Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02257


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Full Text
AUNO XXIX
QUINTA EIRA 27
DE OUTUBRO DE 1883.
N. 343.
DIA R10 D E m PEMAMBMO.
rm Siitacreve-e a 159000 poranno, e 49000 por
quarlel pago adiantado, e 900 por quartel pago
vencido, na cata do neo. proprielario, M. Figueira
de Faria, na praca da Independencia, na. 6 e 8, e do
Hio de 1. casa do Sr. Joafl Pereira Marlins.
Bahia
Maceio
Parahiba
Natal
Arara ly
Ceara'
Maraohao
Para'
: F. Uuprad.
f Joaquim Bernardo Mendon-a.
Jos Rodrigues da Cosa. 1
Joaquim lunario Pereira.
Antonio de Lentos Brasa.
fiuilherraeAugualo de Miranda
Joaqriim Marques Rodrigues.
i Justino Jos Han.
CAMBIO DI 26 DB ODTMBO.
Sobre Londres 27"/' 60 d.
n Paris, 34
(t Lisboa, 95 por rento.
Ouro. Oncns hespanliolas. .
Mocdas de 69100 vellias
de 69401) novas
' de 49000 .
Prata. Palares brasileiros. .
Pesos columnarios .
c mexicanos .
Accoes do II,iikii. .
Descont de l.eltras .
ix&m a 299000
..... 169000
..... 169000
..... 99000
...... 199.10
..... 1J930
..... 19800
..... IOS
...... 9a II
NOTICIAS I1TBABOIIB1I
*
Portugal . . :I0 de SHI,. Austria . 21 de Selb
Hespauha . 19 de u Inglaterra 24 de
Franca. . . 23 de a Suissa . 21 de
Blgica. . . 21 de Suecia. . 15 de
Italia. . . 19 de > E. Unidos. 7 de n
Alcinanha 20 de Meiico. . 1 de
Prussia . 20 de a California. 18 de Agos
Turqua . 12 de I Chili . 27 de a
Hussia. . . 16 de .> Buenos-A 27 de Setb
Dinamarca 16 de a Monlcvidc ) 1 de (lu.
MOTICIA DO DfFIBIO.
Para' 3 de Ontb
M.ir.inli.iii 13 de a
Ceara'. 14 de a
Parahiba. 21 Alagas I de u
S. P. do Sul 1 de Setb
S. Paulo 4 de (lu.
Minas. 20 de Setb
K de Janeiro 15 de O11I.
Babia .... 20 de a
FATIDASDOS COUJD.EIOS.
Olinda, todos osdias.
Victoria, nasquiulnsTeiras.
Caruar. Bonito ctiaranhuns, nos diasl e15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex cOrirury.a 13e28.
(ioiauna eParaliibn.seguudasc sextas.
Natal, quintas leiras.
das da simada.
24 Segunda. S. Rafael
Arcltaujo.
25 Terca. Ss. Oispime
Crispinia'no ir., iiun.
26 Quarla. S. Evaristo
27 Quinta. S. EtcsbAo
ini|>crador.
28 Sexla. S. 'Simio t
Juilas Tbadco.
29 Sabbado. S. Bunio-
da v.
30 Domingo. S. Euuo.
AUDIENCIA!.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Ftelacao'
tercas esabbados.
Fazenda
tercas esexlasas lObnras.
Jtiizo de Orphaos
segundase 5. as 10 horas.
Primeira rara da cirel
lerjai e <>. ao meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quurlase sab.ao mcio-d.
(huilln. 2 La nova as 7 horas, 47 minutos e
31 segundos da tarde.
9 Quarlo rrescenle a 1 hora, 5 mi-
nutse 37 seguudosda tarde.
i 16 La chciaas 10 horas e 11 minulose
37 segundos da larde.
' 25 Quarlo mingoante as 2 horas, 19
minutos c 31 segundos da luaiibaa.
POXAMAB DE HOJI-
Primeira 0 eotl minutos da larde.
Segunda (le51 minutos da maubia.
PARTE OFFICIAL.
OOVERJMO DA PROVINCIA.
ExnellMtt o da 36 de outubro da 1853.
OfllcioAo Exm. conselheiro presidente da rela-
rln, remetiendo cpia do aviso da reparliro da Jus-
tina de 4 do correnle, acerca dos requerimenlos de
Manoel Gregorio Barroso de Mello e Jun Joaqun
Pereira de Oliveira.prdiuiln a serventa vitalicia do
ofllcio de contador daquelle tribunal e do juizo dos
hilos da (alenda.Igual copia remellen-te ao re-
ferido Juilo.
DitoAo marechal commandanle das armas.rum-
municandoque, segundo colisin de aviso da re-
parlieio da guerrl Jo 1- de setembro ultimo, con-
cedeu-se tres inezes de ln...... a. com sodio simples,
para ir a corle, ao alferes do 9* balulho de iiifan-
i.iii.i. Thcoloiiio Joaquim de Almeida Fortuna, e
recommendaiiilo a expedirao de suas ordeos, para
que csse ofllcial Irale de pagar na recebedoria de
rendas internas desla provincia, em visla da nula
que remelle, por copia, a importancia dos direilos
e emolumeiilos correspimilenles a mesilla llcenca,
seni o que nao poder Icr excrucan o rilado aviso.
Offlciou-se ueste sentido a Ihesouraria de fa-
zenda.
DiloAo mesinn. remellciidn, para ler o conve-
niente destino, a guia do capullo do 9* halalhilo de
infantaria, Francisco Antonio do Souza Gamillo, a
qual foi enviada com aviso da reparliro da guerra
de 13 do corrsnte.
DitoAo inspector da thosouraria de (alenda,
Iransiniltindoo aviso de lelra sob n. 17 na impor-
tancia de 400, sacada pela lliesouraria de fazctnla
da provincia do Kio Grande do Norte sobre a desla,
e a favor de Miguel Benevides Sealira de .Mello.
Parlicipou-se ao Exm. presidente daquclla provin-
cia.
DitoAo mesmo, para mandar adiaular ao al-
feres Licinio Liborio Passos, os venriuientosdo mez
rorrele, visto ler elle de reunir-so ao 3* halalhao
de infantaria, a que pcrlence.Inleiroii-se ao ma-
rechal commanilanta das armas.
DiloAo iiiesino, aiiliirisanilo-o, visla de sua
informarao, a mandar indeinnisar o lenle do K-
Imi.iIIi.ii de infantaria, Joaquim Cardn da Costa,
a quaulia de .49800, em que. segundo os documen-
tos annexos ao ofllcio que remelle do marechal com-
mandanle das armas, importa a despe/a finia pelo
mesmo lenle com o aluguel de cavallos para sua
rowlurraii de ida e vollaa cidade da Victoria.
Parliripou-se ao referido marechal.
DitoAojiiii relator da iiinl.i de ludir, Irn.,
millindo, para sor rehilada em ttalo da mesma
verbal do soldado do 1 btlalbao
, Jos Praneitro da Cruz.Com*
echal cominaiidanlc das armas,
clor do arsenal de marinha, com-
leque o faca constar a Jos Pana-
no aviso que remelle por copia,
expedido |rela reparliro da marinha em 13 do m-
renle fui declarado, que se Ihe nao poda passar U-
lulo do lugar do'palrao-mr do porlodc.la proviu-
cia, para o qual foi horneado por decreto de 17 de
agosto ultimo, sem que primeiro mostr ello ler pa-
go sello e direilos correspondentes aos venrimeu-
los quo lem de perreber, vislo que do roiilicrimeu-
lo apretoiilado pelo horneado consta lmenle que
rile saUsfei os emolumentas perteucenlca mea-
clonada reparliro.Igual rupia remelleu-sc a (he-
souraria de fazenla.
Dito Ao director do arterial do guerra, inlei-
i .niilo-ii de que, seuiindu conslou do ollicio do Exm,
presidente do Ceani, se expedio ordein para ael en-
tregue nesla cidade a Starr A Couipauhia ,1 quanlia
de 2249400 rs.. importancia das grades- de ferro
enviadas para all no hiate Soco Olinda.
DiloAo ntajor encarregado das obras militares,
para mandar demolir o alpendrc ilenoiniuado ine-
xeriqueira do edilicio em que esl enllocada a se-
cretaria do eliminando das armas, vislo que pelo sen
estallo de ruina esl arriscado a desaliar, segundo
Smc. afllrinou. Fizeram-sc a respeilo as ueress.i-
rias cominuiiicjirne*.
Dito Ao inspector da Ihesoiiraria da (aiaiida
provincial, para mandar pagar os ordenados venci-
dos teosla dala na forma da lei.pelo olticial archi-
vista da secretaria da presidencia Jofm Nalciilini
Vilella, que se apresenlou boje na nie-uia secreta-
ria renunciando o resta da tironea que eslava a
goiar.
DiloAo mesmo, (ransmiltindo para sen conhe-
i iiiieniu, copia do oreamenlo que approvou. da
ponle provisoria, que lem de ser rnnslruida para
ronimuniraclu dos bairros do KecifeeS. Antonio
cmquanlu se lizer a nova ponle do Hecife. cerlixle
que e-sji obra val ser execolada por adminislrarto,
ronfonne pmpoz o direclol das obras publicas.
Coinmunirnu-sea este.
PortaraCoiiredeudn a Martinhoda Silva Cinta
Jnior, professor publico de primeiras Icltras da ci-
dade de Naiarelh.lrinla dias de liceiicacom ordena-
do para Iralarde sua saudc.Fi/eram-se as neces-
sanas coi.....iiim ,n nes.
Dita Concedenilo a exoneracao i|ue pedio S|-
guel Archanjode Menilonca-, do lugar de professor
publico do primeiras lellriis da villa de Peaqueira.
Neste sentido lizeram-se as necessarias comniuiii-
Appellanle, I .. 11 r. i,._.. Jos do Figucircdo ; appel-
lado, Francisco de Paula Buarque. JuUai.nu
millo o processo.
Appellanlc, I >>inenco Pereira do Aievedo ; a|H
pelladas, Joaquim Manoel da Costa Figueiredu c
oulriis.Jiilgaram nullasas parlilbas.
Appcllanle. Marianna Ferreira da Costa ; appella-
do, Agostinho Beierra da Silva Cavalcanli.Des-
pre/aram os embargos.
Appellaiile, Marcelina Maria da Puma o (lliveira;
ap|iellado, Antonio Alves dn Miranda Guima-
raes.Dcspre/aram os embargos.
Appellanle. a juslira ; appollado, Manoel do Hego
Barros.Nilo lomaran) coiihecimciito da appella-
(40 por ser interposta fiira de lempo.
Appellanlc, o juio ; appellados. Joaquim Viegas e
oulros.Mandaran! a novo jury.
Diligencia*.
Appellanle, o jui/o ; appellada. a viuva de Joflo
Manoel Pereira de Abren. Mainlar.ini ouvir o
Sr. doseiiiharuailnr prorurador da coma.
Appollanles, Jos Francisco do Bego Barros c un-
iros ; appellada, aviuxade Manoel Jos de Si-
queira.Foram recehiilos os arligos de habili-
tarn.
Designaccs.
Appellanles, o* henleiros de Antonio Jos Giiima-
res ; ap|iellado, JoAo Florines Dias Brrelo.
Appellanle, o Juim ; appellado, Joae Antonio Ma-
chado.
Appellanie, Jos lavares de Arauju Casli; appcl-
laihi, Jos de B.rros Correa.
Appellanle, Francisco Joaquim tjjtrdoxo ; appella-
do. Ignacio l.uil de Brilo Tabora*.
Appellanle, Antonio de Aguiar Faria ; appellado,
Joaquim Maria da Lu.
RteltUt.
lewmbaniailor Villares ao 8r.
m as legiiinle appellacjleB era
junta, o proco*1
de arlilharia a
muncou-se ao n
Dito.Aoin
mullicando, alii
tino Porto, qi
Passaram do Sr.
desemhargador lia
que sio:
Appellanle, Goncalo Francisco Xavier Cavalcanli
l.'ehoa ; appellados, a viuva e henleiros de Paulo
Jos Pereira Sintoea.
Appellanle, o jui/.o ; appellado, Joao Anlooio de
Moiira.
Appellanle, Ma......I de Ite/endc llego Barros ; ap-
pellado, Jote Francisco de AlOVedo.
I'.issaiiiin do Sr. desemhargailor Leo ao Sr. de-
icniliargailur Soun as segundes appellaeics ciu que
lia e da California, riles se acbam agora de cerlo
modo preparados para modilica-las com respeilo
influencia que Ihesuppunham sobreovalor positivo
do ilihheiro. Os balanceles do Banco, no decurso
deslas ultimas semanas, Icem moslra lo dislincla-
meiitea acliva procura de facilidades; e compa-
rando os scus resultados geraes rom os do auno
patudo, o contraste he lo patente, que nao he para
admirar que aquelles que ordinariamente usam de
prudencia se ilemorem em contemplados com an-
ciedade. Comquanloo influxo do ouro da Australia
tenha sido particularmente ronsiJeravcl, o roin-
quanln os siippriinenlo> do oulras procedencias
Icnhaui excedido as que aiileriormeiilc se recehiam,
a reserva metlica do Banco derlimiu perlo de
5.000.0110 de libras, e a reserva de olas aprsenla
ima diminuirn de quasi igual quanlia. Assim,
nflo >h o loltl das nllimai imporlaelea, avahado no
duplo dessa somnia, foi absorvido, mas honre an-
da urna saiicria con-ideravel nos recursos exis-
lenlej, a qual, infeli/uielile, anda liflo cslanrou.
Entrar na completa analysc dos balanceles do Ban-
co, nao nos parece necessario ; 1,1o familiares de-
ten! elles ser aos nossos leilorcs, que ellos eompr
liciideru allusoes geraes lo lieni como os mais mi
iiuriosos ilelalhes.
Temi rhegadfl ao urande faci de que o Bauc
lodavia, que as causas que referimos loem princi-
palmenlc influido, e pdenlo influir anda, desfavo-
Eaveluicnle, na posic multneamente com eslas causas as remessasde ou-
ro e prata para a India tem augmentado ; c final-
mente a revoloteo da China lamben nao lem ilei-
xado de pruduiir o seu efleito linancial ; (endeudo
ludo, mais ou menos, para causar anriedade, emdes-
peilo dn progresso e animarn do commercio. A-
crcdiandu pois que a procura de dinhoiro se sus-
tentar como todo o vigor, c que augmentar mes-
mo .i medida que so approximar o invern, nem
por isso estamos dispostos a presumir que se segui-
r un aporta exlraordinario se reinar a paz nnOri-
ente ; nao podemos porin obster-nns de fazer sen-
lir que sera hom estar preparado para fazer face a
qualquer choque que po~sa OCCvrrer, causado por
hostilidades no exterior, por nina cresc.ida sangri
de mrlas preciosos para compras de crcaos, ou por
alguin lapso no crdito eslrangeiro, colonial e ame-
ricano, ./. //.
i Do llinker'ii Magazinc.)
fCrrelo Mercantil. >
se acha nessa desf,
rado monelario lem
nade, o contina em
entrar no exame das
rarain para prnduzir
I- A enormeeapamaodo
Iralia e as colonial ailjacenle
vel | > > -1..." >. e de que o iner-
(Trillo a influencia proporcio-
nado de contracrao. piulemos
ansas principaes que coopc-
>s,i alleraro :
amrelo com a Ans-
ian toda a cosa do
Appellanle, o jui/o
reir.
Appellanle. Manuel Anloiii,
penado, Jos Concalve. Torres
Appellanle, Auna Maria Mmiiz
llierme da Silva Giiiiiiaraes.
ppellailo, Jos Nicolao Pe-
la Silva Molla; ap-
appellado, ul-
ap-
Appellanle, Manuel Joaquim de Souza \ lamia
lidiados, Malhens Austiii & Companhia. .
Appellanle. Moiiseulior Miini/. lavares ; appella-
do, Jo-e l'n.....aro I! lem.
. desembnrgadur RebeUoWangun
i que So:
Cnritotlomo da (.amara ; appclla-
Juio.
ule, o jui/o ; appellados, os henleiros de
Fernanda Eiras,
nloi Souza ao Sr. de-
nles appeiiaeoe.s em
Pataaram ai
les appell.ieo;
Appellanle, J
do,
Appe
Jos
Pus
cmli.
.un dn Sr. di
...ador Kcbcllo
que san :
Appellanle, llcm ique Gibson e oulros
ManoeWJoaquim Paschoal llamos.
AppellanlV, Francisco Ignacio Peiiolo
pollailn, Manuel do Nasci.....uto Don
Appellanles, Luila Maria de Je.u
appellado,
l>-
I'-
Flore
aellas,
julios
COMMANDO DAS ARMAS.
Quarttl general do commando das armas de
Pernambuco, na cidade do Raclft, em 36
da outubro da 1863.
OBDEM DO DA Rf. 14.
O marechal de campo commandanle das armas,
cingiiido-se ao precedo eslahelerido no artigo 17 do
regulamenloapprovado pelo derreln n. 1089 de II
de Jezembro de 1852, declara que nesla dala lize-
r.im novo i'ngajaiiicnto.prorcdeiido iiia|iecriidesan-
de, as praras dos cor|His do exerrilo, que linalisa-
ram o lempo de servir, Hbaixo menciona>l.is ; as
quaes eslo obngadas a servir por lempo de 6 an-
uos, percebendo alem dos vencimenlos que por lei
Ibes competir, o premio de ihinmmi. pagoi em par-
les iguaes nos primeiros 10 mezes de praca, e con-
cluido o engajameirlo urna dala de Ierras de 22,500
bracas quadradasna forma do art. 2. da lei n.648
de 18 de agostado referido anuo de Is >_>.
As meamas pracas dcserlaudo iiicorrem no perdi-
mento das vantagens do premio, e daquellaa a que
lem js pelo arligo 4 da citada lei : sero considera-
das como reeditadas, desronlando-se no lempo do
engajamenlo o de prisa,> em virtude de teutenea,
averbaudo-scesle descont c a jierda das vaulagens
nos respectivos lilulos, como dispe o arligo 7 dosu-
pradito regulamenlo.
BaalkSo n. 4. de arlilharia a i.
1" sargento almoxarife Marcos Evangelista Muniz.
graduado Antonio Thudo.
AnspecadaJoaquim Servlo Gama,
Batalk&ti n. 2 de infantaria.
I- sargentoJesuino llenrique. de Aguiar.
Cabo de esquadraVirenle Marques.
SoldadoManoel Francisco de Vasconcellos.
n Nicolao Serios.
Jos Brrnardes Vieira.
talath&o n. 11 de infantaria.
' >>i iici.i ii>>>>Jos Alves de Meuezes.
Msico de 3." ciasteJustino Jos Felicio.
Cabo de esquadraIgnacio de Freilas dos Santos.
Soldadofrancisco Kodrigues.
a Francisco Theodoro de Mello.
Assignado, Jos Fernandet do Santos Pereira.
(Conforme. Candido Isul Ferreira, ajudanie
d'ordens encarregado do delalbe.
TUIBimAL~DA RELACAO .
SESSO DE15DE OLTL'BHO DE 1853.
Presidencia do Fxm. Sr. conselheiro .tzeredo.
As 10 horas da manha, arliando-sc prsenles
os Srs. deaembargadorrs Villa rea, Baslo-, l.e.io.
Souza, Bcbello, Luna Freir, i elle.. Pereira Mon-
leiro, Valle e Gomes Hiliiir, (altando rom causa
aSr. detembargador Figueira deMello, o Sr. presi-
dente declara aborta a sesso na forma da lei.
Julgamenlos.
Aggravanle, Joo Pereira de Andrade ; aggrayados,
Manoel l.uizCoelho de Almeida e sua mullier.
Deram provimentn ao aggravo.
odiad
llier.
Appellanle, D. Auna Joaquba
pelladas, D.ihere/a Maria di
Passaram do Sr. desembargad
desembargtdor Luna Freiro as seg
eoe- em que MO :
Apiiellanle, Joaquim Alves Barbo
Carlos Irederiio da Silva Piulo.
Appellanlc, Ojuio ; appellado, Jo
Maura.
Paasou ao Sr. detembargador V
appellec0.....que lio :
Appellanle, Joaquim Francisco da Cunha Soulo
-Maior ; appellado, Manuel Francisco de Mello.
Passaram do Sr. deaorabargador Luna Freir ao
Sr. detembargador Tellea a. teguinlea appcllaroes
em que silo:
Dominuos Jos Piihciro de Meuezes ;
o juio.
o Julio ; appellado, Jos Caelano Cor-
Ignacio Cameiro de Souza e sua mi
de Almeida ; ap-
Almeld.....luiros.
Kebello aoSr.
appella-
II ; appellado,
o Anlooio de
lares a aeguinte
l'arilieo e a California
2- A ilis|Kiro do publico para animar varias
rlasscs de emprezas por arroes, a qual habiliten os
pcculadores aapresenlarcm toda a casta depro-
. ros.
3' A provavcl deliricnria lUcolheita.a ap|irehcn-
sio de que as relares entre a Hussia e a Turqua
el.lem a i'hcgada de supprimenlos do priinciro des-
si's pai/es, e as compras consideraveis de cereaes por
cunta da Franca.
1' A cresrenle prosperidade da nossa popularo
labiiriosa, ciinjuniianienle com as cessaroes de Ira-
halho, que Lio universalmentc prevalerem por parle
delta, para oblcr jornaes mais elevados.
Alm deslas causas, que enumeramos corno as
principaes. oulras exislem, mas lo intimamente
iilcnlilicailas com ellas, que a sua considerarn pro-
redera iiatunilmeule em litMco ordinaria com o
lopico. Por evemplo, os eontlanlea supprimenlos de
mel.li>. ilespachados para a India, as remessas nara
a China, oeeasionailas pela momenlosa rcvolucilo
naquelle imperio, e as exiairlaroes geraes |iara a
Allemanha, llollanda, etc.
Ora, em referencia primeira consiilcracdo
B e\paii.,lo donosso couillierriii na Australia, no
icilico e na California,nao pode diividar-se de
que Gomldernveii capitaei teeni sido dirlgldea para
tM canaea, ilDeienlet de per si para causaren!
laiima leve Imprento suhre os nossos recom im-
medialot. As especulacoea para es.es palies mo se
lem limitado as casas inrUinarianicnlc nellas inlc
retaadlt! nutras se lem emprelieiiiliilo coino upe
raeoe. sii|,.ii|jarias, em referencia emigrarn
rnnlhhtiihdn inalerialmenle para enaiossar o sei
0..0.1.V
lolal.
Icem
e un
desemharg.iilor
ereira Monleiru
lelles ao Sr. de-
a leguiulo appel-
Itodrii;
, Anin
es branles e
i Kogueln de
na inu-
Suuza e
idor Pereira Moulei-
i a. segundes appel-
appellado,
Appellanle
appelladi
Appellanlc
deiro.
Paason do Sr
embargador i1
laclo ciu que sao:
Appellanles, Jo
Iher ; appellad
lia iiiillhor.
Passaram fin Sr. deseniliarg
ro ao Sr. desembargado!* \'all
lari'ies em que sao :
Appellanle, Manoel Antonio Aranles
Selia.li.lo Lni/ Ferreira.
Appellanle. F'raurisco Antonio de Carvalho Siquci-
r ; appellado, Joaquim Duarle Pinto e Silva.
Passaram do Sr. desemhargador Valle ao Sr. de-
tembargador Gomes Itibeiro ,is seguintes armella-
res un que sao :
Appellanlc, Manuel Francisco da Silva ; appellado,
o jui/o.
Appellanle, o Julio; appellado, Joo Amonio do
Honra.
Appellanle, o juizo; appellado, Antonio llolclbo
Pinto de Mesquila.
Appellanle, Manuel RodrigUM Campello ; appella-
>in, Joo dos Santos Fernanda o sua tnolher.
I'assou ao Sr. deseinhargador Villares a seguinle
appellar.ioem que sao:
Appellanle, u provincial do convenio do Carino do
Hecife ; appellado. Jote dos Santos da Silva J-
nior.
Levanlon-M a 8eas3o depois de hora o meia.
EXTERIOR.
O GRESGENTE VALOR DO DINHB1RO
O vlor do ilinlieiro, iicIo- ulliiims lempo*, lem
uuinenijiilfi ui,i.iii;iii]n*iii.-. aparecenlo icr chega-
il I8.">2 (iroulirli-ii-M' que. ilpitlru em pouco lem-
|mi, Ii.iver; aHerar"ui nu |>r.i|)iirro relativa ilu sup-
priinenlo para a procura, e casa* prophecias pare-
i'biii lejori em \e*peras ele se reali<;aren>. Ha tuv/r*
e cnla parle lem-se loruado ovllenle que, sem em-
l)ro ilan liosas jrandes imporlnrOc* ile ouro >la
Auxlralia, acninpanhadas de remes.sas i ._ni iu-. .i.i
America, o banco de Inglaterra nao (em poilido
mi-Ii-iiI.ii o sen de melne* contra una sau-
grla corilimiH para exporta cao para a Nova (ialles
do Sul, Victoria, India e para o continente. Nem
lie es^a a unir perlurba^ao causaitn por urna (al
Sanara. Causas locaes coiilnnuiram lainbem paru
dar nos capitaes uovos empreso,ii '' I111 i'i-'innv.'i
estes emprei;os a Juros mais elevados. tem myope
devo ser a poltica que, em circuinstancia' laes,
acouipanliadfls como nao de sjniptomas quasi in-
equvocos, nos iuduzisse a crer que nada temos a
recetar deile estado de cousas, e que o aspecto do
fulum he inteiramcnle sereno.
Sem desejarmot aaumir a posirlo de alarmistas,
he conveniente que m fados associados com a cres-
cenle procura de dinlieiro sejam levados ao conhe-
imento ilo publico, para que elle nAo seja tomado
por surpreza se, eventualmente, esse incremento
continuar, e o Ilanco se vir ohrigado a elevar o
juro h ."> por renlo antes do lim di mez de de*em-
bro. Un muitoquem pense que esse ma.rhnum nao
he improvavel ;e comquanlo nao eslejamos comple-
tamente habilitados para garantir essa opiui.lu,
estamos convencidos de que, a menos que os ne-
gocios polticos e liiunifiin- solTram unta completa
inniiilif.ir.ii>. a i.a.i ueral (!'* juros, se realmente
eheur a esse ponto, licaii apenas urna frare/iu
ab:i\o.
Oque ha de mais certo tic que por mais cuiiliadas
qus loiiliam sido as vistas dos economistas, rdaliva-
menteau* efleilo da produecode ouru
iVquelIcaqiM leememinra-lo para a Auslrulin
na maioria de casos, levado COIIMRO capitaes
cadorias ; e n.ln eram, cuino nos anuns anle-
rioirs, pcsu.*is iuleiraineule dependente*alo tr.ilt.i-
Iho para sua niaiiiilencAu. Ao mesmo lempo a
enorme absirarcrn deioberanoe, que foram em Un
grande ccala e\porla commerciaes no ultimo semestre de I8.V2, c nits tres
primeiros me/es do crrente auno, para ellecluar
compras de ouro, 11A0 deve ser esquecida. Me evi-
denle que imitos milhes tiveram esse destino,
qliando nem urna terca parte teria sido necessaria,
se as auloridadeado governo dessem as necess^rias
providencias pira o oslabelenmenlo de urna casa
de moila, apenas as noticias das descoberlas !
Oliro ftirain continuadas. Embura sdica que essa
^r.indc quauliilaile de moda vollar.i ao sen ponto
de partida, RROra que preeiicheu as suas finure-;,
eque asroiiipms de ouro j.i nao deiiiim lucro, lo-
davia lulo conrordamos inleiramente com essa cou-
clusao. Se alinal recebermos carreL'amculosdc
Itranos em escala conespondeiilo aos que foram
e\pcdidus o anno passadu, rbeaanlo muito mais
I enlmenle e em perodos muito mais dislantes do
que ost'iimprebeiididos na sua exportacJlo. Alcm
disso pide-se raitoavclmcule prever que a circula-
cao melallia por luda a Australia lera experimen-
tado grandeOXpanslOi e que o MU <>po favorito, o
soberano, conililuil- principalineule a sua ha-ve.
Iiumeili.ilameiile depois da mateiia prima de per si,
o seu equivalente ainoedado deve iieressari.imenle
conser\ar a sua jiopulardade, c ser por conseuiiinle
eatimad enlre aquelles que, provavelmenle, nem
possuem, nem apreciam em Inda a sua amplitud-',
as facilidades doMstema bancal.
O secundo ponto involvo a ilis|Kisir,lo do publico
pnra animar eui|tre/as por aeces. Estas emprc/ns,
como iodos labeaii Leem sido liogolarmenuj (avore-
ciilas durante os ltimos de/oito me/es. (.hier fi.in-
ce/as, quer ila Australia,americanas ou mixtas,(odas
Icem encontrada siillicjenle proterr.lo. Por muilo
lempo liveram premio, porem ltimamente teem
sollido descont. Odinheiro tcm "ido absorvido
pelos depsitos, leitt-sa rbamadu prestaces, e he
provavel que eslas ammienlem em \c de*diminui-
rem. Todaxia. poucaa ltvem al este momenlo apre-
seulailo resultados animadores; e em uiuitos c-asos
ja se tem sollrido prejui/os e decepcoes. As opera-
eres em fundos americanos e da Australia leom, se-
Uiindn se receiu, excedido os limites da prudencia ;
c do nutro lado do Atlntico o mercado monetario
lem maiufesladti svrnptnuiasespasmodicos, que, sem
hosilaejlo, se altrihuem a desnatural expausn di
crdito. O dinlieirn empreado em umitas dessa
einprc/as conservar-sc-ha por lonco lempo impro-
ductivo ; o nesse inlerim potleoccorrer akuma re
vuls.lo inesperada que obste ao seu satisfactorio pro
Liverpool 21 de setembro de 1853
No diada nossa ultima publicado, chflKOU a uieu-
Mgem lelegraphtc. em Londres que Mourmou eom-
pletamente as nossas previses e predicws aterri
da imiiiencia da guerra no Oliente. O impera-
dor da Kussia, recusando aceitar as inodiliiarne-
exi&idas pela Turqua, o principe tiortschakoll,
proclamando una cruzada fantica contra os Tur-
.*!*, tinbam viriualmeuto alirado aluva; e he um
pOUCO consolador saber, que da parte da Turqua a
dilbriildade n'io nasce de falla de coraron, mas jlc
nina iuilismieao da parte dos Mnstulmanosque nial
pode ser reprimida. Os dous exercilos tem ertado
\st.......lo outro, com as paixes muluamenle in-
flaiumadas ; e em qualquer momento desla enfadu-
uha neiiociaco elles se podein precipilar em hosti-
lidades de que iieiihuma diplomacia ussalvaria.
Nao nos rausa satisfarn que as cousas lenbam
amiubado desde o principio, como haviamos pre-
vislo. Secundo o proceder da maior paridlos prin-
cipaes ornaos da opinio. temos sustentado que o im-
perador da Kussia, calculando que os aconlecimeii-
tos erain fuvoraveis, determinara oblar da Porta
conressoes que a (eriam decradado tolalmente, ou,
nlO aconleceiiiln a^sim, um prele*lo para >p08Mr-M
dos principados ihuutiiaiios. Nanea disfarcamos a
rrenca que linhamos di> que Lord Aberdi-on, e al-
gUDi outrosesladislas que concordam com elle, cs-
tao convencidos de que, como nesncio do poltica,
fora mais prudente permltir Kussia c ;i Austria
desmembrar os dominios turcos; e que a sua polti-
ca, quer desicnadameule, quer iullueiiciada sem
cousciencia por semelbanle cODClosJo, tem directa-
mente tendido a produ/ir csse resultado.
Em parte fundatuos a ROOM opiniao as pagadas
proferfles de Lord Aherdeen, e em parle na defoia
relia pelo Time* que be couherido como o oruao
das Inteoioeadelord Abordeeo, assim como o dlo-
dosque sao interesados na maniilenco da pa/. em
alguna lormosL de una poltica ile desmeinbrameu-
to. Todos sehao de lembrar que quandd o impe-
rador ao principio romniiiiiieou. pelo intermedio do
bar.lo Bruno, o infame proposito de mandar o
principe MensrhikolV a Omstantiuopla. o Timt*
susleniou tlelihei admenle que a desuicfo da Tur-j
se. O dever de rotina relem Imd Palmerston em
ll.liin.i.'l. acompan bando a rainha c o principe Al-
berto, por quera ha dous anuos fora IgnomluIOH-
menle demillidu da direccilo das nossas reldces cs-
Irangefra, porque julgava-se que elle provocara
urna guerra, e. ilesle modo poria em perigo cerlus
interesses da caja (ie Oohuru em varias partes da
Europa. Seria triste suspeilar que lord Palmerslon
pospuria 0 deVCT publico a sua ambicAo pessoal ;
mas a historia esl clieia de exemplos de estadistas
que lem sacrificado ocararler para conseeurem os
favores reacs. .Na poca proaento, era virlude do
equilibrado estado dos partidos, e da paridxsada
opposico, a corda be capa/ de dar ao poder um
innvimenlo mais que cunslitiicional. O pa indu-
biUvelmenle Olha para lord l'almerslou como para
ohomeiu a quera osseus negocio* aerlano Mnfladi
se a guerra nao podeaw ier evitada ; mas lalva
que baja alcuma iiillueiicia palaciana que (rabalhe
para rouseciiir-se a pa/. anda com aliiiin sacriticio
da honra nacional. Acora lord Palmerston esta fa-
/i'iolt as suas experiencia^. I <>i um ealralho acci-
deille que o po/ ueste momento particular em COflt-
iniiiiit ti :n peeaoal com a rainha e o seu admoesla-
dor marital. Perlenofl au proprio lord Palmer-Ion
determinar N Mil coincidem 1.1 se lomara prospera
ou infeliz quanto ;t sua propra lepulacao, e pros-
peridade da sua patria.
lu arligo publicado no Mi
cunda-feira, um Jornal que :
lias suas noliras e refleXOOl de
disputa, iiulrc a espera oca de i
pinto de lord Palmcnlou preval
ncle. Nesle artiyo ascegura4e
publico, que se o MlUO perse\
ment que al boje lera jugado
tentar a sua diundade, era a
Franca deisarSo de preatir-ltie
e ha de sustentar os tratados exll
leal.......rio hem ponderadu pelo
sia, producir un efleito importante nasdelibera
roes de OlmuU. (Uctrpoot Cmirrier.t
iiiiij 'a*l de se-
ii sido muilo redo
de o comeco desla
pie o ijwhhUiiii ea-
ce acora no tiahi-
posilivamenle ao
erar no Comporta*
esencial para sus-
Inulaterra era a
> nneessarin apoio,
lentes. Semclhau-
iinperador da Ktr
PEIWIBL'CO.
REPARTICAO' DA POLICA.
Parte do da 26 de outubro.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc. que das
paile-- buje receJiidas nesla repartirn, consta lereiu
sidu presos: a minhaordein,o pardo Bernardo Fran-
cisco llamos, para axeriiaiace- policlaea ; a ordem
lo siihdeh'L'adoda frecue/ia deS. Krei Pedro (ion-
;al\es. o prelo Manoel Jo* do Nasclmenlo, por
hrica. Luir Joa da Gra, por insultos, Joaquim
Ite/erra da Costa, por ebrio, eo preto forro Joso An-
tonio de Santa llosa, por ser encontrado espantan-
do una mullier; e a ordem do subdelegado da Ire-
gue/ia deS. Antonio, a parda Miquilina de lal, pa-
ra avericuaces puliriaes.
heosvinrde a V. Exc. Secretaria da polica de
IVrn.tiiiiHito-ji; ileoulubrodc 18.73.film. eEmn.
Sr. coiiselbeiro Joa lenlo \a (jiiiIiu e Pigueiredo,
presidente da proviueia. O deaembargador t'nc-
tanoJotc terino.
de le
'"i
quia pela Kussia era apenas unta ques|v
nuii singularmente, nesles ltimos diai
Bguerra parecen inevitnvel. xini'i- oalt
jornal vollar para a sua posicao orici
mentar romo se o (riiimplio da Kutata e a Ira icio di
luclalerra e Franca fossem cousas mu ordinarias.
O ministro de Sn.i .Mace-lade, u'un completo ac-
eordo com os designios do seu orcAo, se lem axilla-
in que
ideule
.ncii-
peewt
A liiceira consderac.loa provavel deficiencia
da colheita, ajtgravada pelos reccios de imporian.es
limitadas da Kussatem, talvez, influido mal que
lodo o resto na procura de dinlieiro ; e pela ra/o
de que, emquanln nos couliavamos at cerlo poni
na panuca snlueo da quesIrlodoOrienle, vimosque
a Franca, allendendo as suas proprias necesidades
ipparecia nos nossos mercados como compradora de
fosea, e em cousetpiencia dessas compras elevava
is colacoes muito alem das queanleriorraeiile re'gu-
lavam. O bom lempo que ullimamcnle tem reina-
do, ajudou a sa/onar as rolbeilas ueste pa/, sem
embargo do que ha ra/oes para acreditar que, em
lugar de nos acharolo* em posicao de suppriras ue-
ivssidadi's dos no-sos viziubos, leremos de importar
quanlidades consideraveis por nossa propra coida.
Os cambios eslranueiros, d es favora vel mente anecia-
dos pelos pagamentos dos cereaes, mo podem dol-
xar de influir no estado geral do mercado monela-
rio e sustentar a procura.
A miarla considerarn a prosperidade dasclas-
ses laboriosas, coiijuiirlamenlecoin as cessacoes de
Ira bal lio, de que numerosos ramos de commercio
se lem resenlido^induz cunclusAo de que o com-
mercio inlerno do Keino-I nido nunca twleve em
pos i <;lo mas acliva nem mais va uta josa. U capital
nelle empreuado tcm pois auumenlado, e em pro-
I......-i" de Ntisfazer as exigencias de lalos os iute-
ressados. Ihihi resida lerem-se loruado iusufllrien-
les as soturna* em liansiccAo ellecliva. ler augincn-
tado a trocura de facilidades, e terde pagar-se pre-
js mais elevados para ohlersupprmeulos, A ques-
i in do liahalbo uo beum elemento sera importan-
cia ueste .1limpio. A imposir.ao de jornaes ruis
atlo>, oseo pacamenlo semanal e osbabitos de eco-
nornia engendrados pfM instiluicSodc raixasecon-
micas, montes-pos e^kmlras sociedades, inostram
que ao passo que o dinbeiro vai leudo mais facililla-
de de emprego, nao he improvavel que parle delle
M'ja lemporariamenle rcliradu da circulado,elTecli-
va e enlfiesourado por urna classe da popularan que
mais que nunca se inclina a premuuir-M contra as
conliiiceuciasque podem (er lugar em periodos me-
n prsperos.
" e provavelmenle desnecessaho repetir que nao
crear receins infondadm. K.....inUmn,
do a poni de aconselhar ao sullaoque retire as suas
proposlas inodilic.icoes; assecurainlo de^-te modo o
triumplioda iilHiencia russa sobre os subditos ebris-
law da Porla, na e-peranca de livraros principados
dai garras lmperlae* He com grande vergonha
que nos leuibrainos desla nova desbunra nara a In-
glaterra, e que nofamos urna natural rousequencia
de seraelhanle coxardia e IraicAoa resiimacan de
lord Slralford, nosao einbaixadoreni Constantiuopla.
Facilmeule rompreheudemos a indicuacao e deSROa-
to que o hbil e dislimio diplmala deve ler -cuti-
do, veinlo-se obricadn a ser 0 medianeiro oflcial de
ciinimiinicaces seiiielbanles s que ltimamente
receben da parle do seu aoveroo. A sua propra
honra e a da sua patria exigiam que elle prolcslassc
puhliramenlecontra semellianle poltica.
.NJosatisfeilo com arouselhar ao solan que rece-
beawa nota modificada* lord Aherdeen lamhem re-
comnieiiila que elle recorra a una fraude conipal-
xcl e Iranspnrenlc; que os memhros da Conferencia
de Veuna brinde pratirar nina reserva mental a
respellodanota,oque oSullSo ve-lo-ha no que
Mr. Ward nsou chamar um senlido nflo nalural; is-
lo be, sendo os (erraos da ola claros a precisos, e
leudo0 imperador recusado directamente adoptar
as modilcaces do sullo, as qualro potencias se
conservarn preparadas de ora em xaule para ac-
tuar como >e eslas modifraees (ivessem sido rece-
bidas! Se uaofosse uoloro que semelbante proDO-
sicao ha sido concebidase ella nao fosse graveiuen-
le argida pelo Times, assim como pelo Afun.iiiy
Chronicl e \w\a Moming Pont,leriamos estema-
lisado semelbanle procedimeiilo como absurdo e
degradante mesmo para a admiiisliacAo de lord
Aherdeen.
Ma una inconcrtiencia no comporlamenlo iUi
ministros que he anda mais olletisixa do que a pa-
tente cruehlade que pralicam. Parece que aopas-
so que os arlos delles lem revelado covarda inex-
pllcavel a llnguagem queempregam ha sido diplo-
malicanienlealtiva. Elles se tem sujeitado no- mh
lespacbos na tmerCoei do principio que os devia em-
penliar n'uma acliva interferencia em favor da Tur-
qua. O f.dlar delles be de mierra, mas (odas as
acc,0CT lendem a um vil ajuste por amor da paz. Al
o momento prsenle elles lem etOpTCgado os leus
extremos esbirros para aluciar OSUllOO, alim de que
aceite a nota sem niodificaces,nico aclo da parle
delle que seria equivalente a urna abdicaran. \u
eutanlo, o coinporlaueulo inslenle da Kuia lem
Mcilade I lal poolo0 oraulho nacional dos Turcos,
que he com a maior dilliculdado que o uoverno ha
conseguido conte-los* Por outro lado, omoacovila
imperial, rom a mais diablica aslucia, publica um
manifest, em que pbarisaicamenle declara que mo
ser elle quem comece as ho-lilidades ; e que so se
mover quando for obricado pelos Turros. Etem-
piar salteador Apossou-se do territorio do viziubo,
egracosameule promellc uo assassiia-lo, se nao
for tilo perverso e desarra/oado que deseje rOCDpe-
perar a propnedade roiihada Podemos afliruiar
comcerle/a queeslcullimo golpe de poltica ha eu-
rhidolord Aherdeen de um medo estupendo, eque
o espirito jesutico de lord (.larendoii considera com
um ri-o interior urna manobra lao desastrosa.
Ao passo que os diplmalas vio lisongeamlo ou
a meara n do o -nli.lo para que adoplc a miscravcl
fraude em que ja fallarnos, o mais perspieaz impe
rador da Kussia se esl preparando para a nica e
inevilavcl Cowcluefto. Parti para Olmul/ a reu-
nir-se com o imperador da Austria, na esperaea
de conseguir segrega-lo das oulras potencias, OH.-
receri Austria urna parle do despojo commum que
ba muito que be cubicado por esla potencia. Sen
joven imperador aceitar ralas proposlas, augmen-
tar o seu territorio, mas ao mesmo lempo se co-
brir de infamia elerna, ao passo quo desfechar
um golpe na prosperidade cnnnnercal do seu pala,
collocando as boceas do Danubio as imlos da' Kus-
sia. Anda mais. Os sentimentos e o orgulho al-
lemao se acfhni eteilados. A Austria he apenas
una pequea parle da Allemanha ; e os oulros es-
tado* nlhain rom inveja e indicuac.lo a possihlida-
de de semelbanle estigma ser infligido no caracler
allemo em consequenca da parlicpac.a'n da Aus-
tria no roubo da Turqua. O orggO semi-onicial do
governo pnMH j deu o tigiial da possibilidade de
lal degradaclo. El-rei Frederico Guilhcrme niio
he intluenciado somente pelo patriotismo, mas pela
velba amhiciiu de ser o ebefe do povo allcmflo noca-
so da Austria loruar-se um vassallo da Kussia, e
cmplice delta no crime.
.cerca de
''-........:- ...... i i .^
Circular do delicado de polica de Iguaraaiu',
aos subdelegados do mesmo termo.
Illin. Sr.lie esta a lerrcira xe/, que enlro no
exercico da delegada denle termo : de ba muito
convencido que suas oneces *ffu mili superiores a
minha capacldade, deixel o lagar para quei.....elhor
que euo poile-.c preeneber : mas .i-iua em cun
primelo s ordeus do digno administrador da pro
viucia, qin leli/menlese acha pitsidiudo seus iles
tinos, passo a e\erce-lo; cerlo V. S. que, sem lo
primeira de lodas, a conveniencia de punir o crime
deve empregar inda forra de sua aatorldade m pri
sao dos criminoso-, corn imparcialida ao desaggravo da lei: procedendo V. S. desla ma
ueira, cumpro um deverde hora cidadao amigo da
seu paz, e val de acord com oflm que me propo-
nho, o com OS bous desejos de S. Exc. ; tic oulra
surte niio haver ueste infeliz (crino urna boa poli-
ca. 1,1o precisa ao cidadao honesto e lahorio-o.
Dos guarde a V. S. Delegada do lermu de
IguaraaM'i l deuolobrode 1853.
Manoel Tlunmiz Rodrigue Competi.
fado digno do ser registrado nos fastos da medici-
na, para atteslar s gerac,oes futuras, assim a jusli-
ra de um Imperante como o despotismo e a baixe-
U ile urna faculdade.
Es o faci:
l.-se na Independencia Belga de i-'t de juubo o
seguinle :
a Eis-aqui mais alguns djelalhes a respeilo de urna
noticia em queja fallamos. M. de Sainl-Arnaud foi
elfeclivamenlc curado rpida e quasi maravilhosa-
meiite em Marselha por um medico boroampatha.
>'a sua volta a Taris, enlhusiastn do novo methodu
de curar, recoiihecdo da cura, alTecoado aodoulor,
falln no imperador a seu respeilo, e Ihe pedio sua
ptolenlo a favor de orna scieneja de que linha lio
feli/meiile experimentado os resultados. O impera-
dor, sem comi.io se declarar racilmenle, nao dei-
\oii dse mostrar de boamenle partidario do eatudo
e da experiencia que se apresenlnm debaixo de um
caracler serio, i iracas ao zelo do marechal de Sainl-
Arnaud e s disposicoes de espirito de Sua Magea-
tade, o medico le Marselha, chamado a Paria, re-
eebeu aViso daisjia umneaeAo de professor de urna
eadefra creada na facuhlad de medicina de Paria
para o eusino da bomieopatlia.
at, secundo se diz, assignada. imperador, po-
rin, e seus ministros (iiibam obrado sem ser ouvj-
la a faculdade, que logo leve disto conheciment.
E assim, depois de deliberar, decidi esla unnime-
mente Hilo admillir era seu gremio um duulnr ho-
mteopalha, o que, se esle enlrasse forca, ella Ihe
cederla o lugar. 0 decano da farnldadc, Mr. |>u-
bois, foi encarregado de Iransmltir a decisjlo ao
imperador. E comeireilo, aprescutando-sc emSaint-
Cluud, eutrefiOU a Sua Magesladea deinissfio de to-
da a faculdade, cujos membros, representantes,
convencidos das doutnuas classicas, no con-eiili.nn
oceupar mais um limar prolanado pela preseiica do
um innovador. O imperador, apezardesua firme-
za babiltial em suas resolrlces, julgou nAo dever
provocar um tal desabrimento, o lomar sobre -i ta-
maita respousabilidade. A nomearao foi annul-
lada.
ir Narrando ofucto, nao temos a pretenefio de
decidir a queslao, nem a favor dos sabios allopa-
Ib.is nem lao pouco dos for\entes boma'opalhas.
Batas lem por si algumas curas incunleslaveis;
aquelles lem os seculos, as lradii;des, milhare* de
llvroa escrptos, obras de engenbo, e .periencas pro-
vadas, a urna posicao laboriosa o slidamente esla-
belecida. Porin quanlos progressos nasciencia no .
forara nos seus comeaos dcsconhecidos! quantos
deacobrimenlos despresodos I quautas scicucias ne-
gadas emelUda a ridiculo! Nflo queremos encher
ata caria do locares commiius, para inoslrarmos
rudiccAo, lembrando nomos o fados que lodos lem
prsenle?.. Masuma pergunla apeuas: Nflo lem o
macuetismo, por exemplo, dado algumas provas se-
rias e feilo algumas ronquislas dignas de alleu^ao,
que nao he dado a ncohuiii observador imparcial
negar absolutamente, desde que se apresenlou de
um inndo na verdade asss crolesco, c se vio escar-
necido como mu pueril egrosselro charlalani-ejio'.'
Kespeitamos os conheciiiienlos vastos precio-
hsos, as coiiviccfles relleclidas e profundas dos sabios
membroada faculdade ile medicina de Paris; mas,
apear disto, nao podemos dispensar-nos de Ibes
-uhmetler. com toda a humildade, esla observa-
rflo: Sea boimeopalhia nao tem nada desensato,
de verdadekro. dcelllcaz, se he tima sciencia nulla,
doulr
liinniiMciiiii.
Com minio praier innnneiamoa am ililcrlantis dn
re divina, que o entlgne arlitlao Sr. Frinebcnde
Sm NuriMiiiii, neiba dechegir i etlacldidei vfnn in
Rinde Janeiro, anuda lankM ariplaatM lem recehi-
ilii, lii'in ili-jniis dunaalalenln ; lenioi inda a n'rte-
za que na primeira reellidadanolhealro sania
babel, nSr. Neronlu nos lira apreciar m Inipira-
I dnt melodiatqae rom delirada daalreia>amnM dn
rordasile sua raliera, cque lanlu arrebata e ikw lo-
ram o c-orarilii; anime-te 0Sr. Noronha que os I'er-
naiiiliuraiios saliein ipreclaro vcrda.leiro inerilo,
c Irlbalaroi inereeidotloavnreao inblime anilla.
IMIIIFSITOrAIJl.
rioL. OdoaProv.)
i o ex-presjdenle da
ar-me. em virlude
i mim Ihe dirigi a
nhro do anuo pas-
te nlciima forma
.1 ihiulvinn o*0 hninem ro-
itlierc-ft' peta paciencia : e
a -ni! gloria hepoMat por
rima frita.
v. i)
Senhore* letlartnrr*.Temi
provlncli mandada respousabiliM
de tuna representante, que contra
ex-cainara desla cidade, em selem
sedo; e temi esie negocia pessadi
ao dominio do publico, parece que me corre urna
Indecllnavel oongaojtoda analjaar aquella repre-
ssnlaeio, e mostrar quanlo fora ella alleivosa ; lau-
to mal quanlo perleneo a una corporac.lo, que de-
ve rnoslrar-se seui|ire escomada, e exemplara dos
educadores da moeidade.Mas, crcumslaiicias ha
na vida.em que o homem obra melbor, eiilrcgando
qualquer aggresaio recebitla, anda a mais flagran-
te, no olvido : acho-me Inslamenle en umj deataa
circuiuslancjas ; equamlo isto mo ba-la-e, ba-l.ir-
me-hia o principio mais que urtliodoxo, que loinci
por epigrapho.
Por lauto, venho boje oceupar alienlo de pu-
blico, so para dizerque as acctisacoes que me fez a
cmara, cahiraiu no juizo competente ; c que, por
conseguiule, eslou rehabilitado no gozo dos meus
direiius.
Oulro sim, se me foi doloroso ser n al
inejas lemerarias c infundadas.. Ilve a
ver que rnuitos ciladaiH probos, e que
mais a pelo. do que /fiar as leis do juslo e do lio
iicslo, se pozeram do met lado, e me lizeram jusli
en. Por (auto, lauro lamhem orlo deslaopporUini
dade. para manifestar a todos estes os metis respei
tos, e o mais rordeal agraderinieulo, rom especia-
tidade ao meu Ilustre advogailo ne-sa causa, o Sr
Mr. I.ourenco Bezei ra Carneiro da Cunha, o qual,
alem tfns ofllciiw que me prestou, pioprios de su.
prolissao, prcslou-me mais os de um amigo devota-
do ; assim, se nflo me he dado poder pagar finezas,
seja-me ao menos, o confessar-ineagradecidoperaii-
le o publico.
Kogo-lbes, Senhore Redactores, o obsequio de
maudarem inserir estas linhas era o seu eslimavel
Diario, pelo que Ihesficarcisumniameiile reconhe-
cido. I>e VV. SS. alenlo venerador e obriflado.
Jos Faatlino Mariana Fatciio. .
'23 de oulubro de 18>3.
o de aecu-
ali-l,if,H> de
nada t
PL'IILICU'AO A PEDIDO.
A homceopathia e a faculdade dme
dicina de Paris.
O fartoeseandaloio, que lia pumo lee lusarem
Par cutre S. M, o Iui|>crdilur prateaendo a Im-
muopalliia, ea Faculdade do Hediciua proscre-
vendu-a com a sua demmao, tona-fe, iielajiravida
xpliraveise deliiiidas, nem resulla
los puwiveit, que perign haver em llie delinr u-
Ironlar a vitinnanta da teienela imsiiiva? Porque
naorliama-la. au riiulrario, asi, e >'.iiii-a-l.i no
iDiiIrasl'j'.' I'or que ra/.ilo nao oliriua-la a nunifes-
I ir -na etlerilidlde, sua vaidade, o nao deslazer at-
sim illu.esruueslas aquelles que suas seducrAes
allrahem, raplaudo sua eonflanei? Quanto mais
elevadaesolemne fotat a prca, lauto mais dura e
ilerisiva seria a quila E se por vcnlura a liomrro-
palhia, romo sciemi.i applicavel, no lialbucinu
linda senao sua primeira palavra, te nella nao ha
enle alKunia rcntcllia do verdade occolla, te ella
nao |nnle prestar seno alijuns servidos uleis, em
iIl'iiiis rasos, a liuinanidaile, rom quo direilo a-l>'a-
ruldadc de Paris, mareando o termo fatal dos ci>-
nliei menlos possiveis, sustentando sua doulrina
excluttamanU, preelanianda-a inviolavel o saiira-
da, declaraudo que fora delta Un lia salvarlo, com
que direilo, repelimos, diz ella imperiosamente a
Ciencia: Tu nilo iras mais louge, e dAo procuraras
seuiiir oulro caminlio?
.i Hesla-notamra diier s mais urna palavra:
nao somos senarios ou rrenles da liomn-opalhia, em
nrnliiim erin: nem a eatudainot, nem a eiperi-
menlanm: sallemos que ella lie repreaenlad. e pra-
Iirada em Paris por liomens de muilo engenlin, e
que por ella lem olilido soeressiis reacs, porem nos
nln queremos nem prupaa-l,i, nem dcrend-la.
Protestamos sincniecontra urna proscripcllo/irio-
ri e de partido em nome ilo dircito a opposico e
exame contradictorio a lodo o descobrimenlo ou ap-
plirarao nova. *
O documento cima transcripto he urna prava
solemne da verdade amarga quemuilas vezes lemus
etcriplo, o que os nossos detractores te illa pejam
de ler: contra u homaopaMa nilo ha seno a ig-
norancia r am fe He verdaderamente para sen-
tir que ao sacerdocio da arlo de curar sejam adinil-
lidas pettoaa que, a argameule. verdadeiramenle
pliilosopliiros, a ilnutriiias conlirmadas pela eiperi-
encia, a tartos Analmente positivos e bem averi-
RUKlot, respiimlam com a log^a dos inquisidores o
o despotismo dos l\ ramios: nos no queremos'....
Cthem-nos as faces de verKonlia ao ver arrailarcni-
se no lodacal da immoralidade almas que o'rtludo
e a medilaejo, devendo ler elevado a uina esphera
mais subidas, nao poderam desgrar;adanKiile faier
nudar de iiaturna I E estes hornera to nossot
lllll.ni. !
Masque importa qut a faeuldado de medicina ile
iris, porque muilo Ihe aprouve nlo reconherer,
por arinle, as doiilriuas de llahnemann, pedisse a
.Napnltvlo III a sua demissiio ? Que prova o fado?
Ileixou por ventura a Ierra de se mover s voz de
una loqulsicto inleira 1 Deiiou o tangue de cirru-
I.o porque llarvey foi corrido jis pedras? Deixou
araso a varcina de ser o que lio porque os sabios do
lempo de Jenner no a eulemliam nem compre-
lifihliain '! E deivani lamhem a homiTopalhia de ser
una verdade sublime, urna vcrdadeira sciencia,
urna quasi inspirarn, so porque a faculdadedo me-
dirina de Paris, iioquereiiilu desdizer-se, por ca-
pricho, do que Contra ella esersvera em 1836, disse
Napoleao : Nao consentimos oceupar mais um
tusar profanado pela presenca de um innovador 1'.
J se nao rerorda a faculdade de nedirina de Pa-
ris que o antimonio foi riscado dos quadroa pliar-
macologicos por seus anlecesaores. romo veneno, e
que contra as suas delerminardos demonstran o.
lempo que o antimonio, no leudo as virtudes que
Ihe allribuiam, he um medicamento heroico. Inno-
cente, e sem igual na llierapculieadaspneomouias"*
Nao serviro de ciemplo a lln dislincla rornora-
rlo tstim os proprios como os allieios errotT Ir
tao longe a poca em que a Academia Real das Sci-
enda de Paris retpondeu a N'apolen que Fullon
linda souhado quando dissera que drscobrra a ap-
phrar.in do vapor .. machinas ? ignorar por
ventura a Faeuldado de Medicina de Paris que lias
universidades da Allemanha, asan como lias prin-
ripaes da Europa, seprofessa linjva homoopalliia '.'
Ignorarii a fa.-ulilade, que, mestnoeni Paris, adet-
peiloucseii mal entendido iirgulho, U lem a lio-
inieopalliia um hospital aoude praliramenlo, e
face do mundo iuteiro demonstran em IHI9, IK'itl
e 1K">I, que a morlandade as enferinarias de an-
llcnjamin e Sahl'Anna (liomoMpalbiras) era nara-
/.lo de 'i para l.ytK), e as de Santo-Agotlinho e
S.inlatienoveva iallnp.illiicasi era nade 11:1 para
1,00071... _
Masa de rcllttes. Todos os monarchat, ai'nda
mesmo os mais inlclligenles c de vonlade firme,
lera momentos de fraquezt; oem que Napoleao l ll
aunullou a nomcar.lo j lavrtda foi um delles!
./. F. Mnutinho.
' Jornal do Commercio.)
i') Sea tranca se tivette aiKjiveilado cnUo



s*
VARIEDADES.

i
P
1
I

-i
I
AOHIGOLTORA.
Obten**'** rtlitlvit a** ad*b*.
Anda nao ht meio seguro de eonhecer o valor
real dos adobos para as lerfas. A pralic al agora
cegaraenle seguida funda-se no anligo uso. O cli-
ma e qualidade de terreno os cus raracleres chl-
roicos phytieos a sua ezposicao, elcvac.So e pro-
ductos; as capas geolgicas obre que descanta, e
cuja influencia augmenta qunnlo mais a modiliram
os caracteres phytieos e chimicos, lo circomstaii-
cias que ftzem variar, resultado oblido pelos adu-
f endo era visU lodas eslaa eircumslancias, obti-
vemos a segulnto coocliisao das.nosas experiencias.
A. Kem sempre o mesmo adubo produz igual cr-
l'tilo ua raesina Ierra em duas colbeilas dflercnlcs;
assim cume-duas trras diversas neru sempre ollerc-
cem idnticos resultados n mesma rolheila. O
lempo moilillcaria os eneilot alcan(ados n'um ou
n'oulro caso, se estas experiencias se repelissem
com cerlo iolervallo.
Ha iiimliis tanto que em Chesohire nao empreua-
vam alguna ospoculadure* mais adubos do que a fer-
rugem, naa trras que lomavam de -irrendainenlo.
Assim obliveram pingues colbeilas, esgolaudo, po-
rm, os principios que a Ierra coulinba, deixandu-a
estril em cerlo modu. Scmelbantes resultados li-
zeram considerar a ferrugeni como estimulante, c
nao como adubo. Sabc-se agora que muilos adubus,
e enlre riles a ferrugem, olhados como estimulan-
las, obram completando as subslanrias nutritivas
que se acham na Ierra, n do que as plantas ucccssi-
lam para poderem vegetar. Acbando-sc, porcni,
estas nutridas ao mesmo lempo pelo terreno, e pelo
adubo, deveisso necessariamente produzir cerlo cs-
golaiuenlo na Ierra.
B. A abundancia das colbeilas em algumas le-
ras lie proporcionada quanlidade de adubos roi-
neraes que ellas conim.
l.eby o demonslrou com clculos, que Ihetog-
geriram um adubo mineral-lbeorico. Mrs. Mos-
pral a compaubia, o prepararam, sem mistura al-
guna, sob a sua directo, mas em breve se rcro-
nhereu, que tal adubo nao linda as qualidades que
se lbe allribuiam.
C. Igualmente se disse qae o adubo que conlivcr
amoniaco, um adubo carbonado, ou um dilo azo-
tado, lenha ou nao carbonado, cram capazes de
produzir abundantes colbeilas, mclbores do que as
que era possivel obter com adubos miueraes.
Mr. Uuztable repula esle adubo, ctpecitlmcnlr
eflicaz para o Irigos verdes, como una verdadeira
panacea para os agricultores. (;
D. Asseverou-se lamben), que una Ierra pcrfei-
Umenle misturada com oulra do diversa ualurcza,
dara melborrs resultados do que o emprego de
qnalquer adubo. Em oulros lemos : ulmillia-sc
que o acrescenlamenlo de substancias eslereis halii-
lilavaos lerrenoa a produzirem abundantes colbei-
las, nolaveis pela sua quanlidade c qualidade. Sa-
be-se, porm, que laucando barro fri c inerte,
n'um terreno de aria secca e esleril, se forma Ier-
ra da esccllente qualidade, que nao pode produzir
sem adultos, masque lia de produzir cerla quanli-
de desle, com mais vanlagem do que antes da mis-
tura. O mesmo succede misturando a lurfa com o
liarro e a marga com a creta. t
F.. O emprego do acido phosphorUjo parece con-
vira lodas aa Ierras.
Os processos de agricultura, ezlraindo ordinaria-
mente materias ricas em phosfalos, como ccreacs,
etc., empobrecen! os terrenos desla subslancia ; de
modo que sendo esles adubados com ossos, conve-
iiienteinenle preparados, e com o guano, devem
dar mu boas colliclas.
F. m adubo, coni|ioslo do substancias amouia
cas, do |lassa, e materias carbonadas, suflieicnle-
uiente soluveis, pode produzir cxccllenlcs colbei-
las em quasi lodas as Ierras.
I)eve-se islo, segundo parece, a prupriedade que
lem as plantas de rzlrairem do solo as materias que
Ibes sao uecessarias.cde allrabirem, pelas suas lar-
gas folhas, desenvolvidas sob a influencia deste
adubo, o acidu carbnico da almusphcra
G. Dando a urna trra mili seauidaiiientc o mes-
mo idubii. havero resultados cada vez menos
sensiveis as colbeilas; do que so conclne qn
sao poucos os adubos que conim lodos os elemen-
tos deque precisan! as plantas. II. mu possivel
que o lempo demonstre ser necessari", deauando
em quando! dar an leireuo alguin oulro adubo pa-
ra conservar a propongo dos primeiro* principios.
II. Em alguus terrenos desappaieocm rpidamen-
te os adubos por nao baver absurvcnle ua Ierra.
Em tal caso lio preferivel opplicar ponto o pou-
co os idubos, seguindo, quanto srja possivel. as
necessidadea das plantas, quando estas devam durar
muilos anuos no mesmo terreno, ou todos os anuos
se "i fin plaulas aunuaes.
/. Quando os adubos devem servir immcdiala-
raenle ns plantas, sem |ior esta seren absolvidos,
be inda mais conveniente applirar poueo dellc de
cada vez. He este o mcio mais seguro de conse-
guir que o mesmo adubo aproveilc s plaulas,
O adubo fresco laucado na Ierra parece preferi-
vel ao fermentado, porque se vn decampando pou-
eo a poin-o. segundo as exigencias das plantas.
J. Hcclarn, que nao estando cni contacto com
plantos a lolalidade do adabn applicado a Ierra,
estas solimn neressidades, nao se emprecando
mais do que a quanlidade de adubo que prcoisarciii.
Importa, pois, ter em conla a porcilu que o terre-
no absorve.
A semeadeira be nimio boa na applicaeao do
adubo em pequeas quantidades : mas nao parece
lao ulil para o guano, que em razio da sua efllca-
eia e rpida demniposiclo, (leve espalbar-se no ter-
reno em dosel mui pequeas, que be nrci-aiio
misturarbemcom a Ierra, para que asna accloso-
ja o mais completa possivel, c as plantas o possam
achar em toda a par-.
(Gardncr's and farmer's Journal
Preparacao' de terreno para furmar
. prados naturaes
No lempo em que passamos do meio dia para o
nurle, e discorremos as elevadas monlanlias de
cerlo dislriclo, vimos confirmada urna verdade, e
be que o climas sepleiilrionacs silo bous ero lodas
as eircumslancias para a formajilo dos' prados na-
turaes. Quando nos aproximamos s zonas, aonde
a temperatura be menos elevada, vemos diminuir
a vegelacao n'nnu escala graduada, al que as
regioes fras desapparecem as plantas Icobosas para
serem substituidas pelas verde c alegres dos prados.
Esta circumstancia no depende tanto da mil ni o-
za dn terreno como do grao de temperatura. Tur
muita influencia, que o primeiro Icuba no deseu
volviraento das plantas, observamos com tudo, que
as pilases da vegelacao se adanlam,ouscnsvehnen-
te relardam, em razaosegundo o grao de lalilude
do ponto em que cultivamos os prados, llojc em
dia eslabelecem-se os prados naturaes s nos pontos
que, por eircumslancias physicas, nilo sao proprios
para oulras culturas, Os terrenos baixus, os valles,
easplsn'cies dilatadas sao as menos proprias para
a Mirmafio de prados e paslageus, e os mais a ponto
para prados naturaes. quenosdo os mclbores pro-
ducios. En) moutaiibas aonde sao difliceis as la-
vouras pela sua grande inclnacdo, nao devenios for-
mar os nossos prados por nao serem esses terrenos
cullivaveis seno fazendo-se grandes gastos, o que
o lavrador inlelligente deve evitar.
Escol'iido o lorrcoo para a furmaco do prado,
sejaqualfdra naluieza dellc, oque releva primei-
ramenle fazer be limpar o solo com diligencia c es-
mero, arrancando com cuidado as mas bervas, para
que senao reproduzam. Conseguiremos este resul-
tado por meio do arado, ou cbarrua. ou pela cultu-
ra de plaas que, como a btala, contrassimilbnn-
tes, eiigem Irabatbus de cunservacao, que arran-
quera Integramente as bervas damnusas.
Quando queremos renovar um prado, que as
denicienlea qualidades de bervas damnosas, e ou-
lras plaas pouco uleis aos pastos lem lomado de
todo o ponto improduclivos, cumpre dei\a-lo cul-
tivar por'umou mais anuos, antes de semea-lo do
vegetaes boas e proveilosos aos pastos, ou cultivar
nelle planlt* com cuja vegetarn deva baver algu-
ma vigilancia, para que possamos exlcrminar, rc-
correndoa Irabalhos de conse.rvac.ilo. as bervas dain-
uosasque novamenie se desenvolverem. pela reno-
vacao das raizas, ou pela germinaco das semenles
<|ue ficavam enlert^las na (erra.
As plaas que se cultivar neste terreno, no es-
pago que medea eutre a monda do prado velbo, e a
semeadura do que desejamos renovar, ( devem ser
das que pela nalureza de suas raizesdividom a (erra
quanlo seja possivel, rednriudu-a a parles muilo
pequeas. A batata, nabo, renoura, e oulras simi-
llianlos, serao preferiveis uestes casos, sendo ellas
as que dciiam n terreno mais bem preparado para a
boa foriuacHo de um prado.
As1 colbeilas podem rouliuuar por Iros o qualio
anuos seguidos, alternando aa especies, secundo o
inelbor systema de rotnr.lo, e nesle esparo do lem-
l>o alcantremos ptimos resultados, anda que a
Ierra se nao adube, pelo menos nns (lous primulros
nonos.Nos rstanles devem fazer-sc ('-les adubos,
le iim modo couvenienle, pojs nmito convi'-m, que
quando o prado se sesnee, iique-o prudu sulllcienle-
1
mente preparado, pera se obterem |u Yanlagens a
que temos direlo pelo nosso Irabalbo.
Os Irablhos de preparacao devem fazer-e com
diligencia e cuidado, bavendo a precautao de apla-
nar o solo oles da semenlelra para evilar as desi-
gualdades, e para que possam germinar com igual la-
do as semenles que derramamos. Esta ullirmi pera-
dio h da maior importancia, especialmente no ler-
reoos compactos, em que fcilmente se amonloa a
lerraqueoslraballiosda lavoura desloca, pols do
contrario deiaariam de germinar ai semenles Ijnnes
e ligclras das plaas gramneas, que contnbuem
liara formar o prado, perdcndo-*e ou enterrand.-se
nos montos, (loando deste modo claros mais ou
menos dilatados, que diminuiriam a ferlilidado do
prado, dando-lbe rum aspecto.
Os ditos trabalbos de preparato semo mais ou
menos profundos conforme a groasura que llver a
capa da Ierra cultivada, e a qualidade do terreno.--
Osi instrumentos de que ftzermns uso nestes Iraba-
Hhm devem lambcm estar em relacao enm a nalure-
za da capa da superficie, o em barmonla com a eco-
noma que os bracos do paiz oflerecerem. Quere-
mos dizer que s a Ierra no fr ezlremamenlo forte
e dura, e os jornacs nao foreni muilo caros, preferi-
remos a cbarrua au arado, que dcixa mais bem pre-
parado o le reno, c facilita s semenles e plantas
melbor germiuac,o, e. mais desenvolvimento.
Os trabalbos da lavoura podem fazer-sc na prima-
vera, pelas vaulaaens que isso Iraz; porm se o ter-
reno fr duro e diflicil de amolleccr, farcinos urna
operac,,lo antes do invern, para aproveilar a boa
ilisposicSo em que fira a Ierra, quando as nebrinas
eosgelos a bencliciam coma sua prove losa in-
fluencia.
Nao devem poupar-se esles Iraballios de modo al-
gum, se quizermos obter prados productivos. Em
Inglaterra, quando a cultura dellrs se aelia no esta-
do mais prospero, ilao-se rom frequencia tres ou
qualrovezcs re|ielidos os Irabalbo de amanlio ail-
los do semear o Icrrcuo; porque se ronbece alu, por
experiencia, que deslcs trabalbos bao de resollar os
immensos producios que Ibes oflerccein os prados
naluraes. Tur meio dosles trabalbos se arrancare as
ms bervas que se vodesenvolvcndo ; pois nem to-
das germinan! na mesma poca. Ueste modo so ob-
lem prados queproduzcm bervas de boa qualidade,
e sem msela de plantas damnusas que se apossem
du terreno, obrigondo-nos a mondar o prado aules
de lempo.
Citaremos em seuuda a opmiilo do A. \oung, so-
bre o molbo.lo sonuido por alguns aurnnomos ingle-
ses, quando quercm renovar um prado, ou frma-
lo pe
EDITAES.
pela primeira vez.
,, Queimam antes deludoa lena deslocada pela
priineira vez, e com ella lodas as plantas que veue-
l.i mi no solo que se nlenla semear, csemcain depois
por duas ve/es rbanos para dar pasto ao gado lanar
que all mellem. A segunda colbela devem-na co-
mer as rezes nos principio! do mez de Tcvereiro.
I)-sc-lbe em seguida um amanlio, c de\a-sc des-
cansar a Ierra al lilis de mareo, mellcndo-lbc de-
pois", umaou duasvezes o arado, se necessaiio rur.
Kcpclc-so o amanbn, e no cabo de poucos ilias lan-
cam-sc as semenles, logo cuberas com o aplanador.
ci Somca-sc um mixio couijioslo de cevada, Irevo
bresco, llevo verniolbo, e diversas grainincas. No
primeiro auno melle-sc gado para comer a berva,
que ollercce exccllojilc pasto, desde principios de
abril,econtinua lodooaiuioadaruina grande qu.ui-
lidadc de forrnaem.
Pelo que se v doslc inelbudo, que em llespaHba
sollrcria algumas modiliaces, be muito conve-
nicnle inecber ruin grande cuidado u terreno que
desunamos aos prados, para destruir as bervas dam-
nosas, c facilitar os semenles perfeilo desenvolv-
nienlo. (arela de Madrid.)
Diario do (lorerno de Lisboa.'
COMMERCIO.
i'HACA 1)0 RECIFES6BBO0TBROA83
MOKAS DA TAIIDE.
Colaccsofliciaes.
l'alaioes lirasilerosa l|BSO rs.
AI.IANDEtiA.
Hendmcnto do dia I a ."> .
dem do ilia 26.....
Mt:4ftS041
I.V.9,j80ISI
.i:W:il)iS!
Duearregam hojeil dioulubn
Birca americana/.i-7;/farinba de trigo.
Brlgue IngleH'm. '/icA-ibacalbao,
ltate poiluuuez/.U'i'/'i'i"varios gneros.
Imporlacao .
I'allinbole porlnguez iMZllaitO, viudo de Lisboa,
e......inado a Jo-e l'eivcira Bastos, inanifestou o se-
guinle : a .,
I raixa mercurio, -2 raixoles mirnielaila, Kcaixas
vinlio: a A. C.de Abren : .
"> cinaslras albos; a Barraca i\. (.aslro.
-raixoles cera em velas, :> ditos conservas ; a
I 'rancheo Bevertaono Rabello iV lilbo.
","i moinbos de podra ; a Antonio Joo Alvos.
Scalxoliiilios rape ; a l'ohcarpo Jos Ijivine.
I eaxa livros; a Joaqum Xavier Vleira l.lgal.
III pipas viubo; a Oliveira Irmos Compa-
nbia. ..
f. pipas vinagre, I calite agua ingloza, 53 barns
hlbo, i raixoles com 2 lavatorios de cantara. I di-
lo livro-, 100 saccas -cincos. -_<1 mullios cebollas, 20
moios sal. i.'.O bariis cal, 00 cauaslras btalas ; a
Joto [tirara llaslos.
I calile com 12 bracos de forro para balancea :
a Joaquim Koiinngiies da Cimba.
,::iKI milbns rebollas, I grade com Ulna peora
para campa. 30 barr, leiicinbo. 20ililos eliouricos,
101 cauaslras batatas; a Jos Maroclliuo da llosa.
mu bariis cal; a .1. Morora Lopes.
SObarrh cal, Icaixole livros; a Hallar o\ Oli-
veira.
00 cauaslras batatas, I eaixolinbo semenles oleo
de alfazcma ; a Uanoel Joaquini llamos e Silva.
1 caixas c :1 lardos drogas ; a Joo Soum.
I eaxa brochas ; a Joaquim de Almcida Pinto.
I calino cueca para chapoot ; a Manuel Antonio
de Carvalhoi
ti barricas, '.I caxoles e 2 Tardos drogas, I barril
vinbo ; a Antonio Jos l'crnandes.
I fardo com 2 hcelas do man : a Jos Alcxau-
dro Itibeirn.
;l chxoIos e I barrica drogas; a II. I. de Souza.
I cali a cestos de palha; a Clara Joaquina da
Silva Santos.
I_i banscal. IIM presuntos, 1.'. bariis palee, 12
ditos loiicnhn, 20 ditos eliouricos, 2> saccas fcijao ;
a Siipioira vv l'oreira.
I raixa rom 1 braco para balanc.i; a Jos Anlo-
nodeCarvalho.
1 l.il.i rap ; a Iboinaz do Aqiiino lonscca i
Fillto.
I cmbiulho sedo ; a Joaquim Copes da Costa.
I caixo com I saucluario e :l imagens; a Tibur-
cio Valeriano llaplistu.
200 mullios cebollas; a Manoel I'cdro Caparra.
1 barril vinbo ; a Lata Antonio de Siqueira.
I sarco c 10 embrulbos dnbeiru de miro, I sacco
dilo de prala, 3 canarios, i raixa c 1 cmbriillio en-
commendas, I lata soiuonles; a ordem.
I caiva com I saucluario; I Antonio Copes l'c-
reira de Mello.
I caixotc marmelada ; a Domingos l'erreira Ciii-
mariles.
caias marmelada ; a l.uz Jos da Cosa Amo-
1 caiiole impressos; a Miguel Jos<; Alvos.
10 pipas vinagre, ib' cauaslras batatas, StOCH-
ras ligo-, i caixas marmelada, 1 dila doce ; a An-
luniu Alvcs Vilella.
CONSIJI.ADOC-KltAI
Rendiineuto do dia t a'25 .
dem do dia 2t>.......
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeiilo do dia 1 a25
dem do dia 2b.......
Exportacao'.
Liverpool, brisoc iuglez BarkhUU de 2iC lone-
ladas, cunduzio o seguinle : ."" caixas e tiid sac-
eos com 5,483 arrobas de assucar, (172 saccas com
8,515 ut o 29 libras do algorlo.
IIECEHEDORIA DE ItENDAS INTERNAS OE-
KAES DEPEIINAMBUCO.
Rendiroentodo dia2C......1:8KWS
CONSULADO I'ROVINCIAL.
Remlimenlo dodia laii .... 21:l'.ll!l..l
dem do dia 26........ 1!IS!IM
MOVOtXNTO DO POUTO.
y'ariot etitrado* no dia 26.
l'araliiba2 dias, bulo brasileiro ITt IrmSot,
re 30 toneladas, meslre Joso Duarle ile Souza,
oquipigem 3, carga Ion ; a Joaquim Duarle de
Azevcdo.
dem2 dia, liiale brasileiro Conreino Hordas
Hrludet, de 83 toneladas, mestre JoioAivesde
O Illm. Sr. Inspector da Ibeaouraria provin-
cial, em eumprimento da ordem do Eim. Sr. presi-
dente da provincial manda fazer publico, que not
dias 23, 26127 do correnlo, perante a junta dt ti-
zenda da intima thttouraria, se ha de arrematar a
quom por menos flzer a obra do *. lanc,o da estrada
da Escada, avahada tm ll;652S556 r.
A nrrrmalacao ser fela na forma dos arts. l\ e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de malo de 1851, e
sob as clausulas osperaes abado copiadas.
As petsoas que se propozerein a esla arrematadle
comparejam na sala das sessoes da mesma junta
nos das cima declarados, pelo meio dia, corope-
tenlernenle habilitadas.
E para constar so mandou aflliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da thesourara provincial de Pernam-
buco, 3 de sotembro de 1853. O secretarlo, An-
tonio Ferrara a"Annanciario.
Clausula esperiaes para a arremataeao.
1.' As obras do 4.- I meo da estrada da Escada
serao feilas de conformidade com as plaas c perfis.
loiigiludinaes c Iransversaes, approvadas pela direc-
tora em consclbo, e submetlidas com o orcamento
aaprovataodo Eim. prndenle da provincia, na
imporlancia de 11 ;652t556 rs.
2.|' O arrcmalanto ilar prucipin as obras no pra-
zo de 30 ilias e dever conclu-las no de um anno,
amlxis contados ua forma do artigo 31 da lei pro-
vincial n. 286.
3. O pagamento da imporlancia da arremataeao
ser feilo em qualro prcslac,oes iguaes: primeira,
quando liver a ler{a parle das obras concluidas; a
segunda, quando liver os dous tercos; a lerceira,
quando lizer a entrega provisoria, e a quarla, de-
pois que lizer a definitiva.
I. Para tudo quanlo nao esliver determinado
as presentes clausulas seguir-se-ba o que dispoe
a lei provincial n. 286.Conformo.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciac&o.
Belariio dos indiriduot moradores na delegara do
primeiro dislriclo do Iteci/e, que silo aptos para
seriirem romo jurados.
Fref ueiia de S. AbiobIo.
Tcncnle Antonio da Cosa Reg Monleiro.
Antonio Rodrigues da Cruz,
o tioncalves dos Sanios.
u Vital de Oliveira.
ii Ricardo Anluues Villaca.
o Duarle de Oliveira Reg,
a Augusto Bandoira de Mello.
Alcxaiulrc Norberlo dos Santos.
Antonio Innoccncio Comes.
Jos Pinto,
o o llibeiro de Moracs.
dos Santos Ferreira.
Agosthllin Eduardo Pina.
Andr Ferreira deAlmeida.
Antonio llernanlu Quiitciro.
ii Piulo de Barros.
Bou lo Procs.
Jos de Oliveira.
o i Freilas.
o Rodrigues de Souza.
Dr. n da Cosa Hheirn.
o Joaquim de Ahlenla.
ii Jos Duarle.
Dr. r,' ii.el de Torres Bandeira.
o o Vicente do Nascimenlo Feilosa.
o Joaquim de Mello Pacheco.
Dr. Alevandre de Souza Pcrcira do Carmo.
Antonio francisco Rodrigues Magalhca.
i Augusto da ponseca.
Amaro Cnicalves dos Santos.
Antonio Alvos Teixeira Bastos.
Dr. Anloniu Wilruvio Piulo Bandeira Vasconcellos
Anlonio Alvos da pouscca.
ii l.uiz dos Santos.
ii de M......i Rolim.
Dr.ii Lpamiuondas de Mello.
ii Joaquim de Mello,
o Domingos Pinto,
o Francisco Percira.
a Jote Monleiro.
i, GoncalTCl Pereira Lima.
Barlbolomcii Francisco de Souza.
Dr. Braz Florentino Henriquta da Silva.
le 1.ii ii.ii" de Assumprao Cabral.
Bernardo vio Cauto Briim.
lenlo Jos Fernandos Barros.
Bolarniinn dos Santos llulcao.
Caotano INnlo de \eras.
Candido Moreira da Cosa.
GlaudinO Bollicio Machado.
Cypriauo l.uiz da Paz. .
CaelanoSilvorio da Silva.
Dr. Constantino da Silva Braga.
o. Cvpriaun Fenelou liuedes Alcofonido.
Cactauo Lenidas tiania Duarte.
Cbrisliauo Pereira de Azeredo Coutinho.
Domingos Jos Soares.
Dr. Deodoro Llpiano Coelbo Calanho.
Emilio Xavier Sobrcira de Mello.
I ni.......Jo- de Oliveira.
Francisco Jos de Magalbaes Bastos.
n Joaquim Pereira Lobo.
ii Rodrigues da Cruz,
o Celestino Ramos.
Dr. Vital do Oliveira.
>i el" Paula Machado,
o Malln- dos Alijos Paula.
ii Ignacio de 'torres Bandeira.
o Simes da Silva,
o da Costa llibeiro.
o Augusto de Lomos.
Dr. Filippc Lopes Nclo.
FirmilM Pessoa da Cama.
Francisco de Paula c Silva.
n Manuel de Almcida Calanhu.
n de Paulo Mello,
n Jos Eduardo.
Conoato da Costa c Sa.
Ilenlique Jorge.
lien ii I.ni" Doodalo dos Sanios.
Honorio Pereira de Azeredo Coulinbo.
I.. Ignacio Firmo Xavier.
Ignacio .Manuel Vicga-.
.i lenlo de Lovnla.
Dr. Jos Antonio de Figueircdo.
Jos Francisco Carneiro.
o MariaScve.
Iir. Joaquim Pirca Machado Porlella.
Jos Miguel de Lira.
.1 .leiiino Cratelo Maria l.iimachi do Mello.
Jos lu':" Xavier Juniur.
Joao Antonio de Paula Rodrigues.
Joaquim Francisco de Albuquerque Saiiliago.
Dr. Jos dos Alijos Vieira do Amorm.
Dr. Joaquim dcAquino Fouscea.
Jos Candido de Souza Cosa.
Joao Baplisla de Arauju.
Jos Francisco Concalves.
o Antonio da Silva.
o Princlscf Pinto Cuiniarie.
Joao Ignacio do Reg.
Joaquim Joso de Paiva.
.lo i" llonriques da Silva.
ii Hcnriques da Silva Juniur.
Joaquim llonriques da Silva.
Joao Manuel di- Castro.
Jo- Ignacio de Alireu Lima.
Jnaquiui de Albuquerque Mello.
Dr. Juaquim Jos da Fonatc*.
Joao Altea Machado.
Jos Joronvino Limoeiro.
Dr. Iva M'iquilino da Ciiulia Souto-Maior.
Joaquim Auguslo Ferreira Jacobina.
.loan Augusto de Vasconcellos l.oitao.
Baplisla de Medciros
Jos Caetano de Medeiros.
Dr. Jeronjmo Vilella de Castro lavares.
Dr. Jos Francisco de Paiva.
Dr. Joao Sebastian Piretli.
Joaquim Jos Vieira.
Jos Ignacio da Aasumpcau.
n n de Lovola.
Joflo Bernardo de Siqueira.
... Jarinlbn Elesbao.
M Jos Maria Machado de Figueiredu.
Joaquim Jos Alves de Albuquerque.
Joo Alhearle Botelho.
Joaquim Francisco de Torres Calindo.
Joo dos Santos Porto.
Joaquim Marinho de Mello Albuquerque.
Jos da Fonseca e Silva.
ii Vieira de Figueiredo.
ii Piulo da Cosa.
Dr. Jos da Costa Domado.
Jos da Costa Douradu.
Joo Jos do Reso.
n Baplisla Rodrigues de Suza.
ile Freilas Barlioza.
ltaanilo Moreira Marques.
Justino Pereira de Furias.
Joao Valentn Vilella.
Jos Narciso Camello.
n Thomaz Marhndo Pires Porlella.
o Vieira de Oliveira Maciel.
Joao Mara de Albuquerque Oliveira.
Dr. Joao Vicenta dt Silva Cosa.
Jonquiui Joso de Miranda.
JosoRibciro doAmaral.
Joao Alvares doQuinial.
irada
5r700706
2t7S0!)l
l."i;!M7J)7'J7
2:lill)fWlt"i
16JI87
_.'. Joaquim Elviro de Moraes Carvtlho.
Jlo Chrisoslomo Pacheco Soaret.
Jos Lulz Pereira Viarna.
ii Concalves de Miranda.
Lulz Manuel Rodrigues Valonea.
n (encalves Agr.
Laureano Jos do Barros.
Lulz Rodrigues de Souza.
Dr. l.uiz de Fr.inra MiinizTaiaie..
l.uiz Francisco Bafbalho.
i Pires Ferreira.
Dr. l.uiz LopesCaslollo Branco.
l.uiz Antonio dos Santos.
Manoel do Amparo Caj
Migutl Jos da Molla.
Manoel (ionoalves Agr.
o Florencio Alves de Moraes.
Marcolioo Goncalves de Moraes.
Manoel Antonio Viegat.
Jos de Siqueira Pilanga.
Dr. Manoel Izidro de Miranda.
Manoel dt Silva Ferrtirt.
o Ferreira Anlunes Villar*.
Miguel Carneiro.
Manoel Jos Soares da Avilltr.
ii do Nascimenlo dos Sanios.
d Pereira Magalbaes.
n Joaquim Paseoal Ramos.
Guillo Cintra,
n Goncalves Ferreira e Silva.
Filippe da Fonseca Candi.
Miguel Sera 11 ni de Castro Nunes.
Manoel RomAo de Carvalbo.
d Francisco de Moura.
n Fernandos da Cruz.
ii Caelano deAbreu.
Dr. Manuel Jos Pereira de Mello.
Melquades Antonio do Almcida.
Dr. Pedro de Alhaxdo Lobo Moseozo.
Dr. Pedro Dornellas Pessoa.
Pedro de Alcntara Peixolo.
Dr. Pedro Gaudiano de Ralis c Silva.
Hozendo Alves da Silva.
Modulo, Joao Barata deAlmeida.
Salyro Seraflm da Silva.
Dr. Sabino Olegario l.udcero Pinho
Dr. I mnimo FerreiraCatu.
I inlieliiio Cnedcs de Mello.
Dr. Vrenle Pereira do Reg.
Supplemento,
Anlonio da Assumpc/io Cabral.
Domingos Aflonsu Nery Ferreira.
Dr. Joaquim Allino dos Santos.
Jos Egvdio Ferreira.
Miguel Felicio da Silva.
Frecneila da Boa-Vitta.
Antonio Pires Ferreira.
o Pereira de Parias.
o l.uiz Cuuralves Ferreira.
o Ferreira d'Annuiiciai;ao.
ii Carlos de Pinho Borces.
i Feliciano Rodrigues Selle.
ii Cirilo.o de Queiroz Fonseca.
i> Carneiro Machado Ros.
i> Machado Pereira Vianna.
ii Francote Dornellas.
ii Melquades da Silva.
Teiientc-coronel Anlonio Germano Cavalcanli de
Albuquerque.
Antonio Jos Comes duCorrcio.
Luciano de Moraes da Mcsquila Pimenlcl
Dr. Antonio Ferreira MarlinsRibeiru.
Arsenio Furluuatuda Silva.
Anlonio da Cimba Soares Guimaraes.
Dr. Antonio Vasconcellos Menezcs de Drummond
Alexandrc Primo Cnmello Pessoa.
Anlonio Jos Leal Res.
Alexandrino Mximo Leal de Barros.-
Capillo Antonio Jos de Souza Cousseiro.
Brigadeiro Alcixo Jos de Oliveira.
Aiilflnio Carneiro da Cuuha.
Amaro Franklin Barbusa Primavera.
Soares Mariz.
Anlonio da Costa Ribciro e Mello,
a Pereira de Souza.
o Joso da Costa Araujo.
Amaro de Barros Correa.
Capilau Anlonio Alvcs de Paiva.
i ii Manoel de Moracs da Mcsquila
Pimenlel.
Antonio Joaquim de Souza Ribciro.
n de Moraes Cuines Ferreira.
o de Souza Rangel.
o Goncalves Ferreira.
ii Ricardo do Regu.
ii Marques de Amorm.
Bernardina de Senna da Silva Guimaracs.
I'oi n.ii io Jos Marlius Pereira.
ii n da Costa.
Remanilo Nunes de Oliveira.
Dr. Denlo Jos da Cosa.
Ilornardiiio Jos Monleiro.
Bonifacio Maximiannde Mallos.
Un.io de Capibarilie.
Basilio Alves de Miranda Varejau.
Custodio Manoel Cunoalves.
( loi-iov.o Guilbormo Brc|veiifeld.
Clurindu Ferreira Clao.
Dr. Carlos Eugenio Douarche Mavignicr
Dr. (lmenlo Jos Ferreira da (aisla.
Candido de Souza Miranda Coulo.
Carlos Frederico da Silva Pinto.
Candido Em)dio Pereira Lobo.
Caelano Aureltano do Carvalbo Coulo.
Candido Euslaquiu Cesar do Mello.
n Jos de Salles.
Dr. Caelano Xavier Percira de Brito.
Domingos Aiituues Villaca.
ii Francisco Tavares.
n das Noves Teixeira Bastos.
ii Jos da Osla,
o Calilas Pires Ferreira.
F.nea* Targuie Accioli.
Francisco de Paula Goncalves da Silva.
o de Barros Falcao Cavalcanli Albuquciquc
Lcenla.
Francisco Sergio de Mallos.
n Anlonio de Oliveira.
Francisco Rapbaol de Mello Reg.
Francisco Anlunes de Oliveira.
Feliciano Joaquim dos Sanios.
Francisco Jos Rodrigues,
ii Carlos de l.emos.
n de Paula Queiroz Fonseca.
de Paula Ijirneiro Lcao.
Major Filippc Duarle Percira.
Frederico Chaves.
Francisco Ribciro Pires.
Franklin de Andrade Moura Pogge.
Frucluoso Joso Pereira Dulra.
Francisco Martins Ropozo.
n Xavier da Silva Meudunca.
I ii mino da Silva Amorm.
Francisco Antonio Cavalcanli Cousseiro.
n da Silva Cavalcanli.
ii Jos de Veras.
n Percira Vianna.
Filippc Anlonio Teixeira Cavaleanh.
Francisco Augusto da Costa Cuimares.
n Anlunes Ferreira.
ii de Lenius Duarle.
n I ovares de Mello.
Manoel da Cruz Coulo.
Antonio Vieira da Silva.
n Ferreira de Mello.
Feliciano Auguslo de Vasconcellos.
Francisco Xavier Cavalcanli de Albuquerque.
ii de Paula Lopes Res.
de Freilas Gamboa.
Filippe Mena Callado da Fonseca.
Gabriel Moreira Rangel.
" Aflouso Resueira.
Caldillo dos Sanlus Nunes de Oliveira.
Dr. Gervazo Cuiioalvcs da Silva.
Cuslavu loso do Reg.
Ccmiriano de Azevcdo Mello.
Gervnzlo Pnrlazio Smiles.
Ilypolilo Cassiano de Vasconcellos Albuquerque
Maranhao.
Hermenegildo Marcelino de Miranda.
II eri-nlaiio Julio de Albuquerque Mello.
Hcorique Sleplc.
Ignacio Francisco Cabral Canlanil.
Innncenrio Garra Chaves.
Ignacio Marques da Costa Soares.
Joo Pinto de Lomos Jnior.
Jos Candido de Barros.
Joao Vieira Lima.
Dr. Joaquim Francisco Duarle.
Joaquim Ignacio de Barros Lima.
Joao iioncah e- da Silva.
Jos Jacome do Araujo.
Jos Marianno de Albuquerque.
Joaquim TheodoroAlves.
Dr. Joaquim Pires Goncalves da Silva.
Jos Victorino de l.emos.
Dr. Jos Maria Freir Camciru.
Jos Maria Freir Carneiro JB
Joao Baplisla Ferreira d'Anranclacio.
Jos Joaquim da Silva (ulmarSes.
Jos Thomaz de Campos Quaresma.
Jos Marques da Cosa Soares.
Joao de Pinho Borges.
Jos Thomaz do Aguiar Pires Ferreira.
Dr. Jos Maria Hamos GurMo.
Coronel Joan Francisco de Cbabv.
Jos Pires Perreirt.
Jos Joaquim Anlunes.
Dr. Joao Jos Inneeencio Pogge.
Dr. Jos Eustaquio Gome*.
Dr. Jos dos Sanios Nunes de Oliveira.
Joto Vieira de Araujo,
Dr. Jos Marrtede AlvesFerrelrt.
Jos Antonio Vieha de Souza..
Jos Izidro llorges Leal.
Joao Xavier Carneiro da Cunta.
Dr. Joaquim de Oliveira Souza.
Jos Clemente Pereira do Sanios.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Dr. JoSo Jos Pinto.
Jos da Cruz Santos.
Joflo Rernardino de Vasconcellos.
Jos Goncalves da Silva.
Jos Alfonso doi Santos Bastos.
Juvencio Augusto de Athayde-
Joo Barlholomeo Concalves da Silva.
Joaquim Jos Ferreira da Penha.
Jos Pacheco de Queiruga.
Joaquim Miletu Mariz.
Joaquim Pedro Brrelo de Mello Reg.
Joaquim Caldino Alvcs da Silva.
Joo Alves de Carvalbo Porlo.
Joflo Pachco de Queiroga.
Jos Felii de Oliveira.
Joflo Arsenio Barbosa.
Joaquim Izidoro Simoes.
Jusc Filippe Nery da Silva.
Joflo Gregorio dos Sanios.
Jos de Barros Correa Selle.
Joaquim Anlonio de Moraes.
Jos Cavalcanli deAlmeida.
Joflo l.uiz Vctor Leulier.
Joao Cando Comes da Silva.
Joaquim Correa da Cosa.
Joo Jos Lopes.
Jos Hcnriques Machado.
Dr. Joo Ilumnenos ,|;l silva;
Joo da Costa Monleiro.
Jos Benlo Monleiro da Franca.
Jos Ignacio Soares de Macedo.
Jos Franrsco Pires.
Jos dos Sanios Nunes de Oliveira.
Jus Francisco de Souza Lima.
Jus Anlonio de Araujo Pcrnamhuco.
Jos Joaquim Bolelbo.
Joao da Costa Honrado.
Jos Conralves l'erreira Cosa.
Joao Anlonio da Veiga.
Jos Anlonio Bilancoiirl.
Jos Cecilio Carneiro Monleiro.
Jos Bernardo Penirhe.
Joaquim Demetrio de Alenla Cavalcanli.
Jos Carneiro da Cunhn.
Joaqum Trajano da Silva.
Joaquim Francisco Lavra.
Jos Francisco Lacra.
Joao Anlonio da Silva liriln.
Jos Nunesde Oliveira.
Jos Martins du Rio.
Jos de Azevedo Souza Juniur.
Jos Antonio Cuimaraos.
Jos llygino de Miranda.
Jos Anlonio Pereira de Brito.
Joso l.ourenro da Silva.
Joaquim Elias de Moura.
Dr. Jos Bernardo Galvu Alcanforadu.
Joo Dcodato llovvrnan,
Ju; Antonio de Oliveira.
Jo- Barbosa de Miranda San-Tiago.
Joo Carduzo Avrcs.
Jos Jeronvmo Monleiro.
Jos Baplisla Accioli Lins.
Jos da Costa Brandan Cordeiro.
Joo Jos de Gouvcia.
Joanuim Anlonio Carneiro.
JpscrBcriiardo Ventura.
l.uiz de Pinho Borges.
Lili/ da Veiga Pessoa.
l.uiz Gomes Ferreira.
l.uiz de Magalbaes Comes Ferreira.
Alferes l.uiz Comes Ferreira.
LuiZ' Pereira Rapuzo.
Dr. l.uiz Rodrigues Villana,
Dr. I.eureuro Trigo do l.oureru.
Manuel Luciano de Souza l.accrda.
ii l.uiz Vires.
Maxiiniauu Francisco Duarte.
Manuel Rodrigues do Pas-o.
n Francisco Srbcflcr.
n Jos Martins Riboiro.
ii Francisco Duarle.
Joaquim Paes Brrelo,
o Augusto de I i.'iiciicio.
.Miguel Arehanjo Monleiro de Andrade.
Dr. Mtnoel Mamle da Silva Cosa.
.Manuel PauloQuiutella.
o (.'linio Suares Carneiro Monleiro.
o Rodrigues Alijo,
o Ferreira dos Sanios Pimenlel.
Maximiano Francisco Duarte Rigueira.
Manoel de Mello A.
o Peregrino da Silva.
n Anlonio Mariins Pereira.
o Jos da Silva l.eilc.
Miguel da Cusa Douradu.
Manoel Leocadio de Mira Wanderlev.
Manoel 11......loro Rodrigues Pinto.
n Jos de Azevedo Sanlus.
ii Elias de Mnura.
ii dn Nascimcnlu da Silva Raslos.
Milito Borges L'choa.
Manoel Anloniu Simos do Amaral.
Marcelino Borges Cernidos.
Manuel do Nascimeutn da Custa Monleiro.
0 Goncalves da Silva,
n Jos da Silva Grito.
M.o colino Goncalves da Silva.
Manoel Anlonio Ferreira de Albuquerque.
Dr. Manoel Rodrigue* Villares.
Manuel Carduzo da Fonseca.
1 l.uiz da Veiga.
o Duarle Pereira.
i Ribeiru da Cuuha Oliveira.
o Juaquim Ca miro Leal.
Miguel A nii.ni;" de Figueiredo.
Manuel Joaquim Pereira Lobo.
Miguel Arebanju l'eruandes Vianna.
Manuel Sabino da Cosa.
n Jus da Cusa.
Podro Ignacio Baplisla.
Ilr. Pedio A o I rail da Malla Albiiqucrqui'-
l'.ilricio Jus Borges de Freilas.
Porfirio da Cunhn Moreira Alvcs.
Paulino da Silva Mindello.
Dr. Rufino Augusto deAlmeida.
Rulinu Gomes da Funseca.
ii Jos Correa de Almcida.
Simplicio Xaviorda Fonseca.
Dr. Simplicio Anlonio Mavignicr.
Sevcrianu Piulo.
Simplicio Jos de Mellu.
Sebasliu dos Oculos Arco Verde Pcrnambuco.
Thcodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Thomaz de Aquino Carvalbo.
ii de Aquino Fonseca.
ii Antonio MacieL Monleiro.
Tibnriio Anlunes de Oliveira.
TholDO Carlos Pireli.
Thomaz de Cu valho Soares Brandan.
Vicente Auluniu do Espirito SanUi.
Victorino Joso de Souza Travasso.
Virialo de Freilas Tavares.
Dr. Vicente Ferreira Lima.
I'lysses Cokles Cavalcanli de Mello.
Zcferino de Lima Cavalcanli.
Supplemento.
Anlonio Martins Sablanha.
Antonio Ferreira da Costa Braga.
Kiluai do Francisco da Silva.
Francisco Cavalcanli de Albuquerque Lins.
n Ribeiro de Rrilo.
ii Rufino Correa de Mello.
ii Accioly de Convela Lins.
Hermenegildo Frmino do Lomos.
Jos Joaquim de Miranda.
Jos Antonio da Silva Grilo,
Jos da Silva Saraiva.
Jos Antonio de Brito Bastos.
Jos Caelano Vieira da Silva.
Jos Soares Velloso.
Joaqum Teixeira Peixolo.
Joo Munlciro de Andrade Malvinas,
l.uiz do Azevedo Souza.
Manoel Pereira Teixeira.
Miguel Francisco do Reg.
Patricio Jos da Silva Saraiva.
Trajano Cczai Builamaque.
i'Vontiiuiar-M-Au.
pr i ment, u dispotiouet dos artigo* tbaiio tranj-
criptos du posturas munleipaes.
TITULO IX.
u Arl. 6. Ningueni i cavallo portar galopar ou
correr pelas ras e puntes da eldadc, eirepto as or-
denanza e offlciacs em servieo: sob pena de pagar
89000 rtv de multa.
ii Arl. 7. Nenhum carro ser condolido t cor-
rer as mas: os carallus deverflo Ir a pequeo tro-
la, uat ras nao poderlo ir a galope: ot infracto-
res serao multados em 69000 rs.
o Arl. 8. A' noio nenhum carro deliar de tra-
ztr linternas com luzet: ot infractores terio mul-
lidos em 69000 rs.
< Arl. 9. as ras ou tugare* dt cldtde onde
houver lama, ou agua empocada ot cavallos irlo a
pasto : os infractores ttrilo mulladot em 6J000 rs.
o Arl. 10. Os almocrevtt nao poderflo entrar ou
sabir da cidade mentados not cavallos qoe liverem
carga, e deverao conduzMos pelos cabralos: ot In-
fractores serflo multados em 28000 rs.
o Arl. II. 4te prohibido ensinar cavallos desti-
nados para a condcelo da carros dentro da cidadt:
os infractores serflo multados em. 12)000 r.
a Arl. 12. He prohibido lavar os carros as
ras, devendo esle servido ser feilo em quinlaes,
ou dentro doteslabeleclmenlot: os Infractores se-
ro multados em 129000 porcada carro.*
Fregueza de S. Jos do Recito 2i dt oolubro de
1853.O fiscal, Joio Jote dt Morau.
DECLAHAtJO ES.
Reul companliln de paquetea ingleze* a
vapor.
No dia 31 desle mez
espera-se da Europa o
vtpor i.'real H'Mlern,
rommandtnle Ontlow,
o qnal dtpois da de-
mora do coslume seguir paraos porlos do tul: pa-
ra passageirov Irala-se com os agente* Adamson llo-
vxie \ Companhia, ra do Trapiche Novo n.42.
Pela delegada da Victoria foi apprehendido
um relogio de ourocom correle, que fui adiado uo
aterro dos Afugadus, c e vea vender nesU cid-ule :
quem fur seu legitimo dono compareca para justifi-
car sua posse e sgnaos, que lbe ser entregue.
Vicluria 17 dcoulubrode 1853. O'delegido de
polica/Ol Caraleanli Ferraz de A-.eredo.
Os facultalivos c pbarmaceuticos, que enlre-
garam scus diplumas, ou carias de exame para se-
rem inscriptos no livro da matricula, podem rece-
lie-los, dirigindo-se i sala dat sessoes da commissflo
de bygicne publica no dia 27, das dez horas da raa-
nlii.i em diaiiio, ou casa de residencia do secreta-
rio da dila commisso, ua ra Nova, n. 56.
Administrarlo do patrimonio dos
orplios.
Peranle a adminislrarflo do patrimonio do* or-
phos se bflo de arrematar, a quem por menos lizer,
us reparos de que prerisa o muro exterior do colle-
gio dos m linios em Olinda, orondos em 6239540 rs.:
as pessoas que so propozerem fazer os mencionados
reparos, pedern comparecer na casa das sessoes da
referida administrac.o, nos dias 21 e 28 do corren-
le mez, e 2 do futuro as l2horasdamanhfla. Secre-
taria da .ulini n i-iiac.io do patrimonio dos orpbos 11
secrelario.
Pclaconladoria da cmara municipaldoRccife
se faz publico, que o prazo marcado pare pagamen-
to dos imposto* de carros quer particulares, quer
de aluguer, carrncas e mais vehiculot de conduc-
oflo, expira no ullimu du crranle, e os que deist-
rern de pagar al esla dada, ficain sujeitos a mulla
de 50 por rento do valor do imposto, e ao duplo na
reincidencia ; o que para constar faco o presente.
Conladoria da cmara municipal do Hecife, 20
de ouluhro de 1853.O contador, Joaquim Tata-
res fodovalho.
O conseibo administrativo, em eumprimento
do arl. 23 do regiilamenlo, faz publico que fonm
aceitas as propostas de Leconle Feron & C., Bran-
der a Brandis & C., Eduardu H. Wytl, e S. P.
Juhusloii A C. por procuracaoa B. C. de Moraes,
para furnecerem : o primeiro, i duzias delapli
220 rs., 12 resmas de papel de peso n. 7 i 39000 rs.;
o segundo, 10 resmas de papel almaco de primeira
sorlc a IfcttIO rs. ; oterceiro, 800 pennas de lo a
1100 rs. o cenia; c .pi.irinfii 111 botos de metal ama-
relio, rom n. I, e 1010 ditos pequenus com o mis-
mo i.n in.'i o.e av isa ans referidos vendedores que de-
vem rocollier ao arsenal de guerra os supradiu
ubjeetes uo da 2S do crranle mez.
Secrelaria do cnnselho administrativo para for-
iiccimenlo do arsenal de guerra,"25 de oulubro de
1863. Bernardo Pereira de Carmo Jnior.
vogal c secretario.
JoSo Jote de Moraes. fisralda /reguezia de S.Jos
do Hecife, ele.
Faz scienlc, que para eonhecimenlo de quem con-
vier. manda publicar n arlign de postura municipal
de ,'IOde juiiiu de 1819 seguinle:
a TITULO IV.
ii Arl. 9. Todas as rezes que morrerem na sua
com ni o,lo para a prnca, em qnalquer lugar que se-
ja dentro do municipio, deverflo ser enterrarlas logo
Sclo conductor da bolada a eusta de seu dono, e nos
ligares que a cmara municipal houver deslinado.-
os infractores serflo multados em 109000rs.
Freguezia de S. Jus do Reciro 2* de outubro de baribt, meilrc Anlonio Jos Vianna : pan carga
IKxLO fiscal, Joao Jos de Moraes. pistageiroi, Irala-se na ra do Vigario, n. 5.
Joto Jos de Morats fiscal da FregutUa di 5, \\\Q DE JANEIRO,
THEATRO DE APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
'VI. 11X1511 >! DI Ol II lili DE I .<*.
Depois que a orcheslra ciecular orna eicellenle
ouvertura, abrir-se-baa sccna.comainlcressanleco-
media em 3 arlos,
a h:w:iioi. e mu s.
Segur-se-ha o applauddo terceto a carcter cora-
l'o-icao du maestro Ue-Vecln.
OS POLACOS.
FinalisaiM u e^|>eclaculo, com a engranada cu-
ineilia cm 1 arto
0 AS\0 SE1PRE HE AS.\0.
i onieca .1 as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
Para Lisboa.
Segu com hrevidade a escuna portuguesa Sobe-
rana, para carga o passaaciros, Irala-se com os con-
signatarios Machado (i I'inheiru: na ra do Vigi-
rio, n. 19, -e"iin.lo andar, ou com o cipitJo Ovidio
Jos Anloniu de Abreu, na prac,a do commercin.
Para Lisboa a calera Margarida, capilau Sit-
iero Manoel .1"; Res, sabe com brevidarfe; rece-
be carga e passageiros, para us quaes lem bous curo-
modos ; os |.idomicilio- ilh ijani-se aos consignata-
rios Oliveira Irntos Companhia na ra de
Apollo u. 11, ou ao referido capilo, na pracado
commercio.
Para Colinguiba sesne, no dia 31 do correte,
a escuna Sociedade Flix, capilo Joaquim A. t.
Santos; recebe carga e passageiros : (rala-se cora
Caelano Ciraco da C. M. au lado do Corpo Sanio,
loja de niassames n. 25, ou com o capitn a liordo.
Para a Babia, segu mprelcrivelmente, do-
mingo 30 do corrente, a sumaca Horlencia: para o
restu da carga, Irala-se em casa de seu consignatario
Dumingos Alvcs Malbeus, na ra da Cruz n. 52.
Vcnde-se a lancha Soca Fsperanca, deboa
. "ii-li ni.; i., e prompta marcha, a qual lem levado
seis conlns o sele ceios mil ris de frete para
o Aracaty, o pega em mais de seiscenlos saceos
com assucar;' e ngo se podeudo efiecluar de promp-
lo a venda, frela-se on recebe-se rarg* a frele para
os portus do norte at o Aracalv: a Iraltr na ra
da Cadcia Velba, loja n. 50, com Cuuhi & Amorim.
Pina o Kio de Janeiro vai salm
com a maior hrevidade posaivel, o pa-
tacho nacional > Valente : quem no
mesmo (|iiizer car-regar, ir de panagcm,
para o que teni Ijoii commodo, ou em-
barcar enclavo a lete, dirja-se ao ca-
pitao, na praca do Commercio, ou aos
conairjnatanus Novaet & Companhia, na
na (fo Trapiche n. ."V, primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro yai sahir no
da -2N do con-ente; o patacho nacional
ollom Jess, inda rccihc alguma cai-
ga, esclavos a frete, epassageiros, para
os qtiaes tem hons cominodos : trata-sc
com o capitSO Manoel Joaquim Lobato,,
ou com Novaes &Coiiiianliia, na rua do
Trapiche n. 3i.
Para as ilhas de S. Miguel, lerceira o Kayal,
a escuna portugueza Amiade, capilgo Manoel Au-
gusto Machadu, sabe com brcvididt: recelie carsa
a frele e passageiros : quem pretender, rlirijt-se
Oliveira Irmlos& Companhia, na rua de Apollo li-
li, ou Oo referido capilo, ua praca do coromercri.
Para o Porto.
A barca Olimpia, de primeira marcha, segu ruin
brevidade. Para carga on passaaenis. a tratar rom
seus consignatarios Barroca V Castro: n* rn da
Cadeia do Hecife, ii. i. ou com o eapitao oa prac.6.
Para o Ceara'
sahe nesles dias o hiato Not linda: ptrt oreslo
da carga, a tratar com Tasso Irimlos.
Para o Aracaty
seguc em puncos ilias o bem conhecidoliiale'/'


sileira Veremos; ainda pode receber al-
guma carga miuda, e escravos a fete:
i'i ata-ae com Jos Baptista da Fonseca Ju-
na ra do Vigario n- V, primeiro
mor
andar
CEARA', MABANHAO' E PARA'.
Obngueuna nacionalGraciosa,ca-
pitao Mendo, salina' em poneos dia por
ler a maior parte da carga engajada : pa*
i-a o restante e passageiros, trata-se com o
consignatario Jos Baptista da Fonseca
Junior, na ra do Vigario n. 4, primeiro
andar, ou com o capitn, na prora.
LEILOES.
Quinla-felra 27 do
crranle, os 11 hor da
mantilla, o egenlc Aiitu-
nes, far leilao em seu
arnia/.ein, ra , 36, delraslcsdelodas
aa Dualidades novo* e
usados coosislindo em
cadeiras, metas redondas, fofas, consollos, su"1'1
roupa, banquinhts, secretarias, guarda limen, tou-
radores, lualeles, carlciraa, aparadores, espclhos,
berros, quadrus diversos, canilieiros para mcio de
sala, candelabros, ele, apnrcllio do Inuca para jan-
lar, obras de prala, fruas inglezas e italianas cm
conserva, charutos da Babia, urna parean de cha-
peo* de palha da Italia para bomens o meninos
piannea com pouco uso.cspingardas para caja, e ou-
Iros muitos objeclos que serju vendidos a quem man
der. Ao meio dia em poni ser vendido urna escra-
va parda, de 20 annos, propria para lodo o ser-
vico.
Sella feira 28 dn
correnle, s 10 '* llo-
ras da manila, o agen-
ta forja (eraldcs. (ir
loilao no sen armazem
dnruadoCollecion.il,
do grande sorlimeiilo
de Irnsles de ludas as
qualidades.novoso usa-
dos, espclhos, nppare-
llios para cha,dilu para janlar, banilejas.randclabros,
serpentinas, lanlernas, mansas de vidro, lindos qua-
dros, um ptimo rulo do alcance, obras de ouro e
prala, relogios, camisas francesa* rom prilo de c<-
guiao, lindo vestidos do cambraia bordados com
barra para senbora, cilancos para senhora, ditos de
diversas qualidndes para homem, palitos de se-
da, dilos de lila, ditos de hrim : e oulros inui-
los objeclos que esensado be mencionar ; alan
de urna por(o de chirutos de ptimas qualidades:
ludo ser entregue pelo que se adiar, sein a nada
por I.....le. Ao meio dia em ponto, far-sc-ba leihlo
de alguns escravos.
O curonel francisco Xavier Torres, faru leilio
egunda-feira 31 do correnle, iisIOhorasdamanhaa
cm sua casa, ra Formosa n. 13,por inlervenriio do
nucnle Marcelino de forja (eraldcs, da mobilia e
milis movis de sua casa, consislindo em um rico so-
f, cadeiras, dilas de bracos, dilas de balanco, con-
soles, mesa redonda de mcio de sala, commodas,
cuardas-roupas, apparadores, lavaturios.marquezas,
cadeiras de sala dejanlar, loucadores, cspelhus.oaii-
delabros, lanlernas, cuspideiras. capadlos, (apeles,
ricos jarros, e oulros muilos enfeiles de mesas do
sala, lindos quadrus, um lindo rclugio, de parede.
guarda loma, apparelho de porcellanapara clm.dilos
para janlar, Ulhores c nutras muilas Obras de prala,
iileusilios de miaba, c oulros muilus objeclos; as-
sim comnlambem far.i loil.iodc um oplimo c lindo
cavallo, um jumeulu, c Ires lindos eseravut,
Umiil.'i- leu .1. 27, bs 10 lluras, no largo da al-
landega, llavera Icihiuque fazcni a viuva Amorim
i5 Filho, em lolcs a vonlade dos compradores, e por
lodo o preeo, de ,KI rolus cun miiiln superior fumo,
chegado ha imurus dias do Rio de Janeiro.
Oagenlc Olivrlra fin lellilu de un.a csxol-
lenlc ecomplelii inoliilin, lauto de Jacaranda como
deamarello, cunsislindii em sof, cadeiras, bancas
de jugo, mesas redondas, pannos de casemira, e de
Lia para dilas, um rico loilele, commodas, guarda
milpas, guarda livros, lavatorios .-rondes c peque-
nos. marquezus, cabides, meta elstica, dilas pura
ciiKoi.Mindo,aparadores,cama france/a. nina oadeiri-
nlia d'arruar com misa, ourleiras, taludas de mar-
in para gamflu. mangas de vidro, lanlernas, Inm-
peu para escada, bacas de rame, espingardas de
den- cuinos, diversas obras de prala, e oulros mui-
los objeclos: scila feira 2Kdo correle, as 10 lloras
da manhaa, no segundo andar da casa, n. 8. ra da
Cruz no Kecife.
No dia 29 do correle, no armasen de J. 1'.
Adi>ur i\ Companbia, ra da Cruz. u. 50, por inlcr-
seneau do ageule Oliveira, a em presenca do Sr.
rlianccller do consulado francez.proeeder-se-lia a m> li-
lla, a quem mais ler, e por conla de quem perlen-
cer, de urna caiva mareada Jl'A i\ C, ll2i,ron-
leudo Mnle e cinco duzias de carneiras amarroqui-
nadas, com asara do mar, importadas pelo navio
franeez Conle Hoger, capilo Tombarel.cliegado do
Havroem 10 do correle me/. O leilu principia-
r as II horas da manhaa.
Quem annonelou querer comprar nin peque-
o sitio, querendo nos Afogados, pode dirigir-se a
mesma povoac.no, na mi do Caluc, a fallar com
Joan lli'-paulinl.
Frederico Koop. espuria para o Hio do Janei-
ro, a sua escravo parda de norae Philadelphia, idade
16 annos.
Manuel da Silva Ferrcira lew urna carta de
Murci : na ra do Trapiche n. 19.
O auaiio suigiiado comprou por orden) do Sr.
Francisco Ferreira do Amlradc.de Macei, I billielc
ioleiro 11.3330 o umquarlo, u. 968 da lerceira quar-
la parle da lotera, favor das obras da igreja de
N. S. do Rosario.DainW Jote Vertir l-ima.
Na laberna da ra do Collego p. 2'), lia urna
caria para o lllm. Sr. F. A. Cosario de Aievedo.
Oflerece-se urna pessoa, que sabe ngommar e
coser, para servir em alguma casa de familia, ou
mesmo para fura da provincia: na ra dalilona
n. 16.
Hojc (27! pelas II horas, lem de ser arrema-
tada a botica da ra Nova n. 53, no mesmo lugar ;
onde lem de viroSr. I)r. jui/. do orpliaos e ocs-
' ...
O Sanios I.ima, caiieiro da fundicao do Sr.
Itimmann. alugo por fcslaou auno urna boa casa no
i'oro da l'anella, a margem do Rio Capiharihe :
quem a prelendrr, dirija-se ra do Hrum dila
liin.lii .'i.i. ns. 6, He 10.
Empreilam-se de oilocculas a mil bracas de
aterro: quem de luservido se quena ciicarregur,tli-
rija-sc rim da liluria n. 70.
CAIXA KCONO.MICA.
Os si'iiliorcs que nibwreveram por
formaco da cai\a ceuuoinica, san convi-
dados a ii'iinir-sc domingo, 50 do cor>
milc, para i sita inslallaciio, (pie devera
lar lugar as 11 horas da manliaa, na na
das mssiics ila lirecciio da nssoriacao com-
piercial, que para ene lim foi franquea-
da pela mesilla illnslre ilii'eeefin. A itis
lllanio tera' feita comqualquer numero
pese reunir, procedendose a excuc&o
dos uticos Ti."(5i (los estatutos interinos
lam em nio do Sr! los Isido-
ro Pereira dos Reii, na metma auocia-
rj80i em frente do Corpo Santo.
foi nadara
Faz-so qualquer negocio com urna'divida da
importancia de !W(000 r., de urna posso moradora
na ribeiradeCna, qno csld em circumslanrios de
na ra de Apollo n. 12
AVISOS DIVERSOS.
LOTERA de n. s. do rosario.
Iloje, 27 do corrate, andam ai ro-
das destn loteria, no consistorio da igre-
ja de N. S. do Livramento. O thesou-
rciro, Silvestre Perora da Silva Guitna-
rtes.
LOTERA de \. s. do rosario.
No da 2i de novembro, andam as ro-
das da (piarla tillima parle la (piarla
lotera com todo e qualquer numero de
billietes que (car por vender, ns quael
i liam-se u venda nos lugares do costme
ate odia 20. O tlies.. Silvestre
Pereira la SilvaGuimuiacs.
Em lempo se faz publico, que se por ventura
o Sr. inaroclial Sera lem bcmfeilorias un casa ( si-
lio pertourenle ao casal do prodigo Jouo Osorio de
Castro Maciel Montciro, nilo fornin ellas aulorisadas
pelo respeclivo curador, o assiin se declara para os
luis convenienlcs.
Aluga-so um molque bom cnziuhcirn, e en-
gommador, de eicelleule conduela: a fallar com
Ciiilhcrinc Selle, ma do Rnngcl n. 1.
I'recisa-se alugar um negro na rasa do pasto
do heceo do Abreu u. 20.
As nessoas que livcrem ronlas com a galera
auiericana lluiilrnt, qucirainnpprcsenln-liis al o
lim diimei: na roa do Trapicha Novo n.8-
U capilo da galera americana lliinlrest, de-
clara que nao se respomabilisa por divida alguma
dos marinheiros de sua tripularan.
Ofierece-se urna lavadeira, para loir.ar roupa
de duas a Ires rasas de familia, a qual lasa miiilii
bem c depressa : quem precisar dirija-se a ridadede
i Huilla, ra do Bom-Succcsso, casa da lavadeira de
nome Tbercza.
Dii-seurna porco de e.illie.i. e vende-se eran,
de quanlldsde de lijollos de lipamenlo, j servidos
na ru.i da (filia n. 66.
Sr. ofllcial. que na occasiaode um Iroco, se
esqueceu de um emhrulho de robre, pode vir bus-
ca-lo confronte ao Rosario de Sanlo-Anlonio n
39 A.
Aluga-sc para se passar a fesla, urna casa no
lugar Ao Poe,o da Panella. defronlc da casado Sr
Jofio Malbeus, rom duas salas, qualro quarlos, cu
liaba rrn, grande quinlal, com alguns arvoredos
Iiiem pretender dirija-sc a ra da Mangueira da
loa-Vistan. I.
Fugio no dia 23 do correnle, una prcla de
nome Feliciana, naplo congo, eslalura regular, cor
bem prela, de i.lade ir> annos,puiiro mais ou meno
lem ninas rodas le metal amarcllo nos pannos, ai
ilava vendendo agua us bnirrns do Recife c Sanio
Antonio: quem a pegar, leve-a a ra da Cruz no
Recife n. 13, segundo andar, que" ser rerompen
sado.
Utitisli Clerks' Provident Auociation.
Rs virlue if Rule n. 9 llie undersigned hereby
nolilies lo members tliat ll fulore paymenls mus
lie made al bis room. on llie lir-! floor of n. II,
t'i .i do Corpo Sanio. I'lie flrsl of Novemher
being a boliday, (lie subsrriplinns fui Ibo monlh
fatl due on Mumlav neil, lite lliirlv lirst Inslanl
Philip Frilh Nrtdkam.
Treasurer.
I'ernamburo 26 October 1853.
I'recisa-se de urna ama forra ou captiva : na
ra da Conceir,ao, u.il, das 6 as lloras da manbaa
das I lis 6 da larde.
Officiaes de funileiio.
I'recisa-se de ufliciaes do funileiro : na luja da
ra da Cadeia do Herir, n. (ii.
Aluga-se um primeiro andar na ruadal'raia
eumsegundo, rom solilo.no caes do Ramos : aira
Aluga-se a casa aon.de 101 p
na ma Nova, propina para qualqner ne-
gocio, < ti'in iiiiiiuiidns para morada : i
tratar na na Nova n. ". ___
AVISO AO CO.MMKItCIO.
Otabaixoassignadot continuam
i tranquear i todas as clanet em
geral ns seus sorlimentos de ('(/.eli-
das por haisos preoos nao me-
nos le nina peca, on lima dn/.ia,
a dnhero, ou a prazo, conforme
se ajusfar : no sen arma/.em da
praca do Corpo Santo, esquina da
ra do Trapiche, n. -Vci. lins-
tron Hooker & Companhia, nego-
ei.nites inglezet. Os niesiiKisavi-
sBoaorespeitavel publico que abri-
ran nn lia ."> do cnrreiile niiv. a
sua loja de fa/.endiis da ra do Col-
legio e l'assein Pulilieo n. 15, di-
rigida pelos lenhoretJose Vieiori-
nodePoiva e Manoel Jos de Si-
queira Pilanga, para venderem
un- atacado e a relallio
A mesa regedora da irinandade
Divino Espirito Santo, erecta na igreja de
Nossa Senbora la Cnueeiean dns Milita-
ras, convida i linios ns irnians, paraijiie
sediguein comparecer no consistorio la
mencionada igreja, no domingu "0 o
correnle, pelas7 horas da m.inliia : e no
mesmo dia de tarde pelas i 112 horas, pa-
ra em corporaean acompuuiarem, pri-
meiro i procissitO de Nossa Senlinra do
Rosario do nicho da ra dasCruxos, eas-l
sistirem a mista cantada, pie lem dse;
celebrar na lila igreja, em louvor da
mesma senlinra. ('segundo aeompauhar
i procissSo de Nossa Senhora do Terco ,
Dar o pie foi convidada pela-Ulustre ir-
mandade da mesma Senhora : por isso, a
mesa regedora espera pie Indos ns r-
mSos em geral se prestem a este aetovei-
ladeiramente religioso.
Quem precisar de um ofllcial de funileiro, sen-
ilo para o mallo, dirija-se ra la C.nu du Recife
n. I. on anuncie para ser procurado.
LOTERA 110 RIO DE JANEIRO.
Aeham-sea venda oshilhelesda lotera
1 2. do thesouro publico: a lisia leve vir
pelo vapor a i.ou "> lo prximo me/, le
novembro ; os premios serGo pagos lugo
pie se li/.er a dislrihuieao das listas.
> zmmwmm <. pmpmp-Wc?m:*'
COXSILTORIO IIOilOi'ATIIIfO. |
Gratuito para os pobres. &
So lirrife, rutt ilo Trapiche Non numero 11, fs
O Mil. CASANOVA lem .iberio osearon- 1?;
snllorio no Recife. onde podera ser priiru- ?S
r.uln a qualquer luna lo dia. E?
N. II. As pessuas que nilo frem pobres, Ifi
pasarlo pelo iralamenlo de ._i a -.ipsiioo r. R
iiaiipvred.-nilii de dolis me/es. J ffi
-- IDgH-ftf iiin.1 escrav.i bou ciiomniiilvira. coi-
lurcln c ro/.inlii'ira : na Pasngefl) da Macdalena
entro as duas |ninles, primeirn sohrado do lado di-
reilo.
l'rrri-.a-^p de nina ama quo sailia lavare t-n-
conim.ir: na na dns Laranuciras, n. 13, HgUOdo
indar.
m rn/.inlieirii. piererindo-
I'.k.i (,i-,i Nlnngdr: na
plblicai;ao- do institlto
homeopathico do bra-
SIL.
VADE-MECUM DO HOMEOPATHA :
cm um volume le mais de (>00 padiuas ; o
DICCIONARIO POP LAR DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA : em :i volumcs
ile hu. .le liiii p.icn i- cada um.
Obras indispensaveis a lodos o pas da fa-
milia, -enli,.i e. do enseulio, saeerdoles, di-
reclores'dc C^illeaios uu de oulros cslabele-
ciiiieiiiu-, capil.les de navios, aerlanejos, o |
quaesquer oulras pessoas, que por si mesmas
qulierem conhcccr os prodigiosos efl'cilos
da bomeo|ialbi.i.
I'elo Dr. Sabino Olegario Ludgero l'i-
nho, memoro le muilas tociaiet nacio-
nac* e citrangeirat.
Eslas duas obras, queserAu adornadas de |
diversas estampas coloridas, eucerram ludu
ii que lia de niel hu acerca de medicina b(
mcopalbica. i.iu.ilipicr dellas he preferivcl
a lodos as outras, |uc al boje se lem publi-
cado.
Preco da assicnalura 'JOJOIK).
Assicna-se em rao lo autor, ra das
Cnues.ii.ll.
O VADE-.MECIM lem de sabir a lu
brevemente, visto j estar muilo adiaulada
sua iinprc->.u>.
.V. //.As nssiunaluras scro rereludas
ale* o dia lio do corrale, de conformidade i
rom ascondicoes eslalielecidas no prosperlo j
publicado nes'le Diario. Dessediaeindianle
icccbcr.0 sendii pauas inimci""'
lucirle.
Consnllorio central liunieopalbico n
das Oiizck, n. IK______________
$xz3mn&nffimU2$X*s^ lio.....iaus Jos Marques, Millirilador du- au-
liloriiis desla eirjade, niiulou sua residencia pura a
lo Gollesio n. 33, primeiro andar.
Aluga-se unu casa com solSo, no limar da Cu-
i Fotle, com fenle para a -roja do inesmo liiir,
ni
... luinlal inurado.caeimbo, lauque, e eslribaria
para qualrocavilloa; quem a pretender procure
em casi de Juan Valenlini Vilella, na ra larga do
Rosario, asa n _'S. sedundo andar.
Em sirlude dos edilaes de meritis-imii Sr. Dr.
jui/ de orphaus Joto Una Cavalcanll de Albuquer-
i|iie. piililiadiis mi Dhrio d l'eniaiiiliuro, em da-
la de -1~ do andante inex, ilispondo a sonda cm has-
la publica, do sitio Com casa de sobrado na rila lo
Hespirlo, o qual lie perteneenle ao casal du Sr. Joao
Osario de Oiislru Maciel Monlciro, derlara-se para
os lina convenientes, que o alugoel ib'sia proprieda-
de, esl nano mSr. Luis Antonio Pereira ^ireoci-
anle ale o lim dedeumbro prximo vlndouro.hem
roiiiii. i|ue aa pilastras, culiiinnas. vasos, taladas,
porreiras.caiileiros.cercas do jardim.i-niniisrspecli-
sos arbustos, e a burla sao peilcnccnlcs ao actual
inclino, o marechal, Amonto Crrela Sera.
Noilia-JIldo curenle, na -ala das audiencias,
linda a do lllm. Se. Dr. jui/. municipal siipplciileda
Segunda sata docisel.-e lia Icarrciualara casa Ier-
ren II. 3, lia l na de S. (inliealii, de bairro da lloa-
Vista, avallada por 60u*)00ra., penhoradaa lava
c herdelros do mudo Aleinndo Lopes Galrlo, por
eseeucriode lenlo ilusSaulus Ramos: bu a iillinia
praca.
A pessoa que annunciou pelo />i'irio n. i1
pretender eoenprar um sillo nerto desla praca. m-
nuncic sua murada para ser procurada, poli que lia
para render um pequeo, pcrlo dosla praea.eoai ca-
sa iic morada na rna de Sanio Amaron. i8.
lina ama de escolenle leile, crioulii.snieuaila
e de I.....s ciisliinies. ollercce-sc para criar: quema
tender, procure na ra da Cadeia do Recife
ii. ,i3.
O aballo aasiauado. na qoalldade de admi-
nistrador de sua iniillirr M.ilia li.uiei-ea Cavaleau-
li, lillia da Uada I ranei-ea C.iv.ilraiili de .Mello,
rasada que loi com Joao Luir, de Cervallio, leudo
de entrar em lilicio rom a viuva actual e lienlciro
do dito Aado, para quelhe d parlilbaa dosbena
dcludua, avisa ao publico que nealsa cirrum-liin-
rins ninciiein faca negocio com dila viuva e n lier-
deirojosi- l.ui/. de Carsalliu a rc-peiln o engenho
Cumbo e mais nena iierioiiceuc ;; uiassa do linado.
em iilerseneaii do aliaiso ajaigiiado, vislo que
be millo qualquer negocio que se Ntoraetnseu co-
iiliecimeul
chame a ens
qual se as-ii-i
de 1833.Jo
dabais
i-se de um lu
Pree
se preln forrn uu es,
rila da Cru/, n. 10
Alimam-sc canuen- (iara rarrcaar Irsstes, i"i-
lerisea, miideiraa, eoulrmquassquer olijerios tudo
pnr iiiuilo ruiiimuiln preco o bres idade : quem pre-
lender ilirija-x; a ra da Palma, armaron! de laboas,
n. 10. uu na praca do rapim, laberna iloPimenlel.
Precisa-sede urna sala no bairro do Recife, pa-
ra linmcni tolleiroi quem Uveranauneieou dirija-
sea rus do Vigario, n. 'SI.
Prerisa-se de nina ama de leile, para crear
urna menina, com lano que seja livre e desenilia-
raeada : na ra du Crespo, loja n. 3, au lado do arru
de Sanio Antonio.
AlUga-N amssals independcnle. onilcpodem
morar 'J ou II pessoas, propria para moradil de una
senlinra iinnrsla, ouhomein de idade, pelo prerodc
75 rs. mensacs, no primeiro andar da rasa da ra
larga do Rosario n. 21: a fallar na loja de alnde-
las da mesma ca-a.
Precisa-se atusar um bom Teilor, que enfeu-
da de borlalira e planlacAo : quem nesla circiims-
tanria eeUver, dirija-se a ruado Vigario n. 3.
Aluga-se ainda alinda casa decam-
po edifirada n'um bom Sillo aa Passasem da Mag-
dalena ;confronlc?ao do Sr. Dellino;, a qual, |ielus
muilos commodos que lein, pude lambem ser com-
prada por qualquer pessoa, que leudo bom gosln. a
queira desfrurlar : quem quircr fa/er quabpier
jislrausaccaeacimnreferidas.pi'nleenlcnder-secom
l'irupi iei.iiiu.ua na da Praia, sobrado n. 119,segun-
do andar.
MOFINA!
Pergunla-se ao Sr juiz da irmandade das alma-,
da malrijulo Corpo Santa, se S. S. pretende este au-
no fa/er mesa para a eleicao, no consistorio da ir-
mandade, no (lia I.' de novembro, como determina
o capitulo 1.* do compromisso, nu se a pretende fa-
ler na -ua casa. lu irmo telho.
Precisa-so de urna ama de leile, forra, sem
menino, que lenba bstanle leile : na ra Direila
n. 11, segundo andar.
Gasa da afericao .
(I afcriilnr pede as pessoas interessadas, que ap-
parrram quanln antes, pois elle i'sl promplu a dar
expedient lodos os dias uleis, d.is!l horas da ina-
nhfla, as I da larde : na ra das Aguas Verdes n.
2.-..
Quem precisar de nina orna para casa, dirija-so
laltfiaWMi
iloriMC.flo ; e para rjue uiucuem se
ni. ras a prsenle derlaracao. na
Engenlio ('......be ^T de Miembro
Ai//: de Canalho.
asaignado fai cenlo a loda :.- pea-
toas que com elle liverem negocius a Iralar, que
d'ora em dianle se echa morando om Puna de Pe-
dias. Fregueiia de S. Luurencode Tijucopapo com-
niarc de (iiiianna : e mo na Taquarada provincia
da Parabiba onde oul'ora ronrava.
Airet franeiiro le Soma.
Alusa-seViara passar a fesla. uinii casa un lu-
gar da Torre, lem duas sala--, doiis quarlo-, a mais
um quarlo para dispensa, colinas lora, quem
qui/er enlenda-ee ruin Miguel Jos'- de Almnda
l'ernambnrii, (obrado na ra de Sania Thcre/a.
Precisase de um co/inheiro forrn nu rqiliso:
OS ra da Cadeia de S. Aiiluui n. I i segUBOO an-
dar.
Precisase de nina ama para osersico ileuiiiii
ca-a : na ruada Cadeia de S. Antonio, segundo an-
dar n. II.
O aballo assignado ignorando sonde mora o
Sr.J. leu. C., roga-lhe que se diune manilar-lbe
pagara ana lelrs que se vencen em aOdeJullio
piiiviino paassdo de rs. MJgOOO.
./. J. Tasto Jnior.
(.(iieni livor nlgoni sitio pollo dsvrsca, ainda
infamo sendo pequeo, querendo vender, aanun-
ie para ser procurado.
Aluga-se, |ht fesla uu pnr auno,una boa casa
uu Poco da Panella. muilo a margem do Capiliari-
lie : quem a pretender, procure nn mu du llium.ua
r.iiuica deBuwman, au I.i......-.liveiro da mesma,
que e-la aiilori-ailo a 1'iiKer qiinlqiier neorio.
Oll'erece-se um rapa/, portugus, para criado
de lodo servlro d3 urna casa, muilo liel, da lindura
sua conduela: noalerroda Boa-Viala, n. 85.
Uiiem liver penbnres de ouro. lia mais de um
ai...... na in.io de Jo.o francisco de Oliseira. baja
de os tirar aleo Um do correnle, du contrario soven-
derAo.
Aluea-se um nmleque para Indo o scrsicii de
urna casa, preferlndo-se cata eslrangeifa por ja ler
esladiiem urna maisdeiloiisaiiniis: na rna tociiin-
ta, na quinta rasa terrea, indo pela ra da Aurora :
assiin como se sende una cania grande de niodello
enligo, por cnmui.ido preco.
A fabrica frar.rezu de sapillos na Suledade.
precisa do aprendlleS, dando lianca de -na capuci-
il.ule e boa conduela, leudo j alguns principios
de oilicio do-a|iaieiro. poderlo anliar rom eugaja-
menlo d inein p.ilaen.alc duas por dial a Iralar
na Suledade, na ra do heruamlo n. t, uu nu de-
po-iio. uu aterro da Boa-VMa n. i. onde o respei-
lasel publico eiicnilraiu calcado de ludas as quali-
dadese preco muilo em conla.
(iliscal da fregueila do S.Jos do Recife. mu-
don a sua residencia para a ra das (anco Ponas
n. IIS.
Aluaa-se n segundo andar da ca-a da ra do
Caes, c n quarlo da ra du llruni. em Pura de Pnr-
las. perlaocenles a I'. A. da Cunba & Companhia,
Paulo Gaignou, dentista.
Pode ser procurado a qualquer hora em S
sua casa na ra larga do Rosario, n. gj.
36, segundo andar.
&SLaos8es25.2BSc>:S2&82fcS
Precisa-se de liaballiadores de clisada, qur
lis res ou escravos ; tambem so f.i/em empreiladas
de serviros disersus para um siliu em Relierilie.ann-
de lambem se fui noce alsnmas Ierras, ferramenlas
ecasa para (rabalhar. dando-se por lucros melade :
a quem este negocio inleressar, dirija-se ra da
Seu/d.i Velha, leroeiro andar da casa n. 112. aon-
de lambem se obrign a forneeer luda e qualquer se-
nienle da esculla dos Irabalhadoros, eas Ierras pru-
prias,
l),io-se :(KKftO(IOdcrs. a premio, com bspo-
llieca em predios nesla praca : quem prerisar, nn-
uuncie.
Rom negocio.
Aluga-se a easn que leve laberna. na ra do Cal-
deireiio, esqiiiiui du beccodo Monleiro. a qual lem
armacan. e i*' livre de imposlo, por preco muilo
conuoodo, por ser ini.'epcndenle do resto da casa,
e ollercre muila vanlagem por ler perlo um desem-
barque, e ja estar lia nimios anuos afrecuezada co-
mo taberna : n.i pnir.i da Independencia, livraria
n. (i e H.
O Sr, Jos l'eiseira Cuimai.'e-. que lese bo-
lequini na rna larga do Rosario, queira dirigir-sc
a praca da Independencia, livraria, n. 6 c 8.
Aluga-se o segundo ailar da ra Nova n. 21:
:. rna.lu looiin.iiln n. III. __
Casa de commisto de escravos, na na
larga do Rosario n. ii, segundo an-
dar.
Nesla casa recebem-se escravos por commissAo,
para seren vendidos por conla de seus aenhotea,
,'illlanrniulo-se o bom Iralamenlo, asaim romo a se-
guranza doe mesaros; uAo so poupando esforcos pa-
ra quo os mesms escravos sejam vendidos com
promplidAo, allm de riiio seu* senhores nilo tolTram
empate cum n venda delles.
Precisa-te de uro coiinheiro forro ou copino.
para um engenho distanle desla pra;a 7 leguas :
dirija-te n ra Imperial n. 7 na fabrica le vinagre.
Madurna Routiur, modista francesa, na
rita Nova n. 58
acbade receber um lindo sorlimenlo de chapos
de seda para passeio, c do fellro enhilados liara
montara de tenhor.i, ruineiras de cambraia com
mangas bordadas, preparadas para veslir-ss |wr
baixo de palilil, chales pelos c branros, lllftcs de
cnliar csparlillins, meias para senhora, enhiles e
lu liante- para bailes c Ihealros, lilas larcas para
rilos, camisinhas bordadas, lencos de seila, luvas
le calamento, ligas, romeiras, manguitos Iwrdados,
seda de fulas-cilres, mantas prelas le seda imilaciio
de blnnde. vesluarins de seda para meninas, ditos
para meninos, loques, franjas prelas, taca* de bap-
lisar, espartilhos entre meio bordados, ralras bor-
dadas para meninas, bknsprclos de ludas as quali-
dades, um sorlimenlo de fil, rccorlc do babados de
Vestidos le diversos desenhos.
Aluga-se o .n iu ./em. un qual sempre leve la-
berna, e no mesmo lem armaran : nn paleo do Ter-
co n. t:'.i, a tratar com o sen propriclario Joaquim
Lopes de Almeida.
Rodas de madeira para carro.
No aterro la Boa-Vista n. .V, lem sempre um
soilimenlu de rudas de lodo o lamauho,lanlodcma-
dria da Ierra romo de lora.
I'recisa-se de nina urna: na ra Direila n. 56.
Fublicacao' litteraria.
Aralia de sabir lio urelu o compedio deDireilo
ecrlesiaslicodo Dr. Jeronsnio Vilella ; e esla es-
pu-lo i senda por SfOOO rs. rada esemplar. lias l-
vrariss du* edriores Ricardo de predas t\ Cmnpa-
uliin, ra do Collegk) ns. !l tul, esquina. (Iscdi-
lores roaiun ans Si -. siibrriplnres queiram mandar
buscar os seus eicmplare :is lilas casas.
Precisa-se de nina ama para rasa de punca f.i-
milia, que cuzinhe licui e enguminn : na ra da
Cu:/, n. 43.
Nu paleo da Hibeira le S. Ju-, loja do sobra-
do n. i.i, lasa-se e engoinina-se. aom mullo asseio
(perfeirilo. por proco raioavd.
i AO PUBLICO.
i1* No armazem de fazendas bara-
tas, ra doCollegio n. 2,
11 .vende-se um completo sorlinu-nlo g
m de fazendas, linas e grossas, por w
! jrreeos maisbaixos lo queemou- ^
^o ira qualquer pai le, tanto em por- M
^ enes, coinn uetallio, nljiancando .
ps se ans compradores um s prect) '',
^ pura todos : este eslalieleeimenlo
|? dirio-se de coml/inaeo com a
>jj maior parle las e.isas ('(iinmereiaes
1 in;;l'/.is, liincc/.as, illemas e suis-
sas, para vender l'a/.eiulas mais em
muta doquetetem vendido, epor
isio oilereoendo 'He maiore van
tugeiis doque uutro qualquer ; <>
propriclario desle importante es-
iabelecimento convida a'lodos os
seus patricios, cao publico em ;:-
ral, para (pie scnliain (i
seus inleresses) enmprai
baratas, no armazem (
^3 Collegio o. 2, di'
A1TENCAO, 1 Mili DEPOSITO MJSTA
CIDADE.
lenlisla recelieu auna ileuli-
'sla agua conheciila cuino a me-
irecido. i o lem rniios elogioso
opriedailc de ronsersar a lairca
ir das dores de denles! lira o
losauraihscl que d:i em coral o charuto, al-
ia golas desla n um ropo d'asua san siillieien-
lambem se acbnro po denUfrlce excellonte para
a eoii-ei\aea.i dos denles : na ra luri:a du Rosario
n. IIG, segundo andar.
Lopes, com casa de
escravos, na ra dos
blonda : um grande sorlimenlo do plomas para cha-
pos a toucados ; llores linas para lodos os usos:
meias de seda para nolvas ; ricas camisinhas do lit
bordado c com hico largo verdadelro; lindas Iranjas
brancas e de core- para sesudos: lilas de velluda e
galocs para vestidos ; enfeiles do troco para rabe-
ra : ricas Dial para cinto e enhile de se-tido. e
muilas oulras fazendas de gutlo. as quaes se vende-
r.lo muilo cm roota para o comprador. Madama
Millecheau Boeswrd iai elTeelivamenle touradose
ludanle-, chapeos e vestidos comgoslo, vordadei-
ramenle de bom lum e por preco commodo.
....
i
' bem dos
fazendas
la rna ln
,ni/. losSanios. K?
Paulo (iaignnu.
frice do Dr. l'ierre,
Huir pie lem qq
sen mliir.) lein a (
clieirosii e |H'
goali
uiiiii;
le-:
Manuel de Aluieid
consignacuo di
Quarteis n. 21.
Nesla ea-a recebem-ae escravos de commlssJo pa-
rase vender, lano para a provincia cuino para lora
della. por coala de seus diiiiii* ; aliiaucii-so n bom
Iralamenlo e teguranea do- meamos ; e lambem
ciiiiqua.-i-se e pacam-se bem, agradando.
AVISO AOS SENHORES DE ENGENHO.
Alenlas as grandes vanlagens na moagem de ena-
na, proveni'iilesle ler w lanibores das muemlas
perfeilaiiunle loriu'ailns.oabaisn assignado respeils-
Miinenle leinlira ios senbores de engenho que na
sua fundieao de Ierro em l'iira de Portas se piule
perfeilainnle lurnear de novo um Jflgu de lambo-
rea, e aparar e endircilar os denles das carrol nsi-nm
lauta presteza, que se pode onlrega-Iot no inesuiii
dia, e\il,inilo--e a-iiii o inconvenieiile da demora
do- carros e o impute da moagem ; as-im conio <]uc
a niesma fuiulicaosc aclia sempre surtida, nao s de
luisas niueudas de disersus laiuanlios e mllelos, so-
lan lambem de rodas dentadas, lauta para agua,
como para nuini.io* de ludas as prnpurcoes. a saber :
olla por sola. Milla e (piarla, sulla e lerco. sulla
e uieia, duas. ires, quai lio sullas, ele, ele. e por-
lanlo que qualquer scnhiir de ensenlm querendo ar-
celerar asna muenila. a lim de moer mais cuma no
inesmo lempo, ou relarda-la. a lim de cspreiner mais
liquido da mesma carina, piulo sem demora esrolhcr
as rodas compelenle-. hunilicu de ferro na ra
dn Bru passanilu ochafaris. I). II'. Ilouman.
i CONSULTORIO CENTRAL 110-f.
.>, MEOPATHICO. (.
't$\ N. II Ra dns Cruzes N. II irf,
i

uile.
As
.enluiias de |
-iiccorridas <
irlo, principalmente,
mu religiosa priimp-
MEOPATHICO
I Run das Cruss
CodsuIIiu lodososdlsMdCHtoM s horas
I.i iH.inii 1,1 ule m -' Iiutm 'i-i tarde.
ViIm *o domicilio! tl.-is -z horu nn \^
Jimia. /f(
NM Min|r-lia- flBEUdM gTSVM M viflilM *V
.erflO IVilas a qualquer hora ti" (lia mi ila (ra,
'$) Dr. Solano Olegario Ludqerol'inho. \t>
Antigo deposito do rape prnceza do Rio
de Janeiro, grosso, meio rosso, e li-
no, na rna da Cruz, do Recile n. >.
Viuva l'ereira da lanilla encarreniula. ha muilos
anuos, da senda desle tap, scienlilica oes consu-
midores de-le artigo, que bavendn lautas, e Io dif-
ferenles qualidades de rap, pie rlieuam a confun-
dir-si-, que o rape por ella vendido he o do fabri-
canteEslesau liiisse, unidos mais ulicos do Impe-
rio, o que desoja observen!, purqucenuliadbs em a
boa qualidade de seu rap, lano em aroma, romo
em ler a piopriedadc de se conservar muilo frasco,
se iUgeila a acedar qualquer pnrrilo, que pnr de-
feilo de qualidade Ihe Mr euaeitada. I'ara mais
roniniodidade de-eus feaiie/es acaba dOSStabele-
rer um deposito lilial. na ra de A|iollu n. '2.
LOJA DE MODAS FBANCEZAS, NO A-
TEHBO DABOA-VSTA N. I.
Madama Millorlieau IIhi'^.m iI.Icin .i lionrn clopar-
liti|iiir Rfl seiihorat* que, |>elu Oairnl eo t.'omlr
/foyer, ullinios na\o rheuados do'Ilavrc, o son es-
lalit'lct'iliicnlo dfl nioilns rrceheu huin grande sor-
liincnto fie fazonilas ricos cliapos da do e do palha ; enfollei a Ionm-
Ici para Dallei llicarns ; ricos nianlolcles de st-ila
da cores e pidos; capotiitlios cebaros de tilo bor-
dado! ; ui.iiiiclrir- ocapolinhos de ramliraiaborda-
da; romeirai di' liico, de seda cderelo ; ealM(0oi
de lilondec de Ideo ; manlaft de Monde para ca*-u-
nienlo ; ricaseapella-t e caixas do flores do laran-
Relra, ; esparlilhos superiores ; cainliraia de linho
IranKparaole ; larlalanas linas ricos corlas de Barca
liranca e estampad.) para liailes; vestidos de hlonde
para iioivan ; luvas de gouviii ; ricos enfeies nura
as dilas; lencos de nins de cambraia de Hb.ro W-
il.ida ; ls lionlados e lisos de lodas as qualidade;
cbapos de palha da Italia, ditos de dina, dilos de
11 ii ura ahftr ; hiroi deliuM
Arili^frBKPAlUN.
O dono desla anliga e j bem conherida fabrica
lein a honra de participar a seus freguezes, e ao
respeilavel pubtiro em geral, que araba de reeelier
pnr navios viudos de Franca,Inglaterra e Riu de Ja-
neiro.o mais completo e variado sorlimenlo de cha-
paos de sol de seda e panninho, tanto para senbo-
rasromo para bomens: consiste de chapeos le sol de
seda com cabos de calina e louro de lodus os lama-
nlios, cores e qualidades, o rom rabos de oulras
madeiras, das mclhores que so usaui para lal lim,
eum raricaliiras mili rngra;.idaa ; chapeos de sol
com armac.lo .le acn c baleia, eorn riquissimos ca-
bos de inai lim, de armaciio de ac com cabos de di-
versas qualidades, mullo hnnilus c bem acabados.
I'ara sciihuras, lem cha|M;os de snl de seda com ca-
bos de marlim, os mais ricos, que lem viudo a esla
praca*i sendo de una elegancia extrema, oulros cum
cabos de ferro, de (issn, c le madeira, eorn ricas
franjas, e no ludo mu lindos, leudo cada um a sua
compelenle cnisa; lem lambem chapeos deso pro-
piio para meninas de escola, por preeo mol conuno-
du, e lambem de panninho de lindos padnies, e es-
oelleutcs franjas. De chairos de sol de panninho
|iara homem, lem tambem erando variedade de
qualidades e lamanlioa, lano cum armacoes de acn
como da balis, sendo que mo faiiam para o com-
pleto de lal sorlimeutu us chapeos de sol mui ana-
dea c fortes, osados pelos Mallorca, e feilorcs de en-
genho, e mail que minea necewariol na prsenle os-
larn do .....ii. Vende chapeos de sol de seda insle-
zcs. armaran de baleia, a ^MO rada mu, proco
mui medico, alenla a ba qualidade da lateada.
I'ara cubrir arinaees sen idas tem osle eslabcleei-
menlo, um grande pruvimenlo, auamenlado recen-
lemcnle, de seilas frauce/as e ingle/as. de ludas as
rres e qualidades, panninhos nrellciilea, lauto
Iraacadoe como lisos, para Mltsftnar a iodos os gos-
los, adverlindo que as armadnos de aro licam oulra
ve/, como ninas por meio do verni/, prnprio. I'os-
snc lambem variada porc.lo de ballas para esparli-
lhos. entre as quaes alaumas de ico lino. Todos os-
les artigas eudem-se, qur aoja ei grosso, qur em
rela'liu, por preeos muilo mais cunimuilus dn que
Ira qualquer parle. Paz-ee luda n qualquer
conserto em cbapos de Sol, com grande aeeiu e
presteza, o aceilsm-ae enrommeiHiiia lano para o
Interior, como para fura da provincia. O esiabele-
rimeillo achar-se-ha alierln d'ora em dianle al na H
lluras da-iiuile, para maiur cominodid.idc dos fre-
gUCIOS, e das pc-suas, que por suas uccupacus no
pudeni facilnieule sabir do dia.
rFabrica de chapeos de aol, na praca
da Independencia, n. 36.
.Manuel .leune. chegado iilliniamenle nesla cub-
ile, lema honra de participar ao reapcitavel publi-
co, que iroiise cum sigo, un rieu e completo sorli-
menlo de chapeos do sol. lauto lo seda como de
panninho para liumeni e senlinra. icos chapeos de
seda comeabas de canns da India.diloscom carica-
turas, dilos de annacn de acn, cun rices casles de
iii.irliiii. hengauu e oulrua'muiloaobjeclos dos mais
nioileriKis ,. sariadu-, assiin como l-oii\e lainliem
mu lindo sorlimenlo de sedas e paiiiiinhus para ru-
in r qualquer armaran osada : lodos estes objeclos
meiiciniiailus.enuciTlam-sernni issciu.e promplido,
por procos mui ra/uaseis, e mais barato do que cm
oulra qualqner parle; venflem-se em porcilo o a sa-
ri-jo.
;. .... .--. --. :;;. -. ^.. .......
5 l'rcri-a-r salirr uiidr lunra.nosla riilade, o fc
55 rnrrespnuileiile du Sr. Manorl lle/.ei ra Peral-
i.i do Arnujo BeltrSa, morador em Cruangi, ;;
E aliin do se entregar urna carta para udiiuity
; senhnr: annuncie. M
;.;:;:;.:::;;:':' @a)C .-.;.:.. ; )';
No aterro da Boa Vista, na co-
cheira do Sr. Miguel Souger, ven-
de-se om carro de qualro rodas
com sidraca e os seus compelemos
arreios, com qualro asseolos a a bolea fora, feilo
pelo melhor fabricante de Paria.
Matas barricas U faraana aa trigo a
1 atetas sea.
Vende-se na padaria da ra larga do Rosario u.
18, pelo preru de l^OOO rs., de eieellenle quali-
dade. .
Vendcm-ic duas toalhas .de lahvrialho, fror
preco commodo: na ra de Santa Rila n. 83.
RLADOCRESPON.9-
Vendem-se cortes de chita multo lina,
com barra, a 2SO0Ors., e chales escoce-
ses, a 1x000 rs. cada mu.
(joT Scllins inglezea. -^
\Ciideni-se sellins inglezes
dcpatente.de primeira qua-
lidade, proprios para i fes-
ta : no arma/.em de Adam-
son Ilowie & Companhia, na
rna do" Trapiche'n. 42. No
mesmo armazem vendem-se oleados pa-
ra issn.illiai' salas, milito rico, tanto em
jiialidade, com em rosto de desenlio.
Vende-se urna taberna eom poneos fundos o
rommodos para familia : nos qualro Cantos emOlin-
da, casa n. 9.
Ao bom tom
Vende-se ulll eseellelile binculo para Ibealru,
por |a ri o que aaradar: na ra de llortas, n. 63,
rasa terrea rom a frenlo pintada de azul e portadas
brancas.
Para a festa, a 3 e 4,000 rs.
Vcnilem-sc palils e sobre-casacas fraiireas, da
iillima moda, e muilo bem ledas, a 3) e 4SOO0, amel-
las que a visla do preen c superioridaJo da fatenda
ninguem deivari de comprar : na ra Nora, loja
nova, n. I (i.
Rios chapaos para eeahora.
Vendem-se rico, e bonitos chapeos de blonde p.i
rajenhoras muilo bem enfeilados, e da ultima mo-
da de l'aris, dcspacbsdos esla semana : na ra Nova,
loja nova u. 1G.
Vestidos baratos.
Vendem-se vestidos brancos de cambraia, de bar-
ra e bordados, a tJtaTO; dilos de 1 e 2 babados, a
18500; dilos de .1 e 1 babados, branros e de corea, a
.19000 ; corles de cas-a franena, a iJUOO e .Ta-tOO ;
rambraias abortas brancas e do cores, a 3800 o
corle ; modernissimas cambraia c cassas franreas,
a (10 rs. a vara ramliraia de chuvisco, a 39S00 a
peca de S varas : na ra Nova, luja uova, n. 16.
Chitas lmalas.
Vendem-se chitas de cores lisas, padres claros o
oscuros, a lal). 110, 160,180 200, c 210 rs. o cova-
doiaams Nova, loja uova. n. 16.
Cortes de casemira a ."igOOO.
Vcndem-se bonitas e modernas casemiras franco-
zas, a V.NHI0 o corle: na ra Nova, n. 16.
Na ra Nova, loja n. 27 de Andrade 4 Leal,
se (liras qnem lem para vender um bom silio perlo da
praca.
\ ende-sc um jumenlo bem novo, prnprio para
produccao: na ra du (Jueimado, loja u. II.
Vendem-se penles de tartaruga de diversas
mudas o de nuirralai, faz-se qualquer nbra desle ge-
nero, laiilu nova corno de concert, lambem d lus-
rlarugeiru, no paleo do Carino, lo-
e-qiiin.i, que sulla para a ra das
Vcndcm-sc peonas de cma e courns miudos
por preco cummodo: na ra da Cruz do Kecife,
n. '.Vi.
NA LOJA DA ESTRELLA.
conlinua-se a vender.adinheito i visla. as fazeudas
da eslincla luja de Jos (ioroes Moreira, por liara-
Herimos procos: '
(.hilas de colierta muilo finas, cures Osas cova-
nero, i.iiiiu novan
Tire : na loja de lai
i ja dn sobrado da i
I Trinch-iras, n. 2.
do
200
180
:I60
mi
160
160
SAMS.
SALSA I'ARRIIIIA.
\ cenle Jos de Brilo, nico agente em l'crnam-
bueu dn II. J. I).Samls, rhimiru americ.iiiu, faz pu-
blico quo lem cliegailou osla praca ulna grande por-
c.io de raseos de mba parrilha de Saads, que sao
seidaileii.iineiile r.il-ilicailos, o preprrndos no Itio
de Janeiro, pelo quo se devem uein elar os ronsu-
miilorcs de ISO precioso talismn, (.: r.lbir ueste
encano, lomando as funestoa ronsequencisa que
sempre coalumam Irazcr os medicamenlos falsifica-
dos e elaborados pela nulo daquelles, (pie anlrpoem
seus Inleresses aos males c eslragoa da humanidade,
l'orlanlo pede, para que o publico se pussa lisiar
desla fraude o ilialiaga a venladeir.i salsa parrilha
dcSands da falsificqdu c recenlcinenle aqui ehega-
da ; oaaauaciaate las ser que a verdadeira se ven-
de unicamenle emsiia bulica. ua rna da Goacecao
do Recife a. (il ; e. alera do recelluario que acora-
panha cada frasco, (era embalioda primeira pagina
sen nonie impresso, e se achara sua firma em ina-
llUSCriplo sulire u invullurio impresso do mesmo
fracos.
ii uu i:' i '.
i prinieiros elemental pa
AVISO
A segunda edicejio d
licus dn fikocivil, milis bem con ida e acresceula
da, nau so a re-peilo doque alleroii a lei da refor-
ma, como acerca dns Jespaelraa, ialerioculorias e di-
flnllivasdusjulgadores; obra ana lio ialerassanla
ans principiantes em pralica que Ibes servir de fin
conductor : na praca da Independencia n.ficS.
COMPRAS.
um ludes os perlenccs,
eco commodo: n.i na
Gompra-ee um sellim
com alguin aso, sendo per [
estrella do Rosarlo, loja de eariv
Coinpra-se urna prela de mola Idade, que sai-
lia cozinhar e lavar, ludo lato cum perfelrjlo.e que
nao leniia sieius tem achaques, o que sajada nos
conduela : ua ra das Cruzes n. 20, se dir quem
qncr.
(aimpram-se eseniMis. e vendem-se, receliem-
se de eoinini-sao, lano para a provincia romo para
fura della; na ra dos Querris n.34.senundo andar.
Compra-te qualquer peca seiba do melal cha-
mado do principe, prelrriiulu-se ii que soja mais
claro: un rna doCollegio n. 23, laberna dn punios.
Compram-se predios em nerfeilo eslado.c sen-
do em ras freqnenladas, nos bairroa do Iterlfe. e
Santo Antonio : quem quzer vendo-Ios, dirija-se
a ma da Cluz a. 10. cum suas prnpnslas.
Compra-so o quarlo sotme da Reeteia Popu-
lar : na rna das Cruzes. luja de eiicadernac.o.
Compra-se um relogio patate iibIoz, lo ou
ro. com as ciimpelenlcs cadeias nu alerro da Boa-
Visla n. (II.
VENDAS
Veudeni-so duas vaccas muilo linas, paridas
de piiucu. cum duas crias: a fallar rom (iuilberme
Selle, ua ra do ll.ui.iel n. 45, uu nos Afugadus ra
de San Alisuel.
PachlKsui.
Vende-se por .120 urna escrasa rrioula quo lem
um | ripien,i defeilo n'um quarlo, a qual cnziuba e
engumma suOrivel: na ra das Crinulas, u. 1.
Vende-se sal du Assii. superior, a bordo la
lancha Sota T. boa; couros miudosbemsorlidoscde bom lamaubn;
velas de carnauba econmicas a 19600 o rento: a
Iretar cum Cuaba A \ morim: na ra da Cadeia do
Hcrife. lujan. O.
Vende-se um molec.io de lina conduela, som
vicios ncmachaques, com oOicio decuzioheiiu- oa
roa da Cidrada n. 28, dasOas 8 horas, a das i al
asada larde.
Vcndem-se eaisas para carias de bairliareis,
eilas da melhor prala, anata-es as. lellras quo os
prelcuilenles e\Qrem,cnmludaa peifeico,eisual-
inenlea gravara quesera do nielliur MMO possival
e o preco au desagradar : na rna do Cahugii. loja
Fazendas baratis.
Na nova luja de Ires piulas, na ra do I.trmen-
lo n. S. ao pe do armazem de louca, vendcin-se lin-
das cassas de cores, rosto ,v-ct, c cores lisas a 500
'.asara: dilas rom Ires barras a 320 rs. avara;
hlese mantas de seda; gusto moderno; rn oa car-
iado vestido le cunliriiin de dons, tres e qualro
buhados a 9. .'>9O0 e(9; chapeos franrezes, forma
moderna a li-asl), 79, 79300 e 89, eoulras muilas

Hilar paraveslidosniuitn linas, covailos 160 o
Meias para senbora. linas, par a .120 e .
Hilas brancas para bnirem, par.....
Hilas cruas............
Loncos i'ucaniailoa la fabrica.....
Hilos de chita fcancczcs muilo linos e boni-
tos padres...........220
Canilludas orgaudis para vestidos, vara 360
Cassas de Ves, vara........ 320
l'aiinu preln muilnliiin. euvado.....:i."-U(>
Hilo dito prova de limiio rauMo superior,
('vado............IggOO
Chapeos llameases, Baos c modernos. 19800
DlhM de sol de seda prela.......:I9200
E umcomplelosorlimenlodc fazendas. por procos
mata lualos do que cm oulra qualqner parlo : na
lujada eslrella ra do (.liioiinado n.7, dcfroale do
boceo dol'eive-frilo.
Pechinclin paraos masca tes.
Ainla liaun resto daspccbiuchas da eslincla loja
de Jos Comes Moreira :
Aleudan da lislras. americano, euvado. 130
Cisin s para calca, corle.......600
-Meias casemiras de algudao para ral;a, corle 800
Hilas do Ua c aliodao, corle......13000
Duraque serde, rosado........560
Chales de Ua e algodAo a 600 o.....IjOuO
Lencos de rassae seda........360
Hilos de seda muilo films c homlos 19200
Meios lencos de seda para grvala. 800
Curies de cassas chitas........19700
lli mi de linho lu .un... iran.-ado. vara 880
Hilo de dilo dito de car, vara.....6
I. oulras muilas fazendas por preeos mullo li.ua-
Ins: na ra do (Jucimadn n. 7 loja da estrella, de
Cregoiio s Silveira, defrontc do heceo do I'eise-
frilo.
A'eude-so ou penniila-sepnr casas nesla pra-
ca, a propriedade do Paco da llanl.i, di.lan-
Ic drsla praca leeua e meio, com grande casa de so-
bradn rom commodos para duas familias, o que
se ada pintada erectificada de novo, com grande
armazem ecuindaileeoulroi mais piqueos que scr-
vem para corheira e malsarrinjos;c oulra casa lerrea
tambem melificada e piulada de novo, com commo-
do. para rrai.de familia; orando casa de farinlia
eom lodos os perlences: curral murado para uado e
coberlo de um lado para rerolber o gado, eom di-
visad para hezerriis; ;l grandes viveiroi, sendo um
cercado de parrdede (ijollo ;com pasto para mais
de 30 rabeeas de gado ; Ierras para planlacfies, e
lugares proprios para snlinas.e mesmo oulros vivei-
ros, e que j se acham prinripiados; com grande
quanlidade decajueiroa, maeasTanddbeirasa guaje-
rs que scrvein para lenba ; capucha, e grande
quanlidade de mangues, que pdem suslcntar dous
fui nos de cozer lijollos; com mais de 800 ps de co-
queiros dando fruclas, e oulras muilas vantagens
quesromn sisla, e esaininaiidn-se lie que se pe
dra ennhecerda veracidade do que se refere: quem
prelender peder ir ao lugar que achara quem mos-
tr, e para n ajusto dirija-se a ra'Nova, segundo
andar n. II!), a Iralar com o abaiio assignado.
Amaro Gancaleet do Sanios.
Vcude-se um oplimo cavallo meo, muilo ar-
digo c manso, eom lodos os andares, e por commo-
do preeo : na cochefra do Sr. Ignacio, contigua
cadeia.
y Vendem-se charutos de Ilavana: na rna H
ai Nova, a. 2.
Venije-se um pequeo silio, no lunar da Bai-
va Verde da Capunga, uu qual lem brea casas pe-
quenas c um viveiro de peixe, boa cacimba de
agua de beber e banheiro, embarque e desembar-
que, u qual rende .iiuiiialiiieule 2909000 rs., e ven-
de-se por prcro eummodu *por o dono ler de se re-
tirar : nu palco du ierro n. 13.
Deposito d vinlio le cliam]igne
Ghateau-Ar, primeira nnalidade, de pro-
priedade do conde de Harciiil, ra da
Cruz do Recife n. iO: este vinho, o me-
Ihor de toda a champagne vende-se a
36(000 rs. cada caivi,acha-se unicameu-
?e em casa de En L!comte Keron Si Com-
panhia. \. B. Aseaixas sio marcadas a
bgo Conde deMarciiil eos rtulos
das garrafas sao azucs.
Vende-se cm casa de S. P. Johns-
ton & Companhia, na ra da Senzala No-
va n. i '2.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho C.hcn em barril de quiu-to.
Sellins para montana, de homem e se-
nhora .
V arpelas de lustre para coberta decanos.
t;


a*w'

H 1
5
I
"

I
*--------------- I iii
A VI Hit IllAliK E SI l'EKIOHIDAIIK
DA
SALSA PARKILHA E BRISTOL
obre
A SALSA PARRILHA RE SANOS.
Attcncao'
A SALSA I'AKIUI.HA DE BRISTOL dala putaran acm necMdade le recorrer a pompows
"yiuncips, de que propararOM de merit podein
dispeosa-sc. O uiccesao du Dr. UlllSJ Ol, lem
provocado nNnilas invejaM, e, entre oiilra*. a* dos
Srs. A. K. H. Salid*, de New-York, preparadores
e proprieUrius Ja salsa parrilha couhecida pelo no-
me de Sum*.
Estes senhores solicitaram a agencia do Salsa par-
rilha de Bristol, econio nAo o podessem obler, fa-
bricaran) una imitaruo de Bristol.
Eis-aqui a caria que oe Srs. A. K. D. Sanda es-
ereveram ao Dr. Bristol no dia 20 de abril de DW2,
e que se aclia ein nosso poder:
Sr. Dr. C. C. BriHol.
Bfalo, ,\c
Noseo apreciavel seulior.
Km tmlo o anuo panado lemos vendido i/iianti-
dades cousideraveis do extracto de Salsa prritha de
ymc., e lelo1 que ouvimos dier de stias eirtudei
.lipidie- que a lem usado, jujeamos que a vendada
dita mediciua se augmentar muitiuimo. Se Vmr.
quizer f.i/er um concento comnosro, eremos que
nos resultara inuila vantaaem, lano a ni como a
Vine. Temos nuilo prazer que Ymc. nos responda
sobre este assumplo, e se Vine, vier a esta cidade
daqui a ura mez, ou cousa semellianle. (criamos
iiiuilii prazer ein o verem nossa botica, ra de I"<11
Ion. ii. 79.
Me.Mii as ordens de Vine, seus seguros servidores.
(Aasignadosl A. K. 1). S.v.NDS
CONCLUSAO.
I* A JiiililtoiiIii.lv da -i I -1 p.ti 11 Um de Rrislnl he
riaramenle nrovada, [mis que rila eque .1 de Sands s apparcccu cm 1812, poca na
nuaj este droguista nao pode obler a agencia do Dr.
BriMoL
2. A superioridade da salsa parrilha de Brlslfil
he ineonlcstavel; pois que n.lo obstante a coiicur-
reucia da de Sands, ede uma ponan deoutraspre-
pararon, ella lem manlidoa sua reputarloefl) qua-
si toda a America. .
As numerosas experiencias feil.is rom o usoua
salsa parrilha ein Iddas as eniermdades originada
pela impureza dosaugue, eo hnm xito ohlido ues-
la nlrle pelo Illm. Sr. Dr. Siuaud, presidenle da
academia imperial le medicina, pelo illuslrado Sr.
Dr. Aulouio Jos Peixolo em sti.i cliuira, eemaua
afamada casa de sdude ua (amhoa, |>elo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do excrcilo, e
por varios nutro* medico-., permitlem hoje de pro-
clamar alame ule as virtudes cuica/es da salsa par-
rilha de Bristol vende-sc a 59000 o viilro.
O deposilo desla sdsa mudoii-se para a holica
frauce/a da na da Cruz, em fredo aorhafariz.
Vende-sc n sitio que foi do falecidojos Saca
rias de Carvalho, o lu. ir de Beberibe de haixo.de
uoiuiuado dos craveiros, rom casa de \iveuda de pe-
dra, coulcudo sala adianle cun dnus piarlos, dita
de ileh ,1/ com dous q liarlos, solo grande, eo/nha
Krande e copiar. L'iua casa de laipa com sala e dnus
quartos, alraz dousquarto-*, eslriharia para Ircs ca-
vados, e solo para prelos; um lelhero que serxe
para casa de facililla, com eslriharia paru (|ous ca-
vallos; militas arvoresde frulos.comosejum.coquei-
ros, mnugueiras. cajueiroa, iiiangabeiras, era\oirns
(girofe) larangciras, sapoliseros, pinheiras, frulei-
1.1- de |>.i-i ele. ele, terrenos para (oda a cultura, <
malla de capoeira, leudo de rundo qitinhcutas tira-
de frente qualrocenlus. pela heira do rio
DEPOSITA DE CAL E POTASSA
Na ra de Apollo, arinn/.ciii 4
m
Janeiro, e du America, e cal ero pedra
cfaegada de Lilboa no confute me/., na
hinca Olimpia, tildo por prei;o com*
modo.
Vendem-ae pianos fortes de superior quaiida-
de, fabricados pelo melbor autor bamburguez na
roa da Cruz n. i.
CALCADO BARATO.
Vendem-se botn francezes de be/er-
ro, para Iiomem,i7,s'<)00 r|. opar;bor-
/.eguijis elsticos, a 7s200 rs. o par ; di-
tos de botoes, a 7$000rs.; bolins da Prus-
sia, a 1 sol 10 rg.; sapatOes de lustre, pura
liomem.a iStiOO rs.; ditos com salto, y
4j500rs.; ditos paradansa, a 58200 rs.:
no aterro da Boa Vista, loja de calcado
11. 58, junto ao selleiro; adverte-se que
todo este calcado be novo, eque a vista
dos preros nfiodeixuriio de comprar.
CAL V1RGEM 1)E LISBOA.
Vende-se cal nova cm pedra, cbejjada
lioje no palliabote Lusitano, por milito
commodopreco : na ra do Trapiche n.
15, arma/em de.Bastos Irmaos.
Vende-se um resto de e\emplarcs
da obra Kapliacl, paginas da juvenlii-
de por Lamartine, versiio portti;tic-
/.a de Carlos Guido V Spano : na ruu
do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Vende-se urna linda garrota (ouriua: na Oapun-
ga sitio de Mr. Dniburrq.
VENEZIANAS.
Aterro da Boa-Vista n. 55.
Tem um sorlimenlii de vene/iaias com lilas ver-
des de lindo v de laa. com e.iiva o sem ella, e se
roncera fl se Irue.i as novas por \dlias, a \onlaiie do-
comprador.
Vendeui-se relogios d ouro, pa-
tente ingle/., os melhores que tem vmdo
a este mercado, do mus acreditado
lubricante de Liverpool: em casa di' Rus-
te! Mellors iV Compauliia, na rila da
Cadeia do Itwile, n. 56.'
Diccionario dos termos de medicina,
ctrnrgla anatoma pharmacla ,
etc. etc.
OLEO DE LINIIACA EMBOTIJAS
vende-se em cohtu, na ra do Trapiche
Reis, tem superior lotassa do Rio de Novon. Ili ; a_raesma casa cliegou urna
poreSo de alyuiuilc de noVu coiupo
milito superior em quuKdade ao usual.
;,v s\%Wr,Ft!Hllo
:. \v\.\\>\\\:>x a
punco niaisuu ineiius, sendo o rundo ue menor lar-
aura :quem o pretender entendadle com o lllm.Sr
Jo.lo Piiiin de Lemos Jnior.
NO C0NSIU.10R10 HOHE0PATU1G0
R. P. i LOBO MOSCOZO.
\ ende-so a inelhor de todas as ninas de medicina
liomropathira %ZT O NOVO MAM Al. DO Hit
li. H. JAHR ^3 Iraduzidu cm porluguei pelo
lr. P. A. I.ubo Moscozo: quatro volumcacncader
nados em dous. D-MMXt
O. vohime roulendo a palho^encsia dos li'i
medicameiilos que nAo focam publicados saltir.'i mui
lo breve, pur estar uiuilo adianlada sua mpreasao
Diccionariodoslcrinosde medicina, ciniruia, a nato-
ma, pbartnfl*fa, ele. re. encadrrnadu. ',:::;
l'ma carteira de 'l\ lubos, dosmelhores e m.s ben?
preparailo< Klolndos hoinopalliicos com as duas
obras cima......... .OSHM)
lima dita de !Mi lubos com as mesmas V^KK
Dita, dil ile 18 tubos.......mi-mu
Diladeli. cnm.isujlas......h,ni,M
Carteirasdo '2\ liibur pequen"^ para alui
heira............Itl^MK)
Ditas dQ.Hdilo*.........90OOO
Tubos avulsos de (lbulos..... I -:mmi
KO UFFBCTEUfi
O nico autorizado por decl*&a do coimtko real
e decreto imperial.
Os mdicos dos liospilaes reroiuineudain o arrobe
LalTecIeuv, romo sendo o nico aelnrisado pelo go-
vernoe pela Heat Sociedade de Medicina, fcslo me
dicamculn d'um Rosto agradavel, e fcil a lomar
em secreto, esl em uso na marinlia real desde mai<
de fin auuos; cura radical renle em ponn. lempo,
com pouca despe/a, sem mercurio, as alien os pi'lb'. impinseiis, as cousequeucias das sarnas, ni
ceras, e os accidcnles dos partos, da idade critica c
da acrimonia hereditaria dos humores; couvra aoa
calharros, da hexica, as roulracces, e i fra(pie/a
dos orgftos preccdiila do abuso das muer roes ou de
vmil.h. Como aiili-s>pliililico, o arrobe cura em
pouco lempo os Huios recentes ou rebeldes, que vol-
veru iuce&ianles semeonsequeuria do empreo da ro-
paiba, da eulteba, ou das iujecci>es que represen-
ta m o virus sem iiculralisa-lo. O arrobe Lall'ec(eu>
he especialmenle recommendado contra as dneucas
inveteradas ou rel>cldes ao mercurio e ao iodureto
de Mitasio. Vende-se cm Lisboa, na Indica de Itar-
ral, c de Antonio Feliciano A Ivs de A/evedo, p ra-
ra de D. Pedro n. 88, onde acaba de chegar uma
grande porcaode garrafas grandes e pequeas, viu-
das directamente de Pars, de casa do Sr. Bo> vcau-
J.ahVeleuv 12, ru Hichev a Paris. Os formularios
il.iin -c gratis em casa do agente Silva, na prara ile
D. Pedro u. 82. No Porlo. em casa de Joaquim
Araujo; na Babia, Lima t\ Innos; cm Pernam-
buco, Soum; Kio de Janeiro, Koelia A Fillios, el
Moreira, loja dedrouas; Villa-Nova, Joiio Pereira
de Macales Lcitc; Kio-trande, Francisco de Pau-
la Couto ,\ C.
rm3$1HZ3
DAUHOnA
C. STARR&C
re>(>eituaameule anuuuciam que no seu extenso es-
(abclermieuto em Sanio Amaro, conlinuaa fabricar
com a maior perfeiro e prompljdao.toda aqualidade
de loachiuismo para o uso da ai cao e manufactura, e que para maior rommodo de
seus numerosos freguezes e du publico cm fteral, lem
aberlo cm um dos grandes armazens doSr. Mesqui-
la na ra du Brum, alraz do arsenal de inarinha
mu
DEPOSITO DE MACHINAS
Construida* no dito sen calabelccimeDlo.
' IIi .i. Iiai.iii os compradores um completo sorli-
mento de moendas de canna, com todos os melho-
ramenlos (alguna delles novo* e originaes) de que a
eiperienciade mu i los anuos tem inoalrado a ueres-
sida4e. Machinas de vapor debaixaealta presso,
laias de todo (arnaulio, tanto halidas como fundidas,
carros de mao e ditos para couduzir firmas deassu-
car, machina para muer mandioca, prensas para di-
to. Tornos do ferro batido para farinha, arados de
ferro da mais approvada coustrucrao, fundos para
alambiques, crivos e portas para forualUas, e urna
afluUade de obras de ferro, que m.*i enfadonho
enumerar. Nu mesiuo dc|>oto e\ile uma pesaoa
inlfUigunle e habilitada para rcoeber lodasasen-
ctniimeudiis, ele, etc., que os aununciaiiles conlau/-
do com a ca pacida de de suas oflicinas e machiuismo,
r pericia de seus otflciaes, se comproinetlein a taxei
escrutar, rom a maior presteza, perfeiro, retada
ruiiforinidadc com osmodelosou doeuhos, einslruc-
i.oe> que llic fnrciii fornecidas*
Vciidem-se cadeiras, conaolos, sofiW,
bancas dameio desala, de Jacaranda;
cadeiraa, spfa, cpMolo*, mesas le mel
deaaia* daaiigico ; eadeiras, jtof, eon-
solos, de olio ; guarda-roupas para e-
nhoi.1, camal franefiRf, de jacarando;
dilas de annrello, marque/as de angico ; ditas, de
oleo, e deamarcllo, e oulias nautias obras que se
u.otrariloao comprador, ludo o mas moderno pus-
.i\el, e por preo malo eommudos: im ra da
Ciinboa du Carino n. II. Xa ineani.
vende junco, tanto de primen.< com
Sahin lu/. esla obra imlispetisavel a (oilai
as pessoaa que se de medicina. Vende-se por Mrs., rnrailcrna'
ilo, no consultorio do Dr. Moscozo, ra di
Collegio, n. 2 j, primeiro andar.
BJJa^RBRS^rlBSffl^a^^-i^a
Cobertores escuros,
de aluodao, a 80 rs. ; dilos a/ues e encarnados,
mallo grandes eeneorpadas, a I^IOOrs.: na ra do
CrMpO, loja da esquina (pie volla para a Catleia.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
Iidade emquarise nita>osdepipa. por preco com-
modo: Doannaaem de N. 0*ifieber ,\ Compaubia
na iua da t'.ru/ n. f.
ARADOS I): FERRO.
Xa iiinlirao* de C. Stari*. c\ C. em
Santo Amaro arlia-sc para vender ara-
dos do ferio de superiorqrinlidnde.
Vendem-secni c.i.;i do \lc. Calmonl A; Com-
ninle
lindas
nuilo
da
panhia, na praca do Corpo Saniou. 11, ott
* iuho de Marseilleem raivas de :t a ilu/ia
em uovellus erarreleis. breu em barricas
uraudes, aro de milaosorlido.ferroilile/,
AGENCIA
Da Fundicao' Luw-Moor. Ra
Sonzala nova n. 42.
Neste estubelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias tnoendas para engenkoi ma-
cliinasde vapor, e tuixai de ierro batido
e eoado, de todos os taiiiaulios, para
dito.
AOS SENH0RES DE ENGENHO.
O arcano da invencao do Dr. lluar-
do Stollc em Berln, empregado nal co-
lonias inglezas e liollandezas, com gran-
de Antagem para o melboramento BSSUCar, aeha-se a venda, em latas de III
libras, junio com o metliodo de eiiipre-
j;a-lo no idioma DOrtUgliez, em casa de
N. 0. Bieber*& Compunbia, na ra da
Cruz, n. V.
DEPOSITO DE CA E POTASSA.
Cunha tV Amorim, reerberam pelo ultimo navio
de Lisboa harris com 1 r de superior cal rin pedra
para o fabrico do assurar, e vciidem por menos que
cm nutra ipialquer parle; e para fcchaniculo de ron-
tas um reslante de polas^a amcrirana: na ruada
Cadeiado Kecife 11..V).
Vende-se um lindo mnlatiulm viudo de fra,
rom 8 a! aunns de Idade, sem defeilo : no aterro da
Boa-Villa n. 60.
HUESTE --SSSF.
IIo recenr becado um larreaameulo di M-rdadei-
ra farinha ile SSS ramiuho. c vende-se por mdico
preco: no eacriplorio de Deane Votile SiComft-
nhia, ou nos scus armazens no berro do Goncalvei.
DOCE DE BACOBY.
Chegou rereiilemenle do Maranbao urna pequea
porr.in deste delicado doce, o mellior que ha, lano
pela sua e\rellriile qualidade, como por conservar-
se por milito lempo ein perfeilo estado: veiide-se-
cm i-.e-.i de I oiih- (\ Irmao. na ra da Cadeia Velha.
Aacncu tt Edwin Maw.
>a ra ile Apollo n. ti, arnia/.em de Me. Calmonl
& Companhia, arlia-se cnnslautemente hnns soi l-
menlos de laixas de ferio coado e balido, tanlo ra-
sa romo fundas, inncndas inoliras todas de ferro pa-
ra auimaes, agoa, etc., dluU para armar em madei-
ra de todos os lamaiihoseinodelososid.lis modernos,
machina hoiismilal para vapor rom forra de
icaxallos, coros, passadeiras de ferro eslanhado
Eara casa de porgar, por menos preco que ua de co-
re, MCOVeo para oavtoa. ferro da Sueria, e fo-
ihasde Randrea: indo por barato preeo.
Deposito da fabrioo de Todo 01 Santi na Babia.
Vende-se, em casa de.\. O. Hieber <\ C na ra
da Cruz n. i, aluodao Irancailo d'aquella fabrica,
muitoproprio para saceos de assucare roupa de cs-
rravos, por preoo rommodo.
Fil preto, lavrado, a OO v
DAVID WII.I.IAM BOWMAN, cngenliciro ma-
chinla c fundidor de ferro, mui respei tosa mente
aiiiniMi 1,1 aos seuliores proprielarios de eoajenboa.
fazeudeiros, e aorespeilavel publico, c^ueoiteu enla-
belecimento de ferro movido por machina de vapor,
na ra do Brum passando o chafan, contina em
efleclno exercicio, ese acha completamente montado
rom appnrelbos da primeira qualidade para 1 [>cr-
feila ronferrao das maiores peras de machinismo.
II.11 1 litado para emprehender quaesquer obras da
sua arte, David William Bowinan, desoja maispar-
lirularinenle chamar a allenr,a6 publica para as sc-
guiulcs, |wr 1er dellas arando sortimento ja' promp-
to, em deposito na rnesma fundica, aa quaescons-
Iruidasem sua fabrica podem compelir com as fabri-
cadasem pai/ eslraiueiro, tauloem prero romo em
qualidade de malerias prima e ma de obra, a
saber:
Machinas de vapor da mellior ronslrurao.
Moendas de canna para en cubos de lodos os la-
man los, movidas a vapor por acua, ou auimaes.
Hodasde auna, moinhos llvenlo eserras.
Manejos indepeiidenles para ravallos.
Rodal dentadas.
Aauilbes, hronzes e chumareiras.
Cavilhoeae parafaioj de lodos os tuna olios.
laixas, paroofi crivose bocu de fornalha.
.Moinhos de mandioca, movidos a mao ou porani-
rnacs, e prensas para a dita.
Chapas di Ibfloi fornoi de farinha.
l',anos ile ferro, lomeiras de ierro o ile bronze.
Bombas para cacimba c de repuvo, movidas a
ma, por animaos ou vento.
(uiiidasles, guinchse macacos.
Prensas hidrulicas ede parafuso.
FerragiiMpara navios, rarroae obras publicas.
Columnas, varando*, Bradoao portos.^
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de mao carados de ferro, eic.eir.
Alono da superioridade das suas idiras, ja' ucral-
menlerecontieciila. David William Ifuwinau garante
a inaisevarla rouroriuidade rom os inoldeTi e dese-
nlios rrmeltidos pelos seuliores que se dignaron) de
fazer-llie eiicominemlas. aproveilamlo a occaaiafl pa-
ra agradecer aos seus numerosos andaos e freaue/es
a preferencia rom que lem sido por ellcs honrado,
c assoaua-llies cias para continuar a merecer a sua cnnlianca.
Taixa para engenhos.
\a fundicao le ci-ro do I). \V.
liowiii.inii, na rita do rtitii, passan-
do o clu'.lari/. continua liavcr rim
completo sortimento de taixai de (erro
tundido e batido de a S palmos de
bocea! as quaes ueliam-sea venda, por
pirro commodo e com promptidao :
embaivam-se ou cari'egam-ieem carro
M'm despe/a ao comprador.
Vende-se muilo superior farinha de Sania
Calhariua, e S. Malliens, meilida ovilla do com-
prador : a bordo do briaue brasileo Mida*, fon-
deado perlo da Alfamleaa.
O-OMO.
Vende-ietieosoein barricas.r licuado ullimamno-
lo temeasn J. Kcller o\ Companhia, na ra da
POTASSA SLFERIOR
Vendse pur prero muilo com-
modo, no armazem n. 7 alfaudefja, de Jos Joaquim Pereira de
Mcllii, ou no escriptorio de Novad >\
Companhia na ra do Trapiche n. 54.
Ma na do Vigario n. I!', primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violuo e llanta, como
sejam,(iliadrillias, valsas, reilowas, selio-
tickes, modinhus, tmlo modernusimo .
cliecado do Kio de Janeiro.
VINHO DO PORTO MITIO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
baiTisde i., ">. e S.: no armazemda ra
do A/.eiie de Peixe n. IV, ou a tratar no
escrtptorio I'' \ovaes A Companhia, na
ma do Trapichen, ">.
Vndemete relogios de ouro, paten-
te lllgteg, por commodo preeo : ta rila
da Cruz. II. 20, casa de L. Leconte r'crou
.', Companhia.
POTASSA.
No anliso deposilo da ra da Cadeia do Kecife ,
armi/em n. 12, lia para vender mullo nova DOlaisa
da Hussia, americana ebr.isileira, em pei|uenos bar-
ris ile i arrobas; a boa qualidade e preces mais ba-
ratos do que em onda qaalipier parle, scalliancam
aos que procisarem comprar. No mesmo deposilo
nhem lia barril com ral de Lisboa em pedra. pro-
Vende-se um casal da escratosde boa con dada, o
sem achaque ol^umanui proprio par sitio, por ser o
negro pratico cm lodo o sen ico de campo, a negra
da Cofia, ptima qiitiandeira, mohos mui ilingentc*.
e *|rir pnsaiii diariimente K(W r-^. Iivrn do sustento,
e ve*luaro: a ver e Ir alai no p/>meiro andar da ra
da.Cadea do Kecife, U.21, Jai'J horas da manha,
;is II da (arde,
\ end-M uin.i nitiilii bonita rroula de 22 an-
uos, cn^omina, co/iuha e lava de sabao; quein a pre-
tender dirija-si1 a ra do Aragftn, n. 27.
Na ra Nova, n.2, veudem-so dinlieiro vis-
ta, cataca* de panno fino de core*, a moda ius)e*a,
por 1(19000 rs.', sobrea'asar.is de panno rl| ceros, ti-
no,a moda porlugueza, por I2"0na ; rnlleles de eda
para menino, a moda franceza porl^OOO.
Manteletes de cambra.a.
Vendem-se ricos munlelel franrezes de rain-
hraa, enfeilados, pelo baralissima pre^ 'le "lO
rs. rada um : na ra do Crespo u. 3, esquina que
volla para oCllegio.
Grande pecliinclin.
Vrndem-se bonecas france/asbem vestidas, atlO
e6tKm., dilfcrcnles calun^as de barro, entre elles
os tres reis, proprio* para presepios por seren bem
feilos, almonas imagen* tamhem de barro, idira pri-
ma, e outras muihis miudezas por baralissimo pre-
co, para liquidaralo : na ra larga do Rosario, loja
demiudezas n. 44.
Ra do Crespo n. 9,
\rmleni-se luvus de pellica para tv
nhora *; homeai, a r>00 r*. o par, cmai)-
Iclctrs de todas as utialidadcs e cores,
por procos haratissimoB.
Vende-66 lrinlia de mandioca
muilo fina, a t.s.'iiM) rs. a sacra : no ar-
inacarado Forte do Mallos n. 20, oua
tratar com Manoel Alves Guerra Jnior,
ni ra do Trapiche n. IV, primeiro an-
dar.
O 39 A
ronfriiiilc ao Kosuriii ilo Sanio Aiilnnii^, a\i-*a aor-
pcil.iM'l puliliro, i|iio !< lioje "ii cm dianlp prinel'
pia-se a vender consUmlfnwnle pfto delamili., sen-
do il.MOc Iti rs.. bolinhose pAe-de-IA lorradinho.
Ra do Crespo n. 9,
M'iiilcni-sc superiores cortes de seda
escocesa, por monos preoo do que em
illm <|iial(|ii(T purlc.
(0) Na ra Nova,n. vendem-se '$
iii.i- para carias de hachareis, (ff,
S por 000. ^j
ty**M % ^; $$$ %$$ *-i '*>
Vendem-se cortes intuiros de ves-
tidos de chita (ranceza, larga, lina, e de
diversos gostos modernos, sendo pelo ba-
rato preco de 2S00O e 210 rs., adi-
nheiro a vista : na loja de quatro portas
n. .">, ao lado do arco de Sanio Antonio.
Palitos para a (sta,
.Na ruado (lullesiu n. i, cxislo um variado sorli-
iiii'iilo de palillos do lirini, liso o Iranrado, e de rip-
eado, de bonilos psdrfles, sondo lodOS mili levos e
propriM para a prosele oslaoao. o prooo inuilissi-
mora/uavol c propriv <' animar os ooinpradoros.
SO.
be o numero docslabelerirnenlode pro>imeulo^
para o (ranero humano, e de grande sorlimeuto de
boMobjecloi para sen sustento r reualo, isto he, no
atorro da Hoa-Visla, desla cidade ; alhenconlranlo
os preleudentes quaulidades e boas qualidade^, e
por preros os mais rom modos possiveis. em ronse-
quencia ilo propietario ser comprador em primeira
miio, que o compra pormonea, em ralaefo a maior
narle dos mais vendedores dof mesinosoijorlos, pa-
ra mellior prova lem muilo hnm vinho \\,\ h:nrn.i
que Revendo pur -2S0 i-s. carrafa, de Lisboa,
primeira rhisse linto o branro a JKI) rs., e do Porlo
lino, por prero mais alio, e (piando o sabor por
qualqucr priiH-ifioiaosatislizerorompradonpromp-
(ameulesatisfar a importancia que liverpauo.ou-e
trocar por oulro vonlado ; ha lamhem umilo
boa lindara francesa, annebra ein irascos,de llollan-
da, queijosde pialo, llainenuos.e nutro-; yeneros de
mais particular mencfloi como seja, oleo du li-
ndara, t*ru\as dequalidades, t\r., ijiiepor etlenso
se nao meuriona ; e tambeui a muila limpe/a que
lili exilie, lem um araude Miiiiiiienlo de semeiites
dehorlalica, viudas de Lisboa, pela barca 0/im-
piu, recenlemeule chenada a esle porlo, cujas se-
meiiles vflo liotlda* parle dellas, e -..lo hem condeci-
da-, petos nonos Norleloes, t nutras deque rom
DOUCa imporlaocia se fan a experiencia, a ver se
lambem poderemos aoxar de alsuns legumei que
Kuzam os euro|ieos; sement ilo repollio p curio,
ditorvo, dilo pecoiiiprido. couve allega liomiiu-
da.dila ilo Alirve. dita uVr, dila lombarda, Ino-
culo, nabo de cabera, dito alliento. aliareallcmaa.
dila arrendada purtiiiie/a, (pinalre, a/edas, ee-
nourasditas murcianas,ilii,i< roxas,lmales mandes,
inaslrui pimpinella,cerrafollio, ervllia loria, rbano
branro, dilo encimado,esparto*, rebola de Selu-
bal, coentro, mello, raima de Cirvalho, apo, abo-
Ventfe-ae a dinneiro a vista, bramante de pato
linho.com 11 palmos de largura.damlo um lenrol in-
leiro para cama de rajados,por 900 rs., oua5(0
a vnra: na ra do Crespo, luja o. 3, ao lado do ar-
co de S. Anlonfo.
Vende-n uma bonita escrava crioula.de 3() au-
iiiw de idaile, que coziuha o diario do urna casa e
eugomma akniiia cousa, propria para quem quizar
desembaracji-ia, porque he muito esperta e diliueu-
te, e chegou ha pouco dmalo para pagamento: na
rui I ti aa do Rosario, n*. loja de miudeas.
Vende-se um bom caviflo multo novo: para
ver e Iralar na ra da Roda, cochera do Sr, Pau-
lino.
Na ruada Oiizee n. 122, vende-seumoplimo
escravo, cabra, de 20 anuos, proprio para armasen,
de acucar, e urna escrava, crinla, que enRomma
cosiuha e lava desabito, propria para o servido de
rasa.
Vestidos a 2,000 rs.
i un iiiii.iiii -o a vender corles de chile de j
barra, a -SUDO rada corle : na loja do sobra-
> .mut ll> il.i ra do Queimado, n. 29.
na
a ra do Crespn. 9
vendem-se cortes de casemira, a 5,1(000
n, ; panno lino, verde-escuro, a -I.S'000
rs, o covado ; azul, a 5jf500, e 4|000 rs
o covado ; preto lino, a 34500, i,000, e
t#'>00 rs. o covado, e chita francesa, a
VO rs. ocovuclo.
Vemlc-se uma muala de JJ annos, eni;omuia,
e co/inlia : na na do (Jucimado, n. O
Vende-sc urna nocra moca, que co*,inlta o
diario de tima casa c lava ; lambem serve para ven-
der na ruae para lodo servicodc urna casa: deiron-
lo da mslrls da Hoa-VisU n. K8, esquina do Hos-
picio. <
Cheguem ao antigo barateiro, na ra
larga do Rosario n. 22, loja de Victo-
rino & Moreira.
Vendom-se lesouras para costura, pelo diminuto
proco do i.^jini rs. a du/ia. Iiolos de madreporola,
boa fazenda. a 360 rs. a RTOU, dilos alud, aiiullioi-
ro. do vidro. a 7nn rs. a duzia, ^rampas de lodosos
lmannos, a (iflO rs. a libra, canivclcs para peuna
rom pequeo loque do ferrusea, a 1.MU0 rs. a du-
zia. peonas ilo palo superiores, a ftgOOO rs o mi-
llioin., ponlos para alar rabolln, prelos, a aWOO rs
a duzia. dilos a(arl.iru;ados, a 'i^SIXI a duzia.
Vende-se urna csi-rava. crioula, de iilade de
J" aunos, a qual sabo porroilaiuenlc enuommar e
cozinliar : ua ra do Fogo, casa n. 23, se dir quem
vende.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica tranceu, da n
da Cruz, um lente ao chafariz.
Aos senhores deengeaho
\*ondom-se por preco muilo commodo formas de
ferro balido para assucar : na rua do Trapiobe n.-'
Vende-se uma grande casa Ierre de pedra e
ral.sila na rua Imperial 11. 191, con '2 salas, H quar-
tos, cozinba fra o copiar, ele, com 38 palmos de
frenle, rom um grande terreno com a mesms largu-
ra, o fundo al o baixa-mar da maro grande : para
ver. na incsina rua 11. I vi. e para Iralar, na rua da
l'enhn 11. 33, primeiro andar.
AttontNHi.
Vende-sc um escravo peca, do idade i anuos,
pouco mais ou menos: na rua Direila u.Tt, esqui-
na do becco dos Peecados Morlaca. *
Liquidadlo'.
Tended, liquidar-so a loja de calcado do atorro
da Hoa-Visla, ti. .">H, junio ao selleiro. vende-se as
fazeiidas |Kir menos de scu cusi,idnbeiro a visla, a
saber :
Chapeo, prelos linos, a......
Marroquim do 0T0I muilo bom ....
Asna rio colonia frascos grandes ....
S.ip.iloos do lustre para menino, de t a 10
anuos, par..........:lyM)0
Coura do lustre.........:t3200
.Sabouelesd'aineiidoa, mu :120 ; duzia :t$:00
Penles para Iran;.1 a imilacAo de tartaruga. I-VIO
Jarros ilouradosoom banda......i--i-iii
Sapatos francoz.es de liislrc para souliora. I^IKKI
Hilos muilo bous.........l-smi
ilotius para aenhora, par.......:-.mii
Henalas muilo boas........I -imi
Sapalos de tapete.........lalUO
Dilos de lil............IjjtiU
Assim cuino, uiuilos oulros objoclos, e perfuma-
li.->">fKI
tjsim
.KK)
senteio, avoia,
a vara.
Na rua doCres|io, loja da esquina que volla par;
a Cadeia.
los superiores de Bucellas
le Colares (linio) em barril dequinln
siirlannnra lecercadrr.ii, o por barato preco
Vi
(branco) c
vendem-se em vasa de J. Keller & C
Vende-se mu boi tourino, demui-
to boa i|ual idade, epor preco commodo:
na rua dos Pires n. 28.
Vlbo do Porto sanorior feltorla.
Vende-se vinbo do Porlo, superior foiloria.em
barris deoilavo.por 1.">a000 rs. cada um : na rua da
Cadeia do Hecife 11. 1. armazein de Barruca A;
Castro.
Variado sortimento de charutos s Hil-
vana e Babia, de excellentes qualida-
des, e chejfados de fresco.
O* amanles das boas fumabas podem dirisir-se
rua do Colleaio 11. 1, que acliaro um grande ca-
riado sorliinenlo de finos obarulos ampio provimeu-
lo A salKfac,Ao de sen delicado goslo, eludo isso a
troco ele pouco dinbeiro, o que nao dci\a de ser
urna circumslancia apreciavel mesmo em negocio
de fumaca.
Cal de Lisboa.
Na ruado Apollo, arniazem 11. > B, lia su|ierior
cal, nova, cm pedra. a proco muilo raz.uavid.
Vende-se o vorda.leiro robe anlerj pbililico de
Laffecteor: na rua da Cadeia Vclba 11'. 61, botica
de Vicente Joso de Brilo.
Oh sin. pechlBcfca I
Na loja de CuimsrSes (V llonriques, rua do la-es
|ni 11. .',, ha um couiplolo sorliinenlo de cambraias
de cor com barra, muilo lindos goslos, edeaope-
1.....bem so i rior qu.diJadc, polo baralissimo preco de SDOlIrs.
le segunda o corle, com Klcovaftos; a olla* anles que se aca-
l.iinboui lia barris com cal do Lisboa em podra
xiniaitioulo 'licuuilo:
Voiidom-solonas.brinzaft. brinso moias lo-
nas da Bussia : no armazn do N. t). Biebor A;
Coiupaliliia. na rua da Cruz 11. I.
Grande sortimento de pannos Anoaccas.-
alraa.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno prelo, .1 :WH)ti c :l2tNl
r*.; de ourolo branca, a 3jtj0 rs.; dilo nances, .1
t>VKIe.')3'KKtrs.. c muilo su|iorior, aliaOOOrs. o
covado ; dito azul, a islK. 3S300 e VsOOU rs., o
mallo bom, a 5S50O rs.; dilo verde. -sSIKI o laoorj
rs,: cortos do casemira proia Infeslads, a 5BwO e
BgOOO rs.; dila franroza c de cor de Indas as quali-
dades, por proco commodo*
TAINAS DE PERRO.
Na fundicao d'Auroni em Sanio
Amaro, e tamhem no DKI'OSITO na
na do Brum logo na entrada, e delimi-
te do Arsenal de .Mainiha lia' sennire
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nncionul como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, peuuenus,
razas, e lumias ; e em ambos os logares
evistem quindastes, para carregar
noas, 011 carros livri de despezu.
piceos sao' os mais eonimodos.
IAH rilNCm l)K LISBOA
da Cadeia do Kecife, loja
ca-
0s
bem.
m
Na ruada Oidea do Kerirc, loja du faionda do
Joio da Cunh da aaa^aUBos, vende-wi eicallen*
le pilada dcslo rap, o mais fresco i|uc lem \iudo,
pela galera Manjaridu.
I'OTASSA IIA BUSSIA.
Vende-se superior potasta da Rssia, e
Americana, por preeomuito commodo:
na rua do Trapiche 11. I"), arin.i/.eii' de
BaStO limaos.
ATTIMjAl).
Vendeui-se livros e nieios ditos de |)io
de 1 :r.ii 1 c ouro, chegudos ltimamente
de LsImiii e por priro commodo : na
na do Trapiche 11. 17, escriploriode
Jos Tei\eira Itasto.
Coiilinua-se a vcndpr inauteiua nstela, nova,
a 100 o ISO rs.; cb superior a 18760 e tpil) rs. :
no paleo do Carino, taberna nova o'. S.
Vende-se no liecco da Cncimba. nt^ seuiindo
andar n. :l, una cania do sondara cm bom uso,
urna banca do amarrlln, daas mesas, meia duzia
tU: cadenas eum par de nsangas), por proco commo-
do, por o dono querer relir.ir-o.
Vende-sc a loja de fazendas da rua do Passoin
n. ^1. com pouros fundos; lainbom faz-sc iibkoco
so rom a armac.io: ,1 iralar na rnesma.
Vende* mil sellim em lioni uso Com Indos
os seus perlences, a Iralar na rua da Aurora, 11. (t.
ua loja do funiloiro.
Pela preciso que lia para liquidaoao do con-
1.1-. vende.se nina leja di cli.ipoos, o mais accesrtorios
para o fabrico dos momio., com poneos fundos, e
em luuar proprio para outro qunlqucr eslabeleci-
nieulo. por sor ein una da, prlneipees ras de com-
mercio desla cidade: qnem pretender dirija-s a
bora nienina, porquoira paradoee
trigo, Iroinosso, revadiulia, covaih)l.
Na rua do AfagSo u. 17, vende-se
um rahriolel de muilo boleoslo, com
lodos OS arroios timos, e cubera sup-
losla.
Na rua do Vinario 11. III, primeiro andar, lia
para vender, cliegado do Lisboa prosenloinonle pilla
barca Olimpia, osesoiale: Mecas de areilo mullo
novo, cora eui urume e ein volas com bom sorli-
mento de superior qualidade, mercurio doce c cal
de Lisboa.....pedra, novissinM
rias. que so deisa de auuuuriar, para nao lomar
esloanuiiucio milito ovtouso, e que a visla dos pro-
cos nao dcivaiao *\i> eomprar.
Vendo-so o engolillo Cupessura, distante da
cidade de tioiauna. Iris temas, moonle e rorrenle,
rom bons Ierras de vanea de massape.proprias para
so poder safrejar de i a 5 mil piles de assucar por
.11111,1. linas mallas, sola para se rofazer mais de mil
canecas de gado, multe ralale d'agua por moer
com o rio denominado Cupessura : as pessoasque o
quizerem comprar, poden) enlendcr-se com W.111-
dcrlcy V Irtiuio. rua ,1a Cruz n. ~2\. escriplorio.
Na rua Nova n 2,
vendem-sc eliald
le
..... __
Veade-se orna escrava crioula,.moca, boa fi-
gura, sabe cosinhar e eugommar sofrivelmenlo: na
rua Direila, 11. 57.
Na ras Nova, 2, vendem-se palitos france-
sa de brim de cores, e ditos dilos de ganga ama-
relia.
Vendem-se casemiras de Vea de ganga, de
farellos, e de cinza para palitos: na rua Nova,
n. 2.
Na rua do Vinario 11.19, primeiro andar, lera
s venda a superior danella para forro desellios, che-
gada recentemenle da America.
Vendem-se arreios para carro, de
um e dous.cavaUos, muito bem construi-
dos ; lamhem vende-se separado manti-
nhas de i ase mira, de dilTerentes padres'
e rjostos, para os sellins dos arreios, que
osla/.emahrilhantur milito, chegados l-
timamente de Franca, e pelo prect) o
mais baratopossivel : na rua da Crzn.
26, primeiro andar.
Bolacha.
Napadarii1 da rua da Seniala Nova n.30, ven-
dem-se bolachas por ISGOO rs. a arroba, o em libra
a 60 rs.
Para liquidacao.
Vendem-se asseguinlesfaiendas. para liquidarn
da loja de calcado, no aterro da Boa-Vista, 0. 58,
junio ao selleiro : sapalos francoz.es de marroquim
para bomem a 700 rs. o par, ditos de setlm para se-
nlmr.i innilo bons, a 2J00O ; dllosdeeordivaoa t
rs., luvas do seda para senhora, a IS500; dilas di
lorcal, a 960: escAvas para denles Anas, a 320 rs. ;
dilas ordinarias, a 100 rs.: e a duzia a IgOOO rs.'
macassar perola, a 320 rs.; espelhos redondos, a
400rs.; pathchouly em frascos decores a 18000;
oleo para cabello, e eilraclo de mitras perfumaras,
assim como luvas de pellica para boinem esonhora,
a 100 rs. o par.
ESCRAVOS FGIDOS.
t-:--:'--:Ja;#*ie51CVSBaa'3*
m GA.VT0IS PAILHKTE & COMPA- i
I MIIA.
Conlinaa-soa vender 110deposito ocralda
S rua da Cruz 11. ."i2, o oxeollonlo o 1.........111- W
9. ceiluado rapo arela piola da fabrica de Can- 9
;$ tois l'aiiboio v C.....panilla, da 1; du.1......5
;$ grandes opoquouasporcos, polo preco eslabe- a)
$2 liTdo. tf
:;;;; ;;.;^:^--r::^::-';,w.:^;:C.;:.:';:;;;;.;^
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicQo em Santo Amaro, Reliarse pun vender
moendas de cannai todasdeferro, deum
modello u consti'ucco muito superiores.
Lilas brancas.
N;i ni do Craipo, loj:i n. .*>, \en lenii^ Illas brnncM, megadas rocenlemenle, por
pre^o commodo.
Venile-sc, por prero roininiido, osolijeclo^se-
suinles:sola muito nuporior. em pequea* e
Krandee poroAee; volas <1p earnalM compwlae; bo-
lina bem It'ilo-.' prunas de cia, linio provimamcn-
leebegadodo Aracifly ni rua da Cruz n. 15, se-
KUOda andar.
Superior doce do iki.iIi.i : na rua das (>u/cs
n. i.
Vendem-ee 5 efcravoa de boniUMflgoras. 2
negrolaa de klade da 12 a anooa, de muilo Ima
conduela, 1 dita quilamlera, 2 mole(|ue* de idade
de IS anuos: na rua Direila n. !.
Vende-M um nplmo cavado de rahriolel, e
lamben de sella, muilo grande, hem Fallo, bastan*
(u gordo, novo c sem aeluiqnc : na coclieir da rua
da M"t.Milin.i.
Veiuic-se um lindo rahriolel sem cohcrla, ei-
\o paleule, muilo maneiro, com itgamnsO mui-
lo proprio paro o lempo da t&U por se arliar en
mallo bom estado, mocado de novo, sem icr o
comprador de fa/cr a menor despega : ua rua do Cu-
ma rao, rasa da esquina, onde se pinlam carros.
Veiiilein-sr, por prero commodo, chapeos de
paliM dochlle, am por^ao ; diloa de fellro, nbrica-
dos no Kio de Janeiro, lamhem ein porra o ; difle-
rentesmudasas, clieuadas de Uambnrgo recenle-
meule ; rosarios de missanua, lano lira neos, como
de mais cores ; linda de roriz, c conlas douradas :
no escriplorio de Nov.ies >\ Companhia, na rua do
Trapiche n. :t, primeiro andar.
Vende-se farinha ilo Sania Calharinn, dila de
S.in-Malliens.editada Ierra em sacras c mesmo a
rclalho, p.>r preroroiumodo: no armaem da rua
do H.inji'l n. 21.
No secundo indar do sohrado n. \\, na rua da
Cadeia de Santo Antonio, vendem-se coeiros horda-
Mus dematis; eaprompuriHe deencommenda (oda
tpialidade de bordados o tthyriullios com perfeiro
c prec commodo ; # lamhem hordam-se rlleles.
Vondc~*e umcr.'indenilio n esleda dos Afllic-
los, (piRsi defronleda isreja, o qual lem muilas ar-
vores de frucias, ierras de ptnlagoe, haixa para
CHpim, o catia du vivenda, rom haslanle* commo-
dos: qnem o pretender diiija-se ao mesmo niliu a.
enleuder-se com o Sr. Antonio .Manoel Je Moraes
Mespiila riineiilid, ou ,i rua do Crispo n. l:(, nu
le seda paras'iihora, a G^ODIlrs.,
icosdeseda p.ira senhora, a3SO00rs., dilos de
dita para dila, a AfOOOrSo, ditos de goflo para me-
nina*, u SOrs., toncas de liuho para ha plisado, a
l?2IKI, sapalinhos de casemira bordados para hapli-
sailo, a 1SJI00, camisas de cores para homem, a
res.
No armazein da travesea da Madre
de Dos n. ), e noarinazenideJose loa-
auim Pereira de .Moli, no caes da Alian-
aega, vende-se (arinha de mandioca de
superior qualidade.
Moinhos de vento
com homhasde repino para reuar horlase hai\as
de rapini, na fundicao de I). W. Bowmau: na rua
do Brumas,ti, He io.
Sedas modernas.
Na loja do sobrado amnrello, nos quatro cantos da
rua do Quelnudo n. 21, lia para vender um rom-
pido sorliinenlo de sedas para vestido, sendo lisas,
forla-core, do quadros, eeeeaaas, decores com fio
res brancas; assim como lem seda lisa, furla-co
res, para c o vados, tudo por preco cominodo.
,Ni rua ilo Colleaio, casa a, 21, Se-
gundo andar, vende-se um excellentees*
cravo, crioulo, bastante sadio e robusto,
propro para todoequakiuor lervco, ou
pura embarque, |>or .ser de boa figura :
tratante dan 1) horas da manhaa as (da
tarde.
Lencos de cambraia i]c liuho, linos,
*400rs.
na rua do Crespo, ja da esquina, que volla para
a Cadeia.
Vende-s o verdadeiro champagne
em gi{[0s, do mellior possivel, assim
como vinho de lordcaux, hranco c tinto,
cm barris; como lambem chocolate frun-
ce/, da melbor qualidade que tem ap-
parecido, tudo cliegado ltimamente de
Franca, epelo preco mais barato, do que
em outraparte : na ruada Ccu&n. primeiro andar.
Vendem-se lardos de fumo de pri-
meira qualidade, para charutos, ultima-
mente chegados da Baha pelo preeo
mais baratodonuccm nutra parle; assim
como um restode charutos du Bahia, que
sevendein por preco baralissimo, que he
para se lechar contas : na rua da Cruz.
ii 2(>, primeiro undur.
^S^e^a^jM.* 99#4>#:9#e)S9
Para guarda nacional.
W fia loja do sobrado amarello, iim quatro W
caulos da rua do Quemado u. 9, vende-se ^
:" panno a/ul, proprio para fardas de uuarda W
3$ nacional, haveudo de varias qualidaden, e W
por prcc.0 muilo commodo.
escriplorio do padre Antonio da Cut
mi nn
-% \ en den i-se apparehos para rh a/.ues, nWos
e cor de rosa, dilos para mesa de janlar de diversas
cores, pralos aises de mes^iefrucia, o d-se aguiso,
ouriuoes com lampa, bacas auies com jarro e sem
elle, dilas pinladris, e chicaras uvuho azues, roxas
e edr de rosi, manlega in^lexa e (ranceza, vinbo
do l'orto euKarrafddo, velbo, dilo de Kisboa, a .'120
rs. a Ksrrafa, Fi^ueira, e oulros abjeclos por preni
mais commodo do que em onlra qoalquer parle:
ilefrimle da m ilriz da Boa-Visla, esquina que vira
I.i-;i o Hospicio n. ks.
Vende-se uma nenra, bonita figura de 13 a H
e Figuei-1 iinoi, Iwa para habiliUr-sea qualquer servico : na
Fugio do enftenho S. Jos, 13 do corrente
inez, a escrava Calhariua, crioula, que repre^nla
Irintae cinco anuos de idade, edr prela, alia, secca,
rosLo comprido, lesta escauleada, nariz chato, bei-
ros srossos, pos Krandes, e (em as costas da m n>
direila uma eicalriz deferida: quem a appreheuder
e leva rao dilo euqenho, receber a gralih'carwo
de ."i4lCMNN> rs., do seu senhor Francisco Joaquim
da Korha Falro.
No dia 12 de selembro prximo pinado, fu^io
do enuenho Boa-Vs(a, de Goianna, uma escrava de
nome Mara, pcrlencenle ao abaizo assii{uado, pnr
baver arrematado-a em pra^a, cuja escrava lem os
sisuaes seeuinles : edr fula, de altura recular, den-
les perfeilos, lem sobre o hombro esquerdo uma
marca de fogo do lamanho de um palmo demo,
cor mais fechada, que a natural, e mais elevada que
a culs.e he muilo baslanle este sismal de foKo.toma
cachaba, e fca baslanle espritada.e mesmo sem ella
be ludir,lmenle r-peri.i. muilo bem feili de pos,
levou vestido de chita rdxo ja desboladoe de baba-
does, e outro dito hranco : quem a pegar leve-a mi
udsmo engcuho ou em Ilapissurema na comarca
de Nazarelb ou no Keeife a Manoel Jco de Se
Araujo, que ser senerosamente recompensado em
qualquer parle que a entregar.
.le.rnndre Correa de Castro.
No dia (9 do crrente, desappareceu urna pre-
(a de n.n.'.Hi. idade 40 anuos pouco mais ou menos,
fula, baixa eclicia do corpo, olhos aboloados, eo
esquerdo doenle: levou veslido de chita com lislras
marellas e saia encarnada lambem de chita, e pan-
no da cosa com malimes pela beira, j velho: ro-
sa-se as pessoasque a apprehenderemdealevarao
Trapiche do Barbosa, ua raja do Corpo Sanio, n.
II, que se promeUe gralincar com Renerosidadc.
iN'oda22de selembro prximo passado, na
occasio em que se embarcaram uns escravos par^ o
Kio de Janeiro, dentre elles evadi-se um crioL.o
por nome Geraldo, de 2G annos de idade pou:o
mais on menos, edr muilo prela, e bom corpo, I-
gnraa barba, e (em sobre um dos pes uma cical;,iz
que alravessa o mesmup junto aos dedos, de yin
pao que sobre o mesmo cabio, ou roda de carroca, o
j foi surrado; ao priucipio andou aqu pela ciya-
de e suburbios, e agora foi visto no caminho do Ca-
li indo para os Afoaadinho* ao p da villa; esse <-
cravo foi du Manoel Verissimo Correa, morador
Afosadinhos, e o veudeu aoSr. Joaquim Aurelio l'e-
rera deCarvalho, cujo escravo foi remedido por es-
le, p-iMiin querer aturar mais as peraltadas desse
neuro,remetleu-o ao Sr. Francisco ?ires,para o \eu-
ler para fora da provincia, e esle assim o fez, em
cujo embarque fugo: quem o (rouxer leve-o ao ar-
mazein srande. n. 3, do Caes da alfaudega, ou a
irmino Jos Flix da Kosa, que est aulorsado pe-
lo dono que boje est noHio de Janeiro para o ha-
ver, e remeller ; esle mesmo paga olrabalho da pos-
a que o entregar.
Anda conlina a estar fgido o prelo que em
II de selembro prximo passado, foi do Honleiro,
a um mandudo no engenbo Verleule.acompauhando
urnas vaccas, de mando do Sr. Jos Bernardiuo
Pereira de Brilo, quo oalugou para o mesmo fm, o
escravo he de nome Manoel, crioulo, baixo, groiso,
emeiocorcunda, rom a barriga grande, lem um si-
tial grande de ferida na perua direta, edr preta,
nailegarcmpinadas para fra,pouca barba,lem o ler-
ceiro dedo da rnAo direila encolhido, e falla-lhe o
quarto, levou vestido caira a tul de zuarte, curaisa
de ulgudlo liso americano hranco, norm levou ou-
tras roupas mais Unas, bem como, um chapeo prelo
de seda novo, e usa sempre de correia na cinla :
quem o pegar leve-o na Capunga, sillo de Komflo
Antonio da S'lva Alcntara, ou nesla pr,n;.i. no
largo do Pelourinho, armazein de assucar ns. e 7
de HomAoiX Companhia, que sera recompensado.
-No da 1 do corrate desappareceu um prelo de
nomo Anlnnio que foi ou(r'ora escravo do finado
Maciel, depositario geral, o qual lemos sgnaesse-
(ruintes : baixo. cheio do corpo, olhosavermelhados,
filia baixa e descanradi, pisa mal |wr ler cravoa
nos pes, rom uma coroa na cabera, proveniente do
ler andado a vender pao, quem o pegar leve a rua
das Cruzes, u. (H, primeiro andar, ou na loja do
mesmo que ser recompensado.
Desappareceu no_dia 2S do roez passado, o
prelo Marlelia'- _'_' anuos de dide, he crioulo,
-ri-fi du i ., roslo comprido, orelbas pequeas,
costuma andar c fallar de vagar, faz um geilo com
os heicos para, o lado pouco visivel, ja foi surrado
quando foi escravo de engenbo, levou calc.a e ca.
iui-.i de algodln azul, julga-se ter lomado para as
liandas do norle, por j ler morado nos suburbios
de (ioianna em o engenboMoae, e depoisdo Ta-
quara. o mencionado escrayo foi pegado em o etige-
iibo Mansope pelo adminlltrador nbo, o esse o remetleuulgemado para o Recife por
mu ferreirodoeneenho, oqual.lirou-lbc as alcnuas
e as Iranrnu em um i braco, coro as quaes fugio u
prelo, perlo de Oliuda, noticia esta colbbla do mes-
mo administrador que o remelleu; e romoconsle ha-
ver pessoas que conscnlein escravos fgidos ein suas
t ;is,i-, ulilisando-se do seus servaos, o Sr. do dilo
escravo protesta jusli^ar qualquer pessoa quo lal
crime comcmla, roga-se as autoridades policiaes e ca-
pules de campo, e pessoas que delle lverem co-
nbccimenlo a sua apprehenco.quesugralificara ge-
ncrosamenle.
Attencao'.
Anda conlina andar fgida desde o dia 12 de
novembro, a mulata de nome Bernardina, que re-
prsenla ler naes seguinles: cor alva nvermelhada, rosto com-
prido, naris grande, olhosum lano pequeos, ca-
bellos crespos, lem bstanles maurhas de panno pe-
lo corpo, bracos e cosas, altura re&ular, um lano
cheia do corpo,c tem asnillos Ireraulasquandopesa
em qualquer cousa ; levou veslido braoco, chales
do quadros encarnados c rdxos, tpalosdeennro, um
panno de la encarnado c branco, e mait alguna
roupa ; a dila escrava hefilha de Goianna, eU lem
alguna prenles, e j por 3vezes te (em visto andar
por l,eem Cruangy aonde lambem lem prenles;
porlanlo, roga-se as auloridadespoliciaet, capHUes
de campo, ou qualquer pessoa do puvo, de appre-
bende-la e leva-la a Camboa do Carmo n, 38, pri-
meiro andar, ou rua da Cadeia de Sanio Anlnnio
u. >, primeiro andar, que se dar muito boa gra-
(iticaro.
Desapparecern) nafandic^od'Aurora.nanoile
de 19 de agosto, os prelos Miguel, Angola, idade t'>
anuos pouco mais ou meuos, estatura regular, sec-
ro do corpo. roslo marcado de bexigas; Manoel, Con-
so, idade 30 annos, baixo, um lano cheio do corpo,
levou calca de riscado d'algodao, camisa de madapo-
|io, bonule, chapeo de sol, ambos fallam desranc-
do, e nilo leem barba. Suppoe-so lerem sido sedu-
ehloa : roga-se a quem os apprehendor ou delle li- ,
ver noticia de dirigir-se amesma fundiefloque sera
bem recompensado.
Do ahai\o assignado, fugo no dia 13 do |''<'-
sado, um escravo, crioulo, de nome Ignacio, tem o
ofilrio de carreiro, etlalura baixa, roslo redondui
|Minca barba, o 11 ios grandes e alguma cousa vermt-
bos, porm rio muilo vivos : levou camisa eralC-i
de algodo azul: rog# a quem o pegar que o (raga
ao engenbo Rodrigues, na Yeguezia de S. Loarenro
da Malta, ou na rua ua Cruz do Recife n. io, que
ser recompensado.
Sebaitiao Antonio Pae* Brrelo.


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