Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02251


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Full Text
AUNO XXIX
QUINTA FEIRA 20
DIARIO DE
OE OUTUBRO DE UJ5S.
N. 237.
PMMMBMO.
IHIfO DA SUBSCBriJAO'.
Subsoreve-se 151000 por anuo, e 49000 por
quarlel pago adianlado, e 90O por quarlel pago
vencido, na casa do sen proprielario, M. Figueira
de Furia, ua prara da Independencia, rm. 6 e 8, e do
Rio de J. casa do Sr. JoaO Pereira Martina.
Babia a a a F. Uuprad.
M arei n .i u Joaquira Bernardo Meudonra.
I'arahiba a a a Jos Rodrigues da Cosa.
Natal a Joaquim lunario Pereira.
Arara ly a u a Antonio de Lentos Braga.
Ceara' < < (iuilherme Augusto de Miranda
MaranhaS a a Joaquim Marques Rodrigues.
Para' i a Justino Joso Hamos.
CAMBIOS DI19DI OUTUBBO.
Sobre Londres 27'/' 80 d.
c Pars,::.
a Lisboa, 95 por centn.
288.500 a 299000
...... 168000
..... 169000
..... 99000
...... W30
..... 19930
...... 19800
Ouro. Onras hespanholas .
Uoedas de 69100 vdlias
< de 69tO0 uovas
n de 49000 .
Palaces brasileiros. .
Pesos i iiliiiini.'i 1.1- .
a mexicanos .
Acedes do Banco. .
Descont de Ledras .
Prala.
NOTICIAS XSTBAMOEIBAt.
Portugal .
Ilespanha
Franca. .
Blgica .
Italia. .
Alemanlia
Prussia. .
Turqua .
Russia.. .
Dinamarca
30 de Setb.
. 19 de >
. 23 de
. 21 de
19 de >
20 de
20 de >
13 da
i 16 de v
16 de
Austria .
Inglaterra.
Suissa .
Sueria. .
E. Unidos.
Meiico. .
California.
Chili .
Buenos-A .
Moulevidec
21 de Srtl.
24 de
21 de
15 de
7 de >
1 de
18 de Agoa
27 de
27 de Setb
1 de Oul.
MOTICIA DO OOmiO.
S. P. 'Snl .1 de Setb
S. Paulo .. de i,
Minas.... W de
R de Janeiro K) de Oul.
Baha .... 14 de >
Para' 16 de Selbr
MaranhaS 20 de
Ceara'..'. 24 de >
Parahiba. 13 de
Alosnas 1 de Oulb
* PARTIDAS DOS COnBEIOS.
Olinda, lodososdias.
Victoria, nasquinlas feiras.
Caruar,Bonitoetiaranhuns, nos diasl el.'..
Villa Bella, Boa-Visla, En eOricury,a 13e28.
Goianna c Parahiba, segundas e sellas.
Natal, quintas feiras.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Eduvi-
ges duquea.
18 Terca. S. Lucas E-
vangelista.
19 Quarla. S. Pedro de
Alcntara.
20 Quinla.S. Joo Can-
ci.
21 Sexta. S. rsula e
suas rompanheiras.
22 Sabbado. S. Laudis-
lo.
23 Domingo. S. Jo3oC.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Relarao'
tercas esabbadns.
Fazenda
tercas eseilasas lOhoras.
Juizo de Orphaos
segundase 5. as 10 horas.
Primeira vara do civet
Ierras e 6. ao meio-dia.
Segunda vara do civel.
quarlasc sab.ao meio-d.
Oulubro 2 La nova as 7 horas, 47 minutos e
31 segundos da tarde,
a 9 Ouarlo creacenle a 1 hora, 5 mi-
. nulos e 37 segundos da larde,
a 16 Loa eheiaas 10 horas e 11 minutse
37 segundos da larde.
a 25 yuarlo raingoanle as 2 horas, (9
minutos e 31 segundos da manhaa.
PIIKAKAB. DE HOJE-
Primeira os 6 llorase54 minutos da manhia.
Segunda as 7 horas e 18 minutos da tarde.
l
PARTE 0FF1CIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
Expediente do da 6 de dexembro de 1863.
Ao primeiru secretario da cmara dos Srs. depu-
tadof, comrouncando que, entrando a secrao dos
negocios do imperio do conselho de estado, em con-
sulta de 8 dejulho do corrente aono, na duvida de
serem as assemblas provinciaes competentes para
legislar obre impostes municipaes, quando a ini-
posicao lenha de reeahlr na importac^u de gneros
de nutras provincias, circunstancia que ali.-isse* ve-
rifica as disposicOes do arligo 2.- S 1.- n.* 8, $ 2.*
D.'6, e4.' n.*5doaclo daassembla legisla I iva
da provincia do Mallo-Orosso 1K5I, sob n.* 9, por se eslabelecerem all, a titulo
de iinposhw municipaes, direitos de imporlacAo so-
bre canias e frasqueiras de lquidos, viudo* de San-
Pauto e do Para ; e ronvjndo que por acto lesi-dali-
vo geral se resolva aquella duvida, e (irme o direi-
to sobre a materia, Iransmille-sea inclusa copia da
referida consulla e da le provincial, a que ella se
refere, para que sendo ludo prsenle .i cmara dos
Srs. ileputados, quando reunida, poflM a assemhla
geral legislativa deliberar a respeito como julgar
acertado.
MINISTERIO DA JUSTINA.
Decreto n. 1236 de 38 de aetembro de 1863.
Separa o termo d'Ega, dos da barra do lito N$pro
e Ifarcellos, da provincia do maznos : crea
tielle um juiz municipal, i/ue acrumular as
funcroes de juiz de orphdos, e marca o respec-
tivo ordenado.
Mei por bem decretar o seguinle :
Arl. nico. O termo d'Ega, fica separado dos da
barra do Kio Negro c Barcellos, na provincia do
Amazonas, c -ni. a jurisdico de um juiz munici-
pal e de orphaos, que venier o ordenado animal
de um conlo de res, revogadas as disposicics em
conlnrio. Jos Tbomaz Nabuco de Araujo, do meii
conselho, ininislro e secretario de t stado dos nego-
cios da jusllca, assini o lenha cnlendidu e faca e\r-
cutar. Palacio do Rio de Janeiro, em 28 de Miem-
bro da IH>"i3., tricsimo segundo da independencia
e lo imperio.Coma rubrica de S. M. o Impcra-
rfor.Jos Thomaz Sabino de Araujo.
gundn batalhao dito dito, Francisco Jos da Con-
ceicao.
Mejor commandante da scelo do batalhao da re-
serva do municipio de Campias, Jos de Campos
Souza.
Major commandante do balallio da reserva do
municipio de UraiMnca. Jos Pinto de Camargu.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Decreto n. 1236 de 28 de tetembro de 1853.
Marca os vencimento* dos carcereiros da< cadeias
das villas do /to Preto e do Dezemboque, na
propnela de Minas C.craes.
llei por bem decretar o seguinle :
Arl. nico. Os carcereirus das cadeias das villas
do Kio Prclu o do De/emboque, na produca de
Minasteraes, lerao rada um o ordenado animal de
6O3OOO I!. Jos Tlioma/. Nabuco ilc Araujo, do meu
conscllio, ministro0 secretario de estado dos nego-
cios da jnslica, ssim o leidia entendido c faca eje-
cutar. Palacio do Kiode Janeiro, em 28 de setem-
bro de f S"> Irigcsimo secundo da independencia e
do imperio.Coma rubrica d*S. M. o liiqierador.
Jos Thomaz Sabuco de Araujo.
Decreto n. 1237 de 28 de tetembro de 1863.
Iteriarat/ueluija na provincia do Paran um che/r
de policio especial.
liei por bem, na conformidade do art. .V do re-
glamento u.IJOde 'I de Janeiro de lUSi, decretar
" seguinle : 1
Art. nico. O cliefe de polica da proviucia do
I" m .(ii.i seni especial, o nao accumulara as funrriVs
de juiz dedireilo. Jos Tbomaz Nabuco de Araujo,
do meu conselho, ministro e secretario de estado
dos negocios da juslira, assim otenba entendido e
faca ctecular.
Palacio do Kin de Janeiro, em 28 de selembro de
1853, tricsimo segundo da independencia c do im-
perio. Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Jote Thomaz Sabuco de Araujo.
'***?*"'*"
Decreto n. 1208 de 28 de tetembro de 1853.
Declara t/ue hoja na provincia do Piauhy, um
che/e de policio especial.
Ilci por bem decretar o secuinle, em conformida-
de do arl. .- do regulamenlonumero 190 de:.I de
Janeiro de 18,2!
Arl. nico. O cliefe de polica da provincia do
Piauli>, ser especial enooccumular.i as funcc/ies
de juiz dedireilo. Jos Thomaz Nabuco de Araujo,
do meu conselbu, miniilm e secretario d'eslado dos
necucios da juslic,a, assim o lenha entendido e faca
e\ ocular.
Palacio do Km de Janeiro, em 28 de s^tembro
de 1853, trigsimo segunde da independencia e do
imperio.Com a rubrica do S. M. o Imperador.
Jote Thomaz Sabuco de Araujo.
Por decreto de 8dcoutuliro crrente foraiu no-
meados :
Commflndflnle superior da guarda nacional dos
municipios de Campias, Bragjnca, Alibaia, Na/a-
reth, Jundialiv e Constituirlo, da provincia de S.
Paulo, Jos Franco de Andrade.
Major cummandaule do esquadr;.nde ea\.il).tih
do municipio deCampiflas, Joaquim QuirinO dos
Sanies.
Major commandante do esquadrao de cavallaria
do municipio de Itragauc^a, Joaquim (loucalves de
Ol i v eir.
Teoente-coronel commandante do oilavo balallia*
do infanlaria do referidocomin.indo superior, Anlo
uio Francisco ile Camargo Andrade.
Teen (e-corone I cominaudanledo nono hatalliao
dito dito, Jos Mara da Crux.
Tenente-coronel commandante do dcimo blalliai
dilo dito, Joaquim'tioncalves da Cunlia.
Tenente-coronel cztinmandaiite do decmo-pri
meiro batalhao dito dito, Antonio Joaquim Pereira
Cuimaraes.
Teneule-crronel commandante do derimo-se
Expedanle do da 22 de tetembro
A Ibesouraria du Ceant, em vista duque requercu
AoROJla (-irlos de Amorimt.arcia, sobre declarar-
se a Ibesouraria nosearliar elle compreliendido na
responsabilidadede qnelrataa ordem de II demaio
desle anuo, vislo provar ler sido elle quem, na qua-
lidadede inspector interino, (naiidira promover
etecufAo contra Anloniu de Oliveira Borces pela
quanlia de l:500>rj,, em que se arhava este alean-
;ado para rom a azenda nacional, COUO arrematan-
e de dijimos da frecue/ia de Canind, no anuo de
1834, 18.V ; ordena-se que a Ibesouraria declare
quaes os fundamentos que leve para o incluir na
sobredil.i responsabilidad? ;convindo por esta occa-
lilo informar a respeito de toilos os nato que nao
enmpriram o seu dever. qur entregando o lilulo arrematante sein precedencia do pagamento, qur
demudo de ordenara exeoucAo, afm de que se re-
solva quaesos emprecados qnedevcm ser responsa-
bdisido*, na foiu.i da MipimiUla ordem.
A' le Santa Calbarna, participando ler sido
indeferido o recurso inlerposto por Jos Bonifacio
Caldeira de Andrade. Secundo o reunlamcnto de
I") dejnnliodel8H,olancamenloloim|Kisl..wbro
lujas deve sers um, quer tenlis por base o alucuel
da casa para o pacameiito da quola de 20 por ren-
to, qur u fundo capital do eshdielecimenlo para o
da patente, c comprdirndu alias diversos genero*
de negocio, 011 Occopfl mas lo um pavimento ; por-
que no primeira eaendever-e>ha allender ao inaor
alucuel em reanlo As parte: do edifino orcupadas
pelo negocio ; e no seuuudo dever-se-ba recular a
patente pelo capital emprecadn nos dfTerenlcs mis-
teres ; sendo todava condirao essencial, que ludo
sepossa comprrbcnder em urna s casa de commer-
cio 011 loja, lano o sobrado como o pavimento ter-
reo, leudo ambas as meninas enlrad.is csabida<, vis-
lo como o imposto rrcahe sobre cada loja e nao so-
bre rada venero de necorio. Se porem no mesmo
pavimento terreo o do mesmo edificio mais de urna
loja existe, anda que prrlencenlc ao me-mo dono e
de cual seero, masque eslejam de factoseparadas
por partesdiflerenles, nu di\is.odo edificio, romo
aconlece coma do rerorrente. be f..ra de duvida,
que em (al raso, o lancamento deve ser dislincto e
reculado pelo alucuel de cada lima das lujas, ou pe-
lo fundo que se arbitrar a rada urna, segundo a for-
ma do imposto que lite competir. Com quanlo pois
linio o recoci do recorren le ocrupe pavimento
Ierren, comludo, leudo elle doaslojai dtollOCUs, se-
paradas por paredes e portan, secuc-se que o lanca-
mento deque recorreu, fui frito em regra e nosler-
nms do reculamenlo citado.
2.' U'enlre essas pessoaa serauadmitlidase ble-
nlo preferencia na dislribuie^o das acciea aquellas
que totalitariamente se obrigarem a dar, para op-
porlunamente ser applicado ao melboramenlo das
calcadas da cidade do Itio de Janeiro, um premio de
.0 por eenlo sobre o valor nominal das aceces que
obtiverem.
3.' Ninguem ser admillido a assgnar por mais
de duzenlas arroes, e ncn mesmo poderu assgnar
esle numero se na primeira subscripcao tiver assig-
11.nl" menos.
4.' A rommisslo poder recusar as asslgnaluras
de subscriptores que presuma assignarem em scus
nomes arcoespara uulrem, e limitar os pedidos evi-
dcnlemcnie superiores furlunaprcsumivel du subs-
criplur.
."i.- LogoqtM O numero dM arenes subscriptas e
tacetas pela rummissan li\er ebegado a :l0.000, dar-
M-ha por hn.ra a sub-rripnlo, embora mo esteja ler-J
minado o pra/ode tres das marcado as iustrurcoes
de i I de acost.
ti.- Se porm, lindo 0 primeiro prazo, 11A0 eslive-
rein subscriptas todas as :10.()H) aceces, ser elle
prorogado por igual numero de das, e durante esle
novo prazo a cnmmis*ao admitlir quaesquer pessoas
a subscrever para oblerem .ic^ies debaixo da mes-
illa condiraX rondante, porm, que a ninguem possa
locar mais de ~*H), entrando nesle numero as subs-
criptas durante u primeiro prazo.
7.' As aeces que licarem |or distribuir depois
le lindo esle secundo prazo, reverterilo para o DO
o banco, na forma do art. "."> dos respectivos esta-
tuios.
8.' Terminada a subscripcao na forma dos para-
graphos antecedentes, a rommisslo organisar a lis-
ta dos suliscriplures, designaixlo o numero de acc/es
que competir a cada um delles, e a far publicar
pelos joma es desla rapilal, convidndoos dilos subs-
criptores a llie entregarem, no lugar para isso do-
sicnado, a imiHirtaiiria do premio das acres que
Ibes rouberem no termo de oito dias improroua-
FOLHETIM.
FERMMODIPESSIS
MEMORIAS DE M MARIDO (*)
-.., rj x .ilJtilJ ., J ,'JI,
M'.i.l Mu PAKTE.
XXIV
Minlia penna rfeusa reprodorir a rorilinuariio ila
n.n 1 ,1.,'ki de Cesanta, clieia de um cyuinnio ao mes-
mo lempo doloroso e lerrivel. Ella nao pou|.ava
iicmal.riilaliil.nle, neni a baiteta, nem a nlireni-
dade dos lermos, aflm de tornar-me, por assim di-
ur, sensivel, palpavel a degrailnro horrenda, na
qual rahra em consequeocia do meu abandono e
da miseria.
As causas da morle do nosso fillio, e essa mesma
morleque leve tusar cinco mezes depois de seu
nascimento, fzeram-ine estremecer de espanto.....
Oovi esa miilher mo^a e bella, elecanlemenle
mentida, e assenlada sobra a seda de um movel dou-
rado nesaa sompluoso oratorio, onde ludo lembra-
ya senlimenlos de piedada, ouvi-la contar seme-
llianles fados em tal linguagcm era para dar verti-
cem a qualquer.
Julgava-inv si^b o dominio de um sondo liorrivel
dizendo a mim mesmo que esa rrealura era mi-
nlia mulber... linhao meu nome...
Ainda islo nlo foi ludo, madama Duplesst* refe-
rio-me com um augmento de ineioravel cyniSmo
*m que lugar e de que maneira mnlieccu o senbnr
JelTerson em Parta, antes de partir com elle para a
A nierca ; conluu-me porque encadeamento de cir-
cu instancias induiio-o a casar comelli; estaar-
rarao excedia quanlo o lio de Jobo me dissera do se-
nlior JefTerson. Depois desla reeltffo, depoto de
l'i iitar-mo ssa vida sem nome lio interior, e honra-
() Vide Diario a. i|j.
10 de oulubro.
Illin. a Eira. Sr.Cnnslando polo oflkio quoem
dala de ;H) de srlcinbro prximo pnssadu me dirigi
.1 rommbsSode que V. Exr. lio presidcDte, que ella
rrcebera nos .lia 13, Ki o 17 do mencionado niegas
nlanalorasda 1,760 pnaoas r 1,337 carias, o que
prefai 3.087 prelendentet 'il,:!!".;. arcOeado novo
banoo ; o que ipeur la eliminadlo, que em ronfor-
mldade das Instrureoes reseadas de 3 do mesmo
me/ li/.'r;i de 33S prelonilcnles, acnonislas dos ban-
cos exilenle-., ainda assim o numero rstanle de
prclendonles era .le -.'.Tr.J. a..* injaes a ronimissjlo
lulnva poder allender pela n.....eir constante da
nula que aroinpaiilion o suprarilado ofllclo, enten-
d queo objerlo dovia ser reconsiderado : porquan-
lo |H.r um lado parece que o plano de dislribuirao
que a rnmmissao aprsenla de eonroriniladp rom as
insiruerr.es recebidM lem o inronvenienlc riit sde
inulilisar grande numero do volns dnsqiic devem
competir, segundo os eslalulos do banco, < 30 mil
icn'.e- que lem de ser distribuidas, romo de vedar
que os noves prelen.lcnles se bal.ililem pelo nume-
ro de aceMS adquiridas a |io.lereiii ser eleilos para a
direrloria, c por oiilro, lambem parere dlflkll pret-
crever na aclualiiladerpgrasdc preferencia (pie as-
segurem o leerlo das escullas, e livrem a commis-
sSo de injusto! clamorea dos eliminados. Conse-
quenlemenle liavendo ponderad., a Sua Mage-lade
o liiqierador que as arrala distribuir liiibam na
estimaliva coromnm um valor superior ao nominal,
valor que anegaran lucro cerln iquelles que as
ol.livessem, e molivnva a sua exeeoiva demanda,
julgnu o mesmo aaRUSlo seubor que o benefirio rc-
sullnnlc da distribuirlo das referidas acres devia
reverter em proveilo .1.. publico, e nao de alguns
iianirulares a quem fossem dtalribuidaa pelo seu va-
lor nominal, e ordeiiou-me que reTOSasse as ins-
trucrK-s de .'Ido me/ prximo nasudo, e formulaste
oulras rom o fim de >e obler pela dislribuirao das
arenes um premio de II) por eenlo sobre cada una,
desuado no mellioraiiieulo das raleadla da cidade
do Rio de Janeiro, e dado voliinlariameiile por a-
qnelles dos subscriptores que quizerem obler pre-
ferencia na dislribuirao. Eslas inslrucre sao as
que jimias remello a V. Exc, para que'as fnra ob-
servar fela roiniiiissao de que lie presidcnle ; es-
perando do patriotismo de V. Exr. p dos membros
daquella rommissao que deaempenhar ala nova
ii.ciiiiil.eiiria com o mesmo zclo com que ale aqui se
linmeram.
lieos guarde a V. Exc. Paco 10 de oulubro de
Hikl./ 'itrondrde Paran.ir. francisco Jos da
Roelia.
Inslrutre* i/itr aaimjianlimn o arim denla data.
i.* A eommbsanabrir doti tubacrlpcjio, rag-
llMo-ta nesla parle pelas inslrurriwsdclll de agos-
to do tomle anuo; nao admillimli., porm. nesla
HDsenpcjo seno as pessoas que pessoalineule, |M>r
carias iiu proruraries, eoncorreram na primeira
sulKcripc^o.
Oda um dos subscriplores rerebera, para llie ser-
vir de lilulo provisorio, iiniconberimenlo assignadn
por lodos os niin.lii.is da commisso, no qual se de-
clare a qiianlia paga c o numero de acres a que
corresponde.
!l.* rindo o prazo de oilo dias, a commisso for
mar urna lista dos subscriptores que obtiveram pre
ferencia e liverem salisfeilo as quanlias devidas pelo
premio das arcos com que foram conlemplados, e a
enviar ao ministro da fazenda.
10. <>s subscriplores que deixarem le pagar no
prazo declarado no JS'u premio eslabelerido no !j
2- perdern u direiloas arcies quo Ibes liouvrrem
sillo distribuidla, as quaes reverlerao lambem para
0 novo banco.
11. O produrto das doaces sobre o valor nomi-
nal das arcos que fnrem dislribiiidas na forma das
prsenles insiriirctessor rcrolhido ao iln-uiir.. na-
cional, .. medida que fr sendo rerebido ..-1.1 com-
inissi.i, e ah esrhplurado como deposito para ler
opporlunameiile a applicaciio declarada no -1;
Kio .le Janeiro 10 de oulubro de 1853,I itrnnde
de Paran.
da no eilenor, porquanlo o senlior Jellorson rere-
bia em sua casa a iiirllmr genle de l'aris, e a repu-
Isro do sua mulber permanecer pura, depois de
di/.er-mccmlim porque prero merecer serum .lia
a unir berdeira dos bens imiiiensosdesse linmem,
bens que ella nao me enrobrio lerem sido adquiri-
dos por meio das manobras mais criminosas, mada-
ma Duplessis acresrenlnu :
Tal era, pois. inhiba .nl.i! Eu me iporMcoa
va na arle de una profunda e mpenclravcl liv|io
rrisia, porque linlia sabido de sua viiivcz t d su:
ruina, Fernando Duplessis. Dizia comigo mesma
Jelfersnn he velbn c eu mora, liei de sobreviver-
Ihe, hei de berdar sua fortuna, eum dia vira tal
vez, dia feliz! em que sendo viuva, ainda bella e
pnilerosameiilcrica, poderei, i forea de ardis, de
dissimula^ao c de astucia, fazer que case comigo
esse miseravel vaidoso, que me achnu muilo |Hibrc,
e de mu baixo nascimento para tersen nome. Sim !
ha de casar comigo esse perjuro, que Irahio o jura-
menlfl dado a um amigo moribundo, a quem des-
honrara. Ila de casar comigo esse vil egoisla, que
me repellio, quando ronliada em sua honra [he dis-
se: Smi ni,ii !... lia de casar comigo esse inslenle
libertino, que quiz pagar meu amor alirandn-me
urna degradante esmola I Emfim ebega osle dia 1,1o
impacientemente esparado! Jeucrsom morre I... lla-
lli em lianle voss era meu, Fernando Duplessis !
Eu sabia de sua ruina sabia o segredo de seu falso
lino! sabia que voss mo viva scnAn para o orgu-
Ihoepara a viidadel sabia deseu desenfreado ar-
dor pela opulencia e pelos prazeres que ella propor-
ciona sabia que brevemente chegaria o momento
em que voss leria de escolher entre urna miseria
abjeela e o suicidio. Desde enlAo nada me cusa pa-
ra o linm cxilo de meus pn.jeclos: afleclo a pied.nle
mais fervorosa, consigo grangear a affeicAo de pes-
soas, cuja honra.tez me cobrisse, passo |>or urna
sania, e dous criados liis e seguros sao os nuicos
Juc teem o segredo de miuba vida interior de Id-
os os dias.i. vida bem ponen sania... Juro-u por
Venus 1 Alugo a casa viziuha da sua lia ra de
Courcelles, urna indiscricjo do porteiro, ordenada
por mim, o fiz r.ilnr no l.icn, Tosse er na constan-
cia de meu amor, emprego todos os meios para exal-
iar sua paixAo al ao delirio, juulo de voss coro,
ciiipallidiico, churo, meu corceo bale, iicu seio
MINISTERIO DA GUERRA.
Decreto n. 721, de 28 de Miembro de 1863.
Interpreta o arl. i. da le n. 38.1 de 6 de selem-
liro iJrlKitl.
Iloi por bem sanrrionar e mandar que se execu-
le a aeguinle reeolu(sii da aanmbloa gcral legisla-
tiva :
Arligo nico. .No lempo do servico exigido pelo
arligoquarlo da lei numero .Vi'i, de l de(selembr.
de IH")0. como habililacAo para os accessos.se incluc
a gra.luacAo por lodo aquello em que o ndicial lizer
0 servico correspondeole ; eflerlividade ilo posio
em que be graduado, ou quando a esse posto nAo
correspondern funrres especiacs.
I'edro de Alranlara Kellcgarde, do meu conselho,
ministro o secretario de eslado dos negocios da guer-
ra, eencarregado inlerinamenle dos da marinha, o
lenha assim entendido e fara executar com os despa-
rtios necessarios. palacio do Kio de Janeiro, em 28
de selembro de I8.VI, trigsimo segundo da indepen-
dencia e. do imperio.Com a rubrica de S. M. o
1 .Pedrn de Alcntara llcllegarde.
-------- ,m IsitOJIMSSl
GOVEHNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 18 de oulubro de 1853.
I Hllcio Ao marechal commandanlc das armas,
acensando rerebido o ollicio n. 83, em que S. Exc.
consulla, se devem ser excluidas lemporariameiile,
ou por Ulna ve/, dos corpos a que pcrlcnrcm, as
pracasque se engajarain no |" de selembro ullimo,
para servir na colonia mililar do Pimenleiras, c de-
clarando em rcposla, que parcrendo dever ser des-
ligado do batalhao ,-i que pcrlenrer, qualquer sol-
dado que se engajar rniiui colono ; assim niandou
proreder-se as Alagos a respeilo das pracas ques<
ollerereram pira servir na colonia Leopoldina, con
vm porlaiiloqiieomesmosepralique proviriamente
nesla provincia aloque ogoverno imperial,a rujo
nherimeiilo vai levar o seu rilado ollicio, resolva a
respeilo o que entender mais acertado.
HiloAo mesmo. Iransmillindo, por cpifl.oaviso
do repartirn da guerra de 15 de selembro ullimo
do qual coma h.iver-se concedido licenca para es-
ludar na esrola mililar, ao alferes do 2- balallio de
infanlaria, Jos do Kego llarros, ficando addido ac
I. da mesma arma.Igual copia remelteu-sea Ihe
souraria de fa/enda.
DiloAo mesmo, remoliendo rpia do aviso do
ministerio da guerra de 29 de selembro ullimo, no
qual se declara, quo por decreto de 23 do mesmi
:, se conceden passagem ao allercs do I- bala
IhAo de infanlaria. Amonio Marques de Souza, |.a
.2-da mesma arma c desle para aquello bala-
llio, ao alferes .Manoel Rodrigues Braganc,a.
rambein se remellen copia a Ibesouraria de fa
tema.
DiloAo mesmo. enviando copia do aviso do mi
nisterio da guerra de 6 do crlente, communican-
do que, por decreto de 3 do corrente, se conceden
passagem ao alferes do 4- batalhAo de infanlaria,
Alalina Duarleliodinho, para o segundo da mesma
arma com o exerricio de secretario, e desle para a l-
leiradaquellc halalhdoao alferes secretario, Anto-
nio N mu- Ramos.Communicou-se a Ibesouraria
de fazenda e remetleu-se copia do mencionado
aviso.
DiloAo mesmo, communicando que, segundo
consta de aviso da repartido da guerra, expedido
rm 7doeorreule, deve vir para esta provincia um
dos cirurgies do corpo desaudedo exercilo exis-
tentes na Babia, o qual pode ser aqui empregado
comoconvier ao servido. Igual coramuuica^o se
fez a Ibesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, Iransmillindo, por copia, o avi-
so da reparli(od> guerra de 29 de selembro ulli-
. do qual consta haver-se maliciado addir ao ba-
talhao do deposito da corle, ao alferes do segundo
li.il.illi.il> de infanlaria, Joo Guilberme Maiialb,
queallise acba.Inleirou-sea Ibesouraria de fa-
zenda remellendo-sc igual rpia.
DiloAo mesmo, emomunienndo que, segundo
consta do aviso que remclleu, por copia, expedido
pela i>'|iui iu .ni da guerra em "> do correle, o se-
gundo cirurgiAo, Dr. Anlonio do Nascimento c Silva,
secretario do inspector dos hospitaes militares desla
provincia e da Babia consignara na corle para ali-
mentos de sua familia, lodos os venrinienlos que llie
compeliremTambcm se communicou a Ibesou-
raria de fazenda.
DiloAo mesmo, dizendo que, pela leilura do
aviso que remelle, por copia, expedido pelo mi-
nislerio da guerra em 7 do correulc, licar S. Exc.
scicnle de haver-se determinado, que o alferes do
9" batalhao de infanlaria, JoAo Pedro Regs, fique
na corle addido ao halalbAo do deposito.Inleirnu-
se a Ibesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, communicando que. por decre-
to de 30de selembro uliimo, nos termos do den.
708 de 12 do mesmo mez, segundo constou do aviso
do ministerio da guerra de 3 do corrente, foi trans-
ferido do V Ii,ii.iIIi.ui de artilharia a pe para o corpo
le engenbeiros, o capilAo Francisco Primo de Souza
Aguiar, licando aggregade emqoanlo nao bouver
vaga.Inleirou-se a Ibesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, remetiendo o requerimenlo do-
r.uiirn 1.1.1,.,1-in que osoldado do 2- balallio de infan-
laria, Beraldo Soares dos Keis pede perdo da deser-
yAo que declara ter commellido, para que S. Exc.
iiiformea res|wilo de modo a poder salisfazer o que
se exige sobre semclhanle prelenro, no aviso que
remelle por copia.
DiloAo inspector da Ibesouraria de fazenda,
Iransmillindo, por copia, o ollicio em que o mare-
chal commandante das armas, parlicipou baver no-
meado urna commisso, composla dos capitAcs Se-
haslio Anlonio do Kego Barios, Salusliano Jero-
nvmo dos Rcise do lenle Francisco llenriques de
Norouha para Iralar da compra do cavallos preci-
sos para o coulplelo da companhia llxa de cavalla-
ria.
DiloAo director do arsenal de guerra, para fa-
zer alistar na companhia de aprcndizes daquelle ar-
senal, depois de lavrado o lermo de que trata o arl.
\' do regulamenlo de 3 de Janeiro de 1812, o menor
Joo Albino da Silva, quo foi enviado para alli em
l.'i do corrente.
DiloAo commandante do briguo Cearente, in-
leirando-o de baver expedido as convcnienles or-
den*, ii,ki su para queseja uomeado um oflirial de
primeira linha para servir no conselho de guerra, i
que vai responder o imperial marinbeiro, Manoel
Jos Primeiro, mas lamlieui para que soja transpor-
tado para o MaranhAo, no va|wr que se espera do
s.,1, o primeiro lenle da armada, Jos Pires Mon-
leiro.Expediram-se as ordens de que se Irala.
PorlariaO presidente da provincia, allendendo
au que llie requrreu Manoel Antonio de Moraes, re-
solvc que seja elle admillido como voluntario ao ser-
vico do exercilo, por lempo de ti anuos contados do
dia em que se verificar osen alistamenlo, visto ler
sido julgado apio para o mesmo serviro em inspec-
co de saude, devendo por isso abonar-se-lhe, alm
dosvencimenlos que por lei llie compelirem, o pre-
mio do "i- nos lermos do arl. 3' do regulamenlo,
que baixou com o decrclo n. 1089 de i\ de dezem-
bro do anuo prximo passado.Fizeram-sc as ne-
cessarias commuuica^es.
EXTERIOR.
palpila, meu olhar e minba voz o emhriagam. Nao
e admire do meu raro lalenlo de romediaiile, eu o
irava do meu odio Mas teniendo Irahir esse odio
relirei-me depois de duas cnlrevistas para o con-
vento al ao momento de nosso casamento... Urna
palavra, um gesto involunlarios imdiam abrir-lhe
osolbos, seu inslinrlo de conservaran desconfiava
de mim ; voss suhinelleu-me prova por madama
Ra> mundo, a penelrarAo della me inquielava, mas
sempic triiimpliei. Oh seeu tivesse podido con-
servar por voss a menor piodade, ella se leria lor-
nado um redobramenlo de desprezo e de aversAo,
quando querendo sondar loda a profundidade de
suabaixeza, dei-lhe a rrer, que a heranra de meu
marido eslava reduzida a nada. Immedialamcnle
voss confessou-me delicadameulcsua ruina, a qual
lornava impossivel nosso rasamenlo, voss nAo que-
ra, nobre e generoso rorac,Ao, expor-me s priva-
coes de una existencia precaria n Tranquillise-se,
meu Fernando, llie disseeu. son rica, rica de m-
II'-, e minha lorluua he sua. a Eslas palavras de-
ciiliram de sua sorle, e voss he meu, Fernando
Duplessis! Oulr'nra voss recusou-me insolcnlc-
menle o seu nome boje seu nome me perteuco !
Oulr'ora voss oOendeu-me cruelmente com a of-
ferla ilc urna insullaule osmnla, boje e d'ora em
dianle eu llie farei senlir que recebe de mim salario
romo o ulliuiu de meus lacaios Voss repellio-me
com desdem quando eu ainda o amava extremosa-
mente; mas gozei de suas dores, de sen desespero,
quando depois de fazer-lhe rcvivepum amor mais
rdanle, que nunca, eu cobria com a mascara de
urna casta renuncia o nojo e a aversao que voss me
inspirava E agora, Fernando Duplessis, lomo a
dizer-lhe que me pcrlence... agora torno a dizer-
Ibe que ha de sofl'rcr todas as vergonbas que me
aprouver indigir-lhe.
O dio implacavel de Cesarina servia aos meus
projeclos, por isso contive-me, e respondi-lhe:
Ku: Ouvi-a ao principio com piedade, sim nilo
llie encubro que a sorle horrenda, em que a lancou
o meu abauduno, desperlou-me remoisos, que Ihe
confessei quando nos eucnnlrmos pela primeira
vez.
Cctarina: Miseravel!!! j pede perdao I
Iher sera piedade.,. ______
1 II 1-TT-fs A r
Do Morning Clironiclc de 22 do selembro ex-
Irahimos a seguinle noticia :
TURQUA.
( Pelo lelegrapho submarino. 1
Trieste 21 de srtembra.
ti vapor Lloyd's que acaba dechegara esleporlo
Iraz noticias de Coiislanlinopla al 12 do crrenle.
lina depulacn dos Flemas dizem que aprescul-
ra>ao Sullo duas allernalivasou a declarado de
guerra contra a Russia ou a abdicado do mesmo.
1) lempo concedido ao sulla., para dar a sua dc-
cisAo foi al fcsla do Bairan Kurban, a qual ha
dolar lugar .. II do crranle.
Todavia acrescenla-se que o partido da paz se sa-
tisfara com urna demonslraro fcila pelas esqua-
dras combinadas, e com a demissao do ministro da
guerra.
tlmer Pacha esl em Varna.
PERUMCO.
COMARCA DE SANTO ANTAO .
Victoria \H de outubr dr 183:1,
Na que dirig a Vmcs. em data de 1(1 do corrente
liquei de dar-lhes conla, logo (pie se findasse a ses-
udo do jury, do resultado de seus Iraballios; liei
pois a minha prornessa passo a fazer.
Nao leudo podido reunir-se um numero de jura-
dos, com que se Uzease casa no dia .1 do correle,
passou o juiz de dircilo a sortear 28 jurado sup-
plenlw para complelar o n. de 48, aiuda assim
se pddc no dia 4 alirir a se*wo rom 36 jurados
A m1.!" durou al o dia I i. e por consenninle
houveram 1) dias de trabalho, rxcluindo o domingo,
durante os quaes Toram julga teudo --'(i reos ; o que certamente Toi devido ao bom
desen\olvimen(o, c directo que o digno juiz de di-
reilo, presidenle do jury deu aos Irahalhos do mes-
mo, de sorle que lenho ouvido a minios, que de
I'mii ir- para lora he o jury, que trabalha com mais
rcgularidadc
No dia ) de oulubro enlraram em julgamcnlo os
reos Manoel (abriel da Silva e Manoel Bellarmiiu
da Concedi; aquelle aecusado por crime de ar-
mas defezas, (faca de nonla) e foi roudemnado a 85
dias denrisdo, pro mininodo arligo :i da lei do 2ii
de oulubro de 1831, combinado com o arligo 1! do
cdigo criminal; o esle por crime de o flemas p!iysi-
cas, e foi condeiuuado em um mez, e mulla corres-
|>ondenle a nielade do lempo, grao mnimo do arli-
go -J01 do cdigorriminal.
No dia ."i enlraram em juL-ameno o* reos Ma-
nnel rilippe Sanliauo, Jos Vi.-ira de l.ira eJoao
(oiiraKes da Cosa. O processo do primeiro reo,
subiiido a conclusa o do juiz dedireilo, esle mandn
que fosse devolvido a autoridade procesa me, alim
de ser inquerido o numero de Icslemunhas que a
lei eiiee. O >egundo reo aecusado por crime de
offensas pbvsicas foi condemnadoa um mez, e mul-
la correspondente a melade do lempo, grao minjmn
do artigo 01. O lerceiro reo acensado de rompi-
cidade de furto de escravos (segundo julgameiilo)
foiabsolvido.
No dia fenlraram ero julnamenlo osros, Anna
Suzana (iregoria, por antonomasia Anua Balaio;
M-iim.iI I.ui/. c Traiirisco Flix de S e Mello, |*or-
lusuez. A primeira r necusada de leidaliva de
morle, o jurv negou ler a re (rulado malar a Jose-
I li.i Mara da (.onecico, c alliruiou (cr >fritooflen-
sas phv sicas, e foi coudemnada a um mez de prisilb
e mulla correspondente a melade do ternpo, grao
mnimo ilo irtiuo 901 s O secundo reo acensado por
crime de armas defezas, foi condemnado a r dias
de priso, uro mnimo do artigo, ',] da lei de -*> de
oulubro divo criminal. O lerceiro reo aecusado por crime
de otffatau phisicas. foi condemnado a um meze
mulla corrcspondenlc a melado do lempo, groo mi
nimo do arduo 901.
No dia 7 entrou em julgamento Antonio Kibeiro
do Monle, aecusado de crime de homicidio, foi ab-
sohido. O seu procesa, alm de muilo irregular,
na verdade eslava falto de provas. Ja me ia esca-
pando do dizer-lbcs que, leudo sido lanrado da ac-
cusarilo o drnunrianlc, irm.lo do assas-inado, por
ser considerado inimigo capital do reo. passou a ac-
r ii-.,i'.ni para a promoloria, e o advocado do acaoaa-
dor passou na replica a ajudara promoloria, de sor-
le que em lugar de um arrusador, houveram dous.
No dia 8 foram acensados AnHo Gostodto d(M
Santos e /eferino de Lima Freir, esle be aquelle
individuo que por occasiao de eslar ras-iaiiilo, a es-
pingarda disparou-se e ferio a outrem. que eslava
Irahalliando; aecusado, pois, pelas oflVusas phvsiras,
que ello fe/, foi condemnado a um mez de prisao e
mulla correspondeole a melada do lempo, gra mi-
nimo do arligo _'0| do codiuo criminal. O julga-
mento a meu entender foi justo; porque 0 reo OSO
pode justificar a circumslancia rernmmeiidada no
u. i do arligo 10 do cdigo criminal; islo be, que
elle bavia coinmctlido aquelle crime casualmente
no evercicio de um aclo licito, feilo com atlenrlo
ordinaria. O primeiro reo aecu-adn por crime de
ollensaspliysicas, foi absolvido. N;lo baviam pruvas
no processo-
No da 10 enlraram em juba nenio Antonio Fran-
cisco dos Santos e Manoel Tliemnlhco Mendos, ac-
cusados por crime de homicidio, foram coudemna-
dos.i gales perpeluas, grao mximo do artigo 193.
No dta 11 foram julgadns llainiao Antonio do
Espirito Sanio, e Manoel (iomei Bezerra, ambos
afliancados; o primeiro aecusado de ter feilo oflen-
sas pb\sicas em Antonio Joaquim de Almeida, foi
condemnado a seis mezes c 15 dias de priso, grao
medio do artigo 01 do cdigo criminal! o segundo
por uso de armas defezas, foi condemnado a X> das
de prisito, yrao mnimo do arligo 3\ da lei de fi de
oulubro de 1831, combinado com o artigo i9 doeo-
diio criminal.
No dia \-2 foram acensados Ignacio Joaquim Ri-
beiro e Jolo Sabino Teixeira, de lerem feilo feri-
inentos resullaoles de casi ico excessivo na crioula |
Joaima, escrava do primeiro reo, foram alnolvidos;
o juiz de direito appellou; porque leudo osros
confessedu, que linbam dado a surra, <> iur\ negou
queelleso livi-s-em frito.
Nesse mesmo dia tambero enlrou ero julgamenlo
Manoel Tlioma/ Ir Son/i Lrao. KCUUdo pelo Dr.
I'edro II. I*, de Araujo Bellnlo de llie baver causa-
do -lamn, foi condemnado a qunlro anuos e oilo
mezes. e multa de 20 por eenlo do valor do daino
causado, uro mximo da secunda parte do arlicu
Jitii ilo cdigo criminal. Este julgamenlo foi iniquo
r brbaro*, e lilbn de mesqninbas vinuanras; por-
que Icmln na scsmIo de uovembro de I s'. I o proces-
so entrado em julgamenlo, estando o reo ausente, o
Dr. (aspar, presidente do jury naquelle lempo, por
se baver averbado de suspeilo o juiz dedireilo, por
causa de iuimizade que bavia entre elle, e o l)r.
Bellrio, appellou da sentenca, que havin condemna-
do o reo a dous annos e cinco me/es, e na mulla de
1 \-2 por eenlo do valor do damno causado, grao
medio da segunda parle do artigo :!<., sobo funda-
menlo de nao se |*odcrem dar as circumslancias ag-
cravanles allegadas pelo aecusador c reconbecidas
pelo jurv; approvando pois a rclacAo as razes da-
quelle juiz mandn submcller o processo a novo
ultmenlo. O jury nesla se-san nao sr limiten a
impor ao reo aquella pena, mas sim exeedeu mnilo,
por quanlo impoz aoro a pena de qualro annos,
o mezes e mulla de 20 por eenlo do valor do dam-
io, crao mximo da secunda parle do arlico 2(ii. O
ecusador apresenlou iis doutores Queiroz Barros, e
Cordeiro para fazerem a rru-ica, os quaes foram
incansaveis em reviverem au so aquellas circuros-
lanciasaggravanlesdesprezadas pela relajo, corno
mais duas novas, encabadas a marlello. O julga-
menlo do jury foi couhecido aniecipedarneole, e
houveram alguns juizes dos 12 do conselho, que ins-
taran! for (emente peloreconhecimentn dunreums-
lancias aggravanles, dizendo que com islo nenhoma
injusli^ase faziaaoro, vislo que o Dr. Pedro Bel-
lr.lo (he perdoava a pena, e assim vinha tudo a flear
concillado, islo he, o Dr. Bellrao com o prazer de
perdoar a seu inimigo; e o reo com o perdao, ne-
nlinnu pena sofTrer; e coro eOeilo tudo assim acou-
teceu, pois que logo que foi publicada a senlenra
pelo juiz municipal o Dr. Cirne, que presidio o jury
eoadvogado do reo, ocapitao Jos Severino Caval-
canti de Alhuquerque appellou de dita aeotenca,
foi em seguida apresentada pelo Dr. Cordeiro urna
petleao, ditclarando que o Dr. Bellrao perdoava ao
roo; perdao esle que foi aceito pelo reo, afm de nao
s-iliri to dura pena de qualro annos, oilo mezes e
mulla de 20 por eenlo, que caprichosamente o jury
llie impoz. Esla sesso durou al as duas horas da
manhaa do dia 13.
No dia 13 enlrou em julgamenlo o Dr. Pedro Be-
zerra P. de Araujo Bellrao, aecusado do crime pre-
visto no arl. 178 do Cod. Criminal, fui absolvido.
Eis os Irabalbos do jury.
Na noile de 8 do crrenle- Mannel Severino Fer-
rao, branco, casado, e morador rio lugar Caga-foco
desla comarca malou ao seu vizinho Antonio de
(al, couhecido por Anlonio soldado, sendo o motivo
da morle, o lerem entrado uns cavallos do matador
na lavoura do morlo, e este nflo querer os entregar,
seno depois de vistoriada a deetruirio. O matador
evadio-se, e o subdelgalo do primeiro districtu
arba-se tirando o processo, no qual dizem nilo ter
liavido testemunhas de vista.
Acha-se marcado odia 3 de novembro prximo
futuro para a segunda correr geral do juiz de di-
reito: a primeira deu em resultado alguns proc&-
sos contra alguna funecinnarios, esla nao sei em que
dar. U cerlo be que linni-se algum proveilo das
medidas adoptadas pelo juiz direito na sua pri-
meira correicao.
A farinha ha duas feiras quo subioje lem-se vendi-
do de 00 a 480 a cuia, urna medida de 5 (igellai, os
mais ceneros \.i mais fa'voravcis; o que faz que
n.i" se (orne lao sensivel a caresta da farinha.
Nada mais ha de nolavel; e sou a Ihes desejar
saude com felicidades. Aden*. O l'kloriente.
Carta particular.)
CMARA MUNICIPAL DO RECITE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 5 DE SE-
TEMBRO DE 1853.
Presidencia do Sr. bardo de Capibarbe.
Prsenle)* os Srs., Reg e Alhuquerque, Reg,
Vianua, Mamede e Oliveira, fallando sem causa
piirlicipada osmaissenhores, abrio-se a sessan, e foi
lu.i e approvada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinle :
EXPEDIENTE.
('moflieiodo Exm. presidente da provincia, con-
vidando, em resposla ao oulcio desta cmara, de 1r>
do crrenle, em que I be pedir aulorisacjlo para de
novo mandar por em praea os impostos de aferic,oes
e le 500 re. sobre cabera de gado vacum, o parecer
por copia, que a respeito dra o inspector da thesou-
raria provincial, com o qual se couformava. In-
leirada.
O Sr. vereador, presente, deelarou quo logo que
rrrcocu dilo ollicio, inandou anntinciar para irein
mais urna vez em hasta publica ditos impostos,como
iconselha dito parecer.
Outro, do chefe de polica interino, requintando
copia do edital da cmara, declaratorio das armas
que mi consideradas defezas. Que se satis-
Cetarina: Da mesma sorte que vosse foi um
humein sem piedade.
/.': Dzia-lhe, pois, que ao principio meus
remorsos se linham despertado, mas, a medida que
me foi revelando a infernal malvadeza de sua nl-
ma, vosse fez-me horror.
Cenar na : Muilo eslimo isso, porque sua vida
est para sempre encadeada minha, encadeada...
he o termo pruprio.
Au: Isso be insensato.
_ Cctarina : Islo be pelo contrario mu locico,
lo lgico como a baixeza de sua cobija... Voss uo
me ha de deixar... ha do devorar (odas as humilha-
ces antes que renunciar a sua existencia de fidalgo.
Au : Eis-ahi uulra cousa que he insensata.
Cesarina : Oh I enlendamo-nos! ha um nivel
de indigndade, ahaixo do qual sei quo mo desce-
ra Por ventura se o consideraste um perfeito mi-
seravel... leria eu casado com vosse ? Nao, nflo,
reslam ainda c restaro sempre em vosse certas fi-
bras delicadas, mui sensiveis, que pretendo cruel c
incessanlementc magoar; roas isso no segredo de
nossa lerna inlimidade. Oh acaso me suppoe lao
tola que crea que se o cobrisse publicamente de ig-
nominia, voss licaria viute e qualro horas comigo
por mais imperiosa que seja sua necessidade de go-
zos e deluxo?
A'u : Nao a comprehendo...
Cesarina : Vou ser mais precisa, OWfll IWI:
no eilerior e para lodos sem execepcao serei sempre
madama Duplessis. essa mulherdebem, digna pe-
las suas virtudes ejemplares e pela sua piedade fer-
vorosa de ser a amiga intima de madama de Mout-
brison Francameule nada me diverte mais do que
esses respetos deque me vejo rodeada; ah meu
charo, so a genle profundamente pervertida he ca-
paz de saborear com delicias a alta considerarlo de
que goza, graras sua insigne hypncrisia ; as pes-
soas verdadeiramente dignas de estima gozam del-
la... maritalmenle como de urna cousa devida.....
Assim, repito-lhe, continuara a ser aos olhos de to-
dos a irreprebensivel madama Duplessis. Coinpre-
bende agora ?
Au: Sim...
Cesarina : Has para voss, Fernando Duples-
sis, para voss serei smente a lerrivel malher que
vovi nhf* T A digna
ferson Dizendo islo tenho-lhe dilo (udo I Veja,
pois, qual mo sera meu prazer saliendo que lodos
os dias li.i'i de repelir-lhe em lodos os tous como
danles: AM! .Mi. Duplessis... que anjo he sua
mulher nunca virtudes lao puras sanctificaram o
lar domestico Creia que rio-me desde j imagi-
nando seu impagavel semblante quando d'ora em
diante ouvir cantar meus louvores!
Au : A menos que eu nao diga a esses louva-
dores indignamente engaados : Perdoe-me, mada-
ma Duplessis he a ultima das infames.
Cesarina : Meu charo, eu o conheco a fun-
do Voss he muiloorgulhoso, esobre tudo (eme
muilo ver isso que chama seu nome deshonrado, e
nao se resolver a deshonra-lo voss mesmo na pes-
soa de sua rnulher ; assim ha de engolir discreta e
humildemenle loda a especie de cobras, que digo?
de vboras preferindo afnal passar pelo feliz es-
poso da mais honesta mulher do inundo, ler boa
casa, boa mesa, e embolsar lodos os mezes seu sala-
rio, nem mais nem menos que o marido de urna
mulher qualquer!
Eu: E se por acaso me nflo conviesse esse
honroso ofllcio! Se cu a de xasse ?
Cesarina : He impossivel!... estamos para
sempre destinados a viver juntos... voss nao me
escapar ; na cadeia be forte!
Eu : Oh nao sei como no dia em que um pa-
dre consacrou nossa unlo nao Ihecahin um raio na
cabeca Esla impunidade deve anima-la para o fu-
turo ; masemlirn supponhamosque evta pouca de-
licadeza, que, segundo voss acaba de dizer, res-
la aiuda no fundo de minha alma, se rcvolta I.....
Supponhamos, estranho phenornenul que a essa
boa casa, a essa boa mesa, a esse bom salarlo com-
prados com o meu silencio, o qual me ternaria cm-
plice de sua infame hypocrisia, eu prelirisse ir pa-
ra um reliro viver dos restos de minha fortuna I
Cesarina: Primeiramenle, meu lernoesposo,
a lei med o direito de viver por loda aparte na
mesma residencia que voss, de au"errar-me sua
pessoa como a hera ao olmo; menos que nao se-
ja julgada indigna de habitar a casa conjugal.....o
que nao pode ser, pois, gracas Dos, minha rep-
lalo est ao abrigo de loda a suspeila. Pedir vo%-
s urna separaco judicaria? Em que basear essa
Outro, do delegado do primeiro dislrictn desle
termo, pedindo que a cmara buuvesse de declarar,
como Ihe cumpre, em vista dos arligos 281 e 308,
i* do codico criminal, quaes os jogos que devem ser
considerados prohibidos, segondo os arls. .">8, Js 9 e
<2, do regulnmentu de 31 de Janeiro de 18i2, afm
ilc servir de guia ao procedimento da polica. A'
i'ommisso de polica.
Oulro do juiz de paz mais volado do primeiro
lislrieto da fregueza do Poro, dizendoter de re-
rar-se por alguns me/es, para fra da fregueza, a
tratar de sua saude, e que houvesse a cmara de
chamar quem o substiluisse.
Mandou-se ofliciar aos immedialos en votos, para
se juramentaran no dia 12 do corrente.
Outro, do procurador, participando que das letras
que Ihe foram cnlrecues no dia 29 de novembro ul-
timo, s foram rccebidasseis.no valor de 1:3721)668,
arhando-se no carlorio dos protestos, a do imposto
deaferiees e de 00 rs. sobre cahec.es de gado va-
ruui, aquella no valor de 3:7309000 rs., e esta no
de 3:27)000 re.
Maudou-se responder que enlregassc as letras ao
sollcilador para serem ajuizados.
Oulro, do administrador do cemiterio, remetien-
do a nota dos preros dos carros fnebres, qle cou-
duzirnm cadveres aquelle eslabelecimento, no
mez de selembro ullimo, na importancia de 46j)000
rs.Maudou-se remoller ao procurador, para o fim
conveniente
Oulro do fiscal de S. Jos, remetiendo o mappa
do gado morlo, para consumo.na semana de 26 de
selembro, 2 do corrente, sendo ao lodo j:t rezes,
inclusive 102 pelosmarcbaules particulares. Que
se archivasse.
Outro do mesmo, communicando que os posseiros
de terrenos de marinha na ra da Concordia, deque
d'oulras vezestem fallado, naoconcluiram anda os
alorros dos uiesroos, resultando disso terem as en-
chentes das marisdesfeilous alerramenlos que por
parle da cmara se eiecularam naquelle lugar
Mandou-se represeular S. Exc. de uovo, para pro-
videnciar, i
Outro do fiscal dos Afogados, pedindo Ibe decla-
rasse a cmara, se o arrematante da laxa sobre car-
be?... E que prova dar disso ttio, nAo, meu ter-
esposo, para onde quer que voss for, hei de
segui-lo como sua sombra, mas isso sao vaas suppo-
i^oes: voss nilo deixar esle palacio, aonde esta-
mos eslabelecidoss mil maravilhas, e no qual mu
recreio infmilamente; vosse" fcar comigo em Pa-
rs, no meio'dessa amavel e excedente companhia,
naqual sou (Sobem acolhida, (o geral, e sohrclu-
doldojuslameide eslimada... respeitada... e hon-
rada !
Au : Vosse diz que se afierran aos meus pas-
aos? Mas se eu Ihe escapar, se me relirar para um
lugar lao secreto que voss nao me possa desco-
brir ?...
Cesarina: NJo hei de ler o Irabalho de pro-
cura-lo, pois vosse- nilo poderdeixar-rae...
A'u : Quem me' impedir ?
Cesarina : Urna con id era cao bem simples li-
rada do profundo couhecimento que teuho de seu
carcter... Meu Dos previ ludo isso I Nao me
engao sel perfeilamerrle que a vida que Ihe pre-
tendo dar se tornar um da um juco (o doloroso,
que voss preferir, sacrificio enorme... renunciar
a opulencia e ir viver como um cancro em algum
antro ignorado... sim, sei ludo islo ; mas, meu
charo, querer nu he poder, e a considerarlo de
que lbe fallo o prender junio de mim... Aqui era
Pars ou em qualquer oulra parte somos... e sere-
mos d'ora em diante inseparaveis, seja qoal fr o
horror que eu Ihe inspire !...
A'u: Qual he eolo essa considerarlo de que es-
U fallando ?
Cesarina : Ei-la em duas palavras ..
Ne(e momento no*sa conversarlo foi iulerrompi-
da por Estevao, o qual veio pergunlar -ninha mu-
lher se quera receher madama de MoiithHiyn.
Cerlamenle, exetamou Cesanta; duende que
entre I He o co quem no-la envia, acrescenlou el-
la quandoo ntgro sabio. Que felicidade, meu cha-
ti, esta excellenle madama de Muntbrison nflo po-
ia vir mais a proposito A comedia que espero mo
ha de dar lano prazer,, vai comecar... Torno a por
minha mascara e desafio-o a que se atreva a des-
mascarar-me, Mr. Fernando Duplessis!


I



!

ga da familia vendida nos mercados publico ilesl
cidade, pode cobra-la don almocreve que vendem
dito genero na pov.1a5.10 daquclla freguezia, eegun-
do a providencia provisoria lomada por eala c-
mara.
Que fosee remedido ao advdgedn para retponiler,
enviando a requerimehlo do vareador, em virlude
do qual resolvea a cmara acreacao provlioria de
mi praea da farinlia naquelU freguaiia..Mun-
do u-se reraeller ao vereador cncarregado doa uego-
oiosdocemilerio, apel{ac-vhiilada presidencia, da
irmaudade do S. Bom Jeus da Dure, erecta na
igreja deS. Gonealo, pedlndo Ihe soja cedido para
conalrucco de uas calacumba olerreno no ccmile-
rio, que para o mesmo lim foiconcedido irmauda-
de de S. Pedro, a de que fex esta deisleneia.
O Sr. presidente propoz e a cmara approvou, o
Srs. Drt. Simplicio Anlonio Maviguier, Jos Ber-
nardo Galvao Alcanforado, e engenliciro Jos Ma-
mede Alte Ferreira, para membro da cummisso
da qne Irala o artigo 56 do regulameulo do cemi-
terio.
l'raiedea da Silva Gusmao, arremalou o imposto
do afericoee por I3:4l$, o o de mscale e bocetei-
ra por 2528 r... ob llanca de AnloniodaSilvu Cus-
ni"',a Maooel PimsForreira,co cnnlraladorciido
fornecimenlu da carne verdes, o de 500 rs. sobre
caliera de gado vaccumpor 11:5009 rs.,scndoliado-
res 1111-ilo~ uniros.
O Sr. vareador Oliveira passou ao poder da coro-
mi9aode poliri.i, os papis que linlia como mem-
bro que fol da menina commissao.
Iii--p.irh.-ir.ini -se ,ic pelfcAes de Anaslai 10 Xavier
de Coulo.de Antonio Rodrigues da Cruz, de Anto-
nio omiogoe Piulo, de Antonio Jacintho de Coulo
Soares.de Anlonio de ("arias Bramlao Cordeiro, de
Antonio Moreira Reis.de C. Uenrique llucrcsl, de
Emygdio Jos de Mello, de Francisco Jos da Silva
Mayer, de Filippe Santiago de Sanl'Auna, de Fran-
cisco Ribeiro PavSo, de Joaquim Antonio Carneiro,
de Jos Joaquim Pereira, de Joao Ncpomucenu Ac-
cloli, rio llr. Joaquim de Aquino Fonseca, de Joa.
quim Maa do Espirito Santo, de Jeronymo Freir
de FariaiPcdrosa.de Joaquim Jos da Costa Fajo-
les, de Joao Malheus, de Luiz de Franca Oliveira
lima, de Manoel de Barros Brrelo, do Mauocl Fi-
guelroa de lana, do bacharel Manuel Clemcnlino
Carneiro da Cuuha; e levantou-sc a Mttio.
Eu Manoel Ferreira Accioli, a escrevi no irnpedi-
mcnlo do tecrctario.Cardo de Capiharibt, presi-
denle.Ollteiva.Oameiro. I iuniiii.llego.
Mamidt.
REPARTICAO DA POLICA.
Parte do dia 18 da oulubro.
lilil. eEtm. Sr.Levo ao conheciiiieiilo de V.
Etc. quo de todas as coimiiunicaroes boje recebla,
nesla secretaria, ronsla que foram meolhidos a ra-
ileia desla cidarie, por orriem minlia.osro Leandro
Jos Ferreira, JoaquimGuiiindcAnioriin, Jnaqiiim
JosSolTrcs, Joao Francisco de Lima, e Antonio Vi-
eira de Sampaio, que me furam remedidos pelo che-
le ile polica da provincia das Alngoas, com oDIc,
de 17 do correle, em virlude de requisiciies desla
reparlico ; o primeiro, por ser criminoso de mofle
Do termo de liaraiihuu; o segundo,por ler sido con-
demnado a gales perpetuas, e ler-se evadido da for-
taleza do Brum, onde se acliava cumpriudo sellen-
ca, e os tres ltimos por seren lamben) criminoso-
de morlc, em dillerentes termos da provincia; Ma-
noel Mendos da Silva, Dominaos Antonio, e Maunrl
Rodrigues /.iquiri, criminosos de morlc, que me fo-
ram remedidos pelo delegado do tenue de Caruar.
para seren aqu conservados, cm cuiueqiicncia da
falla desoguraoca da caricia daqucllelcrmn ; a prc-
ta Maria Joaquina eterna, por andar fgida ; por
ordem dojuiz municipal ria primeira vara, Joa-
quim JosdeSaoCAiioo, Joan Taiieira, e Cela no
Marques, torios sentenciarios; por orriem rio juil
municipal ria segunda vara, o porlugucz Manoel
Macedo Cardlo, a requoi ment dos credores ; a
oruem dosubrielegario ria freguezia rie Sanio Anto-
nio, o prelo Matinuauo Jos rie Saiil'Aiiua, por cri-
me de furto e ofTeiisas pliv sicas ; a orriem rio sub-
delegado da rrcguezia da Boa-Vista, o menor Vc-
1 i-iiiin. -i'in declarado do molivo, c a orden) do
subdelegado da freguezia dos Alegado*, o pardo
F'elit Malbeus, para averiguares policiacs.
Porofficiodc I2destc inez, parliripouO delegado
supplenleriiilcrmorieCaruarii.queuoriia ti de so-
tena bro linrio, no lugar das Barren as ria freguezia do
Allinho, liouveram dous assassinalos, o di.us fori-
tnenlos, dos quaes i.au d o nicsino delegado iufur-
maces inais ampias, pois que mi indica quem fos-
een os assassi nados, e os feridos, e mesmo quaes 0-
autores desaes allenlados.
Igualmente participa que no dia 2 do crlenle,
fora cncontrailo o cadver de nina iiiullicr.no lugar
da Berra dos Mendos, disDiclo rio Bebedor, 0 que al-
l se dizia, que foia assassioada por scu proprio ma-
rido, cujo uome nao mencionou.
-Nesla data recomnieurioao referido delegado, que
me remella sem demora circumalancUdaa Informa-
oes acerca dele fados, c que sobre ellos proceda
na forma da Ici.
A urna llora para duas da manirn de boje, mani-
feslou-seum incendio em una loja rie cbarulos na
ma das Aguas Verdes, ao qual acodindo as bombas
do corpo de polica, c do arsenal de guerra, foi
promplamente etliocto.sem quesedesse prejuizo 011
damno alguni.
Dos guardea V. Etc. Secrelaria da polica rie
l'ernambuco IS rie outubro Je 1853.lllm. e Etm.
Sr.couselheiroJos liento da Cunba c Figucirodu.
presiricnlc ria provincia,O desembargarior ebefe
do polica iutcriuo CoelanoJotiia Silo Santiago.
Idea do da 19,
lllm.eEim. Sr .-Levo 00 coubecmeuto de V.
. Etc. quedas parleshoje recebiriasnesla rep*rli(Io,
consta que se deram as segnintes oceurrencas: ni
caricia destacidaric foi recolbido por inhiba orriem.
O pardo Jos Cario de Figuciredw, que me foi re-
medido pelo capil.'u. r 1 iminaiiriaule .la forra volante
de Pao d'Alhoe Nozarelh.porqucm foi preso poraer
criminoso do morlc, e processariobamaisrie I anuo;
.1 ordem doubdelegario da freauezia do Recife, os
marujos inglezes llcnry Iia.lcvel, c Jonh Slmilli,
a requisieflo do seu cnsul; a ordem rio suhricloga-
.le da freguezia rie S. Jos, o pelo Pedro cscra\o
do Joaqfinl rie Mendonca da Silva, por andar fgi-
do; e a ordem do subdelegado ria freguezia rin Boa-
Vista. Joao Coelho rie Almeiria, sem declararan du
motivo.
Por ollicio de 10 do corrente paiticipon-me o de-
legado do termo de Caruar, que as 10 boras da
manhSa do rila 28 de selembro IhiIo. indo o sub-
delegado do dislriclo .le Qaipip, Vicente Campelo
de Araujo, de seo sitio para a pe-voacao aflu rie dar
audiencia como juiz de pazque lamben be, recebe-
re um tiro, do qual fui feririo rom algn ca ocos de
chumbo no quarto esq norrio, e rom una bala que
I Losaron a per na rio mesmo lado, sendo que tora
ese alten lado com medido por Eslevlo Jos rio San-
toa, cm eonsequencia rie Intriga provenicnlcs ria
prirto Jeum inriiviriuode nomc Miguel dos Aojo,
que aquelle subdelegado havia recrolado c remedi-
do aorespeclivojuiz.de dircilo, accrcscenlando que
oditoEslevio se liana polo em fuga riepois rie
oorororltido o..dentado, cquea lal rcspeiln se aclia-
va instaurado ocompelente processo.
Na mesma dala de i2 do corrente, parlicipou o
delegario do termo do Bonito, que em o me/, prxi-
ma lindo, houveram dous ferimeiilos no dislriclo rio
Grvala, c um assassinalo no de Capoeiras, c que
no dia 9 haviau) sido presas duas mulberes |ior
suspeila .le baver nina dcllas morto um lilho re-
cemnascido, sendo a oulra cmplice no mesmo de-
licio.
0 mesmo delegado parliripou anula quo no dia
lOdealemez, pela meiauoile, Jos Vicente, mora-
dor oodistriclo de Capoeiras, sofTrera um tiro, e oulro
sugeitoque allise acliava urna Cacada, senrio osau-
' torea desses allenlados rios viajantes que perno)-
taram na casa rio dilo Jos Vicente, o quaes conse-
guirn) por-se a salvo. Aflirma o delegado que lem
ilado todas as providencia para a captura desses
criminosos, ronlra os quaes tero feto instaurar o
competente processo.
1 le..- guarde a V. Eir. Secrelaria da polica de
Pernambuco 19 de outubro de 1851).lllm. eEtm.
Sr. couaelbelro Jos Bento da Cunba e Figucirrrin.
presidente da provincia.O desembargarior Cae-
tanoJose a Mita Sauliago, chefe de|iolicia in-
leiiuo.
dighO de mancho; e o mesmo ao pode dizer quinto
as de Mcale.
Poruoticias recebida do lltterior da provincia,
consta-nos que o Sr. capillo Carlos de MoraesCa-
uiialo acha-ae |ireeiileinenle com o scu destaca-
mento na Villa de Garanhune, leudo capturado no
lugar denominado Cacboeira, a Manoel do Nasci-
nto Callado, que desde Janeiro de 1851 esln pro-
iciadopor ferirqeulo feilos em urna lilba, c por
uso de amias deferas.
Em sua viagem da fazcoda das Covaapara aquella
.illa opprcliendeii o mesmo capilao cinco armas a
liverso individuos.
-^i-Mr3*r***^
No diaLI do corrente, remetleu o Sr. capilao
Fraucisco Anlonio Camisao, commandanle do dcs-
lacamcnto deiNazarelh, aoSr. desembargarior ebefe
rie polica, vnic c cinco arma, qne appreliendcra,
senrio qualorzc Je adarme 17, oilo bacomarles, duas
davinas e urna pistola.
Foi lamben) remedido para a caricia desla cida-
de, pelo Sr. capilao Wanderlej, commandanle do
rieslacameiito de IVio-d'Allio, e nella se ocha reco-
lbido o criminoso do morle/os Carlos do Figuci-
rciln, procesado lia mil de um anuo.
Foram gualmcnlo rerollirios a mesma caricia,
por ordem rio Sr. riescnibargador ebefe de polica,
os criminosos de morle Leandro Jos Ferreira, Joa
quim Jos Soffreii, Joao Francisco de Lima, Anlo-
nio Vieira de Sampaio ; o Joaquim Gomes que
condeninorio a gales perpetua, bavia-se evadido di
fortaleza rio Brum.
2
CORRESPONDENCIAS.
Sr. Redactores. Sou elcilor, o tenlio, com
torios os mcus collegas, amigas, em que bei de vol
para dcpulado provnciac: nelles enrontro Inri
as babiltac;Oe precisas para bein riesenipenbar
este importante lugar ; lomo, perianto, a libertad)
rie os apresenlar ao ineus collegas eleilores, M
quaes os recominendo, periindo-llics cncareciriaincn
volem nello-, que nao se lio de arrepender
qui scus nomes:
Parir meslrc Joao Capistrano de Mcndonca.
Tcnenle-curoncl Antonio Carneiro Machado Ros
Podre Mercal Lopes rie Siqucra.
Dr. Vicente Juslinlano Bezerra Cavalcanll.
E\m. Dr. Joaquim Vilclla rie Caslro lavares.
Vigario NemczioricSaii-Joao Gu.ilbertu.
Um eleilor de Santo-. Iiitonio.
10 Eb
Humilde rapoau a carta ultima do lllm. Sr.
Dr. Jeronymo Vllella de Cajiro Tavare., ao
Exm. e Km. Sr. Arceblapo,inserta do Dia-
rlo de Pernambuco n. 230.
Senhnret Hrdarture*. O publico Inlvez espere
rio individuo ammltanle. quevai dar esta humilde
resposla. Ulna reapola nos inesinus termo de que se
servio o lllm. Sr. Dr. Jeronvmo Vilclla rie Caslro
lavares, dianissimo lente subsliliilu da arailenu.i do
Olinda, aquem com direilo inaulcrivel, ceriirio pe-
lo iiie-iin. illustreSr.eu poda lambein tratar por
indiefduo, Mie,oM tuitito retpomlenU,nuu eu que
al aqu, adespeilo rie lodo esse alan com que se
leiiipreleiidiriilescrcriilar-me, Icnboalcaucailoun
arando Iriuinpbo. e colindo urna vrrriadoira cora
rie louros, pobo publico rio lorio o imperio lem pre-
-i-iii i.i.ln que a opiniio abiurda rio m-diocriduilc
ronhecida lem sirio snslenlariu com as forc.as iuveii-
riveis ila saberinria, nao obstante esse lom ameoca-
rior rom que preleudeu-se aincdronlar a quem quer
que se Ihe oppozessc, lulo obslanle esse lom dognia-
lieo com que prclcnrieu-se iinpor ao tnrdiorriilade
onherida.e (oquehe ailmiravel!) a esse prelado sa-
pwnliwlmo a venerando, euaue at aqu..lan, sem-
pro viclorioso, lenho respouriirio com os principios
ria eriucacao quo me ainamenlou, e com cavallei-
rismo, uo quero por lim manchar essa gloria,rereian-
1I0 ao mesmo lempo naufragar nesse mar escabroso
de convicios, para cuja iiaveaaeilo be preciso oslar-
se batanle arieslrailo com a pralica de se ler sirio
pillo por mais .le,.ma vez.
O publico, pois, mo espero rie mim se mo o res-
labeleciinenlo dos ladOI ariullerarios n'essa carta rio
Ilustre lenle, romo que em ilcsriouro a repulaco
iuabalavel do Etm. Sr. Arcebispo ; e A islosou for-
ea.lo por presumir que o mu eslado de Mude e
inultos ouazcrosilo F.vin. prelado, o piivar.io rieres-
pou.lcr ; c por ler etilo al boje a Irla inilillrcura
com que lcm olbailo para cria renliiria queiMo,
Icnric a usurpar os riireilos ria igreja, o r
a oodteaftor, preslasse mal coneideracjlo aoi eos
cellega, n5oiipponilo-o capaza de c dobrarem
por empenho '! Passemos adenle, ue e(e trecho he
milito eabinhoso.
Se eu depoi de parecho do urna freguezia, pceci-
aaesc iiMlf ifcar-me de que au sou laaubordinado, a-
lni dea llleibidoi din Icoles .le preparatorios e do
- seminario da Baha, eu mandarla Iraoserever at-
(esiadosde lentes respeilabilissimosdaacadcmiii de
Olinda'. os quaes lodos dizcm que eu tenho lido um
eomporfamenfo exemplar naiaalairetpecticat.no-
lacel aprmeitammto o muita capacidade intelec-
tual, adestados dados depois do mizo desfavoravel
que o illuelre lenle ha fello de mlm, o acaso o leIe-
munboriesses lenles u.lo rontrabalancaria o le.le-
muuho do Ilustre lente iCreio que al pesara mal,
porque ao menos nao csWo apaitonado; mas eu
uno preciso de jusliflcat.no.
Como documentos de minlia mediocridade conhe-
cida o lluslre lenle apresenlou os meus escrplos,
especificando essa despedida ao meu espocialissimo
amigo o Sr. Dr. Manoel Piulo de Souza Danla :
miosei se falla de escriptos meus quo e acliam im-
Sessos 110 Mercantil e Jornal do Commercio da
ahia de 1817. que por pedido de um omiao pol-
tico eu eacrevia, ou se de algn que tem sabido 110
SolMador Calholico, 011 se de alguna que sahirain
ule anuo noDiariodel'ernambuco com as iniciad
R. V., ou se de alguns que por intermedio do meu
amigo o Sr. Dr. Conego Furia, tenho mandado pa-
ra a Liberal, ou se linalmeule dessas inhibas ulti-
masrcsposlas a elle mesmo. Seja poem o qne or,
como o illuslro lenle sem ler esse enripio, qu> ta-
zercroconi una rlhiuha queueslacapilal servia rii
nclourinho das honras piiblicas.ridicularisando essi
meu esrriplo, como rez enlilo essa folhinho cm al
len(io Mmenle ao ev-subilclegoJodeS. Anlonio
pois que o scu redactor nunca leve iiiriisposic.iio co-
mgo, eu mandarci Iranscrcvcr de novo esse escrip-
lo c 0 publico desapaitonailo o julaar.
Que um zoiloricsesperado. mordenrio-sc a si mes-
mo, quando v elogiadas gloras e grandezas que
nao sejam a sua, derramando as le/e- de sua bilis,
diga a discripCiTo dusc embarque lio etaacrada,
inenlrosa .....sino; lolera-se ; porque rio um un-
lo nilo se espera se na"o a maleriicencia : mas que es-
sa discrpc.ao sirva de vergonha, de opprobno, de
elerna ignominia ao scu autor, erie maisa maisrie
um docuincnlo poderom .le sua wlupidM cilario a
um hoincn respeilabilissiino como celebre o digno
de rontideraeo e deapren ningueni o diz, nem o
pro|irio zoilo se atrevo a tanto ; eslava reservado
para quem lem o nider legal de aquilatar mritos
luteranos pela mprensa.
Concdanlo por um pouco que esse meu cri-
lo he um chelo ri'olira de ettupidez, anula assiin
uva cvirienle rio niinba infrfiocna.
quemo um pouco. Se a Inrealldnra cannica he
de lal modo toreada que nao depende da vronlade
ratoavel docollator, he lgico, que dada a apreaen-
taco, o apreaenlailu s deiiara de er parodio e
Dos o malar; por consegulnle o seu carcter de
parocho cometa desde o momento em que a caria
iler ildo assignada pelo imperanle. E eesiin
quando S. Eic. deu ao lustre fenleesle penaamen-
liv6o/o a eleicio do imperante civil para cont-
tituir o parochi legitimoaio fez maia do que ti-
rar com o rigor da lgica essa eonsequencia legiliuia
do principios eslabelccidos pelo illualre lenle. Co-
mo poi baveraqui emprettimo de propoiicof
Nada he mal propriedade do illuitre lenle do
que este penaamenln; porque se o illuelre lente
sustenta foli riroua que os parochos lem o carcter
de verdadeiros empregado publico, e quo o consli-
lue o carcter de um objecto nao he senio n sua es-
seucia, e o nico titulo em quo se funda aquelle ca-
rcter, no entender do Ilustre lenle, he a apresen-
larao, logoaaprescntar,ao constilue o carcter, a
cssoncia dos parochos. Anda mais, laulo essa he a
doulrna do Ilustre lenle, que elle segu i risca a
oniniodo ui/ra-rffla/ia.cdomonscnhorPizarra,
quando dizze cundo litera por minha parle a-
quellet que pemam contigo neile amtntplo.meron-
tideraria em bem nn pOMfSo ; mas se a duulrma
riaquelle- he queos regalas do grao malvado
sao superiores as dos arcebspos e bispos, e t/ui
quando um bispo recusa a insltuieo canonice
pode o soberano padroeiro mandar proceder MI
uiuilntur oulro /eclesistico e mesmo por um magts
Irado teigo. n.m ,.i .1 inUtU rollaltu lo tilutt
e investidura, como lambein a mama instiltttnu
aulorsatel ou a approtarao para curad almas
logo o pcnsamenlo genuinu do illuslrc lenle he qui
-baila a elcirao do imperanle civil para consiiluii
ocho legilimo, por ser esla a doulrina dos ul
galislas o de luonscnhor Pizarro, a quem o il
.Irado
ollier
deala
.que
Antes, p,
dundo
lem
provincia, sem riuviila porque
eu tenho solfrido, nao leudo
iSr. Arcebispo.
le entrar em materia, acoinpa-
lluslre lenle perodo por periodo, per-
inlla-se-me admirar esse acto exlranhario geral-
nienle por lodos os hnmens sensalos rio lluslre
lenle anda pela lerceira vez ilescer de IUI alta pel-
elo para v ircloai'ar no mediocridade contienda,t\ae,
nono tal, nao ilcvia merecer ai honras de ser Uo
.on-iileiario,mpulanrioaS. Ble. o que s a elleile-
1escrimpulario.
Censtirei, di! elle, parque poda e deca /aze-lo.
,1 me iiidiriduoqufdesfigiirot minha opniao.e me
empresiou propo'ires ,/uc 11,'m pro/evi.e I Bxe.
tomn apeto a de/e:a des.c mlicidao. clogott-o
sem vespeitar a opinao de scu lente legalmentc ha-
bilitado pava aquilatar o sea mrito litterario, e
.issim animot e fatoreccu a nsulmrdii'iroo deue
individuo, que ousot iiuullar-me, e al umeacar-
ni' no Diario de ernanibuco, resultando disto
dissabor porque passei, e atuipor loda esla cidade
corve que f. K.n-.seempenlmvu pava que esc in-
diciduo nada so/fvesse. Avancar lanas Ineacli-
iloea pela Imprem he. ou mo se importar que .1
poi appareca a verdade, ousuppor que n qi
apparecido, so tem sido lirio |.or lupldoe, que nem
coinprebendcn c inuiln menos conservain o que
leem.
Analsemos iniiilamenle esla pastagern unporlan-
te. Euj mostre evirienleinenle em una ili-eu-i.i
para a qual ful provocado pelos mcus collcga, que
0,1.1 bouve a menor iuevaclirio em minha eoiHOlla,
c .ib .11 dalo no correr da disrussao liavi.la entre 11
illuelre lenle c S. Etc., se lem Iralado rio lorias as
h. polhescs que consullei: ora, se de tudo lato0 pu-
blico est seienlilicado, como, como he que anda
leimosamenle se lem Iralarric urna quesillo veoci-
,la? lio de cedo mangar com os leitores do Ota,
Que oilluslrc lenle he legalmentc habilitado pa-
ra aqualar meu mero acadmico .nao litterario
as urnas da academia, e quando rilo lie eligido pe-
lo governo ou pela congregarn, nem s he de Ici,
romo razoavel, mas que o Ilustre lente soja legal-
mentc hal.ilila.il. para aquilatar meo roeriio Ilitera-
rio, e capacidade nlollcclualricscompondo-mcpcl.i
mprensa, cm quanlo nao mechar a disposirao de
dircitnquelaldelcriniua, permita-meque eu ce
publico Ilustrado, nao creamos no seo legitmente
habilitado.
O lluslre lente em sua primeira cada classilieou-
me rie urgulhoso e nevarlo, nenbiiin uiin cmillin-
riosohrca minha inlclligencla j S. Etc. ilvni.'res-
pniiricnrio-lhe. ifim rio dulcificar a aspereza dessas
evprcssoes orlcs lanjadas por um lenle reirn es-
lurianlc. fazenrio-me essa honra immerecida, ris.sc
1II1 fU um dos aiumnot mais distinetos no wmi-
o avchepiscopal, e alguma glorialhe cabe nei
DIARIO DE Ml\\.ll.:r.
Entrn bimiciii .los portes do sul o vapor Impe-
ra M, Irazeiiilo-nosJoTiiacs do Rio de Janeiro com
dala de II do crrenle e da Babia de 15, os quaes
a1ii.111l.1111 por comcauinle um dia apenas ao que
recebemos pelo Braslleira. Os que de Macei.i nos
remelteram alcantam a nllima das mencionadas
data.
Almdo que vai trantcrinlo cm oulro lugar, sob
a rublira coropetentC, liada mais encontramos 1101
primeiroque Icnha o menor nteresse, a nao sor c
segiiinle :
Por aviso de 4 do corrente foi nnmeado o eguud.
tencnleda anuaria. Coiislautino do Amaral Tavare,
para empregar-se na provincia rio Paran, com
julgar ronvanlenle o respeclivo prosidenle.
Foi reformado no mesme posto, com a lerceiri
parle do eu Midi), o segundo lenle da armario,
Anlonio Bolelho Pinto de Mcsquila Junlor, na con-
...iimMHi
lS.Hie.am nata con
e o lluslre lente havi
cine.arlo. Em su
menosprcsando, com
lmenle rie S. Etc. dis
111 de unta mediocrida
taqueslao. Ale aqui so ni q
Irariou o primeiro julio q'
feilodeuiim beorgiilbosi
srgunriacarla o lluslre Icol
que em represalia, o Julio t
ie pois elle aqui nao pa
deconliecida.
Quem, |io, ioi o primeiro riesrespeita.lor'! S.
Etc. rcsponrieiido-lhculliiiiamenle.nilofez mais do
qiicronlirmar o juizo que de mim anteriormente ha-
vil feilo, e o illuslrc lenle para consumar o seu des-
reapeiln ja cometario nessa carta, que tenho de res-
ponder, al com raiva irlvjuospresou a opiniao de S.
Etc., allribuindo etclusivamenlc asi o poder legal
de aquilalaromeo mcrilo litterario pela imprensa,
e apresenlando dorunieulo porfcivMos.repelli-o com
energa a aggrcssao rie S. Etc. a esse porier legal t;\-
clusvamenlcseu. Ilccsla a verriado niia e crua. e
o publico que julgue quem foi o riesrespeitariur.
O illuslre lenle quetou-sc coigrecaeilu por
eu le-lo injuriado camcacario.c entilo pensei que a
queita densas pbanlasiada injuria e amea.;as, era
apenas o rrsuilario rie nina mal entendida susccpli-
bili.lade, mas nuuca pensei que fsc com o propo-
sito de perseguir-me, pelo goslo de me ver ct|>ulso
d'acadeniia ; boje, porui, que pela propria conlis-
-1.1 rio illu-iie b ni., o triumphoria juslica Ja mi-
nha causa causou-lhe o rtlaior dssalmr, lico cedo rie
que a minha o v pn l-.l.. docurao jurdico era um man-
jar que Ihe causava o mainr sabor, omaorgoslo. E
quem o pensar S. Etc., disse elle, fui quem con-
rorreu com scus empenhoa para oeu dissahor. Quo
falsa impulaeo '.' Contemos o cato como ocaso fui,
revelemos fielmente u que ae pasaou.
Por occaiia .lase processo. eu escrevi a S. Etc.
pe,1111.1., a sua pinle.e o., e elle nao ae dignando res-
pon.ler-meneiaaoccasi.il., disse ao conego aeu ca-
pelln que,quando me etcrcvesscylhuesso-meeiiiseu
uome qne nao escrevia aos lenles por nao ser pren-
so, poi que ellos Carian) juslica. S. Etc., pois, em
(de honra nao se einprubou nem com um sai dos
julgadoresdo meu proceew
nao era urna
de conhecida.; porque quanlas veze ri
r.irina inilisposlos, que alo podemos esc
linhas que se leiam Ao illuslre lenl
|iezar da sua rcconhccida inlelligen
lem aconlecido dcstes casos c
Irabalho pcnivel deprort
los rio illuslrc lenle as I
recorraiiins lis auaa pecsia1
mu iniiilas bellezas pnet'
ecolbi.los o novos, mas
inleias que n.to silo vei
quellaoscenlen.lem, eoi
ile lal
r qualro
esmo, a-
c illiislrat.10,
rurlando ao
srlp-
r muilos dessn ex .
ia do parllo liberal
, impresa, ealli achare
cas, niuilo pensamentus
lamban acharamoi peal
sos, e nem prosa, trechos
tro, cuja inleliigCDCja I
1 opposla
sAo um a
ilras que.
iilgnfflea
ao pensan
an:el, ign
I enconlrai
penullii
lo do poel
I a minha con
: p.si ria rol
1 liaba .iie-
cm ip.UI quem pude outir-lesei.
te 1 l'ois-o illuslre lente quered
it nao eaaadeidide cantando leralll
1 de ama-la fCreio que nao. Entre
rielo
diametralment
por ei. n(
sulla, cssasqoi
lecSoEoqo
verso, que se
tiritar de aun
lizerquequeii
velineule deis
lano na pbrascologia ria lingiia portugueza
ila aquellas dequcleuliu noticia, ess.is palavrassiB-
niliraininlciramenlcoopiiiizlodaquilluquc o il-
luslrc lenle leve cm visla ; poi suppoiihoquo.iseii
pensamenln he o mesmissimo que o rio Sr. conse-
IhciroMaciel Monteiro em un rios scus sonetos
Quempdl icr-te sem querer amar-te,
Quem pode amar-te sem niorrerdeuniores?
T111I0 .lo au foi feilo cm horas Indlapoalaal
Com lo pnrcn eu nao quero juslilicar-inc; vou
mandar Iranacrever da novo esse meu cscriplo, e c
Ilustre lenle me laia o especial l'avor de aponlai
quaes os trechos que revclam eslupirie/, mesmo pa-
ra S.Et. arrcihU-lnile veras.
Quem foi, inteiroaa o lluslre lenle. opiWXX
dor! Dr quem parti as hoslildudis de que r
Be. falla! foi de f. l-.r., porque na primein
curta dirigido publicar no Solicador Citlhalco. sem ter turlIU
1I0 que cu ensillara, rnconlritin-sc algunas e.r
preuSt* menos genevosus, 1 que miiiigevalment,
foram lomadas, como urna insinuaran tmmermda,
Reslahelecamos a verriarie. A minha cnnsulla ou
aranxel loi ralla mullo parUealarmanle; S. Et,
lamhein rcspondeii-me particiilarmenl.'. c em na-
da so dirlginrio ao illuslrc lenle, deu a resposla pe-
lo caso, por que so Ihe rez a pergunla, llenando :
responsahiliriarie da inaiaetidaa da doulrina ao con-
sonante, nao po.len.lo prevenir o caso sem suppoi
pela primeira vez muila m t 110 cunsullanle, o 1111
caso .le prevencao, Dio era iiuiicu o mandar per-
anular ao lluslre lente se era evada a embulla,
cono parece eligir, pois desla forma revelava o que
eu Ihe liana conhailu parlirularmcnte. Sera pois
crime responricr una consulta par cu Inr 011 mea-
nte publica nos Icrmos da mesma consulla'.' Nin-
giiem o dir.
S. Etc. nao foi quem fez imprimir no Soliviada
Calholico a aua caria dirigida a mim, c lamenlr
que.1 Ilustre lenle seniiieiibiiinfundaiiienln anie,
laes o quej.uiJa inetacti.hle. Dm sujeilo, que
vio a reposta de S. Etc., escrcvcu-lhc oedindo II-
cenca para iinprimi-la, S. Etc. como que' recusan-
do, nada rcspondcu.cs veio conceder q
opa
tra-r
denle que nao se porio sos-
loque os parochos sao empre-
enos que nao se queira, pos-
is coinesiiihas ria lgica dano-
ntcs por seu accidente, Jo que
uro arbitraria c bem
lo pns-ivcl, queso po-
nimiento nao so .le-
menos arbitraria c
K0 obslaol.
prunisse depois que nao podo negar-so 11 DOTO pe-
dido, c por isso he quo senrio Jalado de novenibro,
so pode sabir imprcM em fevereiro. Cuno he pota
que o illu-trc lente diz estas musas areamente"
E o que lucra va S. Etc. com a publicarlo dessa
pequea caria! Poi quem possuc urna gloria lidc-
rariainunarccscivcl. nina repularao europea,preeitl
dessas poueai cousas em rclacilo ao grande rabedal
que j pn-siio? Aiiula que elle livesse prcvislo que
queslo havia lomar 0 p que tomn, e que com
a mi Je gigante eunagaria ao scu ronlrmlor, ala-
da assiin pouco ou nada lucran por ser mui Jesi-
giial o cmbale, c creio que o illuslre lente u.lo lem
lo-puleiicoesilcigualJaile. E. pois, mo descu-
bro o inlcrcsse de S. Etc. cm lator publicar esla
caria de seu molo proprio.
Nada diao a respoilo das e.rpressue< menos gene-
rosas, porque o carador corle e pacilico de S. Eje.
que gerelmenteae Ihe reconhcee, proprio sem du-
nria rio una alia riigni.laJe Ja igreja, que lem cn-
vclheciilo a sombra rio Sancluario, as virlude lorias
ca aabedorla que so icham lio depuradamente reu-
nidos na peana .le S. Etc., embaraeam o credilo
que sr pii.lessc .lar a essa accusac.ls. cm verdade,
Uo pouco generosa, qiianlo craluila.
Sen Ilustre lenleenlenileque ogcinlmente to-
matal sri fol em sua opiniio e de algn que |H)uco
pentain, creio no gemnenle; mas se quit coropre-
iieiulcr .1 maioria .los homeni sensalos, permida-me
que riesta vez nilo no arompanhe: ao contrario, as
eru.litissimas cartas de S. ElC, raiisaram Ii......inu-
vimenh.....sla capital que nnbiiina si. pessoa que
leu o Diario ilcitou de admirar, un a aabedorla, e
os que lano u.lo alcancaram admiraran) sempre
esse eslylo bice c corrido seinelbanle ao versos
rie Caiiincs a Conzaga, a prosa de Aleanrire II
lao e da reriari;.lo rio Times ; rie 11
recen que S. Etc. mo era conheci.lo
os suas obras Icrem slo impressa aqu; e nem aJ-
mira^iiirqiie nesla provincia havenilo muilo mais
goslo pela leitura de jornaes do que de Irnos, os es-
criptos dos oruae sao mais lirios, e por conseguale
mai apreciados.
No dia 5 de marco foi entregue 10 illuslre lenle
o Solicador Calholico quo Irazia inipna es-a ra -
la. e logo 110 .lia seguale ecrcvcu a S. Etc.; di-
zendo M rodeado de litros tenho feilo um es-
lilo aturado sobre te puntos mais intrincados e
sobre as qaestoes mais diffieeis e motmnlosas dessa
sciencitt. pela qual eu tenho sabida predilecmo :
por conseguate achnva-se preparado para balcr-se
com S. Etc.; quem foi pois que provorou a disrii-
s.lo? Foi o illiistrc lente quem provowu. assim
como foi quem, riepois .le Ira vado esse duello Ilite-
rario, a despeilo de lodo esse respelo que consagra
a S. Etc. JispeJio-secom l.io pooca ceremonia, co-
mo que 10111 se lembrar que o albleta inveiiriwl,
que linha acedado o desalo, se acliava em campo
com a espada cm punho.
OciraclerhollaqueS. Etc. aercrcre he cm
riuvria a rebordagem qoc eu levei na primeira car-
la, que eue o clero levamos na erguala; eoilloslrc
lente, querendo tirar rie si essa oriiosiilaric, nesla
ultima cada, que venhode responder, moslrou etu-
bcranlemonte um carcter anula mais hoslil, nlo
paiupanrio. se quer, o proprio prelado venerando,
como se vio. Quem lem sido pois o provocador'.'
O illuslre lento etplicaudo ex-calhedra, s |ielo
que leu cm Richard, o que era eoila;o necwsaria
ou toreada, iiilcrrogou a S. Etc. u.-ies termos
pode o cnllalor entre nos deixar de conferir a ins-
tituico cannica aquelle que for apresentado pe-
lo palronoque he o monarcha, ou por oulra,pode o
bispo nilo obstante a carta imperial da apreieit-
fau-iio de tualauer piitbilero, deixar de eonferir-
- .* /' I ..HFHfp F
A Mk i-aTTli
lustro lenle seguo 1 risca ncslc uwumplo.
Depois dislo, eiicoulra-se, a Iravez de todos esl
peiisaniciilos ricslara.los, uDMCoalradieeao palnav
e he estao Ilustre lente segu o opiniiode qi
basta a elcirao rio imperanle..... c por isso da a
parochos o carcter rie venladeiro enipreanlos p
lili, o-, eutrclanlo mais abaito o illuslrc lenle Ji
en nunca disse que o imperante cicit era o coi
plente para conferir beneficios, e nem dar a tn-
testidtiva canonca.collaccao, etc.; logo ncslc mes-
mo assumplo segu e nao seauo ao mesmo lempo
ao* ullra-regalislas c a inonscnhor Pizarra, o que
o lgico chaman) contraJicto.
Admitamos que a verdadeira nlcnrao do illus-
lrc lenle he u.lo seguir a aqucllcs, e sim ao direilo
cannico, consagrado na teuao Je ti cap. 13 de
reformal. do concilio de Trciilo, islo he. que o pa-
trono nilo podo conferir a investidura cannica;
mas so lio mundo calholico o que cooslituo lmenla
o carador do parodio he a investidura cannica,
porque so esta he que senio pode perder, co.....iiiaii-
lo-se parodio, eniio a receptan 011 nao receptao da
congrua, c nem functcs publicas que anetain-sc c
desaneain-sc sem alleclar o scu carcter ou essen-
cia, o que he fado de lodos os dias, c ah esln a Ici
do lude agosto de ISili, a qual lirou dos parochos
a presiilenein das cleiccscuilnobslanlo lulo licita-
rn Je ser 1.1.-. Ii.
tentar rom bom 1
gajos pblicos, ai
tersando ai regrai
minar-so o objeel.
por -ua esseucia.
Oilluslrc lenle arliou un p
engenhosa a nica inlerprelac
Je Jar a collatAo necessaria.
o. ni a Jar-nos oolra que tone
aluda mais engenhoaa, conlcnlando-sc em agarrarse
a ledra do 2." Jo arl. Ilt Ja consl. c adiando to-
ja gratuita a hvpolbeso opresciilaila por S. Etc.
Je chegar ao cllalor. Jepois Ja proposla......ailre,
relos pelos quae e\-inforinata consctentia u.lo
mereca a Invealidara cannica,
O illuslrc lente como jurisconsulto abantado, lle-
ve saber que a inlclligcncia Jessearlign da consl.,
que por mais Jo um vez. lem sillo tomado male-
rialinenlo, hi etiilieada e litada pelo 511 do arl.
- da Ici rio .le selembro Je IK2S, e pela segunda
parle Jo arl. IS Ja Ici Je Ii Jejiinbu rie INll.pres-
crcvenJo-so como conJtilo essencinl Ja aprsenla-
tilo Jo bcnclicins a proposla Jos collalorcs cm lista
triplicc; porconseguinle entre nos, tilo necessaria
he a collaeo. |.or mi poder verilicar-se sem a aprc-
sentac.lo.quanln necessaria he a aprcscnlacao, por
nao poJer verilirar-se senao u'um Jos tres pariros
pruposlos: mas se a nccessiriaJe Ja aprcsenlacao
mo he l.io aboliila que o patrono seja terrajo a
apresenlar a um proposln, eiubora saiba de suas
111 i-.liialiil.iries. eus raclosde Indos o .lias o pro-
vamVtla mesma Inrma a neceaaidada ria collicao,
iiilu .leve ser lio absoluta que cuaja o cllalor, contra
us rieveres da cunscicncia collar a um apn-enla-
do que depois da proposla to julgadii inrigno.qucr
por raclea anleriorea, e quer mesmo por lactoi poa-
leriore, poiso illuslre lenle sabe pcrfeilaiuenlo que
as vete a a presentaran nu so verilira, senao me/ese
al anuos Jepois Ja proposla, c assiin nilo tem ca-
bimento oaoumino rcpenic malus-Bala Interpre-
laco, rondada na dbpoaico de direilo, he a mais
fc-axoavel, i.orquc quao degradanle nao seria so
rollator em um acto de tanta niagniluile. como em
dar jurisdieoiio divina,em conceder os direilo de
J. Crie que be ileposilario, ohrae inacliinalinen-
lee nao modoaumaiiofallando 1 Ai! dame depusi-
larloquecedeeae o direilode J. C. sem averi-
guar ae o sujeilo era digno delira, s porque um
poder ctlrauho Ihe havia imposto!
O illuslrc lento concorda que 0 cllalor pode e
dte representar uo imperante sobre a iitdtgni-
ditde do apresentado ora se este poder nao he igual
ao leqal que o illuslre lente lem de aquilatar mritos
Iliterario! pela Imprenta, por te mearno poder e
devero cllalor nilo pude ser forrado i collar ;c
que Torca lefia esse poder e deeev de representar,
se un imperante que nlo tlBeaM criterio, nicnus-
prezando a repreaenlaego rorcaaee a collaQio'' Se
esse |ioiler c (levar de representar 110 que roucorJo
perfeitainenle com o illuslre lente) c m o seu cou-
ceilo supremo Da natureza mesma d.
do cdigo criminal, o padre ia par a cadeia e sof-
fria multa, e nem S. Etc. repondcndo-me ditie
que nao.e asim e esteverotao do illuslre lente ou na-
da adlanlou, ou ao qdll locar nulo eomu que pur a-
cinle ; detendoanlM, como venladeiro catbullCo.de
que se ufana, feer volus por urna lei que llvro o
ministros do Ungido do Senbor da cadeia olido ja-
zeintodo o genero de inalvadeEo^mbor ignoran-
tes por deleixo.
Aqui aproveilo a occaiaoparaagradecer ao illu-
Ire lenle, era nomo do aemintritlai da Bali
irona sarcaslica que se dignou fazer-lhes ; rouia
-un, pois jamai |wde inculcar o genio de Bomuel,
Feueioii e oulro, o faclodesaber-e de cr ea pas-
sagem do S. Thomaz, a qual encoulrando-se era lo-
do o compendios de moral, s quem naolcssu li-
vroa pode ignorar, e pur isso Toi um pouco etlraordl-
11.1110 rccommcndar-ie a S. Etc. .1 leilura della em
Richard. Turiavia te o seminario da Babia nAo pro-
iluz csses grandes homen por Talla do genios, esfor-
ta-se o quanlo be possivcl, para que mais larde o
injurioso epithelo de ignorante por deleij-o nao
caiba scus lilhos.
Eja quo loco nesla materia, lio preciso declarar
alio c bom som que, em lorias a linhas da cadas de
S. Etc. nao enconlra-e absolutamente apalavra ig-
norante cmrelarao ao clero ; meiidicanleellc ocha-
ma inuilas vezes ; ma ignorante por deleixo so
cbauoii o Ilustro lenle, a quem boje o aguilhaoilo
remorso por lamanlia injiisdra fez. appjreiileniciilo
adcar esse baldoes injuriosos com esta ctpresse
he unta classe bem respeilatel, a quem sempre
coiisiderei ; appareiilemeiilc, disse eu, porque a
idea capilal duo/ioruiiiin mor deleito anula esta
vez fui de caso peinado cuspla na face do clero em
oulro termos0.1 podres 110 Urasil mo teinitins-
tvucrao necessavia pov deleixo, e pouco zelo de al-
guns pvelados, disse elle no scu adocamenlo, sope-
ando a verriarie lal qual ella he.
Todos O humen, de MUSO '' "un mu. a ll.1l> o-la-
rem apaitonados, entergain ipie no Brasil etislcm
ha muilo lampo academia para lorias asclasses.me-
nu para o clero ; que he [mpoMlvel que os bispos
com suas pobres ronaruas poetara moular conveni-
enlemcnle os seu soniinaiios, c turiavia lcm MU
n pns-ivcl ; que as lidenlas congruas, c a iienbuma
inipurtancia que u governo lem uadoaoa parires, ain-
.1,1 os mai emiiicnics, uno leudo menlo na cmara
alia, c nem nicsmo na baila, nem um si. dos nossio
bispos. randado que s lem cabido ao Brasil Je en-
tre lodosos eslailos ralholicos Jo miin.lo, na., con vi
Jain os mocos abastados a abracaron) o estado cleri-
cal : onde poli c cun que se ha de educar o clero de
episcopacs, riada
do aprcsenlado.o I
fumar o hispo:, collar:
aceita-la com actame
de apaaeentar que lem
rio direilo rie padroado,
cm meros concrdalas, 1
ees nao podan) ler Irai
E tanto osla inlerprelac
engenhosa, he a nica
muilo relos entre oii
cellalores nao lem qui
ronsiriiila-l.i. Onde poli
riedade da Inlerprelac
Ibese. iipmseulailas por
S. Etc. nao precisa torear
obler o Iflumpho de suas o,
i.piii.ies, sondo asila sabe.lori
-iisiiniain, a ainlo profdndam
rosse desla vez Halado com
illuslre lenle. o qual confesa
respelo caca/amento.
S. Etc. quando lallmi cm
lenil'i'in vista a coinp.irai;.ui que o il
na adiado entre os esevicaes c pavoe
ria.le -o por nina dispaiidarie ilesruii]
lando-sc que os parodio eram einp
cus, inirque rccebiaiu congruas, acltl
da eomparaela enlre estes que receh.
rio Ihesuuru, c aquelleque rio Iheso
nilig..iJarie
lo lem de
prcscntaou da
uoiienhuin riii
ao contrario si. Ihe cm.....e
nlo. Iiurquc o dimito divino
1 os hispo-, est muilo cima
, uqual nu se runda senao
ias quaes os Siimmos Pontili-
uiguJo com o direilo divino.
.10. queoilluslrc lenle ai-bou
possivel, como Jisse, que
s, rio aprcsenlaihis, que os
srido collar, .-.inspirarn i
. etlii o engenta 1 arbitra-
in, e qraliiidade da bvpu-
S. Etc.'.'
leis da lgica pava
lo que S. Etc. nao
ais dalieadou polo
oiiaagrar-lhc muilo
otila
paridades ioi
asir lento lia-
Brasil t .Id impossibilia
guilde nao ha deleito, ...
la.le, a qual nilo pode pra
albilldada. Nlo ohalanle
parir pobrini rao t que ei
para irem ao eslrangeir
iiheciinenlos, o na propri
poisofuiiriainenlo.leiiii:
Coiiliiiiiaii.il. ne.la aCCI
-rom., he que nos deten
garito qut estes home
.,oquncveidi-.evcensl
pora', enivc no--, aodca
Ingerencia nos negocio ti
nos! Porconseguinle,)
nada pelos padres Ignorai
quer particular, que se si
e como quer que cslanaiii
ta rio isladc
tiento teneln-; por cont
la .-te auppoafalla de von-
amr-ae quando ha impof
mullo cvenipbis temos ri(
vidam seus fracos rorcn
> demandar uiaiorc cu.
is.....sas academias. Omh
1 tal aecusacao !
taegoo illualre lente dlau
os absolutamente entre
ts ignorante* por delci-
iiarf .lh!se o poder lem
se completamente loda 1
a igreja, ondeeslariamot
aualvaada doulrina rml
les lira.1 arbilriorie qual-
ppoier mata Inlelllgenle
M perdidos aam a inger
ida Igreja. conlbrn.....m
concorda com isto, onde est a infelicidad- de S.
Et.'' Infeliz foi o Ilustre lenle em locar anda nu-
la malaria, qne por honra ua melhor teria que nao
ae venlilaaae.
Se o par/cu/armznit rie que S. Et. te servio
toi mal cabido, porque nao corhprehnrieu, no en-
tender d Ilustre lenle, loda I pocas do Sv ni-
drio, e tira rioriomltiio do Romanos paraca, ao
menos concorda, que relativamente 1 ella poca o
particularmente Ioi bem empregado; acetele,
ma voltando-e a muma arma contra o illuslrc
lenle, lambem se pode dizer com muila etaclidio
quo o llu-ire leuio calilo uo mesmo depilo, por-
que, provanrio com loda essa eruriieelo que o Svne-
ririo era um tribunal quo julgiva com igualdade
loil.i- as causas qur civil, qur ccclesiaslica", com-
prehendeu a poca do dominio dos Romano para
ca, na qual elle n>umo coufessa quo esse tribunal
julgava particularmente as causas eccletiaitleai.
Logo, corapreheudeu mais do quedevia comprehen-
der. Enlretaulo, o que ho verdade he que a longa
descripsao com que se canroii o Ilustre lente, foi ni
supposit.lo de S. Et. ler usado rio adverbio tmen-
le, e lauto he ossim que nlo aceilando o particu-
larmente de S. Et. por nao ser etacto, depois do
raudas cilatoct, conclur diicndo (forma palavrasi
t/ue em parte alguma coma que o Synedrio se oc-
citpatse tmente das causas da riltgiio. E era he
aJniiravcl e |muto meno cslraiihavcl que ello
livesse lomado a nuvem por Juno, porque o enga-
os sao librenlos : natureza do hutnem.
Eis-nre a brato com esso argumento sera rW-
co, que amaga ludo, e decide peremploriamenle
a quesillo, lie o aviso do Sr. Padre Feij, coosi-
deranriu os parochos do Brasil eerdadciroi enpre-
gados pblicos, a reapeito de cuja doulrina seria
etagerada prelentao minha, se escrevease uroas
linha, porque em um oflicio de S. Et. Rvm.'ao
mesmo Sr. Padre Feij, o qual se ach em sua
obras, S. E,t. rcduiio este avs.i ao seu verdadeiro
valor, e nada mais faca do que pedir cncarccidi-
mcnlc ao Srs. Redaclores do Dinrio, que dignem-
socucher asculumna rie teu Uo conceiluadoyor-
1111I com esse mporlanlo escriplo, c o publico vera
o que vale o aviso de um minislrodespeilado !
Enlretaulo, coiivem n.io passar cm silencio que
esse celebre aviso foi riiclailo aumente pela m von-
lario roinque o Sr. Padre Feii ulhava para S. E.,
pur ler derrocailo na cmara Imita um sen projecto
noppoduno e prematuro ; mas anpponha-tc que
foi elaborado sem prcvcuto o com refletio calma,
quem lio quo leudo esluiradu os homeiis ilonosto
pail nlo v a ilislancia que vai do Sr. Padre Feij
Etui. Sr. Arcebispo? O Sr. Padre Feij era uro
ogacSo do illuslrc lente (onde e-I
cunsequencias legitimas se podem tirar rie-les
icipios : |.a que os dogmas e a moral ensina-
p. lo- pa.lrcs Ignorante nao merecem f: -2.
o estado nilo (leve Ingerir-SO nos iirgorios da
ja, salvo naquelles estajos, ulule o clero lor ig-
anle, como no Urasil ::1.a quo no Brasil se mo
C 11 ingerencia Ju purier lempural nos negorios
da igreja, estatuillas uerdidos a reapeito de rcli-
gi.lo ; rie ni.iiicira que nesla Ierra da S. Cruz, o on-
de o clero for ignrenle, J. C. ralla cun a prometa
que lez aos seus discpuloyo toWaeiWi mol in
omnibusoUebut adeomumationem tecull. E niioen-
Irandoem alan......observarnos sobre as lerriveis
eouseqileucias que liiaui liradas, nlo he ctarlissima
a eonsequencia que S. Etc. lirou. contra a qual o
illuslre lenle protesta lilamente rio que, se anda
niele religiao, isto he develo ii ilnfluaacla dai iu-
loridadeaiecularat Naosedeve avancar proposl-
cOes desla ordem sem urna rcfletu calma, porque
riepois tejara quae- lol el os protesto., o publico inl-
pareial julga defluilivamenle e sem recurso.
Jarlando-se o illuslre lenle rie que
mente o que iitse Bostuct. 1 lamben
sublime agtlia de Mrmt.r [ que nlo
porque julgava que a agnlade Mean
Bussuet ) insisl......1 dizer que S. Ev.
de tire COnstlttlHdO o elle ttojuvt
que o pomo principal, WHilO o un
he tabev-te ... pea ochas entre nos pod,
tiderados por empregados publicas. Como e
lava cu engaado? Bu penaava que oponlopri
cipal que ha um auno so diacata era saber-se
quaes s.ioenlie no. a. caii.as inivlas-; porque col
codeado S. Et. que pela Iriosgreamo da lei civl
que c......1 ecclesiaslica orina o mitin, o padre re
I......le no r.-uo temporal, mostradas ol......eohun
1I11 viril se ollelerel 1,1 ; este be, em quanlo a mili
(problema que anda nao toi re-olvido. Oilluill
lente conleiilim-se em dizer Ido atusas mixta
a predica do ttangUho, o entino do calhecitco,
residencia parochal, ele, e sem apresenlar un
l raziio coiivincenle 011 aul.irisaria, c muilo 111
abe perrilla
o que disse,
ei quem teja
temlralad.
instituto ; 1
adaquestt,
riispnsit.il. rio direilo
ni .
lia
que lal .1.1.1..
sumiloSinag.
\\VS3L, regra,
nhecer -quaes as causa
grao rie evidencia, que
lustre lenle nao podra'
he o.....lio principal, a
Ir lente qull laiM con
duvlda porque lateado <
uppde ludo eantommi
0111 o aviso Jo Sr. PaJ
ale.ineaJo o 1,1o
se mais do vagar.
S. Et. em loria- as ti
snbreesla qucsblo, partiin
dimito ecclesiaslico, lem
riisposioucscins, c lem 11
lie que todos csses arligi
processo, altar, rieriel
lente lem lorei.lo p.ua -1
II.....lo au ego tum qu
qui-asriilaseausas-.ioini,
an pa.su quo S. Bs, eslalii
pelas quaes se podem co
s millas, moslrou no malar
.,- causal apuntadas pelo I
1 ser inivlas. Esto lio qui
n.io aquello em quo o i los
italir a prinripali.lade, sen
re que be esle o principal
ido consummillitm asi.
e Feij, e pur couteguint
almejadu liiumplu
s cadas que Ici
o rios principios
rbeaailo a|lo.las as 1
Mirado rom nulo de
< rioroiligu criminal
s, ole., etc. que o III
. lado, nilo podem se
slo lia
-Ir
terial
tarcni
ra
al. sustra-
as publi-
lii.i termo
is dizimos
mi.1.1 rere-
hcui: se a pandde livesse sirio estabcleciria enlre
us parochos eos juizes, que rccebeiu ordenado, de
ccrlo nao seria 1:1o inslita.
Masa palana ih. illn-iic lenice supposlonilo sigiiilique.segunrio//o-
quele, Constancio e Maraes, senao desacosliimattit,
datisadtt. loilavia foi revenida com forcapara acou-
sequeociaricS. Etc. ; eonsequencia, que, cm lugar
rie lunilla, be a rieiluccilo mais natural, que rioror-
re rio principio esloheleciilo pelo illuslro lenle.
Ou os parochos silo empregados pblicos 011 ecclaal-
aslicos ; se a ndole do seu emprego Ico) seu funda-
mento OU leil do estajo, mu priipriamenle po.lt-
rao ell r chamado!emiiregailo publico ; q
mas o a sua mile he toda ccclesiaslica, romo coa- | p
lerpraladoe scn.lo em vista dw prlnelploaI
veis da telenda, e por lato que, quando 01
rie qiiab|.ier ,li-pii-ir.i.i particular parecer
antinomia com aanellei priacipioe, deve pr
se inte- O seu cspirili.....1 que 1 sua ledra
Ora. se em qualquer rias Ira carlai da S. Et. so
.ubi a analv-o de Hostal leis. e-iiinn anda Iciinar-
sc em dizer f. /',. n.io lem tratado dr. jure cum-
tiiuio, 1 lim dejare coitslituendol
A e.lir.lo rie Rieggei rie S. Ex. que O illuslre len-
te concorda em ser dlnereole da dalle, be a mes-
missima : priineirii, porque a ultima odir.io 11 essa
obra he da l'Sti. I nilo be provavel que a editao de
S. Et. seja mais velba : legando, porqoe as novas
ediesea nSoecntumim alterar oa paragraphoa : ler-
reiro, porque eami palavrai tijuttum esi i enns-
pettu Dei eos potiut autlire, quam Deum, Judien-
feae acliam em lorias asediooes, pota las pala-
vras nao sao 00autor, e sim rios .lelos dos Apast-
los, Cap. t v. 19. Esta resposla dea Apostlos,
que felizmente nlo he exclusiva Jo lino rio Ilustre
lento, be a razan 0111 que so funda Kiegger para di-
zer ludo aquillu pois que be determinado por di-
reilo divino, perlencciiilu as fniicrcs dos ministros
sagr.....is. como o ensillo da doulrina divina, nao
pi.de ahsnhilameulo non modo) ser modlScado pe-
lo poder regio, nem anda pelo podar ecclesiaslico
/uiilquitl iijilur jure dirino inlrodttclum esl...,
palavras diarias por S. Et., riepois que etplicou a
resposla Jos Apostlo, nrliaiido-seambo os Irecho
uoiilos no meio .la ola .lo t Itid, da primeira par-
le. Como he. pois, qne o Ilustre lente quer fazrr
crer, para juslilicar-se que o HieggerdcS. Et. fui
cortado, nao leudo o trecho ti jttslum est...
1 mi.. S. Et. pmvenii.lo o flOrtl rio seu livru, re-
idiuiousua integra cm porliiaiioz'.' Que lem-
nle
.1
queil
inrie
lluslre lente, elle au poderlo ser chama-
1 boa lgica, empregados pblicos propria-
I e ueiu prosegue a rallo rio iraperaiilr ser
presenla-os, romo pessoa publica, porque s
instituir a ndole .le um emprego qualquer a
... ,flo que d a jurisdicciio para o eierclcle dal-
le, o asin a aprescalarlo .lu inijicraale, icario Om
acceoro. jamai pollera determinar a denominaran
do carcter .le parodio ; e lano be verdade queso
na adule do emprego he que se pode adiar a ua
verda.leira ilenuiniinc.1o, que cm algum lempo-
quando algn hispo .le Portugal eram o que uo,
meavam o empregados civi riesen bispados por pri-
vilegio real, ueui por isso eses empregados se po-
diam chamar ecclesiaslico,crabora iaomM{M par-
I1--1' de um ecclesiaslico.
Estahelecjdus pois les principio nconcusso,
como o illuslre lente prelcndesse rom torios os seus
recursos sustentar que o parodio eram em esseucia
verdadeiro empregados pblicos, o quo etclue uu
torna a oulra drnominaco meramente iccidehlai,
mui bem disS. Etc. que o illuslre lenle prcien-
ilia pevtuadlv que os pavoehot nilo evam emprega-
dos ecelesiasticoi.
Sobre o nii|lrlmiio cslamo lodo epuenrde
branca felii
II
em lu.:.
lura com 1
cade.....s 1
nao se le
Imparallvc
falla, o qu
t..... I"
i|ii
ip-
engano, he verdade, no illuslre lent
Je interpretar essa passagem da Es
a regra da hermeneiilica, com as anlc-
e consequenle. lumou-a isnlauaiiienle,
librando, sequer, que o judenle esiit 110
, significando imperio da paridle quem
! acontece loria a vezes que ha eoufiaii-
lireiln. Nula nmisilirei sobre islo. por-
lm de S. Et. a ulcrprelacao 1I0 illuslre len-
le fei respondida cabalmente peln Sr. padre meslre
Eiilvcliiu Pereira da Rocha, lente de direilo can-
nico' no Par, reposta que os leilure biio rie ter
vislo 110 Diario rio ti riele me/.
Porque lano ncommoiltivia a S. E. essa longa
lirada rio illuslre lente, tilo mal cabilla, a repel-
lo rio Svucririo, como que rie adrede para dar ora
quinao'em S. E. 1 Se o memo diccionarios ci-
toria pelo illuslre lenle, dizein que particularmen-
te significaespecial, principalmente, e S. E. Ira-
lando rio Svneririo, cuino tribunal dosJudcos, em-
prega osse'edverblo em scu seulido proprio, pois
que. em visla da In-lm 1.1 do enlre us Ires Iribunaes
do J ricos a casa dos Ires, o pequeo e o gran-
de Svneririo, esle julgava causas civis, e sollejul-
hoinoiii illusiid.lo.encrgicoo al memo lciiido,ma
quem ucomparar com S. Et. cm illustracio 1 E
se um aviso nlo he mais do que a inlelligencia indi-
vidual rio ministro, salvo se he reullailo ila con-
sulla rio consclho rie estario, nada mai lama com
ese aviso Jo que a opiniao do Sr. Padre Feij em
conlraposlcaa i Je S. Et.; e, |iois, a que or mais
razoavel e (ver mais peo, seja abracada pelo lio-
mciis de crilerio : aviso que, rorreado impreso as
colleec.ics. baslava.'para o dizer de passageui, citar-
se a sua dala, c quando muilo, a palavras que
frisara a quesillo; be esla 11 pralica que lenliu ob-
servada em luda e qualquer discussAo, e neta me-
ma assiin se tem praticado ; Illas ll.in.rlrvol-o lo-
ria- as unirs palavras, que absolutamente nao se
podem prestar ao caso veelenle.slendo-seem visla
palenlear-se a reprehentlu grossclra cara que S. Et.
foi tinado por ese minislru, de cuja inlentocs
nloacoo o Ilustre lenle capaz, |kis que lem pro-
testado muilii mspcilo o uralameulu a S. E.
t'.oiirliiinrio, peco mil perdOe ao Etm. Sr. Ar-
cebipo, por minha cranile OUUdil om pretender
eiplicar aloumas Je sua phratci, que me parece
rain torrlas .,ri.. Ilustre lenle, sem jamis ler a
Inora conviccilo do que produzi urna riele/1 digna
rie S. Et.; assiin como, se com ulguiua eipresilo
menos bem cabilla olfeuili an Ilustre lente, nero-
11.o rie-iiilna, se be que meu actos nao eslo ei-
cepluailos rie sua loiigaiilmlriaile.
He.uo IKrieoulubr
Vlgarh
do 1883.
.1. da Rocha I atina.
Hiii.ici:u)\m)ii)o
i
lf!
vida e ani-
dado aos
Iniperscrulavcisquesiloosarca
de Irmvogaveis que sao as sua le
Aquello que linda hnnlein repirava
macilo. boje jai proslrario, aniquilado
vermes Jo sepulcro !
Sim aliares oneraJos do ricas oflroudas, nem a
innocencia desvalida, nem o pratiln amaron de fa-
milia devoladas, dobram-lheaa inllctibilidade; na-
da ha que desviar possa o golpe ctlermliador de
sobre .1 virtima volada/que para logo trampe o
pacos da elerniriaile, onde cometa urna nova vida.
Mas, oh sirva ao menos rie lenitivo a reda dis-
tribuirn ilesas Iris: ella lauto ferem na altura
do olios, quanlo nu rasleiro das cabanas; ellas sao
a sarama juslica.
I',-I,i. r.iii.i.lrraros Icrau-las realisada na Sra.
II. Clara Zelerlni Cesar, que acaba de dar a alma
Dos ao ainanhecer do dia 5 rio corrente. Victi-
ma lia algum lempo rie urna enrermidade complica-
da, que logrou por lim tumbar dos estro da me-
dicina, leve rie curvar-se a lei geral rie aiiiqtiilacDo,
ilcitaiulo scnullailos.....b.r seus lilhos e prenle ;
ns quaes so beque bem edeviilaincnle podem aqui-
lalar a parda que, sem ilutla como prevarico,
apronvc a Providencia Ihe infligir.
Nessa cvrcllenle Sra., a quem a natureza se e-
moriru em adiirnar rie alta virluile e IniigOM
qualiilailesinoraes, sempre o desvalido ciiconlriiva
amparo, a indigencia occorrn, a nrphaiularic pieda-
rie; parque n religlo suhliuic rio boinem Dos,
nella linha urna verJarieira filha, que jamaisoniil-
lira .1 sua cmplela observancia.
Possa a trenca nessa viria ri'alm-liimulo, immor-
lal o rheia de iiiellavcis friiitocs, a quo suas escli-
rcrlasvirliiJes lem ju iiiauferivel, allcnuar ador
daquellcs que a pranlciam com jusla causa, consi-
derando que
.......ae cos perlcnro
1 in. ni a Ierra evempbiu, o eco mostrando.
Oulubro 18do IK53. "'______
COMMERCIO.
l'HAtA 110 RECIFE 19 DE OUTUBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cntarfiesoffiriacs.
rabio sobro Londres a -27 :)| d. 60 d|v.
ionio de ledras de 2 mozes a 5 o t por cunto
mar mascavado a 18850 rs. por arroba.,
AI.FANDEGA.
idinie.....do dia I a 18 -26:26:1*8)7
o. du dia I!).......StMSSO
:I8::I20IS7
Detcitrregaiithoje 'JO de oulubro
Barca porlogoaza Olimpia podra.
Barca americana 7o/m Farnum barris de
bren.
Biiguc sueco/V.11.1 Otear Fredericlclrtula ae
Irtgo
Briguc hannveriano Mirandamercadorins.
Uialc bratilelrofnpi'oiirieygenero do paiz.
Iir.portacao .
Brlguehanoveriano Miranda, viudo de llambur-
go consignada a Bruna Praeger 6 C, mauireslou
scguinlo:
I fardo cenlos riealgodao, I caita lalAo, I pce-
le ac, 50caitas espingardas, '.t ditas chato de inri
seda', > pandes amostras. I caita chale de algodiio.
I dita lecidbl de seda, I dila Iranjei Je algo.lao, i
.lilas teririo rie dilo, I dila dilus de liiiho, 2 riila
objecto rie barro, I .lila riilo rie nao, 1 caita cha-
le rie -ria .. leques; a C. J. Asile) cV C.
I caita botos de madreperola, I .lila deriae, I
dila caitas de tabaco, I dila leourat, 1 dita
epclhos com gavetas, I dita riilo de loucador, I di-
la boloede osso, foroia .leriilo para buliles llre-
las. I dita clcheles, deriae. e aiinei, I dila quin-
qoilbcrios c brinq.....los,2l) dita qucijos.l dita amos-
tras ; a Novaos ,\ C.
i caita brinq,ic.tiis. I dita uhjcclos de nidal, I
pacole de amostras; a I.. Scbuler ,\ C.
I caita com urna boneca de cera ; a M. J. Curres.
1 caitas Iccirio rio meio linho, 9 ilila ditos de
alg.idao, 5 fardo dilo de lila. O caita lente de
nlgoilan c leriilo rie riilo, a J. II. IJaeusley.
2 caitas pendas rie sidra, I Jila quinquilleras, I
Jila rrulas em conserva; a J. I). Wolphopp A C.
100 barris cemeulo, I caita Tuslo para oolleles, I
dlleleocul de seria.:!i.lilas bacalbo.fi ililashezcrros
eavernisadns, 1 Jila chapeos para senliora, I dita
pinturas de caitilhoe viriro. i dila enecrariosprelos,
i .lilas lecirie de meio linho, 5 pacole e 1 caita
imostras, 12 caita vinho, 1 dll.i botoes de osso, i
litas couros enveruisado, I dila leciilo rie algodiio
t mcla se.la, (i Jila dilos Je meia seda, 89 lal
rardos leciilo de algodao, .1 cailas Jile rie laa, di-
los objecloa de Ierro fundido, I dila Jilos de vulro.
I dila couros escuro, 14 prendios rie pu freno,
13 caitas quinqiielherias,:! Jila bijouleria. C 1 hlas
vetlidu .leal odio, 7 (Illas dilos rie cassa, 18 dila
vlros, 2 dila laca cm falla, 12 Jilas cadeira. t
dila tornciras para capoles, 2 fardos lecidedeal-
godaoomeia seda, fraila rom urna machina para
ropn. I dila mesa 'de cu-tura. 2 ditas com 2 pia-
nos, I dila com una pintura de oleo, 2dilasaguar-
2 ditas alclria. :. ditas encerado-
denlo de
ret


la pezsecco, 1 dita rroa eutenailioe de eacriplono,
!l dilas drogas, 1 dila objeclos de couro. 1 dita Un-
a*, 2 dilas brlnauedns, I dila carites de obra de
.era, 2 dilas lecidos de teda, 3 dilas dllos de meia
la, 2.lilas dilot de meia seda e teda, IB cana le-
cidos de algodo, meio lindo e linuo, I barrica su-
bstancia para feter ceneja, 8 pecles papalino, I
cana papel de cor, I dila diverso objeclos, I dila
espartara,! barrilinlio arenques, 100 saceos farello;
a ordem.
100 barris cimenlo; a Kolbe iV Bidoulac.
I barrica cadinhot, 3caisis chales de mciaseda,
j dilas brius, 1 eaUinlia leridoa de seda, I cana
ronservas, 1 lata familia a N. O. Bieber & Com-
panha.
1i iivi liin.i-, I dila rcchadurase boloes, 1 barri-
ca i ii-.i-. -_! ditas cinzels, I dila Iravadeirat, I ditas
verruroas; a Brander a Brandis i Companbia.
_' fardos lecidos le laa, I caita livros de escrip-
lorio Brandes e pequeos e papel para imprimir, 3,i
dilas lecidos de aigedSo, meio linho e roela 15a, se-
da e meia seda, 7 litas quinquillera, 14 dilas arma-
mento, 1 dila com I piano, t dilas lecidos de alg
dSo, de seda, de meia seda, e I fardo consular, 200
.:ai i .i luis vatius, I caite amostras; a Brunn l'raeger
,\ Cumpanhin.
I caita espartara, 2 pecles papel&o; a Chrisliani
IrmSo.
iO caitas facdes, 5 dilas limas, I dila espadas, I
dila Techadoras; a E. U. Wvalt.
I caita lecidos de mola seda, I dila estamenha, I
dila charutos, I dila llnla para imprimir, I dila di-
versos objeclos, I pacotc ac fundido, 3 ditas lecidos
de seda, 2 pacotcs amostras, I parole meias de al-
godo, 3 caitas e I cesto vidros. G caltas louca, I
dila brelas, .1 dilas agulhas, 3 ditas objeclos de aro,
dilas ipiinqiiillicri.is.fi dil.is esnellios. ISdilas Illas,
I dila cordas para guitarra, 7 ditas brinquedos, 18
ditas e 5 barricas ferragens, 2 caitas lecidos de al-
eudan ; a Timm Monsen & Cumpanhia.
I caita panno de 13a, I dila charutos, 10 dilas le-
cidos de imi'i.i l.i.i, 11 ii I.....alg iil.iii. I pacole amos-
tras; a Schaphelllin A Toblcr.
5 ditas o 2 pacoliuhos litas de aigod.1u, I caita
galoesdedilo, I dila galOes o franjas de seda, meia
seda, 2 dilas bezerros envcritisadns; a Manuel Joa-
qun) Hamos o Silva.
I caita piano ; a Vctor l.asne.
i caita lecidus de meio linhu
panno de algodo, caivas linlas.
Iras; a J. Keller A Companbin.
Ilrigue sueco Mm Oicar -'ridrik, viudo de
Trieste, consignado a Deane Voulo & Companbia,
iiianifesluii o seeuinle:
""J" liarricas farinhii; MM mesmos.
CONSULADO UBRAL.
Ilendmeuto do da I a IH .
dem do da 19.......
I dila e 2 tala
3 pacoles amos-
ll-.OOKyl:;
l:268.;02(
l.'IVKKSAS PROVINCIAS.
Ili'iidimenlo do dia I a 18
dem do da 10.....
I976#I8
1^17X650
258)845
1:877*101
Exportacao'.
Liverpool, barca ingle;,! l'iolden Titee, de 48ti
louelldaa, coinluzio o scguiulc:21 pipas, i nici^
dilas c 2HharrU azelle de palma, 553 sarcos rom i.l
toneladas de guano, .iV> saceos com 8,775 arrobas de
assucar, 5.000 courus seceos saleados rom 117,021
libras. 1,110 saceos com 8,999 arrobase 70 libras de
Indio.
BBCBBBDORIA DE RUMIAS INTERNAS t-
RAESUEPERNAMBCO.
Ilcndiinentndo dial'J...... .'.223207
CONSULADO PROVINCIA!
Itendimenlo do dia
dem do din 10. .
a 18
ERRATA.
Os consolidados Ingina, rolados
c 98 'i, ilevem ser 111 e 9.1 \ na
lem sido por 20'iui 30 anm
da deseonaanca geni, c di
guerra europea.
I.V2UHM
1:2820721
I6:4930
no Diario,
baivos que
o que he signal cerln
piovimidadc de omi
MOVIMENTO DO PORTO.
Para o seguido balalhfo de iiifanlaria, sapalos,
pares 1648.
Para o II. halalh de infanlara, caldeiraa de
ferro balido 1; sapaloe, parea 3.Vi; brm brauco li-
so, para mbornaes, varas 400.
Para o arsenal de guerra, papel carlntinho, res-
mas 30.
Para a companha fita de cavallaria, do artfices,
meio bal.illi.iii de cacadores da provincia do Cearn,
companha lita da provincia da Parahiba, 2- e 8'
de infanlaria, bonetes redondos para recrulas 50 ;
botos brancos de osso, dutlas 600; dllos prelos ,
duzias 782; grvalas 50; hasle para bandeira 1 ;
lapis, duzias 1; manas de lila 50 ; peras de fila
de Ida para silbas 4 ; papel almacn, resmas 40; dl-
lo de peso, resmas 12 ; pennas 800 ; tpalos, pa-
res itm
Para o 4' balallilo de arlilbaria, boloes grandes
de metal, rom n. 4, 6116 ; dllos pequeos do dito ,
com n. 1, 4010.
Para o 2-balalho de infanlaria, sapalos desoa
e vira, pares 270.
Para o 9- batalho de infanlaria, panno azul para
capoles, corados 1775; haeta azul, covadoi 1(55;
cuicbcles grandes, pares 9G2; boloes prelos de osso,
rosas 16.
Para forneciinenlo de luzcs as estacos mililarcs,
azeilc de cuco, caadas 30 ; lio do algodo, li-
bras 36 ; pavios, duzias 6 ; velas de carnauba, li-
bras 132 ',.
As possoas qiioquuorcni vender laes objeclos a-
presenlein as suas proposlas em carias fechada., ni
secretaria do conselho adminislralivo, eslabeleridu
no arsenal de guerra, as 10 horas do dia 25 do cor-
rele mez.
Secretaria do cousellio adminislraliv. para for-
neciinenlo do arsenal de guerra, 10 de ouluhro de
1853. lote de llri/o Inijlez, coronel presidente.
llernardu Pereira du Ctirmu Jnior, vogal e so-
crelario.
O conseibo adminislralivo, em riiinprimenlo
do arligo 22 do rcgulamenlu, faz pnhllcoqne forain
acrilas m proposlas de Francisco M.iricl de Souza,
Jnaquin Jos llias Pcrelra, Lisboa <\ Panai.ru, e
Mr. Calmuiil ^ Companha, por prurnraca.
Alfred Wellers. para furuerereni : o primeiro, 200
pares de sapalos de sola o vira feilos na Ierra a
15500 rs.. 200 pelles de cabra curtidas eescolhi-
das a 320 rs.;o tegiwdo, 110 aadas de az.-ilede
rarrapalii a 810 rs.. medida nova ; o lerceiro, 19
bandas de l.ia a 3.OtX) rs, ; c o quarlu 535', cova-
dusde panno azul para capules a liMOr*. e avisa
aos ditos vendedores que devein recolher para o ar-
senal de guerra us refeiidns objeclos un dia 22 do
torrente mez.
Secretaria do consellio adminislralivo para furue-
cimenlo du arsenal de guerra, 19 de ouluhro de
1853. Htiiardii Pereira do Cumio Jnior, vo-
gal e secretario.
CORREIO UEKAL.
smalas ipie deve
condu/ir o vapor lin-
peraMz para os por-
do norte, princi-
m-se a fechar boje
(20; a I liora da larde, e depois dessa hura al o mo-
mento de lacrar, rerebeni-se correspondencias com
o porte duplo : os jomaos deverao arhar-se nu cr-
relo 3 horas antes.
Real companha de paquetes inglezes
a vapor.
No dia 21 doalej me/,
sens riiiisignatarios Barroca & Castro j na ra da
Cadcia do Recife, u. 4, ou com o capitu oa prac,
Para O Aracnty.
Segu ero pouco das o tiem conliecido hlate Cu-
pitarMe, mostr Antonio Jote Vlanna, para carga e
passageiros: na ra do Vigario, n. 5.
3
BBB
LEILOES.
I|H til i.' I. IMlVui. I
lanlrnas, aparelho para cha
la, marquezas, sofis, cadeii
mesas redondas, espelbo
turne,
se rom
Permite
pl,
os rej
Kio di
pc>
"I
espera-sc do Sul o va-
por Seren, rnnnn.'in-
danleSlrutl o qual do-
ta da demora do eos.
ra passageiros Irata-
llnwic VV Cunipaiihia ,
12.
u;io do patrimonio do*
orplios.
i ailiuini-lracilu do palrlmiiuio dos ur-
epdirn para Eurn
o-auentes Adniui
:lu Trapiche Nuvo n
\dniin5ti
Aorios entra/los
lia de Hernando de Non
no dia 19.
nha"2 dias e 7 huras
patacho transporte Pirnpuma. rommandanlo Ge*
millo (le Lellis Fonseca. Passaneiros, o ev-rum-
inanilanle du destacamento o lenlo Manoel S.i-
binudeMelIn, et-ciruraiAou Di. Ruzendo Aprl-
gio Pcrelra (iuiui.ir.les, Loureuro do Snuza Lo-
lin, Francisrn Rraiiiiu P.ies Itarrelo, Francisca
Mara da Cnnceicau, Felicia Mara do tlariun, _
sulilados, 1 inferior e4 scnlcnciados que lindaran!
0 lempo.
Paraliibi24 lloras, hiate hrasileiru Paquete, de
31 tuneladas, capitn Francisco Juslino V'aleiiliiu,
ei|uipaucin 3, carga liirus de inanuue ; a Justino
Pereira Ruavisla. Passageiros, Slverio Jus
Madeira, Antonio Frenchco Madeira.
Rio de Janeiro e purlns intermedios 7 l|2 dias, e
do ultimo porlu 18 horas, vapor brasileiro Impr-
rulriz. ciiminandanle o I.- lenle Jnaquim Sa-
lome Hamos de .vzevedo. Passageiros, o alferes
Jos Carlos de Oliveira Franru, 10 praeoj do
etercilo e I mullier, Anlnnio Francisco da Cu-
nea. J.io Valcnlin Vuelta e I estrato, Manoel
Jos de Sanl'Anna, o >. lenle Manuel Marllns
de Arauju Caslru, Dr. Joo Augusto Cesar Na-
iiiicu de Araujoesua familia, alferes Manuel Joa-
<|iiiin da Silva eSa, alferes Antonio Marques de
Souza, Dr. Manuel do Reg Maredo, Dr. Anlonio
do Nascimeulo Silva, viuarin (''ranrlsco Manuel
Macicl o 1 cacrovn. Joo Marlns Branrn, Manuel
liarlos Teiteira, Bernardo Aflonso de Almeida e
1 criado, Loiz Jos de Brito. Jnau (anirailu llar-
dman, ti. Campadunlo. Rcnjaniiiu Cunslaul Fer-
nandes. l-'riinci seo Ludgero Rodrigues Caurella.
Para Parahiba, o Fitm. presidente Dr. Judo Ca-
pislrauu Bandeira de Mello o sii.i familia, rapiUo
Alfonso de Almeida Albuquerque e MI familia,
usoldadn particular Joilo tiomes C^rueiro J-
nior, et-praca Jos Tavares Caj. Pera 0 11 ir
tirando do Norte, o Evm. presidente Dr. Jos
Francisco do Paro. Para o Cear. o depulado
Oclaviauo C. Rapuzo da llamara, Manoel (lomes
de P, e Castro, o soldado Luiz Francisco Lopes.
r.u.i n M.naiili.i i, Dr. Francisco Y eir da Cosa,
sua fithac 1 cscravo, depulado Jos Arsenlo da
(/isla Fereira o I cscravo, depuladp Antonio da
Silva Mendes e I cscravo, Antonio Cesar de ha-
ra Villaca. Para o Para. Joaquina Franriscode
ll.ii ru-, lenle Antonio Fernandes BorejM a sua
familia, Camitlo Lourenro de Almeida, cv-praca
Remigio Jos Marlins.
EDITAL.
Olllm.Sr. inspeclorda lliesouraria pruvinrial,
eni cumpriineiiloda ordem do Evin. Sr. presideule
da provincia de 19 do crrente, manda fazer publi-
co, que nos dias I8,l9c20deoulubroprutimo vin-
douro, iveranle a junta da fazeiida da nic-ina llie-
sniii.ii i,i, se ha de arrematar a quem por.........II-
zer a obra do 20.' lanro da estrada do P.io d'Alho,
avahada em 11:220>JOOO rs.
A ni i i-iii.ilac.lii ser feila na lonna dos arts. 21 e
27 da Iri provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e -nli as clausulas especiaes ahaito copiadas.
As pessuaa que se propnzerem a esla arremata-
rlo, romparecam naaala das sessoet da mesuia jun-
la iiusilias ieima declarados, pelu meio dia, compe-
lenlemenle habilitadas.
E para constar se inandou afiliar o prcseulc e
publicar pelo Diario,
Secretarla da lliesouraria da fazenda provincial
de Prrnambuco, 20 de selembro de 185.). O sc-
iTclaru, Antonio Ferreiru d',lnnunriariio.
Clauuia* etpeciae* para a arremalariio.
I.'Aiobraadu 2.-lancoda cslrada do Pao d'Alho
serio fletas de conformidade com a planta perlis e
inait riscos juntos o orcameiilo, approvado pela
directora em conselho e apprasenlado a epprava-
Clodo Etin. Sr. presidente, ua importancia de
11:22119000 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras no
prazo de nm mez, e dever conclui-las no de (2
nezes, ambos contados ua forma do arl. 31 da lei
pruvinrial n. 286.
i.'1 O p--;.M.ic.'.ti, da importancia da arremala-
ro realitar-se-lia em quatro prcslai^oes icuaes :
a |irimeira, depois de feln a leica parle das horas;
* segunde, depois de concluidns dous lerdos ; a
tercelra, depois do recehimenlo provisorio, c a
qu.irla, depois da entrega definitiva, a qual dever
cr lugar un auno depuis du recebimluto provi-
sorio.
I." Sois mezes depois de principiadas as obras, o
arrematante dever.i proporcionar transito ao pu-
blico em toda a etlenrao do lauco.
5. Para ludo o que n,m se adiar determinado
nas preseelcs (dausulas ncui no ornamento, seguir-
se-ha o que dispe a lei n. 286.Conforme.Ose-
crclario, Inlonio Ferreira il'Annuneiario.
e bao de arrematar, aqueni por menos lizer,
iros deque precisa o muro exterior do cnlle-
t orphaos rin I Muida, oreados em (23?5i(l rs..
inas que so priipuzerem fa/er us nieiu-iunadns
is, puderao cuinparecer na casa da- st.ss(>s da
referida adminlslrac.aii, us dias 21 e 28 du cnrien-
e mez, e 2dn futiini as (-J lunas da maulvla. Secre-
tarla da adiiinsirac.iu do patrimonio dos orpllos I i
le onlnhro de 1853. .Inlonio Josr de lllirriru,
lecrelario.
Setla-feira 21 docor-
renle, as II luirs du
manliaa, u agente Mar
culino de Boracs (je-
raides, far leilao nc
seu armazem silo iii
na do Collcgio u. 11,
de grande surtimciilii
du Iraslcs de todas a*
candelabros, bandejas,
ubras de ouro e pra-
as de jararandu, conso-
. lavatorio!, pedrasde
mannore. lauto para mesas como para contlos, ca-
mas a franceza, mangas de tdro, serpentina, qua-
dros. mesas elsticas para jantar. dilas para jogo,
i mu.....la-, guarda roupa. aparelbos para janlar, e
bancas; u que lem de entroaar-se pelo preco que se
achar, porque em nada pa limille.
Quinta fera 20 do cor
ron le, as II huras da na
uhaa em punln. o igcnle
Anliines far leilao em
seu armazem,ra da Cruz,
n. 25, de grande snrli-
iiienlo de trastes de todas
as qualidades.uuvus cusa-
dos, espinaardas de 2 ranos para caca, espelhus de
paredede moldara domada, candelabros, bandejas,
ubras de prala velha. sabonelM lino*, llores arliliciies
para cnfeiles de cabera e para o peiln, un piano in-
lcz cun pouco uso, reloglos de parede, dous sane-
luarios, 16 duzias de chapeos de p.dlia de Italia para
huniein, l duzias de ditos para meninos, c oulros
mullos objeclos que sorao vendidos barato. Ao
meio da em ponto, se far taiubem leilao, de una
etcravade26 annos de Idade; urna dita de Waiinos,
c iiin dito de 26 anuos, lodos crioulos o sadios.
AVISOS DIVERSOS.
THEATRO DE S. ISABEL.
Tenflu emprasjirioroiiiralwlo quilro bailnrl
ihIu o empreurio ronli
sh ilirorrrm iln nrnwirofa
se||o i rljcr l)t>-Vnlii, iilin
mi) n>r|>o ilr baile para (iIjimiii- ninru-i que si
re*lu dr-.le COfpo: |
lado qii.ilni bailarina
ilarino compoiilAr Glu-
de pmler on.'aiii^ar-'-e
ilro, precisa aimla ile
ifiieiram preciar a compAr 0
ilanlti.roiiMila a lodu aquellas
qtWM dlupoierem a e>!e lim, n romparcrerem nu
Mrrlplorlo *1> Ibe.ilro, a cnlemlcreni-vc rom em-
pri'Mi o. relia-, de que rerelietilo as lire uraltiila-
uienlcpaia o que ciar seinpre prompln o uieiicio-
nade artista liiuseppc Dc-Vecbi, d;>^ H) da manilla
em ilianle.
O emprerario lem dado ja n'io rquivura* pfOTM
dequanlo ileseja i!'t publiro desla ridade.dn qual espera leda R coad-
juvar.'iu, aliain;and |ii:l.'i-i fule qnalquiM ilillirublaile.anleos miiiitre- crilirios t itlim de dar ao KOnerow publiro \ariados
e brilliantcs Tliverlimentos, monnenlc auera rom o
accrenrimo ila COfnpanllfa dramtica, e addlrflo do
corpo ile baile.
As peHOM que fallaran! para no\as assiiinaluras,
pdenlo desde ji dirlgir-M no esrriplorio do (lieatro,
e bi'iii jissim os seidiores a--ii:oaiile> que nAo qiiize-
rcm continuar, deVflffla participar com lempo a
Bnipmii
i.in-i|i|n' I clin' l)p-Verbt, lem a Imnra depnrli-
cipar ao respeihnel publico, que. estando de resi-
dencia nesla cfdade. B COnlnUda romo primeiro
baibiriuo compositor do Ibeatro de Santa Isabel,
pretende brevemente abrir tima ala de dflltM. n-
deos senlioros queqaiUfem aprender pdenlo com
radlidadeconseguir este Mm: lamben so propOa
a dar lirK** por ra sequi/.crcm approveilar dofteu prestimo, o poderSo
procurar, por estes dias, mi (beitlro de Sania Isabel,
das 10 lior.st do di.i, alasds larde, e depois no
hotel Francisco.
Kusinai as dancas seuuinlot:
Conlrar-dama franeexa, walsa franceza, dita pu-
lula, dita (jliss, dita polka, dita masliurki. polka,
dita matliurca. dita rodowatki, dita ihoaUt wabu
Imperfaea de Napollon.
noe casal narlfcalarea ensinar outras mufla*, pa-
ra as meninas, como sojam, cachuchas, solo iuglez,
duelo suspiros, ele., etc.
AVISOS MARTIMOS
Paran Itiodc Janeiro vai saliirrom
i maor brevidade pouivel, o lindo v. no-
vo pataclio nacional u Bom Jesutf do
qual be capitfio Manoel loaquim Loba-
to, len||excellentes oommodoi para |>ts-
sageirol: quem un mesmo quizei' can e-
gar, ir de passagem, ou embarcar escra-
vos a frote, drija-se ao crpilao, na orara
do Commercio* ou a LVovaes & Compa-
nbia, na ra do Trapiche n.54, primei-
ro andar.
Para o Rio de Janeiro.
Setjug a minio veleira escuna nacional l.iiiila, lo-
go que lenlia lardado o pratico que tioiuer doAstU,
donde deve ebe^ar por estes ili.t- : quem na mes-
illa quier ir de pa^auem, para o que lem asseiados
commudos. e embarcar sseravos a lele, diiijase
rom antecedencia a ra da Cruz n. S, e^criporo
do Eduardo Ferreira Hallar.
Pam Lisboa.
Segu com brevidade escuna porhiueza Sobe-
rana, para caraae passaueirot Irata-secom os con-
signatarios Machado & l'inbeiro: na ra do Vi i li-
rio, n. I1', legundoandar, ou rom o capilaoOvidio
Jo-i' Antonio de Ahreu, na pra^a do commercio.
l'ara Lisboa a galera Margarida, capilao Sil-
veno Manoel dos Res, sabe com brevidade; rece-
be carga e paMageiro*. para os quaes tem bous rom-
modos : os prelendenles dirijam-se aos consignata-
rios Oliveira Irmaos & Companbia na ra de
Apollo n. I, ou ao referido capilao, na prara do
commercio.
Para as Ibas de S. Miguel, Terceira e F.nal,
a escuna porlugtieza Amizade, capitflo Manuel An-
gosto Mochado, sabe com brevidade: recclie rama
a frote e passaaeiros: quem pretender, dirlja-sc
Oliveira lrmflos& Companbin, na ra de Apollo n.
l4,ou ao referido capillo, na praca do commercio.
Para o Rio de Janeiro segu com brevidade a
bem conbenda escuna Galante Sfaria: para car-
ga, passageiros e escravos a frele, Irala-se com Joiio
Antonio da Silva (irillo & Companha, ni ruado
Vigario n. \, ou cun o capilao Aleinndro Jos Al-
ves, na praca do commercio.
.Pars o Porto.
A barca Olimpia, de primeira marcha, segu com
Precisa BS de um caiveiro para taberna, que
lenha platicada mesmn; a tralar no becco do Cario-
ca, rom Antonio Piulo de Souza.
Os credores do finado Antonio Luiz Viriles,
(pie anda nao apprssentaramsuas rontas, queiram
faie-io al o dia I do correlo ; advcrlindo-so que
os que o nao lzerem ato tCTto contemplados no ra-
teio que tt val proceder, por ae ler vendido a ta-
berna mi mesmo pertenecido, para pagamento de
eus credores.
Preci>a-se de mu aprendiz para loja de alfaia-
te, dando-se de comer e vestir : na ra Nova, u. rJ.
Aluga-se un moleque de l i anuos, cuja con-
ducta se i m :- : na ra No\a, D. W, primeiro
andar.
Piocha-so de nina peesfta que qiioira entrar
de aociedade em urna liberna mulle afregueaada,
entrando osla pessoa com 100 iminhhi nn dinliri-
ro, para tralar, delraz da matriz da Itoa-Visla,
i. 96.
Precita-Ke de una ama de leile ,
setn ilhu, quer sea forra, OU captiva ,
paga-ftebem: na madoAmorim n. 7,
Segundo andar.
Precisa-se alugar urna ama que
co/.inhe, engommee faca compras: quem
esiivet nestas circunutancias, dinja-sea
ra lo Qoeimado n. ", para tratar.
Precisa-se alagar urna ama, para
ser vico de una casa de pouca familia :
trata-se na ra do Crespo, loja n. V.
Preosa-M de urna ama para casa mem solteiro : as Cinco Ponas, defronle i\ \i\ei-
ro, -obrado n. \\..
Alfredo de Mornaj subdito n&lez, reura-se
para Inclalcrra no vapor iil'Ioz forera.
Pede-se eneareseldsnienle ao Sr. Administra-
dor ilos carros fnebres, que Reja mais compadeci-
do da pobreza, nao se engolfe m> rom quem pode
pasar ; osle pedido I be faz urna pessna que a sema-
na pascada lewu-lhe una licencia la cunara para
Vmc mandar busrai o cadver, o tratou mandar
buscar as qualro liorna, e fes o contrario, mandan-
do liosomenle o caiiflo depinho
O abslxo assfsnado, prevln
a quem for oflerecidn una rab
baja de
correnU
|i
Baear pernambucano.
O gerente da (Irma social de Silva & Companha,
tcm a honra de animiiciar ao respeilavel publico, e
principalmente aosious f/egueze, que lem mudado
o bazar da ra do Queimado para a roa Nova, loja
n. :t;f, aoinle euconlrario o mais variado gnslo ne
fazendis (Inas, e que so vendoro pui pouco dlnhei-
ro, como se ja ni cArles de vestidos de selini niaco
prelos e brancos bordados de velludo,diioi docha-
malota de aeda'de cores do mais Iludo goslo, ditos
do c.imlii aia de seda, dllos de rambraia brsiicus bor-
dados, loineiias de fil de linho bordada, e de lin-
dos padrnes, ditas de celroz bordadas, e com f>an-
jas, reglnna de relrui, lencos de dito do tres ponas,
ditos de seda escoceza para pcsi oro desenliora, cha
peos de seda para dila, meias de seda de peso, brnn
cas c prelas, rainpridas, c cun ligas de borracha
manteletes (chales) de cores c bordados, penlea de
tartaruga para Irania, ditos a imitac,ao dclarlaruga
para dita, allnetcs de peilo de brilbautina, ditos de
lila para cabera, rosetas de ditas, obra de multo
goslo, c o mais bem imitado, Iranias de seda de dif-
ierenles qualidiides, ditas de algodo dila, ricaa
franjas de rctroz para manteletes, sapatinbos chine
le missangas para guardar relogios, lavas de
pellica lauto para boinem como para senbora, |-;t-
gotles de cambraia bordada, camisolas, mauguilos
c pulidos, lencos de dilferenles goslos c qualidades
para grvalas, corles de collcles de gorgurito do co-
res, ditos de granadina prelos, dilos de selim bran-
cos e prelos, bordados de velludo, dilos de casemira
pintada, e bordados tic retro/., chapeos deso de se-
da, dilos do seda para bomcm, bengalas, escouis
para cabello, relogios pequeos para cima de mesi,
llores arliliciaes e linas laido em caixoscomo emea-
pellas paia nonas, e oulros inuitos objeclos, que es-
laio patentes lodos os dias uteisdas ti 1p lloras da
manha, at as '.l horas da uoite pai ,i roininodidade
dasseiihorasquequizerem all comparecer. No mes-
mo ustabelecimenlu, o independeiilo da loja, se acba
ricanicnle preparada urna sala para se corlar cabel-
los, para oque sao convidadas todas aquellas pes-
que enlenda de uc-
lar conla do una casa
mis a quem a saiba le-
ste d Dador a sua cou-
aii inlereaM na rna
a qualqoer pessoa
ca nova dentro de
aprehende-la, pola
por iini prelo que
ilesappareeeu com ella*
fija-so a ra Inrcila n. 129,
.Nrin-'/ur Jote rfOf San-
urna calva |a usada, qu
foi furlada no dia IH il
-pudo chamado para ca
oo paleo do Carino ; di
que ser recompensai!'
tn*.
,\s penoas qne lem penhores em poder de An-
tonio Alvos Valonan, qneiram \ir lira-las no prazo
de ludia-,do contraro serio vendidos,e nao se Dea-
r reaponaabelfsado por couas aloutna.
Tondo o abaivo nsstanado morador no luaar da
Vendatirande, fresue/ia tic Minilu'c.t, \islo um
ani,unci nenia follm, era que o Sr. Canario l.uiz
de BritoTalinrdn deseja fallar com varias pe--as,
enlroaaqnaes larobem ne acha o neme do abaixo
assiL'iiado ; em xMii.b do qual se delicio ao mesmo
Sr. Taborofa, e declarou que se ntfo entenda com o
abaixoaasignado talannuncio. Manoel dSilca
fforror.
A pesHoaque perdeu nra alfineie de pello no
dia It do enrenle, as 7 horas da noilo, dando os
signaos cortos Ihetero entregue na roa Auausla
n. .'8; o qual allinele foi adiado por um miilaliubo
defronle ua mesmacasa.
Acha-so no sitio Olbo de Vidro, estrada de
Parnruneiiini, lia l.'nlias, urna cabra 'bicho) com
nina cria : qiiriu for sen dono pode ir prmura-la.
Pre\ine-se a qualquer pessoa a quem fr olle-
reclda urna rebeca nova,dentrode umacahadepo
ii-ida. que baja de aapprebcinler, pois foi fiulada
por un prelo que icndo chamado para nanhar, de-
nappareceu cora olla no pateo do Carino: quema
descubrir, q emolo le\a-la na ra Direila n. 1-JI,
ser recompemado.
O Sr. Manoel Antonio leiveira lem una car-
la viuda da Balda, na iii.i do Cie-po au lado do ar-
co de Santo Antonio u. :i.
Perdeii-se um bol.'iode ouro com II diaman-
te-;, seudoodo centro maior, da Soledade al Begui-
mento ruadasCruzes : quem o adiar equi/.cr ret-
lllulr, leve-o Soledade, taberna de Jos Francisco
de Oliveira.
A mesa regadora la Irmandade de N. S. do
Hom Parlo, cou\itla a lotlos os teus irmaos para
comnarecerem no consistorio da mesma irmandade,
domingo S3 do correle, petas la horas da manhfa,
afiu de se proceder a eleicao que lem le dirigir 0
anuo de IS."ii. 'rnnriim do Ampara l'htlo /.<-
pe, eserivflOe
Otlerece-se urna mullier para casa tic punca
familia, a qual eo/inba, lava e enuonima : ua rna
do Foro n. :i".
No da ~'2 do-le mez de ouluhro se ha de ar-
rematar em praca publica, porania o Sr. Di. juiz
municipal da segunda vara oesla ndade, um osera-
V0 remador, avaliado por 5009000n., porexecocio
de Antonio (ionios Villar contra .lose da Silva Ne-
vos, o be a ultima piara.
O korrelario da irmandade de N. 8. do Terco
avisa a lodos OS US carisNmos iranios para reunan
de mesa geni, dominuo, J\ docoirenle, pelas9 IpJ
liora- da inanbaa, para a roiitiimaciio da deic.lo da
mesareajedoradoanno roturo: roga o mesmo se-
cretario que comparece o maior numero de Irmfios,
alim ilc ncsse dia imprelcrivelmenlo se pioredcra
toda a eleirAo.
Imiii negocio.
Aluga-se a casa que deireiro, esquina to becrodo Monleiro, a qual lem
armacao. e osla livre de imposto, por proco mullo
commodo. por ser indr|tcndpiilo do resto da casa,
e oflereco malta vanlageBQ por ter pcrlo um dosom-
harque, eja estar ha muilos anuos afroiaiezada co-
mo taberna: na praca da Independencia, livraria
n. I o H.
LiyLIDACAO'.
Aelta-xe alierta a loja le nntiiie/.as lia
rna hii'j;a do Hosario n. iV, e esta1 VoaV
dendo por todo o dinlieiro as miudesas
nella existentes ; aproveitem, amigos do
haralo, qU se esta'^Heiniaiido |K>r ili-
nlieiro, com tanto que seja a' vista.
Aluga-se um grande armazem na ra do
lliiiiii, do sobrado que lira ao pe da fnndicao do Sr.
Hollinan : quem pretender, dirija-serua de Apol-
lo, araasen, n. 30, do Sr. Barboza.
Precisa-sede urna ama : na ra Direila n. 7J.
Aluga-se urna casa ua ponte de Clula, com 8
qliarlos, : salas, cozinba e cstrihuria para 4 caval-
los, coebeira para : carros, quartos para felore es-
cravos: quem a pretender, diiija-se a Jou Tava-
res Coi llene, na Iravessa da Madre do Dos n. 9.
Precisa-se de um molcque, pagando-fe lueu-
i........... un .! vi. Irfs i
a ni itii A rv
eeea que qulieren honrar a nquellu eriebeleciieD
tu, rom que muio ooedljuveri |iara a protperlde-
ile ilello, a de lirasllt'iios que sem peeperem c\-
foreof limito Irebeluem per, o seu eiiBraiulecl-
iiientii.
Ilespja-se fallar cun o Si, loe Franrisro lti-
lieiru de Stwia : ua prara ila Boa-Visla, n. 1.
I'oi Manuel l.ui; de Abnu.Sanio!.
Rege-ee aoSr. DemtlIgM llarrelros com Liber-
na na (ua las Cruzes, vlr e preee de Boa-Viele, n.
:V1, ;\ ncunrio que S. S. nao Ignora.l'or Manoel
l.uiz de Abren.Sonto.
Alupa-se para presepio ou iliverllinenlo par-
llctllar, o lliealiinlioila roa Augusta, e lanilieiu se
i emle a mesilla pru|i(ieiluile e outra junto, que lem
17 palmus de amura: na ra il.is Larengeiras
II. IX.
Precita-w ile um I........
goeiO ile uiolliailiis, para lomar
que ollerere mullas YenlegeH
lerniiuar, com lano que esli
duela; du* se liom ordeoetk
Larengeirae u. IH.
Alujase urna eecrava, rrioula, para lodo o
servido tle una cas.i; sabe eiigoinmar rom perlelrao,
e ro/inliar o diario, faz lodo 0 mais serviro, e lio
innilo fiel: quem precisar dirija-se ra Iteal
u. :l.
Praciae-se de um eaiieiroqueealeja pratico
em (ahorna, ou um dos cuegadoi lia pOUCO lenipo, e
que lenlia de Itia-20 aiuio : quem eslner Mslai
circuiiisl.iiiciai, diiija-se o i ua do Arapo, esquina
que \olla para o paleo da Sania Cruz, n. 3.
Alnua-se ulna casa terrea com slito, no sllio
do Cordeiro a Hiergemdoriu llapiliarilie, com com-
inoifos para grande familia, coxlobe fra, quarlo
para criado, coclieira para carro, o*eslriliaria para
(i cavallos; urna dita laiubein mal uem do rio, com
comiuodos para ramilla, coiinhe fere, e eelriberle
para lca\allos; oulra dila mais pequea no fundo
do mesmo sitio : os prelendeolee, dinjam-sc pera
\er, ao referido sitio, e para tratar, a lialiriel Anto-
nio, no palco do Carme n. 17.
Lotera de N. S. do Rosario.
Pa rita rio Queimado, lujas n. 37A, <^
i. ^il prara da Independenciau. 40, e
aterro Ja Joa Vista n. 18, existe aos
pii"us ubaixo um ptimo sortimento
di- liillirii's, nios billietes, quartos,de-
cimos e vigsimos, da terceira quarta par-
teda quarta lotera de N. S.do Hosario,
cujas nulas aiidant hila
dia -21 du corronte.
Billietcs ipteiros
Meios bilhetes ....
Olla ros.......
Aluga-se um grande armazem, pro-
prio para deposito de carvo, por ser des-
Oobcito, situado na ra de Santa Rita a
bi'iin mar, com dous portOes fechados e
o terreno todo murado, temi ttmtrapi
che para embarque edesembarque: tra
ta-se na ra do Trapiche n. 10, seguii
do andar.
Manoel de Almeida Lopes, com casa de
consijpiacSo de escravos, na na dos'
Quintis n. "2'l
Nesla casa recebcin-seewraMisdecommisiio pa-
rase vender, tanto para u provincia como para Aira
lella, por conta de eus donos; atllanca-se o boro
trnlanienlo e seaornnea dos mesmos ; e tambero
compran-ee e piiam-se liein, agradando.
Alusa-se o urgundo andar da ra Nova n. 21:
a fallar na ra do Jueimado n. 10.
Pao' de familia.
Na padarla delraz da matriz da Boa-Vista, conti-
na liaver hnm pao de familia ; assim como conti-
na haver das ( as K horas ila larde, e sii se vender
na inesma |iadarla n,9Bi o na ra do Rangcl n. 1.1.
Madama Routier, modista franceza, na
ra Nova n. 58
acaba de receher um lindo sortimento de chapeos
de seda para passeio, c do Miro enfeilados para
noularia tic senhor.i, romeiras de crtnhraia cora
manilas bordadas, preparadas para vestir-se por
baito de palito, diales prelos e hraucos, IIIOos de
eiiliar espartilhos, metal para seuhora, enfeilen o
turbantes para bailes e thealrns, litas largas para
cinliis. camisinhaH bordadas, lencos de seda, lavas
lecasainenlo, ligas, romeiras. ni ni^niiu- bordados
Inclnente
nu
.... .Sill
.... sriOO
.... I200
Decimos.......... <|600
Vigsimos.......' .s'-i2l>
LOTERA DE N. S. DOttOSARlO.
Gasa da esperanca, ra do Queimado
n. 61.
Nest.i casa, e na praea da Independen-
cia, luja do Sr. Fortunato, esta a venda
un cmplelo sortimento de cautelas des-
i.i lotera, cujas rodas andana no dia 27
do crlenle.
Bilhetes......... V.sOOt
Meios...........si'"!
Quartos..........lOO
Dcimo*.......... 000
Vigsimos......... .s->20
Aluua-se o legando andar da casa da ra do
Caes, e o (piarlo da rna do lli un. cni I ora de Pol-
las, perleorenlea a I'. A. da Cunlia i\ Compsaliie,
na rna do Vigerle n. 11.
I'rerisa-se de caiveiro para o balciio de una
pedera, tila na ra do (.luarlel de l'oliria n. IK,
prefciiiulo-se um que lenha bastalo pralici dol
negocio-, ii.io o (laudando dai-se-lhe i.....irdenadu
rorrespondcnle a sua acllvidade : aquello que se
achar iieslas circiiinslancias, eebenendo a siiacon-
(luria. pode dlriair-e a mesma padarla cima, que
adiar com quem tralar. Na mesma precisa-te de
um padeiruque euieuiia perfellamealedaquelle lia-
(l-aha
imperial
Carros Maya,
no aesignados, lendu .il<
1111\ i, _i.. esclusivo p
lirin
la dos carros desla im
Maya, tem o preser de (Visar
genlio, queellea esli promplo
qualquer eiic.iinnieiida (|ue da
ou
iln
ll\0l'UO
e ven-
Cerros
de en-
llocado do
tur
lenomlnedos
o- senlnre
a dar cu'cucfio a
titos carros se Ibes
i fazer; para o que podem ser procurados lo-
i dias das 11 horas ale as-J da larde : na ra da
Cadcia do lenle II, S, primeiro andar.
.l/oi/ii \ Pamplona.
I.IIIIII!I DE \. S. 110 lilisAltlll.
No dia 7 do corrente, andam as rudas
ilesta lotera, com todo e qualquer nu-
mero de bilhetes que Bear, e so estarao
expostos a venda ate odia 2. nos luga-
res docostume. 0 thesoureiro. Silves-
tre Pereira da Silva Guimaraes.
Casa de eommissiio de escravos, na rna
larga do Rosario n. 2i, segundo an-
dar.
Nesla casa receliem-se csrra\os por cniiinii--a para seren vendidos por cont de seus seoborae.
allian^anilo-sc o hom Iralanienlo, assim como a se-
Liiiranca dos mesmos; nAo se poiipaiidocsfor^os pa-
ra (pie os mesmoi escravos sejam vendidos com
prompliilao, alim de (pie seus scuhores nao soflram
A Na rna doBrumn.SO, segn- t$-,
do andar anida precisa-sc de ^
una de leile, prefere-se mullier ,a>,
du matto : quem quizer, lendo
bstanle leile c nao tra/.endo(i-
lirija-sc a casa cima para
da de rutas-Cres, maulas prelas de seda milaeao
de hloiide, vestuarios de seda pan meninas, dilos
para meninos, loques, franjas prelas, lauras de bap-
lisar, e-parlilhos enlrc meio bordados, caigas bor-
dadas para meninas, tacos prelos do todas as quidi-
dades, um sortimento de lit, recorte do babados de
vestidos de diversos desenlios.
(abineleporlu|iiiv. de leiliira.
Os senliores accionistas a subscriptores, silo con-
vidados a salisfazerem seus dcbilos al o fin do cor-
rele mez.
Alega-te e armazem, no qual semprc leve ta-
berna, e nu inesino lem armaron: no pateo do Ter-
co ii. til), a tratar com o sen proprielario Jooquiai
Lopes de Almeida.
Antonio Francisco Pereira embarca para o
Itio de Janeiro a sua cscravo, crioula, de nunie
Ron.
Rodas de madeira para carro.
No Ierro da lloa-Visla n. 55 lem seinpre um
'Ortimenlo de rodas de todo o lamaiiho.lanlodcma-
leira da Ierra como de fra.
Alugo-se mita cosa no Monleiro, do podra e
'al, rom bstanles couimodos, confronte o oiloo da
iureja deS. I'anlaledo : quem a pretender dirija-se
a ras do Queimado, casa u. II.
Jos Francisco Rodrigues delSOO de ser cai-
veiro da casa de Ricardo Rojlc, desde o dia 17 de
(luliihrodc 1853.
Joaqiiim Jnvcncio da Silva embarca para o
Kio de Janeiro, osea essravo cabra, de nomo Ma-
noel.
No dia qninla-feira, \H) do correlo, as i ho-
ras da lardo, porta do llr. juiz de orphios, na i n.i
de Hurlas, lem de ser arrematada por ser a ultima
praca, a botica da ra Non n. 53, perlejicenle ao
casal do fallecido Joaipiim Jos Pinto GuiraeMM.
Ileseja-se fallar com Jos Anaslacio de Albu-
querque: na riiailn Caliua.i toja dcniiiidczas, n. 3.
Joui/uim Jos-e da Coila FOJOS.
eaeja-ee fallar aoSr. Marcolino da Silva,
morador no largo de S. Goncalo, na Roa-VWa : na
ru do ttangel, n.-JI, a negocio de seu nter.....\
Ohacharel l'n.....isto Brederodes ilc Andrade
declara.que se etl proeedeodo 0 inventario e parti-
Ihas.Ki- lieos de seu liuodo pal l'ravedes da Fense-
ea Conlinho; oa eredore. do sen linailo pal se apre-
senlein com seiisdociuneiilos no carlorlo de orpliflos.
I*rerisa-se de um menino de 1- a 11 anuos,
qaesailia lr. escrevere eiiiilar, para caiveiro, dis-
lante rieila tirara, afliancsnda-*e o Imhii iraiameuio
e edocacAo: as Cinco Ponas n. 71, taberna de Jo-
s Carneiro da Silva.
Manuel de Smi/.i silva Serodio, residente em
Kiach.ioile l'ai.cll.is, leudo negociado nesla prai;a
Com variossi-mIhiics a ipieui suppoe nada dever ale
odia 17do ((urente, pelo prsenle convida a quem
se jnlsiir sen rredor, llio anrescolar sua conla no
prazo de II dias.....s Cinco Pon las n. 71, que scrilo
pegas, tirando assim detonerade tiara o fuluro; e
evceplo diias letras por nilo eslarcui anda vencidas,
nina na mi de l.ui/. Antonio de Siipnira, e oulra
na iii.ii, de Jos Joaquini Pereira de Mendolira.
Caa da tfericSo.rua das Anuas Verdes, D.-25,
ilas !l hiiiii- da manlllUI, as da larde lodos os llias
uteis.O aferidor, Pru.iede'da Silril (Iwmao.
:;,.'.-;;.;-. :.::;..- ..;.-.:.,::
#$ l'recisa-se solieroinlc mora,nesla cidaile, o fi
Kiiii-ponileiile iloSr Manuel llezerra i'erei- 5S
ra de Anejo belIrSo, morador em Crougi, 5t
.iiiiu dse entregar urna carta para odilo ja)
i-' seuhor: anuuncie. ^p
:.::,.:.: .;;:..;.. : .::: ;.:.::;:;:;.;::;,
Carlos Jos da Ciioha, resiliente na Cachoeira
do l'iiilo, (crin da comarca de liaranhuns, lendo
dado um abono por intermedio de seo sohrinho Ma-
nuel de Souza Silva Serodio. a Antonio de Cirolho
l-nrtailo, na casa do Sr. Manuel Antonio ds Silva
Auluucs : Osle senlior lem sido bastante ingrato e
cruel, que al ao prsenle nein ao menos ilIsCOO
rs. deu a conla, peloqoesovlo na dura necessidade
o Dador pagar de toa tlglbelra o dito abono, liran-
il.i de agora cm diaule o dito abonado a dever uto
so ao Sr. Carlos"Jos da Ciioha, como ao Sr. .Manuel
Antonio da Silvn Anlunet, s quinlia de 127} 140
rs., que o dito Sr. Autuiicsconliou de mais por sua
conla.
n.i-.o lOOgOOO rs. premio, com nrsnlej ou
sobre penhores de ouro : na ra da Praia do Cal-
deos do foro civil, mais bem corrigida e acrcscoula-
da, n5o so a respeito do que alterou a lei da refor-
ma, como cerca dos despachos, inlcrlocutorias c dl-
linilivas dos jolgadores : obra esta 18o interessanle
aos principiantes em firalica que lhes servir de lio
conductor : na praca da Independencia 11.608.
COYSILTORIO HOIOPATHIC.
Gratuito para os pobres.
So lieei/e, ra do Trapiche Noto numero 1 i.
O DH. CASANOVA lem aberto oteucoo-I
sullorio no Recife, onde portera ser procu-
rado a qualquer liora do dia.
N. B. As pessoas que D80 frem pobres,
pagaro pelo Iralamealo de 5 a ilraUO rs.
( nao etredendo de dous mexes.
mmmmmmaSm--
Antigo deposito do rape princesa do Rio
de Janeiro, grosso, meto grosso, e li-
no, na rita da Cruz do Recife n. 25.
\ ni'.i Pereira daCunlia eocarrr-garia, ha muilos
anuos, da venda deste rap, sclentiflca aos consu-
midores dcsle artigo, que haveodo tantas, e lio dif-
ferenlet qualidades de rap, que chegam a confuu-
dir-se, que o rap por ella vendido lie o do fabri-
cante EstevSo liasse, um dos mais ulicos do Impe-
rio, o que desoja observem, porque condados em a
lin.i qualidade de seu rap, tanto em aroma, como
cm ler a propriedade de so conservar muilo fresen,
se sugeita n aceitar qualquer por$to, qne por de-
leito de qualidade Ine fdr engcllada. Pera mais
rommodidade de seus fregueses acaba deeslabele-
cer un deposito filial.- ua ra de Apollo n. 9.
COMPRAS.
Compram-se escravos de 12 a 30 annos, de bo-
lillas figuras, de ambos os sesos : na ra Direila,
n. 3.
Compram-se escravos, e vendem-ee, recebem-
se de conunlssao, tanto para a provincia romo para
fra della; na ra dos Quarleis n.24, segundo andar.
Compra-se qualquer jieca velha de melal cha-
mado do principe, preferindo-se o que teja mais
claro: na ra do Collegio n. -'"i, taberna do Fontes.
Compram-se pennas verdea para fullias: quem
livor annnncie.
Compram-se predios emperfeito estado, e sen-
do em ras frequentadas. nos lialrros do Recife, e
Santo Antonio : quem quizer vende-tos, dirija-te
i ra d, 11 a 11 / n. 111, com suas proposlas.
VENDAS
> II.
ACIDAW&BEPAHLS.
i
i
i
Preciss-se para um cnpenho, dislanle dels pra-
talileRuas, rio um feilor porlusuez, qnii enleinla
de pl,iiii.irn'-. r tic fiador a sua romtucla : quem e
achar iieMaft rirruinslanrian, dirija-so a rus da (la-
dcia du Recife, armazem n. 4, de Barrota & Catiro.
Prerisa-se de um roinheiro forro mi Caplvo,
para um en&ciilio dislanle de*la prara." leguas :
dirija-se a ra Imperial n. 7 na fabrit-a devio.'icre.
No paleo da Kibeira de 8. Jos, oja do sobra-
do ii. 15, l.n.t-se. e eniiomma-se, com mullo seio
e perfcit^Ao, por prcro rmoavel.
O Sr. Jos 'IVheira dniin.ti.f-. (pie leve bo-
lequini us rus lar^a do Ros.'.ro, queira dirinii-sf
I praca da Independencia, livraria, n. b" e 8.
Preciss-se dr um (rabalhador, que euleuu
A- J-AI-
iiii ... iims .i-t.i.. i | iHHneuuliecis uurics
lem i honra de p;irlripar a seus freaucics, e no
n-speilavel publiru em e'ral, que araba de receber
por navios viudos rie Kranra.lnilalrrrac Kio de Ja-
neiro o moi rompli'lo c variado I '.- do sul de seda e paiiiinbo. lano pitra senlio-
ras como para liomens: roni*le de rbapos de sol de
lods Con cubos de caima e louro de lodos os lama-
nlnis, ceros B qualiitailes, e com cabos de oulras
madelres, das melhores qne se usam para l.i! flm,
rom corlcalurM mu engracadas; chapeos de k>|
com aimac.lo de ant e baleia, com riqusimo-, ci-
lios de ni,n lim, de armacilo de ,\>\>\ rom ral>os de di-
veraM qualidades, muilo bonilos e bem acabados.
Para SCnhoraSi lem chapeos de sol de seda com cu-
bos ile m.irlim, os mais riros, que (em vindo a esla
pi';n;.i. seinlvdc urna eleuancia eilrema, oulros com
cabos de ferro, de dsso, e de madeira, com ricas
franjas, e no lodo mui lindos, leudo cada um a sua
compelenle caia; lem lamben, chapeos deso pro-
prio para meninas de escola, por pre*;o mu commo-
do, e lambcm de paiuilnho de lindos padroes, c o\-
cellenles franjas. le chapos de sol de panninho
para homom, lem lamhem srande variedade de
qualidades e lamanhiH, lano rom armaedes de ac
como de baleia, sendo que n.1u fallam fiaran con-
plelo de lal surlimenlo os chapeos de sol mui gran-
des e for lev usados pelos senliores, e feilorcs deen-
penbOi e mais que nunca necessarios ua prsenle es-
laco do anuo. Vendecbapeos de sol de sedi im:le-
zei. armario 0*0 baleia, a ,j}000 cada um, preco
mui mdico, alenla a boa qualidade da fazenda.
Para cobrir armaces servidas lem esle eslabeleci-
menlo, um urnnde provimenlo, ausmenlado receii-
lemeule, de sedas francezas e iuslezas, de ludas as
cores a qualidades, panninho* excellenles, lano
trancados como lisos, para Sdlisfozer a lodos os ros-
Ios, adverlindo que as armacftett de ac fcam oulra
vez como novas por mel do verniz propriu. Pos-
-iii' Undtem variada porro de baleas para esparti-
lhos, enlre as quaes alsumas de ac fino. Todos es-
lenarlisTos vendem-se.qursej.i em rtosso, qurem
relalho, por preros muilo mais commodos do quo
em oulra qualquer parle. Faz-so lodo e qualquer
conscrlo em chapeos de sol, com grande aceio e
presteza, e aeeilam-sc encommendas (aulo para o
Interior, como para fra da provincia. O eslahele-
ciincnlo achar-sc-ha a borlo d'ora em dinnleal as 8
liortJ uezes, e das potsoas, que por suas occupfAe* nao
podem facilmenle sabir de lia.
AVISO JURDICO.
lotera do rio iik ja\eiro.
A. i..ni-si' a venda os bilhetes da lote-
ra 12. do lliesouro publico.
Vende-se um de|iosilo de pSo, no pateo do
icrco n. 10 ,1 tralar no mesmo.
Vende-Mi urna mulata, muito moca, com al-
punuM hiibilidades : na roa da Traa de Sauta Hita,
lalicrna n. I.
Vende-se urna iiegra, crioula, de -JO eunos de
idade, quo sahu ludo o arranjo de casa de familia,
-ni \icios, irni achaques : na ra das Aguas Ver-
les n. IU-2.
Vcnde-se uina crioula de 18 a dO annos, a
qual lem muilo boa conducta c lie perfeita engom-
madeira e coslurcira, e faz sapalos de tenliora, o
iniiitMi Ja \en.la se dir ao comprador : quem a
pretender dirija-se a ra do Mogueira n. 2i se-
Eiindo andar, queso dir quem vende.
Nu tila do Queimado, secunda loja 11.18,
vendein-se ricos corles de barege de seda para ves-
tidos, rom II1 ni.iiiln-, a lUgUO rs., i.r/i-iul.i muilo
miidurna.
-:.,:.-;.. a=0OOOO 0*OOOiOOOOf
Para guarda nacional.
^ Na loja do sobrado amarello, nos qualro V
cautos da ra do Queimado n. 29, vende-se 9
i panno azul, prnprio para fardas do suarda 9
|0 iiaciuna!, Ii.ivi'ii.lii de varias qualidades, c
i? por preco muilo commodo. #
., '';'
Vende-sc doce de caj secco, a it) rs. a li-
bra, dito de limito, a .1-.*. dilo de mangaba, a 320,
dito de cidra, a SO, i'.isl.inh.is confeitadas, a liiO a
libra, e tulas as qnalidadea de doce de calda por
iiicnis precu do que cm oulra parle : na cidade de
llliiid.i. i mi du lliimlim, em rasa de Manuel Nunes
le Mello; assim como (ambem se venden pos de sa-
i"iis, bous para se mudar por j cslarem em cai-
Vendc-s n.l estrada da Torre um sitio do fi-
nado Miiuucl Jemnvino da Cosa liclioa, que liojo
pertcnce aosberdeiros do mesmo tinado : quemse
julgar com qualquer direito a elle por qualquer for-
ma, Hiiniincje |nii psla (olha, para depois se ndo
chamar .i ignorancia.
Acha-sc venda as lojat da praca da I tn.io
n.ticS, e do Collegio n. 6, o compendio dephi-
liisnphia racional, redigido pelo Eim. e Hvm. bis-
po actual do Para, para o uso das escolas lirasileiras,
nu 9 voluntes, e distribuida por lices, lie obra de
inerccimenlii, cm melhodn claro e de fcil compre-
hensiio. Seu prei'ohe.'llgOOO.
FAZENDA8 BARATAS.
Na nova loja de "> (Kirtas, na ra do Li-
vniinento n. K, ao pe do aima/em du
laura,
M'n.leni-se nrlcs do chila de cores escuras, com 3
barras, a I-nmic .j-mni .... ditos de casta de cores
rom 3 barras, a j.siiiii. -siki e 3900O rs., dilot de
cambraia de corebrancos, com 2,3o4hai>ados,a 59.
.>".i k i r (B000 rs., chitas escuras muilo linas, o co-
tado, KK). .lilas de diversos padrOes e cores tilas, o
covado, IHUcjDV r>., ditas franreas com barra,
muilo finas, o rovado, jmi. 300 e 320 rs., riscadi-
ulios francozes, em cassa, c padres muilo lindos, o
ciivado, 200 c 220, brins do linho trancado, deco-
res, Iftlraa e quadros, a vara, tilo, 700, 800, 900c
LSHHI rs., ditos de algodito, o covado, 300, 320 e
360, manas de seda de goslo moderno, a 8. 9, 10 c
12*000 rs., chapeos frnucezes da liirtna moderna, a
BSJOO, 7, 7fSd0e SJOUO rs., cortes de casemira de
*"i00 &*(KK) rs., rassasderures com liar-
120, ch.ipeos do Chili muito finos, aba
12, 13 c 13*000 rs.
Sacct con, f.riah..
Vajodem-tS secas com inulto bou farinba, em por-
ciliniii a relalho, a volitado do romprador : na rila
dj Cadcia do Hecife, loja n. 20, por prejo com-
modo.
PMhbMha.
Vendein-se lindas cassas para vestidot, a iiiO rs. a
VsrS, n'irles de camliraia de liahadns, cuteles ricos,
ciiites de chita de barra, e mirras fazendas baratas :
na ra Nova u. 12.
Noengenbo ..endah)', distanlo da cidade do
lli" I i ni..-" legua o meia, existe para vc.ider-se
l iii .i de ferro velho fundido, iuclusive tambores
eapaiet ainda de moer, assim como dentaduras e
aguilliues de ferro balido: Irala-se no subreditoen-
geuhii com o seu prupriclarlu.
Vende-se o ciigeuho l.imeirinha, situado.
margem do Tracunhaein, com 600 brajas de (alia-
da e una legua de fundo, com as obras mais pre-
cisas, ludas novas, ptima moenda, com hons
partidos c que com dous carros e qualro queridos
pode moer aldouamil pues, o que he de grtude
vantagem para um principiante. He de ptimo
assucar, e de boa produccao tanto de caima como
de legumes: vende-sc com algum dinhelroa vista
comis a pagamento, conforme se pudrconv.u-
cionar. Os pretendeules dirijam-so ao engenho Ta-
nialade de Flores.
Vende-se urna armario mnito bem arranjada
para loja de miudezas : pela cininodidade do precu
conveni muito a qualquer pessoA principlaii'e, qoe
queira pdr um eslabelecimcnto d'esse genero : 1ra-
ta-sena rna do Collegio n. 4.
Taberna da ra do Collegio n. 5.
i.mil mil., a cidade dcl'aris, vende-se omuilo su-
blime cougro e cheriie salgado, vindo por Lisboa da
IhadeS. Miguel,na barca Oiimpni.ulliinamenteel*-
gada, a 200 ra., sendo de meia arroba para ci-
ma a .'iOOIi rs. a arroba.
Vende-se sulphato de quinino poro, genuino,
tem adulterado, e decididamente do melhor.utor
inglez : em casa do agente de jleiloes, V. ... de
Oliveira.
Chumbo de municao'.
Vende-so em quintaes, a zOtrffl; e em arroba, a^
lijOtXI rs.; na ra do (Jueimado, n. :K, nova toja do
ferragens hem rumo te vende ferro sorlido re-
dondo, quadrado, barramenlo inglez Escocia e
Suecia, ludo por muito razoavel pre(o.
V.T Sellin inglezes. JE?1
Vendem-se sellins inglezes
de patente, de primeira qua-
lidade, proprios pira a les-
ta : no armazem de Adam-
sou llowie l Companbia, na
rita do Trapiche n. 42. No
mesmo armazem vendem-se oleados pa-
ra assoalbat; salas, muito ricos, tanto em
cor, a i'\
a vara,
pequea, a
I
v.


MM.
i
i l

I I
5 I
B
t
n



ANTIGUIDADE E Sl'PEHIORIDADE
DA
SALSAPAKR1LHA DE BRISTOL
sobre
k SALSA PARRII.IIA DE SANDS.
Altcncao'
A SALSA PARRILHA DE BRISTOL lata des-
de 1833, e lem coosUnlemenle mantido a sua re-
pularn sein necessidade de recorrer a pomposos
annuocins, de que as preparac,oes de merilo podem
dispensar-so. O successo do Dr. BRISTOL lem
provocado iifinilas ovejas, e, entre oulras, as dos
Srs. A. R. D. Samls. de New-York, preparadores
e proprielarios da salsa parrillu couhecida polo no-
me de Sands.
Estes senhores solicilaram a agenda de Salsa par-
ri I ta de Brislol, ecomo iiAo o podessem obter, l'.i-
bricaram urna imitaran de Brislol.
Eis-aqul a caria que os Srs. A. H. D. Sands es-
rxeveram ao Dr. Brislol no dia 20 dj abril de 1812,
e que se acha em nosao poder:
Sr. Dr. C. C. BriUol.
Bfalo, 4c.
Nosso apreciavel scnhor.
Em lodo o auno passado temos vendido qaanli-
dadtt coasideraveis do eilraclo de Salsa parrillia de
Vine, e pelo que ouvimos diier de suai virtudci
jquelles que a lem usado, julgamos que a venda da
dita medicina se augmentar muitimmo. Se Vine,
quizer f.i/.ci mu convenio comnosco, eremos que
nos resultara muila vintagem, lano a nos como a
Vine. Temos muilo prazer que Vmc. nos res|K>nda
sobre este assumplo, e se Vmc. vier a esla cidade
daqui a um mez, ou cousa semelhanle, feriamos
muito prazer em o verem nossa botica, ra de Ful-
ton, n.79.
I' ti im s ordens de Vmc. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. S-NDS.
CONCLUSAO'.
1.*A anliguidade da salsa parrilha de Brislol lie
claramente provada, pois que ella dala desde 1832,
eque a de Sands so appareceu em 1842, poca na
Siial esle droguista nao pdde obter a agencia do Dr.
rittol.
2. A superioridade da salsa parrilha de Brislol
lie incoutestavel; pois que nao uhslanle a concur-
rencia da de Sands, e de urna porgan de oulras pre-
paraces, ella tem manlidu a sua reptilaco em qua-
s loda a America.
As numerosas experiencias Te i las rom o uso-da
salsa parrilha em (odas as enormidades orisinadas
l'fl.i impureza dosangue, eo bom etilo oblido' nes-
la corlo pelo Illm. Sr. Dr. Sigaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
Dr. Antonio Jos Peixolo em sua clnica, e em sua
afamada casa de saude na (amba, pelo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do ciercilo, e;
por varios o u tros mdicos, permillem boje de pro-
clamar altamente as virtudes eflicazes da salsa par-
rilha de Brislol vendo-so a 59000 o vidro.
O deposito dcsta salsa mudou-se para a botica
rranceza da ra da Cruz, em frente ao chafariz.
AOR 8601101*08 de fli;;fiili( i.
Vcndetn-se por prec/o muilo coinmodo formas de
ferro balido para assucar : na ra do Trapicho n.3.
Cera em velas. $
Vende-se (-era em vela, de mi- (j$)
perior qualidnde, fabricadas em (fi
Lisboa, cm caixotes sortidos a' (A
vonlade dos compradores, e por 2
mais barato preco do (pie em ou- S
tra qualtpier parte : .na ra do H
Vijjario n. 1!>, segundo andar w
escriptorio de Macliado & Pi- <$
(
M-POSITO DE CAL f, POTASSA
Na na de Apollo, armazem de Leal
Reis, tem superior potada do Rio de
Janeiro, e da America, e cal em pedra,
cliegada de Lisboa no corrate me/., na
barca Olimpia, tudo por preco coin-
modo.
Vende-se a taberna da ra fias Cruzcs n. I,
com fundos a vonlade docomprador, com bons com-
raodos para familia, ou se entrega por baldea : na
rila de Hurlas u. 1. que achara com quem Iralar a
qualquer hora do dia.
Cal de Lisboa.
Na ra de Apollo, armazem n. -2 II. lia superior
cal, nova, cm pedra. a preco muito razoavel.
Vcnde-se o verdideiro robe aulec)phililicode
l .111 i-i lem : na ra da Cadeia Velba n. 61, botica
de Viceule Jos de Brilo.
Oh que pachiacha !
Na loja de Guimares V llcnriques, ra do Cres-
Su n. 5, lia um completo sorlimcnto de cambraias
cor com barra, muilo lindos uostos, c de supe-
rior qualidade, pelo baratissimo pre(-o de 280(10 rs
0 corle, com lOcovado; a ellas antes que se ac
hem.
Vendem-se cortes inteiros de ves-
tidos de cliii.i franceza, larga, lina
diversos goslos modernos, sendo pelo ba-
rato preco de 2.S'000 e 2s2H> rs., a di-
nheiro a vista : na loja de (|iiatro portas
n. .">, ao lado do arco de Santo AiiIoro.
Sedas modernas. S$
.\a loja dosobradoamarelto nos (Jtialro Can-
los da rua do (Jueinindo n. 29, conlina a &
liavrr para vender, um novo e grande sorti- ti$
ment de sedas, sendo lisas furla-rdres, de 0?)
i quadros esrocezas, e de cores com flores, tu- Q
do de gostos muilo modernos,assinicomo se- $
das furla-cres lisas para covados ; ludo por j-t
b preco muilo em conta. A
Veiide-se o sitio que foi do falcrido Jos /.ac
rias de Carvalho, no lug"ar de Beberibe de baito, de-
nominado dos craveiros, com casa devivenda de po-
dra, conlendo sala adiante com dous quarlos, dita
de delraz coro dous quartos, solao grande, cozinlia
grande o copiar. Urna casa de laipa com sala e dous
quarlos, alraz dous quartos, estribarla para tres ca-
vados, c solao para prctos ; uro (ellieiro que serve*
para casa de farinlia, com estribara para duus ra-
vallos; muilas arvoresde frulos.comosejam.coquei-
ros, mangueiras, cajueiros, mangabeiras, craveiros,
(girte) larangeiras, sapotiseiros, pinheiras, frutei-
ras de pao ele. etc., terrenos para loda a cultura, e
malla de capoeira, tendu de fundo quinhentas bra-
bas, o de frente quatroccnlas, pela beira do rio
l......ii maisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura : quem o pretender enlenda-se com o Illm. Sr.
Joao Pinto de I.emos Jnior.
Vendero-se saccas com fardo, chegado ulli-
mamenle da America, a:&jO0rs. asacca: na ra
do Trapiche Novo n. 8.
NO CONSULTORIO IIOMEOPATIIICO
de
DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Vende-se a melhor de todas as obras de medicina
homopatliira UT O NOVO MAM Al. DO DR.
IV. II. JAIIR -<3t Iraduzido em porluguez lelo
Dr. P. A. Lobo Moscozo: quatro volumes encader-
uados em dous. jinkhi
O*, voliime rontendo a palingenesia dos 144
medicamentos que nao foram publicados sahir mui-
lo breve, por estar muito adianlada sua impressAo.
Diccionario dos termos de medicina, cirurgia, auato-
mia, pharmaria, ele. ele. encadernado. 1SOI0
lima carleira de .' lubos, dosmelhorcs e mais bem
preparados glbulos homopalhicos coro as duas
obras cima.........40)i|00
lima dita de 36 tubos com as mesmas .'.nkki
Dila, dita de 48 lubos........OgOOO
1 ni.i de 144 com as ditas......09000
Carteirasdo 24 lubos pequeos para algi-
beira............ iiiniiki
Dilas ilc 18 ditos.........yu-JCHK)
tubos avulsosde glbulo*..... I.-XKHI
Vendem-se pianos fortes de superior quatida*
de, fabricados pelo melhor autor hanrburguez na
ra da Ouz n. 4.
Vl-aho do Pono rlir fellorla.
Vende-se vinho do Porto, superior feitoria.em
baYris deoilavo.por 459000 rs. cada um : na ra da
r.adeia do Recife n. i, armazem de Barroca
Castro.
Variado ortimento de charutos de Ha-
vana e Babia, de excellentes qualida-
de, e chegados de fresco.
Os amantes das boas fiiin.n-,i- podem dirigir-se
ra do Cnlleglo o. 4, que acharllo um grande q va-
riado sorlimenlu de finos charutos ampio provimeu-
lo i Kilisfacao de seu delicado golo, eludo isso a
troco de pouco dlnheiro, o que nao dcia de aer
urna nrcuimtancia apreciavel mesroo em negocio
de fumara.
Vende-se, na run da Cadeia Vaina n. t, um
pM-rav-n pera, rom ttannos de ldade, chegado do
mallo no dia 17 do crrenle mez.
Guaran'.
Vende-S* guaran, superior do Para : di rua do
Kangel n. 5.
Barato.
Palitos de brim para hospedes, IgOOOrs.; jaque-
las de riscado, IJOOO; collelis de fustao sorlidoa,
19000; casacas de panno lino de corea, OgOOO 111.;
dilas de dito preto, 129000 rs.; sobrecasaeas de pan-
no de cures. 129000 rs.; cilras de brim brancu, 29
rs.; dilas de laazinha, 2S000; snbejs de seda para
banho, 69000; lencos de sed para senhnra. JOOO;
ditos de dila para dila, 1 -"*> rs.; ditos de fil de
linho, 19000 rs.; veos de fil, ijOOOr..: vendem-
se baralo, a dinheiro i visla, ua rua Nova 11.2, aira*
da malriz.
Vende-se urna laberna as Cinco Pontas, bem
afregoezada para a Ierra, com poucos fundos, pro-
pria para principame, veinte-as por seu dono se
querer retirar para fra: a Iralar no paleo do Terco
CALCADO BARATO.
Vendem-se botins francezes de bezer
ro, para homem,a7a'000 r. opar;bor-
;eguiiis elsticos, a 7S200 rs. o par; di-
tos de botoes, a7,^000rs.;botins da Prus-
si.i. .1 li.sOOO i'.-.; sapatoei de lustre, para
liiiinciii, ,1 'i.slillll 1 s.; ditos com salto, a
i,S")00 rs.; ditos para dunsa, a r>.s'200 n.:
no aterro da Boa Vista, loja de calendo
n. 58, junto aosellciro; adveite-se que
todo este calcado be novo, e (|iie a vista
dos precos naodeixarao le comprar.
Vende-se corles do vestidos de seda escoceza
rcccnlemenlc chegados. pelo baralo preco de _0- :
na loja de 4 purlas, n. 3, ao lado do arco dcSanlo-
Aulouio.
Cal virgem.
Vende-secal nova em pedra, vindudc
Lisboa na burea Olimpia, por pi eco mui-
to commodo; na rua do Trapichen. 15,
armazem doBastos Irmos.
Vende-se um resto de e\emplarcs
da obra Kuphael, paginas da juventti-
de por Lamartine, vei-sao portugue-
za de 1). Carlos litiido v Spano : na rua
do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Vende-se urna linda garrota lourina: na Capun-
ga sitio de Mr. Douburcq.
VENEZIANAS.
Aterro da Boa-Vista n. .">">.
Tem um sorlimenlo 1I0 venpzianas com filas ver-
des de linho e de laa, com caixa e sem ella, c se
roncera e se Iroca as novas por velhas, a vonlade do-
comprador.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente inglez, os melhores f[ue tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Kus-
sel Mellors & Companhia, na rua da
Cadeia do Recife, 11. 5 S3r23E^Z2^SE^23
Diccionario dos termos de medicina,
clrurfla anatoma pharmada ,
etc. etc.
OLEO DE L1NIIACA EMBOTIJAS,
fende-se em conta, na rua do Trapiche
Novon. 16 ; a mesma casa cbegbu urna
poreflo de alvaiade de nova composicio,
muito superior em qualidade ao usual.

4
Sabio lu esla obra indispensavel a (odas
as pessoas que se tledicam ao esludo de
medicina. Wiule-^e por i rs., encadema-
i d<>, 110 consultorio do Dr. Moscozo, rua do
Gollcgio, 11. "1. primeiro andar.
Cobertores oscuros,
de alodiio, a 80(1 rs. ; ditos a/ues c encarnados ,
muilo (randes eencorpados, a 1-im rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a Cadeia.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade em quarlose oitavosilrpina. por prrrocoin-
" .Uiel
eher A Companhia
modo: noarma/em de N
na rua da Cruz. 11.
Vende-M n verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica francesa, da rtia
da Cruz, cm frente ao chafariz.
Vendem-se en casa de Me Calmonl <\ Com-
panhia, na praca vinho (leMarseilleem caixas de '.\ a (> du/.ias, linhas
em uovellns ccarreleis, hrcu em barricas muilo
crandes, aro de milaosorlido.rerroiuulez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste (stabclccimento continria a ha-
ver um eoni|)lelo sorlimenlo de moen-
das e incias moendas para tngenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tainauhos, para
dito.
AOS SEMIOKES DE ENGENHO.
O arcano da inveneao" do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias ingle/.as e hollande/.as, com gran-
de vantagetn para o melhoruinento do
assucar, acha-se a venda, em lalns de l((
libras, junio com o methodo de emprO-
ga-lo DO idioma porlugiie/., em casa de
. O. Bieber & Compiinhia, na rua da
Crii/., ii. V.
\'ende-se prcsunlos ingle/.cs muilo novos para
fiambre, lalas com holachiiihas de soda ingle/.a,(pici-
jos de prato, conservas muilo novas, semciiles de li>-
das as qualidades de horlalice, cheuadns idliinamtMi-
te: na rua da Cruz. u. ft>, defronte do Sr. Ni.
Cosme.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunlai & Amiirini, reerheram pelo ultimo navio
de Lisboa barris com 1 y de superior cal em pedra
para o fabrico de assucar. e veudeiu por menos que
emoulra qualquer parle ; e para fcrhamcnln decon-
las um reslaule de potassa americana : na rua da
Cadeia do Hccife n.50.
Vende-se um lindo mulalinho viudo de tora,
com 8 a 9 anuos de idade, sem defeilo : no aterro da
Boa-Vista n. 60.
TRIESTE-SSSF.
He rcrcurhegado um carregamenlo da verdadei-
ra farinha de SSS raniinhif, e vende-so por modll o
prejo : no escriploriu de Deanc Vodle & Compa-
nhia, ou no seus arma/ens nnliecci, ilolionialvi-
OOCE l)E BACOHV.
C.hegou rerpiilemente do Maranhao urna peipiena
porc.lo desle delicado doce, onielhor que ha, lano
pela sua encllente qualidade, como por conservar-
se por muito lem|H> em perfeito estado: vende-sc-
em casa de Fonle A Irmao, na rua da Cadeia Velha
Acmela da Edwln Btaw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Mr. Calmonl
& Companhia. acha-se constantemente bou sorti
menlos de laixas de ferro ruado c batido, tanto ra-
sa como fundas, moendas iueliras Indas de ferro pa-
ra auimaes, agoa, ele, ditas para armar em madei-
ra de todos os tamanhoseinodchisosinais modernos
machina hnrisonlal para vapor rom forca de
4cavallos, cocos, passadeiras de ferro eslahado
para casa de purgar, por menos prec,o que os de co-
bre, esrovens para navios, ferro da Suecia, c tu-
llas de flandrcs : ludo por baralo preco.
Drno.ito da fabriea de Todo. o. Santo, na Baha.
veude-se, em casa de N. O. Bieber & C, na rua
da Cruz y. 4, algodao trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para sarcos de assucar e roupa de es-
cravos, por prei;o commodo.
Fil preto, lavrado, a 500 rs. a vara.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volta para
a Cadeia.
Vende-se muilo superior farinha de Sania
Calharina, e S. Mathcus, medida a visla do com-
prador : bordo do brigue brasileiro Midas, tun-
deado perto da Alfandega.
Vinhos superiores de Bucellas
(branco) o de Colares (linto) em barris de quinto:
vendem-se em rasa de J. keller&C.
Calda Lisboa.
Oanligu deposito, na rua da Cadeia Velha n. 12,
recebeu agora urna pon.odecal virgem muilo su-
perior, que vende por prego commodo.
Vende-se farinha de Sania Calharina, dila de
Sau-Malheus. e dila da Ierra em saccas e inesmo a
rclalho, por preco commodo: no armazem da rua
do Rangel n. i'ii.
Vende-se lOescravoi, sendo :l molecolas de
idade 18 annn-, um delles bom ofllcial de anzoleiro.
urna negrinha muito linda, de idade IU anuos, ;iei-
cravas de ledo o servico, urna escrava muilo imhi.i
que engomina, cosee coainha, 2 ditos do ser viro di?
ramnn ni ni Itireiln iv ii itii a r\ry
DAVID WH.MAM BOWMAN, enacnlieiro ma-
rhinista c fundidor de ferro, mni respeilosamenle
Annuncia aos senhores proprielarios de ent;euhos,
farendeiros, e aorespeilavel publico, ^ueoseaesla-
belecimenlo de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Brum passando ochafaiiz, contina em
elTeelivo ejercicio, ese acha complelamenle montado
eoni apparelhos da primeira qualidade para a per-
feila confec^afl dM maiores pecas de machinismo.
Habilitado para emprehender quaesquer obras da
sua arte, David William Bowman, deseja mais par-
ticularmente chamar a atlenca publica para as w-
suinles, por ter dellas "jrande sorlimenlo ja' promp-
lo, em deposito na mesma fundicart. as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem competir com as fabr-
cadascm paiz eslranueiro, tanto cm prec,o como cm
qualidade de materias primas e mao de obra, a
saber:
Machinas de vapor da raclhor conslruca.
Moondtl de caima para encenhos de lodos os la-
ni.mi lins. movidas a va|Mir por anua, ouanimaes.
Rodas de acua, mojubos de vento eserras.
Manejos inde|tendentes para cavados.
K oilas dentadas.
Acuilhoes, bromes e chumaceiras.
Ca\ilhoese parafusos de todos os lmannos.
Tainas, paroes, erivose Uicas de fornalba.
Moinhos tle mamlioca, movidos a ma mi porani-
maes, e prensas para a dila.
Cbapasde focan e fornos de farinha.
(mos de ferro, torneiras de ferro e de brou/e.
Bombas para cacimba c de rcpuxo, nn^idas a
mafi, jHir animacs ou vcnlo.
limudasles. cuinchose macacos.
Prensas hvdraulicas ede parafuso.
Kerraceiis para navios, carrose obras publicas.
Oilumnas, varaudas. crailes e portes.
I'rensjif. Camas, carros de mao carados de ferro, etc., ele.
Alin da superioridade das suas obras, ja' ccral-
menlereronherida, David William Itowmaii saraule
amaisciacla conformidatlc com M moldes e dese-
nhos remedidos pelos senhores que se dicuarem de
fa/er-lhe encommeudas, aproveilamlo a occasiaO pa-
ra acradecer aos seus numerosos amicos e freauezes
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e assecura-lhcs que nao poupara esfon;osedilKeii-
ciaspara continuar a merecer a sua con(iam.;i.
Taixas para engenhos.
N.i ftindirno' de ferro de I). W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o eliafari/. continua liaver tim
completo sorlimenlo de ta\as de ferro
fandido e batido de 5 a 8 palmos de
joeca, as piaes aelmm-sea venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carrejam-scem cari1*)
sem despeza ao comprador.
Mannel da Sil\a Santos conlina a vender as
superiores farinltis d trico das marcas Fontana o
(aleca : a tratar no caes da alfandeca, ou na rua
do Amorim ns. '>( e >v
Qctto.
Veiule-sccessoiMnbarricas.checalo ulliinamne-
(e : em casa J. Keller A Companhia, na rua da
""'""POTASSA SIPERIOR
Vende-se por proco BuilO i'oiu-
inoilo. no armazem n. 7 de cues da
alfandega, de Jos Joaqun Pereira de
Mello, on no escriptorio de Novaes &
Companhia mi rua do Trapiche u. 34.
Na rua do Vif[ario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender di venal mu-
sirs para piano, violio e flauta, romo
sejain, (piadrillias, valsas, redowas, scho-
tickes, niodiiilias ludo moilcriiissimo ,
chegado VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barris de l., ">. e 8. : no armazem da rua
do A/.eite de Pei\e n. 11, ou a tratar no
escriptorio de Novaes A Companhia, na
rua do Trapichen. 34.
Vendem-se rologlOS de ouro, paten-
te inglez, por commodo preco : na rua
da Cruz. n. 20, casa de L. I.cconte IViou
A Companhia.
POTASSA.
No ulico deposito da rua da liadeia do ltccile ,
nnnen) n. I, ha para vender muilo nova potassa
da Rsala, ameticana e bfuileira, cm pequeos har-
ris de 4 arroh.is; a boa qualidade e prrros mais la-
ralos du que em oiilra qunlquar parle, se alliancam
aos que prerisarum comprar. No mesmo doposilo
lanihem ha barris com cal de Lisboa em pedra. pr-
ximamente chegados,
Vendcn-aelooai,briasaA, brinse meias lo-
nas da Itussia : no arma/.cm ile N. O. Bieber ^
Companhia, na rua da Ou/. u. i.
Grande sortlmento de pannos fino* c case-
miras.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volta para
a Cadeia, vende-ae panno prelo, a IISUIIO o ilJJOll
rs.; de ourelo branca, a .'IS'ilKlrs.; dilo Iranre*. a
t->V)lle."i9IKKIrs., c muilo superior, a 801)0 rs. o
rovado ; dilo a/ul. a SllO. :|?00 e IstKIO rs., c
mailobom,i5900n.j dito verde, smio e teuou
rs,; corles de rascinira prcla inreslada, a .'^|0 e
flC dades, por preco coinmodo.
T.VIXAS DE FERRO.
Na lundirao' d'Aurora em Sanio
Amaro, e tamhem no DKPOSITO na
i na do lliuiii logo na entrada, e delimi-
te do Arsenal de Maiinha ha' semprC
um pande sorlimenlo de taiclias tanto
de l.ilirnta nacional como estrangeira,
batidas, Cundidas, grandes, perpienas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
existen! unindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos sao' os mais cotnmodos.
' rape nmm de msroa.
.Na ruada Cadeia do Kcrifc, loja de fa/.endas de
Joao da i .mili.i de Macalhaes, vende-sc a evcelleu-
tc pilada desle rap, o mais fresco que lem viudo,
pela galera Margarida.
POTASSA DA RISSIA.
Vcnde-se superior potassa da Itussia, e
Americana, por preco milito coinmodo:
na rua do Trapiche n. l, armazem de
liasto limaos.
ATTEMJAI.
VeiuitMii-se livros e meios ditos di' pao
de prata c ouro, Chegados uUinatnenle
de Lisiwa e por prei^o commodo : na
rua do Trapiche n. 17, escrij)loriode
Jos Teixeira Basto.
Vende-se a taberna crande da ('.aponpa, com
IihIosos utencis, e perto de .*>0U9 rs. de gneros, to-
dos cm bom estado, e se (ira o que no servir ao
comprador : trala-se na rua do Vigario, laberna
de Joao Si iones de Almeida.
Vende-sc um cabriole! usado, muilo forle ,
por (MIT) rs., e um negroquasi ceno, proprio para
forja de ferroiro : no Forte do Mallos, armazen. n.
O, defronte da rua da Madre de Dos, ou Trapiche
Novon. U, primeiro andar.
Vende-so urna bonita prela, que engonima,
rozinha. lava c vende na na ; duns dilas quilan-
deiras o para tndoo servicii ; dous bonitos molcro-
tes, sendo umliom cozinheiro: na rua larga do Ro-
sario n. l'i. segundo andar.
Vende-sc um hpnlo casal de crioulinhos, um
de 9 anuos, o nutra de II mino- : na rua do Kangel
n. 5J, a Iralar com Victorino Francisco doi Santos.
Conlinua-se a vender roanteiga inflleza, nova,
a WO e 4hO n.; cha superior a 17i e 1l>yU rs. :
Palitos para a.festa.
Na raido Collegio n. \, exixe um variado sorli
metilo de palihV. tle brifl,, liso e (raneado, e deris
cado, de bonitos padrOea, sendo lodos mu leves e
proprios para a preMnte estar, o preco m'iitisM
mo ratoavel e proprio a animar os compradores.
Vende-se urna escrava de 40aftm, coiinha.
lava roupa, be muilo boa vendedora, faipao-de-l
e bollinhos de lodas as qualidade* : na nra do Col-
legio. n. 21, primeiro andar, so dir quem vende.
Palitos e Hcbrccasacas frungezds de brim
de linho e bretanha, a 5e4000 i*s.
Vendem-se palitos e sobrecasaea* france/as de
hrim de linho e de brelanha, muilo bem feilos, eda
ullima moda, pelo baralo prcro de 3 c nnmi rs
na rua Nova, loja nova n. 16.
Vende-se urna prela de nacao, que rozinha o
diario de urna rasa, lava de sabilo e harrella : a pro-
curar na rua da Praia, armazem do Boi u. I'.i.
Verdadeira |>echinclia, a 1O 1*8. o i
vado.
Na ruado Queimado, loja amarella n. 17, ao pe
da Imtica, vendem-se riscadot franceze*>, linos, lar-
gos ede cores fl\as pelo baratissimo prcro de 160rs.
o cavado.
Vendem-se duas redes grandes, prnnrias pa-
ra viveiros, por prcro commodo: na rua Direila
dosAfogados n. 20.
80.
he o numero do cslabelecmento de pro vi metilos
para o genero humano, e de grande sorlimenlo de
lions ohjcelos para sen sustento e regalo, islo he, no
aterro da Boa-Vista, desla cidade ; all encontrarlo
os prcleudenles quanlidadcs e hoas qualidades, e
por precos os mais commodos pnssivcit, cm ron-c-
qiieuria do proprietario sr comprador em primeira
niilo, que os compra piir menos, em relacAoa maior
parta dos mais vendedores dos mesmos objeclos, pa-
ra melhor pro va lem muilo bom vinho d Figueira
'i---- \.mi ].' por MO rs. a garrafa, de Lisboa,
primeira clamo linio e branco a 2S0 rs., e do Porto
Uno, por pre^o mais alio, e quaudo o sabor por
qualquer principio nilasatisfi/erocnmprador.promp-
(menlesatisfar a imporlanrja que liverpago.ousc
trocar por oulro vonlade ; ha lambem muilo
boa linhaca franreza, genebra cm frasovle lltdlan-
da, queijosde pralo, flamengos,.' outros gneros de
mais particular menean, como seja, oleo de li-
nhaca, gravas de qualidades, t\r., que por aliento
se n,lo menciona ; c lamban a muila limpc/.a que
ulli e\isle, lem um grande sorlimenlo de senicnles
delmrtalica. viudas de Lisboa, pela barca Olim-
pia, recenlemenle chflgadl a esle porto, cujas sc-
tncnlcs vio nulada parle dallas, o sao bem moheci-
das pelos nossos horleloes, e oulras de que com
pouca importancia se fara a experiencia, a ver se
lambem puderemos gozar de alguns tegumes que
uo/amos europeo*; sement de rcpolho p curio,
diloroxo, dilo pccomphdo, couve gallan, Ironchu-
da, dila to Algarve, dila flor, lila lombarda, br-
celo, nabo de calseca, dilo alhento, nlfaceallcinaa,
dita arrendada porlugueza, espinafre, azedas, ee-
uouras,dilas murcianas.dilas lovas.iomales grandas,
niaslruz pimpinella.rcrrarolho. ervillm loria, rbano
branco, dilo encarnado, esparsos, cehula de Selu-
bal, coenlro, nielan, caima de Carvalho, aipo. abo-
bota menina, porqueira para dore, seuleio, avcia,
Irigo, Iremossu, cevailinha, cevada.
isa rua do Aradlo n. 17, vandO-aB
tim caliriolel tle muito liom soslo, com
lotlos os arreios aovas, c cubera sup-
posla.
>entlem-se su|>eriores canarios,e bichas, clie-
gadas de Lis|ma:ua Iravcssa da rua do Vigarion. 3.
Na laherua da rua larga do Kosario.n. .i'i.icni
um sorlimenlo tle manleiii ingleza, aonde os fre-
guezes potlem escolher, pelo preco de 5,0 rs. a li-
bra, bem como para bolos, a .ItOrs.
Na na do Vigario u. 19, primeiro andar, ha
para vender, che-gado de Lisboa prt'seutemcnle pela
barca Otimpia, o segu ti te: saccas de (afelio muito
novo, cera em grumo e em velas com hom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa cm pedra, uovissima.
WTOIS PAlUIKTi; ,\ COHPA- i
N1IIA
Coiiiinua-M' a vender no deposito (feral da 9
g| rua da Ouz u. 38, o BXcHIeuw e hem con-
W ceiluatlo rap arela prela >l.i fabrica de lian-
5 ioi> PailheleiSi Companhlai ila Babia, cm ''''
i:r,iii(lesepcqiu'naspurccs,pelti precoestabe- jC
*-: leeido. $$
MOKNDAS SUPERIORES.
Na lundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de caimas todas de ferro, de um
modello ecoiislruecao muito superiores.
hilas brancas*
Na rua do Crespo, loja ti. .">, vendem-se ns encl-
lenles lilas brancas, anegadas rcccnlemenlc, por
prc;o commodo.
Altcncan.
Vende-sc um ascravo peca, tle idade i anuos,
pouco mais nu menos: na run Oircila n.76, csqui-J
na do herr tos Pcccados .Moraos.
\ cnd*e-sc, por preco commodo, os ohjcelos sc-
suinles : sola inuilo'superior, cm pequeas e
Brandes poroOes; velas de carnauba conposUs; bo-
tins hem feilos o prunas ,|(. ema, ludo prximamen-
te chegado do Aracaly : na rua ta Cruz n. 15, se-
gundo andar.
Fazendas baratas, nova loja, ruaNo-
va n 16.
Vendem-se modernos e bouilos corles de casemira
franceza a^mo e 6300 rs., dita de algodao, de
muilo bonitos padrOes a lj)600 o corle, castores de
quadros elislrasa JO o covado, corles do brim com
barra paracalt;as a &000 rs., linho lino para calcas
c palitos, a 1100 rs. o covado. lencos de selim para
Bravatas, I l*}000 a I.56OO rs., panno tino preto su-
perior a ;g?"00 e j?500 rs. o covatlo, dilo azul supe-
rior, proprio para fardaiuenti) daarlilharia, fuzitei-
ros c da guartla nacional, a ioOOO rs. o rovado, cor-
les tle colleles tle fustao a 80(> rs., tlilo superior a
I7SJ00, tlitos tle gurgunlo de seda a 9MIO, Jjs.">00 e
.'t^MNIrs., lencos brancos c de ctires para algiheira,
a :?>"i00 a tluza, dilos de ganga a i^jOO a duzia,
meias para hornese meninos, de 9,00, J3SUO, e
:!-*_'* ni. iluzia, so breca-icos franrezes tle brim, obra
muilo bem folla a :WK0 e ,3HK) rs.. jaquelas e cal-
cas du ullima moda a 5000 eJViOO rs., brim bran-
co tle linho a ."i00 a vara, dilo muito superior a
19900 vara, alplka prela superior a7J0 e t?H)00
rs, ti covado, c oulras muilas fazendas baratas.
30 Vestidos baratos
^ (amliuuam-se a vender corles do veslidos de j'C
^ chita de barra, padrees modernosc cores h- ;;
:-." xas, pelo baralo preco de 5000 ris cada cor- ;.;
.'-.' le : na loja to sobrado amarcllo nos Onatro
;:* Cantos da rua do Queimado 11. ). &
Fazendas baratas, nova loja, rua No-
va n. 16.
Veudem-sc ebilas de cores (i\us, bonitos padres,
claros c oscuros, pelo baralo preco de IJO, lio, 100,
IHO, IK), c 10 rs. o covado, rassns franccziis, bo-
uilos padres a ?J00, c ljOOOrs., cambraias fran-
cezas,de bonito* cdelicado*descnhos,a600rs.n vara,
cambraia tlesalpicos, com 8 e varas, a 31500 o
corle, dilns aberlas, padres bonitos, a fo.*>00 rs.,
vestidos de cambraia brancos de barra, a ij>000 rs.,
ditos de 1 a 1 habados, leudo lambem habatlo de
coi es. a lv,oti. '.NMM!, c .'o'ioo. ilitos tic cambraia
tle ebuviscos de i bahados a 59000 rs., dilos bor-
dados a i-Mhi. dilos decassa pintados de i babados
e barra, a .>9-'i00, pecas de cambraia com 8 varas, a
>">00 o !>800rs.,cassa lisa muito fina, a .80,610,
e 7JO a vara, riscado francez muitu largo a 280 o
covado, cassas tic quadros e lislras para babados, a
29100 a peca, e 3J0 a vara, chales de rassa a 1440 e
1J600,dilosdelaaoal8odao,a l280,dilosde algodilu
e soda ae3o rs., dilosdelflaeseda muilo superior
a ">~ rs., inanlelcles prelos e de ciircs, a U9OINI rs.,
selim de cores a 900 rs. o covatlo, damasco tle 11,1
a 900rs. o rovado, baetilho a 140 rs., meias para
mciiinsesenborasaiO,:tJO,iOO, e V80rs., lencos
tic seda para hombros de senhoras.a ^OOO.e oulras
muilas fazeudas que se venderao baratas, e para
maior commodidade tas pessoas que nAo possain
sabir de dia, estar a loiaaherla ale as 9 horas da
noile.
Vende-sena rua do Brum n. 0, segundo an-
dar, ossoguiules escravos, sondo urna bonita escra-
va, com 21 anoos de idade. pouco mais ou menos,
o com habilidades, um lindo e ptimo molatinho,
com 10ann.M, pout maisou menos : quem preten-
der, poJera vir ve-Ios das 8 horas da manhaa, ale as
da Urde.
Vendem-ae as Ordenacrtes do Reino em qoalro
volumes grandes, Horasilarianoas, e oatros livros
espiriluaos, ludo Junio, ou cada um de per 11. al-
guns livros lalaas, assim como^klagnum Losicon,
Cicero Cornelio : na ron do Rangel, u. 21.
Proprios para o tempo presente.
Na loja da roa do Crespo, o. 10, vendem-se pali-
i-i- de alpaca prela e de cores para homem.a 69300,
89OOO, e 9900 ; ditos e panno e caurnlra pretos e
de cores, a 159 e 169000; bem acabados, e do me-
lhor gusto que apparece no morcado.
9 Calca, de casemiras baratas. O
A Vendem- A muilo bons padrOes, a SOOOrcis cada corte: A
na loja do sobrado amarello nos Quatro Cao- A
tos da rua do Queimado o. 39. A
A
Manteletes de cambraia
Vendera-se ricos mauteleles francezes de cambraia
enlejiados, pelo baralissimo proco, de 20000 rada
um : na rua do Crespo, n. 5, esquina que rolla pa-
ra o Collegio.
Liquidado'
Tendo de liquilar-sc a loja de calcado do aterro
da Boa-Visla, n. SR, junto ao selleiro, vender as
hiendas por menos de seu cuslo.idnlieiro a visla
saber:
Chapeos prelos finos, a......6)00
Marroquim de edres muilo bom .... tfMO
Aaua de colonia frascos grandes .... 900
Sapaloes de lustre para menino, de anuos, par..........:t,~ Courode luslre ....... i WiOO
Sabonele9d'amendoa, um 890 duzia 3&200
l'enles para (ranra a imitarAo de lartaruga. 1&S00
Jarros dnurados com banba......19000
Sapalos Trnceles de luslre para senhora. 19000
Ditos muilo bons.........I .-.mi i
Bolins para enhora, par.......:1.-_ih>
Banealas muilo hoas........19000
Sapalos de tapete.........IglOO
Dilos de Irtn...........19600
Assini romo, muitos oulros objertos, o perfuma-
ras, que se deisa de aununciar, para au lomar
csteannuurin muito extenso, e que a vista dos pre-
cos nao l'-i\.ir.ii' de comprar.
Attcncio.
Na loja da estrella da rua do Queimado n. 7, de-
fronte do berro do Peise Frito, arliam-se venda as
fazendas da Ciliada loja dejse Comes Horeira, as
quaes vendem-se u dinheiro vista, por metade do
seu valor, sendo :
Castores para calcas, o rovado 170
Dilos muilo enenrpados, lingindo easemiras,
de bonitos padrn, o covado 210
Brim de linho branco trancado, superior, a
vara 9G0
Dito de dilo de cor, trancado, a vara 800
Kisradn de linho de quadros, e mcsclado, o
covado 220
Orles ile casemira de cores finas, a 19000
Dilos de dila de superiores padres moder-
nos, a SftJOO
Panno prelo fino, muilo bom, o covado 39100
Hilo franre/.. superior, o covado 49R0O
Aleudan de IMlM muilo Imiiii, o covado 9150
Chitas linas em relalhos, levando o que liver
o rclalho. o covado 120
Dilas rotas c de cores, bonitos padres, cor-
lando da peca os covados que quizer, o
covado IfiO
Ditas muilo superiores, orovado 1H0
Dilas linas de caberla, e Untas innito litas, o
covado 200
Lencos encarnados ila fabrica, muilo finos, a
duzia 29OOO
Dilos de seda de cores, muilo finos, cada um 19200
Ditos do quadros ainarcllos, muito linos, a
datii j-ihi
Dilos derhila linos, de maliz, e muilo bonitos
padres, a iluzia SftOO
Meios lencos deseda para grvala, bonitos
padres, a ROO
Chapeos de bala. prelos e hraiuos. a l*>IIO
Dilos de massa, francezes, muito linos, a 19H00
Dilos de sol descila. ;i il900l)
Corteada meiacaaeniirid, laa, para calca, a I928H
I 1 ink I nu preto e de cores, o covado 400
Merino prelo lino, milito superior, o covado 29200
Selim macn muilo lino, o covado 29S0O
Camisolas de La para eniharcadico, a 191100
Cassas de cores muilo linas, e de bonitos pa-
dres. a vara :I20
Camal orgiadh, bonitos padres, a vara 500
Curies de cliilailc barra, muilo modernos pa-
dres, a 2921
Dilosdecambraia decores,bonitospadres.a 29R00
Kiscadiiihos francezes, linos, o covado 180
Corles de colleles de seda, e vclludodecores,
bonitos, a IJJSBO
Lencos de cassa eseda, eraudes, para se-
uhora, .-1 ,40
Meias brancas para homcni. a duzia 19700
Dilas cruas para dilo, a duzia 29200
Lencos de cambraia, bordados e decores.
para iniio, a un
Chaguan freguozes a pechincha, que mo ha cousa
ISO barata como estas fazendas, aulcs quese aca-
Ihmii.
Vende-sc n engolillo Cii|iessura, cusanle da
cidade de lioianna, Ires leoiias, inocule c correnle,
com boas (erras de varzea de massape.proprias para
se |Hider safrejar de i a 5 mil pes de 'assucar por
anuo, hoas maltas, sola para se refazer mais de mil
en becas de gado, muito valenle d'agua por moer
rom o rio denominado Cupcssiira : as pessoas que o
qiiizcrem comprar, podem cnlender-sc com Wan-
Icrlcv tV Irmao, rua da Cruz n. 21, escriptorio.
Botins de bezerro.
Voiidcin-se bolins de bezerro franc'r/., a
7.s'(l() rs
lusti
Na lojn de (i portas, em frente da iijreja
do Livramento.
N eiiilo-M' pecas dechilas a SgOOOrs., 0 covado a
1111 rs.. alpaca de Torea Ifsi ede quadros, a 240 rs.
o covado, chilas finas para coberta. de tintas segu-
ras, a 200 rs. o covado. brim de linho proprio pira
pililos e jaquelas, ,200 o covado, chales prelos de
II
o par ; assimoomo sapatOes de
i i.fllO rs. : no aterro da Boa
Vista n. 58, lojn decaleado.
Na na Nora n 3,
vendem-sc chales de seda para senhora, a SjOOOn.,
lencos de seda para senhora, a 29000 rs.. dilos de
dita para dila, a I9OOO rs., dilos de eogu para me-
ninas, a 200rs., (oucas de linho para baplisado.l
19200, sapatinhos de casemira bordados para hapli-
sailo, a 19200, ramisas de cores para huiuein, a 29
reis.
No armazem da travessa da Madre
de Dos n. !l, e no armazem de Jos Joa-
(iiiim Pereira de Mello, no caes da Alfan-
dega, vende-se farinha de mandioca de
Superior <|ualidndc.
Moinhos de vento
cnmhombasderepuio para reear hurlase baitas
do capia), na fundirn de D. W. Bowman: na rua
do Brumns. 6, 8 c 10.
Aos amantes de piano.
Acha-se i venda, na rua da Cruz, Muira do Sr.
Sanios A; Companhia 11. So, e na rua do Crespo,
loja do Sr. Antonio Domineucs Ferreira u. II, o
hyuno porluguez, a saudade para piano, e canlo
dedieado ao Sr. D. Miguel de Uraganca e a sua au-
gusla esposa.
Nn rua do Collegio, casa 11.21, se-
gundo andar, vende-se um e\cellente es-
cravo, criotilo, bastante sadio e robusto,
proprio para todoeipialrpier serviro, ou
para embanpie, por ser de lx>a figura :
trala-se da II horas da manba as 4 da
tarde.
Pechincha.
Vendem-sc crlej de cassas franeezas do ultimo
goslo, e de superior qualidade, pelo diminuto preco
de t e 49S00, lendo cada corle 7, 8 e 9 varis : 111
rua do Crespo, loja da esquina n. 1, confronte ao ar-
co de Sanio Antonio.
Cavallos.
Vendem-so Iwas paiclhis de cavallos para carro,
bouilos, novos e grandes, e mais um ravallo para
cabriole!, grande e bonito: na rua Nova, cocheira
61.
Lencos de cambraia de linho, linos,
a 100 rs,
na rua do Crespo, loja da esquina, que volla para
a Cadeia.
Na rua Nova, n. 2, vcnde-se i dinheiro 11 vista
Palitos de brim para hospedes.....ISjOOO
Jaquelas de riscados para os mesmos I9OOO
Colleles do fgido.........1*000
Calca* de brim branco.......28000
Vende-se urna negra moca, de bonila figura e
perfeila engommadeira ; urna dita bol costureiri e
sal fazer labyriiilho; qualro dilas mocas e com
algumss habilidades ; orna muala mota, de bonila
figura, sabe coser e engommar ; urna negrinha de
Lt anuos, muito bonillo com principio de costura ;
urna dila de 14annos, 'com principio de engomma-
do; urna inulatinha de 10 anuos, mallo linda e es-
perla ; duas iiegrinhas de9 a 10 anuos; um mula-
linho, com 12 anuos, proprio para pagem. e com
principio de alfiile, muilo lindo; um molequinho
de 11 anuos, muilo lindo ; qualro rnolecolcs de 18
laoannns. o ([ii.iii.i negro pira enzada
T\Trm 1
Capotmhos, a 2000.
Na loja da rua do Crespo, n. 10, veodrm-se ricos
capolinhos.de cambraia para senhora, pelo diminu-
to preco de 2*000 cada um.
Na loja de 6 portas em frente da igreja
do Livramento.
Vendem-se casias franeezas do bonitos goslo. a
400 n. a vira ; corlea de chilas rojas coa Ires bar-
ras, 2*200 rs. cadi corle, chitas finas paracoberla
de Unas seguras, a200rs. o covado.
Corrama pechincha.
Veiulem-se ricos capotmhos de cambraia, guar-
necidos com bien, chegados ltimamente e proprioi
para 1 prsenle eslaejo, peto baralissimo preco de
28000: na rua do Queimado, loja n. 17, ao pe di
bolici.
Proprios paru o tempo presente.
Ni loj di rui do Crespo, n. 10, eiisle um gran-
ao e variado sorlimenlo de palilds para homem, sen-
do de hrim de linho, e riscado de lodas as qualidi-
des pelo diminuto preco de 2*500, 3*000, 3*300,
49000.49o00, .3*000, e 5*500; tudo do melhor goslo
e bem acabado, a elles mies que se acaben).
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se barris cora cal de Lisboa, em pedra,
0 mais superior que ha no mercado: na rua d' A pul-
lo o, 10, irmazem de assucar.
Para liquidacao.
Vendem-se as seguinle nueodas, pira liqnidaejo
da loja de calcado, no alerro da Boi-Visla, n. Sg,
junio 10 selleiro : sapalos francezes de marroquim
para homem a 700 rs. o par, ditos de selim para se-
nhora muilo bons, a 2*000 ; dilosdecordavoa I*
rs., luvas de seda pan Knhnra, a 1*500; dilas de
lorcal, a 960: escovis para deoles finas, 1 320 rs.;
dilas ordinariis, a 100 rs.: e a duiia a 1*000rs.
macassar parola, a 320 rs.; espelhos redondos, *
400 ra.; palhchouly em frascos de cores a I9000;
oleo pira cabello, e exlracto de oulras perfil manas,
assimeomo luvas de pellica pira homem esonliora,
a 400 rs. o par.
Relogios inglezes de ouro, de patente,
vendem-se em casade Deane Voule & Compaohia,
rua da Cadeia Velha o. 52, lano para homem, co-
rri para senhora.
Na rua do Rosario da Bm-VsIi, casa n. 16,
vendem-se 12 arrobas de velis de cera de carnauba,
simples; assim como dez varas de bico largo.
No seeundo andar do sobrado n. 14, na roa da
Cadeia de Santo Antonio, vendem-se coeiros borda-
dos de maliz; eapromplam-se de enrnmmenda loda
qualidade de bordados e labyrinthos com perfeirao
e preco commodo ; t lambem bordam-se colleles.
Vende-se una bonita balanca, para blica, %
lindas mingi9 de vidro para candieiros: na ruada
1 ..nli-ii. loj de Bourgird.
ESOTAVOS FGIDOS.
ltesa lipa rece u no dia 18 do correnle um prelo
de nac^ao Mocambique, de idade 18annost pouco
iiihs ou menos, cor fula, pega na lingua quando fal-
la, m' n barba, com signaes de co*(- m po pesclo de
r-rm iuLis. e estatura regular; levdiido roupa azul;
a pi'"'u que o dilo encontrar queira-.o prender e
levar na rua eslreita do Rosario n. 31, armazem de
trastes de Jos Moreira da Silva, que ser gratifi-
cado.
Desappareceu hontem 17 docor-
renle o negro Alexandre, de idado
de -!' annoi, pouco rnain ou meiuise
estatura baxa e groesa, tem a mu
esquerda bstanla defeiluosa, sen-
do dous dedos pegado e torios, o
pe esquerdo em dedo, ambas as
nemas com marcas, he natural
do serlflo de Sobral, levou calc,a, camisa e clia-
tco de cooro novo: quem o pegar e levara seu
tono A. Cuneo na ruado Vigario n. .fic-v
bem recompensado.
No diii 25 de selembro desappareceu do ense-
nho tiuerra delpojuca, um negro por nomeFelii,
croulo, alto, bem preto, muito barbado, corpo re-
gular, cara descarnada ; Coi do serto do Cean: le-
vnu uinquarlo capado, rodado, grande, gordo, n-
tico le mu quarlo, lem no quartos a ma:
cP, e o esquerdo o numero I : quem o pegar, le-,
a sen senhor Mauoel Gamillo Pires KalcSo, no dilu
engen lio.
30,000 rs. de gratificacao'.
Do abauo assignado desappareceu no met de ju-
nho do correnle anuo, um seu escravo de narso,
por nome Seliasliilo, oqual representa ter 40 anuos
tle idade, alio, reforjado do corpo, anda e falla bs-
tanle descansado, denles limados, pese maos gros-
sos, pouca barba, cor prela ; levou camisa de algo-
dilo Iranr.ado de lislras e calca de algodiu azul .ran-
eado, h.i loda certeza de elle andar na Boa-viagem,
o estaralliacoilado por urna prela lavadeira de nonia
Ignacia.o qual escravo fnicompradoalllma. Sra.O.
M.ni.inm;i .i,i Ijiii. i'M'.n Pereira, moradora na mi
tas Flores J. (i, Malteha.
Anda contina a estar fgido o preto que em
II de selembro prximo passado, foi do Monteiro,
a um mandado no engenliu\'erten(e,acompanhantlo
ninas vaccas, de mando do Sr. Jos Rernardino
Pereira de Brilo, que oalugou para o mesmo Un, o
escravo lie de nome Manoel, croulo, baixo, grosso,
emeiocorcui\da, com a barriga grande, lem um si-
gna! grande de ferida na perna direila, edr prela,
natlegar empinadas para fra,pouca barba,(em o (er-
ceiro dedo da mflo direila eoc-lhido, e falla-lhe o
Juarlo, levou vestido calca azul de zuarte, camina
o algodao liso americano branco, porm levou ou-
lras roupas mais finas, bem como, um chapeo preto
de seda novo, e usa sempre de correia na cinla :
quem o pegar leve-o na Capunga, sitio de RomAo
Antonio da S'lva Alcntara, ou nesta praca, no
largo do Pelourinho, armazem de assucar ns. 5 e 7
de Kom.lo & Companhia, que ser recompensado.
No dia 1 do correnle desappareceu um prelo de
nome Antonio que foi oulr'ora escravo do finado
Maciel, depositario geral, o qual tem os signar* se-
guintes: baiio, cheio do corpo, olhosavermelhailw,
falla baixa e descancada, pisa mal por ter era vos
nos ps, com urna coroa na cabeca, proveniente d
ter andado atender pao, quem o pegar leve a rua
das Cruzes, ii. 18, primeiro andar, ou na loja do
mesmo que ser recompensado.
Desappareceu no dia 28 do mez passado, o
prelo Marleliano, de '22 annos de idade, he croulo,
secco do corpo, rosto comprido, orelhas pequeas
costtima andar e fallar de vagar, faz um geilo com
os heicos para o lado pouco visivel, jii foi surrado
quando foi escravo de engenho, levou calca e ca.
misa de algodao azul, iulga-se ler lomado para as
bandas do norte, por ja ter morado nos suburbios
de Coiannaem o engenhoMoge, e depoisdo la-
quara, o mencionatlo escravo foi pegado em o eme-
nlio Mangope pelo administrador do mesmo enae-
nlio, e esse'oremetleu algemado para o Recife por
mu ferreiro do engenho, oqual lirou-lhe as algrmas
e as tranenu em um s braco, com as quaes fugio o
prelo, perlo de Olinda, noticia essa colinda do mes-
mo administrador que o remelleu;e comoconsle lia-
ver pessoas que consenlem escravos fgidos em suas
casas, ulilisando-se de seus servieps, o Sr. do dito
escravo protesta justicar qualquer pessoa que Ul
crimecomemla,roga-se as autoridades policiaeseca-
pihles de campo, e pessoas que delle liverem co-
nhecimenlo a sua apprehencjio.que se gratificara ge-
nerosamente.
At ten cao'.
Ainda conlina andar fgida desde odia lde
novembro, a mulata de nomo Bernardina, que re-
prsenla ler de 35 a 40annos dt idade, com os >i.-
naes seguintes: cor a I va avermelhada, roslo cora-
pritlo, naris grande, olhos um tanto pequeos, ca-
bellos crespos, (em bastantes manchas de panno pe-
lo corpo, bracos e cosas, altura regular, um lano
chcia do corpo, e (em as maos trmulas quando pea
cm qualquer cousa ; levou vestido branco, chale*
le quadros encarnados erxos, sapalos de couro, um
panno de laa encarnado e branco, e mais alguma
roupa ; a dila escrava hefilha de (ioiaona, el I*01
alguns prenles, e j por 3vezes se lem visto andar
por l.i.eem Cruangy aonde lambem lem prenle*;
porlanlo, rpga-se as autoridades policiaes, capli*
de campo, ou qualquer pessoa do povo, de appre*
hende-la e leva-la Camboa do Carmo u. 38, rr;'
meiro andar, ou rua da Cadeia de Santo Anlome
n. 2T, primeiro andar, que se dar muito boa gr>*
tfica rao.
I>esappareceram na fundirjod'Aurori, na uoile
de 19 de agosto, os prelos Miguel, Angola, idade 4j
innos pouco maisou menos, estatura regular, ser-
codo corno, rosto mareado de bexigas; Mauoel. W"'
go, idade 30 annos, baixo, um lano cheio do corpo.
levou calca de riscado d algodlo, camisa de nia-lapo-
lo, bonete, chapeo de sol, ambos fallarn descauja-
do, e iiao leem barba. SuppOe-se lerem sido aaoV
zidos: roga-se a quem os apprehender ou delles li-
vor noticia de dirigir-se a mesma fundicao que sera
hem recompensado.
Do abaixo aasiguado, fugio no dia 13 do pas-
sado um escravo, crioula, de nomo Ignacio, len> o
uflicio le carreiro, estatura baixa, roslo redondo,
pouca barba, olhos grandes c alguma cousa verme-
Ihos, porm nao muito vivos: levou camisa e calf,'
de algodao azul: rog* a quem o pegar que o traj,"
ao encenho Rodrigues, na freguezia de S. I.ourenc,"
da Malta, ouna*rua da Cruz do Recife n.40, qu
sera recompensado.
Stba*tu\o Momo Paei Brrelo


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