Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02247


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Full Text
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por
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DIARIO DE
DE OUTUBRO DE 1853.
N. 233.
PEM4MBIC0.
PSI90 SA SBSCBIF9AO'.
Subscreve-ee a 159000 por anuo, e 49000 por
quartel i1'1-" adianlado, e i- ><*> por quarlel pago
,61 cid", na rasa do seu proprielario, M.Figueirva
rfiria, na piaca da Independencia, ns. 6e 8, eno
Rio de J. casa do Si Joan Pereira Marlins.
Baha c F. Duprad.
Ulacei a Joaqun) Bernardo Meudutica.
Faraliibi o n fiatal Joaquim Ignacio Pereira.
j-acalx u a Antonio de Lentos Braga.
Oara' (iuilherraeAugustode Miranda
M.i! imIi.i" t Joaquim Marques Rodrigues.
Pira' o JuitinoJos Ramos.
CAMBIOS DE 1 Di OUTBB.O.
Sobre Londres 27 / 60 d.
a Pars, 34.t
o Lisboa, 93 por renlo.
Ouro.Onras despalilllas .
Mocitas de 69100 veilias
c de fialOI) novas
< de 1'"
Prala. Palaces brasileiros. .
Pesos col* .narios .
c meiirauos .
Accoes do Banco. .
Descont de Lellras .
1K00 a 298000
....*.. 168000
......169000
...... 99000
......IWMO
......I99:w
......10800
...... io ir
......9alli)
WOTICIAS ESTBANOEIHAS.
Portugal . !UI de Agos. Austria. .
Uespa nlia . 8 de Inglaterra.
Fraila. . 8 de a Suissa .
Blgica. . * de a Suecia. .
Italia. . 3 de a E. Unidos.
Aleinanha 3 de a Mxico .
Prussia. . 3 de a California.
Turqua . . 26 de Jul. Chili .
Russia. . 31 de a Buenos-A .
Dinamarca 31 de . Montevideo
3 de Agos
27 de
3 de a
29 de Jul.
27 de a
16 de a
1 de Jim.
12 de *
2 de Salb
i de a
NOTICIAS DO IHPEOIO.
S. P. do Sul
Para' 16 de Selbr
M.ii.nili.iu 20 de I
Ceara'.. 24 de a
Parahiba 13 de a
Alagas I de Oulb
S. Paulo
Minas.... 2 de
H de Janeiro 26 de
Baha ... 30 de
1 de Setb
4 de a
HBTIDiSDOS COB.B.EIOS.
(llinil.i, lodososdias.
Vicloria, lias quintas feras.
Caruar, Bonito e Garanliuns, nos das 1 e13.
Villa Bella, Boa-Vista, EieOricury, a 13e28.
(joianna c Parahiba, segundase sextas.
Natal, quintas feiras.
BIAS SA SEMANA.
10 Segunda. S. Francis-
co de Borges.
11 Terca. S. Nicacio.
12 Quarta. Ss. Priscia-
uo e Doinmna.
13 Quinta. S. Eduardo
re.
II Sexta.S, Callislo p.
m.
13 Sahhado. S. Tiien-sa
\. c.
16 Doiningo. Marlina-
110.
AUDIENCIA.
Tribunal do commercio.
segundase quinlas.
Relaeao' *
tercas csabbados.
Fazenda
tercas eseilasas lOhoras.
Juizo de Orphaos
segundase 3. as lo horas.
Primeira vara do cieel
tercas e 6. ao meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quarlasesab.ao meio-d.
EPHEMEBJDES.
Oulubro 2 La nova as 7 horas, 47 minutos e
31 segundos da larde.
a 9 Quarlo rrescenle a 1 hora, 3 mi-
nutse 37 segundosda larde.
1G La cheiaas 10 horas c II miuulose
37 segundos da larde.
1 23 Quarlo mingoanle as 2 horas, 49
mi mu Uis e 31 segundos da manilla.
"IIaiB DE BOJE-
Primeira m 2 horas c 31 minutos da larde.
Segunda s 3 horas e 18 minutos da mauha.
(-
Hoic 15 do corrente, termina o pa-
itK'iilo ta siilisri-i |i ;,ni (leste Diario >
a razao de AfjOOOn., por quartel, edes-
la rala ca diarte s se recebera' u l$500
r., romo esta' estipulado.
PARTE OFFICIAL.
q
OVERNO DA PROVINCIA.
Expedicme do da 13 de ealubro de 1853.
(((lirioAo irapeclur la llnsoiirar.a le fafoda
liara mandar furnecer auacoinmaiiiJanle dos bala
limes ii. -J e .ida guarda nacional desle rminiri|.io
iiu4 lermuftdo artigo 55 das inslrurre* de j dflOU
liibrode 1850. o* livn|ireri-M>ara inalrirulasdos
mesini lialallie*.Cummunicou-so ao rcspcclivo
conimaiidante superior. .
KiloAo im'Miio, rwomiiioiiila.ido que mande a-
diantar -Iniezmde teodfMntM. au rapilao do >."
bitalhlO de infamara Fernando Antonio Ko/auro,
at-ha noiteado para ir , de IJml Veiaa, no foniuiandii do de*lari-
im'iilo\olanleda comarcada l'aje ile Flores.
I'arlici'Miu-se ao conuiiandanle da-t a/mas.
HiloAo ine^mo, Iraiisinitliinln o avino de lellra
hiI u. Il>. DI iinporlaiiria de 3619079 rs.. Meada
i-'i- tbesoiiraria de fa/enda da pioviucia d<> Hio
(rinde do Noirte, sobre a desla e a favor de Camilo
Ildefonso Enicrenriano. l*arlicipou-se ao E\m.
[iresideulo daquella provincia.
luloAo mesmn, para mandar adiaular ao l-
enle doK.* b.ilalliao deinftiiilaria, Malhias Vieira
dcAcuiar, dous me/es deeuit*venciinen(o9, visto
ler elle de >emirqnanlo antes para o l.imoeiro, a-
lim de fa/er parle do destacamento volante daquel-
|,i i .im.irc.i.r.miiMiuiiicmi-M' aocommaudante armas.
hitoAo metino, para que mande adiaular aos
.ilferi1 promoN idos |or decreto de Mi 1I0 isohIu ul-
liiii, Si'UMmiiiido de Aguiar, e Manuel Itimii/io
ilp >oiu;i. tres me/es de toldo, para Ibes seren des-
contado* m* termos do arlien 2S da lei u. 5lttle2S-
deoulnliro de 18.8.Inleirou-se au coiumaudaute
da xrma*.
Hito Aodcsembat^adorcbefe de polica, recom
imiid-indoque fara recolbcra cadeia de Olinda, ou
a de-da caplUI s presos da de lauaras-, ODiqiianlo
se f.'ifeui nesla oscoucertos de que carece. Vwfl ba-
\cr u marccbal commandanledas arnias irpresenla-
do que as prisoes da fortaleza de iLimarac.., por
falta de scRuranca nao aatlo *m oslado de aeren]
nellas recolbido'tos mencionados presos cuino se li-
iihu ordenado.Gommancoo-ae ao referido marc-
cbal.
DitoAomesmo, inleirando- delia\er liansmil-
lulo a (lii'-i.in.ii i.i da fazenda provincial, paraserem
paca estando nos termos legaea as dnas eonlaa das
t|e-pezas feitas rom o smlento dus presos pobresilas
ladeiasdos termos do Itouitoedo llrejo, a primeira
ilos meies de jullio a selambro, c a seumtda no ulti-
mo dus meiicjunados inezes.
i'.' -- \" iii-| i-- i "i do arsenal de marinba, dizen-
M que, nao se jugando aulorisadn a emprear cou-
|viine S:)*1, requisituuem eoaofllcioi na. :i"8 e399
ocapliao-Uwanu dawnMdaJoo llapiisia deoti-
vcira (iuimares no ejercicio em qnejaealeve de
lindante daquella inspectora, val levar o* citados
oflit os ao couliecimeuto do E\m. Sr. ministro da
mantilla, atim deqne elle resolvu o qnelbe parecer
anb acertado.
HiloAo director do arsenal do uuerra, Iransinl-
lindo por copia o aviso da repartico da guerra de
lude "Clcmbro ultimo, declarandoba\er-se resol-
\idoque uaiuatlnaoM ananaeade guerra como
lurualeiros, nao Icnbam ttulos passados por aquella
ivparlicdo, e determinando que se pagua a Iran-
CnroRuMirol'aYlOO que liver vencido cdeiado ile j
recabar por falla de titulo como meslre das offici-l
as de leu i'ii.i elasse to referido arsenal. I _n.il
copia remetteu-se a (bi>souraria de fazenda.
DitoAo jai?, municipal da primeira vara desla
lidade, iiileirando-u de baver designado a Smc.
para presidir a exlraccao dos billieles da loleria do
Kosario da lloa-Vsta, a (|ual davalar lugar no da
87 du trrenle.
DitoAo curador de Africanos, cninmnnicdiido
que, por ordem da presidencia foram enlreuues no
da II ao encarrenado do bospilal reuiuieulal para
o lervico donicino bospilal, dnas das Africanas h-
ns exisleules no arsenal de guerra, sendo nina de
DOnte Porcina e a OUtra Honorata com um lilbo uo-
aor, Marcos.Igual coinmunicai^lo h fez ao juiz
do- le loa.
hiloA" coniinnudauicdocorpode polica,Com-
iiiunicando que, secundo cou>(ou do olliciodoca-
pUo iKxunuosdc I.iiua Veiaa, cominaudanle do
oedacanianloda Villa-Bella auwnlaur-ee sem leon* I
i.ae comiodo o seu alumnenlo carluiame <> aol- I
dadodaquelle corpo Jos Huma o doNasciincuto. que
eaeliava desuarda r alrin diso de seulinella na ca-
deia daquella villa.
DiluAo inspector da lliesourara provincial,
lommuuicando, alim de que o faca constar au ad-
ministrador docotwulado provincial, que concedeu
i" das de licenra com vcucimenlos ao ebefe da ae-
.oiida secrao do inesmo consulado Jos Ignacio do
ltego, para Iralar de sua saude.
l)iloAo commaudanle superior da guarda na-
cional de Sanlo-Anlo, recomiucudaudu cx|>vdi-
t,M Ir-,i.i- urdens, para que o rommanihinlo du ba-
IiiIIi.mi de guardas uaconaes da cidade da Victoria
preste com brevidade as praras que Ibe foreni raqul-
idladaa pelo juiz de direilo daquella comarca, para
escollar os recrulas que .harem de ser remedidos
para esla caplal.
DiloA'cmara municipal desla cidade, cum-
municando, alim de que d as providencias necet-
-arias, que o director das obras publicas partcij
baver na larde de bonlcm cabido urna das linbas
que Misleutain a primeira ponte da ra da Aurora,
a qual precisa de promplos reparos, c beiiiaaaim
que a ponte da mesma ra fela por Starr A Compa-
Jibia coiilcm algumas estivas j.i an ainadas ccoui
buracos.
. >> Sem duvidar de sua deicacao aos prinrpiosde
"rdem, ncm est|uecer os serviros que Vine, tem
prestado ao goveruo, julguei conveiiicule exonra-
lo du carao de delegado d<* polica daase lermo, ilau-
do-lbe por successor o Major Joao Nepomuceno da
Silva l'ortella, alim de que concentrando elleem si
a auloridade de commaudanle do destacamento e
agente de polica poswa melboiaro eslado dessa co-
marca,tirando aos criminosos o pretetto que allegam
de seren perseguidos por vingan^as meramenle pes-
soaes c nao |wr amor da juslica, o que communico
.i Vmc. para sua Dlelligeiicia, aaperando do seu pa-
Irolismo e lambem da boa voutade dos amigos da
ordem, quecoadjuvem ao mencionado delegado no
deaeropenho da commisso de que \ai encarregado.
Dos guarde a Vmc. I'alacio \> gobern de Per-
narubaco, 7 de oulubro de 185;.. Jtr Hmto 4a
Citiiha e t'i'jueiredo. Sr. Mauoel l'ereira da
Silva.
O presidente da prouncia, allendendo ao que
Ibe represen (ou o ebefe de polica, e a que convam
com entrar na (tossoa do couimaudaule do destaca-
mento de l'aje de Florea (oda a achilo policial, re-
sol\e dispensar do cario de delegado de polica da-
quelle lenno, ocidadao Manuel l'ereira da Silva, e
Momear em seu lugar o coiiimandaule do dito dcsla-
cameulo major Joao iNepomuccno da Silva l'ortella.
Palacio do uoverno de l'eruamboeo, de oulu-
bro ilc 18VI. Jote Itentii da Cwtho $ Fiyurireda.
EXTERIOR.
A paz acia assegurada e a
ida. Eisiiqui o fado feliz, i
que leve servir de poulu
i i-e do Oriente tenor
< acouteriiuvnlo salu-
partida (odas
n
l.
re He \ oes que pdem anda ser feitas sobre a quest
I Oriente, A crise e ;os babes e felizes da diplomacia europea, que ahi-
la una vez mais acaba de llvrar o mundo dos lior-
! rores da guerra. Esln persoeranca da diplomacia
europea em inanler a paz, ba quarenla anuos be una
, das mais adimraves impiranies da ci\ili-ac.io uio-
derna, urna das malorea obras do nono aaeulo* a-
quella eiulim que tomn lodos as [miveis.
A boma que perlonce a diplomacia de lee conser-
vado a paz, se partllia entro lodoos aovemos, e
nao Tora associar--c a obra parilicadora da diploma-
cia, procurar mostrar o Irabalbo de cada Rovemo
e dizer quaes foram os mais ronslaules e mais con-
ciliadores. Necea uesociafAu se nraeicou de flrmea
c conciliaco, e bouve-as, sendo cada una deltas
empregad convenieiilemaule. o resultado mais
bailo lo, (o esclarecer a lampo, sem o oflender( o gabina-
le rarao. Logo que elle eampreliendau que a Europa
(nilii .i mesma intcnco, inleiirao de conservar a
paz e nao de tirar a Hossia a preponderancia conve-
niente e limitada, que ella devo ler no Oi'icnle.loijo
que vio que a guerra era nina prohabilidade de des-
pertar o espirito revolucionario, elle ceden ; cedeu
por espirito de sabedoria e inoderacilo c mo por ti-
midez ou fraqurza. Se aRmeia livaiaa pressa apoderar-se deConsiHnlmopb, se ella n.iu olliassc o
imperio ollouiano como una beranca, que cedo
ou larde o lempo Ibe ba de Irazer, lena podido f
car contrariada e ollendiila do obstculo, que a Eu
ropa pareca aprc-cutar-lhe liedle uiomeul
como ella nao tem nem pressa, tem impariei
ino se er em estado de esperar, basla que
paraba no Oriente um novo berdeiro ; b
que nao escurecan seu futuro. Eis aqu,
razan poruea Itussia enlende quedeve par
morar auas usurpanes m Turqua sem ruc
<>K|M
bis aqu i
uliam;a i|ue a |(
cada pelo lempo
mea elerisando
perlauce tratar
; lllil:
ia, co
o an-
sla-lbe
(mis, a
re dc-
sem riscos c sem
lia enlende que
sia tem em seu
Nao arrisca ella
i '.' Sao quesles
l'tita 1*1081 ia-
FOLHETIM.
FER\\i\D0 DIPLESSIS
ni
MEMORIAS DE UM MARIDO.
m-a Bvaiasta flva
SKiKA PARTE.
XXI
Eu nao linda (ornado a ver Mr. de Vareuil desde
aquella noilc da Opera Italiana, depoi da qual re-
" i i delle um blheie lacnico em que, ailudndo a
jN^fereiicia que madama de Meligny pareca con-
'eder-me, (ci inina*a por estas palavras : fOt*r me
'( dr pagar i**o, uwu charo.-
O coronel pouco lempo dermis dessa aventura par-
lio com seu regiuieolo para Alaer. e agor*a voltava
m (:u\ nl.i sua> eicoesperfeitanienle bellas e mo-
renas pelo sol da frica (inbam una cipressiloan-
da mais varonil que antes de sua partida ; sua ex-
jrema elegaii'ia, sua llgura galante e marcial, sua
"ilrepidez cavalU-irosa, e seus hbitos de lioa com-
Nnhialornavam Vareuil a primeira visla um ho-
uem mu seductor, o bem que fosse tolo, seu des-
embarazo, sua cIhmmi nce. sua insolencia e suas la-
bias podiam um instante engaar a qualquer sobre
* pobreza de seu espirilo.
A presenr do coronel em casa de madama u-
plessisme era jnHupporlavel elle dizia que linha
r*prc_a/ias u exereer contra mim acerca de seu
;^-"-"''
incouvtrmnle
leve ceder. A
fu I ii lunera jul
perder tua ep
grave, que un
nenien!.
A Hui-in eeileu. poU, quandu te vio su aliante di
Europa, un para tallar de un lliodu niaisjuslu e
miiacuniuriiie aue-|iiritu ile up-uriaro, quaiiilu
mu i i a laern podi relwnlir com lod as prc-
liubiliilaiIcKile ilr-ainiein eperliirlian'iexpiu a guer-
ra Ira/ lioje COnHigO,
A luai>i lioje ila Itussia iliinledlBuropa se p.
rece de aluiini modo eomi K'rmri mu IHW,niqoali
primeira criie di qoetllo de rlenle, llem ubenm
Hiiene p'lein untar ilillereiiras gravea, Indivil lia
mili gruida senii'lliani.ia, que ilumina ludo. Em
IS1II Iranra Htcluiva l pranle a Eurupa ; em
ih.iI, Riuaia se achou lamban su dilua di Eu-
rupa ; em mi, icaguerra livena rompido, darla
lambem prababilidadei revoluello; c rio tan
probabilidad.!, que ogoverno dord l.ui/. l'lnli|ipe
naoquhlaiercorrer.Europa,eeedeu. (Juanlo a
na.qiieeni ikiu iieleiniemus a poltica paeiflea du
rei l.ui/ Philippa e julgamea que a coiuvIMacio da
vireii-aliia ilu Euvplo nAu valia os perigoa da Ier-
ra, ile mullo ba vunlada lelieilamoa o imperador
da llu-.ia pur ler lambem prcl'criilo a pa/ a guerra e
i poltica europea a poltica oriental.
Opponioe a poltica europea poltica oriental, a
eis aqu a ratto : 0 Oriente nao OlU COMliluido, e
la* ii civilisarm da Europa mili c\re|n;An cada dil
manir c nienusHupporlavel; ri eicepcao lie una
causa ibipcrlurbai.nes. no Orienle para oa daaaou-
teiilamoiilus e prcleiiriics que ella inipiri.....i Occl-
denle lelos daaejoa generoaoi que Un nasrer. O
Oriente procura conllluir-aa da um modo anlogo
au ila Europa ; mas os povos uju pii,lein-c ioiis-
truir sean cun milito tiuballiu c auilace ; lie a
triste ventado que nos aina a historia."
A pdilica oriental he pola urna nolilica elieia de
probaliiliiladc eeveulualiiliile., chela de agitacfo
c iniivinienlo, be nina politiea de guerra, A polli-
ea da Europa palo contrario he nina politiea de pal,
porque a Europa esta conttilulda, porque leru por
luda aparte um rgimen suiial e poltico mais uu
mana conforme civiliuyfo. A Europa lera medo
le ludo que pode perturba-la e dewrgaoiu-la ; ella
ra o >faiH-,/iio e deseja a sua conaervac|o por
lurte, inesmo no Oriente, pusln que o estado
Oriente nao eoinporle mais um longo Ilota-
uuu.
He lao Tardada que o estado do Oriente nilu se
praala ao lalu-ayo, que cada goveruo europeu,
riinfornic os acoiil.iiuientus u levein a se oceupar
ni........menos delle. procura la/er prevalecer una
eonihiiiacao, que Ibe d urna nova forma c u laca
roviver. A regeneraran du Orienle e sua entrada no
circulo, he n podra philoso|ihal que lomea obrigadm
a achar. (lu o Occidente perecer o ser mbtlituido
pelo Occidente americano, uu entilo o occidente eu-
ropeu dar inoviinenlo e \ ida a seu irmlo mai
ido
loda i
d
Ibodo Oriente, ha inuilo lempo impoleiilec paralv
lico, ou mis Ihe enviaremos a vida ou elle nos man-
dar a inurle ; he preciso quo elle viva como nos uu
que inorramos cuino elle.
Cada goveruo, pois, lem una receila e segredo
para realisar a regeneracao do Oriente ; o segredo
da Itussia be absorver pnuco a pouco em eu seio e
ciu-urpora-lu a si sem se apressar. Em IHiO a Franca
linha fcilo seu romance para u Oriente e coulava
realisa-lu ; rumance geueruso eavalleircsco.um pouco
, Imiii, i ir,i i.......fa'/emns de muilo lioa vonlado em
poltica, depuis que fa.emos muilu mais dcsle ge-
nero em litteralura. A idea geral desso romance,
que assini o denomiuaiiins, porque nao leve suc-
ceamailo, era fanra reslauracau do Oriente, ani-
mando ns esforeos das diversas iiacjunalidaden, que
elle encerra em si. Assim he que a lirecia foi entre-
gue i vida. Em IMitl, Iralava-se du Eg>plo e pare-
ce que debailo do goveruo de Mebemel-AH, elle
pareca vnllar a ser um estadu; lalvc/ que se esli-
^esseenganadu ; mas pelu nienus havia all un po-
der. A franca aniiiava aquelle puder e o favore-
ca. Em lugar de abater succcssvaiuenle ludu o
que se eleva naturalmente no Oriente, ludo n que
nasce uu du geuin de um liomein ou do patriotismo
das poplares. a Franca pensava que devia apuiar
MforcM felices e i-ullivar os gerineus desabru-
chailus un avio ] em vei de prelendcre cooperar
para o aniquilanieiito da vida no Oriente, a franca
quera favorecer o seu ilesenvulvineulo. Ern essa
idl applicadl a lirecia c ensaada na Moldavia
a ni Vulachia, que a I-ranea luinava para principin
e meiu da regeneracao do Orienle ; ella nao procu-
rava Torcas fura de si para o Oriente ; lomava as
que i inli.i a proeurava lirmar e ilirigi-las. A Euru-
pa naoquer tentar nu Eg\plo una nova applicacao
dcsle principio de regenerac.io, uu porque eiiteudcii
que o Egjplo mo leprcetava a isso. uu porque re-
ceiou vc-lo engrandecer debaixo dus auspiciiw da
franca. EJIa se iinin, pois, para declarar i fran-
ca, que uu devia pomar na quasi independen-
cia c no protectorado (ranea do Egypio. Quaudo o
guvernn 11 i...../ vio o sen pcnsaiiieulo isolado na
Eurupa, quandu comprebeudeu que linha de lular
contra ludo o uiuiulu, ceden e reuuncjuu sua puli-
tica orieulal. inlu purque a euleiulcsse mii ou peri-
gosa para a Europa, mas purque preferiu a ludo a
unspr\acao da ull, A regeneracao da Orienle be
lalv.1 a salvacao do fuluro ; mas a cunservacao da
pa/hea sahacaodu presente. NAu se pudia hesitar
nuil.
Urna coma MbreludoBOi ra crer que o goveruo
frailee/. I'ez bem em ceder em IriiO, e que fui injus-
laiiicnle que sua muderacao foi olbada cumu una
fraque/a por alguinas pessuas, he que I Kussia acaba
do seguir o seu cxemplo, e que ella o evplcou, iin-
laudo-u. Nao, o medo nao lio que fe/, ceder a
Franca em 1810, c a Kussia cm ISj:i i he um seuli-
iiiento mais nubro e mais elevado. Ellas eeileram
au medo de perlurharem a pa/. europea e ludu esse
grande rgimen sucial fundado cm una paz de qua-
renla anuos.
A nioderacao quo nioslrou a franca em IKiOe a
Itussia em IKVI. nos parece lauto mais digna de al-
tencu e de elogio, quanto a pulilica que ambas
qui/.craiu fazer prevalecer no Oriente, linda gran-
des razes de ser ou no inleressc da Europa, ou nu
das pupulaces cbrislaris du Oiieule. Ja uiuslranius
qual era o principio da poltica orieulal em 1810, e
como a franca quera a regeneracau do Oriente pelo
Oriente incsiii......|ue (alvez be o nico meio de im-
pedir a siiadivisao. Nan queremos \ullar nutra ve/ i
essa idea (lodaria seja-iiuspermilldufazerubservar,
que nu principio da crise du Orienle,a iuiprensa iu-
gle/a, quandu eslava mais preoecupada da ques-
l.in do que da crise, moalrava de uiiiilu ba voutade,
que futuro ah poda baver para as populanics
chriliai da Bulgaria, Serva, Maccdunia, Bospborue
do Epiru. Essa solliriliidc nao se prenda senao ,i
dea franec/a ile IKiO ao principio da regenerac.lu
du Orienle pelo proprio Orienle, muma que a
franca au linha lakez razando applicar ao Egvp-
lu em IKiO, mas que he todava o nico s>slema que
pude embarucar aquclles que nan querem ver o fu-
turo do Oriente na cunsenacAu indefinida du .sla/u-
ihii nu na parlilhaeulreas putencias limilrophcs.
Assim cumu u que recummeiidava a pulilica orien-
tal da Franca em ISil) era a ideado futuro que en-
cerrava, assim l.iiniieiii o ipie recouimenda a polti-
ca orieulal da Itussia cm IK-Vi, he a idea que ella
cnnlini du proteceau e de assislcncia as pupulaces
cbrislas ; erecuiibecemusque ella ahrange mullas
nutras ; idea que pude eumbiuar-se com a ambicio,
masque unfaz inennsa fnn;a da pulilica oriental
da Ruada, purque be una idea pupolar c generosa,
felizmente, pur una admiravel cumhiiiacau docir-
cuiuslaucias, a Turqua nio pode dellender-se das
usurpaccsdu prutecluradureligiusoda Itussia, se-
an .lercendo ella mesmo nina protecelo generou
e liberal sobre as pupulaces christaas de seu inpr-
, elivranda as de sua looga oppreaio, de tal sor-
pie a accao du puder, que quer prnleger.e aaccu
do poder, que ntu quer ser. protegido, se evercam
ine-mn sentido; nto be, no sentido da emanci-
pacfjo e do inelliuramentu dus nussos irmaos ebris-
llM du Orienle. O unico men que lem a Turqua
de au deivar I Itussia fa/er bem ;is pupulaces
rliiisi,"i,-iH, be fa/er-lbes muilu ella iiiesmu, be fazer-
Ihcs mais du que a Itussia pudesse fazer, c be para
esle peusamcnlo que na eoiiselho da Europa cnca-
minbainogo\erun liircu. Ha daqui cm diaiilcemu-
lucu cnlrca Itussia 6 a Turqua, qual dellas mais
conconer para omancipacau religiosa e civil dus
cbrisiaosdu Oriente. Benuligamos a providencia
por aara lendoncia benfica, que ella imprime nos
aculileciinenlus pulilcus. ( Journal det Debata.)
n.i"
vido entre a Iropa e os criminosos que fugiam
rcsullou o mais leve ferimeuto.
Esse Jus Antonio be um dos comproincltidos
na revolla da comarca de l'aje, que deivou de ser
coinprehendidu na amnisliade 1K."il,|Hircausa di mur-
Ic do padre Joaquim Jos de Veras, que uns que-
ran) que fosse crimo |Hjlitico, e oulrus verdadeiro
assassinalo.
Na Alaga du Almeida, dislrirtn de Baila- verde,
no da i de selembro. um Antonio Mcudes. em al-
lercai;.lo com um Bazilio, dra ueste um liro, dei-
m mil i -ii gravemente duciilc deum caroro de chum-
bo no pcilo. Mendcs evadio-sc iinpunemeiilc, o
Ha/din armado de fac.lu, procurando segui-lo. en-
coulrou um lal Jos Aleiar.dre, hmi daquellc. c
com elle Iravuu nova lula, da qual u novo conleu-
ilor lahira gravemenle ferido dus golpes do faci de
Bazilio. leudo sido ambos presos em flagrante.
A comarca de l'aje, que quasi sempre he devas-
tada por continuas o rigorosas seccas, acha-se actu-
almente a bracos com horrures de que he susccpli-
vel esle fla.ello; lano pelo que perlence a eseassez
o caresta de alimentos para os huinens. como pela
falla quasi absoluta de parlo, cm nimios lugares,
para os animacs.
As cmaras de sangne, que muilas victimas fize-
ram na comarca, principal monta as enancas, tem
cessadu, c em geral a morlalidadc ba diminuido ba
dous mezes.
A I.ii mi,.i veiule-sc por ora a 6i patacas o alquil
re, .1 li-i|.n. .i mi ilil.i- ii ;,li|ui-iie, o imiii, a Inditas
o arroz a 48 ditas, o sal a IU90U0 rs. A |iobreza j;
nao compra, por uo le de que faca dinheiro, de
mudo que usmeiidignsuiulliplicam-se diarianieiile
Indus os gneros devem subir gradualmente se .
chuvas.que se esperam emouluhrn e novembro uau
viereni desfazer os clculos dos usurarios.
-------- i HMM ---------
REPARTICAO DA POLICA.
Pane do di. 14 de oulubro.
Hlm.eEiin. Sr.i'arliripn a \. Ble. que das
parles buje recebidas nesla reparljcu, cunsla tcreiu
sdu presus: anrdeni du delegado }o primeiru dis-
Irclu desle lermii, u africanu Benln, sem declara-
caudo mnlivo; a ordem du subdelegado da fregu-
/ia de S. fre l'edro lioncnlves, u porlugucz lias-
par l'ereira da Silva, por desordem; e a ordem do
subdelegado da freguczi.i de S. Jos, o rabo du no-
no balalhao do infanlaria, Miguel Correa de Bar-
rus, c o paisano Apnlinario Josi- laindidu, por bri-
girem, resultando ahirem ambos feridos.
lieos guarde a V. Eic. Secretaria da policil de
l'ernanibuco I i ileoulubrode 1853. Illm. cEim.
Sr. roiiselheiro Jos liento da Ciinlia e.f ieiieiredn,
presidente ila provincia.O desembargador Cae-
takoJoti da Silva Sanliagn, chefe de polica in-
terino.
COMUIMCAIIOS.
A ponte do Recite.
Quandu livemus a uusadia de apresenlar au pu-
blico algumas cunsiderares acerca desla inipurlan-
le ubra publica, fuios impedidos snmeulepelu inle-
ressc que dedicamusausmelhnrameiilosilu pai/,sem
preleiidermos consliluir-nos advogado particular de
neiihuius)slema do cuiisliuci;o. nem lachar dclc-
viana a preferencia dada pelo Sr. eiigeuheiru em
ebefe. Ouizenins principalmente culher iuforma-
ees e esclarcchnentus, provocar discussao provcilu-
sa, e regusijamu-nns de que au fui perdido o nosso
Irabalbo. 0 Clame desle transcendente assiimplu
ni sidu He til, quevimus uSr. Dr. Mainede
que vimos uSr. Ir. Mainede. cun calcula vagamente a punte siis|.....s, em duu
i iiigenuidade do liuniem que nfo be leiinuso e de- I H0, de -oiisli ucru e a de pedra
.l'l.l kl ,111,1 ,1^111.111 I ., IPnill. ......l.r ..... .......... ,.._____I ..... -
que se despreudeudos livrus de engenharia, cuja
leilura, lodavia, oulr'ora Ihe foi agradavel.
Mas dciaiidu estas cuusas pequeas, digamos
lambem poucas palavras subro a solidez eonleslada
das ponles suspensas, itlo he, eonleslada quando el-
las saoevlensas e largas, c evposlas aos veulus e
oiidaco. Em soslenlacao du cunlrario tomamos a
liberdade de apresenlar oexemploda |ionle dePesI
rcccnlemeiilc cuiislruida, e cuja sulidez havia sidu
experinieutada deum mudo muilu significativo. Mal
pensavamos cnlAo que do que escrevemus a eslo
respeilu. se pudesse lirai arguaHntO em contrario.
Tendu mis dilu qne lli mil liomens e _7ll pecas de
arlilbaria baviam panado aquella punte em duus
dias, coiicluiosiii.ularmeiileiiSr. Ilr. Mameile, que
liara baxer aquella passagem fui necessariu que ella
se ellccliiasse em duus dias c lalvc/. mais. Pedimos
porem liccnc au Sr. director da- obras publicas, pa-
ra asseverar-lhe que a passa.em de que se falln nao
foi demorada pela suppusta imlabilidado da poule
para susleula-los, pois que os hngaros inarcbaram
|icrseguidos de |erlo pe eitrcito iiiqierial, o du-
rante aquella passagem, a plataforma da punte a-
presenluu sii urna enurine pinha de suldadus. A
razAu purque o numero de tropasmenciuiiadu alra-
vessou nu decursu deduusdias, fui porque os eier-
eilus passaram e repassaram em diucrcules occl
ies. A respeilu linda da pnulc de Pul, quando
a Sr. Ilr. Mamedeiluvida da nossa exaclidao as
diUMJMON, c uolicia-la cun-.lruci.'au que tlella de-
mus, impula-iius urna asserc-lu que iko cuiiliu o
nossu cummuiiicado, deslnie um raslellu que elle
prupriu levintou. So reparar para islu ciuu alten-
cao, con\ercer-se-ba fcilmente du seu engao.
O Sr. cugeiiheirn em rhcfe cita lambein cuulra a
solidez das ponles MiapMnai o evemplode algumas
puntes francezas que tem desabado. I'nderainus
lalvez dizer cun arcrlu que us eimenheiros Ir,une
/.es. superiores aos ingle/es em Iheuria, coslumam
sesujeilar a ella demasiadameiile, c que as suas
cun.lriicciics nem sempre rio das mal solidas. Mas,
para servir-mede una compararan vulgar, purque
lima rasa, na appareucia muilo bem construida,
succede rahir, segue-se que nao se devain eililicar
casas, porque do punco solidas bu* I.....slrucces'!
Cahiram as pona di rgana ede Roche-Berriird,
e eiilrelanlu aliiram e cunslruem-sc linda tantas
puntes suspensas. Sem fallar lias que exisleiu so-
bre o Tamul, b em toda a immeiisidaile dellas, pe-
dimos lambem venia para insistir em duus exem-
plos. A punto du e-lreilo de Men no paiz de
Gallea, acabada em ls_:>, lem :lll pea de largura, <
"ilill cutre os ponto) de suspensa o recebe a torca
dus vnda-aes furiosos daquella iriito. A ponto
de Buda, ja rilada, he lalnhcm um cumplo de que
laes conslruccoc.s inspiram ronlianca, dio prox as de
sulidez e san anda usadas na Eurupa.
I'ara eiicurlar ruta e ecnuuiiiisarmns o nosso
lempo, vamos concluir, resuniiiulo as nossas ideas.
Como nbjectos de mais momento!! consideracao
na esculla du s>slema de pnnlc que se devo adop-
tar, aponlamoi a solidez, o cuto, a franca naxeg.i-
co do rio, a elegancia o o lem|io de cunslrucc.lo.
Sobre a sulidezja disserlanins. Em quanto ao rusto
o Sr. Ilr. Mamada aprcuntou agora um calculo do
cusi dararntrucettoa dos reparos da ponle suspensa
que nos pareceu a primeira ala exagerado, eoulro
da punte de pedra e lijlo que repulamos diminui-
do. Nanlciid.i.puriii.uieius e tonillo de exainiua-los,
mo queremos impugua-los sem bous fiindamenlus.
A respeilu da franqueza na oavegac-u do rio nao
be ceilamrnle a ponte suspensa que piide ser impug-
nada. Sobre a elegancia nao ba quosl.io para iusis-
tirinos. Em quanto ao lempo, u Sr. Ilr. M.imcde
o Irel
FERWMIIICO
COMARCA DE FLORES
1.- de oulubro do 1863.
0 iiossncorrespundente particular de Villa-Bella
rniiiinuuca-uus o seguinle :
fina Torca de polica e linha
alferes, enviada pela pnlicia i
pura capturar us criminosos. Jo
nulros, que se aclunam nu lugar de Melancias, Ki
beira du Navio, chegnu all nu dia _H de aelembro
arhuu us rriininusns em can, deu-sobre elles, frus
tlrandoHNta diligenciado muilu que do lirolein ha.
seja simplesmenlu acertar, mudar em pouco lempo '
de partidario declarado dosxstema l'olonceau, islu
be, da punte de arcos de ferro sobre pilaresde pedra,
para usxslema da ponle de podra, combinada com
ljelo, e al parecer agora inclinar-se um lauto pa-
ra as ponles hercleas, que rio verdaderamente
suspensas, a cujns atlribulus esla dudando, apezar
deno principio ler-sc npposlo francanieiile s |
les sus|iensas. Esta alnicgarao do eugenbeiro que
esluda as quesles cun ainceridade, be Vcrdadeira-
inenli- louvavel ii iiiii.i poca de orgulho e presiunp-
Co, e, a xisla desla disposico conscenciosa, nao du-
vidamos que anda sollram alguniaalleacuas ideas
desle cstimavcl eugenbeiru.
No DOMO arligu, a cujus pedidos se dignou salis-
laiar nalmenta u Sr. ilr. Mamede, quizemos pri-
meiramenle arredar da discussao celias objec^es
muilo iusignilicautes que u,1u podem por minelri
alguma deler um espirilo da ordem du desle euge-
nbeiro. l'arereu-nos que o poder da eiigenheria,
desla maravilhusa scieucia nao pudia lurnar-se in-
leiramenle intil em avilar cuusas lacs como a oi-
dacao do ferru, os escurregus dus cavados, os iuenn-
veuienlcsdc urna ler. eir cadeia de siispensau lias
ponles pensis etc. Eslas pontea esian-so coiislruiido
diariamenle em moitot e mu diversos lugares c laes
ubjecccs nao lem dolido os seus cnnslruclures. as-
sim rumo nao delire o Sr. Borlliwlck. Nan nosde-
iino ai i-inos lambem com ellas, dizcudo apenas de
passagem duas palavras sobre punios, com us quaes
nao devenios alongar a disrusslu.
A respeilo da otdarlo, felizmcnle, para descan-
so dos nao enleiiiledorcs, n Sr. Ilr. Mamedereconhe-
cequea pintura be um meiu mu simples e fcil de
evita-la, I indica al a maueira efflcude eniprega-
l,i. Em quanto .i galvaiiisaro, pedimus-lha smen-
le que examine a vapor llrmileira, quando por a-
qui pausar, c o muilo que se tem escrlpto sobre esla
materia, de que Dio temus lempo aqu de Iralar.
O lermo areia ungular, fui por mis eniprcgadu
para distinguir a que pela sua dureza e resistencia
a accao da agua preserva os seus ngulos agudos,
daquella, rujos ngulos tem sidu arrcdnniUdus pola
allrci.-au. A areia durado ngulos agudos soencon-
1ra no leilo dos rins, c frequenlementc debaixo de
um leilo de deposito aluvial, emquanlo a areia ar-
redondada, leudo umarunsideravel mistura de subs-
tancias brandas, acha-sc as praias du mar, onde os
seus ngulos se quebram pelo comanle muviinenlu,
e fricrau de suas panculas urnas contra as oulras,
sob asrdeos do um cansada pela aci.au das ondas. A primeira lio usa-
lermu de flores, I da ha mullos aunus em ditlerciiles paizes, para co-
Anlonio l'ereira e | brr os pavimentos di madeira e evitar as ,|uedas
dusravallos. Se o termo mo fui cippregado com
propriedade, releve o Sr. Ilr. esta falla a um bo-
niemque.ha iniiilissimns annus distrabidn por ap-
plicaces o cuidados muilo dillerenles, muilo ba
em ctiirtj ou .seis,
em advertir lalvc/. que poule proviioria bita pa-
ra servir duus anuos nan he a maima que paraseis
'.....us, c que a pnnlc pemil lem a vanlugein de u.lo
uccessitar da prumpla desobslruccan do lio naquel-
la parle, a qual pude ser Ma, SU dallar de o ser,
antes uu de|iois ila ubra ennrluida.
Mas ser esle rleliiiilivameulc o svsleina que de-
xe ser preferido 1 Eis n que Dio podemosasseicrar
com aioiie/a. A lal respeilo o que mais anima as
noaan cuiivcci's be o parecer que den o Sr. Bur-
Ihxvick. E cumu liauus muilu as suas opimes,
reenrdaremus que esle ingle/, que nn be iieuhuiii
pigmeo na sua proOaUo, c que o Sr. Ilr. Mamede
lem qualilicado de engenheiro dislincln. apezar de
nan baver respondido ,-is soas objeecos sobre as
puntes suspensas, fui de voto, sem lluvial desiiitercs-
sadu.quc coiixinha aluciar ao direrlor das obras pu-
blicas desla prox inria um engenheirn eurupeu. Ns
lambem julgamos que ladeve adoptar esle alvilre,
associando au Sr. Ilr. Mamede para a cnn-lruccao
da punte mu engenheiro, que, pollo que nn p'us-
lua os alim c profundos conlieeimenlu ileato, te-
nlia (udaxia pela sua estada proiima na Eurupa e
mainr experiencia, maiscouhecimciilo de cumu es-
las cuusas se fa/.ein. Seria islo livra-lo de carregnr
tOttHho cun a inimiUSI i-espunsabildade do en-
cargo de una punte que ja fui fatal a um engenhei-
ro, e, o quebe mais, a graves ulcre-scs pblicos.
Nao xollaremcs provavelmeule i malcra.
Nu Diario de Plrnambuco a. _2S de 10 du cor-
rente, se le um cummuiiicadu cun a epigrapbc O
ara de .I/tollo, uu qual u seu aulur sob as appn-
encias du bem publico, trata do seu inleressc, e
bem particular, prttoudendo que a ra de AihiIIo
ifja urna placa publica, onde se frauqueie lodosos
aruia/eus all eslabelecidns,u embarque dus unssos
assuearcs, acabandu-se assim o privilegio odioso, de
quo actualmente gu/am duus trapiches all exis-
tentes.
A este respeilo u commuujcailor expi imc-se desla
maueira :du Qdopcao da medida, gue ermtttitse
u froHQIUSa de embargue lodo* oa uriiiazenariox
da ruu de .Ipollo, naopae irtutlardiimno ulgum,
nem para ot dous trapiches gue mi actuatidade go-
tOM do iiririlegiii odioso, gue ueste ruso iram equi-
parados uus demais. nem puru us rendas publican;
porgue desde o llruin al otrapiehedo ulgod.'io. ilu-
te a muior puldieidude possiret, e rom grande furi-
lidade o< auariai tnearregadotda fttitaeSo. po-
dem reri/irar os rolumes embarrados. Com a u-
dopeiiodestu medida se satisfu'em us presiripu'ies
dajustiea, e se protege o roiiimereio. umu dus nos-
sai fiintes de riquezapublii u, particular.
Vejrnosle pudemus respunder com vaiitagem ao
inmunicadur.
Duas sau as deas capilaes, cousiguadas iiocom-
ruiiipimcnlu com madama de Megnx, e embura
Cesarina mlu me buuvesse dado al enioo mais le-
ve prcleilo de ciume, \ aieinl era lo tatu, (ao
coinpromelledur, e o mundo he (aumalediceiileque
a nuil loo mais honrada |H>dia bem a seu |iezar ser
.lili mi.ni.i pelas assidiiidades desse galn, l'or isso
un ii despeito e minha colera chegaram au seu au-
ge, vendu Vareuil apresenlar-sc ein casa de minha
inulher iioniomenloein que eu linha cum ella urna
liiinnlli.iiiie e lempesluosa explicaban.
Deiiar o coronel adexinbar o despeito e os receius
que me causava sua volla inesperada tiira dnr-lhe
sobre uuu una grande vaiilagcm. e alegra-lu no
udiu que elle inc linha sem duvida ; furcuso me r.ii,
pois, coiislraugcr-mee impcllir para o fundo do co-
rarlo os senlimeutos amargos e vilenlos excitados
em inini pela ceutenuSl di niiba muiber, e to-
mar um ar riuiiho e desemharacado, alim de nao
deiiar Vareuil suspoilar quanto me inquelava e
me indignava sua chegada.
Senhor de mim mesmo, crcio que consegu pare-
cer calmo c indiflerenle, e proenrei entao adev-
iili.n que impressluexerccria sobre Cesarina a vis-
la do coronel ; mas ella licou impassivel, impene-
Iravcl, eacoiiversacauseguiule se Iravou entre mis
Iros.
Vareuil ilepois- de nclinar-se reipcilosamcnlo
ilianieile minha muiber, disse-lbe :
Nao Uve, senhora, a honra de Ihe ser apreseu-
lado ; mas espero que se dignar desculpnr minha
visita... diego da frica, c meu primeiro desojo fui
vir apellara mo de ineuanligo camaraila na guar-
da de bunra, meu eicell.nle amigo lluplessis.
Cesarina : Senhor, o amigos de Mr. Duples-
li sao sempre bem reccbi.los coi minha casa....
Ea\ Minha chara amiga, apresenlo-lhe o s-
uhur coronel de Vareuil.
Mi
tfMM|
de lluplessis, queelle linha verdadeiramenlc in.u
felicidade do que mereca, e, vendo-a, sustento
mais que nunca o meu dilo...
Cesiirina : l'ermilla-me, senhur, que lenlu
una opioiao conlraria a nua ; Mr. lluplessis sem-
pre lexc menos felicidade do que merece...
Jiu : V, minha amiga, o habito da galantera
nao so perde na .xfrica, liem o segredo de fazer os
emprmenlos mais eugeiihosos.
lureuil! A senhora o esla uuvindu'.'... elle
chama a islo comprimenlns !... lisonjas! ab ma-
ridos marido! I elles sern sempre us mesiuos.'
/'.'" : Oh !... s um lano indulgente para cora
esses pobres maridos... Ceilaineiile pareces ler quei-
tas dcllcs...
I areuil: Conforme... Ha algunsque sao mu
bous menino.., mu :.....!.,. e inui geulis!
Bu : Nao carero dizer-lhe, minha querida, que
meu amigo Vareuil he um irresislivel... As con-
qui-l.is de cnracAes Ihe sao lo familiares como as
conquistas de Beduinos; se elle nao fosse Marle,
seria Cupido... ou antes, gracas a urna feliz aecu-
iiiiil.ico. elle he bem como von o v, ao mesmo
lempo Marle e Cupido.
I areuil: Uerlaro-le que se rae (ornares a cha-
mar Cupido, iii.iiii.o meu tiluln requeslando ma-
dama Oupleisis.
Cesarina'. Perdoe-me, senhor, son completa-
mente neutta nesla discussao mytholugca, c nao
devo pagar as cusas da guerra.
Careuil: Aposto, senhora, que meu amigo
lluplessis be um ligre de cumies. Porem siga nieus
consellms, neja garrida... bem garrida, e ver que n
ligre se hado Inrnar lugn ii m perfeln cordeiro! Se
por acaso carece de una victima para eiercer sua
garridire, aqu me leiiisenhora,gprumpiu parasa-
crifcar-me a amizade... e daremos urna famosa li-
^^" IHlo'lo lo Iloi.l,..,,.-
Cesarina : Sen sacriliciu be sem duvida gene-
ruso, senhor; pnrm Mr. lluplessis mlu he um
Olbelo, e n.. i tenbo iieiihum goslo pela aarridice...
/ M : Enlre amigos, meu charo \Fareuil, deve-
se ser flanco ; confesso que leus um espirilu mu pi-
cante e mu original, que es delicioso, edi/es loda
a sorle de censas engracadas, e sobre ludo de eicel-
Icnle goslo ; porm madama Ouplessis, cujo espiri-
to ulo esla iuteiramenlc na altura du leu, acha-se
um lano c-nbaracada em respoudcr-le ; assim relo
que Ihe serias infinitamente mais agradavel fallau-
do-lhc em oulra rousa... Em las proezas na fri-
ca por exemplo Oh! conla-nus leus hrillianles com-
bates; quautos rabes malasio?
l'areuil: Essa he boa malei quanlospude...
mas urna narracao de balalha enfastiar a senhora...
Caarina : Cuufesso, scuhor, que as narrares
de guerra leem para mim puucu allraclivo ; quei-
ra, pois, desculpar-me, leuho algumas ordens a
dar. Nao carec-u repelir-lbe, senhor, que o anligo
amigo de Mr. lluplessis ser sempre bem recebado
aqui.
Ilizendo eslas palavras, Cesarina inclinou-se le-
vemente c tul!.ni para sua alcova vizinlia do -alan,
no quil (iquei a sos com o coronel. Apenas minha
muiber relirou-se suas fciees lumaram lal expres-
sao ile mofa c de desafo que, nao obstante o recato
que me havia imposto, nao pude impedir-me de
approiimar-me de Vareuil, c diier-lhe em lom
secco:
Senhor, sua visila parcee-me ao menos cslra-
nli.i depois do ultimo bilhele que me escreveu...
I areuil: (Jue!... meu cliaru... queros arru-
far-lc ?
/n : Poil nio!... senhur!
I areuil: Oh] julgava-le mais malreiro.....
Nao sde minha forca Demais, se queres brigar
bos jii nus eiperimeiilamus, c na nossa idade a gen-
te au se bale mais pelas uiulheres; a pruva dislu
be que me lomaste madama do Mcli&ny, e eu dei-
lei-lo mui tranquillo na posse de la" ruiiquisla ;
lmenla escrevi-lc : Tu me pagars islo !
I.ametilci ininlia irrit.icAu, a qual daxa a Vareuil
muita vanlagein subre mim, e imitando seu sangue
friu, disse-lbo;
Entilo vem creer aqui lepresalias'.'
/ areuil : Cerlamenle !
/ ii : E leus projectos quaes sao'.'
l'areuil : Em tua presenta mesmo ja o dissea
la iulher : quero rcquesta-la.
Ku: De veras'.' queres requestar iiiinha niu-
Iher 1
l'areuil: Sm.
Uu : E esperas que leus cuidados ser.lo aceitas 1
l'areuil: Sim, meu charo, Icnbn esla doce
esperauta.
lu: Hecoiibeco nisso tua modestia habitual;
mas poderei fecbar-le a porta...
l'areuil: Tillo melhor! essa he boa I lanlb
imilioi Que. meu pobre rapaz, anda esls ah
nos expedieulesde Barlholo? Isso he sobc.rbamenle
rococ *
Uu: Ah I ah! esses cipeilienlcs sao us vezes
bous, cumpro saber servr*so delles a ponto. .
l'areuil : Est em las inos, be una boa
guerra cada um por si, c Cupido por lodos ; pois
me chimaste Cupido, meu charo !
Eu: Eolio he a guerra ?
l'areuil: A lodo o transe! Eu eslava anda
luuco de amores por madama de Meligny, quando
m'a roubasle; or isso toroei-te umqdio, enl um
odio sem igual! V.is rir-le... Tivo um instante o
pemamentode baler-me coniligo, lio furioso esla-
'"- "- "" '-'.....'..............-'
mullicado i que respondemos, e (lo almejadn palo
iniii m un nanlor : a loiirenlrae.lo do mercado do as-
sucar na ra de A|Hillo,'e a generalidade dos em-
barques do mesmo assucar em lodos os armazeus
dessa ra. Em favor da primeira argumeiilfj-sc com
a .. un uuu Inl ule que tem u consumidor, do encoulrai-
dillercnle. depsitos, o nuiles escnllier o genero de
sua procura em um s poni ; em favor da segunda
ai giimenla-se com as pro|ircoes que otTerece o caos
de Apollo para o embarque do assucar, com a com-
inodidade emeio.crilando-seat inmundicia, e al
rerlo poni o riario gue actualmente resulta em cer-
tas ritas aperladas da reunio dos i anillos gue
eoiiduzem o assucar etc. O communicador nupou-
sou bem as xaiilageus que nos aprsenla.
Alem das i i/iie- que adianle mostraremos contra
a localidad! que se elogia, laoslo as ras de Apol-
lo e lliiiin, as mais adaptadas para o mercado do as-
sucar, nao su porque o caes do que se falla, anda
nao est concluido, c nem ha esperaucas de que fi-
que concluido neslc aiinii linanceiro, se tilo e prin-
cipalmente poique na baia-mar em alguna lugares
iImsc caes, mxime em loda a frente da ra Brum
nao ha aguasullicienlepara as alxarengas chegarem
au referido caes, o receberem os assucares que leem
de lavar para bordo dos navios que eslao i carga.
Alem desse iiiconveiiienlo que he bem nulavel, a-
cresccorisco .i que se cxpoein as pequenas embar-
cacoes, que coiidiizem n assucar, quando leem de
pass.n na poule du Itecife. onde |nn mais de urna
ve/ tem succedido fracassos, e siuistros, prejudicia-
lissimus ao cnmmerciu.
Demais, a experiencia niostra, que u contacto im-
mediato de mullos estabelocimeiilos da mesma oatu-
re/a, Irazcomsigu pelu desejo insaciavel dn lucro,
inseparavel dus liomens, o mono|)olio resullante de
una allianra, que he lao prejudicial ao producto!.
coir.u au cuiisumidiir.
Pelu que diz respeilo ao segundo argumento, el-
lo nao pude pruceder por forma alguma ; por quau-
lo, secm regra se liram xaulagens dessa franqueza
illimilada, que o'communicadurreclamapareo enm-
incrcio, querendoqueem lodosos armaiensdasruas
de Apollo c Brum, se possa embarcar oassucar que
uellcs se prepara, este eipcdienlc consideradn de-
baixo de iniiilos pontos de vista, lem drsvanlagens
roaos, e da maiur cunsideracao. Primeirameole a
industria, que devo ser livre lodo o qualquer iudi-
xiduo. una vez que so nao opponha aos coslumes, a
seguranracsaude dos ciitaililos, segundo determina
a coustiluco politiea do imperio, no 8 _i do arligo
IT9, enconlraria urna lal ou qual coaecao neaia lo-
calidade lorc.nl,i, edesignada para o seu eiercicio,
0 que Importarla una prohibirn indirecta ; por
quaiilu. orcupadns us predios da ra em queslao, li-
cirii i industria diquela traa, inhibida deum
maior desenvolvimenlo. Em segundo lugar, essa
mesma industria, licariaamercdos proprielario,da
ra de Apollo, que vendo quo s nessa ra era da-
do o livre eiercicio dclla, elcvariaiu a tuguis dos
armazeiis a um proco extraordinario, causindu as-
sim um prejuizu nulavel i mudos em beuelicin da-
quclles, em fax urde quem sedesenvolvessesua svin-
patlu.i c allcii.au.
Com relaco ans iuleresses da llscalisacdo por par-
te da fazenda publica, nao so podo duvidar que a
prelenro do commuuicadur he nienus justa, e al
prejudicial aus cofres pblicos ; purqoesendo os ar-
"ii'.-iis actuaos das mas de Apollo' e Brum. em nu-
mero de..I, oulros lanos deveriam ser o guardas
empregados na conferencia diaria do assucar, n que
subre maueira cumprumclteria as rendas publicas pe-
lu augmeiilu de empregados, quo demandara una
tal medida. Ora, sendo exclusivo daquella ra o
mercado do assucar, e passando-se pira all lodos
us rmateos dnaami-adoa pela cidade, sem mellcr
em linha de cnnla usque de novo se eslabelecerera,
que numero do empregados naoser inislor para cf-
fecluar as liscalisacu por parle da fazenda publica,
dautln-se cada arinazein duusconrerenles, Dmpro-
vincial, OOOlrogoral? O rummunicador aprecie, e
pese bem esle inconveniente.
As cuiiferencias se f,i:ui cun assisleuciu de us-
soa do navio, que lem de rcciber a carga ou volu-
mes ; c cumu reparlir-se esse individuo pelos dille-
renles armazeiis, para conferir ao mesmo lempo o
rarreganienlo do navio, islu he, Iros, qualru ou
mais alxarengas, que cuiiduzem para elle a respec-
tiva carga'.' O privilegio, poii, em favor dos dous
trapichea da ra de Apollo, louge de ser odioso, ao
contrario, he conforme aos iuleresses da liscalisarao
o do coinmercio; vendo o coiiimunicodor que he
impralicavel a sua idea, ja |ielo lado do inleressc
publico, ja pelu lado do iuleresse particular, em
quanto que actualmente as conferencias seoperam
mu suave o oppurlumiiucule por meio de qualro
guardas geraes e proxiuciaes, que segundo sumos
iulrm.-idus, cum a maiur facilidade conferem deze
duzealvarengas por difTnusdous trapiches do Apol-
lo, designados para poulo de embarque. Demais,
os armazeiis de Apollo e Brum, fallando em-., i al.
sobre Ibes fallar as commodidades apresenladas
da embarque franco a qualquer hura, sem depeu-
deucia de mares, mo lem os lujen., ncm a capaci-
dade neressaria para o laboro, mclhorameiilo c be-
ueliciu dos assucares, c depsitos Uestes pelo lempo
que imillas ve/.escoiixcm ao cumprador; acresceu-
du que a sua distancia do caes deve eipor esse pro-
duclu, nu inxernu, lis bumidades da establo, e da
ra pur uude lem de passar para chegar al opontn
do embarque, e uu vero, s avarias resultantes de
accidentes, ordinariamente iuevitaveis na forca da
safra, pelas nossas ras pouco espacusas, e obstrui-
das por dillerenles produclus, que vem ao mwca-
do, o por seus cunduclures, o que de modo algum
pode acontecer nos trapiches acluacs, que receben-
do em deposilu todos os xolumes, ospoea bordo das
alvarengas com a maior farilidade, lauto pela sua
localidade, cumu |ielos meios do que dispdom.
Os trapiches alfandegados, como aclualmenle silo,
inspiram toda a .mili.un;.i ao consumidor e a lazeu-
da publica ; porque os seus administradores, seu-
do lualririiladus, leudo urna cscripturacau rogula'r-
menteorgauisada, e ohrigados abalances lodosos
semestres, assim para com a repartidlo do consula-
do, como para com o tribunal du coinmercio, como
he MpraaM nu art. 89, i apillo 5. du cdigo coin-
uiercal, islo sob pena pecuniaria, ulle ecein rom lal
ri-spunsabilidade nina bem solida garanta ao jnle-
resse publico e particular ; e se bem que o coinmu-
llleador nos possa responder nesla parle, que urna
igual garanta eslao promplosa prestar lodos os ar-
ina/cinirios da i na de Apollo, a sua idea nilo pode
i primoira idea. Agora felici-
uii-:
, cumprc todava que tos cu-
quo renunciei a iniul
lime disso diabnlic
Eu : Meu charo
iL-nilaiiins.
l'areuil : A que respeilot
Eu : A respeilo de duelo...
lureuil: De duelo... por causa de mulbercs'.'
Au:Sim, porqne digo-le isto..... do sangue
fri, osera iirnbuma colera... agente pede nao ba-
tir sq por causa de urna amante... mas ouve-me
cun alleucao, o caso he serio... disseslc em minha
preseura a minha mulher, e gracejando : a que a
requcslarias a ; islo era um gracejo de mo goslo
e nada mais. Agora quo estamos sos reuovas esse
gracejo, pouco importa; smenle, meu charo, lem-
lu a le bem disto : eu le malarei ou tu me mataras...
dieo-te islo sem colera e de sangue fri... eu le ma-
larei ou lu mo malar-s, se alguiu dia me dores qual-
quer suspeila de ciume fundado... pois al ao pre-
lenlc nao Icnbo nenhum; mas nao, apezar de tua
firmeza imperlurbavel, nio me inspiras o menor
receio, o o modo porque madama lluplessis acolheu
leus ares de coronel de opera cmica creio que le
desgoslar de proseguir no que chamas leus projec-
tos de represalias... Em lodo o ca*o torno a dizer-
le. e tica advertido do que se, o que nao creio, hnu-
ver represalias, en le malerei... ou tu me matars.
l'areuil : Eslou scieule, meu charo; mas pa-
reces tranquillo e nlo o esl.is. Ora, descans, se
nos balermos lia de ser por alguma causa... que va-
dla a pena.....e nu mais, meu charo, al oulra vis-
la... 0 dos dos maridos le lenha em sua sania e
digna guarda!... Nao le esquecas sobre ludo de fe-
char la porta, e fazer de Barlholo ; isso adiaularia
eras-iniente meus negucios. Pobre Duplessis! ah!
lu me r.t/.os pena!
E Vareuil sabio dando urna gargalbada.
/r/7-iil,.nmi--_f./i.)


i
'
ser aceita e recobra pelos inconvenientes quo resul-
tam da ;iiRlomrac*o dews armaxei>s comiilicaco
do -cu eipedlente, e diftlciildade m lUeamacA"
sendo qae, a pastar semellianle idea, os ubuws, que
sdoinevilaveU, far-se-4iflo lambem em urna grande
esralla. A sirajdw raip nos la moalrando, qiie
sendo muitns os ponide embarque, maiur facili-
dade haver no coulrabando, o que para evilar-se
ftrii com qua o averno emprea>i*e uin maior nu-
mero de guardas para fiscalizar a eiportacilo do as-
sucar, augmentaudo assim a de^K-za dos lofrcs pu-
blico*.
O argumenlo, do que so serve ecommunirador,
da que curapre conceder aos armaxem das ras de
Apollo o Bru a faculdade de i-oderem finbarcar
oa mus assucares nos respeclivos portn, como elle
quer, para saiisfazer condieflo, con que os pro-
prelarios daq^uelle lugar conslruiram mais de Ires
qaarlos do cues do inesmo uome, nao procede, se
coniiderarmos que a factura dense caes lie o rebulla-
do de urna obrigarAo, imposla por le. para os pro-
pietarios dos respeclivos terrenos, como aconle-
ceucoro os das ras da Aurora cCapibaribe, c nao
consequencia doconvoniu, ou contrato alguin com
o gorerno.
Taes sao em resumo as ideas, que nos orcorrem
por agora contra a pretendi do couimunicador,
opinando de nossa parle pela conlnuasAo das coli-
sas do modo que vo, porqu na verdade n;lo inais
consenlanedS com os interesses do commcrcio, e da
telenda publica: I.* porque ha pro\imidade dos
trapiches ao ancoradouro, dimiHuiudo-sc assim o
traba Iho, o lempo, coriseo; 2.- porque lia maior
facilidade no expediente da fiscalisacao;:*.* porque
di minu consideravelmeute a probabilidade dua
abusos, como de contrabandos ote.; 4.' finalmente
porque o menor numero de pontos de embarque no
Apollo e llniii, he de um ioleressorcal paraocoru-
roercio e a fazenda, vislu romo no caso contrario da-
se augmento de empregados e despezas que lie mis*
ler farer aQm de fiscal isa-I os.
A empreza dos vapores costeiros
Bem dizianiosnos,qiiao lavamos do assumpto de nossa episraplu-, que ti-
libamos razao para crer que o projeclo do eslahele
ciineulo da navegado cosleira a vapor rulo eslava
de todo morlo; e que o negocio era por (al Borle
vanlajoso que.se por ventura os concesionario-, pr
mitivos do privilegio cahissem em commUso, na<
fallara quem os suhsliluUsc. E, se ent.io, ardcndi
em desejos de ver realisado um melhoraineuto vital
para o paiz, algumas palavras severas nos escapa
ram de mistura com oulrasde animaro, na eipott
^fio rpida e resumida das vanlagow que um (al
mel hora raen lo nos proporcionaria; hoje corre-no>
igualmente odever, esquecendo as obgM e alllicli
vas peripecias de um negocio, que, confiado a espi
ritos mais ousailos, a muilo houvera ido levado
i efleito, poupando-nos o triste espectculo da
hesitarlo e do medo; hoje. rom prazer o dizemos
corre-nos o dever de congratular a provincia pe;
resoluto, tarda porem dclinili\u. de dola-l;
com urna instituido ha tanto lempo reclamad,
pelas crescentes necesidades do comiuciciu c d.
industria. Urna nova poca, pois, romo (|itc si
abre as nossas relaces iulerprovinciaes, que, al
terados os uossos hbitos sedentarios, lena de Rof
Irer urna benfica revolu^ao, pela maior facilidade e
rapidez da locouiorAn. Alargante a espbin da
ti\idadc de unta uopulacao, que, mais do que uc-
nliuma oulra do Brill, MdMiogUfl pela energa A
cspinlo e pela tempera deseu carcter Leaai e bu
dan oso.
N.to he com eteito a essa energa e a essa tempera
robusta que deve todo o norte, quasi abandonado a
proleccaoiniraculo-ia, d'essas idmiraveifl qualidade*
o dcsenvolvimeuto de sua prosperldadc? (ucn h
ah que negu, que essa* virtudes eminentemente
perniinbucanas nos tem dado coragem para lu.-tai
com i irregularidade das esl iqoCI ; que iiYII.i- eiu
o st'gredo das forjas que nos fa/em arrostrar imp-
vidos o demonio da usura, no rucio da falta total df
crdito predial? lie anda nessa armadura provi-
dencial do espirito daspupulares, que habitara ai
circumscripres do territorio brasileiro, em que pre-
domina o sangueda uobre e esforzada rara pernam-
bucaua, que se depara com a explicarlo to pheno-
ineno do muilo nmis abultado producto do nossa la-
voura, em condinies inuilas veta desigUBOl, iem-
precom minguados bracos e acunada sob o poso du
juro morlilurodc H, lt* e 'i por culo.
Mas, N !'.- he gTalO, ter du consignar .* focto i"
lisongeiro du encorporarao da coinp.iulna. ijesua-
da a explorado do privilegia da navegaban ro a vapor; he-nos sobremodo doloroMi larnbein o ler
de registrar o faci deploravel c hcni signilicalivn
da esquivarla e parcimonia, coro que os capitalista
nacionaesconlribriirain para una lal empreza. a
passo que os estrangeiros inscreverum anulados o
scus uomes porcrescido numero de achoca,QMXiflK
quandosc tracto de nina cspecular.io que promet
lo ampios lucros, dando lugar, em um futuro nao
remoto, a recrimina(;oes odiosas contra osses cslrau
geiros, cujo nico criine seria, na especie vertenle
liaver ldo na cornprcbeusaomais clara das vaula
geus do vapo,* applieado aos grandes Iros da nave
garfio, e das necessidades'culminantes da poca
una fe robusta nos deslinos ,|o Brasil.
Entretanto, Jorca lio confessar essa inesina eir
cumslancia, lis lamentavel por motivos ao alean
ce do animooinais apoucailo, he anda um reliz a
gouro para o nascenlc estabclocimnilo, que agora
inais do que nunca, precisa de urna direcco escla-
recida, de esforcos generosos.Knr evlrerno tmidos, l
rnexperientes, os nossoscapitalistas anda sean pe-
nclraramda importancia quelraveria cin desviar a
seus capilaesdocursu habitual e estrelo,ern quesv
ram,do fcil desconlodelelras.exercicioqur in.i
(erialsao eutendimenln, estril isa e cega a inlcil-
geucia, feichando-aaoaccesso deaso Impelo ardenlc
dessa concepto atrevida, desse lino maravillinsn qai
arroja o bomem uocaminho escabroso daB tentati-
vas runas, e o com'uz a salvamentoe IriumpbanU
ao < alu dellas.
Considerando, portadlo, que, no estado de atrazt
edesanimo em que se acharo os nossos capitalistas
foi urna fortuna a preponderancia relativa do capi-
tal eslrangeiio na couiposicAo da companhia em
Juuslo be-nos licito esperar que ella lera lodo o
esenvolvimeulnde que be susceptivo!, proruran-
do-se ampliar o circulo de suas operarnos, c eslen-
dc-las, por meio de novas concesses. alni dos limi-
tes doaclual privlegio.al o mais remolo poni na-
vegavel do Rio 8. Francisco, abaixn da cachoeira de
Paulo Alfonso. A abertura das barras eacanallaa-
00 de cerlos ros Ihe devem merecer igualmente se-
rios cuidados ; e nessa obra meritoria sem Unida
ser de mui bom rado auxiliada pelo patriotismo
da assembla provincial, Confiamos que o telo il
lustrado da companhia, e o scu proprio interesse
lite inspirar o desejo de fazer laes beneficios, pro
movendo estas o outras facilidades para o bom xi-
to da empreza, como sejam ponles de embarques i
trapiches nos pontos convenientes A^\ cosa. Nesse
empeuho particularmenle em extremo cfiicaz pode
ser a inllueiicia ila parle nacional do pessoal la
companhia, pelo seu conbccimentu do paiz e mi i
mas relaces com os fazendeirns da beira mar.
Soldados do progressn, precursores de uin fulun
risonbo e prospero, lemos profunda couvkeAo de
que os scus membrns saberao desempenbar anobr^
tarefa de que eslAo incumbidos, sobretudo se aos de-
sejos de colherem lucros, unircm a leml>raitr,a di
que eslo em um paiz novo, que tem dreilo a to-
das as oltereiidas do patriolMUo. Avante pois Se
por um lado releva camiuhar com cautela para nao
lropcc.ar na estrada do progrcso, por oulro impor-
ta perseverar na marcha encelada. A sorle da em-
preza dos vapores costeiros, e da estrada de ferro.
est ligada a quesldo* soeiaes da mais subida Irans-
cendeuca, de culunsa(;ao, de ordeme de liberdade.
$T*. /W'K/orcf.Na impos>ibilidade de agrade-
cer pessoalmenle (pois VV, SS. me o nilo quizcr.im
declarsr) ao autor do commupicadode 12 do cor re li-
le, no qualprincipiaulo porcouviduraos dignoselei-
loresda ^roviucia volaren em raim para depula-
do provincial, acahou por teccr-me Uo grande el-
logio, eu rogo a VV. SS.ainsercjodaspoucaslinlras,
que remello ur:iramenle com o Irrn de agradecer pu-
Midmenleaorneu uenerosn unim a sua honroza
lembranja, eo* seulimenios de arazade, que me
consagra;e deque poslo que o moseja) desejo tor-
nar-me digno: tic VV.SS, alfecluoso amico criado e
obrigadissmo. Joo Urente da'Sitea Cotia.
Kecife 11 de owlubro de 1&V1.
VARIEDADES.
A INSTBUCQAO NA CHINA.
( Kilrwlo ila, MiClttanrai sobre a China por
.1. Y. Neamflnn publicadas n;i RevislH geographica
altemA a Ausland a. 111853.'
Na China o 8o,cruo ou se eiicarri'j;.! In iostrac-
ro do povo, esem embargo dixto nilo -e ^ocoolran
(o que lar a maior honra .1- IMsas] imii nenhum
paiz. domndn (aulas escola primarias como no
I Hi'.l.' Imperio.
A iiocnes da leilura e d.i escriplura ,dii o mais
ilerramadas do que em Franca e enlre lodosos po-
vok dcorigeni romana, e louibern enlre os Slavus.
muiripalidade, recehem segundo ai cireuraslan-
tll, grdenados maitou menos cooidfraei8. linas
ve/e por auno elle silo visiladim pelo inspeclores
de dislriclo, e sao demillidos quaidn su, capacida-
de nao he suflkienlemente reconhecida. So os me-
ninM he que frequennm as escola, uai qnae en-
iiua-u unicamcnle a ler e rever; nem mosmo
os elemonlMde arilhinclira Uo romprehcndidos no
programma de eduracao; aqucllesque ae delinaro
ao commercio aprendem o que Ihe he nocessiino
rom os merradores e ncgocianles. Quaulo as mo-
ras, ellas nao vao as escolas publica: Ulo nena con-
ra loilas as regras de' moralidade que dominam no
Celesle Imperio, e em lodo o Oriente. Assim a
msioria do oulro sexo liraenlorpecida na mais com-
pleta ignorancia.
O. mancebos, que se dcslmam aosesludos scien-
lincos 011 querem entrar no servico do Eslado, dc-
111 sollier oilo rame tlill'erenles, que lem lugar
oin edilicios desuados para esse uso, lodos edilica-
los em forma de quarleis por um so e mosmo mode-
lo e repartidos no interior pela inesma maneira.
Dehaimde um inmenso prtico reina una serie de
pequea celias, da O'iacs se marca urna para cada
audidnln; mal o papel, as pennas, os vveres, e
litro, objrrlos necessariosclle mcsino he que deve
Iraie-los. ,
O edilirio dos eianics he privado de tosa a conv
imiliCMlo com o exlerior, c a elles se cliega passan
1I0 por dous palcos, o ultimo dos quaes he guardado
por tropas para aparlar os profano). Ahi as alt'i-
iras o bagasen dos candidalos sao submcllidas
um minucioso exame; he-llies prohibido Iraicr
livroalgum; desgranado ilaquellc que infrigisse es-
la ordem, pois seria sem rntala eichuldo do con-
curso o pralerido al aoanamoi do uno seguiuie.
Os cuncorrenlcs devem responder a qucsles que
versam sobre o Icslo. dos livros clstico,, sobre cin-
co escriplos ranoniros.sohrc oronhecinienlo das an-
liguidadu, da historin, la msica, da pocsia, sobre
a administraran do Eslado a niesino sobre a econo-
ma poltica." O pi imeiro oame fclo na cabera do
dislrnlo { ahi se rtrebem mis de* candidalos' run-
leroaqiicllesqucsahcni approvadoa um titulo ho-
norilico no dislriclo (llien-mina); o segundo, um
Ululo lio rnnl.lo l l-'uming ): no lerceiro oblein-sc o
pi'iinciro grao llleraro o de magMir (enu'hinc/
/(.[(i islo helo-inl mmjiiificn.I
(i. oamecanum lana lensaeio a allraliom lan-
o iiovo na China como as elciniespnlilirasem Fran-
ca o em Inglaterra. A lisia dos cscolludos he 1111-
modialameiilc Impre, Uvada as paredes, c expe-
dida por eorrohM para lod >- r cidadwdo imperio.
Os prenles e amlgoa doacandidatoa dio eniao tes-
lius esplendidos e seprcsenleaui mulnamcnle.
lis 'inlmi proiuraiu pela maior parle ser ailmii-
lidoenlre o empregados do Eslado; algoiM, M a
mioria, ambieionam o irte dedoulor, em cliitie*.
Huwhilt ou htmem ncolhitlo \ 111 peque......uineri
dellcs obleiu o ltalo de ronscllieiro ulico, em rlu
ne/. uinluc. que signilira aabioqna persevera; he
pouros euilini vein a ser faroln du ineinhrus di
demia imperial. '
Para o Mgundo grio litlerarlo, o de doulor
lem-se exames do Ires em Ires anuos as calieras ue
circulo ; ellesdiir.ini vnle cinco a nula das o lem
limar ao mesnio lempo para os nove circuios do im-
perio. .. .
11,11111o natsado elles eomeearam 1 i\ de agosto.
So em Cadllo anresenlaraoi-M s.oos candidalos de
loduMidade; o numero lotal doa eoncurrenles
suba cin lodo o imperio a 130.000, a mor parle di
quaes lor.iui despedidos depoi-dos exames prepara-
lorise das primeiras prov as. Se I..1IHI ndiviuuoa
he que rereberain o grao de tfuekAt. Canijo da
-ua parle leve 7:1 cscolliidos. aos quaes foi dailon
diploma dedoulor na nnile de ISilc oulnliro riela
mea noilc em ponlo.EW hora solemne he expn
.......le aacolhida para augmentar o niagesl
,1.1 ceremonia.
Na provincia de Knang-Tong os candidalos live-
r.nn de fi/.er urna di-serlaeao uo piiineuo da sobre
urna pasaagem da segunda parle dos disrur-o- de
Conruro : lu dia o iuin dlrlglndo-H a alguna de
-eus discipiilosdsse-lbes : Conliein-mo seus peina-
Millo, scelos... No dia sesoinle oexame versou
sobre a explieacn das obras do philosopho cbinei
Menglae, no quarlo os discpulos foram ubrigado
compor urna oslrof......16 veraoaem um rhvib.uo
une ibes marcaram ; dernm-lhea porassumpoa coi-
ma eo limpUK 1/" <>'<...... l>fP* M"m "'"'""-
m.....- sobre anliguidades, sobre a historia, J
leralura, e principi.......nle sobre a aeosraph.
imperio.- os nugmenlnsque elle receben nos dille
renles serillos. ,
\ i-so, porom, 11S0 se limita o prognmma de
oame. Por nina brocliura que conlma princ
paca quesloea dirigida* ao, eaamei
eque algumas pergunl
1. im
fa
iso ell'oilc
III
.1.1
III.lis positivos
candidalos api
para donlorii-
versam sobre
pul eala meio quer-se
aran nm pouro por si
Mienl
as-uinplo
fon;..!- os candidalos a pen
mesmos. ,
Bllesdevem ctporaorganuacao do Balado em1 ge-
ral...... lyatema dos lmpolos em parlleular, qnal
he .1 hxerarchia para OS fun.-cioliaiios eque conju-
rmenlos exige lal ou lal ramo de admlnlrtraio
devergu explicara natureza das iiwtiluicoe, n.....a-
res. c eslendor-se sobre as vaiilaaensquc lira o ever-
ciio,los corpas especiaos. Os cundid.....sdevcm ler
aldm dioso umccrloronhrriineiilnd.i legislacio ci-
vil c criminal, da mcliilactura hydraulica, sobro m-
do no que repella 1......aballis fis los lio rio Ama-
relio, e nos dllTerenles cannes; ellos ala Interroga-
do......casdiirerrnlc.applir.ie.K-s'bi agua as ne-
ru-id.hles da industria, sobre 1 ulilidadc dos mono-
na.....pnraogov........principal"....."'" '"".....V '"
do sal. Mas os eoneurrenle devem guardar- bem
de innovan,,.! ludo o que csl fora do sv.lem 1 da
civilisacilo chine/a, ludo o cpie se aproxima dos ros-
lumeadwetlrangeiroi, dos barbaros, he desapunta.
damenle rejeilado ; 01 candidalos nem mesmopo-
dein faicrallusaoa nada disao.
V sabeiloria dosavs utnla para lodosos lempos.
i I numero dos curio-os quena poca dos exames
affliiem 11 lodaa as cabecaa do dislriclo e do circulo
e i inciropoie do impeno be ronuderavel
Nnoutonodo auno pa
5,000 vliiladores. ,, ,
Coneorreram mercadorea, companhlasde aciore
ravalleiroa de Indualrin, lellorea de buena dicha
velbncns de bula a sorle vidos de especularen! ac
bre a credulidade dos eslrangeiros eilos iudigC
as.
I'ar.icxlorqureniilinlieiroilosrecem-cliesadnse
les individuo, faiiamaposlaacei
I
idoconloii-sc em CanlSt
los eandida-
pie I111I1.un ja alguniarelebridaile, 011 loiin.ivain
unas especies de lolerias; inelliam em nina urna os
.......es dos eoncurrenles, eoajogodorr, tiravam um
mediante urna rcirbuicao. 0, bilheleaquesa
aanliavam premios proporcionados
dinlieirn poslo em eircnlacllo neiws
oolonaea sube mullos milhOes. He c
ila a populacho lomar parle nessas resll
pnrm, oque he mui rararlcslco, lio _
resse dos habilanles ronccnlra-se unicaincnle
as exames para o civil. (Juanlo aos exames milila-
- quaes o candidato deve provar tu dealicu
iiaiiejodoarro.das frerhas. e das
Irada. O
ilemnidades
irio-o ver lu-
da tciencia;
que o inle-
obre
1 equilac.lo
de Foi
elles passain-i
armas
mor.
Desgracadamenle, apatat deaua num
ranlias, nao he sempro ao nierccinienlo 1
que o aoverno chine/ concedo os empr
nlslralivo, : mas ao favore riqueza
regiinena que so luir
de por em leilio as d
(K meslie-e-rul
111 iienhum ni
11-as '^.1-
1 .ciencia
;os admi-
Os diversos
loceedid nio.e lem pojado
nidailes casfunecoes pulili-
c a arislocraria dos libralos
ra esle esla-
lem pruleslado em lodos os lempos conl
do de cousas.
Por esle respeilo lem bavido levanlainenlos e
ronspiraides, lem rebcnlad.i revoliices de palacio,
as quaes ae hilo lerniinado pelo aniquilameiilo de
(Ivnaslias inleiras. Apejar desa deploravel ven-
da das dianidadesedos empregos, o Ihesouro da Mu-
a acha-se agora em grande penuria, e o de
lenlamenlo que esse einbaracns llnancciros.
dos ja dos regimens precedenles, lem ocias.....ado
enlre lodaias classes da populacho, he una das cau-
las da revoluriio actual. .
0a Cbincies pedem urna mudenca ; ja lioram
.nesmo tentativas, afim de que os barban de cabel-
lo* rufeos, como elles chamam os Inalces, venhaui
remediar lilo pessima siluacao, c faer dar ao inc-
recimenlo os direitus que Ihe perlcnceni.
Para que ninauem possa dovidar elisio publca-
la Mfij .; cariota caria do pedagogo 1.1 Siang
King a um funecionario inglez.
I.i-Siang-King exprime-se noslcs lermos:
Anllgamenla vos oulros eslranaeiros nao esta-
veis em eslado de Iradmir em inglez as obras de
ossa liir.ii.i. e reci|irocamente; mas ha muilo que
ouc.0 fallar na vossa habilidade na arle dalradae-
cAo. Ao principio negnei o fado, ale que vollan-
p de urna grande viagein aprendi pessoalmenle a
conhece-la : u que me disseram de vosso (alculo e
le Ma i'apacidaile esl mil ps abaixo da realidade.
Depois da nossa separacllo. vossa imagem celesle
lem paindosempredianlc de ineus ollios, quer es-
tivesse acordado qner dormindo, e pareceu-mo que
a vida iluplicava de prceo, depois que vosso couhe-
cimeiilne vosso favor a iinli.un embellc/ado. Hoje
que, depois de una loiiga separacfio, Ionio a m-,
otno poderla deixar de por toda a minha scieucia
ao vosso servico"'
Qaaodovosugoverno, sem embarco da dislnn-
onviou tropas a oslas praias, nao fe/ 11111.1 ines-
qulnh emprea. (Jucro expur-vos quaes silo prc-i
junir
0 A, revolaooes tiram lugar por causa do opio.
Se o funecionario, do Celeste Imperio tiveasem
considerado esle pioi|||Clo como um veneno liquido
o perignso para a saqde do povo, seu dever lena si-
do retir-lo da rirculatlo pois nlo qoeriam fier-
niillir a venda delle, o reenvi-|Q para Inglalerri.
Maselleadeslroiram o opio que Ihe perlcncia e uto
qulxeram conceder nefibuma indemnisacan por esle
lllIIIIIH. _,____^
a Evidenlemenle nesta clrcnmslancia o rtlrcllo
eslava do lado dos cslrangeiro,e a injuslica Solado
de meus compalriola: lal ho vosa primeira van-
K Ni' habilanles da China respeilamos lodos os
runccioiiarios do eslado; mas boje 0 governonao
loma em consideracSn nem o mererimcnlo, nem os
conhecimenlos adquiridos, e dii muilo mais impor-
tancia i riqueza. Os ignorantes obleiu os poslos
mais lueraUVM, ao passo que os sabios languesccm
desoecupados no fundo das monlauhas e dos valles,
011 envelherem em funcriles suballernas. Enlre
vi'is pelo menos nilo se clevam seno pessoas de me-
rcruncnlo : lal he vossa segunda vanlagem.
o Nos Irihunaes cbinezes ludo se faz pela cor-
rupcllo. Os empregados de jusli^a sao lobos famin-
los.'o homcn sem forluua he opprimido, 00 mes-
nio acontece em Inda esla regiao. O reo I em ci-
ma esla cncolerisado, c os homens aqui em paito
cemem no desespero. Enlre s vos Iribunacs obran
segundo os principios da honestidad, e da justica ;
ospresenles nao indctil em suas decises. Tercei-
ra vanlagein.
Se |Hiis vosso governo apoiado nesles Ires ma-
les misar lomar a iniciativa, chamar a si oscorarocs
honeslos, elevar aos altos empregos aquellos que
san dignos driles, nao encontrara neulium obstcu-
lo, mesmo suppondo que a Inglaterra queira servir-
se de nos romo Instrumentos para seu engrandeci-
menlo. Os funecionario capazos nilo Ihe recusa-
rlo sua assislencia. Comer ai, pois, pida provincia
do Knang-Tong, lomal posse delta, eslabeleeei ii-
tilias de Iropas an longo da cadea de Mciling. que
separa Kuang-Tong das nulras |irovincias, alitn de
que nao vos lomein vossa conquista. Islo feiln, vo-
sos navios gmihein a cosa al Ticulsinn e depois
ale a capilal do imperio. Os Cbinezes alacados ao
mesmo lempo as dnas eilremidadea nan poderlo
mnver-se, en paiz vos perlenrer.i seto miiia difll-
culllade. Vossa honrada nacflo escollteu Hong-Kong
para fazer nina fortaleza forinidavcl, na qual eon-
.ervnis tropas numerosas ; vossa coragem e vossa ha-
bilidade lodos nqui sabem que sAo ronsideraveis...
ii O Celesle Imperio eslimara a vossa dominarlo.
Se a Inglaterra conaenllr em seguir etlneoniclho,
e enviar nuil a vez snns Iropas aqui. ha de tirar dis-
so um immenso proveilo. Itcllicla, pois, ella as
minlias palavras, cve|a uque deve fazer.
Esla mis-iva cabio oas unios do governo chine/,
e o pedagogo, 'I'"-' I""*'" eactiplO, declarado Irai-
dor i palria. foi cxerulado poblicamentc, 011 liara
servir -mo da exprcss.lo do diario ollirial. foi fcilo
em mil podaros. DfppM.
{.Mnniteur limerscl.)
DO AMOR.
i'iill
HENB1QUC BEYLE. Stendhal.
I'or cainnilios bem diversos lanibem scchoaa
gloria Iliteraria, assim romo a Inda especie de ala-
ria ; osles ehegam pela eslrada real, aquello por Irl-
Ibos pouro frequenladoi e por caminlios escabrosos.
1 lis inaii'liam. desde que niiscein, para a lama, pre-
cedido- de 1......pa; -Ao os lilhos mimosos da gloria;
uniros passiim -ilenciosainenle pela ra e se adian-
I11111 vaaaro-.inieiilc para o Iriuinplin : silons labu-
1 io-o- operarios do genio.
A cada pasto eiieoiilramos acules que levan! loda
a ana vida a fa/er motila no mundo, c 1 rorea de
escreveiein seus tiomcs em lodas as paredes, a mo-
da de CerdetiUe, e de provocar a alinelo por lodo
os meios vilenlos, con-egiiem por liin fazer rumor
emlornodesi e crear com malla habilidade urna
verdadeira elienlela. Converlem ana replanlo em
renda vilalieia, meilianle iim bom rendimenlo c
be por isso que, elles qiiando inorrein. rabem em
nmolvido profundo; a patada de Ierra, que se lau-
car sobre elle, sera o ultimo ruido que far.lo nesle
mundo.
Bem poueas ve/es se enconlrain homens, que se
escondan! com un cuidado extraordinario, que es-
creveudo debaixo de lo los os destarres, nao se arris-
quen) s empreas do rspirilo acuio com um
que pur ulliuio sabem Indos
irehas e conlra marchas sub-
ioi llenriquc Bevlc, o qual se
Duranl, llupuis, Coionel, l.i-
c que se compnuil.....1 des-
lear-se de mysterioi, c euj.
ur isli
que s
mallo invisivel, 1
radiantes deslaain
lerraneas. A--itn
cbamot Stendhal,
sio \ isconli e ""
farcar-se. em ro
lime boje, pouro mais ou menos de/, anuos depois
de -ua nuil le. cuneea a resplandecer e n ler echo
|ior loda a parle. Eslou persuadido que ha roearno
nina certa tendencia em oncarece-lo, o que lie mui-
lo natural; porque be preciso que o enlbiisiasnio
viva rodeado de-as gloriosas reaccoes poslliumas, c
elle nao prorede com a regua as nulos.
Ka obra de llenrique Bejle, que aereeonalrne
boje de lodas a- parles c o nielbor que se pode, se
enciinira um llvro publicado pela primeira veem
ISJJ e nao evisle m.ii- ('tu parle alanina. No rspi-
rilo dos proprio Iliteratos nJo rattavn desse livro,
-en.io a famosa Ibcoria da erv-lali-acdo popularisada
por Ualzac. I'oi porh.....1 nina idea fcll/. a nao li
Mi. Eilgne llidier de reimprimir o amor de llen-
rique llevlc.
O amor! nao ha ccrlnmonle maior assumpto pa-
r.....loralislll, b......'imo nlo lia maior esludo para
o-iihio do que o esludo Ja luz. O amor be a luz do
mundo moral.
O (pie be o amor lomado fora da aerep.vio reliam-
sii o considerado araenlecomo paiilo? He 15o bello
0 encanto que ha em variar os seus .turbulos uns
livros e no mundo, que fora singular enunciar lo-
,lo. os eo........rcios que usurpam sen noine sem ler
tieiihiiuia seniclbaneii com elle. O que lem o amor
de romniun com essas relactc da mocidade, since-
ras, mas cesas e hincas que Irazein Ido cedo um
promplo desengao Porveolura nao lem anda
menos com asda idade proveca, as quaes nilo lem
por fina sanio a sali-lacao do amor prnprio c dos
senlidos. e que. a--iincomo sao formados em alguna
dias, se dissipaiu ao cabo de pouros 111cz.es sem dei-
xar vestigios 1
lie que em vetando anuir raso he experimentar
lmenle osla ardenlc neeissidado de expressao, essa
exuberancia severa, essa inlinidade de vasos desejos
que luinulliiam no eorai;ao do adolescente, quo
desorienl.ivain Cbirtiliim. o lhc faziam dizer.i Su-
ziin, i condensa, s aores dojardlm, uo vento
pa-ava. e al a velba .Marrellina: en MM amo
-e. evla-es apaixonados nao sao o amor, |
lirigem a lodas colisas sem discernimcnlo
.111 esculla, euoduram mais que nina priinaver.
Amar, ndo he o liaver lirado deslumhrado por
um composto de bellota, que apenas se entrevio
nem beo scnlir-sc trrasltdo violcnlamenle para es
seobjccio apenas conhecido, a quem cercamos de
perfeleoes imaginarias; nesle caso, hesacabec
(pie olira. c se esl ua natureza desse
crescer, (piando enrontr,
na lula, eslu lambem ua SUS natureza no-nlnov-
vora na victoria.sepullar-se no seu IriumphO.
\1n111 he enlregar-sa Inleiramenle a um ser. cuja
alma vos cimliou lodos o- -cu- searedo-. e que. (i
proporcao (|iie se abra aos vossos olbos. vos prenda
rom un novo lace, ale que esle ser se lenha revela-
do aos vos.os olbos em loda a sua verdade, e vos
letilta prendido iiiwiicivrhnrnlo. Desde cnliio, o
mundo ai cousas, vossa etltlencla o a tos uniros
lomaran) urna nova face; vislesludo se animar em
redor de vot; compreltendoslei que a hora a mais
decisiva de vossa vida arabava de soar; o enlc Un
longo lempo procurado em vao se linha adiado; c
he com um enlhotlasmo serio que, i.lenlilicaiidu-
voscomsaas dores, eus lemores, tssim romo rom
suas alegriaa o esperaucas, senlisles que nao podicis
mais viver seno por elle e para elle.
Debaixo deale poni de vista, o amor excede to-
das a- onlras all'eices tcrrcslres. e eleva o hoinein
1 urna lio grande altura, que elle etqnece mais de
urna vez sua miseria e scu nada, c quasi que rheaa
ao infinito!
Apenas contamos em nossa poca um hoinem I-
luslre queronipreheiidesse o amor deslc modo: lie
Leopoldo Itoherlo. Por islo elle morreo, ajunlan-
do um capitula dos man palhelicos bisloria da
pailSo. l.eo|H)ldo Koberlo viveu cinco .0100- d(
urna espcran{a, e no dia em que esraesperanca unir-
rboii, elle senlio os lilaques dessa molcslia dev orado-
ra, que arrebalou a raziio a Tas, e semeou inn-
meras inquiclacoes na vida de Moliere, des-e desdi-
loso Moliere que, plido eaflliclo, escrevia .1 Mi.
II .Imii no din seguinlc ao de um de seus Irium-
phos: Alen charo, sou o mai infeliz dos homens;
minha miilhcr tilo me ama.
Son mais desgrasado dos bomons, escrevia lam-
ben) l.cnpoldo Itoherlo no (lia eguinlc nodos Mni-
totouur*, |iorqtic nao era amado, e o amor era pa-
ra ello o bello ideal, que clle.pensava ler alcanc.ido
c que o malaxa fugindo.
lie mislcr que se leia a correspondencia de Leo-
poldo Itoherlo, paraban) se comprehender o deses-
pero amoroso do grande artista. Seu nomo, sua
doria, suas obras j.i Ihe eraos Indiflcrenle; o eslou
fiira do circulo, dilis elle. Ab se Stendhal sou-
lics.edi-lo, que bello capitulo 11 .lo ajumara a,o scu
livro!
Peco venia para cilar aqu, allm de amenisar um
illlllini!
obslaciilos, ensrandci
mpresso de um autor, que me he muilo conhecido,
se nao lionvesse muila faluidade em se pretender
conhecer a ai mesmo:
O amor ae parece com a tmiade, como am con-
Silisldor se parece com um mnnarrha pacifico, romo
apoleto se parece com Luir XVf.
O amante he rei; o amigo de urna mulher he
principe smeole, e um principo que em neahum
caso podo subir o Ihrono, porque esse Ihrono he
sempre a presa de 0111 usurpador.
Dous coraees lerno e puro,, que se amam sem o
querer confessar, sao como dous passeadores que se
evitam, c fogem em um jardiin loglez...e se encon-
trara no monientu cm que menos o esperavam.
IV
O enra^ao de urna joven he como um ninho, onde
as pequeas andorinias gorgeiam, moslrnm a cabe
a, oxperimenlaiu suas azas e espreilam 0 inoineu
lo de voar.
V
0 coraco de una mulher mora amante c apaisa-
nada be m sanrluario de ouro, onde reina umitas
vcz.es um idolo de barro.
VI
0 coraro de una velba loureira lie aenicllianlo
aos 1 nnoiio- do Egyplo, onde jazem muniias cerca-
das de rnalos de archileclura.
Vil
0 coraco de una mulher esl algumas vetes,
poslo que" vasio, fechado com Ires voilaa ; oulras
vezes a porla esl enlre-aherla. Para ser feliz em
amor, lio misler menos de mrito do que deuppor-
tunidade.
VIII
Anula na mullieresas mais corrompidas, lia sem-
pro cm um canlo da imaginaco ou do enruedo uin
ramo de virgindade scnipro verde, quo um hoineiii
hbil pode fazer lloresrer.
IV
A virgindade he urna poesa ; ella nao evisle para
os lolos.
X
(Inanias mulheres, com iibundancia de coraco,
de -uuacinaedo e de belleza, com ludo miliin que
he necessario para inspirar e senlir urna grande
paixao, nao se engaan) na primrira esculla, e na
sofreauiddo de lomar una desforra, se enaanain an-
da, 0 lanas vezes que, quando por lim cbeaam a en-
Cenlrar aquello que ellas (cu) souhado lano lempo,
jan nilo niereretii iiiais !
XI
Acontece algumas xezesque una mulher resiste
mais lempo aquelle que ella ama bstenle, do que
aquello que (da ama iiiediorrciiieiilc; rom oprimei-
r.....lia Irenie de avillar-se eedendo ; como srsiiu-
do seu temor he menor. He desle modo que se lul-
millia a vaitlade des-es casquilhos ipie apenas ehe-
gam, conquislain.
XII
0 verdadeiro amor uiiu sabe hilar contra essa ar-
lilharia, que as Inurciras lem a seu servico, e por
io he vencido. Osameslrados s(i san batanle ha-
bis para inidloarai suas sabias manobras, de lal ser-
le que. por una jiislica providencial, s.lo OS antes-
Irados que nos viugain das loureiras.
Mil
A mulher de quarenla alios nao comproinelle
suas conquistas; ella he conloa Ingl.tierra, sabe eo-
louisar.
XIV
Essa pequea missiva potle inuilas ve/e ser
escripia em Pars, de inanhda, em papel sotim e
cota tuna hijo Iremula : ludo csl 'airo excepto a
honra !
XV
As almas iloceissc rurvain snlire si mesilla- ; as
vilenlas de bom arado se arremessan itlem. As
primeiras vivm sobreludo do passado, logo que lam
um passado; aa segundas aspirain principalmenle
0 lultiro ; islo faz que. com as mulheres -cn-ivei-,
devela ler riume do amante, que vos preceder; com
as oulras, ilaquello que vos ha de seguir.
XVI
Peanas ha que lem O espirito piegucosoeo cora-
ro infatigavel.
XVII
A mulher he 11111 poema que se deve ler rom o
coraran por mullo, anuos para bem comprehentlc-lo.
Aquelle que so ainiiu una vez, mas rom vehemen-
cia, conhece melltor as mulheres do que aquello
(pie niui'ou lodo- os dias de amante no esparu de
viiiieaunos. Don Juan, cun suas inlidelidades sem
fin, me da o modelo de um bomem que nunca
leu um poema, c que pistarla a vida a ler 1711-
aoaTiot.
Wlll
1 ma bella pailSo aos vinlc anuos desencanta o
re-lo da vida. Qnando viriles um bnmeni bstanle
indeHerciile, nao procuris em oulra parlen causa
disto, pois ndo be oulra.
\IX
O liomci. ao qual se quil chamar artisUi, lem
a caheca mais aiuaule do que o coracilo; ou para di-
zer melltor. uarlisla lem dous coraedes, piimeiro
na fronte, o segundo debaixo do peito esquerdo.
XX
No lim de unta paivan se lira Irisle romo de|Kiis de
unta bancarrota.
Mas na verdade. nao sei como me alrcvo a dar
leve peiisanienlos de minha lavra, dlante de uro livro,
no qual, como na- margen, dos conloada, ladas. bate
la smenlo ahaixar-sc para -eiipanliars maosclielas
pedrariu de toda a sorle. Volic o leilor deprtwa
a ler oulra vez Stendhal!
O livro do .linar, he a phvsiologia rompida da
divina o Infernal paitao. Como he que 11111,1 -eine-
lli.iltle obra pode liiar Iriula anuos 11.1 oli-ein idade.
ao patto que a Pkyniolofla do Gonio, marchando
ilesuccesso em succetto, era Iratluzida em ludas as
liimna- e siMislenlava em um luaar escolllido em
indas as bibliolhecaa'.' Nlo deixo de dar a Brillal-
Savariu o seu dev ido merilo ; elle lem espirilo. lem
antea e lem sal ; mas Stendhal lem mais que islo,
c pode-sc dizer que Orilla! hit para llevle, oque
um ehefe ordinario ful para Carmc. Porque essa
diOerene, enlre o detlino dos dous livros ?
Islo he muilo simples. Ilrillal-Savarin he sem-
pre ainavel e fcil; Stendhal be algumas ve/e- inb-
lilepoucoaccessivel. A PhyriologiadoGo'lo \m-
lencia; o mor aos delicados clilleralos. He por-
que consegua de repenle unt suecesso universal, ao<
passo que a oulra ndo cheaar.i ahi sendo depois de
multa, vollas, e qitainlo houver sido popularisada
pelas genial deespirllo. Pois bem. essa sua forlu-
ua do livro i\o Amor, nao be finalmente sendo ap-
pareule; porque, quando elle houver rinitpiislinlo a
poptilaridade. que nao Ihe ha de fallar, etnbora leja
rnente tarda, elle a nao leri comprado por con-
cesses, osera popular conservando sua qualidade
superior, o que he bem dilliril.
llevle faz. nesso inesuin livro, una observaeo lil-
leraria clieia de ironia e de profuiido/a, a qual se
tpniica perfeiliiineiilc hojtt an seu livro e a si lam-
bem. o Vejo nos livros, diz elle, oulros lano- or-
lleles de nterin. Iteaimenlc ellos ndo Icem mais
valor. A posleridade, c-querendo uns e reimpri-
mindooulros, declarar os hilheles pretniado-. Ale
enllo, leudo oda um de mis escriplo o inrlhor po--
-ivel o que Ihe parecen verdadeiro, ndo lera razio
de escarnecer do seu viziulio, a menos que a Sal>-
ra nao seja eugracada, porque enldo ler.i sempre
razdo.n
O livro do ./mor heum billicle [iremiatlo na gran-
de lotera deque falla llevle.
A crhlalii-viedrt he a podra angular do sx-lema
de Stendhal, l-'arei que a caheca de um amante
Irabiilhe por viulee qualro horas, e eis-aqui o que
acharis. Xas minas de salde Sall/btuira se lauca
as profundidades abandonadas da mina um ramo
de arvnre ilc-l'olhndo pelo invern ; dous ou Ires nie-
zes depois se relira cobnrto de crislallisardes bri-
Ihaulcs, ns ramos mais pequeos, da gro--ura >\,\
perna de um mclharueo, licam guaniccidos do una
infinidade de diamanles, movis e deslumbradores,
a poni de se nao poder reconheeer mais o ramo pri-
mitivo.
o O que cu cbaiiiu crvstallisacao, he a operaedo
docspirilo, aqualliradc ludo que se aprsenla, a
deseobcrla de que o objeelo amado lem novas per-
feicdes.
(f l*ii) viajante falla da frescura dos bosques de
laranaeiras em Genova, a horda do mar, duranle os
mais quenles lias du verdo : que prazer nao lie ao-
/ar essa frescura com ella.
o Tin de vossosatnigos quehra um braco na caca,
quedocura nao ho rereber os cuidados da mulher
que se ama lisiar sempre com ella e vendo-a sem-
pre amantlo-vos, faria quasi ahenroar a ddr ; econ
clnis do braco quebrado do vosso amigo, para nao
iluvidar mai- da anglica bondade de vossa aman
le.
diste : ro, sao pagine, que se devem occul|ar ; e
dellas apenas se pode apreseolar ao publico a passa-
gem do Mtuie utret de .aples. II mais, Bcvla
fez Justina asi mesnio, nao imprimlndo essceapilu-
lo edespojando-o de lodas as passagens de appro-
varo, para as reimprimir nos diversos fragmenlos,
quo terminan) a obra.
E o que succede agora a llenrique Beyle, nao se
parece por'venlura com o final do farbc'lro de Se-
rilha f Depois do se ler drsfarcado em lodo o dra-
ma, o (loque enlra em 'casa de Hoslna pela janella,
sempre envollo na sombra capa de l.indor; poriu
alira logo rom ella no cilio, e deia ver ,s linda
roupas de Almaviva. Paulan Umayrac
(Preue.j
COMMERCIO.
l-HACA DO HECIFEIt DEOfTi;i.HOAS3
HORAS DA TARDE.
Colacdosollicaes.
Descont ilc icllras'dc me alie i|2 por
cenln ,10 anuo.
Dilo de dlas a vencer em dezembro do corre-
le1 por cenlo ao anuo.
C.ambio sohrc Londres a "id. Il|l 0 d|v.
l-'rcle para Liverpoola :)0|c 5 por cenlo para assii-
car em sarcos.
Al.l ANDEGA.
Rendimenlo do da I a 13 I4*a\34|888
dem do dia 14.......i.:lttafiM>
I..H:l:,7->V,,
Detrarregainhoje V> de aulubro
llana porluauezaO/iniiiapipascbarril de it-
abo.
Barca ingleza(enerieremercadorias.
IlrsiieinslecArabellabacalho.
Briauc InglesBarkill- Ideal,
Barca americana yo/111 Farnum familia de
Iriao.
Sumaca brallelra iioi icarialaereadoriw.
Barra americanaSautheiierlahoas de pinho.
Importacao'-
llarra ingiera llnierirrr, viuda de Liverpool,
consignada a lleaue Voiile (, Companhia, nianifcs-
lou o scstiiitle :
13 fardos leridos de alaoildn. :ll ciaos, lll meios
dilose I barrica loura, I caiva Irasles; a lleaue
Vo)de& Companhia.
.". fardos leeiilos de Ida, :1 caixas dllot de linho. 3
dilasmiadexas.il dilat 31 fardoa lecdos deal-
godo, I fardo lencos de seda. I pacole um relosio
de ouro edous dilos de prala ; a J. Ilallidav.
lll fardte :iscaixas iccidos de algotllo, imi fei-
xe- arto, de ferro. VI ditos chipas de dilo, ;gl dilos
ferro em barra ;n II. Ginsen.
39caitas ell fardoa lecdos dealgoro, i caixas
chpeos de caslor para bomem ; a Paln Nash A
Companhia.
77 barras de Ierro. ISfeixes e l> chapas deca-
ilcia. 31 -uceo- cavilbas, I dilo ditas de cobre. I
embrullio coi reas de eouru; a II. W, Bowman.
II) Iniudada- de ferro brillo. barras ferro. I
citiva miutle/.as de e-crplono ; a C* Slarr ,V Com-
panhia.
.'1 fardos lecdos de linho, Scaivis lencos de alao-
dio,30 han i- manlciaa, 1 lardos e l> caixas lecdos
de alaoddo, :l caixiis dilos de dilo o linho, I pinole
chicle; ajohnslon Paler c\ C.....panilla.
300 (-.ovas chapas de folhas, l i'jrdo barbtnle,
SO barrb manlelga; aRolhefi Bidonlae.
^(i vol.......1 loura : a J- I'- de Lemos Jnior.
I caixa lecdos de seda, i (Illas lencos, I barril
agurdente; ao rapilao.
-J lardes e :l caixas barbanle. :IK laixiis de ferro
fundillo, -Ni caixas lecidos de alaoddo. 2 dilas lilas
de dilo. 3 barricas riillearia. I barrica loura, I ca-
xa rnnpa ; a S. J. Johnslon ,V Companhia.
."il (divas leci los de altloiliio. I (lila dilos de se-
da, S (Illas chales de algodio e -edil. 1 dilas lencos
de seda; a James Ryder & Companhia.
70 caitas lecidos de algodio, 10 cillas linha, I
parole niutlezas de escriplorio; a Russell Mellors
i\ Compaiihia.
I caixa lecidn- de algodiio e seda. IK siso-, 11
meios dilos, I quarlo dilo a I caixa hinca ; a l'ox
Brolhers.
I calta mludetas,33fardte is caixas lecidos de
algodio, 3 fardos dilo ile lia, raiaa ditos de li-
nho, I dita ineia-; a Ail.int-on llovvie AC.ouqiaithia.
ili voluiues lecidos de alaotldo. dilos de seda, de
Id e meiat de Blgndin, I caixa Inalhas -le Hubo e
lencos tic seda, I tlila linhas de coser, li fardse IS
caitas lecdos de algodio, 10 caixas merinos e pan-
no, I dila rendas, I ilila lecidos de seda! a II. llov-
i i.V Compiinliia.
t caitas guardanapos de linho; a A. C. de
Abren.
lo liarris manleiga : a .1. I'. Batios,
I caita livros de conlii. 3 (lilas lecidos de alao-
ddo ; a L. A. de Siquoiru.
-.'I lindo- e lll caixas lecidos de algodio : a C. J.
Atlley.
50 barril manleiga, i barrica rerrageai; aV.F.
da Cosa.
I pacole linhas;, .1. Le Francois.
I fardo e :i raiva. lecidos de algodln ; a James
Crablree Cnnipauliia.
i (.uva- lecidos de Imito. LI (lilas dilo-de llgO-
diio ; a Me. Caluioni ,\ Companhia.
:ilicaixas lecidos de alaoddo; a .1. Kellei v Com-
panhia.
I barricadrogat, 1 caixa ferrasen,. 1 ibia nuu-
de/as, I dila acido nilrico ; a J.da C. Bravo.
I raixa lecidos de aljoddo. I dila lacre, ferragens
e renda-; a Icid I Pinto (\ Companhia.
liraivas roupasr a G. Kennworlhj S Compa-
nhia.
21 barricas ferragens o cuidara-, '1 fardos lio de
vela,338 feitos arcos, 13 ditoaralba. Iljdiloa ver-
gumlaas e lis barras de ferro; a E. II. Wytll.
Briaue inste/. Barkhill, vindo de Torra-Nava,
consignado a James Crablree ,\ Companhia, inani-
fe-ion o Kguinle:
I.JMI barricas bacalh.io ; aos mesmos cousisua-
larios.
COXSILAIIIIGERAI
Rcndiniritlo dn dia I a Lt .
Companhia de Liverpool.
Soulh American & dineral Sleam Sacigallon.
JTtits Hoje espera* de Liverpool o vapor Olin-
^^^do, commandanle G. Haram; o qual depois
da demora do rostume, seguir,- para o porbM du
sul: para passaeeiro Irala-se ero casa de Deauu
Voiilc v Compinhie, ra da Cideia Velha n. 53.
O |llm. Sr. director do arsenal de auerra, em
virludo de ordem do Exm. Sr.conselheiropresiden-
le da provinefa, contraa um meslre do oflirio de
pedreiro, e oalro do ofllcio de enrapint, para nessa
qualidade irem Irabalhar na colonia mililardePi-
nieiiieu a- : a quem convier pois semelluinle arru-
iitariio, pode drigir-e ao mesmo arsenal da 9
2 horas ,1a larde, nos das uleis. Arsenal de guer-
ra de l'ci iianiluiro, 13 de oiilubni 185.1.O ecrt|i.
lurario, Franeeo Serfico d'Attit Carealho.
Coinpaniia de I.iveipool.
South American General Sleam Naeigation.
No dia 16 ou 17 es-
pera-se do Sul, o va-
por llrafileira, corn-
111 ni.I.Hile I). Creen, o
qual, depoi da demo-
ra do roslumc, seguir para a Europa : para pas-
sageiros (rala-se em casa de lleaue Youle \ C.s roa
da Cadcia Velha 11. 52.
O ennselho administrativo, em eumprimenln
lo arl. 22 do regulamenlo. faz publico que 1. ruin
areilas as proposta de D. R. Andrade V Cumpa-
11I111. c Ru-sel Mellorsii Companhia, para fornece-
lem: o pi imeiro, cern meios de sola curtida a 257(10
rs.,e o segundo 1575 varas de algodaoziiiho a 169
rs.. e 77!> i-ovados de hollanda de forro a 990 rs e
adverte aos dilo vendedores que devem recolser
para o arsenal de guerra os referidos objeclos no dia
17 do rorrele mz.Secrelaria doronsrlho adm-
nslrallvo. para fornecimento do arsenal de guerra
11 lo outuhro de I8.V1.Bernardo l'ertin do (.ar-
mo Jnior, vogal c secretario.
Companhia brasileira de paquetes a
vapor.
O vapor brasileira u (!im-
nabaro, cominandado peln
J
,|.
dem
dial!
7::>:i:ir22i
KlljTW
S:IKIij Ir tdiineu I-I VERSA 0 do dia 1 lia II . i PROVINCIAS, a LI ... . I:|MM4I
de 111 do 1213V.0
1:370)400
Ara
ncl.iili
lat
llx,
da :i7 lo
oame, fa
Zxporlacao'.
Male iiaciiuiul l'araliibano
(oudu/io o wguinlo : 150
300dilM iiinliatlos.
HBCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAESEPEKNAHBUCO.
Rendimenlo do dia 11...... 176*791
CONSULADO PROVINCIAL.
len.lmenlo do dia I a 1:1 .... 11:077*133
dem do dia II........ WIJS82
Hi.Vi'ljIKi;
MOVIMENTO DO POHTO.
NatiO* rnirailo* 110 da U.
Bo-ilonliitli.i-;, barca .imprr.ina .Soiitheriter, lt*
2~i> lonelailtM, capullo Samuel Wl(on, c|tip.i-
ki'ih II, carga taboado o mab seners; ao oapt-
lu. Vciu a esle |>orlo refrescar e K-uiie |)ir*
Aiulrlrlia.
IlatiiaK.ha-i. u;ilcr,i iiuln/,1 John lUbtiy, tic 712
lonoiailas, capilSo Tlionu/ Oaies equlpagem 30,
c;irLa assurar e laslro ; .1 Deane Voule \ Com-
panhfa,
i brajlleira Methiidet, ijerunjmu Jos Ielloi, MU-
i sal e pHlli.i ; a Manuel Alvo
PaflMgOirp, Koberlo de Albu
iss7 das toneladas. p.tuein 12 liare apil.i cari:
Guerra Ju i|ueripte e .Mclo
EDITAL.
Bk ai i
A rrjslallisacjio he nar.i Bejle, o que a allra-
ram he para Newloii.ehe em virlude dess-i le, que
ello explica lodos os mjslerios do mundo da pai-
vi'K Boyle divide oauor em qualro parles, cuino o
universo, Ao seu ver, ha o amor-paixfio, o amor-
goslo, o amor-phy^ieo, oauor de vaidade. Ue nea-
i.i- qualro parles do mundo que Beyle r.w. ua iin-
inensa vjagem de eiplorae,lo, vendo ludo, deberc-
vendp ludo, c variando seus quadros com a anee-
dulas ,1-, mais dclicatla-, as quaes loihivia o pode
censurar, na plirase anlga,o seren um pouco inde-
centes.
Tmnliciu fallavfte de um capiluio iiul.lo, mais
deslsuneslu que os oulros e
n a rv,
l'elaadmini-lraerio da mesa to consulado, se
l.i/ pobMfO qoe no dia ls do eorrenle. ;> 1 hura da
tarde, >eldc arremalarem hasta publica a porla
da mesma, .1 saccas de alodlu com X arroba* e !
libras de secunda qualidade, no \alcir de o5:V.I
r-., \ind.ts da --erra do I mu, e apprehendidas i
I < i.m Kodrifiucs ua prensa de Joilo Baptisla de Me-
leiros, poro leilor conferenle Jos Mara Oiar do
Aniaral por faNiliear^o no seero. Mesa do consu-
lado de Peruamhucr> Ctdcouliihrode IK">;.ad-
iiiini-liadur, Juo Xavier Cameiro da Cunhu.
DECLARACO ES.
Real companhia de paquetes inglezas
a vapor.
.No dia 21 desle mr/,
espera-se do Sul o va-
|ior Seren, commiu-
danle Su n II o qual de-
pois da demora do cos-
ime, seguir para Europa. Vara passateiros Inla-
11itlito de iiij:ila tata Pe-
rora espera-se (jtiu cliegtir dos purtot
do Norte no dooorrente, devendo
partir nodia teguinte liuru Otportotdu
Macei, Bahia e Rio de Janeiro: otso
nhort* passajjeirostjuc desejaifin emhai-
car nesleexcellenle vapor, qiii'iramconi
antecedencin iiprcsentar-se un agencia,
ruado Trapiche n.VO, tegundo andar, i
pagar suas pauagem, para terem odi-
rciio de preferencia aos melliores lu-
garet,
1) lllm. Sr. tapido do Vorlo, manda roiDtlar
,i lodas as pes-oas que quizerem apresenlar na ci-
pila na do Porto seus lillto menore de 12 a IS an-
uo, p ira volunlarianicnle servrem na armada, a-
lislnndo-se na companhia de aprendi/cs do eor|H)dii
jmperiaes maiitilieiros. pelo que receliero a rali-
llcaeio de Ki3 qualqner que os mesmos minores apresenlar por ler
nelles le-ilimo dominio. Capitana do porto de Ter-
iiamlitiro, em 12 de outuhro de IH.VI.Osecrclaro
da capilania, JoSo Itoherlo Auijmto da Silra.
O eoiiselhn adniiiiislralivo, cm sirlude da au-
lorisai;Ao da presidencia da |trovincia, em odelo de
K do concille me/., lem de comprar os objeclos se-
guinles :
Para n tiataihmi de arlilharia pe.
Botoet grande de metal, com uumern i, para
101 solircrasacasli.ilfl; dilos pequeos de dilo coiu
numero i. par as mesillas 1,010.
Companhia de arlifice.'.
Sapalos de sola c vira, pare 70.
2- hala/hilo de inlantaria de linha.
Banda de laa para inferiores, 19; apalosde so-
la c vira.paros.UIO.
!! batalhiode in/antaria de linha.
Pama azul paia 1(12 raples, rovados 2,:illl; lac-
la verde para Ierro, ovadoi 1,155 ; colicte ara-
iles, pare !ll>2 : liolocs prelus de osso. grozas IH.
Para fariierimenlo ilr luse, a. e.fflfo mili-
faro,.
Azeile de earramlo, ranadas 440; nzeilede co-
co, caadas 30,S,ftnde llgodlo. libra 36 ; pavio,
dnzlas6; vetadeeanauha,libra, 1:12'..
Para o IrabalhondatoffietHat da i-elaueo
artcital de guerra.
I'elles decaltra curlidas, 200.'
A-pessoas que quizerem vender taes objeclos a-
presenlem utuasproposlatem cartas fechada, na
Kcrelaria doconselho ulminlstmllvo, esiabelecdo
no trseual de guerra, as 10 horas do dia 19 do cor-
rele mez. Secrelaria do con-ollin adminislralivo,
para fornerimeulo do arsenal de guerra 10 de ou-
lnliro de IK'.Jo' de tirito Ingle:, coronel pre-
sdeme. llernardo Pereira do < orino Jnior,
lona I e secretario.
I) arsenal do mariulia admillc os operarios sc-
guinle:para a ofliriua de earplnleius, Ires man-
celiosde:!. ctate com 0 jornal de IWIIOr.; um
aprendiz de 5.' dila con O delWIrs.; eli." dila rom
o de 101)rs.; para a de calafates um mancebo de
3.a classt com o jornal de IfJIIIO rs.; um dilo de M
dila rom o de SIHI rs. ; dous aprendize de 6.' dila
com o de HHI rs.; c Ires dilos de III. dila cen ode
1110 rs.; para a de carapinas, Ires mancebos de d.'
classe com o jornal de Wl rs.; um aprendiz de j.1
dila rom o de IHO rs.; c seis dilos de 6. (lila com o
de iW> rs.; para as de remiro, um ofliri.il de .S
dila com o jornal do l2HO rs.; para a de polieiros,
qualro aprenditet de 9.* dita eotn o jornal da loOn.;
para a de pedreiro, um maiirebo de :l.n dila rom
o jornal de !Ml rs. : avile e um srvenles ce.....
dclilllrs. luspeeco do arsenal de marinba dt
IVriiamburii em 7 de onlnbro de 1H3.1.--O secrela-
rin interino, .I/j/ioc Ambrollo da Conceiro /'a-
ililha, ,
O analto signado acjiase em eicrnein da
lubdelrgacia da rrcguezia de S. Fr. Pedro ('onral-
vos do Recfe, na qualidade de segundo supplenle.
e suas audiencias cotiliuuam a ser nos mesmo dias
c lloras ja marrados. lote Gome* Ixal.

do
THEATRO DE S. ISABEL.
7. RECITA MASSIGWTIItA.
.Mil'.tlX 15 UK OITIBIIO DK issa.
I inda a oiivcrlura, i arando orcheslra, lera prin-
cipio a cvccuco do diierlimenlo dividido em Ires
parles da niaiieira souuinle :
i'iinii ii.i pnrtr.
A represenlacilo do drama heroico, emulados de-
nominado :
o liiiriiioi .um.
Decorado com lodo o >cslnario, scenario, c coid-
pclcnlc Ciro.
(;illi(l:i piarlo.
A represonlactio da no\a e muilo eugracada ro-
meilia em 2 acUis, Iraduiidl do oriciial franecz. pe-
la aclriz, a Sra. 1). .Mara Vellule. a qual pela pri-
me it.i vez sobe srena nesle Ibealro denomina-
\i'iimii.i\,u.iiiii.ii
DK
lim marido.
Personageaas.
Itoniliner.......
Pastel........
.Monllirison ollirial frasees.
i'riiiteiroollcial ....
Secundo dilo.....
.Mailaine llondiliei .
Clentenlloa, roslureira .
I in criado de bulequim .
l'riruero criado da liospei'aiia -
Sesuudo dilo.......I a
Sacarrolbas lerreiro criado. ><
Finaiiaar o 2. arlo rom um bellissiti
Aciore.
DSr. Heniles,
i, Bezerra.
)> .Hiiiil"-
n Coiinbra.
Pereira.
ASra.ll.Orsal-
ii s Joiuiru-
Roteado.
Cslmfcrs.
Anguslo.
pereira.
iu coro.
tu
mi
:.i I
lo
I
I
<
I
na
a:
imr
tul,
S
O Sr.
Tcrcrlrri p.-aa-lr r nlliiim
\ reprecnlae.io da sngracada comedia i
arlo, que lambem pela priineiia_v sobe
nesle Ibealro. e que se denomina':
PHENOMENO
0 FILIIO lll) STEIIO.
Que linalisara com un bello coi o.
Principiara as ti boro.
ni un
jeena
AVISOS MARTIMOS
Para o Porlo, a muilo vclrira galera perla
cnc/ii llrachnreme. capil.to Itodiino Joaqun) i*r
rea. MH com brevidada c recebe cara e pi.....-
ros, paraos qnae-(illerecc os melliores contn
os nrclondenles dirljatn-se *
Aquirio Foimeca V Filho
ignalarloi i-
na ra do Vitaim li-
le



_ Para Lisboa a galera Margarita, eanilao Sil-
,,,, in Manacl do Heis, sabe com brevidade; rece-
ln- carca c nasMRoh-oo, paraosquaeslem bou rom-
inoilo: ,i< Oliveira IrmSon A Companlifa na ra de
\|k)IIoii. II, ou ao referido capito, na praca do
, uminercin. ...
_ Para as ilha de S. Misucl, Terrrira e hayal,
,i escuna portugueza Amizaite, capilAo Manoel Au-
caslo Machado, Mhe rom brevidade: recebe carca
a frete e panaaeiros : quem prelender, dirija-se a*
itli\eira IrmloaACompanhia, na ra de Apollo n.
I i, ou ao referido capililo, na prara do cumulen in.
Para o Rio de Janeiro aegue rom hreviriade a
|n'n eunliecida escuna Caanle Maa: para rnr-
ca, passaReiros e cscravns a trate, trala-se com Jo.lo
Antonio da Silva Orillo & Gunpanhia, na ra do
Vicario n. 4, ou com o capilo Aleandre Jos Al-
,es, na praca do romnierrio.
Para a Babia seguir, om pourus dias u hiato
/'im'liluirlo : quem no mesmo qui/er carregar ou
r de passgem, pude enlender-se com Amnrim j
li mitos, na ra da Oral n. 3.
Para a Babia segu cm poneos dias a veleira
.uniara llorltncia : para o reslo da rarga, Irala-sc
mi rasa de seu consignatario Domingos Alvos Ma-
llieus, na na da Cruz n. 52.
Para Marsellu, sabe al o dia IB do correle
me/, a barca franceza Canad, recebe nicamente
i..i.saiiciros, para oque temos melbores ronimodos
iNjssivdtl quem pretender dirija-se aosconsicoata-
ros Oliveira Irmaos ^ Companhia, rua de Apollo,
n. II, ou a bordo, a Iralar rom o capitao.
Para o Parla.
V barca Olimpia, de primeira marcha, segu cum
luevidade. Para carga on paauuteirut. a Iralar rom
i- consignatarios Barroca & Castro: na ruada
Cadeia do Becife, n. 4. ou rom o capillo na prari
AVISOS DIVERSOS.
Precisare de un prelo ou prela, que saiba
coiinhar e fazer o mar. -en ico de urna casi de daas
pessoas de familia, au se din na pagar bcm. aura-
dando: no paleo da Matriz de Sanio Anlunio, ca-
a desabrido de utn andar, por cima doclrguelio.
n aVisja?) <:< m >i ehcio.
M Oabahtoaiiignadoiconlinuain pjj
M a franquear i toda* as danet em m
em jeral os mu tortimentot de lzen- gj
R das por bu\os preco* nao' rae- j
nos de tima pera, on iiniii duzia, i
h a dinlieiro, on a prazo, conforme fe?
S se ajuttar i no teu armazem da H
ej piara doCorpo Sanio, esquina da p
W na' M liiui llookcr & Companliin, liego- Y'.
(y (Milis ingleses. 'O metmotavi- rJ
W s,io no respeitavel publico queabri-
Ej mu no dia 5 do crrente mez a ti
sjj sua luja deazenda da rua lo Col- J
'"" legioePaaieio Publico n. l-">, rgida pelos senliorcs Jote Victori-
no de Paira e ManoeJ Jos de Si-
gueira Pitanga, para venderem
por atacarlo e a relallio.
LBSpBBZrJ FriWHBftipara
Tendo cenado o motivo, peloqual
il.'i\on de l'uiMvionrr 0 tabelliao interino
llenlas JoSo Facundo da Silva (iuima-
i es, acha-ie elle de novo esercendo dito
oflicio no momo escriptoro, silo em o
I largo do l'araiso, aonde as parles o p-
leni procurar.
Aluga-*e um grande armazem.pro-
nin para depotito de carv8o,porei dea-
nbertO, lituado na roa de Sania Hila a
ieil'0 mar, eoni dous porloes lechados <
I terreno todo murado, leudo mu Irapi-
he para embarque edesembarque: Ira-
!!- mi roa do Trapiche n. 10, segun-
lo andar.
TODOS OS SAMADOS
lciiiiain-se e prateiiiu-se, por meio de
leciricidatle, quaesquer pbjectos, fican-
lo perfeitamente semelbante ao metal
aiitado, e tendo a vantagem de muita
luraco, por precos conunodos : a tra-
aicoin Deloucfae, relojociro, na rua
A'oia n. II.
:M Na na (lollrnni n. "id, Segundo fS "......|Mi'di-rja i
Mi i i frr boa nualiilade tii1
andar, anida ppeCISa-Se de ama i. ,,!,,,.....,|
Si de leile prefere-se mullior do S
^ mallo : ipieni rpii/.ei leudo has- f'
jj tante leile e nao tra/.endo lillui : |
gj dirija-se a easaaeima |>araajuslar. p5
IWHIlf"lw ESlSR^SaBi
Precisa-se de urna ama de leile, Sem
lillio. querseja forra, ou captiva, pega-
ir liem : na rua do Amnrim n ''i.
OSr. Francisco Xavier Dias de Albuqurqoc
Jiiuior fara o favor dirigir-srabija do sobrado ama-
irllo da ria do (.lueimado II, II: c se nao appare-
rei veri o reslo__J. M. Ijipt*.
LOTERA DE R. S. DO OSARIO.
No dia 27 do eorrenlc, aiid.im as rodas
desta lotera, com lodo e qualqtier nu-
mero de billietes que liear, e so estariiO
i'Xpnstosa venda ate odia "ili. nos luga-
res docosttune. O thesoureiro, Silves-
tre Pcreira da Silva Quimaroes,
lotera de n. s. dorosabio.
Casa da esneranca, rua do Queimado
n. 61.
Nesta easa.e na iliaca da Independen-
cia, loja do Sr. Fortunato, esta' a \cil,
un completo sortimenlo decntelas des-
la lotera, elijas rodas amlam no dia 27
iln curenle.
Bilhetes...........*{00
Heios...........$000
Ouartos.......... I|800
Decimos..........0
Vigsimos.........s,>-"
Aluga-se a loja. ondefoi padana
"i rna Nova, com commodos para mora-
1": a Iralar na mesma rua n. 3.
OSr. Juin .Vllcuwo da Cmara Sisociro, que
morou ou mora nos Afogodos, lem urna cariado
na praja da Independencia, liviana n. bes.
&**4t5,(t$v, ]^<> ^*a>^f'
$ LONSUlVltlO IT.NTHAL 110- ($.
MEOPATHICO. M
N. II lina das Cru/.es N. II fi
ComllM lodos os dia desde as 8 horas fi
da maiihila al as -2 horas da lardo.
Visita aos domicilios das X horas fin v*v*
dianlc. A
as molcslias agudas o gravosas visilas V
rao feilas a qualqucr hora do da ou da ^
{ iioile,
A mi.!wrs :'.- pariu, \>\,"i
'* KrtD soirorridas com rcliglusa promp- ,g.
lw r. vallino Olegario Lutlgerol'inkii. <4"
I Precisa-se com nimia btevidade do um eal-
'eiro que lenba pratiea de taberna: na rua do VI-
I (ario, ii. :i:i.
Precisadle alpgar ama prela hoaeng.immadei-
' na rua da Cruz do Brrifr, n. 19, lerrriro andar.
Viclor l.asne. liquidalario da firma de Ba-
|Uill,. 4 Compaiiliia, avisa as pessoas que sejul-
nmn rrednrea da mesma, apresenlarem as" saa
Jnmla, ivoseu escriplnrio, na rua da Cruz n. 27,
Jittles lre dias, a contar de boje 13 de oulubro, do
contrario nao se admille rerlamariVes.
I Aluga-se a armszem. no anal sempreleve la-
|lrna, r n,i incsiiio lem armaran: no paleo do Ter-
, 139, a Iralar rom n seu proprielano Joequim
lli'pes de Almcida
Prelende-se comprar osilio com rasa de so-
brado e arvores de Trocla, frente murada, silo na
eslrada do Manguind, o qual j; foi do Sr. Joaquiui
Jos da l'inlia r sui mUlher, eboje perleuce ao Sr.
Nicolap liadault: quem liver direilo ao mesmo.por
qualqusr titulo que baja, annuncie pela prsenle
filia, nu prazo de Ires dias, alim de que nao ale-
guem ignorancia para o fuluro.
Fuaioou l'iiiiaiain do sitio do Sr. majorJn.lo
Biheiro, no lugar Bem-lica, defrunie do silio do ti-
nado Sr. Ilr. Briln. no dia (I do correnle.a :i lloras
da larde, um cavallo alaiSO, rapado, dinas e cabo
branca, frcnle alierla c os qualro ps mirados
quem delle snuher ou pegar leve-o a.i silio cima
ou ama do Bangel n. t, a Virlorino I i
dos Sanios, que ser liem gralifirado.
Precisa-se de urna prela ou prrlo para fa/er o
servicode urna rasa eslrangeira, da punca familia :
na rua da Cruz n. 7.
Alunase una prela que srja boa vendedor e
rngnmmadeira ; nao se duvida dar I i ou 159000 rs.:
na rua estrella do Itosario u. "28.
Allencao.
A nova laheraidpchocolate homeonalhlco da
rua dasTrinrheiras n. 8, mudou-sc para o paleo do
'ferro n. i, aonde se enronlra o rhorolale bonieo-
palliro, approvado e apphrado pelos Srs. Ilrs. ih
bonii'opalbia, < Ii prrlo linuienpalbirn, rhorolale de
musgo e ferruginosn e de ranclla. lino, e ,lc luda
quahdade. clin, rafe.......I puro e para Indo prero,
c unidos inais gneros dos paises cslranuciro-.
Prccisa-se ile I :U0UStNH) rs. a premio: quem
liver aniiuiiric para ser proriiradu.
A casa de consicaacao' de eacravo, na rus da
Cadela do Recite n. 29, prmelro andar,
rerebe esrravos de ambos os srvos para seren
vendidos do rommissilo, por conla de mus dimos,
ii.lo sii nesta pra^a coniu para o mallo, afllaacandn-
sc ii boin Iralaniriilo e brevidade na venda ; asaim
romo laiiibrm se rompraui os que agradaren) para
salisfa/ri llgunMf riiroininrnilas.
Prerisa-se de um eosinhfiro forro nu raplivo,
para um engenho dislanlr delta piara7 legua :
dirija-sca ral Imperial n. 7 na fabrica do vinagre.
.No paleo da Hihrira ilr S. .loso, loja do sobra-
do u. l, lava-se e rngoniina-sr, com mullo SMeio
e [irrfrirao. por prero ra/oavol.
Bilhetes de visita.
@ liiipriinein-so por un proenvo |inilicul,ir Q
!* c DOVO, bilhotM nfl vmI.i, fliM cm IMilfl ce- jSE
$fe 'f roma viniaiteiii de ftir inUresahir muilo fy
^ imIi o lastra |
a< 9Wm COH1 in;ti- ri'iiln'. I'or e--It* nitsma ^|
^ ineio si; imprimen) no liio panel lodtn n S
^ raviinis cm nimle c peojuenn rormalo. .'
K< Abrom-ve chnpai nfloM p;ir.i bllieletile *i- -\
M "ii-< como tnmltem para lelraa il commer- *
i 'f fi.' quBwquer objeeloa ila arle -!; prava- ^3
1^ im ; e uiiprimem-M regUlro t I9c280 re. <> Sj
^ cenlo, lendo ;i chapa pouen mala ou menos g
K um palmo ifuaoYado. <> annnncianle ino- ra
^ rando um pnueo dfaUanle da pnica, pede .1- S
^j petmas a quem cunvier, a* drljam abriea g
'fJ de cnlelielea, na rua do Brum 11.... cu 11,1 $
m loja de Hvros n. .lOdarua da Crua. aj
LoTEua no ido in: jam.iho.
Aclinni-sf n venda os bilhetes dn iri-
ceini loleriu du estradii de Mage, cuja lia-
tase espera pelonBrasueira, a 16 ou IS
do coi rente.
Alufia-aeama casa, iiamadoCaldefreiro,eom
.irmnr.H) para venda, na eaoulna
  • Monh'ro, a qaal cali llvra !.! Independencia, livrarla n. 6 e8.
    Preciaa-tealuitar urna prcn para o servico de
    urna eaaa de pouca familia: quem a liver dirija-ae
    .id becco 1I0 Padre, nitrado 11.al).
    Avjxa-soaoa quequierem deilar animaea pa-
    ra pealar no aillo da Piranga, por um preeo mui-
    lo mdico: dirijam-se ao diloailfo que ai lianlo com
    quem Iralar, ou na.rua da Prala n. !.'(, lerceiro an-
    dar.
    o Sr. Jos Teivoira UuinuirBea, que leve bo-
    lequim mi rua i.n -.1 do Rosario, quera dirgir-se
    n praca da ndependeocia, Hvraria, n. c8.
    <) Sr. JufloSImOes da (jwla quelra dlriair-sc *
    cala deTaaao A Irmllus, para ajusfar o negocio no-
    ligo que o.u guaro*
    Preelsa-M paca om eiiaenho,dislanledeala pra-
    raff leguas, de um fcilor porluauei, qiiecnlenda
    de planlac/Ma, a di fiador a sua conduela : ipicm nc
    itlnir nealaa eircumslancias, dirija-se a rua da Ca-
    ii'i do Recife, anuazem o. i. de Barroca t\ Castro.
    Antgo de i osito do rape iirnce/*a do K10
    de.JaneirOi *;rosso, meio rrosso, e ii-
    110, na rua da Cl'llZ do Itccilc D. '2~>.
    Viuva Pereira daCunba encarregada, lia mullo*
    annofi da venda deale rap, xeienlifica aos consu-
    midoras dcsle rtico, qe havendo lanas, e lao lif-
    rerenlea qualidadea de rap, qua cheaam a confun-
    dlr-ae, que o rape por ella vendido lie o do labri-
    canlfi Eslevilo liasaei nmdoa mais ailaos do Imp-
    lesela ohservem, porqoe confiados cm a
    (ic, lano cm aroma, como
    cm le a propriedade de h conservar mullo fresco,
    se BUgeila a aceitar qualqner poreflo, que porde-
    l'ciio doqualidade I he lor engeilada. Para maia
    commodidade de seas freauezea acalta daealalielc-
    Cer mu deposito lilial. na rua du Apollo n. J.
    AVISO AOS SENHORES DE ENdENHO.
    Alientas as gramlea vanlageua na moagem de can-
    naf provenieiilesde lor os lamboraa das moondafl
    perreitamenle lorin!ados.oabaisoasf>ignado raapciio-
    aamanle lembra ao acnlioras de engenlio que na
    na TundicSo de ferro em Fra de Portas h poda
    perfcilamcnlc lomear de novo um jogu de lambo-
    res, 0 aparar c endireilar os denle das candis rom
    laida praslcia, que so pode enlreLM-Ins no mesmo
    dia, evilando-ae asaim o inconvenienfe da demora
    dos carroso o impale da moaucm ; asaim como que
    a mesma fondicSase aclia Rcmpreaorlida, nao mi de
    novas moendaada diversos lamanlma < modelos, ra-
    mio laiidii'iii como para animaos de Unas as proporefles, a saber !
    valla por volla, \olla o quarla, vella 8 loro, volta
    o mala,daas, iros, quariro Millas, ale., de., c por-
    laido que qualqucr aanlior de angenlio ajuarando ac-
    celerar asna nioenda, a lim de moer mais raima no
    momo lempo, 011 iclarda-l.t, a lim de esprciner mais
    liquido 1I.1 mesma caima, pode sem demora c-colher
    aa nulas complanles. Puadlcao de forro nn rua
    do Hriini pas-ando ochalaris. i). //'. BoUHNMf
    anganhairo.
    4 C\StLTRlfl HMfiOPATHlCl g
    H Gratuito para os pobres. B
    3 Nojtecifei fin do Trapiche .Voro numero I *,
    0 DR.CASANOVA lem abarlo o seu con- Q
    fsullorio no Heril'e. onde podar ser pfOCU- R
    rado a (pialqnei hora ilo N. II. As pessoM pie nao fdram pobres, J;'
    4( pagarlo pelo Iralamenlo dn 5 a ji>-ihi rs. -,
    53 f nftoaicauenda de don- mezas, fj
    Hanoel de Almeidn Lopes, com cota de
    conaignaco do escravos, na rua dus
    Quarteii n. 2i.
    >'csla rasa rrrrliem-sc rsrraMi>ilcroininis-.Ki pa-
    ra-o Tender, lano pura a provincia romo para lora
    tlrlla, |ior ronla ilc srns ilonns; afllanca-se o liom
    iiaiamriiio Mgoranea >ios mennw : e lambem
    comprara-*! o pagam-ae beat, agradando
    Aloga-se o aegtiudn andar da casa ila rua do
    Cae,e o quarlo ila rua ilu Brum, em Fra do Pol-
    las, perlencentea a I'. A. da Cunda i!s Companliia,
    no rua ilo Vinario n. II.
    3
    O nn'dicoJ. ^oieida mmlotta (fa
    sua rcsiilcni'ia para a rua d'u ,/*,
    CniJ! n. 48, primiiro indar, on- "
    je pode continuar n ser procura- w

    m
    f
    '$ (lo ate as 2 horas da tanli
    TFabrica de chapeos de sol, praca -^
    4a IndeiiendeBcU, n. 36.
    Manoel Jeune, chcuado nllimamenle nesla cida-
    de, lem a honra da participar ao respcilavel publi-
    co, que lrou\e com ligo, um rico o complclo orli-
    menlo t\o chapeos de sol. lano de seda como de
    p.'iiiniilni para hoineni e senhora, ricos cliiipi-os do
    soda com rabos de c.....a da lndia,dlloa cum carica-
    turas, dilos do arniaco de ac, com ricos castOei do
    marlini, bengalas o oulroa mallos objeclos dos mais
    mudemos o variados, assim como Irouxe lautbem
    um lindo sorlinienlo de sedas e panmnhus para eo-
    lirir qualqucr annac.lo usada : lodos esles ohjeclos
    nienoiomidos.eonrerlam-se com isscio.c promptido,
    por precos mu ra/oa\ois, e mais haralo do que em
    11 Ira qualqner parle; \endein-sc emporcAoea va-
    rojo.
    Madame Angeiine Mauvemay A
    Gompanhia, no aterro da Boa-
    Vista n. 12.
    As rreguezae publico acharSo deniro dcsle os-
    labelecimento mu mande nortlmanlo de faiandas
    novas o as mais mutlernaii desle mercado, como vo
    I Idus de sedadlos e lavradm
    como de lodas a- cores, 1I1I0
    encornado, com baados e
    vesliifOS de Monde com doi
    para bailes, dlloa de barage
    rom babadof, um grande si
    soda de lodas as cores e do '
    le todas aa quididades,
    * de seini branca niailo
    sem ellos, para nolvg,
    is e dos babadas, dilos
    , dilos do ca/a lambem
    h lmenlo de chapeos de
    llimo goalo, dflO para
    I meninos de I a 10 an...... bonela para menino, ca-
    misolasdcfll, enlailadas da Idus ditas de csea,
    rlleles o mangas hordadai para vestidos, rorneiras
    \lo cambraia, bordadas, manas piolas de blomle,
    ditas brancas para noiva, dilasdofildelinho.bran-
    ras, manlinlias de seda, rlcascapellaa de llores do
    laranja com os (ios de prala, llores tinas, locos e Il-
    las de lodas as qualldades, de lodas as coras, a da
    lodas as laiguras, guarnidlo para vaHidos prelea,
    aderados |wra lulo, |ienlea da larlaruga, loques, ate
    ele. rsiiarllbns de lnlio puro, atacador pata o
    meamos, e um rico, lorlimenlo de mcrcoaria N.
    mesma casa faz-te \eslidos 1.mi para senhora com
    para meninas, vestuarios para meninos de qualquer
    modelo (pie -ejam, chapeos, turbaUlCS, lOUCadOB e
    lodos i>s arranjoa do toilele de una senhora, recor-
    le e hallados l;i vestidos de diversos dtsenhos. por
    proco razoavel.
    I). Lulia Aunes ile Andrade |,ea| C SUM ma-
    nas l>. Senhorinha e Ii. Tlierezi doJeson Leal, lem
    aberlo em sua casa umaaula para o aaxo leminlno,
    aonde so recebem alumnas pensionistas, metas pen-
    Monislas e oxlernas, paran que a casa lem nonsevm-
    1.....los. Aa materias que neensinam ao: ler, escre-
    \er, contar, coser, cortar, lab\riulbar, bordar de
    seila de marca, de froro cm lalagar^a, de susto, le
    lale, cacando, e oulrn obras de agnlha prourias
    do sexo ; grammalica nacional, arytlimetlca, iran-
    rez, inglez, msica voral, dausa e loda e qualqner
    faculdadc que os paia queiram mandar ensinar as
    suas mitas: ;is |essoas que as quierera honrar,
    ronllamlo-lhes suas lillias, llcarfin anlisfellas pelo
    aaamenlo que ellas ieri>, o neto desvi lio rom (pie
    wraa Iraladat. para oque poderSo dirialrse rua
    do Kagundan n. 5,quem veni da ribeira o segundo
    obrado aa p do di' \ aramia encarnada,
    mm : r 1 :/
    \0 IIESLCil
    No armazem de fazenda bara-
    tas, rua do Collcgio n. 2,
    vciide-te um completo sorlimento
    di! tazendns, linas e KroMa, por
    prri'iis inais liaiviis do < | 11 rni ini-
    gg lia qual([tier piule, tanto em por-
    ^ ri'.i-s, como n retnllto, nllian^ando- fii
    ?.a sr aos i'oinpradori's um 80 preco W
    i para loilos : este i'slaln'liriini'nlo f*
    ?" aluio-si- de i'oinliuiaraii com a ,"','
    S^ lliaior parte las rasas riiniiiii'i'i'iai'S ;,".;
    Si inglezai, francezas, alleniaas e suis- K
    T> mis, para vender fazendai man em <>
    '] conta do tute te tem vendido, e por K
    53 isio ollarccendti elle maiore. van- si
    K Ingcns iloiiii" oiilro ipialipirr ; o j
    vi proprielano dente importante es- V.
    st abeleciment couvidu a'lodosos H
    ' (em patricios, e ao publico em se- j;
    ^ ral, para ipii' M'iiliam (a' liem dos
    9 leus nlcrc.ssrs) comprar la/.fiidas
    ; baratas, no ai*mazem da rna do
    Collegio n. de
    Antonio Luiz dos Sanios.
    g .. ;:-
    .No dia l.- ilo correle fui o nba*o assfgnadn
    roubailo naquanlia de l:4Q6Va10rs. conslantado
    Kgulnle : ~ muidas de onro do valor de l-v'sai rs ,
    6dHasde-J0SOU0rs., Jdiasde IfiQOOO, l lilas de
    it-KHi; empalaroea ISOsOOOrs., cm cruzadosnovos
    I.vihhi is.. em sedulaa da 30, iW, Ii oStfWOr*.
    fiSOlK) rs., 2 flandras de essencia da rasa lCjOOO
    ra., o que ludo monta a I:i96*>j00rs. Poi oroobo
    foi lo no nnnarrn do abalxo aignado, silo na rua
    da Senznla Velha, Ate o prsenle lem sido frus-
    tradas as diligencias das autoridades, masoabaUo
    assignado alada espera, que mediana oscaidadns
    dasmesmas autoridades e ronscienciadaquellea
    a quem por ventura forera uflarecida para trocar
    iiineda- por pessoas, que secundo neos lucros OflO
    poasam logliimamenle possui-tas, podar Dnalmen-
    lerehuver o que lano Iho cualou o iianhar.
    Jiint/itiin Lobato Ferreira,
    Na rua da Cadela de Santo Antonio n. 110,
    deseja-se fallar com os senliorcs aballo menciona-
    das : Francisco Ignacio da Cmara Pimeulel, Ma-
    nuel liorna da Silva, Lourenco Ferreira de Souza
    Jnior, Francisco de Ifollatida Chacn, Antonio
    Jos de .Modo. Francisco Joaqnlin do Hcjin Barros, .lorio Rodrigues da Silva, Jos Por-
    lirio Teixoira dr Mendonca, FrancifCO Pcreira de
    ICriio, JoloThomaz dos Santos, Francisco Ferreira
    Pinto, Manoel da Silva Barres, SEmuo Rodrigues
    do Espirito Santo, Manoel Sirno do Caill, Josa da
    ARTIGA
    BOTICA HOMEOPTICA.
    FUNDADA POR GOSSET BIHONT.
    Esto ealabalactluanlo posue lod'.oosineilicaut'nlosait' intoraej,[H>riiiienlados, tanto na Euro-
    pa como no Brasil, preparados com glbulos do mais puro asaucar de leite e inalternveis pela humidade
    20:000 rs.
    I'MA CARTE1RA com os 21 principaes medicamentos homopathicos e a segunda edicto
    dos ELEMENTOS |>E MDMKOPATHIA, por lio-sol Bimonl; nhfl Indl.innunl ftl paMOH de boa le
    que qiii/orem e.periinenlar a nova medicina por ser olla muilo clara inlclligeiiria de todos ; eontendo
    I'-ni de mui tos consolaos clnicos, a delinicaude (odas as molestias c os svinploinas pelos quacs do a co-
    nhecar-ae.
    TabavolaoB (cada um).......................1|000
    Tinturas de ImIosos inedicanienlos ora frascos do ......i.............pOOO
    Oirtoirasde 12 lubos at 2,V> medicamenlos, porprecos variaveis, conforme 1 qualidade das
    caivas, o numero dos medicamentos.
    '..ii\.i- cora Unturas de lodosos medicamenlos a cscolha, era frasros de ,lt ouca por precos com-
    modos.
    Na mesma botica cncontrar-sc-hii sempre um erando snrlimcnlo de livros era porluguez e
    francaz, c omnm ludoquantoho nocossario para o ostndo c praiica dn homopatlna,
    Eloinenlos de humeopalhia, 2. edicao...................ti#000
    Pathocencsin dos inedicnmoulos homeopalhicosbrasileiros, o llicoria da applicaciio das dses 3O0O
    Tralamento das molestias venreas.....................IjjOOO
    Saliir hrevenieute a lu/ a obra iniituladn :
    ELSIOITTCS
    DE
    ANATOMA e physiologia
    COM ESTAMPAS. POR GOSSET BIMONT.
    lia riiirniMila aiui,s ,|,ie a i....... ,|,nllii.-i l.i/. prograian iiiiih'iisms ; li,,jo |>riiii'i|,aln>enle no llia^il
    rila lio reriiiilioriiln por urna ciencia eucta. Paranlo, ja quil fiir a pcrieicllo a i|c lenha ciiegado i"-ic
    ramodea conheeimrnloa humano), penaamo*qu.m II- poder ajunlaraludaalgnma noaa, Kilo he, ocs-
    111 in ii'-iiniiil ila niialuiiiin c ph)xiologii, poto qm' o julgamoa Imltopenufel para oa partldtolai de noan
    aclencia paderem ^fin rereio applloaroa noflOM medicamenloiL Nao oacrevemoii para medico, e aiiula nic-
    impara opermwrea; earreenioa para oioiiHokm qni- lededicama propagacloda doolrina de llah-
    nciniiiin.
    i) etladodaaMlorolaephtototogianSo omanteheolii para dar IdaMnabJuilaa ematoprechaiMH
    lito ns funrroi". da ida, Cazrr ppreciar melhur aa relacOn do nomem com 01 igenlea eiteriore, man
    lambem r>l csliulu lio Penaamoa por lano prealar umaervicn liiipurlnnlo amcurlnohnm6apalhaa,poUicaiido para ol-
    li'-ccni aoRuimenlo a aeninda edlcfodoi nonos BLBMENTOS DE IIOMKOPATlIlA, um retomo deilea
    donramos la medicina que, wi.....r lio legal o lio regular romo os Iratadoi eineeiaea, n3o deia da ollc-
    recer lotla n precisfio, exaclidlo c elareaa draejavefs neale caso,
    liiriiioni-sc asaignaluraaa t.-jr?., panos na oecasUoda entrega : na botica homcopalhka da rna
    das Cruzea, li. -jx.
    Iiopoisila pulilirjir.Mida obra, v.nder-ee-ha poriteiKK.
    Na i
    una Ii.m
    lina h
    na un
    Pao' do fimiHa.
    laria delraa da matriz da ltia-\ isla, rontl-
    t bom pao de familia; auim como ronli-
    \er das ti asH borafl da larda, o so m vendar
    mn pallara n.26, o na rua do Kanui'l n. 13.

    ja Paulo Gaignou, dentista.
    j Vale ser procurado a qualquer hora em <)
    *V na casa na rua larga do Rosario, n. j9
    9 36, segundo andar.
    No aleiro da DOS-Vista, por tima do pinnei-
    ro andar doSr. Ilr. Poyue preci-.T-se de una mu-
    Iher Ion.i ou captiva, para eugornoiar o coser, a
    pes*oa\|ue bc quise ljelar a asta aervico, pro-
    cure em dita ca>a.
    Mudmu Routiur, modistn Iruncc/u, n.i
    rti.i Nova ii. -~>S
    acaliade recoher um llndoVsorlimento de chapos
    de seda para passeio, e do fellro enfeilados para
    mo ii inri* de senlior.i. romelrai da cambraia com
    mangas bordadas, preparadas para voslir-sr por
    baiso de palito, rhales pratiM e braocos, filoes de
    ailar espartllhos, meias para senhora, enfeiles e
    turhanies para hdese ilieatio-. idas largas para
    cintos, camisinhai bordadas, lercosde -eda, luvas
    de casamento, ligas, romairaa, mAiigullos bordados,
    soda de fniiis-con"-, maulas prela* di-soda mfiaro
    de blondo, vesluarios do seda para lucilinas, dilos
    para meninos, leques, franjas prclas, loucasde bap-
    lsar, esparlilnUR entre meio bordados, calcas bor-
    dadas para meninas, bicosurqloi de lodas a*, quali-
    dadea, um sortimenlo de tilo, re. o le do bailados de
    veslidui ic diversos desenlias.
    Para um bihar de festa.
    AluflMe poi -iiiis ,;ii ,s. nina casa na Capunga,
    cora sala de 30 palmos om (u.nlio. prnprin para le
    bilbar, quarlos clarea para tomar aorvele, quintal
    minado o cacimba, rom livores de frucla
    lempo que docorrer du i.* de dexeiubro provimo
    vindiHiro al a paschoa : a Tallar na ma da Coiicai-
    r,io dn |io,i-\ i-ia. casa n. IS.
    Quem aonuuclmi precisar da 1:0009000 de rs.
    a premio, dirijae a taberna da rua larga do Rosa-
    rio u. )U, que ah se dir quem ta.
    Mesapparecou 110 da lerea-foira, II do cor-
    rodo, do silti da viuva do Dr. Hriin, o prcl cha-
    mada Moi-e-., ile nacao Haca ; cor fula, baixo, ctnu
    .lignina- nial cas Av ItcviiMs no rosto, tientes um pun-
    co acangulados e abarloa na freiile, mSos catejadas
    do soi vico do campo : quem ti npprehcnder, nociera
    leva-lo ao aterro da Boa-Vlsla u, i;, que ser re-
    compensado.
    t3 PUBIJCACAO' I) INSTITUTO R.
    Prelonde-sacomprar a casa terrea, sila defron-
    le da igreja to Poco ila Panella, a qual perlence ho-
    jeao Sr. Joflo Domingaes da silva, romo herdeiro
    deseu IrmAos Delllna lo pom Parlo Monteiro e
    Hanoel Jos da Nascimenie: quem aojalgar rom
    direilo. declaro por ela folh ale o da lli do eor-
    renlc.
    I iirlaiam no dia II do enrronto. pelo meio
    dia, ilo quintal do obrado amarelln, na rua da Cal-
    cada ii. P2, dous Inivos <(e cobro, novo-i, um grande
    e mitro pequeo: n pesaos a quem forera olTaracidcs
    laea objeclos, quelra ter a bondade dg apprahanda-
    lose leva-lasa mesma casa lopradila.
    A pesMM que precisar ja rom pralica !< negocio para caixeiro da qaslqaer
    nm e-lilielenininlo, exccplo venda, o qual escreve
    aoflrvel, a il llmlor a sua conduela : a Iralar na rua
    da Paweia Publico, loja n.1.
    O terreno da Iravessado Lobato,partencanlai
    Chrspim EMarquesNoflueira,qae lem de ser arrema-
    tado pelos feilosda faxand, be ibreiro a Irmanda-
    tU-i'iO S. Podro, to q nal scacba a do ver 17 anuos do
    fi-ro.
    Precisa-se nanita rallar com o Sr. Francisco
    Jos Alvos 1iuim.iri.ex. iillimamentecbesado de l'or-
    lligal na Flor ta Mtthi na rua doQM.ffladO, loja 2^
    do mjudeas n. M:t.
    PortueoT i;
    l. Josapha Hara da Gru Vielra viuva, to
    da chindo de Braga, eseu fillio .Manuel Jos ^
    *- da SU.a Arauju i!ru/, pretenden) noticias K&
    Manteletes de cambraia
    \>ndem-se rico* msnleleles fraHceaes de cainbrflia
    enfeilados, pelo baratissimo preco. de 2|00 cada
    um : na rua do Crespo, n. 5, esquina que volta pa-
    ra o Collegio.
    L^j.Uj.9.,0 .
    Tendo de liquidar-sn a loja de calcado do aterro
    da Boa-Vina, o. 58, junio ao selleire, vende-se as
    fflfendas por mepos -le seu cusi,idnheiro a vista, a
    saber :
    Chapeos prelos finoa, a......6*500
    Marroquim de cores muilo bom .... 13800
    Aaua do colonia frascos grandes M
    s.ip.iii-, de lustre para menino, de 6 a 10
    a minos, par......'. 99QQ
    Couru de lustro ,.......39900
    Sabonetesd'amendoa, um 3d0 ; duiia 89900
    Peales nara ti mea a imilacJio de larlaruga. 1j>500
    Jarros dourados com banha......121000
    Sapalos francezes de Itoslre para senhora. 1*000
    Ditos muilo bons.........larJOO
    Bolins para senhora, par.......39*100
    Bensalas muilo boas........12N00O
    Sapatos de lapete.........1&I00
    Ditos de l -.............iOfiOO
    Assim como, rauitos outros objeclos, e perfuma-
    ras, que se deisa de annunciar, peca nn tornar
    esleannuncio muilo eitenso, e que a vista dos pre-
    cos nao deixarflo de comprar.
    Na nova loja de 3 porta*, u na do Larra
    io, 18,
    vendem-se corles de chita, com 3 barras cores flias,
    a 1-vsih e-i-NXNi rs.,dilos de cassa de cor com 3 bar-
    ras, lindos padres e edres Osas, a 28H00 e 3^000 ;
    chitas trncelas com barra padroes modernos, oco-
    \iiSo -2K) e 300 rs.; riseadinhos francezes em catsa,
    o covado 00 rs.; lencos de seda de cor. a 19600;
    ditos .le cambraia com bico, a 3*20 rs.; cortes de ves-
    tido de cambraia de cr o brancos, com 2, 3 e 4 ba-
    badiw, a .ViOt), SOOO o 5*?.00 rs. ; manas de seda,
    a HpjOO, ).?(HH) e 9#500 ; chapeos francezas forma
    moderna, a lip/iOO c 79000 ; peca do bralanha ue -
    nlii milito lina com (> l|2 varas, a 3,"V200, 39600, 49
    e|*?.VHI.
    Vende-so urna bonita halauca, para botica, o
    lindas maneas de \idrn para candieiros : na ruada
    Cadeia, loja de Bourgard.
    Vendem-se ricas caitas, de boa prala, para
    hachareis, abrindo-se as lelra* que eaigirera, com
    lotla a perfeicilo, e igualmente a gravura, que ser
    do mais apurado e mellior wlo possivel, e o preco
    Hilo 'Ir'-.t-i ,i.|.ini: na rua do Cabug n. 9.
    Vondc-se urna escrava, crioula, de H8anaos
    de idade, cnsaboa c eueomma bem, e coaiaha o .
    diario: na ru: !>irila n.fifl.
    Vende-se uma duzia de cadeiras cora assen-
    lo de palbinha, um jugo de consolos, uinsof, o nm
    pardo banquinhasde columnas, ludo de Jacaranda:
    no paleo da ribeira de S. Jos n. 11.
    Vendcni-so pontos de alisar e do alar cabello,
    sendo a^ du/ias: na rua dasTnncheiras n. 3.
    Vende-se a taberna, sila na rua dos Pescado-
    res ii. II, bem afrefiiezada para a Ierra: a Iralar
    na mesma, aonde se dir a raiao por que se vendo.
    Na rua do Kosaf o da Boa-Visla, casa n. 16,
    vendem-se .arrollas de vela* de cera de carnauba,
    simples ; assim como ilez varas de hico largo.
    Varetas, chantos.
    t hf.'.ir.im os muilo arredilados charutos Vrelas
    da fabrica derlramlo, ese veudem osverdadeiros
    na rua to Queimado u. !l, loja du Antonio l.uiz do
    Oliveira A/evedo.
    Kiscuilos liiitM'c/es, a 1.10 rs.
    Vendem-se rlscadaa francezes, de cores (lias, e de
    multo lindos pudroes, pelo baralissimo preco de 130
    rs. o covado : na rua o Crespo, loja n. 5.
    Precisa-se aluuar uma ama qu eozinhe. en-
    cornle e fuca compras : quem esliver.neslas oir-
    cumslaooiei, dirija-se rua do Queimado n. 57, a
    Iralar.
    AttencfiOi
    Na loja da ostrclla da rua dn Queimado n. 7, de
    fronte do becco do Pcive Frito, acliani-sc venda as
    .i/i ndas da extincla toja to Jos Comes Horeira, as
    quaes vendem-se i dinbciro vista, por motade do
    ieu valor, sendo:
    i cairas, o covado
    en lilho e irmao Antonio Jos da Cruz v.
    que aiisnnlou-so para o imperio do J^V,
    IIOMKOPATHICO l)(> BRA-
    SI VADE-MECt'al DO IIOMEOPATIIA:
    L-A rm mu volume de maw de <>>' paginas; o
    tj DICCIONARIO l'UI'l I.AIt DBUEDICI-
    ra NA IIOMEOPATIUCA em 3 volme.
    4 lili iiiil ilil 'ilVl iLinmi- i :.l I illll
    No dia 1"> do crrenle, linda a audiencia do g
    Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara, com asar- (
    cicio iu do clval, se ha de arremalar por ser a ulh
    ma praca, a escrava peidiurada a Jos Manuel dos
    Sanios Vital, par eiccuco da Joaquim los \ieiia
    0 outros, escrivao Sanios.
    Os senhores que maudarain firmar cario
    palco do Collegio, na loja de livros de Joao da Costa
    1 lomado, queiram lera bundade de manda-Ios bus-
    car, pois han Matan que os carios firmados, nao
    podem servir scnfio os pessoas que mandaran! lid-
    ies por o seu nomc.
    Precisa-se altlgaf um silio cora pequea casa
    de inoi .hI.i, pitra homem solteiro, e que Uniha osiii-
    barin para cavallo, preforindo-so na eslrada da pon-
    la de L'rboa. All icios ou Arraial: na rua do Tra-
    piche, esquina do Corno Santo n. ,H.
    Ollerece-se urna nnilhrr sollera para ama sec-
    ta : quera precisar, dirija-sc rua do Jardim n. i i,
    que achara com quera tratar.
    Aluua-se oseaundo andar da rua Nova n. I:
    a fallar na ruado ^neinuido n. 10.
    __ O secretario da irmandade de N. S. du Terco,
    avisa a lodos osseus lrmosquedomim.u, 1(1 do cr-
    ranla, pelas 10 horas da manhla, baver reuniao
    de mesa gcral, para se proceder a elci^o tle nova
    mesa renedora, e por isso espera que comparecan
    em grande numero.
    Teado-sedeseiicaminbado j lia tcmpos.poroc-
    rasiiada enipresijmo, u volume do compendio da
    historia do Brasil* pelo seneral Abren o Lima, en:
    cadernado com cape de couro. pede-so a qualqner
    pessoa, em potlt-i de quem se acbar, o obsequi
    Horros KalcAo, Jlo Luis Pona, Jo.m Cavalcanti de
    Mello Albuquerque, Vicente Alves Branco, Joa-
    quim Bodrlguas dos ShiiIos, Antonio Brasilino
    do Hollauda Cavalcanti, -lose Cunegundes da
    Silva, Francisco Aflonso de Albuquerqa o
    Mello, Jos Cardoxo Cavalcanti, Jos de lli.....vides
    Palcflu Jos Rodrigues de Carvallo., Dominaos
    Pereira Goodim, Patricio Jos lavares de Vascon-
    cello-, i negocio, o as-sa eata annuncie per esta for-
    ma por aailm ter mais fadllraiar corneales senho-
    res ou atizui.'in por ellos.
    Ignacio /.ni: il>' Brlo Tabardo,,
    - Diera W iu. CMfn. embarca para o Kio da de o restituir na rua Ifeg^ u. 4, onde lamliem se
    Aos enfermos
    JoaquimGomei dosSnntos Mar- jj
    nes contina a tratar da arthrite,
    ilo rhciinintismo e das molcslias Cv
    iiei'Viisas rrcchi'iiild ilocnli'.s so- ,W
    mente ate <> da I i dopi'esente : i
    as pessoas quejulgarem proHcuos l^i
    os torios (jiic cmnrqja na roa Mi
    (Ifssiis enermidades, podei'flo en- $
    coolia-lo no sen consultorio dn
    rna da Cadeia doHefe n. M), to-
    dos os dias titi-is, (las 10 horas da
    inanlifia as 2 da tarde
    8 da noile.
    i i'.n.i
    fluem precisar tle nata
    meiii solteiro, que cozinha, cn&omma, lava, o \.\/.
    todo mais aervfCO de urna tasa, tlirij.i-se rua das
    Triurheir.is n. 7, q.ie adiar com quem Iralar.
    >n paleo da Santa Cruz u. 8, no y da botica,
    |irecis:i-.c de uma ama tic lelc para acabar tle criar
    nm,! ti i. trica; pasa-se bcm lendo hora leile c bs-
    tanle.
    O abai.o assicnado fa/. srionlc no respeitavel
    publico, que desde boje cm dianle delia tle ser seu
    Ciiivoiro I. ti i/. Joaquim Ferreira, o deonerado dos
    uri icos da loja e eabranca ; o por ser verdatle faca
    esle.Victorino Jote Ferreira
    PrciMie de uma una para ra
    le inais do Hit) paginas cada mu
    Obras Indisneiisavali a todos un pas de fa-
    milia, lenl.....'silo engaito, sacenlolea, di-
    rectoras de Collegioa ou de outios aslabata-
    cimcnlos, capilaes da navios, Krlanajos, a
    qiiac-ipier oiilnis pessoas, tpio por si mesillas
    (pr/ereiii conheeor os prodigiosos olleilos
    la hoiiii'tipalhia.
    I'vln Dr. Sabino Olegario CudgttO /'/-
    nAo, membrn ilr itiuila* tOcMamkt wino-
    u'inc estranftrat.
    Estas daas obras, qoa sarao allomadas de
    diversas estampas coloridas, encerrara ludo
    oque ha tle mellior acerca de medicina lio-
    meopalhica. (.hialquor tlellas ho preforivcl j
    a lodas as oulras, que al bttjc se lem puhli- '
    catlo. I
    Proco da laaignatuin 0S000.
    Assigna-se em casa to autor, rua tas
    U Cruses, n. I.
    O VA DE-AI ECI II lem de sabir a Un
    brevemenle, visto ja estar muilo adiaulada
    sua inipressAo.
    n. //.As assignaturas sarao recebidas
    ale o dia SO do frrenle, do COnformidadfl
    com ascome.ies ealabelccidas no prospecto
    publicado ueste Diario. Desea da cmdlanla
    si't m lecoberao Mndo patUlfl immcdiata-
    nioule.
    Consultorio central boiueopalhiro, rua
    Prccisa--e tle lima ana, pura o MrvujOde moa
    eaaa de punca familia: as Cioco-Pontas, dafronla
    do viveiro, Mibradu n. i'.'.
    Aloga-ae < primafro .notar do sobrado da rua
    da Pcnhii. com duas lenles: na rua do IJueimado,
    loja tle fa/endas, n. 2.
    Ku abati aaaignadoi achando-roa munido de
    nina licoite.i to lllin. Sr. desembarsadur chele tle
    polica, para fcslejar Noasa Senhora lo lo-n o, o-
    recla na sua iureja na rua do Rosarlo Inca, no ilix
    li do corrale, convido a lodo* os devotos, escravos
    e forros tpiie enmparecam, atim de 1'slej.irom mes-
    ma M.ii do Heos, e m'o Franeitco Mareta peoenrador das nar^otav
    Gabinete uortoguez de leitura.
    Os senhores accionistas q siitiseriplorts, s-ilo ron-
    fidadoaa fatlstaiaremaaosdab|loaat o (im do cor-
    rente me/..
    Oiibai.u assimiatlo, cora taberna na rua da Cruz,
    n. 11, faz setenta aos scus crctlores, que leudo sido
    citado pelos Srs. Franca A Irmao, para dentro ein
    li horas pagar-Ibes | quanlia de7liIS8 rs.,ou dar
    bena i panHora* t coom a abafxo nsiaundo nao ie-
    nliaeradila laberua com que pagnaJoan assuss
    dividas, por isso faz scionle aos ditos Srs. feuscrc-
    dnie-, os Srs. tiaerra A; Ueira, para estes potlorera vender
    a dita tabernil, c ralear o que ouver cora lodos
    os mais Srs.Manoel Macedo Carduzo.
    Pcrgunla-se ao Sr. fiscal Piulo, se j se pude
    odicar na ctlade e no bairro de que be Smr. fis-
    cal, casas de pedra o cal sem a licenoa da cantara
    municipal, com 16 palmos do frente, com paredw
    lgalas, e lotalfanrtlfe ao contrario das pinturas
    V!! d
    \
    ?* Brasil, ha mellior de 'Mi anuos; por isauquat- ?I
    .','} m,rr passoa que a lal respailo pos-a diier g
    ^* .iijunii colisa, equelra farer agrada tle o tit.
    ^ declarar, lenha a bondade de diriglr-sa a Do- 55j
    '\\ mingoa Pcrreira Mata, rua do A pullo n. 4,e v
    gj i Antonio Luil dos Santos, rna to Crespn. Efe
    II, que muilo s(. n>agradecer.
    i..... ; TVm
    Jnflul.ula lli.nai'l, -uliiliii, liiii-ilcini. rdira-^r
    para a provincia ila Parabiba, levandoetn au. con-
    panlija i ncrava Joaquina, da naci Angola, e li-
    llios da meuna de menor idada, perleneenlata en*
    IIIk Jimii p Antonia, rouldenlai, aquella, mi Cea-
    r.i, tila na dita pro.lnria da Parabiba.
    Benln Anlunen u- Oliveira, irmlla d.Jote Flo-
    rencio do itliicinc Sila. rendeiro doenganlio Au-
    rora, avba ao re a i*i"i< amigo, e oanhecidiM, i|iip no iln Vi de oulu-
    bro docorrenl. anno abri umn lnjn .l, razemla!, na
    iii.i Direilan, 6S. Condecido como be, ria habl-
    lanlea do *-til di provincia, que lom l'aslanlps pro.
    \,i> d. *ii;i mor.lid.de, mlu m cont. com a. uu/t
    hvgueiJBa, mus lambemeapen quaol.....remeom
    a sua conflanca em ipiae*ipicr commlaioe., como
    venda.deamicar, eu;., noque promciicscrvi-lns
    \ ten.......liiir uto a promptiuao.
    Deaapparaceu honlem, 1:1 d crrente, pela
    , manhaa, um molecole crioulo, le 17 a is budoo, de
    11111111' relio; levon i'iii>i e(Mini-.i ile algodode
    luirn .'i/nos, lera non encontr, da. ps em anbo.
    n* hombro., dua.cicalrixe.grandaa, eaignaeada fc-
    rlda. pela, coala. rabee. : quem n eonduiir a rr-
    Duacao da Seniak Novan, i. ser liem rocompen-
    HllO.
    Denapparceen un da lo do crranle, datla
    praca, um eacravo de mime Luciano, ile iilailr de
    50 ^i i." ;n.....*, ilo naci Uoearabique, lem a ial-
    i..i e .i barba qnaai toda branca, perteiio do. denles,
    alio, refnreailn ilo rorpo e sa'lio do memii, lendii
    levado calca de.....ino lino prelo, jnquela delinlio
    a/ul, o mais.....|> i em um. Irona ; o mesmu lie
    cozinheiro, o .opponho ler lomado a direcr.in de
    Porlo Calvo por de l ji ler sido. Ad\irlo imiis que
    o menlo he alguma rnnw cachacairo, e lera prOMN
    cpales de ronlundir algum lulo: roto, porlanlo, na
    autoridades pnliriaes. I.mlo doala ; rae. rumo fiil'l
    di'll.i. queotacam capturar a remcllo-lo. aer en-
    Iregua na rua da Virarlo, rasa u. -Si, que em bem
    tualiliradn ; ou no emienlm llmioa Itarhada, lermn
    de Aaua l'rcla, ao rendeiro do mesmnru Sr. Jos
    Pilippe santiaff Ramo..
    170
    040
    960
    m
    i-I"*!
    58600
    3100
    ldOO
    8150
    120
    KiO
    IHO
    ano
    Difns muilo encornado., linpindu rasemira,
    de liouios pedlMa, n covadu
    Krini de liulio branco Iraneario. superior, a
    \ ura
    Hilo de ililode ror, Iranrado, a vara
    Itsr.'iilo de liiilio de quadrns, e nicselailo, o
    covado
    Corlai de eiisiMiiira de rores finas, a
    Hilos de dila de superiores pailrcs muiter-
    noi, a
    Panno pretn lino, muilo hom, orovado
    Hilo fianrer, superior, o covado
    Algodlo de lislras muilo liom, o envado
    ChllM fina, anj reUlhoe, levando o que liver
    0 relllio, o covado
    Hilas rosa, c de cures, liouios padreo, cor-
    lando da pera us rovailos que quizer. o
    i-ovado
    liil.is muilo superiores, orovado
    llitns linas de cjbcrla, c lilas muilo fuas, o
    rovailo
    l.enros encarnado! da falirira, muilo linos, a
    doria 29000
    hilo- de seda de cores, muilo finos, cada um 18200
    Dilos de quodros amarellos, muilo finos, a
    dnria 28100
    llilns decbila linos, de maliz, e muilo bonitos
    padroea, j duzia 2S600
    Helos (neos d.sed. para grvala, bouilos
    pndries, a 800
    Chapeo, da bata, prelos e brancos, a IgOOO
    Hilos de masta, trncelas, muilo finos, a 48800
    Hilos de sol de seda, a 48000
    Orles de inei,i rasemira de laa, para ralea, a 18280
    l'YanUim prelo o de cores, o covado 400
    Meriu prelo fino, muilo sii|>crior, o covado 282011
    Seliin ni.-ino niiiiln fino, o covado 28)00
    l-'iinisolas do 19a para emliarcadico, a 18000
    Cassaa de cores muilo linas, e detionilos pa-
    droes, a vara :K()
    assas nrgandit, Imnilos padries, a vara 60
    Girles de cila de barra, rouito modernos pa-
    dries, a 282110
    Diloadecambraia de cores, bonitos padroea,. 28800
    Riaradlnho. franee/es, finos, o covado 180
    Corta, de collctes desella,, velludodccores,
    Imnilos, a 18280
    lencos de cassa e seda, Brandes, para sc-
    nlinra, a 440
    Helas branca, para bomcm, a duzia 18700
    2f200
    COMPRAS.
    1 ile cores,
    120
    que 11.im lia eousa
    ante, que se aca-
    Compram-M1 isir.iMis. e vendem-se, rereliem-
    se da romiiiissa, lano para a provincia como para
    liia ilell.i;ii,i rua diis(,)iKirleis n.2i, seuundo andar.
    Corapra-w uma escrava que salb. bem en-
    goramar ecoiinhar, c que oio lenh. vicios, uem a-
    cbaquea, a uma iMgrlnlia do 12 al II aanoa: na
    111,1 dn Amorira n.2.'i.
    Compra-*, qualqner pac. velba de melal rba-
    inado ,1o principe, preferiado-sc o que seja mais
    claro: mi rua do Colleuio n. 25, laberua do Fonles.
    VENDAS
    - Vendte um moleque, crioulo, de
    rua Jo Oiii.iiii;nl(i
    lli 111H annot
    lnj.'i 11. ii
    UEPOSIT DA FAHHIUA TODOS
    OS SANTOS DA BAHA.
    No iscriptorioili'XovaesA Ciun-
    panlua, na rua do Trapiche n.ri,
    vnide-sri puiiiiu de nlgodo, e l"
    disla l'alnii-a, muilo superior, e
    profiri para saceos de assticar, e
    ronpa Qfl eneravot.
    m'.i f,i- em vicor, |>or quaulo hastaulcs exemplos apparecem
    \ enileui-se. por prero cmmniln, cliiqieos de
    pallia do chile, cm porrito ; ditos de redro, lahrira-
    dos 110 Rio de Janeiro, lambem em porcao ; difle-
    renle-miudezas, chesadas de llamhoriio recenle-
    meiilc ; rosarios d. missansa, lano brancos, como
    ilo mais coces ; linba de roriz, e coulas douradas :
    no i-M-riplorio daKovaM & Companhia, na rua do
    Trapiche n. U, primeiro andar.
    Vendcm-*e coberlores de algodSo, escuros,
    proprio. paraescraios cm porcao a "i00 rs. cada
    0111, e a rei.illm a 560 rs.: na rua dn Queimado ,
    loja n. 13.
    Vende-se um prelo para lodo servico, ealllan-
    ca-M a conduela, |ior preco muilo em cunta, por
    cu dono precisar de Jiiilicirq, das 7 alcas S. e AJ
    Hilas cruas para lito, a duzia
    Lencos do cambraia, bordados
    para nio, a
    Chp'iiiem rreauezes a pechlpeba
    ln barata como eda. fazndas
    bem.
    Vende-w o .ngenh Canaamra, dislanlo da
    cidade do liniaiina, Ires leBiins, moenle c crrente,
    com boas Ierras de var/ea de.....-vape.proprias para
    se poder safrejar de 1 a.", mil piles de assucar por
    anno, boas mallas, sola para se relazar mais de mil
    rahecas de cade, muilo valenle d'auua por moer
    com orn denominado Gipessura : as pessoas que o
    qiii/.crem roinnrar, |nidem cnlender-se com Wau-
    ueriev tV lrmao, rua da Cruz n. 21, cscriplorio.
    Couro de lustre francez.
    \'ende-se superior couro de luslre Trance/ muilo
    novo e ni.m i,, a 18, 18">00, 28 e 28500 a pelle, por
    csl.r um [Milico deleiluoso, porm vista da quali-
    dade os compradores dirilo se he ou nao baralissimo:
    na rua dn Queimado loja de miudezas da Boa Fa-
    ina n. 33.
    Botins de bezerro.
    Vrndeni-se Ixil ins de bezerro francez, a
    7,s'0(10 rs. o par ; assim como sapatiies de
    lustre, a l.sOO i*. : no aterro du Boa
    Yisi.i ii. 58, loja de calendo..
    Potassa brasileira
    Vende-W a mais sii|ieror potassa, la-
    bicada no paiz, reeentemonte eliegada
    cujotelFeitO. terfio .ntisCatoriaiiientc pre-
    lirncliidos : na rua da Cruz n. 20, casa
    de L. Leeontc Feron & Companhia.
    Vcndem-selres esrravos.sendo um moleque com
    idade de 1N a 20'annos, uma negra com 30, e um
    uearoj idoso; o motivo da venda dos mesmos se
    dir au comprador: quem os prelender dirja-se a
    rua di \ inir,M casa n. 27, que adiara com quem
    Iralar.
    Cavados.
    \ endem-sr boas paielbas de cavallospara cirro,
    bonitos, novos c arailes, e mais um cavallo para
    cabrioirl, grandee bonito: na rua Nova, cocheira
    u.61.
    Vende-se un ptimo cabriole! roberlo, com
    tmliis os arreios, e comnraelhor cavallo que eiiste
    aqui: na cocheira de Irancisro de Paula Silva J-
    nior, no Om da rua deS. Francisco aovoltar para a
    praca do capim.
    Na praca da Independencia, loja de miudezas
    ii. :!, ha par, vender duas inalhu de labyrinlho,
    araladM ri'ani.-. o.nn ""! liaMiTfl TMln Illll
    II



    k\
    v.
    i

    Vende-se un) lerrenu na i na da Alegra, con-
    fiunlo ao beca) di ra Vellia, por inoro corumodo,
    a 11.1 i;n na rua Suva, n. 63.
    Veude-se un lindo raulaliiido viudo de fura,
    com 8 a 9 annos de idadc, sem defeito : no aterro da
    lu-Yi.1,1 ti. 6U.
    Veode-se carne salgada de porco e de vicca.
    em barris pegenos da 0 libra: ero casa da Hos-
    i..... Kooker & Couipauliia, na ra do Trapiche
    n. 48.
    Cera em velas. '
    Vende-se i-era em vela, de su-
    perior qualidade, fabricadas em
    l.isl..... em caixotes sortidos a'
    Mini.nlr dos compradores, e por
    mus barato preco doqueemoo-
    tra qualquer parte : na ra do
    Vigario n. 19, segundo andar ,
    escriptorio de Machado & Pi-.
    nheiro.
    Vendeui-sc litas para curtas deba-
    cliareis: naloja n. da ra Nova, atrae
    da matriz.
    Vcnilem-se riquissiinasaholoaduras para col-
    leles, ditas douradas, e casacas de cores : na ra
    JNova, loja i). 2.
    DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
    Na ra de Apollo, armazn de Leal
    Res, tem superior jiotassu do Kio de
    Janeiro, e da America, e cal em pedia,
    chegada de Lisboa no correnie me/., na
    barca Olimpia, tildo |>oi preco com-
    modo.
    Vende-sc a loberos da ra das Cru7.es n. 1,
    . modos para familia, ou se entrega por bataneo : na
    ra de llorlas n. que achara com i]uem Iratar a
    (]ualqucr hura dodia.
    Cal de Lisboa.
    Na ra do Apollu, armaran u. 2 II. ha superior
    cal, nova, ..... podra, a proco mullo razuavel.
    Vende-se o verdadeiro robe anterv phililiro de
    Laflecleur: na ra da Cadeia Velha n. III, botica
    de Vicente Jos de llrilo.
    Oh que pochlnclM !
    Na loja do tiuimarAes & llenriqucs, ra do Cres-
    po n. 5, ha mu completo Mirtiineuln de rambraias
    de cor com barra, mullo lindos gestos, e de supe-
    rior qualidade, pelo baralissimo preeo de -iJIIOOrs.
    o corle, com 10 covado; a ellas antes <|ue K aca-
    ben.
    Vendem-sc corles inteiro* de ves-
    tidos de chita l'raurea,tlarga, lina, c de
    diversos gostos modernos, sendo pelo ba-
    rato preco de $000 e siOrs., a di-
    nbeiro a vtta : na loja de quatro portas
    ii. ">, ao lado do arco de Santo Antonio.
    Cal virgem.
    Vende aecaJ nova em pedia, vindade
    Lisboa na barca Olimpia, por pceo mili-
    to commodo: na rua do Trapichen. 15,
    urmazem de Bastos limaos.
    Lencos de cuinbraiu de lindo, lnoi,
    . a VO0 rs,
    na rua do Crespo, luja da esquina, que olla para
    a Cadeia.
    Hule e cifeleiras de metal.
    Vondem-sc bules e cafeteiras ,le metal principe,
    por muilo mdico preco: ua rua dnOucimadu, nova
    loja de ferragens u. :I0.
    Vendem-sc courinhos de cabra, de h%i quali-
    dade: ua run da Madre de Dos, loja, n. :ll.
    IVchinclia de leilao.
    Vende-se luvas brancas abortas para meia mao de
    senliora, e meninas, he fazemla milito lina e linda.
    pelo coumiodo preco de 10 rs. o par, vale apena
    comprar, ua frente do l.ivramei.to loja de iiiiudezas.
    Capachos para sallas, a 500rs. cada um.
    \endcm-se lindos capachos para salas e topo de
    escudas, a 500 rs. cada um para se acabar : na
    frente do l.ivramenlo, loja de niiudi'/.asde P. A. de
    Pinho.
    Aos senhores logtsia de miudezas e bo-
    celeiras.
    Peutes para alisar, mais baratos que em casa
    al.-iini.i ,iili,ii.ni: quem osquizer comprar, na fren-
    te do l.ivi.uiii'iiiu. loja de miude/.as de l. A. de
    Piaba.
    Esporas lintssuiias.
    Veudcin-so ricas esporas de talan Oni-simas para
    os passeios a cavallo pela testa : na frente do l.ivia-
    oieuto, loja de miudezas.
    Ilubados de liiilin
    V'eudcin-se babados de liuho de dillerculo. lar-
    guras, por preeo cumuiodo : ua frente do Livra-
    meuto, loja de miudezas.
    Attencao ao barato.
    Kicos hicos de laaziuha prelos e de lindas cores,
    proprios para enfeilc do vestidos e manteletes de *s-
    nhora, trancas e requilifes franjas de retro/
    prelo para ca|M>lhilios, (raucelius para debriim de
    colleles prelos, c ditlerenlesbeloes para collele, pa-
    litos, casacos, vestidos e camisas, linio muilo barato.
    para liquidacS de coutas : na frente du l.ivramen-
    lo, loja de miudezas.
    8M##SJ>*SS.*3K
    Sedas modernas.
    tNa loja do sobrado ainarellonos Oitatro Can-
    los da rua do Oueimado u. 29, contina a $
    haver para vender, um novo e grande sorli- &S
    Diento de sedas, sendo lisas furia-cores, de 39
    quadros escucezas, e de cores com flores, tu
    dude goslos muilo modernos, assim romo se- *
    das furla-cdre lisas para covados; ludo por
    <$ preco muilo em coula.
    ^^-m
    Vemle-5C o sitio que Coi do falufido Jos/ac
    ra Je Curvalho, no luiar ilr Hulimilic ilt; liiiiv^.dc
    ni un ni.; Id dos craveros, cmn casa devivunda de pe-
    dra, conlcudo sala adianle coa dous qliarlos, diU
    de iti'lt.i/. t'om dous quarlos, sota uraiiile, cozinlia
    grande e copiar. I'macana de taina com sala e dous
    qoarlos, aira*; dousquarlos, eslrihatia para lre
    vatios, e suido para prelos ; mu (elheiro que serve
    para casa de fariiiha, com estribara para tlous ca-
    va los ; umitas arvores de frutos.romo sejam, coque i-
    ros, maugueiras, rajueiroa. man^abeiras, (girte) lira nucirs, sapoliseiros, pinheiras, frulei
    ra de pau ele. ele, terrenos para toda a rullura, c
    malla de capoeira, (endo de futido quinhcnlas bra-
    ca, e de frenle qualroccolas, pela beira do rio
    pnuro mais ou menos, sendo o rondo de menor lar-
    gura : quem o pretender entenda-se com o 111 m. Sr.
    Joao Pinto de eii.osJuiiior.
    Vende-se sola de superior qualidade, cbeizada
    de prximo do Aracaty, assim como couros miudos,
    cera de carnauba, veas de carnauba composlas e
    penuas de ema : na rua da Cruz n. 15, secundo
    andar.
    Veudeiu-se sacias com farelo, cheuado ulli-
    mameule da America, a;>J00rs. a sacca : na rua
    do Trapicbe Novo n. 8.
    NQ CONSULTORIO IIOMEOPATUICO
    lili. V. \. LOBO HOSCO/O.
    . Vende-se a nielhor de todas as obras de medicina
    homeopalhica (ST" U .NOVO MAM Al. 1)0 1)K.
    G. H. JAIIIt X traducido em |mrluguez pelo
    llr. I1. A. Lobo Moscozo: quatro volumcs oncader-
    ii.iilu- em dous. jii-ihhi
    O i. Milumc conlendo a pathogenesia dos li
    medicamentos que 11A0 furam publicados salar mui-
    lo breve, |Hir eslar muilo adiautada sua impressAo.
    Dii'cionariodos termos de medicina, cirurgia, analo-
    inia, piai/macia. etc. ele. encadernado. t]jOaO
    Lina carleira de 2f tubos, dosmelhores e mais heiu
    preparados (lbulos homopathicos com as duas
    obras cima.........ItWKK)
    tima dita de SU lubos com as mesillas i ,siim
    Dita, iiu.i de'48 lubos........VWMW
    Diladetllcoiiiasdilas......lOUjUOU
    i..ir(i-ii.i-ili- ii lubos pequeos para alzi
    beira............tUWOO
    llila de W diUw.........2>CHI
    Tubo* avuhtos de glbulos..... 18000
    Vende-se urna linda narrla lourioa: ua Capul-
    ga siUo de Mr. Doubureq.
    Vendem-se pianos forles de -uperior quaiida
    de, fabricados pelnqjelhor autor hamhui-oe.- iu
    rua da Cruz n. 4.
    VlBtM O Ptno urtrior Icllorla.
    Vende-se vinho do Porlo, superior (citoria, em
    barril deoitavo.por 458000 rs. cada um : na rua da
    Ijdeia do Recito u. I, armazeiu de Barroca cV
    Ctalro.
    * \ cinle-sc uiua taberna, na Soledade, com
    .......
    Vendem-ae ainda-alnuns terrenos, parlo alaga-
    dos, e parla beneficiados, no segundo quarleirao por
    ilelrai da roa da Concordia, cujo quarleirao lon> 4
    frenle a eicolher, poeule, nascenle, sol e norle, lo-
    los na rua, nimios desles quarleirOe tem 80 palmos,
    o fundos desles terrenos ten) 150 palmos com os
    palmos de frente que cada um qulier, nunca menos
    de 30, vende-se por precoa rauitosconunodos, e se
    for para edificar logo muilo mais cominodos serao :
    os prclendcntcs podem dirigir-so a rua dos Quarleis
    casan. IH.queacharo com quem Iralar, ou na mes-
    maruada Cnncordia, com Pedro AnlomoTeixeira
    i ni.....i \ie-, morador junio aos incsmos lerrenos.
    __ Vender a inelhot larinlia de San-
    ta Catharina.ein saccas jrandes, a 5S500
    M.: no armazem do Forte do Mutk n.
    20, defronte do trapiche'do Igoduo, ou
    a tratar com Manuel Alves Guerra J-
    nior, na rua do Trapiche n. 14, pri-
    mevo andar.
    Vende-se um resto de exemplares
    da obra Kaphacl, pajjinas da juventii-
    de por Lamartine, versao portugue-
    sa de Carlos (nido v Spauo : na rita
    do Trapiche n. I 'i, primeiro andar.
    ROII I.AKFECTEIR.
    O mateo auloriuidn pnr itcUto do COMtlho real
    e decreta imperial.
    Os mdicos dos hospilaes rerominendain o arrobe
    I. iiliTirm como sendo o nico aulorisado pelo o-
    vernoe |>ela Real Sociedadc de Medicina. Ella BJ8-
    dicamento d'um gusto auradavel. e fcil a tomar
    em secreto, esta em uso na mariuha real desdi' mais
    de 60 anuos ; cura radicalmente em pomo lempo,
    com pouca despeza. sem mercurio, nsallecnv- da
    pelle, impinuens, asconsequencias ilas sarnas, ul-
    ceras, e os accidentes dos narlos, da idade critica e
    :la acrimonia hereditaria dus humores; convein aos
    catliarros, da be\Ka, as conlraccw, e fraque/a
    los orgilos, precedida do abuso das inuccees ou de
    sondas. Como anli-svpliililii, o arrolle cura em
    pouco tcn)|ni os fluvos recentes ou relieldes, que vnl-
    vem Inrraiinlra sem eouteqoenela du emprego da co-
    paiba, da cubeba, ou das injerces que represen-
    tamo virus si-ni ueulralisa-lo. O arrobe l.alloclcu\
    he espci'ialuiente recommeudado contra as doencas
    inveleradas ou rebeldes ao mercurio eaotodurelo
    de potasio. Vende-se em l.i-hiia, na botica de Bar-
    ril, e de Antonio Feliciano Alies de Aievedo, pra-
    ra de I). I'edro n. .SS, onde araba de chetii una
    grande porfi de gualas grandes c pequeas, viu-
    das directamente de Pars, de casa ilo Sr. Ilowcau-
    l.airecleuv l, ru Ricbev a Paris. Os formularios
    dam-sc cralis em casa do anele Silva, na piara de
    II. Pedro n. S2. No Porto, em casa de Joaquim
    Araujo; na Babia, l.ima i\ limaos; em l'eruam-
    huco, Souiii; Rio de Janeiro. Rocha & Film, el
    Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joao Pereija
    de Msales l.eite; Rio-Grande, Francisco de Pau-
    la Coaln ,V (.. _________
    4
    M
    iS3S3Ls*i:
    Diccionario dos lermoa de medicina,
    cirurf la anatoma pbarmacla ,
    etc. etc.
    Sabio .i ln/ esta nlira tudispensavel a lodas
    h penoai que se ddicam ao esiud de
    medicina. Vende-M por .> r-.., encadertia-
    lu, no coMulloro do Mr. ltoscozo< rua do
    Collesio, n. -J.", primeiro indar. ^j
    VENEZIANAS .
    Aterro da Boa-Vista n. 55.
    Tem mu sorlimeulo de venezianas com lilas ver-
    des de lindo c de UM, com caiva e-em ella, c se
    coacerta e se troca as aovas porvcllits, a vonladedo-
    comprador,
    Vemlein-se casemiras para forro de carros: na
    rua Nova n. '2.
    Vcndetn-sc Pelogio de miro, pa-
    lele Mielez, iis inelliiires que tem viudo
    a esle increado, e do mus acreditado
    fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
    sel Mellora A Companhia, na rua da
    Cadeia do Itecil'e, n. ")()
    Cobertores escuros,
    de algodao, i mi rs. ; dilos atuea e euctruadoa,
    uiiilu mandes eencol'pedo*, a 118400rs.: na rua do
    Crespo, loja da esquina que ralla para a Cadeia.
    Vcnde-e vinho da Madeira de superior qua,
    lidadeemquarlose oilavoadepipa, por preeo coro-
    modo; noarnuuero.de N. O.BIebor 4Com|uilila
    na rua da l'.ru/. n. i.
    __No paleo do Carino, taberna n. I, vende-ee
    caf da Ierra muilo superior, a IHO rs. a libra.
    Vende-se a vcrdaileira salsa parri-
    Ih i de Sands: na botica fraifce/.a, da rua
    da Cruz, em frente ao chafariz.
    Vendem-se em casa de Mr. Cahnont Com-
    panhia, na praca do Corpa Santn. II. oacHiiinlo:
    vinho ile Marseilleein Calas de :l a ti duzias. lindas
    em novellos e cairelis, dren em barricas muilo
    grandes, ac de milaosorlido. ferro ingle/..
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 42.
    Ne.xtc estabelecimento continua a ha-
    ver mu ('oinplelo siiilimeiilo de inoen-
    das e meiat moenda para engenlio, ma-
    cliiuasile vapor, e taixal de Ierro balido
    e rondo, de todos os tainatihos, para
    dito.
    AOS SENHOKES DE ENGENHO.
    O arcano da invencao' do llr. Eduar-
    do Stolle em Berln, empegado as co-
    lonias ihglezai c hollandezaii, com gran-
    de vuntagem para o melhoramento do
    assucar, acha-se a venda, em lalas de 10
    libras, junio com o melliodo de empro-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de
    S. O. Bicbcr & Companhia, na rita da
    Cruz, n. V-
    Vende-so presuntos ingknei muito novos para
    fiambre, lalas ruin liolachinhas desuda inglea.uuei-
    jus de pralo, conservas muilo novas, semeiiles de to-
    das as qualidade) de horlallee, chegadas nllimamcn-
    te: na rua da Cruz n. iti, defroule do Sr. Di.
    Cosme.
    Vendem-se corles de hrini liranco denomina-
    do lidia, por :l5"ill: na rua Nova n. i.
    DEPOSITO DE CAL L POTASSA.
    Cunda iV Auioriin, recederain pelo ultimo navio
    de Lisboa barra com l a de superior cal em podra
    para o alirio de assucar, c vendein por menos que
    einoulraqualquei parle; e para rerhanicntodccon-
    tas um rislanli' de polassa americana : ua rua da
    Cadeia do Recifc n.VI.
    Vende-so u loja de coiiros, sita na rua Oiieila
    n. H : a Iralar na mesilla.
    AltADOS DE FERRO.
    Na l'uiidicao" de C. Slarr. & C em
    Santo Amaro acha-se para vender ara-
    dos de Ierro le stipci ior qualidade.
    MOLNDAS SUPERIORES.
    Na fundicao de C. Starr & Companhia
    em Santo Amaro, acha-se para vender
    moendas de caimas todas de Ierro, deum
    modello e construccao muito superiores.
    TRIESTE-SSSF.
    He recenedegaao um carregamenlo da verdadei-
    ra farinda de SSS raminlio, c vende-se por mdico
    preco: noescriplorio de DeBoeYouIe &Compa-
    nliia, ou nos scus armazens no berro do Concalvcs.
    DOCE l)F. BACORV.
    Chegou receiiteineutc do Maranho nina pequea
    poicilo di-steilelicado doce, o roelhorque ha, lautu
    pelo sua evcellente qualidade, como por conservar-
    se por muito lempo em perfeito estado: vende-se-
    tal casa de l''onte cV. Irmo. na rua da Cadeia Velha.
    Afnele do Edwia MUw. ,
    Na ruado Apollon. 6, arma/ein de Mr. Calmnnt
    A l'.uiii|i,uiln;i. .ii'h.i-si' constantemente bous sorli-
    menlos de laiaas de ferro coado e batido, laulo ra-
    sa romo fundas, moendas inetiras lodas de ferro pa-
    i a .inimaes, aeoa, ele, .lilas para armar em madei-
    ra de lodos os lama nhoso modelos os mala modernos,
    machina horisonlal para vapor com forca de
    icavallos, cocos, passadeiras de ferro ealtnbado
    para casa de purgar, por menos preco que os de ro-
    bre, cscoveus para navios, ferro da Suecia, e fo-
    Ihasde (landres ; ludo por barato preco.
    Ztopoaito da fabrica do Todos oa Santoa na Baha.
    Veude-se. en) casa de N. O. Bieber A C, na rua
    da Cruz u. 4, .il-mla trancado d'a,queUa fabrica.
    Fil preto, lavrado, a 500 r*. a vara.
    Na rua do Crespo, loja da esquina que volta para
    a Cadeia.
    Capacho! grandes.
    Vendem-se 0>maiurescmoldures capadlos, qoe
    tera vindo a esla praca;assini cmu perlumariase
    miudezasde lodas as qualidade, e por preces que
    agradan) aos compradores: na esquina que volta pa-
    ra a rua da Madre de l)eoa, loja de miudezas.
    Vendo-se os seguintes livros rom pouco uso,
    Hislora- Sorra'.Kabul.-edel'liiinlri,Cornilii Nepoli",
    Salluslius, Vergilii.Uoralii T. I.ivins, Epstola Cice-
    ronis,Ciceroni,Oraliones, Orde Vcrliorum Salluslii,
    Fablis delaFonlaiiic, HistoryorRome (porlialdnii-
    llis dita (porTIiomaiMorclll.Tlionsun Idc seasuns,
    VicarorWnkericld,JondsoiiPoelsMillou,Bri'M->u
    coc-do Potica porVelle/ .Historia Sagrada (por Ber-
    nardinu), Colleccoo de problemas. no aterro da
    Boa-Vista, loja dcourives n. GK.
    __ Vende-sc milito superior farinha de Sauta
    Calhariua, e S. Matheus, medida a vista do com-
    prador : a bordo do brigue brasileiro Midas, tun-
    deado parto da Alfandcga.
    Vendem-se arreios para carro, de
    um edous cavallos, epara carroca; lam-
    beni sevendem nianlinhas tlecasemira.de
    diversos padrOeS e gosto, para os sellins
    dos arri'ios, qUO os l'a/.em abrllliantai'
    muilo, cliegados ultimamentede rranea,
    e pelo preco o mais barato pouivel: na
    na da Cruz n. 2(i, primeiro andar.
    Vinhos superiores de liucellaS
    (dranco) c deColares (linio) em darris de quinto:
    venileni-se em vasa de J. Keller ci l
    Chapeos de caslor.
    VoOdenMe superiores chapeos de caslor **
    lu ancos e prelos. de lindas formas, e chapeos *
    de seda, Iraucezes, es mais modernos, o de j
    O inelhor qualidade ; venda no mercado ; as- W
    .'10 sim como complelo sorlimeulo de bonetes e W
    cha|ieos de liada para horneas, senhoras o W
    $ meninos, por preco muilocouunodo: na pra- &
    Jh) ea da Independencia us. -Ji a lid. I}$
    ::;;;::;:: ::;:::::;;::-.: :::;:
    Bacas de latuo.
    Na rua do (.tueiniado, loja de ferragens n. :I0,
    t'visle um completosortimento ile hacas de lalo,
    entre as quaes algumafl encllenles para lomar ba-
    ldos, por seren grandes, e se veiulem lauto unas
    como milcas por preco milito razoavel.
    \'endcin-se lardosile liiiiio, depri-
    meira qualidade, para charutos,ultima-
    mente enejado da Baha, e pelo prero
    mais barato do que em nutra parle : na
    rua da Cruz n. iti, primeiro andar.
    Vende-so nina e-crava, crinla, de [dado 'le 20
    anuos, pouco hu. mi menos, cu-,-, faz labvrnldo,
    marca, cozinda o diario de una casa, o faz toda
    qualidade de bolo, c nao tem achaques: ua rua du
    Cvllegio a. :i.
    Cal de Iiisboa.
    O enligo deposito, na ruada Cadeia Velha n. 1:1,
    recebau aaora una porcau de cal viricm muilo su-
    perior, que vende pol preco collimodo.
    oleo di: linha^a embotijas,
    ven (i e-so era cont, un ma do Trapiche
    Novo n. 10 ; u mesma casa chegou una
    porco de ulvaiude de nova romposic&o,
    muilo mperior em qualidade ao usual.
    Unnocl da Silva Sanios coolinaa vender a
    HUperiuri fariiihaii de irBo daa mareai Honlaim e
    (ialega a Iralar uucaeada airaudoga, ou na na
    ilti Amoi in ns. .%* e "S.
    lro\as hilid.is.
    Vendem-se Itroxaspara Mpnle.ro,ami um loque
    de ferruuoin. a 100 n. imllieiro, adverte-ae que
    11,10 affo fundida*, 11 ollai iirahaiu, e pelo yn'vo ...: na frenle lo Llvrameu-
    iu, ija iie miudeuua
    Orno.
    Vende-neneasoem tHirricas.tehegado uUioiamne-
    le:em casa J. Keller & Companhia, na rua la
    Cruz n. 55.
    Veinle-M' nina e*cra\a moea: 111 alerro ta
    Boa-Vala n. 2, lerceiro andar.

    DAVID WII.I.IAM BOWMAN, engenta.......1a-
    chiuista o fundidor de ferro, mili rcspeltosameule
    anuncia aos.....limes proprielarioa de engondo,
    fai.....Iclros.....orespeilavel publico, qneoteueala-
    helecin.....lo de ferro movido por machina de vapor.
    na rua do Brnm |MMandd ochafaiiz. contina em
    eflcrlivo racrcirio, ose bcIu completamente nwnlado
    com appaielhos da piinieira qualidade para a per-
    feila ronfeccao das inaiore peca* de machinisi.....
    Habilitado para pmprebeiidef quaeaquer obras da
    sua arle, David Williain Bowman, desoja maianar-
    linil.u lucillo chamar a allencao publica para as w
    guinlea, por lerdellas grande sorlimeulo ja" promp-
    lo, 0111 deposito na inosina fundicao, a- ipi.ios coiis-
    Iruilasein ana fabrica podem competir rom as fabri-
    cada.oni paii rslrangeiro, tanto oni preco como em
    qualidade de material primas o mao de obra, a
    saber:
    Uacbinaadc vapor da nielhor construcaO.
    Moendas de caima para riiuenlins de lodos os la-
    mauhos, movidas a vapor por amia, ou auiniaes.
    Itoilasde amia, inninlios de vento c sorras.
    Manejos iiulepciidentes para cavallos.
    Iludas dentadas.
    Auuilhes, brmese rdumacelraa.
    Cavilhonepararoma de todo- o*lmannos.
    Taivas. paroes, crlvos e bocas de rornalui.
    Mohnos de mandioca, movidos a man ou poraui-
    macs, e prensas para a dita.
    Chapas de foa e fornos de farinha.
    Cinos de ferro, lorneiras de le ni e de dronze.
    Bombas para cacimba e de reputo, movidas a
    mao, por aiiiniaesou vento,
    Guindastes, guincliose macacos.
    Prensasliydraulicas ede parafiso.
    Kerradcus para navios, curse obras publicas.
    Columnas, varaudas, grades e portees.
    Prensas de copiar carias sellar.
    Camas, rarrosde mao e arados de ferro, ele. ole.
    Alcni dasiipeiioiidade das suas ninas, ja' gcral-
    meulereconhecida, David Williain Bowmangaraulc
    amaisevacla ronlormiilade com os moldes c desc-
    nlios remettidos pelo-.....Imresquese dlguarem de
    fazer-lhe encoiniiienda-, aproM'ilando aocca-ia po-
    ra agradecer aos musnumeosos amigos e tremic/es
    a |ucfol'encia non que lein-ido por ellos honrado,
    o assegura-lhes que nao |ioupara eaTorcesediligen-
    ciaapara continuar a merecer a sua eonnajica,
    Taix.is para engenho.
    Na fundiruo' <'' fiaro de I). \V.
    Itowiiianii. na rua do Brtm
    POTASSA.
    No antigu deposito da rua da Cadeia do lenlo ,
    asmazem u. 12. ha para vender muilo nova polassa
    da Russia, americana e brasileira, em pequeos bar-
    r de 4arrobas; a boa qualidade e prejos mais ba-
    ratos i(p que em oulra qiAlquer palie, se afliaiicam
    aos que precsarcm comprar. No mesmu deposito
    lambeni ha barra ruin cal de Lisboa em pedra, pr-
    ximamente cliegados.
    9&i ** &##
    Oleados pintados.
    Vendem-se oleados piulados de i a H pal- *
    W mus de largura, edepadroes muilo bonitos; *
    assim cuino cobei las do mesmo para mesas, *t
    com bonitas estamparas, o por preco con)- W
    K> modo : na praca da Independencia, fabrica W
    J$ de chapeos, de Joaqun! de Olivaba Maia. 'A
    Sifft3CittO* &) ):(%'
    Vendem-se lonas, hrnzaO, briD.se ineias lo-
    nas da Russia : no armaiem de N. O. Bieber &
    l 'un[.mili.i. ua rua da Cruz n. 4.
    Vendem-sc charutos da llavana: na rua No-
    va u. 2.
    Grande sortimento de pannos Unos c case-
    miras.
    Na rua do Crespo, loja da esquina que volta para
    a Cadeia, veude-se panno preto, a 38000 c .l-.'un
    rs.; de ourelo branca, a to.'glOrs.; dito francs., a
    l^OOe.'i^lHWi's., e muito su|ierior, a (i^lMIO rs. o
    covado ; dito azul, a "sSIMI. \*Jt*) e iSlMJ rs., e
    inifllo bom, a oJJOOrs.; dito verde. -iWIKI e i-JtgKI
    rs.; corles de casemira preta infestada, a 5yj00 e
    ti^OIHIrs.; dita IriDCexi e de cor de todas as qual-
    dades, por preco coiniuode.
    TIXAS DE FERRO.
    Na fundir!)' d'Aurora em Sanio
    Amaro, r. tambeni i' DKI'OSITO na
    tita do Bru logo na cnlrada, o defron-
    te do Arsenal de Marinlia lia' aempre
    um grande lortimento de taicliai tanlo
    do fabrica naoional como eitranrceira,
    fundidas, grande, petiuenai,
    lumias ; e em arabos os loKuref
    o
    batidas, fundidas, raudos,
    razas, o tundas ; o em atul>i
    exstem ciuindastes, para rain
    unas, ou carros livres do dospo/.a.
    precoa sao' os mais comuiodos.
    RAPfi l'IIIM l/\ II!: I.ISII0A.
    luja le launda
    ca-
    fe
    ile
    yi ruada Cadeia <)<> Recifc
    Joan la Cunhu ile Magalbieai \euile-*e a cxeelle.. i
    le |iilaila tlesle rap, o mais fierro que lein vimln,
    pelii u,ilera .\/uniari>l't.
    I'IITASSA DA KLSSIV.
    Vende-se superiorpotaisa da Hussia, e|
    Americana, por preco muito commodo:
    na rua do Trapiolio n. I"), arni.i/.or di
    Basto limaos.
    attk\(,:aO.
    \ ondoni-.se livros o unios ditos do
    de pra tu e omo. cliegados iillimain
    de Lisboa o por preco commodo
    rua
    .losi
    pao
    irle
    17. osoroiloriode
    do Trapiche u
    Teiveira Basto
    Moinhos de vento
    com bombas de repuso pare regar borlase balsas
    de capim, nafundicaOde I). W. Ilowinan : ua rua
    do llr.......s. |>. Se III.
    FUWDIGAO' D'AURORA.
    Na rumlico d'Aurora acha-seconslaiilpinenle um
    completo sorlimeulo de macliinas de vapor, lauto
    d'alu como de balsa preasio de modcllos os mais
    approvados. Tamben se apromplam de encominen-
    da de qilalquer fonna que se l.ossain drsi'iar com a
    maioi preslesa. Habis omciaes serl.....andados
    para as ir assenlar, e os fabricaules como lem do
    cosliinie aliaucam u perfeito Iralialho deltas, eseres-
    |Hii)saliilisaiu por qualqner defeilo que possa indias
    apparecer duranle a prmeira salra. Muilas machi
    as de vapor coiisttuidas iu-le csiadelecimeulo lem
    estado em constante servico tiesta provincia 10,1-
    eat Hialinos, e apenas [em csigidu mu insigmli1
    cenes toparos, o nlgumos al nenbunsabsolulamen
    le. accrescendu que.....msummo do cotibuativel lie
    mu incousidrravel. Osseiilioresdeeugonhu, i
    contras quaesquei pessoas que precisareill de_ ma-
    chiuismo sao respeilosamenlo convidados a \ isilar n
    estabelecimento em Sanio Amaro.
    Aos amantes <\f piano.
    Acha-se venda, na rua da Cruz, livrara do Sr.
    Sanios & Companhia n. .16, o na rua do Crespo,
    loja do Sr. Antonio Domioiaes l'erreira n. II, o
    loiiiuu portugus
    dedicado ao Sr. II
    ^usta esposa.
    a saudade pira piano, e canlu
    .Miguel de llrauaiica e a sua au-
    No urma/eni da ti-avessa da Madre
    de Dos n. 9, e noarmazemdeJose Joa-
    auim Pereira deMolld, no caes daAlfan-
    ega, vende-se farinha de mandioca de
    superior qualidade.
    Vende-se em casa de S. P. Johns-
    ton & Companhia, na rua da Senzala No-
    va n. 42.
    Vinho do Porto, superior qualidade, en-
    garrafado.
    Vinho Cbery, em barril de quarto.
    Sellins para' montaria, de homem e se-
    nliora.
    Vaquetas delustrepardcobei-ta decanos.
    Kelojjios de orno patente ingle/..
    Na rua do Visaro n. 19, primeiro andar, ha
    Eara vender, chegado de Lisboa presentemente pela
    arca Olimpia, o seguinlc: saccas de farello muilo
    novo, cera em urume e em velas rom bom sorl-
    inenlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
    do Lisboa em pedra, novissima.
    Vende-sc urna negra moca, a qual sabe coz-
    nhur, lavar cengonimir : na rua do Kangel n. -16.
    Vende-se ou permu(a-sc uina grande propric-
    dade dislante desta praca legua e meia, com boa
    casa de sobrado e oulra terrea, c ron) grandes pro-
    porefies para qualquer cstabeleriinenlo, para quem
    quizer residir perto desla cidade. para o que ollc-
    rece grandes vanlagens I quem prclendcr, dirja-se
    rua du Passeio, loja i). 21.
    Vende-sc um evcellcnle cabriolel, novo, i
    mala beni roiislrudo pnssivel: os prelendcnles po-
    dem dirigirse cocheira do Sr. Tone, na rua da
    Cadeia de Santo Antonio, para vcrcui dito cabro
    le; e para tratar, junto da mesma cocheira, com
    Joao da Cuoha liis.
    Vende-se una estrave com habilidades: ua
    rua da I doria n. II; o unitivo da venda se dir ao
    comprador,
    Trinchantes.
    Vendem-aesuperioroa trinchantes com o cabo de
    metal principe, uhra de uoslo: na nova hija de ter-
    rjeos da rua do Ouciniado n. :M).
    Ilandejas para farinha.
    Vendem-se bandejas fundas de multo bonita pin-
    tura, proprias para bular farinha em mesas, por
    muito barato preco : na nova loja do ferrauens da
    i ua do (.lui-iio.id,,, n. 30, Na mesilla loja lmbete
    se vendeos bandejas muilo pequeas, as quaes ser-
    vem para aellas se ollerecer charutos ououtra qual-
    quer coasa, visto o tainanlio e a delicadeza da obra.
    :;:;;;;:: w: ;:: :-c*Siei3i$S
    Calcas de casemiras baratas.
    Vendem-te corles de calcas de casemira, ii
    ji muilo bous |iadiiie.s. a jaISSIris cada corle: 9
    ; na loja do sobrado amarello nos OualroCan- }:>
    'i los da rua do Oueimado u. B. &
    I'cla precisa que ha para lqiiiilacAo do con-
    las, vende-sc una loja de chapeos c mais accessorios
    para o fabrico dos DMSmos, com poucos fundos e em
    luizar proprio para qualquer estaheleciineiilo, por
    ser em una das principis ras do eommereio desla
    idade : quem a pretender, dirija-se a rua Novo
    i. i.
    Na rua Nova n 3,
    \eii.lein-se chales de seda para senhora, a o^COUn.,
    lencos de seda para senbora, a J3I"KI rs.. ditos de
    dla'para dila. a 1**10 rs.. dilos de ouo para me-
    ninas, a 2INJrs., diucas de lindo para liaplisado. a
    IJdOO, sapalinhos de casemira bordados para bapli-
    sado, a l.-VJIKI, camisas de cores para houieiu, a 9
    res.
    Aos soiiliiiros do engenlio.
    Vendem-se por preco muilo eommodo fiirmas de
    ferro balido para assucar : ua rua do Trapiche u.3.
    Lilas brancas.
    Na rua do Crespo, loja u. vendem-sc as cJtel-
    lentes lilas brancas, chegadas reccnteinenli-, por
    preco commodo*
    Facodes, a 3,000 ra.
    Na loja da rua do Crespo II. 10. vciideiu-sc ricos
    paredes de camliraa, enlcilailos, para senliora, pe-
    io diminuto preco do 23IMI0 rs. ca.la um.
    Vende-M una oserava, crioula, de IS anuos
    de idade, que sade enuoininar, coz.iiidar e coser, de
    lunilla limita : na rua do logo n. t3, se dita quem
    vende.
    Attencao.
    \ ende-c mil oscravo |ieca. de idadej!i anuos,
    pouco mais ou menos: na rua Direila II,70, esqui-
    na do doren dos Pcccados .Moraos.
    Farinha de mandioca a 4,500 rs. ,
    no trapiche do Cunta, da rua da Moeda,
    vendem-se suecas com farinha da lona ,
    muilo nova o lunada, a VgOO rS.
    Cui'teiras i' clianiloiras de muilo honitos
    goslos.
    1-000 rs. rada unta : ua rua dn
    loja de miudesai de Antonia Jos
    eposito do rape j)rinceza da fabrica ili
    J. J. da Rocha Si Companhia, do Itio
    de Janeiro, na rua da Cruz n. .")7, se-
    gundo andar.
    Joaquim l'erreira Mendestiuimaraesrecebeu pe-
    lo paquete Cuan&bara nova rcmessa do excedente
    rap nacional princeza, da fabrica de I. i. da Kocha
    A Companhin, do Rio de Janeiro, oude he muilo
    apreciado e lido pelo nico qne nielhor auballueo
    de Lisboa, pela grande aeiuelhauca que com elle
    lem, lano em cor como em arana. Elle he lam-
    lieui j lii-in apreciado na Baha, liacei, Ceur c
    MaranhSo, e geralmente era todas aa partea oude
    lem sido mandado; para raaior cornroodldade don
    compradores tambera o acharan venda na loja da
    mesma casa, na esquina do largo do Collegio, ta-
    berna do Sr. Maooel Antonio dos Saulos Ionio-; e
    no aterru da Boa-Vista, loja de calcado do Sr .'Joa-
    qun) Jos Das Pereira.
    Pochincha.
    Vendem-se corles de cassas francesas do ultimo
    goslo, e de superior qoalidade, pelo diminuto prero
    de4 e 49500, leudo cada corte 7, 8 e 9 vara.: ta
    rua do Crespo, loja da esquina o. I, confronte au ar-
    co do Santo Antonio.
    Bom e barato.
    Na loja da rua do Crespo n. 10, vendem-se ricos
    corles de vestidos de chita de barra.limpos, pelo di-
    n......lu preco de :>ioo e 2B80U.
    Vendem-se charutos deS. Flix e Primores, a
    :-Mh r-. por caita : na toja de fazeodas da rua do
    Crespu n. ao lado do arco de Santo Aulnuio.
    ESCHAVOS FGIDOS.
    DA URORA
    Vendcin-e a
    Qucimadn u. V.)
    de Azcvcdo.
    (,
    respeitosamenle en
    rua
    dn o chafariz continua bavr um
    complfto sortimento de taivas de ferro
    fundido B balido de Ti a S
    is (litaos acbatu-M
    lincea
    prero commodo
    enibaroain-so OU
    sem
    iialinos de
    a venda, por
    e com promptidao :
    curregam-seem carro
    despega ao comprador.
    potassa simui-i;
    Vende-te por proco muito com-
    modo, no armuzem n. 7 de caes da
    ulfandega, de Jos' Joaquim Pereira de
    Mello, ou no escriplorio de Novaos c\
    Qompanbia ua roa do Trapiche n. '?
    Na rua do Vicario n. I!), primoi-
    ro andar, lem para vender diversas m-
    sicas para piano, violao o flauta, como
    sejam, qiiatlrilhas, valsas, redo as, scho-
    liekes, modinlias ludo iiitMlernissimo ,
    clieeado do Rio (le Janeiro.
    VINHO DO POKTO MUITO PINO.
    Veiidc-sesupcrior vinho do Porto, em
    bai risde i., 5. o S. : no aru-aeinda rua
    do Azeite de Peixe u. 14, ou a tratar no
    escriptorio <\c Novaos i Companhia, na
    rua do Trapichen. 34.
    Vendem-se reloj'ios do ouro, paten-
    te inglez, |Rir eommodo preeo : na l'ua
    da Cruz n. 20, casa de L. Leconle Feroil
    i\ Companhin. _
    ft ai i-tr-li
    STAR S i>.
    lunrain (pie no sen evlenso es-
    lalieleciinenlo om Santo Amaro, continua a fabricar
    com a itiaior perfeicaoe pronipliilao.lnda aqualidade
    de iiiachni-ino para o uso da agricultura, nnvetza-
    co e manufactura, e que para maior commodo de
    seus numerosos rregueses e do publico em geral, lem
    aherlo em um dos grandes armasens do Sr. .Mosqui-
    ta na rua do Id um. atraz do arsenal de mu iuha,
    um
    DEPOSITO DE MACHINAS
    coiislruidas no diloseu eslaheleciinenlo.
    \lli adiaio o- compradores um complelo jorli-
    meiilo de moendas de esnua, com lodos os mclbo-
    ramenlosdilguns detlesnovos eorlginaesj doquoa
    experiencia de mullos anuos lem mostrado a ucres-
    sidade. Macliinas de vapor de baisaealia prsalo,
    laivas do lodo UunaullO, lauto batidas como fundidas,
    carne de mSoe dilos para eondusir formas deassu-
    car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
    to, fui nos de ferro balido para farinha, arados de
    ferro da mais approvada construccSo,' fundos para
    alainliiques, CTVOS e portas para forualas. e una
    inliuidado de ulnas de ferro, que seria eufadouio
    enumerar. No mesmo deposito evisto nma pessoa
    mlclligenle e dabililada para recebec lodosasen-
    coiiuueiiilas, ele. etc., que os auuuiif antes contan-
    do com a capocidadede suas ollicinas o moeliiiiisnio,
    e pericia do sen.-, olliciaes. se coinproinellein a fa/er
    eveciilar, com a inaiur presteza, perfeico, e evada
    couformidade com osmodelosou desenlies, c iostruc-
    coes que Ihe forein fornecidas-
    Vendo-so (tila muito superior, po-
    tassa nacional, pomada em caixaS, por
    proco muito commodo, tudo pura fechar
    contas, noarmazem de Candido Alber-
    passan-,f Sodic da Mulla : a Iralar no mesmo,
    ou no escriptorio de Novaes & Compa-
    nhia, na rua do Trapiche n. i.
    Vende-se um oscravo mullo possanle proprio
    para armaiem de assucar, mi oulro qualquer servi-
    r, de iilade anuos e Imnila ligura : a fallar na
    rua da Cadeia du Kerife, ua luja de fermucus de
    Jos Pires de Moraes. ou por cima da lujado Sr. Jo-
    s Das ila Silva, no primeiro andar.
    Vende-se mil pares de sapalos do Aracah :
    em casa de Tasso A- Inuilo.
    Veude-ae farinda de Sauta Calliariua, dila de
    San-.Malhctis.editada Ierra em saccas o inesino a
    relalho, pur preeoconimodo: no armazcni da rua
    do Kangel n. -ti.
    Vende-se rapo de Lisboa, muito
    fresco ( om frascos, a SJIOOO rs.: na rua
    do Crespo n. t, loja do Sequeira vV Pe-
    reira.
    Na iva do Collegio, casa n.l, se-
    gundo andar, \ondo-so uinexccllcntces-
    cravo, crioulo, baslante sadio erobusto,
    proprio para todocqualquer servieo, ou
    para einnanpie, |wr ser de boa ligura :
    trata-te das ii boras da manliaa as ida
    lardo. '
    Vende-se o verdadeirochampagne
    em gigoSi do melhor possivel;assim como
    vinho Borden\, blanco e tinto, em bai-
    ris; como tainbem chocolate france/., da
    melhor qualidade que tem apparecido,
    tudo cbcpido ultimamentede Franca, e
    pelo preeo ornis burato do que em ou-
    .1..
    ATTENCAO.
    Nova loja de II luirlas na rua do l.ivranirnlo u.
    s, vende-se cotes de canibraia de cor com Iras ha-
    llados, sendo muilo lina e cores lisas, a a^BOO.
    LOTERA 1)0 KIO Di: JANEIRO,
    Aos 20:0008000 de rs.
    Na casa l'eliz dos quatro cantos da rua do Ouei-
    mado n. 20, vendem-se os mallos felizes bilheles,
    lucios bilheles, queras, murros e vigsimo da
    lerceira lotera da eslrada de Mag, cuja lisia se es-
    pera do Iba IS; a ellos que estilo no resto.
    Fazendas baratas, nova loja, ruaNo-
    va n. 16.
    Vendem-ae modernos e bonitos cortos de casemira
    francesa a o)000 e IbINS) rs., dila de algodao, de
    inulto bonitos padroes a 18600 o corle, castores de
    quadros e lisuras a -J-HI o co< ado, cortes de drim com
    barra para calcas a ijjglll r-.. lindo lino para caljas
    e palitos, a 300 rs. o cavado, lencos de selim para
    grvalos, a IJOOO e 1*K1 rs.. panno lino |irelo sti-
    iicriur a teull e .VviOO rs. o covado, dilo azul supe-
    rior, proprio para rardameiilo dcarlilharia, fnzilei-
    ros e da nanla nacional, a 3.3IKHI rs. o covado, cor-
    les de colleles de rustan a HOO rs., dito superior a
    l200, ditos de gurgurao de seda a -AjHHO, 500 e
    39OOOrs., lencos brancos e de cores para algibeira,
    a 350Da dit/ia, ditiisde ganga a l*S00 a dosla,
    im-ias para liomense meninos, de dtOO, 25^1111, e
    SgjOO a dusia, sobrecasacos franceses de dritii. obra
    muito heiu leila a :WHKI o 9lKll> rs.. aquetas ecal-
    , a- da ultima moda a -23000 e45O0 rs., hrini hran-
    ro de liuho a 560 a vara, diln muil superior a
    19200 a vara, alpaka pela superior a721) c 19000
    rs. o covado, e oulras militas iazeiiilas baratas.
    Vestidos baratos. *
    J5 Continiiaiii-se a vender corles de vestidos de W
    edita de liana, padroes modernosC cores ti- Si
    il xas, |ielo biralo|irei;oile-XHI riscadacor- ;::
    W le : na loja do sobrado amarello nos Oualro Si
    $ Cantos da rua do Oueimado 11. 2!l.
    Fazendas baratas, nova loja, rua No-
    va n. 16.
    Vendem-se chitas de cores livas, bonitos padioes,
    claros e oscuros, pelo daralo preco de 120, 110, IbO,
    ISO, 200. e 210 rs. o covado. cassas francesas, bo-
    nitos padries a 29200. e IISIHKIrs., cambraias fran-
    cesas,'de boniloe edclicadosdcscuhos.aliOOrs.avara,
    camliraa desalpicos, com K o varas, a 3JU00 o
    corle, ditas abenas, padroes bonitos, a :1950o rs.,
    vestidos de caiubraia brancos de barra, a I9UOV rs.,
    dilos de I a i hahadus, leudo lambeio babado de
    .-.,1.--. .1 9500,59000, e 595IKI, dilos de cambraia
    1 te rhiiviscosdei babados a 53000 rs dilos bor-
    dados a 19500, dilos decassa pintados de V babados
    e barra, a 59500, pecas de cambraia com 8 varas, a
    29500 e 29800 ra., cassa lisa multo lina, a i80. liill,
    c 720 a vara, riscado francs muilo largo a 280 o
    covado, cassas de quadros e lislras para babados. a
    29ISI a peca o 320 a vara, chales de cassa a 1440 e
    l90O,dtosdeluicaliiidao,a 19280.dilosde olgodou
    B seda a2jc:l3 rs., dilosdelaaoseda muilo superior
    S| rs.. insleteles prelos e de cires, a 129000 rs.,
    selim de coras a 000 rs. o covado, damasco de Isa
    a 900 rs. o covado, baelilho a 410 rs., meias para
    meninas esculleras a 210, 320.100, e 480 rs., lencos
    de seda para hundiros de senhoras.a 2900(>,e outras
    muilas fazendas que se venilero baratas, c para
    maior commodidade das |)essoas que nao poesam
    ahr de da, estar a lojaaberla at as 0 horas da
    noilc.
    Vende-se um casal de croulnhos, sendo um
    de 0 anuos, e oulro de 11, boas liguras, de esperan-
    ras, por isso muilo proprios para um prsenle: na
    rua do Kangel 11. 54, a Iralar cum Victorino Fran-
    cisco dos Santos.
    Vende-te una casa terreas ita na
    ruada Aurora u. .">0, em chitos foro!ros,
    liem ei insli-i ila, a moderna, toda Ira ve-
    jada, para quem quizer edificar1 um bom
    .-1.
    a
    Ainda contina a eslar fgido o preto que em
    II de selemdro proain>o pausado, foi do Monlriro,
    a mu mandad no engenliu Vertenle.acompanhaulo
    unas vaccas, de manilo do Sr. Jos Bernardim,
    Pereira de Brilo, que oalugou para o mesmo lim, 1
    escravo he de nome Manoel, crioulo, bailo, grosso,
    emeiocorcunda, com a barriga grande, lem um oV
    snal :i nuil- de ferida na perua direila, cor preta,
    iiadei!arcim>iiadas parafrn,pouca barba,tem o ler-'
    1 ,-iro dedo da in.io direila eiicolluilo, e falla-llic e
    ii.u lu. jovou vestido calca azul de zuarte, camisa
    c algodao liso americano branco, jiorm levou un-
    irs mapas mais linas, bem como, um chapeo prelo
    de seda novo, e usa seinpre de curreia \ta cuita :
    (piem o peuar leve-o na Capunga, sitio de llutnau
    Antonio da Silva Alcntara, ou nesla praca, no
    largo do Pelourinho.arraazeni de assucar ns. 5 c 7
    de Komlo >\ Companhia, que sera recumpeiisadu.
    No da 1 do correnie desappareceu um prelo de
    nome Autiinio que foi outr'ora escravo do linailu
    Maricl, deposilaro geral, o qual lem os signaes sc-
    guintes: bailo, cheio do corno, olhosavermelliailus,
    falla tiaiva e descaucada, pisa mal pee ter rra\ns
    nos ps, com una coroa na cabera, proveuienle de
    ter andado a vender pao, quem o pegar leve a rua
    das Cruzes, 11. 18, primeiro audar, ou ua loja da
    mesmo que serti recompensado.*
    Uesapparcccu um moleque, de nome Ma-
    noel, ha 8 das e auppoe-se achar-se aqui na ci-
    dade, [mis se tem encontrado na Boa v isla, S. Jo-
    s c Kocife, e a noile na novena do Kosario dos pre-
    los, elle de ladino, lem odos grandes, levou vasil-
    lo '. 11<;. 1 de riscadiulio e camisa demadapoiu: quem
    o peuar leve- a rua larga do Kosario 11. 23, segun-
    do andar, defroule da botica de Barlhotomeu Fran-
    cisco de Souza.
    I)esap|iarcceu do poder do abai\(i
    usignado, um escravo do nome Venan-
    cio, crioulo, de 25 anuos de idade, pint-
    eo mais, OU menos, grosso do corpo, es-
    tatura regular, suissado, peslargos Olim-
    pos de qualquer feridinha, ou bichos,
    moderado no lidiar, pore'm ladino ede-
    sembaracado, suipoe-se ter ido para o
    Sul, pura onde ja foi una ve/.: assim ro-
    ga-se a qualquer pessoa queoencontrar,
    de pega-lo e levar ao Sr. Joaquim du
    Reg Barros l'essou, morador no enge-
    nlio novo de Goita', comarca do Pao
    d'Alho, ou a,lose da Silva Loyo, no ar-
    ma/em de assucar da rua de Apollo II ,
    qne satisfar' generosamente.limqmul
    do llego Barros Pessoa Jnior.
    Ilesapparereu do poder do abaito nseignade
    o sen escravo Paulo, lio dia 2 do correnie, lem ill
    anuos poucu mais u menos, prelo e meio lula,
    crioulo. c he lildo do Maranho, falla muilo des-
    caucada, e faz-se mudo humilde; tem una cicatriz
    no lado esqoerdo da cabera fechada de puuco. ssla-
    lura regular, e levou camisa de chita azul, e cerou-
    la branca; foi do acadmico Fernando Alves de
    Carvalho do Maranho) c sahe-se que anda pn
    (iliiula, Afogadosououtros suburbios do Kerife;
    aralillca-se a quem o egar e levar casa do ali.iiw
    oaslgnado, rua do Itancel n. i5, ou nos Afogados
    sitio junto a igreja de S. Miguel.
    Guillarme .lugutlo Rodrigue' Srlli.
    Desappareceu no dia 28 do raez passado, n
    , prelo Marleliano, de 22 anuos de idade, de rriuulo,
    i seceo du corpn, roslo comprido, oreldaa |u-,|u.-j ..-
    rosliima andar e falla-, de vagar, faz un) geilo cola
    os beicos para o lado pouco visivel, ja foi sumido
    quando foi escravo de ciigenho, levou cal^a e ca.
    misa de algwhlu azul, julga-se ler lomado para ai
    bandas do norte, por j ler inorado nos soberbia)
    de (iiiMini.i em o engenho Muge, e depoisde Ta-
    quara. 0 mencionado escravo fui pegadu em o enge
    uho Mangope |lo administrador do mesmo enge-
    nho, c esse o venden algemado para o Kccife por
    1110 ferreiro do engenho, o qual tirou-llte as alaenu-
    e as traiicou em um s braco, com as quaes fusta o
    prelo, perto de Olinda, nolicia essa colhida do ntei-
    1110 administrador que o reiueltcu;e rumocoiatc hi-
    ver pessoas que consrnlem escravos fgidos em sua-
    casas, ulilisando-se de seusscrvitos.o Sr. do dito
    escravo protesta Jnsllear qualquer pessoa que tal
    crime comemla, roga-se as autoridades policiacs e es-
    pitaes de campo, e pessoas que delle liverem ce-
    iidcciinenlo a sua appreden(ao,quesegratificara
    llorosamente.
    esapparecu desla cidadeda l'arahibado Nor-
    te, ou dia 4 de de/euiliro do anuo provimo passado,
    o mnleque J0A0, crioulo, acahralhado, com os si--
    11,es seantes: cor fula, olhos grandes e apinlnai-
    bados, psi graudes calguma cousa apalhetados, na-
    riz muito grosso e grande sendo baslante chato, ca-
    bera grande, lem falla de alguns denles da frenle,
    rosto comprido, lem urna cicatriz de um talliu em
    uina das faces do rosto, lem pernas e bracos Boca e
    o andar cangueiro, estatura recular, he secco do cor-
    po, e reprsenla ler de 20 a 21 annos de idade, nao
    mostra anda buco de barba, lem feilo por vezo nu-
    tras fgidas, c sempre que fnge muda o nome, lie
    muilo ladino e astucioso: roga-sa a qualquer queo
    pegar, que leve-o a Vicente Mondes Wanderle,
    em l'eriiambuco, n. 21, na rua da Cruz ; nu Sul. a
    Pedro Ernesto Rodrigues da Silva, 110 engenho 11"'-
    medino ; c na Parahiba. a Claudiauo Joaquim Be-
    zerra Cavalcauli, ruadas Trinchciras, sobrado u. i,
    que ser generosamente recompensado. Cidade da
    Parahiba 18 de selembro de 1853.
    Claudiauo Joaquim Bezerra Cacalrunti.
    Attencao'.
    Ainda contina andar fgida desdo o dia 12 d<
    uovembro, a muala de nome Bernardina, que 11
    prsenla ter de :I5 a H)aunas de idade, comossi:-
    naes seguales: cor alva avermelhada, rosto com-
    prido, naris grande, olhos um tanto pequeos, ca-
    bellos crespos, lem haslaulos manchas de paniiu pe
    lo corpo. bracos e cosas, altura regular, um lano
    edeia do corpo, e lem as maos trmulas quandu pea
    can qualquer cousa ; levou vcalido branco, chai
    de quadros encarnados e riVsos. sapalos de rouro, om
    panno de la encamado e branca, e mais alcun
    roupa j a dla escrava he lilha de Uoianna, ela lew
    alguns prenles, c j |wr .Iveses se lem visto andar
    por hi, e em Cruaugy aonde lamben) tem prenlo:
    paranlo, roga-se as autoridades policiacs. capila
    de campo, ou qualquer petoa do povo, de aupre-
    heudc-la o leva-la Gamboa do Carme 11. :I8, |iri
    meiru andar, uu i rua da Cadeia de Suulu Au.- -
    n.25, primeiro andar, que se dar muilo boa-"'
    lilicaco.
    Ilesapparcccram na fuuditaod'Aurora, 11.1 not
    de 19 de agosto, os prelos Miguel, Angola, idade la
    anuos puuco maisou menos, estatura regular, sar-
    co do corpo, roslo marcado de besigas; Manoel, Con-
    go, idade :I0 aunos, bailo, um tanto cheio do corpo.
    levou calca deriscudo d'algodao, camia de lilaila!-
    lao, bonete, chapeo de sol, ambos fallara descaitra-
    1I0, e mo tecni barba. Suppe-se lerem sido sedo-
    zidos : roga-se a quem os apprehonder ou dcllcs ti-'
    ver noticia de dirigir-se a mesilla fundic;lo que sera
    hen> recompensado.
    Do abati assignadu, fugiu no dia II du pSf
    sado um escravo, crioulo, do nome Ignacio, lem
    offlcio de cu miro, estatura baila, rosto redondo.
    pouca barba, nidos grandes e olguma cousa verntr-
    lbs, porm nao muilo vivos: levou camisa e ealtj
    de algodao azul: rogr a quem u pegar que o IragS
    ao engenho Rodrigues, ua freguezia de S. Luureno
    da Malla, ou na rua da Cruz do Hecire n. Ill, g"e
    ser- recompensado.
    Liiiiiniv,


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