Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02260


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Full Text
SEGUNDA FEIRA 31
DIARIO DE
OE OUTUBRO DE 1853
N. 346.
PEMAMBIIM.
PKI^O SA SCB3CBJPIJO
Subscreve-se a I.sbOOO por anno, e 4*000 por
quarlel pago adianlado, e 4i00 por quarlel pago
vencido, na casa do seu proprielario, ,it. Figueira
de 'aria, na praea da Independencia, as. 6e 8, e uo
Kio de J. casa do Sr. Joao Pereira Martins.
F. Duprad.
Jnaquini Bernardo Mendonra.
Jos Rodrigues da Cosa.
Joaquio Ignacio Pereira.
o Antonio de Lentos Braga.
a uilherme Augusto de Miranda
Joaquim Marques Rodrigues.
a Justino Jos Ramos.
Ib Ina
Macelo a a
Paralaba o
Natal a a
Aracaly a a
Ceara' a
Marauhao n
Para' a
CAMBIOS DZ 2 B* OBTDBIIO.
Sobre Londres 27 */' 60 d.
a Paris, 34
a Lisboa, 95 por rento.
Ouro.Ongas hespanholas. .
Moedas de 6100 vollias
Prata. Palaccs brasileiros. .
Pesos columnarios .
a mexicanos .
Acrfles do Banco. .
Descont de l.ellras .
:SJ00 a 2!IKK)
..... lliSOOO
.....169000
.....9*000
..... 199.(0
.....I
.....1H00
..... M%
,.....alto
NOTICIAS UTBBOII.
Portngal . . 30 de Setb. Austria .
Hespanha . 19 de .. Inglaterra.
Franca . . 23 de Suissa .
Blgica. . . 21 de Succia. .
Italia. . . 19 de E. Unidos.
Aleraanlia 20 de Mciico. .
J'russia . 20 de i> California.
Turquia . 12 de Chili .
Russia. . . 16 de i) Buenos-A .
Dinamarca 16 de i) Montevideo
21 de Setb
2t de
21 de
15 de i>
7 de d
i do
18 de Agua
27 de
, 27 de Selb
1 de Oul.
JTOTICIAa SO IMPEBJO.
Para' 15 de Onlb
MaranhaS 19 de >
Ceara'.. 14 de >
Parahiba. 22 de
Alagdas I .Ir
S. P. do Sul 1 de Selb
S. Paulo. de Oul.
Minas.... 20 de Selb
R de Janeiro 15 de Oul.
Babia .... 20 de ,
*
FAB.TIDAS DOS COB.BJEIOS.
Ulinda, lodososdias.
Victoria, as quintas fciras.
CaruarvBonitoeGaraiibuns, nos diasl el5.
Villa Bella, Boa-Vista,Esi'i eOricury,a I3e8.
Goianua c Parabiba, segundas e sextas,
Natal, quintas feiras.
OAS DA SENAJf A.
II Segunda. S. Quinli-
lio.
1 Terca.** Fesla de
todos os Sanios.
2 yuarla. Coinmemn-
rai;aude lodoso* de f.
3 Quinta.S.Malaquias
4 Sexta. S. Carlos Bo-
romeoarr. card.
5 Sabbado. 8s. /ca-
nas e I -1111-1.
t Domingo. S. Severo.
AUDIKHCIAS.
Tribunal do cominereio.
segundase quintas.
felaeao'
tercas esabbado*.
Fnzenda
tercas osextasaslOlinras.
Juizo de Orphaos
seguudaso 5. as 10 boras.
/'nutrir rara do cire
tercas e 6. ao nieio-dia.
.Segunda vara do eiveI.
quaiias e sab. ao meio-d.
XFHIMEIUDES.
Novcmbro I La nova as 6 boras, 18 minutos e
31 segundos da nianh.
a 7 Quarlo crescente as 9 hon, 41 mi-
nutse 35 segundos da tarde.
i 15 La clieia as 1 llorase20minutos*
39 segundos da tarde.
minutos e 39 segundos da tarda.
FREAMAK DI BOA-
Primeira ns 3 horas c 42 minutos da Urde.
Segunda as tllorase 6minutos damauba.
PARTE'OrFICIAL.
OOVERMO SA PROVINCIA.
Expeal.at. da di* 37 da ouiobro da 1863.
OllicioAo inspector da thesouraria de Calenda,
communicando que, segundo conslou deaviso da
ii'l'.ii'tic.io da guerra de 4 de julbo ultimo, se enn-
cedeu 3 mezes de h,, n,.a com sold simples ao l-
enla ilo oilavo batalhau de infautaria, Jos llcr-
menegililo Leal Ferreira.Igual conimuiiicacao se
fes ao marccbal coromandanle das armas.
DitoAo inesmo, aulorisando-o a mandar adian-
lar 2 raezes de sold ao alteres Antonio Carlos Per-
rain, visto lerelle de ir servir na provincia du
Amazonas.Communicou-se,ao marcrlial rnininan-
dante das armas.
DitoAo desembargado! chela de polica, iutei-
rando-o de haver Iransmillido a IhoSOOraiia da la-
teada provincial, para ser paga eslandn nos termos
lgaos, a conla da despeza Ceila com o sustento dos
presos pobres da cadeia de Cariiar, nos maleada
julhn a selembro ultimo.
DiloAo inspector do arsenal de niarinlia, com-
municando haver expedido as convenientes ordena,
para ser a repartirn da marinlia indemuisada da
importancia das faenes abonadas, nao s as pracas
de prel e presos de juslics que Coran) ltimamente
remellidos para o presidio de Fernando, no patacho
l'irawtma, mas lambem as que d'alli reuretsaram
ein dilo patacho.Ncste sentido olliciou-sc as Ihe-
suurarias geral e provincial.
DiloAo inesmo. dizemln que, licam expedidas
as couvenienles ordens, no sculidu de I lie ser com*
iiiuniradu pelas reparlires competentes, nao mo
numero de pracas do prel e presos que liverem de
ser enviados |>.n,i o presidio de Fernando, mas lam-
bem a quanliilailo dos gneros deshilados paru o
momo presidio. Ejt|iediiam-se as ordens de que
se trata.
DiloAocouladorde marinha, Iransniillindo por
iiipiao aviso da reparlicoda mariiilia de 13 do cr-
lenle, no qual se declara, que para se pavsar litlo
do lugar de porleiro daquella conliidoria a .Manuel
Antonio Fernandes Trigo do Loureiro, faz-se ue-
cessario, que a presidencia remella a referida re-
|iarlico a derlaracao de haver pago o Horneado os
dircitos correspondcnles ao vencimenlo do reCerido
lugar, visto que do ronliccimenlo j BprMaBladO
coiisla tmenle 1er elle salisCeilo o sello o cmolu-
meiilu*. Npslc -pulido nllieinu-sc ao inspector la
lite.emana de Cazemla e ao Horneado.
DiloAo director do arsenal ilr guerra, para re-
mellar com presteza a secretaria da presidencia una
lelacao nominal do todos os Africanos livres, que
para aquelle arsenal leen sido enriados, rnmdecla-
racAo dos lugares aoudc presentemenle seacham.
Dilo An inspector ta lli.....orara provincial,
cnmimiuicando.lini de qne o faca constar an iidmi-
istrador do consulado provincial, que cnnceduii
m Ir. para a qual Coi removido. Igual commuui-
cacose Ccz ao conselheiro presidente da reiacao.
I 'ii<> Ao mesmo, Iransiniltiudo copia do ollicio,
em que o inspector do arsenal de marinha parliri-
pou as compras que Coz em o presente mez.de varios
objectos, (tara foriierimenlo do mesmo arsenal.
Dito Ao dosembaigador Jeronvmo Marliniano
Figueira de Mello, remetiendo um requerimenlo de
Jos Soares de Azevedn, ebem assim a informaco
da thesouraria provincial e parecer dorcspecliio
procurador liscal, allm de que d o sen parecer so-
bre a reelamaco do dilo Asevedo, relallvamenle a
leviso do cusain de eslalislica que se est iinpri-
mindo.
Dilo Ao director das obra publicas, illleirsu-
do-o de haver appmvado n conla que Sine. rcmmct-
leu na imporlancia de 55*480ri. que se dispendeu
Con OS reparos doque precisava a cnberla dosalao
em que funreinnava o tribunal do jury desla cida-
ie, e prrvcniudn-0 de que lleve contemplar essa
despeza na verba do arl. 13 da lei do urcameiilo
ou-se thesouraria provincial,
melonada conla.
, dlxeodo, que pode comprar
pelo proco indicado em seo ollicin de Imulein, as
rom barricas de cemento, que ao precisas para as
obras do rs di ra do Capibaribe e do aqiieduc-
alcamouto das mas coiuprelicmlidas na ba-
I.Inleirnu-se a Ihesnuraria provincial.
A0 inesmo, coiiimiinicandu haver appro-
Iraiismilliilii i thesouraria provincial, para
convenientes, a conla quu 8me. ramelleo,
rlanria deHSil.?! 15 rs., das des|iezas Ceilas
vigente.Cnnmiiii
iaiiiln--e-llie a i
lito Ao mosii
lo do c
cia n.
Dilo
vados
OS lio
na iiiq
> primeiro
nejes Sal-
da
rali
apa.
iui/.,
dous mezesdelieonca.coiuvencimenli
escripturarin i\u inesmn eonsulailo Jos (i
gueiro, para Iralar de sita saude.
dem do dia 28.
OllicioAoKvm. marechal commainlanh
armas, para mandar |K>r em liberdade o re
l.aueutino Jnsi'dcSaut'Aiiiin, visto ser elle im
ara o servicn militar. ComiDunlcott^e m
dedircito da primeira vara crimedesla cidade.
Ililo Ao inspector da thesouraria de Ca/emla,
para fazer entregar a piMans qiin an Bprwsiilnr rom
|H?tenloineule aulorisada, ? qoimlia de 10,*. que o
teoenle do derimo-primeiro halallulo de infautaria.
Antonio Jos dos Santos, pedio permissan para con-
signar niensalmente de sen sold nesla provincia, a
contar de novenibro prximo vindouro a agosto de
IK*>i. l'arlicipou-se ao marechal commandante
das arma*.
Dilo Ao inesmo, cu\iandop-tra os couvenienles
evaues,copias das acias do couselhoadministrativo,
datadas de 19 c 22 do correte.
Dilo Ao mesmo, par mandar passar guias de
-<>r< linimento aosalferes Ludgero Braulio da Cruz
B.i/ilio Maguo da Silva, Filippe Vi \ l.icimo l.iliorio Passos, que na forma das ordens im-
|ieriaes\Ao servir o primeiro e segondo mi halalhat
do deposito da Baha, o tercoiro no cor|m livo de
Minas i iei .i.-, e o quarlo no terreiro halalhAo de in
faularia. Ollicinu-se ao agente da compauhia di
barcasde vapor para dar passagem a esses olliciae
C communicou-so ao iiiarcrhnl cominamlanlo das ai
mas.
Hilo Ao mesmo, Irausiniltindo o aviso de le-
Ira sb n. 20, na importancia de im;-ji,ii. sacada
|>ela ili.--niii.ina de razemla da provincia do Rii
tiandedo Norle sobre a desla,
mu Joaquim Gomes. Parlicip
sidenle daquella pruvincia.
Dito Ao mesmo, iuleiraud
do os requerimouto em que i
primeiro li.il.illi.ni de iunuilaria Manuel da Cour
can Pereira de Castro, Carlos Frederico de Avellos
tnies de Brilo, e Francisco Antier Correa da Con
ceicao, pediam rpermissao para consignar 111011-
saluienle de seos sidos nesla provincia, oprimein
a quanlia de 159 a contar de dezembro prnvim
vindouro a juuho de 18.54; o segondo a de 10*, do
citado mez de dezembro em (liante e sem liiiulaca
de lempo; eo tercoiro lambem lltj, a coular de ja
neiro a nutobro, ludo do moncinnailo auno, e aillo
risando-o a mandar |iagar em os devidos lempos se-
iiielliaiilesconsignacncs, fazendo-se as convenientes
declarai;cs lias guias que se passanra aos predilo)
alfores. Communicou-se ao marechal coiiimandau
le das armas.
Dilo Ao mesmo, communicando haver o ha-
chare! Jos Mara Mosroso da Vega Pessoa, parti-
cipado, que no dia 21 do correle entrera no ever
cirio da vara de jniz municipal do lermo de Naza-
roni ns raparos eacommodac/tes de que precisava o
Ihealro de Santa Isabel. Igual coniiniiuioacao se
fez mencionada Ibesoorarla, envuuido-se-lhe a
conla do que se Irala.
Dito Aocoiiiiuaiidaiiledii brigne Ceareme, di-
z.rnilo licar illloiradu de haver Suie. expedido suas
ordens, para que o briouc-c-riina Legalidad! si-
ga boje para u porto di' Macera.
DitoAo inspector da thostmaarin provincial,
loccmmeiiilanno que mande pagar a Francisco Lo-
pes ile Vascourellns Galvlo, arremalanle das obras
du- acudes do i.iiiiu un e lagn.nia Extrema, a Im-
portancia das segundas prestarse*, a que elle (em
direitn, visto que acli,un-so cnicluilas as mencio-
nadas obras, e em estado de screm recehidas pro-
vlsoriai......ie, pelo que irm o direclor das obras pu-
blica- de la\rar o respectivo termo. Itilelrou-oc
an reCerido direclor.
DiloAn inesmo, approvando I arrcmalari
qiie fes Jos Gorgoniu Pasa Brrelo da nina do se
Dundo lauco da estrada do Pnod'Albo, eom o aba-
le iie ilnns por canto no respectivo orcamento, dan
do |Mir dadores Manuel Carneiro Leal e Aiilouii
da Silva tiiismao.
Dilo A Francisco Jos de Figiieiredn, dizendo
que, rom a inlormacaii que remelle, por copia, do
inspecior da lliesourarin provincial, respoiide ao
mu i|ue
Su
residencia com
rado do lugar de ,
la inalri/ daquella
Dilo A' cunar
Cuiislanilo-iue que 1
ti\
meen aos (sus tralialho
reros, para onde fui Ira)
Agua 1'ieia, recomniendi
mora passem a dar todas
essa muniripilidade con
clonar, allm de dsr-ae an
jeclos do servicn puldieo
Irasc
pie devolve
luiiiii
illa iln l.il.
1 muuicipal
sa camal a 11
iciillliec
pedia
-Ir.'......
leudo da
reson-
is obran
en
le Barrciros.
1 lem anida daili
em a nova villa de Bar-
Carilla a sede da villa di
a Viim-s. que sem de-
as providencias,para qui
ce qiianln antes a fue
menlo aos diversos oh-
a seu cargo.
urden) de Aillo
nu-se ao F.vm. pre
>-o de haver defer
1 alferes du dcima
FOLHETIM.
FERMOESSIS
MEMORIAS DE UM MARIDO. /,
IMU lsO^'-'IJ^ Ji/J.
I l-.lli l.lII \ PARTE.
II
A prisao perpetua salvava ao menos vida de
Joao; 'as deixava-me crucis saudades.
Via-me forrado a renunciar a esses domingos lan
charos i miiiha solido : leli/e- domingos em que
qnasi sempre vinha visilar-me o :ueu amigo de in-
fancia quasisempre acompanhado do senhnr t,odo-
fredo e de Mr. Cliarpantier, e ss vezes de madama
Rav monda, Hinlias longas conversac/Jes cun esses
espirilos primorosos davam-me novas Coreas, e seu
alfecluoso inleresse era por assim ilizer a recompen-
sa de minha cowt'crsiio.
11--. !<-- um proCundo.petar, quando me vi
obrigado a renunciar a esses doces haoilos, c a subs-
lilui-los por nina correspondeuris. Enviava minbas
:.. ..iiiaiianiii lta\muiidii, e i-ii.. ... iiiegava a
sru tildo as visitas que Ibe lats quulidiana-
Mienle.
.......................%..
Minia, annos se passsram a.siiu, anuos monto-
nos, porm pseilicos e oceupados; eu anginenlavs
cada dia a somms de un ns coiihecimeiilos, e mi-1
liba sede de ssber ia sempre em augmenlo, eu con
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do conmudo das armas da
Pernambuco, na cidade do Recite, en 29
da oumbro de 1853.
OUDEM DO DIA X. 17.
O marechal do campo csjPMnandaiile das armas
dolermina.qoe liquem .le-ligados
horiol.icinin Passos. Felippe Net
rrelarin Ludiera Braulio da Crn
bal.illian de inlanlai
arma
e aque
l.l.lilla-.
sos q naos osla
com o destino de reun lem-e
fnrain prumo* idos, por deerelu
lilil).
As-ignadn. Jnic hermihtlcs ilm Santo
Conforme. Candido Leal 'erreiru
d ordena enesrngapo do delalhe.
Srs. alferes l.i-
rj dos Aojos e se-
1/, esle dosegiinilu
les do 11 da mesina
\isln segllirom linje
os cornos par que
le 20 de agosto ul
Pereira.
ajudanle
EXTERIOR.
UTILIDADE DOS VAPORES TRANS-
ATLNTICOS EM TEMPO DE
GUERRA.
Havre 17 de aroiio.
>c. o que DtosiUlo quera, umi nuerra roiriliiM
nos \ iesw cooderoniir a fkier umi iU- lodos <> recur-
>os ittiVHesquo |>ussiiiiios. ,\ l-'ninr.i n.lo (apliri Mffrcr ikk iiere-silnle-i il.i lilla o vallo (pie Ihu del*
x.stxw a falta dava esquJHlra de iraiiviiliniicos, de
que Ifio poucoM lem prencciipario.
Lin quinto so primeiro bipnal dan hoalllldadespo-
ieria ,\ [oslaierra, chamar em auxilio de siu mari-
nlia militar os "> un :io Inaaeiuoi |ia(|iifii*s a v;iior
|ue a 111,11 inda mercante *' obrtgon a ler eunUnaia-
iiienle ;'t sua ili-ipusiraii, \t'r-iins-|,itmiK rettu/.ido-,
cni pre-riira ilclla. a i-iii|>ieMi un Irai^purlc di? nos-
iro|ia*, c iHMnovImento nproaii" do hoom ma-
terial de campaolm, a oiniin'ii.ir nicamente n-.\a-
sos de \apor DOUCOuuinormos, r l.ilvc/ puucu vclo-
, sahidosdos isiatoiros do govern,
Depoft que velo o vapor ira/or modifleacoea lo
radceo* etio Imprevialaa na arle da navofla^So.
imite ronjeciunii lem .Ido a .Titeada* moto as con-
ii mamwmmxwmj^mmmmxxi^mmmmmrfMmm
amia
um l.iriu
mus
I l'l
Meante na
rer a qual-
Mmlnulai tem
sem que por s-m di/er eu re
lempo.
nevo referir aqu
apparenela ; manqaeeer
qut-r deque IDUilai \e/c
araudcs resullados.
Im da voiijndu |am Tinvllle depoadeuma
ImiRa rxcursiio na florenl-T. ouvi urna alunzarra e
pitee, edepobavtiiei um bando de menino* per-
secuindo um co a pedradas a infancia HO lem
piedade, dissenprauderabulisla } ; u pulir aiiimal
toda eiilameado c ja ler.du de una pedra d.iva yri-
luslemenlosos ; como quer que um.i feliz iuspira-
* para met lado elle refuyiou-se cnlre
i>equeuria provaveis que csse nuvo agente introdu
'ii i.i na eslralegia naval do povonque te achas^em
em lula. Como al aqu, depois da innova^o de-
vida ao genio de Fullou e de Walt, uciiliuma gran-
de uuena deu sprincipaes potencia marilimasuc-
cado de experimenlar o efleilo real da navegaeao
.1 vapor applieada ao servido puramente militar, l-
cn-se necessariamenle as duvidas, as previses
que os liomens do mar podem conceller sobre o pa-
pel que lera elle de desempenliar nos combales.
Mas ao lado da incerteza que existe cerca do futu-
ro dessa navegac.lo, um Htclo capital esl ja ganho
para a experiencia c para a evidencia ;*wie facto he
a realidade dos servicos por ella prestados em algu-
mas circunstancias rcenles, que sem a ler posto
em lula eom asdlfflcaldadea mah graves da mier-
ra, rulo deuaram de mostrar todo o parlidu que se
poda tirar da sua activa energa como meio de lo-
eomoele militar e de transporte armado. A ewtc
reepeilo basia que lemhremos a expedicAo de Koma,
durante a qual um pequeo numero de vapores bas-
tn para em (mucos dias realisar, entra Toulon e
Civita-Verchia, um movimenlo consideravel de
(ropas, o para aategarar a eaaaa tropas roruecimeii-
los regulares e abundantes.
\ iiuii'iii j prnle |H*ir em duvida a farilidade emn
que leriasidu feita a cnuqiiisla de Arad, se em Is.'i
a navegaclo a vapor maiscouhecida, mais usada do
rpie era. livesse podido substituir a esses numerosos
e iucommodos transportes, que lornavam lo pesa-
da a i'Mpiadra do almirante Duperre, ,'iOou (Ul gran-
des lateos de vapor, a cojo bordo estivesse lodu o
eierciln expedicionario remudo, fosse levado as
ilaa da Barbaria. Os venios contrarios, a ralma-
riu, anda uiais conlraria do que os ventos, ane-
ceaaldade as veze* lao imperiosa das arribadas, a
prol(iiiLMe;m da estada a bordo, que be a sua fre-
qucule eonseqyencia, a absorpeau dos manlimenlos,
lem sido quasi sempre causa do nvio resullado da
mor parle dascxpedices navaes tentadas com us re-
cursos nicos da auliua naveaarao, pur mais pro-
gressosque modeniameiile lenba ella feilo. Com
o auxilio porm da nova navegado comprebende-se
que esses fnrmidaveis obstculos devem desappare-
ccr pira dar lugar a vanlageno que a Iranca e a In-
glaterra j lem colliido, em pequea escala sim, po-
rm em circumslancias decisivas, du empreuo Muti-
lar dos barcos de vapor. O ataque de Heyrulb, o
de S. -f ".tu d'Acre. a parle activa que em S. Juao
de I Iboa e na BOOM dobrada aggress.~iu contra Mar-
rotoa lomaram os noOMM barco* de vapor, sao provas
lio palpaveisda aceio ulildos barcos de vapor como
ineios de guerrii quedispensam de insistir as r.i-
lOea que fazem com que boje so considere a sua
presenr.i as nootaa e>quadr.is como unta condicjlo
imeparavel da composiejlo cmplela das arma Ape/.ar da magniiiceucia do papel que se pode
deade f prediier ao vapor naa futuras guerra no
Ocano, ao lempo soment cabe fazer conliecer qu.d
ser.i o seu valor real, seu poder clleclivo e sua im-
portancia esliategica. M* desde j como Irans-
porte r in-ii......Milu ti- lucnmoc.lo u seu merecimen- j
lo eat julgado, ejeria sulticiento um calculo sim-
plici-simo para fazer ver com certeza na ordem das !
ideas que anda lia pouco tantopreuceuparnmoses-
pirilos. que parlidc ler-se-ia podido tirar da appli-
CacJo de um cedo numero de urandes paquetes, a
dirigir de una dm no;is e-.laces na Mancha a um
ponlu tpialquer do Oriente.
I in .1 esses transatlanlicos, construido as lUmeo-
ses que os mlezes der.im aos paquetes boje oceu-
pados as IiiIms de.New-York, das Autilhas e do
'i!"- de Itoa Ksperauca, pode receber para una
viagem de poacoa dia* um regiment inleiro com
suas unnas, >uas hai:aL!cnscaspn>\soesde bocea ne-
ceasariaOa Admilliudo porm para maior seuuran-
ra que nao pudesse recelnT senAo l,.*itHI boinens.
n9o >ei ia menos exacto )|iic (rinla vapores baslariaui
para eondurcAo de um excrcilo expedicionario de
15,000liomens. I m numero tao consideravel de
passaaeiros a bospeilar em 1.1o peqiienn espaco po-
ltra parecer exagerado aos que calculam o espaco
-onsa^rado ordinariamente aos passageiros pela ma-
rinlia mercante; mas quando se pensa que esse
s|i,ico lem de ser oceupado por soldados alTi-ilus a
luds as privantes, esujeilos a una disciplina (lo
severa como a dos luarinlieiros, que passnm melade
das uoiles no coins, <: que reparleni entre ilou
urna eviaua maca, fcilmente se romprebendera
possibiliilade de fazer viajar em UID pequeo mi
mero de barcos de vapor uina multidao de honieus
endurecidos no* Irabalhos, e all'eitos a uuiforinida
deda vida do quarlel.
Aode:uais o almiranlado inglez, que ja sabia
modo porque *erenoviim com osbnrcos de vapora:
uuarnicues do Cabo, quiz fazer embarcar em um i\o-
vapores da rsquadra de Spilhcad um regiiuenlo de
inranlaria que Mola recebido ordem de inslallar-se
a bordo, como se livesse de opemr no dia neguinle
um desembarque lougiiiquo. E in>c >imnUcro ou
ete evercicio varias vezes repelido nao deixou du-
vfda cerca da facilidade com que a viagem se ef-
fecluarase fosse nece-saria. O exemplodo (irrtil-
liilani. anegando mil passageiros de toda a idade
e de lodo o sexo para a Australia, ubi rsh.ri.i
ao demalapara provar al que poni se pode enllo-
car a bordo de un navio de tres pon les 10 ou \i
companbias de infanlariaque nio livessem de licar
scn.lo 15 das no mar, coma facilidade de prove-se
de manlimenlos em nina viaaem de uitsta co>la e
em laliludes sempre sailias e Icmperadas.
A viaaem (pjesuppoinus cima durara quator/e
a quima das. Balradaade ferro ligando o lugar da
partida com o da ibeuaila exigiran),se livessem es-
(abelecidas entre ee-> ponto*, um lempo qtiasi IflO
nsideravel. Hemais, por (erra bastaran! as pri-
meirai iMatlIldadee para fazer naacer obstculos e
perignOa Por mar, porm, quando se sabe que se
he unC0 seiihor d,i e se ligado, fica-io juiz do momento favoravel para
operar um desembarque, tentar urna sorpreza, ou
ler urna retirada segura. Eis-ahi, ao dentis, o
que peiisain os liomens de guerra que lem lido oc-
easian de refleclir em certas possibilidades de colli-
silo, c que puderam fazer a dille enea que exisle
entre potencias que lem por si o mar e soldados, e
as que s podem contar eomexercilos.
Se he jusloesse parallelo, bem que a Tranca j
possu. una marinha de vapor imporianle, ter.i tai-
vez que lastimar nao se ler em lempo asseguradodo
complemento da guerra que Ibe lena ollerecidouma
bella esquadra Iransallaulica. Tem-se inuilas vezes
procurado provar que a nossa marinha mililar de. a
< ~l > i.i I iinn r(- (talar de construir navios de vapor
para combale. Nos |ielo contrario pensamos, ent-
ilara evponbamos urna opinio individual, que de-
vetia (ralar de obler bom numero de vapores de
rapidez; pois esses leriam sido seus verdadeiros va-
pores de auerra, e os adversarius mais formidaveis
a oppor as lenlativas do tnimiao. Com fragata* e
nansa hlice o primeiro resullado ja eslava conse-
guido ; com O* Iransallanlieos ler-se-liia conseauido
Mondo. Ouera a Providencia que no dia das
hostilidades, se esse dia nefasto nos esla reservado,
nao nos vejamos obriaados a reconhecer que linba-
mos demasiados vapores para cmbale, e carecamos
de vapores de rapidez, promplus para as imprevis-
tas combinaces c para a auerra expedicionaria
Journal ilu 1/nrrc.)
| .'"i nal do C'ommerriii.)
><*-?-.-
Xiondres 17 de tetenbro de 1853.
Ha sido sempre admillido que a consliluico
Kslados-t'nidos be admiravelmenle adaptada
Tacto que muilas vezes se lem declarado *er um
wus maiores designios, o .ido de receber ludo o
iuc pode procurar um refuaio em seu seo. Pondo
ile parle o process,, de iMeico, sjmpalliia. tebe-
lian, iudependencia e aiinexacilo. por via do qual
cada eslado e colonia ein o Novo Mundo deve con-
(ribuir oppurlunameutc com (unta cslrella para o
pavilhao republicano, limilar-nos-hemos aos nie-
ihodos menos arliliciars em virlude dos quaes um
novo Eslado pode ser /lindado, nos deserto* daquel-
lc vasln conlinenle. lina ambulante mullidlo de
individuos se estabelece em urna planicie, n'um la-
go ou n'um rio, e. quando lem conseguido urna
populacho suflicienle, reclamam que se Ibes de-
marque o territorio. O governo dos Ks(;nlos-lHi-
dos n,lo cosluma levar a mal semelhanlc procedi-
nicnlo, naus porque a populaco eo territorio cul-
tivado alo de ulilidade, mas lambem porque esta
envolvido no termo de que o presidente dos Bata-
dos-l'nidos ha de nomear os ao ver na dores, juizes
niarechaes, e oulros prineipaes olliciacs do corpo
Dovtnwnte consumido.
Eulrelanlo, a sua condiclo he meramente Irau-
siloria. Por um lado, o seu sy-lema ulenio pinte es-
tar em desbarmonia com o espirito aeral da UollO ;
por oulro, apenas m,inda umdeleaado, mas n.lo
do*
ao
illls
um representanleislu he. um advoaado e mo um
VOtMl ao conaressn. Neslo eslado de cousas
nao pode ha\er assirnilaeilo, uciti svmpalhia. e
ueni mesmo amizade. Mas pode vir (..........ique
a prosperidad* c augroenln do lerritorio > poss.*i
dar um pateo ulleri mo Estado. Neale processo lia perda e aanho. O
Estado se loma m.iis imlepeiideule doexecuVO
americano, inascuutpre ser inleirauenle as-mil;i-
do a consliluico amerirana. Como esla coostilui-
cao fui urgauisada como um baluarte perpetuo e re-
fugio cnica todas as tynnntas, usurparte*, vio-
lencias e immoralidades" publicas de qualquer es-
pecie, nao pode por conseauinle reconhecer iienhu-
ma denlas cousas dentro do seu saarado dominio.
Agen, posto que islo seja una dilliculdade que
possa apparecer, e que na verdade lem appaiecido,
relativamente seninmunliesenrerradasna l.'niilo,
os tiossos leilores desta vez vero que quer*'inos fal-
lar especialmenle da commuubao Mornoii, no valle
do (raudo Cago Salgado. Ella he agora snmenle
Um a territorio proselvlos da entrada, no vicos,
rom urna son una corres|H>ndente de dispensa da-
pitras regras republicanas. Os membros desla com-
munhilo lem sido mu perseaudos, acocados eea-
lumiiiados. Como nao lia dilliculdade em lomar um
ou outro camtnho, rimpleanteoCe porque, no esta
do prsenle do cslabeleeiinenlo, a couucxAo com a
l oiao he inleirauenle favoravel, consi-lindo prin-
cipalmente em a uomeacao dos prineipaes oDleiaes,
e nocommaiido do pwler mililar. |)e modo que
em qiiAiilo o azorraaue e as redeas esliverem naa
m.1os do presidente, elle ler o cuidado de conser-
var estes perniciosos subditos n'uma ordem lolera-
vel ; mas ja se val aproximando o lempo em que a
coniiexan he mais intima, e os Mormouila- se tor-
il.mi nio s cidaihlos americanos, senao mercado*
res e accionistas de Boston ou de New-York. En-
blosuraira o cunllicto entre Morinoii e as institu-
ces republicanas.
Mas he tima queslo de lempo, urna arando dif-
liculdade. O-. Eslados-I'uidos cerlameiile nao hilo
migo*, o al osproprios assassinos de Jos Sinilh
n'uma perfeila iguablade com us seus successores.
N.lo ha esperanza lisio, e pensamos que nao ha
um homem em New-York ou l'biladelpbia que so-
nhe em ler rela^des com esles miseraveis imposlo-
res, c que contaminara luda a Vnt.lo com as suas
loiicnras e lorpezas. Mas, suppouhamos que a
quesillo esleja eslabelexida a lez ou loze iiiinus,
qucprobabilidade ha queu povo de Clah quebran-
le o seu fanatismo, e consinla n'uma somma neces-
saria desacrlicios sociaes '.' Scauudoo que se diz
a Codea be possivel. Eles fanticos lem sido ex-
peltdos de um para oulro luaar. e somcule se eo-
laheleceram desesperados no Vallo do Cago Salea-
do, no proprio rorae.lo do continente, peiisaudo que
alii eslariam seguros, e tahez livres de qualquer
iuspeerau.
Apenas se descubrirn)ai minas de ouro na Ca-
lifornia, tima i ni me usa lorreulc de viajantes lo-
muu o caminho respectivo, c iuloleravel luz, co-
mo o nosso correspoudeule americano se exprime,
fora lanc.nla sobre -eu-. aelos. Soirreram lanlai
persegui; leAlva, o o respectivo senlimenlo h i sitio modili-
Cado pela COnacleucia d lerem olleinlido os ou-
lros anda mais do Que elle-. tiH'-nins li.mam sol-
trido. A lyrannia tmanclaM ha sido cruel, ca-
prichosa, inevoravel e brutal, nein recuavam ante
oaanaalnlo quando havia necettidadet e oe pro*
piios tyrannw esperimentaram o panhal*
A poligamia lio Uo admiltida, que araude nu-
mero de mulheres de Inalalerra e los Eslados-1 ni-
dos, que ni praliea leriam horror lo menor con-
tacto lo vicio, eslo agora congregadas, segundo
as rearas dos brulaes impostores, feralmente mais
iudiuuis no seu proprio elemento do que os peio-
res liomens naquella socielade meio civilisada.
Segundo o numero que sabemos evisdr no- liaren*
defttei aelvageea, levem haver centenares dellas
enlreaues a este infame eslado de cousas, e por con-
scguinle inleressulas no ultimo ponto em defender
a poligamia; e lambem urna nuvagTacio hade
sabir desle parenleseo deiMtavel. Tud be feilo
pur via de revelaci'ies e podemos estar ccrlos
qneMmenle algun prelnto ealravaganle vencera
a virlude la> modestas luulezas, que receberam
urna edacaeJO reliaiosa uesiepaiz.
Mas eate s\slema de coiiimunicae.rtscelles a,
nao passaram, visto que appareceni dooi prtenlos
seraelhantes em uina gerarao, e n6s mesmo* pode-
mos ver o imperador rabe excedido era impruden-
cia por Jos Srailli e em o numero dos seus cou-
verllos por um discpulo deCoufucio. Os aspec-
los religiosos da scena que lemos liante de n* pro-
hiben) alguma noticia. Estilo su ficie ni emente con-
fundidos. I na mullidflo de rcfu(a<;oet lem sido
feila aos Mormoitislss sem que Ibes cause a "menor
impressao. Duas na^Aes conlribuiram para o Ar-
gumento, o para o desbarato ; porque os Mormo-
nilas llorecein, e a sua blasphema Biblia vai dan-
do esperauea e consolaco ao* seus leilores. Mas
ileixamos islo aos nossos aitfcvinhos. I.imilamo-
nos principalmente ;is rela^oes polilicas do uego-
i"io, que silo bstanles para confundir estadistas o
ideviuhus. [Timen.)
que
nina i
sera necessarn
ispiracilo eslive
actualmente h>
maior quiuUria>
i*, ou laccambit
rio, aliorrecidu
Uormoniata* >.
os elementos fa-
limlnuidoe, qot
um Esla.lo? Al
f.inalismo la com
Milharea veo lo-
do Patl le Cale-
nes ineridionae*,
e do |..u Salga
ii energa, em nu-
moribun.la, Mil) <
Hiaeitou como um
Mas araudes ima-
nes, o seu lerres-
lan, liflode cheaar
JordSo, todas
le tolerar o aborrecido lanalisnio, a nova
vagMte forma de aslucia dos ecclesiaslico
da na Uranina absoluta dos anciaos, a
lo ofllcio de lodos que nao foreui .Moriuui
praliea la polvgdinia na sua forma mai
que si exisle, mas lie in-eparavel do mi
A consliluico .los Eslad.
(vrauuia, nein impostura,
antes que os Mumoiis seloi
us, cumpre que lies renu
issuas mulheres superfluas.
loadSfliilh, salvo como COU)
lica particular. I'riiueiramete rel
Estado Conceda urna perfeila igual)
cidadaos, -em se Importar com a
e exlra-
Involvl-
exclusflo
[las, e a
i odi*a,
imiismo.
limite
r-linidoi nao |
em immoralidade ; e
lem ddadlOS america-
iciem os seus aiicios,
e loilo- os ..I.....dos de
le npiniao ou pra-
ii que o novo
ule a lodos os
iliH'erem'as
que ja lem produzido lanl
quando O desuno le qualqu
em perlgO, p qii.nulo o povt
re, propheu O prophetisa, e m
de, ou deve sustentar o seu |
as sombras ile um artiAcio m
mas nao limitlo. por ventura ot
snbinetierao a islo *.' Ou rulan, se
Milcos da coiuinuiihu licarem (fio
numero prevalecer para acailar
ces rom que Clah pode lomar-se
gana*viajante* afflrmara que o
umuliao n.lo vai em auameulo.
dos o* anuos los conventkutoa
de Midland e le ilaumas reg
.d testa melropole, para o Val
lo. lina seila, cuiisieravcl el
muro, m.is que se julaava eslai
iiome le fjUler Da$ Saint*, re
Histenlaculo do mormonismo. Ai
gen*, as -u.i aulicipaciii'- iecul
Ir mil/eiiiiiuiii, a sua vovaCant
al DOVo* mares e at um nov
harmoniis lio leis smanvilhas lo Cirro dr .!/
non, rolacellanea le Bscripluras prapliettCM. A
lllusSu ae val lomando mais vicosa, inab obstina-
da, mais numerosa e mais forte.
Para a honra da religiiln e ciwlisacao. e. deve-
nios acre.scenlar, desle paiz, nos iegozijari.-imos se
oiivissemos dizer que algum meio de acabar com
esle prximo embanco se lem apre-enlado a pers-
picacia ou saaacidade americana. Nao somos la-
quetles que saudam ruin salisfacilo secreta qnal-
noeraignal de Iraqncu ou presagio de calamiila-
de que se maniesta raquelle naseeule imperio
lo occidenle. Ncnhum sacrificio desaogueoude
Ihesooru, nem auerra le reliaiAo ou de rucas, nein
rompimenlo de leos polilicos, no oulro lado dn
(tanlko nos pode prejudiear de mam-ira alguma.
Has com ludo anda nao ouvimoi fallar em algu-
ma solucio provavel Acerca la pendente dillicul-
dade. lie possivel que a Atrerna crueld Mormons, e as numerosas conlemlas |>essoaes em
que elle* se acli.un envolvidos vmn os seus vizinhos
com os eslranaeiros que p,i--am pelo >eu terriln
rio, possam piuduzir alguma couaa mui lemtihan-
le a urna guerra sania, une resolva aquoslan no
I. iau Salgado, comoj.t acofilcceu em Nauvou,
bem he possi.ei que .dguma araude explos
lam-
lioihla i'iuil
lorn
i i
que o negocio si
Por oulro lad
propria geracflu,
de uma nova rej
ra le verdade c
rormidaveis no c
lat le que a e-pad
ueiM
Esle
I
la easulu ante
periaoso.
i elles silo mui prudentes na 101
B \enms o estupendu espectculo
!i;l, que consiste ein uma mislu-
le falsidiitie, lomando dimeucoo-
raeao do Novo Mumln, nao ODM
pilhagem, o incendio e a
nham sido usada- com .xirema energa.
ndalo do seculo \l\ se (iva, nao entn
Halos e papista*, mas na raea mais r.tcional,na
jactanciosa ra(aanglo-aaxonia. He viudo, nade
ipiahpier paiz civilisado, utas da*cidade* lo Ingla-
terra, o roCO la laca.
Entretanto, para esceder, vencer ou envergo-
lar esle facto, lambem h levanlou no oulro la*
i do mundo urna impostura semelliaute. igual
ule
religiosas, e por meio lo escrutinio pouha
mposli tie verdadi
cnsual, ambiciosa e cruel, e
ara aquellesque liverem le
lualmente apln para eicilnr
ibir coiiiproiuissos. Os rli
; erro, iaualmenle
ualmeule duvidosa
eupar-ae com islo;
nveniencla, c pru-
e maravilluM aindn
lo-ine por ella e com ella le um bellu dia de
e a uoilc no invern leudo ou classilicamlo
lu fouo, quando fra zuma o
e, sen lia um verdadeiro pru-
no animal neuligenlemenlc
lio, e levanlando de vez em-
abeca afilada, aonde brilba-
gosijai
pease!
minha* plantas junto
nordeste, e calda a IU
ler em ver esse peqn
esleudiilo/liante lo b
fuando para.......
.in
bnuava pois a applicar-me com paixAo botnica
1 M-tenci.i-. n.iiur.ies ; coinprf hend emfim que a
^idaclauslral, sulilaria, uniforme c laboriosa devia
correr coanincrivel rapidez para aquellesque a ella
*o dedicavani.
(-"in i'Heiln ni viva absolulamenlc como recluso,
Mo rrcebia visilas de ninguem, e salvas aleumas
pslavras Irocadas rom Maury, meo criado, fin va
veM mudo dias inleiros ; a' leilurs, os passefe* e
as herborisafoes Itaslavam para o emprrgo de meu
lempo, e as esUccs se succediam ninas soulras
t"J Vide Otario n. *ii:>.
ininhas peritas, lodo trmulo, de cauda baila e er-
igiendo para mim como para implorar minha pie-
lade seus grandes olhus IntelligeoteB alloaados em
lagrimas ; porque osciles e alanos quadrupedes co-
os vendos, os gamos e os cabrito* munlezes cho-
rara verdaderas lagrimas quando fcnlem Tive peona da viclima c luraci-a abcrlamenle de-
baixode rainha proleccilo ; os malignee renuncia-
sua presa, e levei para casa essa cadelllnha,
a qual era de Uma rara feialdade, e perlencia a essa
raca sem nume. que of lorailores de reakjo vetcm
j". .i-.iiiii'i.ie de nina loga, c pomlo-lhe na cabeca
un brrele, levam-n'o modeslamenle aSasNMtaiH
Ir .1/ de si.
Assim essa cadellinha arrancada por mim a fero-
cidad" daqiiolliK malignos era de moa rara feial-
dide; ocinzenlo eo amarello conlundiain-se em
seu pello, alias mui lino ; porm nunca animal al-
un leve um ulhiit DUil intelligenle, ou!trei dtzer,
mais humano. Meu criado Maurv parlicipou do
meu inleresse pelo meu adiado, lvou-a, escovou-a
mo sei porque baplisou-a ridiculamenle com o
une le I.isellf.
Esle noine pastoril e burlesco Ihc lirou, ella (or-
nou-se a corapanlieira assidua de meus longos pas-
seios ; Lisette na qual Icscobri pouco a pouco uma
intelligeucia exlraurdiuaria, minea me delxava e
pareci querer adevinltar o meu iteusamenlo no
meu olhar. Emfim, lomei grande alTeiciio a essa
feia cadellinha amarella, em uma palavra linba-
Ihe essa estima militas vezes pueril, que as pessoas
voladas a um completo isolamenlo senlem para
com o cnle animado, que coinparlilha sua solidso.
A aflclunsidade natural ao hornern, de que sen-
lia s veles raeu corado transbordar, derramavn-s*
assim sobre essacrcalurasmeuledulada de instinc-
lo; muilas vezes me sorprenda falluodo-lhe, re-
vara olhus amigos nos quae* eu julaava ler u reco-
uhecimeulu....
Pobre Ciselle! lite dizia eu, qual leria sidu
la aorta se rae nao houvesses encontrado no lia
em que eras perseguida por aquelle> meninos ma-
lignos? ferias morrido pedradas uo caminho....
emqoanto aaora ura;as a mim s feliz.... Fcil feli-
cldade um |>edai;o le poesmiualliado por ininhas
mitos, e um lugar aos meus ps junio do mculogao;
esse i -in iiign faco por li, lu. o pagar emn uma af-
li'K. i.i de lodos us instante**, esc pur acaso te del Su
era casa, la tristeza be dio grande como la luuca
aleara quando vulto... Enilim, pobre crealura! que
s leus por li leu inyuncto e la lidelidade, faco-le
feliz. ..
Batas reflexe* cattsa.las pela felicidado que me
devia ecaa vil cadellinha amarella, bao de parecer
easencialmeole ridiculas; ludsvia insisto uisso (>or-
que resollado eslranho c quasi incrivel primeira
vista i estas rellexi'ies foram um dia o pmtlo de par-
liila de uma comptela melamorplioscem minha ina-
im'ii.i de viver.
tii me explico.
Eslava pertu tle fazer quareula annos, os dnnos-
los liuliam ha inuilo embrauquecdo meus calwllos;
mas miaba saude era cxcellenle, grecas] a uma vida
sobria, parifica e regular, aos meus longos passcios,
ao meu perfcilo descanso de espirito, ea minha sa-
tisfago de mim mesuin eulrelida pela minha cor-
respondencia com Julio, o qual m> felcitava pela du-
laroesinreridade de minha ronvertilo.
Era uma palavra, apezar dos anuos, senlia-me
linda moco ; com ludo desde que viva no isola-
menlo, cu queoulr'ora era lao sensual, n.lo linha se
quer pensado em alegrar minha solidao com a pre-
senta le um rosto de inulher.
habito he lado, diz um aphmsmo vulgar.
O denhabilo tambera he ludo para os caracleres
como o meu sempre sujeilos, qur no nial, quer no
bem, u inllueuci.i lo meio emque seacham.
Assim em Paris enconlrando ludas as nuiles as
socii'il.itles mulheres seductoras, aguilhoado pelu
amor proprio, e embriagadu pela almospliera que
aspirana por lodos os poros, linha cedido i rail *l-
reliro de Tiuville iiimt
noque i le minha cos
i va
ibei-
IractivoSa Mas no meu
oulro temblante femiui
raavetba Francisca, o mo eoconlrava em meu
pasaetea lenAo mulheres pobres que se diriaiam pa-
ra os campos ou iaiu corlar lenba OQCCa na llure-la.
lesaforluuadas, a quera um Irabalho pesadissimo e
unecessidadesda miseria privam desde a lenra Ida-
de das pica* la uiulber. e quasi al do sua appa-
renela !
Meus sentidos u.m tiubam pois adiado nrcasio
de se despertaren; alin lisio entorpecidos, e por
assim dizer raorlificados pela Miniar fadiaa de mi-
nbas longas e ruiles perearinacoes, elles me Itavlam
lomado fcil a vidadeanacorela que passava, e sal-
vas raras e vaaas reminiscencias de meiissiucessos
paasados, minha profunda IraoqulUidade acerca du
amur nunca fora perlurbada.
Dcmais, assim como uma bebida amaraosa nos
deixa muilas vezes por longo lempo urna repugnan-
cia inveiirivel, a ultima uiulber que eu havia ar-
dciilemenle amatlo era Cesarina.... e para mim a
inulhcr dest-javel se personilicava enlao uella.
Quanto us necessidades de minha alma, leracu
espirito e de raeu coraran, rainha frequente corres-
pondencia cora Joao, o esludo e a leilura as salisfa-
aro largamente l eerabora corra o risco de acres-
cculaCmais ura ridiculo n oulros ridiculos, devn
lizer queachava aimla uma especie le prazer le
roraro, na rainha afleicu por essa feia cadellinha
i no quarlo le
ninajuenta e ella
amarella, a qual eslava mui coulenle de fazer (lo
feliz.
Eile ultimo peiisainento serve de trausicois,, um
dosaronlecraculos mais imporlanlesleminha vida.
lira lia raeu criado Maury, homem honrado por
excedencia,dissr-me que minha coziuheira Francis-
ca eslava ha muilu lempo afilela, porque sua visla
itilolhe per mi II i a mais concertar a roupa brancada
casa, conforme al euto coslurnava, e por isso re-
ceava ser despedida por mira.
Francisca esla louea, respond cu a Maurv.
Ella he uma inulbcrsizuda, seu serVicoraeconvent,
cdecerlo nao hei dedespci-l^ |H>r so Ihe ir enfra-
queceudoa vista a poulods nao poder raais concer-
tar aruupa branca la casa. Porque ralo loma ella
uma roslureirn por algn* dias de cada semana '.'
Ni--.'i inesmo pensei eu, lornou-me Maury ;
mas Francisca uflo ousa fazer essa proposta ao se-
nbor, temendo a despeza !
Quanto be o jornal de uma coslureira !
Des sold*, senlior, e cama e mesa. Bem v
que nao lie nimia cousa. Quando a coslureira vies-
se. dormira em uma cama de u
Francisca, isso nao neimnnoJaii
Irabalhai a na sala tle janlar.
Poa bem, Francisca me chame unta coslu-
reira.
Ella conheceju-.Ianienteuraa boa raocinha la
villa le Arcueil, las Icrum dnlaulodaqul, uual
vive cusendo le jornal as casas rrcumvUinhns, e
Irabalha eoiuu rana fala sera nunca levantar os
olhus de cima da costura senao para cufiar a agu-
ililla Domis se o senlior raloquizer que ella duruia
aqu, ella viro de manilla evolUr'le noilc.
Isso nao, Maury ; estamos uo invern, e essa
coslureira ralo poderiii andar assim duas leguas de
iiliiiIi i.i e duas de uoile.
Ah senlior... nilo he isso o que a incumnto
la. ella corre como um coclho com sen ceslinhoai
braco e seu chale nos hombros, oalravesta a llores-
la cora a uoile escura, nilo obstante ser mu medro-
sa. Uiz Francisca que he esse seu nico defeilo.
Kaiilu de milira para noexpo-la a ler medn
vnllando de nole ; he mclhor que ella durma no
quarlo de Francisca.
Sim, senhor, Clatnlina, he esle o nomeda eos-
RECIPE 80 DE OUTUBRO DE 1833.
AS G lli MI \s DA TARDE.
RETIOSFECTI SEMANAL.
Tisetnsi por ditas v >/<> nolialai tk> norte do ini-
|. i la ..in a-i'iil'.aila- .[.i \. .S'./i..'iVia no (lia -iil. il
du Gumabara no i,i 8. Toila ca por^ao da Icr-
ri il.i S.mla Cruz roiiiiervs-so em par. e socego, cada
illa mais eiperanrada de avantajar-se na carreira do
prooresso. Segundo uina caria do homo correspuu-
deiileda l'.ir, iinliatn cliesado ,'iquella provincis. a
bordo da bares an>ericana .Slarof Ike Eatl, proce-
ilenle de Scw-for/>t dous vapores peruanos d'alta
prissflSi que, depois de armados, devem servir para
a iiKVea.ir.iu de diversos coiilluciilesdo A...../ana.....
lerriiurio da repblica do Per, em contormidado
do tratado por ella celebrado com o Brasil. Esla
milicia importante dissipa de .lisuras sorle os boa-
Ios ullimimeiilc levantados sobro a iiivasjo do nosso
rio par parle dos Eslados-tliiidos.ou pelo menos lira-
llielodo fundamento plausivel.OAinaonashadesein
duvida, dentro em pouco lempo, ser navegado por
vasos ilcdillereiiles nacoes, c islo muilo nosconvem;
mas lie do esperar que os nossos direilos serao res-
pailados, e que ludo so f.ir.i por comesses fraileas c
amigareis.
A Mgaraoea individual soll'ria jiiiiI.i grandes o
frequenles abalasu prorlneia do Ccar, onde ulli-
uiamenle fura asiissina.lo ; enlre oulros, o coronel
Domingos Virlor de Abrcu. cuja morle, pelas cir-
cuinslaiirias que a precederam parece ler causado
all grande eiiwrau. A despeilu porem desle gran-
de nial, os iiililulados parlidos polilicoi, longo .le
reuniremos seus i-sfurros rommuns para secunda-
ren) a arrio do governo na eilirpacao do crime,
diljccr,n,im-sc rada re mais, saliorcaiido-se id jnn-
cuiii o amargiipraicr.le por lodosos lucios desconcei-
luarem a autorkUHe poblica.
Erna mili do dia fni ferido na ra do l.ivra
metilo desla cidade, com duas facadas, o pardo
Olimpio Jos de Sania Anua, conseguindo evadir-se
o criminoso, que di/ein ler sidu um crioulo de nome
Ceama,
No dia Si, segundo vern os leilores da participa-
ran iilli.ialda poliiia, que com este ser publicado,
rimiinniiirnii o subdelegado da freguezie da Vanea
que fora assassinado do lugar do Cambe, pur Au-
lonh) Manuel, iiinprelu desconliecido, quecondiui.i
dous cavallos furtados. Por nealigencia do repecli-
vo inspecior da qntrtoirflo dtlua o assassinode ser
capturado,
1 endn sido reiulhido a cadeia desla cidade o par-
do llelarniiiin do Jesu< Bandcira, leulou este, em i
noilc det, l,inrar-sc de uma varauda abaiso, o que
leria conseguido a nao seren os esforcis de algu-
inas pessnasque o acudirn!, conseguindo agarra-lo
quando j.i eslava dependurado pela parle de fora.
Desde o dia ') que se Iraballia para levar a elleilu
a Sbertura da sessio do jur>, lendo-se j por tres
vezes recorrido a urna supplemenlar, sem que so
po.lesse il n ruin,.. aus Irabalhos.
Enllanta durante a semana Ifi embarcacAes e sa-
liiram l.l.
Kcnileu aalfandega lOftSSaSSSI.
Fallecern :17 pessoas: sendo l bomeus 8 inulho-
rese I i prvulos, livres; 3 liomons, ."i mulheres e 3
prvulos, cscravos.
REPARTICAO DA POLICA.
Pane do da 39 da oumbro.
Illm. e Es.ni. Sr.Participo a V. Esc. que pelas
dlOerenlespaiiicipacAsihoje recebidas nesU wcre-
larla consta que furam presos: a ordem do subde-
legado da fregiie/ia deS. Frci Pedro !......-alies, o
rdo
BelarmiDO Joaquim de l-'reitas, por ler espau-
imi.i ri-Miica, e .i prela Eugenia, i--ci.ua. por
; a ortlem do sulidelegadu da freguezia de S.
lio, upjrdo BalarramoileJetos Baudeira.e u
Theodoro, csrravodeMasimo dos Sanios An-
. ambos para carnelo; a ordem do subdele-
lafreguezia deS. Jus, nprelu Anlonio Juno
la Costa; c a ordem do subdelegado da freguezia
la Una-Vista, u pardo Diogo, e-rraio, ambos sem de-
b igi
Anl,
prel,
Ira,I
gado
pergunlei-lhe, he pessoa
lureira, Claodina preferir.i issu...porque einlini an
dar duas leguas de manhaa e duas de noite un in-
vern pola nev o pelo celo, au he cousa lo aera-
i.imI, niuitu |.iiu,i|i,Im,-ni,, n.ii) sendo ella mui
liuli'... leudo apenasdezeseis annos, Francisca lia
do licir mui coulcntc de ler urna oaalureiral Vuu
levar-lhe esla boa noticia.
laiiladinha bpsnnra eu, andar duas leguas
de in.mil ia e duas de uoile, elrabalhar duranlelo-
do o dia para ganliar dez mido*! Ella lem apena*
dezescis anuos... conirca bem cedo sua vida de Ira-
balhos o de |.i na....... !
Chcgado a hora do passeio, sahi segundo o iiipii
coslume; porem, contra meu costume, em vez de li-
car completamente absorto na contempl.icau dos m-
lios que peicorria c gozar do aspecto da resla. cu-
jas arvores Inilliiiaiii comogeliiquo as cabria em
vez ile rrcreiar-me com os alegres hilidns de minha
cadellinha, o ser seusivel s suas caricias, quando
vull.ua para junio de mim, nao oei porquedesejava
saberte CUudina era formosa, esobreludo cada vez
linha mais pena da sorle quasi iniseravc! deaoa po-
bre inocinha de dezcseisaiinot!
Vi.lt ni,I,, para casa ao anoilecer. recebi os agra-
decimenlos de Francisca commovida de minha con-
descendencia a poni de chorar.
E essa coslureira,
capaz '.'
Senlior, lie a nielhormoca qne ba no mundo
respondeu-me Francisca. Ella he orpha e vive
com urna lia, a velha Ambrosia, fabricante de ren-
das em Airueil ; tem dezescis annos, e desde a ida-
dudeoilo que cuniccou aganharopao, acompanhau-
do sua irma mais velha que he mora, e ajudan-
do-a a coser depoisquando leve doze a Ireze anuos
gauliou seus qualro a cinco soldus geni contar o sus-
tento, e aaora nao ha nos arredores uma coslureira
que a guale: Indas as catas burguezas a preferem
porque ella nao he lasarrlla, nem curiosa, nein
preguitosa. nem eslouvada, como lanas oulrat, c
s se oceupa de sua costura.
E onde a pora votso para Irabalhar ?
Como a roxinha naolirgrnndc, se issu nao iu-
rommoilasse ao senlior. Claudiua Irabalharia nta-
la da janlar, nnde mo faz fro, e como o senhor ai-
inora em teu gabinete, e s jauta ssele lloras, isso
nao eniharacaria iiikso servido.
Muilo bem. diste cu a Francisca, a coslureira
Iraballiart na tala de janlar.
b'm inslanle detejeipergunlar coziuheira, quan-
do vina Claudiua ; mas conlive minha curiosidade,
e depois de janlar relirei-meoomcu gabinete para
ler junio ao fugo al s des horas, segundo roslu-
mava.
A lembranra deClaudina pastou-me novameule
militas veze. pelo espirito, e vendo marhinalmenle
minha cadellinha ,1,-il.ul.i aot meus pt sobre um t-
pele, e gozaudn com Ionio descanso do calor do fo-
gao dijia vagamente comigo.
Siiilo um verdadeiro prazer em ver feliz este
pobre animalzinlio quo livreida morle, e que s me
responde pelo insllndo..; Que seria, se. Szeste fe-
liz... feliz de orna felicidade inaudita e inesperada
a una crealura dolada romo eu de uma alma o de
um coradlo f Qual nao seria seu recoiiheciraenle'.'
qual nilo serio sua ventura ?
Ih.'ii-u aqoi (e coro rae lem costado o direilo du
dizer o que pode liourar-me) iienhiim ino pensi-
iii, ni.,, in iiliinii deaejo sensual inarulava a pureza
de minhasrellesoet.
.Nunca linha vislo Claudlna, ignorava te iial.-i.
ou bonita, ni......pi'usamenlot ainda confusos limi-
lavam-se a esle senlimenlo nhbree elevado :
ii Enrlier do Inda a felicidade desejavel uma mo-
ra honesta e laboriosa, habituada e resignada desde
a infancia as privarnos, e incommodos de ama vida
precaria, a ,- Conlinuar-ie-hu. I


_,,,...... II I
2

I
I
r ,
claracao do mplivo ; o finalmenle a orilem do l-
ente-coronel corainimlaiile dolercciro batalhiiode
jnfantaria da guarda nacional, o cabo Je esquailra
Jo nissmo balalhio Antonio Alesnndrinu de Albu-
querque, sera declaracao do motivo.
O subdelegado da freguciia Ja Vanea, parlicl-
Siii-iiii- i-mi il.il.i iIl- 27 do coi rente, que no lugar Jo
1111 I<< d'aquella fregueida, Aulonio Manoel, all
morador, malra a un inJividuo desronhecido, que
levava dous ravallos furlados, e que proceden! a
M-icin.i no cadver, que era de un humera |irelo, j.
111.11- pode er conherido, apesar Jo as-islirem mul-
tas pwoas ao menino lirio de visloria, sendo que por
negligencia do respectivo inspector de quarleirao
deisou de ser capturado o autor do assossinalo, o
1ll.il -r pin em luga, CIIldo potlU O ni. -mu sllb-
elegado na diligencia de o premier.
Nesta dala Ibe leuliu recommendado que empre-
gue lodos o meio pal! que se realise a pristi do
assassino, iustauaiido contra elle o competente pro-
cesso.
O carecreiro da caJeia desla cidade, na su parle
de hoje, refere que leudo sidohonloin recoliiido a
inesuia cadeia o pniJn Delarmino Je Jess Bandci-
ra, de que cima fu menco, este as7 doras da imi-
te tentara lanoar-se da vanada nsito por aotcssn
deloueura, sendo que ape.zai de se ter depeudura-
duda parle de Tora Ja mesma varanJa, uo ruic-
guira o seu desejo, puracrudirem Jiirerenlespessuus
que o agarrarain coui muiln cu*loo salvaram.
lieos guardo a V. E\c. Seerelaria da poliria de
l'ei nambiico 20 denutuliro ile 1853.Illm. eExni.
Sr. couselliciro Jos lenlo da Cuulin e l'iguelredo,
presidenta la provincia. O desembargador Cal-
lao Jos Ua Sitia Santiago, eliefo du polica in-
terino.
pre temperada di betiignidaJe, ou lazcr urna peni-
tencia ilgum lauto aevera 1 Poslo que temeUiinles
1110J01 de proceder nunca deveis esperar de um
confessor revestido do espirito Je Jess Clirislo, o
iiual (once de ler seiilimenlo de horror e replalo
i respeilo dos que laiicanvM seus ps, sabendu
ipie 1.I11 seus irmus c quipodorla lambem elle
uliar-se nessedeplorav el estado, o paaso que vos
li/.er coniprebenJer a graveza de vossos peccados,
a einolhuiii-a dos A mbroiios chorara com vosco as
vowas oetgratM, vos inspirar, coip sen espirito de
piedade, a compunjan e o fervor, e adaptar a pe-
nitencia mais suave as vossas forcas, ns vossas nr-
cumslancias e necessidaJe csplrilulc* : Inclmel
iuiliir se iacvdu< condescendendo 111 firmitoilibus
aptorum Pelr. Cellens.
U suuposlo que o confessor nlo pndesse absolver-
vos, iwr falla de r.iculJade, ou por nlo achar-vos
sufficienlemcnle disposlos, qoe rallo leudes jpara
queixar-vos dcllc? Devora ello dar a morle a ai, c
aos penitentes? l'ois quanlas veies voltees para
casado medico, do boticario, buscar receiunwnais
amargosas que anoja o paladar, mu Tallar no
choro que causan! a algiheira t guantas viagens
rJes as vossas dividas
h.
',100,000
309,331
MKI,000
500,000
1,400,000
900,000
Aos que abon ecero a confissao' como
colisa' demasiadamente pesada.
Que dineis v de iMB doenle, que aborreceae o
med' o e a ieslnhl t Diricis que he elle um lonco,
(un frentico. O pecendur, pois, e mxime oque es-
liveisecarrogadodcniuilaslnipiidadcs.heumdoenlo
.de morbo murtal, eoiinico remedio que pode cxlin-
guir-lhc a enfermidade he a conOssao; assim como
o nico medico lie o confessor. IHo be, pois, um
grande louco, um verdadeiro frentico, o que se
allaslar, ou antes aborrecer o odiar o medico e I
niesinha ? *
Anida mita. Se vos livesse fallecido o pal, a mai,
unr lilho, a esposa, o soubessels que ha queni os
possa faier ressurgir : nao seriis vos o mais cruel
dos liuniens e peior do que una fia, se nem |ui-
zesseis incouimoJar-vos por irJes a procurar o
Thaumalurgo, que lieos eonsliluio tabre I Ierra,
p.ir.i dar una nova vida pes-oas, que por lodos os
principios ser-vos-hao loo char ? Eslou convenci-
do de que ninguem por Jcsarcordadu que oslejs me
negar a euumeraJa proposigo, lirada Ja lei
nalureza.
Ora, a vossa alma ser-vos-ba adida muilo mais
chara que o pai. a noli, os lildos c a eapoN : nnde
!ue a alma he a purco principal Je vosmesmo, e.
a loa vida, ou morle para a greca Jo lieos, dc-
peude o serJes mis para sempre lieinaveiiliir.ulo OU
condemnndd. Importa, paranlo, saberdes que esta
vossa alma por causa do penado he mora para a
graca, e que um confessor com oSacrainenlo Ja pe-
nitencia vd-la pode rcssjscilar. Ilabtl 11 la'uilssa-
rerdus srienlium abslruhendi dolores culnerum.
rruores plagarum, rl prurit/ines rirulrirum. Pelr.
Collens. Logo, eu lomo dizer, nao seriis vos o
moustro mais cruel contra vos inesmo se nlo ipu/e--
seis recorrer ao que tein eni suas raaos mu medira-
inenlo lio miracuhiso, c que, com una simples ab-
solvilo, pronunriaJa em nomo de lieos, qiiem
representa, elle podereaMncilar-voii Vamoi avan-
te. Se um soberano promulgasse urna lei, concebida
neslcs termos :Todo aquello que fr ro Je al-
gum crime, seja elle qual Idr, e sem exceptuar nem
os de lesa mageslade e Je tsladu, com lano que
compareca peraute rneu minislru, nomeado pan cs-
se oflicio, Ibe revele srnceranienle todas as suas
culpas, com as necessarias circiiinsl.iiu-i.is, deteste
seus errus, pe^a perJao Jelles. c Ibe pruinella. com
iiiij.au conlrito c huinilhado, do emendar-sc eu,
por um acto de iiiiulia soberana autoridade, llie
perdiio, prohibo aos miuislros la juslica de moles-
tarein-no, garanto ana vida o o ijaelnro tubdilo fiel
ilos meus estajos. Oueiii, peluconlriio, naoquller
faul t.-l= sspor>l,nea confis-au, o,, cnlfci nrdenarcl
aos Irihunaes, que praceilam contri elle, e o COD-
Jeuinem pena ojal llic marra o nicii cdigo.
Todos, por cerlo, Jiriain : o//m t/ue bom principe,
i/ue cltmenle nionarehu nem tilo pouro liaveria
um s criminoso, que se nao dcs-o luda a presta Je
approveilaro indulto que o teu soberano, por ev-
cesso de sua palernal rlemenria, acaba lo cjince-
dcr. E dado que bouve-'e algn perlInM, o qual
levado Ja sua cabeca detmiolada nio BieiM cato ,i.;
^raca ; da mesma sorte diran) ellea:e--e homem
para niim, he um dondu. lie um ingralo : e -e alora
listo, o visseiu arraslailo pela policia o um careere
perpetuo, 011 ao pallbulo : uus dariain-llie attobiot,
oulros uem olhariam para elle oa convena do da
seria esta : fulano, em lugar de heijar a bonifica
mao de m IMgMlade, vollouOhe seoslas!! pu-
rera cuilou-lbe salgado o capricho : a meu ver me-
recia elle ser Irilado peior, le fotte pottlvelPois
bem ; esla lei ISo humana e doce, que al hoje nao
tem foito alguin monarcha Ja Ierra, a lem feilo n
re dos reis, o mnuarrlia Je lodo o inuiiJo com ,1 lei
Ja sacramental coofittio. Qoalquer reo Je crunes os
mais enorme', anda que teedeatem elle, a......-
mero datalrelUadoCo, e das arias dos mara
elle fr confesta-loe um por um ao ministro de
lieos, M delcslar de ruraco. e prolettarcom decidi-
do proposilo de nlo coinmelle-lus mais ; obleni Me
el nunen inleira remlolo de Dea, e loma adqui-
rir o primeiro direito herane.i Ju Go !
E a despeilo de nina lei lio sania, em que brilha
.Mihre-maueira amieerkordla Je lien", para com os
peccadores, euconlrauMe cada patto tna Ignoran-
eia e dureza de corafo; 1 diste a hatpide, punpie
Sanio Agoslinbo nos diz. que isla \ibora venene-a
eurosla umaorelba a una pedia, que be a Qgon da
dureza, o lapa a nutra orclha com a pona do rabo,
sviubulo da e-lupidez... i IS.ispli. niaiu colilla Ma
lei, e recusam-se .le eumpri-la, allegando em ali,.....
da sua opiuau, que he una lei iniii pesada, una
lei tvranna !! Nolai bem o excesto de sua demen-
cia, ou pervenidade, pois etlu muilo alm Ja que
cima IroUMpor exemple. V. a raio talla por >i
mesma : um facinoreto Je muri puiler Itaonjeir-ee
Je escapar as inquisicoes jiulici.u-s c a fnrea Jo bra-
co humano ; locarla, porem, 'lie Ottoa pliu ultra
da liallurina^ao Jo entenilinienlo, so se pcrsuaJisse
1 un bem de escapar aus nlhot e jusii<;a le Deoa.
t.luerer, porlaDlo, mais depresta vivaren) um con-
tinuo risco le evperinien'ar os lerriveis effeilos la
juslica divina no eterno stipplu o lo Infern, antes
que fazer una IhVi coufis-ao, eu peruunlo : qual se-
r por acaso, se mo he esla a malor loucura e mais
monstruosa crueldudo Ja creatina racional contra si
mesma I
Sci que aqui alguns farilo osla ohicctao : mas meu
llvd. a coullsaao parece que foi iutroduziJa pela
igreja depois la viuda te Jess Clirislo, |ior conte-
Miinle he ella urna coma le lodonovaVl arbitraria.
Nlo, senderes, ile ler o capitulo \I V do l.evilico,
e veris que Dos desde eulo evigia bis leprosos,
para sara-los, um aclo de obediencia c liumitJade,
i'to lie, que ellos fossein levados aos sacerdotes pa-
ra licareni limpos : oque era una clnra ligura do
preeeitoque mais larde devera elle fazer aos pecca-
dores, que sao os leprosos espiriluaes, le Immillia-
ieiii-se ileli.iixn la mao Jos sacerjoles, de huurarum
a elli's, cm manifestando-lhes suas flaquezas pa-
ra licarem absolvidiis : Ai tarerdolts speelallt
prtt judieium. S. lioawnt. lis proprius Santos
l'adres lera juslamenic devidido poressa ceremonia
a clUcacia da Sacramental conuulo, a i|ual cura lu-
das as dores o cicalrizes da alma : a mesma cous-
iiiuie.in humana raoslra que nilo snenle neceaaia
ella de* Dos para bem dirigir-socsalvar-se,masque
igualmente precisa do homem,romodizS.DoriAliiH),
pois Dos eslaheleccu que o hoineni fosse instruido
poroutro homem : lloc rail Dtut, al hamo per ho-
miiiem doeeatur. S. Bernardo : Pelo pie emi|uaulo
os sacerdotes ( usando la evpressao de S. Franeheo
le Salle) nlo penelrarem rom suas luzcs, nos lu-
gares cnvollo em Irevas, o pin iflearem pelo seu
poder as co:i?rPiicias corrompidas pola lepra d..
peccado : f tanum laborant, os que preteuderem
afugeolar a peste dascidades cierras pela limpezn
il ra-,011 fonles d'agua rryslalina: MundatiHHl
sacerdotes el leritir rl mundarerunt pnpulum, el
parta*, rl muraai, Esdr. lib, 2- cap. XII v. 30.
.Iigo iuulil rslar agora respomler as frivolas es-
cusas, quefem sempre em bocea, nina grande par-
le do cailmlicos .1 moderna ho tenlto lempo :
lenho vergonha : tenbo meJn que o roiil'essor ra-
Ihe, que me nlo lr> absolviro ; temo que me mate
rom urna grossa penilenea Sim, sirn : pelos pa-
uodet, |ielo Jogo, pelo Ibealro. para visitar as casas
Je moagonro, leudes lodo o lempo : e por livrardes
com 1.1o |k>uco Irabalho a alma, quero dizer, por
livrardes a vt mesmodo inferno, nao leudes lem-
po Por gatnharde- um pedaro le p5o, aialiaes
bem empreado o seivicola jumada e por adquirir-
des o parauo vos parece deuia^ia.l.i a uccupacSo Je
poucas horas Ber -quivar.lcs a um iiiftiuu vea
parero muilo rlg'ir > sotfreT um poucu de peju em
segreilo, entre vi'w c oulro homem, vos parece iu-
opporlavel oouvir urna |iec|ueua repteben-ao stm-
iiimiiiiM----------*-
pur conrarucs as \w.,-, um,, quanl
antecmara vos convm fazer, por fallardes a um
seuliur, de quera pretendis un em prego ou urna
patente? (auno be que athacs lao gravoso o vollar
urna ou las vezes, \caso isso aconlecesse) aos ps
do confessor, quesera inlercsse, pile derramar era
vossoseio os lliesouros da graca divina, |ior cm o
camtnho la salva;ao eterna, e dar-vos a foi ra, a ale-
gra o a paz da iilnin, em dizer i vos: perdoados vos
ao os missos peccados: remit untar Ubi peccala:
ide em paz: vade in pace'. Nao deverieis antes, a
nianciiu-du bum Samarilano, prustrar-vos para ren-
der rafas ao vosso celeste lleinfeilor'.' Porque mo-
llvo, pota, vos privaes do ISo grandes beneficios".'
porque no meio las decantadas lu/os do sendo, apa-
gou-seociiiiilieiroda f, sem o qual luilo be Irevas...
Seinlo, pois, a raufiMo, prescindindo le sua ins-
lllaiejn divina, de lana nccessidailo para o pecc.i-
lor adulto, c eontervacaln dareligiSo calholica, ni-
ca e veriladeira, claro" esta que 11,10 san le menor
ulildadeos rcligiosos.que runsuurain-so a lo subli-
me inini-lerio, oniai-a lleus e vanliijusoaolioineni.
Com ell'eilo. o pruprio Vullaire, o Lulero lo impo
pliiloophi-mo rhcgoii a Jizcieinseii salanico furor.
pese Me Ini-sc sillo possivel suspender |
.unios a pregaeju a a eaniado, pie Java por
da a iareja, e cu iria.....i longe se quixetse apre-
senlarocalalogo los increiliilos que,I........ment de
sua DMrte, chamaran! os cjifessoies, ionio lliJerol e
o mencionado Vollaire, tiuiumuruldiwslrs ciniil-
ont dr laraqe.m pouuanl M cri linislre. Jetuit
abandonuiie Dita 'l des hommu. \ ule dela.Men-
nab.Tom. prim., pea- : Eraao ara.lo os sarcas-
pKM, as cal......lias 1' e-i anilabi-a- lininicas que de
lampea a lempos espalliam eonlraatorderamonasli-
es ai boceas tacrilegt,agulllmadaspeloshoroentdo-
minados de falsa poliliea; teri sempre verdlda que
depoil In- aposluln-. entre ellas appareceiaui os
mais zelosos o os mai- incan-aveis propagadores
da vcr.laileira rellgilo o da verdadeira civilisa-
dlo, como allesla o celebre nnsclhoiro Basto
r 1(1
caha-
dilar, que tubirSo pelo menos a .
Msis do que em 1851, cujs reuntsas
nio excederm .......
A quanlia de.......
auginenlou com ot producto entre-
gues ao eommerclo para o oniunio
lucid e e\|iorlarlo eslrangoira, que
pndeni ralculur-sc OI
Oque lento vale, como dizer, que a
quandade de tabaco produzida na
Argelia em 1H.VJ,subi a ....
Dos quaes, como acabamos de ver, cn-
ll,11,1111..........
no consumo da melropole ero lugar
das quaulidades equivalentes, que
oulr'ora se importavam da Hungra
e America.
I Iho paralello ao seu augmonlo. Dimiuuiram consi
leravelnicnte as especies inferiores, c as mclhores
qualidades superrores, lera pelo contrario escedido,
guardadas as propor;6es, as quaulidades colhldas
nos anuos precedentes.
i Temos o maior prazer rni consignar Uo ola
veis progressos de uossos colonos, que se persevera-
reni nesta senda, verlo os seus producios cada vez
mais procurados, nada leudo elles que invejar aos
mclhores di America.
II Anda nao chegou a oceasiu de avallar exac-
tamente o producto da eolheila le 1853. Com ludo
pode j esperar-se, quo seja anda inainr que a de
1859, c mullo mais porque as semenleiras dus ce-
reaes, contrariadas pela sorra do ultimo outono,
Jeivaui vasto campo cultura do tabaco, e .1 le ou-
Iras pruilucees industraos, que, coini a do tabaco,
serao sempre um precioso recurso para os colonos
em anuos pumo favoraveis s grandes culturas.
I .Minios lavradores recorreram ailnihiislra(le
para della ohtercm scmenles. que obtiverara da rae
luir qualiihule; e os anligos productores dcraiu I
cultura urandissma evleneao. Julga-sc, pois, que
su na provincia de Argel evceileram as compras, cm
1853, as ellecluadas cm loila a Argelia, era 185:1, a
I ..MKI.OOO kilo^rammos. I'unda-se este calculo em
que iiaquella provincia a Ierra enqiregada Beata
cultura, ibrongem, em 1853, uns 1,500 hcclarcs, era
ve/ le 554, que ahraiijiaiii era I85:>.
II Se a pnidiircao seguisse o mesmo progresso as
provincias de Oran e Conslanlina, seriara as colhei-
las mis 300.IKI0 kilogranimos era cada una delhis,
slo he, as duas...... <100,00l) kil.
na provincia de Argel.....1,500,1100
l'orliiuiiez, em su;
133, c a-siiii un
varies aos esluilos*
nossa rellgo nos
ros; a insli urrfi.i
mas, a nutpilalidade
obra os Dous Aitist.is pag,
li'.liipiein-se es-es ipotlofieos
nai cldada, ou a lele/a da
pulpito* o nos confessiona-
la jiiveiiliiilc ou a cura le al-
ibis pcresrinus.ou a augmenlar
.. espleod'or do eolio, a adminislrarau los Sacra-
minios mi a pregirem mbWJeauos paires eilliolicos,
oua levarem a mural evanglica ao seio las lami-
llas, aos|Ki\os barbaros; elles loram, to e serao em
Indo lempo a mais bella llur la sociedade, ea pedia
mais preciosa dos ornamentos da igreja. Flos el
prelioiittimut tapit inter eeeletiattica'ornamtnla.
Eis alii como evpressau-se a respeilo do clero regu-
lar: SanThoinaz, San Jeronvino, San Jolo Cbrisos-
loinn, Sanio Agoslinho e os demata santos padres la
Igreja, para roiifuiulirem os iiiimiaos dclles, que
le us pblicos 1.....gressos idoplim a linguageni
lo. proleslanles < dn alheo para fillirem conlra
lles-veneraveisiilliosdo Evangelho. /'. J.
UBLlCACiO A PEDIiDd.
Vistos os autos ele. tlendendo qui
lallocldo lenlo Joaquin Cordciro I
sellados -.pie delira ido coinli ler
adii annualmenle usen activo o pasah
le te ve, nao lerem sido laucados dia
diarlo .t sommas lolaes de euas venda
nem lambem cora
suas cumplas, e ui
lendenilu que o 11.,
siulo eslava fallido,
lar, como illspoe o
procurou obler do
hilo, e que leudo
le. I .1 il.. nlo tez lam;
no bataneo a ll ellii
nal.ei
I dito,
I traml
livrosdo
n.iu estao
fallido bdaii-
Ivn; que del-
i,inienle no
1 dioheiro,
ndividoagae e clare/a bulas as
ais iperaiaies le cuniinercio : al-
ja em doierobro do anuo pas-
mas qiieein vez Je se appresen-
arl. S05 li cdigo culllluerci.il,
seuseie.lures lelialeein teu de-
lonteguido do alguns, <.....w con-
imonlo devido, de surte que
. reibiie- liiiur.....por quan-
lia- inleriorcs aspor que eslo icredllidoi noili-
vros : illendendoquede feveieiro do crranle auno
emdlanlea eteripturro do fallido, esla ainda me-
nos regular, pur que lem lu se encontraren) com-
pras superiores a IOO9OOO is. sem se determinar o
nbjeclo comprado, letras rebalidis sem se mencio-
ulras pina a cala o ten pro.liielii.eiii iliulici-
,.iem rredorea sem diier-se a causa do ere-
uirns cm dizer-se porqueqi.....llaSo,e-
esles ine-lliiis mi Iimii, ra/u, llgUM p:i-
gi ico..... Guiliiemie da Silva (iuimarlcs, oulros
nimia por sal.....wmo Olivoln & Costa, e otilroi
anda sem Jeleiminacao da quanlia, como francis-
co Maciel JeSuiiza, o que sem duvida nlo pode ter
tolerado, por que o commercianle deve ler a toa
e.rri|itiiracao 1,1o clara e precisa que fcilmente se
conhecnm as suas Iranuceda : alleudendo que oli-
mii diario II 11 I3, consta quorm l do Janeiro
deslennno, O rallidota debitara para cora llrekcn-
fel.l 1:105*430 n., por compras da objoclbs nao le-
Iciraiiiados, que em leven iru. prinripiuii a pagar
osse debito, e em julho o conclui-o, dando cm pa-
gamenlo lelrss, como se v a II, no ontrelanlo que
da conla a II huta por Brekinfebl, -c ve que I com-
pra fura feili em dexembro do inne pasudo, que
a 8 de Janeiro do eorrenleannoji eslava, por lebas
que o fallido ibe iceilou, paga, e por lano, pie
Ssse laucainenlo be falso, por islo que niocsl le
ocrordo ruin a verdido da opera(Ao commereial,
aeriesienJu que o II. no iuli-irogalorio a 11 ulirina
ler feiiu o pagamenlu ruin lelrai de seus llevadora,
,11, p.i.-ii que 11 recibo J.i llreki'iilebl ullirnia que fi-
ra hilo com letras aceila. pido II. ; por lelas estas
razuosquant.cn com culpa a falleucia do II. liento
Joaquin Curileiro Lima, vlslo como -eileram nell.i
as b>polhesesdosSS I e doart. sin 1I0 cdigo com-
mereial, o por Islo o pronuncio, romo incurso as
penas do rl. sjl lo iii.'sino cdigo, e mando quo
seja remedido com o traslado no proeosso lo Dr.
Juli de iiireiio da segunda vara crime: pague o U.
as cusas, Reeife 38 de Miembro de 1853
Jos Hai/iiiiindu du Cusa Mlleles.
VARIEDADES.
I'IIOUI 1.1. lo i>t> TABACO NA AHGEI.IA.
Sendo o lbaro mil Jos principad romos da ri-
queza agricola Je nos.a. pu-.e-e-iillr.-......rias, jul-
uainos Je bastante Inleresse reproducir o que di o
.liiurtat des lirlmts. acerca da proluc;ao dcale ai-
tico na Amelia.
i-aliando 11 citado peridico do resollado que Icie
em Argel a eolheila le 185:!. liz o seauinle :
,i Estes 10.11ll.1dos aomais favoraveis 1I0 quo Je-
vera esperar-so, porque os planuus, favorecidos por
eveellcnles e uiilit;us itmosphericas, lein-se maa-
nilicamenlc desenvolvido.A eolheila o armazena-
gem lizerau-se com coinli<;'es mo menos favora-
veis ; e, urarasao cuidado e aclividade desenvolvi-
dos pelos cultivadores, animados pela perspectiva le
"laudes lucros, o produelo foi era toda a pal le abun-
dante, c de escolenle qualidade.
i Sabido be que o lbaro na Argelia da Illas co-
Iheilas .1111111.0-'. e era inlervallos bastantemente
curios.Em gera) a segunda eolheila lie milito in-
ferior primeira, runlrariada, cuino costura,1 le-to,
petas ibuvas temporaas do outono : porem no enr-
renle auno nlo Mbnleeea assim. Sol a intluencia
le un lempo magnifico, que seuilo interrumpen em
11 liiln o e novembro, a seuunda eolheila, npidl-
ineiite desenvolvida, chegou a pe leila madureza,
fnzeiido-se r dissercao l< mol> mais favoravel ; por
forma que o lbaro, proilurln lella, na i.i ccile em
qualidade pi unen.1 colbeita.
n A Jirecco de conlribuicOesidirccIas estale-
reu baniuilo's anuos, mis priucipaes puntiis da Ar-
gelia, ugeules enrarregados de coniprarem, por con-
la Jella, os tabacos destinados ao contumo las fa-
lo i. as em Franca ; e esta lisposi;ao principalmente
encaminhad.i a animar a prodcele, nao lem con-
rorrido puuco para o progresso a que ulliinanienle
chegou*
i A- compra- comedidas no lilis da primeira eo-
lheila cunlinuam anda.
kilogrammos
Em 20 de dezeinbro de 1852, subiam
jan........... 753^08
Em le/.inibro do anuo de 1851, nao el?
cediam a......... _'(),!i0
l'olal para 1853
I.HMI.IMhl
1 Heraldo.)
1 Diario de tioierno.'
llesullaj.i afavoi do auno de 1852
augioenlQ Je........
Vs rernessai eslo cora ludo longe de se
acharcm acabadas, lazendo ludoacrc-
.......t ni
i8S,*7
A praca do commercio e o crdito
em Franca.
Moje cm lia a Souraj Iprtfa lo coininercio ) I-
ilula como que OSUSla a certas pessoa. I'ensain
ellas que be parageni peruosa. que slo de jugo to-
das as 0pe1.11.111s ipi' la se tratara, que sao engodos
oll'erccidos .icrcdiilidadoe 1 paiviio lo publico os
snicos que ella presta. Convm.pois, apresenlaii-
doa ventalle em nina exposIcM preliminar, dissi-
pai e-.as injustas prciirrupaciies, 1 por luzu prin-
cipio 1 o objeclo de um eslabelecinieuto lio anligo,
cuino o coinmerciu.
Tilo Liviu Jlesleiniinbiidequcbavia cm Ho-
lln, no lempo do Consalado Je Appio Claudio e de
PublioServillo, SOiUBOidepob difundidlo di
cidade, e V.I3 anuos ante da era cluislaa, urna as-
lembloa desie genero. Cbaraava-sc Colleglum mcr-
rnlarum. Em Bruge, na lianilres, deu-sc pela
primeira vezo nmade lloiirsc au lugar em qoe si
reunamos merradoies. por ser as provimidaJe
decusa da familia l'ander-lluursr.
I'aiz clstico lo commercio, a llullinda aJoplou
para logo as bourtes.
Hm Tranca, desde o reinado de Philippc-ltell
as iiiesmas ...seiubleas eraui aulorisaJas, porem sem
denuininaco especial. l)ecupav.im-se principal
inenle de o'perai.iies le cambio, islo lie, da negocia
rao dos papis,l.'slmad.i- .1 substituir a nioeila 011 1
dinheiro. nal opiracle nunnierriacs. lima onlc
nanea real le lesireiliMle 1301. derlira que ucaill
bio de Pars, sera na Ponte tirando aquella qin
anda boje conserva <.......ie le Pona do Cambio
do lado lia I,rev.....Ir o arco grande 11 ireja di
>; l.lnfnxb,. Prohibe ella que M lafa cambio em
nutra parle, sob pena le confisco das colisas caui
lilailas.
Km nina iirdcnanra de 1510, dellenrique II, ve
se que a primeira boiirsc frauceza foi creada em
l.vao ; ame-iua onleiiauea nutra insliluio em To-
los! ; pi bourse Je Rulo, ebinudl conrmeao, I-
hriu-se em 1556, no reinado de Carlos IV
Posteriormente a inliga reuuilo di l'onic do
Cambio em l'aris, lomoii o noinc le Bourse, c fui
liansferiila pira o grande paleo la Palacio da jusli-
ca, pcrlu Ja Conciergoric, l.evaram-a diputa para
"i palacio de Soi-suiis; e ilgum lempo deputa uini
dccislo do ronselbo Je estado Je 1\ Je Miembro de
1734a regulirtaoo, iusllllindo-a na ra Vivienue,
palelo duNovers.
Os negocios que se concliiem na Bourse, sao lo-
d.i.a-npeaij.-iiidu.liiae- e ciiinliierci.ie-. a sa-
ber : comprase vendas de "eneros e niercadorias,
-en IrDsporle pur agua ou por Ierra, seguros 111a-
lilimii-, freliinenlos de navio, desconlos e Irantfe-
leucias de valures commerciaes scrviiulo para paliar
o proemio ludas as iieuociaees c suhsliluir em nina
necessidade qualquer a circull{3o semine lillici!
la luoeda, quer 110 interior, quei para o evleriur.
Oulro I in das llourscs, he a iicgociaco los fun-
dos pblicos, que inlereasam 10 mesmo lempo o Es-
lado, a industria, e o commercio. Aqui 1 limpe-
me lar mais dosenvolvinionlo a estasevplicaijes.
Nflo te deve procurar ,1 origen) dos fundos pbli-
cos nos lempos inligos. O commercio era enlao
nina simple, permuta de nhjeclos, ou o empregO de
tignaes monetarios. O comprador a termo se ubn-
gav sobro sua palavra, mi sedava pelo pagamento,
nina prouiessa escripia, cssa promessa nao eiilraxa
eiiicirciilai;u. A letra de cambio, pie o cea.....r-
elo invenloii como meio le permuta uu de paca-
ineiilo le nina pra;a para ouln, era desconbecida
los liregosedoRomanos. Ignora-se quando e on-
de love da oriceiu.
llera quo houvesse \enephonle publicado um
halado sobre os reiidiineiilus da Allica, OU sobre w
fblltei da bem publico, os povos mais eullos da
pielles leiniios laiubeni nao conbeciaui divid pu
blici, o E.iado faxia secutar suatgrindes obra
pelos esenvos, e occorria aus salarios desle, com
lavas o cxai enes impostas aos ricos. O vencido pa
gav as despczii da guerra. O estado Uiiha, alem
li-i.....n dominio psrlicular tanto mita ronsidwavel
quantu ia-u elle auineiilauln de dia era lia cora a
conquista,
Ein lieuoia, nina repblica, foi instituida a pri
neira divida publica 110 lim da na,le ineilia.
Os Ululo dados indo oslado aos seus diversos re-
dores consliluirim os (unios pblicos.
Antes de 1789 o svslema di divida publica, era
mili poucu cuiiiprehendiilo, e eslava muilo mal
gauisdo em Tranca, por cuiisequeneia llievlltvel do
rgimen poltico, 'a litalorii linoncelrdei po-
ca nlo he mai. duque o qutdto I.....ilpuslos e du
lavas le Inda asta, pacas pela naci, 011 miles si
por una parle da narln ; licita nada OU quasi na
ila se piule prender que provelle no lempo lueror
re.
(I- fundos pblicos erara muilo mais numerosos
do que boje ; dbllnguiam-ie eo duas cilbegorias
uns ehaiiiavani-se fuml.is icaes. porque erara divi-
da |ielo re ou pelo estado ; os oulros 'rain repu-
tados rundo pblicos, porque eminavim do cora
pauhias un eslahelcrimeiilo-aulnrisados pelo aoier
no, para pedirem enipresladi. De loilos esses fun
bis niuilos mise pudiam negociar na Bourse.
NIohelodiTli duvidosu que com o prlvllegb
da neaoriaeies sobre et lunilospublico-, por mais
resnelos que fossein, a BuortO naodevesse ireslai
e de laclo mi livesse prestido, serviros au i'oiu
ineicin e .1 imluslria. lauto quanlo 0 ronsentia i
constiluicilo, enlao evislenlc. Sobresieram porem
gnva abusos. O Eaeomz l.a, nos Irouse a agiota
em ignoraJa na Bourse, e a derramoii al |iela ra
fui elle o primeiro queso servio em Tranca dessi
simulai.au, pur meio la qual 01 jogadores compra
vara e vcnJiaiii a termo fundo pblicos. que_ nai
queriam pagar nem enlregar, nao Halando seno so
breas hllerenras do curso sobre quejogavam. A
sim cinsecuio elevar as aecesdoseu syslenia, vim
le veres cima lo seu valor uuminal.
Os ullimus anuos do reinido de l.uiz XVI Irou-
xeraui novas desonlens. Allni de fazer frente ao .1
trazado da divida real, e occofrer aos gastos da
guerra da America, sera recorrer a ini|oslos exlra
ordinarios, ruja cobranza leria sido impossivel, seo
ti.inisieriu empregou oulro syslomi. Tez ni era
() Alguns ja entre nos Ir.iduzeni noiirse por Hnl-
na e querem que se aceite etaa palavra para suhsli-
luir a espressao portuguesa de pra;a do commercio:
iramos cora elles sea palavra franceza loarse ap-
plicaita a laei eslalielecimenlos fosse derivada pul
seuliJo agorada Ja palavaa bourse ou oio, onde
se guarda Jindeiro, etc. ; mas como lesse artigo
veri, Bour/c lom oulro origen, foi lirada d nome
pruprio de um negociante, e perianto, ou devemos
conservada tal quil.ou traduzi-la couservir a 01
pressiio poilugue/,i.
presumo por lotera comoengodo de cbntideraveis
premios. Assim cousegoio-se mais de 450 nilboes
de libras. Subscreveram-te apolices resgaiaveis em
prazo liso que furain taocadas na Bourse, e detla
vez tornaran, a apparecer os agilas. Pelo mesmo
lempo, emliiii. a nova couipanliia das Indias, que
se linha substituido primeira sociedade organisa-
da por I.aw, emlilio 40,000 acc.oe*io portador. Por
meio de uagociatAcs ficticias a termo hbilmente
combinada, o padre d'Espagnac (), u maior juga-
dor de eolejissenhoreou-se do todas as accAes e
comnruu 8,653 ralis do que realmente esisliam.
l'ina ordem rega o deslerwu de Pars, lodos os seus
justes, foram annullados, e por medida geral o
conselho de estado proscreveu os jogos da Bourse,
IWamlocoudicAes rigorosas para valdads das nege-
ciii(0es a termo sobre fundos pblicos, e detcrroin-
llmenle ciigndo o deposite dos fundos vendidos.
Sii pelos lius do sceulo passado, por occasiao do
empresliinu le 450,000,000, comer-ou-se a Tallar de
crdito publico e a procurar delini-lo. .Nola-se no
prembulo do um derroto do conselho de 10 de ju-
iiho Je 1788 que o governo considerava os agentes
de cambio de Pars como devendo ser os seus mais
ulcis ausiliares: a hiiloria allesla que com elfeilo li-
nli.imVlle- facilitado aos nossos reis crapreslimnide
dinheiroconsideraveis.
O rredilo publiro nao sppareceu e nao pode de-
senvolver-so senRo com um estado de colisas novo,
cora a liberdide do Irabalho e do commercio, com
um rgimen de governo calmo, regular c popular,
elementos caractersticos da nossa moderna civili-
O crdito tal qual se cMendo depois de 1816, islo
lie, real c efllcaz, deve ser secregado do lodos os
ineos vilenlos o facticios ; mo se funda seiulo na
boa fe dos que o reclamara, e na confianc. dos que
o ciincedem ; rejeila ludas cssas numubras, todos
esses manejos que s servein pira disforcar a acio-
lagcm; consiste cm sumina no valor real ou justa-
mente presumido que te leve altribun-, Je conror-
midadecom ocurso legal, nao s aos fundosdevidos
|ielo estado, romo aos de omprezas ce.....icrciacs ou
iiduslriaos pur elle aulorisaJas.
As especies uRo sRo seiulo fraca parle da riqueza
movel. Essa riqueza proven! csseuriilineiile da
hua aihnnislrarau das linancas que consolida os es-
tados, da boa ofgauisarao do Irabalho que augmen-
ta os productos ; mas he evidente que o governo o
o Irabalho carecen! de ser poderusaiiicnle Judldos
por urna erculacao rpida, fcil de valores em pa-
pel que supprem I iiisullleicueia lo numerario.
Poroolri parle, quinto mais ahumlanlc- slo os
capilaes ou valores, mais deve diminuir o juro do
dinheiro. Eis os resultados imincdalosc geraesdo
crdito.
Alguns econuiraslas halara os novemos romo me-
ninos prdigos ; mo querem que loiiiem empresla-
do, e pulanlo em pomo estimara I lacilida.lc ea
baralcza que o crdito da aosempresliinos. Conce-
dciido porem que baja alguma verdlde nessa opi-
niao, por demais absoluta, compre reconheccr que
os einpre-liiiios do estado lornain-e indispeiisaves
para urna guerra cstrangeira ou era irises inlesli-
uas que nao tarara previstas pelos economistas, e
pelas quaes livemos le passar, quando a receila do
ni. amen!, i era iiisufcicnlc e novos impostes serillo
perlgom e locobravels. Nao livemos o rcenle
eveinplo de IgUles empreslimoi que salvaram I di-
vida publica '.'
Em lempo de recego linda he ulil que pira ob-
viar as demoras ua cubraiic.i loceras receilas, piu-
sa ullii.....no obler fundos sobre a sua simplesas-
Ignilura, resliluindo-oi aos emprestailore em cur-
tes prazos.realisavcis cora a receila ordinaria. Con-
ven! que pelo favor de que goza essa livida, i es-
tallo gatillo o meio legilimudi oraurlizar una parte
della abano do par ; e para isso d.i-lhu oorrainen-
lo una souiina consideravel. As quesbies uover-
namciilaes Je alfandegas, de iinposlus indirecto,
pproveltam igualineule o crdito, pois a sua solu
{lo oescrueao loriiani-se mais lacis com una lar
la ililfusAo dos signaos represenlalivos.
ludo se liga c se sustenta nos elementos do cr-
dito.
Com effeilo, paia a imluslria e para o
u consequeuciu sao ibtolulamenle
iiinhos levein ao crdito a vida c a jir
poto multiplica elle os meios do Irab
Ju ns desceios e is enipieslinio
ominen o
inesiiias
qieridade
facilitan
Ene maravilho-
so agente he o sustanta'culo bancos, quer publi-
can, ipier pirticulire. Tal lie a perfeicao da con
libilldidi lu estado, que podem dirigir- cora ;
iiusiiia Vinlagem a suas receilas erucs I parlicu-
lares, r reciprocaminle o banco di Franca lem
militas vezes arudidu ao estado. Itesolveu-se o pro-
blema liuaneeiroque senipro ollerereu maior dillt-
culdadc; appriixiniaram-sc e quasi iileiililicaiani-
se duus inleosses que parecaiu eonirarios, o do
commercio e o do estado,
O principio du endito mo esta so era lran;a u-
conhecido ; coinalgumas iiinililieai/ies arba-se es-
palbado era tudas as grandes pracas da Eurupa. Em
toda parte (em-se cumpreheudiiln I sua iiiiincns.i
ulilidade, cm luda parle teni-se querido servir del-
ta em um inleies-e publico I polilico, Iluto como
no iiileres.e parlieuliir do coinmercio e da indus-
Iril. E acresceiilarei que O crdito lurnou-se nina
necessidade inlernaciunal : pois por mel di cola-
rlo dos fundos eslrengeiros em Tranca, cuino dos
i.....e/e. no eslragelro, nlibeleceu-w una espe-
cie de solldsriodale no crdito bis diversos osla-
dos, eseu cu......relo reciproco della se approveila
para suas Iraii-aeees, seguiudo urdinariaiiiciite o
cambio a colur;Ro los fundos pblicos.
Eiuliui, he o crdito que verifica e distribu' ns
filudos pblicos as musas provincias, as cidade,
\a campo, auiiliindo as vistas da nov legislirilo, a
que devemos um livn auxiliar da divida publiei
iberio cm cada .leparlamcnlo, as calas econmi-
cas, asilo reformados, as sociedade i.....nvma.. fies
como seguros le toda casta, vias forreas, doras, cr-
dito predial, ele. ele. Todos os fundos desses esla-
belecimeiilos ciiiprcjani-so era rendas lo oslado.
Com o crdito, os fundos, cojo capital he dividido
lauto quanlo ser piule, acabaran! por cncorpui.u-e
uu dominio de cada um. O dia inio esla longe em
que u camponez se Ule alleicc cuino ao seu campo.
o operario comu a sua Termnenla. Comprcliende-
i.iu eum lodos us hoincns esclarecidos, que o inle-
rcsse cominum csln cm sustentar o creililu, que
aiignienla o valor da sua propriedade, I quo nao
pode elle ser suslenlailo semio pela paz exlerna, pe-
ta li.iuipiillidnilc interno. Eis a ulilidade social
do crdito.
l'ois bem o motor empell lo endito lie anda
a Bourse. potanllll ncuoriam-so os fundos pblicos,
c da-lhes ella a lodos publicidad i circularlo.
basta volver os olhos pira o bolilim di Bourse
para ver que de lia alguns anuos lomaran! esse xa-
lores prodigiosa exleu-ao. Em primeira ordem h-
guiam edeviam Iii:iirar as remlas bi oslado, que a
uussa nova leislaeau enregislrou e declaran, bous
movis. Todos esse valore ah cada dia -e nego-
cian) por soiiiinas cousideraveis. Se a Bourse nao
creaOTredita publico, he pelo menos verdlde que
ella o vivifica com a sua accao incessante, e que Ibe
servo como le Iherraoiiielro.
Pelo que precede pnde-se apreciar n iiilenc de
cada una dasoperacoesde quesauohjcitn os fundos
pblicos, lina purera haqueduinina ludas asmis.
c de me ilevu dizer algunias palavras. porque lera
una influencll directa I iiidispensavcl no crdito :
fallo da iiegnriacao a termo, seria e leal, tal qual
sempre a coinprebeiulerain o coinuiercioe a indus-
tria, 0 boje a fazeui. Toraiu os llollanilez.es que
primeiro lizeraiu neociaei'u'S I lerinn e lo ba fe.
Desde o comee-a do secuta \\\\ especulivam elles
em diversas mercidoriss.meulintoestat negociiraai
cun premio ou com opeo.
O Sr. M'Jlieii, onligo iniiislro lo llusouro, refe-
r n.i- -as Memorial urna conversarao miii notivel
que leve com o primeirn cnsul acerca da Bourse,e
das ncgocnlces o termo; era na Molmaison em INI I.
(I prii.....ro cnsul e-lava iebenienleraeiili- preoCCU-
pao conlra essas prencciipa;es que piiuru enlen-
dia ; es|ieciahnenle repellia que se podesse vender
e comprar fundos pblicos era baixa.seni pi'ir em
duvldl a pinsperiJaJe Joesladuc prejudicar aoseu
eredilo.
O liu,meen u nao receinu res|iiinder-lhi', en I ron
era explicaees, -iinhaleu u anliun diento In i-oii-
selbo, o demoiistrou que restringir a liberdade los
contraanles seria oirender o roniniercio. O gene-
ral nioslrou-se convencido, poisdisse, arresceula o
Sr. Mollien, que nao se levia pretender vedar o
que nflo se |Midc impedir, e que a aiiloridaile mui-
lo menos se eomprometiia reforraaiido una lei un
do que tolerando a sim nfracr.ao.
^a occasiflu da diseusso dos artiaus do cdigo pe-
nal relativos as negociac,Aes a termo, propuzeram
que fosse repulido cslellionalooujogodc Bourse a
venda feila sera a posse dos fundos no momculo da
iii-eo, i.ie.io. Napoleiio, que presidir frequente-
mente e que esclareria com o seu genio as scusses
do rnnselho de estada, pedio a opinirlo du Sr. Bus-
carj-Villeplainr, sjndico dos agentes de cambio,
presente a disrussao.
O syndico deu-lhe ela resposta pouco elegante,
mas ebeia de verdade: i Senlior, quando o meu
asuadeirn eshi na ininh porta, eommelleria um cs-
lellionalo v endenilo dous harria de agua em vez do
um nico que lem/ Kilo de cerlo ; pois o rio ahi
eshi onde lera certeza de ochar a-agua que me ven-
de. Senlior, ha na Bourse um rio de rendas nibli-
(') Tinha elle ganho emseis mezes urna forluna
de 18,000,000, perdeu-a em seis das. Morreo no
cadafalso revolucionario no mesmo dia que Pautan.
coz.o Adisposieio panal passou otase sentido: nao
deduzocriiucdi nao-posse, e aiuda menos do uao-
deposHo los fundos que se veudein, como fazianios
decretes do conselho. A ulilidade da negoeitr,ao a
termo prevalcccu.
Em I8i3, leudo havldo alguns desastres na Bourse
cm consequencia dos aconleclmentas politicos, um
depulado que tinha mais boa vonladu do que ex-
periencia, o Sr. liarle, ipresenlou acamara urna
Cvoposla violenta conlra as negoclacBes a termo,
sdio que se instituste urna caisa publica do dep-
sitos, onde fossem especialmente recebidosos fundos
para vender as sommas quo deviam ser pagas. De
luda parle q commcrcioc a industria selevatitaram
conlra os embaraces de que eslavam ameacadas as
suas operasoes o o" crdito publico. A proposta foi
rejeilada. ,,
Itcspondcndo s de, I.....acues dirigidas contra a
Bourse, o queeml818lomaram lo hostil expressao,
o Sr. Thlers dizia : A queslao nico he saber se
pode haver nesse lugar de lo mi fama um coin-
merciu legitimo a que consulta a sociedade que se
applique seu lem|io e seu Irabalho. Mas a esse res-
pello podern haver um s duvida seria ? (vilo lie
necessario que o governo lome emprestado quando
esli alcanzado o limite do imposto 1 Nao ser ne-
cessario que peloempreslimo lanco elle obren futu-
ro encargos que iprnveitarjlo ao fuluro.e que o pre-
sente uro piide mais supporlir'! Nao sera necessa-
rio que as vastas cmprrzas delsinadas a mudar
a face do solo e que exigen! capilaes ininensos, se
dividam em parlirnlasque lera o nomo deacijoes.e
sejaui postas ao alcanco de lodos os capitalistas'.
Nflo ser necessario que essas partculas dus eiiipies-
limos e las grande emprezas srjlm vendidas e so-
ja.....onipradasem um mercado publico, como qual-
quer inercadoria '.' Nao be indispensavel que es-
peculadores, cspreilanilo os variacuei infinitas des-
ses vilores, ocuilara para comprar quando elles bai
xam, e assim oslevaulem no seu-lescreJitu '.' Essas
vanaees aiicmenlain nos lempos Jilliceis, o provo-
cara jugos ; assim lambem succeJe com o trigo, ma-
teria Iflo espeilaxel ; cm lempo lo careslia torna-
se elle objeclo de hincas especiilai.cs. Iici por isso
proscrever o coninierriu du trigo'.'
Como se lazem os eiiipreslimos do estado, las ci-
lailes | das cunipaiibias loeoninierciu no novo svs-
leuia applicadoao eredilo publico *.' Nao sflo os par-
lirularcs que cinpreslam, porque mi esiao prepa-
rados para \\o (einpn queritlu realisar os fundos.
Oueiu quer o euipresiiniu be obrigailo I recorrer a
esses capitalista! ou bauqueias que era 1812 foram
chamados lolios-corvaes pelos parlidislas da propos-
la Bario.
Ora, be constante que us banqueiros nao Iralain
c nao podem tratar seuao para vender a termo os l-
telos lu empresliinu o lar au publico comprador,
lempo I meto lo plgirM seu prora. He Je cerlo
urna especulaciio com vistas le lucra ; nuil os fun-
da publico nflo sao seuao meiculorias. e nflo he
vedado ao ucgorianle quceniiipra por atacado, ven-
der varejo com lucro. Alera de que, se essa ven-
d dii um lurrn aos cmprcslailnres, lera queni pede
o enipreslimo direlo de reservar-se urna parle hi-
le : assim acouleceu ha pouco cun oempri'slimo de
SO milhOel cunt ahiilo pela cidldl de Parta. Alm
da quanlia emprestada receben ella mais de \i mi-
lluies pela sua parle mi alta lu eniprustiuio, c de
lanlu llcarain ndutido o juros di sua divida.
Enifiui. le ha quirrul annus u3o lem I auto-
riJaile coiibccinienloilas negoeuciMs a termo pie
se realitam na Bourse. e au as mima, vigitndo-as
lodavia, pois um bolellm lu jmpressn e mindldo
rada dia ao uliiislro la fazeuda.
Por i-so. os Iribunaes, que uau podem suscitar
um conflicto syslemallco na presenea de lies factus,
de muilo abra'ndaraiu o rigor dos anliuos decrclos
do conselho. Nao s lispensorara as negOCiiOuel a
termo do deposito anterior dos fundos, mas cnlra-
ram em viasile nul.ivcl preuri-sso.
Ja iiianifcslei o opinlRO di qoe por nica ooiuliijao
Jever-se-hiaexi'jir alma le las partes, deix.uidu i
faci i apreciaeao soberana dos Iribunaes ; que
compre entrar no diraitocommum para os fundos
pblicos, romo licite so l'u-uu parans papis In
commercio o para as mercadorla. E podo-se ler
certeza de que geiierali-ada a rigra n.in favnrecera
a agiolageni,
Para ileiiioiislralo, bailarn ver que o coi.....ercio
e a imluslria. que nada ganhi......i muilo poJein
perder na aglotagem, reclamara-i lia qumnli
anuos, porque esla,, como nos convencidos, que
lami salisl.ujai' aus inlere-es pal lirului 1 ; -ahei,,
ella fazer respeitar a mural o Crdito publico.
Exlrahiduila iu(r que com o Ululo de ourte [piaea do commercio ,
agentes le cambio c correctores ia serlmpressa em
Tranca pelo Si. Mullid, auligo advocado no tribu-
nal imperiil, advogldo la companliia dusigenlet
de cambio, o actualmciilejuli no tribunal doaoni.
Jornal do Commrrria.
Chumbo---------dem de 15B00 a lOJOOOrs. por
quintal em lencol.
Cha llvsson dem de 1>M0l700n.'a libra.
T'arinha a* Irigo- O deposilohecalculado enilhViiHi
barricas, e at venda di semana
apenii chegirlm 500 barrios.
' Os preosliveram pouca vana-
cao, e parecem mala firmes__
Veiuleii-se a do Rictunond de I",-
a IKVIO rs., a de Billlmorc a
15^000, I de Philadelphia de
169000 a 909000 e a de Trieste
SSSP de 181 a '209000 rs., sen-
do esta mais prucurada.
Carrafas pretal Venderanne a 98000 rs. a groia.
Manlelga dem a 600 n. a libra da iogle-
zi, e de 430 a 440 rs. da franceza.
Oleodeliuhata dem de lM a 18600 rs. por
ual.iu em cascos de madeira.
Taboado dem a 55 rl. o p do de pinho
americano, e nio lia do de Suecia.
Iic-contos De 6 a 9 por cenlo conforme o
lempo do vencimenlo, sendo as
leltrat de menos prazo a precu
mais lualo.
reles to assucar em saceos pira Liver-
poid a 35 e 5 por cenia por tone-
lada. *
Ficaram no |Kirlo 54 embarcarles: sendo 3 ame-
ricanas. 3'J brasileas, 1 franceza, 1 hespanhola,
7 iuglezas, 8 porlugeczas, 1 sueca, c 1 sarda.
PAUTA
dos preros cnrrrnten do assucar. algodao', e mais
ijeneros do paiz. que se despmlmm na mesa do
nmsuludo de Pernambuco, na semana de 31
de oatubro a5 de uoiemhro de 1853.
COMMERCIO.
I'RACA DO RECIFEBWtOTUBHOASa
HORAS DA TARDE.
Colacite/olliciars.
Desconlo ilc letras de I. a liOdias (i por cenlo
au aiiuu.
Assucar tnlSCIVido rogulir a 18660 rs. por ar-
roba.
pool,; 35|l 1 por cenlo por lonc-
ucar em saceos.
ALFANDEGA. .
lia I a -J8 .
PrelO para Ti
lida de
|-,ii:iiiii;-:is7
lli m 715

m \r. )I39
Remlimenlo do
I,lem lo dia -"
Dtiearrigaw Ao/3l deoulnbro
Barca InglezaBellamereidorioi.
Barca imtleza -"<,. ttumltlanos de fumo,
Hiato brasileirnHi-i'nWiseeros dn paiz.
CONSTTADOt.ERAT.
Rendimei dem lu Ilendiinen [0 di i a j; PIV lodo da dial aJK 1 1 i USAS PROVINCIAS. dia 1 a 8 .... : a....... :I7056 619X01 :8:Miti57 r750803
dem lo 151683
i:765885
Exportacao'.
Liverpool, peliParihibi. brigueinglexl'm. lu-
cker, de 133 londidis, conduziu o seguinle: fiiti
HCCM 3,338 arrobasen libras de assucar.
Babia, sumaca Inusitada llarlenria. ,lcl)i lune-
ladas, Conduzioo seguinle: 3 gtns lazemlas.
13 lilas armas, III saceos Urdiaca, 6 dilu e 8 barr-
c.M ovada, I hila otas iSTcanela. 150 borricas haca-
II......32 aiiaslras albos, :i ciiioei micangol, e au-
lles objeclo, I dito cintas lapidida grampas, I
dito frteos de sirope deNefl, o,|iis diversa! iniu-
dlzM, 17 sarcos erra doce, 15 barricas alpista, 90
birrta minleiga, 30 cunh'tes ira, ;l inrapidoi di-
versasfazendns, um chapeo deso e unulilo de mu-
sa, I aivacolcheles, I lita resina de batata. I baiii-
piinli.i asiucir candi, lli eaixas velas de carnauba,
glOlICCIl arroz. 3 lollelleles :l pipas, 13 uieias pi-
pas, 10 quartalns, 1 cuco 1 !i| barril azeilc le (arr-
palo.
I1ECEI1HDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DEPERNAMBUCO.
Ileniliinei.....lo dii99...... WIW
CONSTI.A 1)0 PROVINCIA I.-
Rendinienlo Jodia 1 a8 .... I::l-'isli06
dem do dia )........ 1:373*160
\ssucarcmraixasbranco l.aqualidale .1 asist
n 0 11 11 i.' i> 18950
0 11 11 mase....... IgCVl
11 btr. osar, brinco...... 21X500
o raascavado. . l!>700
- n-ti iia,l........... 1) 851,0
Vloilao em pluma de I.9 qualiiladc 11 65100
11 11 11 11 3," 1 1 e-mlll
11 n 11 3.* 58000
11 em .11,,,,,......... 0 18600
r'spirilo deauuarilmile....... canaiki 8500
\uiianleiile cachaca........ 0 ?:uhi
Je CIBUI....... 8100
11 1 .-1 Jada........ 8300
jeoebra.............. 8100
. IhiIjh I80
Licor............... lanaila uarraia 8100 9180
Vn i/ pilado las arrobas, um alqueire i> em casca........... " i?80n :te-2ti
Aieite le mainmia........ rana.la 88IKI
11 ineiiduim e de coco. 13110
11 u le peixe......... n 15280
Caen,._____........... . $> 55000
Avel araras........... . 11111a lo- II
11 papanalus......... . um ttOOfl
BolKlias!............. . 9 :i-jii
Btacoilos............. 65'i(HI
Caf bom..........". . 58300
rololl.............. ilJsKSI
com casca.......... llKII
0 llluilll............. 6SKHI
Carne secca........... 3,5800
Cocol com casca......... . orillo -29100
Charutos bms........... 152110
inliuarios........ 16O0
o 1.---.lia e primor 28500
Cera de carnauba......... . 11 em velas........... i> mbinio
Cobre iiiivii man d'nbra...... . s l0
Couros de boi saldados....... . 11 8135
espixados......... . 8150
). verdes........... . 11 SOIKI
0 de osea......... 158000
I de cabra corlidos. . . o 8INI
Dore de cabla.......... . o 8-210
o 0 L'oiaba......... . 821!
o sem............. . 0 8360
" jalea............. . o 8280
Eslpa nacional.......... w I9OOO
eslraiucira, imio d'obra. 18000
Esp.mailiires granuel....... . um 28000
o pequenos....., . IdOOO
Tai Mida le inaiulioca....... alqueire 28000
" niilhi.......... f 25OO1I
o o araiuhi........ a 39810
KeijSo............... abpieiie 13000
Tumo bmn............ ,51 sioo
11 ordinario.......... 38000
em lolha bom........ 78000
o o 11 ordinarii..... 55000
11. 11 a rostidle...... :nsi
Ipccaciianha........... 25801 NI
liuiimia.............. alqueire aaooa
oiigibre............. 1 2SNI
I.euha ile aellas grandes...... . rento I521NI
a 1 pequeas..... . o 8NI
1 0 loros .......... . 11 9)000
Tranchas de ainarello de costado . una I2f(gl
>i louro........ . 78INNI
CostaUO de ainarello le 35 I W p de
c. eal la 3 le..... . 0 20S1NNI
11 de dito usuaes...... . |IMI
Coslidinho Je dill......... 7|5O0
Suallin de dilo.......... . 11 oi
Torro de dib............ aOO
Costado le lom 0......... (,i.i
Costadinho le dilo........ . !> 55-iNi
Sualbn le lili........... . 11 :i82ti
lu 111 de dilo........... . 2821 NI
n n cedro.......... J80INI l.-Jl
Toros de lalajuba......... . quintal
\ ara- le paneira......... . duzia 18280
11 o auuilhadas....... 18600
11 n qturis.......... Em obras ralas de sicupira para c son
uros, par lojooo
1 11 eixus 11 n 11 iii-."
Milico............... . caada 8110
Milbo.............. alqueire 18600
Podra de amolar......... . una JtitO
11 11 filtrar......... . B 63000
11 11 rolados......... . 11 ,5MNI
Tontas de Ihi........... . fculu 38500
Piassaha.............. . mulhu 8120
Sola uu vaqueta......... Sebo em rama.......... . meiu 28100
: | .581100
Pellos de rarneiro........ . nina 9180
Salsa parrilba........... 1 IK-SNII
Tapioca.............. 2,-ilNI
futas de boi........... . rend 8210
Sabao............... . 8080
Esleirs le perperi........ Vinagra pipa........... . una pIM 30(000
MOVIMENTO DO PORTO.
Canil
Algodao
24:60^(856
PRACA DOKECIKE 20 DE OliTl'BBO DE
I853.ASTHES HORAS DA TARDE.
feritiit semanal.
As iilliiuas Iramaccies para o Se-
reni ellerliiarani-sca 273|d. por
1NKHI rs. .eiiepois nao boiiverain
saque-.
au se pude vcrriadciraniente fi-
xar preco, purqpe os vendedo-
res prcleudein eleva-lo. e us com-
pradores eslo firmes cm ralo aug-
mentar; porem as poucas vendas
feitas regularan! ilo.VsvIN) 200
r. por arroba de primeira toril;
e diemque bouve 11111a inrato
grande que exrcdcu desle limi-
te.Entraram 53S saccas.
Tem entrado nlgum novo, po-
ridn em mui diminua quanlida-
Je, c apenas (em bavido randas
do maseavado regular de 19660
a 18800 rs. por arroba, e csco-
Ihhloilc IJHVO a 18900 rs.
Foram mu procuridn, c uo ha
para vender.Ol ltimos que se
liegociaran foram de I3-5 I 110
rs. por libra.
. Venden-so um earregamenlu a-
cerca de 108100, e retalbmi-se de
de 108300 a 108800 rs. a lurrica,
(I mercado eslu sufllcienlemcn-
le siipprido, porque eaislem em
ser de 10 a 12.000 barril-.
dem de 28800 a 480011 por ar-
roba a do Uio-rande-do-Stil, c
de 3300 a l|000 a de Buenos-
Axres.Ficaram cmatr 50,000
arrobas.
Assucar
Couros
II."- Ib "
Carne secca
A 1 -o mirados no dia 20.
Bio (iraiidednSulindias, patachobr.isileiroiOuH.
de .oslo, do 161 tendidas, capitn Juao Dias Jos
Santos, equipagem II, carga 8,000 arrobas de cu-
ne secca ; a Ballhir e Oliveira.Eulrou honlcm
a larde.
Aracalv10 dias, hiale bnsileiro Duridaso, de 1j
loneladas, meslre loto llenrique de Almcida.
eipiipagem i, carga varios gneros; a Josv Uanoel
Martin. PlSSIgeirO, Vicente Terrcira Tima Ca-
langru.
^laceiiil dill, brigue ingle/ Hozulie, de 228 to-
neladas, commaiiJanle Whlle, equipagem II,
cargaaasucar e algodao; a Me. Calmonl 4Com-
panhia.Veio receber ordens e segu para Li-
verpool,
A'flcfo sabido no mesmo dia.
Porto do sulvapor bnsileiro Uuunabara, com-
maiidaule o Capillo do fragata Costa I'ereira.
Ta-.n-eiio-, alm dos que Irouie dos porlu- do
norte para o do sul leva a seu bordo: Eugenio
Ju.e Ni-vc-s le Audrade, sua senliora el escravu,
Anbal Andr Kibeiroe I escravo, vigario An-
ulo da Bocha Vianna, Jo Alxes Pllombo Jd-
nior c 1 cscravo, Francisco Antonio Pessoa de
Barros, llr. Temando da Sirva Deir, Freih ren
Augusto le Almeiila. Jos Bufino Moncoivo ll.ir-
baiino c I cscravo, Antonio Jos de Caslro Tima,
E\iu. runde de Medenn, mhilslroda Ttus-ia c I
criado, Jos Jorge Corvalhal c1 esenvos a en-
tregar. Ilcniique I.u1/.e 1 escravu, Dr. Jos Ma-
ri Ve-Iba di Silva Juuinr, llr. Lull Antonio da
Silva Nones, Dr. Domingos Muiileiro l'cixolo,
llr. Francisco Feuoira Corres, Dr. FnnUcoAn-
lunes Marinbo Jnior, Dr. Jos Augusto Corar
.Naburo iloArauju e I escravu, a Exm. Sr." !;
Auna Benigna Brrelo Nabuco, 2 liliios c I "'-
vns. AntonioMoralra de Suma Meirelcs, rnn-
cisco Pioi.ins, Dr. Jos Caelano de Araujo, I tr-
miano Jos Rodrigues Ferreira, o primeiro l-
enle Caelano da Silva Paraiihos o I esrravo. I
cx-cadele, e 1 ex-praca, Camillo Jos Pereira de
Taro e I creado, Aurelio Ferreira Espenheua,
Dr. Jos Joaquim Jos Sanios Juniur, Franci-co
de Sou/a PlriTlo, CamTHo Augusto Ferreira n
Silva e I esrravo. p.ulre Caiuhdu Je Soura K
quiso, Alaria Tbere de Jess e 1 lilba Je
mete, AntonioJoaquim Corro te Anujo
noel Jos los Beis Jnior, JoaoSaiilusNeve-, m.
Manuel Urnriques CarJim, Jost; A11I01110 .Mcn-
dnnea Juniur, Joaquin Freir Je Almeidi, Jone
Pedro Biheiro, LuiiRndriguesKunes, *'"'
Felippe Nerv dos Aojos, Manuel leiveira, l|r.
Aulonio Augusto Silva Caedo, sua senliora t
escravos.
Ma-


EDITAES.
_ O lllin. Sr. inspector .la Ihesourana pro*in-
..al.cni cuinprinientode ordem do Eun. Sr. pre-
.1,1.'iiic da provinria, manda laicr publico, que no
jia.'ide uovembro proiimu vindouro, val nova-
1,1,-iilc a piafa para Mr arreroolado a quem por me-
nos lizer, peante a junta da Calenda da mesma Ihe-
ir.iraria, a obra do acude era l'aje de Flore,
jUladeni:l:l905000r.
V arrenwlacao sera feila na forma dos arls. 21 e
r,'da lei provincial 11. ti de 17 de maio de 1831,
c'suli as clausulas especiara haiio ih|imJ.i>.
A pessoas que se propoierem a esla arremalac,o,
loiiiparecam na sala das sessoes da mesma junta no
,|a cima declarado, pelo inci.i da, competente-
mente habilitadas.
E para constar se raaudou afiliar o presente e pu-
blicar |ielo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial 6Nj Pernam-
Iiiico 3 deoulubro de 1833.O secretario, Antonio
I rrnira it Annuariafio. .
Cltuuulat esperto*! para a arremalafSb.
1.a As obras .leste acude seio feilas de cDnfur-
niidade coni as plantas o ondlenlo*, apresenludns
a approvacfo do K\m. Sr. presidente da provincia
,i imporlauriade :',: I90S000 rs.
J*. Estas obras deverao priuoipiar do praio do
dous meses, e serao concluidas no de de*/, inezes,
,i .'.miar, conforme a le provincial n. -Si>.
\.' A importancia desta arremata..-io ser pasa
.mi tic preslacocs da inaneiraseguinle: a primeira,
do dous quintos do valor total, nuandoliverconclui-
,1,, melado da obra ; a segunda, iaual a primeira,
.lepoii de lavrado o termo de rcccbiinenlo proviso-
ri,i; a larceira, llnnlmentc de um quinto depois do
111 clmenlo defuilivo.
1." O arrematante ser obrigado a romniunicar
a reparticao das obras publicas com antecedencia de
10 dias, o .lia fue cm qoo lem da dar principio a
ivccufo das obras, assiin como Iralialbar seguida
im'iite durante 13 dias, nlim de que possa o enge
nlieiro cncarregado da obra assislir aoj primuiros
Irabalhos.
3. Para ludo omais que iiaocsliv.r especificado
ni. presentes clausulas ecuir-sc-ha u que determina
a le provincial n. -JNi ile 17 de maio de 1831.
Confotine.O secretario, Antonio Ferreira d'.ln-
iiniiriarao. "
O Ilim. Sr. insperlordathesnurana provincial,
cm i'oni|iriinenl.i da orden do Kvm. Sr. presidente
,l,i provincia,manda fazer publico.que nu lia '! de
uovembro prximo vindouro, vai uovamcnle a pia-
ra para ser arrenialado a quein por menos lizer, pe-
anle a junla da lanuda da mesmalliesouraria.il
obra do acode na povoaoao do lluique, avallada
era i: am- m,i rs.
A aiTcmalarao ser feila na forma dos arls.-Ji n
Si da da lei provincial n.-JNtide 17 de maio de 1831.
o -.di as clausulas especiaos aballo copiadas.
As peanas que se propoierem a osla arrenialao.ii>,
iniiiparccam na sala das sessoes da mesma juula no
,n.. cima declarado, pelo mcio dia.coinpclcnleinoii-
le babililadas.
E para constar se niaudou allivar o presente c pil-
car pelo Diario.
secretaria du lliesoararia provincial de l'eriiam-
liuro.'ldc oulubrodc I833.0 secretario,./ii/on/u
Pernio. it'AnnunciarHo.
Cleuntlaiespetiae* para a arremataran.
|.s Al obras do acudo do lluique senio feilas do
confunii.li.de coma planta o orcameolo, approvado
pela directora emconaelho eapresenla.los appro-
\acao do Emii. Sr. presidente til prnviuriii, na iui-
|,i'ianci,i ,1,- :',-.:.m>iKKi rs.
i.' Eslas obras llvenlo principiar no prazo do
nidias, e serie concluidas nodo III inezes, a contar
.la lata da arrcnialaco.
.1.' A Importancia deata arremataran ser paga
ein tres preslacocs da mancira seuiiinlc: a primeira,
.I,,, doui quintos do valor le'al, quaiido livor c.ui-
rluide inclade da obra ; a segundaigoal a primeira,
depuisde'lavrado o termo de recebi.nenio proviso-
rio ;ea Icrceirj. linalmente du um quinto .lepois
do reccbiinciilo deliuilivo
1- O arrematante lOM obrigtdo rumniunicar
,i renarlirjhi ,las obra- pulilii 'as con antecedencia
de Iriula dias, ,i .lia Du om que lem de dar princi-
pio a eieeurao dll obras, .i-.iincomoIraballiar se-
gaidarnente 13 dias, llm de que possa oeogenliei-
io CDCarregado daobra assislir aos primeiros Iraba-
lhos.
5." Para ludo o mais que nSo ealiver especifica-
do as proselesrlnusulas,scguir-sc-hu oque deler-
nnailel provincial n.dMidc 17 de maio do 1831.
(..ailurme. O Secrelario, Antonio Ferreira
u.iiiniiii'i.iritn.
O Ilim. Sis. inspector da thesouraria provin-
cial. eni cuiiipriiuonloda aulorisaeflo do E\m. Sr.
iirendanieda provincia de 13 do correte, manda
fazer poltico,que uo .lia 10de novcnibio prximo
futuro, vai iiovamenle a proel para ser arrematado
peanle a junta da fazenda da mesma ibesouraria.
I quein mais der, o rcndimeulo do imposto do dili-
no do gado cavallar nos municipios seguiules :
l.iumciro, avahado iiovainenlo por auno
era.............3S50IH)
llrejo.............303000
tambres. '........SUallUO
Boa-ViaU oBi........198)1100
A arremataran sor.i feila |K>r lempo de lies anuos,
i contal do I.' ,le jolito do crranle anuo a 30 de
; inb.i de ls .i,.
11.1 eitaulea que se propoierem a oslas rremala-
[oes,comparecam na sala du lessAeida mosiua juu-
l.i no dia cima indicado, pelo meio dia, com seus
Badore compelenlenenle habilitado-.
E pira constar se mandn allivar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pcrnani-
liuco. 17 deoulubro de 183:1.O secretario, Anto-
nio Ferreira t'Annunciariio.
ti Ilim. Sr. inspector di tbesouraria provin-
rial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. prc-
Milcnte da provincia de II do oorrente, manda fa-
zer publico, que nos dias 8, !l o 10 de uovembro
provimo mu,Ionio, peranle a junta da fazenda da
nifMiia tbesouraria, se ba de arrematar a quem por
menos lizer, a obra do molliorainciilo dorio dcliot-
anna, avahada em 3<):li<>0jOlKI rs.
A iirri'iualac.lo ser feila na foiina d il da lei provincial o. i!W; de 17 de maio de 1831,
c sob as clausula- es|>eciaes ibaiio copiadas.
As pessoas que se propoierem a esta arrematacat
ronipiroeim ir ili.is cima declarados, pelo meio dia, compeleule'
monte babelitadas.
E para constar so niandou allivar o prsenle o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de l'err.am-
buco, 1-2 de outobro de 1833. Osccrelario. .Intit-
ulo Ferreira d' AnnunciarSo.
f'tattsula* evprriae* para a arreinalariio.
I." As obras do niolborainenlo do rio de tioian-
na, lar-so-bao de ronfonnidade rom oorcameul.
plsDlgl o perlis, approvados pela dirccloria en
consellin, e aprescnlados a approvaco do E\m.
N. piosiilrnto da provincia, na imporlaucia de
3n:lillllS(Nli rs.
i,' llaiiomalantc dar priucipioasobras nopra-
>n de inezes e as concluir no de Iros anuos, ani-
llo- contadospeU forma do arl. 31 ilalein. S8C.
:l.* Durante a execuru dos Iraballios o arrema-
tante ser obrigado a pro|>orrionar Irausiln n ca-
noas e barracas ou pelo canal nnuiou pelo Icito
actual do rio.
i." O ancmalanlo seguir na execucao das obras
.....ilt.....lo Iraballio que llic for determinado pelo
ensenbeiro.
5.1 ti rematante ser obrigado a apresonlar no
lim do I.- anuo, ao menos a quarlo parte das obras
prorjipla, eouli.i tanto no lim do -2.- anuo, o fallan-
do a qualquer d'essas eoiuliooes pagar um
cont de rs. Conforme. O secretario, Antonio
l->rrera W .Inininciacao.
O Ilim. Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial, em ciiiii[,i mientu da ordem do Exm. Sr. pre-
blmenlo provisorio, e a aegunda de dous definios
na occaaio di entrega definitiva, a qual dever ler
lugrr um auno depois do recobiinenlo provisorio.
i. Para ludo o que no se aclia determinado
as prsenlos clausulas, nem no ..remenlo aeguir-
se-lia o que dispoc a lei provincial n. -i8(i do 17 de
malo de 1831.('..informe.ti s.-crelario,
Antonio Ferreira af^nitrnciofnV).
Ilim. Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial, em cumprimento da resoluc.lo da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, qoo a arrmamelo da
obra do 4.- laen di estrada da Escada tico trans-
ferid para o dia 3 de noveinliro prximo vindouro.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernambu-
co 27 de oulubr.i de 1833.O secretario,
Antonio Ferreira ta Annuncia[ilo.
O Ilim. Sr. inspeclor ila tbesouraria provin-
cial, cm cumprimento sidcnlo da provincia de 2 do correle, manda fazer
publico, que nos dias 2, 23 e 2 do novrnibro pr-
ximo vindouro, peranle a junta da fazenda da mes-
ma tbesouraria, se lia do arrematar a quem por
menos lizer. os Irabalbos do conservacilo pciiiianen
le da estrada da Vicloria, avallados em 3:3l7SO0
ris.
A arremalnoo scrii foiln por lempo de um auno,
a contar do dia em que o arreniatannto lomar ron-
la da estrada, e sob as ronihcies abaixo copiadas.
As pessoas que se propoierem a esla arremata-
cao, comparecam na sala das sessoes da mesma jun-
ta nos dias cima declarados, pelo meio-dia, compe-
tentemente habilitadas.
I. para constar se man.lou nllixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincill de Pcrnam-
buco 28 de oulubro de 1833. O secretario,
Antonio Ferreira d'Aiiiiuiiriariio.
flmula* esperiae* da arremataran.
1.a I) i.-,hallo, daoousrrva.;"..! pcrinaneiile da es-
trada da Victoria ser oveciilado de conformidade
rom n oreamenlo, approvado pela diredoria em
| eonselbo, c apresenlado a npprovaco do Exin. Sr.
presideoleMa provincia, pelo lempo de um auno, e
na importancia; de 3:.3I7(iOO rs.
S.i '> pigmento da inpotianela da arrematarn
seui feiloeni prestacoes mensaes do una dundeci-
ma parle, vista do rortilicado patiado pola ilirer-
loria das obras publicas.
3.-i Para ludo o que nao c.livcr.lelc minado as
presentes clausulas, e no oicamenlo. so^uii--o-b.i o
que disne a lei n. 2Ht.Conforme, 'I secretario,
//. F. (I'.liwiin'inrnii.
Mannel Joaaiiim da Sitia Ribtiro, fieal da /re-
ijiiezia de S. .Intoiiiodrsla riade ele.
Faz publico |iara .-.inliociiiieuli. dos wuicompa-
rorhiauos qiio.inio Miando em vigor a pnslma aiblie-
cio.ml de maio do |N3!, que obrignva a ajonl.ircin-
se lias testadas dos osliibolcciuieiiln- as v.urodilla.
delixos das ras, vislo que nao fui approvada poto
|H>der compeleule. subsiste a ilispnsico do arl. 3
do titulo torcoirodas po.luras cm vigor, que prohi-
be o deposito do livo- as mas, o determina que sc-
l.ini ellos laucados nos lugares pata osse lim desig-
nado-,, soh pena do ifcSKIO do inulta aos qtle -,-iin
nao cumprirom, o o duplo na reincidencia. l-roiMic-
zia do Santo Antonio do Berife27 de oulubro de
1833.O flcala MtuutelJOaqutmtla Silra fibei'o.
pan
liare
Para o Porto.
O briguc porlugiioz .Wara Ftliz. rspilao l.ou-
renro Fernandeido Carmo. saliir.i bn-\o por lerj
parle da carga a bordo: quem no ursino quier
ca regar ou ir de passagem, trate com o ditocapHtlo
na prnce,ou com o consignalario Anlonio Joaqnim
de Souia Ribeire. j
Para o Rio de Janeiro vai salur
com a matar Jueviclde posiivel, o pa-
tacho nacional Valcnli- > : i|item rio
mL'mo'(|tiizei' carrgar, ir de passugcm,
a o que tem bons comrnodo, ou tin-
car escravo a frete, dirija-se ao ca-
pitao, na praca do Cotnmercio, olaos
consipiiilaiios NOVaet & Cotn])anliia, na
ra doTrapiclie n- ">V, primeiro andar.
Para as libas de S. Miguel, Tercetrao Fayal,
a escuna porlugueza Amiuide. rapililo Manoel Au-
guslo Machado, sabe com brevidade: recebe cargo
a frcle c passageiros : quein pretender, dvija-se a
Olivcira IrmilosiV^ompaubia, na ra de Apollo n.
14, ou ao referido capillo, na pracsr do commercio.
Para o Aracaty
segu cm poneos dias o bem ronliecido hiale Capi-
liaribe, meslre Antonio Jos Vianna : para carga e
nassageir.w. Irala-se na na do Vigario, n. 3.
i i AKV, MABANHAO' B 1'AHA-.
O briRUe escuna nacional Graciosa, ca-
pital) Mendo, saltira' cm poneos dias por
lera maior parle da carga engajada :pa-
raorettante e passa|;eiros, lrata-se com o
consignatario Jos Uaplisla da l'iuisrca
Jnior, na rita do Vigario n. i, primeiro
andar, ou roniocapilo. na praca.
ft
JLEILOES.
i.mi
ilelabn
ricos jarros,
sala, lindse
guarda hien
para janlar.
iitensilios du
sim como lili
\a\ ier 'torres, far leilo
ale. asfOhoras damalihnn
u. 13,por inlervenro do
i tiembles, da niubilia e
on.islin.lo oni um licoso-
i., .lila. i\r balance, co
ario do sala, coiuiuod
roupas, epparadoros, lavatorios.nurquei,
de sala ih-janlar, Inilcadoros, Hpelh
I) coronel Francisco
scuun.la-loira 31 do corre
em s.ia casa, i ua Formo-;
aliento Marcelino de llorj
mais movis .lesna casa,
f, cadeiras, .lilas de brai;
solo-, mesa redonda d
guard
caileit
Oa manyrea pertunbuaaaos, HetlMs 4* u-
kerdade, mi doaa roeolafo'ea ensaladas ai
1710 o 1817, por um loso pernambucauo ( o
padre Joaqnim Blas Martina.)
Atiba de sabir a luz a primeira parle il.sle im-
Canle o curioso traballio, al boje iriadt(P. He t
riphla de Indos os pernaiubucanos preeminen-
tes que enlrsraqi, ou dequalquer modoso compro-
metieran! na revoluco nos mscales, e na da pre-
tendida repblica de 1817, escripias as aeros
de laes homens no silencio do gabinete, por un pa-
dre dos nonios .lias, oque anda bonlemroubecemos
lodos na coiuiregagao do oratorio de S. Filippe Ne-
rv, romo um dos ltimos, e maiseslimaveis mera
tiros densa vcneravel casa. O padre Joaqulm Dias
deixa-nos ve/ esses caracteres a luz severa com que
os encara, desenliando-o a grandes Iracos ; e lero
cites sem duvida um grande merecimeulo para a
posleri.lade, quandoos bouver de julgar serene :
o desalinbo do historiador.
Nao ha familia em Pernamhuco a quem este pe-
queo diccionario histrico nlo diga respeilo de mais
ni menos perlo, e a quem por isso nao inleresse vi
vamenle : conten nuis de fUIO arligos.
Acba-se a venda no paleo do Collegio, ..ilieina de
euradernac>io.
litros
ro-pidoia
mullos e
na,los, um lindo nloi
ipparellio de porcellii
allu-ic- ooulrasmilitas
oozinba. a OUlroa.....il
iiboiu far.i leilo de um
apaches, la|:
i los de mesa
les,
de
io, de pereda,
i pala eb.i.dilos
obla, de prala.
s objecloa; aa-
ipliuio e lindo
cavallo, um jmenlo, e lies
OuiDla-feira, 3 de no<
no llreife. segundo andar
Olivcira faro Icillo de um
lilil-
omino, na iii.i daCrui,
da c 1*1 u. 8, o agente
i escolenle inobilia em
i.r.i
DECLARADO ES.
Pela dirccloria da aculdade de dirello .le i>-
linda se faz publico, que as '.I lunas .la rnillllin, cm
.. novo e.lilicio no dilodl iinvombio vindouro, lea
lucar o Oame do geographfa a bisloria. no .lia i o
de Inulez c Flaneo/, o no .lia 3 o ,1o lalim.
o secretario interino rara allivar osle na formado
osivlo, e publicar pela Imprenta, depola de registra-
do. Olinda 28 de ouliibio do 1853.Dr. ,/H'ONO
JotCoelkOi director ii.leriuo.
Adminitraeflo do patrimonio do
orplnios.
Peanle a administradlo do palrinonio dos or-
pbos se ho de arroinalar, a quem por menos Ihi i,
os reparos do que prerhu o muro ailerior do roile-
uio dos orpbJoi oin Olinda, oreados em 6J3&54U i-..
as pos.oas que so propoieren fuer os mencionados
reparos, podero comparecer na casa das aesMMM da
referida adminisliaco. nos .lia. \ e 28 ,1o corrcn-
le mez, o 2.1o futuro as 12 horasda niauba. Serte-
lalia da ailiniuisliarrio do palrinonio dos oiplios 11
do BUlubro de 1833. Antonio Jotl dr OliceirH,
secretario.
relaconlndoria da camari municipal do Heclfe
se faz publico, que o prazo marcado para pagamen
Jos imposto, de carrol quer pirculiire
ilea|ugoeri cirrocas e man sol.ienl.is de i
gao, aipin no ulii.no .1. crreme, o o. qu
rom do payar alo .-.la da,la. liealu sujoilos
de 30 por celtio .lo valor .1.. ini
reincidencia o que para constar faeno prcsel
Conladorli da .-amara municipal do Kecire
de oiiiubn ,1o 1833,O conlader, Joaoitim Tu
Itodoralhn.
1"
ic-
biim esla.l
las cadein
o dejogo, i.ulo ,
niiatil.i-lnuca, ma
chapos, mu nplii
reta, uma eadeiri
arligos i'ciios de
vi.lr.i,
do ,1o.
lauto
I.....pe
calinos, divers.:
bjecloa: na indi
- Terca-feira. I. de
largo da allandega, I
inelbor goslo, r.iiisisliudnem bel-
, consol, iiein,., mesas redonda,
le Jacaranda inileio, commodas,
iquo/as, lavatorios, cabido para
un loilu para casados molde a fiaii-
[iha ,1o arruar com calla, o oolroa
iliH'oioi.les nudeiras; mangas .lo
va AuiuiimOv
piadores el.po
superior fumo.
Jaueiio.
coi lote
1.1,1,1 O | -1". -
ehegudo lia po
W esca.ta, eaplngardaa
I ulnas do piala e mullos
eada casa e ra.
uovembro, as 10 horas, uo
r leilo quo faiera a viu
le dos i
. ,1o :ii rolos ,
uros dias do Ki.i
n
BOTICA
COTRAL IIHMorUllllA
I ruada Cadeia do ttecife, \. Hiidar'A.
Diricida pelo pharmaceutico approVado,
e profmor em homeopaibU Dr. F.
de P. FlrwRamofl.
.\csl;i Ji'ihr.i se eoconlran m mp.liores e
MilCredIUdoi niPilicamenlnt hoim>n|>alh-
rii-, qur nn ululiulno, quer i'in liiilur,is,
preparado! rom .1 anai* emvpuloM cvarii-
.liio, pt'io |ih;trniueuiiro approvado profaa- ^
sor om liomopalhia Pirca Ranoa, iob aain- fc;
ilicaj;OtN du jr. Dr. Sabiuu, rom quem lu
1 |>r n <>;.....in-.niiiMito-. liesla holiea, ruja fllca- ^
v ra lem sillo vcrlieada na tonga pratira 1I0 -
? Sr. Itr. Saltillo, e reconlieriila por loda as \\>
r pessoas, que ilelles lem fcilo uso. overeen 1
AVISOS DIVERSOS.
urna Rrafle \antauem, sobra lodo* os que 1^
pnr alit se \eiulem, a qnal COMfalfl lano ua ^>>
fe| prompUdio dos laoh eH'eilos, romo na qua- fe^
vT? lidaile 'm -ollf nem .1 menor allerarAo ; o que os lor- Le
'..-; na uiuilo retomiiicndaseis, prinripalmenle *'s
H pura o malo, onde nem semprc ha larilida- JV
n de fia provisflo da ROVOS medii-amenlus. Ci^
Bxiaieni cartelrai de rnadlcamenloi em
R lobo* graiHtea de no cnalal de dlflerenlaa n
El precoa, deade I^IHKW al(301000 confofroe o f^
H uuuieio dos uieilii'aiiienlos, Mas d>nain- ^,'
H] siires, o riqueza dasca\as. l;
v" Cada vldrode linlura da quintad)-
*Tt namisaeao........3)000 IQ
a Ola IuIhhIc inedirameiilo I000 El
H \. /;.(Si. Dr. Sabino Olegario Ludeje- g
t 10 Pinito se preala a dar oaclarecimcolM 1 ji
i^t lodas as pt'SMias, que ctimpraroni medica- vjr
^j ineiitoi nesta Itolica, na ra das Cruzcs. n. g-
BansB m wm-m%m&im
PLANO
par.i a primeira parte da quinta lotera conce-
dida pela lei provincial n. 100 de 9 oe malo
de 2842 a beneficio daa obra, da matriz da
Boa-Vista.
1000 liilliele- a (9000......-J'i:iKlll9000
Beneficio para a malril e sello i:Mii-,m i
RECITA BXTRAOKDINAKU I.1MH-.
ASSIUNATURA.
He-entrada da primeira bailarina I!. Maiiell
lo primeiro
liluseppe Felice He Vi
SKI.IMU-IICIHA :il l)K HU IIIIO
Depois que a orrheslia livor evoco
inelhiiresoii>erluras,re|iresoiit.ii-e-b.
"asensibilidape nocime,
eoinposicu do arando dramaturgo Anlonio Xavier,
Perionagena do drama.
Sihal, brlgadoiro......Br.Senna.
Carlos, airerd....... Amoro.
Adelaida, e-posa do brigideiro D. Juanna.
Ilenriquela, ailoia, .riada do bit
uadeiro........
Miela, criada do dito ...
PanlaleSo, boticario. ,
Auasiacio, guarda portn
Ricardo, medico......
Logo que linde o diaina lela lunar um ROVO
quinteto, comporto pelo muir do baile, oSr. Do
Vecch), denudo polas Si
nlinleda pr.ninria do 13 do correte, manda ra-
zer publico, que no dia 17 de uovembro prolimo
vindouro, tai nomnenle a piaja para er arrcina-
l.ol.i a quem por menos lizer. peranle a junto da
fazenda da mema Ihesuuraria, a obra dos concert!
do acude do Trucunhaeni, avahada em o-ir5000 rs.
A arremalariosera feila na formados arligos'il
0Ti da lei piovinrial n. -.'Isti de Ti de maiodelHJl,
e sob as clausulas especiaos abaiv copiada.
As pessoas que se propozerem a esla airematacao
1 ainpareean na sala das son da mesma junta,
no .ha cima declarado, pelo meio dia, compelente-
ii.folu habililada-.
i para constar se niaudou allliar o presente c
tudilicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de I'ernam-
Antonio Frrreira "Amiiiiiria^Uo.
i Itiifulos esperiae* para a arremaariio.
I -' As obras dos reparos do or.ude de Tracunliaem
1 -n-i'-han de conformidade rom a planta e orca-
nicuto approvados pela diredoria em conselho, e
apresenlados a appiovacit.t do Kim. Sr. preaideoli
'i ploMiiri.i, ua iniporlanria de tUIVslHIO r.
-- O arrematante dir principio as obras n-
prazo de 30 .lia-, o devoro roucliii-la. no de Ires
inezes, contados de ronfonnidade com o artigo 31 da
le provincial u.280.
3.* 0 pasamento do importo da arremaariio rea
li-.ir-so-lw em duas prealacOes, a primeira de oilo
l'cciraos da mesma importancia, depois do rece-
o Leonor.
o Amalia.
Sr. la-la.
rf M.tiileiro.
. liis.
bisar um n
lo baile, o Sr.
II. Mariolla lladerna,
Pl
-ma
o 0 Sr. De Veo
a carcter. A mu-
lo mostr Jote Ui ria
Canlarelle, Cardad
ndn o vealuario i
ra lio toda de ron
Cliii-li.inn.
ti Sr. N.irouha. por obwqulo ao oni|irezaiio,dii'i'
cii ao orchestra no referido baile.
Daio lim aoe-pecla.-iilo uma dasmolluires laica-.
A emprea deaejando, que nene dia debuUisM a
irllsla. a Sra. I), tinto iclla da Cunda De \ eechj .
ma- uo se podenilo apromplar o vestuario t\o dra-
r.a, em que olla tenido ilebulni nesle Ibealio, re-
nlvi'ii dar esla recita eilraordinaria, liralid
uiuie para a anignatora,
Sra. D. lladerna.
C......i hajira algumaa ni
pre/.ario convida ai]oelle-
ipii/croui renovar suas as.
deja ; eos que nao quizei
pa-lo, anles da li. recita. '
na qual lomara parle a
i env
, que
Ignatorai a lindar, i
dos Srs. as-isiiaule-
igualurai, a faze-l
em continuar a parlici-
,isto que lem de fazer no-
val n.-isnaluras, o o uo pode fazer sem a decido
dos acluaes senhores as-isiianle-,
Osscnliuios larignanlea quo qalierom Dcir rom
os seos camarolds o radeiras, para a recita extraor-
dinaria de segunda reir :il do outubn.....andullo
ao c-ri iplorio do Ihealro al ao meio-dia do dia 30
do rorrete.
AVISOS MARTIMOS
Para Lisboa.
Sesue com brevidade esenna porlufueu Sote-
rauta, para carca e passaaeiroa Irala-se eo.....sron-
sianatarins MnebadoA,' l'inl.oiro: na ra do Vica-
rio, u. 19, segundo andar, ou rom o eapilo Ovidio
Jos Anlonio de Abren, na prar,a do rommori-io.
Paia Lisboa a ealea Mari)ariila, rapililo Su-
torio Manuel dos Res, sabe com brevidade ; rece-
bo caica o passaaoiros, para aqiines lem bons rom-
modos : os prelen.tenles ,ln ijam-.e aos comignala-
rios (lliveira limaos ,\" l^enipanliia na ra de
A|"-ll" n. 11, ou ao referido eapilo, na prafado
r.......ii'ixin.
Para o Porto.
A barra Olimpia, de primeira marcha, sesue com
brevidade. Para carga on passaaeiros. a Iral.ir om
-en- ronsignalarios Barroca A Castro: na ma da
Cadeia do Recife, n. 4. ou eoin o eapilo na praja.
Para o Ceara'
sabe nesles diasohialelA'oto tllindu: para o resto
da rarga, a tratar com Tasso 11 uno-.
Vicim Lame, lando ,!, faieruma viagama
oiilade ,la llalli,i, anlcs de scciiir para a Europa,
deiva por seus procuradores: em primeiro lugar ao
Sr. Jone Joaqulm do Olivelrn linnalva, em segun-
do ao Sr. Mannel Francisco Souza Sanios, o om ler-
celro o St. .loan So,un. com pdeles liaslanlos para o
substitu! na gerencia .lesna ra-.,.
Embarc.....-se para o Rio de Janeiro n-e-rra-
vns Krancis.0 eJosepha, narilo, Antonia. Capii,di-
na. Anua. Ili......licloe Mal.....I. crimilos,aenlrcsar
a.loa..Anlonio Alv.sdo lilil..
Pl'LV.ICACAO' I) IXSTITL'TO l
HOMEOPATlilCO 1)0 BRA-
SIL.
VADE-JUECI U Di I10MEOPATI1A :
om um vol.....e do mais de IKM) paginas ; e
IICCIONARIO 1'tilMI.AIt DE MEDICI-
NA iiii.MKtii'A'iiur.A : om volumea
ni.,i-,le lllll paginas cada um.
tibiasindispou-avoisa lo.lo- oa pail de fa-
milia, senhores do oniicnho, sacenlote, di-
reclora de Collegio oude oulios eslobelc-
eiincntos, oapite- de navios, serlanejos, e
quaesquer oulras penoaa, que por si me-.....-
quicrem conheerr os prodigiosos eneilos
(la'lioin.'opalhia.
Pelo Dr. sa'oan Olegario iMdgvro l'i-
hIio, memoro de milita tociedadei nacio-
nal e i Hrangeira*.
Eslas duas obras, queaerUo adornadas de
diversas calaiiipusscienlilieos.eiicciramludo
oqooliailenielli.ir arena .1.......dirim I-
inco|:albira. Ou.dipiii dellas he |irefcrivcl
a lodas as oulras, que alo boje se lem publi-
codo.
Preco da asignatura iOSOOOn., pagos Im- b
liiedialamonle.
A-isiia-so em casa do autor, ra dos
C.ii/i-, u. II.
II VADK-.MHCI M lem da saln I IM
brevemente, visto ji Miar mullo adianladl
siia ini|in--,io.
Consiiliiiiio central Itomeopalliico ra
Crines, i,, ti. ______ ^^
Convidam-M: ns irmSbB do irinan-
(liiili'iliis.Miiiiis.ilu matriz doCoi'po San-
io, paracompanfcivni no consistorio du
mesma irniandade, amanliBa I da no-
vi'iiilirn, pelas 1Q horas du maiihfia, afim
de se proceder a eleicoda nova mesa,
conlorme determina o capitulo I. do
i omproniisso.
__ O ibaivo a-sisua.lo mudou sua losidouria pata
i Recite, i ua do Trapiche u. 17.
Jote Antonio de SOuxa Machado.
Aluga-se a hija do sobrad., n. IK. na Trompe,
-iiinbnn- ronuuoilo- l'.n-i ......a,la : a tratar no mu-
o sobrado.
O aballo IMignado, reliando-se para o Itio
le Janeiro, e nlo pod.....lo dospodii-se das |.......aa
do sua I...../.ole, pede ouc o di-i ulp.-ni poro-la falla
voluntaria.Camilla .logelo ferreira ia Silra
(I Sr. joaqulm de Souza Mala lem uma caria
uta do iMaranbao. no osoiiploiio de Manoel Igna-
, da Olivcira, na praca do Corpo Santo n.6.
Segu viagein para Macelo Antonio Tavaros I
irdeiro, braiileiro.
U aballo anignado taz sciculeao rnpeilavel
publico, que desde 0 da de alud do ro ion-
io aun,, mu,Ion o seu nomo do Joaqnim Ma-
chado de Albuqui'iqne l.ins, p.ua Joaqnim do
Sa Cnvalranli Machado do Alliuquorque, vi-lo |p-
orer um -en piimo com aquello lime, nao se
enfeuda quealgum papel que appareca como i......,.
Lina, sej.i do aiiniiiirianle. o par haver soparacao
tiesta para aquello l.ins, declara o aballo Migna-
ilo, que he lilho legilimo do altores Francisca Ma-
chado dos Rala e Silva com D. .Mariaima Cnvalran-
li de Abrooe Lima, o aquella l.ins he lilho deou-
lrus pala,Joa'/nim de S Caralcanli Mar/iadu
de Albui/neri/ne.
Atusa-so urna rasa com grandes roinmodos, nn
Monten i. ao lado da isreja doS. Panlaleo : quem
prolondcr, dirija-se ra eslieila do llosariu u.
:i!l A.
Sabhado, .3 de novemhro, lem do ser arrema-
tado por venda, linda a audiencia do Dr. juiz do ci-
vil da segunda vara, por ser a ultima praca, um
grande sitio com inuiio boa casa, no logar .b.tait-
deireiro, pcuboiado ao casal de Luiz Jos de Sam-
paio.
Na la do Cotovello n. 10T. anuaiu-so bande-
jas onm ricas aunarnosdelnrrcao do ultimo modcllo,
ebegado agora, rom superiores bolinbos de lodas as
qualidades pata cb, francezes, com lodnoareiu
e delicadc/a : na mesma casa fazem-sc bolos, c po-
dios de lodas ai qualidades, e doces seceos.
Prccisa-se de orna ama do leile para criar
una creanca. sendo preferida nina sem lilho: a Ira-
lar por etrai do muro da l'eulia, sobrado que faz
trente para a made Santa Cecilia, u.26.
LOTEHIA 1)0 1110 UE JANEIRO.
Aos 20:000s()00 rs.
Na ca-a feliz dos qualro cautos da ra do i inn-
niado n. JO, existo a lista da lotera do Rosario, que
roneu uoilia J7, e tambem so rceebem os bilbeles
premiados cm Iroca dr/s do Rio de Jaiieiio, que de-
ve vii a lista no dia 3 a 1.
I
I
I
I
2
T
H
IJ
(i
UTO
7 bilbeles
:l blancos
IIKI^OOtl .
lIJvOIHI .
:io.->:iim> .
13)000 .
|,i-in,i .
(81100 -
premiado
l'.l^lKWKItl
bOOOOOO
ooiooo
l:< intimo
MI.I.-IHKI
2WI5000
JIKWIIKI
2im: JII-MHI
IXO^KSI
60*000
7:B20jjOOO
Precisa-so de um bom rozinheiro, preferindo-
so prcto forro ou escravo, para casa estrangeira : na
ra da Cru, 11. 10.
CONSILTORIO lIMtOPATIIIGO.
Gratuito para os pobres.
No Iteiife. ra dn Trapiche A'or-o numero 14
1) Dll. CASANOVA lem aborto o seu roo-
sullorio no Recife, onde poder ser procu-
rado a qualquer hora do dia.
N. B. As pessoas que 11S0 frem pobres,
pasar., pelo iralanu-ni.i de 5 a -'i-t'tai rs.
, i nlo etcclendo de dous mezes. I _
Precisa-se de um pequeo para cauelro : 11
aiin.izi'ui de molhado* da ra do Vigario n. II.
Acha-se justa e contratada a compra de um
sitio, na estrada que vai de J0S0 de Barros para o
Manguiulio, comoSr. Joilo Ignacio Rodrigues da
Cosa; porlanto, 10 alguem se julgar com direilo o
mesmn, por qualquer motivo, participe na ra l)i-
I- il,, 11. G3, uestes tres dias.
Aluga-se uma casa nova de podra o cal, com
commodos para familia, na Capunga : quem pre-
tender, dirija-se n ra da Cruz 11. 30, segundo an-
dar.
I'i eri-a-.e de urna lavadeia.quelavede barella,
pagando-se por mais docosluine aroupa de bomeui,
com lano que ella dfi lisura sobre a roupa que
deilar fura : na ra Augusla 11. 9idcfroutc do rha-
fariz.
Deseja-sc saber se existe n'esta provincia Ja-
ciulho llernardo Pacheco, natural da llha de S.
Miguel, d'onde viera lia anuos parosla ridade :o
ine-inu Sr. 011 quem inleraasir em noticiar, queira
dirigii-se a la do Vigario 11. I primeiro anilur, c
cn'eiiilcr-se rom Jos Baplisla da l-'oncoca Jnior.
Il-seiima paralo de callica, o vende-sc gran-
de quanlidade do lijollos de lapamento, j servidos:
ua rila da liuia 11.til.
Na taberna da ra do Collegio 11. 3, ha urna
caria para o Ilim. Sr. t;. A. Cosario de Azevedo.
O Sanios Lima, calieiro da roudlclo do Sr.
Knvvilianu. aluga por fe.laiiu anuo nula lina rasa no
Poro da l'anclla, a maigem du Um Capibaiibe :
quein a pretondor, dirija-so a ra do Uiun i dila
fondiro, ns. ti, He 10.
Casa ta afericao .
(I aferidor pede as pessoas inleressadas, que ap-
pareo.ini quaiilo anles, pois olio cal pioinpl a dar
elpedlenlc lidns os dias olis, das'.l horas da ma-
ulla, as Ida larde : na ra das Asnas Venios u.
"' lotera m rio de iimm .
Acham-seavenda Mbillietesda lotera
ti. iln liiesouro Dublico; a lista deve vir
PL'llJ
loviijior
uovembro
i|iur si- (ire
. 011 "1 do
1 distribuid
nroximo iniv. ilf
si'p.'iii pagos loyo
,1 .las listas.
quo I
hWKIlHHI
'.ihi Somma. lliesoitreiro,
UuUherme da Cotia correa Me.
.1. Heinv Beroard vai a Paralaba.
o din i:ii.lo oulubro lem .le sor arremata-
das a- duas parteada casa lenca do a. i:l, na ra de
S. J..-o, p.n evoeueo .le Jo.i JoSO d.i tieso ionio
ressumario de Antonio Poreira, contra a viuva o
liordeiros do hachare! Antonio Joso Pereira, pelo
juiz. .la primeira vara oivel, aserivao Multa.
cliam-se ;i venda o* bilhetes da
lotera coneedidn a matriz iln Boa Vista,
que ii'iii mu.niii'iii,1 im prosJmo inoasdc
uovembro : liilliete inteiro li.s'dtHl ra. ,
tiiciii Itilliete "i.siiiio re, maior premio
GiOOOsOOO de rs.
Pi-ecisa-sc de dous ofliciaes de ta-
noeiro: na i,estilac3o do Franca, na praia
.Ir' Santa Hita.
Precisa-se de uma eserava pura lodo o'servico
do cosa o ma t quem a qnlaer alugar menselmenle,
dirija-so .1 na Augusta 11.10, uuaiiiiuucio para ier
procnrido.
O aballo aasignado, lando vendido ..sen lm-
lol.le.....ninadoda Barrasilo na ra do Trapi-
che, casa u. -. eoin a entrada pela ra .1.,. 1,......ti-
ros, o Icndo-lhe fieado urna grande parlo dos ob-
jeclos que ao niesmo porleiiciam, cuno sojam: suts,
cadeiras, mesas, luuea, ole. ole, ull'erece-os a ven-
da a quem os pretender, e us dar por preco ms
eommodu.Mentnnra.
Pieoisa-se de una sala .ni
liuiiu'iii -olloiro, om qualquer da
ti Sr. Jos Teiveira Uulmaraes, quo leve bo-
leqiiim na ra larga do Rosario, queira dirigir-se
a praca da Independencia, livraria, n. 1 o H.^
Precisii--e de nina sala nn bairro do Uo.-ire. pa-
ra lioinem solleiro: quoni livcraiiuiiucicnu dirija-
sca ma do Vigario. n. 3.
I'reri-a-se alugar mu hnm feilor. quo enlen-
da de borlaliei o plantarlo : quem nesta cilrnnis-
laucia esliver, dirija-se a ra do Vigario 11. 3.
DomingosJosA Marques, sollielUdor do- ta-
dilorios llalla Cldade, muden sua residencia para a
ra do Collesio n. 3. primoiro andar.
(.Iiieni livor algiiui sitio perlo da praca, anda
ne.ino sendo pequeo, querendo vender, ;.....un-
ic para sel procurado. *
Oliscal dafrcgueziadeS.J11sodoRecirc.mil-
lou a sua residencia para a ra das Cinco Ponas
ao nwum.
Wo armazem de fazendas bara- L
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-te um completo sortimento
(hzendas, linas e rossas, pol-
iperos mais lai\os lo que rtiioii
dia, 'vlando-so assim o ineoovenienle da demora
dos oarros o* impale da moagem ; assiin como que
pa masina luuilir.ioso achasempresurtida, nao su do
nova- moendaido diversos lainanbns c modelos, sc-
nlo lambem de rodas dentadas, lano para agua,
COMO para animaos de Indas as propoir,6es, a saber :
volla por volla, volla equirla, vollao terco, volta
o meio, duas, tres, quarlro vollas. etc., etc., e por-
lanto que qualquer seulior do engenho quereudo ac-
eelerar asua moenda, a lim de moer mais caima no
inesino lempo, ou rolarda-la, aflm de espremer mais
liquido da mesma raima, pode sem demora escolher
as rodas rompe lentes, i iindiro do forro na ra
do Bi um pausando ochafaris. D. '. Bowmau,
engenbeirn.
&#m S O*
V Prccisa-se saber onde niura.nosla rulailr, o W
9> correspondente doSr Manoel Beierra Perei- #
Jj> ra de Araujo Bellio, morador em Cruangi, tt
aflm de se enlregar urna caria para o .lito tC
',.' -ei,lo,i : aununcie. #
: 7**>tt*mi #*
1.0JA DE MODAS FHANCEZAS, NO A-
. TRRO DA BOA-VISTA N. 1. -
Madama Milloebeau Buessard.lema honra depar-
lieipar as scnlioras que, pelu Occident e o Comte
Itoger, vMinio, navios chegados do Havre, u seu es-
tabelocimento do modas reeebeu bum grande sor-
lmenlo de fazendas do ultimo goslo, comosejam:
ricos chapeos de seda e de palha '; enfeilcs c turban-
tos para bailes c tlicatros; ricos manteletes de seda
de cores c prctos; capotinhos e casaeqs de fil bor-
dados ; manteletes e rapollnhos de cmbrala borda-
da; romeiras de biro, de seda ederetoz ; eabe^&es
de blondo c de Meo ; mantas de blonde para casa-
mento ; ricas capellas c calas de flores de laran-
geira, ; esparlilbos superiores ; cambraia de linho
transparente ; larlalauas fiuas;riros corles de garra
branca e eslampada para bailes; vestidos de blonde
para nolvas ; luvas de gouvin ; ricos eufeiles para
as ditas ; lencos de nulos de cambraia do liuho bor-
dada ; I.I... bordados e lisos de (odas as qualidades;
cha|>os do palha da llalla, dilos de elina, ditos de
tranca aborta ; biros de ludio c de nlgodito; bicos de
blonde : um grande sorlimeiilo de plomas para cha-
pos e luueados ; llores linas para todos os usos;
ineias de seda para nnivas ; riras camisinbas de lil
bordado e com hico largo verdadeiro; lindas trancas
brancas e de cores para vestidos : Illas de velludo o
galfics para vestidos ; enfeilcs de troco para cabe-
ra ; lira- lilas para cinlo e enfeilc de vestido, e
mullas oulras fazendas de goslo, as quaes se vende-
r, i miiilo ein conla para o romprador. Madama
Millecheau Buessaid faz elTeclivamenle toucadoso
lurbantes, chapeo- o vestidos com goslo, verdadei-
ramenle do bom n.....i por preco comrnodo'.
A CONSULTORIO CENTRAL 110- A
MEOI'ATIIICO. t)
Un,i das Cruzes*
lo

N. 11 Itu.i das Cni7.cs* N. II ^
Consullai lodos os dM desde a* H horas Bk
da manhaa al ;is horas .la ianle.
Visitas aos domicilios das '2 horas cm (jfr
W as molesiias aRudas o gravea aa viiU ?
(#) tarto feilas a qualquer hora do dia uu da (0)
's^ As senIioran de parlo, iirincipalinenle, 'W
(*** sei lo recorridas com rcliuiosa promn- j
jl Dr. Sahna Olegario Luili/ero Tinlm. *fif
rFabrica de chapeo^ de sol, na praca '
da Independencia, n. 35.
Manoel Jeune, rhe^ado iillimamenlu uesla eida-
!'', lem a honra de participar ao res|>eila\el publi-
oOflqae trouse com mco, um rico e completo orti-
inento de chapeos tic sol, lano Je seda como du
pauuinho para homcn e sen dora, rico chapeos de
leda em caboa de caima da India,dilos com carica-
luas, ditos de armaeao de CO, com ricos casles de
marlim, hcncalas e uulros muilns ohjcetos don mais
modernos e variado*, RoallD como Irouxe lambem
0*! um lindo sorlimeulo de leda e pauuinhos para co-
ra I lirir qualquer aiinaeflo usula :
T
% Ip.i qualquer |>arte, tanto em por-
a rus. i-nuil) a ri'l.illi.i, alliaiiriunlo-
iios i-.....oradores um s prero

1
na roa da Cruz II. 17. retinaran de
Alna i-so um prelo vellio, .|ue
ra do Trapiche u. h.
Arrenda-se ou vende-w mu ln
L'oczia da Vanea, com bum lianlio u
Caribe nu fundo do sitio, boa rasa
mullo nova : a tratar no segundo ni
ra .le Apollo o. i.">, at o meio dia,
.piarlo, para
ib. Herir :
mear,
un sili
Hel:
na
i, na tro-
la rio do Capi-
do viven.la o
ular da can >i.t
o do-la hora
isa da viuva do
liante, no boceo das llanuras
fallecido Jos Anlonio.
Tin innco. biasib-irii, de bons roslume-e ov-
cellenla conduela, do que dar eonbecimcnlo, ofle-
rcce-M para caivoir,. cm qualquer eslabeleciinen-
lo. ov.-eplo laberna, o pretende deseiupeiibar COIS
aj'iiilo a- otiri^a,;,',-- I- que o incuiiibiioin : na es-
quina da i ua do Cabuga, luja de Lisboa i\ Panasco.
Aluga-se o armazem ctenoiro andar da .a-a,
n. da ra do Amorun ; a tratar com o proprielarie
Antonio Joaqulm de Souza Hibeiro. na ra da Ca-
j AVISO AO COMAIKKCIO.
Os abaixo assignadoi .'1111111111:1111 f
'2 a iiinquear a todas as clnsses em M
M gcral os seus sortimentoi de fazeu- g*J
das por baixos presos nao' me- i
nos de urna pera, mi nina duzia, BB
a dinheiro, 011 a prazo, conforme fe
se ajnsiai' : nu sen armazem da I
praca doCorpO Sanio, csMiiina da
pita do Trapiche, n. 48. Hos-
li'oit Itoukcr tx Coiiipanliia, iu'j;o-
(anii'.s ii'j'lezis. Os mesmosavi
siioa.i 1 i'.spcllavcl [iiihllrii(picaliri-
1,1111 no sua loja de fazendas ila rita do Col-
legio e Panero Publico n. l, {jidi pelos senhores Jos<: Victori-
no ik l'iiiva e Manoel Jos de Si-
qticii'ii Pitanga, pura vende
>or ahiciiln e a retallio.
_flaEHHHEjffiS_
i Aluga-se p.tra a fcsla um sobrado em Olinda
com milito- commodos, e inuili, fresco, na ra de
S. Benlo junto a Igreja de S. Pedro .Marlvr : quem
o pretender, dirija-se mesma cidade, ra do Ca-
bial n. I.
Aluga-scoseguodo andar do sobrado da ra
de Aguas Verdes, ipiasi defronle do oii.o, do Nossa
Seobora do Terco: na ra das Cruzes, ultimo sobra-
do do lado dirello, quem vai para S. Francisco.
Aluga-se a sala da frente do primeiruandar da
ra .Nova u. l'.
Manoel Jos de Souza Carneiro exporta para
o Itio de Janeiro o seu escravo Sabino, rrioulo, de
idade de 1:1 para ti anuos.cria tic casa.
Precisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia : ua ra Bolla n. I'.l.
Aluga-se o segundo andar da ra Nova 11. 21,:
.1 fallar na ruado .laciniado u. I".
1.11a lodos : esle eslalielivimeiito t
a ahrio-se de combiuaclo com a g
~j maior parle das casas commerciaet 3
m inglezas, francezas, nlteuwas e suis- 1^
sas, pura vcndcf l'a/.cndas mais em E
jM cotila doipte se lem vendido, epop ||
^l isio ollerecendo elle inaiores van- M
tagem do que Otilio tpiaiipier ; 0 js^
3s proprietario deste importante (*
j tabelecimento convido a'lodos os |^2
M seus patricios, cao publico em ge- L'|
^ ral, para que venhain (a'bemdoi H
?^ seilS interesses] comprar l'a/.cndas t
>s Ilacatas, no aciii.i/.cni da rila do $
a Collegio n. de g
Anlonio Luiz dos Santos, K
Atusa-so o segundo andar da casada ra do
Caos, o ,1 quarlo da ra do llrum. em l'iir.i de Piu-
la-, o 1 lmenlos a I'. A. da Cunlia iV Companbia.
na ra do Vigario n. II.
Wo-settKPOOll.lei-s. a premio, i......Iivpo-
llieca 0111 predios nesta piara : quem precisar, 10-
llllliril-,
lloni ne/jocio.
Aluga-se a ra-;, que leve taberna, ua ra do Cal-
deireiro, esquina do berro do Monlero, a qual l.ni
annarao. o osla livre do imposto, por prero uiiiilo
Comrnodo, por ser ludepcndeula do reato .la casa,
o oflerece mulla vanligem por ler perlo um desem-
birque, ei c-tar lia muilns anuos al'regue/ada ro-
mo laberna: ni praca da In.leponilcucia, livraria
n. ( ii.
Casa de coimnissao de esclavos, na fita
larga do Rosario n. "i
dar,
Kesta rasa recebem-so escravoa i
para serem vendidos por conli do
iodo- i~les objerlos
S ii,i'iirion.nlii-,coiK-erlam--i'cniu asscio.e priiniplidao,
t_, por pirro- inui ra/oaveis, e mais barato dn que em
' noli.i qualquer pallo; voiulom-se em porcaoe a va-
rejo.
StMIS.
SALSA PARRILHA.
Vcenle Jos do Brllo, uoico agente cm
linio do II. J. D.San.ls, cliimim anieiiraiu
blico que lem ebegado a esla praca unja gn
rao ,1o lia-io- do sal-a panillia do S.iuds,
rdadelrameole falsilirados, a preparado
Pona in-
faz pu-
iil,* por-
que -ao
no Kio
se;iiii(lii an-
riilliini-'
illiai,
iidu-so o bom Irulaiiieiil.i. as-iin romo a se-
guiana dos ii........i-; n.iu -e poupaniloeslorc.is pa-
ra qu .... meamos eacravoi sejom vendidos com
pr.inipiid.io, -lino do que seus senhores nao oflrant
ouipalo cun a venda dello-.
Precisa-se de um rozinheiro forro nn captivo,
liara um engenho distante denla praca 7 leguas i
lirija-sea ma Impeiial n. 7 na fabrico ilcviiiaare.
Alugao o aim.zoni. nn qual scmprclevo la-
berna. o un memo lem ..uaran: no paleo do Tr-
ro n. 139, a lialar rom o MU proprielurio Joaquim
.opes do Almeida.
Rodas de madeira para carro
No alono da Doa-Vista ti. .Vi lem semure um
lortimenln do roda- de toda o liiiiiaobo,lantodeBw
doia da lena romo do lora.
.No palio da llibl'ira doS. Jos, loja do sobra-
do ii. I.'i. lava-sc c engomma-se, com muito asseio
e nerfei.;;Vi, por prero lazoavel. *
A1TENCA0, l'MCO DBPOSITO NESI.1
C.lllAllE.
Paulo Gaianou, denlrsla reeebeu agua denli-
frice do Dr. l'ierro, esla agua ronbeeida como a me-
llmr que lem apparecido, l o lem iimilos elogiosa
seu autor,) lema piopriedade de cooiervar a horca
cheirosae preservar das dores do denles: tira o
goslo desagradavel que d em goral o charuto, ..!-
juinas nulas desta n um co|Ki d'agoa sao sunirion-
les ; taiuliem si' adiar p.i dentifrieo cvrcllenlo para
a oooservacao dos denlos : uu ra larga do Rosario
n. lili, segundo audar.
Manoel de Almeida Lopes, com casa de
consignacSo de escravo*, na ra dos
Quarteis n. 2i-
Nesta casa rccebeni-se escravo-de comniisso pa-
la le Tender, lano para a provincia como para fiira
della, por conta de seus donos; alllaina-sc nbni
Iralanienlo c seguranza dos mesmos ; e lamber
roiniiiai-i-se e pagam-se bem, agradando.
te Janeiro, polo que se devem a.-aulolar os consu-
midores .lo lo precios., talismn, de cabir ucslo
engao, lomando as runeslu consequencias que
empre coslumam Iraser o- medleamenloa falsifiea-
dos o eiaboradoa pela mo daquelles, que onlcpoem
sous interesses aos malos e estragos du hiimaiiidado.
I'orlanlo pode, para que o publico se possa livrar
do.la liando.' distingu a veidadcirn salsa parrilba
,1o Sands da falsificada e roronlenionle aqui rheca-
I i\.i ; oannumiaiile faz ver que a verdadeira se ven-
! do nicamente OBI Sita botica, na ra da Conrcioao
I do lleoile n. (il ; e, alm do roreiluario que acom-
I panba cada frasro. lem embaivo da primeira pagim
I leu nomo impreasu, o so arbar sua tirina em ma-
nusrripto sobre o invollorio impresso do niesmo
Iracus.
AVISO JIHIDICO.
A segunda edlecjjo dos primeiros elemenlus para
ticos do Piro civil, mais bom .'.irrigi.la eacrescenla-
da, iiiio sii a respeilo doque allerou a lei da refor-
ma, romo rerra dos despachos, interlocutorias e di-
linilivas dos jiilgadnres ; obra MU lio inlerossanle
aos principiantes em pralira que Ibes servir de lio
rondurlor : na praca da liidcpondoncia n.lieH.
COMPRAS.
(,ompra-sc una eserava que seja boa cozi-
nheira : quem a I\er, aununcie ou dirija-se a ra
Nova n. ."O, nrimeiro andar.
<;oin|>ram-sc escravos, e \endem-se, recebem-
N tic cominissa, lano paia a |>ro\inra como j'.ua
fura della;na ra dosQuarleis n.Ui.Heiundo andar.
Compra-M qualquer ucea velha tle nidal cha-
mado do |irinri]>e, preferndo-se o que seja mait*
claro: na ra do Cnlleuio n. J.'i, laberna do l<*on(o.
Gompra-M um relopo [Menle iimle, de ou-
ro( com a* com pelen I es eadeias uo alerro da Boa-
VUlau. 60.
VENDAS
Paulo Gaignou. dentista.
Pode ser procurado a qualquer hora em
sua casa na ra larga do Rosario, n.
.'6, segundo andar.
AVISO AOS SENHORES Di: ENGENHO.
ltenlasa. grandes \aula&eus na uioagcm de can-
na, provehienlesde ler*os lanihores <|,is moeiitlas
perfeilameiilc Imneado^,nabaixo alienado res|njilo-
sttmcnle leuibVa aos scnliores le enuenbo que n.i
sua fuutlii;ao de trro em tura de Porlas se pode
pcrfeil.iiiii'iile lornrar de no\o um Jogu do lamlm-
reK, c aparar e endircilar os deklcs das carretas com
lauta presltv.1. que se pode eulre^i-lot, no raesnio
NoIrapkhodo Itanios, se dirr quem \ende
arcos [ir (ornear, propiios paialabique.
Aos Srs. padeiros.
\ ende-se leuha em feixes niuilo grandes, para
padaria, a '20 n. eada um; ani l'ei livameiile para su^lenlar as fregue/ias,. posla ua
porta : a Iraur un ra da barimba, loja de balis.
Veodem-s dnus esclavos mallo moron.prclos
c de bonita liyura, sendo .mu delles eo/inbeiro, pe-
dreiro, barbeiro, c be etiibareadifu : na ra Direi-
ta n. 36, lerceiro andar, a qualquer bora do dia.
Saccas com farinha.
Vendem-se ^a^cas rom muilo boa larinlia : na ra
da Cadeia do Kccile n. -ii. por preni eomutodo.
o 39 A.
confronto ao Rosario dr Santo Antonio, avisa ao
ii'-pi'it,ivcl publico, e particularmente a seos fre-
uiii'/es, que j receben erando poican do seu liem
eonheeMo doce, casca de guiaba, o nielluir que he
pnssivel cuconlrar-so, e junlainputo eueontraran pa-'
ra utais de _'" qualidades de bolinhos Ir....../-. para
ca.
Cal virgem
Superior cal em pedra eheizada ullimanieule de
Li-hiia, no palbabole Lusitano, c mais barata do
que em oulra qualquer parle : ua ra do Vigario
2ii. primeiro andar, escriptorio de Baudeira &
(iarcia.
Vndelo una eserava boa, e robusta, quo d
I80rs. por dia: mi ra da Cadeia do Kecife n. 39,
primeisn andar,
Vcii.lc-se um escravo do bonila ligura, sem
miileslia, e ptimo sapateirn: quem o pretender,
dirija-serita da Cadeia n. .'MI, loja do Lucilas de
Jo
Anlonio da Silva (irillojiini
Fazendas baratas, ua loja de 3 portas na
lita do Livrament n. 8 ao jii: do ar-
ina/j'm do loitra.
N endem-se cirios de chita com :l barras o cines
livas, a l800 e JrOIXl rs.. dito, dr cas-a decires
can :i Larras IUIK) rs cassas de cire. muilo finas
o cor,'- Uva ansio eseore a 500rs. atara, dilas
rom barra i330 r-. a vara, riscs.linlio franre MU
,-a-sa- ,-ics linas a2-K1 rs. c covado, eliila para co-
lierla lina a 2110 ornvad". maulase diales de seda,
chapeos Franceses do Idrma uioilcrna, pannos pre-
los e de c.res por proco comniodo, e oulras muilas
hiendas que seacham patentes: dio-sc amostras
iaiuanionlo.
Vende-te urna eserava de narao Angola, ida.
de II' anuos poucu mais 011 tuanoi : na tua da Sen-
tula nova, 11. J-\
!,'


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eywgy
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l

V
ANTIliUlDADE E Sll'KKiOHIDADK
DA
SALSAPARKILHA DE BRISTOL
sobre
ASAIS4?ARRILH^DFS\^DS.
Attcncao'
A SALSA PARRILHA l>E BRISTOL daladcs-
ile 1833, o lem conslinlemente mantido a mu re-
putacto sem uecessidade de recorrer a pom|M*os
mituncios, de que as prc|>araeocs do merilo podem
dispensar-so. O successo do Dr. BKISTOL lem
provocado infinita* iuvejan, e, enlrc outras, as dos
Srs. A. R. Sands, de Ncw-York, preparadores
o proprielarios da salsa parrillia couhecida pelo no-
inedeSands.
Estes seuhores solicitaran! ,i agenciado Salta p;ir-
rilha de Brislol, econio nao o podossem obler, a-
bricaram una imitarSo Brislol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. K. 1). Sands es-
creveram a l>r. Brislol no da 20 de abril de isii,
c que se acha em uosso poder:
.SY. Dr. C. ('. fristot.
Bfalo, &c.
Nosso apreciavel seuhor.
Em Iodo o anno pastado lemos veudido quanti~
dadex consderaveis do extracto de Salsa parrilha de
Vine., e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes
.iquelles que n lem usado, jugamos que a venda da
lita medicina se augmentar muitittimo. Se Vmr.
quizer fazer um convenio com hosco, eremos (pie
nos resultara muila vanlagcm, lano a nos como a
Vmc. Temos muilo prazer que Vmr, nos responda
sobre este assumpto, e se Vmr. vier a esta cidare
daqu a um mez, ou rousa semelhnnle, leriamos
muilo prazer em overem nossa botica, ra de Fui-
Ion, o.79.
Kicaiu as ordensde Vmc. seos seauros servidores,
(Assionadosl A.K. I). vNOS.
CONCLUSAO'.
I. = V anliguidade da salsa parrillia de Brislol lie
claramente provada, poisque ella dala desde 1S32,
e que a de Sands so apparcceu em \M2. poca na
I nal esle droguista nao pode nbter a agencia do l)r.
ristol.
A superioridade da salsa parrilha de Brislol
lie incontcslavel; pois que nao obstante a concur-
rencia da de Saiids, ede urna pnreo dcoutras pre-
pararot-s, ella lem mantido a sua repulacaocm qua-
si toda a America.
As numerosas experiencias Mlu con o uso da
salsa parrilha em lodas as enfennidades originadas
tela impureza dosaimue, co bom exllu obtido nes-
la corte pelo lllm. *r. Dr. Sigaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
Dr. Anlonio Jos l'eivolo em sua clnica, e em sua
afamada casa de saude na Gamboa, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino deOlveia, medico do eicicito, e
por varios oulros mediros, permillein boje de pro-
clamar altamente as virtudes efflcaieeda mIh par-
rilha de Brislol vcude-se a 5>0;>0 o vidro.
O deposilo de-da Baba imldou-se para a botica
franceza da ra da Cruz, em frente ao chafarla.
Vende-se o sitio que fui do falecido Jos /.um
rias doCarvalho, no lugar de Beberibc de baixc.de-
nouiinado dos craveiros, com casa devivenda de (le-
dra, ronlendo sala adianle com doua quarlos, dita
de detrae com dous quarlos. solao u/ande, co/.iulia
grande c copiar, futa casa de laipa com sala e dous
quarlos. atraz dous quarlos, estribarla para tres ca-
vados, o solao para pretos ; um lollieiro que serve
para casa de familia, com estribara para dona 0B-
vallos ; militas aores de fruto-*,cont sejam, cdquei-
ros, mangueiras. cajuciros. mauaabeiras, craveiros,
(girofe) larangeiras, sapolseiros, pnheras, frulei-
ras de pao ele. etc.. terrenos para loda a cultura, c
malla de capoeira, leudo de fundo quinhcnlas bra-
cas, c dr frente qualrocenlas, pela beira do rio
pouco maisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura : quem o pretender enleuda-sc com o lllm. Sr.
Joto Pinto de LemosJunior.
.NO CONSULTORIO HOMEOPATHICO
II. r. A. LORO MOSCO/O.
Vende-se a mellior de todas ai obras de medicina
homeopalhica iy <> NOVO MANUAL 00 DR.
(i. II. JAIIK ...CJ Iradtizido em portuguez pelo
.Ur. I*. A. Lobo Mosco/o: mialro volunnsent.tder-
nados em dous. :u?OUO
O voliime conlcn lo a paUogeuesin dos lit
medicamento^ que nao forain publicados uhira mui-
lo breve, por estar muilo adiantada sua imprcMllo.
Diccionario dos termo de medicina, cirurgia, anato-
mia, pharmacia, ele. ele. encadernado. i^tMH)
Una carleira de U tubos, dosin -Ihores e mais bem
preparados glbulo-, lioniopatliicos com as dual
obras cima.........40|000
Urna dita de :tt> lubo, rom asmesinas 159000
Dita, dita de48 tubos........">u? Dita de Hi com as ditas......lOttoOOO
Otrleirasdc 2\ tubos pequeos para alg>
beira............MeHOO
Ditas de SdluM.........d0000
Tubos avuUos de glbulo!..... 11000
BOU LAFFECTEUK.
O tnico autorisado por decisn do coit*clho real
e decreto imperial.
Os mdicos dos liospilaes recomiuendam o arrolle
l,!iilcrii'i\, cuino MDdO o nico aulorisado pelo go-
vernoc pela Ueat Sncicdade de Medicina. Este me-
dicamento d'um go>lo agradaveL e fcil a lomar
em secreto, est em uso na marinha real dc-.de mais
de 60 anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
com penca detpea, sem mercurio, asaflecces da
pe le, iinpngeiis, .isconsequenci;is das samas, ul-
ceras, c os arcidenles dos partos, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; couvin aos
calharros, da beviga, as conlracctN, e fraque/a
dos orgo<. precedida do abuso das ingeccoes ou de
sondas. Como aiili-svphililieu, 0 arrobe cura ciu
pouco lempo os lluxos recentes ou rebeldes, que vol-
vem IdeeaMOle semcousequencia doempcegodaoo*
paiba, da cutela, ou dn injecres que re|iresen-
taino virus sem neutralisa-lo. O arrobe l.all'ecleuv
be cspccialnienle recoinmendadu contra as doeucas
inveteradas ou rebeldes a*i mercurio e ao iodorelo
de potasio. Vemle-se ciu Lisboa, na botica de Bar-
ral, e de Anlonio Velicauo AHot de Azevedo, pra-
ca de D. Pedro u. fttt, onde acaba de chegar urna
Suinle porejio de garrafas grandes c pequeas, vin-
as directamente de Pars, de casa do Sr. Mo\veau-
I^aflecteuv V2, ru Rrliev a Para* Os formularios
dam-se cratis em casi do agente Silva, na praca de
D. Pedro u. K2. No Porto, em casa de Jouquini
Anejo; na Babia, Lima & [retos; em l'ernain-
btico, Suum; Hio de Janeiro, Rocha i\ Filhos, el
Aloreira, loja dedrouas; Villa-Nova. Joo Pereira
de Magates Leite; Rio-Grande, l'raneisco de Pau-
la Coutu r3 L.
DAURORA
C. STARR&C.
rc-peilosaincnte annuciam que no seu extenso es-
tabclecimeulo em Santo Amaro, continua a fabricar
com a maior perfeicoe promptido.lo de macbinismo para o uso da agricultura, navcua-
cao emauufactura, e que para maior commodode
seus numen-sos freguezes e do publico em geral, lem
aberlo em um dos grandes armazens doSr. Mestjui-
la na ra do Brum, atraz do arsenal de marinha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas DO diloseu cslabelocimenlo.
All echado os compradores um completo sortt-
meiilo do moeudas de caima, com todos os melho-
ramenlos(alguus delles novo* oorigmacs) de que a
experiencia de muitos anuos Icni mostrado a oeces-
Miade. Machinas de vapor dcbaixaealla pressao,
taixas de todo tamaubo, lano batidas como fundidas,
carros de mo ditos para condu/ir formas de assu-
Car, machinas para moer mandioen, prensas para d
lo, fornos de ferro balido para fariuba, arados de
ferro la mais appnnada coustrocro, fuudos para
alambiques, crivos e portas para fomalltas. e nina
iulinidade de obras de ferro, que seria eiiTadonbo
enumera). No memn depttsilo existe urna pessoa
mlclligeule e habilitada para receber lodas as eu
i'ommcndas, ele., ele, que os aiiuuuciautos con tan
doeoraacapacidadede suas otllcinas c macbinismo,,
e jwricia de seu ofllciacs, se eompromettem a fazer
i1 variar, rom a maior presteza, perfeico, eexacta
rouformidadeeom osmodelosou deseuhos, einstruc-
rues que Ihc fnrem fornecidas*
Vendem-ne caileiras, contolos, simis,
bancas demeio desala, de Jacaranda ;
. cadeiras, sofas, consolos, mesas de moio
"de uta, daugico ; cadeiras, sota*, ro'n-
' otos, de oleo ; guarda-roupas para se-
uhora, camas (rancezas, de jacarando ;
ditas de amarellu, marqoezas Je augco ; dilak, de
oleo, e deamarello, e outras mu i la* obras que se
tnostrarfio ao comprador, ludo o mais moderno po>-
sivel, e por precos mnita commodos: na ra da
famboadoCarmon. l. Na meama casa tambero se
vende junco, lauto de primeira como de segunda
Mirle, para lecer cadeiras, e por barato preco.
Nbvon. ii ; t mesaa casa rliegou urna
pOiTo c!e alvniaih* de nova composi^&o,
milito euperior 'ni qualidade uo usual.

enftenheiro ma-
respoi tosa mente
IIKPOSITO DE CAL E POTASSA. P'.KO de mnha:a i.m iiotijas
jt Na rd&t de Apollo, uimazum de Leal vende-se .:m couta, na ra do Trapiche
Veis, fem superior polassa do Rio de
Janeiro, e da Aperiea, e cl em pedrp,
cbe;ada de Lisboa no correte me/., na
barca Olimpia, ludo por prero com-
modo.
Vendera-se pianos Tortcs de superior qaaila
i ,i,i i!.i Cruz n.4>
CALCADO BARATO.
Vendem-se botins l'ianeezes de be/.er-
ro, pai'a lioniem, a7s000 v. opar;bor-
/.eguinUlieo8, a 7{[00 rs. o par ; di-
tos de bteles, a 7S000 v.; botins da l'rus-
sia, i (i.sOOOrs.; sapatoes de lustre, para
I Mimen i, ;i i.S'lillll l>. : ditOS COU1 Salto, I
4J500 i.; ditos para danta, a 3.S200 r.:
no aterro da Roa Vista, loja de raleado
n. 58, junto ao selleiro; adverte-se (pie
todo este calcado be novo, e que a vista
dos precos naodeixarao de comprar.
CAL V1RGEU DE L1SH0A.
Vende-se cal nova cin pedra, chegada
boje no palbabole Lusitano, |)or milito
eommodopreeo : na ra do Trapiche n.
15, arma/.em de bastos Irmans,
Vende-se um resto de e\emplares
da obra Rapbael, pajinas da juvenlu-
de por Lamartine, vertSo portugue-
sa de I). Carlos (luido v Spauo : na na
do Trapiche n. I l, primeini andar.
Vende-sc urna linda ganvtatourina' "t Capan*
ga silio de .Mi l>oulmrri|.
VENEZIANAS.
Aterro da Boa-Vitta n. 55.
Twn um lorllmenlo de veoeilaou rom Mas ver-
ilos ile linho e de lila, rom efUl o simo olla, t) se
ronrorlar se Iraca a, novas porvellNM, a \onladcdii-
comprador.
Vendem-se relogio de ouro, pa-
tente inglez, os melhores que ti'iu vinilo
a este mercado, e do man acreditado
fabricante de Liverpool! em casa de ltns-
sel Mcllors Ai Coiiipanlna, na ra da
Cadeia do liecife, n. 5(i.
| BBSa^BOB^BESaSSBM
Diccionario dos icrmoi de medicina, Cj
cirarela anatoma pharmacia ,
etc. etc.
Sabio i lu esla obra adtfpenMvel a todas
as peaaoai <|ue se dedican ao esludo de
medicina. Vcude-se por 1;j rs., encaderua-
do, no cnsul lorio do l>r. Mosco/o, ruado
Collegio, u.2~), primeiro andar.
Cobertores es cu ros,
de algodo, a HIM) rs. ; ditos aMea e eticanados .
muilo grandes ceucorpados, a IjJWH! rs.: na ra do
Crespo, loja da esquina que volln para a (ladeia.
* ~r Vende-se vinbo da Madeira de superior qua-
lidade emquartosc oilavusdcpipa, por preco rom-
modo: noarraazerade N. O.Bieber i\ CoiMptohia
na ra da (iruz n. i.
ARADOS DE PERRO.
Na fundicao de C. Siarr. & C. em
Sanio Amaro acha-sc para vi-mli-r ala-
dos de ferro de supe ior iiualidadc.
Vendoni-sconi rasa de Mr. Calmonl (5i llolll-
panhia. na prara do (^orpo S.inlon. II. oso^ninle:
vinio doMarseilleeni raixas do :t a 'i do/ias, linhas
4
2SS-
em onvellos crarrelois, lireu i'in harriras mnilo
grandes, aro dr niilasortido.ri'rroinzlez.
\GENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Ni'sic ettabelecimento continua a ha-
ver um completo soriimcnio de moe
das e metas moradas para eneenlio, ma-
chinas de vapor, e taixal de ferro balido
e COado, de todos os lainauhos, para
dito.
AOS SENHORES DE EXGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stollc .-ni Berln, empi-egado as co-
lonias injle/.as e lmllandiv.as.com jji-iii
de vantagem para o melboramento do
anucar, acha-te a venda, em latas de lo
libras, junto com o inethodo de empre-
ga-lo no idioma portugus, em casa de
N. O. Bieber & Gompanhia, na ra da
Cruz, u. V.
DEPOSITO DE CAL K POTASSA.
Gnnha \ Amorun. receberam pelo ultimo navio
'ilc Lisboa barris com a de superior cal em pedra
para o fabrico de assucar, e \endein por menos que
em otilra qualquer pnrle ; e para H-rbaunilodecuii-
tas um realenle de polassa americana: na ra da
Cadeia do Kccifc D.50a
Vende-sc um lindo miilaliiibn vllldo de lora,
com K .i t anuos de idade. sem deleito : uo aterro da
Boa-Vistan. 60.
IMISTE-SSSF..
He recenchesado um earregamenlo da vcrdailel-
ra lariulia de SSS raminbo, e\endc-4e por mudico
preco: no eacri pierio de Deano Yotile [Gompa-
nhia, OU nos seus arnia/cns iiobeceu doloin;al\fs.
DOCE l)K BACOHY.
C.liegou recoulcinoiile do Maranblo una pequea
porcilo deslc delicado doce, o mellior que lia. lano
pela BOJ encllenle qoulidade. como por comervir-
se por muilo lempo em perfoilo estado: vende-ae*
emcasa de Fonledilrmo, naroadaCadela Velha>
AfencUde Edwln Maw.
Na ra de Apollo n. 0, arma/.eiu de Ale. Calmonl
d| Compaobia, aeluMe constaatemeate bous sorti-
menlos de tallas de ferro coado o blido. I.iulo ra-
sa como fundas, moendas inri iras (odas de ferro pa-
ra auimaes, auoa, ele., ditas para armar em madei-
ra de lodosos tainanbose modelos OS mata modernos,
macbiiia borsoulal para \apor com torra de
ica\allos, coros, passadelraa de ferro eslaubado
para casa de purgar, por menos prero que os de ce-
bre, escovens para humos, ierro da bueea, e fo-
llias de flaudres : ludo por barato prero.
Depoiito da fabrica de Todo* os Sanioi na Bahia.
Vende-se, em casa dcN. O. Bieber \('..t un ra
daXru/ n. i. aluodao (raneado d'aquella fabrica,
rmlitoproprioparasaccosdeassucare roupa de es-
cravos, purpreijoconimodo.
Kilo preto, lavrado. u ."i()0 rs. n vhiii.
Na ra doCm^po, loja da esquina que volla para
a Cadeiai
Vinhos superiorrs de Itucellas
(branco) e deColares (linio* em barra de quinto:
vendem-sc em tasada i. KellerdtC.
Vendem-se duas bonitas prelas de 18 n -22
anuos, que eiiiioinmam, colinda ni, lavam, e muilo
boas vendedoras: na ra Luj.i do Rosario nu-
mero '2S.
Vlntao do Fort superior feltorU.
Vende-sc vinbo do Porto, superior feitoria.cm
barris dooitavo.por iVHHMI is. cada um : na ra da
Cadeia do Kecife n. i, armazem de Barroca ^
Caslro.
Variado surtinientu de charutos de Ha-
vaia e Baha, de excellentet qualida-
des. e ohegadoa de fresco,
Os menles das boas fumaeus podem dlrjarjr-ee a
ra de (adleao n. ,. que acbarilo um rande eva-
riado sorlimeulo de fmm rbaruliK ampio provimen-
lo i sdlisfarflo de seu delicado oslo, eludo so a
troco de pouco dinbeiro, oque nlo dea de ser
urna circurmtuncia apreciavel mesmo em ncaoeio
de fumaea.
Cal Na ra de Apollo, arma/em n. 2 B, ha superior
cal. nova, em pedra, a preco muilo ra/ua\cl.
Vende-se o venladeiro robe antee) philitico de
l.sfl'erlcur: na ra ila Cadeia Velba u. til, botica
de Vicente Jos de Brilo.
Oh que pecJhtDcha !
N i loja de iiuini,ii,H'- iV Henriques, ra do Cres-
po n.'i, lia um completo sorlimento de cambraias
de cor com barra, muito lindos aoslos, e de supe-
rior qualidade. pelo biratissimo preco de 2o00(lrs.
o corte, com 10 covado; a ellas antes que se ac*
bem.
DAVID WIU.IAM BOWMA>
chitiisia e fundiditr de ferro, mu
annuncia aos scnbores proprictarios de enuenbos.
fazenderos, e aores|>eilavel publico, que o seu esla-
belecimenlo de ferro movido pornwrliiua de vapor,
na ra do Brum paseando ocbafaiit, eonlina em
efTectivo exercicio, ese aeba complelamenle montado
com apparelbos da primeira qualidade para a per-
feila ronfercaOtlas maiores pecas de macbinismo.
llabilBadpara emprebender quaesquer obras da
sua arle, David William Bowman, deseja maispar-
lirularmente chamar a attencaft publica para as se-
les, por ter dellas grande snrlimento ja* promp-
o, em deposilo na mesma fundicao, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem rom|N!lir com as fabri-
cadas eiq paiz esrranceiro, lano em pre^n como em
qualidade de malcras primas c maO de obra, a
saber:
Machinas de vapor da mellior consIrucaS.
.Moendas de caima para engenlios de lodo 01 ta-
m,muios. mo\idasa vapor por ulmui, ou auimaes.
Bodas de nizua, moinhosde vento eserras.
Manejos imlependentes para cavullos.
Bodas dentadas.
Auuillifes, bronzes e ehumareiras.
Cus ilIhh- e parafusos de todos os tamanbos.
Taxas, paroes crivos e bocas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou poraui-
in.es. e prensas para a dila.
Chapas de foaae fornos de fariuba.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de broit/e.
Bonillas para carimba c de repulo, movidas a
mao, por auimaes oo vento.
(iuindasles. guinchse macacos.
Prensashydraullctts ede aarafuao*
Ferragenspara navios, carise obrasjtublicas.
Columnas, varamias, urades e portees.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, careos de* mao carados de ferro, ele, ele.
Ak-in dasuperioridade das suas mente reconheeida, David William Bowman garante
a mai" exacta rouformidade rom OS mobb's e desfv
nhosremellidos pelos scnbores que se dii;narcui de
fa/er-lbe eucominendas. aproveilaudo a OCeasiafl pa-
ra auraderer aos seus numerosos a micos e fregueses
I preferencia com que lem sido por elles honrado,
iisisen i ira-Ibes que na poupara esforcosediligeu-
rias para roulinuar a merecer a sua confianza.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de I). W
lowinaiiii, na na Brum, pasean-
do o chafariz continua haver um
coiiij>lcto sortimento de ta\as undido < batido de ~> i H palmos de
horca, as quaes acham-sea venda, por
ucee commodo e com promptidao
mharcain-sc ou cairc-jaiu-sccm cacro
sem despexa ao comprador.
. Vemle-sr muilo superior fariuba tle Santa
Calbarina, cS. Malheus, medida avista do com-
prador : a nonio do brlsue brasilelro MUo, fuu-
deailo perlo da Airndose,
Ocho.
Vende-senesstiemlwrriraa.cbeeado iillimamne-
le:eni casa J. Kellcr C.ompanhia, na rna da
"'niTASSA SUPERIOR
Vende-e por pi-ivo muilo com-
modo, uo urmuzem n. 1 dn caes da
allandegu, de Jos Jonquim Pei-eira de
Mello, ou no etci-ipfoi-io de Novaes V
Compnnliiu un ra do Trapiclie n. 54.
\a rila do Vifjario n. 19, prmei-
ro andar, temjMra vender di versas mu-
sicas para piano, violSo e llanta, como
acjam, (luadrillius, valsas, redowas, scho-
tickes, modinliiii. ludo modermssimo .
clicgiido do Hio de Janeiro.
NIMIO DO PORTO AHITO FINO.
Vende-te superior vinlio do Porto, em
hariisclc i., .">. e 8.: no irir.a/i'iu il n i na
do Aceite de Prive n. I \, ou a tratar
esiriptorio de Novaes di dmpanliia,
ra do Trapichen. V.
Vendem-se i-elogios de ouro, paten-
te ingle/., por commodo pi-eeo : na ra
ila Cl'lIZ n. '211, cana de L. Lreonle FerOII
>\ Compauhiu.
POTASSA.
No anli^o deposilo da i na da Cadeia do Becile .
armaxera u. \2, Un para vender multo nova polassa
da Bussia. americana i* biasileira, em pequeos liar-
eis de I arrobas; a boa qualidade e prec ralos du que em oulra ipiab|uer parle, se alliaucam
aos que precisaron! comprar. No mesmo deposilo
lambeui lia barrb com ral de Lisboa em pedra. pr-
ximamente chegedos.
Vendem-se lonas, briu/a, brinse meias lo-
nas da lttissia : no arina/em de .N. O. Ilieber ^
Companhia, na ra da Ciu/. n. 4.
Grande sortimento de panno finos c tase-
miras.
Na ra do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno prelo, aSIOOOewOO
r-.; de oorelo branca, a 39500rs.; lil franeex, a
Vi'tOc3|000rs., e muilo superior, a6|000rs.o
covado; lito azul, a 28800. yMi e 49000rs., p
n.uilo bom, a ".ViOtli-. ; dito verde. 35nWotatW0
rs,; cortes de casemira prea Inteslada, a 3S300 e
(jOtMrs.; dita frauce/.a e de cor de todas as quali-
dadeSf por pi e(0 commodo.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tamboril no DEPOSITO na
na Jo Brum logo na coleada, c ilcfmn-
te do Arsenal de Marinha ba' sempra
um grande sortimento de talclins tanto
di' utbrica nacional como cslran^cica,
batidas, fundidas, grandes peciuenas,
razas, c fondas ; c em ambos os logares
CMstcio (jiiindaslcs, para cari'Ct,rar ca-
Os
no
na
i
V.ndcin-ne Ir, molMoli't dr dad 18 diios.
iihiIo lindos, um, ptima negrinlia de fdflde 12
lao, duas Hilas de idade 20 auno,, de mullo boa
comluda, ;1 i'srravos de todo o servia : n. ra l)i-
... :l.
.1.1!, du Fonsocii Jiiuior. na ra do
yfgni-ion. i, primeiro andar, lempira
veiulei- iiiuilu Luiu cliapeos de pallia.do
C.liili, e da Italia, de al>aa|iiK|iii-iias.
CERA DE CAKNAI 'BA.
Oorlnua-tca vender uuerwr cera de carnauba,
oni uorr,floe n rclalbo, por prer;ocoriimodo : na roo
do Kangel u. I.
Vendem-sc por |.....; Muuinles: boliimmiiilo bem Teilosesapalondo Ara-
cal), assim como esleirs muilo grandes e alvas, e
pal'ha de carnauba, ludo clieiiado ullimanieiilc : na
roa daSenznla Nova u. I, tobera.,
m OLEADOS PINTADOS. Vendem-se oleados piulados de |^
<* lindos e variados gostos, de 5 a 8
Z palmos de largura, proprios para
*i robrir pianos, mesas, commodas,
9 &c, e por multo barato prero,
aj a' visla da superior qualidade: na
'$) loja e febrica de chapeos de Joa- v)
UuimdeOliveira Mua, na prara $
fa) da Independencia ns. 2la.)0. (j
Vende-se una encllenle canoa de hoiu ama-
relio, pintada, propria para a fesla : a tratar na ra
da Cruz ii. ."> .
Fechlncha.
Vende-se por ;fc0& urna esernva crioula que lem
um pequeo defcilu n'um.quarto, a qual cornuda c
i*n.:.'Mini.i sofl'rivel: na ra das Oioulas, n. I.
Vende-se -al do Ass. superior, a bordo da
lancha Not BnperaHft^ palha de carnauba nova e
hoa; couros iniudoshem sorlidos ede hoin lamaulio;
volas de carnauba econmicas a I.n!i.i o rento: a
tratar eoniCuona & Amorim: na ra da Cdela do
Hecife. loja n. M).
Vemle-se aWn ntoledo de boa conduela sem
vicios iiem achaques, rom ollicio de co/iuheiro: na
i u,t da Calcada n. "JS, das ti as 8 horas, e das J alt-
as 5da larde.
IVchinclia paraos mscales.
AinJa haum resio daspeohinehai daestincla luja
de Jos Gomes Moreira :
Aluodae de lislras, americano, covado. .
Castores para calca, corte.....
Meias casemiras de algodflO para calca, corte
Hilas de laa e alfiodlo, erle......
Hiiraque verde, covado.......
Chales de laa e alyoilno a W)0 e.....
Lencos de cassa e seda........
Ditos de seda muito finos c bonitos .
Meios leos de seda para grvate.
Corlea de cassas chitas........
J'i ii-ii de linho branco, trancado, vara .
Hilo de dito dito de cor, vara.....
K ondas militas fa/endas por precos muilo liara-
Ios : na ra do (.hieimado u. 7 loja da estrella, de
tlrcuorio A.- Silveira. defronlc do becco do Peiie-
NA LOJA DA ESTRELLA.
coiilinna-se \endi*r,adinlieiro ii vista, as fazendas
da cxlinrla loja ile los iouics aloreira, por bara-
liiinos precos :
ChllH de eouertfl muilo tinas, cores livas cova-
Vcndean-so amna/es tbacaiis para embarque:
. lem <|ni
mero 18.
ipieiii qnia dirija-se a ra das l.araogeiras nu-
l.-il)
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uman-
Cliitas hai atas.
Vendeni-M cliila, de edre, flias, padrtM claros e
escuro,, a 120,140,16U, 180 900, e 240 n. o cova-
do : na ra Nova, loja nova. n. Hi.
Cortes de casemira a 5J000.
Vcndam-M bonito, e modernas caiemira, france-
zas, a .13000 o corle: na ra Nova, n. 16.
Vendem-se peiinan de ema e ruaros roiudos
|r prero commodo: na ra da Crut do Hecife,
ii. 37.
Pura liquidaran.
Vendem-se aswguinlea fa/end'.is. para liquidacAo
da loja de calcado, oo aterro da Boa-Vla, n. 08,
junto ao selleiro : aapalos trnceles de marroquim
para liomem a 700 r. o par, dilo, de selim paraae-
nlior.i mnilo lions, .2gO0O; ditodecordavSo a 19
rs., luvas de seda para aenhora, a 19500; Jila de
torzal, a 960; escvas para denle Unas, a 320 rs. ;
ditas ordinarias, a 100 rs. : e a duiia a 18000 rs.,
macassar |>erola, a 320 rs.; espelhos redondos, a
400 rs.; palbcbouly em frascos de corea a IJOOO;
oleo pira cabello, e'cilraclo dcoutras perfumara,,
assimeomo ni vas de pellica para liomem esonhora,
n400 rs. o par.
Na ra do Vinario n. 19, primeiro andar, lem
venda a superior flanella para forro desellias, rlie-
-; i'l.i recentemenle da America.
Vendem-se arreios para carro, de
um e dou cavallos, muito bem coiwtrui-
dos ; l.imltciii vende-se separado manti-
ulias de casemira, de dillerente padrrtes
e jjostos, liara os sellins dos arreios, (|iie
ns l'a/cni alirilliantar muito, chejados a a I
liinaincnte de Franca, e pelo preco o
mais haralopossivel : na ra da Cru/.n.
26, primeiro andar.
fssnBBaamBssm&BBim
Vestidos a 2,000 rs.
(auilinuam-so a vender cortos de chita tic
barra, a 'j4KX> cada corle: na loja do sbra-
lo amarrllo da ra do Queimadu, n. 11.
Vende-se um jumento bem novo, proprio para
produceo: na mi do Oueimado, loja n. 14.
Na ra do Crespn. 9,
vendem-se cortes de casemira, a jjOOO
rs. ; panno lino, verde-escuro, a IgOOO
ra. o covado ; azul, a rijj.iOO, e MOOOr*.
o covado ; prelo lino, a 3g500, 4,000, e
Vs5l)(l m. o covado. e cliila franceza, a
2V0 rs. d irovado.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lli i de Sands: na botica franceza, da ra
da Cruz, em frente ao cliafariz,
Vende-so nina uramlc rasa terrea de |icdra e
ral, sita na ra Imperial n. 191. com 2 salas, Hipiar-
los, ro/.iub.i fiira c copiar, ele. com 32 palmos de
frente, com um grande terreno com a mesms largu-
ra, e fundo al o baixa-mar da maro Rrande : para
ver, na mesma rua u. 1K9, e para tratar, na rila da
I'enlia n. 23, primeiro andar.
Attenco.
Vende-se um escravo peca, de idade 21 anuos,
pouco mais ou menos: na rua llin-ila n. 76, esqui-
na do beccn dos Ceceados Morlacs.
Vende-se una escrava de nacAo, mora.deboa
flgura, muito boa veudedeira tic rua, edaemauua
duas patacas por da ; vende-se |H>r motivos que se
dir ao comprador : na rua do Aragau na Boa-Vis-
ta, casa n. 23.
Km lasa de I tullir vV Hidoulae, na
rua do*Trapichen. 12, \endein-se tro ptimos pianos, porprer^o commodo
AMADOS 0K PERRO.
Vendeni-sc arados de Ierro, por [lle-
co commodo, para fechar contas: em
casa de ItolhevV llidoulac, na rua do Ta-
piche n. 12.
lan casa de Itollie i\ llidoulac, na
rua do Trapiche n. 12, vende-se O se-
;uinle:
Ferro ingle/..
DltO da Suecia.
Dito a iraitacao.
Aro de Mdao.
Zinco em folha.
Moendas para uisnca'.
l-'olha de dandi-es.
Presos de lodas asqualidades.
Charutos de Ha vana.
Fojjo da China.
MM$IM#sSI^SSStl
0>
V GARU'
M
i
Superiores chapeos de Italia
francezes, do mellior ;osto possi- t)
I
vel
pai

noas, ou carros uvres ue.uespeza
pnvos ao' os mais commodos.
IIVI'i: l'IIIMKZA DE I.ISII0A.
Na ruada (.adea do Hecife, loja de fa/endas de
Joan da Cunta de Manalliae, \eude-se a excellen-
le |iilada det lp, < mais fresco que lem \indo,
pela galera Miiriiiridn.
l'OTiSSA DA RLSSIA.
Vendse superior polassa da RllSSia, e
Americana, por preco muito commodo:
na rua do Trapiche n. I">, armazem.de
Itasto Irmans.
ATTKMjAO.
Vendem-se linos e meios ditos de pao
de peala e ouro, che;adoit ltimamente
de Lisboa e por preco commodo : na
rua do Trapiche n. I", cscriplorio de
.lose Teixeira llasto.
Conlimia-sc a vender manleiua inulc/a. nova,
a 100 e 1S0 rs.; ella superior a Ia70 c 15920 rs. :
no paleo ilo (-anuo, taberna nova n. 2.
Vende-se una armacao envidraeada, que ser-
ve para qualquer eslabcleciinenlo: a tratar no bec-
co do I ii 11 un. casa n. ii.
No aesnndo andar do sobrado n. 14, na rua dn
Cadeia de Santo Anlonio, vendem-se coeiros borda-
dos ile mali/ ; a apioeiplaiii-se de encommenda toda
qualidade de bordado.e labjrinlbos com perfeicao
e preco connuodn ; e laiubin bordani-se eollcles.
OLEADOS INlil.EZKS
Vendem-se rinuissimos oleados para
assoalhar salas, lano cuiipialiilade, COmo
no escolhido (oslo de desenlio : no ar-
ina/em .h- la/.einlas de Adamsoii llo\vie&
Caiuipanliia, na rua do Trapicho Novo
n. M
;.*Tif 'i .fc '
^
Dllaf para xfsliilosmuilo linas, eovatlos li.n r
Meias para senliora. linas, par a Vl*\ e .
hilas brancas para lioirem, par.....
Ditas rruas............
I.eucosencarnades da falirica .....
Ditos do lula Irauce/es muilo linos c lioni-
toH padroes...........
Garobraiaa orgaoilh para vealldofi vara -
GaSHU de cores, \ara........
I'amio prelo muitolno, coxado.....
Dito dito prova de limao muilo superior.
covado ............
Chapos franceses., tinos e modernos. .
Pilos do sol de seda prela.......
E amcompleto sortimento de fa/endas, por precos
mais baratos ila <|m em oatra tpialquer parle : na.
loja da estrella roa do Queimado n.7, defronle Jo
becCO do Pei\i'-lrilu.
RUA DO CRESPO N.!.
\ i'Milciii-.sr corles do CUltO milito linn,
rom barra, a $0001*., v diales escoce-
/.es, a l.s'000 iv.cada mu.
Manteletes de cambraia.
\ einlem-se ricos manteletes france/es de cam-
luaia. enfadados, pelo baratisslrao preco de ^kki
rs. cadaiim: na rua do Crespo n. ">, esquina <|ue
volla para oCollegio,
Rua do Crespo n. 9.
vendein-oe Invas de pellica ,
iiliora e liomem, a 00 is. opat
teletcs *lc todas ns iiiialidades por presos l>aratssmos.
VcikIi'-sc farnha de mandioca
muito fina, n (i.s'OO rs. a sacca : iiour-
mazcnido Porte Jo Mattos n. 20, ou a
tratar com ftlanoel Alvo* Guerra Jnior,
na rua do Trapiche n. IV, primeiro an-
dar.
Rua do Gi espo n. 9,
vendem-se superiores corles de seda
cscocezi, por menos preco do que em
otitra qualquer parle.
Vendem-sc corles nteii'os de ves-
tidos de chita franceza, larga, lina, e diversos [joslos modernos,Sendo pelo lia-
rato preco de 2*000 c 2.s20 rs.. a cli-
nlieiro a vista : na loja II. no lado iloarco de Sanio Antonio.
Palitos para a lesta.
Na ruado Colleftio n. esisle um variado sorl-
inenlo de palitos de lirini, liso e trancado, e de ris-
rado.de bonitos padroos sendo lodos mu leves e
proprios para a prsenla estarlo, o preco muitissl-
morazoavel e proprio a animar os compradores.
Na rua do Vi a rio u. t!l, primeiro andar, lia
para vender, chegada de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, oseffuintc: saceos de farello muito
novo, cera em anime e em yolas com bom sorti-
mento de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novhMin,
:-.:- .:.: :--c.-$99a>^9#
f (iANTOlS PAILETECOMPA- m
I NHIA.
Gonlinua-sea voader ao deposilo geni da ^v
rua da (ju/ u. ~r2, o e\crllenle e bem con- #0
calillado rap area prelada fabrica de lian-
,*;S tois Paillieto jr.iiidc-cpKpu'iiasporcoes.prlo precoeslabe- $$
m lecldo. ;f
......... )##
MOENDAS SUPERIORES
Na fundicuO em Sanio Amaro, acna-se para vender
moendas de caimas todas de Ierro, de um
modello econstruccSo muito superiores.
Lilas brancas.
Na rua do Crespo, loja u. 5, vendem-se as encl-
lenles lilas brancas, cliegadas reccnlemente, por
preco commodo.
Vende-se o siliu Gipelliuba da sacra familia,
po Alondcin, com casa \ellia,mas sesma, com mui-
los commodos, ctm 500 palmos de frente, 700 de
fumlo, plantado rom nimios arvoredos de fruclas, e
no mellior local possivel, e perlo da pra^a : no
mesmu sitio aclinrao com quem tratar.
Veudem-se, por preco commodo, cbapeosde
pallia do chile, em porfo ; Milu- de feltro, fabrica-
dos no Kio de Janeiro, tambem em fiorcao ; dilfc-
rfnlesmiu inenle ; rosarios de missanua, tanto branco*, como
do mais cures ; liuba de roriz, e cuntas douradas :
no escriplorio de Novaes & Companhia, na rua do
Trapiche y. 34, priinciru andar.
Venoe-ea farinlll He Sania enharina, dita de
Sau-Malheus. e ditada Ierra em sacras o menino a
itIiMui. pi.r |iiivo<' aniia/.em I -i mi,i
do Uaii-i-l II. .!!>.
Vende-se umurando sitio na estrada dos AUlic-
li-, i|ii.i-i (h'lVonleda iureja, o (pial lem umitas ar-
vores de fruclas, ierras de plautaroes, baixa para
capim, e casa de viveuda, com bllanles commo-
dos : quem o pretender dirija-se ao me*mo ilio a
rnleiKler-se com o Si. Antonio Mniorl de Moraes
Mes<|uita rimentet, ou a rua doCrespo n. l:t, no i
escriplorio do padre Auluniw da Cunta e Figuei- anda muito servico: amada Senzala Ve I ha, n
red. '70. terceiro andar, que se dir quem vende
BBBaBBBamMBBBBVaaBJJjaBJBJJJJBBJ^^
i
i
dito) do Clii, milito linos,
liomem esenkorai; ilitosdc
cattor lir.ini'oso in'ios. de tupe*
liur 'liaiidndi; ; ditos de seda
l'rancezes, di- furnias l)nilait e
sii|K'ior (|iialidndc ; dilos delta-
lia linos ede feltro eom lindosen-
teites, e do mellior gOBtO possivel,
tildo por prerp commodo : na -
#* ornea da Independencia loja ef a- "W
$) linea de chapeo, de Joaqun) de ($
$) Oliveira Mria, ns. \ a 7,0. $
$SS1S;$S:SS#SMS9
Na rua Noy. ai 2,
vniulein-si' diales tle-^ilii paniaanhonii a iWlflllrs.,
lanendeaeili pa>. nhra, .SWOOn., ililomlc
dita paraillla,a ISUOOra., iliio* de uoo para ine-
lilnw,a 2IHI rs., tuncas ilir linlio para liaplismlo. a
I?ih), sapalinho. le caaenitra bordado, para bepjt*
-ailo, a IfldOOi cainiM. d, coras para lionieni, a2->
rola.
Moinhos de vento
com bomba, do repaxo para roHar horlaao baxas
de eaplm, na fundicaC no D. W. tlitwnidii: na rua
iln Bromos.6.8e 10.
Sedas modernas.
Na liij.i do sobrado aiunrallo, nos qnalro cantos da
rua ilo l^upiuiailo n. Jil, tu para vender um rom-
pido sortimento do sedan para vestido, sendo lisas,
rurla-eures, de ipiadios, escocesaa, decorea com llu-
ros o brancas ; assiui como lem seda lisa, furla-co-
res, para corados, ludo por preco rommodo.
Na rua do Collegio, casa n. 21, se-
gundo andar, veiide-euiiie\cellcntees-
cravo, crioulo, bastante sadio e robusto,
proprio para todoe para embarque, por ser de boa ligara :
hata-se das il horas da manluia as ida
larde
Lencos de cambraia de linho, linos,
a 100 rs,
na rua do Crespo, lojs da esquina, que volla para
a Cjdcia.
- VendtMe o verdadeiro champagne
em gigos, ilo mellior possivel assim
como vinho de llordeaux, branco o tinto,
em bariis; como tambem chocolate frun-
ce/., da mellior qualidade (pie tem a|>-
parecido, tndo elicgado ltimamente de
Franca, e pelo preco mais barato,do pie
ivii outra parle : na ruada Cruz. n. 26 ,
primeiro andar.
Vendem-sc fardos de fumo de pri-
meira (pa I idade, para charutos, ltima-
mente cliegados da Uahia pelo prero
mais barato do (pie em outra parte; assim
como um restodo charutos da Bahia, que
se veudein por preco baratissimo, que lie
para se fechar contas : na rua da Cruz
ii 20, primeiro andar.
- Veudo-se urna escrava por 1JOJ, qua presta
\ 2,000 rs.
Vendem-se cortei'decassa de diversa,
cores, com duas e trer barras, a .Oiin
rs. : na rua doQueimado, loja n. I, ,|,.
. P. Celar.
Vestidos barato*.
Venilcni-se vestido brincos de cambraia, de luc-
ra e bordados, a 4000; dllos de 1 e 2 bsbados, ,
4sV>00; dito, do 3 e 4 babados, braecos e de coren, *
53000; cortes de cassa franceza, a 2a00 e 3900U *
cambraias aberlas brancas e de cores, a :h'sn ',
corte ; modernissimas cambraias e cassas rrsoens
a 640rs. a vara; cambraia de cliuvisco, a :l.-."'i [
pe^a de 8 varas X : ,la rUil Nova, loja nova, a. 16,
Ao bom tom.
Vende-se um excedente binocolo para Ibsatro,
por pn-co .que agradar: na rua de Horlas, n. (V
casa larrea rom a Trente pintada de azul e portada
brancas.
Para a festa, a 3 e 4,000 rs.
Vendem-se palitos a sobre-casacas (rancezas, di
ultima moda, e mullo bem (eilas, a 3J e 49000, ael-
las que a visla do preco e snperoridaJe da fazenda
ninguem deixar de comprar: na rua Nova, lojj
nova, n; 16.
Ricos chapaos para i.akara.
Vendem-se ricos, e bonito, chapeos de blonde pa-
ra senhoraa'niuilo bemenreilados, e da ultima mo-
da de Paris, despachados esla semana : na rua Nova,
loja nova n. 16.
Deposito de vinho de champagne
Chateau-Av, primeira qualidade, depro-
priedade do conde de Marcuil, rua da
Cruz do Recife n\ 20: este vinho, o me-
lliOr de toda a champagne vende-se a
30(1000rs. cada caixa,acha-se nicamen-
te em casa de I.. Lecomte Feron & Com-
panhia. N. B. Ascaixas sao marcadas a
fogoConde de Marcuil eos rtulos
las garrafas sao azucs.
FAZENDAS BARATAS.
Na nova loja de tres portas, na rua do Li-
vramei'to, n. 8, ao pe do armazem de
louoi,
vendem-se lindas cassas de cores, oslo escoeez e co-
res litas a 500 rs. a vara; ditas com Ires barras a
320 rs. a vara; chales e mantas de seda, goslo moder-
no; ricoac&rtM le vestido de cambraia de dous,
Ires e qualro babados a .">9,39.">00 e ('?; cbspcos fran-
cezes, forma moslerua a 69500, 79, 7900 e 8a, r
outras militas fazcnd.s que seacham patentes.
Vende-se o engenho Urilhante, silo na fresue-
zia de Serinbaem, de muilo boa producto, e\cet-
lentes mallas, moenle ecorrenle, e muilo iwrlodn
embarque : a Iralar na mesma freguezia com o sou
proprietario, no engenho Telha, ou nesla praca,
rua dn Vigario n. -JO, primeiro andar.
Vendem-se qualro partes de urna rasa terrea,
sita na rua da Kibeira ou S. (oncaloda Boa-Vista:
as pessoas, entretanto, qoe as quizerem comprar,
dirijam-se i rua da Matriz n. 50, lugar justamente
ondeexislcm lodos os documentos necessarios, que
bem comprovain a legalidade de semclhsnle posse
Vcude-se urna escrava, sendo moca e com al-
cumas habilidades ; assim como nina cama gratule,
de moilelo anligo: na rua Formse, na quinta casa
terrea indo pela rua da Aurora.
Quer-Ve vender o ailio do Cajueiro, que se
acha livre de onus alguna: quem se adiar com al-
gum dircilo, o pode annunciar por este Diario, m
lermo de 8 lias.
Vende-se urna utala moca, de bonila figura,
que cozinha e cose: alraz da matriz da Boa-Vista
n. 21, se dir quem vende.
ESCRAVOS FGIDOS.
X:
I- ii;:n .un ile bordo ilo hrique escuna nacin*,
ti raciona, t escr.ivos seguinlc-i, que farem parle
(ta innoiriciio do navio : Kvarito. crioulo,do Mi
ranhdu, cor prela, de dado de :i anuos, ponru
maisou menos, alio, roslo comprido, pnuc.i barbj,
mal encarado, rallaudo-llie um dedo em um dos
ps ; Malaquias, crioulo, da mesma provincia, alio,
idade'2f anuos, pouco maisou menos, bem pareci-
do, muilo ragruta, intlula-sc forro, principia
barbar ; Marleliauo, mualo, natural da me*ma
provincia, estatura rcgulir, bem pareeidu. f.ill.i
compacado, diz que se chaina Lm/. com alcuma
barba; lodos estes escravos evadiram-se junios de
bordo do dito navio, levando camisa e calca de lit
cada nal: recommenda-se h captura, s aulorida
les policiaes, ecapililes de campo e recompcnMr,
uenero^amenle o consignatario do dilo navio, Joae
Baplisla da Fonseca Jnior,na rua do Vigario n. I,
primeiro andar.
Anda cominua a eslar fgido o prelo que em
11 de selembro protimo passadn, foi do Monteiro.
a um mandado uo engenliu Verlenle.acompaiiliaudv
urnas vaccas, de mandudo Sr. Jos Bernardina
Pereira de Brilo, que o alugou para o mesmo fin. <
escravo lie de noine Manoel, crioulo, baiw, grosso,
emeiocorcunda, com a barriga grande, lem um si-
gna! grande de ferida na per na direila, cor preU,
nadegarempinadasparafra.pouca barba.lem o 1er-
ceirodedo da m quarto, levou veslido calcha azul de zuarle, *.-.....-
de aleudlo Uso americano brancu, porm levou ou-
Iras roupas mais linas, bem cumo, um chapeo prelo
de seda novo, e usa sempre do correia na cjnla:
quem o pegar leve-o na Ca punga, slio de Romo
Anlonio da S'Iva Alcntara, ou nesla praca, no
largo do l'elourfuho, armazem de assucar ns. ."> e 7
de Homao & Gimpanliia, que ser recompensado.
No dia 1 do correle dcsappareceu um prelo d*
nomo Anlonio que foi outr'ora escravo do tinado
Maciel, depositario geral. o qual lem os siguaes sc-
guinles: baixo, ebeiodocorpo, olhosavermelbailof.
falla baixa e descantada, pisa mal por (er cr.n
nos |s, com urna coroa na cabeca, proveniente os
ler andado a vender pao. quem o pegar leve a rui
dasCruzes, u. 18, primeiro andar, ou na loja do
mesmo que ser recompensado.
Desappareceu no dia J8 do mez pasa*! 'i, o
prelo Marleliano, de annos de idade, lie crioulo,
seceo do corpo, roslo comprido, orelbas pequeas,
cosluma andar c fallar de vagar, faz um geilo com
os lii-ioi- para o lado pouco visivel, ja foi -un I
quando foi escravo de engenho, levou ralc.a e ra.
mita de algudao azul, iulga-se ter lomado para as
bandas do uorle, por j ler morado nos de lioiannaem o engenhoMoge, e depoisdo Ta-
(|iiara, o mencionado escravo foi pegado em o en:;e*
ulio Slangope pelo administrador do mesmo ense-
u!io, eesse oremetleualgemado para o Recife por
ii i ii ferreiro do engenho, o qual lirou-lhe as alarmas
e as Irancou em um so bra^o, com as quaes fugio o
prelo, perlo de Oliuda, noticia essa colinda do toe**
mi ndniu iis(radnr que o remelleu; e como conste lia-
ver pessoas que cansen tem escravos fgidos em mu
rasas, ulilisando-se de seus servidos, o Sr. do diln
escravo protesta justicar qualquer pessoa que lat
rrimecomemla,roga-scasaulordades policiaes tc^-
pi liles de campo, e pessoas que delle I i vern; co-
ubecimenlo a sua apprehenco.quesegralillcani gc-
ncrosamcnle.
Attencao'.
Anda eonlina andar fgida desde odia \J de
novembro, a muala de noine Bernardina, que re-
prsenla ler de Xt a M) annos de idade, com os sia-
naes seguinles: coralva avermelliada, roslo com-
prido. naris grande, olhos um lauto pequeos, ca-
bellos crespos, lem haslanles manchas de panno pe
locorpo, bracos ecostas, altura recolar, um lano
chela do corpo, e tm asmaos trmulas quando peni
em qualquer causa ; levou veslido branca, chales
de quadros encornados e rolos, sapatosdecouro, um
panno de laa encarnado e hranco, e mais alsuma
roupa ; a dila escrava hefllha de (oiamia, el tem
alguns prenles, e j por 3vezes se lem visto andar
por la, e em Cruangy aonde lambem tern parenin;
portanlo, roga-se as autoridades policiaes, rapitaX
dfl campo, ou qualquer pessoa do povo, de appte-
hende-la e leva-la a Camboa do Carino n. 38, pri-
meiro andar, ou* ruada Cadeia de Sanio Antonio
n, J, primeiro andar, que se darrauilo boagri*
lifcacdo. '
besappareceram nafuudi(;aod'Aurori,naooile
de 19 de agosto, os prelos Miguel. Angola, idade 4.)
annos pouco maisou menos, estatura regular, sec-
eo do corpo, rosto marcado de he&igas; UanoeJ, t*n'
go, idade 30 annos, baixo, um tanta cheio do corpo,
levou calca de riscado d'algodSo, camisa de madapo-
l.ui, bonete, chapeo de sol, ambos fallam desean*,''
do, e mo leem barba. Suppde-se lerem sido -e zidos : roga-se a quem os apprehender ou delles u-
ver noticia de dirigr-se a mesma fundicao que -'"'
bem recompensado.
Do abaixo aasignado, fugio no dia 13 do y *
sado um escravo, crioulo, de nome IguBcio, lem
ollicio de carreiro, cslatura- baia, rosto redondi'-
pouea harlia. oIIm grandes alguma cousa *w,e"
Ihos, porm nao muilo vivos : levou camisiecaK'
de alfjodiio azul: rogr a quem o pegar que aIrae"
ao engenho Rodrigues, na freguezia de S. I.ouren'.o
da Malta, ou narua da Cruz do Recife n.40, i"'
aer recompensado.
Sebastio Antonio Pae$ Brrelo.
-Tn. *M. F.
'^mm


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