Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02261


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Full Text
yunoiA
iLim i
i m wffiu ni
W. MV.
DIARIO DE PERMMBK.O.
rniqo da iubsckip^ao'.
Subreve- a 159000 poranno, e 49000 por
quarlel pago adianlado, e 49500 por quarlel' pago
vencido, na casa do eu proprielario, U. Figueira
de t'aria, na pra^a da independencia, ns. 6 e 8, e no
Rio deJ.casa doSr.JoaoPereira Mrtius.
Baha F. Diipr.nl.
.M.i. < a Joaquim Bernardo Mondonga.
Parahiba a lose Rodrigues da Costa.
.Natal a Joaquim Ignacio I'ereira.
Ai.ir.ily a i Amonio de l.emosBraga.
Ceara' ata Guilhermc Augusto de Miranda
Haranliao oa Joaquim Marques Rodrigues.
Para' a a a JusliooJoiM Hamos.
CAMBIOS BS 31 D* OUTBBBO.
Sobre Londres 27 /' 60 d.
a Paria, :il.">
Lisboa, 93 por cento.
OaroOnras hespnnholas. .
Monl.i-.dehSi00velli.is
. de 69100 novas
a de 49000 .
Prata. Palares brasileiros. .
Pesos columnarios .
c mexicanos .
Accfles do Banco. .
Descont de Letlras .
289500 a 298000
......169000
......169000
,.....99000
...... 19930
...... 19930
...... 19800
...... 104'
......9a I|
NOTICIA EITUANOKIIIAI.
Portugal .
espauha
Franca. .
Blgica .
Il.ili.i. .
Alemanlia
Prussia. .
Turqua .
Kussa. .
Dinamarca
.10 de Setb.
, 19 de
, 23 de
, 21 de
19 de o
20 de
20 de
12 de
. 16 de j.
16 de
Austria .
Inglaterra
Suissa .
Suecia. .
E. Unidos.
Mxico. .
California.
Chili
Buenos-A
Moutevidc
21 de Setb
24 de
SI da
15 de
7 do
1 de I
18 de Agos
27 de
27 de Setb
i I de Out.
NOTICIA DO IMVXBIO.
Para" 15 de Onlb
Maranhao 19 de
Ceara'.. 14 de
Parahiba. 22 de
Alagas 1 de
S. P. do Sul 1 de Setb
S. Paulo 4 de Uul.
Minas.... 20 de Setb
K de Janeiro 15 de Out.
Baha .... 20 de i>
FAHTIDASDOS COBJsJCIOS.
Olinda, lodososdias.
Victoria, lias quintas feiras.
Caruar, Bonito c tiaraiihiius, nos diasl e15.
Villa Bella, Boa-Vista,Eni cOricury,a 13e28.
Goiauna e Parahiba, segundas e sextas.
Natal, quintas feiras.
DAS BA aXKABA.
31 Scguuda. S. iiinti-
no.
1 Tercia. 8VB Fesla de
todos os Santos.
2 Quarta. Commemo-
riicJtodclodososdc f.
3 Quinta.S.Malaquias
b.
i Sexla. S. Carlos Bo-
ronieo arc.rard.
5 Sabbado. Ss. Zaca-
ras e Isabel.
t Domingo. S. Severo.
AUDIXHCIAS.
Tribunal do commercio.
seguudasc quintas.
Relacao'
Ierras esahbadac.
Fazenda
Ierras oscilase lOhoras.
Juizo de Orphaos
segundase 5. as 10 horas.
Frimeira cara do cicel
lerdas e 6. ao meio-da.
Segunda cara do cicel.
quartas e sab. ao meio-d.
Novcmbro I La nova as 6 horas, 18 minutos e
31 segundos da man ha.
a 7 Quarlo creacente as 9 horas, 41 mi-
nulote 35 segundos da Urde,
a 15 Lodsela as 4 horas e 20roinulose
39segiindos da larde.
a 23 Oii,Mo mingoante as 8 horas, 15
minutos e 39 segundos da tarde.
rBIIMIB BX HOJI'
l'i i ini i ,i ,is 5 horas e 18 minutos da manhia.
Seguuda s 5 horas e 42 raiaulos da tarde.
M
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
E%pedlent do da 29 de oninbro de 1853.
Oll.riuAocommandantc ila ;nni;i-, communi-
raiido, queoaltere* lio 5. balalhao de iifantaria
Kelii Jiwtiniano de Albuquerque, toada i.e*rm-
barcada m-la provinci.1, nabara, ique viera do Vari com dettllto cdfte,
aduecen deum pe, e se acha ImpotttibililiiiJodo pro-
setuir em sua via^ern, conforme provou rom alica-
tado do facultativo que o e&aminnu. c rerummen-
dando que faca embarcar a esse oflicial loco que el-
le teja re-Uabelecido, cerlo de que vai levar ao
roiihecimeiilo do governo imperial semclli.ii.lc oc-
currewia.
Hilo Ao inspector da lliesouraria de fa/enda,
(rairunillindo tren avisos de lelras aob ns. IH, l!l o
!1, u.....porlaiicia ilc :t:niO-^H) i-., arada* pe
Iheuurarfa de fazenda da protinria du Kio Gran-
de do .Nerlc sobre a desta, o a favor de Joao Oiri-
suslnmo de OHveira, Tbeolonio CmMIi.i Orqucira
c iBcheo Jof GmelaParcipou-ao ao Bim
preftidenlc daquella provincia.
Dilo Ao mesmu, reiterando h ordeus que ilcu
em ollirio de _' t de julbo ultimo, visto ter a cma-
ra municipal dpsta cidade roprOaontado que anda
n.lo e acham aterrados os olagadoi da i ua la Con-
eordla. "
IHlo Aojuii;relator da junta do juslira, envi-
ando p.if.i ser relatado eni sessAu da mesuia junta, o
urueown verbal do toldado do -2. bauIhBu do Inan-
laria. Marroliuo Das Fiarlo. l'articipou-se ao
iii Milu Ao inspector da* Ibcsuiiraria da fazenda
trido outraAlexandrina; por ollcio de tdocor
rente pirticipou-me que nflo lia oulra Alexandrina
c que as nolirias se referem a Alexandrina (Iba de
Francisco Mureira, equoesta be a ute^ma Alexan-
drina interronada, a lillia de Moreira : este lava-
res, perlencente opposicao desle termo, be um lan-
o turbulento, cu cunlinuo as diligencias se des-
une usa*
orque re
em dnvi
.iiilm l.l.i-
cubro uulra Alexandrina, que soTre
falladas, mo parerendo inulto exactas, 11
cebeudo qualqucr inulber laesolTensis. t
da se aprcsenlaria quei\ando-se dolas s
dev, o que iiilo so tcm dado.
Dos (uarde a V. S. por mu lo* anuos,
ca da pulicia do termo da cidade de Nazarelb '22
de outubro de 1853. Illm. Sr. desembarcadoi
Cielano Jowi da Silva Sanliauo, ebefe de policii
Interino da provincia. O delegado de polleia di
termo do .Nazarelli, Jo* FnuicitCO Lope* Lima
EXTERIOR.
O CONDE DE CLARENDON A S1R G.
H. SEYMOUR.
Sei-retaria dos wgota* r*lrani/eirus l(i drjulho
de 1853.
Sciihor ; o iHiriio Brunnow me cnmnuiiiicnu o
itaparho eIreular, datado da ~2 de julbo. (|uc oron-
da NoMCtroda dirigi a toila
imir-sc
de S. M
i princlf
lecac
a adniiraeflo
da it
leu nes*
don i .ni.
vincial, commiinicando havrr autorsado ao di-
rector daf obras publicas a lavrar o termo de rere-
bimonlo dafllliUvo da qnatro gradea de Trro qoc
Antonio l'erreira de Sou/a conlrolou i /> i para as
lanellai da sala central da easa de detondni, is
quaei posariRi i,111 libras que na raifto do 139 por
libra, imporlam em 590)653, e reeommendaiido
que mande pagar essaquautia. Nestesenlido of-
beioii-e ao meucionadi> director.
IHloAomarmo, para mandar pagar aoarre-
lunliuilp da obra do empedramcnlo do l.laneo da
Mirada da Vicloria, Alexandre Norbcrto ilos Salloa,
a imporljiria da ullima prelac:lo a que leni ilirei-
lo. visio ler antorbado (o director das obras publl-
r.i- i lavrar o lano de reeeblmeolo dellnillvo da-
quella obra, por se ter lindado onraio de responM-
bilidade e Klur-se ella em bom estado de conacr-
v;ir.lo, secundo intorBIM o meueion.ido direclur.
A este oAiefou-aa a rcspcilo.
Milu Ao clrorglAo-rnor inspector dos hoepitaea
miiii.ircs, di/emlo. que Ja em ^ii do crrenle orde-
nen ihasoorarla da fa/enda que mandasae apiD
petar,
lapacho t
sido iuva<
nsequencia de ler a Frau-
pre/ado as lei-oinmendaetHHt rifl
lado oaseaquadras para as a-
lledillcil deet|
com que o govet
declaraeAo ilequ
dfdoaeoreupadc
cu, e a Inglaterra de
governo russo, e eni
guas da Turqua.
Os tupie.....locle-|
Iraordinaria deelara
a Apreseidand'
inos Informado m.
leneoes .ios grandes' gabinetes ; lilil
que a Franca e a Inglaterra suUreltulo, nSn
rajaem com a sua alliluda aadlltlcaldadea da
aclm. os qnaes c
;,io. silo us segiii
?slc illlimatum
i parUrularmanle
.nlcni esl
des:
Purl
de i
sentar a Sin
(IHiciou-so .
respeito.
OlioAc
do-o nao so
cxcruefio di
mas lambein
f.l* que se ai
i.i raparl{ao
luios iirta cu
, ..- ilolis
liic-ma l
inpreuailos que requisilou.
jsouraria, para luiormar a
lircetor das obras pnlilica, autoriuin-
obra da ponte provisoria do liedle,
i empregar na mema obra as rnadel-
lain em deposito nos arma/ens daquel-
lando ella inilemnisada de seus \a-
iunar.iu da referida ponle.Iulcirou-
K a tliesuuraria provincial.
IliluAo inesino, dhendo, que deve Smc. en-
leiider-ae com n pruprielariu do Icrreno em ciue
leni iie aaredificada a casa da barreIN da ponte do
rio Fu, ilini de contratar cun elle a indeiuiiisa-
ili. do ililu terreno pela quanli.i de KKI r-., em
que lu avaliado, damlo parte ilo resudado, parase
mandar pagar ao dilo proprielario a mencionada
i|imiii.i. c 11.I0 mais.
Illm. Sr. Parlielpo .i V. S. que, por nulicias
vacas, cliecou a meu cuntiecimeulo que Antoijio
lavares de Andrade, morador no quarlo ilislrirlo
da rregoetii de Nuareth dente lenno, hatia amar-
rado i Alexandrina Mirla de Araujo, e depofl de
l,iiiear-llierl\-tel de pimcnlas na vagina, dando-lhe
militas |ialm'aloadas as nios que as inrlira ; or-
ilenei loco ao respeclivo lobdelegado que, proee-
dendo aj averlgoacMa a respeito, e aeliando ser
cerlo, preiulesse a lavares, o nroeedeaae na forma
da lei |Hir lemelnanlM oflemna ; mas Tavarea que
leve as mesmas milicias, requeren ao subdelegado
que por sen despacho mandasse notificar Alexan-
drlna, para ser Interrogada acerca desles boatos,
fui logo Com elleiln notillcada Alexandrina, a pro-
redendo o interrogatorio, a qual inleiramente de-
clara seren Talsas as utiras, qno naila sull'iera de
lavares; prnredeu iiiualmenle o subdelegado exa-
meun vesloria as mos de Alexandrina, e au en-
runlr.ui vetllglo das |ialmatoadas, ludo me parliri-
pou o subdelegado por oflirio de de selembiu
iillimo, com remessa do exame e iulerrosatorio.
Nao me arhando anda salisfcilo, nrdenei ao sub-
delegado qiie (/.esse vir a minba presenca neala
cidade a Alexandrina, a qual cuinparerendo, decla-
rara perante mime militas pessoas seren f.il-a- laes
iiuliri.is. e mesmo apparercm suas mossein \esti-
siusde biverein solTridopalnialoidas. Bepnh dee-
lasairrinuaciles, nulicias se espalliaram que nao era
esl.i Mexandrina que soflrra as ofl'ensas, nrdenei
ao subilelegado que indaasse se exista em seu ds-
ono, que nao loinassem lao cedo medidla qu
um lado, leriaui em resultado animar a opposigaO
da Porta; de oulro l.nlo. emponliariam na quesillo
mais, do que eslavam anda, a honra e a dignidade
ilo imperador.
as ilna< poleneias inarilinias en-
ileviam estar pe
inmendado a sua
Di- oulra part
Icnderam que mi
que lindamos re
Tomando priroeiro que
iiulispensavel anlOCIpar
medida effeetiva,afljuelli
oiado cuino puramente i
mediamos a sua exceuo.
Porta, e queno momenli
arara
ii ma
-ni.
leve rom
nlra-p.
dos Bardan
las polen.
de
rnse nov:
A'vlsla
suas e-qu
oceupam .
mano }iert
vaneada, i
como Ibes liuliali
i compl
la roen
fe-I.ic.ln da Flanea a
possivel mais que nu
.i Imperador linhi Te
Cenaeguintemenlfl,
yiar ao eorpo de no
memento na Besaral
leira para ocenpar os
Quauluao primein
nos a illioialiva, Jllh
immedialamenla por
s que Ibes linhnmos ai
venliiaes. porquaulu
ni s ultimas derisftes da
lemqiie c-rrpvo. anda mo
mandaram imnwdialamenta
paraseua de ConManlinopla;
o pmios do dominio uit.i-
ellos. o com osla attitude a-
lai no- eollocaram debaixo
nstraro comminaloria, a qual
feiio prever, devla ajuoliri
i il
Ha, apoiad.l pela mani-
lla Inglaterra, w us lema im-
ica modificar as deeiaoea que
ilo depender della. ,
S. M. Imperial araba de en-
-a tropa-, estacionado nesle
ia, a ordem de paswr a frnu-
priucipados. o
i lopiou, trullo de ob-ervar que
Em sua ola de II de mao, da qual se recebeu
copia em Londres a 30 do mesmo met, o principo de
llenschiknir dil oulra vet, que, no caso de urna '-
cilio nao satisfactoria da parte da Porla i
principios que forinam a sua base (dos arlgos que
elle negociava' forem rejeilados.se por urna oppo-
sioiosvslemalca a Sublime Porta persistir em llio
fechar al as vas de una correspondencia intima c
directa, dever considerar sua alale romo acabada,
inlerrninpcr as relaroes com o gabinele de S. M.o
Sullflo, e lancar sobro seus niinislros a responsaluli-
dado de todas as conscqueiicias, que poderiain ro-
DelemLaullar d'ahi. ,
Por lim. em sua ola de l de mao, receida em
Londres no I." dejunho, o principe Menschikoll
.un lue : ii Perlenrc i porspicacla de Vossa.Alleta
petar as consequencias inralculaveis e as grandes
calamidades, que puderiaiu resultar d'ahi, e quere-
cahriain com lodo sen peso sobre a reaponsabilida-
de dos ministros de S. M.oSullilo.
Beb suecessiio dcameaeas loilas a una |M>lencia,
cuja Independencia a Raaia linhl declarado que es-
lava determinada a inanter, c isso em suslentai;o
de pretentoea bio pouco conforme* com as teguran-
ras dadas aoBoverno de S. M., juilameule com os
vastos armamentos militar e naval, que lia metes lein
sido filloa um prnprios confina di Turqua, nao dei-
xou duvidll no espirito do nvenlo de S. M. do e-
miuenlc perigo em que o Sullao ia correr. Elle la-
inenlou prolundamenle que ene perigo fosse prove-
niente lie acto- do governo russo, o qual fot parle do
Iraladode isll ; poreni como o governo de S. M.
adliere agora, liio liriueinonle como em 1811, aos
principios daqueUe tratado, a er que a conservar,*
da paz europea eslu envolvida na conservaoao ilo
Imperio olloroano, senlioqne chegaaMo lempo, no
qual pelo intercale da pat se devosso preparar para
protegero Sullflo ; c ao saliera precipitada retirada
ilo principe Mensoliikull, dclerminou que a esqua-
dra ingle/H.u qual al aquello lempo nao linlia dei-
xadu Malla, fn.se posta a ilispusie.lo do emhaixador
le S. M, em Conatanlinopli.
Mo I.- de jiiuho um despacho fui enviado a lord
Slralfurd de Bedrhiir, aulm isaudn-o em certas e es-
pecificadas contingencias para chamar a ^esquadra,
a qual ancorarla no* lugares que ello designasse.
A 2 de jnnlio, euviaram-sc inslrucces ao almi-
rante I liiudas, para que se aproximasse ao mesmo
lempo dos Dardanellos, e se po/.esse em rummuiii-
cacn com o eiubaixador de S. II.
.No ilia auleoeilenle. rerebemos nina capia da no-
ta do principe de Hemchikoff de is de miio, in-
noneiamloo flm do sua minio, eque a reneic.So da
garanta exigida .1 deveria de hojeem dianlc impor
ao guenlo imperial a neoes-idaile de a procurar em
son propiio poder.
A 2de jniiliii oommuiiiquei ao harn llriinuo a
medida lomada pelo governo de S. M., a qual nao
pudia lersidoonnheoida por elleem Sao Peler*bur-
go anles de 7 011 S. e conseguinlemenle ella nao po-
da de ueiilium modo inlluir na deciso lomada po-
lo governo rusao, porquantu a nula do conde Nealel-
rodo a Bedsrhiil Pacha, a qual anuncian queo em
poma- -emanas suas tropas roceboriam a ordem de
pastar as fronleirai do imperio, era datada de 31 de
inain -, e o sen despacho ao bario Branno*. nn qual
elle (til que, se a Porla nao atalgnasae a nula do
principe Meiisrliikoll dentro de una aemnna, depoi
da rlieaada da noto a Redirhld Pach, o impera
dor ordenara s sua- iropa* que oecupaMem o
principado-, he datada do 1.- de junho.
linhi
; liedid
'nnqdi-
sil
le
isiiliTlieoo
1 nilencfl
declaradlo de guerra e com urna requisio.o das es-
quadras alliadas para que em sua defeta surgissem
em Conslanliuopla; e finalmente be um aolo lao pc-
rgoso, como precedente, e Ido violento, da parte
de um estado poderoso contra oulro estado, cuja
fraqueza devia ser a sua protecgfto, que desperlou
sentimenlos de alalina ede reprovaeilo emlodaa
Europa. He inaiiifeslamenle impnssivcl addmillii
que existe una semelbam;a, ou qoe se pode since-
ramente eslabelcer alguina cnmparaclo entre a po-
siejo dasesquadras france/a o ingina fura dos Dar-
danellos, e a dos excrcilos russos dentro dos princi-
pados.
He com o mais profundo petar que o governo de
S. M. se acha levado desle modo a recordar os seus
sentimenlos cerra da recente invasan do territorio
hirco; porm elle considera que a renuncia desles
-mi iini'iii..s seria da sua parle um abandono do de-
ver, c lomara difllcit para elle ulerv ir d'alli em
liante em defe/a c sustentadlo de tratados que oons-
1 iiuriii o direilo das genles da Europa, e sao as uni-
rs garantas cfllrates da paz gcral o do direilo das | > Manuel Jnaquim Mauricio XVa
nacoes. -' Aiiloniu Lopes tiuimaraes
O Mdrlmentoi que a orrupaoo dos principado)
habitantes serao, aem llovida
i Manocl Joaquim Pereira.
3 Antonio da Bocha Waiiderlev.
I Joaquim Jos Vianna.
."> Juan 1.111/ de Ahreu Pcixoto.
li Ani ...... lii.iu 11.. Malheiros.
7 Florencio Jos Carneiro Monteiro.
s Ignacio Fonstca da Silva.
!l Tcnenle-coronel Antonio Pedro do Sa Brrelo
10 Augusto de S.i Albuquerque.
11 Lu/. Manocl Rodrigues Valenoa.
I Antonio de Sonta Le.lo.
13 l>e. Filippc Carneiro do Olinda Lampello.
II llr. (Apriano Fenoluu liuedes Alcoforado.
I'i Joaquim Vieiris.
Hi Joaquim Jiisde Ainorim.
17 Manocl Conealvcs da Silva Marros.
1K JolO Jos de (iouva.
ll Joaquim Correa de Araujo.
JO Dr. Jo-e.lo- Santo, Nuiles de (Uncir.
I 1/iduro Jos Pereira.
1 Jos Mondes t'.ameiro da Canil.
derlev.
deve nter eos seus habitantes ser.
bstanlo minorados pelo governo russo. tomaml
sobre si o pleno encargo dessa urrupacilo.
Tendo cu lautas ve/es to longamente discutido
as exigencias da Kuasia sobre a Porla n.lo me lio ne-
cessario fa/or mais observacocs sobro as outras parles
da circular do conde Nenelrode, a qual, por corlo
nao acreseenla novos fados ou argumentos em sus-
tentado densas exigencias. Dcvocomlodu exprimir
a conviecao do governo de S. M-, deque o gabine-
te de San Pelorsliurgn est complelamenle ei
do, quando allirina que a Porla mo cat disposla a
atisrazer as justas prelencoea da Kussa, ou deseja
iiparlar-se dos scu- ompenhos exslenles rom a Rus-
ta. Se islo fosse cxaclo, lala a influencia do gi
110 de S. M. seria exercido em nter a Porta ao
lmenlo natural do seus deveres : porm ello lem
tanta milicia dessa quebra de f da parle da Porla
quinta lem dosses numerosos arlos arbitrarios di
governo ollnmaiio, os quaes ili/.em ioMoginm ulli
mmenle os direilos da igreja groga, c ameacaram
niqulllar completamente a ordem de coosai -.....
maila pelos lempos e 1.1o chara .1 r orlhodoxa.
A llussia reclama para os seus co-reH(jioutiriO'
Oriente o estrelo tiutu '/o. o a eouaervarfl.0 dos
privilegios, que ellos lem gozado deliaixo ila proteo
;lo de sen soberano: mas o conde Neaaelrodeomit-
i iiiloirainonle moslrarde que modo eMeafat* '/"ti
lem nido perlurbailo. e-ses privilegios lem sido di
lliinildiis, que queixas se lem foilo. que pozares
oxislem aera remedio. O governo de S. M. sabe
iinii menle de nina oflenil oonunellida pelo gover-
110 turco contra a llussia, qual. com a a.lmissao
ilo principe Menschikoll'. foi ali-lactoriamenlc re-
parada; niquanlo que. de oulro lado, o recente
firman do sullilu, confirmando os privilegios e im-
idades da igreja grega, foi -.ilsfarloriamentc re-
la pelo palliiirrha de Conslanlnupl.i.
Ondeeallo, |ii-. as ratoeacom que o conde Nes-
-elroilo. appell.iiuli. pin aEuiopa iniparrial. |irc-
(endo iislilioara po-ic.lo que a Russia I0111011 agora'.
US; que a llussia
gota virtoalmcn-
;roga noUrenle.
(Ico
FOLHET1M.
FER^AiND !l FLESSIS
ii
MEMORIAS DE M MARIDO, 'i
D' ay^ai-rjs; oj4
TEKCEIKA PA^TE.
III
paclio do I-, to junfio 10 bario Brnnnow nSu foi cuiRmunieado ao cverno
de sna inai:o*lade ot S de jiinlio, por consumir,
a ordem mandada urna emana antea ao almirante
Diindan de aproilmar-ae doa Dardanellos, nao fui
dada em desprezo, como nllirina a circular do conde
Neiwelrode, d'HconvIderacOea levadas ao ronheci-
mentoiln Boveroo brJIanieo. Porm* stippoinlu-sc
o contraro( e qoe nenhama ordem tlveaae sido da-
d;i, era mpo*si\cl (pie > governo de S. M. suppo-
/esse, (pie a anteara de ucrupar o* principado- lira-
ra donenliom ellVito, se a Porla aceila-ic ik termos,
que puucos dinSanles tintn pioniptamcnlc rejeila-
do t e concilio qoe o sjablnele do SAo IVicr-lmnio
naoeotAoRora preparado para admHllr*ojae a ola
do ronde .Ne^elrodea KeiNcliitl Pacllii-oiilinlia urna
v.la ampara, coja execucao minea foi icriioneiile
contcmplatla. Torcn a nota de 3de mal
le, (
do
Nes^cln
Ruuia, terl
o Bovernod<
a Turqoia.
Aorji p
mide
nmmunlcando nt inteneoes hoatfa da
-ido por >i >nlVicieule para jnslilie;ir
S. .M. de tomar medidas para prolcfer
arei a mostrar ei
motivos a escuadra liiilauica
goal turcas.
O principe de ItenaclilltoLT
1 (pie lemp
foi manda
iiteatavel, d
jn'.fi no
se rccelii
mes, (p
propost
iiformfdade ron
li'cl ii.m na sua nota de
1 urna copia em Londn
qualquer demora mai
lallVM a iureja
brand
iiii a ordem
le 5 de malo,
a IS do
ni res [i
1, seria
onsiderada por elle
para
urna talla de
ueporqoe
la para ns
mo lie in-
.1- sen
ila qual
ineamo
under iw
rnente
iitteneao
ion
lern
quelite impnria as mais pi
Eaperav ver C.laudina no diasenoinle ou no im
medalo ;mascoin arando admirac.lu ininlia inuilo-
daaie pa^iiran sem ella appajreeer.
A principio no perauntei pur ella teniendo pa-
recer aos ullios de meus criados irnr Importancia
chegada lessa moca ; mas einliin una noile ao tlei-
liir-mc, dlftM Maur\ em tom Imn iudillercnle ;
Enhoa cosluteia RO \enimais ?
Ah senlior. cuiladinlia !
Aconteceu-Ihe aUuma deagraca ?
Nenien ltimos lempo* em que lem raliidu lan-
la ueve, ella loi Irabalhar em Cbaville, o vollou de
uoile; j dboeao senlior como Claudiua lie medro- y lim posto que um lauto
oli-Luile isso, efcforcH-se quauto pode para
Kinliui nina -e^untla-leira pela" on/e liora*, vol-
tandO de um passet de manliaa vi Cl.nnlin.i tr.'li.i-
Ihando aasenlada junio da janella da "ala de j.inlar.
Passei depreasa para nio parecer dar-lhe nenhuma
atlencan, polo que com um olhar rpido e urlivo
a liveaee perTeitameatc envarado ; mu* ella levan*
lou-te com a eoatura na m.lo, a (pial trema de (mi-
de/, o loriiou a aawnlar-ae corando milito aem ou-
arereaer os olnoa para mim.
Bom da, mlnna Qllia. dtaae-lhe en dirlgludo-
me para a porta de minlia livraria.
Claudlnc aem ser formo-a, e apo/.ar de e-tar leve-
mente mareada das bestaae,tinna nina ph>iionomla
doce e candida, e pareca ler apena" de/eseis anuos ;
as cunsequencias de sua mule-lia recente llie lia-
viam empalidecido as fcicoes. allongando-lbe um
pouco o rosto; um bonsinho i camponeu de nina
extremaalvari deiiava \ei oacachoa de seus cahel-
los ea-lanlio-elaros ; sua le/ era pnra'e transparen-
te, e snas solirancellias bem arqueadas ; nao olislan-
le o riuor do invern, ecomquanto estivesse apenis
convalesceudo de um delluxo do pello, a pobre mo-
ca tinlia um vestido de chita j,i deshol.ida pela de-
linee ; um lenco de Rojo de despulios amarellos e
verdes cruzava-se subre seu collu na altura do a\en-
(al, o qual era preto* Quando ella se levautoii, nn-
lei de p.issaaem seu tallie esbelto, e bem feito ; ciii-
erinellias, suas mos, as
Aim< pois. esl.i claramente provado, que a es-
quatlra Ingleu nio foi mandada para as ai'itas da
Tnrqula adeapeito das corwideracOen snbmettlda ao
sovernodeSi .M. pelo gabinete oe S. IViersiiuruo ;
eque na vespera do dia, em que forain enviada* de
Londres as in-lruccoes a lord SlralTord de UedrlilTe,
o governo ruaso havla lomado a reaoluc^o de ocen-
par os prineipatlos ; c digo que liuli.i lomadi e"sa
resolueao. ponpie u governo russo nao pedera ja-
mis, por ornan momento, eaperar seriamente a aub-
mlaao da Porta as condices -i -un modlAeacoeaa
que h -ua propna dignidad o semiranca a Unna le-
vado poneos das anles a rejeilar. (/untiido o con-
.le Neswlrode, no -cu deapaclio circular de de ju-
lliu, .illiun.i. que a prc-enca diU Otquidrai iusle/a
e rrance/a na liahia de le-ika, tinha prineipalmeii-
(e provocado a oceupacio dos prlnclpailos, a qual
plenamente ju-lilica ; insiste que ellaseslao n visla
da capital, da qual eslo quasi di-lanles du/.enlas
millias. eque a-na oceupaco mariliiua das aguase
parios da Turqua nodiaser eonlrabalancada sonien-
le por urna posi(ao mililar da parle da RuaMa.
Poromo governo doS. H.lieobrlgailoa protesiar
da manobra amis eoergtca conlra essa assercao ; c
neua que nenhuma analoga existe entre a posicAo
t\f- eaquadras comoinadaa na hulua de Itesika e a
do- exereJlOI russos nos principados. A" esipiadras
leemo mesmo direilo de ancorar na baha de llei-
ka como em qualquer porto do Mediterrneo ; sua
pro*cuca 1II1 nao \ Iota lralailo",nem territorios, uHa
infringe nenlium direilo internacional; nao lie nina
arueac.i a iudepeudi'iieia lurca, e uo deve ser cer-
lamenle motivo de olensa para a Kussa ; ao pa"so
ipie oceupaiido os principados, a Kussia viola o ler-
rllorlo doSullo e o tratado especial que reuula a-
qnclla parle do seu dominio, lie urna infrace.Vi do
direilo internacional, c um ocio directo de hostl-
lldade contra o Sullao, que elle JuatiOcari com uma
ipio-ejaa 11
he a Un"-
ilc Nesselrode linaluienl
por sua po-icAo e por seus ii.ii.nl
te do direilo de proleser a itireja ure
S< a-v-iin he, so esse direilo, quahpier
lure/a e evlen-.o. he imperturhavel
que peem du\ida a sunexislcuci. ou validado pro-
curando cnistranner a Porta n novos comproinissos.
Se exisiem os ailaos direilos, p tHo respellados pela
Turqua, a Rsala nao lem motivo de qaelxa contra
esla polencia ; porm se ella procura estender es-
ses direilos, enlao a Turqua est justlllcada de exa-
minar minuciosamente a nahireaa deesas novas exi-
gencias, recusando aquellas (pie ulleuderem a sua
i miope n delicia e dlsnidailei
O covernode S. Si. recebe com sincera Ballsfacfto
as renovadas sei^uraneas de que a poltica de S. M.
imperial e oiliteresse da Kussia eslem manler a
ordem actual ducousas no Oriente) e como o- in-
lere-es da Turqua (lio impoem a neces-idade de
observar seus tralados com a Kussia, oo\erno de
S. 1U. confia que a Kussia. procurando presente-
mente eligir aquflln que a Porla nflo deve ceder,
n.lo prolongara una cVise, que pdc Ira/er conse-
qoencias inevilaveis, que a Europa se iulercssa bas-
i.Ni'i'iiHMili' em arredar
iimrniiiiicareis esle despacho ao conde Nes-elro-
dando a S. E\e. uma copia do mesmo. Sou, ele
Clareiulmi.
( Tabiet)
PERWMBICO.
JURY DO RECIFE
Ola 29 de ontnbro de 18&3.
Presidente, a Sr. Dr. Francisco deAssis Olivelra
.Maeiel.
Promotor publico^ ll Sr. Dr. Ahilio Jos Ta\aie- da
.NilVil.
A's II horas, reunido o numero de iO Srs. jura-
dos, (o aberla a sessio, sendo multados em LV^KH)
ris por uAo apresentarem escusa legitima os se-
nhorea
I lloiufacin .Maximiauo de Mallos.
'2't Jolo Francisro hw Sanios.
Jl Pedro Borgesde Siqueira.
21 lunacio Manocl Vieci".
2H Andrd de S Albiiquerquf.
2\i Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
:il Mauoel Antonio da Silva Anlunes.
11 Jos Carneiro da Gunha.
33 Rento Bandeira de Mello.
:i:| Jo-edo. Sanios Nuncs de OliM'ira.
:t JolO Jos tapes.
35 Mauoel Antonio da Silva Santo-.
3ti Antonio tionealvcs dos Santos.
17 Jos Jeronymo Monteiro.
:tK r'raueisco Pereira Vianna.
39 Antonio Ricardo Anlunes Villaea.
40 Henln JoM lernandcs BaiTOS.
\\ l>omiusosJos(''da Cosa.
\2 Antonio Dias da Silva Cardeal.
i Antonio (^irneiro Machadu Kios.
i Domneos Caldas Pires Kerreira.
i* Joao da Silva l.oureiro.
ili Jos Pereira Teixeira.
17 Jacinlho de Ahreu Riheiro Machado.
18 Carlos Jos tiomes de Olivcira.
!l Tlipolilo de Sour,a Jardn).
."iO liiuaciu Lopes Cordeiro.
j| Jos Caelano Vieira da Silva.
52 l-'ranci"co Mmiiedn de Almeida.
-VI laOil t.omesSilverio.
''i Anlonio Manuel de Mora es Mesquila Pimenlcl
.V* Anlonio Fernandes Velloso.
Foram dispensados os senhures seijuinles:
1 Dr. I.uiz Duarle Pereira.
2 Jo" Narci/o Camello.
: Miuuel Serafim i Anlonio Pedro de Ficueiredj.
5 Dr. SihinoOlecario Ludcero Pinho.
( Dr. Pedrode Alhayle l.uho Mosco/o.
7 Jacomc lieranlo Mara l.uniarhi de Mello.
S Chrislo^aoS.Tauo de Olivcira.
Em Seguida foram apreseutados cunvenienteineu-
te preparados pelo jull munieipal OS se^uinlcs pro-
cessoa
Reos presos.
aJanoel Lnii do Naacimeolo.
Kraneiseo de Salles.
Antonio Jos Alvcs.
Ricardo da Cosa Seralim.
Uiiacio Jos da Silxa.
Francisco do Reno Barros.
Francisco Leocadio de Alhuqucique.
Mauoel Joaquim Rodrigues.
Vah'ulim Lopes da Silxa.
Germano Lopes Frazflo.
Epifanio de Tal.
Reos alliancado".
Jos Ferreir Calvan.
Jos Roberto Caleo (>ielho.
Manuel Martiniano da Cimceicao.
Domingos Beruardlno ^\ Cunlia
Antonio Dias lernamle-.
.lose I'ereira de Souza.
Pedro Anlonio de Cirvalho.
Dominos Linsde Albuquerque.
IVila a chamada dos reo- < leslemunhas. dci\a-
rain de comparecer os reos atliineados, Antonio Dia-
Fernandas, Domingos Linsde Albuquerque, pelo
que mandn o dilo jala que fliessem os autos destes
onclusoSi dislribuindo em seuuidn,secundo as dalas
las respectivas pronuncias os l.'i primeiros procos-
sos, que lem de ser jugados na prsenle sessao ju-
diciaria.
E por se achara hora adiantada fui levantada a
pssilo, llcando adiada para o dia :ll, as 10 horas da
manliaa,
Scaaao' do dia 31.
Sr. Dr. Francisco de
. Sr. Di. AbilioJose I
i tii\cira
varea di
PreeiAfU,
Maeiel.
Prutuatur jiubli
Silva.
drogado,c Si. Dr. Candido Autranda Malla Al
buquerque.
Reo, Manuel Lili/, do Na-iimenlo, accu-atlu por cri
me de estupro.
As 11 horas, reunido o numero de .17 Srs. jura
Franci-ca, mnilo
j 111)1.1 hora do di.
ibriga
la. responden ella
pois sao j oilo horas... Enlre-
lanin lahidecasa antes de amanhecer, e andei o
mais "lepressa (pie pinle.. mas u caininho he longo,
o anda nao eslou bstanle forle ; por isso quero re-
cuperar o lempo perdido.Ah senlior, esla pode
gabar-se de nao furlar seu< de/ suidos por dia eseu
slenlo!
, porque essas parliculaii-
ada ve/ mais.
e fa/ia urna fortissiuia '.on-
d fumar um charuto no
la de pintar;
e longo avn>
Deixava Callar Maurx
dados me ioieressavam >
O lempo esta^a secco.
da. Depois do almoeo
jardn), para o qual da\a a janella ila i
nao me approslmel dessa janella. mas
sa; naouhslanle isso, esorca-sc quauto |i
encer seu medo, porquanlo para anhar o pl
se ubrinada a vullar mudas ve/es de noile das ca-
sas aomle val Irahalhar -em nellas dormir... Ora
esla uoile de que fallo ao senlior, fazia muilo venlo,
caba npxe em grande abundancia, a la eslaxa cla-
ra, e a -ombra dasarvores da uresla espanlou a
pobre moca ; al licou desatinada, perdeu-se nos
hnsques, e'.so po limas da madru&ada, lo fatigarla e lao resfriada
r 11 nev de que eslava robera, que foi atacada de
nm delluxo de peilo do qual por pouco nao morreu.
Coilada !... loso vito procurar oulra costu-
rera ?
Oh nao, senlior. Gandira he lito eicellenle
niora o tio boa coslureira que Francisca a prefere
qualquer oulra. Felizmente ella est milito uie-
llior at;ora, c poder vir nesles dous ou Ires tli.i-.
Eslas parlicularidades sobra a causa da doenes de
Claudiua, o pensamenlodos terrores a que cssa po-
bre inni^i ifio mcilrosa devia eslar muilas xezesex-
f>ns|B, coniquunto se esforcasse pur cumhale-tos,
poisciwas viacens nocturnas que lano lemia eram
its vena uma das necessidades de sua posiciio ; o
triste quadro dessa moc;a perdida de susto alta uoi-
le na floresta ilo mcio da nev c do vcnlo, depois
de um dia de trabathoved/ihuido por um safa rio de
ilez odo ; e a sxmpallua que pareca inspirar a
lodos, redobraram meu leruo e vivo inlcrcssc por
'H.i ; norcm tres dias se |>assaram, a semana inlei-
'>, e Chiudin.i ii.iH apparecia.
l'J Vidc Otario n. 24t.
quaes rudes Irahallms nao linham anda tornado des
formes, eram pequeas c delicadas ; 0 lodo de su;
peana parereu-mc graeloao, tmido e decente
Mann Irouxe para o uahiueleomeu almoeo com
posto de ovse cha servidos em uma bandeja.
Emfim. senlior, disse-mc elle, ella j clfegOU
(Juein
A coslureira. O senlior nao a vio na sala do
janlar '.'
Sim, \i-a quando passcl.
Sem duvida ella ficou loda vrrgouhosa''
Verconhosa porque'.'
De ver ao senhor..
Como assim 1
Quando Francisca disse-lhc que ella Irahalha-
ria na -ala de janlar, Claudiua licou toda xermelha
e (remla, pois por um nadinha Ireme, lo limida
he ; sem contar que se er que a cenle n;lo est con-
tente com clla...iinniedialameu1e xeem-lhelaarimas
aos olhos...lie uma pobre moca muiosensivel para
o seu estado, o qual a ohnga a andar por casa de
uns e de oulrofl.
Emlim esta manhaa quando Ctaudina soulte que
11 .tlulh.ii i.i ua sala de janlar, enmo ia dizendo ao
sonbor, flcou loda vermelba o trmula pergunlan-
du-uos se o senlior passaria por I.i.Sem duvida,
Ihe respcii.lemo- uR. K ella licou anda maisver-
nielha. He urna mo^a Iflo simples !.t.assims |>or
ver ao enbor deve ter licado toda verconhosa !
Alni disio apenas ella cheaou, quiz melter mus
nohra ; mas Francisca I lie d isso : Aqueca-se pri-
.....ii<> um pouco, est fazendo lanto fri hi fura I...e
depois coma um bocado.Muilo obriga Iravea das vidracai o bello perlil de Claudi-
ua, Indinada sobre s mesma e com a cabeea abai-
xadasohrea roslura, da qual naoaparlava um mo-
mento os olhos : sua pnsie.io me deixnu entrever seu
eolio alvo como u ioarliio ; ella cosa rom extrema
a^ilidade sem ser um instante dislrahda petas idas
c viudas de .Maurx ore upado em litar o alomen.
Abrigado delrai de urnas errores verdes eonlenv*
plei muilo lempo a-siin a pequea coslureira.
Pela primein vea depois de mea retiro em Tin-
ville. minha habitarlo era alegrada por imi urano-
so semillante de moca ; o aspeclo de minha casa pa-
reca repentinamente melamorphoseado : um raio
de sol vfnharegoeijar minhasoUdfio....................
Sahi pelas duas horas, segundo eoeo cosame, e
Btravessa novamenle a salado janlar; Qandina co-
rando oulra ve/levauluu-se.'ihaixando os olhos. mi-
nha cadellinha eraueu-se sohre OS pea dianle da mo-
ca para fesleja-la, mas esta semprc em pe nao ou-
samlo levantar os olhos para mim, affaaou l.iselle
com amito, tornoua scnlar-se, O coutinumi activa-
mente o seu (rahalho.
Maurv tinha-mc dilo que (Claudiua ni ora va na
xilla de Arcueil. Diriui meu passeio pela floresta
para ese lado, e chollando perlo das prime i ras casas
dessa povoacao cncuntrei na estrada urna mulher
eondniindo um feixe de Icnha secca ; caminhei ao
ladu della, Irvei louo a ronversacan, c depois de
aluumas palavras insi^ulicanles, vein-me ao pen-
samenlu que a lia da coslureira era fabrraiilo de
renda
le Arcueil que se avista 1 em
minha cuiupanheira do Ca-
Nao he a villa
balxo ? jtergUDlel i
mlnho.
Sim, senlior.
Nessa villa i
Nm, seuhor
o ha urna fabricante de rendas?
a vellia Ambrosia.
Creio que ella tein llha que a ajuda?
Nao, seuhor, ella s lem uma sohrinha que
anda rosendo de jornal, uma boa mociuha, oh!...
sim, uma exrellenle moclnha!
Em que be ella tao excellenle?
Ah senhnr, ella he um leao para o Irabalho;
e alm disto IAo branda, Iflo asradavel, lAnueulil
por carcter, que lodo o mundo a ama; e quando na
egunda feira de inanha atravessa a povoacao em-
bajada em seu chale e com sua ccslinha no braco
perdi | para ir Irabalhar por semana, todos enlao a di/er-
IheAdeosClaiidina, adeos!nem mais uein me-
nos do que se ella fosse fllha ile lodos.
Sendo lao genlll, nao Ihe devem fallar namo-
radoj!
Ah! ella he muilo moca anda edeniais nao
pansa rm nnmoradoa!
Mas no domingo, na danta 1
No domlbgof.il Ella o passa concertando
sua roup.i c da (ia; pois Irahalha para os mi I ros
loda a semana... O spidior val comprar rendas ,i
VClba Ambrosia ?
Proxaxelmeule... onde mora ella ?
Natereeira cusa a esquenla enlrau.lo na villa.
Obrisado, minha spnhora.
A lerceira casa aesqoerda era um pardieiro co-
bertode pallias: nmajenellinha quando muilo de
um p* quadrado era xi-inha da porla, ua qual li.Hi.
Fina vclha VOSClda com pobre/a mas com aceo
veio ahrir-me ; entrei em irna vasta "ala de ledo
mu balxo,o lisiada de raibros afumados; o chao
rio barro amasando como o airado de uma granja so i-
ya dehaixo de meus passos; no fundo \i um grande
leilu decur'inido- armario cuma mesa COffl alenns utensilios de easa;
junio da janella um Ihear de allineles de robre com
uma renda comeeada; emlim em fren le do Icilo
uma grande ehamln, onde rumegavam don- tleBea
quasi apagados.
A velha Ambrosia, mulher de uns sosenla u-
os, desemblanto veneravel e benvolo enearava-me
com sorpre/n esperando que en Ihe fallas.se; pois
Contemplando osan hahlacao. eslava pensativo cui-
dando que a infancia de Claudiua devia ler so pas
iado nease triste aposento.
Senhora, porgnnlol velha Ambrosia, creio
que V. me. vende rendas?
Sim, senhor.
Faz-meo favor de moslrar-nie alsumas''
Baanllndo lalvez mais vivamente o friu nessasala
hmida que fra, aaaMleiHM en um tamborete
junto do fucao em que neirejaxam os dous ti.....-.
A velha Ambrosia foi procurar um carian emseu
armario, e Irazendo-o tiroudelle alitumas amostras
c deu-me.
Km sua idade, disse-lhe eu, V. me. deve ler
conservado uma visla eicellcole paraoceupar-seem
um Irahalbo lo delicado?
Oh I ha multo lempo, senhor, qno uso do
ocnlos...
Ksla renda me parece bonita... V. me. tein
sem duvida obreiras para ajanada '.'
Ah! senhor a venda das retlas he tan ilimi-
unla .mora que mal |>osso pastar amelado do qu
fabrico, e so nao fora minha sohrinha muilo me dis-
tara a viver.
Ah! V. me. (emuma sobriuha?
i .i .ira- ao bom Deo*, senhor !
E ella a eslima vnlaol
Claudiua? Ah! senhor! nao digo isto por ser
til ha de meu irmo; mas nao ha uma mora igual a
ella im mundo nem em u .ii.l. dede coraran, nem 0111
corflgem de irulnlliar!
Kllnl......plwa?
S..... -i'ii'iur, mlesi D a Idade de nove iiuna
i.i |i Infa.lh.r ile jornal ruin sua rinaa mais \clha
anbliindo smenle < auilentn; nm^leadn a nlade de
Irezi a nuilorte innoi romenu a Iralialliar sosi-
nlin; e alm dUloaJuda-mequanlo piule, coiladi-
nli.i! prlvindo-ndeanveatldo mi deum bonete alim
deeomprar-meroupa qnenle para o invern; feliz-
mente i-llii he IAo lialill e lao laborioai eoetoreira
que Indos i procnram. e lian Un- lira um dia perdido.
Quinto coat aati rend,senhora?
Jiislainenle ilnze fraleos, meu senhor, gaslei
quasi um me/ em faie-la.
Ei. aqui os doie franro., senhora,
Hernmmeiiilci-mc a V. me. senhor, se carecer
indi de ilguntl rousa.
Nflo me e-qiiecerei da senhora. I'ode indicar-
me a can do .Maire de-la villa?
File inora na praea ao lado da igreja em uma
easa raiada de porlas verdes cum nina crade de fer-
rn. Sii essa rasa he que lem grade de Trro.
i Ohrisailo. senhora. '
Diriai-ine easa ilo Maire, o qual me pareeeu
umronimerri.uile retirado. O interior de sua ha-
hilaeo anniineinva iini.i grande ahaslanra. Elle
eslava em um salilo romiiiodamenle moliiliado, e
sua mulher rom suas duas filhas de de/.esete a de-
zoilo anuos occupavain-s. em Iralialhar de lapc-
saria.
Senhor. disselheeii. venliopedir aluumas in-
formarfics a quaes romo Maire deste municipio, he
obrisado adar-ine.
Sobre que. senhor?
Ilesejava no inleresse de duas pessoas que ba-
bilam nesla villa lomar algumas inforinaroes sohre
ellas.
(Juaes siio essas pessoas. senhor ?
Uma mulher que fabrica rendas, e sua sobri-
uha que julgo serroslureira.
He a velha Ambrosia c sua sobrinha l'laudi-
na? Senhor, lulo ha gente mais honesta nest. mu-
nicipio, respnndeu-ine o Maire; nunca iiinguein ou-
vio fallar nial ilellas.
E devo accroarentar, senhor, di*se a mulher
do Maire, que emprego muilas vezes nqui Claudina;
nunca vi coslureira mais laboriosa, mais discreta, e
de inelhor conducta. Ella A lem um drfeiln, se
se pode chimar isso defeilo... quero dizer que ella
lem nina sehsihilidade excessiva; he precisoIrala-la
com muilas altencoes. seoo a pobre mociuha ima-
gina que a genlc est desgostosa della, c fca (oda
consternada...
QVantoa velha Ambrosia, loriiou o Maire. lie
urna ejccllenlc mulher que i forca de privares e
de Irabalho criou Claudiua c nina irnia quehemor-
ta, porque ambas eram orphuas.
. Muilo eslimo, eenhor, saber que essas duas
pessoas merecem o que se pudesse fazer por ellas,
di-se cu au Maire.
dos foi aberta a sesso, sendo multados em mais n.
209(100 o. mesmos senhores dos dias autecedeutes,
0 mais usseguintes:
Dr. Jos Bernardo Galvilo Alcaufuradu.
Ilomingos da Silva tiuimaraes.
A's 3 lloras ,', concluidos os dbale*, foi o con-
selho conduzido a sala das conferencias, d'onde vol-
lou as 5 ,' huras, e em visla de suas rcsposlas foi o
reo condeinnadu a II anuos de prito simples e a do-
lur a nlfendida, grao ininimo do arl. 222 do Cod.
Penal.
I.evaulou-sc a sessao as 5 horas.
REPARTICAO DA POLICA.
Parte do da 31 de outubro.
I lim. e E*m. Sr.Participo a V. Ec. que das
parles honlem ehoj recebidas nesla renarticao,
consta lerem sido presos: a minha ordem Francisco
Nuiles Vianna, por insultos feilos ao alfares do e-
gunde balalhao de infanlaria, Jos Carlos Franco,
na oceasiiio que esle se rerolbia ao seu quarlel com
a guarda de honra, qu. arompanhou a procisaflu ;
I......'"I.lino Marlins Kibeiro, Eufrazio Franci-rn
Antonio, Antonio Joan Teijeira, Pedro AleanilTi-
no Correa, Manuel de Boavrnliira Muniz, Antonio
da Costa llarbaiho. Mauoel Thom da Silva, Jos
M.irrelliuu de Barros l.ages, Anlonio Theolih. de
llollanda, Mauoel Franeivo Vieira, Prudencio da
Silva Cont. Anlonio Bonifacio da Silva, Francisco
I.uizile Franca, l.ourenco Alvcs Brrelo, e oses-
irnos .lose c Benedicto : lodos remeltidos pelo sub-
delegado da fregtiezia dos Afolado, como apios pa-
rao servicn de marinha eenercilo, visto serem da-
dos a uma vida licenciosa, alm de recahir sobre al--
uus suspeitas de furtarem cav.illos, como o de li-
me Jos Marrellino, que de mais consta ser deser-
tor do etercilo : a ordem do subdelegado da fregue-
nbo Flores por ebrio, o Jos Justino Macei por
aoapailn : a ordem dn subdelegado da fregaezia de
Saiilo-Anlonin o prelo, escravo. Antonio, sem de-
rlarac.lo do motivo : a ordem ilo subdelegado d*7
11.'.: i'-/ de San-Jos o par.lo Vicente Ferreim da
Silva por ebrio, Paulino Monteiro, Geroncio Fer-
reir Machado por brisa, c o prelo Manuel, escravo
de Maria Joaquina da Silva, por rrime de ferimen-
(n ; a ordem do siibdeleuado da freguezia da Boa-
Vista Jos Anlonio de Uliveira por espancamentes :
a ordem do tenenle-coroncl commaudnile do- se
amulo balalhao de infanlaria da guarda nacional o
sol.lado ilo mesmo balalhao F'auslino Jos de San-
tAnua, sem deelaraejo do motivo : e. Analmente,
a ordem dn juiz dos feilos da fazenda Verissimo Ig-
nacio da Couccicao por ler fallado aos deveres de
deposilario.
O rarcerciro da cadeia desla riilade, em sua par-
le dehuje riiminuiiiriiii-me que honlem, isqua-
tro horas da larde, o crioulo Manoei Joaquim, que
alli se acha preso, cobrando a quanlia do oitoccnlos
ris, que Ihe devia o sentenciado Jos Beriiardu de
Sena, esle laucara m.iode um pao de vassoura, com
que alirra duas eslocadas n aquelle. sendo uma so-
bre o peilo e oulra contra a mira, e poslu que nao
tivesse causado ferimento. tuilavia ni.illratarain bs-
tanle au olfendido, a poni de o fazer laucar gran-
de porc.lode sangue pela bocea, achando-so por is-
so muilo mal.
Dos guarde a V. Ezc. Scrrelaria da policia de
Peruamhiico31 dcoulubrode IS.V1. Illm. rKviu.
Sr. ronselheiro Jos liento da Cimba e Figueiredo,
presidcnleila provincia.O deseinbargador Cae-
tao loti da Silva Santiago, chefe de polica in-
terino.
, .^.^.i-
GUARDA NACIONAL DO RECITE.
Helafo nominal dos guardia da segunda com/m-
nliia do balalhao de arlilharia da guarda na-
rional do municipio do liedle, alistados para
o serriro arliro pelo conselho de qualilicaeao
da paioehia de San-l-'rei-Pedro-Goncalcet do
Oeaft, em lirtmle du lei n. (02 de 19 de -r-
lembro, e insllurrdrs de't de outubro de IH.U.
IJintrlrir.-,.'^ 0*1. To-
ral. wnhM.
1 Aiilnuiii.lnsc ileSuuza. 7.'
1 Anlonio Filippc de Sanl'Aiina Barros.
:l Anlonio Jos de Castro (iuimirflcs.
i Anlonio Mirtina do Coulo Viaona.
.'i Antonio Jos da Silva Cirilo. 11
(i Anlonio Joaquim de Souza.
7 Adelina Augusto de Carvalho.
K Aureliano Auauslo doOliveira
9 Auauslo Kiheiro Lima Chalara.
19 Anlonio Piulo Marlins.
11 Antonio llamos das Virgeus.
12 Anlonin Francisco Romo dos Sanios.
13 Antonio Joaquim da Gloria.
If Anlonin Bazilio.
16 Antonio dos Sanios Olhos.
Ili Antonio Fraiirisendns Chagas.
17 Benlo F'erreira Bailar.
IH li. ti ninii .lu;....... I.upcs.
Ili GieUoo do Reg Toscano.
20 Carlos de Soulo Gondim.
21 Delflno Miguel da Cosa.
22 Domingos Suriano Alvesda Silva.
23 Domingos Jos Pereira.
2i Eduardo Francisco Banks.
2.'i Eufrazin da Cireumcisao de Deus
8.1
10.-
II.'
tov
II.'
7.-
9.'
III.-
II.
Nunca heuelirlo alcum lera sido melhnr em-
preuailu, senhor, respundeu-me elle; a velha Am-
brosia esua sohrinha Claudina sao em una palavra
o ctemplo desta villa...
Claudiua nao vai dansa, e nunca ninguein
falln mal de sua conduela, accrescenlnu a inullier
do Maire', lodos a .imam e a respeilam...
E os pas dessa mura eram pessoas honradas ?
prrgunlei eu ao Maire.
Muilo honradas, senhor; opai era caleceirn;
essa familia merecia a estima de lodos; por isso nao
posso,senhor, recommendar asaasvivamente a velha
Ambrosia, esuasohrinlia s pessoas quo quizerem
inleressar-se por ellas.
Vollei da villa de Arcueil felirilando-nie pelas
excellenles nfnrmaces qoe acabava de obler sobre
Claudina por diflrrenlea vas, cuja sinceridade nao
poda ser suspeila.
Sendo ji noile quando entrei em casa pela porla
do jardim, vi a sala de janlar allumiada por uma
candela i clarldadeda qual cosa a mocar; aproia-
mei-me sem rumor, c vi-a alravez da \idraca com
os 'Ihos sempre filos na costura, e cosendo com agi-
ldade.
Manry ia e vinlia preparando a mesa para meu
janlar; mas Claudiua n3o interrompia o Irabalho;
ten 1 i 111' In e doce semblante vivamente allumiado se
lesenhava luminoso no fundo escuro da sala.
Veio um instante em que lendu acabado a liulia
Claudina quiz de novo cufiar a agulha, e para isso
ergueu us olhos para a candela: al enlao eu n.lo li-
nda podido distinguir a cor delles, porque ella o
conservava sempre abaivados dianle de mim; eram
de um azul claro, e bem aberlos; nato sei que secre-
to pensamenlo a fez nesse momento sorrir levemen-
te, e observei seus denles perfeilamenle disposlos,
pequeos e deum bello esmalte; depois deeuliara
asulha ella cuntiuunu a coser com sua presteza ha-
bitual. Teria dado muilo para adevinhar.a causa do
innocente sorrizo que sedeslisou nos labios da joven
coslureira, lambem desejava pendrar o fundo de
seus pensamenlos; por quauto, apezar de sua inge-
nuidade, sua phvsionomia nao era falla de inlelli-
sencia, e scu espirito nao podia alar complelamen-
le absorto iica occupar.an quasi macliinal.
Depois do ler wim por muilo lempo c de parlo
observado a 11105a, querendo poiipar-lbe a especie de
embaraeo que Ihe causara minha presenca en Irei
eni meu gabinele sem passar pela tala de ianlar.
Ouamo vollei para janl.r. Claudina I inli.i ido reu-
iiir'-e Francia-a na rozinha.
Tal he a narracao do priin'eim dia qoe a joven
coslureira pasaou em minba casa. Pouco lempo de-
poi. conlinuei omeu diario interrompido desde a
ninrle ile Cesarina.
Desejaiidocommunicar ealas pagina, a Joan Rai-
mundo e a sua rnfli julguei deier repetir algumas
parlicularidades relativas Claudina.
( Conliiiuar-se-ha t
u
-
_
a ai
II Mk


2
I
I
fcV
9,
10/
II.
8.-
11.
7.-
26 Francisco da Silva garaiv a.
27 Fortunato Josa Da.
28 Joao Kiboiru de Andrade Juulor.
9 Feliciano Pedro de Alcanlara.
:i(l francisco Augusta da Cola fjulma
r.ie. Juoior.
:il Francisco Ignacio de Medeiro.
32 Fclu Monlciro de Caattp.
33 Francisco Pereira de Carvalho.
34 Francisco das Chagas.
35 aldino de Soma Marlins.
36 Gregorio Francisco das Chagas.
37 Jos Das da Silva.
38 Jua de Castro (mimarse*.
39 Jos Uureucu de Ssnl'Aiina Barro
W JoauJoaqHini Alvei.
I Jos Alve Fwnandes.
*2 Joo Lucio da Cosa Monlciro
43 Jos Pedro das Nev*.
4i Ildefonso Xavier do Soma Rois.
45 Joao Manoel da Cotia e Silva.
46 Joo Miguel da Cosa Jnior.
47 Joo ll.'l.nmu.. Soares.
18 Joilo Roberto da Silva.
41* Joaquini Jos dos Sanios.
50 Jos Aulonio Pereira do Reno.
51 Jos Joaqulm do Espirilo Sanio.
52 Jesuiuo Dioclecauo Barrlo.
53 Jo.io Conralves Ferreira.
54 Joao Pinld.
55 Jote da Silva Braga Jnior.
56 Jo.io GualherloGermano.
57 Joaquin Jos de Sanl'Anna.
58 Joaquim Marques San Tingo
59 Januario Peieira do Naschneulo.
60 Jos Marcelino da Silva Braga.
61 J ,m Ferreira.
6-2 Jos Ferreira Lopes Res.
63 Joac Ramo, dos Prazere.
64 Joaquimilc Mendonra.
65 Jos Francisco de Mallos.
Moreira de Mendonra.
meisco Ribciro Roma.
Freilas.
:o Tiburcio.
eOliveira. TV
Silva Guiraaraes. >'
i Campos Torres.
i da Coiiceirio. 10.
oel Jos Pereira. 6.'
iel ljoiic.alves Viaiina Jnior
oel da Cutiha Mandilaos. 7.'
colino J.....de Brilo.
ioel Candido Xavier Ferreira.
loel Joaquim do Paralizo.
iocI Baslos do Abreu Lima. 8.'
SI Manoel l.uii das Virgen. 9/
82 Manoel Aulonio Ferreira de Queiroz 10.'
8.1 Manoel Tertuliano dos Reis.
lo da Paz.
lidie Gomes de Mello II.'
iiio Ribciro.
isco das Chagas. .1
codeAraujo. 11.-
89 Melcliiadcs Manoel dos Sanios Lima
!H) Ovidio Ferreira da Silva. 6V
seo Ignacio Machado 7.-
Fr
da Silv
Franci,
Jos d,
Ferrcii
Anlo
66 lgn
67 Joo
68 Joao
69 Joo
70 Luil
71 Luil
72 Luiz
73 Luiz
7t Man
75 Ma
76 Ma
77 M
78 Mi
"9 Ma
811 Mai
84 Manoel Ruli
85 Manoel Ale
86 Manuel da l1
87 Manoel Frai
88 Mauoel Odoi
10.'
II.
Ir
91 Seme
92 Simplicio P<
\.i Simplicio Ci
94 Sabino da C
deiro dos Reis,
ili.i.
95 Tliomaz de Almelda Antutie*.
96 Themolco Marlins.
97 Theodoro Monge de Mcmlnnc
da I
ardas cima decl
que dispem os
e apresentarem
mpanhia o Sr. si
Soares.
IV
10.'
8.-
aV
lira. 10.-
icula. bV
irados lio.....
irlgu 13, 33e85 di
ao scu commandaiilt
igundo lenle JoaV
par o que lira mar-
Ii-i.i dala, alim
abriga
98 V cenle F
Todos os gi
.los,.i visla ii
lei n. 602. a
miel un ,le r
ClllSOSlOJUO Pachl-M
cado o prazo de 10 das, contado:
de prestaren! os csclarerinicutns necessarius ai
promplo e bom andaiiienlo do servico, e se loma
rein cunliecidos; sendo cjue aqucllc. ou aquclles
quesc negarem au delerniinado, llcam sujeilos a pe
nado8jS.1.-c.- do arlig "
Oiiarli-I do coinmaiido
da guarda nacional do mi
outubrod6853.
/ocio Pinti
Te
97 da i
do balalht
una lei.
de arlilliarii
do Hecifc, II
i de Un
nenie co
el.
Dl.lt.O DE ITO.HIIKO.
Domingo 30deoulubro, inslallou-sc nada eidadi
una assoriario, sob as bases e i imilaoio da cala
commercial da llaliia. que iiisliluida oni 1818 lem
lido auginenlo couiideravel, e pioduzido excelleu-
les resullados. Apreciamos devidamenle installa-
cao cm nossa provincia de lima Lio ulil associacilu
e porsua prosperidade fazemossinceros \olos, poi?
que ella muilo depc a liem dodeseiunlviiuculu do
espirilo de aswciac.au e de economa, lao necessario
hi o uosso paiz iiascenle. '
COHMIMOS.
O gabinete de 7 de setembro-
A liumanidade marcha a passos, ora lenlqs ora
rpidos, para un fulurodesconhccido. Observada di
un ponto elevado, essa marcha fatdica a|ipareci
como una serie de inelhoraueulus graduados, qui
na ordein moral, qur na uniera material; c nesla
serie de inelhoranienlos as rcveluroesi
iudisposici
oerlos pliei
E ser ci
philosoplu
llcrdor ; i
lar para a
marcha ase
es eplieu
mlinuo es
s huilln
ulera a b
h.irhari.i
mullido, da
eprogretio
larius, a N
iimanidade
depois de i
como prole
religiosos da escola do Conde de M
demos decidir ; mas o que he rerl.
lida tu
comop
iielhain
de decl
irlo pe
dem o<
In
. passam d.
anlogas a
mana,
elendem os
a de V ico a
nar e vul-
iodo deas*
escriptore
! .Nao o pn-
negavel be
nlclli
ilorra
un
ha da h
rancha,
n dous partidos
os relrograd'
do
ni o.
ariles di
que a oiuli-acao nao para neiu pude parar, seja
qual fur o lim a que deva chegar.
Iiislrumeiitos providenciaes da suprema
geuca, para a rcalisar.lo do sein designios n
os peusadores a liomens de accilo se dvid
duasclasses entrelargo a essa mu
dade. I'ns proourain apressar esla
procuram retarda-la, e dab resull;
polticos extremo.: os progresssias
enlreosquacs, segundo as queslic
a forma de govcrnn, seronlam ai
polticos: conservadores, progressilas-reforinistas
progressislas-uioderados, etc., etc.
Collneados as dua e\treinidades da opnio pu-
blica, estes dous partido* alternativamente chainaiii
a si esla opiniio ; e essas allerualivas, sabiaincnli
quebrantadas nos goveruos moiiarchico-rcprcscula-
llvos pela prerogalva do Soberano he que em regra
determinan) as mudanzas polilicas e admiuilrali-
va*. Se nao etislisse o partido progressisla, os re-
trgrados abrigados sob o uome de conservadores,
fariain recuar a sociedade e a civ ilisseio; no enl.in
lu,i|uc sernos relrogradoj, os progressisla leva-la-
hiam a algum cataclvsmu em consequeucia dasollre-
guidflo de reformas.
dezas do rspiriluo humano,
i e espora da civilisar.au, w
isso e do regresso perlcnrem
oimitucioiial -, e querer aup-
I que querc
nenio da i
e ver no pi
......i-lorio a coulissao frauca do perlencer
gradacAo polllica, a do* conservadores |i
sistas, e a regcic.au formal dessa conciliaca
guada com o inluilo de supprimir o
ijne ncm por isso ha pruduzidu os fi
esperavam.*
Nascidu no da 7 de selembro, dia glorioso da
i.oasa independencia, dia era que no* alistamos no
nielo da* nceles llvres, o gabinete aclual nos far
sabir dessa poltica ndellnivel em que lemos vivi-
do, a qual em ultima anal) so t los ha trazido a
compro.-.iu e > desuniio. Por lano, nao cunsinla
o govesno actual que seeierram persoguices con-
tra oa leus adversarlo, e lemus para nos que estes
nenl.iiuia queia podero lerdcllc ; realisa os pro-
gressos moderados indicados no sou programma c
coja poMibilldade no* he amaneada polos dislioc-
tos conhermentos e llluslraeao da capacidades
que o compocm, e elle ha de ler em leu favor a
iipiuiiio pubhca, o apoto do mouarcha cas boncAo
do paiz.
lulliiuclii as luzes, organisaudo a iustruco.ao pu-
blica ; acororoar os mclhoranicnlos inaleriaes, dc-
eiiToltendo la vin de coramamicaeoea lerrtaUes e
fluvlati; praanovar a emigraeio por ineiu da tanda
tuec*Mi\a daa larr. devolulai; reprimir o ir.ifo-
go, rtalisar lia administrarlo do pal ai reforma*
qua aexperlancia Indicar a alea cleicio directa e
pe* irruloa, -o as-nu o exigir aopinUo publica,
he programma lAo reformista como poderiam deae-
jar os mais denodados proRreitslas; ao p.ijo que
as opinlOes conservadoras e a experiencia reconhe-
cida dos ineolnii- do gabinete de 7 de selembro nos
.iih iinj.iiii que essas refuomas e melhoramenlot se
rao postos em exi-ouc.io gradualmente, com o va
-ai e a madureza que soineiile o* podem torna
proficuo 6 duradmirns.
.1. P. dt Figueiredo.
Appareeeudo neslc Jor
tubro proiimn passado a
o son autor opiuava pela
iiossos assucares para o c
liean do privilegio dos po
ou/ ni dous trapicha* all
mos i
/, u.228. de 10 deou-
cogimunicado, em qiu
nudaneo do mercado doi
is de Apollo.'coin a abo
los de embarque, dequi
islenles; sein advogar-
u-.i particular de alguero, porque pouce
no importa que este ou aquelle tire vanlagens.
anda memo fabulosas, da sua industria, urna vei
que a eserja licita e dignamenlc, e nao seja all
contraria, .uiio. aulorisada pelas leis do paiz. al
gumas rcllexies lizemos em o n. 233, do 15 domes
ni" nio/. drslc Jornal, acerca do que eolio alli se
disse, pela conviceflu eia que anda estamos, dos se-
rio oo.io. inrnnvcnienles de semellianlo medida,
quer em relaro ao commercio, quer em rclacao s
loinl.i- piililiras. .
0 rommuncador sein duvida reconhecendo I for-
ra e alcance dos uossos argumentos, deu-sc ao Ira-
balhodovollar i iliscussilo, prelandendo combaler
as ponderosas observables, que livemos o cuidado
de apresenlar-lbe ; mas, apezar do esforoo de sua
inlclligeni' sao pMa conseguir destruir a noaaa
argumenlr ;.!, que sulisi.le em scu nleiro vigor,
para complclntriiini|iho da causa, quedelemlenins.
He porque a razAo c ajuslira estilo de uossa parle.
Em verdaile, iiinguem piideni negar em boa fe,
' da ra .lo lliiim rescule-so da
ule, linda as marea vivas, pa-
s, que comporlandu, como diz
mi saceos, demandam por suas
n.i" pequea profundidade d'a-
aconlcee em una grande parle
ra/.lo porque, mesmo no lempo
mliarque, aimla boje de.ejada
, i.im.i oaceaaldade de seren el-
e iloloniiiii.nl". pontos, c mes-
do dia.
ile cessuii rom a designarn do.
dos, que por sua lucalidade ol-
a qualquer hora, sein depen-
que por suas proporooos e for-
dao oppoiiuuo a promplo ai-
res, que nellc* Klo eoiileridos,
tillada e recurso para muilo
i, sendo por isso menos justo o
udo disseque, nao dando ellas
car, csIAu todava imiiil
mlii
hule
que luda a cxl
falla d'agua
ra recabar alvaraa
o communicador,
dimciisocs c carg
gua, coulrolank
da ra de Apollo,
da franqueza do.
lelo coinmii n icinl,
les feilus em carlt
ni" em rerlas hora
Esle iuconveiiii
trapiches prlvllea
rorecem ambaran
dencia de mares,
ca de que dspei
pedienle aus assm
roslanilo Ibes cap
mais, se fur praci
SLTSSaS
orador s val vcrittca-lns, dapois da conferencia a
despache, qoando ha larda para urna logoirio, era
vlrtudedos innmeras inconrenleolcs, que resulta-
ran! da Inulilisaclo do respaclivo procosso, despa-
chos, conferencia ale., vendo-* na dura rnllisao
da ficar com o genera, que dilTera da promessa a
amo-lra, coaira sua volitado, para evitar lilirtca.
despetas, e a corrapalu de qu ha elle suscepllvel.
A impossibilidade do ailir o encarregado de
mu mesmo navio as dilTerenle* conferencias da as-
sucares para elle em diversos armazens, a mullipli-
cacao a dimeuldade da verificaro por parle dos
guardas, cujo numero seria duas vezes igual aodot
armazeus eiislentes com grave nrejuizo das renda
publicas, foram oulros tantos argumento, de
que mi- servimos e i que o communicador na au-
sencia de razoet para combalo-los, oppoz a getiera
lidade do* embarque* de oulr'ora.
Responder-lhc-hcmos que essa generaldade fo
lao prejudicial ao commercio, agrirullura, e fiscali-
sa^ao das rendas publica, que para logo foi aboli
da, deiguando-e os dous trapiches em questao pa
ra pontos de embarque; c de tanta urgencia he a l_i
milaeaod'esses ponto, que abolindo-se a inspeecao
do assucar, liraram subsislindn os nonios de embar-
que n'aquelles don Irapiclie*. Tal he a sua neces
-,.|.i ..-o ni 11 mi I.un'1.1.
>'ilo resta a menor duvida que do maior numen
de pontos de embarque resulla o maior numero do
abusos, porque a aiiono.oi publica lem de repartir-
se por .1......ni- lugares, e por maior que seja i
i numero de empregados, o que be nconlcstatcl, por-
I que crescendo o numero dos pontos, lleve necessa-
riamentc rresccr o dos seu fiscaes, rom dispendi
eonsideravel dos cofres publico, cllcs jamis pode-
r."> ai itar o conlrahaiido, que pur una razan nalu-
ral -o da em maior escala, onde ha mais opporlu-
nidada para elle.
A aglomerara u.lo resulla do* dillrcnles genera
qne.se orii/am no mesmo nonio, como cnlendcu i
communicador; masdcinuilos pontos de eiiiliarqui
......lesmo genero, que demandam una mesnia lis-
cal i.ac.io, no inesmo da, ua mesnia hora, no mesmi
inslanle, lelos mesmos empregados que por isso nai
lio possixel que liquen] reduiidos, como se acliam
ao contrario lera cabido com a respectiva inipanjil
o privilegio dos dous trapichas que o eominunicailoi
chaina odioso, canle-econoinico, mas que lemoscxu
beraiilcmcnl provado ser necessario, benfico i
econmico, qualquer que seja o lado porque o en
earemos.
iduc
mullos predios daquella localidade : a este r
cuni|ire-nos dizer ao conimuncador, que i
con.la. que baja aimiizoin algum davallo
cepi.n ile mu un na do Bruui, que pul
de mo nUererc us eominudus que sao |
larrialidade dn com
idvog.iutlu a causa
diaslmula o grave i
cressaria para cllcs,
mineante
ido
uto
ispeili
os 11,1
l longil
risa
Dorare, tu
da Iranque/a doscrnl
iconvenicnle da falla d
cousiderando-o una c
nben
lo. alii estilo e
.....pionas emba,
fe be, alin de
por quanto, lie
ra .i- passage
eorrenlc das ag
sos de naufragl
Un artigo daga
lianlio o hislori
Irabalho de Indi
Boa-Vista, ondt
das.
* i"" "......'
ler U passarain
siuislro.
Souiouiilesln-I
Mease calculo In
he muilo zumb
. pud,
I CSI
s por h;
olor de
-I"
ubi.
ida
T.
ale pelos
as agoai
cunimini
ireeer. porque os l'ar
a. que u trajelo da
10 da |ioiile dn Rec
o irc, pergosssimn
er npportuiiiiladc pl
O eiHraquccimeiilo d
un, silo tanlo osea
la langO enumerar en
eoiniiiunieador he es
nesla parle, d-se a
aJrelraradMdesgra
omoinhos daionio di
jiiimais enflaquec
lO.IKIO volun
I
iilor qu
em qu
afra pn
se des
i 1.....
Ora se a experiencia lera muslrado que a
cao dos pimos de embarque oni dous trapiches ni
fu de Apollo lie, nao s de ullidade publica e.....
lindar, romo mesmo absolutamente necessana, se
gue-sc que as musas devem continuar tal qual si
achare, c que nao lia razao plausivo! para auguien
lar-so o dispendio dos missos cofres pblicos com i
franqueza de embarques, lio almejada, quanlo no-
civa ao estado. Este argumento he por si s has
lauto para a oonlinuacuo do privilegio conccdid
aos trapiches em quasUoj e S. Exc. o Sr. consclhei
ro presidenle da provincia, lem a illuslracoe pru
delicia idmlnistraliva precisas para niln nulldica
um acto legislativo, altamenlc reclamado pelas na
cessidades do comnicrcio, c hcni da fa/.cuda pu-
blica.
Oeoinmunirador reconlieee lauto a subliieud
sen argumento i favor dos propriclarius da ra di
Apollo, que fallando i essa respailo, ooiiferc-llie
//i espacia de ilreilo franqueza dos embarques
em virtude de nina in.....essa, segundo elle, lisongei
ra da extnecu do privilegio, feila polo governo
lal Soriapara desojar que essa especie de contrato, d'mi
de resida esse dira/ic imperflito, nu como Ihc cha
rila elle, fsaec/e didireito, semellianle au qoeieu
o pobre.i espolala do rico, livessesidu franqueadi
t ili.i u.sao para se poder apreciar da que lado esli
arado; porque, segundo nos informan!, lodo o
castalio -i dchi-llou, restando apenas saudades poi
sua mallograo.io... E ncm poda ser da nutro mo
ilo. por quanlo nenhuma le, deliberaeJ
.odove lomar coima os
estado qualquer.
Em nina pavra, me
nirailor, qii.ui.lo cunsid
abolilo do privilegio o
dos Irapichesein queslo
cemoi aanao pelos seu i
ciiinmuiiicailnr no son s
perdi, porque o qne ha<
cao do noaao penaameoto.
Se erramos, erramos con
mil
ediili
punir
nfun
exiiolu
de u
le d'ag
do Re
ilnl.
pi
pi
astro algum i
lado, se uo
anli,lns delle.
Sallemos mu liem uno enlio
lorsam a designacao de ponto-
venda de tais elies gneros;
pode dar como provada avanta
una tal medida a respaila de
isso que contra ella prolesla
irle, porque n:1
lir-llu-hoino" apeni
obstculo I a" poil
, que coiislanleine
em corlas i
e i...........
ido que de
i. pauagen
o que esloj,
onde
-li-iu
ule se
poca
I n.li
I n i
leressos pul le lll
roso f Ignn
s gene ou unir .-au staad
nlercss dos t u re nleiro
porque ronhe
...... di dos | el" ropn
nudo . rhgo l'e a-lhe
mos dil ihai bel i.i.l'ii
e uossa iiilim ado
lia. t pulil i.alu
.lll
juig
LICCAO PKATICA DC HOMEOPA
THIA-
ilo-l
iissemoa, da
agentes dessa exposicflc
iii.i-no, dos ovoniplus <|i
fC05COI......e lula u p,
ver-so da cune verde.
que oeeeasila para i.....
ber co. gneros am pi
de.....nopollo que desaiiparee
de cvpusio.lo .i venda sao desl
que .nlA..'cnla qual procura
que por menos, por isso que n
. ha leis qne au-
ara a exposieo
as neiu pur so te
in e nliliiladc de
Hilos generas, por
lacio, reeullanles,
dos
intacto imniedial
l,,,,!, risla, para servir-
iniuiiicailur, aos cuiba-
de. |.ara pro-
paite, etc., ele, de
110, apear de ir rorc-
letermlnados, especie
ve. auando os ponlos
idus o llvres ; por
lder mail, nimia
tcm fallo compro-
Facios clnicos.
lio, ,m verba.
idade, lilhodoSr. Joaqun
don una mole, debaln
ompanhailas de lbro, e di
de
olo
uUi
npiosH
lirncslo, di-
lle Miranda I
de violentas <
un siiur fro c.....patatsimo.' ImmediaUmenla de
posdo prmero accesso fui convidado para aaecar-
r-lo ; ilc-lhe MI 12.-' ( una cullicrinha de hora
em llora i ; o no lim do ti horas eslava salvo.
I)r. Sabina Olegario iMigtro Pinto.
Consultorio cenlral homopallro, i ua das Ci u/es
n.ll.
do abril,
i Sr. cor
lu
.la
Oriundos das prufui
ao mesmo lempo freii
dous partidos do progre
essencia do governoa
primi-los, be
niio publica,
iso, regmijamo-n
r suppninir
iilelligcneia.
ogramma do
I'.
ogres-
aprc-
partidos,
otos que se
.so. pniY-in, polo laclo .le haver le. que aulorisa
a designacao descjaila, a ella nos devemos submel-
tersem a menor observaco, eulto cuinprc, que u
communicador nos di o eveiupl-., Mijeilaiido-ae au
privilegio* conleriilo poi lei aos dous trapiches da
ra de Apollo.
Un o communicador, que se uo infringe o 21
duari. 179 da oou-iiiiiicin do imperio, cun a abo-
lirio do privilegio de que go/o esse* doiisirapi-
a-bes, exigiinlo-sc a franqueza de embarque para
lodoso oulros. Aqu so turren um poucon senti-
do das nosaaa palavras; nao Hssemuslal, o que
ilissi-iuos > susleolamos. irgumenlaudo cunta a de-
signiu.ilo de nina localidade dada para ejercida da
Industria em questuo, fol.que ella onconlraris una
tal ou qual ciiiiceao ne-sa loealidudu furcaila, oque
imporlava lima prohibicSO indirecta, que a pi.....a
a nereidos pnprJelarios dos predio* dessa locallda-
de; e se niu pudo contestar serit......ule, que na-
ressidade do se buscar um lugar dado para o eve -
ciclo de una Industria, medanle riespeas e emba-
races extraordinarios, por que os proprielarns ar-
Inli,ni.un n proco de seus predios u vista da concur-
rencia, e poi lim a Impossibilidade absoluta, em que
lirariam miiilus, depois de exgulados ua predios
dessa localidade, de exercerem a Industria queslio-
nada por falla de propnrrocs lcaos, lera, airada que
indirectamente, a libardade dessa mesrai industria
ooin detrimento de minios, c em mero favor de urna
' "Quanlo a dizer' o communicador, que assim cuino Relativa a proposla do parocho da fregueiia
o* arinazenarios da roa de Apollo VaO fa/er suas i ale Saot'Aausa do Calu'.
compras na pesca do Coftfa Sanio, os das oulras pa- I Sendo |n publico nesla capital, que cu fura ro
raaens podem ir a de Apollo, e que esta medida I hendiilo.e ameacado por um aviso do Kxui.iuini
n.v> causa nrejuizo a aliuem. n,lo be laso lio liqui- da juslica, sem ser ouvido, e em Irruios bast,
do romo elle suppe, porque, rom quanlo nao soja desagradaveae, que bem se podoiu poupar, ao
a prara do Corpo Sanio das mais espacosas, mine mis pela priineiravez, a um hispo |
Em um dos di
do para arcudir ao Sr. coronel Pacifico Lopes di
Siqueira, que se achava moribundo, por elTeilo di
febre amarellr. Bncontranda o enfermo no perio-
do i.it.,1 d'essa lerrlvel molestia, previnl a sen dig-
no imn o Rvm. Sr. padre Marcal Lopes de Si
quoira. que, segundo todas as probahelidades. clli
apenas pollera durar 8 ou III horas ; o rom olloilo
as 8 horas deu alma au Creador.
Por esse lempo liavam morrillo alguinas peaoal
viuda, dmalo, em quema febre osteutou lodo I
scu rigor, romo nos cslraugeros rei-eni-ehegados
OSr. padre Marcal, achava-so aciibrunhado pela
ihir de perder seu irmilo, c pelo temor de ser se
eninmollido da nuil, Cuinpria-meeiilo anima-lo ;
e di.-e-lhe que a febre mnnrrlla raritnu vv: /,t-
, a uevmbir alguem, una re; i/ue etdtim in-
i >o foiie traala pelu medicina komopathlca .
u por isso eu o uronselhavn que se munisse de una
peqiicua botica, c que nceitasse um regulamenlo,
que cu lita ollerecia, ensinando a maneira derurnr
ssa .....leslia. Foriieri-o dos medicaineiilos e livros
iidspensaveis ; parti elle para o serillo, onde re-
do ; e os Mises resullados, que em sua i-arla, pa-
lenla no|Darto de do crrante relala.quehe mais
m ti iiinpho, que lenbo ohtido sobre us adversa-
rlos da......Ilclna regeneradora, que o sabio llaliu-
ncmann leguua hnmandade, eque com toda a de-
dieaclo lenbo propagado.
Releva agora agradecer ao Rvm. Sr. padre M n-
enl, o courelo que faz dos mcus servaos presladns
nesla provincia aos meus seinelhanles. Sirva-nie
ao menos de consolarn us magnas, que me lem
causado algiins lemeos Ingratos, auetcao e allan-
ciosai manelras, rom quesedlgnamde Irabir-me
as iiessoas hunoslas c ri-cnuhecidas.
l)r. Sabino O. I.. Pinito.
pelo presidente desla provincia em ronselho (I).
que nJo pos dispensar-me de praduzir ante o Ima-
no pelo intermedio de V. Etc., os motivos do mu
proredimeiito. alim de distlpar qualquer impresailo
desfavoravel, que o meu silencio poderla" etrilar un
espirilo des povos. Anles porm de raapoiiilar ao
predilo oIBcio de V. Etc., eumpre-mc patantear-lhe
o espanto, e sorpreza, que me causou eslaiuoipera-
do etilo de um rounictu, que cu julgava deliniliva-
menle terminado ; porquanlo propondo-nle um dos
membros do conselho. como mcio conciliatorio ,
queoconegoBernardinode Ssna e Souza declaras-
se elle mesmo por um reqiierlrootilo ao presidente
em cuosclho a re*olucAo, ere que eslava, de do mit-
in- --o dos seu empregos, assm se pralicuu, c nio s
o nini" conselho se deu por satisfeito, ma* anda
presidente etplicou em ofcio de !W de muren o
sentido, em que litera aquella requisito. E Uo
grande fol a minha boa fe, e confianca uesla espe-
cie delraiisaccAoamigavcl.quenem psrlicipel cousa
alguma ao governo, nem liz publica a ininlia corres-
pondencia spezar de ver, que as aelas das essoes do
referido conselho inseridas em um dos jurnaes desla
capital, nao guardavam toda a imparcialidade, que
cu esperava, subslaiiclando lodo o proresso deste ne-
gocio, menos o contedo do meu olllcio, que apenas
era mencionado.
Mostrando deste modo a V. Etc. o espirito de
iiiiidor.ic.in, com que proced, e nuaulo eslou dis-
po*lo a condescender, sempre que llcar. Ileso o de-
posito da aulordade, que me fui confiada, eu' passo
uetpor rapidaraenle a V. Etc. o* fundamentos, em
que me firmei para nao dar a Ilustraran requisila-
da pelo presidente em conselho. fazendoxer. que
ella era ociosa, ofensiva do decoro do episcopado, c
que eslava Tora do circulo das allribuicncs, que a
lei Ibe marcara na apresenlarilo dos beneficios cccle-
siasticos. Era nriosa, porque nio leudo o conego ho-
norario Bernardno de Sena c Souza, beneficio al-
gum collado com atona de residencia 'caso nico,
em que pordireilo se requer, pura, e simples renun-
cia, ou desistencia do primeiro, para possuir o sc-
guudo Dimitiere nmninn tenelnr, dizcm os ca-
ones,! mas exerrendu apenas urna rominissilo amo-
vivel a meu arbilrio, he evidente, que sein depen-
dencia de oulras formulas, ella se trnate de ne-
uhiim elleilo pelo mesmo laclo da collar.lo em
una pirorhia distante 20 leguas da Capital. Con-
vencidos desle principio jurdico de simples inlui-
c.lo nunca os anligos padroeiros (que eu saiha) ape-
zar da ampllude das prerogalivas do lirio Meslra-
do, exigiram ou dos prelados, ou dos proposlos por
elles semelhaiito declaroco, nem mesmo o eilincl
tribunal da mesa da conseencia c orden, rival cier-
no da jurisdccilo dos bispns, se lemhriiii do-lo novo
iiu-io do augmeiilar o seu predominio ; posto que
raras ve/e..nonlocos.oconeorrereinopposiiores,que
nao etercessem anteriormente algum emprrgo civil,
ou ecclesiaslico. Suppundo porm, ; n que se liega
que cin allenrao a motivos particulares, e esqiiecido
de que eu mesmo clamci albamente pela minha pas-
toral de 20 de feverclro de 1829 contra 0 escndalo
dos parodies ausentes das suas grejas por ligeiros
prclexlos.eu prelendia fazerem favor do meu serrela-
rioiimaexcepc.ioodiosa; seria acasoa medida'preveii-
livadocouselhu.baslaule para obvia-la,ou embaraoa-
la '.' E depois de plenamente satsfcila essa formuli-
pretendida declaracio sobre futura residencia do
nppositor propotu em primeiro lugar era oflensiva
do decoro do episcopado, e desairse a minha reco-
nhecida imparcialidade, assas demonstrada nene
mesmo acto que fsz o objerlo daestranheza, a cujo
resultado inunedi.ilo poda ser a esclusan do supra-
dilo opposilor, meu Irmao, e secretario:" a minha
condescendencia emul .i.n pareca o nico mcio
de assegurar-lbe o provimenlode urna groja dispu-
tada por oulros conoiirronlos. Llmitar-mc-hoi, pois,
a dizer francamente a V. Esc., que quaudo eu ti-
vesse......I v i-lo chamar o referido parocho depois da
sua posse, para etercer por algum lempo a inesma,
ou un 11 a ."1111111-1". onde eu enlendesse ser til ad
servico da diocee a sua coopera;ao, nio s nio a
f.ii i.i '.em o consenso do governo, alim de evitar ab!
a sombra de parcialidade ou nepotismo; mas lam-
bem applicaria o maior cuidado, para que da sua
ausencia se nao seguase detrimento algum ao seu
rehanho, segundo as luminosas jnlcnces dos padres
deTrenlo. Julgue agora V. E\., se nio nata mo-
tivo para restenlir-me do proceder do presidente
em conselho; a qiiem eu suppunha merecer mais
favoravel presumpeoda regularidade do meu com-
porlamenlo em materia lio melindrosa.
Com tudoomigo sincero da paz oda obediencia ;
en aimla furia o penoso sarrilicio da minha justa
sensibilidade, salisfazendo n exigencia do presiden-
te om cnuscllio, sean visse que elle eslava fura do
circulo das siiiisallrihuices.que sendo legisladas pe-
lo aliar das faculdadcs, n.lo pude nlnguem eicede-
!.i- mi ail.ln ri.nia las, .ion usui pao "in do poder legis-
lativo. Com cuello, ueste altara o leis posleriorc
quo especificara as qualidadcs e documento co
que se devem hahiliir o opposilores na forma d
camines, c du concilio de Trono, eu mo descubi
um s lugar que imponha aos bspos a obrigaco de
eerlillrarain delegados do soberano padroero, se
paaeoa eu poeeail proposlaa para paroehos raoresid
nassuaslregucziin,depoide conseguida i aprcsenli
vj\o, sem duVida pnrquo nos se deve presumir ni
lsi-.ru.-. a mais escriipulma vigilancia em um ohjecti
de que elle- silo fiscaes o juizes ualos; mas tambera
porque ene c oulras datara lusepsravets de lae be
uellcios, i-, se eulendcui cuniprehoiidiilos debaiti
da oclo da sualteiencia, virtudes ecclesaslicas, i
Idoneldade qne conslltuem a mais solida garanta di
futura exacliihlo dos candidatos. Com igual, ou ain
da maior fundamento Conviria indagar so elles
quaudo prvidos e empiissadns lulo de pregar cad
ministrar pur si mesmos us Sacrainoutus, como til
olirigado, ou se, conlciilanilo-se de residir scom i
sua presenra, pretenden! romnicllera cuadjil
i tenipi
dade, ngo poderla elle, panado alga
Chamado para essa, ou qualquer nutra roinuis.o
com muilo maior Justina, dn quo ligan quesera ser
envido o ordinario, a quera rmpele pelas leis ci-
vis.cccclesiiislcas oonliooer das causas, que excu-
sara da residencia, lera alcancado, ou i-xlorquido suc-
cesstve licencas, para se eonservarem ausentes das
.mis Igrejas, o fura de imperio'.' Nio poda porlan.
la reipii.u-ao ilu presidente era cousellio impedir.
que o mencionado conego llernardino, depois de
apresenlado na parorhia, lu-.e einpiegado lempora-
liainenle em algum uulro servico da igreja ; eja se
ve, quanlo era ociosa a eligida declaracio. Aqu
obaervel com lodo oreapeilo, que a hxpoibesc indi-
cada pur \-. Exc. de um parocho removido para o
aiercteio de canonicalo me he abaolulamenlo eslra-
uli.i. nem tal absurdo me veio jamis au pensamenlo,
estando lodayja persuadido, que iienhuma lei cann-
nic.-i, nu civil inhibe aos bispns o direito uiiturgado
pelo concilio de Trcnln de dispensar da residencia,e
eiupregar qualquer parodio dentro da dloceae nal
oceurrenciasde evidente utilidade publica da igreja,
ou do estado. Ojuizo e autoridade do erudito pon-
lillce liento XIV expondii este decreto conciliar na
sua in.liliiic.1n 17 n. 7, poderia servir deupliina in-
lerpretacaodnuliinal, c meslllu autentica, se elle uf-
rerecenae alguma duvida, ou obscuridad Ibi
l-atemiirmne residenlio proreptum nteraffirmu-
tica, non tinten negativa, nt tiiiint nnmertiri. Ilinv
tict a divino. Site a pontificio tire dintinet, legi
lima tata offerH pommUquibm adducti ecclmi
/irtr-ttles nbonere midenlitr pinochos imminie* de
florare, aeredtlere vale.mt. (Jain etiam eonlinger
poten, ut alii/uando iiiiltiitenus ipte Irte pracepl
encantar, lite polluimuR* Mano ti/feranttir a Tri
dentina Si/nodo, i/mv tmmunilateiii ejuintodi per
miltiinl. riilelicel, tlirinliana Charilat, Hrgn
nteutilat, obedienlia, el poilrmo, si verla utiti
tas ex eadem absentiti vel in etrlesiam, tet in rene
pubUam ieritrtur.
So esladoulriua he verdadolra, o receblda en
i.is como verificara bem conheoidos exemploa di
olios empregados em soerelarias do governo.
presidencias, e oulrascommissoe mesmo civb,pi
que niln sera lirii......n prelado carree
rcsponsal.ilidade ler par algum I.
, para O ajudar ua direeciln dos uegoi
u parocho da sua eunuanca ? T
bedoria dos padres daqnelle sa
rae instaurando com justa severidad
aj8lac,ao patria no altara de II de oolobra de 1786
II, nu decreto de 18 denovembroda 1796, decla-
rado pelo de 8 de Janeiro de 1798 (no ndice cro-
nolgico lom. 4. pag. 6.) o no airara de 19 de do-
leinbrd de 1802, em consequenela da urna reaolu-
ean de consulta da masa do coasolencla, e ordeusde
16 de uovembrn do mesmo auno, cujas actos dele-
slacia especisl manteudo illesos os direlos dos
hispo, apenas mandam suspender as congruas aos
beneficiado*, que sem licencia do governo se ausen-
larerrrdo seus bispados.
Nesla inlelligancia, niln reconbeceudo aqu auto-
ridade competcnle para exigir de mira a menciona-
da doolaino.io, permuta V. Etc. que em reveren-
cia do cargo que Indignamente oceupo, eu me recu-
le a silisla/cr ao predilo oflicio, continuando ares-
peltar.em ludo o mais que esllver lias sua* allribui-
oni-'. a* prerogaliva da delegacJo do soberano pa-
droeiro, que a lei enn ferio a V. Esc. ero conselho.
a Dos guarde a V. Esc. Babia 26 de marco de
1832.Illm. eEtm.Sr. Honorato Jos de Barros
Paim, presidente desla provincia.Romualdo, ar
cebi.po da Babia. Etla conforme.O secretario,
Antonio de Almeida Pacheco Celio.
Etm. e Rvm. Sr.O conselho do governo i
isla do olllcio, que V. Bje. me dirigi com dala de
26 do crrenle, acerca da dcclar.ic.1o, que fui eligi-
da de V. Etc. poroiTlcio do dia antecdanle, relali-
vamenle so conego Bernardino de Sena e Souza,
resolveu que so Uzease aber a V Etc. que na deli-
berado lomada sobre lal objecto nio leve em visla
invadir de ueiihuin modo, nem ferir pela maneira a
mais leve a jiirisdicc.au eccletiatlica, mas ai a slra-
plesmenle inlerar-se de urna circumslancia, que
pudenda faztr parle dat habilitarais de um dos
preteiidentes i igreja de Santa Anna do Cal, con-
viuha ao governo mleirar-sea respailo, para melhor
acerlo em sua ulterior e definitiva dellberacio, a
que nesla conformidide se convencen ler direilo a
ser mi......a.lo. o em cuja persuasio anda se acha.
u O que assim me compre participara V. Bte.
o Uros guarde a V. Etc. Palacio do governo da
Babia :I0 de marco do 1812.Etm. e Rvm. Sr. ar-
cebHpo desla doceseiluuoralo Jos de Barros
Piiim. Est conforme.Osecretarig, Antonio de
Almeida Pacheco Cetto. >
N. B. Aus Iheulogus e canonistas, que lerem esla
correspondencia, e quo por ventura se adrairem,
que ura bs|io pareca adoptar subre a residencia dos
paroehos una opltiiao, que passa por menos segura,
In. o.lo. I
miras ore
iqu
apollante lu
ipacoes; abu
nisl.
icsle uan ii
a us sagrad'
di
- p.
lili Cl
olla mcsim. xei
lieos e civil pacolla
dos por Inn-l-spe,,
clausulas, e al u v
telar seinelhaiilos I.
inloiiiunonlo omba
arbitrio ans seus ex
lados ura dooumen
sobreamorigei-aci
da me..... fui pie
ipi
CORRESPONDENCIAS.
es sobre a resid
luaesquer privilegios, ou
retideado, elles romludo
tuar c aulonsar na leaago
m.........temporaria, oun,
tiaras e rauMttU legilin
Hilarios, aos quar lamb
iii-iraciio das fregueiia
.pcclivos collados. Or
.do d'iminen
n|io junio de
os da igreja,
vidente fui a
nio concilio,
. antige
lu paroehos, e abolii
Diluiros perpetuos de i
lio hesitara.....m eu
, cap. 2 de el
elidas por can
menle provad
>m Incumbe pr
i durante a au
I recunheoer e
ruiat.
i nulo
ver a
ncia
c din
qualidade cssencialissiina ao mercado, que he
licar no centro de lodos us armazens de assucar, e
baver |M>r consegrante eommuddade para lodoso
arnia/enariosdos dillerenles punios, vaulaueni, que
nao lera ere si o caes de Apollo por sua maior di-
taucia.
Argumentamos anda, e cora niuila vantagem,
com a capacilade dos Irapichcs, com a garanta que
oflereceiu seus administradores, com a impoasiUii-
ilade das ronfei curias por paridlos uviol i carga,
rom a coinplicario, .lilliciildiules, e dispendio, da
l.oali.ao.ln por parle da fazenda, e o demonstra.....s
de modo irrespondivel; na. o communicador. que
lodo o rusto, quer fazer prevalecer a sua idea, lu-
du escurerc. iicgaudu al verdades de primeira in-
luirao. Negar, que o comprador umitas vezes con-
serva cm deposito nos trapichea oa seus Besucares
espera de transporte pafa elles, e que os armazens
sin geral nao lem essa capacidad!-, nem os couiino-
lo.oiooor-n. preciso, para o laburio, beneficio e
inellioramenlodos me.inos assucares, he negar a luz
ulniia: v-ii.l.i ini'N.icto ilizer-se, que lem acon-
tecido ficar o embarque demorad? em um dos Ira-
piche da ra de Apollo por falla de pelos, purqu
inundo elles nao o titeasen disponiveis, o que fui
analmente ronleslanios, batera a maior facilidad
lie oble-lns por alluguel cm uossas ras, onde ao
grujs nllerecem seu servidos. O seu arguiiienli
perron alo por nverosuilliaule. E permuta o rom
b.r, que accrescenlemos agora au que sus
tenanlos',' mais esla runsnleracao de grande reo
flenlopara o commercio, e ha! que nos trapiche
por sua vasln rapacidade, podem os corapradnre
depositar, como dissemos, [velo lempo rpie ibes coir
xiim.e pura qualquer lira, n* seu* atsucares, rosul
lando-llies d'abi duas vanlauens: a depodereni ip-
proveilar rnoocJo favoravel as suas Iransacorjea, i
a da venlii-ai u. da qualidade dos mesnia* assucares
o que nao pude ler lugar nos armazens, onde o com
ate) i
pede
posila
. descmpenlio dos seus datera pastorees,
honrada episcopado, deque sou indigno do-
lo, e o cuidado de oom lesteiminho lao re-
ndudn pelo apostlo, que o publico seja In-
formado dos motivos, e da regularidade do meu pro-
(lmenlo : o ueste intento ollercoo a sua conside-
rara" a.-un o predilo aviso, carcsposla que arabo
de dar. como a correspondencia cora i.exccllcnlissi-
ino presidenle em conselho, que deu occaaila se-
inelbanlc eslranhcza. Tal vez cu rae enganasso, e
quera ha lia afurliinado, que se presuma lanlo de
pagar.....a. e uiuil.is vana te infeliz tributo de
urna liiuiladissima inlelligencia '.' O Espritu Sanio,
qnoiousliluio os blipoapara regerem a igreja <|e
leo, nao Ibes Vroim-lleu individualmente, nem lin-
da em materia de Dogma, o duin da Iniallibilidade:
mas posso assegurar. que*', o intimo senlmcnlodn
meu dever guiou meus passos, sera a mnima iulcii-
cao de ollcnder alguem. ou de sublriihir-ine a obe-
diencia ao governo i- as leis. quo em lodos o lem-
pos lenbo ensillado a respeilarnon tolttm prnpter
frota, sed etiam praplrr conscienliam. Profun-
damente submissu, c dcil ao imperio da verdade,
n.m duvidarci jumis, a cxemplo do inunorlal Fenc-
lun, conleasar os meas erro*, e alo publicar eu mes-
moa scnleii^a da ininba condemnatia, uina vez que
eu scjadclles convencido, ou competentemente jul-
g.i.lo. A Iciiiaem sustentar caprichosamente a pro-
-,,.,., npo..-io be, no pensamenlo .b-.M. lio i,, U.......-
fnuciiill. u triste resultad*da pequenhez do espiri-
Ip, da ignorancia e da presumpsao.
tliuilte-sea copia do aviso de i deiupho de
|8xl por ja 1er sido publicado nesle Diario ha pou-
i-o. das.
n Illm. e Exm. Sr.lie lao grave, e cnnseqiicnle
para o episcopado a publica eslranhe, que V. Etc.
de ordein da regencia cm oume do imperador acaba
de iliriir-ma cin oftlciu de 4 do crrenla, por liaa-
ver-me cu recusado o dar o csclarccmento cxi-nlo
blspos, ecinisdera-lo pur nutra parle romo ni
pedimento legal para a apresonlaoiluile um benefi-
cio, he, a meu ver. nina verdadeira antinomia.
i. I'alvoz se respirada, que adinillindu romo ver-
dadero o principio geral, lulo lio cmludo admis-
sivrl a sua applicacu n es|H-cie de que se
lala ou ao cargo de i-serivilo da cmara cede.
-i.i.lii-a, eiimprindu pur mnscgiiinle ao pro-nIonio
em conselho prevenir pela sua parle o arbilrio de
prelado, ou o abuso da sua autoridade : mal para
proceder esle argumento seria preciso mostrar, ou
que urna n-solurao ulterior lem positivamente de-
clarado que o aierckio do mencionado cargo nio po-
de era circumslancia alguma excusar da residencia o
paruebu, a quein o ordinario por ventura julgar
conveniente cuulia-lo temporariamente, ou que al-
giins ileerelus ,1a legrada congregecSo do concillo cu-
jas docluiaoies nio ouiisiiiueni sempre, romu idver-
le o cerdea I do Lina, urna regra geral c uniforme
par,.....los OS caaos, que parecer ere seinelhanlos ,ev-
clulndoo chamado aervico do biipo do numero das
causas legilima, que sentara os paroehos da re.-
-', sao exarlanienlr applicaves ao servico
ara archepiscopaLcujo vaslissiino evpe.....ule
-p.-ila ilirool iinonlo au prelado, nem se faz
li-
li- de regulamenlo ecclesia
a igreja da Blgica, e refer
mese prescreviam alguma
ulo do juramento, para acau
les. Mas a lei entro us h
esle respoilo. e lilo vedado
lores, que para exigir dos prc
nu alicatada, sllis Juslisiimo
capacidade dn preiendenlM
., que ampliar un declarar
vari da laculdade pela rega provisao do :lll d
agosto de ISI. Lugo, se o presidente em cunselb
reiisidera a dcelaraoau rcquisilada. romo poilend
fazer parle dan AabilltacSes de umdoi oppoHtore
.lio vem a ealabelecar (sem o pensar) ura novo re
quialtoou cundiclu, que a lei nio determina, equi
por tatito nlnguem pide sor empellido a salistaier
o Tac sao as raioea. em que me rundel (paro re.
iii-ii-nu-a dar.....esclareclmenlo, que entemlise
desnecessario, oflenslvo, e lllegal. Enlrelanlo salla
la ful oxiiber.inleineule supprdu mo -o pola espun
lanas declaracio da parte, de que o presidenle eu
conselho -e deu por satisfeito, ronferiudo-lhe in
raedialamonle a igreja, mus lambere poli. tur. nu
lorio de ser substituido por outro eaeleslaatieo na
lugares de eacrivao da eamara, e roembro de unn
coinmssao i-nrarreg.ida dos mais arduos negocio
da diocese, logo que se retirara para a sua fregu
zia......Icctisle desde ti do iiiaiu iillu.io,
ii Sendo esla a inarrbn.que segu, guiado sempn
pela intima conviccJo do raen dever, real pu.lia el
esperar, que, tcm ter ouvido, me late Impasta i
pona do un... es|rimlio/.a publica, aonmpanhad.i di
rnmiiiiiiaeau de iilleriur pmcedinienlo, pona por ex
lu.......lolorosa i um emprezadode illihada c.....bu-
la, e quo no mel no contagie nnltersal de donlri
as auarrhieas lem tollo solemne proli-silo de mli
perlencer u nutra causa, que a do svsleina eslabel
odo,-jurad-po, I,,,!., ., naoiio.
,. Era verdade,-i; algum,.....usa pode mlundir i
deslenlo, e abalar no pail
limas cenlelhasdo pan
ver. que do sen inalleravel au,
tica, o il.i.in.lilui.-o.il.isou p
II a par do faccioso, que ceta
triste ielril.uio.il. do desagrado
un, pelo moro"iielnde i.leular
mi.-.i", o aeaemplode oulros
drtlos que alta julga inhi
.Ma
ipi
mo
idadiio probo as ul
be -em duvida, i
r da ordein. da Jua
iz. ello apenas reco
I ruina da patria, l
i antearas do goter-
n dlgnidade eaub-
unecionari, I 01
eu eiii|
Nel,
de
'.....I
ardil
dli
or. i.
.'I''
purla : a prelado da H
licito empersuadi
e|,rescripto,c...ohe paldi-
ibordinaclo, c tullas as virtudes
ueines. au recuar.. jamis desla liiini-
a. tracada pda siibliuie pulilica do
As armas,le rail hispo silo n inan-lil.io,
e acaridade ; e se em uuieasn extremo
Itida alguma especie de resistencia, el-
la est encerrada nesla profunda respaila dos apos-
lulotlbedlicoporlel Dtomagii.quamhoniinibiis.
Releve V. Exc. a prolxa exlenste desla caria,
quejulgnei necessaria para salvar a minha repula-
eflo, d que snii rasponsatal ao meu rehanho, no
governo, e a todo ,. Imperio.
I leus guardo 11 Y. Exc. Babia 38 de junho de
IS:ts\Illm. cExin. Sr. Uiogo Antonio Feij. mi-
nistro c secretario d'esia.li. dos negocios da juslica.
Romualdo, arcehispo da lliha. ,.
Exm. e llviii. Sr.Rocebendo o ullleiu de V.
c......lata de 22 do correule, emqiie faz a pro-
posla de vigaiiu para freguezia de Santa Auna do
Calu.
doqu
........
prego
Iros, <
deudo
lugar.
i liz pi
ni prh
lado
nico a Y. Et
i, lieos gui
Baha 36 del
oohi.pu desla
Paira. Est
.Un
le en
Reina
o lug,
i dn ei.
informe V. Exc.
saber re V. Ex
aquella vigararl
iqueoraoccupa
do pasto c-pinl
an-
illo
ll.u. u qual |
luio de Sena e Sonta, p
pur V. Exc.. exerec o i
i.iia archicpiscopal, e.
eere, resolveu, queso \
, se o dito conego, pret
, renuncia inloiranieiilc
para se dar de lodo ao
il.no caso descr apresi
i la
cl a lei,
npi
ibservar que lio loug.
eslou dereprovaro senlinieiilu mais estrelo e rigo-
roso subre esle assiiniplo, que.tu contrario lenho pro-
curado ua platica cunforniar-nie cora elle, quanlo
be possivel no aclual estado duelen, brasileiro, ruja
sonsiveldsproporr,o com as necossidades da igreja,
pode liem justificar u temporario emprego de uro ou
uulro parocho iiaquellascommissocsem que ejul-
gue necessario, ou ulil o seu presumo.
Na ii.iha o oulros paizes da Europa o clero supe-
rabunda, c m recorrer aos paroehos, u circulo da
oligil.ilul.ulo be anda mu eitenso, alm deiiafini-
los recursos, ou mcios, qtie lem os hispo, deallra-
hr e litar junio de si, para os coadjuvarem, qiian-
los t-cclesiaslco elles queiram ; mas no Brasil, on-
de o seu i ni me, o est la., leilu/.i.lo. e onde tiernos
cargos da nomeacito dos prelados, nem us tenues r-
dito, da mitra podem oUerecer vanlagens cum|ia-
reveis s que de oulras parles se apresenlain; que ha
de fazer um bispo'! A sua consideracau pessosl, ou
o Inconlivo de um zclodeainleressado bem da igre-
ja. he muuis vezes ( cu o digo por una feliz expe-
riencia, que faz honra ao clero desla diocesej o ni-
co iimhil, que lem etcilado alguna ao generoso sa-
crerlciu do pouoo descanso, quo Ibes resta de oulrsi
uceupaees, pura -.- in- iii.'.:.i,.-in de diversos e
laboriosos serviros da igrejs.
Mas o objecto da questao nao he saber qual seja
o sentimenlo mais provavcl, c qne os bspos devem
seguir, |iara coucederem tularunscientia scnioU>an-
les dispensas temporarias, mas sim qual o direilo
positivu, ou lei expressa, que limita a disposiciu ge-
ral du concilio nos caso comprehendidos dcbaixo dt
ib-iinmiiiai.au do sel vicudo prelado, e nesla inlelli-
gencia liz ver que as restituyos da sagrada congre-
garan de alguma surto contradictorias, e alegado
romo fundamentos do duas oplnoes diamelralineiite
uppn.las, nao podiain de maneira alguma aulorsar
a Ingerencia do presdanle era conaclho, mormen-
lea face da diiilurua pratica cm contrario, c do provi,Ionio, c liiiniuoso altar de II deouluhro
de 17,-Mi. ibi. .i Declaro, que pcrlenrendo aoa bs-
-. pus sanenle, em razao da sua jurisilircilo ordina-
,, lia, runliooor da- causas, porque os henolloiados
o podem estar ausento das suas grejas, e couce-
a der, ou negar as liceneaa, comu fur de direilo ( o
o que muilo Ibe cncarrego as suas consciencia..'
n n.lo podem ,-s ministros das orden* dar as referidas
a Uvciiai*, nem lomar conhecimento das que der o
bispo, averiguando, te foraui juntas uu injuila-
,. mente convedidas.iKn os beneficiado serao obri-
,i gados a moetra-les, e onprcscnla-las, senilu para n
,i caso de- Ibes ser necessario mostrar que esliveram
o legiliinamculcausenles.ou pareo eQeito de se Ibes
i, expedirem o al varis das suas congruas, e nianli-
i, mantos pelu ministros competentes, i
Decida agora o leilor, se pela legislacao .atril,
i cannica compela ao presidenle em conseilio re-
iui.il.,i a declaraeto constante do seu oHiein.quaiiili.
i soberano padroero deia elusivamente em laei
inalerjas a consciencia dos hispo o procedimentu
iiais conforme ao esperilo dos callones sem alguma
responsaheli-lado geral.
FIM.
Senhiire Redactaren____Uc com o rorario ma-
do de pezar, que me vejo forjado vir pela pri-
ilravetem minha vida, servir-me desle inquir-
anle urgain da iinpreusa, para ura lim que nunca
se quer de leve, passou-mo pela imaginario;
que nao contando al o presente
pie
traga
le-,1
iinha consciencia, p
aeus deveres, quer
profersor, q
alera disto segu
haver sempre cumpr
uno ldante, quer
illm cumu hornera, que ni
ada igreja. O que
l'alai
Ei
dfociae Honorato
i forme.O serr
d a V. Exc
reo de IS.I2
io d" goverm
I. e Rvm. Sr.
Jote do lia
arle, Antonio
li-
la
ni)
por rau-a delle :| mas sim da aduiinist
lidade publica da diocese. c foi seinpio no-la M
Impide um lugar de milita rcsponsablidade. ou li-
iialiuenle.ipie na falla da le expressa o presidenle
em conselho est anlorbxado para resolver olivar de-
linilivainenle scmelhaules queslocs, que dividemo
inoialislasc expositores do direilo cannico ; ou em
uniros termos, para interpretar o concilio, abrigando
o prelado a conformar-se com a sua dceisilo na suas
propostas egovernu da diocese.
,, Einbora os parodies srjam considerados como
empregados assalarlados pela naci, c ilepoudenl,
om -oiis aclns civis
giiem cuiilesla ao (
oirca sacra, que
inanler o sustentar
da igreja, de que bes
o comeguinlen.....le
niein, que estao ao i
geules a observancia
ipiao. he a residencia
Mas nlnguem dir, qi
civil aapodem esteral
cicio do direilos n
sed
la autoridade temporal : nin-
beranu o direilo denominado
Importa o nnbre encargo de
nviulaveis os caones, nu lei
ipremu proleclor e advogado,
ni phrasede ura enligo padre,
i obrigaco de chamar pelos
eu alcance, os paslorc-s negli-
dos sen devores, Mire o
o primeiro e mala esencial.
le estas iutorvenciios do poder
r ale eslorv aro legitimo eter-
licnaxci rio episrupado, que
m da instiluic.lo divina, o da ord
rarohra da igreja; nem me consta, que pela aclual
legislacao do imperio o presidenle em conselho te-
lilla em malcra do beneficios uulra prerogaliva,
ma que a sua apreenlarao, na conformidade das
le respectivas; compelindu ,is juntas da fazenda
susprnder as congruas lquelles beneficiados, que
sein lirenca do governo se tiverem ausentado dos
seus bispados.
A delicadeza de um assuniplu.ein que devo pare-
cer suspeilo, niln me perniillo produzir tainlioni r
zoes de faci, que fariain ver ckiramciile, quanlo a
(l)OSr. Honorato Jos de Barro, l'.iiin.
!2i Podo ver-so no Sulmaticencii lom. 11, tracl.
28, S 4, pag. 181, a-ini osles decretos, cuno mi-
li,.. ,-m senhdo contrario, que pelo ineno. loruain a
n.ilcriaupiualiva, e probleraaliea.
l3l Sercilium (Kpitcopil eu eel necessanam te-
letia, vel utile. quod epitcopi cama sutcipiUn;
quatenu iltud ipiteapum respivil. Rieger. inslit,
jitiisprud. ecclet. par. II 81.
ia Pacheco Ceilo. o
Illm. e Exm. Sr.Oiiando dirig a V. txr. a
proposla de xigiirio, paran freguella de Sania An-
ua do Cal, assaz liz eonhecor u einbararo cm que
me achata, lendo de propor meu nroprio iriiiao,e
de corlo rae llsongeavade que Y. F.xe. om cuuselhn,
aprociaiidn a pinozi dos meus seiitiineutos garanli-
dus pelo lesli-iuunho da minha vida publica, nao
recaerla que u conego Bernardino da Sena Bouia,
propuslo era primeiro lugar, houvesse decantar cun
oulras vanlagens, qne nio fosaem as reclamada
pur.....a ju-lioa indefeclivel ; mas au receber u ulli-
Cla do Y. Et*. da dala de buje, em quo exige de
iiiim a declaracio, se o dito conego proposlo renun-
cia iiileiraineiile o lugar que ora ocoupa, de e-cri-
vao da cmara archiepiscupa!, para sedar ludo au
excrrcu dn paila espiritual, Uncaso deso apro-on-
tadona mencionada igreja. xrjoqua infeliimenle
ineeugaue nu meu jiii/.u. lina Uo extraordinaria
exigencia nada menoa importa, que alguma .......n
Iressiipposices : Ouqueo prelado da diocese ig-
nora as leis ecclesaslicas concernentes i residencia
dns paradme, uu que Conhecendo-M pretende iilu-
di-las om obsequio de seu irnio. ou que podendo
legiUmameille dispenssr da residencia qualquer pa-
rocho, quaudo as-ini demandar a urgentencresshla-
de, uu anda a ullidade da igreja, ou do estado, to-
dava uo prsenle caso elle deve ser ohrgado a re-
nunciar esle direi.....xpresso iioconcilio de Trono,
o que nunca Ibe foi contestado. Ora quera nio v,
que qualquer destas suppu.icoes be por oxlrcmo dos-
airosa, pina niln di/rrolloii-iva da honra di, episru-
pado, o daquella escrupulosa elididlo, com que
procuro desempenhar os deveres do ollioio pastoral'.'
Nunca o governo uo grande numeio de proponas
que lenho feilo subir ao seu coiihccimento no espa-
oo dd tres anuos, se lembrou de requsilar un,., lal
declarado, apezar de se acharara algn opposilo-
res era iguae* eircunislancias. o liinilando-se ou a
regellar e proposla, se Ilu- pareca illeg.il. ou a es-
colher u mais dignu dos proposlo, elle deixava ludo
o mais que respeila n InatlIubJM cannica, c seusef-
feilos. a re-pons.ihilidadedos prelados que elle sa-
bia, seren os juizc privativos de lacs malarias) nao
i, ora v u iu.lo do citado concilio, mas lamben) da le-
,1) O mesmo Sr. ei-preidenle Paira, havia dado
esse ctemplo, recusando prestar, u.tu sei sobre que
fuudainenlns, una nforniac.lo eligida pelo conse-
lho provincial^ mas srjam elles quaes forera, parece
que um empreado lio igual, e auslero era seu
rineipius ii.io devora adiar eilraiibo, quo li/o-.o ou-
o lauto urna autoridade de divorsanalurea, e cu-
ja, lel.ieoseoin o pr, .iilonto nio sao tilo iiiniir.la-
las, nem de lauto neto na niliiiini-lr.irao, como as
do.lc com o referido couselliu.
uto pre/.a a sua reputarao, nunca supp
ivesae alguem, que, dolado de um coraran
-verso, prccisanse oireuiler-mo atrozmente, sem
que eu nunca o lvesse uflendido, o nem ao menos,
Inwado expre-rsoes de resentiiiieulo : porera, quan-
lo rae engae).
No da 28du niez prolimo passado, em que esla-
va de ponto para fazer acto du .">.- annu, apparecea
ueste Diaria um aiuiunco, com o lim, piimeira-
menle do ridicularisar-iue, e em segundu lugar, de
faler-me perder o puni, que de faci o perdera,
(alienta a minha camnleitaa demasiadamente ner-
vosa, c o mo calado de iiinha san.lo ) se delle nao
livesse ciencia as 8 huras da uoitc, lempo em que
j eslava mais uu menos cerlo lias materia em que
iinli.i de ser examinado : nao podendo iinmeilia-
lainenlc .cenloir a causa, era o aulor de lio ia>
qualilieovel BClo, fui para iiiiin csa, urna uoilode
terrivel iiisonina. e desasocego ; qual naofoi.poriu
minha admiracao quando no dia seguinlo vinia
bercrcuni-lanriiiilaiuenlo de ludo! Oh! eu le-
lo vergiiiiba de dize-lo, para nao envcrguiiliar
iiilioni a honrosa classenquc me ufano de hojeper-
in-.-i : poi om o deaeju de ver reslabelecida a coi-
la reputarao na Ierra onde nasc, e lainheiinle
ir desvanecidas as raprcssoesdesfaxiiraveis niiiu,
queo lal annunrio podia gerar nOlaolraoa de |iessoas
que me ii.ln conhecem. faz-mo mple.uiei.le decla-
rar, que 0 seu aulor foi ura meu colleja que,
xoliindo-me. ha muilo, gratuita inmizmle, e pro-
curando lomar sobre niim una xiiigaiica mesqui-
nha, vendo aproiiniar-se odia desua partida,c
na deficiencia de um aclo meu, que me Irouxcssc
desar, lomou a capa de discpulo grato c pro-
poi-me aos eleilores pernainharanos para lupprir a
falla do Exm. conselheiro Nabueo na asseinl.loa ge
ral, lendo em villa o dous flus cima menciuua-
dos O public avalie por lauto o procedlmeiilo
desle meu collega, e d-lhe a qnalilieacio que rae-
co ; em quanlo eu procurando arredar de niini o
dirulo de senielhanle pro|Misla, por ler conscien-
cia da minha iiiliilidade, Ibe perdo de lodo o raen
.....,, o faro ai ileolo. votos para quo deise Per-
iianibuco com feliz viagem, para que seja dilosoeln
sua nova carreira, para que cm fin um da repte-
senle a sua provincia no parlamento brasileiro, lae-
dando-lbe Dos a sua ndole perversa.
Srs. Redactores, ruma InsercAo deslas mal Iraca-
das linli.i. mullo ohrigado vos llearii voseo con-iau
le leilor. Leonardo Augusto Ferreira Lima.
Dliuili .-lllilo uululii'uile 185.1.
COMMERCIO.
I'RACA lll) RECIFE.II DE 01 TUBRO AS3
UORAS DA 1 Altlili.
ColacesoITlciaes.
Iio-cnnii. de lellras de t n 3 mezes 8 pur coa-
la ao anuo.
ALFANUEliA.
Rcndimenlo do dia I a 29 38fi:i27slM
l,l,iu do dia lll.......7:88liMN'
TJtljtlol
Desearregamhojeide novembro
Barca inglesaBellamercadorias o curvio.
Hiato porluiucaLusilnmisal.
RF.MHMENTO DO MEZ DE 01 TI URO
DE 181:1.
ltiui.liiii.-nlo total...........ItlidlW'':1
Ko.liluieiic.............. 21-^
K. SlMiIJo1
ki i-rn a r\r\


lreilos de consumo.........
Hitos de I por cenlo drrrejpo|la',u
para os porlos eslrangeiros. -
Hitos dilo partos portodo imperio. .
Hilos dito de baldeacau........
EipcdlcnU! de aprcenlo do gneros
romearla de gula......*"'."
lulo de 1|2 por c. dos gneros do paiz.
Pilo de I l| por c. dos genero livre.
Armaieiiagcni de t por cenlo das nicr-
radoria...............
pila dila da plvora........
Premio de 1|2 por cenlo do as-signados
Mullas calculadas nos despacho. .
Mil,i-diversa.............
Sello Uno............ .
I'alcntes dos despachante era .
Frilio do titulo do memo, dos cai-
xeiro despachantes, jc.......
Emolumentos de cerlldoe.......
Val teguntet Isptciei,
Ilinhelro.... 1M4:025J79I
Aaaignadoe. IMflWiB
Depsitos.
1-;, 11 bal ni-" no ultimo de
Miembro p. p...... 38:3.'>f7(B
Enlrado no corrale mez I3:3900.'>21
Sabido............
'Existente..........
Nat seguintes etpeeiei.
Dinheiro..... 30W&
letras......46:7128:1.
5l:7i.'>Jt:i
4:7219.170
vt&oim
do I8.VI.
AltaudcgadePernambuco:il dcoulubni
O escrivo inlcrino.
Francisco de Paula faiiealccs da Silcit
CONSULADO (ERAL
Kendimento do dia 1 a 29
dem do dia 31.......
1UVERSAS PROVINCIAS.
Kendimento do dia 1 a 29 ....
dem do dia 31.......
Exportacao'.
Marselha, barca francea Canad, de 350 tone-
lado, condoli o .guilde: 4.281 suecos coni
21,120 arroba) de assucar.
Kio de Janeiro, patacho llom Jess, condu/io o
sesuinlc :700 barrica bacalhio, 13 raiioes phot-
plieru, I raisa chapeos da llalla, li barricas craso
da India, 1 caii amostras, 44."> saceos arroz, 300
sarcos com 1,000 arroba de assucar, 2cacs espa-
nadore) 2 ancnrelas tamarindos, '21 caixinhas doce
de i.ili.i, 700 meio desoa, 100 niolho de palha
Je carnauba, 3 Tardos raixoea de charulos, jvolu-
mes objecto de uso, 1 sacca ctf, 27 caia vaaias e
com rn|i, I fardo couros de cabra.
I iu-i i.....I, barca ingleza Amover, de 362 loue-
ladas, cunduzio o seeuinle :r-!t09 iceoa com i, !
arroba* de anucar, 60 caita com 3,102 arrobas c 16
libra* ile asauenr, 1,004 sacca com 5.271 arroba* e
Ib libra* de algodo, 2 barricas ferraitcns, 265 arro-
ba* de OBM, 3 caitas hundas.
Kio de Janeiro, escuna nacional Creemos, con-
duzco o seguale : 685 saccas arroz, 181 ditas nii-
llio. 71 (lilas feijo, 711 inrios de sola.
KENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO
IIESIA CIDADE NO ME/. DE OUTL'IIKO DE
1853.
i:on*ulado da 5 |ir cenlo. t.VIlKtelU0
385:7028954 carenlia, Heurique Alfreda Hosseta, Jos Anto-
nio da Medeiroa, Jos Joaquim Alte Jnior, Ma
347J8.50 noel Joaqun) de Mello, Manoel Joaqnim dnsSan-
479996 loa, Angelo Jos Morelra, Amaro Virginio do
3IS188 Nuscinwnto.
Rio de Janeiro21 dia, briguo brajileiro Sagita
396SH8 rio, de 266 Innelada, capillo Manoel de Freita
39W165 Viclor, equipagem 13, em lastro ; a Vluvi de
579706 Antonio Carrico e Filho.
cYaeios sabidos no mesmo Ha.
3:0838283 BabiaPabicho hrasileiro Oou ca Agosto, melre
2103119 Joto Diasdos Sanios, (pruna mesma que Irona.
2:9413968 Liverpool pela ParahibaBrigue ingle ll'm. Tu-
4288385 cktr, capiliio D. Le Page, carga assucar. _
2783050 BabiaSumaca hrasileira Hortencia, capilao Se-
393120 bajliao Lope da O!, carga vario genero.
OjOOO Paagero, Francisco da Chaga de Souza Jaca-
randa, Joilo I.ourenco de Selzas Jnior, Luiz Al-
7200 ve Regaud.
15B960 LiverpoolBrigue inglez fosalie, capillo lliomaz
_!______ Whele ; com a mesma carga, suspendeu do la-
Ri. 394:066591 meirSo.
Navio* entrados no da .11.
Parahiba2 dia, ltate bra-ileirn Flor do Brasil,
do 28 toneladas, ineslre Joaqun! Antonio de Fi-
guorcdo, oquipauem 5, caraa loros do mangue e
farlnha ; a Amonio Jos de Castro. Passaaeiro,
Libralo F. Brail Vidal, Joan Anlonio Marques,
Manoel Concalves Ramo, Manoel Pcreira da
Silva.
MarselhaIB dias, polaca, franceza Le Constan!
de 190 tonelada, capilao Tourneou, cquipagem
II, carga viudos e mas gneros ; a Adour (\
Companhia. Passagciro, Paschoal Cancana*.
A-lidias, patacho hrasileiro Amizade, ineslre
JoSo llamascenu de Araujo, carga sal; ao ineslre.
Scguo para o llio de Janeiro.
.Vario* sahido* no mesmo dia.
Ilivana Barca hospanhola Mercedes, cap Ido Oli-
vas ; rom a mesma carga que trouxc, suspenden
do l.iini'u-ni.
AssiiBrigue hrasileiro .Sagitario, capillo Manoel
de Freilas Viclor, em lastro. Suspendeu do la-
meinio. # .
LiverpoolBarca IngleU Cenorera, capilao Co-
per, carga ussurar o aluodao.
Snros entrados no dia 1.
Ararais12 dia, billa hrasileiro ./inora, do 35
lanciadas, capillo .Manoel load Martn*, oquipa-
uem 5, carga sida, ouuros c mili gneros ; a Jo-
li .Manuel Marlin*.
Ass1) das, escuna hrasileira ljnda, de 153 to-
neladas, capillo Jos Ignacio Piiienla, oquipa-
uem 13, carga sal o palha ; a Eduardo Ferreira
Italllnir. C.....luz 16 esoravos, a seuue para o Rio
de Janeiro,
demII din, brigue hrasileiro Paquete de Per-
namburo, da l'.M tonelada, capilao Antonio Fer-
nanda l.oureiro, cquipagem 13, carga ul ; a.Ma-
noel Conralves da Silva.
dem9 dia*, blata hrasileiro Flor do Cururipe,
de 97 lonchlas, incslrn Joa Rodrigue* de l'ici-
la, equipagem 6, carga sal c palha ; a Thonplulo
Seva iV Companhia. Pas*ageiru, Joan Malln*
Ferrcira o I esernvo.
Marios sonidos no mesmo din.
I Iba .lo Fernando Paladn n: rional Pirapama,
commaiidanle, Cimillo da l.ellis Fun*eca. Con-
dui 25 pro.n* inclusive 3 mullieret, Anlonio Ma-
noel Eslcvo e Francisco Jos do* Sanios.
Rio do JaneiroBarca americana lmhj, capillo
(i. Koberls, em lalro.
Ideiiir-Patacho brasilelro .ln\i:ade, capillo Jlo
Daiua*oeiio do Araujo; rnm a me*ma carga que
Irouxe, Mi*|ioudeu do lameiro.
demescuna hrasileira l'eremos, capilao Jo*Joa-
quim Alvos das Nevos, carga vario* genero*.
Coudii/. i eseravosa enlregar.
diipaatrAea dos mesroo aslituto, enva a eela e-
crelarl daealado, M abservaedes que elle lizorem;
prevaiiiulo a V. S. da que lodas deven vir por MU
inierincdlo, de noria que-se aohem aqu at o dia
10 de novembro vindonro, o mai lardar.
lieos guarde a V. S. Luiz Pedrera do (amlo For-
ra/. Sr:director interino da faculdado do direilo
do Olnda.Ciimpra-M e regi-lre-so. Illimla 1 de
oiilubro da 1853.O director laterlns, Dr. ^io-
nio Joi Coilha.Bl> conforme.Eduardo .Voa-
ret de Albergarla, secretario interino.
3
DECLARACOES.
17:8363157
3719982
I8:2I31.I9
765(885
73611
2:77:19.51!
Aiirorngem........
Dircilos do 5 |Kjr cenlo..
Expi'dienlo da* capala/ia*.
SoIIin..........-.
CuiohinicniK da cciildoaa.
: 3969800
2.5J900
KlTV.Vtl
717n20
!13S80
I5:I93,->919
3:0I7,?I90
18:2113139
Dirersns iiror i arias.
1 -i ..... do il-n.l -li c oulros
genero do Rio tirando do
Norle........... 351371
Hilo .i.t.i dilo dito da Para-
lla.....,......2:3383508
Hilo do n**ucar e uutros ge-
nero* da dila........2723155
Hilo dito dilo dilodo Rio
"raudo do Norle. .' 913512
I......lito do Alagoas. 329643
------------2:773.-519
20*849958
|Io|hiiIos sabidos.
DilM o\i*lculcs. .
.1:021-313
. 92*3110
Mando consolida
1853.
de Pcrnaiuhucn, 31 de oulubro
O cscrivao,
Jaeome Gerardo Mura LumaeM de Mello.
KBCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DEPER.NAMBLCO.
Ilendimeiilodo dia31...... BBOjBOl
KENDIMENTO DA RECEBEDOKIADE REN-
DAS INTERNAS CERAES DE l'ERNAMIll -
DO DO ME/. DEOCTLBRO.
Kenda dos proprios uacionaes. .
Foro* do terrenos de marnha. .
I .'ii.ii mius.........
Si/a do bens de raz......
Dircilos novo e vclluw e de chan-
cellara .........
Hi/iina da dila........
Matriculas do curso jurdico, o carias
de hachareis '.......
Mulla* por nracc/iesdo regolamento
Sello do papel fixo, e pro|irconal .
Premios daadapealloa publico. .
Emolumeiilos........
Imposta sobre bijas e casas de dea-
conloa..........
Dilo sobre casas de movis, roupos,
ele., fabricados em paz cslrau-
gcro..........
Keposcoe ereslilui^e.....
Dilo sobre seges.......
Dilos sobre barco do interior. .
Taxa de esoravos.......
Dilo de 8 por ceuto do premios das
lotera .........
I.cgilimaces.........
Ilccinia .id'I o ion I das oor|KrHC('cs
de in ii mora.......
Dila urbana........
Salario de Africanos lvrcs.
18*1011
111828.5
21.53000
3:9678723
2:0013*23
5103692
16:1509000
6:18188
6:M|0OI
203019
217*1211
2:5:173072
l-(l
.53000
1031 KIO
539800
3783865
180800(1
1069840
21)93880
29764
586)840
34:5633132
Hcrchcdoria 31 de oulubro de 1853.
O esernao.
Manoel .Antonio Simdes do .Imiirnl.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendi.....iiododiala29 .... 34:6979856
dem do da 31........ 2509234
21:9183090
KENDIMENTO 110 CONSULADO PROVINCIAL
NO MEZ DE OUTUBRO DE 1853.
Dircilos de exporlar.lo de 3 por cenlo. 2:0353653
Dircilos de 5 por cenlo........
Capalazia................
Dcima dos predios urbanos......
Meia tiza de escravos.........
Esoravos despachados.........
Sello de heraiira e legados.....
Novo* o \clin, ilreta.........
Imposta a 129800 r..........
Dito de 3 por cenlo..........
Dito de 20 por cenlo do consumo de
agurdenle...........- .
Matricula* das aula de iustrucc,o su-
perior................
F.iiinlumenlo de polica........
Cusas. ..,,,..........
Multa*.................
Juro*..................
Mesa do consulado provincial 31 de oulubro
1853.(I cacriplurario, /."/; de JzeredoSouza.
0:7889856
1:2089610
1:5139949
1:7.529*98
5400MW0
2:2*58025
3329566
15:19600
3783720
139200
IIHKKI
19200
609852
439-583
997*8
24:9*89090
MOVIMENTO DO PORTO.
Aarto entrados no dia 30.
Bnenm-Avre'M dia, barca hespanhola Merce-
des, de 235 tonelada, capillo F. Oliva*, equipa-
gem 12, carga carne secca ; a Aranaga &- Brvan.
M.iii-ni3 dia, brigue dinamnrquez Industrie, de
107 tonelada, capilSo J. Bowinann. equipagem
10, carga assucar e algodlo ; a N. O. Hielier >\
i Companhia.
t'-amaragibe8 dia, hiale hrasileiro Soco Destino,
de 21 loneladas, mestre Eslev.lo Klbeiro, equipa-
geni 3, carga arroz e manleiga ja Jos Manoel
Martn. Passagciro, Francisco Barboza de Mu-
EDITAES.
O Illm. Sr. Inspaclor da IhaaouTirla provin-
cial, em cumprineulo da ordom do Bim. Sr. pre-
sideule da provincia, manda laxar publico, que no
dllSdfl novembro prximo vindonro, xni uaVH-
inonle a piara para *er ammilado a quein por ma-
nda lizer, pranla a junta difaxenda da mesmi ihc-
sourararia, a obra do acude em Paje de Flore*,
.ivah.nl i em 3:190)000 l.
A arremalac.io sera feila na forma *l--s irla, 34 a
27 da le provincial u. 286 de 17 do main .le 18.51.
e sob as clausula* eapeciiea abaixo copiada*.
As |io-so.,s ipic ae nropoxerem B osla arremalarao,
compareoain na sala da* sessoes da mesma jimia no
dia nclma declarado, pelo moin dia, compaleulo-
ineulc habilitadas.
1-^ para coo-'ar se maiidnu allxaroprc*ciile e pu-
blicar pelo Diario.
Secn-lariaila Ihcsouralia [irovincial de Pcrnnm-
bneo 3 de oulubro de 1853.O secrelario, Antonio
Ferreira it'.liiniinciiiriio.
Clausulas es/irciaes para a nirematonin.
I.-1 As obras deslc acude serlo feila de confor-
mldade com a* plantai e orcaincuio*, ipreseuladoa
a approvacao do Exin. Sr. nreaidenle da provincia
na Impprianciide 3:i9osooo ra.
2'. E*lii* obra* ilevonio prinripiar no pra/o do
don* ino/.e-'. e sei.lo concluidla no de do/, nic/.es.
onlai, conforme I le provincial n. 286.
I.-1 A importancia dala arreiu.ilaoao ser paga
MU Iros pro.lanio* da mancha seuunle: a priuieiin,
de dous nuinloa do valor total, (piando livor conclui-
do melado da obra ; a segunda, igual a primeira,
depoi dclavrado o termo de rerebiineulo irov i-o-
rn ; a lerrera, hnnlmeiilc de um quinto depuis do
lecebiinenludeliiilivo.
*.- o arremalanle ser obrlgado a communicar
a reparlii;ao da* obras publicas com anleccdenoia de
30 das, o dia lixo cui que lem de dar principio a
ovooiii... da* obras, asaim cuino Irabalhaia scguilo-
mente durante 13 da*, lim de qne poaa o enge-
uheiro encarregado da obra assslir loa priuiciros
trabalhos.
5. Pira ludo o mai* que naoeslivor especilirado
na* prsenlos clausula seguii -so-ha u que delormina
a le provincial u. 286de 17 de malo de 1851.
Conforme.0 secretario, Inliniio Ferrcira d'.ln-
llllllOllrn.
ti illm. Sr. InspeebvdaUesourarla provincial
cm ciimprimentudu ordem do Exm. Sr. prasidenlo
da pioviuria,manda fazer publico, que no dia 3 de
novembro prximo vindonro, vni iiuvameule a ilia-
ca para ser arrematado a quem por menea li/er, pe-
ranlc I jimia di fa/ouda da inosina Ihesouraria, a
obra do acude na povoaoao do lluque, avaliada
cm 3::I0030INI r.
A arremalicSo cr feila na forma dos arla. 21 o
27 da da le provincial n.286de 17 de in.iio de 1851,
sob a* clausulas especaos abaixo copiadas.
As pe*Koasque se propnzerom a esta arremataran,
eompirecam na sala da* aenOea da mennijunli no
dia cima declarado, pelo meio dia,competentemen-
te lialiilil.nl.i-.
E para constar se inandou afiliar o prsenle c pil-
car pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Periiam-
huco,3 de oulubro do 18.53.O secretario, .Intunio
Ferrcia d'.lnnuii'iarito.
Clausulo* especian para a arrcniatariio.
1." As obras do acude do lluiquo serao feila* de
i un lu un. I,ule i mu planta c oroamenln, approvado
|iela directora emoouselbo capresonlado* a appro-
v.umii do Exin. Sr. prisideule da provincia, na im-
portancia de :;:;iim-!i:>n ra.
2." Eslas obras llvenlo prinripiar no pratn de
60 dias, e scrn eencInldjM no de lo metes, a contar
(l.i dala da aiTemalaoan.
3.a A importancia desla arremalarao sera paga
em tres |*c*lic(>es da maneira scgoinlc: a piiineira,
do* dous quinlo* do valor lolal, (piando livor con-
cluido mol,ule da "lo.i; a segunda igual a primeira,
depofs de lavradu o tormo de rccobioienlo proviso-
rio ; c a lercoira. Nnalmeiile de um quinlo depois
do reccbiinenlo delinilivo
l- O arremtame ten obrigado a n.....Dunicar
a reparliro das obras publicas com anlecedeoeil
de 11 ini.i dias, o dia lixo em que lem de dar princi-
pio a execuc-Ao das obra, assim como trahalhar sc-
gudamenle 15 dias, lim de que possa oengouhoi-
ro encarregado danbra assslir nos primeiro Iraba-
Ihos.
5." Para ludo o mais que nao eslver especifica-
do na prsenlo*clausulas,seguir-e-ha oque drter-
ii 11 ii i a lei i o .> i u. i ;i I n. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme. 0 secretario, .tntonio Ferreira
d'Aniiunriuctiii.
Faro saber'.-) qoem couver, que os dia* desig-
nado* para osexnnic^picp,,,lorio.*, serao dislribui-
do da ni.hioii.i scguinle :
Scgonda-feira, arilbmelira e ucometria.
Terca-reira, rhelorca e poelica.
i.in.u i,i -Ion i, lalim, Irancez o ingle/.
Sella-Caira, ueographia e hisloria.
Sabludo, | do l.-iiplna.
Fallandoalgum, subslitue com o segunde, o uo
caso de Toriiolo, -ojo suli-liluido pela quinla-feira.
O serrolario iulerino tarafilxar osle nos lugares
do r-slvlo, e publicar pela mprensa, depois .de re-
gisllado.
Olnda 3 do novembro de 1853.Dr. padre An-
tonio Jos Coelko, director interino.
2." serc,1o.Hio do Janeiro.Ministerio dos ne-
gocio* do imperio, ern 24 de selembro de 185.'!.
Ordens-meSua Magcslade o Imperador, que re-
mella a V. S. o inclusos cxemplares dos novo es-
tatuios das faculdado de direilo do imperio, para
que V.S. ouvindo particularmente a cada um do
lentes da faculdade, sob a sua directo, acerca das
Administrar!) do patrimonio doa
orplio.
Peranle a idmlnittracan do patrimonio dos or-
phios ae bao de arrematar, a quem por menos lizer,
os reparos deque precisa o muro exterior do collc-
go do o pbjos em Olnda, oreados em 6239540 rs..
as p.-soa* que e propozcroin fazer os mencionados
reparos, poderio comparecer ua casa das ses*ocs da
referida administraciio, nos dia 21 e 28 do crran-
le mei, e 2do futuro as 12 horas da manlua. Secre-
taria da administrar,! do palrlinniiio dos orphaos 14
de oulubro de 185.1. Antonio Jos de Oliceira,
secrelario.
O rontelho administrativo, em virtudedasau.
lorisares da presidencia,lem decompraros.objeclos
seguidles :
Vara o 2- butalhio de in/anlaria.
Sapatos, pare 1668.
/'ra o i!' lialallio de infantaria.
Caldcras de ferro balido 1 ; sapatos, pares 35.5 ;
brim brancu, liso, para einboruaes, varas 400.
Para o arsenal de guerra.
Papel carluiinho, resma :W.
Para a companhia /i.rn de racallaria de artfice*,
meio batallio de curadores da procinriado Cea-
rd, companhia fina da proiiiiria da Paralaba,
2- e 8- de in/anlaria.
It.inoio- redondo* para rerrula 50, boloe hran-
ros de okso. duzias 6IH>; (liloa prelos, duzias 782 ;
grvala, 50 ; ale para han lelra I, maula*de lia.
.50 ; pocas de lila de Ha para silbas 4; sapalns, pa-
re 1432.
Para o 2- bala/han de in/antaria.
Sapalosdesola e vira, pares 270.
Par o 9- tiatalluio.
Panno azul para capolo*, oovados 177.5; baila
azul ou verde, covado* 1155 : colxelcs prelos c gran-
des, pares 9112 ; boloe* prelo* de **o, grate 16.
Para forneeimento de lir.es os estardes niililures.
Azeite de COCO, caada. 30 ', ; lio de algodln,
libras36) patio 6 duza; vells de carnauba, li-
bras 132 'i.
As pe**oa que quizereni vender laes objeclos,
iprcseuleiu a**uapropo*la* em carias fechada*, na
secretaria doruinelho adinin*iralvo, e*l.ibelocido
no arsenal de guerra, as II) hora* do da 1 de no-
vembro prximo futuro,
Secretarla do rousellio adniiuslralito, para forne-
oimonlo do araeml da guerra, 28 de oulubro de
1853.Jos ile llrilo Ingle:, coronel presiden!.
Ilernardo Pireira do Carino Jnior, vngal e secie-
AVISOS MARTIMOS
Para Lisboa a galera Margando, capitn Sil-
vorio Manoel dos Hcis, sabe com brevidade ; rece-
be carga e pMMgoiroe, para os ojuiea lem bous com-
moilo*: o pretndante dirljam-ne ao* consignata-
rio! Olivria Irmjo* x\ Companhia, na ra de
Apollou.il, ou ao rele ido capillo, na placado
commorcio.
Para o Porto.
A barca Olimpia, de primeira marcha, segu rom
hicviitadc. Para carga on p:i**agoiro*. a Iralar rom
-en* consignatarios Barroca c\ Castro: na ruada
Cadela do Itecife, u. 4. ou cun o capilao na piara.
Para o Ceara'
sabe nosles dias o billa IVoro Olini : para o reslo
da carga, a halar rom l'asso Irmaos.
Para o Porto.
O brigue porlugiiez Mafia feliz. capilAo l.oii-
renco Eernindeado Caneo, unir breve por tarja
parle da carga a bordo- quem no mesmo quizar
cal rogar OU ir de paageul, lale rom o dito capital)
Avisa-se que, dahoje era dlanle hatera cafe
pelo, e aun leita : no bilnar ila ra da i
Sanio Amonio n. 10, com toda o aeeiO o promp-
tidao.
Fugo da cidade de Macelo, o cabra Manoel
Izidoro, idade 2-5 anuo-, ,-slalura baixa, corpo re-
gular, olhos um pouco avermelhados, principia a
bucar.teiu o* lerdelo matares do que o natural, ha
offlrial de marciueirn, gosla mulo de fumar, traja
lmpii, levuu chapeo de mola canda snnpre cal-
ado: a pewoa que o prender, e enlregar nesla ci-
dade a seu senhor, Manuel Jote Martn* rorte, ou
cm Pernambuco, a Gaspar Anlonio Viera Guima-
rles, ser hem recompensada.
Anlonio Jos de C.nlro Gumare, Porlugiiez.
rclir,i-se para fura da provincia.
Precisa-sc de um ama para casa de pouca fa-
milia : na ra Bella u. 19.
Aricinl.i-so um engenho de mulo boa Ier-
ra, disiento 4 leguas e meia dela praea : quem o
pretender, dirija-se a ra da Praia n. 32, que ah se
Ihe dir quem arrenda.
O abaixo assiguado leudo-se encarregado .
como maioreredor daliquidaclodoaclivoe passvo,
do eslahelecimenlo. (aherna. nu alerru da lloa-^sta
n.80, quegirousoba tirina do Anlonio Francisco de
Sa i\ t^-mpanhia, pede pela ullima vez aus senho-
re eredores da mema, que em virlude de ter-se au-
sentado itasla prara o dilo S,oeiu arenle doinesuin
eslabelecimenlo, sem prestar a scus credore* escla-
recimenlo algum, neni lo pouco apresenlar ecrip-
lura^So peta qual s podesse oouhecer do estado do
sua casa deiiegocio.cujo proredimeiilo be *em duvida
bstanle rcpreheusvel, e digno de puiiic,an. leudo
sobre ludo apresenlado um qn.i-i -total desfalque,
locuplelaudu-so dos fundo* do referido eslahelec-
ment, nao s em prejui*o de sen* credore*, como al
iiicsmo de sen socio, pede que apresenleiu sua* coti-
las correles nssignuitas e documentadas, liara se-
rn conferidas no sen oscriplorio, na ra da Madre
de Dcus, no prazo de 8dia, aliinde se precederlo
re|ieclivo raleio. itcpoi* do que nao ser allendida
i o lainacao alguma. Recife 31 de oulubro de 1853.
I'icenle Ferreira da Coila.
Atcncao'.
Iloga-se ao Sr. F. P. (J. o ao Sr. R., e a oiilra*
mais pesouas, que nlo se scompaiihein eoni o Sr A.
S. I.. ; islo Ihe taz ver um dosseus amigo*, do con-
traro lorio de passar pelo de*mlo de alguns n-
ooinmodo* do negocio que Ihe diz ro*poilo.
O limante do i cilio de sabbadode aleliiia.
Precisa-e do um houiem para raxeiro de on-
caixainenln. que d oouhccimenhi de sua conduela.
I nao Inga lamilla para o engenho: ncscugeiiho
novo de Murihcra.
Iii-oja -c saber onde mora (i Sr. reverendo
.loaipiim da Cunha C.avalcanli que fo capellao de
Fernando, nu inesmn pe*oa de sua l'amila, a ne-
gocio de *ou inlorosse : na ra do (Jueiinado n. 16.
priineiro ainlii.
Na ra eslreila do Rosario, sobrado n. ,W, se-
gundo andar, preei*a-sc dugar nina Mcrivi nu es-
cravo parao si-rvco de casa e roa: quem lver e
quier (azor esto negocio, dirija-se ao mesmo sobra-
do, que adiar rom quem Iralar.
>o porto das c.niii.i* do Radie achou-se nina
Irouxa de roupa : quem forseu dunn, dando ossg-
naaa rerloa Ihe aera entregue por Nicolao Ellerpe,
capillo do nio*mo porto.
Aiten^ao', aiieacao',
A nova fabrica do rhocollle hoiueopalhicoda ra
da* Triicbcir.1* n, 8, niuduu-se paran paleo do I er-
en n. 2l>. anudo lem i venda o chocolate homeopa-
Ihieo approvado a applicado pelo Sr. Dr. da Im-
meopnlhla, ja hom conheeldo no llra*il o mais na-
de, urna ama de leile pai a criar
reanca, sendo preferida iiuiascn lillio.: a tra-
que taz
eoe ; Cl.....(dalo lino
' musgo, dilo rerrugl
I diario, cha prelo bm
i puro para Indo proei
. e o-liangero*. linio
Em a noilede
das Cruiea para a*
palle : que.....livor
sua dona, dirija-se i
na praea,00 rom o consignatario Anlonio Jonquim
de Souza Rbciro.
Para o I!ii> de Janeiro vai sabir
c(ini n ninior brevidade poMvel, o pa-
laclio nacional Valunle : uueui no
iiii'snio i|in/.i r carregar, ir de patsugem,
tara n que tein boui coinmodos, ou em-
barcar ewravoa :i frele, dirija-te no ca-
pitio, na praea do Commercio, ou nos
consignafairiui N'ovaet S Companhia, na
na do Trapiche u. "V. primeiro andar.
Para aa filia de S. Miguel, Tcfceira e Fayal,
I escuna porlugoeu .Innunlr. capillo Manuel Au-
gusto Machado, sabe com brevidade: recebe carga
dolo e possageirof quem pretender, dirija-se
(lliveira Irmaus A. Companhia. na ra de Apollo n.
I i, ou ao leferido capilao, na praea do coininercio.
Para o Aracaty
aegne em pouco dias o hem rnuhechlu hiale Capi-
baribe, mestre Anlonio Joa \ launa : para carga e
passageirua, Irala-se na na do Vigario, n. 5.
CEAKA', MARANHAO' V. PARA*.
(I briguo escuna nacional Graciola, ca-
pital) Mendo, salina' em poneos (lias por
tera maiorparte da carga engajada :pa-
ra o reatante e paitugeiroe, trata-eecomo
consignatario .lose' Baptista da r'onieca
Jnior, na raa do Vigario n. \. primeiro
ailar, 00 COmOCapitfiO, na prani.
Para o Rio de Janeiro.
Partir por osles das, a bom conhecida escuna
Galante Mmio : linda podo recebar nlgumi cor-
ga, o ..cravo. a hole : a tratar Com Jn.in Anlonio
da Silva Grilo k\ Companhia, na ra do \ igario
u. 1.
Para o An a porto Intermedio, segu vta-
goni nosles pouco dia, a lanoba nacional Esprrun-
ra : quem uclla quzer rarrogar. ou r de paaH-
goin, enlenda-se com Coidiu A Amorim, na ra da
Cadea do Becife, loja n. 511.
amargo,
MO, dll
neopaui
, e mull
Aiilol
III de mil
Cinco Pi
adiado,
ra da (
-liiiu
(litu
dito enlri
de canalla, c para o
i, diada India, cale
i* mib genero do pab
ralo.
labro perdeti-se da ra
una*, un allinelc de
quoreudo entregar a
ordia,
10 da os
LEILOES.
Oiiintii-fi'if.t. 3 de novembro, na roa daCruii
n Ki'i'ilv. wKunilo mular da esa n. H, Htenle
Oliveira f.11,1 WAo de iiihi ClCOllenlc iiioImIi em
bom MlndOi e do mollior bjmIo, consitlindnem lid-
Im c.iili'inis, sufas, ConSfllO! Itonui. iiiph- rodoiid.i.
o de Joro, ludo de Jacaranda; lollele, conimodaa,
iiiuihi-iourii, in;iii|ur/,,i-., ia\!> i>s. cabidc para
elMpot um ptimo lellu para caandoi niolde.irran
ce/a, una eadelrlnha de armar com ealiii o oulroi
frlfgm reitoa de ditTtranlta madeiru; nuogu da
vldro, lanlernaS] InmpeBo da eacadat eapingardaa
de doui ramios, dlvenaa obran de nraUemulloi
uutros (dijeclm: un indicada rana e rua.
Leilao' de batata.
no arma/en. defroille ^ alfaiuli'a, a xuilade du
comprador, (|uiula-feira :t do corn-nle.
Sexta lelra i do corren-
lea as II lunas da iiiaiiltj,i
o agento Antones faro le*
lio en ieo armaiem, rua
da C.rti 11. J.'. de trastes
de fdivereafl qualldadet,
ooomalindo em cadeiras,
mesas redondas, Mntoloa,
fiiarque/as, commodas, lavalorios, suarda
earlelreii secretarias, loucadores espellio*i,
apparellio de loui;a para janlar, cnndelal>ros, lanler-
11.1*. caodletrOJ para meio de sala, <| 1. <11 <>- diversos,
ele, una porcao de chapeos de palha da llalin do-
lirados o s ti tzelos, para homens v meninos, charulos
da Baha. aapiofardM para cara, ohra pianos, com pouco uso, oulros imnlo- objeclos
que sero veiitlidos a ipiom mais der.
(Juarla-feira 2 de noveinhro, as 10 horas, cm
poni, no l.jd da alfandeua, liaveV leilao que fa-
/t-hi a viuva Amorim <\ Filho. em lotea a voulade
doa compradores o por lodo o preco. de :H rolos rom
fumo milito superior.
softs,
louca,
AVISOS DIVERSOS.
Alnga-se um grande nrmazem, na rua do
Itruiu : quem precisar, enlenda-se com Joa Anio-
nes 1i11im.1i.il- : na rua de Apollo 11. :n.
A pessoaque aiiiiuucioii, querer comprar um
silio perlo da prara, queira dirigir-sen roa doQuei-
iiiado, loja 11. -', que se inl'iu m;n .1 quem vende.
DesejA-se saber aonde esl morando o Sr.
Achule dn,Ullavail, cheu.ido do Kio de Janeiro ,
no voDor Secern, para ser (irocurado.
Prccisa-se de una ama seecn, pora Irntar de
menino : na rua do Cabug n. ', loja de Peres &
Vaaconeellfla*
Oabaixoa-isiirnado, lerreirosupplcule dasuh-
deleuacin da freguexia de S. Fr. Pedro lioiicalveit
do Recife acha-se em ejercicio, e as sua audien-
cias coulinuain a (cr lugar as Ierras eneilas-fciras,
as 10horasdajnanhaAmi; .Intunio Siqueia.
quina oonfronto ao boceo da Remella, que aarage-
iiciosamentearalilicado.
' Precba-ede urnaescravapreU, queeeja bem
linijia, para o servanle una caM ealrailgelra : nes-
la lypograplia se Jim quem alugfli
MOFIKA.
Perganla-oe aoSr. juli da Irmandada das almas
la m.iiii/ du Corpo Sanio, por queraxao S. S. nlo
fe/ mesa para eleloSo no dia I.- de novembro, como
determina n coinpromlOi anoMi de ler-ae reunido
varios iinulos.(t inniio reino,
Preclaa-M aluwn urna ennua quepeffueem
mil a mllequinlicnton lijlos dealvenarn uronM ;
e tambem so alngam um on dous canoeirm forros
ou captivos naroaeraniempregadosem roiuluccainie
lijlos, (|us Remedios para osla praea : os preleii-
dentea podem dirgir-se i rua do Quartel de l'oli-
cia, patlaria n. IS. qne acharan com quem Iralar.
1 ::::..: $ .;-.'..": -'"
? Na roa do Hrum n. SO, sea.....M andar. SJ
H precian-as de urna criada praoMrvicooeral U
.':' dr CHO, menos ir a rua comprar: quem qui- ';
.*-;; /.er, leudo as qualitlatlis nt*ce--aiias. e dando $fP
&*Dador a sua conduela, podeni dirgir-se a fij^
pi mesma casa para ajuitar-ae. 5C
&:.;*:"- nmm ;* eff#i
Pede-se ao Sr. subdelegado do Poco da Pa-
nella, que lance-uas vistas de pledade para urna
ladroelra que se faz naquella povoarJo de rifas do
IOrf.obifbele.com o que nheiro los pobres da me-ma povoanto; poisas rifas
ealfto positivamente prohibidas. O vigiado !'<'>.
Oftcitasdo gabinete porluguez delei-
tura
A direcloria de couformidade com os reuulameii-
Io da aaaoeMcfiOt manda faief publico que loram
oflvrladaa a bbliotheca dogabinele.aflobraiaoguln-
1 es pelo- lluus. Srs.: Dr. Anlonio Jos Coelho de
l.ou/ada Hecherches sur la priorii de la dcou-
verle des pavssitticssur la cote occideiilale d'Afri-
qne ou de la cap llorador, etsm le prouns da la
ciento ftographiqui', aproa les naveflvUot* des
Purliignis du I." scete ; par le veconilu de Sanla-
i*jii; Pars I8I61 l lol.Quadroelencenlar daare-
lacOea polticas e diplomticas ir Portugal, com aa
llveraai potencias do mundo, pelo Sr. visconde de
Sanlarem Paria is"), i> volumes: corpo diplo-
mtico pnrliigue/, pelo visconde de Sautainu ; Pa-
rs lK'tli, I vni uni.Sebaslo Jos. Itibeiro de S.
Catalogo ilos roanuacriploa da Mblioiheea publica
KImiiciim', por Joaquim lleliodoro d.iC.onha .viva-
ra. I voluine ; JoN l/iiloro Pcreira dos Reis.
(.hefs d'u'inrede Vollaire, ." \ol.Memoircs el
correspondence ondirlc du ural Duuiourie/, -
vol.loes de las Simas par CharleaNodier, I vul.
Eulalie Pontois, par Fredcric Soull, I vol.
Fernand. par JulesSandian. I vol.I.a Florido,
par Merv, 1 vol.Le Sebelliste, par llcnrv Mai-
iin,2vo. A direcloria em 1......o do toda a -.o-
ciaco, mullo agradece as mencionaiftiolTerlai, com
especialidadoaos dous pilmeiroa lenhorcs, que sen-
do residenli'H na cidade ile Lisboa, juLaram digno
deaualembrancaogabiiwte nortuguei de leitura
nesla cidade. Pernambuco ii de oulubro de IV. .
Manat ./. la Rocha* segundo secrelario.
Viclor Lasue, leudo de facer mna viagema
cidade da Rabia, antes de semiir para a Europa,
dola por scus procuradores: cm priineiro limar 10
Sr. Jos Joaqiiiin de Olveia I.oiiimIu's, em secun-
do aoSr. Manoel Franclaco Son/ Santos, c em ler
Ceiro 0 Sr. Joan Smiiii. comiiodere bstanles para
substituir na gerencia de sua casa.
O abolso asaignado mudou sua residencia para
o Recife, ruu to Trapiche 11. 17.
Jote Antonio 4t Sonta Machado.
Aluga-se a loja do sobrado n. 1S, na Trcmpe
com bous cominodos |iara morada : a Iralar no mes
mu sobrado,
II Sr. jMquim de Souza Main Irin urna carta
viuda do Maranlulo, no escriplorio de Manoel Igna-
cio de (tliveira, na prara do liorpo Sanio n. (i.
O abai\o assiguado Un scicnleao re-peilavel
publico, que desde o da 4 de abril do corren-
le anuo muduu o seu noinc de Joaqnim Ma-
chado de Albuquerqiie Lilis, para Joaquim de
Si Cavalcanli Machado de Albuqu.-rquc, vislo ap-
parecer um seu primo com aquello nome, afta M
enlcnda que algom papel que appareca com o nomo
Lin-, leja 00 aiinunciaiite, e para liaver leparaclO
desle para aquello Lins, declara o aballo antena*
do, que he lilho legitimo do alferes.Francisco Ma-
chado dos Reis e Silva com I). Marianna Cavalcan-
li de Abrcoe Lima, c aquellc Lins be lilho deon-
Irov paii.JuatfutiH de ,S ('araktinli Machado
dr .illnn/iiei't/nr.
Alu^a-se nina caa com L'i.indes ronunodus,nu
Mouleiro ao llo da igreja deS. Panlaleao : i^uem
prelender, dir|a-se rua eslreila do Rosario n.
30 A.
Sabbado, 5 de novembro, lem de ser arrema-
tado por venda, linda a audiencia do |)r. juizdoci-
vel da segunda vara, por ser a ullima praea, um
grande sitio com milito boa casa, no lugar do Cal-
ieireiro, peuhorado ao casal de Luir Jos de Sam-
petoi
Na na do Colovello u. 107. armam-ae bande-
jas com ricas armacOe* do torrlo do ultimo modoUo,
cheundo agora, com superiores bolinhoa do lodas as
qualidadaa para rh, fraceze, rom lodooaceio
delicadeza : na indina casa l'a/eiu-se bulos, e po-
dios ile lodas as qualidades, edoces aaeeoa,
Precisa-M de urna sala ou um quarlo, para
hornem soHeiro,emqualquer das roas do Recife:
na rua da Cruz n. 17, refiuacao de assucar.
Precisa-w
urna
llar por delra/ do muro da Penha, sobr
frenle para a rua de Santa Cecilia, n. 2f,
lotera do rio ni; janeiho.
Ao 20:000,snon r.
Na rasa feli/ ilo i|Oalro finitos da ruado Qoei-
iiinilu 11. M. i-M-lo a lisia da lult-ria do Bosariis que
correu no da 27, e lambem se recebem os bilhete
premiadus rm troca do do Riu do Janeiro, que de-
ve vir a linta no dia 3 a 4.
O mrtires pernamlmcaBO, victimas da II-
berdede, au dua revelaf e'ae mi salada em
1710 e 1817, por um loso pemaoabacaao (|o
padre Joaqnim Das Martina.)
Acaba de sahir a lu a primeira parle desle im-
l'oi t.inii- e curioso Irahallio, al lioje indito, lie a
tiiograpliia de lodo o pariiarubucano preeminen-
te que on 11.ii.mi, ou ilequalquer modose compro-
nietteran un revoluto dos mscales, e na da pre-
tendida repblica de 1817 escripia as acc,oe
de laes liomen no silencio do Rebnele, por um pa-
dre ilus.....i. dia, e que anda licmtem conhecemo
Indo na conarefiarso du oratorio de 8. Filippe Ne
r>. como um do ullimos, e mal aalimavei mrn
bros densa voueravel ca. O padre Joaquim Dim
delta-nos ver esae caracleret lu severa com que
ns encara, dwenliando-os a srandes Iraro; e lero
elle sem duvida um urnnde mcrrcimenlo para a
posteridad, quandnos liouver de julgar serne :
o desalinhu do hislorador.
N qut-iiudiccionario histrico nflo diu.i res|>eilu de mais
ou menos perlo, e n quem por isso uo inlercsse vi-
vamenlc : rniilem milis de tiUI arlRos.
Acba-sc .i '.ciiil.i no pateu do Collegio, otllcina de
encadernarao.
J. Keni; Beroard vai a l'araliiba.
Pivcisa-te de don olliciiie de ta-
noeiro: na resiilurfio do Franco. na praia
de Sania Bita.
Precna-ee de urna nema para lods o'airvie/a
de casa o rua ; qut-ni a qui/.er aludir inensalmcnlt-,
dirija-se a rua Anguila n. 40, ou aimuiicle para er
procurado.
O abaixo aarignado, lando raodklo o seu lio-
li-l denominadoda Barrasilo na rua do Trapi-
che, rasa n. >, com a entrada pela rua ilus'lanoei-
ros, e lendo-lbo lirado una urando parte do ob-
jeclos qne ao mesmo perleiiciam, como sejam: sors,
cadeiras, mesa, louca, ele. ele, ull'crcce-os a ven-
da a quem os prelender, e us dar por proco asss
ciiiiiipiiiIo.Menilonra.
Alum-se mu prelo \elbo, que seja fiel: na
rua do Trapiche o. M.
Arrcnila-se ou vende-se un Imiiii siliu. na re-
^ue/ia da Vanea, com bom banlio no rio de C.api-
baribe no riiuilu du sitio, boa casa de vlvendl e
miiiiIii nova : a Iralar no Mglindo andar da NN di
rua do Apollo ii. I.">, al o meio dia, c desla hora
em dianli*. no lieccodas Barreias.casa da viuva do
rallcriilo Joa Antonio.
lin miieo, hrasileiro, de bous coslumeso rt-
cellenle conduela, do que dar conlierimenlo, olle-
rece-so paia caiveiro em qiialquer e.tiihelecimen-
to, excepto laherna, e pretende desempenhar com
aptidao usobri^ai.-cs de que o inciiinhireni.: na es-
quinada rua do Cabuiz, loja de Lisboa A l'anasco.
Aluiza-se o irnUBam e lerceiro andar da casa,
ii. da rua do Ajnorihl \ a Iralar com o prnprielaiio
Anlonio Joaqnim de Soma Itibeiro, ua rua da Ca-
dea, ii. IS.
O abaixo assRiado, anligu aueule do lir.
li (indi o ti. com tmla sulislai.-Ao la/, scieulc ao respei-
lavel publico, que pala brigueantoricano ii'm. Pee-
r, enlrado uo coirenle mez, ha recebido um novo
provimenlo de plulas vegalan ; esia pilulas, cujo
autor baila para garantir sua etcellencia, lornam-
se milito lecoinmindaveis por ser um iiiediraiiienlo
inleiramenle inollen-ivo, pudendo appllcar-Mal
as criauras ri-sceui-uascidas ; ulliniameiilc se lem
applieado a nina iulioidadc de inoleslias julnadas
inruraveis. de cuja ap|ilirai-iln se lem lirado tan fe-
Uzea resultado, que punce cidl V0I mais resolvido
o proMrma de um rentadlo universal. Ao aiinun-
cianle cabe a loria de -.sseverar ao puhlii.....loe a
dila pilulas silo vendida ua ruada Cadea Velha
n. 61, botica de Vrenle Jos de llrilo.
Quer-aa vender o llio do cha livrc de mos algum : quem se acharrom al-
gum direilo, o pile anoanelir por esle Diaria, no
lermode x .lias.
Precisa-te de um bom coiinheiro, prelerlndo-
e prelo loim ou o.i.,-,,,, para can wlringaira : ni
rua da Cruz, li Ul.
' \S! |.|'|!|(l lllliif.lll'U'liil.. g
^ Gratuito para os pobres. u
Solleri/e.rua do Trapiche Soco numero 14. R
H lili. I.ASANOVA lem .iberio u-eiicon- ffi
.V siilloro no llecife, onde pollera ser procu- |?
-.^. i .i. a qualquer hora do dia. u?
N. B. As pessoas (pie nao loreiii pobres, j*
fl pagarlo pelo Intmenlo lie S ntuOO r
53 i nao aieedando de dous me/e. ) _____
Precftta>to do uma lavadouTatqoeiaveueDarella,
pagando-fo por inaii doooaluina a roupa de linuuin.
coni lano que ella de liani.'a wtbro a roupa que
deitar fra : ua na Au_ i-i.i u. '<'< defrunle do cha-
Caris.
Di-aa una porfi do callifa, e vende
de quanldade do lollof da lapaojoulo, j
n.i rua du Uuia u. (.
Casa da uericao .
0 aftridor podo om paasoaa Inioroiaadaa. que an-
pareoam quaolo .mies, pola ella eali niompio a dar
expedanle lodos os das uleis, das 9 horas da ina-
nliaa,as ida larde: na rua das Aguas Verdes n.
I.OTi:itI\ 110 RIO III- JANEILM.
Adamete a venda otbtllieteida lotera
12. do llicsouiu pulilicu: a lisia deve vir,
pelo vapor a ou "> do prximo mez de
iiiivcMilnii ; ns preioioi SerSo iiajjos lu;o
<|iie Se li/.cr a dislribuiri das lisias.
Pracisa-M alugar um Ihuii feilor, qua cnieu-
da de hiirlalic.i e plautaciln : quem nesla ci-ciuns-
tancia csliu-r. dlriJa-N I rua ilo Vicario n. II.
Iliiminuns Ju. Marques, sollirilador doa au-
dllorioi desla cidade, mudou sua residencia para a
rua do Colleglo n. 33. primeiro andar.
Alogl-sa o seuiindu andar da casada rua d
O Santos Lima, caiteiroda fnudicao do Sr.
Rnwinaiui. aluna par reata ou anuo uma boa ca*ano
foco da Panella, a margein do Rio Capibaribe :
juem a prelender, dirija-so a rua do Brum dila
'uodicjto, m. g, 8at0. ^^
igjagsacoosiiiS^igMR
Paulo Oagnoa, dentista.
Pode ser procurado i qualquer hora em
ua casa na rua larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
AVISO AOS SENHORB8 DE ENGENHO.
Alleii(a9a grande vantagen na moagem de can-
ii.i. |d(i\........iIomIo ler o tambores da moenda
perlelamenlo (orneados, oabaiio assiguado respeito-
siinieiilo lembra aos senhore do engenho que na
ua luiuiieao de Ierro em Fra de Porla se pode
perreilamcnle tornear de novo um Jogo de lambo-
re, e aparar e endireilar o denle da carreta *om
lana presleza, que e pode entrega-loa no meamo
dia, oMi.inilii -o asim o inconveniente da demora
do carro e o impale da moagem; aasim como que
a un-.ma iiin.ic.iii ,e ai-ha sempreorlida, nlo 6 do
novas moendasde diversos lamanhos o modelos, ce-
nan lambem de roda dentada, lano para agua,
como para animar de todas as proporcos, a saber:
volla por volla, volla c quarla, v'olla e lerjo, trolla
e meia, dua-. Ir, quarlro volla,-ele, ele.,* por-
t.inlu que qualquer senhor de engenho querendo ao-
celerar a sua moenda, a flm de moer mais canno no
mesmo lempo, ou relarda-la, a flm de eepremer mai
liquido da mesma caima, pode sem demora escoltar
a rodas compelentes. Fundido de Ierro na rua
du Brum passandoocharan------D. If, flouman,
ngenlicirn.
tie* @S9*1
V Prccisa-se saber onde mora,nesla cidade, o
H5 cm-respondenle iloSr Manoel Bczerra Pcrei-
# ra de Araujo Bellro, morador em Cruangi,
W aiim de se entregar uma caria para o dilo i
>) senhor: annuucie. i
*** ** *
aviso .ii mineo.
A segunda ediccao dos primeiro elementos para
lieos do Ciro civil, mais bem corrigida e acrescenta-
da, nao s a respeilo do que allcrou a lei da refor-
ma, como acerca dos despachos, nterloni lorias e dl-
linilivas dos julgadore obra casa lio interessanle
aos prlncipianle cm prallca que lhes servir de lio
coiiiliii-lur : na praenda Independencia n.6e8.
COMPRAS.
Compram-so escravos, e vendem-se, recebera-
se ile cuniimssao, lano para a provincia como para
fra della;ua rua dosQuarteis n.i4, seaundu andar.
Compra-se um relogio patente inaler, de ou-
ro, com as compeleulcs cadea no alerro da Boa-
\ i-l.i o. 60.
Compra-so cITecliv.menlc papel, diario, a
:I>-Jtm a arroba : na rua larga do Kosario n. 15.
VENDAS
-se gran
servidos
Caes, e o quarlo da rua do llrom, em Fura de Por-
tas, perleneenlea a I. A. da Cunha ,\ Compauliia,
ua ruado Vigarki n. II.
Bom negocio.
Alugn-aaa con que leva taberna, na rua do Cal*
deireiro, esquina do hn cu ilo .Monten o. a qual lem
armaran, e esl livre da imposlo, por preco mulo
coiiimoil'i. por ser independenle do reslo da casa,
c ojjercca muila vanlagea por lar perlo um desem-
barque, e j eslar ha mudos anuos afregucad ro-
mo liberna! U prara da Independencia, Ijvraria
n. ti e S
Cusa de commiMo de escruvoq, nu rua
larga do Roiario n. i-1, segundo an-
dar.
Nesla rasa recebem-sc etrravo por commiaalo,
para serem vendidos por conla de seus senhore,
afliauQaiido-so o llom lialaiiienlo, assim romo a se-
guraura dos mesmo; 11.10 ce puupaudo 1,1.100- pa-
ra que o mesmos escravol uejam vendidos rom
prompliilno, .illm de que seu teiihore uo -mli.....
empale com a venda doli-.
Precisa-se de um rozinheiro forro ou caplivo,
para 11111 cmienlio dislanlc ilesla pr(,-a 7 leguas
dirija-sea rua Imperial 11. 7 na fabrica deviuagre
AluuaJfce o aruiazeui, 110 qual semproteve la-
herna. e 110 mesmo lem annar.o: no paleo do 'l>r
on n. l:l'i. a Iralar rom o seu proprielario Joaquim
Lope de Almeida.
Rodas de mudeira para carro.
No alerro da Boa-Visla 11. 95 lem sempre un
snrlimeidu de rodas de ludo o lanianho^antodenia
drira da Ierra como de lora.
No paleo da Kibeira de S. Jo, loja do sobra
don. 15, lava-so c engomma-so, com mulo asseo
e perfeiqito, por prejo raioavel.
ATIENCAO, l'MCO DEPOSIIO HBSS
CIUAUE.
Paulo liaianoii, dentista recebcu agua denli-
frice do llr. Fierre, cala acua conhecida como a me-
Ihor que lem apparerdo, ( o lom miiilus elogioso
seu autor.i lem a propriedade de conservar a bocea
cheirosa c preservar da dore de denles: lira o
oslo dcsauradavel que d em geral'o charuto, a!
...iiiii.o. iii.i. ih-1.1 11 mu n.|io d'auua so -ullicien-
les ; lamlioni se arharil p denlifrice relenle para
, ,11 ci.ai.i.i dos denles: na rua larga do Rosario
n. 36, csuudo andar.
Manoel do Alraeidn Lopes, rom casa de
consignaeSo de eicravof, na rua dos
Ouarteii n. 2i.
Nesla raa rccebem-seesrravosdeconimisvio pa-
ra se vender, lano"para a provincia como para lora
ilella, por conla de seu nonos; alllan^a-sc o bom
Iraliimenlo e eguranca do- mesmos ; e lamben)
ouiora;:> -o e pagani-se kem, agradando. .
Estampas de santos e santas.
Na loja de miudeza da rua do Collcgio 11.1, re-
cebeu-se novo sorlimento do seaoinle nome do
santos e santas, cm punto pequeo e grande : Noa
Sinhora na radeira. Desciment, Sania Mara pa-
droeira das boas Jlaia. S. Jos, Santa tioia, No-
sa Scufiora du Carino,Anjo da uusrda.meirno Dos,
S. Vicente de P. -aula taiuilia. S. Pedro, Sania
There/a, Jesiisderendendo a mullier adultera, San-
la Francisca, Nossa Senhora das llores, S. Joio
Baplisla, S. Jollo baplisando Nosso Senhor, sanios
corarnos de Jess e de .Maria, Senhor da canoa ver-
le, Jess e a Sjinarilana, Nossa Senhora da Concei-
lo, Jess 00 llorlo, Kessurreii;llo, S. Sebasliao,
Sania Anua, Sanio Anlonio, Santa Jnaiina, Nossa
Senhora do Rosarlo, Senhor Cruvillcado, S. Miguel,
Issuinpcflo de Nos-a Senhora, Sania Hila, S. I.uia,
Nasriiueiilode Jesos, Jess Maria eJosii, S. Fran-
cisco, llainlia dos aojo, S. Nicolao, Jess andando
-obre asininas, No'-a Senhora da i'icdadr, Nossa
nhora do llefugio, S. Manoel, Sania Aletandri-
. A-umpcilo das Ires sanias virueus, Nossa Se-
ohiiia Auxiliadora, S. Pedro S. Paulo c a aroja,
Sania Anlonia, Sania Asoslinha, Sania Dionlzia.
.No-,1 Senhora di UUericordia, Sania vrgemdo es-
capularlo, Sania Vernica, Sanio Aflbnao, Sanlissi-
ma 4'riiidade, Sania Marrelina, Sania Ciiridadc, o
Senhor preso, Sania Julia. Sania Carolina. Sania
Emilia, aua Senhora du llom Cuo-ellio ; aleta de
oulros miiilos santos e sanias, assim como, u calm-
udo do calvario, ou a 14 eatacoe da Cruz,
vernica dos aeguinle nomos de santo e
sanias : S.Miguelc 11 inedallia inilagrvsa, .Anjo da
uiuirdu e a inilaurosa. S. Fraucisco de .\ssis e o ali-
jo da guarda, Nossa Senhora das selle dore c o
Cruvilirado, a virgen anteado parlo, no parlo, rao
depoi do parlo. Nossa Scnlioro da ConcoicJo, San-
to Auna, Santos roracies de Jessc Maria, glo-
111 ios Mirados coraron, o sania Maria concebida
sem neceado, Nossa Senhora do llom Soccorro e da
3 I Boa Morlc.
AOS ESCOCEZES
de 200 ris.
Na roa do Queimido,lojl 11. 17, ao pe da botica,
vendem-se lisrados cscoce/es, l.ir-o-, de padres
modernos, fa/endas linas c Cores litas a '2110 e --H
ra. o covado ; nnlm como, um completo sorlimenlo
de sedas lisas ela\ radas, branca, decores, edequa-
dros esrorezes, da ullima moda, por preco mais em
roula, do que rm oulra parle, para chamar a alten-
cao do bou Iregoatea.
LINHO E SEDA
a 2,000 rs.!
Na rua do QueimadO, loja n. 17, ao p da botica,
vcildemne ou lrocam-e pordinheiro, cortes de col-
leles de irorsurao de linho o seda, padroes moder-
nos a 28000 rs. cada um.
Rolachas, a 3,200 e 2,560 a arroba,
na rol lalM do Hosario, padaria n. 4H.
Vende-se urna cscrava moca, e do boa llgura,
quccozioh o diario de urna caa, cose c engoiu-
mu solliivelinenle.
Vendc-se urna cscrava nino.i. crioula, coziuha
o diario de uma casa : na rua da Palma, penltima
casa do lado do pocote.
Vende-se um cavallo prelo, novo, bom anda-
dor, kVi e galope, sem achaque algum, -multo
manso e aniego : na rua do l.ivramenlo, padaria
o. .t.
Vcude-se um sitio, ua estrada do Arraial,
chamado casa ainarella, com muila boa casa de pe-
dia e cal, c inuilos commodo. bem plantado, di-
versas fruleirn a alais do mil p do anan, lendo
no fundo um riacho rorrele, que serve para ver-
duras : quem u pretender, dirija- a praea da Boa-
Visla, laherna n. i.
Vende-se em rasa de Deane Ynula & Cumpa-
nliia, na rua da Cadela Velha. reloaios ingiere, do
ouro, de palele, tanto do hoineni. como do senhora,
da um dos mclhores aulores de Liverpool.
Yende-K o engenho S. Anlonio, silo na fre-
goeziade Aaua Prela, urna leaua disimile da res-
pectiva poxoar^o, cshi mneiile e correle, ehedo
eslraordiliara produrcio.iiegoca-socommodameiile
e aceila-sc aluumas desolirigas: Iralao com o eu
propiel.uio, ua mesma pn\oai;Ao de Agua Prela.
Meias barrica de lariiilia llaltimoi-e, a
8.V00O n.
vende-se na rua larga do Rosario, padaria n. 48.
Ka rua das Cruzes n. 22. vende-se um cra-
vo rabr.i. de 20 anuos, de bonita llgura; um dito
iU Cosa, de boa figura, proprios para armaaem de
assucar; uma prela quilandeira, que paga 400 rs.
por dia. coziuha o lava roupa.
Ycndein-se missaes, de boa cncadcruac.tlo o
novoi: na ral doCahuga, loja n. 6.
Yende-se agua das Caldas da Rainha, ouie-
Ihor conforto que ha para rarliflear o oatamugo, a
Sara o rheumalisino, c oolras mais molclia : na
olira de Ignacio Jos do Coulo, na Boa Vi.la.'
Vende-so uma caiiinha para desenlio, com
um livro de figuras : na rua do Calnui.i, luja n. 6. '
FAKINHA DE MANDIOCA A tfW RS.
Na loja ii. 2G,da rua da Cadeiu.esrjni-
na do beceo Lai'jjo, vendetn-sp saccas com
farinliii, milito lion elorrada.a 4^300.
PRELO DE LISBOA:
Vendo-s farelo de Lisboa, mjiilo su-
perior, (llegado agora no [)all)ol)0tc l.u-
/iluno, por prerjo rpininodo : na ruu do
Trapiche n. 16, ana/i-in di-llantos li-
mos.
DEPOSITO DE CAL E l'OTASSA.
Na rua de Apollo, arina/i-ni de Leal
llcis, tem superior polass do Kio de Ja-
neiro, e dr.i, cliegada no iiliiii'> navio, tudo a
preco ruzoavel.
Veiide-se nina bonita neginlia, de
"i anuos, milito esperta, e propia para
se ti.ii a iiiiui menina: ua na da Cndeia
Recife, loja n 50.
i


lalk-a.
!UJL......'U.1.
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NOCOV^l'LTOaUO UOMKOPATIUCO
III. P. A. LOBO MOStOZO.
Vende-se a melhor de ludas a obra de mediciua
homcopalhioa Ey O NOVO MANUAL DO DR.
llr. P. A. Lobo b|escoro: quatro voluntes enrader-
nados em don*. 2lfrJHXl
0 volwne contando a pathogenesia do 144
mcdiramenlos que nflo roram publicado* sahira mul-
to breve, por estar muito adundada aua imprcusAo.
Diccionario dos termos de medicina, cirurgia, analn-
rni, pbarmacia, etc. etc. encadernado. 18000
lima carleira de'I tubos, dosmelhore e mais bem
preparad glbulos homeopathieo non as duaa
obra cima.........liWXK)
lima dita de :16 tubos com as inesmas. 1SJ00O
Dita, dita de 18 tubos.......SOBOOO
Dita de 144 com ai ditas......1004000
Oarteirasdo 21 lubos pequeos para algi-
bira............1O80H0
Dila de 48 dilo.........20-5000
Tubo avulsos de glbulo...... IsOOO
Vendem-e pianos fortes de superior quallda-
de, fahrirados pelo niclbor autor hamburguez ra
roa da Cruz n. I.
CALCADO BARATO.
Vendem-rse buiinx francezes de be/er-
ro, para liomem, a 7'000 rs. o par; bor-
/.eguins elsticos, a 7.s'200 rs. o par ; di-
tos de botoes, a7s00r8.;botinsda Prus-
sia.aCsOOO rs.; sapatoes de lustre, para
liomein.a ii'GOO rs.; ditos com salto, a
-iSOOrs.; ditos para dansii, a3|200r*.:
no aterro da Boa Vista, loju de calcado
ii. 58, junto ao selleiro; advrite-se (|ue
todo este calcado lie novo, e que a vista
dos precos niodeixarao de comprar.
CAL VIRGEN DE LISBOA.
Vende-se cal nova em pedra, chegada
lioje no palliabotc Lusitano, por muito
commodo preco : na ra do Trapiche n.
15, armazem de Bastos Irniiios.
Vende-se un resto de exemplare
da obra Uapliael, paginas da jiiv.cntu-
de por Lamartine, verso portugue-
/.:> de 1). Carlos Cuido v Spano : na rua
do Trapiche n. 1 i, primeiro andar.
Vende-se urna linda grrula loiirina: ua Cupun-
ga litio de Mr. Douburrq.
VENEZIANAS .
Aterro da Boa-Vista n. 55.
Tem um sorlimonlo de veneziauas com lilas ver-
des re lilil e de lila, rom Cala e aera ella, e se
roncera c se Iroca as novas por vainas, a voulade do-
ruraprailiir.
Vendem-se relogios de our, pa-
tente inglez, os melliores (|ue tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
lubricante de Liverpool: em caja de Rus-
sel Mellors It Companliia, na rua da
Cadeia do Recife, n. 50.
1 Diccionario dos termos de medicina, k*
cntrela anatoma pbarmacia ,
te. te.
Sabio i lu esla obra indispensavel a todas
s peawai que se dedicara ao esludo de
medicina, Vende-se por 43 rs., encadorna-
dii. n cunsullorio do llr. .lloscozo, rua do
Cnllcgio. ii.2j, primeiro andar.
Cobertores escuro,
do algodo. a 8110 rs. ; dllot aiDKM a encarnados .
minio grandes eencorpados, a I8W10 rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que vnlla para a Caricia.
Vende-se vlnho da Madeira de superinr qua-
lidadeeiiiqu.irlnse oilavosdepipa, por preco roin-
inodo: ao amanta da N. 0. Biabar & Companhli
ua rua da Cruzn. 4.
Vender- em casa de Me. Calfflonl &Com-
panliia, na prara do Corpo Santn. 11, nsegiiinle:
vinbo dcMarseilloeiu rai\asde :i a Ii em novellos ecarreleis, bren em barricas inuilo
grandes, aro de nrilaosorlido.ferroinlez.
AGENCIA
Da Fund cao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Ncstc estabelecimento continua i lia-
ver um completo sortimeiito de nioen-
das c rucias moendas para engenbo, ma-
chinas de vapor, e tai\as de Ierro balido
e coado, de lodos os tamaulios, para
dito.
AOS SEMIOBES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do l)r. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e bollande/.as, com gran-
de vantagem para o mellioramrnto do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com 0 methodo de empre-
ga-lo no idioma portugue/., em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Crac, n. 4.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cuaba & Amurim, recebaran pelo ullimo navio
de Lisboa barris com 1 | de superior cal era pedra
para o fabrico de assucar, e vendein por menos que
em oulra qualquer parle; e para fechamcnlo de coa-
las um rstanle de polassa americana: na rua da
Cadciado Kerite a. 50.
Vende-se um lindo niulatinliu vindo de tora,
com 8 a 9 annus de idade, sem riefeilo : uu aterro da
Boa-Visla n. 60.
TRIESTE-SSSF.
He receucliegado um carregamenlo da verdadei-
ra farinba de SSS ramiulio, e vende-se por mdico
prego i no escriplorio de UeancYuule & Campa
nbia, ou nosseus arma/.ens nobecoi. rio Uoncn Ivs.
Agencia da Edwla BKa w.
Na rua de Apollo u. ti, arnia/em do Me. Calmnnl
A; Coitipauhia, acba-se coiislaiileinenlc bons sorli-
menlos de laixas de ferro coado e balido, lano ra-
sronlo fundas, moendas inetiras ludas de ferro pa-
ra animaes, agua, ele, ditas para armar em madei-
ra de lodos os (auiaubos e mudelnsosiiiais modernos,
inacbina borisonlal para vapor com forra de
tcavados, ci'icos, passadeiras de ferro eslanbado
|>ara casa de purgar, por menos proco que os de so-
bre, escov eus Jiara navios, ferro da Suecia, o fo-
Ibasde flandres : ludo por barato prero.
Deposito da fabrica de Todos os Bantos na Baha.
\ende-se,eoicasa deN. O. Ilieber &C, na rua
da Cruz. n. I, alaoda Irancado d'aquella fabrica,
muito proprio para saceos de assucar e rtiupa de es-
cravos, por prero commodo.
Tilo pelo, lavrado, a 500 rs. a vara.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
aCadeia.
ROB LAFFECTEL'R.
II mii'it nulnrimdn por deei/o do eontelho real
e decreto imperial.
Os mediros dosbospitaes recommendam o arrobe
LaHerlcuv, como sendo o nico aulorisado pelo gn-
varnoc pela Beat Sociedade de Medicina. sle me-
dicamento d'om goslo agradavel, e fcil a lomar
era sccrclo, est em uso ua mariuhn real desde mais
de titl anuos; cura radicalmente eln poucolempo,
ii>m pouca despeza, sem mercurio, as afleccoes da
|ielle, impingens, as consequonnas das sarnas, ut-
reras, e os arcllenles tos parios, da idade critica e
da aeriinunia hereditaria dos humores; rouvm aos
ralharros, da beviga, as eonlrarces, e fraqueza
dos orgaos, procedida do aboso das ngeccoe ou de
sondas. Como anli-sypbililiro, o arrobe cura em
ponen lempo os-fluxos rcenles ou rebeldes, que vol-
vein inoessanles sem fonsequencia do empicgo da co-
paiba, da culieba, ou das iiijeceftes que represen-
lam o virus sera neulralisa-lo. O arrobe l,aflecteu\
he os|ieclalinenle rerommendado conlra as doencas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio c ao lorlurelo
de potasio. Vende-se em Lisboa, na bolira de Bar-
ral, a de Anlouio Feliciano AJves de A/evedo, pra-
eu de I). Pedro n. 8S, onde acaba de cliegar urna
grande (Kircao de garrafas grandis e pequeas, viu-
das directamente de Pars, de casa do Sr. Boyveau-
LanVrlcuv IJ. ru Hicbev Varis. O formularios
dain-se gratis em casa do ajenie Silva, na praca de
D. I'odrn n. 2. No Porto, em casa do Joaquim
Araujo; na Baha, Lima i\- [nnaoa; em l'ernam-
liun, Siuiii ; itio de Janeiro, Horlia ^ l-'ilhus, el
Moreira, loja de drogas; \ illa-Nova. Jlo IVieira
de Magales l.eile; Kio-Grande, Vraacbco re Pea-
la Coulo iV L.
VfctJW d Porto saparlor leliorta.
Vende-e vinbo do Porto, superior feiloriii.em
liarris deoilavo.por ..1SO00 i, cada um :na roa da
Cadeia do Kecid n. 4, uroazem de Barroca df
Caslru.
\ ende-se overdadeiro ruin' anlecypnililicu M
Lalfnicur: na rua da Cadeia Velba o. til. bolice
de Vii cute Jos de Brilo. '
Oh que staelllecbe '
Na loja de Guimaraes & Henriques, rua do Cres-
po n. 5, ha um completo sorllmenln de raiuhrai as
de cor com barra, muilo lindos goslos, e de supe-
rior qualidade, pelo biralissimo preco de 2*000 rs.
o corle, com lOrovado; a ellas anles que se ara-
hCnOLEO DE LINHACA EM BOTIJAS,
vende-se em conta, na rua do Trapiche
Novo D. 16 ; a mesma casa cliegou urna
porefio de alvaiade de nova composico,
muito superior em qualidade ao usual.
vy\\%*9r:mno

DAVID WII.I.IAM BOWMAN, eiiaenbciro ma-
cbinisla e fundidor de Trro, mui respeilosamenle
annuncia aos senhores pruprielarios de enueiihos,
fazendeiros. c aorespeilavel publico, que o sen esla-
belecimenlo de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Brum passjindn orhafaiiz. conlina era
efleclivo exercicio. ese ai ha completamente montado
com apparellios da primeira qualidade para a per-
feila ronfeccaodas inaiores pecas de machlnrsmo.
Habilitado para einprehender quaesquer ulnas da
simarle, David William llowinan, deaaja niaispar-
tirnlarmpiile chamar a allenca publica para as sc-
zuinles, por ler dolas irande sorlimeiilo ja' promp-
lo, em deposilo na metala fundirn, as quaes cons-
Irnidasemsiia fabrica podeni competir rom as fabri-
cadas em pala oslrangeiro, laaloem prero romo em
qualidade de material primas e inai de obra, a
saber:
Machina*de vapor da melhor roiislrucan.
Moendas de caima para euiienluis de lodos os la-
manlios, movidas a vapor por agua, ou animaes.
Rodas de anua, moinhos de vento e sorras.
Manejos independcnles para ravallos.
Rodas dentadas.
Auuillioes, bronzes e cbnmaceiras.
Cav Uhoei a prannos de iodos os lamanhos.
'taivas, paroe-, crivose horas de fornallia.
Moinhos de raandiora. movidos a ma un porani-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de foaa e tornos de farinba.
Canos de ferro, lorneiras de Trro e de llron/e.
Bomba para carimba < de repase, movidas a
ma, por animaes ou venlo.
Guindastes, guinchse macaros.
Prensasbydraulicas ede parafuso.
Ferragens para nav ios. carroso obras publicas.
Coluranas, \ aramias, urades e porles.
Preasaa de copiar carias e sellar.
Canias, carros de ma carados de ferio, etc.. ele.
Alm dasiiperiuriilade das -uas obras, ja' neral-
menle rerouliecida. David William Bnwman aaranle
a mais evada conformidade com os moldes e dese-
nliiisreiiiellidos pelos senhores que se diguareiu de
razer-llicenromniudas, aproveilandii aocca.ia pa-
ra agradecer aos seus numerosos autillos e freaue/es
a preferencia cora que leni sido por elles honrado,
e assi'L'ura-lhes que aafi pnnpara esforcosedilii.i'U-
cias pai.l coiiliiiuar a merecer a sua ronlianra.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de Ierro de I). W.
Bowmann, na rua ilo Bruin, passan-
do o chufan/, continua haver um
completo sortimento de tai\as de ferro
fundido e balido de ."> a 8 [lahnos de
bocea, as ipiacs achani-sc a renda, por
preco commodo e com promptidao :
embarcain-se' ou carrc;:.uii-S(M'in carro
I
iifflfili
oiTO FaB 3 ^ ~ Z
,'SU -> rs"?
= ?S^ ;_ g 2f
o-i- S 9 =
llfliltil


lito = 3 3"? =
- n a =' rs '. I
7rrf = r i
'. '!"; -i----------1..... "' '
Na rua doCollegio, casa n.21,se-
gundo andar, vende-se um cediente es-
cravo, crioulo, bastante sailio e robusto,
proprio nara toffciequal^ner seivico, ou
para cnibarqiio, por ser de boa tigura :
trata-se das 9 horas da manhfta as 4 da
tarde.
A' CARIJO'.
M
S
i
M'in ilcspe/.a ao comprador.
00*00,
Vende-si'jessoem barricas.ebeeado iilliniamue-
le:cra casa J. Keller J| Cnmpanbia ua rua da
' rOTASSA SliERIOR
Vende-se por prero muilo com-
modo, no armazem n. de caes da
alfandega, de Jos'Joaquim Pereira da
Mello, ou no escriptorio de No\ars A
Companhia na rua do Trapiche n. 34.
Xa rua do Vigario n. 10, piimei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violo e llaula. como
sejam, ipiailrilhas, valsas, reilowas. si lm-
lickcs, tnodiiilias, ludo moderninimo ,
chegado do Itio de Janeiro.
VINIIO 1)0 PORTO MllTO FINO.
Vende-aesuperior vinbo do Porto, em
barra de i., .">. e S.: no armazem da rua
doAzeite de Peixe n. I 'i, ou a trabir no
ejcriptorio de Novaea >V Companhia, na
rua do Trapichen, 3i.
Veudcm-serelogios de ouro, pale-
le ingle/., por commodo preco : na rua
da Cruz n. "20, casa de L. Leconle l'eroii
V Companhia.
POTASSA.
No anligo deposilo da rua da Cadeia do Recife .
arma/em n. 12. ha para vender muilo nova polassa
da Hussia, americana ebrasileira.ein ped........har-
ria de i arrobas: a boa qualidade e procos mais ba-
rato! do que em oulra qualqtler parle, se altiaiicam
aos que precisaren! romprar. No niesmo deposilo
lambam ha barris cum cal de Lisboa em pedra. pr-
ximamente chcHilos.
Vendem-aelonas,hrimaS, brinso meiai lo-
nas da Russia : no arma/em de V O. Ilieber v\;
Compaabia, na rua da Cru/. n. 1.
Grande ortlmento de pannos anos c case-
miras.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno prelo, a 33000 a ;t*20
rs.; de ourelo branca, a .'IjllO rs.; dilo trance/., a
iS.VWeWRK)rs., c muilo superior, a liotKKI is. n
covadu ; dilo aial, a 3)800. :i?2ll c 11000 rs.. e
uiiiilo Imni. a 3>500n. ; dilo verde. 2^*00 e IJO00
rs.; curies de rasemira prela infeslada, a ^dOO u
BCOilOrs.; dila franccia edeedrde lodas a quali-
dades,-por pceo commodo.
' TAINAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Au'ora ro Sanio
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo ua entrada, e delimi-
te do Arsenal de Maiinba lia' sempre
um grande sorlimento de laicbas lauto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pxiucnas.
razas, e fundas ; e em ambos os logares
e\istem iptindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despe/.a. Os
precos sao' os mais commodos.
RAPE PRIMIEZA DE LISBOA.
Ni ru.itla Catlcia j-i 'te bsendltf Joao da Cunha de Maalhaes, \cmle-se a e\celleii-
le pilada dcsle T?\t, o mais fresco yue lem \indu,
pela galera Marr/aridu.
P0TASS\ ll\ RESSIA.
Vende-se superior potassa da Bussia, e
Americana, por preco muito commodo:
na rua do Trapiche n. I."), armazem de
Basto I ii n. mis
Cuiiiiiiua-se a vender inanleiga IngTU, nova,
a 100 e 1H0 r.; cha superior a 19760 c Iyj2(l rs. :
no palco do Carino, laberna nova n. 2.
Vondem-se duas bonitas prelas de 1S a 22
anuos, que eii^uniinain, eoilnaam, lavain, e muito
Imas vendederas: na rua lar;a do Rosario nu-
mero 21.
Vende-se muilo superior farinba de Sania
Cal lu ni.i. c S. Mallieus, medida avista do com-
prador : a bordo do briuue brasileiro Midas, fun-
ileadoiicrto da AJTamJeaa.
DOCE UK BACORV.
Chegoa reienlemente do Maranlio urna pequea
por^o desle delirado doce, o mejhnr que ha, lano
pela sua escolenle qualidade, como |sir coaservAr-
ae por muilo lempo em lerfeilo oslado: vende-u-
cra cana do Fonle & Irmao. ua rua da Cadeia Velba.
No acaando andar do .obrado n. I i, na rua da
Cadeia de Sanio Antonio, venilem-se coeiros borda-
dus di'inali/; eaproniplam-se de eiiciuiuneiula loda
pialidade de bordado e labvrinllios com pcrl'eicao
e preco commodo ; o lambem bordam-se calales.
' OLEADOS IN(il.E/ES.
Vendem-e riipiissimos oleados para
assoalhar salas, lano emqualidade, como
no eSCOlido BOStO de desenlio : linar-
ma/.em de lazcudas ilcAdam.soii HowieiV
Companhia, na rua do Trapiche Novo
ii. \i.
\endeiu-e lies midcciiles de idade 1S a.....is.
muilo limlcs, una ptima ncarinlia de idade 12
......,s, dila- dilas de iilade 211 annus, de muilo boa
conducta, :l esrravo de lodo o snico : na rua l-
reila II. II.
.1. I!, da l-'onseca .lunior. na rua do
Vigario n. V, primeiro andar, tem para
vender inuitO bous chapeos de pallia.do
Cllili, e da llalla, de abas pcipienas.
CERA HE CARNAI HA.
Cealiliaa-soa vender superior rera de carnauba,
em poii-aoe ,i iclallio, por precoconiiuodo : na rua
do Rangcl n. 1.
$. OLEADOS PINTADOS
j*1, Veiidem-sc oleadospiiladosde
A lindos e variados goslos, de 5a8 6
L palmos de largura, propros para ,
cobrir pianos, mesas, commodas,
9> &c., e por milito barato preco, 9
9> a' vista da superior qualidade: na '9
$ lojae fabrica de chapeos de Joa- V
$) (luimdcOliveira Maia, na praia $ \
ij) da Independencia ns. i'\ a 50. iig i
Fechincba.
Vende-se por :12lfc" nina esrrava crioula que lem
um pequeo defello n'um quario, a anal eoiinha e I
engommo olTrivel: na rua das Crinlas, n. 1
\endem-se enres inteiros de .ves-
tidos de chila 1'ranceza, larga, lina, e de
diversos gostos modernos, seudo pelo ba-
rato preco de 2$000 e 2jfi0rs., a di-
nheiro a vista :' na loja detiuatro portas
ii. .", ao lado do aren de Sanio Anlouio.
\'ende-se nina armaran on\ idracada, que ser-
ve paraqaalqaer eslabeleriinenlo: a Iralar nober-
C0 do i'errciru, risa ll. t.
Vt ulios superiores de Bucelliu
(braaco o daColsrea (Unto) em barril de quinto:
vendein-se em vasa de J. Keller ,\ C.
Na rua do Vigario n. III. primeiro andar, ha
par.i vender,cliegado de Lisboa preaenlemenlo pela
larra lllimpia, u sefluinle: s.h-i-.is de farelln muilo
nnvii. rea em anime e em velas com bom sorii-
inenlo de superior qualidade, mercurio *l<'v a cal
de Lisboa em pe,Ira. novissima.
\'ende-se o silio Gapellialia da sacra familia,
no Mondego, rom casa velhn,mas Segara, cen mul-
los roinmudos.com 300 palmos de fenle. TIHI de
fiindii, plaatadu com mallo arv uredos de filelas, e
no mellior local possifel, e parlo da prara : no
mesmu sillo acharan com qtiein Iralar.
Vende-se farinba de Sania Calbarina. dila de
Saii-Malheus. edita da Ierra em-icca. e me.mu a
relalho, por preco coiiimudu: no armazem da rua
do Rangcl u. 2l.
Chitas hlalas.
Veiuleni-se chitas de cores lisa-, padrooi -larus c
escura, a 120.110. 160, IHO 200, e 210 rs. o cova-
du : minia Nova, loja nova. n. Ii.
Cortes de rasemira a .S'OOO.
Yenileni-M bonitas e modei na casauiras fr.uire-
/as, a .'iNKMI o corle : na rua .Nova, u. Mi.
Ycinlom-se penna de caa c couros iniudoa
por prora commodo : na na da Cin/ do Recite,
n. :17. '
Na rua do Vigario a. 10, primeiro andar, lera
i venda a superior llanclla para forro desellins. dic-
tad, i lereuleinenle da America.
Veiideni-se arteios para carro, de
um e dons cavallos, muito bem construi-
dos ; tambem vende-se separado manti-
oli.is de ( aseniira, de diH'crenles padn'ies
c goslos, liara os scllins dosarreos, c|iu
V......... 1 doAssii, Miperior, a bordo da | (1S ,..,,,.,,, ..l,,.,!),.,,,,.,,.,,,,,;,, (.||(,.,;1(|,ls |.
lamba Viini/..iic/u.i. palba de carnauba nova e1
boa:r,iiiro.niiuds|,einsiirliih.sedebomlamanho:lunaiiienle de Irania, c pelo prero o
vejas da carnauba economie Isiuki oeenlo: a I mais baralopossivel : na rua da Crtizn.
Iralar com Cuaba ,\ Amorim: na rua da Cadeia do i.,(. j,,,,,;,.,, .,IIt|.,t.
"'"* pedAa para os maseatcs. | ^^^^r^?WS=^;J^^i
Alada lo......reala naspechincha daeslincla loja |
le Juse UomeaHoraira
covado
I.V)
liINI
a, corle NIMI
. LMNMI
. .V0
Alodan de listras. americano,
Casldre para ralea, corle. .
Mcias caiemira de algudao para c
Dilas de laa e algoiUo, corle. .
Iluraque verde, cavado .
Chales de la e alumino a 000 c.....IW0
Lencos de cassa e seda. ....... -ni"
Ditos da seda mulla Anos ebonflo i^^hi1
Meios lencos de seda para grvala. j!
Cortes de eSflaM rbilas........ISiOO
lli.....le Inili Illanco. Irancado, vara 880
Hilo de dilo dilo de cor. vara.....010
E mitras mullas faseadas por precos muilo para-
las : na rua do l.lueiniailo n. 7 loja da estrello, de
Gregorio & Silvaira, defronie do boceo do Paise-
NA LOJA DA ESTRELLA.
conlinna-sc a uN.tl'T,adinhcir ila exlincla loja de Jos tiontOl .Moroira, por har-
lissinios |irt'r(K :
Gias ile coWrlfl muilo linas, ires (lil
Vestidos a 2,000 rs.
i -i Otiiiiiiu.ini-sc h vtndercorlM de chiude 'V.
i9 harra. aSgOOO cada corte na loja do iobra- 2
^i doamarelloda rua ilo Queinado. n. -\k [7?
Vende-se um junwnlo bem novo, proprio para
produrr.io: na rua do (.lueimado, luja n. i'i.
Na rua do Crespn. 9,
ven '
rs. ;
rs
m-sc corles de rasemira. a 5x000
; panno lino, verde-escuro, i sOOO
o covado; a/ul, a "i.s'.illll, e igOOOrs.
dos
220
MO
:i2o
39400
1SH0O
!.-IKI
:ft>2(l0
IiiIim para vclidus muilo linas, covados llitle
Mcias para senhora, linas, par a'120 o .
Hilas brancas para lioii em, par.....
Hilas cruas......_......
Lencos encarnados da fabrica.....
Hilos de chita francc/.cs muito linos e lma-
los padrees...........
Cambadas organd para vestidos, vara .
Cassas de cores, vara........
Panno preto muilo lino, rovado.....
Hilo dito prova de liman muilo superior.
covado ...........
Chapeos Iranceses, tinos e modernos. .
Hilos de sol de seda prela.......
E iiuiromplclosnrtimenlode fa/eudas, por preros
mais barato da que em oulra qualquer parlo : na
hija da estrella rua do (Jueimado n. 7, defronie do
hecco do l'cite-frito.
KUADOCRESPO N. '.
\eii(leiu-sc corles de chita muito lina,
com barra, a gOOOrS., e chales escoee-
/es, a l.s'000 rs.cadu um.
Manteletes de cambraia.
Vemlem-se ricos manteletes francezes de cam-
braia, entenados, pelo baratissimo proco do 29OU0
rs. cada um : na rua do Crespo n. 3, eiqniua que
vnlla para nColleciu.
Vende-se l'arinba de mandioca
muilo lina, a (i.s'.iOO is. a saca : no ur-
ina/eiiido Forte do Mallos n. 20, ou a
tratarCOmManuel Abes (lucir .lunior,
na rua do Trapiche n. Ii. primeiro an-
dar.
Rua do Crespo n. 9,
veiiilciu-se Superiores COlieS de seda
escoce/ai, por menos preco do que em
milla qualquer parte.
a .1300, 1,000, e
dula Iranceza, a
rn-
I ua
0 covado ; prelo lili
.S'iOO rs. o covado,
210 rs. o covado.
Vende-se a verdadeua salsa pa
Iba de Sauds: na botica f'rauriv.a, da
daCruz, em trente ao chaiariz.
Allciu ao.
Vende-se um esrravo peca, de idade 21 anuos,
1 .mi.,i maisoii menos: m rua Direita n.Tli. esqui-
na do hecco dos Peccados .Moraos.
Vende-se urna esclava de narrm. moca .de lua
Rgura muilo boa vendedeira de rua. e da em anua
duas patacas pin dia ; vende-se por mulivos que se
dii.ian comprador : na ruado Aragao ua ltoa-\'is-
la, casa n. 211.
Em casa de linlhe v\ llidoulac. na
rua do Trapiche ii. 12, vendem-se qtiu-
Iro oplimos pianos, por pi eco eoinuiodo.
ARADOS DE FERRO.
Vendem-se arados de ierro, |Kir pre-
co eniiioniilii. para lechar cuntas: em
casa de liolliev Biiliitilac, na rnadoTra-
piche n. 12.
Em casa de Knllie A llidoulac, na
rua do Trapiche n. 12, vende-se o se-
(Jiiinte:
Ferro iiijjley..
ilo da Suecia.
Dilo a unitario.
Ac de .Vid.ni.
Zineo em l'olha.
Moendas para assucar.
l'olha de (landres.
I'regosde todas asqualidades.
Charutos de Ilavaua.
Forjoda China.
A 2,000 rs.
\eiuleni-se enres ileca.ssa (Je diversas
cores, rom ditas e lies barras, a 2,000
is. : na rua doOiieiiuado, luja n.21, de
.1. P. Cesar.
Superiores chapeos de Italia
francezes, do melhor gosto possi-
vel; ditos do Chili, milito linos, n
para homens e senhoras; ditos de (A
castor brancosepretos. de supe- ^
rior cpialidade ; ditos de seda
francezes, d(? formas Iwnitas e ty
superior qualidade; ditos delta- (j*
lia linos ede fcltro com I indos en- 2
eitcs.e do melhor gostopossivel, ^
tildo por preco commodo : na B
praca da Independencia loja ela- W
brica de chapeos de Joaquim de v)
^ Oliveira Maia, ns. 24 a 50. m
Na ni Nova a 2,
vendem-se chales deseda para senhora, a fi."MK)0rs.,
lencos de seda para senhora. SaMOOrs., ditos de
dila para dita, a IJIHSI rs.. ditos de soso para me-
ninas, a 200 rs., lumias de linbo para baplisado.a
I.-*_'ihi. sapaliuhos de rasemira bordados para bapli-
sado.a 192110, camisas de cores para hoinem, a 29
re.
Moinhos de vento
combombasderepuvo para reirar borlase baisa
doeapim. nafiindicaiide D. W. llowinan: na rua
do Brum ns. ti, He 10.
Sedas modernas.
Na loja do sobrado amarello, nosqualp ranlos da
rua do Quelmado n. 211, ha para vender um rom-
pido soilimcuto de sedas para vestido, sendo lisas,
fui la-rores, de quadios, escore/as, de cores rom filt-
res e branras ; assiin como lem seda lisa, furla-co.
res, para covados, ludo por prero commodo.
Lencos de cambraia de linbo, linos,
aKMIrs,
na rua do Crespo, luja da esquina, que volla para
a Cadeia.
Vende-se o verdadeiro champagne
em gigos, do melhor possive), assiin
como vinbo de Bordeaux, blanco v. tinto,
em barris; como tambem chocolate fran-
cc/., da melhor qualidade que tem eo
Parecido, tildo chegado ulliiiiaiiieiile de
l'ranea. c pelo preco mais barato, do (pie
em oulra parte : na ruada Cruz. n. 2li ,
primeiro andar.
Vendem-se lardos de fumo de pri-
meira qualidade, para charuto*, ultima*
mente ebegados da Rabia pelo preco
mais barato do que em ouha parte: assiin
como tira resto de charuto da Baha, que
sevendem por preco baratissinin, que he
liara se lechar contal : na rua da Cruz,
ii. 20, primeiro andar.
Vestidos baratos.
Vcnilem-sc vestidos hranriis de cambraia. de bar-
ra e bordados, a i.-OIIO; dilosdc I e 2 babada, a
I.VillO; ditos de :! e hallados, branciis e de reres, a
3)000 ; curies de cassa francesa, a 2BOtKlo :i5fl(K);
cambraia sbrrls brearas e de edrea, a 1M00 u
corla ; modernialmaa cambraia a cassas fraaeexas,
a 110 rs. a vara ; cambraia de chuvisco, a 3#5O0 I
peca deH varas 'i : na rua Nova, loja nova, n. I(>.
Ao bom tom.
Vende-se um evrclleiile binculo para (liealrn.
por preco que agradara : na rua de Hurlas, n. I2.
casa lerrea com arenle piolada de azul e portadas
brancas.
Para a festa. a 3 e 4,000 rs.
Veudein-sc palilos e -.ubre-rasaras fraure/as, da
ultima moda, e muito bem tedas, a :fcj e IgOOO, a el-
las que a visla rio preco e superiorida.le da fa/.euda
ningaefll delsar de comprar : na rua Nova, luja
nova, n. Il.
Rico cbapeo para senhora.
Veiulcni-se ricos, e bonitos chapeos de bloiide pa-
ra senhoras muilo bem enhilados, e da ultima mo-
da de l'aris,despacbadqs eslaseniaiia : na rua Nova.
loja nova a. ifi.
Deposito de vinho de champagne
C.haieau-A\, primeira qualidade, depro-
priedade do conde de Uarcuil, rua da
Cruz, do Recife n. 20: este vinho, o me-
lhor de loda a champagne vende-se a
lGjjOOO rs. cada caivi,acha-se nicamen-
te em casa de I.. I.ecomte Feron4Com-
panhia. N. II. Atcaixai sao marradas a
logoConde deMarcuil eos rtulos
das garrafas sao az.ucs.
Vende-M nina escrava. sendo mora e cum sl-
uumas habilidades ; assiin como tuna cama glande,
de modelo anligo : ua rua I'ormosa, na qninla casa
lerrea indo pela rua da Aurora.
Vende-se urna mnlay moca, de I.....ila liiiiira,
que costaba e cose i aira/ da malii da Boa-Visla
n. 21, se dita qneni vende.
Vende-so urna escrava de nacao Angola, isla-
de 1(1 anuos ponen mais ou menos : na na da Sen-
zala nova, n. 22.
Vende-se um eseravo de bonila ligara, sem
miileslia. e ptimo sapaleiio: quem o pretender,
dirija-te ii rua da Cadeia ii. 90, loja de fa/endas de
Jos Antonio da Silva Grillo Jnior.
FAZENDASBARATAS,
na nova lujado." portas na rua do l.ivra-
mento n. s ao pe do armazem
lu lea.
Vendem-se corles de chila com :1 barras c cores
livas, a IjKIIO e 2-IMK) rs., ditos de cassa de cores
cun II barras :WMS rs.. rassis de cores muilo linas
e cores li\as gosio eaeocas a 300 re. a vara, ditas
rom barra :I20 rs. a vara, risradinbo frauce/. em
cas-as cures livas a 200 rs. e rovado, rhila para ro-
bera lina a 200 oenvado, maulase chales de seda,
chapeo [raneles de forma moderna, pannos pre-
los e de rrcs por preco commodo, e oulras mudas
la/endas que se aclian palenles : dosc ainoslras
fraiiramenle.
-- No Irapirhe do llamos, se dir quem vende
arcos par tornear, praprios paralabique.
Vendem-se dous esrravosmuilo moros,prelos
c de bonita ligura, sendo um dalles rozinheiio. pe-
dreiro, harheiro, e he emharcadico : na rua Hirci-
la n. .'lli, lerreiru andar, a qualquer hora do dia.
Suecas com farinba.
Veiulein-se saceas com muilo boa farinba : na rua
da Caricia rio Kecife n. 20. por prero commodo.
O 39 A.
conlrenta ao Kosario de Sanio Anlouio, avisa ao
rospeilavel publico, e parliriilarmenlc awnsfre-
ime/es, que j. lecehcu grande porcao do seu bem
conheeido doce, casca de guiaba, o melhor que he
pottivel enronlrar-se, ejunlaiponle encontraran pa-
ra mais de 20 quididades de liliuhiis francezes para
.I...
Cal virgem
Superior ral em nadra rliegada ulliniainenle de
Lislioa, no palbabolo t.witano, e mais barata da
que em oulra qualquer parle : na rua do Visario
n. 211. primeiro andar, escriplorin de Handeira &
(,"m'FUNDICAO' D AURORA.
Na fiiiidicilo d'Aurora acha-seconslanlemenle um
completo sorlimenlo de machinas do vaiair, lano
(falla romo de baia presso de mnriellos os mais
aaprovados. Tambem ae apromplam do encommen-
da de qualquer ftrma que se possam desejar rom a
maior presle/.a. Habis omciaes ser.iu inandadiH
pata as ir assenlar, e os fabricantes como lera de
cosliime allancam o perfeilo Irabalbo dellas, e se res-
piin-aliilisam par qualquer deleito que possa nellas
apparacer durante a primeira aira. Militas machi-
nes de vapor construidas ueste eslabelecimenlo lem
estado m conslanle serviro ncsla provincia 10,12,
cal Ib auno, e apenas tem etiaido mui insismu-
i mies leparos, e aleumas ale iienhuoaabsolulamen-
te, accreaceudo que o cousummo do eonbuslivel he
mui nconsideravel. <) senhores ile eugenhu, pois,
e oulras quaesquer pessoas que preetsarem de raa-
chinimosSo reapeilosamenle convidados a visilar o
eslabelecimenlo em Sanio Amaro.
SALSA r\UILHV.
I)F. -
JE .KaBBTT'*'
As numerosas oipenenciaa feile rom o uso da
-alsa parrilha em loaos as enfennidades, originadi,.
pela mpureui do aangue, e o bom eiilu ohlido lia
rorle pelo lllm. Sr. Ur. Sigaud, presidente da aca-
demia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr. IV.
Anlouio Jos Privlo em sua chaira, eem ua afa-
mada raa de saude na Gamboa, pelo Illm. Sr. Dr.
Salurnino de Oliveira. muriiro do otercilo e por va-
rios outro medico, porruittem boje de proclaam
aliamcntc as virtudes efllcare da
SALSA PARRILHA
BRISTOL
Nota.Cada garrafa conten dua libras de |.
quiln, e a salsa parrilha de Bristol be garaulida
como puramente vegetal sem mercurio, iodo, pul.,.
siura.
O deposito denla salsa rauriou-se para a botica
franceza da rua da Cnis, em frente ao rhafariz.
Vende-se o engenho Id ilhanle, silo na fregu-
zia de Serinhaem, de muilo boa produeco, eirel.
lentes mallas, nioenle o crvenle, e muilo perd ilu
embarque : a Iralar na mema freguexia com o scu
propriclario, no engenho Telha, ou nesla prara,
rua do Vigario n.20, primeiro andar.
Vendcm-se qualro partas de una casa lerrea.
sita na rua da Ribeira ou S. Goncaloda Boa-Vista:
as pesio*, enlrelaiilo, que as quizerem comprar,
iii i|.un se rua ria Malnz n. 50, lugar justamente
onde evistem lodo os documentos neeesaarios, que
bem comprovam a legalidade de semelhsnle posse.
Deposito de tecidos da tabrica
de todos os Santos, na Bahia.
Vende-se em rasa de Domingos Alves
Matheus, na rua da Cruz do Recife a. 52,
primeiro andar, algodo Iraasado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para
redes-de pescar e pavios para velas, por
preco muilo commodo.
Em casa de Bruiin Praeger iSi Com-
panliia, na rua da Cruz. n. 10, vende-se
o sc{;umte :
PIANOS FOltTES dos melliores atili^
res e de moderna constritcrao.
INSTRUMENTOS DE MSICA pura 01-
chestra e bandas militares.
OBUAS DE OURO de toda a qualida-
de e do mais apurado gosto.
VlNTIOSSl.Margot.St.Julienecliani-
pagnbe.
LONAS dediirerentes (juulidades.
niNS DA RUSSIA.
MOBILIAS DE. FERRO, como sejam,
cadeiras dedillei-entes moldes, mesase
sofa's, assim como'commodas demogno e
cadeiras .de halanro de sipo, vindas de
Franca.
OLEADOS com lindas pinturas de frttr-
tas, etc., para mesa de meio desaine
bancas.
CHARUTOS da Havana verdadeiros.
MOLDURA DOURADA para guarni-
cSO de salas e quadros-
Vende-se em casa de S. P. Jolins-
ton & Companhia, na rua da Senzala No-
va n. Vi.
Vinbo do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinbo Cberv, em barris de quarlo.
Scllins para montara, de liomem e se-
nbora.
Vaquetas delustre paracoberta deca
Relogios de ouro patente ingle/..
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C.
Santo Amaro aclia-se para vender
dos de ferro de superior qualidade
ros.
em
ira-
ESCRAVOS FGIDOS.
Ainda continua a eslar fumrio o preto que em
11 de selembro prolimo passado, foi do Monleiro,
a um mandado no engenho Verlcnle.acompanbanilo
ninas vareas, de mando do Sr. Jone. Bernardino
Pereira de Brilo, quo oalugou para o mesmo lim, o
esrravo he de mime Manoel, crioulo, bailo, grusw,
e meiocorrunda, com a barriga grande, lem un >i-
gnal grande rie ferida na perna direila, crtr prela.
nadegarerapinadas para fra,pouca barba,lem o le-
ceiro derio da mao direila enrnlhldo, e falla-Iba o
quarlo, levou vestido cale azul de zuarle. Camila
de algodRo liso americano branco, porra levou un-
irs ruiipas mais linas, liem como, um chapeo prelo
de seda novo, e usa sempre de corris na cinla:
quem opeaar leve-o na Lapunga, silio de Romio
Antonio ria 8lva Alcntara, ou neita praca, no
largo rio Pelourinho, armazem rie assurar ns. c i
de KoraSo & Companhia, que ser recompensado.
-No dia 1 docorrenle desapparcceuum prelode
nomo Antonio que foi outr'ora eseravo do fluailo
Mariel, depositario geral, o qual lera os signacs se-
guinles: baixo, cheiodu corpo, olhos avennclludos.
n lia baixa e deicanrad. pisa mal por ler cravns
nos pe, com urna coroa na cabeca, provenienle di
ler andado a vender |o, quem o pegar leve a rua
das Cruzcs, u. 18, primeiro andar, ou na loja .1"
mesmo que ser recompensado.
Ilcsapnarereu no dia 28 rio mez passado, u
prelo Marleliano, de 22 auno de idade, he crioulo,
seceo do corpo, roslo comprido, orelhas pequeas,
cosluma andar c fallar de vagar, faz um geilo com
os beiros para o lado pouco visivel, j foi surradn
qnanio foi csrnvo de engenho, levou calca e ra.
mia de algudo azul, julga-sa ler lomado para as.
bandas do norle, por j ler morado nos suburbios
de (iiiaiinaem o engenhoMoge, e depoisde Ta-
quara, o-mencionado eseravo foi pegado em o enge-
nho Mangopc pelo adminislrador do memo euae-
nbo, o esse o remelleu algemario para o Recife |i
mu ferreirn rio engenho, nqual liruu-llie a alarmas
e as Iranrou em um s bra^o, com a qoaes fusi" "
prelo, perlorieOlinda, nolicia essa rol luda do mes-
mo adminislrador que o remelleu; e romoconslc lia-
ver pessoas que consenlem escravos fgidos em suas
i-asas, ulilisandn-se de seu servico, o Sr. do dilo
eseravo prolesla ju-lirar qualquer pessoa que lal
crime comemla,roga-se as antoridade policiacs e ca-
pules de campo, o pessoas que delle liverem cn-
nhecimenlo a sua apprehene,ao,que se gratificara ge-
iierosamenle.
Altencno'.
Ainda conlina andar fgida desde o di.1'12 de
novembro, a muala de nome Bernardina, que re-
prsenla ler de :l a 10 annos de idade, com ossin-
naesseguinles: coralva avermclbada, roslo com-
ririo, naris grande, olhos um lano pequeo-, ra-
dios crespos, lem baslanles manchas de panno le-
lo corpo, bracos e cosas, altura regular, um lano
chcia rio corpo, e lem as maos trmulas quando peca
em qualquer rousa ; levou vestido branco, chales
de quadros encarnados e rdvos, sapatosdecouro, uin
panno de 15a encarnado e branco, e mais alguna*
roupa ; a .lita escrava hefilha de Goianoa.el lem
alguns prenles, e j por 3 vezes se lem visto andar
por l,e emCruang) aonde lambem lem prenle-.;
I'i i.mi .i. nnu-o as' autoridades policiacs, rapiae-
rie campo, ou qualquer pessoa do povo, de apprr-
bemle-la o leva-la Cambna do Carmo u. .18. pri-
meiro andar, ou i rua da Cadeia rie Sanio Aulouie
n. 2, primeiro andar,r que se dar muilo boa gra-
lifcacn.
Desappareceram na funilicod'Aurora, na uoilj
de 19 dcagnslo, os prelos Miguel, Angola, idade !
anuos pnuco maisou menos, estatura regular, ser-
r do cor|io, roslo marcado ilc beiigas; Manoel, Coa*
go, idarie .'10 annos, baixo, um lano cheio do corpo,
levou calca de riscado d'algodo, camisa de niadapo-
lio, bonele, chapeo de sol, ambos fallara descanta-
do, e nao leem barba. Suppfie-sc lerem sido sedo-
lidos : raga-se a quem os apprebender ou delle* II"
ver nolicia de dirigir-se a mesma fnndicaoque sera
bem rerorapensado.
Do aliaivii assgnado, fugio no dia Ll do pau-
sado um eseravo, crioulo, de nome Ignacio, lem
ofllrio de carreiro, eslalura baia, roslo redondo.
iiniea barba, ollios grandes e alguma cousa vernie-
aos, porcm nSo muilo v ivo: levou camisa e cale"
lo algudo azul: rogo a quem o pegar que o Ira'.:*
ao engenho Hodrigues, ua freguezia de S. I.ourcni.o
da Malla, ou na rua da Cruz do Recife n. 10, q"e
era recompensado.
Sibarti&o Antonio Paes Brrelo.
Itan.i I. 4. M, F. a. Fnrta
_UM.


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