Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02250


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Full Text
ANUO XXIX
QUARTA FEIRA 19
DIARIO DE
DE OUfBO D 1853
N. b.
PEMAMBMO.
PBKJO DA SUBSCniPtJAO'.
Suhsrrrve-M ,i 159000 por auno, e 4SOO0 por
quarlr-l paco adiantado, o 8 **< por quartd paso
seurido, na casa do seu proprielario, M. Figntira
ritFaria, napra^a da liidppcndonria, n* t e 8, e no
Kk> de J. cas* do Sr. JoaA Pcre'a Marlius
Baha
Maeeio
l'nraliiba
Natal a
Aracaly
Ceara'
Maranhafl ct
l'ara'
a K. Duprad
ff Jnarjuim Bernardo Mcndonra.
<> Joso rtoilriaues da Costa.
a Joaquim Ignacio Pereira.
" Antonio de Leruos Hraua.
a Jnaquim Marques Rodrigues.
a Justino Jos Ramos,
CAMBIOS DE 18 OS OTBRO.
*i
Sobre Londres 27 V 60 d.
o l'aris, 3iT>
Lisboa, 9") por ccnlo.
MIT4IS
Ouro. Onras hespanholas 2K8.V10 i 29S00O
Moedasdn 69100 vellias..... IfiKlOO
de felOO novas..... lS!)00
i de 49000......... 95000
[rala. Pataruca brasilciros....... Uh;w
Pesos columnarios....... IJ&'W
mexicanos........ lasoo
Acones do Banco........ 10$
Descont de Lcllras...... 9a II
MOTIOIAS HTHUOIDUI.
Portugal . ;n de Agns. Austria. . . 3
tlespanba R de Inglaterra Si
1 Y.IIMM . 8 de Suissa . 3
Blgica . * do Suecia. . 29
Italia. . 3 do E. Unidos. r.
Aleniaulia :i de Mxico . 16
I'russia . 3 do California. (
Turqua . . 26 de Jul. Chin . 13
Russia. . ,11 de Buenos-A . 27
Dinamarca SI de MulilcMili'i 1
de Agos
de *
de
do Jul.
de a
de b
de Jim.
I de
de Selb
de Oot.
W OTICIAS DO LBHIO.
Para' 16 de Setbr
Maranhao 20 de b
Ceara'.. 2 de b
l'arahiba. 13 de b
Alagos 1 de Hul,
8. P. d" Su I 1 do Selb
S. Paulo ? de b
Minos.... 90 de b
R de Janeiro 10 de Out.
Babia .... U de b
PARTIDAS DOS COBRIIOI
Oliuda, todos osdias.
Victoria, uasquinlasreiras.
Caruar. Bonitoctiarauhuns, nos das I o 13.
Villa Bella, Boa-Vista, Bl ricurv, a 13 o 28.
Coiaiinae l'arahiba, segundase sextas.
.Vil.11. quintas feiras.
DAS da JBMAWA.
17 Segunda. S. Eduvi-
ges duqueza.
1H Terca. S. Lucas E-
vanselista.
19 (liarla. S. Pedro ilc
Abantara.
20 Quinta.S. Joao Can-
cio.
21 Sexta. 8. rsula e
suas companhriras.
22 Sabbado. S. Lamlis-
lao.
23 Domingo. S. JotloC.
AUDEEMCIAS.
Tribunal do commercio,
segundase quintos.
lielarao'
tercas esabbados.
Fazenda
Ierras esexlasas lOhoras.
Jai :<> dt Orphaos
segundase 5. as 10 horas.
I'rimtira rara do citel
lerdas e 6. ao meio-dia.
Segunda rara do ciret.
quarlascsab.ao mcio-d.
Outubro 2 La nova as 7 boros, 47 minutos o
31 segundos da Urde.
9 Huarlu rresrenle a 1 hora, 5 mi-
nulos e 37 segundos da tarde.
16 Lu choiaas 10 horas e II minutse
37 segundn da larde.
ii 25 Quarto mingoante as 2 hora, 19
minutos e 31 segundos da luanhfla.
PBXAMAK DI IOJ|.
Primeira iwli llorase 6 minutos da maulia.
Segunda asClioraae 30minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediento do dU 17 do ouiubro do 1863.
OlliciuAo marerhal commandante dils anuas.
exiliado o rcMessa das fes de ofllcio, dos soldados
Cactano Clau ilc, iierlencentesao II.- bslalhao de infanliiria,pan
seras, enviad* ao Exm. presidente de Sergipe, lin-
de, acham divnenlos us ditos soldados, aliiu ile se-
na aprcsenlailasao conselho de guerra cm que lcin
de ser Julgadas essas pravas.
DitoAo siesnio, enviando.para olimconvenien-
te, a investigado a que mamluu proceder o Exm.
vico presidente da Paraliiba, sobraos fictos pralica-
ilds pelouldodo do II.- Iialalhiln de infanlaria l.u-
ciiloriu Caenon, contra o commandante do destaca
iii-iili"l.i Natuba. o alfi-ro. Ili'llaiinim ('.iirn-.i da
Silva.Communicou-seao Exm. presidculcdaqucl-
l.i provincia.
HiloAo inspector da lliesnuraria de fazenda,
para que, vista do recibo que remeti, mande pa-
gar i guardia de IjtOOr*., que se riispendeu rom o
i.....corlo da chave da porta da entrada do curso ju-
inlini de Olinda.Coinninnicou-se ao director in-
terino daquelle eslabolecimento.
HiloAo mesmo, para que oslando noslermns le-
nos u pret cgiiiaem duplcala, a que se rolere a
..,.,). riio remolle das diarias abonadas a nove remi-
tas, viiulos da comarca do llonil
ilu
vonciinon-
lus pe
. pagar com brovitlade a respectiva importan-
cia I7!es"i20 rs.) aoguarda Francisco to Salles Men-
ilc, coiifuriiie requisitou o juiz do direilo daquella
comarca.Koj-sc o neces*ario expediente.
DiluAo director do lyccn desla cidade, envian-
,|i>, para sen-m archivados na hibliolheca publica
doda capital, os exemplares das fallas dirigidas;) as-
Krabla legislativa da provincia do Espirito Santo,
ii,i, a.....isde Ik;ii a 1853, rallando a de Isi I, e bein
,i..iim as collerces impressas das leis ilaquella pro-
viuria. promulgadas nos anuo de IKIO a 18"i2.
Inteirmi-so ao Exm. presi,lente da mencionada pro-
meto.
PorlariaNomeando para snpplentes liojull mu-
niripildn termo de Caruar. ao hachare! Manuel
Rodrigues l'iiibeiro, Juan Vieira de Mello c Silva.
Franebeo Anlonio da Silva, Manuel Leilede Axexe
.lo. SilM-sIro Anlonio do (llivcirs Mello, e Manuel
loliv da Silva.r*ir.er;nn-sc a respoito as ncrOMI-
rias riiinniiiiiiraces.
papel, em qucfunda\a neslas mximas de iutegri-
dade e iniloiieiidenria um direilo a governar a po-
pulacho da lirccia segundo a sua propria direo^ao.
Da seus direilos eran poslos de parle, o a Creria,
ruin a apprmacio deluda a Europa, licava livn: ;
mas goslariamos i\e ouviresta libertadlo justilicadn,
MI O manifest otlomano respondido por aquclles
que acora suslentam a o soberana dosullao con-
tra a Conferencia ou o czar.
Bale he o i"aso conlra os Turcos caso que nem
se pude occullar nem negar. Por outro lado, lie
igualmente notorio que o governo que prefere o
mata plaiisvel direilo de proteger oasubditos chris-
t.ios da Porta be iiitliienciailo por molivos do sm-
bic.io puliliea, iuipelliilo por disigniK deengran-
decimonto lorrlorlal. Oa nteressea da Europa evi-
gom que a Rus.ia nnexleudao sen imperio l eoo-
l.i doa (lllomaiios, alias o pro.lurado espiritual dis-
i iiliilu all pnipnrrionar-lhe-liia moios ellici/c pul
realisar as suas inleneoos. Verdade he que os cluis-
l.ios da groja grega na Turqua reclaman! e inere-
rem priiieoca,, de Tora. Tamban he verdade que
a Ruosia, cuino oslado principal que profeSM Ma
seiln, e, no inc-ino sontulii, -ou cholo, he o pro-
loolor mais natural das res|ierlivas rommundades ;
mas he perfeilanieiile claro que qualqner aulorida-
deque Ibefordaila pur osle moio. seria um iustru-
meiii" de Intriga poltica, e lalveiviesao a destruir
a na/, europea.
i'or lano, a ononta actual da Rie-sia coiisisle.
Da i- suas exigencias Turqua, como na ur-
gencia ilcslas exigencias pur mu ,1a aggressao arma-
lia. Orlaiioulo nilu so da grande Impropriodade
n'iuna requisirao por parle de um oslado rbrislilo,
lo uniros cliri-laos oppninidos, nem fura
fcil impedirsemolhanle procedimenlo por ama im-
pulaciln do molivos clandestinos. Mas guando o im-
perador hieolno defendeu a applicacao, apoderando-
loa principados danubianos, o proclamou a in-
lensSo de conservar esle territorio al que us suas
exigeiicia fooiem saUsfellas, nao so lullrjou a lei
publica, mai palenleoun verdadeiro eapirilodssua
inlorveiioao. Como uinloria do direilo ogoveriui in-
gle/ loria igual, so mi luolluir Ululo, de chamar o
gabinete de Madrid ;i rasao por iiioi"d-'semolliaiiles
medidas. Nesle pleito, ecom o prtceilenle da Itus-
sia porania nos, podamos caminhar de Gibrallar e
aeeupar o vale do liuadalquibir aloque o governo
hoapanhol consenlisse, nos lorios da nota inudl
primeiro a lialisa, o que ateos proprios Inginas ar.
pl.iinlii ain das vergas, onde eslavain encarapitados
a ver este singular desalio, em quo ellos esto 1,1o
acoslumados a ser vencedores.
Otioverno lem ultiinaineiile feilu duascavalladaa
( |ierilnr-sc-nos o termo, que o objecto uo mercre
outro ) que Ibe luto ararrelado grandes censuras |ior
parle da o|ipo>i(ilo, c que dcsgoslsraill lodas as pos-
soas ssudas. A piiineira fui expedir nina circular
recom.....idando a loilura de una publicado (ris-
lissima de romances c-lrangoirus. Iradutidos de
ranearla, com o Ululo de BioUoihera Kconomiea,
ipienosla cidade publica Eduardo de Faria. A lem
do nao haver nosla collecco nenhuma esculla
qnaiilo a inoralidade e proveilo dos romances que
prelo, as Iradurcoes silo felas por gente g
lile
'I'
dos rcctirsi
por nmil
e'indule doa dona diurnas, de
I'ni que soja o original sai de-
jnnhoasmenle na vralo, e al na m-
r iniiito incorreria. I'arerc que lodos os
igiiaraiu a circular, oblda de cerlo rom
EXTERIOR.
dit, dar MU nou
n vAiilaffoiu (iiii-
ii rlirhUot, hoiii
\olmenlc a Kui<|
pracnlimenhi n
verdmlo fon 9 mi
i-u:i fundaneRd
eclarioi r"liRi
>concedida' ;
miIhIIo
Ii.iv.i .!
*[n|0
I tic
lo
-ni
(i .1- im^rnas
los m oulroi
mpanhocsa Provii-
i.11 para eemflhanto
imliminro ; iiis na
r;\r ha pnllcado com
' 1 Time*.
non
inri
lurpad
preartn, |
minialrus
falUfl iiiri>rm..jps, o dada Min aiiimo de auxiliar a
venda de umaCiHlH ni; enlrollDlO lie laalima que
IrorMIudairUlruc^AnMliajam co\t\ tal impruden-
ria cm uli<'ilos de |iondcrar;io, e mais liiMim.i lie
i que iiiu rassasspin logo seinellianlc circular, ritmo
parece qoe mora depofl de mallo apupados pela
Imprama ovao Tazer.
A uulra perlence toda a Rodrigo da loiiscca.- lie
0 regulaimnlo para os Utollroa, onde, se Icem m
maioreadeaconcfiavoa, que cm lal n^sumpio se po-
< 1 ,-i 111 eacrevoT Invcalindo de podere gnaoi ao Ina-
poclor neral doa Iboalroi um commwaiio do go-
verno. lugar para que foi nomcadu SabaalUo Kilici-
ro de .Si, redactor da ReeUt UnivawU, Immcm
que lem ;is anlipalliias de lodos os nossoscsrriplo-
re*i, pelo que as pessoas noincadas, lonlu para u COn-
lelho dramtico, como a cominissjio de censura das
pecas, 11.i.- r|iii/--i un aceitar, por lulo lor sido nuvi-
daa soine o deplorare! regalamenlo, c imr nao re-
conhecerciM capaddade uein merilo cm Kihciro de
S.i para lal cargo* A caria de rejeicao de A. Ilcr-
calanoeaU gracloea, efol puidicada mi Portugus;
a de liaiTCll au esl smenos, mas nao fni irnpres-
M. Iilfeliziuciitc ih nos*,w minislros liam-se doma-
siajlo nosamifjoBg easflgnim em branco.
PERY.MBim

Londres 23 de setembrode 1853.
Poslo que anda se nio lenha fallo nada puldica-
iiH'iilc acerca da lonna precisa, lomada pelas objec-
ces da Itussia a nobtlaocia dan modi&eaeAea lorcam
e pusloqueo.Manifsln do SulUo, que j puldica-
/ mus hunleni, leja i^iialmenle rn-ervado ni'-Ie pon-
i cril.co, nao noi podemoa cimanar, qiiiiudo preau-
mimos que a vcidadeira (picsl.lo entro as duas cor-
les, cunsislena addican das palabras subdilas ulln-
RMima acera rlausiila da iioln oriitinal. AGon-
fereuria propo/era urna decl.iracao por parle do
Sulla o, .uiim do que elle (!**? <>s clirltitSuA&reflos
iuiisilnienle parlicipanlesu das vanlanoni concctli-
K das aos nnlros clirislos por ronvenc.e- ou i'sla-
lulos especiars. Bata clausula a Porta inodili-
cou-a da maneira sezuinle : O Sullao permillir
< .[ : n, i-iin-i,iii. gregoa parUcipaM com sualdede
1 oaa vanlajiens j concedidas, 011 que d'ora em
n \anle, forem concedidas soulras communidades
u clirish.as, teHdoiubditoiotlomaHOi, o Intuito
il.-la limilarao se explica pela olwrv.icao deque
ecrtaa congrajafoaa, que eimcm dentro doa domi-
nios tonos, lodavia nao sao imnicdialainenlc>u^ei-
las Porta.
Km mais de um luaar os aeclarioa da iiiejii lati-
na lem aicanc.nlo pnvflagioa, peloaqonea, na pro-
Recoci de unli^os puclos, sao removidos da esphe-
ra da juris,icco lurca e smenle aoseltos
aos superiors do seu proprlo pala. Porlan-
lo. o fin da Parla. Inlrodazindo esta re-lricco nos
arligos tU nofii de Vienna, lalve/ Lenha sido para
previnira assimilacau densa grande massa dos seus
sobdilos, ipie prtfessam o rilo crepo a essas peque-
as cotnuiuuidaiip* doladas com vantageni 81000-
danaaj de liberdlde civil ereliiiina. N verdade,
di/ia-se que os lertnod da nota modificada, llnliam
dado i Russia aluimia cona mni semellianle a nina
jiirivlnr.1,1 patrinreal. sobre os Ireaquarlos da po-
pularlo da Turqua Europea, em prejiii/o do Rover-
ii" ollomano. oSemelbaute n-siiTlado 11 Sullo dese-
i.it.i obviar, exclnindo lolalmenle da quc->Iao pssas
congreafiSae eaaanclpadas, o limitando o* direilos
da igreja ureca 1 oina Icoaldade relativa, aos direi-
los Rozado* pelos seus proprios subdito* ehrs-
laos-.
Iee\iden(e, que asqnalrn polenci.is niinc le-
riam podido prelender. que varios milhes de sub-
dito* oltomanos. fosaera re\cslidm com o privilcffio
de um apircllndas aolorldades lunas para osrepre-
sent.iiiies de alftuma potencia ealrangejra. Se cm
verdade foi esle o objecto da clausula modificada, a
sua for$i develerescapado* noticia da oonfereucia,
porque o resultado Tora equivalente entrena de
metaos da soberana oUomana. a urna vantafiem
directa da parle da Rnaria. Por outro lado, cum-
priria ser demonlrado mai expliclamente, que di-
reilos ainda sjIo concedidos pelos lermns da ola de-
pois das limilaees preacriplas, e sle que poni se
p'idem c-fcMiiir Mmodiflt'acfles I oreas, nealralisan-
do luUlmenle n artigo. Quaes san as vonlagans no-
adaa pelas coiisreRares latinas mi oulras niiaea-
qner '.' E ero laes, que piumellain una somma a-
li>faclora de proieecau ;s conareianies dm Greuos t
tjuno a Conferencia, porum lado, nao poda deso-
jar revislir o imperador da Itussia, com autoridade
poltica nos dominios oKomanM, tambom |ioro'i(ro,
ilevia necesariamenle ler Iralado de previnir cer-
ra dos chrislaiw dclmlas ,is denomtnaces a -ipiir.iii-
ca mais praticavel debaixo los dielames de um en-
verno mabomelano.
O ponln eslabeleridu dest'arta nflerece urna ad-
mira vel illuslraco das dilliculdades insoparaveis
do mesmo assumpto. fio riaor da le um governo
nao lem jus a inlromeller-e eon nutro i;o\erno,
nem a siluaro de qualquer porcjlo dos subditos do
ulljo pode justificar inlerposi;lo nluuma de um
potentado eslram;eirn entre estes subditos e o seu
legitimo soberano. Esla be a posieao aRnia tomada
pelos advosailos espoulaueni da Turqua, c rom
efleilo esl envolvida na mxima llieanea acerca da
s iute-.'ridade do imperio ollomano. > O sullo be
soberano nos seus proprios dominios ; esles domi-
nios 5o limitados por meio do fronleiras conbeci-
da*. e dentro deslas fronleiras somenlo se rccoiibc-
rc a sua autoridade. He esla a tbeoria da inde-'
pendencia olIoina:ia ; mss, na pralira issiin co-
mo na alxlrarrno, semelbantes inlcrvenc/lr* se no
podem defender. Quapdo um aovernn simiente
meio sabido do barbarismo, c repudiiindo (oda a
lympalMa re c jis nan*r,as da cwistondade, con-
serva 11*11111 estado de svillamenlo c opprcttsao mal-
los mlboes de individuos so pela razilo de seren
Hirinlaos, e islo em pvesenca ua Europa cbrisla,
be ii)i|>osiivcl que os goterom ouro|>eus 11A0 inler-
>eub,m cm favor dos seu* co-religionaro*.
Kspalbou-se einConslanlinopM, como urna pro-
'1 de lilii-r.ilidade da parte do soverno otlomano,
qe pira o fuiui o a evidencia do nm clirisblo ner
'ilmissivel conlra um musulmann nodominio da lei.
Mas que estado de cousas osle simples acto nao re-
vela, quando, nesleannodo KVI, somenle beque
*i concediito, p wib n pressAo induhilavelmcnte
das rjrcumslanrias arluaes, que um ebrislao oe o
mais simples e mais indispensavel de linios os direi-
los civis direilo sem o qual lie manireslo que nem
vida nem a propriedade nunca lerian lilo sean-
aiii;.t! He psla cmislilnirati nao natural do oslado
ollomano estado em que .'.IKMMKK ou .tHwl.tKMI
de impos Uraiinisam emsolocbrisblo, a 10,000,000
de rl.riatfloique revesle uniros estados rom <> pri-
'ileao ea obriuarao do interferencia. Semelliaiile
iiitcrfercncia inevilavelmeule lia de dor i'un _nlpe
" independencia do imperio ollornano a con-
'i -iiiiiteiiieute o impcriu,oltomaiio solTrer. >o
lia muitos anuos que o governo lurco publirou um |
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUGO.
JL.l-.boa 30 de setembro de 1853.
A siluacao
loni-se conscr
Justina nomei
vies, que eslavam
e ainda n3o Te/ m
A ImpreAsa Ion
e al acora nio le
Islerial nesfi
i naltera vel
111 labelliau,
ospeni
s nada
ni esle
iiuii.it
poi
alliinosquinao dias,
(i novo ministro da
lemillifl dous escri-
amigos do albeio,
Snill
1 elle
Rlltei decretos,
Aira/ de lem-
rosida
feclu
ra 1
rairi/.
111 liW
ua pa
1 mdo a ferida
m.
,,. en-.
iroe apa i
lele mdo
ponl.ine.i-
periuosn.
na a ser
idiosas da
I i los anda cor-
* liinla das ; e 0
tu)., ua gaveta do
lll,"
pn lempo \rm. t duque. |
Cfnlrn, esperando que se lia
0 quo parece eslar ainda p
medicina rereia, que nao ci
mente, se Me alna oulra ei
Rndiigoda I......va cunlim
victima das dialribea e *vm
le Lisboa e l'orl
ir deja lerem pasi
unir o Nacional
lo procurador regio.
Que desferbo lea osla escandalosa qiiealffot To-
dos oa amigos e apaniguados do governo depluram
esla siluacjlo em qaoSQ acba um dos primeiros mag-
DOUW da repblica, de se \er diariamenle allronla-
do com os mais abjecloa opitlielos, mas ninguom
lite sogere um expediente qoe ponha lermo a esta
dcploravel polmica. E, coosa nolavel! excepto
algumas replicas de Sampaio, redactor da Hernia-
vilo, aos arllgos do Portuguet, imprenta e Le, e
nina ilefe/.a do ministro escripia pelo redactor dc-
inenie} da *peranfa I). Jlo de Azevedo. nin-
guom mais lem lomado u partido de Kodriso da
Folicea neala queatSo. Aquella celebre apolosia
qoe ilieieineiii no vapor passado, o que se allribuio
aoprojprio Rodrigo, sel agora que fui escripia por
Gamillo Ctstello-Branco, jomalisla do Porto, de
poucoconcello por ler escnplnemjornaeade diver-
sos parUdos, acensado do venal, e que ltimamente
fe/ um papel bem Iridie na canaa do divorcio do ba-
COMARGA DE NAZARETH
15 de outubro de 1853.
A enmarca cm yeral gou de SUCOSO, e parere-ine
quo nem ba rocoios de poder sor esle alterado em
parle albinia.
Tamlieracontra asouurauca indiyidoal su appa-
11111 soceesso, O qoal pasaoo>ao pela maneira
le, seunilo me infnrmam :
peciur de quarteiino do lugar de Alcapar-
ro segundo districto de Tracunhlem, lendu
1 com ama pobre rapariga dizem queho-
por causa le um rilo, esperou-a quando \i-
1 um balde d'agua, e. mandando
lenro, e por oulroa puxa-la para
lentro de casa, pre^ou-lbc urna formulavel su ira
liicnlel Kespeili> nmilo a inspectores dequar-
lie
recen
segu
(i ill
rinda
intriga
neala I
uba da fonle 1
por um futuro
ti
d
rae de Hu
apologa, que se
propria ledra d
si cao
V
MI).
Km
II islo
artigo
i"i> publl
mi rom 1
Irfgo. Se o
era um no
nube
viuda desto arligo do Porto rulo li
historia das commendas. Veremos aoora
nova paula dos pirados, que principia cm
Mjulga com efl'eiloa querella.
A oleico dos |*J depuUd
foi apealada, mas jolga-se que se lar no di
novarobro. O so\ernolem cerlo o venciment
us pi('ledenles bequesao iuvenciveis, por e
leirao, lio genio lerolvel mas seapro direi q
pena quespjam depositarios de autoridade bomeus
rapazei de commolter (tostel excessos que. por bao
mesmo que So pralicados por um agente di polica,
pndem ler um mande alcance... mas, cu lijo sei o
quedigo, a ello sabe oque faz!...
A infeliz andn poraqui, mostrando a lodosas
couliises e imlpes do cbicole, eslampados na pelle,
e pedindoque (lie flicaaoai vestoria. aflmde proce-
der criminalmente conlra o misetteorioto inapac-
lOT: fl n.lo adiando quem a isso se preslasse | pro\a-
vclmeilte*|iOr nao ser dostO districto J fui ler como
subdelegado respectivo, que me di/em val tomar
conheciincolo do caso,
Quer paierer-me que tiesta vog nao aprnvetar
.10 inspector nina escapatoria, que lem sido do gran-
de recurso aos do seu .eneroa resistencia; va-
lo cuino a infeliz nada fez por onde merecer ser
pre-,1 ; e, dado ocaso que lizesse, iim be presuini-
vel| quo resisssc aires ou qualro marbaca/es;
mas, nao fallarlo estrategias, csperlezas c enuanos.
loi absolvido o professiir de lalim desla 'cidaite,
em dala de bonleiu, da respuusabiliilade do que o
aecuaava 1 ex-camara. 0 Dr. juiz de direilo, recu-
nhecendo em vista das provea doaecuaado quau
temeraria fura a cmara em seu juizo, o rebabili-
lou por sim senlenca proferida 110 procesas de res-
ponsabilidade. Oucn di/erque o dito profesioroon-
frsta-ae summamenlo agradecido ao l>r. juiz de
direilo por aquello acto de jusliea ; assim como que
pretendo correr o \o do esquecimenlo sobre os que
o aggrediram do urna maneira lo positiva ;aern Itom
que assim seja.
Varios engenlios j so acbam moemlo, e mil ros
niuiliis preparam-separa fazer o mesmo dentro em
pouco.
Sera bum que Ihe de urna idea siiccinla do cere-
monial, que -i- cnsluma a empre'.'ar na bolada dos
engenlios. como vulgarmente se diz.
. No dia para isso destinado, depois do preparados
que faltarn, anda nao |0)|(K O iesorios e de reunida a lile dos vixinhos
mitas
1110 a Li|
rae..... da
jornaas da o|po-
capiluio, porqu
Iraulia .
p com.'
outubro
ciade Vieiuia, pelo que os Turcos eslAo mais que
nunca ndRiados contra os Kussos, e disposlos a ir
guerra, ainda mesrou sem o apoo da Inglaterra
e da Franca.
I>e (odas asaasjarles cuncorrem os Mussulmanos
para suslcntarern o rrescenle. Es>plo j enviou
0 seu conliltenle, o be> de Tunis esl prompto com
sua^ (ropas a es|iera smenle de navios que as Irans-
porlem para os Oardanellos, aspropriasliordas asa
ticas, inclusivo os llurdes, se estn reunimlo em de-
reza do imperio.
He (alo enlliusiasmo deque se acba animada a
populacAo de Conslanlinopla, e ein aeral lodos os
Turcos, qucjulga-sc impusi\elcontiMns por muilo
lempo. Os inuros da cidade eslo coberlos de pro-
1 lamacoes rbamando a populaclo s armas e pre-
gando a auerra conlra a Russia. Varias caricaturas
lem I a 111 lie 111 appareeidu ridicularisaudo a IngU-
lorra e a Tranca pela su,i conduela em toda esla
quesl.,o.
Cartas datadas de 17 de setembro di/em, que
Omcr Pacha dei\raseusquarleisaeneraes para ir
visitaras obras levaiiladas para defenso das mar-
:eus de Danubio, e que os Russos nao tinbam an-
da appareeidu na marsern e^querda desse rio, lal-
vez pela ra/o qoelladata.
Omer l'ncb eslava preparado para passar n In-
vern em seu acampamento, caso a isso fosse abri-
gado ; parece que seu plano de rampanba consiste
em liinilar-se a obrar sobro a defensiva sem fazer
neiibiim inoviinento para dianle, elle lem desen-
vohido mulla aclividade c consideravel juizo no
arranjamcnlo das tropas.
O imperador da Russia finita partido para Var-
sorta, donde se diz, que se dirieira cm companbia
do ronde de Nesselrode a tHmullz, para abi ler
nina conferencia com nimperador da Austria. Cre-
a que o liin dessa conferencia be persuadir o impe-
rador Francisco Jota* I aparlar-se da Inalalerra e da
Franca.
Contina a caresta dos araos em (oda a Italia e
tambem na Franca, a poni de ler ja dadooriaem a
desurdeiis graves em dillerenl*'s parles.
Em Terni, o povo penetrando no palacio do an-
vernador, lancou-o da varamla a baixo, enclieu-Hic
B bocea de pal lia, viudo o infeliz a morrer depois
das injurias quo recebera.
O imperador l.uiz Napoleilo lulia rollado de
Oieppea Paris, mas corra que sahna, a 99 de se-
tembro dessa capital para visitar as provincias sep-
leulrinnaes.
Na llespanha o ministerio Lersundi deu a sua
demieeto e orna nova adminisiraco loi orgaotaada,
da maneira scauintc : Presidente do ronselhoc pri-
meiro ministro de estado. Conde de S. l.uiz : mi-
nislrn do interior, seor Eslevo Odiantes ; minis-
tro da auerra. general Itla/er ; ministro da jusiio.a,
marque/ deliiroua, ministro da marinha, marquez
de Mollins ; ministro das obra publicas, seor Do-
inenec. A pasta da fazenda ulsa-se que licava re-
servada para o senor Llrenle. Aralnha linba-se
recolhido capilal, sendo sua volle um verdadeiro
Iriumplin. L'm concurso immenso de povo a sau-
d se itiriaio da porla de S. Vicente para a igreja de
A (ocha e dahi para palacio.
Na llollauda a primeira cmara dos osladas ae-
raos adoptOU por votos contra tti o prnjeelu ile
lei relativo a inspOCClO do CultO religioso pelo es-
lado, queja tiiiha siiloapprovado pola seaunda c-
mara.
No da iodo mez provimo panudo Coi encerrada
a sessao dos mesmos oslados aeneraes. O Sr. Van
Reeneu, ministro do Interior, leu a secuinle falla :
Senbores.O re ordcnoii-meque viesse entre
vos e declaraste encerrada a sesso dos estados ae-
rees. A tsssee que lermina oceupar urna pagina in-
leressaute na hisloria de nono paiz. Vos, senhores,
tendea Malrotado o governo ora aem esforcos para
consolidar a onlem c a Iranquillidaib?. A confianca
com que O re pedio a vossa cooperarlo nao o en-
- ni.-ii. Vos e\aminastes e disculisles o projeelo de
lei Bproaenlado pelo governo cum easa seriedade,
moderara eserenidade que eram de esperar dos
reprsenlanles do povo da llollanda. Os n o. lo-
desse commiim arrordo mo seno declarados, e a lei
que aeeilasles iillimamenle. sendo comprelienu'ida
em sua verdadeira siauiliracaoe execulada rom um
espirito liberal, tendero, assim o esperamos.
promover essa uniaono estado, m a qual mo po-
demos esperar inelbor futuro nem prnsperidade na
LICCAO' PRATICA DE HOBSEOPA-
THIA.
Faci clnicos.
fe.*, non verba.
Fstula no .mus.
0 Sr. # soffria habilualmcnlcde bemorrhoi-
das aecCOSi sendo a defecaran acnmpanhada de vio-
lentos esforcos, que determinavam a sabida de bo-
les bemurrlioidurios. Em um da inanifestou-se
um tumor a roda do anus, u qual ebegou t>i o es-
tallo de suppuraco, abrio-sc naluralmenle, c dei-
\on formada una lslula, que pur tres anuos iucum-
modou o dueiite. Cousulladu a lal respeilo. julguei
conveniente lenlar os agentes boiiieopalhcos, afiles
de entproger os mofee cirureiros ; c com efleilo de-
pois de algumas iloses interpoladas de/.e/v. -i: , e snlph. das altasdiloinics.couseguio o doculerom-
plelo ri>labelecimciilo.
OulTO caso 'ive, cm que liin smenle merr.-c., 1
tnrre-s. produziram o desojado efleilo.
Em alguns oulros, tenho (ido necessilade de pro
vorar a inllamma^ao, a qual sendo combatida ho-
nieopalbicamenle, quasi sempTO da em resudado a
adherencia dis paredes lislulosas, u pur consegunte
a cura do mal.
Ir. Snliiiiti Oleijurin l.iidgem l'inho,
Consultorio ceulral tioiiuoopalhico, ra das t'.ru
toan. II.
CORRESPONDENCIAS.
Senhinrn reilnrtore*. Nao remando dian-
le de qualquer provocarlo, parla ella donde partir,
principalmente cuvolvendo-se meii nome, para ser-
vir de pretexto a infames intrigas, dignas smenle
do earactei de quem as proniove, equo s vegeta de-
balto do laes auspicios, assim como o Ilustre eom-
municadqr do Bcho l'rrnambwunu de boje IK do
rnrrenle, quM*ib uepigraplie ( ina breve respos-
ta se me morde de complicidades, o por isso te-
nho a diier alguma musa no que me diz relativo, e
em rosposla ao autor do lao maamliro exordio.
Dlg0assevera oillustrecomniunicador, que he ae-
ral o clamor publico conlra o eonsellin do compras
do arsenal de guerra, pelas injuslieas que o iiicmiid
ba rollo em beneucio e palronalo a mtm prestado,
que s cu no me/ de agosto prximo paseado rerehi
na lliesiiur.iria geral a quanlia de 11:077,";, leudo
liponas um diminuto eslabeleciinonlo de relalhos
de faiendas, nao obstante que sou lio feliz, que os
i'dilaes dacoininssao de compras me dan lempo a
|uedieguera minbas oneommenona da curie; dan-
lo luaar a que os portadores do proposlas, sequei-
xeeo publicamente das Injosll
patronato da piefereura dada
l'ma semelbanle proposjcao t p
a bomeus, laes como os membios
ministralivo. por alguem que des
do quaiilo lia de justo o honesto, <
i-onscieiicia do si proprio, njlo lre|
verdade, alterar os SCtOS. em 1110
e eoOreno pelo
Villar.
ide
ser laucada
lo conselho ad-
oiihecemto tu-
que neo tem
da em fallar
rOSCabo de urna
muilo cima do
idjidieada, ser-
minias, illudin-
1 os reapejtos do-
publico Inleiro. em aliono
osas prelencocs, que o (al
em, oeulersido cau->.i.|iiio
que
ua ni
ufa 111
qu
-1.i
das cadetras que esU<
itegidos pelo governo, ti
a, Lobo d*Avila, Thomai de Car-
Mibeiro de Sa. eoulros aeme*
ol
Osji
l
vel p
m minio o mu
Sao candidatos pr
Lopes do Mendoii
rallto, l'almeirim
I liantes.
Ja ee orreeadou a primeira prestafio daaacfdea
docaminhode Ierro, ese a un uncin a entrega* da
Segunde i(6dous me/e. roni, lie que anda nflo prlnciplaram Tem cuslado
anda mais ,1 decidir que a queslflo do Oriento. A
rompa das accoes nao lem sido muilo satisfactoria,
mis depOfs que COIIStOU que a llespanha se resolva
continuar.....uso caroinho de Badajoz at Ma-
drid, lera islo Influido mullo na procura, r loan
que se derrote sera uraudissima vanlagem para a
nnua empresa, e no menos para o paiz lodo. O ra-
nimbo do Cintra tambem parece ir agora avante,
ape/ar de ler estado qnasi deatoito o aecrdo entre
os emprebendeilore* e o engenhefro portugus Al-
bino de Kfoueiredo; masum Praneez, fntromolleu-
se no negociu, oda eaperancBs de encaminliare
auviliar a empreza com bom e\ilo.
irnae* desla capilal (rainieverain dos olease I
o a imporlanle quesllo que hnuve no senado
Iro a respoito da Interrtfpflu da* nowas rela-
111 o Sr. Druinmond : esta leiiura foi agrado-;
a o nosso publico, porque palenlOOU clara-i
mente, que aquello diplmala fra injusto para com-
noaco. Tambera foi lidn rom interesae o discurso do
Sr. diputado hraiileirn Pereirada Silta (Julgoque
he o aulor do Plularrho Hrasilciro], a respeilo da
COonsaf8o do Brasil, mrmeple pelo acert com
que falln a respeilo da emiararAo porluaueza.
O nuncio apostlico cstem cunvalescenca, leudo
escapado muri milaai'osumcnlo, |wis estevo des-
engaado por duas reges.
Sempro se elleeluou o desalio, de que Ihe fallei
na ininlia aulecedciite, entre o redactor da Suplo,
Jno ile l.emos, e o .i.t /l*peranra. I). JuAodo Aze-
vedo. Foi pistola, e a qiiinzc passos : alirou pri-
meiro Joilo de l.emos, e como nao ferisse o adver-
sario, este dlaparoil a pistola para o ar. Foram pa-
drinliee. do rulisU.obarBodelleduidoe 0. Cbris-
Inv.io Manuel de Vilbcna. e do ministerial, o pardo
Reino Arnaral Osorio el), l.uiz da Lamara. Em
ambos os jornaes se tzeram as competentes declara-
cAes. O de Anlonio Teieira Vasconccllos, aulor
da viagem em frica, que ora se publica ua Reto-
lurno, com o R. Danpias, por cansa da mullier des-
(0, que tambem Ihe annuuriei na minha passada,
esse por emquanlo esl le remissa.
Ilouve aqui nos das 19 e 5 ilo crrenle um-es-
pectculo novo entre nos, .1 que .illliiio gente in-
mensa, loi urna regala,a remse vela, realzada
com a presenta do Sr. infante l>. l.uiz, ofllrial de
marinha, que a foi ver a bordo de um vapor de
guerra, dislrihuimlo elle pela sua inao os premios
alcancado* uelos vencedores. O que houve de mais
nolavel ne-*Ic festejo, foi o ter um escaler de un va-
por de goerra ingle/ desaliado o do iitspeclor do ar-
senal, milito mais pesado, o que nao obstante, par-
lindo ambos a remos, o portuguez cheaou muilo
danto ui.lo convidada, lem lugar a beiic.lo dos
los por mu sacerdote, canlando-se em seguida
ladainlia cum piedoso recoihimento de todos o
eumstantcs: depois, achando-ao cada pesaoi
sen posto, lie apresenlada ao sacerdote urna <
toda eufeilad.i rom lilis o com lloros, oeste
paasar na moenda. sem embargo dos tiolios n\
que se acba adornada, nesea occasilo
frue-
uma
a faz
ach'a i
sao lodo
pera dos c
regalados
Gomlruetos
Ha um rumor va
da nina companhla
mam mudar ravall
inviVM um bello festim, onde
do
oslu-
earnee e pescadas
que existe aqui o
losses industriosos, que
* de urnas para unirs parlo*, e
at tenho visto imligilar alauns, que dizem perten-
cer a essa lirnaiidade, a quem se allrlboo a moilan-
ca de alguna cavolloe, cojos doea anda nflo podo-
ram atinar com o lugar, onde se acham! que conli-
nuem. o loco ser;lo bem recompensados.
Bo
de
ipi
armas tem feito o capitn Cami
ro mandn para essa capilal una
i lodas cranadeiras, unas inlei
i. Tamben me di/em que mu-
i. porque assenlou-se, que sem
nao seriam (omaveis ; mas ocapilao nai
pelos lutos, o julgou a lodas ha presa
grande failura de carias para eleices ; si
a colbeit
sao; anda li
carga deltas, aend
rase nutras rolada
tas v.io aem fecho
essa peca
qoli esle
Tomos
os elcilores qui/erem vender por arrobas, regalan
SO ; ale esle *eu criado mo sendo eleilor lem tido
muilas; quando o hein vem A Ierra, lodos o al-
caneain.
Atvi^aras! O Muraos asseutou aula de picara ;
so liver por l.i algum jumento paraca, que elle lira-lhe a volta em um instante.
He bonito ver a figura esvelta, e o donaire que lo-
ma elle quimdo anda passando lrao aos discipulos ;
so I i vossa una lauca era um San-Jorge a cavado,
sem tirar nem por t
Ou nilu a saluhridadc vamos sem novdade.
As feiras conlinuam abundantes ; porm os gene-
rosearos; boje malaraiii-sc -Vire/es, c venden-so a
carne a nove c a del patacas a arroba ; a familia a
truta o seis e quarenla ditas o alqueire; ofejito
Mi, idem ; e o milbo a 10, idom.
Side. Xm
(Carla particular.)
MARIO DE PERViMCO.
Polo vapor inulez Olinda enlrado lionlem do Li-
verpool va Lisboa, Madeira, Tenerife e S. Vicente
recebemos gaMtas inglesas que alcauram a I de
setembro prximo passado.
A noticia mai* importante que temos que eom-
municar aos leilorcs he que o cholera, o qual, con-
formo j noticiarnos em outra occasiao, eslava fa-
zendo estragos iiAo s na Asia como tambem em va-
rios esladosdu Norte da Europa, rebenluu ltima-
mente na Inglaterra e anteaos invadir a Franco.
A queslu do Ohcnle ainda nao foi definitiva-
mente regulada ; hem longo disso, icha-se, pelo
que parece, cada vez mais complicada.
O imperador Nicola nao aceilou as raodih'cac/.cs
que o luidlo julgou iIcut fazer ola da confereu-
lona
O rcinhrio em peaaOB a nova sessao dos estados
seraes, e no discurso da edroa declaroo q.ie ella
Ihe oflereceria occasiao de propor imporlanles ques-
toes legslalivas.
Garlea deTiflie noticlam que um sanguinolento
connielo Uvera lugar entre a quarla divisio doexor-
eilo riisso i|,i Caocaso, cujo centro de operacnes lira
omSlravnqiol. e um corpo de montanhezs com-
mandadns por um prente de Cbamil. o qual pare-
ce que desoja reasumir ollensjva ; afllrma-sc que
houvera grande perda do ambas as parles.
Na India continua I fume a opprmir lerrlvel-
monle orono deAva; cr-seque a paz que o rei,
obriaado pelasclreumslancloa, flxeiacomoi inglc-
xea, he ancuas uma mera lusnonsffode armas, oto*
das as foi has imlias os|teram urna renovacao de hos-
tilidades.
Ka China continan) oe romhaiontes na raesroa
posieao, o hem que a lula estoja anda limitada a
algumas cidades do inlerior, lodavia em Amov ji
um combale naval leve lugar entre a osquadra lor-
iara e a insurgente. Os imperialistas reliraram-se,
pelo que ronjeiiura-sc que os insurgentes licaram
vencedores.
Jlos Esladus-Unidos sabemos que a febre ama-
relia continua a dospovoar a cidade de Novo-Or-
leana; eteediam ainda de 100 as pessoas que suc-
eumbiam diariamenle aos assallos desle terrivel Ma-
collo. Os estados da luan linham contribuido
ni JOO.OOt) dnllars em sorcorro dos eollreilores.
Em Mobile a morlalidade reaulava por quarenla
pessoas diariamente.
Ia California nada consta que moreca ser men-
cionado.
Em Londres os consolidados licaram a 98 li ; os
"> |hit ccnlo brasileiros a UM :i|t e os i e meio por
cenlo novos, de 97 '. a 98.
O banco de Inalalerra levantuu nutra vez a laxa
dos descuidos, a qual bem quo permaneca anda
M'onin.lmenle a qualro e meio |M>r cenlo, todava
para lodos os lins pralieos lie de cinco por cont,
Esle levanlamenlo da laxa dos ilescoutos (em cau-
sadu ronsideraves desarranjos, priucipalmenle om
varios ramos de maniifarluras, us quaes lem j ca-
bido om grande proslrarcao.
O banco de Tuhm levanlou tambem a laxa dos
desconlos de cinco por cont que era, paraseis.
As mercaduras importadas na raa-ftrclanha nos
sol inezes decorridos de Janeiro ale ao tim do jtilhu
do correte auno, imporlaram no valor de
9.si 'A ,(MKi libras eslerlinas ; nos mesmos sote inezes
do anuo prximo passado o valor dan mercadorh
importadas subi apenas a 1(,l:)8,00Ulibras, donde
resulla em favor do anuo crrenle um accresci-
mo de 9,7*2'I,00 ou quasi 2.*) por cenlo.
Eis aqui em que ordem us dill'erentes paizes da
Ierra concorreram para essa imporlaco:
corporacao espeilavel
ludo (pa ni o lem dilu i
viudo do Instrumento a
do desla arle o publico
ve ser acatado. Saiba
da verdade, que tudas
cummunicador diz cvisl
passa de uma vaa cbimera, e urna falslade inven
(ada adrede, para lilis que a o commiinicador pode
eslar iniciado em (al misterio; laes prelencocs nun-
ca se deram, nem o\liram, nunca em meii favor
houve palronalo, o qual s existe ua ment de quem
nlo se peija deleitar verdade ludescaradamente ;
sempre quo fui proferido pelo conselho, foi em ra-
zan do> objoctos seren de melhor qualidailo, c por
monos do quo os oulros roncorrciilcs; e para so ve-
rificar, se lie ou nao verdade o que acabo ilc dizer,
abi oslan lodas as pessoas que comigoconeoniam, o
que digam se lllgUIDU \v/ houve prelcriean por meu
respeilo. e entre elles moiicionarci urna pessoa que
lalvez nao soja suspeila ao commiinicador, poisqno
he o mullo digno Sr. tenenle-corouel Manuel Flo-
rencio Alvcsde Moraes. elle que Ihe diga quacs lem
sido a> prelerires ilequeeu lonliosidocausa, decla-
rando solemnemente que ociihuin favor devoaos
dignos memhros do conselho, seti.io aquellas allen-
ces que entro gente bem educada sempre cxislem ;
a rcpeilo do ler ou rocebidoiio me/ de a ansio prxi-
mo passado da Ibesouraria 11:1177?, lio verdade ler
receido nina quanlia. porm foi de objeclos vendi-
dos e reeolhidos ao arsenal de guerra, e lito de es-
mola, e emquanlo ii sommu ha difl'crenoa 00 alga-
rismo, por isso o tal communicadoi om (udu he
Inexacto, fatal estrella o |
eguo ti
islo.
ii diminu
jjuertr adevi-
eslabeleci-
quepropo-
pnrlug'jez;
i he loo pc-
nliai: nao posso gahar-ll
Rolalivainonte a (ore
monto de retalhos de fazondas, mi sei i
sito vem islo ; e entro lano no indicativi
respeilo ao priiueiro, respondo quo uai
quono ou diminuto, como di/ o cney< lopedio
imuiicador, e omquanto ao segundo ludu o publico
sabe que o son, nlo inedcsprezn de se-lo, nem nun-
ca o negare!,
Concluindo osla reeposta, observo eo lllustrecorn-
municador, que ha quem lenha vendido multo
mais gneros do quo eu para o arsenal de guerra, e
que nunca merecen a allencjio do S. S.. por Ueo
sendo-me pesaonl, Ibe poco uuo sala do ridiculo pa-
pel de auonvmo, e quo sahsfazemlo o men pedido
Ibe prometi dar uma resposta digna em ludo de
sua pessna,
Com a publicacao deslas liuhas, senbores redacto-
res, muilo ubrgarao ao son constante leilur e amigo,
Uatfiiuxlc tzeraii, I'llamara.
RcclfO ISdc outubro de 1853,
.-iss<(fe>w*M
Sr$, fedactoree,Li noieuDiorio n. "Jill de t.*t
do correnlo, um aununcio ou correspondencia, rom
assignalura lo Pranklln Joe dos Santos Costa
M., quo w dirige a mim eaomraeo amigo o Sr.
Rapuzo ; e como semelbanle peca se ache rechciada
lados, julgo ilo meo dever dar
nessoas. E se fez o contrario, se fou a quem eu nao
fiavia indicado mas prohibido, excedeu os deveres
de caixeiro, de mandatario, o s por sua couta e
risco rorreni laes dividas. Nada tem a minha casa
com ellas, |>0s ao Sr. Franklin perlence exclusiva-
mente a rosponsabilidade. Eis porque os ik?M0
rs. Ihe foram dados em pagamento, visto que eu nao
poda aceitar conlas c dividas de pessoas, que pro-
fiibi espressamenle aoSr. Franklin defar. Bis o
fado de que se queixou o Sr. Fraoklin ; e o publi-
ro ipn/.u .1 se ello me desacredita, e so he uma ac-
r.io l..u\a. ou antes senAo fiz maiff do que exercer
mu direilo iucunlestavel, evilamlo prejuizos que
eu previ, e que provHenciei para que nao succedes-
sem, masque o Sr. Franklin, a dospeito de miuhas
ordena terminantes, quera fazo-Ios recahir sobro
mim.
Agora res|iondcrei a algum oulros incidentes que
vem mencionados na correspondencia de que ino
oecupo. I) o Sr. Franklin como motivo para des-
pedir-sede minha casa, a sociedade que li/ com o
Sr. It.ipn/o. valo nao gustar dclle, o o mo jui/o
que forma de suas maneiras do Iratar. Em respos-
ta referirei ao publico urna c^rcumstaucia. Quau-
du o Sr. I r.inkliu entrn como caixeiro ein iniulia
casa, mo a recebeu por balanco, cu Ih'a cnlreguei
em plena conhanca, nao havia livros pu escriptura-
cao, eolio a adminislravae diriga exclusivamente,
sem miei \ r ni-,i,. alguma minha e a ieu bel-prazor ;
mas logo que dei sociedade ao Sr. Ka pozo, esla bo-
lee i livros, ordenei que se Uzease escripturaego, afim
de poilcr regularisaro negociu, o haver a devida hV
i .ili-,Hf.in. A'visla disto, o publico decidir se o
novo rgimen que eslabelcci na minha casa, intimo
ou nao para sabida do meucaixeiru; ao principio
ello liuba toda a liberdade, dispunlia do negocio
como bem Ibe pareca, a ponto de fiara pessoas que
eu Ibe (uba dilo que niio liasse; eulrelaolo que eoin
o novo rgimen quo eslalieloci, cessava essa liber-
dade o i iiiii i", e comecava a a|>paroccr a liscalisa-
cao aos seus actos. Parece, pois, que nAo foi por
mo gustar do Sr. Kapozo quo elle se despedio, mas
sim porque o seu iuteresse o conveniencias Iheacon-
selharam que o lizesse. Tanto mais pozo, homem sisudo, de maneiras pohdas ede uma
educedlo a toda a prova, est mais que acoberlo da
maledicencia do Sr. Franklin, quo nem de levo o
pode ferir.
Dcvo ainda dizer, que o Sr. Franklin faltou tam-
bem a verdade, dizendo quo me passou recibo do
quilacan aeral, antes tic ser pago, e na boa f ; por-
que o contrario dislo he que he verdade. Quando
me passou recibo de quilaeao aeral, j liuharnos a-
juslado as nossas conloa, aasim como nenhuma re-
cusa ou reclamacJo fax, no momento em que Ihe dei
os :I0,")KIH) rs. em dinheiio, e os tiHl 10 rs. em divi-
das, como falsamente afllrma.
Este ajuste de cuntas deu-se pela manhfla as It
horas, pouco mais ou menos ; o Sr. Fiantvlio nado
impugnen, e s as duas para as Iros horas da tarde
foi que vollou, e veo reclamar. Nao eslive pela
lerlamac.lo, e repeli-lhe que as dividas que Ihe dar
om pagamento, eram as que elle deixou conlrahir,
contra a minha xpressa determinacAu. Se eu qui-
zesse pagar-lhe em dividas smente o seu ordenado,
nao nio fallara meios para o fazer, porque o Sr.
Franklin sabe bellamente que ou poda preoucher
rom dividas qualquer quanlia, j nao digo o orde-
nado do Sr. Franklin, pormquanlia muilo mais su-
perior. E lano o Sr. Franklin tema que cu sou-
besse que elle liava a laes pessoas, Jaulo receiava
que en niio aceilasse semelbantes cuntas, que uao
me as aprescnloii sen.lo as vesperasda sabida, v
ainda assim niio (odas por junio. Parece-meque
esleve a ver so as robrava, o quando deseuaanou-se,
foi que m'asenlregoii.
Allirma (ninbem u Sr. Franklin, que um caso
idntico so deu com outro caixeiro meu, que leudo
de receber IIOSOOO rs., s recebeu cien, lie mais
urna falsidado ; e peen ao Sr. h'ranklin que provo
esla asserco, se he capa/. Emquanlo o nao lizer
ser lidn por mentiroso convicto. A prova de que
esse caixeiro a quem se refere o Sr. Franklin, nao
rccclieu de mim semelhaute Iralameiilo, est om
que ao depois de ler sabido do inhiba casa vohuu o
continua a ser meu caixeiro ; assim como oulros
muitos que lem-se despedido o vilo tentar fortuna c
melhoi amentos, voltam para niiulia casa, c eu os re-
cebo como d'aules.
I cubo concluido, Srs. rodadores ; ha longos an-
uos que sou estabelecido nesta capilal, e nunca fui
iucommodado pelos jornaes em sentido algum. Che*
i minha voz de seralassalhadoem minha repu-
laeo \ por mais cuidado e atlenoo quo ra lenha
o andar ua ra, ninguem podo absolutamente ev-
ar que um porro ou um jumento oemporcalheo
enlmele ; por mais honesta e limpa que seja a vida
viperino da calumnia. Hespondi ao cahimiiiador
laosnente por allcucan para com o publico a quom
devu respelar, e romo uma salisfaco que deva
dar as pessoas sisuilas, que me honram com a sua
eslima amizade ; quaulu oo ageressorc quem o
instigou para injuriar-ino, ( sera duvida os que me
devom e nao pagam paraosses, tenho o mais sobo-
rano dosprexo |>elas suas invectivas, e osenliinenlo
de conipaixAo pelas suas miserias.
Sou, Sr*. rcdai'Lores, seu constante leilor, Jnayuitn Jote He Paira.
riiiMi..i:iiKstmiiiio.
i.-l.lll"- 1 Mhl'iS. . Libras. 16,134,307
Inili.i iiigleza. . . o 7,:r.2,!K7
ii.lilil'- iisealicas. - i< (i,H7,7,-i:i
Australia. . issafisa
llollanda. . a a ,IU,
Brasil..... 3.161,391
America ingleu. < 3.66j,36i
l/.-'".;a..... 2,731,286
1 111 i|,ll.t l'M lllMM- a Moldavia,
a \ .il.iilnii. .s\i i t ('.lima..... < 1,918,241
llespanha. . i 1,29:i,.">98
Chile..... .i 1,|37.i91
l'ern..... i' 1,021.1107
Itussia..... u 1,099,917
rlut-iios-A\res. H;t7,."il:i
Kenublira ilu 1 nun.i\. . o a l,"i,;,:i
^->M<^
le injurias e falsi
breve rosposla ao seu autor, alim de re-da bel ecer a
verdade. e mostrar quoa iniulia repulaeueadcmcu
amRO jumis pudem ser maculadas, por esse gra-
tuito detractor, que lano geilo lem para inaldizcn-
lo o calumniador dtsfarcodo. Na repulsa a provo-
cacao que me fez o Sr. Franklin, farei por conter a
minha indiauaoilo ; o responder! somonte aosfac-
tos, sem me importar cum os insultos, que despre-
zo, e devolvo para quem Ihe deu ser, |ior Ihe seren
pnqnose condignos.
(.li Hii.ii n antes de ludo a atlcnrao do publico,
que lomo lainhem por juiz come o meu detractor,
para a ronlisso quo se lo em dila correspondencia,
de que durante qualro auuosque o Sr. Franklin foi
meu caixeiro, tempre rerebea de mim bom trata-
ment, e Ihe merec muita contidernrao, esla con-
lissaomoslra cum evidencia que o Sr.-Franklin esli
deepetUdOi o faltou a verdade, porque iiq he pos-
sivel que de repente me lornasse ruim, a poni de
pralicar ac^o baixa, como elle diz, c prelender lo-
cuple(ar-mo romosiior alheio. He mister, por-
lautn, pesquizar a razaoque o fez rpidamente mu-
dar de couceito a meu respeilo, alioranhaiido tan
mlicnamente a quem j \Ue merecen muita canti-
derann..
Diz o Sr. Franklin, que em uma casa de negocio
mo pode deixar de haver conlas, mormenle em um
bolequini como o meu, e mesmo por ler receido or-
dem minha para vender caf e oulras cousas, fiado
mente aquellas pessoas por mim indicadas, oque
elle fez, exislindo ua cai*a no momento cm que des-
pedio-se varias co:ilas, que faziam a quanlia ders.
689140.
Aqui vai o Sr. Franklin fallando a verdade ; por-
que ao despedir-se elle da minha casa, existan) em
lvidas alm da quautia que tica referida, mais tre-
sentos e tantos mil ris. Esles IresculCS o tantos
mil res foram com effeito fiados as |cssoas por mim
indicadas; mas os (iSrlidrs. foram fiados pes-
soas, que nao s nao foram indicadas por mim, mas
que eu expresssmenle prohib que a Si. Franklin
0S% por isso que algumes dellalj linham tido
conlas em minha casa em pocas diversas e uome
haviam pago. Nao podia, pois, o Sr. Franklin liar
as pessoas que cu nAobava iudkjdo ; porque so Ihe
autorsei, romo confessa, a fiar de determinadas
Duas patarras em defosa do vitarlo Antonio
da Rocha Vtanna, estndanle do 3. anmo da
academia jurdica do Olinda.
.S'uiim caique tribuere.
Srs. eductores.No Diario de Pemamburo n.
i;l!r, deparamos a resposta do Sr. Dr. Jeronynlo Vi-
lello do Ostro lavares, m carta ultima do Exm. Sr.
I), omualdo Anlonio de Sexas, nosso dsfincto me-
Iropolitaiio, e enliiuos profundamente que o Sr.
l)r. Jeronvrao Vilells, antes de eulraruaqueslauque
faz o ohjeclu principal da sua carta, ou rosposla, dc-
dicasso alaumas palavras em completo desfavor i\t>
vgario Hucha Viauna. expriinindu-se com lanianha
inconveniencia e injiislicji, que nao podemos resia-
nar o dever de removerraos de sobro o nosso amigo
esse juizo iuleiramenle inmerecido.
Somos movidos nicamente a declararme* ao pu-
Ido-.....pullo que com bastante o nao couteslavel
lu. I.iim-niMjiiL.unos do vicario Bocha Viauna. o
sem que no* acompanbe nesle propositoo mais leve
despju de fallannos ao Sr. I)r. Jerubymo Vilella
coma deferencia, qne, como homciis, mutuainenlc
nos llevemos, o que alm disso Ihe volamos cordial-
mente, romo merecido (rhulo a sua pessoa, pedi-
mos-lhe lodavia quo avalie este nusso procedimenlo
como lilho d'umsentimento nobre, como a expres-
so pura da nossa convjc;o.
Ilisse O Sr. Dr. Jeronymo Vilella. no :t. lopico
de sua ja referida carta latate \ Exc. em lou-
raro acadmico que foi o autor detta ditcvtmo en-
tre >"-. n&o obttante at obterrafde* que Ih'eu fiz,
e dizetuto que Ihe nao he licito totuiar o intimo pen-
tumento ou a intenc,o de*te individuo, attegura
que elle ora um dos mus ditt'mctoe alumnot do
teminnrio archiepitcopal e que tiuha algum direi-
to a contultar a ontfairaO de t'. fije, rabeado a I*.
A'.rr. respoiuler-the e loucar o teu procedimenlo.
Que Ihe pareru sincero sem que nette momento te
lembrattedo lente etc. etc. etc. Sobreest ponto,
diz oSr. Dr. Vilella.Sem mait uma patarra di-
rei a I'. lixe. cuja opinio em facor do ettudanle
que o consultou he too grande e tito manifesta, que
I'. Exc. o lecou immediatamente que elle fez a con-
sulta, tem te lembrar de seu lente, que sem duvi-
da por ter secular dere na opiniHo de alguem estar
abnixo d'um rigario, ainda que discpulo, e poun
habilitado lie lera somenle ponderar a l'. Exc.
qne st esse acadmico fni no seminario archiepitco-
pal um dos alumno* mais dininctox. nao tem na
academia jurdica de Olinda continuado asusten'
lar este direilo ; he uma medocridade con/tecida,
alem de que cuido que nao pode ter clatsificadopor
distutfoo discpulo que desacata ao seu mestre, e
que ingrato ao entino que recebeu, eos maneiras
urbanas, ecavalleirotas com que tempre o tiatei,
nao dueidou sem a minha audiencia sacrifirar-mc
a censura de I'. Exc. Hem. etc.
JulaanM-uosdbpeusados de referir ciruumslauei-
adaraenle omolivo dessa polemicascienliQca, trata-
la entre o uosso muilo digno metropolitano o o Sr.
k ITII A


--
=-
- ".i-H'.ufi
I
I
Dr. Jeronymo Vilella ; ella corre impressa era mili-
to* jornaes de difierentes pruviilclaido Imperio; e,
pois, cabe-iiussimplesmentcili/.er uaquellesque nao
a tein acompinhado desde o sen principio, quo fura
ella origiuada por umacunsulla.queo vigario Rocha
Viauna submetleu ao sabio e illuilradissimo julio,
do nosso venerando prelado.
E*sa consulla, que na opiniao do Sr. Jeronymo
Vilella importa um desacato, e ingralidso do viga-
ro Rocha Vianna, digna de espiado, nlo pode em
boa fe ser considerada, sendo como a nianifcslac,ao
de na desejo muilo louvavel, qual o de procurar
esclarecer-w acerca de nina queslSo imporlanlc, cu-
ja solucio offerecia duvidaa aoseu espirito. Por lan-
o, pedimos liceoca ao Sr. Dr. Jeronymo VlleIJa
para diurmus-lhe que no procedimculo do seu dis-
cpulo nenhuma oflensa llie fol irrogado, nao haver
doconseguinlemenlo desacato algum, nein s por
3ue esta eonsulla Tora submeltlda a urna das capaci
ades miis noliveii do Brasil, como porque nad
impedequo um discipulu possn consultar a alguem
sobre um ponto descutidoe esclarecido por seu I
te, n menos que houvesso urna disposicoto de le
a que chamaramos dispotiea) quo tal o lizesse. A
omnipotencia do lente nao pode esleuder-se a mi
nopolisar a fulelligencia do discpulo, impondo-llic
a opioiflo que deve seguir.
Isto, quando rouilo, apenas podero vigorar dentro
d'aula.
Cenhecemos muilo de perto ao vigario Rocha
Vianna, e promovendo a sua delea, poderiam
ofierecer aopreciac^u publica allesladns muilo hoi
rosos de muitus dos seus lenlcs nesla provincia, in
una considerarlo d'uma ordem elevada encaminha
a nossa defeca por ouiro modo. Entendemos que
depols de ser o vigario Rocha Vianna qualilicad
por um dos alumnos inais distinclos do seminario
archieplscopal, nierecendo desl'arte o elogio inaior
que elle poderia aspirar, por issolheftlra prcslado
pelo Eira. Sr. D. Romualdo, arcebispo da Uahia
cujas virtudes eslSo a par de sua sabedoria, nada
mili por esto lado podessemos acrcscenlar.
Se, porm, a tn.n- do que defendermos o vlgari
Rocha Vianna Toase o nosso lim, guardando sempre
toda urbanidade e delicadeza para comoSr.hr
Jeronymo Vilella, a quem neni levemente quere-
mos molestar, sendo que ao contraro rendemos-
I he toda a eslima, de que por inais de um titulo he
merecedor, dinamos que para rom um csludanlc
a-sim classiOcado por urna opiuillo lAorespcilavel
deveria ser S. S. mais generoso, e nao chegar al i
poni de, por assim dizer, desmatar ante osen jui
zo esse mesnio discipulo, que pelo seu nolirc desejo
de apteader mals alguma cousa, proporcionou ai
seu leute urna occasio lau bella de mostrar-se, sus
tentando a sua opiniao, digno da reputaran laodis
fineta que seus talentos hAo-lhocnnquislado.
Alm de que non) mesmo nos arligos escriplo
pelo vigario Rocha Vianna uenhura desacato encou
tramos a pessoa do Sr. I)r. Jeronymo Vilella, que
por cerlo nao Ihe negara a faculdade de ler tima upi
nio opposla a aquella que S. S. aprsenla.
O esludanle disliucln nao be sonicnle aquelli
que aprsenla talento' o esludo; he este ttulo ap
plicavet aaquellequc alm de talentoso, e amigo
de beber na ronle pura da sciencia os conheciiiicn-
tos necessarios a um ente racional c li>ro, deten.
volve um procediraeulo moral que n torna reconi
mendavel na sociedade.
Assim, se o vigario Rocha Vianna desde a sin
lenra idade moslrou-so devotailo ao aperfcicoaineii
Code sua inlelligencia, certamcuto porque compre-
liendeu com o grande escriplur inglez, que
Ignorante is Iheconse ofUod.
Kuoweledge Ihe wing whcrewith we 11 > lehcaven
Se nessa poca adquirir elle em iodos os seus
esludos, como perreitmenle sallemos, aesliinaeo
conceilo de seus perceptores, seudo al eseolhido
iara defeuder thesesde philosophia em mu dos col-
egios mais acreditados desta provincia, e do qual
era alumno, desde quando o cunheecu o Evm. Sr.
arcebispo, que frira convidado para honrar rom a
sua i'i i-,-ni;.i a esso arlo, digno de ser assignalado
na vida lilleraria do vigario Rocha Vianna ; se an-
da no seminario archieplscopal coollnuou a ter o
oredilo de esludanle disliuclo, como he que agora
queja tem elle urna reputaeao a cellar, una (mi-
rao honrosa na sociedade, adquirida a cusa dcscu-
uobres e*,forc,os, se lera desmandado ao poni da lor-
uar-se desaratador e ingrato para rom o Sr. Dr.
Jeronymo Vilella, seu digno lente ?
Yin omilliriMiios por idiimo a declarado dfl que
duraule o lempo em que ultimaiiieule eslrvemos na
academia deOliuda, vimut sempre com pra/cr que
o vigarioRoeks Vianna psssnre como umdnipri
ineiros estudaules dn seu anuo, e lesleniunliaiuos
iilgumas hrcs c mollas aabbalfas para que era
sempre escolhido, as quacs mullo iios agrdate,
niulirmando assim u juizo que delle raziamos, cu-
ino estudauto de mrito, juizo uias corroborado le-
las approvacues plenas com que fui sempre jalgado
nos seus actos.
GtHn o que dciamos eipu-lo. arredilamos li-r
preeuchido o lim a que nos propozemos.
A insersao destns liulias cin seu eencelluailo jor-
ualmoilh obrigar toa seus signantes, &c.
Manoel Pinto de Souta Danta*.
Jone Pereira n Silca Maraes.
(Concordo com os mcus collegas e amigos em af-
flrmar que, na academia de Olinda, o Sr. vigario
Antonio da Rocha Vianna era um dos inais disliue-
tos cstudanlas do seu auno.
Joao lose de Oliteira Jum/neira Junior.
{Jornal da Uahia.'
O nosso .fraco voio.
Ao ver o ultimo artigo da discussao suscitada en-
tre o Sr. Dr. Vilella Tavaresoo Eim.Sr. arcebispo
sobre a eonsulla que a S. Ese. fez o Sr. vinario An-
tonio da Rocha Vianna, acadmico de Oliiola, o
deparando como conceilo que o Sr. Ilr. faz do Sr.
Vianna. Iciido-o apenas portnna medioc idade como
esludanle do curso jurdico, leuli-rae impellido a
levar a publico o pezar que me causa a dcsharinu-
niaem queseaeha o vol doSr. Ilr. Vilella cuino
de S. Esc, que nflo duvidoo asseverar haver sido
o Sr. Vianna um dos bous esludentesdo curso cc-
clesiastico, fado esle consequcnlc com u aproveila-
oentn que leve elle, quando incu alumno de la-
lim, o de philosophia, pois lembrado cstou de Ihe
haver dado um alleslado de lalim declarando ler
elle lano aproveilado, que eslava apio para excr-
eer urna cadeira dosla lingua. Aclio-me pois ma-
ravlhado de ver que, agora rievendu o Sr. Vianna
progredir em ditlincrn a visla do auxilio de diver-
sas malcras ja hem aprendidas, e do increincnlo in-
lelleclual devjdo ao lempo de cultora, e a maiore-
oslimulos, se dchiAsc dominar de m vonlade, ou
desidia no seu actual curso.
I'reaumo |>or lano que lao poura razo lem o Sr.
Vilellaem desconreituar esle seu discpulo, quaula
tem allribuido a S. Exc. odesconhecer que o Syne-
drio dos judeos era (ambem um Iriliuual civil, quan-
do S- Exc. regeila a naridade desse Inhuual com
os nossos, porque iienlium dos nosaos exerce cumu-
lativamente fuicces cvis c ecclesaslicas, no que
leve S. Eic.muila razio, pois nesla especie de ar-
gumento deve haver, eoinoS. S. sabe, a inaior con-
veniencia pussivel de semelhaiite, para que oexem-
plo conclua ronviurenlemeutc. Assim que dne-
se permiltir S. S. que de uossa parte nao recebamos
de boro grado o demerito que de sua illuslradn pen-
ua parle conlra o nosso anliue- discipulo, hoje \ ica-
rio, e acadmico. Joo da l'eigu Maricu.
i Mercantil da llanta./
crelo, sendo-lhes enviado o requer ment, por co-
pia, conleslavam os dous prmeiro l. 6, dedu-
tiudo por sua parle que a legislacau que regula as
anllguidades, nao eraodeerolo de -22 de outubro
do 1HIK, massim o ditTereiites asMiiloa da.tasa
da upplcasu, e pelos quaes a re lamaoio do anp-
pliranle ha repelllda, o que o roesmo reclainanlo s
deve queixnr-se da sua calculada morosidade com
que se houve para cnlrarno ejercicio de seu cargo,
citando para Armar a sua argumenlacJo o np-
liosielo o ssen|o de H de feverciro de 1817, e di-
zendoque, meiinoquando o reclamante fosaecou-
?ideradojuiz de diieilomais antigo, o que Ihe con-
testaran) se livcssem o auno marcado |ielo decrclo
n. &U de *) de julho de IHI, nlo poderia todava
ler maior anliguidade, ncm preceileiicia, urna voz
que cllesopposlores eulraranilogoiioexercico do:
seus lugares, o receheram os ordenados, ao passo
que o reclamante apenas ouleve alca sua posse os
venriinenlotdejuiile direilo, e cilam OtaasMlOS
de ;UI de Janeiro d< I7VJ, de ti de junlin de Iftjj
do 5 do julho de 1710, de 23 do dezembr de
1715, de ide fevereirude 1716, de 18 do Janeiro
de 1718, de 1(1 de junho de 1717, de 6 de agoslo de
1718, o alvnrii de 16 de Junho de 1776 : e que
quando mesmo Cosso o reclamante despachado an
les dclles contendores nao poda ler direilo a ser
inais anligo, uina vez que deixou de tomar [
do seu emprego dentro do dous mezes, 'depois do
decreto da merc : e que para proceder a reclama-
eflucom algum lmenlo de jiislica, seria precisi
que provasse que elles opposilores impediram de
qualquer mancara o tomar posse prmeiro, ou que
o lempo em que dcixava de lomar posse era de fe-
rias, e que (omava posse denlru dos dous meze.-
computados do da em que juslaincnlo con o seu
despacho desceu de seus contendores, e que se no
leulia constituido em mora, deixaudo de lomar pos
se por cargo lempo, o que porm nao provara, nein
aoineuosalgumileslesrequisitos,viudo oreclainante
a lomar posse qualro mezes c meio ilepois delle
opposilores, sendo de suppor quo smenlo |ior mo
livos particulares, e por commodidade propria, he
pie deixou de lomar posse no semestre, coiicluimlo
que a reclama{Ie deve ser desprenda por ser fo
nenio de juslica ; c o desembargador Joao l.ope
da Silva Coulo na sua resposla a II. 18 que envin
produz os mesmos argumentos sobro a presenil
quesillo de precedencia, oppondo-soo allegando ser
inais anligo, porque leudo sido despachado pelo
referido decreto desembargador do l'ernambuco
euidou logo em lirar a sua carla.c que cum iiicniu
modos o riscos de viagem foi lugo lomar posse pos-
oalmenle do lugar, entrando em eiercklo i 18 de
fevereiro de 18.11, como mostra pela cerlidaojunl.
o que o seu contendor loinou (iosse qualro mezes e
doze dias dopois; c que pode prejudicar o ilireilu
de anliguidade que adquiri, o rilando asseulo do ti
ilejunbo de 16.1.1, o que o redamante podia jusii-
licar a demora por eslar na enmarca dn Rio lor-
inoso, pois |. era prxima PeruambueO quan-
do os conleiiilorcs. que se achavain de posja pi i-
meiru; o que respeila aoreclamaiilc repula-se mai-
anligo julga ser engao, o para se pruvar batlav
rccoiihccei-sc as olas que deve Constar dos llr
las malriculas, relalivu as dalas das noineaeoes,
pois que se prova das dilas olas, que O scu pr-
meiro lugar de juil de direilo da comarca lagallo, fui por decreto do '2i> I
do qual toinoii posse c excrcici
do mesmo anuo, conlinuando
sem inle rupi;,lo, lando 16 anu
e o reclamante lora despachai
le iiuvcinbrn de 181:1. juiz de
capital da Parahiba do Norte,
a 1 de fcvcreir
lando apenas II
polavcl, pi
taguas da
viso ques
uulubro de 1833
em 16 de dezembr
sempre em servir
,10 mezese lidias
por decrclo do
direilo do crime d.
lo qual tonino pnasa
de ItKil, e leudo inleirupc.lo con
unos, 8 inoes e l dias, e concille
pediiido que se julgueimprucednlc a reclamaeilii
e elle imponente mais anligo, nio s como desem
bargador, mas [ambara cuino juiz le direilo. K poi
ipianlo das resposlas dos desemhargadores que con-
leslam a anliguidade do rcclatnanle c mais docu-
mentos anneos, ou reconhera ser a |ioslerii'ridadc
de -na posse devida a falla de diligencia, que o di-
reilo n.lo soccorre, oque o conslilue em inora ira
r issoipie lesidindn na distancia de 18
Idade do Reclh, e leudo alcancado o
menciona a 11... para lomar pos-e In-
lepeiiicnlc de apiesenlacan da caria de merc, nao
,e qaizdello apcoveilar.e anles conllnnou nasfunc-
;es de juiz de direilo da comarca do Rio Formse,
ie que receben o rsped ivo ordenado al o dia da
mirada na relacio, un liaver moelrado Impedi-
neiilolegiliuio "para nao anlecipar n seu CUinpri-
uenlo ; egue-se no Ihe assisllr direilo da prefe-
eueia sobre aquelles, que leudo sido despachados
loileerelo. e verilirando as suas posaos c excrcicio
iimn.ilavel aulerioridadeO reelamanle, nlo Obs-
,inle acharem-se alguns em muilo inaior distan-
cia, lal he a da provincia de Sania Catliarina, lem
ellerlivainenlc adquirido essa anliguidade rela-
tiva, que Ihe nao pude ser molestada, ncm ven-
cida por aquella que resida do lempo dp Mirada
noiervico, alienta a dispoaiclo do asenlo de 30
dejaurir de I8(!i : lennos emana uaolulgam al-
lendlvel a prannlereelamaegn. Rinde Janeiro -21
de selembro da I8S4.Duarfe, pmldmlo, buro.Maltas.I'minha, vencido por ler o recia-
maule lomado posse denlro dos seis mezes. .11-
meida.siiacira. Cariuiro. Periigo Ate-
liieirat.Cerqueira lima. Pona.Campo.
I eiga .C. Franca. Castro Maxcarelthai. lie
ii.iuio consla das mcncluundatj senlen(as, que pede
ole. Secrelaria do supremo
21 ilc abril de 18.1.1. E eu,
ni.. snliscrevi c as-iguci.
sintona de ton.
Dilo do Mji.iiiIi.ih.......a
tioimna copal. *......fy
Ipecaruanha..........
Ouruci'i........... a
Salsa purrilha superior.....(f
Dila dita mediana.......n
lta iliti iuferior.......
< 'apHeot de dirtilm.
Aaauear do Pernambuco braoro igi
Dilo do Rio.......... o
Hilo da Uahia......... a
Dilo ilaa Alauoas.........>
Dilo do Para bnilo....... o
DiloruasravaiU......... a
Vaquelasdc Parnamb. oCcar.i. urna
Despachadas
100 140
4X5011 3*800
gooisooor.
100 18S
HJIOO 15JOO0
X9J00 89001)
2
por certidao oauppliel
Iriliuual de juslica em
Svrino Antonio de Le
O secretario, Syrint
COMMEBCIO.
PRACA II RECIPE 18 DE 01 TI URO AS :i
HORAS DA TARDE.
Colar, esulliriaos.
libio sobre Londres a 27 :)| d. 60 d|V.
Descoiiln de Iclras de um niez li por rento ao
anuo.
Dito dr dilas de 3 mezes.1 por eenln ao auno.
Assuear maseavado novo ai9630 c 138.10 por
arroba.
Couros seceos salgados en Parahibaa 19700 rs.
por arroba poslo a bordo.
ALI'ANDEtiA.
Rendimenlododiol a 17 .... I!I7:60IMI6
dem do da 18.......28:IK252I
22ti:26|?:l7
I.ISIIOA.
Prarv (
lilil. Sr. Esta adminislracao, sempre grata as
pessoas, que esleiidem caridnsa mlo aos eslabeleci-
i neii i", por ella administrados, nao pode dellar de
agradecer a ollera por V. S. feilo, de um relicariu
de prala para o hospital de Nossa Senhora da Con-
eeir.n, dos Lazaros.
S Dos guarde a V. S. Adminislracao geral dos
eslabelecimenlosdeCaridade 15de oulubro de 18o3.
111 in- Sr. Manoel Antonio lloncalves.
Preiidenle.
Monsenhor Francisco Muniz Tavarcs.
kscrirao.
Antonio Jos (inroes do Crrelo.
Thesoureiro.
Sot Pires Ferreira. ___
Vistos e relatados estes autos de reclamarlo da
auligoldade do desembargador da relacfto de Per-
nambuco, Caelano Jos do Silva Santiago, em a qual
allega, que sendo despachado desembargador por
decreto de 9 de Janeiro de 18,11, dn qual livera no-
ticia ofllrlal peln presidente da provincia no dia 7
de fevereiro do dilo auno, e passamln logo a vara de
juiz de direilo seu subslilulo da comarca do Rio
Formoso aonde se achava, passou a providenciar
para tirar a sua caria c lomar posse, a qual rra-
li-nunol- dejulho dosobredllo auno, remoliendo
cerlido em 16 de agoslo ao supremo tribunal, e
que sendo o mais anligo dnsjuizes de direilo no-
meados pelo mesmo decreto, ocba-se preterido pe-
loa mais modernos tomando elles posse prmeiro
que osupplicanle, por oslar em una comarca mais
remola e nao poder por isso deixar de ser precedido
na posse por aquelles, o que nao deve por forma
alguma prejudicar a anliauidade dn reelamanle,
vislo qu< lomou posse e enlrou em exerelelo do
seu lugar denlrodos seismezes.eque, porlanlo.es-
lrava ser declarado o mais anligo dos Horneados
pelo referido decrclo, e sendo oovidos o
bargadores opposilores Severo Amoriin do Valle e
Jeronymo Marliniano l-'iguelra de Mello e JoAo
Lopes da Silva Coulo despachados no mesmo de-1 Cravo eirufe.
Descarregamhoje l!l de oulubro
llriguc suecoPrins Osear Frtiertckfarinha de
Irigo
llriguc inglezf.'cf/in/ibacalho.
Brigue liaiioveriano Mirandamrrradorias.
Barca americana yo/i Parnuui barris ilc
bren.
Barca porlugueza Olimpia podras decanta-
rla, '
lliale brasileoCauibariliegneros do paiz.
r.O.NSIT.ADOliERAL.
Renilimeiilo do dia I a 17 .... !l::tl.1123
dem du dia 18........1:69257611
11 00S*29-J
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlodo dial a 17 ... I:39W03
dem do dia 18....... 221sl.1l
1:6119851]
Exporlacao-.
J'orlo Seguro, hiale nacional V>ro-./fcordo, de
12 toneladas, ronduzio o seguinle:2 sacras arroz,
120 cucos de beber agua, 9 vuliimes molinillo.,
100 ceblas, 2 caixas lanudas, 9canoas de lastro do
rea.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlodo dia 18...... 28.1*823
CONSULADO PROVINCIA!.
Reodimealo do dia 1 a 17
dem do dia 18.
1:1:2905801
1:919)679
->t;.
1.1:2105183
29 DE SETEMBItO
arrale dos gneros di,
Por baldearao.
Algihlan de Pernambuco. %
Dilo dn Mamullan.........
Dilo dilo de machina......i>
Dilo da Uahia......... o
Dilo do Pari......... u
Dilo dilo de machina..... a
Cacao............ p
Cafado Rio priineirasorle. a
Dilo dilo secunda dila..... o
Dilo dilo leieeira dila.....
Dilo dito esculla boa......
Dilo da Babia.........
Courea soecosera caliello 28 a 32 i
DliMillosde2ta27..... ) .
Dilo-ililos dilo t8a23.....
lomo, seceos espoliados.... n
Hilo. ,lilosl,erii.e('.cara28a32
Dlles'dllM ililn26a20......i
|lilo.ililiisdnM.uaiili.nJ.S,i32. a
Ditos din dilo 26 u 30 ....
DE 18.13.
BratU,
120
110
loo
loo
loo
IIKI
IjStHI
21.10
25I00
29000
lj.1.10
2J2IMI
117
117
117
122
117
117
107
107
350
121
110
25600
29100
25IIK)
19850
29100
112
712
112
133
127
127
137
137
.370
18350
199-10
199.10
19910
19100
950
19700
19100
191.10
19MI0
19LVI
19300
19600 19900
Ail ....
Arroz rarolino.....*. ,
Arroz de Sanios.......
Dilo do Maranhao e Para od
Dilo dilo dilo do nielliur ...
Dilo dilo dilo superior. ....
Farinha de pa'o do Brasil .
linmniaalralilada 1.a sorle. .
Dila dita 2.k dila.......
Tapioca...........
Precas rurrenles dos g>nerot de Portugal na
dila data.
5
m
V.
19000
Nao ha
dem.
3000
698001
798IHI
7IX)
19000
600
19100
Jg.
f.
looor.
f.
19100
Cnpli'
ia em minio doce
Ameiiil
garve ..........
Dila em casca cuucu ....
Cera iiaciunal branca. .
Dila dila amarella.....
PigM do Algara* comadre.
Dilns ililii hrallcns .....
Presuntos.........
Despachados
Alpisla.
Bacalhii
Pilo dilo
lireilos.
Al-
. Ilp-*l96l"0
. alq. 19IIK1
n.leional seceo.
fresco .....
das illas

alq.
'N-
l-'eij.iu hrai
Dilo dilo do Porto eFlguetra
Dilo rajado..........
Dilo fl.lilinlin........
liro da hin..........
I'.i--, da Ierra........
Sarro de vlnllo linio.....
Pilo dilo hranr.........
Viulio muscalrl dfl Seluhal. .
C fiord
Aguardeulc de 30 gr.....cascada plp.13090001359000
alq.
'!
, tais.
339
99.1
71H1
600
25100
no
.151 K I
35200
500
500
IDO
180
.VIO
NAo ha
19600
WaMI
.15760
19800
13900
310
298
800
,15200
39600
560
Axeili
l.iin.lo.............
Sal grOM............
Dilo redolido..........
Dilo Milu pura a Ierra......
Dilo Irigueiro groaao.....,
Corlica 11. I de dlamanliosih
urussiua iiroprC para roibaa,
Pita 11. i de lies lamauhos. .
Dila 11. 3 dilndit........
Dila 11. I para pencara ,
Pila dila para fabricar.....
Vinho superior.........
Pilo oidinariii.........
Viii.i-rc............
reiimiijo.......
moli........
da. ilhaa.......
In reino........
iIhas .........
ilm*
:1980o
996OO
|I50
I9IKKI
19300
151.50
39H.10
15200
I5IOO
19100
1,9200
'l'l
Tria
Pito
Dilo
Co
I mi
Mil
Dil
Cenleiu dn reiui
799OO
69OOD
11 9500
25100
I98OO
pipa 89OOO .Mi-ooii
11-5000 I65IHK)
26-5000 289000
dito
ililo
ida
alq.
das
ho do
dasilhas,
reino
360
110
370
2211
220
260
sao
950
1.10
.110
110
29"
270
260
ESTADO DO MERCADO.
Asentar. Eflecluaram-se eliminas vendas de
pequeas partidas du maseavado para reexportar,
cuja qualidado .lisenla u praco. Do branca as ven-
das forain reculares para o consumo.
Cacao. Nao consta ler havidu vendas de enjo
genero ha cscacoz.
Conrea. Veudcram-se dos es|iichados da Babia
e salgados do Maranhao para coiisuinu, e alguuias
vaquetas.
Caf. Teni-se ellcrluado algumas vendas para
reexportar.
Oiirue. fiooiii.n.iiii-.o diversas vendas.
Algodio, Teni-se realisado varias vendas para
o consumo.
NAVIOS ENTRADOS.
Selembro 18 brigiie porluguez Sublime, capi-
llo L.o. Mello, de Pernambuco em 11 dias, com
assuear, mei o agurdenle; a A. J. de Olivelra.
dem 23 palnrho porluguez Cautela, capullo
J. I-'. \ alene.i, du l*ara em 35 dias, cun airo/, a ca-
cao! a.ll.J. I). Monleho.
dem 21 barca porlugueza Gratulo, capillo
A. P. Borges Jnior, de Peruanihucu em IO dias,
rom varios generoaj a .1. A. L. Robim.
NAVIOS A'CARCA.
Para o Rio de Janeiro brigiie brasileiro llio
.Ice, capillo E. J. Alvos.
dem briguc nnicriranu Izares, capihlo L. II.
llalli'.
dem patacho porluguez Olaua, capilao II. P.
Marques.
dem briguc porluguez Itibeira, capillo A. F.
Ilibeiro.
dem briguc purlugiicz najante, capitn M.
dos Sanios.
Para o Rio Grande do Sul patacho porluguez
Saudade, capillo A. C. Culim.
Para Peruambiiro barca porlugue/a Maria
los, capillo J. F. Lesea.
dem brigoe portugua Uom Succttto, capillo
M. li. S. Senna.
Para a Babia patacho porluguez .lugaslo, ca
pilan II. J. liavlnho.
dem brigue inglez .trroic.
MOVIMENTO DO PORTO.
Savias mirados no dia 18.
Araralv II dias, hiale brasileiro Cuniliaribc, de
39 (iniciadas, mostr Antonio Jos Vianna, equi-
pagem 7, carga sal o inais gneros ; a l.uiz Bor-
ges de Ccrqueira. Passageiros, Manuel Anlonio
Soares Cazumh, Manuel Marlins de Vascunrel-
los Porlu, Felisberlo Marlins de Maccdu, Marco-
lino Tolenliiin de Oliveira.
Liverpool e porlos intermedios91 dias, vapor in-
ulcz Oliaila, coinmaiiilanle G, II. liaran. Pas-'
sagelros para esla piovincia, o vice-cousul inglez
do Maranhao, tiiiilheiiue Wilsou. l-'r.inciscn de
Paulo Das Fernandos, Madama Mary Annc Pal-
clioll, I lillia e I criada, Thomaz Wialt. Segnio
para os porlos do sul, condu/.iudn os passaueiros
desla piovincia, o inajor Argolo, Saralim Muniz
Brrelo, Francelim Ferreira Crespo, Marcolino
l.udgero da Fooseca Canse, Joaqiiim Rodrigues
Seivas, Conrado Alvaro de Cordova Lima, Fran-
cisco Jos deSouza Lopes, John O. Ryder, Mar-
liniano Jos de Avellar, Dr. Jos Viciru de Car-
valhoe sua senhora.
S. Malbcusb Baha19 dias, c do ullinio pollo 13,
sumaca lirasileira Sanie Antonio, de 67 tunela-
das, meslre Manuel Marlins da Cosa, equipagem
8, carga farinha de mandioca ; a Caelano Ciraco
da Cosa Morcira, Passagciro, Dionisio Cola c I
criado.
Maranhao20das, brigue escuna brasileiro tlra-
ciosa, 1I3 186 toneladas, e.ipil.10 Jos Mondes de
Souza, cquipageiii 15, carga arroz e mais genero.;
a Jos Baplisla da Fooseca Jnior. Passageiros.
Ahlio Celar Ribero e I cscravo, Miguel Aveli-
110 Ferreira, Joao luirlos Coelho da Silva.
.Virio sabido no mesnio dia.
Babia lliale brasileiro Conslituicao meslre
Francisco Fau-lo da Cunha Bilancourl, carga
varus gneros. '
EDITAES.
Olllm.Sr. insperlorda Ibesourari.i provinrial,
em euinpiiinenluda ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia do 19 do crrenle, manda fozer puhli-
ru, que DOS dial 18,19 o 20 de oulubro prximo vin-
douio, peanle a junta da fazenda da mesilla Ihe-
souraria, se ha de arrematar a quem por menos li-
zer a obra do 20.- lanco da tirada do Pao d'Alho,
avahada em 11:2209000 rs.
A arrcmali(lo ser fcla na forma dos arls. 21 o
97 da Ici provincial 11. 286 do 17 de niaio do 1811,
c sob os clausulas especiaos baiio copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremaln-
eao, comparecaro na sala das sessrtcs da mesma juu-
la nosdias acim doclaradoa, pelo mcio dia.compc-
lentemenle habililadas.
E |iara constar se mandou afllxar o prsenle c
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria da fazenda provincial
de Pernambuco, 90 de selembro de 1813. O se-
cretario, .intunio ferreira d'.tnnunciacao.
Clausulas especiats para a arrematarlo. -
l.i As obrasdo 9.- lanco da estrada do Pao d'Alho
serio felas de conformidade com a planta pcrlls e
mais riscos junios ao orcamenlo, approvodo pela
directora em consellio e appresenlado a approva-
cao do Exm. Sr. presdeme, na importancia do
11:2209000 rs.
2.1 O arrematante dar principio as obras no
praio do um mez, o dever conclui-las no do 12
inive., anihos contados na forma do arl. 31 da Ici
provincial n. 286.
3.1 O pagamento da importancia da arremata-
cao reallzar-se-ha em qualro preslarfles guaes:
primeira, depois do folla a terco parle das boros;
a segunda, depois de concluidos dous tercos ; a
teroeira, depois do reccbiniento provisorio, o a
quarta, depois da enlrega drllniliva, a qual devera
ter lugar um anno depois do rccebiinenlo provi-
sorio.
4." Seis mezes depois de principiadas as obras, o
arremalanlo devera proporcionar Iransilo ao pu-
blico em toda a cxlencjo do lauco.
3. Pgraludoo que Mole adiar delermiuado
Das pn-.eeies clausulas ncm no orcamenlo, seguir-
so-ha o que dispoo o le- n. 986.ConformeO se-
cretario, Antonio Ferreira d'AnnunciacSu.
O Illm. Sr. inspeclor da lliesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidenle da provincia, manda fazer publico, que no
dia 3 de novembro prximo vindouro, vai nova-
mcnlo a piaja para ser arrematado a quem por me-
nos frzer, perante a junta da fazenda da niesina tbe-
sourararia, a obra do ac,ude em Paje do Flores,
avahada em 3:1909000 rs.
A orrcmalao ser feila na forma dos arls. 21 e
27 da Ici provincial 11. 286 de 17 do maio do 1851,
e sob as clausulas especiaos baixo copiadas.
As pesso*s que se propozerem a esla arremalac,ao
romparecam na sala das sessoes da mesma junta 111
dia cima declarado, pelo meio dia, compleme
mente habilitadas.
E para constar so mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da lliesouraria provinrial de Pernam-
buco 3 de oulubro de 1853.O secretario, .tntouio
Ferreira a"Annunciaeao.
Clausulai especlaes para a arrematarlo.
I.< As obras dcsle acude serlo feilas de confor-
midade com ai planta! o urcainenlos, aprcsenlados
a approvarao do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 3:1909000 rs.
2". Estas obras devoran principiar no prazo de
dous mezes, o serAu concluidas po de dez mezes,
a contar, conforme a Ici provinrial n. 286.
3. A importancia desla arremitacao ser paga
em tres preslaccsda manciraseguinle: a primeira,
de dous quintos do valor total, quando liverronclui-
do melado dn obra ; a segunda, isual a primeira,
depois de la> rado o termo de recebimeulo piovi.n-
iio ; a Icrceira, linalmenle de um quinto depois du
reccbimcnlu delinilivo.
i.1 o arrematante sera obrigado a communlcar
a reparlicao das obras publicas com antecedencia de
30 dias, o dia lixo em que lem de dar principio a
cxecuru das obras, assim como trabalhar seguida-
mente durante 1-1 dias, lim de que pOBM o enge
ulieiro eucarregado da obra assistir aos primeiro:
trabalhus.
5.'1 Para ludo o mais que nlo esliver especificad!
as presentes clausulas segi:ir-se-ha o que determina
a le provincial n. 286 do 17 do malo de 1811.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira A'In
uuiu-iarila.
Olllm.Sr. insperlordaIhcsoHraria provincial
em ciiiiiprimcntuda ordem do Exm. Sr. presidenli
da pruviuria,manda fazer publico, quo no dia 3 de
novembro proiimo vindouro, vai novameale a pr
ca para ser arremaladu a quem pur menos li/.er, pe-
raulc a juula da fazenda da mesma lliesouraria
obra do.leude na povoaclo do Bui(|ur, avahada
em 3:3009000 ri.
A arremataban ser feila na forma dos arls. 21 e
27 da da lei provincial n.2S6del7 de maio de 1811
e snh a. clan.utas especiaos ahaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrcmalacao
coinparceam na sala das sessoes da mesma junta ho
na cima declarado, pelo inciu dia,compeleiileinen-
le habililadas.
E |iara constar seinauduu allixar o prsenle c lin-
ear pelo Diario.
Secretaria du lliesouraria provincial de Pernain-
huon,3 de oulubro de 1853.O secretario, Antonio
Ferri'ia d'Aiiaiineiaeila.
('alsalas especiaes para a arremalanio.
1.a As uhras do acude do Buique seno feilas de
conformidade coma plaa e urcamento, approvado
pela directora eincon.elho eapreseuladus a appro-
varao du Exm. Sr. presidenlo da provincia, na im-
po Linda de 3:3rj0f000 rs.
2.-' Fastas obras devoran principiar no prazo de
60dias,cscrao concluidas nudo 10 mezes, a contar
da dala da arreiiiala^n.
3.n A importancia desla arremalacao sera paga
em Ires proslaefics i\,i mancira sesuiule: a primeira,
do. dous quintos dn valor total, quando livor con-
cluido nietado da obra ; a segunda igual a primeira,
depiis de lavradu o termo de rcrehiiiicntu proviso-
rio ; o a lerreira, linalmenle de um quinto depon
do recebimeulo deliniivu
1--| O arremtame sera obrigado a COInmuniear
a reparlicao das ninas publicas eoin anlecedeucia
de Irinla dias, n dia lixn em que lem de dar princi-
pio a execueao das obras, a.siiucoino Irahalhar se-
guidameule 1.1 dias, lim de que pona nengenliei-
ro eucarregado daojira assislir aos primeiros haba-
dlos.
.i. Para ludo o raab que nao esliver npeciflea-
do as iiresentesriausul is.-eauir-se-lia oque rieler-
iiiiii.i a lei provinciiil n. 286 de L7 de maio do 1811.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
d'Aiiniiiiriacaii.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cial, em euiuprilm-nlii da ordem do Fvm. Sr. pie-
sidcnle da provincia de II do rorrele, manila fa-
zer publico, que nos dias 8,9 c 10 de novembro
prximo vindouro. perentoajunta da fazenda da
mesma thesonraria, se ha de arrematar a quem por
menos lizer, a obra do melhorameiiln dorio de l,oi-
anna, avahada em 50:6009000 rs.
A arremalanlo ser feila na forma dos iris.21 c
27 da lei provincial 11. 286 de 17 de maio de 1811,
c sob as clausulas especiaes ahaixu cupiadas.
As pessoas que se propozerem a esla aiieinalaco
comparecnm na sala das sessoes da mesma juula us
dias cima declarados, pelo meloda, competente-
mente babeliladas.
V. para constar so mandou aflixar o prsenle e pu-
blicar peln Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco, IS de uulubro de 1813.O secretario, Anlo-
nio Ferreira t' .'nntuiriaruo.
('lausulas especiaes para a arremutarao.
!.-' As obras du melhuramenlu dorio deCnian-
na, far-se-lnlo de confurmJiLido cum uurcamenlo
plaas e perlls, appruvndus pela directora em
roiiselho, e aprcsenlados a approvaeu dn Fvm.
Sr. presidenlo .da provincia, na importancia de
50:6005000 rs.
2.H O arremtame dar principios obras nopra-
.0 de 3 mezes e as concluir un de Ires anuos, am-
bos contados pela forma do arl. 31 da lei n. 286.
3. Durante a execueao dos Irahalhos oarrenia-
laute ser obrigado a proporcionar Iransilo as ca-
noas e barracas ou pelo canal nuvu ou pelo loilo
aclual do rio.
I.-1 O arrematante seguir na exerucao das obras
anrilem do Irabalho que Ihe for determinado pelo
engenheiro.
5. O arremalanle ser obrigado aapre.enlar no
lim do I.- auno, au menos a quarta parle das ulnas
nrompla, eoulro lanlunolim do 2.' auno, c fallan-
do a qualquer d'cssas rondieoes pauar um
ionio de rs. Conforme. O secretario, Antonio
Ferreira il'Aiiniinciaeiio.
O Illm. Srs. inspeclor da lliesouraria provin-
cial, em cumprimeidnda aulurisacu do F.xm. Sr.
presidenta da provincia de 15 do crrenle, manda
fazer publico, que no dia 10 de novembro prximo
liiiiii m, vai nuvaiueulea praca para ser arreniatado
pcranle ajunla da fazenda da mesma lliesouraria,
a quem mais der, o rendimenlo do imposto do dizi-
1110 do Lado cavallar nos niuiiii'ipios seguiulcs :
l.imneiro, aValiaJo uovaineule por anuo
em.............5S.-MHI0
Brej.............."1O9OOO
Wmhres...........99*100
Bo.i-Visla eExii........I989000
A arremalacao sera feila por lempo de Ires anuos,
,1 contar do I.- de julho do correnle anuo a :10 de
junho de IK10.
Os licilanle que se propozerem a estas arremata-
^ues.comparecain na .ala das .e.sesda me-ma jun-
ta no dia cima Indicado, peln meio dia, com seus
dadores coinpelenlcmenle habilitados.
E para constar se mandn allixar o prsenlo e
publicar pelu Diarlo.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco, 17 do oulubro de 18.13.O secrelario, Anto-
nio Ferreira d'Aniiunciacilo.
O Illm. Sr. inspeclor da lliesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia do 15 do correnle, manda fa-
zer publico, que no dia 17 de nuvemhro prximo
vindouro, vai iiovninenlea praca para ser arrema-
tada a quem por menos fizer, peranlc a juula da
fazenda da mesma Ihesooraria, a obra dos concerlos
do ac.ude do Trarunhacn, avallada em 60.V!M)I) rs.
A arrematarlo sera feila na formados arligos 21
e 97 da Ici provinrial 11. 986 de 97 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes ahaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalacao
romparecam na sala das sessoes da mesma juula,
no dil cima declarado, pelo meio dia, compclenle-
uii'iile habilitadas.
E para rumiar so mandou allixar o presente e
publicar pelo Diarlo.
Secretarin-da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 18 de oulubro de 1813.O secretario,
Antonio F'erreira d'Aiiiiuiirlacao.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
1.* Al obras dos reparos do acude do TracunhaeiD
far-se-hao de conformidade com a plaa e orca-
menlo approvadot pela directora em coiuelho, e
aprcsenlados a ipprovacJIo 1I0 Exm. Sr, presidente
da provincia, na importancia deOOIaOO rs.
2.a O .arremalanle dar principio as auras no
prazo de 30 dias, e dever cnndul-las no de lre
mezes, contados de conformidade com o artigo 31 da
lei provincial 11.986.
3.a 0 pagamenlu do importe da arremataran rea-
liHr-ie-hii em duas preslar/ies, a primeira de olio
decimos da mesma importancia, depois do rece-
bimcnlo provisorio, o a segunda de don. decimos
na occasio da enlrega delluiliva, a qual dever ler
I un.-r um auno depois do recebimenlo provisorio.
1.a Para ludo o que nlo se acbo determinado
as presemos clausulas, uem no orcaroento seguir-
-" I1.1 o que dispon lei provincial 11. 986 de 17 de
maio do 1851.Conforme.O secretario,
Anlonio Ferreira a"Annunciacilo.
ti Doulor Jos llaijmundo da Cosa Menezes,ju
1: municipal supplente da segunda rara e do
eommtrdo, nesla cidade dn llecife de Pernam-
buco, por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II. que
Dos guarde etc.
I'.ien saber que em praga publica dcsle juizo, que
lera lugar no dia 9 do nuvembro prximo futuro, a
I hora de larde, na casa das audiencias, se ha de
arrematar um silio com casa de vivenda grande,
terrea, de pedra c cal, sita no lugar do Paruanici-
iiiii, sondo a rasa bstanle vellia, c o silio com al-
guns coqueirus, maiiguciras, larangeiras- estas vc-
Ihas, avahado em 1:0909000 de rs., peuhnrado aos
herdeiros do liudo l.uiz do Mello Albuqucrque
Pila, pur rxerueao do leslainenteiru o herdeiios do
Aado Frailasen Manoel da Silva Tavarcs.
F, para quo cheguea noticia de lodos mandei pas-
sar o prsenle cdilal, quo sera impressuiiosjurnaes,
o duus du lucsino theor que sero allixados na pra-
ca ducommeicio. c na casa das audiencias. Dado
c passado nesla cidade du Recifc ,le Peruanihucu
ao 17 de oulubro de 1813. En Manuel Jnaquim
Baplisla, cscrivo interino o osrrcvi, e declaro que
vai ser assignadu pelo Dr. Juaquim Jos da Fon-
sera, cm 18 do dilo mez.
Joauuiu ,/o.e ,/,i Fmi'eca.
Para Lisboa.
Segu com brevidade escuna porlugueza .Sobe-
rana, para carga e panageiroi, trala-M com os con-
signatarios Machado A Pinbeiro: na ra do Viga-
rio, n. 19, segundo andar, ou com o capilao Ovidio
Jos Anloniu de Abren, na praea do comincrcio.
Para Lisboa a galqra Margaran, capilao Sil-
verio Manoel dos Res, sabe com brevidade; rece-
be carga e passageiros, para os quaes lem bons com-
modos: o pretendenl dirijam-so aos consignata-
rios Oliveira Irmaos 4 Companhia na ra de
Apollon.il, ou ao referido capilao, na praca do
commercin.
l'ara as Ibas de S. Miguel, Terceira e Faval,
a escuna porlugueza Amizade, capillo Manuel Au-
gusto Machado, sabe com brevidade: recebe carga
a frele e passageiros : quem pretender, dirija-se
Oliveira Irmaos & Companhia, na ra de Apollo 11.
14, ou ao referido capilao, 11a praca do commerciu,
Para o Rio de Janeiro segu com brev idade a
bem conhecida escuna Halante Mara: para car-
ga, passageiros e escravos a frele, Irala-se com JoAo
Antonio da Silva Orillo & Companhia, na ra do
Vigario n. 1, ou com o capitao Alexondre Jos Al-
ves, na praca do commercio.
Para o Porto.
A barca Olimpia, de primeira marcha, legue com
brevidade. Paro rarga ou passageiros. a Iralar com
seus consignatarios Barroca 4 Castro: na ra da
Cadeia du Recite, 11.1, ou com o capillo na prac,i.
Para o Aracaty.
Segu cm pourns dias o bem condecido dale Ca-
pibaribe, meslre Anlonio Jos Vianna, para carga c
passageiros : na ra du Vigario, n. 5.
DECLAKACOES.
iuiue.
Real companhia de paquetes inglezes
a vapor.
Nodia-JI liv-ienir/,
i-se rio Sul o v.i-
w Sriern, ComaMtV
H.k'S.rulloi|ualile-
|mi- ii.i demora to cos-
1. Pan pdssauciros Ir.iln-
11 uowie -\ Companhii .
tu iu,i do Trapicho Novo n. \ -
O nrspii.il ilr ii,,iriiilia cnni|tr.i \mrn lurneci-
meoltf rica ilo pregos grabdea debaleliniaReni para Boeco*
200 foih.is de cobre du dideranleo hillas, 200 libras
do pregoi pequeos de dilo. i-Jl.ua-* .lo Hola bran-
ca delinco, e'IsftdHasde dila prala. As peeaofl
que lacs gneros quizerem icndcr romparcrain nes-
la secrelaria no dia i do correnle a nieiti ilia.coin
as suas pnUHMtaSe Secrelaria da in-iiereao do arae-
nal de inarlnha de Pornarobaco, iSileouiuluo do
I8.V1.Thom Ferntuie* Madeira dr Cutlro.
Ailminisiiiiniodo pab'imonio dos
orpliaos.
I'er.iiilc a ailmini^liaran to patrimonio dos or-
pllflofl se li.io de arrentalar. aqnein pm inenn-. I/it,
os reparos deque precisa o muro exlerior do colle-
gio dos orphSoa em Olinda,orcaduaem0289^0 rs..
as pe-Mas que se propo/erem a/er os nieiieionados
reparos, poiterio comparecer na casa das .,>-..,u. <.i
relerida adminislraco, non da' 21 e -Js do corren-
le me/, e 2do fuluro as li> horas da manliaa. Secre-
ta i.i tli .idmini-lr.rc.ui do palrimnnio dos orphos II
tle. oulubro do 1853. MnlOHio Jote de Oliveira,
secrelarin.
<&0*
DE Sl'i
LEILOES.
Quinla feira '20 do cor-
renle, as 11 doral da ma-
idifla em ponto, o agenle
Antunes, tara Iridio em
seu armaiem.ruada Cre,
35, de grande sorli-
ineiiiii de trastes de todas
asipialldadc. lh,\os e 11..1-
dos, espiusardas do canos para caca, espedios de
parede do moldura dourada, candelabros, bandejis,
obras de prata vclha, saboneles linos, dores artiflriars
para enfeiles de rabera e para o peilo, um piano in-
lilc/. cora pouco uso, relogius de parede, iloussanc-
luarius, ir, duiias de chapeos de palha de llaliapara
homeni, 1 duiias d dilu para meninos, e oulros
muilos objectoi ipie serio vendidos baralo.
Ilriinn l'raeser & Cnnipanhia farAo leil.lo por
i n i -i m- no.in do auenle Oliveira.de um grande c com-
pleto sorlinienlo ile iniudeas e terraacus linas, ede-
uadas nos id limos navios do llanihurgo o de Fran-
ca : quarla-feira, l'.ldncrrenle, as 10 hnrasdami-
liia, no seu arinazcni, na ra da Cruz.
Seita-feira-Jl do cor-
renle, as 11 horas di
manliaa, u senle Mar-
colino de Borges lc-
rahles, far leilao no
sen annaient silo na
ra do Collegio n. ||,
do grande sdrlinirulo
dclrasles de lelas as
qualiladea novoa eusaili, candelabros, bandeja*.
linterna!, apareldn para cha, obras de ouro e pra-
la, marquetas, suris, cadeiras de Jacaranda, conso-
l-, mesas redondas, espelhos, livalorina, pedrs*
marmore. lano |iara mesas como para ronsulo, ra-
mal a fiancea, mangas de >idro, serpenlinas, Ojea.
dros, raews elailkii para janlar, dilas para jugo,
rommodas, guarda roupa, apanjlnca para janlar, i
bancas; o quo lem de culrcgar-se pelo preco que se
achar, porque em nada pe limille.
AVISOS DIVERSOS.
S. RECITA DA ASSIGNATUIU.
QV'AIITA-FEIRA 111 DIO OUTUBRO IU
Reentrada to Sn
. imalii
I8S3
V leiro.
Depoil que a orrlieslra etecular una evrrTIenle
vmplionia, subir ,i -cev.i a mui inlereaMnte come-
dia cm -2 arlos intitulada :
\i'i!nini\i\iitniii\ni:
lu marido.
Dando lim ao Oipeclarulo a miiilii linda e applau-
IPHilfiSli BRAJKO.
Sendo us principan papis deaernpenliadoi pela
senhores, Mnnleiro. Cosa, lle/cira, Aniodo, Cuim
lira, I). Manoela. I). Or-al, e I). Amalia Monteiro
O einprc/ario do Ihealro de Sanla-habel lem ,
lumia de parliclpar ao renpellavel public, que si
aclll restituido a esla cidade, de vulto do llio de Ja-
neiro. Ignalmenlc lem a salisfac.lo de annunriar
que, em sua companhia lieram ronlralados para
mesmo Ihealro, us artistas (Iramaliros, I). Uabriel
UcVeciii, D. Maria Amalia Monteiro, c o Sr. I.uil
Anlonio Moniebo : qualro bailarinas, nilre ellas a
Sra. D. Hariella Baderna, e mais um ballarioo, o
Sr. Joni De-Vechl: em lempo conveniente sern
inniincijilus osdebuls de cada um dos mencionadus
irlislas, comosprogramnias dosrespccliios eipeela-
culos.
Oempreiarlu esrjera quee pubiim nque plena-
mente Mlisfeilo cun o augmento da companhia, i
ouli.i que -ou- e-l'iiii.ns e-acrilirios sejain curoados
om a eoadjuva;ao doilluitrado publica pernamba
mu.
AVISOS MARTIMOS
lili) DE JANEIRO.
Para O Rio tic Janeiro salie ate odia
20 do correte mez brigue nacional
Hciili', o qual rnente recebe paHagei*
ros c eacravoi a frele, para us <|iiue
teiniexcellentet coraraodo : lrata-e na
ra do Collegio n. 17, segundo andar,
ou com n capitiio Manuel Jos It. a
bordo.
Para o l'urlo, a miiiln veleira 'jalera porlu-
gueta Bracharenm, capilao Rodrigo Joaquira Cor-
rea, sabe com brevidadee recebe caria e pasMgei-
ros, para us quaes ullerere os nirlhores conunudns:
us prrlcndenlcs dirij.un-sc aos consignalarius I. de
Aqiiiun l-onscca I Klll.....ia ra do Vigario n. l'l,
prmeiro andar, ou au referido capilau na praca do
cumniercio.
l'ara o Rio de Janeiro vai sabir com
a maior brevidade powivel, o lindo t: no-
vo patacho nacional Uom Jcstis do
qual lie capitao Manoel Joaquim Loba-
to, lem excellenles eommodos para pas-
sageiros: quem no mesmo quizer carre-
gar, ir le passagem, ou embarcar escra-
vos a (Vele, dirija-se ao Capit&O, na piruja
do Commercio, ou a Novaes A Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 54, pnmei-
rii andar.
Para o Hiode Janeiro sabe iinprelerivelmcnle
no dia 2Qi\n correnle mei, o hriitue nacional luo ;
para pas-ieiros e esrravnsa fele. Irala-so na ra
da Cruz, escriptorio n. lili, un rom o capilao a bordo.
Para o Rio de Janeiro.
Semie a muilu veleira escuna nacional Linda, lo-
go que lenha largade o pralirn que Iromer do Ass,
donde deve chegar por esles dias : quera na mes-
ma qolzer ir de pas-mirin. |iara o que lem nsseiados
coininodos. e embarcar escravo a freto, dirlja-so
cum antecedencia a ruada Cruz o. H, .escriptorio
do Eduardo Ferreira Bailar.
, Para a Uahia segu em poneos dias a veleira
sumaca nortearla : parao reto da carga, Irala-se
om i i-.i de seu consignatario Domingos Alvos Ma-
llicns, na ra da Cruz o. 52.
A sociedade das arles mecnicas e liberaes des-
la cidade convida ao respcilavel publicu, para que a
honre rom sua presenca na-sala do suas reuuioes,
mi dia 2\ do correnle. as .1 horas da larde, onde
ler.io lunar us ovamos de alguns de seus mimbres.
Deseja-'sc fallar cum o Sr, Jos Franrisco Ri-
heiro de Souza : na praca da Itua-Visla, n. -JJ.
l'oi Manoel l.uiz de Abren.Santos.
Rnga-sc aeSr. Duiningus llarreiros com lalier-
ua na ra das Criizea, vir a pra^a da Boa-Vida, n.
3-2, a negocio que S. S. nao ignora.l'ur .1/oiiiW
Luiz de Abreu.Sanio*.
Deseja-so fallar rom Jos Anaslacio de Albu-
qucrque: na ra dn Cabuua luja domiu.lez.i-, o. 3.
JoaijnimJosc da Costa Fajnzes.
Deseja-se fallar au Sr. .Marcelino da Silva,
morador no largn de S. Qoncalo, na Boe-Vitli na
ra dn Rangel, n. 21, a negocio de seu iuleres-e.
Moje, I! do correnle, dia de S. I'edro de Al-
ranlara. lera lunar as 7 huras, da nuile, nu grande
hospital de raridado, nina lailaiuha canlada, e r-l.i-
r.i oeilabelccimeiilo aborto das !l huras da manlijj
al as II di nuile para Indas as pessoas que o quizc-
icn visitar. Adminislra(ao do eslabeleciincutos
de caridado 18 de nuliibru de 183:1.O c-iimo.
Antonio Jase (.'ornes do Correio.
Aluua-sc una can no Monteiro, de pedra e
cal, cum batanles cummodos, runfronle o oilao da
igreja deS. Paulaloflo: ipiciu a pretender dirija-te
a ra do IJueiinadu, rasa n. II.
Casa da afericilo.rua das Aguas Verdes, n.J-i,
das !l horas da minila, as I da larde todos os dias
uleil.O aferidor, Prxedes da Silra Cumulo.
Uesn|ipareceu honleni I" dorer-
renlc o negro Aleandre, deidado
de J-"> amiosponco mais mi inenose
eslalura bniva e grossa. lem a mao
esquerda bstanla defeiliiosa, 'cu-
^ i do dous dedos pegados c Inrlus, o
,U po esquerdo sem dedo, ambas as
raCi*&Z^ pernas rom marcas, he unl
do serbio de Sobral, levou calca, camisa e cha-
pen de rouru novo : quem o pegar e levar a scu
dono A. Cuneo na ruado Vigario n. Vaneen
bem recompensado. ,
Desapparercu da caM do abano amsnado s
cscravo criuulu por nomo l.auriann, que reprsenla
0 anuos de idade, perlcnceiile a Illm. Sr". II.
Maria Mandilen! I'oppe da Silva, logra do abano
atlignado, lenduo dilucscravo ossignaes segundes:
secen, alio, heirns nrosaiis, bem fallanle ; a luaid
do dito esrravo leve lugar no dia 1(1 do crrenle
ma de oulubro por lano, o ahaivu assignado ro-
a a lodas as auloiidades ou pessoas que livrrrm
i.....hecimentn delle, o apprehendam e Icvciu ao
ennenho d'Aguu, dn Icrnio de lguarass, onde
lie moradora a dila Sr.a ou cm rasa do abano
assignadu na rila d'Alegria da BAa-Villa n. 31.
Marcelino Jote Lopes.
SIS55aS?if>:i *
ja) l'recisa-se saber onde mora.nesla cidade, o m
) rnrrespnndenle dn Sr Manoel Bezerra I'crei- 0
A r,i do Araujn Delirio, morador em Cruangi. W
;:; .-ilnii dse entregar nina caria para OOTtofJ
senbor : aniiuncie. ffi
Desapparercu nu dia 18 du crreme um preto
de narao Mucambiqdc, de idade 18 annus, pouco
maif ou menos, cor fula, pega na lingua quando ta-
la, sem barba, rom signaos de costuras no pescoro de
escollla-, e e-lalnra renular; levando roupa azul:
ii po-na que o dilu encontrar queira o prender e
levar na ra estrella dn Rosario n. 31, armiiem de
traites de .luso Murcir.i da Silva, que ser grahli-
' _' o baeliarel Francisco Brederodes de Andr.ulc
declara.qae so esl prncedendn oinvenlarin c parli-
Ibaaddl bens de seu linadu pai I'raudei da Funsc-
i Coulinbo: us rredures do sen finado pai se apre-
senlem rom son- domnenlos no carlnrio de ,u pliso.
|>recisa-sc de um menino de 12 a I i mu*
anassiba ler, esererere oonlsr, para caiveiro, dn-
lanle dcla praca, alllaiicanilo-se n bom Iralamcnlo
e educifto: as Cinco Ponas n. "I, laberna de Jo-
c Carneifu da Silva. ......
- Manoel de Souza Silva Serodio, rndenle em
BJaeltio de l'ai.ellas, lendo negociado nesfa praca
cum varinssenhures a quem suppoe nada dover ale
da 17 do crrente, pelo prsenlo convida a quem
so iulgar sen credor. Ihe aiircsenlnr sua conla no
prazo de :l dias, as Cinco Ponas n. 71, que serau
nagas, licaudo assim desoncrado |>ara o fuluro,
sreplo duas lelras por alo eslarein anda vciicidns.
na mo de lana Anlonio de Siqueira. e nulra
na milu de Joto Joaquim l'creira ile Mendoni-a.
Carlos Jos da Cunha, residente na Cachocira
uo Pinio, lenno ila comarca de l'.aranbuns, lendo
dado um abono por inlermcdiodescusobrinlio Ma-
nuel de Souza Silva Serodio, a Antonio de Cnamo
Furlado, na casa do Sr. Manoel Anlonio da S '
Antunes : c,te tenhor lem sido bstanle ingralo
cruel, que al ao prosenlo nem au '""""*'"
m. deu a ronla. pelo que se vio na dura ncccssiila e
|i,|r pasar desua algibeira o dilu abono. Bct
du de agors em dianle o dilo adonudo a de *
, ao Sr. Corlo. JOS* da Cunha, cuino aoScMan^
Antonio da Silva Anlunes, a quanha il, u #'
que o dito Sr. Anlnnesconllou de man por s"
Cl" 'ibi-se IIMSOUI) rs". a premio, com garante.
sobre penhures ,le ouru : na ra da rtaia do can
"^'E'vp^a-te para o Hiode Janeiro ue-rra-
Joao, crioulo, a enlrega. a Joao Anlonio Ahe.
Brito.


Na ra do Queimado n. 10, precisa-se alugar
mu prelo que m-j.i possanie c fiel para ser applicadd
.id servico de cana.
tliu sacerdote se oflerece para dior as missas
,l Natal, el em que lugar Mr, podendo principiar
impera da Concelco : quem precisar, falle ao sa-
cristn do Rosario da Boa-Vista.
publicado: do instituto
homeopatiiico 1)0
s'lL.
VADE-MECUM l) HOMBOPATBA :
cm um volunte tlt* mnis tic lH (maina* ; o
DICCIONARIO IW.4.AK DE MEDICI-
NA HOMEOPATHH.A : cm S volumes
tle mais de 4(KIpnainan cuta um.
Obrai indipciitaveis a lodos m pas de h-
milu, senliore do engenlio, sacerdotes, di-
rectores de Collegio* ou de oulros estahele-
riineiilM, capicsde iinviOT, sertiwejos, e
quaeaquer oulras pesaos, que por si momias
qulzerem conheccr os prodigiosos efleitos
da horaeopalliiu.
Pelo Dr. Sabino Olegario Ludgcro l'i-
m/c, membro de mu i las sociedades natio-
naet e estrangeiras.
Eslas duas obras, quesertfo adornadas tle
diversas estampas coloridas, encerram ludo
uque ha demellior acerca de medicina lio-
meo pt tilica. Qualquer dcllas he proferivel
a ludas as oulras, que al lioje se leui publi-
cado.
Preco da assift-iialura tfc?00.
Assigna-se em casa do aulor, ra das
Cruzes, D. II.
O VADE-MECUM Icm de sabir a luz
brevemenle, valo ja estar inuilo adianlada
sua impresttno.
jV. .As artignaluras sern rerebnlas
f! al o da ;(0 do frrenle, tle conformidade
rom nscoudicAes eslabelecida* no prospecto
publicado ueste Diario. Dessediacm dimite
s se recebero sondo pacas mmediala-
mcnle.
Consultorio renlral humeopalhico ra
Bazar pernambucano.
o garanta da firma social de Silva t\ Companhia,
lem a honra de annunciar M rcspi'ilavel publico, e
|iriiH'tpalmenle aos seus freaue/.e, que Icm miniado
0 baiU da ra do (jueiinado para 11 ra Nova, loja
a. 33, aond* encoulraro o man variado uosln de
raxendll linos, e que se vendern por ponen dinhei-
iu. como sejam corles de vestido* de setim mar,io
pelos c blancos bordados de VOlludo.dilOfl tteeha-
malole de seda de cores do nuil lindo uoslo, dilos
ilecambraia (fosoda, dlloado cambraia braocoi bor-
d.ido-, roinciras de lilo de liuho bordadas, c de lin-
do* padres, dilas de retrul bordadas, c com Iran-
ias, reginai de relruz, lencos de dilo de Ires pontos,
dito! le leda escoc para pusenco dcsenbuia. cia-
1 i- tic -eda para dita, ineias de seda de peso, bran-
cu e pelas, eompridas, e com litas le borracha,
manteletes tcliale) de cores e bordados, ponloJ do
lirtanioa para tranca, dilo* a ImlUcjio delarlaru-a
|N.....Illa, alneles do pallo do hrilhaiiliua, dlloade
dita para rabee, roaetoi do ditas, obro de multo
BOSlOi e 0 niais bein imitado, trancas ile ard ile dil-
Vrcnles qualidades ditas ilc aUodn dito, ricas
franjas tle retro* | ra manleleles, sapatinbos chine-
/is denUanngM para guardar relouios, luvas de
pellica lano para hornero como para senhora, p-
gale* do cambraia bordada, camisolas, manantos
o pannos, loncos do dulciente* gofios e qualidades
jura uravalas, corles de cotlcles ile uni^onlu de co-
res, dilOtdo granadina prolos, ditos de setim bron-
cos c protoOi Bordados to velludo, dltoi de casemra
pintada, e bordados de retro/, chapeos de-id deso-
lla, dilus tle seda pora liomem, bengalas, eacovoa
para cabello, reoslos peqnenoi para cima tle meso,
Mores orUDcfaes dinas lano em eaiiweomn em ca
pellas pitra noivas, e oulros muilo* objeclos, que es-
tarn patentes lodos 01 (los utelsdasC l|- horas da
nnnhla, at .* !> horas da nolle para commodidade
das senhora* que qnlaerem alli comparecori Nonws-
ino ostabeteelinenlo, o iwlependoule da loja, se aclia
rfcamanta preparada tuna lala para se corlar cahel-
l'-. para oque siio convidadas ludas aquellas pr-.-
ou que quiieram homar a aquello estabelerimeii*
I. com ti que miiilo coadjuvar para I prosporida-
ile ih'llc. e a de lirasllolroi que seui pouporom e\-
brpis milito Irabailtaro para > leu engrandecl-
twnlo.
.?, CONSULTOKIO CENTRAI
HEOPATHICO.
\. 11 lliin (lis Cruzei N. 11
lloii'iiltaH lodosos dias dadQ as K hora
*' el.1 manhla M as -2 horas da innle.
H \ Hilas ao- domicilio, das -i lloras era >>
7L .liarte. irf.
?y as imiloslias amidas o grave* H visil.ns
lis) scnlo leilas a qtiatqucr hoia do dia ou da
* bolle.
vr' Al senhoras do parlo, princlpilnwnle
i^'. leo NCeorridU rom roliuiosa firuriip
fi. ['i'15"-
^0 Dr* Sabino Olegario LHdgtro Pinho
Vt)S '>.^vv^-v SSSf
Rcmi negocio,
Ahtia-sc a rasa quo leve lalierna. na na do Csl-
deireirOi esquina to beee%do Monleiro. iquel lem
itimarao. e est li\re de imposto, por prero niuiln
tiionuoilo, por ser indepcndenle do reto da COM,
e i>llereec mulla vantagem por ter pello um deiem-
ItHrquc, e j estar lia muilos anuos alieuuerada co-
mo taberna i na prara da Indepeodencil, liviana
n. tt e 8.
LIQUIDACAO'.
Aclia-M' aberta a loj de miudeznt da
rua larga do Rosario n. 44, e eita' ven-
lleudo por lodn o dinheiro ai miudezai
nclla existente* ; aproveitem, amigos do
barato, i|ii! se esta' qoeioiando por di-
nlieiro, com lano que leja a' vista,
Aluua-sc um grande armazem na rua do
Hrum, do sobrado que lira ao p da fundir.in do Si.
Ihiuman : quem preleuder. dirija-serua' deApol-
lo, armazem n. :>, do Sr. Barhoza.
1'reeM-se de um Teilor para sitio : a fallar na
rua do Cabula u. II.
*- Aluga-sc liara presepio ou di\crtimeulo pai-
lii alar, o lliealrinlm da roa Auiisla, e lambcm se
vende a mesma propriedade c oulra jimio, que lem
:I7 palmos de laraura : na rua d.u l.araniiciras
D. 18.
I'reeisa-M' de um luiineui que eulenda de io-
aocio de inolbados, para lomar conla de uiiii CSM
que oll'erecc muilas vsallgem quem a saiha de-
leruiinar, com tanto quo esle d liadnr a sua con-
ducta : d-ta boni ordenado ou inlercsse : na rua
l.aranueiras n. 18.
Alusa-se una esclava, crioula. para lodo o
servico de urna casa; sajic ciiaominar com |ierfeicilo,
eco/inhar o diario, Ta lodo o niaie* sel vico, che
mallo Bel I quem precisar dirija-se rua Itcal
n. .1.
I'rcci*a-se de um caixeiro que estoja praliro
cm taberna, ou um dos dctenlos ha pouco lempo, e
que lenlia de llia 20 anuos: quem csliver neslas
'iifiiMi-lancias, dirija-se ii rua doAragSo. esquina
que volla para o paleo da Santa Cruz, u. t;l.
X Aos enfermos
Juiquim (lomes dos Sanios Mai-
M

i
110- (f

<$

$
i
i|ik contina a tratar daartlirite,
'lo rlietiuiatismo e das molestias
nervosas recebendo doentes s-
menteali' o da 1 i- do iiresciitc :
as pcxsoas <|iiejnlgiirein proficuos
os ineios (|tie emprega na cura
dessas enleiiniilailc, podero i'n-
eonlra-lo no sen consultorio da
na da Cadeia doKecife n. tO, to-
dos os dia uteis, das 10 horas da
mankaa as 2 da tarde, e das 7 as
8 da noite.
AluRHe urna casa (mea" com slito,' no filio
'ti r.ordeiro o maruem do rio Capibaribe, com eom-
inixlos para srande ramilla, rozinba f.ira, quarlo
para criado, cocheira para rarro, e estribara para
1 '.iv;ill*; una ilila lainbem 4 marsem dorio, com
ciiininodos para familia, cozinha fra. e estribara
pera i cavallus; oulra dita mas pequea un rundo
So mesmo sitio : os pretendenles. ver, ao referido sitio, e para Iralar, a tiabricl Aoto-
Mo, no paleo do (jinnn u. 17.
I'recisa-se de urna ama : ni rua Direita n. 72.
Aluua-se una casa na ponte de l'chda, com 8
quartns.Jl salas, cozinha o estrbiria para 4 raval-
lo, cocheira para II carros, (piarlos para feltore es-
rravoe : quem a pretender, diiiia-sc a Joo Tan-
res I .ordeiro, na traversa da Madre do Dos n. 9.
_____________
Precisa-te de eaixeiro para o balro de urna
padarla, tila aa rua do Uiiarlcl de Polica n. 18,
preferiudo-te um que lenha basltnle pralca desle
negocio, nao se du vi da mo dar-se-lhe um ordenado
correspvndcnle a tua aclividade : aqueile que se
adiar neslas circumslaneias, e abonando a sua con-
duela, pdedirigir-se a mesma padaria ciiih, <|ue
achara com quem Iralar. Na mesma precisa-so de
um padeiroque enlcnda perfeilarne:ilc daqucllc Ira
lico.
Carrn Haya.
Os abaixo asignados, leudo oleancadodn invern
imperial o privilegio exclusivo para a factura e ven-
da dos carros de sua inveneflo denominados Carros
Mavn, lem o prazer de avisar aos senhores de eu-
gen'lio, que elles esto prompios a dar oxeeuejo i
quolquer encommenda que dos ditos carros se Ibes
ouclra fazer ; para o que podem ser procurado! lo-
dos os das das II horas al as da larde: na rua da
Cadeia do Kccfc n, 49, primeiro ailar.
Mai/a A l'awplnun.
lotera de > S- 110 ROSARIO.
No dia OT do correte, andam as rodas
desia lotera, com todo e qualquer nu-
mero expostos a venda ate' o ilia -21). nos Inga-
res do uostume. O tliesoureiro, Silves-
tre Pereira da Silva Guimares.
LOTERA DE N- S. DO ROSARIO.
Casa da esperanca, rua do Queimado
n. 61.
Nesia casa, c na [irara da Independen-
cia, loja ilo Sr. Fortunato, esta'a venda
mu completo sorliniento decanlelas des-
l.i lotera, cujas rudas andam no dia '1~
iln crlenle.
Bilhcles...........5x01)0
Mi ios...........2.SO0O
Onarlos..........l.s()0
Decimos.......... .S'liOO
Vigsimos.........TrXf
I'recisn-se de un moleone, pagando-te iniMi-
salmcnle: no sierro da Boa-v tla, luja n. I.
AO PUBLICO.
'3 No armazem de fazendas bara- H
Precia-ie com mulla brevldade do om cai-
xeiro que lenha praliea do taberna : na rua do V.
rnrio, u. 33.
Aluga-sc o armiizem, no qual sempreleve ta-
berna, e no nu'snio tero arma;io : no palco do Tr-
ro u. 139, a Iralar com n ico proprjclario Joaquim
Lopet de A uncida. ______________
BffJMHUUlUUI
C0M8ULT0RIO HOlCOPATIIICO
Gratuito para os pobres.
s .\u lrfv, vuii ln V'cii/iic/iff .Vori numero M
Si O DR. CASANOVA tem .-iberio oseucon-
i3 sullorio no llccife, onde poder ser procu-
W rado a qualquer hora do dia.
" N. II. As pessoas que mo fdrem |inbres,
t pagarlo pelo intmenlo do 5 a tujuou rs.
89 t nfln exceilendo de duus mezes. )___ ____
Manoel de Almeida Lopes, com casa de
COnsignacSo de escravos, na rua dos
Quarteii n, "21.
Keala casa recebem-sc escravos de ronimisso pa-
rase vender, tanto para a provincia como para fra
drill, por conla de seus donos; alllanca-se obom
Iral.iiiienlo e seguranca dos incsmos ; c tambem
compran-se e papani-se bem, auradando.
Aluua-se o segundo andor da rua .Nova n. -Jl:
a Miar na rua do .luciniado n. III.
"^Fabrica de chapeos de tol, aapraea-^
da Independetjpla, a. 36.
Manoel Jeune, chegsdo ullinianienlc nesla cilia-
do, lem a honra de participar ao rcspelavel publi-
co, que Irouie com sigo, um rico < rompido sorli-
nienlo de chapeos de sol, tanto le seda como de
psaainho para liomem etenhora, ricos chapos de
seda com cubos de calina da liidia.dloscnni ra ira-
turas, dilos de ai innr.io de acn. com lieos casluet de
niarflm, bengalai e oulros multoa objeclos dos nuiia
nodernot e variados, assim cumo Ironse lambcm
um lindo sorlilnenlii de scl.is i' paiminbos pala cu-
brir qualquer armarjSo asada : iodos esle objeclos
iiiciirioiaibi-.coiiceilunl-se i......i-seio,e promplldjo,
por piceos mu raxoavelt, c inais barsle do que cm
nutra qualquer parle; vendeni-se emporciloc a va-
rejo.
Pao' de f'.,niilia.
Na paitarla delni da matriz da Boa-VUla, ronii-
uiia haiei hoiu po de familia ; assim como conti-
na haver dtil atRnorai da larde, i.....i vender
na inc-iiia nadarla a.,30, b na rua da Rsagel n. 13.
Madama Rotitier, modista (raneexa, na
tas, rua do Collegio n. 2, rua Nova n. S
cnilc-sc um completo sortimentn '' acaba de rcecber um lindo niimento de ehspeoa
i ,. i c ..... ...,., BI de teda para pstelo, e defellra enfeilado* para
3
J de fa/.endas, linas e grossns, poi
jy piceos inais liaMis iln (|iteeinou- ^
B ira qualquer parle, tanto em por- l
M cAes, como a rclallio, a Ilia i ira lulo- ^
?* se aos compradores um s pceo j'
i| para lodos : esle esl.ilieleciiiienlo (*j
'J7 alirio-se de conibiniieiO cun a p;
j*j maior parte das cusas coniinercines 5?
finglczas, liance/as, ijlernaas esuis-
sas, para vender fazendas inais em
J conla duque se lem vendido, epor
53 isio ollerecendo elle maioi'es van-
a tagens do que otitra qualquer : "
a proprictario deste importante es
i tabelecimento convida a'lodos os r;
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que \enliani (:>' ln'in dos
seus interesses) comprar fa/.endas
baratas, no armazem da rua do
Collegio u. 2, de
Antonio Luiz dos Sanios.
m /-' : '
Oolwixo assigiindo tat srlcnic ao ro-*peito\cl
|titli|jiii, ipic quem so falsar bou crodor. ilosde < 1.*
ilo Janeiro do MOalotim do auno do I85, quei-
r.i h presentar suas cotilos no prazo do s dias, para
-frcin pasos, no seu eslabelecinienlo, na na da

l'raia
.:v*
71. Ileiie l.ideoiilubrude is",::.
Joo SioiOes i/a 6'oaf(i
!'.' commisso di
Ka do Rosario n.
esc ivo
>>. S.I
lai
doi"
Koala cata recebem-M eacravos |hii
ara tercni veadlihM piir conla de se
Ululo
tomnus-.o.
. scnlion'-.
ancaiido-sc o boni iialainclilo. atslm como a se-
garanea dos aleamos; nffo se poupaadoeafi i-, pa-
ra que os meamos escravoi tejan vendidot coni
|iroiiipliilao, .iitni de que seos 'diluiros nao tolTrain
empale com a venda apiles.
Precisa-sede ama ama par colindar em nina
cata de pouco familia i a IralAr na rua Direila
n. 7li.
Airen la-se nin silio niiiilo perlo da prara.
com arvoredoa o balsa para eapim : a iralar no
Usngaiiiho, tilio oude morn o padre Mignel.
Lotera de N. 3. do Rosario.
Na i
i. 0 ;
aterro
oreos
la do Oiiciii'.ailn, lujas n. ~ A,
prara da independencia n. M),
ti
9
e
da boa Vista n. S, existe aos
nbaixo un ptimo sortiniento
de liillieles, raeios lullictes, tniartos, de-
cimos e vigsimos, da terceira quarta liar-
le da quaiia lotera ile N. S. un Rosario,
cujas rodas andam infallivelmente no
dia 7 do crlenle.
Bilbetcs inteiros......I*i0fl
Meios bilhetei.......isiOO
Quartos..........I200
Decimos.......... .S'OO
Vigsimos......... ,s->20
II Sr. I'ranciscoXavier Wat de Alhuquorque
Jnior laca o favor dirigir-aeloja do inbradn ama-
relio da rua do Queimado n. -J*.l; c se nao apnare-
Ctr v era o rislo../. M. iJtp,
J Na rua do iriini n. ti, segn- (,
ig do ailar aluda precisa-sc de fg
iA ama de leile, prel'ere-se mullier
0t do iiiaiin : quem quizer, leudo
*" bastante leile c naolra/.endoli-
sp) llio, iliiija-se a casa cima para
ajustar.
Aluga-soiim grande armazem,pii>-
prio para deposito de carvao.porse des-
CobcrtO, situado na rua de Sania Hila a
beira mar. eniii doilS poilfies tediados e
o terreno todo murado, leudo um trapi-
che para embarque cdesembarque! tra-
tarse na rua do Trapiche n. (l, segun-
do andar.
Precisase de um cozinheiro tarro OU captivo,
para um cncenho distante rleala praea7 leguas :
dirija-se a rua Imperial n. 7 na fabrica de vinagre.
No pateo da Hiheira de 8. loto, loja do sobra-
don. 15, lava-se o eugoinina-se, rom iiiuilo asseio
e (lerfeicilo, por pren razoavel.
f) Sr. Jos Tciveira liiiimar.les, que leve bo-
lequim na rua lirgl do Ko-ario. queira drii:ir-se
a praca da Independencia, livraria. u. (i e 8.
l'recisa-se para um cnuenho.dislantedesla piu-
ca t legoat, de ubi feitnr portugus, que enlenda
de DlanlacSea, e d fiador a sua conduela quem es
adiar neslas circumslaneias. dirija-se a rua da Ca-
deia do llccife, armaiem n. i, de Barroca A Castro.
Antigo deposito do rape- piince/.a do Itio
de Janeiro, grosso, meio grosso, e li-
no, na na da Cruz do llccife n. ~>.
Viuva Pereira da Cuuba enrarreaada, lia muilos
anuos, da venda desle rap, seienlilica aos eonsO"
midoies desle artigo, que havendo tantas, e fo ferenles qualidades de rap, que cbesain a eonfun-
dlr-te, que o ra|ie por ella vendido he u do fabri-
cante EtlevAo (iatte, um dos inais auliuos do Impe-
rio, o que deseja nhscrvein, |Hirqne conliados cm a
boa qiialidade de seu rap, tanto em aroma, como
em lera propriedade de se conservar omito fresco,
se suaeila a aceitar qualquer |M>rcao, que por dc-
feilo de qualidade liie Mr enueitada. Para mais
commodidade de seus freiiezcs acaba dceslabcle-
eer um deposito lllial. na rua de Apollo n. .
O Sr. Join Allemo da Cmara Sisneiro, que
morou ou mora nns Afogodot, lem urna cariado
tul, na praca da Independencia, livraria u. 6c8.
Aluga-te o segundo andar da casa da rua do
Caes, e o quarlo da rua do Hrum, em Fra de Por-
tas, pertenrentes a F. A. da Cunta { Companhia',
na rua do Yigario u. II.
i para liattelo, e de Irllro eulellailos |
montarla de lenhoru, romeiraa de cambraia com
.......i.is bordadst, prrparadiu para etlir-te por
baiio de palild, chalet prelos o braaen, lllftes de
cufiar etparlillioa, meiat para senhora, enfeilot e
lurl.....lea para bailete Ibealroe, lat largaa para
'mi,i-, cmisiiiliaa bordadaa, lencos de aeda,'luvaa
dceasamenlo, ligas, romeiraa, manguiloi liorilado-,
seda de Iiii.i-c'ii-. manlai pelas de seda imiliir,o
de blonile. vcshi.irnis de si'da para lueiiilias. llllof
para moninoa, leojuea, rranjat |urelaa, loucsi de bap-
itar, ctparlilhot entre meio bordadot, raleas bor-
dada! para meninat, bicotpreloa de lodat as quali.
d.ides, um sorliineulo de tilo, reirle do babauos de
eslidoa de dlvcrtofl di venliot.
Precita.....le urna ama. para o servioide urna
cntade aouca familia: mitCiaco-l'oalat, defrotile
do viveirn. sobrado n. ill.
Gabinete portugiiez de leitura.
(i- tenboreaaecionitlaaeaubscriplorea, sAo con-
vidados a saliafaierein*cuadebiloal o liai do cor-
reiileiiiez.
Oabaiso ataigaado, com taberna na rua da Crin
n. II, razscionle aos tenscredoret, que lendo sido
rilada pelos Sis. Franca & Irmao, para dentro cm
-', horatpagar-lheaa naanlia deJ0jl8ll r.,ou riai
lieos a penliora, o eolio aballo atsiansdo nao le-
uda cnidjta lalierna cun que pniie Indas as suas
dividat, por is-u fas scieale oes dilot Si-, aeuscre*
din.'-, quaenlragon a chaves aos maloret eredorea,
o- Srs. liucrra 6 Mein, para calen podercm v.....le
a dila taberna, e ralear o que ouver com lodos
os inais Srs.Aittiioel \iartf Cardozo,
Paulo Gainou. dcntita.
IValo ser prrurado qualquer hora em
-na casa na rua larga d Bosario, n.
M, segundo andar.
avsoaos si:mioii;s de e.\enho.
Alenlas as Brandes vanlacens n.i inooscm de r.tn-
ii.i, provenir.no-i!" Icr laiulatrcs moendiw
ircrfelloincnlo lcmeados,oalKii\o Manado rc5|>ello-
Hamenle lombro ooo scnliores de ensenlKi que ni
sua ftindiViio de forro em fra pcrlritmenlo lomear de novo um jobo Ip lambo-
res, o aparar o endircilor os denlo rarrcloscom
lano iirosloxa. quo se podo ciilrosn-los no mesmo
diit, e%ilando-so assim oiiKonvcnienlo d;i demora
dos carros o o intpale da moagein ; assim como que
a mesma fondlcjiose i-iii icmpresorlida, nao sii do
iiu\.i- moendas do ilivorso lamanlios modelos, ou-
no lamben de rodas denlatl.i, Ionio iar;i anua,
romo uara nnimaes do lodos t> proitorroes, o nnber:
volla por volla, volla quarlOi volla o lerjo, volta
e meia.duas, Ires, guarlro vollas, etc., ole., e p ir-
lanln nueflualqaer scnlior doeiiffenhoquerondoac-
cclernr a sua moends, \ flin de moer mais canna no
mesmo lempo, ou retardo-la, i llm do espremer mais
liquido da mesma canna, pode som demora eseollier
an riMlas-compolcnlcs. Kuiidiejo do ferro v.i roo
ANTIGA
BOTICA HCMBOPATIOAe
80.
FUNDADA POR GOSSET BIMONT
po*sue lodosm medirjiuu-nlos a. agora ei
oin Bichillos do mois puro .i-iicn de leile e
20:000 rs.
Este elahelecimenlo posMie todos os medie
pa romo no Brasil, prepurndo rom alobolos do ovnis pui
nlos a. agora experimentados, lano naEuro-
iisftitc.tr de leile e iiialleravci pela humidade
l'.MA CAHTEIHA rom m I principaes meilicamenlos homopalhioo:* c a segunda edrjio
dos ELEMENTOS Mi: HOM&OPATHIA, porGossel Bimonl; obra iodispensavcl s po^soas de boa T
que quizerent experimenlnr a nova meiliriiiii por"ser ella muilo clara intelligencia de lodos ; conlcndo
mn de niiiii 11ni-i'llnis clnicos, a delinico de (odas as moleslias e os symplomas pelos quaes dflo a co-
nlieecr-se.
Tubos avulsos (rada um )........................1J000
Tiulurasdc lodos os medicimenlos cm frascos de '.; nm;a............. .2&000
Cirleiras de IS .tubos al Vi medicamentos, por prceos varaveis, conforme a qualidade das
COJun, e numero dos medicamentos.
CaliM com tinturas de loilos os medicamentos a OOCOlho, om frascos de ?- oneapor presos com-
modos.
No. mesma botica cnronlrar-sc-lia semprc um uraude sorlimenlo de li\ros em iKirlu^uex e
frailee/, o emllm tudoquanto be necesario para o esludo e praliea da bomopalbia.
Elemenltis de bomopalbia, 2.a cilirao......... .'.......HotlOO
Halhogonoslo dOO modlcameittos Itonieupatbicos br.isileiros, o I licor io da applieae Ttalamenlo das molestias vonofOOfl.....................I9OOO
Sabira brevemenle a luz a obra intitulada :
ANATOMA
COM STAIPAS,
BLBM11TTOS
DE
E PHYSIOLOGIA
POR GOSSET IHONT.
Ha ciucueiilo anuos quo a iHMnoopalhla fin progroMoo Iminonso; bnjepriueipalmenle no Urasil
Olla be reconbeeida por tuna >eienei:i exarla. IWlanlu, seja qual lor a porfeieao a que Icuba rbeoatto esle
ramo dea couboclmonloi humonoo, pensamos nao so Iho podorlo ojunlar alndo almima cowa, Lalo be, oes-
liidoresumido da onalomla o pnysiologla, pois que o julgamos Indlsponsavol piro os partidistas .!. nos Miencia poderein lem recol pplirar >s noswa medicamcnlos. Nao escrevemos para mediro, e oindo me-
nos para operadoreo : escrevemos para os ruriotos que se dedieain a propagarlo da doulrina de llab-
nemanna
O eslilo da anatoma ephfeio.ogianJIo smenleho til para dar tilasmais jnslas emas prcclsai 10-
Ine as fuunjies da vida, o fai*r opprociar melbor as relaroes do liomem eom os oyentes c\lcriore>, mas
tambora esle esludo be do primera neeeasidode para Indtrar o numero e a posi^flo d>s oreaos.
Censamos por lano prestar urosorvlco Impnrlaule aos curiosos IwmoopallMs, paMieando para el-
les- e em seguinvento asegondi edlr^Sodoi nossos ELEMENTOS) l'I*. ito.Mloi'ATIMA, um reaunw denles
lous ramos da medicina que, em sei lio lea o lo regular tomo os tratados especiaos, nao deixa de oiie-
recer lodo n procisiio, eiuclldlo e rlireza desejaveis nesle casoa
Kerlbem-so oosignalurai a 19rs., payos na orcasijoda eulrega : na botica bomopatliiea da rua
las Cruzes, n.-js.
Depoisda publictcaoda obra, veinler-H-ha porGgOOO*
No dia quintO'feira, H) do eorrenle, as llo-
ras de Morios, lem 'lo ser arrematada por ser a ultima
1 raga, n botica da rua Nova n. vt, perlrneeiilo ao
casal do iallccidn Joaquim Jo<- l'inlo Guimardes.
Preciso-so de um Irabolliador, que enlentlo
ile pailarli: na rua da* Cinco Ponas u. 38.
ACIDABE,PARIS.
DI? I
I ;, -_: \ I
anlloa o | bem coohecida fabriri
parllcipor a sooi fregoozes,
. que
'.', 1

lo Itiinn 1
ingonbeiro.
ATTENCAO
cliofuris. D. II'. Hinrinun,
IMIt) OEI'OSITO NESTA
CIADE.
dentista receben agua denll-
, esla auna rtuibeeda romo a me-
em apparecldo, o tem muilos elogioso
lem a propriodiulo de conservar a I
l'anlo Gnicnou
frico do |)r. I'ien
Huir seu autor..
cheirosn c prcoenar das dores de denles: Mi
Roalo desagradaveJ que d em gcral o cbarulo, al-
gumas golas desla iiumeopo (v*aauo s3o buIHcod-
los; lamben scaclurd pdeniviee eicolleulo para
a eous'r\ae.i ibis denle-. : na rua larga lo Ilosario
n. 3t, segundo andv*
SAMIS.
SALSA nilllllllA.
Vicente Josa do Brllo, nico agente em Pernanv
buco do B. J. l'.Samls, clumirn americano, hi pa
tilico que tem chogoilo a e-la praca urna grande por
cao de frascos do salsa panilia de Saud-., quesAo
verdadeiramenle ralsllkados, preparado-- no Itio
ile Janeiro, pelo que se dovom acaulelor os consu-
midores tle lAo precioso talismn, de caliir nesle
engao, tomando as faneslaa eonsequencios que
sompre costomom Iroaei o- medcamonlos faltinca*
dos e elaborados i>ela mflo daquelles, que anlenoem
sOua inlereseeo 001 males o eslragoi da liumaniuade.
Paranlo pede, para que ti publico -e possa li\rar
desla fraude o disliORUa a venladeira salsa parrilha
doSanda l.i; o annunclanlc fa/. ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, no rua da Cnncei^Ao
1 Recife u. il ; o, alm do recelluario que acorn-
pauba cada frasco, lem embalto da primera pagina
seu nomo impresso, esoachan sao Drmaemma-
nuscriplo sobre o invollorio impreco do mesmo
rraoott
AVISO A() CO.M.'ili:ili:i().
Os abaixo assignados conliiiunm
a fraiHiuca' a ludas as claSSCS cm
(r'fal os ICUI siirhiuciiliis de l;i/ru-
das por baixoS pn-ros nao' me-
nosde uma pja, ou urna diizia,
a dinheiro, ou a prazo, conforme
se ajustar : no leu armazem da
prara aoCorpo Sanio, esquina ila
rua do Trapiche, n. H.Kus-
iniii Rooker & Companhia, neg*
cianii-s icslezos. .Os musmosavi-
sta ao n-siii-iiavcl publico que abri-
raiu no ilia ."> ilo convutu mez a
sua luja de la/.cnilas ra rua du Cul-
legio e Paiseio Publico 11. I."i, di-
rigida pelos senhores Jos Victori-
no derava e Manuel Jos de S-
queira Pitonga, para venderen
>ur atacado e a rclallio.
KSBt^^rn
___Lt^it^;___
Prerisa-'e multo fallar rom o sr. Irancisro
Jos Alvosi.uiiiiiraes, ullimamejilecbeBadode Pnr-
tu&al na flor da Maia: na rua do Queimado, loja
do minde/; n. 33.
Precisa-se almiar uma ama quO cn/iibe, en-
gomte e fsca compras : quem esliver neslas cir-
curnslaucQs, dirija-se a rua do Queimado 11. 57, a
trotar.
(> dono esla
lem a honra do
respolavel publico em gerol, que acaba do receber
poi naviosvindos do Kranrn.loglalfrrao Itio deja-
neiru.o mais completo o variado aorlintento tle rlia-
i.ms de sol de -eda e panniilio, tanto para Kiilio-
rascomo itera liomens: consiste de chapos do -<>i de
seda ruin calnis de caima e louru de lodos os lain 1-
itlis. cores o qualidades, e com caiios de oulras
niiideii >'. dos melhores que no usara para tal llm,
com caricaturas mu enartuadas; rlui|ieos di -o|
com ai:.:.icn de aro ( balla, com riqusimos ca-
itos (lemailiui, do .irmacao de at;o com caitos de dl-
\ei-a-qualitlade**. mallo Itonllos o bem acabador.
Para m nlioras em rliapeos de si I 'U seda com ca-
itos de marllm, os mah rico, que lem viudo ;i oslo
praca, sendo de uma elegancia extrema, oulros com
cabos tle Ierro, de sso, o do madoira, eom rica.
franjas, e uo lodo niui Mudos, lendo cada um o sua
rompelcnle caica; lem lambcm chapeos deso pro-
firi para meninas do escola, porpreju mu comino-
do, e tambem de pannlnbn de lindos |tailroes, o en-
cllenles franjas* l)e rlia|ieos do sido nanulnho
para liomem, lem lambom grande variedatlo de
qualidades e laman los, 1.mo eom armarles de neo
como do balis, sendo quo mo fallaiu para <> ''lim-
pelo de tal sorlimenlo os chapeos .lo sol mili urau-
des e fortes, usados pelos senhores, e leilores decn-
genhu, o mais que nunca necessarios na presente es-
i.icfhi do anuo. Vende chapeos le sol de -eda inglo-
tcs. arinacjlode haleia, a odOOQ cada mu, proco
mtii mdico, alenla a boa qualidade da fazenda,
Para cobrlr armncAes servidas lem oslo eslabelecl-
inenlo, um grande proviinenlo, nvjgincntado recen-
temenle, edres o qualldatles, panninhns excellenles, tanto
trancados como lisos, para sali Ios, nd veri indo que ;* armacAcs de ac Itcam oulra
\e/. como novas por meio do vernii propru. Pos-
*ue lombem variada por^fio de baleias para osparti-
iiio-, entre as quoos algumas de ac lino. Todos es-
tes arligos veudcni-ee,qurseja ora grosso, |iir em
relalho, por procos multo mais cominodoi do quo
em ouira qualquer parle. Paz-so iodo o qualquer
conserto em chapeos de sol, com grande 0COO e
presloza, o aceilam-se encommendas Ionio jura o
interior, com. para fura da provincia, t> oslabele-
cimento acliar-se-ha aborto oora cm dianleald .i- 8
horas da uoile. para maior commodidade dos (e-
guexea, e das iiessoat, que par suas oceupacooa nio
podem fcilmente sabir de dia.
Jos Francisco Rodrigues deUou de ser cal-
KOiro di casa de Hicardo Rovlo, desde o dia 17 le
oulubrode IHVi.
JoaqoiroJuvoncio da Silva embarca paran
Itio de Janeiro, o-ou escravo cabra, de nomo Ma-
noel. *
ti juiz e raeiarinsda irmandade da Gloriosa
Sania RiadoCassia, qnerendo laierosconcerlnsde
que precisa a Igrejfl da Sania Malnarcu fruntbpi-
coe lorro ,0 nlo podendo por -i -1, fazo-Ios, por se-
ren do Brande cueto, recorrer para i-s. a iodos os
-en- Innooe devotos em geral, para que concorram
com as suaaeamolas, visto sor Ifioulilofim que sao
pplicadas : 00 abolvo assfgnados, cortos de que ho
llover de todo o ehrislflo concorrer para a manulen-
{flo das casas do lieos, esperan) quo sertu allendl-
dos em sen pedido; nutro sim, fazenisctenie A lodos
o* seus irmflo, que nao se lendo podido concluir a '
factura dosjazlgos no cemilerio publico eom esmo-
las voluntarios, lem deliberado marear a qnola de
,"ns)(i res neadalrmfo, para lerem dirello aosmes-
mosjaziaos, para si, filhos o neloa; podendo lila
qiiota ser enlreaue ao Ihesoureiro Jerunyroo Emi-
liano do Miranda Castro, on ao mesarlo JossS Joa-
quim le Lima Bairflo,
Consistorio em mesa in do oulubrode ls':,.
luis.
Antonio (ionealvcs da Silva.
/ ririio.
ChrislovSo Santiago de Ulivelra.
The*oureiro,
Joroinmo Emiliano de Miranda Castro.
Procurador gtrai,
foKn Moreira Marqiios.
Procuradores,
Jo\iuo Epfaiio ila ('tiiilia.
Francisco Cavalcanli de AlbuqDerquc.
Mnartb.
Antonio Pereira deOllvoira llamos.
Manoel Joaquim la Silva lena/.
Jos Candido Viegas,
Jos lunario de la>\ola.
Manoel RodrigUOO da Silva.
Francisco Antonio de llriio.
Jos Joaquim de l.ima llairdo.
Jo-c lliiplisla-Hraga.
Jos Francisco de Paula Hamos.
Ooininims Jos FrroJra.
Rodrigo Piulo Moreira.
Kdunnlo Frederieo Hank.
Na rua da Cadeia de Sanio Antonio 11. 110,
dc'seja-se fallar rom OOIOflboroa ahaivo meiicionj-
iltH : Francisco Ignacio da Cmara l'imenlel, .Ma-
noel (lomes da Silva, Lourenco Ferrelra le Souza
Jnior, Francisco do Huihmda Chacn, Antonio
Jos de Mello, Francisco Joaquim da Cosa, Joo
di Rejo Barros, Jofto Kotlrigues da Silva, Jos Tor-
lirio Tciieira de Mendouca, Francisco Pereira de
BrlO, Joo Tiloma/ dos Sanios, Francisco Ferreiia
Piulo, Manoel &a Silva llano-, Siino Kodiigue-
ito Kspiito Santo, Manoel Sirino lo Caill. Jos de
Barros Falcito, Joao l.uiz Tena, Joo Cavalcanli de
Mello Albuqucrque, Vicente.Alves Bnnfifi
aulm Rodrigues tos Sanios, Antonio Brasil i no
tle Hollando Cavalcanli, Jn- Ciinegundes da
Silva, Francisco Alfonso de Alhuqnerquo e
Mello, Jos Canio/o Covalcanl, Jos de Bonevides
I i .lose Rodrigues ile Carvallio Domingos
Pereira tondim, Patricio Jos Tovores deVascon-
cellos, a negocio, o fi/-se osle auuurieio por esta for-
ma por assim ser inais fcil Iralar com catea senho-
res ou alguem poreiic-.
f'/iiHrio Lttlz ilp llriiu Tuhorda.
BEMISTA AMERICANO.
DENTES ARTIFICIAES.
T RIADA (111/7.
I), le Baynon, cirurgiflo denlisla, tem a honra de
prevenir oo publico, que acaba de receber dos Es-
lados-| nidos, peltt ullimo navio, um urande sorlis
ment dos celebres denles minoraos incorrupliveis,
iliconlestavclinente litios como superiores a lodas a-
oulras qualidades que tem apparecldo al hojo,oo-
bre tmlo pela rara perfeicAo com que imilam a na-
riireta. D.R. Baynon, condecido pela perfdcAo
das suas obras e 11 motlcraco dooseus preces, cooll-
iia a applicar lientos arlillciaca pelos melnoroaaya-
lemas adoplados na America e F^uropa, sem 110-
uhmn.i allerocflo nos preco* bein conhecblos deoeu
oslabelecimonlOa .
PHECOS SECITMIS
Por chumbar um dente tle 25 59000
dem de hvlarcada um 7>n l00Q
- 1 ; ftaSRga i
|N)-Im;;;.I.
\h Joepha Mario da Can/ Vioira
1 Indc de Braga, o sea HlhoJIai
m lia Silva Ara lijo Cruz, prelt-ndem notic
Jv # Vioira, 'pie OUsenlouHrfl para o imperio do 4JK
1$ Brasil, lia melbor do M minos; por issoquol- 55
s$ quer pessoo que a tal respeUo possa dfzei
A alaums cousa, oqueira (azer a gra^a tle o By
"T7 declarar, lenha abondade de dirigir-so o l>a- P'r
' mingos Forre ira Maia, rua de Apollo u. ,e
m a Alltoniu Luiz dosSantOS, ruado Crespn, h
^5 II. que muilo m Iho agradecer. y{
AVISO JURDICO.
a i'-iiiiiIii ciliir.iu dos primeiroa elsramloa pan
lieos iln Mrocivil, milis lii-m corriaiiln c .icresrciiln-
1L1. n;lu mi ;i roapeilo rloque sllsrou h le ila retor-
un, romii acerca dos doapachoa, inlerior^lorUH e il-
llnilIvaadoajiilBadorsa ; obra osas to InlenssBDlo
un- principiantes em pralka que lliea ssrvir ilc lio
conductor : na iiraja iln Independencia n. ti cK.
Aiiiniim rmuciaco Kerreira embarca pareo
Itiu de Janeiro a sua eterava, crioula, de mue
U1K.1.
AmonioJoi l.e.il It<--. ambares panto llin
de Janeiro oaseuacacravo. Ra)mundo, pardo. I-i
li|i|ie, Juliaoe l.nurenrii, crioulos.
Rodis de madoira para carro.
No aterro da Boa-Visls n. Vi icm aempre um
rorlimenlo de rodan de lorio o lamaolio,lan(odenia
ileira da Ierra romo do fi'nra.
miiv.1,
il'l JlM-
iitiriail K,
I Crus V.
COMPRAS.
Compram-se escravos, e \cndfin-e, rcrcliem
o de i'iimmi-vii. lano para a prininria como para
hia dalla;nn rua dcaQuarteh ii.-it.seauiilo indar.
Compra-ao qualquer pera vellia de metal clia-
lilailo do principe, preteritldo-ae o que seja inais
claro: na rus du Collegio n, 93, liberna do Pontea.
Coiiipi.un-.e penuaa ventea pira fulhas: qoem
liver annuneje.
Compram-se predio.em perfeilo estado, c sen-
ilu em ruai rrequenliilaa, nos bairroa do Recife, e
Sanio Antonio : ipiem qui/er vende-loa, dirija-se
a na da Ci 11/ 11. 10, ruin suas proposlIS.
VENDAS
Proprios para i> lempo prestinle.
Na loja ila rua ,1o Crespo, n. 1(1, eilsto um pran-
de c V arlado nrrlimento de paliliW para liomem, sen-
do de lirim ile liiilio, e risrado de lo.las as ijualula-
dci pelo diminuto proco de jyiOO, 3JO00, JS500,
IjXKHI, i- 'i.. -, -.). i. S*VjOO; tmlo do melbor gosto
e liem acaliailo. a ellesintesque se acahein.
Gil vil-geni de Lisboa.
Vende-te barra eom esl de Lisboa, en podr,
o mala superior que lia no mercado: un rua il'Apol-
lo n. 1(1, armasen! de assuear.
Para liquidueSo.
Vendem-ee sasegulnlea raiendaa, para liqaidacao
da luja de calcado, no alerro di Boa-Vlals, n. .W,
junio ao aelleiro: Mpalot trancoxea de awrroqelm
para lioniein a TOO rs. o par, diloa de setim paiaae-
ulinra limito lions, ;i j-skhi : dilosderordavoa 19
is., linas de seda para senliora, ,1 l^jOO; ditas de
lorcal, a 900: eaoAva para denles lin.i., a .1|| rs. ;
ditas ordinarias, a IIHI rs. : c a duiia ,n ISIMK) rs.,
macis.ir neroli, a :i-JO rs.; espellios redondo., a
lOOra.: pallicnooly em Irsaeoa decores a 18000;
oteo pura esbelto, eeilraelo de oulras perfumaras,
assim como luvas de pellica para lionicm esonhora,
a 1(10 rs. o par.
Capotinhos, a SfOOO.
Na luja da rua do Cres|>o, 11. 10, vciidem-se ricos
rapulinlins de cambraia para senliora, |n-lo diminu-
to prero de "10110 cada um.
Na loja ilc (i portal ca 1'rento da igveja
lo Liviameiilo.
Veiidcin-se eassas Iranceaa de bonitos iioslo a
itHI rs. .1 vara ; corles de eolias rotas com Ires bar-
ras, a J~.ii 1-. cada corle, chile, finas paracoberla
de linlas securas, a:!O0rs. o corado.
Crranla ihvIiih'Iiu.
Veiidem-se ricos capolinho, de cambraia, iuar-
ueciilo-com Mes, rbeaailos ullimamenle e proprios
para a prsenle eslacan, pelo luraliwitho prero de
-/8O00: na ruado (Jucimado, bija n. 17, 110 da
botica.
Ventadeira px-hinclin, a 160 rs. o co-
rado.
Na ruado yueiina.ln, |jj amarilla u. 17, ao p
liolira, vendeni-se riacidos fraiiceics, finos, lar-
pelo baralissimo preeo de IliOrs
-"- a de cores llv
o covado
Vondem-se duas reda, sjrandrs, prnprias pa>
Por w*W cominoilo: na rua Uireila
U viveirns
be o numero do estabeleciinenlo de provmieirlos
para o genero bumajiu, e de grande sorlimeolo de
bous objeclos para seu amiento e regalo, isln he, no
alerro da Hoa-Visla, desla cidada ; allicoconlrMIo
os pretendenles quantidailea e boas qualidade, e
por preroe o, mala cominodos poasivefs, era conse-
qnencia do proprietario ser comprador em prirneira
niSo, que os compra perflenos, em retaceo a maior
narle dos mais vendedores doa meamosnnjeclos, pa-
ra melbor pruva lem muilo bom vinlio da Kigueira
que io vende por 240 rs. a garrafa, da Lisboa,
primera classe linio e liranco a 280ra., e do Porlo
lino, por prec,o mais alio, e quando o sabor por
qualquer priiirlpionoaalisliier'oromprador.prorop-
laiaenleaalhrarn a imporlancla que liver pago, ou so
Uncir,i por outro vonlado ; fia tambero mullo
boa lnili,ici francera, genebra emfraseue,deliollsn-
da, queijos de prato, flamengus, e oulros gneros de
mais particular mcncn, como sefa, oleo de II-
nli.ici. granas de qualidades, &c, que por exlenso
se nao menciona ; e l,mbema muila limpea que
;illi eiisle, lem um grande sorlimenlo de actenles
de horlalira, viudas de Lisboa, pela .barra Olim-
pia, recenlemenle chegada a este porlo, cujas se-
menles vito notadas parle deltas, e sio bem conheci-
das pelos nossos horlelOea, e oulras de qoe com
pouca importancia se far a experiencia, a ver se
tiimbem poderemos gozar de alguns legoroes que
cozam os eoropeos; semeule de repolho pe corlo,
dilo iiivo. dilo pcomprido, couve gallega, tronchu-
da, dila do Algarve, dila llm dila lombarda, liro-
ndo, nabo de cabera, dilo allieulo, altare allemia,
dila arrendada portuguea, espinatre, aledas, ee-
iniiiias.ilii.is mucianas.diias nivas,lmales grandes,
iii,i.iio/ pimpinella.ccrrarolho.ervilha loria, rbano
lir.uici, dilo encarnado, esparaos, cebla de Setu-
bal, coenlro, melao, canna de Carvalhn, alpo, abo-
bors menina, porqueira para doce, senleiu, avea,
Irigo, IrcmoAso, cevadiulia, cevada.
Na rua do AragSo n. 17, vende-se
um cabriole! de muilo bom goalo, com
todos os arreios novos, e coberta aup-
posla.
Vemlem-se as i m .Imi.ic..... do Keino em quatro
volumes grandes, lloras Mariannas, e oulros livros
espiriluaes, ludo jiinlp, ou cada um de per si. al-
guns livros latinos, assim como Magnum Leiicou,
Cicero Conidio : na rua do Ransel, n. 21.
Vende-se uma escrAva de 40 anuos, coiinlia.
lava roupa, be muilo boa vendedora, taz p8o-de-l,
e bolladlos do lodas as qualidades: na rua doCoi-
leiio, n. 21, primeiro andar, se dir quem vende.
Palitos r sebrecasacas france/as de bt-im
di- liuho c bretanha, a Se 4<000 -s.
Vendem-se palitos e sobrerasacas fraucezas do
briin de linlioode bretanha. muilo bem teifos, eda
ultima moda, pelo barato preco de 3 e 4)000 rs. :
na rua Nova, loja nova u. 10.
Vcnde-scum quarto proprio para sella, mui-
lo novo i rom andares: na rua Novan. 16.
Vende-se urna prela do h.ic.mi. qua cozinha u
diario do urna casa, lava de sabao e barrella : a pro-
curar na rua da Praia, armazem du Boi n. 19.
Vende-se una rabra vbicli) do l'ar. dando
bastante Icitc, c lo mansa, que servo para dar de
mamar a rriauras, rom Om cabrilo : nu sitio cou-
rioulc ao beeru du Espinbclro, estrada dos Afllictoa.
Barato.
Palitos de brim para hospedes, llOOOrs.; jaque-
las de risrado, IjslHM; rlleles do fuslAo sorullos,
I3IHKI; casaras de patino lino de cores, 1IMO00 rs. ;
ditas de dito prelo, I ni, II ra.; sobrerasacas de pan-
no decores, 125000 rs.; raleas de brim branco, 28
rs.; ditas de laariulia, 2B0IIO; snhejs do seda paw
ii.inlio. 11,-000; lencos ileseda para senhora, 29000;
ditos de dila para dila, 19000 rs.; dilos de ttl de
linlio, INHIO rs.; veos de fil, 900I)rs.: veudein-
H b.iralo, adiubeiro visla, na rua Nova 11.2, alraz
da maliiz.
I' 1I1I11- [i.ir.i a testa.
Na ruiidn Collecio n 4, existe um variado sorli-
menlo do palitos de brim, liso c I monillo, e de ris-
rado, de bonitos padroes, sendo lodos iimi leves e
iroprios para a presente cs|ac3o, a prero muilissi-
mu razoavel e propriu a animar os compradores.
Variado sorlimenlo de charutos de Ha-
vana eBabia, de eveelleules qualida-
des, c el legados do 1'resco.
o- amantes das bous hmicsa puilem ilii iuir-se .1
ruado Collegion. i. que adiado um grandeeva-
1 indo Mirlimeiilo de linos charutos ampio proviiiieu-
lo i -.itisracilode seu delicado goalo, c ludu io 1
lineo de punco dinheiro, o que nao deiva de ser
uma cirriiuislaiieia ipreeiivel mesmn cm negocio
do fiimaca.
Vende-se o engenho l.imeiriulia, situado
mirajsm du Trarunbaem, com 000 bracas de lesla-
d.i e urna leaua de rundo, rom as obras mais pre-
1 i-a-, todas novas, oplima moenda, com bous
parliilose que com dnus carros e quatro quarlos
.ni,' moer lie clona Olfl paes, oque he de grande
Vinllgem fiara um principiante. He de ptimo
assuear, e de boa produeco lano de calina como
delegiimes: vende-se com algum dinheiru a vista
S o mais a pagamento, conforme se pudr conven-
cionar. Os pretendenles dirijam-se ao engenho Tl-
iit.il.mili' de flores.
Vende-se urna armacao muilo liem arranjada
para luja ile miudc/.a- : pela couimodidade do prero
ronvem muilo a qualquer pessoa priucipianle, quo
queira por ara esiaheleciincnlo d'esse genero : Ira-
la-so na rua do Collegio n. 4.
Taberna da rita do Collegio n. 5.
confronte acidado de Pars, vende-se omuilo su-
blime eongro e rbrrncsalgado,vindo jior Lisboa da
HhldeS. Miguel,na barca Oti'mpio.ulliraamenleclie-
glda, a nOrs., sendo de niela arroba para ci-
ma a StDOOre. a arroba.
Vende-se sulpbatu de quimn puro, genuino.
sem adulleracao.o decididamente ''" melbor aulor
Inglez : em ca-a do agente de .Iciles, V. t. de
Oliveira.
Guaran.
\ cude-se guaran, superior du Para : na rua do
Kaimel 11. .
Vende-se. na rua da Cadeia Velha 11. I, um
escravo peca, com 1 i anuos de idade, chegado do
mallo nu dia 17 do correnle mez.
Chumbo de municao'.
Veudc-secm quinlaes, a 2.1&500; e em arroba, a
Ii34HK) rs.; na rua do Queimado, n. !M>, nova loja do
ferameos bem como se vende ferro surtido re-
dondo, quadrado, liarramento inglez, ftscocil e
Suecia, ludo por muilo razoavel preco.
Vcndom-se cadeiras, consulos, sofs,
bancas demeio desala, de Jacaranda ;
cadeiras, sofs. consolos, mesas de mein
- sala, de angico ; cadeiras, sofs, coi-i-
oloa, de oleo ; guarda-roupas para se-
nhora, camas frauceza,, de jacarando ;
lilas de amaiellu, marquezas de augtco ; dilas, de
oleo, e de amarello, c oulras mullas obras que se
raostrarSo ao comprador, ludo o mais moderno pos-
sivel, e'por prerns milito commodos: na rua da
Cambo doCarmo 11. 11. Na mesma casa tambem ae
veinte junco, lano de primeira comn de segunda
sorle, |iara lecer cadeiras. c por barato pieco,
Em casa de Bruno Praeger dt Com-
panbia, na i-nada Cruz n. 10, vende-se
o seguinte :
PIANOS FOIITES los mellioies .-nito-
res eda moderna -onsti-ueeao.
INSTRUMENTOS DE JIUSICA para 01 -
eliestt-a e bandas militares.
ORRAS DE OlIRO de toda a qualida-
de e do mais apurado gosto.
VI.MIOSSt.Maigot.St.Jitlienecliam-
pagnlie
LONAS de dillerentes ciualidudes.
BRINS DA KUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como sejam.
cadeuas de dillerentes moldes, mesase
sofa's, assim comocommodas demogno e
cadeiras de bataneo de sipo, viudas de
Franca-
OLEADOS com lindas pinturas de fruc
tas, etc., para mesa de meio de sala c
bancas.
CHARUTOS da llavann verdadeii os,
MOLDURA DOURADA para guarni-
cao desalas e quadros.
Vende-se em casa de S. P. Jolins-
ton A Companliia, na ruadaSeuzala No-
va n. i5.
Vinlio do Porto, superior qualidade, en-
garrafado. .
Vinlio Chcn cm lim-ris de quarto.
Sel luis para monta ria, de liomem e se-
nhora.


I I

: l
I
f
AMK',1 1HA1IF. E SI'EWORIDADB
UA
SAtSAPARRILHA J)E BR1ST0L
obre
A SALSA PARRILHA DE SAM.S
< Attcncao'
A SALSA-f'ARRII.IIA DE HHISTOL dUdes-
di 1832, C lem coii-lantciiieiiie......ilidn a sua r-
puafJo sem oecessidade de recorrer a pompnos
annuncins, de que ns prepararoes de mrito |>odem
diapenaar-se. O suceesso do I)r. BRISTOI. leni
provocado infinitas invejas. e, cnlre oulras, ai dos
Srs. A. II. D. Sands, de New-Vork, preparadores
c proprielarios da salsa parrilha conliecida pelo ne-
me de Sands.
Esles senhores solicilaram a agencia de Salsa par-
rHha de Brislol, c romo nlo o podessem oliler, fa-
hricaram urna imitaran de Brislul
Eis-aqui a caria qae os Sr-. A. II. I>. Sands es-
creveram ao Dr. Rrislol no da 20 de abril de 1812,
o que se ada cm nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Brittol.
Bfalo, &c.
Nosso apreciavel senhor.
Ero lodo o anuo patsadn lemos vendido auanli-
iades consideraveis do Irado de Salsa parrillia de
Vnic., e pelo que ouvimos dizer de suas rir/r/oVa
quelles que a lem usado, julgamos que a venda da
dita medicina se augmentar tnuitiwmn. Se Vine,
quizer faier um ronvenio eomnosco, eremos que
nos resultara milita vanlagem, tanto a nos como a
Vmc. Temos milito prazer que Vmc. nos responda
snbre este assumplo, c se Vmc. vier a esta cidade
daqu a um mei, ou colisa scmelliaute, leamos
multo prazer em o vercm nossa bolira, ra de Fui-
Ion, n.79.
Ficam s ordens de Vmc. aens seguros sen idores.
(Asaignados) A. R. D. S..NI1S.
CONCLUSAO-.
1.e A auliguidade da salsa parrilha de Brislol lie
rlaramenle prosada, pois que ella dala desde 18112,
eque a de Sands s apparcccu em 1812, poca na
!nal i-li- droguista n."i peale olilcr a agencia do Dr.
rislol.
2. A euperioridade da salsa parrillia de Brislol
lie inconlealavel: pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, cde urna porco deoulras prc-
paracoes, ella lem manlido a sua reputarn em qua-
si toda a America.
As numerosas experiencias feilas eom o nao da
aalsa parrilha em todas as eiifcrmidades originadas
pela impureza dosancue, eo linm etilo oblido ties-
ta enre pelo lllni. Sr. Dr. Simuil. presidente da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos Peisolo em ana clnica, eeinsua
afamada casa de saude na Camina, |ielo lllni. Sr,
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do ejercito, e
inr varios oulros mdicos, permilleui boje de pro-
clamar altamente as \irludes cfllcazcs da salsa par-
rilha de Brislol vende-se a 58000 o vidro.
O deposito dcsla salsa mudou-se para botica
franceza da ra da Cruz, em frente ao cbafariz.
Aos genhores de engenho.
Vendem-se por preco muito commodo fdrmas de
ferro balido para assurar : na ra do Trapiche n.3.
SCera em velas. $
Vencle-s<' eera cm velas, de tu- '$i
perior qualidade, fabricadas cm ($,
I.islnia. cm caixotes soplido* a' (ff
yonta.de do compradores, c por
mui* barato prero dot|iieem nu-
tra i|ii.ili|iu i- pai'lc : na rua do
Vigario'n. 10, segundo andar ,
w> escriptorio de Machado & Pi-
DEPOSITO DE CA, E l'OTASSA.
Na rua de A|K)llo, armazem de Leal
Itris, lem superior polassa do Itio de
Janeiro, c da Am
chegada de I.isboi
barca
#
i
rica, c cal cm pedra,
no correte me/., na
Olimpia, tndo por preco com-
modo.
Veude-sc a taberna da ras das Cruaes n. I,
rom fundos a vonladc docoinpradur, com bonsoniu-
modos para familia, ou se cnlrega por batanen : na
rua de llorlas u. 1, que achara cnin qiiem tratar a
qualquer hura dndia.
Cal de Lisboa.
Na rua de Apollo, armi/em n. 2 B, lia superior
cal, nova, era pedra, a preen muito razoavel.
Vende-se o verdadeiro robe anlecypliililieo de
Lalfccteur: na rua da Cadeia Vellia n. til, botica
de Viceule Jos de Brito.
Ota que pichincha !
Na luja de Guimaraes & llenriques, rua do Cres-
po n. 5, ha um completo sorlimcnlo de cambraias
ile cor eom barra, muito lindos gostos, e de supe-
rior qualidade, pelo baratissimo preco de 28000 rs
o corle, eom tOcuvado; a ellas antes que se ac
hem.
Veiidem-se cortes inlciros de ves-
tidos de chita l'raiiceza, larga, lina, e de
diversos fjostos modernos, sendo pelo ba
rato preco de 2s0(l() e 2JS40 rs.. a d-
nheiro a vista : na loja de piatro (Mirlas
ii. ."i, ao lado do arco de Santo Antonio.
fc Sedas modernas.
8Nalojadosobradoamarellonosyualrot.au-
tos da rua do (Jueimado n. 9, contina a ii
gt) tiaver para vender, um novo egrande sorli- 3
9 iiieulo de aedas, sendo lisas furla-cdrcs, de *}
S quadros oscoeezns, c ile cores eom llores, lu- IK
do de oslos muito modernos, assim romo se- (b)
0 das furia-cores lisa para ovados ; ludo por
$a preco muito cm conla. 0
,sj>>##apsr;sfssea
Vender o sitio que foi do falerido Jos /.ara
riai de Carvallo,, no lugar'dc Beberibe de li.iisc.dc
nominado dos craveiros, cora casa devivenda de pe
dra, conlendo sala adiante eom ilous qnarlos, dita
de detraz cora dous (piarlos, solo grande, cozinha
grande e copiar, lima casa de laipa eom sala c dous
ipi.irlo-, atra/. dousquartos, eslrihaiia para Ir
vatios, e aolo para prctos ; um lelheiro que serve
para casa de farin'ia, eom eslriiiaria para dous ea-
valloa; multas arvores de frulns.coiuo sejam, eoquei-
roa, inauguciras, rajueiros, niaiigahciras, rraveiros
(girofe) larangeiras, sapoliseiro". piulieiras. frnlei-
ras de pao ele etc., terrenos para Inda a cultura, e
malla de capoeira; leudo de fondo quinhenlas bra-
bas, e de frente qualrocenlas, pela beira do rio
pouco niaisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura : quera o pretender enlenda-se eom o Illm. Sr.
Joao l'inl" de Lemos Jnior.
*- Vndemele sacras eom farelo, chegado ulli-
in.uiieule da America, a98500rs. a-arca : na rua
do trapiche Novo n. 8.
.NO CONSULTORIO HOMEOPA IHICO
o
lili. P. A. LOBO flOSCOZO.
Vende-se a mellior de todas as obras de medicina
hoiiicopalhirn vy O NOVO MANUAL DO DR.
I. II. JAIIR _Cj1 tradiiido em portuguez pelo
Dr. I*. A. Lobo Moscozo: qualro volumes encader-
nados era dous. 2)tKK)
O 4. volume conteudo a palhogenesia dos 144
medicamentos que uo foram publicados sahir mul-
to breve, por estar muito adiautada sua impressto.
Diccionario dos termo do medicina, ciruruia, analo-
uiia, pharinacia. etc. ele. eucadernado. 19000
Lina carteira de 21 tubos, dosnielhorcs e raais liem
preparado globuloa hoinopalhieos cora as duas
obras cima.........4O2OO0
Lina dita de 3fi tubos cora as nieamas. IV5"00
Dila, dita de 48 tubos.......S9000
Dita do 1M eom as ditas......10HJ000
Carleirasdo '2t tubos pequen para algi-
beira............ I5"00
Ditas de 18 ditos.........2IW10I
Tubo avulsos de glbulos..... 19000
Vcndem-ae piano fortes de superior qualida
de, fabricados pelo mellior aulor liamburgucz na
rua da Cruz n. 4.
Vlabo do Porto aaperior faltorla.
Vende-so vinho do Porto, superior feitoria.em
harris dooilavo.por 4S0IK) rs. rada um : na rua da
Cadeia do Recifo n. 4, armazem de Barroca A
Castro. ... ..
Vcndc-se ihiasvaccns paridas de poneos da
dando urna aei garrafa do leile, e uulra qualro
licando muito Icite para o bezerro, ambaa novas, e
de raja tourina.podcndo quera quizer compra-las ver
tirar-ae o leile : quera quizer dirija-se a rua ror
i""-.i, na quinta cata terrea, viudo pela rua da A n
rora.
Vende-se II) escravo, sendo 3 molccole. de
idade 18 anima, um delleshom nlllciil de anzoleiro,
urna uegrinha muito linda, de idade 10 anuos, :i "--
cravasde todoo servic.o, una eserava muiln moca
que engomnia, rosee cozinha, 2 ditos do servico de
campo : na rua Direita u. 3.
__ Vende-se um depoailo de assucar, bem afre-
guezado, coBi ot fundos de aOOs rs.. |iouco mala, ou
menoa : a'tratar na rua doa Marljrioa n. 36.
__Vende-ae um bonilo casal de crioulinhns, un
di- !l annos, o oulra de II annos : na rua do Rangel
n. :>1. a tratar rom Victorino Francisco dos Santoa.
Conlinua-se a vtnder manleisa inglezn, noa,
a 400 e 480 ra.; cha superior a l760 e l920 ra. :
no paleo do Carino, taberna nova n. 2.
Vende-ae uraa taberna as Cinco l'onlas, bem
afrenuezada para a Ierra, eom pone fundos, pro-
pria para principiante, vende-se por scu dono ae
querer retirar para fura : a tratar no pateo do Terco
CALCADO BARATO.
Vendem-se botins franceses de becer-
ro, para homem,a7s00 rs. opai;bor-
/.eguins elsticos, a 7/f200 m. o par ; di-
tos de botrtes, a 7800011.; bol insdu Prus-
sia.asOOO r.; sapatrtes de bistre, para
liomem.a W'000 n.; ditos eom salto, a
IfSOO rt. ditos para danta, a 3d'200 rs.:
no ateri-o da Boa Vista, loja de calcado
n. 58, junio ao selleiro; adverte-se ipie
todo este calcado he novo, c'que a vista
dos precos naodeixaro de comprar.
Yeu4e-se cortes de vestidos de seda escoceza
recenlcmenle cheRados. pelo barato preco de 205 :
na loja de f portas, n. 3, ao lado do arco de Sauto-
Aulonio.
Vende-se cal virgeni de Lisboa, cheaada ulli-
mamcnle, por preco commodo: no paleo do Carme,
taberna n.I.
Gal virgem.
Vende-secal nova em pedra, viuda di-
Lisboa na barca Olimpia, por pen) min-
io commodo: na rua do Trapichen. lo,
armazem de Bastos Irmaos.
Vende-se urna lina nenia eoziuheira e quilau-
ileira^. lava de saho, e sem vicios, o que se aflian-
$a, muito agradavel para meninos : na rua do A-
ragAo u. 27.
Vende-te um resto de ejemplares
da obra Itapliacl, paginas dajuventu-
de por Lamartine, verso portugue-
/.a de 1). Carlos (luido v Spano : na rua
Trapiche n. I'i. primeiro andar.
Vende-te uraa linda garrota(oorina: na Capan-
g,i sitio de Mr. Diiuburcq.
VENEZIANAS.
A Ierro da Boa-Visla n. ")"
Tcm um sorliineiilii de veiiezianas eom lilas ver-
des de linhn c de lila, rom raiva e sem ella, c se
concerta c se troca as novas por velhas, a vontatie dn-
couiprador.
Vendem-se relogios de onro, pa-
tente ingle/., os inelhores pie lem viudo
este mercado, c do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Itns-
scl Mellon Cadeia do Recile, n. ."ili.
Diccionario dos termos de medicina, fr_
clrurgla anatoma pharmacla .
etc. etc.
4
499K9
Saliin
I
OLEO l)E LINHAgA EMBOTIJAS,
veude-se em corita, na rua do Trapicha
Novni. Ili ; a raesma casa ebegou urna
pir.in de alvaiade de nova composi^ao,
muito superior em quajidade ao usual.

DAVID WII.I.IAM BOWMAN, engeiiliciro ma-
rhinista e fundidor de ferro, mui respeitosamenle
annuuria aos senborcs proprielarios de engenhos,
fazeiideirns, e anrespeilavel publico, queoscu esta-
Delcrimenlo de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Bru passando orhafaiiz, contina em
efledivo exercicio, ese arha romplelamcnte montado
eom appareih da primeira qualidade para a per-
feila cunfeccao das maiores pecas de machinismo.
Habilitado para empreheuder quaesquer obras da
sua arte, David William Bowuian, deseja mais par-
licularniente chamar a atlenraft publica para as sc-
guinles, pur ler deltas grande sorlimenln ja' prwnp-
to, em depitonn mesilla fundirn, as quaes rnns-
Irnidas em sua fabrira poilein rom|iellr cnin as faliri-
cadasem paiz eslranaeiro, tanto em proco romo em
qualidade de materias primas e niao de obra, a
her:
Machinas de vapor da mellior rnnslruca.
Moendas de caima para enuenlios de lodos os ta-
maiibns, movida*a va|inr por auna, ou aniniaes.
Rodas de aaua, moinbos de vento eserras.
Manejos iiidependeiiles pararavallos.
Rodas dentada-.
Aiiillines, bronzes e rbuniaceiras.
Cavillieseparafusns de lodos os lamauhns.
Taixas, parn-, crtvose bocas de romallui,
Moinhos de mandioca, movidos a niao ou por ani-
maos, e prensas pata a dita.
Chapas de foaai'i e fnrnos defarinha.
Conoide ferro, lorneffas de fermede hronze.
llorabas para cacimba c de repuvo, movidas a
lilao, por animaos ou venlo.
tiiuiidasies. gninchooe nueacoa.
Prensas Imlraiilira ede parafuso.
Perragenspars n.nios, catroae obras publicas.
Columnas, v aramias, grades o norttes.
Prensas de copiar carias e sellar.
(lamas, carros de man ear.ulnsdc ferro, elr., etc.
Alen da superinriilade das suas obras, ja' "oral-
mente rccnnheriih. David Willi.nr. liinvman garante
amnisevaela cnurnruiidade conloa innldes e dese-
nhnsreuiellidns pelos senlinres quese digoarom de
fa/er-lhe encomincndas, aproveilandn occa-iao pa-
ra agradecer sao scus numeroaoa amigos e freuuezes
a preferencia eom que lem sido por ellos humado
e ssMgura-lhea que nao poupara osforcos o diligen-
cias para continuar a merecer a sua con&anea.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferio de I). W.
lo Bruin, passan-
liaver um
ferro
luz esta otira iudispeiisavel a Indas
que se dedicara ao esludo de
medicino. Vende-se por 13 rs., encadi-riia-
do. no ronsullnrin do Dr. .Moscozo, roa do
Collogio, n. 23, primeiro andar.
*QLmOS^13SSS2,^^.'
Cobertores escuros,
dealgodo, aSOOra. ; dlloa txuea o encarnados,
muito grandes e eiicorpadns, a 1,^100 rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que sulla para a Cadeia.
Vende-se vinlio da Madeira de superior qua-
lidade eniquarlose oitavoadenipa, por preco com-
modo: no armazem de N. O.Biebor cv Coinpanliia
na rua da Cruzn. 4.
Vende-se a verdadeiru salsa parri-
ia de Sands: na botica Iraiici'/.a, d,i rua
daCl'UZ, cm frente ao chalan/..
Venileiii-seein casa de Me. Calnionl 4 Com-
pauhia. na praca do Corpo Sanion. 11. oaoguinle:
vinho doMarseilleeill caixas de :1a ti dii'.ias. linlias
em novellos ecarretela, bren em barricas muito
Grandes, aro de mila surtido, ferro i nudez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Ncsle cslabelecimcnlo lonlina a ha-
ver um completo sortimento le moen
das e meias moendas para engenho, ma
chinas de vapor, c taixas de Ierro batido
e eoado, de lodos os tamauhos. para
dito.
AOS SENHORES DE ENf.ENHO
O arcano da invencao" do Dr. I^duar-
do Stolle cm Berln, empregado as co-
lonias inglc/.as c hollnndezas, eom (ran-
cie vanlagem para o mcllioramcnlo do
assucar. acha-sc a venda, em latas de II)
libras, junto eom o methodo de einpre-
ga-lo no idioma portugliez, em i'asa de
N. O. Bieber A Companhia, na rua da
Cruz, n. V. /
Vende-se presuntos inlczes muito novos para
fiambre, latas cora bolaehinhas desuda iiiglu/a.quri-
jus de praln, conservas muito novas, smenles de to-
das a qualidade de horlalire. dictadas iilliinaineu-
le: na rua da Cruz u. 40, defronte do Sr. Dr.
Cosiiie.
DKPOSITODK CA- E POTASSA.
Cunlin i\ Anwrim, roceberam polo ullimo navio
de Lisboa liarris rom '* ;t pam o fabrir do nwurar, c vomloin por monos quo
cm oulra qulipior p:irlo ; o para IWIiainciiUnle mu-
tas um replanto depotasM americana: na rua i!.
CaJeiado Kocifo D. 50.
VomK'-so um lindo mulallnho \indo de fura,
eom 8a9 anuo de idade, aenideralb): no aterro da
loa-Vislan. t'rl.
TRIESTE-SSSF.
He rccenclieuado um rarregamenlo da verdadei-
ra farinha de SSS raminlio. c vende-se por mdico
preco: no escriplorio de Deane Vimle \ Cniupa-
nliia, ou nos scus arinazeiis no hocen do (inuealves.
DOCE DE BACOKV.
Chegou rcconlemeiite do Marauliao una pequea
pnrcao deste delicado itoce, o ineMior que lia, laido
|iela sua eacellonle (|ualidade, como |mr conservar-
se por muito leni|Ki em perfeiln oslado: vende-se-
em casa de FonleiX Irniao. na rua da Cadeia Velha.
tesela de Eawln Hav.
Kl rua de Apollo n. ti. armazem de Me. Calnionl
A Companhia, achare eaHtalanlenionle boas sorli-
meiiln- de taivas do ferro eoado e balido, lano ra-
sa romo fundas, moendas iuotiras todas do ferro pa-
ra aniniaes, agoa, ele. ditas para armar om madei-
ra de lodos os lamanbosenuMlolnsosinais modernos,
machina boiisonlal para vapor cora fnrea de
4cavallos, edeos, passadeiras de ferro oslanliadn
Iiara casa de purgar, por menos proco que os do eo-
ire, escovens para navios, ferro da Sueeia, e tu-
llas do flnudres : ludo por baralo proco.
ISepoaito da fabrica da Todos o, Santo na Baha.
Vende-se, em casa de.N. O. Ilietior iVC na rua
da Cruz n. 4, algodao trancado d'aquella Satrica,
muito proprio para saceos de assucar c roupa de es-
cravos, por proco commodo.
Fil preto, lavrado, a 500 rs. a vari.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
Vende-se muito superior familia de Santa
Calharina, e S. Mallieus, medida a vista do com-
prador : a bordo do brigue brasileiro Mida, Tun-
deado perlo da Alfaudega.
Vinhos superiores de Itucellas
(brauco) e deColares (linio) cm'barris de quinto:
vendem-se cm rasa de J. Kcller&C.
Cal ale jaUboa.
t) inli|h) deposHo, na rua da Cadeia Volha n. 19,
recebeu agora una pnrcao de cal virgem inuilo su-
perior, que vende por preco commodo.
Vende-se farinha de Santa Calharin.1, dila de
San-Malheus. c dila da torra em saecas c inesino a
rctalho, pm pre^o coinmodo: no armazem da rua
do Kangel o. i'H.
Vende-se ura escravo niuilo pns-aule proprio
pata armazem de assucar. ral oolro qualquer aervi-
^o, de idada ta annos e bonilft liguia : a fallar na
ruada Cadeia do Recife, na loja de rorrageus de
Jos l'ires de Moraes, ou por cima da loja do Sr. Jo-
s Dia da Silva, lio primeiro audar.
unuicao
Ilowmaiin na rua
do o chafariz continua
completo sortimento de taixas di
rundido e balido de 5 a 8 palmos de
bocea, as (piaes acham-sea venda, por
preco coinmodo e eom promplidao' :
embarcam-se ou carrc{;aiii-seein carro
sem despe/a ao comprador.
Manuel da Silva Santos continua a vender as
uperiores familias de Irigo da
Moinhos de vento
cumbombasde reputo para regar borlaae bailas
da capim. na fundicao de D. W.Bowman:na rua
lln llrillll I1-. II, Se III. .
. Aos amantes.de piano.
Acha-sc venda, na"ruada Crui, liyrara do Sr.
Sanios & Companhia n. 56, e na rua do Crcupo,
loja do Sr. Antonio Diiminine- l'erreira n. II, o
hjnilio portuguez, a aaudade para piano, e canlo
dedicado ao Sr. D. Miguel de Braganca e a sua au-
gu-ln esposa.
Vende-se cola mudo superior, po-
tassa nacional, pomada em caixas, por
prei^o muito coinmodo, tudo fiara,fechar
contus, no armazem de Candido Albei--
to Sodje da Motn : a tratar no inesuio,
on no escriptorio de Nov.ies & Compa-
nhia, na rua do Trapiche n. Til.
Na rua doCollegio, casa n. 21, se-
gundo andar, vende-se um excedente es-
cravo, crioulo, bstanle sadio e robusto,
proprio para todoequalquer servjco, on
para embarque) por ser de boa figura :
trata-te las !l horas da manhia as i da
tarde-
Deposito do rape' prinec/.a da fabrica de
J. J. da Itochaaji Companhia, do Itio
de Janeiro, na rua da Cruz. n. ">", se-
cundo andar.
Joaqun) Ferreira Mendcstiuiniaracs receben pe-
lo paquete Guanubart nova remossa do cvcollente
rap nacional princeza, da fabrica de J. J. da Rocha
vV Companhia, do Rio de Janeiro, onde lio mallo
apreciado e litio polo nico que mellior siibliluoo
de Lisboa, pela Brande somelhanen que eom elle
toin. lauto om or romo em aroma. Elle lie tam-
bera ja bem apreciado na Badil, Maceiii, l'.ear.i o
MaranliAn, e oralmente em Indas as parles onde
lem sido mandado; para niaior commodidado dos
compradores lambomoacbarflo ttvenda na lujada
ine-nia cas.....a esquina do largo do Collogio, ta-
berna do Sr. Manorl Antonio dos Sanios 1'ontes; o
no aterro da Hoa-Visla, loja de calcado do Sr. Joa-
quim Jos Das l'ereira.
Pechincha.
Vendem-se curies de eassas fraucozas do ullimo
cus,,, o de superior qualidade, pelo diminuto proco
do i o te'iOO. lendo cada corle 7, S c l vara-: na
rua do Crespo, loja .la esquinan. I, confronte ao ar-
co de Sanio Anlonio.
Bom e barato.
Na loja da rua do Crespo n. til. voudeni-se ricos
enres de vestidos de chita de barra,liinpos. pelo di-
minuto preco de 2ltS> o -JrfM).
Na roa Nova n 2,
vendcni-se chales de sed paraseiiluira. a 69000rs.,
lencos de seda para seuliora, kdaOOOrs., ditos de
lila para dila, a istsxirs.
Vendem-se superiores canarios,e bichas, che-1 RelogioS inglezes de ouro, de patente
las do Lisboa: na iravesaa da rua do Vigarion. 3.
Na taberna da rua larga do Rosario,n. at9,lein
um sorliinenlo de manteign inuleza, aonde oa fre-
guezes podem escoltier, pelo proco de 540 rs. a li-
bra, bom como para bolos, o 340 rs.
IVoprios para o tempn presente.
Na loja da rua do Cros|io, o. 10. vendem-ae pali-
li'is/le alpaca- prela e de edrea para honiem, a 6J-50O,
tSJOtK), c !>00 ; ditos ile panno e caaamira preto e
de corea, a 159 e 169000; hem acabados, e do me-
llior Boato queappsreee no mercado.
*t
Calcas de casemiras baratas.
1) Vendem'-se corles de calcas de casemira
(a) muito bons padres, a 59000 rcis cada corle
3f na loja do sobrado amarcllo nos QaatroCan
ts> los da rna do (jueimado n. 29
i marcas l;nntana o
alfandega, on na rua
Vendem-se, |r prcen commodo; chapeos de
palha do chile, em porc.lo ; dito de fellrn, fabrica-
dos no Rio de Janeiro, lambem em porcao ; difle-
ronlesraiudeza, chegada de Hamburgo recente-
mente ; rosarios de misaanga, Unto hrancos, como
de maiscilres ; ludia de roriz.' e conla douradas:
no escriplorio de Novaos & Companhia, na rua do
Trapiche n. 34, primeiro andar.
Vende-se um preto para lodo servico, oaflian-
ca-se a conduela, por preco muilo ata conla, por
scu dono precisar de dinheiro, das 7 at as 8, o das
2 da larde cm dianlo : na rua das Calcadas n. 26, se
dir quera vende.
Manteletes de cambraia.
Vendem-sc ricos manteletes francczes de cambraia
enl'eilados, pelo baratissimo preco. de 9U00 cada
um : na rua do Crespo, 11. 5, esquina que volla pa-
ra o Collegin.
Ialqalaacao'.
lendo de liquidar-so a toja de calcado do aterro
da Boa-Visla. n. 58. junio ao selleiro, vende-se as
fazendas por menos de scu cusi,idnheiro a vista, a
Chapos pretos linos, a......69.1OO
Marruqiiim de cores muito bom .... 19800
Agua dfl colonia frascos grandes .... IK)0
SapalOea de luslrc para menino, de ti a 10
anuos, par..........:l3000
Couro do lustre....... 392IHI
Sahnnelesd'amoiidoa. um :120; duzia 39200
l'cnlcs para tranca a imilacAo de tartaruga. 19500
Jarros dourados cora liaulia......19000
Sapalos francczes de lustre parasenhora. 19000
Dilos muito liiin-.........ltiOO
llnlins para scnbora, par.......39200
Rngalas muito boas........I9OOO
Spalos de tapete.........I91OO
Dilos do la. .......... 19600
Assim romo, uiuilos oulros objoclos, e perfuma
rias, que se deiva de annunciar, para niio lomar
esleanniincin muilo clense, e que a visla dos pro-
cos nao deivarao de comprar.
Attcncao.
Na loja da estrella da rua do (Jueimado a/7, de-
fronte do becco do 1'ojie l;rito, ncliam-se venda as
legfl : a tralar no caes d
do Aiiioriiu lis. .'ili c 58.
floaao.
Venile-so'jessoeni liarriea-.cliouado ullimanino-
te:em rasa J. Keller A Companhia. na rua da
"POTASSV SIPEKIOR
Vende-se por pi"eco muilo com-
modo. no armazem n. 1 de cus da
alfandega, de Jos Joaquim l'ereira de
Mello, ou no escriptorio de Novaes A
Companhia na rua do Trapiche n. -i.
Na rua do Vigario n. I!l. primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violo e llanta, como
sejam, quadrilbns. valsas, redowas, ScllO-
tiekcs, iDodinhns, ludo modernissimo
chegado do Itio de Janeiro.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vendse superior vinho do Porto, cm
harris de ., e S. : no anr.a/.emda rita
do Azeite de Peixe n. I ou a tratar no
escriptorio de Novaes A Companhia, na
rua do Trapichen. 54.
Vendem-se relogios de ouro, paten-
te ilude/, por coinmodo preco : na rua
da Cruz. n. 20, casa de I.. I.cconte Ferou
,\ Companhia.
POTASSA.
No anligo doposilo da rua da Cadeia do Rocilo ,
armazem u. 12. ha para vender muiln nova polassa
da Russia, aihoricana e biasilcira, era pequonos liar-
ris do i arrollas; a boa qualidade e preco- mais ha-
ralos do que cm nutra qualquer parlo, se alliancara
aos q no precisaren! comprar. No mesmo deposito
lambem ha liarris eom cal de Lisboa era pedra. pr-
ximamente chegados.
Vomlom-soloiias.tiriiiza. Iirinso meias lo-
nas da Russia: no armazem de N. O. Hielier v\
Companhia, na rua da Cruz u. 4.
Grande sortimenlo de pannos finos c case-
mu .i,.
Na rua do Crespo, luja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno piolo, a SfOOO o 39200
r-,; de carolo branca, a 39500ra.", dito franco/, a
U500e5900Ors., e muilo superior, aofOOOra. o
envado ; dito azul, a 52J800. 30O e I9tlll rs.. o
mulloIwm,a59500rs.; dito verde, -shiki ttOOO
i-.: corles do casemira prela Infestada, a snie
(i-iKKl rs.: dita trncela o de cor de lodataa quali-
d de, pul pleeo euinmndo.
l'AIXAkS DE FERRO.
Na fundicao' d'Allrpi'Q em Sanio
Amaro, o tambera no DEPOSITO na
na do Brum logo na entrada, e defron-
te 11111 pande sortimento de laichas lano
de (mrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, pandes, pequeas,
razas, C fundas ; e cm anillos os logares
existein quindastes, para carregar ca-
noas, 011 carros livres de jilecos sao' os mais. commodos.
un: PUI.CEU de lisbov
Na ruada Cadeia do Recife, luja de Duendas do
loto da Cuuha de MaiMlhao-. vende-so a eicellen-
te pilada deslo rap, o mala fresco que lera viudo,
pela galera Margriia.
I'IITASSV 1)1 IIISSI A.
Vendtvsc superior polassa da Kussia, e
Americana, por preco muito comniodo:
na rua do Trapiche n. 15, arin.izeir de
Basto limaos.
ATTtXtAO.
Veiidein-sc livi-os e meios ditos di' pao
de prata e ouro, chegados ltimamente
de Lisboa c por preco commodo : na
rua do Trapiche n. 17. escriplorio de
Jos Teixeina Itasto.
Vende-se a taberna grande da Capuuga, rom
lodosos alela, e perjo de 5009 rs. de_gneros, lo-
dos em bom eslado. ose lira o que nao servir ao
comprador : Irala-sc na rua do Vigario, taberna
de Joo SimiVos de Almoida.
Vende-se um cabriolo! usado, muilo forte ,
por 2009 rs., e um Begro qua-i rcoo, proprio para
forja de ferreiro: no Forte do Mallos, armazem o.
90, defronte da rua da Madre de Dos, ou Trapiche
Novo n. II, primeiro andar.
Vende-se urna bonita prela, que eiigmnma.
cozinha, lava o vendo ti.i rua ; dnas dilas quilan-
deiras e para ludo o servico ; dous bonitos molecn-
tes, sendo ura bom cozinheiro: na rua larga do Ro-
sario n. 21, segundo andar.
Vonde-se um cettenle eajirlolel. novo, o
mais bem construido posaivel: os proleiidcnle- po-
dem dirigir-ae cocheiru do Sr. Tone, na rua da
l.adeia de Sanio Antonio, paca vercm ditu eabrio-
lei ; r- para Iralar, junio da mosina cocheira, cora
Joao da Cunha Re. _____
novo, cera era uriiine e em volas eom bom
inonlo (\c superior qualidade, niereiirio doce
do Lisboa era pe.Ira. nnvissima.
u :::-::.. ;4-.-:; :.;:.; :::: ;:::.* :::;;! S}S
GANT01S PAILHETE v COMPA- '>
MII.V.
Conlinua-se a vendar lio deposito ueral di
i rua da Cruz 11. 52. o escolenlo o bem enn-
3$ roiluadn rap arela prela da fabrica do lian-
3$ luis l'.iilliele Ov Coiiipanhia, da Halda. 011
.*C urandes o pequea-pnrces,pelu proco estalle
":';'::''::: '::-:'::-:^:-'w:-:'::-^:::;::..':
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Slari- A Companhia
em Santo Amaro, acha-sc liara vender
moendas de calinas todas de Ierro, de ura
inodello eCOnstruccSo muilo superiores.
Lilas brancas.
Na roa do Crespo, toja n. 5. vondcni-se as escol-
enles lilas tiranas, ciiogadas roconlciucnlr, por
preco commodo.
Pagodea, a 2,000 ra.
Na loja da rua do Crespo n. til, vcndeni-se ricos
pagoda do cambraia, enlodados, parasenhora, pe-
lo dinamito preco de 2^KKI rs. rada um.
AtteneSo.
Vende-se um o.cravo poca, de idade_2i anuos,
pouco raais ou menos: na rua Diroila n.76. esqui-
na do boceo dos Peceados Moilao-.
Vende-se, pm uro^o commodo, oaobjeclosse-
suinles : sola muilo superior, em pequeas o
.'raudos porcie-; velas de carnauba conipostas; bo-
lina hem l'eoso peiinas do enia, tudn prximamen-
te chegado do Aracalv. : na rila da Cruz 11. 15, se-
gundo andar.
Fazendas baratas, nova loja. ruaNo-
va 11 16.
Vendem-se modernoae honiloscortea de casemira
fraiirma a59000 a 69000 re., dila de algodao, de
mullo bonitos padrees s I96OO o oirte, castores de
auadros elislrasn 2211 o covailo, nirles de brim eom
barra para calcas a 5IHMI rs., ltala lino para calcas
o palitos, a :I00 rs. o Covado, lencos do sclini para
grvalas, a tStSNI o l?t00 rs., panno lino piolo su-
perior a 39500 e 59300 rs. o eovado, dito azul supe-
rior, proprio para fardaraonlo dearlilharia. fn/.ilei-
rns e da guarda nacional, a 39(100 rs. o covado, cr-
los de rlleles de riislao a SIKIis., dilo superior a
I9d00, dilos do gurgorgo de soda a 2S0U0, 2?5IS1 c
39000r., lencos tiramos e do coros para algibeira,
a 3951IO a doz'ia, ililos de ganga II i.^'iOO a du/.ia,
meias para homense meniuus, de 2--. 11. 2,>sim, o
SJlltla dnzia, soln oea-aeus franceznde brim, obra
muilo liem leila a !-" 10 e 19000 rs.. jaqiielas ocal-
cas da Ultima moda a 00(1 ,-2.?'aKI rs.. brim brau-
co de linho a 560 a vara, dito muilo superior a
1.7200 a vara, alpaka prela superior a720 e 15000
rs. o ovado, c nutras mullas fazendas baratas.
i \calidos hualos.
^ Conlinoam-se a vender corles de vislidos de 58
S chita do barra, padrees modernose cores ti- 54
S xa-, pelo barato proco do 2?000 riscadacor- 5
j; lo : na loja do -obrado amarello nos IJualro ;.;:
ja) Cantos dama do (Jueimado n
Fazendas baratas, nova loja, rua No-
va n. 16.
Vendeni-M chitas do odres lisos, hualos padies,
claros o csciuiis, pelo barato proco de 120, 110, 160,
IKO. 200. c 210 r-. o COT ido, eassas francezas, ho-
ndos nadroea a 252011, e 39000ra., cambraia* fran-
iv/as.ilo boniloscdelicadosdesenlins,a6(H)rs.avara,
cambraia de aalpieos, ......Se varas, a 39300o
corle, ditas abortas, uadroes bonitos, a :t5(MI rs.,
eatidosde cmbrala brancotde barra, a 1.3000 rs.,
ditos de I a 1 habidos, lendo tambera habido de
cures, a 19500, .o<>00. c 5S500, dilos de cambraia
de chuviscos de l buhados a 55000 rs., ditos bor-
dados a 1-ViOO. dilos dorassa pintados de 1 bailados
e barra, a 59500, pecas de cambraia eom S varas, a
ajjOO 09(800f.,casta lisa muiln lina, a 180,010,
e 720 a vara, riscado francei muito largo a 280 o
covado, eassas de quadros e lislras para hallados, a
25'iUO a pora, o :I20 a vara, chale.de USU a 111(1 o
laoOO.dilosdellaealgodio.a 1 ~_'so. .iiio.,ie algodAu
o soda i39e39 rs., diloadellaeseda muilo superior
a 5,3 rs-, manteletes pretos o de coros, a 125000 rs.,
seliiii ile circs a 900 rs. o covado, damasco de l'ia
900rs. o covado, baetllho alldrs.. meias para
uioninasosonliorasa210, :12II.100, o 180 rs., lencos
de seda para hombros de *euhoras,a 25 mulla fazendas que se vendern baratas, c para
niaior commodidade das pessoas que nao possain
sabir de dia, estar a Injaaborla ot as horas da
noilc.
Vcndo-se na rua do Rrtini 11. 20, segundo an-
dar, ossoguintes eseravos, sendo urna bonita esera-
va, cora 92 anuos de idade. pouco raais ou menos,
c eom habilidades, 11111 Iludo o ptimo molalinho,
cora lOaon.is, pnuco maisou menos : quera preten-
der, podor v ir sc-lot dai 8 lloras da manliaa, ale as
5da laido.
Na jn de ti nulas, cm frente da igreja
un I.ivilamento.
\ endo-sc pecas docilitas a .VvOOrs., o covado a
110 rs.. alpaca de cores lisa ede quadros. a 210 rs.
n covado, chilla linas para cubera, de tintas segu-
ras, a200 rs. o covado, brim do linho proprio para
palitos ejaquelas, a 900 o covado, chales pretosde
Lia para lulo. _________________________fc-_
va valor, sendo :
Castores para calcas, o covado
Dilos muilo encornados, Implado casemiras,
de bonilns padroea, o covado
III un de linho hranru I laucado, superior, a
s., dilos de miau para 1110- ril/e,|lls ,1,, ostincla loja do Jos<; Comes Moreira, as
ninas, a 200 rs.. louoas de linho para baplisado, a quiaveno>n^adloJieiro visla, por nielado do
19900, sapalinhos de casemira liordados para hapli-
sado, a I99OO, camisas de cores para lioiiiem. a 2S
rcis.
No artna/.em da liavessa da Madre
de Ih-os n. 9, e no arma/.em dc.lose'Joa-
ijiiiiu l'ereira de.Mello, no caes da Alfan-
(tega, vende-se farinha de mandioca de
superior qualidade.
Na rua do Vinario 11. 10. primeiro andar, lia
para vender, chegado de Lisboa nreaenlamenb! pela
barca Olimpia, o.seguinlc: saecas de farello muilo
sorli-
e cal
170
210
'ii .ii
SIMI
220
L5000
53600
:i>ii
l-TSIKl
9150
120
Dilo de dilo de cor, (caucado, a vara
Ri-cado de linlio do quadros, o nNaelado, <
covado
Curies de casemira de cores linas, a
Dilos de dila do superiores pidroea nioder
un<^ a
Piinno prelo lino, muiln lioin, o covado
Dilo fiaucez. superior, < envido
Algodao de lislras molla limn, o covado
Chitas linas 0111 relallios, levando o que livor
o retalho. o covado
Dilas rosas e de cores, bonitos padrote, cor-
lando da peca os rosados que quizer. o
covado
Ditas mullo -uperiores, o covado
Dilas linas dooberla, c lilas iiiuilo lisas, o
covado
Linios encarnados da fabrica, muilo linos, a
du/.ia
Dilos de seda do euros, muilo linos, cada um
Ditos de quadros.amarcllos, muilo linos, a
dniia A*"
Dilos decidla Daos, de matiz, c muilo bonitos
160
IKII
200
99OOO
19300
bonitos
padrdes, a duzia
Meios loncos de seda para grvala.
padrees, a
Chapeos de hada, pretos c lirauros, a
Ditos de niassa, francczes, muito linos, a
Dilos de sol de seda, a
Corles do uioia casemira de l.la. para catea, .1
l'Vanklini prelo e de coros, o covado
.Merino preto lino, muilo superior, o covado
Selim maeiio muito fino, o covado
Camisolas de isa pira erobarcidlco, a
Castas de coros muilo Hnat.e de bonitos pa-
rirnos,! viri
Cassas orcandiz, bonitos padries, a vara
Corles de cbiladc barra, muito modernos pa-
drios, a
Diln.decainhraia do cores, bonitos padrocs.a 2?800
180
25000
800
INKKI
158IH)
iNI'lll
15280
100
399OO
2500
19000
320
560
29200
Riscadinhos francczes, linos, o covado
Corles de adietes do seda, e velludodecores,
bonitos, a 19980
Lencos de cassa c seda, grandes, para se-
uliora, a 110
Meias brancas para lioniem. a du/i.i 19700
Ditas cruas para dilo, a duzia 25200
Lencos de cambraia, bordados e de cores,
para man, a 120
Cliegueni freguezes a pechincha, que iio lia cou-a
lao barala romo estas fazendas, antes queso ac-
ft DEPOSITO t)A 1'AliKICA TODOS
OS SANTOS DA RABIA. m
jj No cscriptoiiodeNovaesiX Com- 3
?3 panhia. na 111a do Trapiche n.l, ffi
3| vende-se |i.....10 de nlgodBo, e fio 9
^ desta fabrica, muilo superior, c ^
proprio para saceos de assucar, c m
i'oupa de esclavos. f\r
Vende-se o enaenbo Cupcssnra, distante da
cidade de Goianna, tres Iccuas, inoenle c rorrenle,
com boas Ierras do vanea do massape.proprias para
se pudor safrejar de i a 5 mil piles de assucar por
an.....boas mallas, -olla para so refazer mais de mil
raberas de gado, muilo slenle d'agua por moer
eom iirio denominado Cupessura : as pessoas que o
qiiizerem comprar, podem cnlonder-sc com Waii-
dcrlcs i\ Iriiiio, rua da Crol n. 21, escriplorio.
Couro de lustre frunce/.
Voude-sc superior couro do lustre fraucez muito
novo e machi a 19. I,5"ill0, 29 c 29500 a pello, por
eslr mu pouco dofoiluoso, pureni visla da quali-
dade n. compradores dirijo se '10 ou nao baralis-imo:
na rua do Oiieiinado loja de iniudczas da Boa Ta-
ma n. :l:l.
Botins de bezerro.
Vendern-se botins de bezerro trancez, o
7.SO0O rs. o par ; assim como sapatoes de
lustre, a l.S'IIHI rs. : no aterro da Boa
Vista 11. S, loja decalcado.
Potassa brasileira.
Vende-se a mais sujierior potatia, fa-
bricada no paiz, recentemente cheada
ciijosell'eilos serao satisl'atoriamenle pre-
henchidos: na rua da Cruz n. 20, casa
de L. Leainle Feron ci Companhia.
Cavullos.
V.....lcni-sc tMias paielhat de cavallospara carro,
bonitos, novos e grandes, c mais um ravalln para
cabriole!, grandee bonilo: na rila Nova, cocheira
u.6l.
Lencos de cambraia de linho, linos,
a*00TS,
na rua do Crespo, loja da ctquina, que volta para
a Cadeia.
Na roa Nova, 11. 2, vende-se i dinheiro visla
Palitos de brim para hospede......IsOOO
Jaqurtns rio risrados para os mesmos 19000
Colleles de foslflo.........19000
C.ilr.i- de brim brauco.......99000
Vende-se urna negra moi;a, do bonita figura e
perfeila engommadeira ; urna dita Iwa costureira o
sabe fazer labsrinllio; qualro ditas mocas e com
aluumas habilidades ; urna mulata moca, de bonita
(igura, sabe coser e engommar ; urna negrinha tte
II aonaa, muilo bonita e cnin principio de costura;
una dila de ti annos, com principio de engomraa-
do; urna mulalinha de 10 anuos, muito linda e es-
perta ; duas iiegrinhas de Halo auno-; um niiila-
iiulio. com 13 nmios. proprio para pagem. e com
principio de alfoialeeuiiiiln lindo; um inolequinho
de 11 anuos, muito lindo ; qualro molecutes de 18
a 20 annos, e qualro negros para entada: na rua
larga do Rosario 11. 22. seuundo andar.
vendem-se em casade Deane Youle & Companhia,
rua da Cadeia Velha n. 59, tanto para honiem, co-
ran para aenhora.
Vendem-te Iros casas terreas, e duas mei-
aguas, seudo duas casas na rua da Praia do Caldci-
reiro na. 2 e 17 ; 1 tercoira no becco do Pocinho n.
9, e aa duas niel-aguas na roa da Palma na. 2 C,
e9 D: a fallar rom oeorrelor geral M. Carneiro.
Rap de Lisboa era frascos, a AetJOOi-,.
chegado uestes das na barca Olimpia na rua
doQueimado, loja de Joaquim Honteiro da Cruz.
Vende-se urna escrara, crioula, de 28 annos
de idade, entahoa e engomma bem. e cozinha o
diario : na rua Direila 11.69.
Na rua do Rosario da Bna-Vlsta, casa n. 16,
vendem-se 19 arrobas de velas de cera de carnauba,
simples; assim como dez varas de bico largo.
Farinha de mandioca a 4,500 ra.
No trapiche do Cunha, da rua da Moc-
da, vendern-se saecas com farinha da
trra torrada, a .s.illll rs.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vendem-se saecas com farinha da ter-
, muito nova, mais barata de (pie em
oulra qualquer parte : a tratar na lo a
ii. 26, da rua da Cadeia do Recife, es-
quina do becco Largo.
Rape de Lisboa em frascos, a AgOOO rs.
chegado estes dias na barca Olimpia: na rua do
Crespo, loja de Sequeira ifc Pereira.
Rape de Lisboa em frascos, a VgOOO rs.
chegado estes dias na barca Olimpia : na rua
ila Cadeia do Recite, loja de JoAo da Cunta Ha-
galhaes.
Vndese agurdente de canna su|>crior, pro-
pria para o lempo presente : na fabrica de espiri-
tes da rua Direila n. 17.
No aegundo andar do sobrado n. 14, na ma da
Cadeia de Santo Antonio, vendem-se coeirns borda-
do* de matiz; e apromplam-se de encommenda toda
qualidade do bordados e labyrintbos com perfeicAo
e preco commodo ; r lambem bordam-sc collelos.
Na nova loja de 3 ponas, na ma 4o Xiltraaaen-
to, a. 8,
vendem-se cortes de chita, com :t barras oiir lisas,
a I9H00 o 20000 rs.,dilos de canso de cor com abar-
ras, lindos padres e cores Haas, a 29H00 e :t000 ;
chitas francezas com barra padrees modernos, o co-
vado 900 e :i(IO rs.; riscadinhos francczes ero cassa,
o covado 900 rs. ; lencos de seda de ci'ir a 1860(1;
ditos de cambraia com bico, a 390 rs.; corles de ves-
tido de cambraia ,le cor e hrancos. com 2, :1 e i ha-
llados, a 49500,59000 e 59500 rs. ; mantas de seda.
a S9500, 99000 e 98-500 ; chapos francezas forma
moderna, a 05500 e 78000 ; pera de hrelanlii He li-
nha muilo fina com 6 l|2 varas, a 3200, :l5600, la
c 18500.
Vendc-e urna bonita balanca, para botica, e
lindas mangas de vidro para candieiroa: na rua da
Cadeia, loja de Bourgard.
ESCRAVOS FD6IDM
No dia ideselembrodesappnreecu do enge-
nho (iuerra riclpojuca, um negro por nomcFeliv,
crioulo, alio, liem preto, muilo barbado, corpo re-
gular, cara descarnada ; foi do serian do Ceara: le-
ou umquarlao capado, rodado, grande, gordo, na-
tieo de um quarlo, lem nos quarlos a marra N |mm*
el', c o esquerdo o numero I : queni o pegar, leve-o
a sen senlior Manuel Cimillo l'ires Filcflo, no dilo
ongeiihn.
30,000 rs. de gratificacao .
Do abolso assignado desappareceu no mez de ju-
nho do correnle anuo, um sen escravo de BecSe,
por nomo SchasliAo. o qual reprsenla Icr 10 alia-
do idade, alto, reforjado do cor|m, anda e falla bas-
tante descancado, denles limados, pos e lilaos gros-
sos, pouca barba, ror prela; levou camisa de algo-
dao trancado de lislras o cale.a do algodJo azul tran-
cado, lia "bula corteza de elle andar na Boa-viagem,
o cslaralli acollada por una prela lavadeira do nimio
Iguacia.o qual escravo foi comprado a Illma. Sra.U.
Marianna da ConreicAo Pereira, moradora na rua
das Flores J. C. Mllctita.
Anda contina a estar fgido o prelo que em
II deselcmliro prosiino pas-ado, foi do Honteiro,
a um mandado no engenho Verfflnle.acoinpaiiliaiiilo
urnas sacras, de mando do Sr. Jos Bernanliiin
l'ereira de Brito, que oalugou paran mesmo lini, o
escravo lie de nome Manoel, crioulo, baiso, grossn,
e ineiocorcnnda. com a barriga grande, lem um si-
gnal grande do ferida na perna dircita, ci'ir prela,
nadegarempinadas para frira.pouca barba.tem o lar-
reiro dedo da mlo direila enrnlliido, ,e falla-lhc
quarlo, levou vestido calca azul de zuarle, cami-a
de il." I.,., liso americano brauco, porm tevou nu-
tras roupasmais linas, bem como, um chapeo prelo
de seda novo, e usa sempre de crrela na cinl.i:
quera o pegar leve-o na Capungfi, silio de HumAo
Antonio da S'lva Alcntara, ou nesla praca. no
largo do Prlourinho, armazem de assucar ns. i c i
de KoniAo & Companhia, que ser recompensado.
-No dia I do rorrenle desappareceu um preto de
nome Antonio que foi oulr'ora escravo do finado
Mariel. depositario geral, o qual lem os signaes se-
grales : baiso, cheiodo corpo, ollios avernielhados,
Talla haisa o descancada, pisa mal por ler crasos
nos ps, com urna coroa na cablea, proveniente de
ler andado a vender pao, quem o pegar leve a rua
da*ClUies, n. IS, nriraeiro andar, ou na loja do
mesmo que ser reconi|ierjsado.
Desappareceu do poder do abano assigiiailn
o seu escravo Paulo, no dia 9 do correnle, lera 10
alios pouco mais ou menos, preto e meio-fiila,
crioulo, c lie lillio do Maraohao. falla muilo des-
cancada, e faz-se muito humilde; tem oincicatriz
no linio esquerdo da cabeca fechada de uouen. eila-
lura regular, e levou camisa de elida azul, o cerno-
la branca; foi do acadmico remando Alves ilc
Carvalho (do Maranhol o sabe-se que anda por
i Um la. Afogados ou oulros suburbios do Hccilc.
gratilica-se a quem o pegar e levar a casa do ab.uvi.
assignado, rua do Haugcl ii. t->. ou nos Akigailus
silio junto a igreja ite S. Miguel.
(Mlhrrmc AuijUtln Hailnguf Stllt.
Desappareceu na dia 28 do mez pastado, o
prelo Marleliaiio, de 22 annos de idade, lio crioulo,
acoco do corpo, rosto rompririu, orelbas peqoenas.
i osliinia andar o fallar de vagar, faz um geilo com
os heiens para o lado pouco visivel, jn foi turrado
quando foi escravo de engenho, levou calca e ca.
misa de algodao azul, jnlga-se ler lomado para as
bandas do norte, |mr ja ter morado nos suburbios
do (ioianna orno engenho Moge, e depoisde Ta-
quara. o mencionado escravo foi pegado em o enge-
nho Mangope prlo administrador do mesmo enge-
nho, o csso o remeneo algemado para o Recife por
lira ferreiro do engenho, o qual lirou-lbe as algeoia-
e as n an .ni era um s braco, com as quaes fugio o
prelo, periodoOlindi, noticia esta colhida do mes-
mo administrador que n romellou; e romoconsle ha-
vor pessoas que consontem oseras os fgidos cm taat
casas, ulilisando-se de seus servidos, o Sr. do dilo
escravo protesta juslicar qualquer pessoa quo tal
crimecomcmla.roga-se as autoridades policiaes eca-
pililes de campo, e pessoas que dclle livereui co-
nhecimenlo a -da apprehcn(;ao,quosegraliflcar.i ge-
nerosamente.
Attcncao'.
Aindi contina andar fgida desde o dia 12 de
novembro, a mulata de nome Bernardina, que re-
presenta ter de :15 a W annos de idade, com o iu-
naes teguinles: edr alva avermelhada, rosto com-
rido, narit grande, olhot um tanlo (equcnos,
olios crespos, lem bstanles manchas de panno pe-
lo corpo, bracos e costas, altura regular, um tanto
ctela do corpo, e lem as mos trmulas quando |ica
em qualquer enusa ; levou vestido branco, cli*
do quadros enramados e rosos, sapalos de couro, um
panno de laa encamado e liranco, e mais alguna
roupa ; a dita eserava helilha de oianna.ela leal
alguna prenles, ej por 3 vezes se tem visto andar
por hi, e em Cruangv aonde lambem lem prenles:
portante, roga-se as" autoridades policiaes, capillo
de campo, ou qualquer pessoa do povo, do apee
lieude-la e leva-la Camina do Carmo u. 3H, pt>
meiro andar, ou i rua da Cadeia de Santo Auloiun
n.25, primeiro andar, que se dar muilo boa gra-
tificaran.
Desapptrcccram na fundicao d Aurora, na noiic
de 19 de agosto, os pretos Miguel, Angola, idade 1'
annos pouco maisou menos, estatura regular, nec-
eo do cor|Hi. rosto marrado de beiigas; Manoel, u"-
go, idade 30 annos, baiso, um tanto cheio do BJfpo.
levou calca de riscado d'algodo, camisa de madap''-
lao, bonete, chapeo de sol, ambos fallam descanc
do, e nao (eein barba. Suppile-se lerem sido sedn-
zidos : roga-se a quem os apprehender ou delles li-
vor noticia de dirigir-so a mesma fundicao que sera
bem recompensado.
Do abaiso assignado, fugio no da 13 do pas-
tado um escravo, crioulo, de nomo Ignacio, lem 0
ofllcio do carreiro, estatura baisa, roslo redando,
mura barba, olhos grandea e alguma coarta verme-
Irlos, porm nao milito vivot: levou camisa o cal'
de algodao azul: rog a quem o pegar que o Ira,
0 engenho Kodrigaas, na freguezi de S. I.oureni
da .Malla, ou na rua da Cruz do Recife n.W, qMt
ser recompensado.
Sebatlio Anlonio l'aei Uarrelo-
Pom.i
ia.
. M. F. e
-ISMi


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