram
    onVito do augmento succetslvo das deapeaa publi-
    cas tem i ciarlo ma renda. Que a renda das nos-
    sa* alfandegas nceespaco decorrido de 1832 a 1811
    havia duplicado (de5,O0O:O0Osubio a 10.000:000
    que a despeza porem lambem havia duplicado de
    11,000:000 passou amis de 29,000.000), esein
    relaclo a receila do Eslado; qu os direilos nunca
    leran ser elevados, tillo pelacirrnmslaiiria da
    V
    9MB
    se
    iiaeulliira da Ierra he a vlaroals natural e o pri-
    meiro passo que se d.
    O contrario serla Iranslurnar a mudar a ordem
    natural das rouaae.
    A emigracSo r|ne corra par o Brasil rouislia:
    1.' ua de portugueses, vidos pelas riquezas mina-
    rles do nosso solo, destituidos das unci mais co-
    mcsinhn de industria manufaclareira, ou na de
    mos lavfadores lirados de algumss provincias de
    Portugal; 2.' na deeseravos lirados da frica. Com
    laes elementos a induslria fabril nao era possivel
    iniciar-se no nosso solo.
    A condcl industrial das colonias foi sempre
    modelada pela das melropoles.
    A Graa-Brelanha einineiileniente manufacturel-
    ra produzio os Eslados-linidos, que se vai avauta-
    jando na industria fabril.
    Os colonos plantam no novopaiz queadoplam por
    palria as arles c industria que adquirirain no paiz
    que deiiam, e f-oeio desle as colonias se for-
    niam.
    Como a llcspaiiha, as colonias hespanholas indus-
    Iralmcnlc se forinaram e se rouservam.
    A surte do Brasil, neste pouto, deviiser a de Por-
    tugal.
    Por iilio lado a in-li uee.io que se nos mimslrava
    era a classca, e smente esta. Nossos filhos, ainda
    os saliidosdas etasses pobres, se lestinavam o fre-
    qiieulavam quasi exclusivamente laes esluilos, e
    conforme a expresslo de um dislinclo escriplor,
    procuravamos educar nossos filhos como se fossem
    destinados a oceupar os lugares de membros da aca-
    demia franreza E donde tirar bracos manufaclu-
    reiros'! Os que ao principio dos Paizes-Baixos,
    pelas perseguicles do duque d'Alva, os que da
    franca pelas violencias resultantes da intolerancia
    religiosa sahiram.abrgaram-sena Gr!a-Brclauhn,na
    Prussia, na Allemanha, c cnlre mis, caso para nos-
    so paizviessem, amesma intolerancia latrava. I)e-
    pois, romo Venen, a Frani;a c a Gria-Hretanha
    prohiban! a sabida de seus artistas c inanufarlu-
    reiros. Disto cita a commisslo pxemplos e regnla-
    menlos, donde se colhe que ein goral os governos
    da Europa, ao passo que allieatam os i.rlislas es-
    lraugeirus, eos premiavam quando para seu paiz
    emigravam, prohibiain, difllrullavam c puniain a
    sabida dos seus.- Ondeporlaulo buscar bracos in-
    dustriosos'.' Portugal os nlolinlia, 0 mcsino prali-
    cava e aeliava dilliciildadcs em os oliter. Onde
    I"'
    .un em tirludr dos (ral.idos
    manielavam ogoverno nesie
    l
    tarifa ser hscal. ma
    existentes que de lod
    0 n'oillros pontos.
    Moslrou mais a enmmiss.io que o exemplo do. Es-
    lados-linidus era contraproducente vlsla dosdoen-
    luenlo- eslalislicos senilmente ennlicciilos. c que ci-
    lou e Irasladou. .Moslrou linalinenlc com OS lem-
    pos da Austria e di Graa-Brelanha o contrario do
    que se allirmoii ; c que em geral as :aril'as prnlec-
    luras conlribuiam mais para diminuirlo do que para
    augmento da renda de im|iorliirau, e que o contra-
    bando illudia de ordinal lo as taniagens presumidas
    do st.tema pinlerlor.
    Sobre esle ponto o sobre o contrabando a com-
    mi--'io ileiiiornii-se para inosliar : I. que seus ef-
    feitos em luda a parle se sclilein, nflu obstante lodos
    os meios de pretenclo o de severa repress.io ; 2.
    que o vcrdailciro andiedulo Cootra eril mal tica
    moeidaile das latas.
    Algriinas rctlexocs sobra o oslado em que ealiiain
    algumas de UOMM allandcgas. sobre os tenues ven-
    eimenlos de certa elasse de empregadiis, com
    nanlas, ele. rito dignas de alinelo pela terdade e
    acerlo com que foram faitee,
    X.
    No relalorio de IK15 rio ministerio da fa/enda
    ameverou que cum as tarifas liscai-s anteriores do
    18*4:
    I.' Malograran! no paiziniiilas leolalivas de ma
    niifaeliiras.
    2.- loi-nos impossivel emprear o Irabalho livn
    e inlelligciite, c uosontreeamos de todo ao Irabalho
    eserato.
    3.- Aluunsdos nossos produotospenleram o iner-
    eado externa, c-ulros llcaraaia pique de perda-lo
    pela rouciirrencia de Irabalhadores, cuja salario ml,i
    PMM de 60 rs. diarios, c liiialmenle todos sollriam
    unta baila uradual.
    B que pelo contrario eom urna larifa prolcetorn
    teriam emigrado para o nosso paiz mnilos capilaes e
    inuilos bracos industriosos, que teriam creado uiii-
    uufarliiras em gralide escala, que elevaran! o Bra-
    sil ao maior auaede prosperidade.
    Do exame destas proposifOeo I commissao w oc-
    eiipnu larga e mimiciosaineiile. a porque militas de
    suas rellecroes acariam grande loteresse pela sua
    importancia, forra he que alguma roiisa reliranios
    sobro este ponto.
    SI.
    Em relaeao ao primeiro poni, a ciuninian e\a
    min quaesas lenlalivas indiislriacs que se deram
    ein qualro pocas ; a saber : a que lermiiiou en' 5
    de Janeiro de 1785, a de 1785 ao (. de abril de
    1808. a desla ultima dala al a poca de nossa einan-
    eipaela poliiiea.c Bnalmenla a do 1821 a 1844, em
    que foi publicada a larifa em viuor.
    Ale a rala do altara de 5de Janeiro de 178* (re-
    fere a '.iiiiiii-- in pxistiam no Brasil fabricas e ma-
    nufacturas re diOerenles qualidades.
    O goteruo melropulilauo,a lienelieio da iuituslria
    porlugiieza, c pelas razes: I.' ilexiloconviradis-
    Iran-ao dos bracos destinados a nossa latoura e ini-
    nejaelo para oulro misler; 2." .le consislir a verdu-
    deira e solida riqueza nos fruclos de prodiieeues da
    Ierra ; 3.' de consistir lodo o fundo c liase das per-
    inulacoes mcreanlisda nrteeaclo o commercio do
    Brasil e Portugal nos producios do soto do uosso
    lerrilorio, manrlou destruir dcbaixo de grates penas
    todas as fabricas entlo existentes, com excepelo ros
    tearescmanufacturas em que se teriam lazendas
    grossas de algndlo proprias para o vestuario de es-
    cravos, c para enfardar e ensaccar gneros e fa-
    zendas, e prohibi o cslabclecimcnlo de quaesquer
    outro.
    Urna providencia igual arredou os Indios, os ho-
    mens de edr parda e os proles do offfcio de ouritcs.
    Altara de 20de oulubro de 1621.)
    Lavrava nessa pora a opiniao de que a latoura
    era a terdadeirs e solida industria.
    Do exame das differeules nutras pocas, ijra n t is-
    la de factus que uotou c de dados bisloriros, a eon-
    clusiio qoe a oulras colisas, que nlo da acelo das
    tarifas liscae. proveio nosso alrazo na induslria fa-
    bril. Eslas causas, conforme a commiasao, forsm :
    1.* falla de educaclo eiuslrucclo apropriada ; 2.'
    penuria de capilaes, e omprego dos exilenles para
    ranaesmais pioilurlivos ; 3.* falta de machinas o
    de instrumentos proprios para a indusfrin fabril.
    Na demonslracao desle.enunciado, a commisslo se
    demurou o reveloo alguma eousa de iuleresse quo
    nao roiivm cnlregar ao olvido.
    XII.
    , Sobre a falla de educaran e iiistrucrnoapropriaila
    a industria fabril, eis-aqui o gue em-resumo se co-
    Ihe dessa rlemonslracao.
    Nos paizes novse Incultos o emprego de bracos
    I"111.....a
    riquezas, i
    naeioiiaes,
    lautos do
    de oulras
    por laso qm
    O nosso eslado detranquillidade e seguranca pu-
    blica e individual, nlo foi al certa poca lal que
    podesse allrabir a emigracao litro e espontanea.
    Por de mais em algumasclaasea de nossa populaeRo
    cslrangeira, que por semdutida servio de obstculo
    emigrarlo. Sobre este ponto nlo piiilemo-nos
    forrar de traoscrever algumas raflexoei da mesma
    coniniisslo.
    XIII.
    o Esse preeonreilo, iiisullado por amor das dis-
    ii pulas rio piislces polticas, amortecido lias lloras
    de pa/,-eleanla com lisos de leroeidadc no
    momeiilocm que as paixes proronipcni em ex-
    ee-sos iletiiileiieia.
    o Ser sua inlliieiicia benigna a emigrarlo dos
    a sabios, dos imliislriosos c dos capilaes eslianuci-
    ii in- ? Ninguciii de boa f 0 afirmar.
    ii II eslrillgeiro lirado da rlasse industriosa, o da
    o dos Iraballi.nlorcs robustos, que emigra, asseme-
    llia-se, conloo quereiiiatoiins economistas, aoca-
    n pilal lito, .iiruiniilado pelo paiz donde sabe, du-
    al ranleo lempo do seu noticiado as artes, alo o
    n intoiroilesentolvinicnlii de suas forras, e a urna
    a verdadeira machina pe
    o vai empresar-se.
    n Transporta comsigo a InstroccSo precisa a sua
    o prosslo, e a par desla, ou siiiiplcsmcnte os fin
    a ros uecessarios para seu sustento e manuleneio
    o ou para esle c a fundaclo de algum genero de
    a Irabalho.
    0 Em quilquer dealas hypotheaes maior uldida
    o de resida ao paiz de sua viada, do que a si pro
    sua tolla, ainda que accumiilado de
    lo inesino modo que he issii livre ao
    deia baa mallo coailderavoh, resul
    leu ensino, da induslria quo iniciara, i
    que a sen etemplo se fulularam : c In
    loternos habis rarean por lo
    lo- os modos pan si os pslraugeiros in luslriosos
    u A-.im praliroii a Inulalerra sob o reinido do
    Eduardo lll.qoe exrilou a viada dos l-l.nni in;o;
    a-siin a ranilla Isabel, arolhciido os emigrados
    do. l'aizcs-llaixos, laucados jora do seto da MI
    palria por amolda vilenla perseguirlo do du-
    que d'Alva assiin pralirar.ini oulros reis e potos,
    ruino os l'raniees expalriados pela inlolcrancia
    religiosa, que foram abrigados com grande fator.
    j.i na Grla-rclaiih.i, jii na Prussia, ja finalmente
    ein oulra- pirlOS da Alleiiianha, rom protcilode
    sua prosperidade: c lal foi a vanlagpin que a
    tirla-llrclaiiliaroeu dacmigrai.o, c lio benig-
    no era o arolbiinenliados forasleiros nesse paiz,
    que prawu por principio InconcllSM e proverbial
    de seu direito publiro.e toi sempre poni dilllril
    e considerado medida de iikaejio, qualqucr bil
    ronlra a residencia dos eatrangeiros que se julga-
    i.nii perigosiH n tranquillidade publica.
    n Na historia da rasa de llrandebiirgo o malulo
    Frederiro refere que no romero da regencia de
    1 rederirii-liiiilberme nao sefabriravain na Prus-
    sia iifliu chapeos, mu lecldo algum ; que a esse
    lempo, das Francezes que a esse reino se refu-
    giar...... mis crearan! fabricas de dillerentes qua-
    lidades. oulros lorniram-n morcadores do pro-
    ducto da induslria de seus roinpalriolas. e pelo
    laclo dessa emigracao, pela priineir.i te/, tirain-se
    em llerlim leudas 'le ouritcs, de relojociros, de
    escnlptures etc., ote,
    o OsEslados-l nidos, que acolliem aiiuualmcnle
    um sem numero de forasleiros, veni sua latoura
    pro-perar. sua industria faliril em romeen tingar,
    -eu ii......ionioc nivegaeiio cada dia augmentar
    .i em forra c poder, 101 riqueza subir com pa-sos
    - ni^mlescos.
    a O. irlblMeslrangeiros rliegam pobres, o tao-se
    o carregades com nossa prala e rom o nosso miro.
    ii As-ini dizrin o* que desconliccem os verdadei-
    ii ros luterenea do Brasil.
    o Os capilaes que tennis, induslria e commercio
    que possuimos, a qiiem devenios .' Essas fabri-
    n ras, que se prolegem, e a favor de quem tanto se
    -i falla, de quem pela mor parle sao "
    o te*.' quera as dirtoc?
    n Bracos eslranlios. rapilccs alhcios torlilisain o
    n nosso solo, eslcndciii nosso cominerrio e fiiiidam
    as artes uleis. Bitas lieaiiienilmra elles deixem
    i nonas plagas... Eslranbos inaiiobraiii nossos na-
    ii tios, crcam nossas fabricas, compram nossos pro-
    n duelos, c os Irausporlain para os grandes merca-
    i, dos, e\plor.ini nossas malas e nossos ros, ferlili-
    ii san nossos campos, dio impulso aos Irabalbos de
    a nnssa niineraeao, desrobrein as riquezas de nosso
    o solo, i.....rarreiiain-sc da educaclo de no-sos li-
    ii liras, Capilaes, instruirlo Industrial, maltonas,
    ., Inslrumenlose bracos, com que alimentamos nos-
    ii sos Irabalho!, rih) pela unir parle esiranlio-, e as-
    ,, sitn i-..n.- tanauewgOM fernndam, santenlamnas-
    ii ..n paiz, i prantocem prosperidade, emcez
    a de e.rlianrir-llie u reir e forra, o
    XIV.
    A commisslo, como distemos, den igualmente,
    como causa eom......iianle do alrazo de nossa Indus-
    tria fabril a oscassez de capilaes. e a applic.icao dos j
    que enlffo cxisliam a canaes mais producliios.
    Para demonslraciin de seu asserlo exhibi as se-
    guintes ra/oes : paiz noto, o Brasil, nlo podil lar
    capilaes siillirienles que alinienlasseni ao mesmo i
    paso as Industrias agrcola e fabril. Todosoaeapi-
    laes de que podia dispiir, cuino era nalural, se cnea-
    minbatan para a minorarlo e latoura.
    A falla de seguranca e de liberdade poltica detia
    de al'ugenlar capilaes eslranhos.
    A facili.lade com que o coverno portuguez man-
    duii nlo siiilcslriiir as lahrirasexislenles no Brasil,
    e prohibir a fundaclo de oulras, cuino destruir sob
    pena rapilal as planlacAM de cerlos producios da
    Asia, e defender o eslabelecimenlode alambiques,
    de engenhos de aasnear ein rerlos lugares c o exer-
    ririo de rerlos ellirios u algumas rlasses da popula-
    eSo, deteria por corlo fuzer esniorecer usrapilalis-
    as e induslriosos.
    Por mili o lado, a falla ile seguranca de vida e pro-
    priedade. a impunidade dos crimes, a demora dos
    procesaos, a nenhuina conlianra da justica nos jel-
    gamentos, a farilidade do lucios de eslorvar e inn-
    iili-.n sua larca e cxccuco, a falla de inleirpza dos
    juizes, os privilegios, oststenia regulamenlar sobre
    a induslria agricola. ludo lemlia a afugenlar a en-
    trada de capilaes, e a excitara cmigraclo.ou inac-
    lividade dos exislcnles,
    Alem disso, a falla de insliluicies de crdito, a
    dilliiiililadc das cominiinicacoes, alcavera obstcu-
    los ronlra sn.i eti-leneia e applicaclo, nao i ii in-
    duslria fabril, como a qualquer oolra.
    Nestas consideracoes a commisslo se alargon, e so-
    bro o assiimplo da demora dos pleitos, e nenhuma
    cuilianra na juslifa dos julganirnlm Irasladou um
    Irerho do una inemnria dirigida em 1807 a tmara
    da Babia pelodcsembargadnr Jlo de Brilo, donde
    julganios acertado passnr para aqui as seguinles li-
    nbas: o....nlo basta que os proressos sejain breves,
    cumpre lambem quo as decisoes sejam justas ;
    porque sem istn nlo scnbtein urna perfeila segu-
    ranca dos diieitos de propriedade e do rumpri-
    mciito dos contratos que lien primeiro objoclo da
    sohedadecivil, eo mais inleiessaulcdos suxijios
    que com ogoverno podu facilitar o eiercicio'de
    industria e a livre rirculaclo dos capilaes...
    o ....Nenhuma neeessidade he maior do que a da
    *MaraMMaMMMpM
    . juitlca. Nlo ha ninguem que u desconheca, por-
    que ateos anesins populares o puhlicam a cada
    a passo. Une fallara emmangat da juitifa.outroi
    da de compadres: se ie Ihet pergunia eeumacou-
    ix salte sua, responder : a Emquanto oe Srt. des.
    a embargadofei quizerem; ti vio lets, onde ras
    o queris, dizem oulros. o Comparam-te o fili-
    l qanles a um lenrcl nos maot das lacadeiras, que
    a o nao largam emquanlo Ihe tentem chorume.
    ii Ficam a final um n, oulro em camisa, &e., Sien
    XV.
    A falla do machinas foi a lerceira causa'concomi-
    iniii.- dada pela commisslo para a ausencia ou alra-
    zo da induslria fabril no Brasil.
    Ainda que ludo se dispuzesse, (diz a commisslo)
    em favor da creac,3o de latineas no oossn lerrilorio.
    misler era a imporlaclo de machinas. Seguir os
    antigos e dispendiosos prncessos dos primeiros lem-
    pos seria mais para alrazo do que para adiautamen-
    lo do paiz. O eslado de alguns ramos de manufac-
    turas fraucezas, .Imi i.i- ebelgas provam de um
    modo evidente os inconvenientes desla re-.nlunan, e
    o alrazo das fabricas da India augmcnlain esta evi
    dencia.
    A sabida de machinas foi prohibida al 22 de
    agosto de 1813. Smente por via de coiilrahando.a
    Franca com grande custo podia ohler modelos das
    ingieras, o mesmo succedia aos oulros paizes, e
    como a norte do Brasil seria ueste ponto mais feliz?
    A commissao produzio mnilos exemplos em apoto
    de Ma. assen lie-, il.....unillimos por brel idailc.
    XVI.
    Allrbindo o relalorio de 1845 do minislerio da
    la/en la s nossas tarifas liscaes a impossibilidade do
    emprego ''e Irabalho livre e inlelligenle, c a conser-
    varlo do Irabalho escravo. c sondo nalural que de-
    pois da publicarlo da larifa de 1841, que he pro-
    tectora, so consguisso este beneficio conforme^ a
    rrenea do aulor do mesmo relalorio, a commissao,
    depois de demonstrar a iienliunia influencia qu,e
    podan) etercer sobre lal malerla as tarifas lisraes,
    revela por meio de dados eslalislicos que de|ios de
    1811 a importarlo de escravus, nlo obstante a tarifa
    protectora, foi superior, c al mesmo duplicou, o
    quasi Iriplicou, c assiin foi milito alm uil 'llle,e ve-
    rilirou no lempo das tarifas liscaes, c discorrendo
    sobre um lal ponto loma evidente as seguinles ver-
    dades : ncnliiima induslria demanda maiures conlie-
    ciinenlos que a agrirola ; o Irabalho livre se accom-
    moda lano com o seu sertico romo com o das ma-
    nufacturas, 'miente a falla ou escjsscz de Irabalho
    litre delcrmina n procura do escravo. O Iraego
    illieilo do csi-ratos diminuto entre nos pela torca
    dos meios coercitivos que se empregaram. A emi-
    gradto rorreri rom mais forea para ns nossos por-
    los! proporrao que sua exlinrclo tornar-se eflcc-
    liva.
    XVII.
    Viudo ao tame das proposiees do inesino rela-
    lorio, que allribuiram s nossas tarilas liscaes, a per-
    da de mercado citerior para alguns de nossos gne-
    ros, o receio da queda de oulros, e a baixa gradual
    dos procos ile lodos, n commisslo fez consideracoes,
    e enlroii em urna miiida analvse e demonslracao
    que pela almud:.....ia de torios iiotos c pela apphra-
    c,iri que delles fez carea alleni;lo.
    .Moslrou ante ludo que a necio de iiossas tarifas
    liscaes nao podia acarrelar um lal resultado.
    A celo oa Influencia de nina larifa tdiz ella ou
    seja fiscal un protectora, rcrahe dircclaineule sobre
    os prefos das mercadorias de importarlo, e nao po-
    de eslender-se alm do increado do paiz que a adop-
    ta. Se de sua aci;lo, em ronseqiicncia de altos di-
    que loca a paiz em que j rcilos, resollar esassezc penuria no mercado de
    cerlos gneros eslrangeiros, e por cinisequenea pro-
    cura e caresta, o resallado ser que, ou o seus pro-
    cos se elevarlo de modo que conviden a imporlaclo
    un eslrangeiro, na falla de produeeiio sullicienle de
    similares do paiz, ou a exelusio daquelles por meio
    do augmento desla.
    Piido assiin una larifa. petos altos ilireilos que
    crear, influir sobre a exporlacio, porque em regra a
    exporlacio de um paiz procura nivelar-se rom sua
    importarlo, e vice-versa ; c assiin diminuir l sen
    commercio. Nunca, porm, una tarifa pudo influir
    sobre os mercados eximios dando maior procura o
    preco aos gneros do paiz que a eslabelecer. As
    ieis que regiilania procura e siippriuieiilodas mer-
    caduras e seus precus nos mercados exteriores, nlo
    esto snjeilas a iulluencia das tarifas de importlcSo
    dos palies productores.
    Tratando da alca dos salarios dos nossos obreiroB,
    di/ Igualmente que este fado, que dn-se ein aeral
    nos paizes novos, e em progresso de prosperidade,
    nunca pode ser reputado como um signal dealavo-
    ratel, e presago do ruina ; que a alea dp salarios
    delata ordloariamente necenldide de Irabalho o
    ulll emprego de captlal, que iiuperabundancii de
    Irabalhadores, ou a nao proporrao do Irabalho olle-
    recidocoma sua demaiula nunca pode ser futoravel
    ao paiz onde esle Ciclse observar. Sera feliz a li-
    linta pergiinla a commisslo pelo fado de seren
    diminutos ns salarios de seus obreirns ? S-lo-lia
    Portugal .' S-lo-ba igiialmenle a Polonia 1 S lo-
    ba a ludia'.'
    lis salarios na Inglaterraslo tres vezes mais altos
    do que na Irlanda, e a Inglaterra v sua induslria
    prosperar e a Irlanda dcnhar. O salario na Fran-
    ca he ni,lis barate do que na Inglaterra, e esle paiz
    se atanlaja aquello na induslria e na prosperidade.
    Nos Kstodos-I nidos os salarios silo quiltro-vezes
    mais altos do quo na Franca, e mais do que os Fran-
    cexesos Norte-Americanos se avaolijim no caminho
    da induslria e da prosperidade.
    Morir igualmente que nenhuma industria lio
    snjeita est a crisis como a fabril, c mais do que a
    agricola : que a industria fabril de cerlos palies lem
    visto os seus producios tle-pre/.ados nos mercados
    estertores, e proferidos pelos do oulros paizes, c to-
    los roiii bahu gradual de prreos. Neslc ponto de-
    miiroii-se a riiuiiiii.slo, revelando fados que intei-
    ramente tornan) inconteatavel esle asserlo que nao
    nos cabe produzir por amor di brevidade.
    Depois ilesliis consideracoes entrao examedo
    estado de niissa lavoura para demonstrar que nem
    nossos productos lem sido desprezados. ou dei-
    xado doler sabida nos ulereados exleruos, ou se
    acbain amearados disso, nem nossa prodcelo di-
    minuto.
    Ne-le |iroposito entra no exame do eslado actual
    dos dilfereules ramos d nos-a lavoura, faz a sua his-
    toria, compara-o cun o em que se arbataui em dif-
    lerenlcs pocas, examina se lem batido augmento
    ou diminuirlo da pxportaclo de seus producios
    comparande-a em relaclo i dillerentes pocas; de-
    monstra quaes slo os paizes pruducloies de gneros
    similares aos nossos. o estado de sua rullura nesles
    palio, e sua cxporlarao. qual a prodcelo c cun-
    sunio geral de cada arligu, qual a iuiporlaclo e con-
    sumo de laes gneros cm cada paiz, que parle lo-
    mara os nossos gneros nesse consumo, qu.ie- ns di-
    reilos de imporlaclo a que eslao siijeitos. quaes as
    probabilidades do augmento de sabida c extraern,
    ou de queda c parda de mercados pela ci.....urren-
    cia de outros paizes a que eslo sujrilos os produc-
    ios de aossa latoura, a de um tal exame lira as se-
    guiolaaconclusoei:A nossa latoura ein geral nlo
    liadeflnliadu, nao se ha abatido pela baixa de ura-
    cos de seus productos, e menos ha perdido seus mer-
    cados exleruos.
    He digno de alinelo a parte desle exame relati-
    vo ao algodlo, caf, assucar e oulros arligos, ello
    importante ajnlgimosque lllve |iarlicularmenle
    e a finid do relalorio Irnsladcinos alguma rousa.
    Por boje aqui finiremos.
    Jornal do Commercio.)
    aquelles horneas, logo que presenllrem que sua de-
    dicaco est em divida retiram-ao resentidos, e os
    oulros se tornara neeesearios, o entlo nao ajudirlo
    a administrarlo, porque isso lliea nlo pode convir,
    mas crearlo embarios para mostraren] que a po-
    tilica iluminante nlo lem stmpalhia* na provincia,
    que viveu sempre pela aceao da viotoncia, e mate
    meios iluminaos, Andando logo que viren) a idmi-
    nislracao separada de seus natura afilados, por
    f.uerein-ll* ulna guerra demorle, como lem feilo a
    lorias, ,is quaes lem liberaliwdo elogiosprevenlivos.
    Tenho mufla conflaoca no bom senso do actual
    administrador, a por buo nlo temo qoe o grosseiro
    plano, que vejo preparado, viuguo; nmsnempor
    isso desconheco que ello lem suas diBlculdades n
    vencer ua aclualidade, e que os espirilos mais frac,
    ou mais desconfiados, leein serios receios, principal-
    mente sob o progrmala da etcolha, que seria pti-
    mo a haver umn bilola infalitel, qus indicasse o
    grao dr> merccimenlo e lealdade de cada um dos ex-
    clunos c adeptos.
    Nunca me acliei n'uma poca de mais dunda, an-
    ciedade eesperancas; c nunca eu tive mais cunAan-
    Ca no futuro, e calma. Talvez isso ja seja indifle-
    renlismo da idade.
    Nesles ullimos dias ulo tenho tido mais noticias
    das obras dos thuggs; mas nao creio quo elles csle-
    I-iiii parados.
    Consla-inc que uo Inga nlo he povivel capturar-
    se um velliaro, que nlo seja logo posto cm Inga, ain-
    da os feridos! ou lomado em caminho!! E tropa
    para segurar os inarreros? Nlo lia e nem lie ne-
    cessario, porque lie mais evanglico o ancxiui aos
    morios sepultura a Boa vivos escpula do que o
    anligo castigar os que erram que nossos ante
    pastados por um lapso rolloraraui crradaiiicnle mil
    a verba obras de misericordia devendo perlen-
    cer ao orcanieulo da ihliea.
    Ainda nlu foi galvanisada a nossa assembla, e
    mais de um patriota lem sentido isso, porque qual
    ipil-i daria bom cobre por mais 15 dias de vida, i
    estimarla inuito mais obie-lts gratuitamente com
    i? diarios, e urna ajuda para alivio dos Irabalbos da
    visgem. Se ella pensai llologicainenle como o mo-
    ribundo detcitor, que se julgou eterno, porque o
    coufessor Ihe disse ser possivel que elle nlo morrea-
    se sem jiagar a seus credores, enllu nunca mais con-
    cluira o leslameiito ou como Ihe cli.ini.nii os polti-
    cos, o orcanieulo. Eu pelo menos assiin o torasem
    o menor rcelo de censura razoavel.
    A voiilade dos iiileressados lem feilo espaldar por
    mais de nina vez que ella esta convocada por 15
    dias. maso Mcrelles tem-iiieasseveradoque lal ul
    ha, ceu o rreio, |Hirque elle lie um dos polticos
    mais agudos que eu COOheco, Depois da polica he
    a primeira importancia eleiloral.
    Os caudidalns provinciaes nasrem enmo insectos
    iioioincco da inverna. Temos una recua delles.
    Mnilos se teinlessem I candidatura rom ludas ai
    suas probabilidades nlo icharlim comprador, ex
    ceplo ao protegido da polica, que he, quinto a mim
    o nico pelo qual se pode dar alguns ris. O pre-
    lendeiile est habilitado, pote be discpulo de urna
    alia eapeeidade, nolavel como escriplor das earra-
    poudenciaa da Babia, imporlanla no genero epislu.
    lar c iiiteuritel no ronliecimeiito dos sinnimos
    de quem dina o proprio Cainoes, se o eoiihecea
    su t mi* iiiani/uejii de um olho.
    .Mais de mil conmlnaCOel se lem feilo entro o-
    c.'milid.ilos, e todas so lei desfeito, parque asalla-
    partes contraanles lemem-se reciprocamenle eca
    da qualquer dar una licito no fumarada.
    A niorlalidnde tai sem maior augmento, npezai
    do nsiiportatel calor, que estainns sollrendo. Ol
    vveres coiiliiiiiam caros; e ainda sullremos oulro
    inroiniiiodo na falla dedinbeiro miiido, que esl
    rarissimo.
    Nada mais oCCOrri diflu de incnsiio. Saude c
    lenluias Iheappeleco.
    rs. e para que ninguem se chame Ignorancia fai-
    te mu .linele pelo meio mais publico a presente de-
    clarasao, com o protesto de se usar lambem da ae-
    co criminal que no caso couber. Balda 22 de ou-
    lubro de 1853. Joti fereira da Mica Carratlu,.
    iceordao da relaeao de l'ernambuco em pri-
    meiro julgado.
    Que nlo loraam conhecimenlo dos iggravos n
    lulo do processo iuterposlos lis. 63, 67, 171,173 o
    197, por nlo citar-se lei ou ordenac|o que os autor i -
    se, e condeinnaiii os aggravantes oas cusas. En-
    trando no merecimenlo da appellaclo conArman a
    seuleoea recorrida pelos sens fundamentos, alienta
    a prova dos nulos e disposicio de direito, e couileiii.
    n.iui os appellstiles as cusas. Becife 31 deagnlo
    de 1859.Pref denle, 40, Rabillo, Luna Frri.
    re, Pereira Mtinteirn.
    Accordlo da relaclo de Pernambuco em se-
    gundo Julgado.
    Que sem embargo dos embargos a II. 337, que
    nao atlendem por sua materia e aulos, visto que do
    final da escriplura a fl.7, consta" ler ella sido feiti
    a apraziineutoadas parles, declarado esto, qoe nao
    leria lugar, nem as parles assignariam a referida
    escriplura se por acaso nao eslivessem scientes do
    seu contedo, porlaulo cumpra-se o accordlo em-
    bargado, faca a -eniene-i livre transito pela chancel-
    larla, o paguen) os embargantes as cusas. Keci-
    fe, ele. ele.
    Aceordao do supremo tribunal de justica.
    Vistos, exposlos e relalados eslea aol-is civeis en-
    tro parles, recorreules Manoel Prudente de Jess e
    sua miilher, e recorrido Jos Pereira dn Silva Csr-
    valho, negam a pedida revisto por nao haver nulli-
    dade in.iiiiir.ij, nem injuslica notoria ao accordlo,
    de que se recorre. Begressem os autos ao juizo,
    onde foram sentenciados, pagas as cusas pelos re-
    correules. Bio de Janeiro 1. de julho de 1853.
    Duarle, presidente; Campos, PerdigoMalkeiros,
    Cereueira Lima, l'eiga, Cornelia Franca, ta-
    buco, Pinto, /'erun/iu, .lmenla, Siqueira, Caruei-
    ro, Ponce.
    ri:i.\.,i.!i.;o.
    TIIESOI BABIA DA FAZENDA PROVINCIA I
    Drintnislranti, do saldo disiente na cai.ra da e.r-
    mielo de 1853 ti IH.5 cm 31 de oulubro de 1853
    Saldo cm 30 disetembr-
    I'-P.......
    Bceeila no coi rento mal,
    Despeza dem .
    Em cobre.
    nulas.
    2S:IKIS-sS7l
    3l(k3l3l.i8
    :!.W:;122N):I2
    (i7:liii1i-t
    Saldo.
    HlsiS87
    ,-270:568000
    27II;7I2-,SS7
    270:712088:
    O
    IhomazJt
    Dcmonnt
    posilot
    S.il.l......
    p. p.
    Oca
    sircirii,
    ila Hita Ca-mati' Jttiiior
    eacrivffo da receila edeipesa,
    io Cantoso Je Queirot Fornica
    Jo toldo disiente na cai.rtt Je Jc-
    lill m
    w 31 de oulubro
    30 seleuibro
    orrente mez.
    de 1853.
    T(l:KK4i-4HN>
    7ti:7l.l7->IWti
    COMMERCIO.
    PBACA DOBECIFE1 DE NOVEMBRO AS3
    HORAS DA TARDE.
    lailaeiiesollii-iaes.
    Dcsconlo de ledras de I l|2 mez 8 por cenlo
    ao anuo.
    Dito de ditas de 2 mezes9 por cento ao anuo.
    Dito de ditas de 0 mezes10 por cenlo ao anuo.
    AI.FANDEGA.
    Bendimenlo do dia 1 a 3 .... s 29:533s5;ln
    dem do dia i.......13:41Mijo:il
    |:i:lri-~ii;i
    / ni i /oli. /lo/i-.'i de imrembro
    Barra iuglcza llclla mercadorias.
    Polaca ti .un-i iConslantpipas com viuho.
    Ifialo brasileiroItehalacaogneros eslrangeiros,
    o do paiz.
    Importacao'
    Vapor baasileiro S. Salcailor, viudo dos purtos
    do sul. mauitestou oseguinle:
    t parole: a Novaes <\- Coinpauhia.
    I caixolc ; ao leucute coronel llenriquc Jone
    Coelhn.
    I raixole : a Joaquim Jos do Amorim.
    I dito ; a Cario l'rcderico Silva Piulo.
    I caitas; a ordem.
    1 ctltlo; a Domingos Alvos Malhcns.
    I caixa ; a Viuva Amorim ii Filho.
    I encapado: a llenrv tiibson.
    I tola ; a Anlonio Jos (jomes do Correio.
    Iliate Frlialtiriti; vindo da Babia, consignado a
    Nicolao Francisco da Costa, manifeslou o seguintc:
    I elisio c!iarntOt;a Antonio de Almeida (iomes
    v Companhia.
    1 dilosilitiis; a Domingos Alves Malheus.
    2 ditos ditos ; a Francisco Uuedes do Mello.
    20 huiricas charutos; a Jos Antonio da Cunha ,\
    liman.
    I raixa cassa, I dita latos de revalenta arbica: a
    J. II. (iaeussley.
    t caixas llur de ail, I dila bulles de loma; a N.
    O. Bieber A Companhia.
    I eaixlo ditersas mercadorias; a E- Burle.
    I volumccaseniiras, 2 ditos hrini de algodlo, I
    caixa tonca usada, 10 fardos algodlo, Scaixoes e 802
    aixinhas charulos, 50 sacras caf pilado, t sola, 2
    Despeza dem,
    Em cobra,
    nulas,
    n letras
    253:683901*
    ' 70-.l6G|6&
    Saldo
    9B560
    7338000
    182:7749171
    183:5179031
    183:5179031
    //o.
    De
    O lliesoiireiro.
    /nsi-i/ii \i'/ivi liiisinan' Jnnitr
    11 i-siti,ii da receila e di-pe/a,
    Inlnnio Cardozo de Queiroz Fonteca
    aitlo dn laido cusiente na tabea especial
    da cnliamciiln na* rtin* desla cidttde
    oulubro de 1853.
    31 i
    Saldo em 30 de sclembro
    p- p....... Beceila no crrante mez. Despeza dem .... Em cubre..... olas...... 13:0059180 "112-720 13:9079000 1:0009000
    1039180 l2:S01f(KSI
    l2:!KI7-t900 I2:'.I7-!MHI

    CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
    PERNAMBUCO.
    Parahiba 31 de oulubro de 1853.
    l-'inda-se boje o mez de oulubro estril de aconle-
    cinieutos imporlaulrs, a nao ser una ou uulra obra
    lliui/qal, qge appareceu.
    Niinca me ti em maiures apertos para precio hei
    a medida que hei adoplado de ininhas niissivas, .In
    que duranle estes III dias; e a nlo ser a poete do
    Exiii. piesidcule, a ebegada dos depulados, a e-pc-
    raiiea do irqos, a alegra do .Merelles, o dcsapon-
    lameolo do feudal de Souza. cerlanienle que lena
    aparado us bicos da pelma, e arrolhado o liiileiro
    al mellinrcs lempos. Dos queira que o scnhiir
    noiemhru, consagrado a lodos os sanios, seja mais
    benfico e feriimlo,guardando as sellas para os m......
    e liberalisando aos lions tenluras,6a proiiiiriii i
    que Ihe he misler, e a mim, alem do que me per
    lenrer na rlasse ein que me enllocar, malcra Im-
    portante para faeililar meii (rahalhn, c livrar us
    leilures do enjoo de Icr tongas lindas sem proveilo.
    .\ssim seja..
    Conlinuam as es|ierancas dos polticos o os ho-
    mens da oppoeifilo eslo salisfeilissmos, porque
    leeni para si, que coinecani a suspirada reticeiio,
    nica que Ibes agrada, visto que desde a asceiii.au
    da poltica dominante tem elles eslado, menos os
    criminosos, em niel luir posiijlo do que os mais devo-
    lados alliados. Ellos conlam cornos insidiosos meios
    de insiiiuaclo. que lem empregado no romeen de
    Inda- ailiuiiisiraces provinciaes, boje mais efll-
    cazes peto auxilio da lctica, lillia da experiencia, e
    da ilni-o emquo seaclia o partido doniinanle, que
    lar rom que os dfereules grupos se desacredilem
    mutuameiile; cnnllrmando ventajosamente oque
    elles ilisserem coulra torios, porque (erlu o In-in
    pensado accordo do nlo excluir um jai da lerrivel
    cbriinica, quedevem romper.
    Neslo ettoilu de cousas nada .mais fcil do que
    laul-ir a desconOanca na adininislraclo contra os
    iiinens mais importantes do lado, que detem sos-
    (enta-to, c islo feilo, o resultado he cerlo, porque
    O Ihesiiurciro,
    Humar- Joe da Silca Gusmdo Jnior.
    O csrritlii ila receila e despeza,
    .Inlonin Cardozo ile Queiroz Fonseca.
    REPARTICAO' DA POLICA.
    Parte do da ( de novembro.
    Illin. e Etni. Sr.Participo i V. Exc. que das
    parle, lioje receliidas nesla repai lie.io, consta lerem
    sido presos: a ordem do Dr. [ate de direilo da pri-
    meira vara, o preln Franciscode Salles, porseachar
    condemoado: a ordem do subdelegado da freguo-
    zia de S. Aiilouio, Francisco das Cbagas Daarle, pa-
    ra aterigllaeoes polu-iaes ; e a ordem do subdelegado
    da freguezia -leS. Jase. Antonia, escrava de Julo
    Francisco Belem, por andar fgida, Antonio Altes
    do- Sanios, e Albino -lose Tnxcira, para averigua
    roespolieiai -.
    Dos guarde a V. Exc. Secretoria da poliria de
    Pernambuco i ileiioipiiibio de 1853.lllm. eExm
    Sr. ronsellieiro Jos Bciiln da lamba e l-'igueircdo
    nresidenlodi proviucii,O daiambirgidor Cae-
    tao Jote ia Silca Santiago, chefe de polica i
    lerino.
    3 gaiuel-
    111x5013
    :Wlrl,tf
    BSI|IM
    I8M89
    37*13)
    SfiU
    BECEBEDOBIA DE RENDAS INTEBNAS E-
    HAES DEPERNAMBUCO.
    Rciidiincnlndo dia4...... 32IM23
    i:onsi;i.adopkovinciai..
    Beiidinienloitodto Ia3..... 503903
    dem do dia 1....... 5159511
    bancas, 2 aparadores, Iti cadeiras, I cama
    las, e 20 fardos fumo; a ordem.
    CONSULADO ERAI..
    Bendimenti'iln dia 1 a 3 ....
    dem do -lia 1........
    I'IVEBSAS PBOVINCIAS.
    Bciidimeiito do dia I a 3.....
    dem do dia 4.......
    I.IH'.i.-J'i'i
    MOVIMENTO DO PORTO.
    IHAIUO DE l'EKY.HIRCO.
    ii.,
    lem, as cinco horas da larde, embarruu no
    San Saltador, com deslino ao Para, o Exm. Sr.
    cnnselheiro Sehaslilo do Reg Barros, presidente
    nomoado para essa provincia. S. Exc. rerebcu no
    caes do Collcgio as despedidas dos numerosos ami-
    gos que al all u acoinpnnliaram. assiin como as
    honras militares que sau do eslvlo, assislindo tam-
    bem ao embarque os Exins. presidente e cominan-
    ,1,11,1o das armas desla provincia, rom varios olliriaes
    do cxcrciln.
    1......-iho vaporenlo viogem, o dcciino-priinei-
    ro Ii it.illi.n de in!atii.u ia com o fin de eslanciar na
    qnella proviuria.
    l'tBLICAJAOi PEDIDO:
    Do jornal da Itahia do mez de oulubro n*. lis,
    \\-l e S:t, '' da Justica ns. .78, YJ9 c 480*.
    O nsuocmnle Carvalho recliliraudo osamiuticiosque leni puhlica-
    iltt |u'l.i iiiipreusa perioilira, luolo nesla eitliiile ro-
    iiin n.'i* Alaaoas, em Sercipe e no Ko previne linda iidm veio publico de que naosao
    Iransisivci* bens hIquih de seu* devedores eiccu-
    lados Msinoel Pnidcnle d- Jt-n-. c sua imillier Ii.
    Maria Joaquina ilo Valle Barboza. j por Torra da
    hvpullteca que elle* llii" Ii/iran na cidade do l'ene-
    do aos i de abril de iHis na nota no labelli^o Fran-
    clteo Marlins Veica, ja por eOeilo das senlem;as
    passadas cni jqlu;idtque aliaiio se Iranscreviin.M'ii-
    ! > (lu i'tiii-t'-uiiiic nullo e de uenlium etlelo (odo
    e qualqucr runlralo que su leulia feilo, ou Vtolu i
    faier sobre os diliMbemem prejuizodo annuin in
    le. credor bypotberario do quanlia maior de 1B:(MW>>
    tBBLwmLwm
    NttOt riitrndtm nn dia 3.
    Kio de Janeiro e porlos intermediosH dias, vapof
    S. Sallador, romniandanle o rapilao-lenenfc
    Anlonio Carlos Ficueira. Passageiros, os Evm<.
    Sr*. Visconde de Otiuda, Itarno de Pirai'enun.'.,
    sua i uuilu. I rriado c -' escravos, II. Anorta
    FranetoOM do Nntrimcnloe 1 esrrava, Dr. Cirios
    Honorio do .'"iitinrcdo, Manoel Buarque de M.v
    redo Lima c 1 osrravo, alferes Alaliba Duarle
    Godlllho, sua oenhora e I ramarada, Franriitro
    Anlonio de S Brrelo, Jos (imnes Nello, Joo
    Alves (iuerra, B. Anua Rila Maria da Conceli;Jt)
    ce-rra\as, Francisco Uandcira do Mello Cava!-
    canli, alferes Anialio Maya, Mannel Ferreira dos
    Sanios l'iuientel e I esera\o, Jos Paulino de Al-
    buquerque Sarmenlo Jnior, Domingos Jos de
    Azevedo, Dr. Fernando AlTonso de Mello e o
    africano iivre Deonisio, Anlonio Jos Araul*?,-
    .)i-f fjflp Anjo, Antonmde SonzaPina, letien-
    Ic-coroiiL-l FfiinciscodeMcira Lima, 2nellos e I
    escravo, Dr. Francisco Jos da Silva Porlo, Ma-
    no.'! Joaquim de SanTAfina Brrelo, Joao Jos da
    Silva (iiitmaraes, Jos Tlioru'az da Silva, Anlo-
    nio Manoel ib; Arroxella Uahao c I escravo, pa-
    dre Manuel Pereira Baracbo, Joaqun. Bernardu
    Pina, Caelano Dclno Monlero Aureliano Caudillo lavares Baslos, Rapbacl Fer-
    uandes Porlo, Manoel Loureuco Carueiro Mou-
    leiro. Seguem para o uorle, Joaquim Manoel
    Bellota, I escm.lo da armada, I soldado e3 es-
    cravus a entregar.
    Colinuuiba 10 das, sumaca brasileira liuihi-
    Iri'e, de l-'t toneladas, meslrc Anlonio Simao
    dea Heis, equipauem If, carga assucar; a
    Scbrainm Wbalely A Companhia. Passageiro, o
    padre Jos Francisco Babia i;t dias, Iliate brasileiro ICj'halarao, de S
    lunelail.is incslre Nicolao Francisco da Costa,
    L'ipiipaccm carga varios gneros ; ao tneslre.
    Etaaaagefrdf*i Tbeotonjo Jn-c de Sani'Auua, (us-
    lavo Colombo e I menor.
    Kio ile Janeiro 15dias, brigue sueco Clara.dc
    280 toneladas, cap 1.1o L. A. Audertiou, equipa-
    geni IJ. em lastro; a Oliveira A Iruiflos.
    dem Otlias, galera porlugueza Tentadora, de
    600 loneladas, oapiMo Emigdlo fos de Oliveira,
    equipagem 27, em lastro; a Manoel Joaquim
    Ii.nuil- a Silva. Passagciros, M. Lcnle,- bu)'
    (iCis, I). I :;_ I I l'i.:,!
    dem 10 lias, polaca sarda Francesca Calherc-
    na.de MUS toneladas, capillo Sebasliao Vene,
    equipaaem l, em lastro; a Oliveira A; Irniilo'.
    Satio sahido* no mesmo dia.
    Londres Barca ingleza May Hntccr, capillo
    JolinE. Marcliall, carga a resiua que trouve e
    pas^ageros.
    Kio de JaneiroBrigua escuna'brasileiro (Hina,
    capilo Manoel Marciano Ferreira ; com a uics-
    ma carga que Iroiue, sinpendeu do laineirao.
    Parahiba Barca inglcza Ihjmn, capitSo Job"
    Joliiison ; corn a mesma carga que Irouie. sus-
    lientleu do lameiriln.
    Kio de JaneiroEscuna brasileira /.inda, cap'U
    Jos Ignacio Pimenla, carga a mesma quelrouve
    eos escravos.
    isavios entrados no dia 1.
    Parahiba -idias, Male brasilriro /'a'/nete, de
    loneladas, meslre Joao Pereira da Silva, equip-
    uciii'.,, carga loro* de mangue ; o meslre. rassa-
    piros, Dr. Jote M.irlins Tei\cirn e sua senliora,
    Lino Anlonio Sarava, Jos Franciscode Oliveira
    Petisco, Jos de Souza Vieir, Jos" lavare" o*
    Andrade. Antonia Alejandrina Perpetua Lim.
    .(.i.tiiii.t Francisca da GonceicHo, Anna Rila 3
    l,iTiceit;jlo.
    Saii-Mallicos .|.*i dias, sumaca brasileira D*F
    ue, deHUoiieUdas, me!re izidoro Cor rea de
    loura. equi|Mgem 7, carga larlnba ecafe:i
    Caelano Cvri.ico da Costa Moreira.
    Monte-Vidu 52 dias, briitue liespanbul / 7*
    ranea, de IHO loneladas, capilflo Pedro duar
    diol, equipagem II, em laslro; a Aran
    Brvjan.
    t*|


    s
    Ido de Janeiro12 das, barca hamburguoia
    OriMil, de 306 toneladas, capilao C. C. Mauseii,
    cquipagcm 12, carga lastro; a N. O. Bieber 4
    Companbif.
    Iilcnt5tltaa>, brigue brasilelro Fortuna oto borle,
    de 190 louelada, capilao Joaquim topea da Cos-
    a e Alliuqoerqiie, equipagem 12. em larlro a
    Jos Candida de BarroVeid recebar pralicp e
    segu para o Ass.*
    Ob$erv Ilecolheu-ae da commiaso o brlgue de Ruerra
    hrasilairo Caliopi. cominaadaola o capilao de (t-
    llala Filippe Jos Ferreira.
    .Vatio Aldo o meimo dia.
    I'.n.i e porlosintermediosVapor bratiloiro A'. Sal-
    vador, commandanle o capiulo leiienle Anluuiu
    Carlos Figueira. Alen) dus pasaageirosque iimi
    ve do. porlos do Sul para os do Norte, leva a seu
    bordo, Francisco Ferreira Novaes, Joaquim Mar-
    qrJcs Camaelio, l'horoai Uoyle, llr. Benjnmiin
    l.ui/ Silva Moura e um esrr.no, l)r. Jos Luilda
    Silva Moura e um escravo, Dr. Ricardo Anlouio
    Cima e um escravo, llr. Viceute Jansen Castro
    Atbuquerque, l)r. Ellidio Jansen Castro Albu-
    querque, ur. Francisco Ooroingues Silva Jnior,
    lir. Jos Marques lincho e um escravo, llr. Fer-
    nando Virir.i de Soma, llr. Antonio Joaquim
    Frauco de S, Dr. Francisco Urbano da Silva Ki-
    lit'im. su.i aeuliura, 5 filhos e iescravos, l)r. Sln-
    \.d Odorico Moura, Ur. Reinaldo Fr.mcisro
    Moura Ur. Jos Joaquim Rodrigues Lopes,
    l'.vm. consellieiro Sebasllo do Reg Barros, I
    criado e2 escravos, Dr. Francisco Fereira dcSou-
    za Jnior, Clara Maria da Cooceie.lo, Jacques
    Remy Bcroard, Ur. Joao Silveira Souta e um es-
    cravo, o coronel, ulliciaes, pravas e familias do II
    balalhao inraiilaria, um es-pr.ua e segundo sar-
    eolo. Francisco de Paula Figueira Sabuia, Ur.
    rancisco Uygino Jansen Vieira de Mello.
    EDITAL.
    O Dr. Cuslodio Manuel da Silva Guima-
    mai-Jes, juiz dedircito do rivel, pro-
    \cdor dos residuos e cajM'llas, nesta ci-
    ilaile do Red Ice seu termo, poi'S- M.
    I. e C; ciue Dos guarde, etc.
    Faro saber aos que o presente edilal
    virem, que em delerimeuto ao requer-*
    mento, pie pelo reverendo Jos Leite Pi-
    la Ortigueira, e outros irinos da irinan-
    dade das almas da matriz do Corpo San-
    to, me lu api:ci'iil,n.|ii msl.i data, lenlio
    designado odia 3 do corrente, pelas 11
    horas da manha, .ilim de (pie se proceda
    a cli-irao da mesa regedota da mesma r-
    ni.i ni I.ule. em ni i n I ni presenca, segundo
    as Ibrinnlas estabelecidas DO compro-
    misso. F. para ni iiiu de todos os irmios ilaipiella ir-
    iMinliiilr.imiiiilri passai' o presente, que
    mtii publicado pela imprensa. Dado e
    nassiido nesta cidade do Recife sol) o
    signal eselo deste jui/.o em 3 de novem-
    liro de 1855. Ku l.alilino Temisloclcs
    Cabial de Vasroncellos, esrrivaooesrrevi.
    Custodio Manoel da Silva litiiinuriii-s.
    -a Para o Rio de Janeiro vai sabir
    coin a maior brevidade possivel, o pa-
    tacho nacional Valnte : piem no
    mimo quizer carregar, ir de passagem,
    Eira o que tem bous commodos, ou em-
    arcar escravos a frete, dirija-se oo ca-
    pitao, na praca do Coininercio, ou aos
    consignatarios Novaes & Comiianliia, na
    ra do Trapiche n. 54, primeiro andar.
    CHARA", MAKANHAO' E PARA'.
    O bngue escuna nacional Graciosa, ca-
    pitoMendo, sahira' in poucos dias por
    ter a maior parte da carga engajada : pa-
    ra o restante epassageiros, trata-secomo
    consignatario Jos Baptista da Fonscca
    Jnior, naruado Vigarion. i. primeiro
    andar, ou comocapito, na praca.
    Pan o Ass e porlos inlerinedios, segu via-
    gem uesles poneos ilios, a lancha naciooal Ktperan-
    ra : quem nella quizer carrecar, ou ir de passa-
    sem, eiilenda-se com Cunlin iV Amorini, na ra da
    Cadeia do Recite, loja n. 107
    Para o Ass, subir por estes dias o briguc
    Paquete de Pernambuco, recebe carga frete com-
    modo: quem pretender dirija-sea bordo, ou no as-
    riptorio de Manuel lioncalvcs da Silva.
    ~uaLOEs7~
    DECLARACO KS.
    Areparli^floila* obra* publica |irecis,'i com-
    prar m madeiras comante da relac.lo ImXo Irn*
    cripUt pina ponto provisoria do neeHe: as pee-
    soas que qut/ereut vender .lilas maderat, cnnipjrc-
    ram (mu suas pronos! w na respectiva icparliru, no
    ili.i !)do crrenle ao ineiinlia.
    itelunu iat iiiti'ifnis precisa* para a pnnle no-
    r*oi'ia fin fte<,fe.
    139estofo*d vinliifiba prcla, de .0 a 15 palmos
    de cuinpriiiitMilo, e t^ pitl-'-.nl.i-. i-m quiulm de gTOO-
    iir.i ; i madres \ polleiiadas em quadio de BTUasara ; V Iravn de
    .0 palmus de coiiipriiiiciilu, c 9 pollerudas em qua-
    dro do grasura, para reflbrcp, e i:r ira\cs de :(."
    p|lniOI le romp menlo, e'J pollet;adah de urusstua
    einJoua de roHiprimenlo c 8 Dollegadasom quadro de yros-
    sur.i para eslivas de mftt; 11-JK IMOS de 35 pal-
    mos (le rom primen lo c8 pollccadas em quadro de
    ro-Hira, para esliva ordinarias; 7! travos ile 35
    palmoi de coinprimciito c 8 |HdU^adas em quadio
    degfuaiurai para vasas ; 'J'.W (nivelas de :( palmos
    de comprmenlo e7 polleuadasem quadro de pros-
    sura para liranlen, corrc-niilos c pilasiras; :Ut m.ins
    IravaMM del palmos de com pri met lo e "> polleRa-
    (l,i-em quadro de ^rossura para cruzelas das xa-
    randas.
    Secretaria da direcloi a das obras publicas, t de
    uoverobro de 18..!. O secrelario.
    Jodi/uin /'ratnris'0 de Ate/I SOMOi*
    0 capilao do porto de-la provincia Taz publico,
    que na primeir. dominua deste mez liaver.i a revis-
    ta de que Irula o arlijto <>ti do rogulaOMOlo dasca-
    pilanias dos portos ; assim como que nessa occa-
    siaose procederu a (llamada dos individuas matri-
    culados pelo modo seguidle: I. pralicns da bar-
    ra-, carpinleiros, ;i. calafates, ,. calraiciios, '>.
    pe-cadorrs, 6. da qrande cabolaueui e da pequea.
    Capitana dnnorln de l'ernainbuco de iiu\embro
    de l8.Kt.--/:7/:ari.)./. otos Santo*
    A reparlicAu das obras publicas compra podras
    propras para o calrameulo das ra da cidade, co-
    mo sejam : granito, seixn, e oulras quididades se-
    inclliaiiles : osprelendeules ilevem ipresenlar suas
    proposlas na dila reparlicaii, lio da IJdo crrenle
    mea, depos de 10 horas da nianhaa as 2 da larde.
    Iliitclorin das obras publicas S de novembro de
    l8-";i.O necrelario,
    Joaquim Francisco de Meio Santos,
    .I.'.m r.vrillo de Sou/a (iarneiro, leudo de re-
    (rar-sp no primeiro va|or para a Kuropa. faro It-
    lAo por iilorvenrAo do .mente Hurja Cieraldes, se-
    L'utula-leira, 7 do correle, as 1(1 horas da mauba,
    em ana easa roa do Hrum n. 90< de loda a mobilia
    e aaail movis detla, ludo do melhor uoslo; ronsis-
    lindoem 2 pianos, lUin dos quaes he cvcelleiilr v
    novo), I ninuniflco sola, bellas cadeiras, ditas de
    bracos, de hahuico c to sala de janiar, consolse
    mesa redonda de incio de sala com ntarmore, t dila
    Jcjaulai, I lindi^siino reoslo de mesa, de video,
    CuJoROSto he lalvci aqui anda nao \islu, I dito
    lambem excellenle, I riqusimo loilele com mar-
    more DnbsfmOe lavatorios, ptimos guardaa-ronpa,
    I cama franceza com suas conipelenles caivas de
    luz. I dila para menino. inveucAo moderna, mar-
    que/as, I excellenle mianla-louca, apparadnres. lin-
    dos lian-pareiilcs, apparelbos para a I moco ejanlar,
    luucasdiversas, vidros e crislaes, servicos de enzi-
    iiba, urande pon;io de obras de piala lo melhor
    ftosloetc. ele. ; e tambem de lodos os aeill escrOTOO.
    os quaes sao os malallDos poasvo*.
    o leilo do asente
    Intunos,
    ciad.
    le. ti
    llTCi
    le, "a
    nbaa
    ruada Crut, u. 1~>.
    Leilao' de vinhobianco.
    (Juarla-feira II do crrenle, baterS l-'il.io de i
    do60pipas com superior vinho da ilha do I
    ehegsdo ullimampiile, esle vinho torna-somiiit
    i'ummeiidavt'l, lano pela cor. como pelo bum |
    ilar que leni, por io, roi;a-seaosscidiores don
    laberai
    defronle
    que na
    da port,
    defiera di
    d'.YIfaude
    A mesa actual da irmaudade de Nu#*a Senbo-
    ra da Medade, erecta na isreja de Nossa Senhora
    do f.tvramento, convida a lodos os seus innus para
    comparreerem no cousislorio da mesma innaudade,
    no da G do rorrenla, pelas 9 horas da manha, afiui
    do proceder-so a eleiflo da nova mesa.
    Ainda<:oiili.a a estar futido desde agosto de
    IH.')I opreto Francisco, de idmle 2 anuos, tem no
    p esquerda a marca t \: quem o apprebender, Uve
    no pateo do Hospital u. 10, que recebera de gratifi-
    ca r,ao 09000>
    * Desappareceu no 1. de novembro, doengenho
    Tapera, fr'egueiia de Jaboalflo, o escravo Narciso,
    cujos ignaes tan os seauinles: pardo, de estatura
    regular, secco do corpo, olboe Brandes c salientes,
    poura barba, denles limados e peritas linas, falla
    rpidamente e trabalba pelo oflicio de carapina.
    quem o prender eleva-lo ao dilo engenbo, ser ge
    nerosamenle graliflcado.
    l'rerisa-so alugar urna prela ou moleque que
    entenda de vender : na ra do Hospicio n. 17.
    Preesa-se de um raixeiro que tenha bstanle
    pralica de padaria : na ra Dircila n. 'i.
    Precisa-sc de um amassador hom c que enleii-
    da alguma cousa praca, e paga-se bom ordenado: na ra Imperial
    ronfronleaochaTariz, podara do Sr. Maiioel Jos
    Ferreira tiusmao, achara com quem tratar.
    l'recisa-se de um raixeiro de 10 a 12 anuos,
    preferiudo-se dus clie?ados ha pouco : na ra l*-
    reita n. 2, taberna.
    LOTOIA 1)0 RIO W. JWUIIO.
    No lia 12 ou I." do corrente, devem
    correr as rodal da lotera piarla a bene-
    ficio do Asilo los Alienados : osbillictcs
    aeliaiii-se a venda nal lujas lo costme.
    A' praca da l'mo
    Bom liillietes s.'iii licuados,
    E de boa iiiiiiiciaciio
    l'ia tirar linns linjjoiulos.
    .N.i prai.M ila Independencia, luja n. 10, o\i*\e
    ruiini nunca esislio, um entupirlo sortinienlu de bi-
    Ibeles p canillas, da quarta Interia a beiieliiin do
    Ailn do. Alienados; leiiilira-se |Mirlaiilnaosaman-
    U' dr-ilelicilu jogo, (|iie de iiuvn se diucui lenlar
    a (orle, pois que be e-la a maneira pela qual pnde-
    ro recuperar o prrjui/o que liirrrm (ido nn mes-
    mojoso, se bem que pndcr.i n prejuio augmentar ,
    mas ao menos evislc a c-peranca, o quem porlia
    sempre ..Ii-ihhm.
    PeiM*aa de urna ama. que -aiha cn/inhar e
    faier o mais sel vico de una casa, no largo do Ter-
    co, no secundo andar dn sobrade n, -".
    Precha-te de um raixeiro. para o limaran de
    masaii da nadarla da ra das Cruzes n. 30 : irala-
    ipie fni aiiiiiin-1 se na mesma casa.
    i 'i do corren- l'rei's;i-.c atusar nina prela \ellia, que en-
    lenda de quilaiida, pai:.i- sradando (i^rtK, ou TNIUt) r-.: na ra da Senta)
    Nova n. SI.
    Na ra da Cadeia do KecifeD. GO, se dir
    quem precisa de una ama de boa tonilurla, para
    cuidar em erlaneaa,
    O abaixo awlgnados, para evilartm despeina
    judiciaes, etc. ele., avleam aoa sena devedows, qur
    se disuein iiiaiidar salkfazer os dbiles que contra-
    liirain na sua loja de tazeudas, na rua doCabngn.
    11, do contrario serio rhamadoa a julio pura easo
    liin, para o que ja autorisaiaiii ao Sr. Jos Joaqu
    5
    Aln;a-*e tima casa com duas talas,
    t^cs (piarlos, copiar milito fretco, cn/.i-
    nlia lora, caiada e pintada com aseio,
    para te pastar o leni|>o do verfto, na es-
    trada que vai para o engenllo da Torre :
    a tratar nomesmo lugar nositiodo l.eao.
    Precisa-sc alugar urna etcravii, ipie
    saiba co/.inhdr eengommar loflrivel, pa-
    ra urna cata de pouca familia ; paga-se
    bem : na rua do Amorini n. 27, segun-
    do andar.
    As 8 horas da noite, do dia I do
    corrente, da casa do abaixo assignado, rua
    do Briun, unto ao chafar, desappare-
    ceu asna esclava cabra, pornome Isabel,
    Inixa, i'eiu figura, i-epresenta ter 50 an-
    uos, anda de vagar por causa de moles-
    tia que tem nos pes, levon vestido de au-
    sento amarcllo, desbotudo, i'amagem en-
    carnada, c um chal de metim ja' usa-
    do ; esta escrava ja' f'ugio no dia 7 do
    passado, e ibi pegada no dia !l dojnes-
    iii", no bailTO la lloa Vista, por um sol
    mmmmmmmmm
    Nn paleo da Hibeira de 9. Jote, loja do sobra-
    do u. Ij, lava-se" e engomma-tc, coro muiloasscio
    rrfcicSo* por preo> razoavel
    Os abaixo auignadot continiiam
    a franquear a todas as rla.ssi's em
    geral os teus soilimentos de fa/.en-
    baixot presos, nao' me-
    Precisa-so de un sala pequea na fregueria
    do Itecifc : quem a quitr alugar Auuucie.
    I por
    i de u
    dado do corpo dcpohci
    (|iier pessoa a captura
    ro{
    i-se a (inal
    nos de urna pe;a ou urna du/.ia,
    a dinheiro, ou a prazo, conforme
    te ajustar : no seu armazem da
    praca do Corpo Santo, esquina da
    rua dq Trapiche, n. 48. Rot-
    tron Kooker di Companhia, nego-
    ciantes mglezet. Os mesmotavi-
    to ao respeitavel publico que abri-
    -am no dia 5 do corrente mez a
    sua loja defazendat da rua do Col-
    legio e Passeio Publico n. 15, di-
    rigida pelos tenhoret Jote Victori-
    no dePaiva e Manoel Jos i"
    picira Pitanga, para ver
    atacado c a rrtalho-
    : s'u se-
    que Ihc licara'
    ario procurara' os
    ipi
    ca transferido para
    feira h do corren-
    . 11 bocas da ma-
    riii seu aiiiia/cni
    ai. il.
    apparecerat ni bora-
    AVISOS DIVERSOS.
    THEATRO DE APOLLO.
    RECITA i:\TKAORDII\ARIA.
    SABBADO 5 DE NOVEMBKO DE 1853.
    Depois de executada pelos professores da ore bes-
    Ira uina aandaval tymphonla, scsuir-se-lia arepre-
    -i'ni,n;.i, da inuito applaudiiia comedia, ornada de
    encllenles pesas de mwtlea
    OPHANTASIA BIIAM.
    (happUuso* com que ttenipre orcspeila\el pu-
    blico tem recebido as repre*eulacoc> dela comedia,
    e ullimamenln no Ihealro de Santa-Isabel sob a ad-
    ii mi-ir.ir.io da :in\ .i empreza, aninaram o emprc-
    /ario a dar n icpi-lir.'io ueste Ihealro da referida
    comedia, cerlo de que, a esculla do espectculo me-
    recer aapprovacao de mus pruleclores.
    PtriODBgCaU.
    Tiberio .....oSr.Munleiro
    'i.d.iicia .....I Sra. 1).Mara Amalia
    Hanilio o Sr. Cosa
    Francisco.....o Sr. Coimhra.
    Anlouio.....o Sr. Amoldo
    Jos Mara.....o Sr. Beerra
    Mura .....a Sra. I). Manoela
    JuIm .....a Sra. I). Leonor
    I-inda a comedia seguir-sr-ha um novo terceto
    <> mazurca, danCio pelassmhoras tlanlarelle, l.,n
    Iclla e l'essina," composicao do meslrc de baile o
    Sr. eVrccli>.
    Me este o especlaeulo que o emprzario do liten-
    Iru de Santa-Isabel lem a honra de apresentar nesle
    lliealro, esperando de seux numerosos amigos c
    protectores a ua benvola prolecc,*),
    O Sr. Nuronha em obsequio a diversas pessnas
    \iii execular em sua rabeca, ulcuma variacoes de
    sua compus'irflo, que lerAo lugar no ioUrvalo do
    piimelm ip wgufido aelo.
    Principiara s K horan.
    Os billieles arbam-se a disposir;uo do publico, no
    escripioriudu mesmu theatro, das f horas da larde
    em diaute, e no dia do especlenlo por lodo o dia
    O coronel Francisco \a\icr Torres, nao po
    deudo pela rapidez de sua parlids, despedir-si- pes
    loilmenle de lodti ni peNOM que o lionraram con
    suaamizadr. o faz pelo prsenle, reiterando OS sen
    protestos de rslinta, eotlerendo 01 KUS ItrvICOi 01
    provincia do Pai, para onde se relira.
    l'recisa-se fie um liomrm que entenda de Ira-
    baldar em earrocas : na praca do capim, taberna d<
    l'imeulal.
    Na rua lias '.ru/es. ulliino sobrado do lodo d*
    reilo, quem vai para S. Francisco, lia quem ensinn I
    l.tiini e francez com peleicao.
    J. I- B. Taburda, embarca para o Hiodc Ja-
    neiroa IOS 0ravi crioul.i de iiomc Pollrarpa.
    -j; .Na rua do Hrum, n. O, seuuudo amlar,
    * precisi-se de una criada p.ua o servico ue-
    i^ ral ila casa, menos ir a rua comprar : qaem
    * quizerleudoasqualidades tieCOMarios,0der -^
    LT liador a sua conduela, pudei;i dirigir-se L
    Y-'- a mesma casa para aju-lar.
    Arrenda-su um eiigonho ue inulto boas ler-
    ras, (lisiante 1 leguas e uieia desta pr.ica : quem o
    pretender dirija-sea rua da l'raia O. VI, que ah se
    dir.i quem arreudn.
    Estampas de santos e santas.
    Na loja deniudozasda rundo Colleaio, n. I, re-
    cebeu-M novo sortlmenlo dos sogulnles noines te
    santos e santas, em ponto pequeo o tirando: Pa
    Lopes l'ereira l
    amlgavd ou judlclalm
    S. na cideira, di
    boas malaSf S. J
    Auod.i I.unida,
    la, sania lamilla,
    elidid
    N. S. d
    lo.N.S
    S. da C
    Conceii
    li
    .1.1
    ida
    niel
    AVISOS MARTIMOS
    Para a Babia seguc imprelerivelmenle no dia
    1- do corren le n velcra garopeira fjrrnriln : para
    o rcslo da carga, liaut-secoin seu consigualario Do-
    oingiM AlvesM.i'lieus, na rua da Cruz n..VJ.
    Para u Rio liraude do Norle sabe imprcteri-
    belmente no da 7 do crrenle o hiale .ingelica :
    quem quizer ir de passa&em, dirija-se ruada Ca-
    Para Lisboa a galera Maryarida, capil.io Sil-
    *eiiu Manoel dos Res, sabe com brevidade; reec-
    !*Mraae pjis>ageiros, para os quaes lem bous com-
    ntodos : oa preleudeules dirijam-sc aos consignala-
    ri'W Oliveira Irmos i\ Companhia na rua de
    Apollo u. 11, ou ao referido capildo, na prac,ado
    'ommercio.
    Pora Porto.
    A barca Olimpia, de primeira marcha, segu com
    brevidade. Para carga on paasageiros. a tratar com
    wi consicnatarios Barroca tV Castro: na rua da
    Cadeia do Hecife, u. 4, ou com o f^pitao na pr.ir;..
    Para o Ceara'
    lio nesles dias o hiate Aoco Otinda: para o resto
    i'1 ''"Ka-ja Tasso I
    lo, 8. Maria padroeira das
    Sania Rosa. N. S. do Carino,
    no Dos. s. Vicente de Pau-
    lamilla, S. Pedio, Santa Tliere/a, Jess
    mo a mulher .idullera. Santa Francisca,
    s llores. S. Joao Baplinto, S. JoSo hapli-.m-
    idior, Sanios coracJk) de JcsilS c de Maria.
    una Verde, Jess e a Sainaril.in.i, N. S. di
    eicilo, Jess no Hurlo, KessurreicAu, S. Sehas-
    Sanla Ann.i. Santo Antonio. Santa Joaiina, N.
    Rosario, OChruellleado, S. HaucK Awuui-
    H'SodcN.S., S. Rila, S. l.uiz, nascimenlo de Je-
    US, Marll 0 Jos,8. Francisco, Rainba dos Anjos,
    S. N rolan, Jess andando sobre ;is anuas, N. S. da
    Piedade, N. S. do Refugio, S. Manoel, Sania Alc-
    sandrloa, Assomp^Sodas tres samas virnens, N. S.
    Auxiliadora, S. Pedro, S. Pauloe a lareja, S. Anto-
    nia,Santa Asosliuba, Sania Oioni/ia, N. S. da ftSO
    ricordia, Sania virgen do escapulario, Sania Ver-
    nica, Sanio AfTonso, Saiillssima Trindade, Sania
    Marcellina, Sania Carldadoi Senhor preso, Santa
    Julia, Santa Carolina, Santa Emilia. N.S. do itt.ii
    Cousellio : aiem de moilos Sanios e Santas, assim
    como 0caminlio do calvario. OU U t'i csbnoe
    Ou/.
    Vernicas
    uinlcs noines de sanios e -:inl.i., s. Mi
    ea meilallia mllagrosa( nnjo da suarda e a uillasro-
    S. Francisco d'AosU e o a lijo da nanla, N.S.
    das sele dores e o crucilicado, a vimem antes do
    parlo, no parlo e depois do parlo, N. S. da Con-
    ci'ic.c. Sania Anua e ds Sanios coraces de Jess fi
    Marn. iHura nos sagrados coraces C Sania Maria
    concebida sem peccado, >'. S. do hom soccorro e da
    boa marte.
    COMPANHIA DE NAVEGAaJAO
    AVAPOR LUSO BRASILEIR A
    o aballo assignado, lem asallsfacao de annunci-
    nr aos senhora Bceionislaa desta compaohia, que o
    vapor D, Maria II., cabio ellcclivamenle a amia
    I" do passado selembro, e que o seu primeiro com-
    mandanle o lenle Joaquim Viegas do 0\ j se
    achav em Londres para d'clle lomar cunta logoque
    eslcja de ludo concluido, e ir Oaealltando o sen ara-
    bamento : Estavamjji nomeadoaos tegulnle olll-
    ciaes, para coinpleiar o nmnnaudo d'csle bello e
    cleuaule *aso :
    .-comniaudante.o It'iienlcd'arniiida Joa Thoa>
    pson.
    1.* ollicial diloililo, Antonio Francisco Ribeiro
    Guiarles.
    Pillo conlrameslre, Antoniod'AlmeldJ Porto.
    Dilo, Jos Augusto de Vaaeonceltoa.
    Loinmibsaii, o pillo, Damlo Aulouino Pereira
    Piulo,
    Medico, o Dr. Jos lleuriqtiesde Proenca.
    ti inesmo aballoss'IgmMio aprovella eataooea-
    siao para recomendar aos Srs accionistas que an-
    da o n.ni h/i-iam de realisarem a lerceira ptealacAo
    desuas arroes, al odia IJ do correle, dirigndo-
    se a sua rasa, rua do Trapiche n. 'Jii, para ser remo-
    lido a dlreccflo. Manoel Duarie Rodrigue*.
    Precisa-se fallar aoSr. /elirijio Redrz Brisa-
    do de Um ha. ou u seu procurador ou correspon-
    dente ueste praca : na praca da Independencia n.
    I9e SI.
    0 abaio assignado preleude fa/er loda equal-
    quer Iransacrjlo que Ihc convier, como seu sitio em
    S. Jos doMangoiuh:*, oque hz publico para em
    todo o lempo constar.Manoel l'ereira de ( nsl>.
    Quem annimcino pelo Diario n. 1i\li de :il de
    oulubru prximo passado, querer comprar um silio
    pcrlo da praca, dirija-se ; rua da l'raia n. 3v\ SB-
    uumlo andar, que ah se Ihe dir quem vende.
    l'recisa-se de urna ama de leite : na rua I)i-
    reila n. -._'.
    Precisa-se de urna cozinheira forra ou escrava:
    na roa da Cadeia de Sanio Antonio, no segundo an-
    dar n. II, do sobrado da esquina.
    Joaquim Antonio ca para o Rio de Janeiro sua escravo Lu/a, parda.
    Nao' ha segundo.
    Na rua Imperial, padarin n. W, chegono precio-
    so doce de guiaba, o mais fino e bem feilo que he
    posivel fazer-se, e nssegura-se que nao ha segundo
    lao bom.
    Ifa rua da Cruz n M, escriplorio de Lino J.
    de Castroe Araujo, existo una enconunendu viuda
    da cidade da Victoria, para o E\m. Sr. Dr. Cbagas,
    es, para lator esta oobtnija
    ule.
    .Indrade \ .Inniral.
    F.in virludr do aununcio nciuia, aviso a (odas
    as peasoas que devem a Andrade^i Amaral, a6mde
    irem saliifaxer seus dbitos na dita luja, ou ao abai-
    xo assignado, aflm de avilar despeaos Judteiaes, ele.
    ele.JoeiJoaouim Lope* Pereira (i ni maraes.
    Oseredorea do Francisco Comes da Pouseea,
    quetram apresentar suas conlas no escriplorio de
    Joao .Martins de Barios, h> prazo dn S dias, para
    serera oUeodidas no raleioque soba do facer duque
    produ/ir a sua hiberna, loso que seja vendida.
    Ollerece-sr una lavodelra, que inora no Bom
    SuCCeSfO em Olimla, e lava em Brberibe ; laxa bem
    e mullo dopresaa : quem a pretender, annuncieou
    Irato na moma cidade rom a lavadelia Tberea.
    ATTENC.A0.
    13 LCIii'iu. nuil CUM iliMoin-
    UH'dll (ill)-
    ililn i'sriiivii,
    paeandrxenBo sootrabalho, coinoal-
    (iiiiin deapeca que por ventura pona ler
    ieito,; leva-la mi cata cima, ni na loja
    Ir ferraKeni n. 56A, na rua da Cadeiu|" i>n
    lo Recite. Antonio Joaquim Vidal.
    Itii;ii-si! n nema, que ten em sua
    casa, nina merina cabra, |)>r nunic Isa-
    bel, ilo mandar leva-la a casa l
    hor, > abaiXO assijrnailo
    iilin;;ailu lo conl
    ineios da le, porque tem detconliunra
    -Ta la penoa que a lem oceulta.
    Antonio .l)a(|nilli Vidal.
    .\o lia ( do corrente, impretei'i-
    velmente, lero andamento as nulas la
    lotera, concedida a beneficio da matriz
    da Boa Vista, ainda que ueste lia resten]
    bilbetes por vender. O tlictoureiro ,
    Guillierme da Costa Coireh Leite.
    Aluu:i--e un prelo M'llio, que srj.'i llcl : n.i
    rua doTrapiflic u. h.
    Prech-wdeunin livadcira.qaelivadebsrella,
    pagaiidiMe por imh docMlume afoup. dehomem,
    com lano que ella di Hanen suhrc a roupa que
    deilar tora : na roa Aogaala n. 91 kfroota do ilm-
    lari/.
    Rodas de madeira para carro.
    .No Hierro iln llmi-V isla n. .Vi lem -iMiipre mu
    aorlimeuUl (le ralas ile lodo (i taliiallllOjt.lliluileina-
    ileia ,1a Ierra ramo de liira.
    Casa da afericao'.
    I) aferiilui pede as penoat llitereaiadas, que ap-
    |iarerain quanlii aules, puis elle esla prniuplu a ilar
    eipedieiile IjiI..-. oh .lias ulei, da>9 luna ila mi-
    nhfla, 01 I ila larde : na rua das Anuas Verdes n.
    Precisa-se aluuar un
    ia ven-
    dedeia e eniuuiimadeira. pHin-sc t.'ifOOO rs..men-
    sae : nn rua do l'adre Fleriami n. 27.
    Ollercre-se nina mulher para ama de easa ,
    pur ler praiira doservien, ou mesmu para lora da
    provincia : na rua da (loria n. Ili.
    gando andar dosulirado da rua Nova n.
    1 69. furlaram no dia 2 .lo crranle, um reloginlio de
    parede. .meric.no, que eslava em cima de una me-
    sa : mua-sea pessoa que liver nolieias desle lurlo,
    dedal parle no dilo limar.
    I'ar.iliilia. peale .lo Sunlioi : r0CS-M a cerlos
    scolioiei VilinlHM. que nao Ireqiieuleni (aulas vc-
    cs a eaM do neato prenle Primo,
    / 'ni observador.
    O soliciladnr Juan Paulo Xavier de Salle ao
    tahir da rua do (illesiu. sulir.ulo n. 23. ale a loja
    de Dliudeai de Madureira. sila M rua du Qoeima-
    ilu. |ierileii nina r.uleir.i 'de aluilii'ira rom ll^HIII t-,
    em seilulas. ."ilHIrs. em pral.i e una lelra da quan-
    lia de :I7T.-0IHI rs. assiuiiada pelo fallecido Joto de
    AlemSo CUnelro. um val de ilWKItl rs. passado por
    Komualilii Anlunioa llinao Jnse da ('.osla, ulna car-
    COMPRAS.
    CoinpraiiHM estraros, e venden-, reeebero-
    w de enmmiasao, tanto para a provincia como |iara*
    lio.i delta; un rua dosQuarlei* n.24, secundo andar.
    Comprn-ae un relogio patento inulez, de ou-
    ro, com as nunpeUiiKs cadeui' oo aterro da Boa-
    Visla n. 6U.
    Comprante um carneiro, sendo grande e man-
    co, que eslcja acoalomado a carresar crianra, como
    lambcui os arreios w os liver: na rua do Trapiche,
    n. 6.
    Conipram-se eacravos le ambo, os e.oi, de 10
    a 20 annos, leudo boas liguras, paga -o. bem ; na
    ruadas l.aramieiras n. U.seeuiido andar.
    VENDAS
    la .le Jacinlho
    leiiilenli's a de
    i-.i rosa encat
    coi.....liiihein
    mal papis. \
    quem ao pode i
    - Na road
    e/e.
    Soara. de alen
    ,'laraciie. de seo- Cl
    i'ciilainenle a quem ,
    i, llie l'aea enlreca d
    sin perlrncer a seus
    ervir porque ja [oran
    is Trincheiras, solir.
    USl
    muiros papis
    iluii.U- ; pur
    -liar, lieandoe
    lelra e val eos
    coiisliluinlcs, a
    alisados,
    lio de dolis au-
    Aluu-se o se-'iunlo andar da casa tU rua do
    Caes, e o quarlo da rua do Hrum, em f'iira de fur-
    ia-, perlencenles a f. A. da Cunlll c Cumpanliia,
    na rua do Vjsarin u. 11.
    (.asa de coinmissio le esc nos, na rila
    l.ii';,a lo Rosario n. --. ilar. segundo Hi-
    Neala casa reeeueni-se e-eravos por ioiiiiii
    para -erein vendidos por eiinla di seus seul ele-,
    eteravos,
    lia
    i- de iiimmissait pa-
    nel, i como p.ua lu.i
    ; alli.uieii-se o hoto
    e-me. : o tamlicui
    iradandu.
    lea, mbdilo porta
    Mililao' llur;
    missao de
    lia n. 7.
    -Ne-la ca-a leeelieill-sc e-erav
    ra ae vender, lauto para u pru\
    della, por cotila de sen- liinoi
    Iralaiuenlo a eguranc do. n
    compram-se e pnaam-se licm. a:
    LKiiningos .li.....le Masalli
    -ue/. vai para lora da provincia.
    8W .::;:::.... .:.::::;:: ::,.:.::
    t D aballo asBignado Biiiiuiicianoreapellavel AJ
    & publico, que do I. de novemliru em dianle Ci(
    M cuuliuiiai.i o hotel da llana sobro a fuma do ^
    't afano assignado, no qoal recebern aaaigBau- ...
    les pelo preelija estipulado, e iicliar.i evcel- ;
    ' leales commodos pur ser um bom edlicio o ^
    '", local, lano para pntkgciroe comoJHU .i--i-'- ':'.
    f naiilesda mesa redonda, u llavera l.inve lo-
    ,:i dos os lias, das '.' horas al I da larde. W
    9 .;. ;/ enhaim. ;..;
    ,--;k.v.'::;;;.;;:.:. ;.....-.;::.;;;:.;.;...
    Alunase um silio em llrbcribc, com grande
    casa pai.i minada, liaiva pala
    do : quem pretender, prucuro n
    la ii. III.
    Precisu-sc da 2negras para aervico de casa:
    a quem Ihc convier, duija-so ii ruu do Trapiche
    apiui, e lio no fin
    i alerro da llua-Vis
    ii. .i.
    James Cu
    com e-eala poli
    Precisa-.,
    un por canto,
    /i retira-se para
    s porlos do Sul.
    ilel:2U0SHKIrs..
    nlire hjpolheca: i
    oin Victorino fian
    da lina \ isla.
    0 llio da l'raia,
    ni mu auno, a
    rua do lt.im.Tl
    o dos Santo.,
    mulo andar do
    de ulna ama do leite, que
    i fallar
    Vialem
    sobrado u. li. precisa-sc
    lian lelil,! lillm.
    I'eiileu-se desde a la de ^. .los, ale a Solc-
    dailc, um Iraiii'clim lino, de miro,coin urna vara de
    loiiiprimeiilo, com nina inedallia e BOUS diamaii-
    les : quem o liver aeliado c qui/er restituir, lera
    lUpOOU rs. do gralilicactio, e pude diriuir-sea rua da
    Cadeia. luja de cambio n. 2i. un na Soled.de na ca-
    li u. 2.
    ! l'ieiisa-sc de mu Irabaibadot de padaria : na
    [ rua ireila n. K2.
    I -Na ponle de I clna, a luir do lin. aluua-se
    j una casa coin oscomiuodos segrales: Saalaa, 8
    quarlos, -ol.io. eiielieira, cslriliaria para i eavullos.
    e quarlu p.ua leiior : a Iratiir iu rua da Cadeia do
    ! lenle, b|.l ll. Vi.
    [ l'recisa-se de uin eaivcirn para tomar COBta
    de mu.i Hiberna por balailCO, o se dar ale iuleresse
    no caso que agrado: em lora do Porta, n. 93. se
    dir.iquem precisa.
    j Ku-iua-se a fallar c Iradii/ir a lingua Imile/a
    jCorreeliuneule : a Iralar na rua da I lona u. M:l.
    I Aluna-so mu Brande armazem, na ru.i do
    i Hrum : quem precisar, enlcnda-se rom JooAiiIii-
    nes (iiiiinaraes : na rua de Apollo n. 30.
    ' l'recisa-se de una ama secca. para Iralar de
    | menino : na rua do Caluma u. 2, loja .le Parea i\
    \ a-iuiicclli.s.
    AlMBf.o', al enea o'.
    A nina fabrica do chocolate lionu
    das Trincheiras n. K, mudou-n par;
    {n ii. 22. aonde lem a venda o chor
    lineo approvado e applicado pe.
    meopnllia, j.i Jiem conhecldo ni
    enes ; iliorolale lino amargo, di I
    musgo, dilo ferruginoso, dilo di
    diario, cha prelo liomeopalllico,
    puro para ludo preeu, e uiiiiin- mais genero, do paiz
    e e-li iiejeiui-, ludo muilu liaralu.
    TOItOS OS SAIIIIAIIOS
    douram-te e prateam-te, por meio le
    etectricidade, uuaesquer obiectos, tican*
    li perfeitamente semelhante ao metal
    imitado, e tendo a vantagem de muita
    duracSo, por precos commodos : a iia-
    tur 'oui Dcloiii'lii', relojoeiro, na rua
    Kova n. 11
    l'recisa-se alumir una canon que peauc em
    mil a mil e quindenios lijlos de ilvenaria grossa ;
    e tamlieurse aluaam mu ou dous canueiros turros
    alliaiieando-se o linin Iralamculu. iis-im cornil a .
    guraiu-a dos niosmoi; nao te poopandoeiroreo. pa-p
    ra que os meamos escravos sejam vendidos com
    promplidao, alim de que seus senhore uto soO>ani
    empale COIII a venda delles.
    ATTENCAO, IMCt) DEPOSITO NESTA
    CIIIAIlh .
    I'aiilu aignou, deniisla. receben agua denli
    frico do Ur. I'iene. e-la agua mohecida como a me-
    lhor que lem apporecido, (a lem multas elogioso
    sen iiilor.i lem a prupriedade do conservar a bocea
    clieirosa e pn-eriar das
    nsio desagradavel que d
    dures de denles: lira i>
    em geral o clnrulo, al-
    io dagua s.io sullieien-
    deiililiiie eveellenle para
    : na rua larga do Rosario
    iiieiipalliieii da rua
    ira o paleo do Ter-
    ineolale lioiueopa-
    is Sis. Di-., da lin-
    i Itrlsil e mais na-
    o eiilre-liuu, dilo
    i canella. e para o
    ello da Inilia. caf
    (iu captiius para seren empreilii
    lijuliH, dos Remedios para es
    poilem diriair-sc u rua
    , padalian. IK.queaeli.ii.il,
    ente
    l'.iseinciuidueeiiode
    i praca : os prelen
    lo Ouarlcl de I
    com quem Irat.i
    nll-
    Paulo Gaignou, dentista.
    Pode ser procurado a njualiiuer hora em
    su. casa na rua larga d Rosario, n.
    36, segundo andar.
    Arreiitla-se o siliutln Ks|Hiilieiro, eslrudu
    joSooo Barras, con mnilo terreno, baslanle fruc-
    Leiras e capoeirat: a tratar na tiia da l'enha n. \?,
    uuem procisnr de uin caixeiro paracobruica,
    dirija-*e ii rua Iu Collegio u. JO, lyposraphia uni-
    ijuniai Rutan desta uun
    los; t.niihcm aoacbar \y
    i consenaeflo dos denle
    n. 'Mi, segunde andar.
    U..-sc urna purc.lo de c;illici, e vpiiV-sc urin-
    le quantidade de lljollos de tu|Hirnent0| j.i servidos
    na rua da linio n. (ii.
    Arrenda-te ou vende-te um hom sio, na fro
    Bueila da Vanea, com hom banhono rio tic Cap-
    barfue no fundo do sitio, boa casa de vitanda c
    muilo nova a Indar no segundo andar da Cata dn
    rna de Apollo n. 15, ale o mel la, o deala hora
    em dianle, no hercodaa Barrelraa, cau da vluvado
    fallecido Jus Antonio.
    Preclsa-ae de am roiinhelro forro oa eaplho,
    para um ongcnlio hitan le deala praca" leguai
    dliija^ea rua imperial d. na fabrlw de vlnaare.
    Aluga-o arnuium, no qual nempre leve la-
    berna, no meamo tem arma(ao: no paleo do Ter-
    co o. IW, a Iralar rom o mu proprietario Joaquim
    Upe deAlmeida.
    Manoel do /Umeidu Lopes, cun casa de
    consignacSo de esoravos, na na dos
    Quarteu n. V-
    Ne.sta casi recehem-se escra*o>docoinmisaio pa-
    ra se vender, lano para a provincia como para lora
    della) por conli de aua douoa; allianca-se o hom
    Iralnmcnlo e seguranea doa menioa ; a lambem
    comoraci-ta e pagam-ae bem, agradando.
    aviso aos si:mioki:s de bngenho.
    Alleolaaai gramlea vanlagcna narooagcm de can-
    na, provealeilTeade ler us tamborea das moemhis
    perrellamente torneados, oabaixd aatignado reapelto-
    smenle lembra aos ronhoraa le engenuo que na
    aun fundiro de ferro em lora de Portas se pode
    perrellamente lomear de novo um Jogu de lambo-
    res, e aparar e endirellar os denles das carretea com
    lana prote/a, que SC pode eillrega-lofl no mesino
    11 i,i, evilando-ae aaalm o inconveniente da demora
    do* carros eo impele la rooagem ; assim como que
    a mesma fundlejloaa acha lempreaorlIdA, nao 10 de
    novas moaudaade diversos lmannos e modelos, ac-
    n.in lambem le rodas denladaa, lano para agua,
    como pata animaes de todas as pro por roes, a aaber :
    volla por volta, tolla e quarta, valla c terco, ioiia
    e mofa, las, trc>. quartro voltea, etc., etc., e por-
    tantu quequatquer aenhor deenimnhoquerendoac-
    eelerar a sua moenda a lim de moer mais caima DO
    meamo lempo, ou rctarda-ln, a flm de eapremer iais
    liquilo I mesma cannn, |
    os roilas competente
    lo Brum pastando o
    engenheiro.
    TFabrica de chapeo de sol, oapra^a-^j6^
    da Independencia, n. 36,
    Manoel Jeune, licuado ullimaiiienle uesla ida-
    de, lem a honra de participar ao reopeltavel publi-
    co, que lrou\e com siyo. um rico e complelu sorli-
    nienlo de el* ipos de sol, lauto de seda romo de
    pamiiuho para humem c senhora, ricos chapos de
    aeda com cabos de canoa turas, ditos de .iiin.nj.Hi de aCO, con ricos casles de
    marliin, henalas e outros un
    modernos o variados, assim
    um lindo sorlimcnto de seda:
    luir qualquer armacSo nsadl
    niencinuadtw,concerlam--ie com asseio.e prninpd
    por precos mui razoaveit, e mais barato lo que em
    onlra qualquer paite; vendem-sc em pon;oc a va-
    rejo.
    SAMS.
    SALSA l'ARRILIIA.
    \ cenle Jos le lrilo, nico aenle em Pernain-
    bucO de I!. J. I*. Sands.chimico oinericauo, f\/ pu-
    blico que lem chepatlo a esla pra^a una urande por-
    fi de frascos de salsa pariilha de Sauds, que nAo
    verdadeirameiite fa I huleados, e preparados no Ido
    de Janeiro, pelo que se detern iicaulelar osconsu-
    nidores de (lo precioso talismn, de cahir neale
    engao, lomando as funeslas consequenci.i- gue
    sempre coelgmam |raxer os medieamenloa falsiliea-
    dos e elaboradlos pe. inaodaquelles, que aulepoem
    si'u> inli'it'SMsaos nuiles i> eslrayos da liumaiiid.ide.
    Portento pede, pai.i que o puhliro sepjssa livrar
    deata fraude e dmiinaua a verdadelra salsa parrlllia
    de Sauds da falsilicadu e recentenienle aqui chega-
    da ; oamiunciinle faz ver que a verdadelra se ^eu-
    ae uiiicamenleemsua Mica, na rua da Coincint
    do Keeifen.lil ; e, alm doreceituario ijne acom-
    pauha cada frasco, lem enibalxo da primeira pagina
    aeu noinc impreasu, escachara sua tirina em ma
    iiiimtipio sobre o juvollorio improsso do
    AaskaaMtd
    lares que liea em frente a rua eslreila lo Ku-.nii,
    d-se no primeiro andar UHWHH) r. a juros sobre
    penbores de ourn ou prata.
    AlugaHH) nina ama para somonte en&iomuiar,
    tendo para ajudar umapreta que tem principio:
    na rua estrena Joao r.vrillo de Sou/a Carneiio, cidadao hra-
    sileirn, retira- para Lisboa, levando em sua com*
    panhia aua senhora I. .Mara Elisia Sampaio Car-
    OeJro, -"ii lillu) menor de nome Adolpho, e ma
    ama de leite tu nome Mara da Palio, parda.
    j:' l'recisa-se aaber onde mora(neala cidaue( o
    ;; correspondente loSr Manoel l,'/-n.i Peral-
    .'; ra de Araujo Bellro.....irador em Craaogi, M
    alim lose enlreuai una caria para o dito
    *:-* wuhor: anuuncie. g;
    lt .:....-. ;:;.;::.-;
    Anda esti em praca a casa e sitio ila rua lo
    Huspicio,perlenccntaao casal de JofioOsoro deCas-
    ini Uaciel Monlero. O terreno, que ron-lilue o
    dilo liiio. ealende-se em comprimento, aua largura
    he Id, que admlte ainda duas casas peloladodo
    Uosplclo, e tres peto Soledade, onti ja eXfstem alicerces para um wbra-
    lo. Os commodos da casa cima, alm de ter G3
    palmea de frente a cenlo a lanos da rumio, sali-
    i,i/.em d a etigeneias doluso: alm de um bom
    rcparlhiiciilOt se uclwm as paredea das salas forra-
    das de papel > o pavimento superior de esleir- .1
    pintura lie Inda a oleo, e linio se acha ItO melln
    acein. I'ra !*l, lem mal1* Otilio ama vnzala,
    duas coebeiras, una cacimba eom bomba, eum
    llllgliillcu hiinheiio ile (icdia o cal.algu lias plaa-
    nle, fui avallado em I4.UO0& que he por cerlo um
    preco mallo Inferior ao valor real : no da 7 do
    Corrente as i'. horas da larde narua Iu Liaran li-
    to u. .1., lera lugar a ultima praca, a qual devem
    eoncor erros pretndanles.
    .Na rua la Florentina, ii. .[' a\n-sc eugom-
    nia-e com toda a pi-ricirao c aceio, o mai> barato
    [,. alvel.
    AO FIBLICO. I
    fjx No armazem de fazendas bara- ^:
    tas, rua do Collegio n. 2, Si
    Cu vende-se um completo sortimento w
    ijj d? tazeudas, unas a jissus. por ^
    M |i'i'i;oi- mais baisos do nueemou-
    9 ira i|ikiIijii'I' parte, tanto em por-
    ta i;i'n'S, 'iiiiii ii ri'lnllio, alliaii;aii]-
    m mis compradores um x<> privo
    para lodos : usle estabelecimento
    alirio-se de combinaco
    -- maior parle las casas comm
    ' ingtezas, uvucesas, allernSas stiis-
    S!j! sas, para mikIci l'a/.i'iulas mais ini
    M conta do (fue se tem vendido, e por
    3 isio ollerecendo elle maiores van
    lageus douue oulro qualquer ; n
    proprietario deste importante es-
    a Uibelecimento convida a'todosos
    ..,'; sriis patricios, e ao iml>liri em ffe>
    53 ral, para
    rom i
    UTCl'jU'S
    cinijH'ir ;i/.cik!jis fe
    le sem demora escoti
    . r'uiiilicao do ferro na rua
    chafariaj I). ""- Ron man.
    lilos ohjeclos dm tnaii
    como irouxc lambem
    i e pahniohOS para cu-
    lodos estes ohjeclos
    srus interesses
    i baratas, no armazem ui rua *ui h?
    '32 Collegio 11. 2, Antonio l.tn/. dos Santos. P
    I .>'- mesa
    r l'recisa-se de e engommar: na roa do Quelmatlo, n. ').
    OahaiaoaMignado pede mpastoaaojue atslg-
    navam o lilohiiAIaianheuse, e que qui/eiem cuuli-
    liuar Com a aasignalura me leuliam a bomhule de
    dirlgr-ae a rua da Crui u. i. Jo Martin*
    Dias.
    Oa mariyrea pernanibucanos, victimas da II-
    berdade, naa duaa revoluco'ea cnaaladas em
    1710 c 1817, por um lotopernambucano (jo
    padre Joaqnlm Das Martina.)
    Acaba 4e sabir a Iu/. a primeira parle deala lm-
    porl irilee curioso Irabalhoi al boje Inedilo. He a
    biograplila le iodos o- pernambocanoa preeminen-
    lea que enlraram. >u de qualquer modo se eoiipro-
    melleran na revoluro dos uia-rales, c na ta pre-
    i'iidida repblica de 1817 escripias aj ac;ocs
    Me taes liomens no silencio lo gabfMle, por um pa-
    ilre dos no-sos dias, e que a i mi a hontem roiiheremos
    lodos na consregaetooo oratorio de S. rilippe Ne-
    r>, como uin doa ultimo*, mab)e^limaveis mem-
    brosdessa veneaavalcata. ( padre Joaquim Dias
    delia-OOa ver esses caracteres luz severa ruin que
    m cucara, ilesenhando-os n grandes IraetH ; e lerau
    ellas SSm duvMa um urando inrrecimcnto para n
    poataridade, guando oa houver de julgar taropa
    o desaliuho do historiador.
    ^'o ha i.niuli.t em Peruainhuco a quem este pe-
    queo diccionario histrico nAo diga respailo de mais
    ou menos perto, e a quem por isso nao iuleresse vi-
    % menle : conten iiis de fM) arlisos.
    ' Aeha-sa a venda uo pateo do Colleitio, olllcina de
    en ra ter na co
    y? $>%>S&>V^ &&& S^S$>
    110-
    i

    CO.NSl LTOH10 CENTHA
    HEOPATfJJCO.
    N. 11 Roa das Cntius N. II
    i it.ii Un- lodosos iiiim ilf^ili' ;i- M liora'
    la manliSa ale ns -2 Imras .l.i i.inle.
    \ i-iliis ,ins iliniiii'iliiis il.is 1 horas cin -i.',
    rlianlo. g
    as mnle-ilia imuJas c umesas Tisilas ?'
    scriln reilasu qualquer liara do (lia mi ila &
    rnlinras iln p,irlo, principalutenle, W/
    soi-corriilas com reliaiona |iroinrt- M
    Dr. S*bi iHeqarin f.wli/rro Pinito. VW
    ^SS^ !**>^t*S>faOi^4
    Aluj^a-se para -e pasnir a fes la, urna casa no
    Monteiro, no correr da prnpriedade do Sr. Passo,
    rom luda a commodidade para o banho, e uo me-
    Vende-w urna casa lerrea, sila oa rua do Pilar:
    a tratar na mesma rua, rasa n. 126.
    Vendc-se a armado da taberna, colocada as
    loja* do sobrado da rua Direita do* A rogados, es-
    quina du beco lo Quiabo, pur preco cummodo, eu-
    ini'-iii.i casa.
    Vcndein-se \ molecoles, de 18 annos de idade,
    le bonitas figuras, opl irnos para io.io.emco, p
    eacravaa, inoran, que lavam e coainhain o diario :
    na rua llireila n. 3.
    Contnua-se a vender laa de can na,
    em jHirrio e aretalho: no pateo do Tr-
    ro n. i.
    Cavallos.
    > a cocheira do Sr. Aloura, rua da Hoda, acham-su
    cavallos para se vcuder, o quaes alm le muito
    gordos sao oplimus aulladores, no\os e bonitos : a
    Iralar com o mesmo Moura.
    Vendc-se um terreno na rua principal da Ca-
    sa I "i if. rom varias aores de fruelo, como sejam:
    coqueirns, jaqueiras, cafezeiroit, cajueiros e alc,u-
    mas laran^eiras : lem 240 palmos de frente, e 900
    de fundo : quem pretender, dirija-se rua daCou-
    ceicao, casa n. 13.
    \ fiuic m- um e-fT,i\<>, crioulo, Kem vicios nem
    achaque^, uplimo unira! de sapateiro, e muilo ott-
    lemlitlo no serviro de estrihaha, etc.: na ruadas
    Cruiea, wdirado de um andar, n. 32.
    Vende-aa urna casa terrea na iwvoa^o do Po-
    co da Pan el la, alraz da matriz: os preleudenles,
    ilirijjim-se h rua lo Hospicio n. 15.
    Vende-se superior nomina de aramia cretina
    le anglco, assim como lahvriiilhos e bicos : ua rua
    do Hospicio a. 16.
    Veude-se nina parda escura, com algumas ha-
    hildades, e um mulalinhu de idade de 11 anuos,
    um prelo de idade dfl'35 anuos, muilo robusto, o
    uin pardo le idade du Ib*........-. proprio para pa-
    gem : na rua da Gloria u. 7.
    Novdade.
    Bata queimando-se a troco de dinheiro, o reblo
    lias mludeus que ainda existen, na loja da rua lar-
    Ka do Hosario n.44 seria fastidioso o numera-las,
    assim como seus diminutos e miseraveis precos :
    purlHUlo, venhain sem perita de lempo, amigos do
    barato, que se esta dweteiulo.
    ^^wm-mm^m zmrnHmngm
    ^ UtPOSITO DA l'AUKICA TODOS H
    OS SANTOS 0ABAIIIA.
    ^ No cscri (itorio di'Novaes & Com-
    3 panhia, na rua do Trapiche n.54, S
    S vende-se panno de algodio, c fio KS
    t3 lenta faliriea, milito superior, K9
    proprio para saceos le issnear, e H
    roiijm ile escravof.
    A 2,500 e 3,000 rs.
    Vaada^aiaptrlor imuno lino azul, de Mi]n'iioi
    qoalldada. proprig para fardas du iniarda narioii.l,
    itSSOO a -l-WU rs. ocovado : lia rua do Cre|io,
    Inju dn 'sipnna, coafroula ao arco dn Sanio Aulo-
    io n. I. ,
    ^ VanuS-ae una lalieiua coni poaco* fundvs.iias
    CIlKO l'unl.ls n. 14: ijmin.i |.nirinlri. ilhij.ist a
    iiiCMiia taberna, i|u> ,-irliarn rom quem tratar.
    AOS ESCOCEZES
    de 200 .Vis.
    Ni i na du Qucimado.loja n. 17, ao p da boUea.
    vendeiii-sc rucado eNociea, araos, de pailnn*
    inoilr-rnos. fazcnd.is linas coTM filas a 200 e 0
    rs. o covado ; assim romo, um complelo sorliincnlo
    de -idas IImi e la\radas, brancas, du rr>, e dequa-
    dro> eacoreie., dn ultima i.....la, por precoi mais em
    conta, do quem oalra parle, para chamar n alten-
    cao dos bou, Iregaesea.
    1 ARELO DE LISBOA.
    Vendse farelo le Lisboa, muilo si(-
    perii.ii, chegado agora no iiulhabole l.u-
    xilano, por preeo eumniodo : mi rua do
    Trapichen', l, armazem leBastos li-
    maos.
    fi III A NOVA s.s. m
    /i Vendem-se fitas pai-acartas de ::
    $) liacliareis, por b'a'OOO rs.
    S^H^Sl*: JMSl^^SIa>
    Vestidos baratos.
    \endeiii-se vcslidos blancos de enmbraia, do
    barra e bordado., a 13000 rs.. dilos de I e 2 baa-
    dos, a 4*500. dilos de :i c I baados, brancos e de
    cores, a .~>000 rs-, rtirles de cansas 11 ,iiu i%.i-. a 2J>e
    .'NMHI rs., cumbraiiiH aberlas, brancas e de coren, a
    :ly_1IO o corle, niodernissimas cambraias e rassan
    Iraneesaa, a filo rs. a vara, cambraia de chuvisco, a
    35300a para, de 8 1|1 >aras: na rua Nova, loja
    ni'Mi. II. Ili.
    Chitas baratas.
    \'cndi'in-se chita, de cores fias, pndn'ies claros c
    e.i uns, a lili, IIII. IIHI. IHO. -J0O e -10 rs. o cova-
    do : na rii.i Nova, loja nova, n. 10.
    Cortes de casemira a 3,000.
    Yeiidein-*e bonitas e modernas cvseiniras franec-
    /.!-. ,i SBOOO rs. o corte : na rua Nova n. Iti.
    Para a Testa, a 3 e 4,000 rs.
    Yeniloin-se palilds e sobrecasaca* franceras, da
    iillima niodn, mullo bem feilos. a :I5 IJtlOOn.;
    a alies, quen visla du preco e superioridade da fa-
    /ciiila, iiinsueiu deixar de comprar : na rua Nota,
    loja nova, n. Iti.
    Ricos chapeos para senhora.
    Venileinse ricos e luinilos chapeos de liloud para
    siiilioii, muilo bem enredados, c da ultima moda
    de Parla, despachados esln semana : ua rua Nova,
    loja iiovii, ii. Iti.
    Vende-se a taberna do lamo de S. Pedro u. i,
    e o motivo sn dir oo comprador r os prelendcntes
    dirijam-sc a qualquer hora.
    Venilem-se baliQrinhos de lodos o- lmannos
    pura costura, sendo de i.u lai ium : ua rua da Aurora
    n. ti-2, loja de funilpiro ; lambem *e v.ndein ceali-
    ulias Teilas de mariscos, o mais delicado que he pos-
    sivel.
    Hila do Oiieunailii si';;nmla loja ll. 18.
    Iticos vestidos de barego <.ieseda,cum corados
    por lOSOOOrs.
    Una ilo Queimado n. 18.
    vende-se as-esuinles obras: elementos deElicli-
    des por 2.-000 rs ; .Mnlhililes ou memorias das Cru-
    zadas, i volumes por 2J0IKI rs. ; o sitio da Itochel-
    la, -' volumes pur niki rs.
    (JS) Vendem-seielogiosdeouro, pa ft
    gk ten-te ingle/., por conunodo pre- ^
    f eo: na rua L. Leeonle l-'ernn & Companhia.
    rostralirliniiriii hura Ir/, t
    Vaarle-aa umn porejo de cambraias de (lpicos
    e llore de cor, pelo deninulo preso de 25000 rs. o
    corle, assim como una |H>rc,Ao de cilas finas, cores
    Da, pscur.is, aaienlo rovo, c> de violm a 160 rs. o
    covado, para liquidar coolas : na rua do Crespo n.
    I i luja de Jn- Francisco llias.
    Venrlein-se velas de cera de carnauba sera
    mistura alguma, a iWion is. a arroba, a em libras a
    280 rs.: naruadoRosnriuili Iton-Visia, n. 16, assim
    cuino ilez varas de bien largo.
    Andar na nimia oiu^ioiko dinheiro.
    Veinleni-se uperiore luvas .le poni ingles
    para homem. pelo diminua preco de son rs. o par;
    e 7! franjas pura Ooiiinados,
    ruin hella- brancas edacajes, a saiwo e .V-.VKI a
    peca: ua rna do Ooeiroado, loja de uiiudcias,
    n. 4!).
    Vende-w urna escrara de nijao, qqc cozinha
    o diario de urna casa, por preco cmiiiodo : na iu
    I

    a ai i



    y '
    '

    l
    I

    .NO CONSeVLTOBlU [HOMEOPATIIICO
    o
    IIK. P. A. LOBO M0SC0Z0.
    Vende-se a melhor le ludas a obras Je medicina
    iiomeopalhlca E* O NOVO MAM Al. O l>R-
    '!' II. JAHR M Iradoildu cm portugus pelo
    Hr. 1*. A. I.obo Musco/u : quatro volunirsencadcr-
    nados eni dous. -2HEO0O
    O I. \<>liiiiii- nml 'inlii a palhogenesia dos 144
    medieaipeulos que n.lo forjm publicados saldr mul-
    to breve, por Miar minio adiautada mih imprcasAo.
    Diccionai iodos terinas do medicina, clrurma, analn-
    niia, phannacia, ele. ele. cncaderuailo. 41)000
    I na carleira de 21 lubos, dosmelhnres e mais hem
    preparados glbbulos homeopalhcos cun as duas
    obras cima.........40JJ000
    lima dita do :M lubo ruin as mcsinas ljOOO
    Hila, ilila ile 48 lubos........OSMIO
    Dila de IU com asidlas......100,7000
    Carteirasde 24 luboj |iequenos para algi-
    beira............ I0SO00
    Dilas de is dito......... m ini
    Tubos aviltto) de glbulos..... I9UOO
    Vendem-se pianos furlcs de superior quaidu*
    de, fabricados pelo inelhor aulor hamburgus, na
    ra da Cruz n. I.
    CAL Y1RGEM DE LISBOA.
    Vende-se cal nova em pedra, cliegada
    lioje 110 puliiabotc Lusitano, por inuito
    commodo preco: na ruado Trapiche 11
    15, arma/.em de ltastos limaos.
    Vende-se um resto de exemplares
    da obra Hapliael, pa;inas da jiiventii-
    Ju por Lamartine, versfio portugue-
    /.a de 1). Carlos Guido v Spano : na rua
    do Trapiche n. 1 \, priineiro andar.
    VENEZIANAS .
    Aterro da Boa-Vista n. 55.
    Tem mu sorliinenlo de venecianas rom lilas ver-
    iles de linho e de 1.1a, rom cala c sem ella, c se
    roncera e se Iroca as novas imrvelhas, a vontade do-
    comprador.
    Vendein-se relogios de 011ro, pa-
    tente inglezv,, os melhoret que tem viudo
    a este mercado, e do mais acreditado
    fabricante de Liverpool: cm casa de Rut-
    sel Mellon i Companhia, na rua d
    Cadeia do Kecife, n. 38. ____
    Diccionario dos termos de medicina,
    clruraia anatoma,, pharmacla ,
    ate. ate.
    Sabio a luosla obra indiapensavcl a todas
    ,i, MaaaflS que se dedicain au esludo de
    medicina. Veude-so por is rs., euradcrii.i-
    do. no consultorio do Dr. Hoscoso, rua do
    Collegio, n. 25, priineiro andar.
    Cobertores oscuros,
    de aliiodao, a isiXI rs. ; dilo. asuea e encamados .
    inuiln Brandes e encrtanlos, a iBilllli-.: na rua do
    Crespo, luja da esquina me volla para a Cadeia.
    Vende-se vintio da Madeira de superior qua-
    lidade omquarluse nilavosde pipa, por preco rniii-
    inodo: nnarmacehide N. O.Bieber & Companhia
    na rua da Cnu 11. 4.
    Vcudcm-se em casa da Me. Calmont i\ <"'ni-
    pauliia. na piara do Corpa Sanio 11. II. oseguinle:
    vinlio deMarseilleem eslsaa de 1 a (i du/.as,linhas
    em novellos crarreleis. Iireu en liarriras muilo
    grandes, aro de milasorlido,ferro inqlez.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 42.
    Ncslc istabelccimcnto continua a ha-
    ver um completo aortimento de moen-
    das c meiai moendas para engenho, ma-
    chinas de vapor, e taixas de leiTO batido
    e coado, de todos os lamauhos, paia
    dito.
    AOS KNHORES DE EVGKNHO.
    O arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
    do Stolle em Berln, empregado as co-
    lonias malezas e liollandc/as, com can-
    de vantugem para o mellioromento do
    assucar, acha-sc a venda, em latas de 10
    libras, junto com O mctliodo de emprc-
    ga-lo no idioma portuguee, em cata de
    N. 0. Bieber Companhia, na 111.1 da
    Cruz, n. i.
    Vende-se sal chegada agora do Assii, a bordo
    doa liialcs .luyeltra a Piof do Cururi/ie : a Iralar
    na rua da Cadeia do Kerife 11. 10, priineiro andar.
    Cambra!as ecassas tiancezas.
    Vendem-se cambraiaa a raieas Iranoesas, de uoni-
    los e delicados pa.lroes. pelo liaralo prccndeli'tO rs.
    a vara : na rua Nova, loja nova 11. I(i.
    Vende-so um lindo inulatiuhn viudo de lora,
    rom H a II anuos de idadr, sem defei'o : 110 alerro da
    Boa-Visla u. 60.
    TRIESTE-.
    He leeeucli osado um carregamonto 1.1 1.11 nii'.i de 988 wminlio, e vende-se por mdico
    preco : no escrinioiio de Ufane Youle tStCompe-
    iiiiu. ou nos scus tfmeieiH Dobecco do Gon^al vets
    AcencU de Edwln M.w.
    >.i rnfl de Apollo o. 6. irmaxem de Mr. Calmonl
    (.oni|mnhia, irha-se oonsUntemente bou wrii-
    incnlos de tloH de ferro coado e lulido, lano ra-
    sa como fundas, Bioeadu inclira- lorias de Ierro ptr
    ra auimaes, aKn, ele-, dilas \>nr;\ armar em madei-
    ra de lodos os lamanlioseiiiodeliisosniais modernos
    iiiachina liorisonlal p.n.i vapor rom fon;a de
    icavallos, coros, passadeiras de ferro eslanhadi
    para rasa depuraar, por menos preco que os de ro-
    bre, oscuycus para navios, Trro da Sucria, e fo-
    lliasdc (landres : ludo por barato preco.
    Deposito da fabrica de Todot ot Santoi na Baha.
    Vende-se, em rasa de N. 0. Bieber &C, na rua
    da Cruz n. i, alRoda iranrado d'aquella fabrica,
    milito proprio parasarrosdeassurare roupa i|e es-
    rravos, porprerocoinmodo.
    Kilo prtto, laviado, u 500 rs. a vara
    .Na rua do Crespo, loja da esquina que vulla-para
    a Caricia.
    ROB I.AI-FECTEH4.
    O unieo Woritdo por dcimo do conMlho real
    e decreto imperial,
    ih mediros dos hospilaes rerommemlam o arroba
    l,al)'ec(euv. romo sendo o nico aulorisadu pelo Ro-
    \ernoe iwla Heal Soriedade tic Medicina, tslc uie
    dicamcnlo ri'an Roslo agndavel, e fcil a lomar
    em secreto, esta cm uso na inarinha realilesdc 111,11-
    de tito anuos; cura radicalmente em poucolempo.
    com pouca despe/a, aeni mercurio, as alfcccoes ila
    pelle, iiupingen, ai consequencias das sarnas, ul-
    ceras, e os accidentes dos partos, da iriaric crilic
    laacrimouia hereditaria dos humores ; convm nos
    t'.iili.111"-, da li'-.t-i. 1 i'.iJi.i. m>i'-, c flaqueza
    dos orgAos, precedida do abuso das ingcrr.oes ou de
    sondas. Como auli-s>pliiltco. o arrobe rura em
    pouco tempe os'Huios recentes ou rel>el >em incessunlcs sem ronsequenria rio empreo ria co-
    pa iba, ria cubeba, ou das iujecres que represen-
    (ain o virus sem ncutralisa-lo. O arrobe l.aflccteu\
    he especialmente rerommendario contra as doencas
    iveleradas ou rebeldes ao mercurio e ao ioriurelo
    de potasio. Vende-se cm Lisboa, na bolica de Bar-
    ra!, e de Antonio Feliciano Al ves de Azcvedo, pra-
    ca de \). I'cdro 11. 88, onde acaba de chegaf una
    grande |Mtrco de garrafas grandes c pequeas, viu
    das di recta me ate de Pars, de rasa rio Sr. Kojveau'
    l^ilTerteuv 1'2, ru Richev 6 Pars. Os formulario
    dam-se gratis em casa do agente Silra, na prara de
    I). Pedro n. 82. No Porto, em rasa de Joaquim
    Araujo; na Babia, Lima & Irmaos; Cm Pernan
    buco, Soum; Rio de Janeiro, Rucha & Filhos, el
    Morcira, loja ricrirouas; Villa-Nova. Ju3o Percira
    do Magates Lele; Kio-Orandc, Francisco rio Pau-
    la Coulo i\- C.
    Vende-se o verdadeifo robe alec) phililco ric
    l.alhcleui : na na da Cadeia Velha n, 61, bolica
    ric Vicente lose de Biito.
    Ob que pecblncba
    .Na toja do liuimares ^ lleuriques, rua do Cres-
    po n. 5, ha um completo orllmculn de camhraias
    rie cor coiu barra, muito lindos costus, e de supe-
    rior qualidade, pelo baralissimo prev" de 20000 rs
    o curie, com lOcovad^t; a ellas antes queseara
    bem.
    OLLCO BE ij.\ha(;a embotijas,
    yende-cc epi cunta, un na do Trapiche
    Novo 11. I f> ; :i inesma casa chcgQU urna
    noiTyo He alvaiade de nova co.nposirao
    milito superior em (|uali(kdt ao usual
    Vfltiilem-selonas.biiN/ari, brins meias lo-
    11.is da Hiis-1.1 : do armaSeni de N. Bieber ^
    ilBBissslBSflU
    1.
    Taixas para engenhos.
    Na l'iinrlica)" de (prio ile D. W.
    Itnwiii.uui na 111a do Ilruin, pussan-
    ci 'o chfarra continua Imver um
    completo sorrimento de taixai de ferro1
    fundido c batido de 5 a 8 pulmot de.
    bocea, as quaes acliam-sea venda, por
    prero cominoi'.o e com pi-omptidao' -
    embarcam-se ou carrej;ani-seem carro
    sem despeza ao comprador.
    Omio.
    Vende-soBOM9P111 Iwrricaf .ohfgailn ull i ma.....(i
    le:cmcasa J. Keller & Coiupanuia, na rua da
    Cruzd. 55.
    -Sc~.;-v\i\'
    DAVID WILL1AIII10WMAN, enu-enheiro ma-
    chloista 6 fundidor ric ferro, mu i respe i tosa mente
    .immiina aos senhores proprietarios rie eDfienboV,
    fa/enrieiros, e anrcspeitavcl publico, queoseu esta-
    beleciinenlo rie ferro movido DOrmichlDa rie \apor,
    na ruado Urum passamlo ochafaliz, contina em
    efleclivo exercicio, ese arlin complelameiile moni ario
    com apparalbos da printeira qualidade para i per-
    feila ronfeccada-' maiores pecas de machiiiMim.
    Habilitado para empreheuder quaesquer obras d;t
    sua arte, David William llowman, ileseja maispar-
    liciilarnieiile chamar a atlencao publica para as se-
    tiinlcs, |Mir ler deltas grande sorlimenloja'piomp-
    io, em deposito na mesraa fundir", as quacs cons-
    Iruidaseiu sita fabrica pttllem competir com asfabn-
    cariasein paiz e^ranueiro, lano em preco romo em
    qualiriurie de materias primas e mao de obra, a
    saber:
    Machinas de \apor ria inelhor construrao.
    Moendas decannapara engenlns de lodos os la-
    mauhos, mo\ irias a vapor por auna, 0U animac.
    Rodas rie anua, moinhos de vento e sen as.
    Manejos iiiriepemleutesparacavallos.
    Rodas dentada*.
    Aguillies. bronzes e chmacelras.
    Cavillmes e parafusos de lodos os lamauhos.
    Taitas, paroe*, crtvose bocas de fomalha.
    Moinhos re mandioca, movidos .1 ma 0U poi ani-
    maes. e prensas para a "lila.
    (.Ii.i|i.i- de foffaA i> Ionios de fariuha.
    Canos de ferro, lomeiras da lern c de broiiie.
    Bombas para cacimba e de repulo, movidas a
    mao, iMtranimaesou vento.
    (Guindastes, gutncliose macacos,
    prensash)drauliras ede parafuso.
    Ferranens para navios, carroso obras publicas.
    Columna-. \aramia-, grades e p.iilor-.
    Prensas le copiar cartas e sellar.
    Camas, carros de inaAearadoade ferro, ele ctr.
    Alcm dasuperioridade das bubs obra-., ja' Reral-
    menterecouliociria, David William Bowroan Raraute
    a mai-exacta conformitlaric Com OS mobles e dese-
    nhos remet idos pelos senhores que se riianarem de
    faier-tlteeacoranieudas, aproveilando aocca iafl pa-
    ra agradecer aos aeus numerosos amtaoa o rcauexes
    preferencia com que leui-iriopor elles honrado,
    0 as-cunra-lbe- que naopoupara esfoii;o-e clai para continuar a merecer a sua eoiilianca.
    POTASSA St'PEKIOR
    \ ciuK'-m' por nreco milito coiu-
    iimcli). 110 aiiiia/.cm n. 7 di- c.u's da
    alfaudega, de Joe Joaquim Puroira de
    Mello, ou un escriplorio de Novaei t\
    Companbiu na rua do Trapiche n. "i'i.
    .Na rua do Vigario u. l. primei-
    i) andar, tem para vender diversa mu-
    llicas para piano, violio e llauta. como
    M'jain, ijiiadrdlias, vallas, reduwas. scho-
    tickeii modinlias. ludo moderniasimo .
    rlii'i'ailu do liio de Janeiro,
    VMIO )() PORTO Millo FINO.
    Vende-se superior vinho do Porto, em
    iris ile i., 5. e S. : lio arma/.eiii da rua
    doAzeite de Peixe n. 14, ou a halar no
    eacriptorio de Novis V Companhia, na
    na de Trapichen. 54.
    I'AIIMIA Di: MANDIOCA A 'isMID US.
    Na luja n. "2(i. da rua da Cadeia,escull-
    a do l>rrn> Largo,vendem-sesaccnscom
    larinlia. muilo boa etorrada,a ijjODrS.
    Deposito de cal de Lisboa.
    Vcii.loiuc barracem cal em pedra, chraada na
    Male l.u'iinim. \iiniii ultiinamenla da I.Mma. a
    polasaa iiincrirana, .1 -1l ra. a libra : lia na .i.i Ca-
    lais do Kecife, loja 11. .7).
    POTASSA.
    Nu anllsu dapoiilo da rua da (.inicia do Kecife .
    armaiem n. l-'. lia pura vender muilo nova pul
    III
    9 -f s-"Si r9i'|
    1 s_ s
    ts6
    i-sr3?i**HsS-
    aSrPilfjre
    s-lllflls,
    - o c o =
    3. =
    7 &
    fe!
    1 = ~
    iDg. 8 S0 9.1 9
    llifgHil
    ntzph
    ' S..EC ? "
    ilf*fsi<
    HillM
    riKuii 112
    I l>mlB ir *
    8 a. a a* 8 3
    IsS'Sijls
    Su;::;!:
    f ; ? I ? "=^
    |f- i.|af *
    |1|os?S3
    rT"5' T1 Sal
    = I g = ? = c =.3
    s ilftHlfi
    1 i I g a I =
    I = i i i
    = !!! sen 5 3 "
    ? yg i a b J Z, P
    a c atp 19 3 s
    c "' 3 5>k 5
    uasouinar .**i
    no caco llii uo
    iiiu/.eo
    So seanmlo andar do sobrado n. I na i na dn
    Cadeia deSantb Antonio, vandenj^a coeiroa borda-
    dm de mal/; a aproniptam-aa de oncomnienda toda
    naalidade de bollados e labyrntlios com perfeigao
    c nroco comniodo ; e lambem bonlam-sa colletas.
    OLEADOS IXGLEZES.
    Vendem-se riipiissimos oleados para
    ;is, lano emillialidade, romo
    gust de desenlio : 110 ar-
    de lazendas deAdamsoii Howiedi
    Companhia, ua rua do Trapiche Novo
    11. -2.
    Na 1 na Nova, loja de Andrade & Leal,ae dim
    qoein vend un boin -iii" parlo da yi.irn.
    __ J. |{. da Foilieea Jnior, na rua do
    Vigarion. '1. pwmeiro andar, tem pora
    vender muilo bous chapeos de pallia.do
    Chili, 1' da 11.liia. de abas peciuenas.
    $
    i
    OLEADOS PINTAOS.
    Vendem-se oleados pintados di
    u
    da lluvia, americana c hraaileira,em |wqiienoa hiti
    ris de i amiln:-; a boa qualidadeie prejo niuin ba-
    rato! do que 1111 unir qualquer parlo, ao altlaiiram
    que ureciaareni comprar. No ineame ilepoailo
    lambem lia harria com cal de Lisboa em pedra, pro-
    XJIIlilllll'lllu rllilimlos.
    Grande ortimealo de panno, flnoaccase-
    mlrat.
    Na rua .lo Creipo, loja da esquina que volla para
    a Gadebj, veade-ee painm prelo, a 35OOO e KsjOU
    is.: de.....'elo branca, a 393001.; dilo Irancez, a
    l9Oe3S00Ors e muilo superior, aOSUOOra. o
    cavado; dito sxul, a z-nhi. :>liiiic ijOOOra., r
    louilulioiii. a 5M0U ra.: .lii" verde, 2*U0 c W00
    is.; corlea .le rase-mira preui infestada, .1 frOU o
    B|0UUra, .lila trncela a de cor de Indaa quali-
    da.ii's, luir i.ri'ro i-uinniorli.
    TAIXAS DE FERItO.
    Na fundicao' d'Aurora em Sanio
    Amaro, e tainlii'in no DEPOSITO na
    rua do Itriini logo na entrada, e delroii-
    te do Arsenal de Maiiulia lia' si'mjiri'
    um grande sorliinenlo de laielias tanto
    de fabrica nacional como otrailgeira,
    batidas, fundidas, grandes, pequeas,
    razas, c fundas : e em ambos os logares
    existen r|uihdastes, para carregai
    livres
    **
    4
    4
    ca-
    Os
    noas, 011 carros livres ile despez
    piceos sao' os mais eommoilos.
    tktS l'KIM K/.A IIK LISBOA.
    amada Cadeia lo Recita, tajada foaandas t\i
    ]o8o da Cunlm tic Magalhies, vande-aa a excdan-
    le (lilaila ilcslc rp|M;, o mii<* fresro <|ui> Icin Vndo
    pela galera Margando),
    l'OTASSV DA IISSIA.
    Vendse superiiir pulassa da Runia, i
    Americana, por preco muilo lonimodo:
    na rua do l'rapiehe n. 15, arma/.eie dt
    Itaslo Irmaos.
    \>iide-se muflo superior fariulia de Sania
    Galharioa, 8. Malheus, medida avala do com-
    prador : a bordo dn brguv brasileir.i Mtt*t tun-
    deadoperlo da .Vllanilena.
    HOCE IIK IIACOKV.
    Clicgou 11 rrnirini'iiii' 1I0 Maranliao una pequea
    pol i\iu ilesle delicado dore, o inelhor que lia, lano
    pela" sua eirellenlc qualidade. como por eiinservar-
    se por muilo lempo em perfeilo estado: vende-se
    em casa de Funle & Irmo, na rua da Cadeia Velha.
    RUA DO CRESPO N. !i.
    Vendem-se corles de chita nuiito fina,
    coiu barra, a isOOOrs.,- e chales esepce-
    /.es. a l.slIUU n.cda um.
    ' Manteletes de cambraia.
    \'enilem-se ricos inaiileleles Craneales de eain-
    liraia. enleilailo-. pelo ii.iiali.ssimo prero da |O0Q
    rs. cada um : na ruido Crespo a. 5, esquina que
    Milla para Collegio.
    Vende-se familia de mandioca
    muito fina, a li.s'oiltl is. a sueca : noar-
    ina/.eiii do Forte do .Mallos n. 20, ou a
    ti afarconi Manorl Abes Guerra Jnior,
    na rua do Trapiche u- I i, priineiro an-
    dar.
    Rua do Crespo n. 9,
    vendenj-SC superiores cortes de seda
    e.Miui'/.a, por menos proco do pie em
    oatra ijuaiquer parle.
    Na rua d Seniala Vellia II. 111", vende-se es-
    piriloem peipieu.is e grandes porri^ deJHa'JH
    lidos e variados gustos, de San
    na linos de largura, proprios para
    eobrir pianos, mesas, eoimuoilas.
    i\e.. e por milito barato prceo,
    $' a* vista ca superior qualidade: na
    $' lojue fabrica de chapeos de Joa- Iw
    oiiiiii deOliveira Maia, na praea ^
    ila Independencia ns. 2fao0. i^;
    %*>*<>*>%** ^>: ^*****>v*^d
    Pectalacha.
    Veudo-se per :t(i- urna eaerava crbmla que i.....
    um peqiieuo deteilo n'uin quarlo, a qual coaiuha c
    engomma aoOrivel: na rua das Crioulaa,n, I.
    Veiide-e o enuenlio S, Antonio, silo na fre- 1
    Buezia da Auna Prela, urna legua distante da res-'
    pecliva piivoaeao. esla inmiile e enrenle, e he de
    extraordinaria |>i iidiio;.lo,iieseia-e auninoilainenle
    e ai-eia-'-e alcumas dewbrigaa: Irala-se com osen
    propiel.irio. ua mesma mivoecllo de Auna Pela.
    Vende-se um cavallo rodado hem gordo, ede
    muilo i......la Usura, com 7 palmos da aliara, escol-
    enle de cabriole!, e lamheni serve para sella: na
    cocheira junio a cadeia, a Iralar rom o dono.
    Veode-ee mermelada de Liabaa ehegada pelo
    ultimo navio, 'V,\ niellior qualidade que pode baver,
    em lilas de i e l libras: na ra. Ursa do lio-ario.
    I.diei n de i porlas ronlrnnle a iareja n. :Kl.
    Vande-aa sola muilo boa, pellos de cabra de
    primsira aorle, ealeiraa de carnauba c pennas de
    ama, indo rhegade agora do Araeal) : na rua da
    Cadeia do Recite n. 19, primoiro andar.
    __ Vendo-Mi nina cscrava, crioula, de lodo o ser-
    viro de .o/ii.li.i. o lava roupa : quem a prelendei,
    dirija-e i rua da l'raia. laherna da esquina u. I.
    defrollle da rilieia.
    __Ven.te-se SOIravea de qualidade, de 10 pal-
    .....s de i......primelo, e Son lo polegadaeemqua-
    dro, e 1 paos de lomo de 63 palmo-, profiri* para
    vergas lnastaron.de navios :os preleiidenles podeni -
    dirigir-sea Antonio l.eal da Barros, na rua do \ i- g- Oliveirn M
    garln, 17.
    Vende-se urna paula com Malinos, recomida,
    em labilidades, una dila com B,sabendocoaioMar
    p lavar, ulna eserava rom 20, saliendo o mesmo que
    a parda, duas negras para quitanda a mais serviros,
    um mualo e.....I.t anuos, um panto eoni li bnni-
    i.:......i., da Senzala-Vcllia n. T0, lereelro andar
    se dim quem veude.
    a
    VinllOS superiores
    tu.no.....leColares linio em liareis d
    endem-ae em casadaJ. KeJlercVC
    Ilicos cortes de cambraia de seda
    \ enilein-se honilos corle- de cambraia de seda,
    .te lindos desenhns. Ta/euda inodernissinta, e por
    haralo prero : na rua .Nova, leja nova n. 16,
    Vendem-se corles inteiros de ves-
    tidos deehila l'ranee/.a, larga, lina, ede
    diversos gottos modernos, sendo pelo ba-
    rato prceo de SIMIO e 'ig.\Q rs., a nheiro a vista : ua loja de tpiati-o portas
    ii. ao lado do ario de Santo Antonio.
    Na rua do Vigario n. I, prioieiro andar, lia
    para vender, chegado de Msboa prenenlemeule pela
    hara Olinjpia,oseuiiiule: Mecas de farello muilo
    novo, cera em anime eem velas com bom sorli-
    ineulo de superior qualidade mercurio dore e tal
    de Lisboa em peJra, novissima.
    DEPOSITO DE CAL i: POTASSA.
    Na lila de Apollo, arma/en: di' l.eal
    liis, tem superior potuun do KlO de Ja-
    neiro, e da America, e cal nova em pe-
    dra, chci'ada uo iilliuio navio, ludo a
    prceo razoavel
    4
    Vende-se una bonita negriplia, de
    unios, muilo esperta, e prupria para
    sedar a urna menina: na rua da Cadeia
    do Kecife, loja ii 50,
    Vendse n verdudeia salsa parri-
    llia de Sanils: na botica iianee/.a, da rua
    da Cruz, em frente no chalui'iz.
    A 2,000 rs.
    Veildem-Se corles decassa de iinersas
    i ores, com duas e Ires barras, a ,000
    na rua doQlieilQado, loja 11.21, de
    .1. P. Cesar.
    A" CAKIJ0-. 1
    A^ak. a5^(
    ^S) Superiores ehapi'08 de llalla 'l
    S) franec/.cs. do inelhor oslo possi-
    j*j vel : ditos do Chili, muito linos
    fi para honiens esenhol
    V castoi
    \ rior (iiialidnde ; ditos de seda
    rfj I'ranei7.es, de formas lunillas t
    superior qualidade; ditos delta- ~g.
    as; ditos de
    braneose pelos, de supe-
    4
    ditos de I la-
    lia linos ede fellro COIII iiiidoseu-
    - (eitcs.e do melhor (rosto possivel, >
    fjl i lS
    W linio por preeo eonimooo : ua *'
    o' iir.uada Indenend n ialoiaeh- *
    ior preeo eonimooo
    ... .la Independ 'iicia loj.. .
    v la, lis. -
    POTASSA BKASILEIRA. (#
    Vende-se superior pulassa. la- i^
    I
    ornada no liio de Janeiro, \u~
    gada reeenteineiile, leeoiniiien-
    ila-se aos seulioresde en;enho os
    seus bous eli'eitos ja'experimen-
    tados: na rila da Clin n^-20,ai-
    ma/.ein ile I.. I.eeonle Ferou &
    Companhia.
    f
    \
    m
    1
    i
    $
    Vende-se em casa de Deane Voala A Compa-
    nhia, na rus da Cadeia Velha. reloeios ingleiea, da
    ouroi da patento, lano de bomem, comodesenhora,
    de um dos melhores auloraa de l.ivrrponl.
    Vendeni-se arelos para carro, de
    um e dous cavallos, milito bem construi-
    do! ; tamJiein vende-se separado inanll-
    nhas decasemira, de diFcrentes padrOea
    c gOStOl, para os sellins ilos arreios, que
    os l'a/i'in abrillianlar muilo. rliej'ados tsi
    llmameiile de flanea, e pelo preeo o
    mais barato possivel: na rua da Cruz ii.
    2(i, priineiro andar.
    Vende-se um cavallo, rodado, bom e-ipiipi-
    dor e andador bailp, novo, muilo manso : no caes
    do llamo- II. 5.
    Vende-seiima eaerava crioula, de idade da 18
    ......o.. cozinheira, non principio de eiiu.iiniii.ido. e
    coatars : na toja n. I>7 .la rua do (Jucidiado.
    Veflde-ae por iiecessidade moa eserava da 30.a
    j\5anaas,crleula robusta, de muilo bom re viro, sem
    v icios, pelo diminuto preeo do 3HU0U rs.: quem a
    quizer comprar, dlnja-ve a roa dos Pires n. I, onde
    volla para o llo-piio, que ah achara cvinquem Ira-
    lar.
    Ma rua das l.aramfeirasn. 11, nuseKUmlo an-
    dar, lia paia se vender alguna esrravos i.....'i e
    Indo e nu ilinier suri i
    Vende-se o sitio denominado 1'ricam, na fre-
    Buesfs de Larangeiras, coinarea de Naaarelli .la
    Malla, eom duas mil e eem lil i.;a- de luml 1 B -e--
    senla e cinco de testada, a manir parle delle vm
    malla virueiu. euiileudo ipiinhenf larangeiras, que earreiian admiravelmenle, eaju-
    airoa, gaabirabas,caresefros, goiabeiras, pinloniboi-
    rase nutras mullas Iructolras; urna escctlenle rasa
    de vivenrii.....na eali iberia para dea cavallos a ui .a
    orando casa com lodos o- necessariea para o tahrieo
    de f.irinlia: esta aillo lorna-sr o melhor que por all
    lia em i'oueequeueia de pas-ar pelo meio delle o afa-
    mado rio de Sirio!. eorrenle de inverna e vern.
    anude se fa/em grandes pescaras, lauto .le paisa
    como de eamarao, e ftnalinenle .\uu mnilas boas
    proporroes para ediliear mu engenha de uu\;\: a
    Iralaruoalerio.la llua-Vi- i -> A. : i
    nu anoenho de Morojo de Sr. Manoel Joseg^cii-
    veira Mello.
    Na rua do Collegio, casa n.21,se-
    gundo ailar, vende-feiune\cellentees-
    Cravo, Crioulo, bstanle sadio erobusto,
    propi'io para lodoecpialipier servien, ou
    para cmbaripic, por ser de boa (gura :
    Irala-se das !l horas da maiiliaa as i da
    tarde.
    Na rua Nova 3,
    vendem-se chale- de seda para sMiluira, a (i^KHIrs.,
    toncosdeseda para saobors, aSIOOOra,, ditos de
    dila'para dila, a tsinoi... ililns de uouo para luc-
    ilina-, a Jim rs,, toncas de linho para hapli-olo.a
    l,"*0O. sapaliulios de caseinira bordados para liapli-
    -ado. a l'-jal, cainisa-d.....re- para tioineui, o.>
    rcis.
    Moinhos de vento
    ^omlinmhasderepuso para rogar borlase balsas
    decaplm. nafendleaode D, \v. Bovnpan: ua rua
    dO ioni ns. (i, Se 10.
    Sedas modernas.
    Na loj.i do sobrado am uello. uosipialro ranlusda
    rua do i.iiieiniado n. >, lia pa vender um eom-
    pelo soilimenlo de sedas pura veslidOi sendo Lisas,
    furta-corea, de quadrOS, escoce/.i-, de cores com lln-
    raae brancas : aastm como lem -. da lisa. iurla-co-
    res, para covados, ludo por prceo commodo.
    Lencos de cumbraiu de buho, luios,
    a WJOr,
    na rua dn Ciespo. loja da esquina, que volla paral
    Vende-se o verdadeiro champague
    |-em gigos, do melhor possivel, assim
    como vinliode Bprdraux, bronco e tinto,
    em barris; comotamheuichocolate fran-
    { parecido, todo chegado ltimamente de
    Franca, e pelo preco mais barato,do que
    em outraparte : na ruada.Cru/. n. 2t ,
    primeiro andar.
    __ Vendem-se fardos de fumo de pri-
    meira qualidade, para charutos, ltima-
    mente chegados da Baha |>elo prw_o
    mais barato do que en) outra parte; assim
    como um resto de charutos da Babia, que
    seveiulein por preeo baratissimo, que he
    para se fechar contal: a rua da Cruz
    n 20, primeiro andar.
    Na rao do Vicario n. tu. primeiro andar, lem
    vendan superior flaiiella para forro desellis, ebe-
    uada rcrrnlemcnle da Ameriri.
    Vende-se urna muala moca, de bonito figura,
    que corintia c cose : airar, da malriz da Boa-Visla
    n. SI, se dir quem vende.
    gq'
    $ Deposito de vinho de cham-
    u pagneCliateau-Av.prmeiraqua-' ^
    * lidade, le propiiedade do condi g,
    a de Marcuil, rua ila Cruz do He- 6A
    " cil'e 20: csle vinho, o inelhor
    '$} de toda a champagne vende- W
    Jf se a 50^000 rs. cada caixa, ada- (.
    be nicamente em casa de L. Le 5
    W comlc FerOU & Companhia. N. I!. W
    P; As caisas sao marcadas a fogO <^'
    j Conde de Marcuileos rollos ()
    i#, das garrafas SO a/.ucs. (tf
    MeSSMS!SSSS^M
    Vemlc-"!! nina raixinlia para iteM'iiho, i'om
    mu livro to h.. mi .1- : na rua to Cabug, loja n. I>.
    Ko trapicha do Ramaa, te dirn quem Neutle
    irco* por lomear, proprioa paraUbiojoaa
    LINHO E SEDA
    a 2.000 rs !
    Na roa ilo Qiielmado( loja u, 17. mi pr ta botta.
    vendem-M oa Irocam-w nordiiilieiroi ryiendacol-
    latas de dorsurflude linlio a teda ( padroca inoder-
    noa a tsSOOU >. cade um.
    O 39 A.
    eonlronle SO Hovaro de Sanio Aniouio, avisa ao
    respeitovel publico, o particularmente aeeusfre-
    gueies, que ji receben grande porcio do seo hem
    condecido .toce, casca de guiaba, o melhor que he
    possivel eiicolilrar-se, o jiuilainenleeneniilrarao pa-
    ra mal- de 20 i|iialidadesde liolinlios (ranee/es par
    cha.
    Cal virgein
    Superiore.il era peilra rlleglda iilliinameiile de
    Lisboa..... palhaliole l.ti'ililiin, e mais barata do
    que em nutra qualquer piule : na rua do \ isario
    n. 2ii. primeiro andar, escriptorio deBaadelra&
    liarcia.
    FUNDICAO' D'AURORA.
    Na fundicao il'.Vurora aelia-sc eonslaiilemenle um
    completo sorli.......lod.....achinas de vapor, lauto
    falla como de haiva pressfio de moilellos ns mais
    approvadoa. Tamben so apromplam de ancommen-
    da de qualquer forma que so posean! desojar com a
    mainr preslcxa. Habis orneioea sertlo mandados
    para as ir assenlar. e os fabricante- I nio lem te
    coslume aflancam o perfeito Irabalho .hilas, ese res-
    ponsabiliaan p.n qualquer deteilo que posas aellas
    apparecer durante a priineirasala. .Mnilas machi-
    nas da vapor construidas ueste oslaJialeelnwnto lem
    ciado em cnn-lanle servico nesla provincia 10,12,
    cal lannos, eapenas lem asigidu mui Inaiguin-
    c.inles reparos, o algUmOS ale nelllilllis ahsollllameil-
    I le, accrcscendo que o eonsummo do conbualivel he
    | mili iiiconsidi'ia\el. (Is seiitiiiresdeengenlio, pota,
    I e oulras quaeaquei peasoaa que precisarcm de^ ma-
    I chinisroo sao reepeitonmcnle i.....vidados a visitar "
    estabclccimeiilo cm Santo Amaro.
    ;:.::;:-:;;::;.;;:::. M ; >'*!
    i UANTOIS PAILHETE iS COMI'A-
    MIIA.
    (ainliniei-se a vemter uo deposito orul da *
    -5 rua da Cnu n. V2, .> exeellcn.....bem con- A
    # ceiluado rap arela pela da turica de Han-
    ;; lols l'aillieii' Companhia, da Babia, em %
    JS -i andes epcipienasporcoe-. pelo precoeslalie- C:
    1 leiid". #
    .-:; ..:;.;;; .....:::-::;??
    ANTIOUIDADE E SI l'KillOKIH.VDK
    DA
    SALSAPAKRILHA DE BRISTOL
    \ SALSA TARIILHA Di SAIvBS.
    Attcncao'
    A SALSA PARRILHAUE BRISTOL dala des-
    de 1832, e tem conslanlemenle manlido a aua re-
    piilarUa scui necessidado de recorrer a pomposoa
    aiiiiun. ios. de que as preparacoes de mrito pod.....
    dhpensar-se. ti succeaso do Dr. BRISTOL lem
    provocado inflnilas Invejaa, e, cutre nutras, as doa
    Sr-. A. i. Ii. Sonda, de Ncw-York. preparadore
    c proprielariiis d
    ioeileS.lll.l-.
    Ealea seiihorea solicilaram a agencia de Salsa par-
    rillia de Itrislol. eeoiiio mo o pndesscm obler. fa-
    liricarain nina imi/ilriio de Brislol.
    Kis-aqui a carta que osSrs. A. It. D. Sandsos-
    creveraiu ao Dr. Ilrislol no .lia "20 de abril de IM2,
    e que se aelia em luissii poder:
    Sr. Dr. C. Ilrislol.
    Bfalo. ,\c.
    Kosao apreeiavel aenhor,
    Em lodo o anno pasando lemoa vendido owawii-
    iaiet conaideraveis do eslraeto de Salsa parrilha de
    Vine, a pelo queouvimos dixer de aua rirlmlm
    ipielles que a lem usado. Julgainm que a venda da
    dila medicina se augmentoni mutllfimo. Sa \ me.
    quiser faier am conceltio comnosco, eremos que
    nu. resultoria muila vanlagero, lano a noa co.....a
    \ me. Temos muilo pra/er que Vine, nos responda
    snhre csle aasumpl..... se N me. vier a esla cida.le
    dsqul a um mea, ou cooaa semolluinto, leriamoa
    muilo pra/er em avonem nos-a botica, rua de Kul-
    ton, n.79.
    lcam as ordenado Vmc.aeua seguros servidores.
    taignados A. I!. I). S.v.MIS.
    CONCI.l'SAt)'.
    i.eA anliguidade daaalsa parrilha de Brislol lie
    claramente provado, pois que ella dala desde Is:l2,
    Oque a de Sums so appareeen em IS2. poca ua
    nal este droguisla nao pode obler a a-encia do Dr.
    ri-lol.
    J. \ superioridade da salas painlha de Ilrislol
    he ncoutestovel: [mis que n.io olislanle a concur-
    rencia da de Sonus, ede una porc.lo de oulras pre-
    paracSes, ella lem mautido a sua reputsc&o em i|ua-
    si toda a America.
    A^ iiunierosas evperiencias finias rom ii_ uso da
    salsa parrilha em todas as eufermididea originadas
    pela impiire/a doaanouo, no bom evilo ohlido nes-
    la corle polo lili. Sr. Dr. Sigaud, prcsidcnlc da
    academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
    Dr. Antonio Jos Peisoto em la clnica, e em sua
    afamada casa de sau.le ua liainh.'ia, pelo lilil. Sr.
    Dr, Saturnino de Oliveira, medico do exeroito, e
    por varios millos mdicos, peiiiiilleiu boje de pro-
    clamar altrnenle es virtudes eflkaiesda salsa par-
    rilha de Ilrislol vende-se a :(NN)o vidro.
    0 deposilo desla salsa raiiduu-se para a Indica"
    (huieesa do rua da Ou/.. em frente ao ehareris.
    Vende-se o eiiuenho Bullanle, silo na fregu-
    ala de Sarinhao.....le muito boa prodcelo, eicel-
    leules mallas, moeiile e crrenle, e muilo perla do
    einhaiqiie : a Iralar ua niexma freune/ia com o seu
    pruprieiario. no enueuho Telha, ou nesla praca,
    rua do Vigario n. 211, primeiro andar.
    PAZKNAS BARATAS.
    Xa nova loja de portas, na rua do l.i-
    vrameiito n. S, aop do arma/.ciii de
    louca,
    vendem-se lindos corles de ehila france/a muilo lar-
    ga, c de cores Osos, com III covados, a 2.4UO.
    Vende-se no deposito de materias da rua ila Ca-
    deia de S. Antonio, n. I", petos barallssinraa pracos
    abaiso declarados, de lllll pecas para cima
    Em casa de Biiinn fruMer A Com
    panliia, na rua da Cruz n. fv, vende-w
    o seguii
    PIANOS FORTES dos melboies aut-
    res ede moderna constru
    INSTRUMENTOS DE MSICA para Ul-
    diesti'a e bandas militares.
    OBRAS E OURO de toda a qualida-
    de e do mais apurado fjosto.
    VINHOSSt.Margot.St.Julieneeliajii.
    paeflbe
    LONAS dediferentes (|uulidades.
    BRINS DA RUSSIA.
    MOBILIAS DE FERRO, como tejan.,
    cadeirat de dill'erentes moldes, mesas r
    solas, assim como commodas demognoe;
    i -adeiras de lialanio de Sp, v indas Je
    Franca.
    OLEADOS com lindas pinturas de frac-
    tas, etc., pura mesa de meio de sala e
    bancas.
    CHARUTOS da Havana verdadeiro.
    MOLDURA DOURADA para guarn-
    cao desalas c<|uadros.
    Vende-se em casa de S. P. Johiu-
    ton A Cm ii | lanliia. na rua da Senzala No-
    va n. M-
    Vinlio do Porto, superior qualidade, en-
    garrafado:
    \mili. Cliery, em barris de quarlo.
    Sellins para montara, de bomem e sc-
    nbora.
    Vaquetas.delustre paracobeiin de carro.
    Relogios de ouro patente mglex.
    \ riide-se urna varea muilo boa de leile.
    parida de jinucosdias: a Iralar na Torre no silbido
    Vpndeni-se raissaos
    novo-: ua rua di.Caluu;.i
    de boa encailciniicao e
    loja n. ti.
    C. STARR 4C.
    respailoaamanta annunriam qiienoseneileiiMitv
    taMerimenlD em Sanio Amaro, roulinuaa fabricar
    rom a maior |crfpi^aoe|>rofii(>(i(lo,l04la aqualiriade
    ile marhinisino para o uso da aur.ciiUura. naM'na-
    ^ao e manufactura, e que para maior ronunotlo eus Baraereaoa frenuezes e do fiubliro cm aeral. lem
    ahcrlo *m um dos urandc!* armazens doSr. Ileaqai-
    l.i na rua do Hi um. aira/, do arsenal 'le marmita.
    DEPOSITO DE MACHINAS
    construidas no dilo seu eslabelecmento.
    Mis adiarn os compradores um rompala sorli-
    inenlo de nioeudas de canna, com lodos os inellm-
    raiuenlosalsuns delle* itovos eoriginaes) deque a
    expericiicia de muilos a unos lem mostrado a uerev
    -hiiule. Madiiiias de \apor de bai\ae alta pressjo,
    taixas delololamauho, lauto batidas como fundidas,
    carros tle mao e ditos para ronduzir formas de asqu-
    ear, machinas para moer mundioca. prensas paradi-
    lo, Tornos de ferro balido para Tariulia, arados de
    ferro da mais approvada conslrucco, IMndoa |>aia
    inlinidade de obras de ferro, que seria enbdoOtl
    enumerar. No mesmo deposito existe una \ttsma
    i ii tel I i e n le e habilitada para rece ber lodasasen-
    co......andas, etc., etc., que os annuurianles roldan-
    do com a eapacidade de SOM oflirinas e inachiiusino,
    o lericia de WUSOlBciaaa, se compromeltem a Ruar
    e\ecular, com a maior presteza, perfeico, eevatia
    conformiiladecom iHmodebsou desenlio^, ciiistrur-
    ces que Iho forem fornecidas"
    UOENDAS SUPERIORES.
    Na liiiidicao de C. Starr & Companliia
    em Santo Amaro, aclia-se liara vender
    moendas de caimas todas de ferro, deum
    modello econstrucfjao muito siqieriores.
    Vendem-se, |Mir preen commodo, chapeos de
    pallia do chile, cm |Kireao : ditos de fellro, labora-
    dos no Kio de Janeiro, lainbcm em por^o ; ililtr-
    renles uiiiide^as, rheiadns de llaniburpu recenle-
    incule ; rosarios de missanga, lano brancos, coma
    de mais cores ; linda de roriz, e coalas domad :
    ......scriplorio de Noraea & Companhia, na rua do
    Trapicha n. :ti. primeiro andar.
    Vende-se sal do Assii muilo crosso o pallia de
    carnauba, a burdo do bri^ue Paquete de Pernim-
    buco : a tratar a bordo, tundeado ua volla do l'mle
    .lo .Mallos, ou no cscriplorio de Manoel (onraNe
    da silva,
    ATTENCAO'.
    Cunda ,\ Aiunrim, nn rua da Cadeia do Kecife n.
    SO, lem para vender palba de carnauba nova, coo-
    ros de cabra lions. peonas de cma, c velas de car-
    i naba, a isSOOocenio.
    Isa parrilha couheclda pelo no- Vende-se agua das Cablas da Hainha. o me-
    diar riinf.irlo que lia para torlibVar o eslamoao, e
    para o rlicumalismo, e oulras mais molestia- : H
    indica de Iqnaclo Jos do Coulo, na Boa Visla.
    Vendem-se os seBiiinle* livros : o Kecopilailoi,
    linda colleec/lo de inlcressanles romanees dos luc-
    idores autores, Anuir e Melancola, seauida da miile
    doraslell.i edosciiiincs do Bardo, muilo boa enca-
    deruacilo o linissimas estampas, por Caslillio, Iblus
    Dianas, c ocavaltriru da casi vermelba, a rainlii
    Marool, Indo|r Humas: o niuiuie de Cisler, por
    llercnlano : a Torre Velha, por Eunenio Sur. cea
    lina- e-lampas ; ludo em bnm estado e por prero
    commodo : na rua da l'raia n. _'.; A.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    i'
    lelba. milbeiru ....:.... Ml^m
    li|iillos de alveuaria balida, inilbeiro IHWXXI
    Ililns de ladrillio, dilo.......-lkSKKI
    Hilos de lapan.....lo lamo, dito .... I.'iSOIKI
    Ililns de lapjimenlo eslreito, dilo. Iii-imsi
    Hilos.le alienara ros, dilo.....SOJOOO
    Cal branca, alqueire........IJ-IKKI
    Hila prela conforme o pKi;o que esliver na sema-
    na, aim romo por baratos procos, remonto, barro,
    ara amaralla, rouso Ierra, rea fina, dita graesa, ti-' qem recoin|iriisadn
    julios para fogilo. ditos para torno. Iclbas de pona, -
    Anda conmina a estar fueulo o prelo que eni
    11 de selemliro prximo pasando, fui do Monlcire.
    a nm mandado uo envendo N'erlenle.aeompanliaiidii
    ninas vareas, de mando do Sr. Jos Bernardina
    l'ereira de Hrilo. que oaliiauu parao inesino liin. 0
    escravo de de nome Manuel, crioulo, baixo, grunA
    e meiocnrciiiida, com a barrisa urande, lem mu si
    iual Brande de terida na perna direla, edr prell
    .....legar empinada! para fura,pouca barba,lem o le
    cairo dedo da mo direla enenlliido, e falla-llie i"
    quatlo, levou vestido cali;a asul de /.uarle, camisa
    de algodAo liso americano branco, porcm levou ou
    tras ronpns mais linas, hem como, um chapeo prelo
    lie -eil.i novo, a usa sempre de correia Ka cuita :
    quem o pesar leve-o na Gapuoga, silio de Romo
    Anlonio da S'lva Alcntara, ou nesla praca, i
    lamo do l'eloiiriiilio.ariuaenide assucar ns. 'i e
    de K.....ilo i\ Companhia. que ser recoinpensailo.
    o da 1 do eorrenle desappareceu uio prelo nome Antonio que Toi oulr'ora escravo do Dnail
    Haciel, depositario garal, o qual lem os aigaaeSN
    UllillleS : ba\U. rlirin .l.i COI |ri. i.ltit- .1V ,-l lll.'l ha.fi.-
    Ulla balsa e descamada, pisa mal por tefcrato
    nos |is, eom urna coroa na Cabera, provenienl
    ler andado a vender pao, quom o pagar lefia
    das (a ii/.--. n. 18, primeiro andar, ou ua laja do
    mesmo que ser reconi|iensado.
    Atlencao'.
    Ainda contina andar futida desde o da 12 de
    novembro, a mulata de nume Bernardina, qua re-
    prsenla ler de 'X> a 10 anuos de idade, eom ossi-
    naes segundes: edr alva averinelhada, rosto roai-
    prido, naris Brande, olhos um tanto pcqiicno*, ra-
    hellos crespos, lem baslanles manchas de panno pe-
    lo corpo, brayos c cosas, nllura regular, um lanl"
    ebea do corpo,c lem asmaos lremulasquaiido|ii
    qm qualquer rousa ; levou vestido branco, cliales
    de quadros encarnados erdxos, sapa los de couro, um
    I......i'. de laa encarnado e branco, e mais .'l-'i: '
    roupa ; a dila eserava helillia de Coianna, el* leni
    alguna prenles, e j por Iveses so lem visto aodtf
    por di, e em Cruangy anude lambem lem parales.
    iwrlaiito, rdga-aa as autoridades puliciaes, rapiU"
    da campo, ou qualquer pessoa do puvo, de arfrf-
    liende-la e leva-la Camdoa do tirino n. 38, P"'
    meiro andar, ou rui da Cadeia de Sanio Anin1
    ii. 23, primeiro andar, que se dar muilo boa gw
    liracfio. -
    Ocsapparccoram nafiindiraod'Aurora,nanoi ;
    de 19 de agosto, os prclos Miguel, Angola, ula.li' >'
    anuos pnuco mais ou menos, estatura regular, ser-
    r do corpo, rosto marcado de devisas; Manoel, Con-
    go, idade 30 anuos, liaxo, um tanto cheio do carpo,
    levou caifa de riscado d'algudao, camisa de niid'l"''
    lio. bonete, chapeo de sol, ambos fallain desean.;'-
    do, a nao leen) barba. Sup|e.' Inrin sido se I"' ,'
    /ido- : n.i/a-se a quem os appreliender ou dellesi-
    ver noticia de dirigir-se a niesma fundirlo qoc
    i ai it-ii a r\r\
    fjern rect)iii|itii-iuti. "
    .....i...... i iniinijni


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