Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02245


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Full Text
ANNO XXIX
QUINTA FEIBA 13
DIARIO
DE OUTBttO PE 185S.
n. sai.
PEM4MBIG0.
raxgo da scbscbipqao'.
Siih.rr.'M'-p a 15*000 poranno, e 4#000 por
qii.n! vencido, na casa do seu proprielarjo, M. Figueira
departa*napra da Inilepeniiencia, n*. 6 e 8, e no
Hin ili- J. r.i-.i doSr.JoaoPercira Marlins.
Baha c F. Duprad.
Marei a Joaqun) Bernardo Mendonra.
l'.n.iliih.i a ( a Jos Hodriqueeda Costa,
tialal ff Joaquini Ignacio Pereira.
/tracal y Aulnnio de Lemoa Braga.
Ceara' t (uilherme Augusto de Miranda
Jlaranlia a Joaquini Marques Rodrigues.
Para' a a Justino Jos hamos.
CAMBIO! DE 12 DE OUTUBRO.
Sobre Londres 27 V 60 d.
Pars, W>
a Lisboa, 95 por cenlo.
Prata
Ouro. Onr-as hcapanholas 28*>00 a 2930IH
MocdasileWIOOyelhiis......I69U0
a de tisMO novan......IWjMK)
de 49000......... 9S000
Palaroe brasleiros........ Jfi?
Pesos roluinnarios........ *
. mexicanos......... i&HOO
Arcos lo Banco......... '"' Descont de Ledras.......Jallo
NOTICIAS EITBAJfOXnLAI.
Portugal . 30 de Agoa
Ilespanha . 8 de
Frauca. . . 8 de
Blgica . . 4 da a
Italia. . . 3 de
Alemanlia 3 de
Prussia . 3 de
Turqua . . 26 de Jul
Kussia. . . 31 de
Dinamarca 31 de
Austria. .
Inglaterra
Suissa .
Sueca. .
E. Unidos.
Mlico .
California
Chili .
Buenos-A
. 3 de Agoa
27 de
3 de
29 do Jul.
27 de
16 de i
1 de Jun.
12 de
2 de Setb
Montevideo 4 de
noticias so noraaio.
Para' . 16 de Selbr S. P. do Sul 1 de Selh
MaranbaO 20 de v S. Paulo 4 de
Ceara'.. . 24 de Minas. ... 2 de o
I1.ir .lilil.i . 13 de II de Janeiro 26 de
Alagda . 1 de Uutb Babia .... 30 de
FAB.TIDASDOS COBEIIO.
liuda, lodos os das.
Victoria, asquulas feiras.
Caruar.ltonilocCi.iranbuns, nos diasl el5.
Villa Bella, Boa-Vista, Ei eOricury,a 13e28.
tioianna e Parabiba, segundase sextas.
Natal, quulas leiras.
BIAS DA semana.
10 Segunda. S. Francis-
co de Borges.
11 Terca. S. Nicacio.
12 i.iii.n i.i. Ss.' l'risrja-
no i- Domnina.
13 Quinta. S. Eduardo
ra.
14 Seila. S. Callslo p.
ni.
l.'i Sabbado. S. Tbercsa
v. c.
16 Domingo. Martn
no.
i.i-
AUDIXNCIAS.
Tribunal do comnurcio.
segundase quintal.
/lelaeao'
'tercas csabbados.
Fazenda
tercas esextasas tOhoras.
Juizode Orphao*
segundase 5. as 10 horas.
I'rimeira vara do eitel
tercas e 6. ao mcio-dia.
Segnndarara do cirel.
quarlascsab.ao meio-d.
ZPHEHKIUDES.
Oulubro 2 La nova as 7 horas, 47 minutos e
(segundos da larde.
9 Quarto rrescenle a 1 hora, 5 mi-
nutse.'17 seguudosda larde.
a 16 La cheaas 10 horas e 11 minutse
37 segundos da tarde.
minutos e 31 segundos da anubla.
fBiuun DE KOJE-
Pi'uncir f hora c 18 minutos da larde.
Segunda 1 horae 42minutos da manha.
No dia 15 docorrente terminara' opa-
cimento da uLucripro ileste "Diario"
a razio de VjfOOO por quartel, e depoi
desla data se recebera' igOO, como
esta' estipulado.
parte orricALT
INTERIOR.
do
GOVERNO DA PROVINCIA.
Exp.dl.me de sita II < oumbro de 1853.
Odirio Ao Exni. hispo diocesano. Da inclu-
sa copia do oiliiio do deseuihargHilor chore de poli-
ca ver V. Exc Rvm. que nao obstante as dihgcii-
cins empregadas poli polira, nao lem sido poashel
at agora dewobrir os perpetradores do allenladu
prilicado no Cal contra a pessoa do Kvd. I'as-
rlioal Corhv. Enlrclanlo a polica continua as
nesqui/as necessarias, c nao deixare ile |Kr eina
cao os recursos da Ici para punir tao escandaloso >
leulado, imlendo asseverai a V. Exc. Bvm., ipi
I,.....quesejam eoauMidMO. scus aulores.o co......
nicarei a V. Exc. Rvm., como exige cin seu ollir.
Hilo Ao inarerhal coinmanilaiilc das arm
remellcndo, pora que Ihe o execurjo, copia
boda ininislrroila guerra de I-de abril ultimo,
jsta le o majar ilo quarto halallnlo de arlilharia I
pe Aleandre mmum 'le Argoki Ferrio, exhibido i
coniccimcnto fle haver pago na estac.lo coinpelenti
a importancia dos dircilos c emolumentos relativo!
aliene, de lies meaos quelhofoi concedida pele
mcsino aviso.t- l.o.il copia remclteu-se a llicsini-
raril de fazcilla.
DjloAo/ilespiuhargadur chefe de polica inte-
rino, inteiraiilo-o de haver renicllido a lliesoutari;
da (aienda nforincktl os doui reeibot que S. S. re-
metleu.alinjde ser |ga a sua Importancia An-
tonio l'edrotavalcaiiti do Alhuquerquo conform
S. S. reqnis;lou.
hilo A raesiuo, di/eudoque, visla desua in
fotinatlo, Jefcrin o rcqueriiiiento em que Anlonii
de Souil Marinho pedio ser removido da cadeia,
omlc N .i'm preso para o quarlel de polica, alien-
to o seu alado pbyino.
Ililu -* Ao inspector da lliesouraria de telenda
dcudveuio o reqiierinienlo em que Silvana Mari;
Fenunia Eiras pede liecnca para vender a Jo
quii lis Fernandes pela quanlia de 9:8005 o so
Iii.Iii l-iloiis andares n. 37, silo na ral Bella, e i
i o- liiiii n. 2 na Iravessa da dita ra, os quaes sc
edilicaios em terrenos de inariuha, alim de que S. S
proceila respeilo nos lermos da siia iururmac'io de
8 do arrele, que |Kir ciipia va cobrindo o meii
i-iiiii.iio requeriiiienlu.
Di Ao nesmo, Iransniilliudo para os cnnve
nientisetainei. copia da acia do cimsclhu adniinis
Irali de 8'ocurrente.
UiioA>juii rclalor da junta de jusliea, re
inelieiiito ]'' ser relatado em sesso da mesiuajiiii
la, us procesos vertaos feilos aos soldados l'ilipp'
Antonio ^ IVnha c Laurimlo Jos Pereira, esli
do lialallio nono de intanlarin e aquello da cumpa
libia lixa/a Parahlba, Fi/eram-se as necesurifl
commm/'acoi--.
Iiilo h Ao inspe uc da Iheaoufarii d
-i desta i":-1 ,|IH' armas fulminantes do ada
l.VI piolas que sflo precisas para o servici
po dpolicia o lo lia no mercado, conlralai
go i'reco e exiliado a viuda dolas rom hrc\
po Aoinesmo, remoliendo copias .lo
u)to e clausulas que apprmnu. para ser\i
./ arreinalac.lo da obra do nielboramenl
Aannli alim de que mande por em hasla publica a
.iciii-ionada obra. Cominuuicnu-se ao director
rusotini publicas.
Hilo Ao cuminanilaule superior da guarda na-
cional do municipio do Uecifcreinellemlo 10 exem-
plaresdo decreto n. 1130 de 12 de marco ulliino,
alim de que Ihe d exccuciiua parle que Ihe locar,
loen que estejain rcconhei-iilns os olliiiaes dos cor-
pos da mesilla uuarda nacional.
Hilo Ao coinmandanle superior da
rional dos municipios de Ullnda e Iguar
do que, oslando j organisada a niesma
rional, cdeveiulo couseguiilemenle dar-so ciimpri-
menlo ao ili-|ii-io no derrelo n. 1130 de 12 de mal-
eo ulliino, remella S. inc. com brevidade as pro*
pesias para os respectivos olliciaes. alim deque os
corpos lenham ofllciaes necessarios para compor os
conselhos de que Irala o mencionado decreto, do
qual enva um excmplar.
Hilo Ao director da colonia de i'inienleiras,
ili/eudoque, depoisque para all Millar orespeclivo
cirurgiao, a quciuj se liavia concedido liceura, se
fiermiltir queS. nic.veuhaa esta cidade cuino pede.
i hu
uiia
ianle
: 17 C
lio
ido lo
I.I.I.li-
lil ha-
do rio
uarda na-
ss, diien<
guarda ua-
GOMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do conmando das armas de
Fernambnco, na cidade do Reclfe, em 12
da oulubro de 1863.
OBDEH DO DA N. 9.
t> inarechat decampo roinmainlanle das amias
declara.'em cumprimeiro doarl. 17 dorcgiilaiueulo
que huixuu eoiioduerelo n. 1089 de 1t de ile/ein-
lii o de 1K">2. que boje conlrahiran novo engajameii-
to precedendo nswTcode lando, o soldado do 4.'
li.ii.illi.iii de artilbaria a p, Jo.io Fernandes de
Brilo, o anspcc,ada Bernab l'erera l.ele, c o sol-
dado Jos Francisco da Couceicdo, ambos do se-
gundo balalhAo de infanlara, os qnacs finalisaram
o lempo deservico.
l-'icsm obrigadosa servir |ior lempo de (i anuos
pon oliendo alcm dos vencimenliis que por le Ibes
competir, o premio de lOtt-tiOOrs., pagos em par-
le iguaes nos primeiros de/, ineics de praca. e con-
cluido o eiigajameiilo urna dala de Ierras de 22 mil
c.VIO bracasquadradasna forma do art. 2.- da le
n. 618 de 18 de agosto do referido anuo do ItviJ.
\o cas de desercSo, incurre......ijierrtinienlo das
xanlagensdo premio, ed'aquellas a que tem direilo
pelo art. 4.- da eilada lei;serao considerados como
rccrulados c no lempo do engajanicnlo scilesconla-
ra o de prisJo em virludo de sentenra. fazeudo-se
declaraeu desle desconloe da perda das vanlagcns
nos respectivos lilulos, romo he determinado no
arl. 7 do supia-niencionado reaulamenlo.Assig
nadoJotr Fernandez din Sanloi Pereira.V.im-
forme.Candido leal Ferrrint.Ajudanle de or
den encarregado do delallie.
FoyaETiM.
III^AMKHIII'IKSSIS
DI'
MEMORIAS DE UM MARIDO.
,jj usi/asiiitiva'!.
SELNDA PARTE.
XIX
Interrump cOinelTeito meu diario, elle me razia
medo, era muitas vezeso espollio liel de minha al-
na, e eu ah va claramente minha conscieneja...
Este diario aqui e all esclarecido por alguma'
luzes de razo |iodia anda assignalar-me os escolhus
no meio dos quaes leimava em querer lan^ar-me
rejo pela esallac,o dos sentidos e pela cobiea.
Dominado por urna especio de febril embriaguez
apressei quanlo me foi possivel o cuinpi iiiionlu de
minha uniAo com madama JelTerson ; ia lodos os
das ao convenio v-la ; e a reserva qucsolTria rante eslas visitas exaltava minha pauan at ao de-
lirio. Nao fui mas a casado madfina Raymundo
persuadido de que, ou pur inveja, ou por calculo
ella quera destazer meu casamento; porm nilo ou-
ssndo faier una tao odiosa e lao absurda aecusa-
;.lo a esla iiolireinnllier. nein mesuio deixa-la sus-
eilar minha dcconlianca cscrevi a Joan pedindo-
llir, que exprimiste a sua inai meu profundo recu-
() Vid' Diario a. 229.
m
CHARA
xtractodo relatorio que o Ixm. Sr. Dt. Jotiquin
Vilella .1 Castro Tararea, presidente da provmoi'
do Crara* apreaentoa m' aavembla l?gitlativa pro
vineial.na aoertura da segunda settao' ordioara
de sua nona legislatura, em o 1' de setembro di
1863.
Traiiyuilltdadc publica.
I-1-!i" do innancUrTOS que u.-1n so esU pruvini-ia
como lodo o imperio, _"/.i .I.i mal perfeilH \>t/. i
lijii(|uilli(latle, eqoe nem um rerei lia de quo ella-
-i'j.iiii ,iIn-i-i I.i-. lie islo ilevido em grande par
te a poltica de Justina e tolerancia, que o gb-
verno imperial adoptou, e que a de-peilo de todiw
OSobtUeillos lem procurado realisar, e aosesfon'os
perseverantes com que lia procurado o* melliorameii-
tos do [mi/. Ta/eudit-u marchar na e-Irada do pro-
t;resM). Oonscio de que a quasi lolalidade dos hra-
sileros ama de corarlo as iiililuii;e-> juradas, e
saliem apreciara iullueneia henelica dellas, oliver-
io imperial tem etmliado no htini seno, v lealdade
da uariio, e mnoifftiUnilo por urna poltica ueuerosa
sua torra e rniilianca no presente lem ao inesino
lempo consolidado e asegurado o rutara, ilebellm-
do o desarmando o espirito famoso, que se pode di-
I0r ciiiiipletaineiite aniquilado. Equaudo se rellccte
as tristes calamidades, porque, Ilfto lia inililo, pas-
sou o pala: qaando w rodela que depolti da irrlla-
cSodem Mnfpilnolenlii lacla poltica, com ruja ro-
CordacSu nperla-se o coracio lirasileim. o pall lodo
pedia calma, e os vencedores e vencidos ornndole
reciprocamente Mullan, necessidadedeesquecimen-
to, rorcoso he confessar que so na tu I re na toleran-
cia poda o Roverao adiar o meio de consolidara
IranquilKdade publica. Felizmen-
lo |
pil.e asseaiir;
le ellas exile
tro das lili.,...-
moa 11Mi (rilo
nenie lerviCO
lioverno impe
suflesroreasm
lilica de mis.....o individualsnv
vencendo todas as resfaleaclai mi
tendido capricho posum Iraxer
n, e dan
pelo goxo inaprt
ilo de RralidAo.
, tpie por osafl la
riel. Prasa a Di
n lenham deemp
upremo arli-
ivel dellas, pautie-
'oiilieicndo 0 enii-
a feilo ao paix o
t|iie seos uenero-
er na e&allacfto pu-
le outios, e quo
de um mal eu-
inc,liae,io da la-
mis violenta
- \ climas de MU en-
prova a naturvaa da
e flguram no mappa
milla brasileira, lio almejada por todos os corardea
hem formados.
Stguranfa Individual*
A MRuranca dos direiios ndlviduaes, som .1 qual
mo lie possivel a niiigoeiu u pleno exercicio de suas
RieuMauea. lie incoiileilavcimenle a primeira iteces-
lidade social, e uu ratlan pulilicblaa que a conside-
ren! conloo nico lim mas releva confes-ar queo prlmeirodeverde lodo 0
governo he Raranlir os diroilos individuaos doacida-
uaoa,e que lodos os esforcos, que empregaue pira
prodigallMr-llies quaesquer benelleioa, serian) com-
plelamenle infructuosoii m nao Uveasem por base
a seguranca desses direilos.
Infolisiliente temos de lamentar que a securanca
individual anda seja lo pouca etn alguna limares
da provincia, que parece revellar a esUlenoiado
um estado anormal, cm (pie, na falla de autoridades
t-ousiiiuidas, ochain-Mos individuos na plena lber-
dade de seguir o impeto holocauslando 1. vhiganc
Ira n lia veis odios. Sirve
maior paite dos crimen,
n. I.
Dease mappa lereis queconsla oillcialmenie, (pie
110 periodo decorriiln do prniero de Miembro do
anuo paflodoao ulliino de julho do correnle com-
melleani-se na provincia 77 crinies, sendo ;tI de
lioniicidio, ;t delcnlaliva de inorle, :l:l de feriinen-
lo c oulras oflensas phiaica, I de resistencia, i de
ronbo, :t de furto o I de injuria.
V-M pois que os crimes de lionicidio aviillam
maiado que lodos os oulroa e que reunidoa aoade
tentativa de inorle e ferimeulo.formam maisde ilooi
tercos la lolalidade dellea.
iVocuiMnilodados para conipararo numero de cri-
mes cominellidoi no periodo mencionado eom os
mmellidoa em periodo igual de pocas anteriores,
.....- acliei.
Os relaloiios. que v
is.le IH.")I), 1851, 1
iminoso, julgados i
bem sdu'is. <|uc nei
lugar no meanw anuo
. e que pois nao pi
ra o lim desejado.
Oiian,I, se indayain as
un de crimes, quand
Usar a segurante individ
que com quanlo possi o OOVl
dcsles, i? remover assini alguim
I.i lodava aoseu alcance uem extirpar (bitas as can
sas, era empregar lodosos melos, que por \cuiura
Mjam convenientes*
A inslniccAo, coinpreliendida nella a edueac.io
moral o religiosa, a vigilancia da polica, o a boa
administrado dajusli^a intiiem poderosaroentA na
prevenco dos crimes, e consegulnlemente na segu-
ranea dos direilosindividuaos, t liomem iunoran-
le, desmoralisadn e iireliuio-o, quaudo a nio esto-
ja affello ao- crimes, tem o p na ol
10aguarda UCCaslao opp'irlnna paran:
1 extrema vigilancia da polica com
:pie pode dlsoor, e a ccrle/a de que
ptuiiai.i ocrime poden, obrlua-loaq
|*eo das paisoes, DMS (piando \
precisos me i os, ou nfio empreua c
* lem
os foraui aprcsenlados ni
I IKV2 coulein os mapp;
ni cada um doMea anna
II seinpre osjulsamenU
emque sSo perpetrados oa.cri*
Mlem servir eews mappas pa-
rausas de 13o ajande ion>
sc proco rain os meioa de rea-
coso he confessar,
10 empregar algara
daqneljas, ii.lo es-
as viiilancias que ludo is*n acarrrla, cliegareis ao
ronhecimenlo das causas de lamanlia falta dese|u-
ranca individual, o vos convencereis de que gran-
de parle dellas pndem ser por V08 removidas.
Telo que me (oca, lenho tido a maior soliciluile
em activar a accAo da polica, 0111 promover a cap-
tura c punlcjto dos criininosos, esem temor de in-
correr as iras de algUM ciallados, que s olhan
as cousas pelo prisma engaador do fanatismo pol-
tico, nilo lenho hesitado em demillir aquellas auto-
ridades, que poriuaparelalrdade, violencias ese-
de de perseguido, em vea degarautirem, atnra-
vam aseguranca individual. E assim lenho obra-
do, senhores, porque enlendo queaciina deludo is-
la o respeilo oslis e moralidade publica, cima
deludo esta a couscieucia do dever. Delegado do
governo imperial, liel eseculor de seu justo e gene-
roso programma, um presidente de provincia lem o
rigoroso dever de observar e fazer observar as leis t
a inspeciao, que HiecalicMibre todas asauloridades
elle a nao exercer de modo a proteger OB direilos
de lodos os eidadaus, se compromcllido a proteger
algum do* partidos polilicos, se vir obligado acon-
deiceilder rom os abusos, embora coinproniellam
elles os direilos do oliemlidu, e alaquem a jusliea,
que lie um direilo le lodos. l)eelaro-vos franca-
menle, que nenhun oulro pensamenlo me domina,
e que ilesejndo de coracao a conciliac;lo e uniiU. de
indos osCuarouseajulgar-me-hla indigno da subida
honra! que me Te* o foiiarcha, no dia em quo li-
vesse a idea de aacriflear ajusticaaoa Inlereaaei de
um parlido.
A' visla do mappa dos crimes cuidaran scni luvi-
da, que 0 direilo de propriedade he reapellado, c
que ao naaso que se nio poupa .1 vida lo hoincui go-
za elle de segu auca a respeilo de seus bens. Rele-
va, pois, que cu xos diga a verdade. De feilo, nilo
apparecetn esses crimes contra a propriedade acom-
panhadoade violencias lis peaaoaaou as cousas, mas
d-eeera alguna lugares o furto cm grande eKalla,
piioeipalmciilede auimaes. He elle lillio da nn-u
dlcfdade e vadiiee quo cumprc exlirpar, inspirando
o habito do trabalho, e activando o progresso da
industria. Devo di/.er-vos que essa especie de cri-
mes raras VOSCO ebegn ao conhecimenlo das autori-
dades, o que provino de niloeslareiu sujeilos o ac-
cusicao da jusljco publica ; mas nao ha queni des-
conneca quanlo sAo elles prejudiciaex. Keli/menle
desde a legislatura passada foi iniciado um projeclo
sujeilando-os a aeco publica, mas he pena que nAo
esleja anda convertido em le.
Fallar-vos-hri lambem de un crime de nutra es-
pecie, quedando-se em grande escalla, nao ebega
pela niesma raxflo ao conhecimenlo da polica, e
quando ciioguo nennnm procedimonlo incumbe a
eab..... dltadeqaeia da parte oOendida. He o
eslurpo, crime que perturbando a paz das familia'-,
altaste quasi sempre corrupcao do coslomes. Sel
que sempre que lia coinproinetliaicnto da honra de
urna ramilla, ou de um individuo, 1 lei 'levo por
limites aos direilos da polica judiciaria, c uue por-
mitlir a accAo publica sena aulorisar o miuislcrio
publico0 devastar a vida domestica, a penetrar no
que nella ha de mas intimo e de mata frgil: mas
uo obstante, misler he confessar que a noaaa legisla-
cao nesla parle he nimiamente defeiluosa, ja pelos
ei 11 lia reos que oppe o accAo particular, ja pela
cilmenle se cnconlram em lodas as localidades li
mens beminlencionados, que queiram dislrabir-se
de suas oceupa^es, para servirem com prejuizo lu-
gares, para que alias se nAojulgam hahlilados. E
o que acontece enlAo ? Que muitssvezes sAo elles
oceupados, ou por pessoa* que quereui fazer fortu-
na 110 enercicio lelles, ou por individuos, que os a.
ceilam, e al proeuram para rom elles (erem influ-
encia, e poderem patrocinar seus prenles rallcico-
ados, anda que criminosos, c perseguir seus iiiuni-
gospessoaes, embora innocentes, l'odeis, senhores,
avaliar pcrfcitamenle oque poder ser a admiii.s-
cao dajuatieaom urna comarca ou termo, onde nlO
ha 11 in 1 ni/ lellrado.
Oulro obstculo a marclin regular da jusliea, he
a grande exleusAo dos lermos, e dislriclos. Esta
provincia que coma de II comarcas, e de 7niuni-
cipios, s lem II que saocabecas de lermo, estando
reunidos em algn* lugares :i, h, 5 termos, como
veris do mappa 11. 3. tira quando mesmo hajam
em lodos os (ernms reunidos jumos municipaes let-
Irados 11A0 podeudo elles estar em lodos, muilosof-
frem o* que nilo sao cabera de lenno. Pelo menos
a administrarlo d.i jusliea all sempre he retardada,
e os proeessos preparados por juizes legos. QnantO
a exleusAo dos dislriclos hasla di/.er-vos, que a co-
marca da (iranja lem smenle doai dislrirtos, e que
uAo he possivel queo delegado c dous subdelegados
de polica, capturen, os erimfitoaes, e os nroMewm
eonvenienlemenle em IAo grandes distancias.
Tem-se clamado muilo contra o jury, e al se Ihe
(em allribuido exclusivamente o aeoroeonmenlo do
crime, lilho da impundade. Sem negar que 0 ju-
ry (em dado escandalosos evemplos de inunniali.la-
de, como Iodos OSootroa llbunaes ; porque infeliz-
mente uem lodos se poaiueai da sanlidade dodever,
c reina em grande escala o egosmo e a corrnpeAo,
nao possoatlrihiiir-lhe somenle a mpuuidade que
(auto va alentando o crime.
A meu ver a impundade provm principalmen-
te do modo como sAo emregra organisados os pro-
eessos. Anda suppoudoa melbor boa f da parte
das autoridades proeessaules o que acontece quasi
sempre, quando os crimes alo commetlidos longo da
residencia dellas.' O Inspector di* quarleirAo, que as
vcaes be pessoa, que por sua posicjo nenhuma ca-
ranllaofferece; nequem participa a existencia do
crime, e indica o criminoso, so he que se nao forra .1
esse Irahalho por medo ou proleeeAo, e quaudo mes-
moa sua parte ja nAo seja urna adulteradlo do Tac-
to, a aiilordade sem ir ao lugar, m que foi o crime
commeltido. sem poder conMguinternentaeolher in-
das as proVM, lOOToa os indicios, que hAo de orinta-
la no conhecimenlo da verdade, e fazer-lhe conhe-
cer o criminoso, manda notificar teslemunhas para
deporem sobre o crime e seu autor. Os que sahem
do fasto ordinariamente eaeondetaV-M por limidex,
para evilarcm comprometimiento com o roo, mavi-
me se he abastado, bem apparentado, e influente, e
0 resultado be que nolitieam-sc leslemunhas, que
nada tlepoem, anda quaudo se lem 0 Irahalho de
i-las buscar no dislriclo da culpa. Ora a visla disto
se o jurv absolve as vetea bomeiis, que BOpiniflo pu-
blica acensa lorlcmcnlc, devoremos condemua-lo
com loda a severidade? Morando mulasvezes longo
e provocum (oda nial servem, lenho demillido (odas aquellas que me
hAo parecido ante um emliaraco, do que um meio
para a areau do governo, o devo dizcj-vos, que pro-
cedendo desso modo gozo a salisfaeao intima do ha-
ver cumprido o meu dever.
Sei que nao fallaro homens inloleranlcs, desses
de queha pouco vos fjllei, que me censurem por
nio apoiar lodos os desiuandos dos seus mimosos/e-
gulos, mas01 homens seusalos, que ronsliluem a
grande maioria da provincia, nAo |>odom pensar do
mesmo modo. A opiniao desles esculo n'um reli-
gioso silencio, masa daquelles sempre docd s sua*
leis i'-ii.i\ :m ules, cscrava de seus im per i usos capri-
chos, lenho a precisa coragem para despreza-la.por
que s temo os romorsos. Se ellos me applauds-
sem, (eria eu do persunlar que loucura liavia com-
meltido,como fez l'hocion, vendo-so applaudido pe-
los Alheniensesem pocas de corrupcao.
fiitlrucro publira.
A inslniccAo publica nesta provincia, assim como
em lodo o llrasil, anda se arha no inaur ntrazo, e
ni" podo eonseguinlemenle produ/.ir lodrn os hens,
que sera para desojar. A direccilo dos ostahotee-
inentos de iistrureao he muilo menos imporlaulc
ilo que a escolha das materias do que ella se COm-
pe, c nflo hasta 1er escolas, nimia hem le^dasorc-
KUlansadaSi para que a iistrueeAo publica leja hem
tfganbttda. Esta para ser verdadeiramenle pro-
veilosa, e conseguir o grande lim social, que seius-
lerramando-a, releva que soja adaptada as dilTc-
que M'ja til ludas aj
he islo o que entre nos se
ue mo temos infelizmente iiislraefao pro-
A noSM mstriiccAo publica be loda
prolhsdea soriaes,
lia sociedade, mas
al, lo
i.la
para ella, a i
rrutameulo he
ra punir (aes i
dellea, e
nctar. S
i nieles de
i pena acom-
ebrar o im-
dHcla fallaiu os
s que lem
ua disposicao ; piando a jusliea publica em vez
dognranlir o citlatlAo honesto elahorin-o, fechaos
oIIkk eos criminosos por umculpavel indiflercnlla-
mo, e ale prolege-os por empenluts, e espirito de
parlido, que freio pdecon-r nhoiuem sem moral
e religiflo 1 Infeliimenle dao-ee entre nos (odas es-
sa* causas, e chamo sobre ollas a VOSM lllenco.
Sabeiso atrazo em quo se acha a inslruccao publica,
saltis quo poUCOSOCUida da educacAo 'religiosa, e
nao ignoraes a pOUCa forca, de que dispoe o gover-
no, eque he parte para que nao poSH laxer cheaar I
a ludo* os pomos a aceflo da indicia.
Ora, se a ilto jnoUrdea a existencia de potenta-
dos, que ptir una falsa idea lomam pur ponto de
honra darasylo aos maiores criininosos, quo Ibes
pedem proleeeAo; M aindn BCCrsscentardeaCS odios
e as intrigas, quo prodoi a intolerancia poliUca, a
escandalosa proleeeAo queo fanatismo poltico pres-
ta a mis anda criminosos, as perseuucesque mo-
vc contra oulros mesmo inculpados, e s reaocfles e
ineUtcacia .N'um pai/, onde a edui acSo mesnu do liomom so
Bclll lito alr.i/ida, tornar inculpavel aquelleque
rouha ao sexo frgil o (pie elle possue de mas pre-
cioso, -o porque a Victima he maior de 17 a.....*, e
applicar aoqao nAo lem a precaueAo de procurar
victimas de maior niade penas demasiadamente
brandas, he por corlo expor a lodos os perigos da
scihicc.m enlcsa cujo praier e destino consistem
n'um continuo lacrlkio, a mail bella das virtudes,
e que ligaiulo-so ;i vida somenle pelos lacos do cu-
rasao, quando se desvairam Uto ainda arrastrados
por esse mesmo senlimcnlo. Ente para queni ue-
nhiiiua fetcidade existe senao pelo reflexo da feli-
cidade de oulrem, a mulhev, a quem a sociedade
priva dos meio* de conhecer o mal u resistr-lhe, he
enlregue inerme a todas as citadas do I......cm. que
por laso mesinoque se dedica aos inlore*scs |io-ili-
vos lem menos generosidade e sousihilidade do que
ella. E anda em cima a ignominia en escarnen
ndiilgencia para o liomom !! re-
quasi sempre o meio empreado pa*
lleiuai, mas lava elle por ventura a
vergunlia da virgem dlTamada e de sua familia?
Senhores, expondo-vos o oslado da provincia re-
lativamente seguranca tos direilos Individuaos,
pe^O-VOS que para consegu-la nAo vos liis somenle
nos ineos malcriaes. Cuida! seriamenie da inslruc-
cao publica, soccorrei-vos dareligiAo, e cu vos ns-
Mguro que conseguiris adorar e purlirar os costu-
incs. A pregac'io da doutriua evanglica lem n-
lluldo iimIsiiu operfcieoanienln moral da huiuaui-
dade do (pie lodos usoilliOS oii'ios : eslabeloci-
menlo pon de miasOes pelo centro da provincia me
parece ser da prbneira neceasldade.
lio mappa n. xeteis o numero de criminosos,
quo se lem capturado desde o primeiro de setembro
to anuo passado ao ulliino de julho do enrenle.
Moni.un elles a 137, leudo sido capturados 61 du-
rante os tres ultimes me/es.
dMminiilrafSo Muilos obstculos se oppe lio a administracAo
ila jusliea. (aun meio halalhao, e um CorpO de po-
lica mili redu/ido nao he possivel lor destacamen-
tos de tropa regular em lodos os lugares, em que sAo
precitas, o Hlbeil quo I forca publica heum elemen-
to, sem o qual nao pode haver boa adminslracau da
jusliea. Comose ha de fazer respailara aulondade,
como ha do poder exercer accao prompla e enrgi-
ca, que somenle he capaz de assegurar o resultado
de suas diligencias] se nao livor ama forca publica,
em que se apoto"? A experiencia me lem provado,
que quasi sempre saonfi ucliferasas diligencias, que
se fa/em com a (i. N.,naos pela demora que sem-
pre ha na icqiiisicao e nolilicaciin dos guardas, de-
mora que lira ti accao da auloridade a preste/a c se-
gredo lao necessarios. se uAo porque os guardas na-
cionaes uo iuspirain lauto respeilo como a Iropa
regular.
A f.dla de Julias inuniripaes formados em muilos
lermos, da promotores formadosem algnmas comar-
cal he ainda um grande embaraco para a boa admi-
nlslraejtoda jusliea.
Sem fallar nos errosprovenientesdaignorancia i\c
homens, que nunca so applicaram ao esludo do di-
reilo, que nunca esludaram a legislacAo civil e cri-
minal do p.u/, nflo vospde ser eatranho quo lirli-
i lugar em que
do quem seja ve
ante de um pro
ovaj rapan.....
, e de una opin
rece impor-llies
den o crime, sem conliecmen-
ladeirameuleo autor, os jurado*
ceasoj que Ihe nAo subministra
levar-Ibes a conviceAo .*.....apiri-
Ro vaga, que indica o criminoso e
a condemnacAo dclle, veem-M
uiiiiia eollisjo (enivel, e se por ventura codem yo
luado da couscieucia que llies prohibe condemnar
sem provaSi podemos ler o direilo de sliguialisa-lo Eulrelaiilo, senhores, dir-vos-bei .un Ti urna ver-
dade, que felizmenleiiHO lenho a timidez que con-
duz a ui'iilir.i. Ha urna causa, (pie mas to quelo
das concorre poderosamenle para a m administra-
CO da justica. He o maldito espirito do partido
especie de paixAo complexa, que nao he Fcil ana
l\sar, mascuja forca magnelica cega os olhos do en
lendimento. e os do coracao, subjuga, mauiela e ar
resta o homem a commelter m) desatinos, losaeia
vei era suas pretoncOes, dominado de enlraohaveia
odios, e dirigido pelos mas grosseiros lophfimai, 0
liomem fanatisado pelo espirito de partido nao v,
nilo allende, 0O quer senao o iuloressc do circulo,
cojo apoio Ihe he necesaario, e nao se juka salisfeilo
nao ergue mesmo a cabeea e respira, senao quando
x aniquilado o ullimode seos adversarios.
I'allai-llie do leis c dejuslica, dizei-lhe que lodos
lem direilos, o v-lo-heis exasperado ; porque para
elle nao ha oulrajustica.Mnio o Interessedocircu-
lo em que vive, e nao ha oulro direilo senao o que
elle euleude competir a esse circulo de impor SUS
vonlado, e goveruar soberanamente. O hv pocrila,
d/ia La Bruyere. cuida que todos os oulro* sin li-
bertinos; o homem dominado pelo espirito de par-
tido, digo-voseti, acensada Inconsequenles c versa-
leisos que lem convcees ra/oaveis e sao sempre li-
is aos mus principios, ecoiuo todas as paiiessSo
menlfrosas, e procaram disfarcar-M sempre; como
nao ha v icio (pie uAo DOSU ler nina seinelhauea com
alguma virtiide, em que soapoie, o espirito de par-
tido arroga os foros de una louvavel dedcacao, e se
aprsenla apavonado com as coros do palriolismo.
Homens des-es, senhores, se cliegam a empolgar
qualquer auloridade, convertem-naem nslrumeulo
deeanriebos e vlndiclaa, e so lervemde exasperaros
nimos, eternisar os mijos e a discordia, e compro-
metler o governo que nclles confia, c as ideas pol-
ticas deque se dzein seclarios, por cuja eoula cor-
rom lodosos desvarios que cominellem.
Infeliimenle polica desta provincia nao eslava
eslrcnie desses homens. -Nos (pialro me/es de iniulia
atlminislraeao fados (em chegado ao meu conheci-
menlo, que revellam da parte dealguns, ja nAo di-
go a fraque/a de fechar os olhos sobre os lacios cri-
minosos de seus co-religiuiiarios, mas o desojo mes-
mo de perseguir o-ilt'salleicoadiis c adversarios, im-
pulaudo-lhes culpas alheias. Sil vam de exemplo o
praceaao feilo na Granja contra AntonioJosdaLui.
na Barbalha contra Joao llrigido do* Santo*, em
Villa Vi cosa contra Jos Freir de lliserril, e em Ila-
lurile coulra Jnst- Pacifico da Costa Caraca.
Convencido do quo as paixe*, o interesse, e a i ti
jusliea COOStilUem dUM loicas parles dos emharucos
quo obstam a boa adminisIracAo dajuslica ; conven-
cido de que a poltica s tema jierder quando nAo
lem por baso a jusliea ; convencido de que be dar
ganho de causa aos adversarios impular-lhes cousas
(pie nao sao xerdadeiras, e ineulr para desacredila-
los, convencido em urna pahivra que autoridades
violentas o perseguidoias alieuam (odas as alleices,
enlee
lassrs
nao di:
flasional
imlnhada a fazer mdicos, clrigos, advo litlernlos; nada se ensfna do que reapeita agricul-
tura, as arles, e aocommerciu, e o* que se destinan!
qualquer desfeu industrias, privado* de loda a Ins-
truceap prolissional, arham-se exactamente col lca-
los na eondiccAo dOSM jardineiro, que cmquanlo
Icontempiava as estrellas ecompunha aliuaiiaks vi.i
i seus legumea e plantas iiiorrorem, ao passo que fio-
reseiam os do vfinho, que appllcava iodo o cuidado
ao cultivo.
He bom por exemplo saber olalim, edeleltar-M
com a leitura de Virgilio c Homero; aprender rhe-
lurica, e apreciar as bellezas do Cicero, dcMiraheau
e llossuel, mas releva confessar que aproveila mui-
10 inais ao agricultor sabor a botnica descriptiva e
applieada, ao negocianla os principio* de eonlablli-
tlade c escripturacAo, o direilo rom inercia I e mar-
timo, cao artista a geometra applieada asarles.
Nos paizes inai* adianlados em civilisacAo, onde
n inslruccao puhlica seach.i regularmente organisa-
da. ha escotas adaptadas clasM pobre, que vive do
Irahalho manual, e precisa apenas de desenvolver
ruxBo 0 formar o coracao, escola* para a classe. que
*e dedica industria, e quo precisa oonliecimeiitos
especiaos o escolas para os que se dedicun ao esludo
das SClencias, e necessilam de conhecimenlo* mas
profundos e variados. Entre nos, porm. alm da
InstrUCeflo primaria, que nein mesmo he dada a Io-
dos, lodos os conhecimenlo*, que so ensinam as es-
colas da inslniccAo secundaria, uAo passam de pre-
paratorios para os que se dedicara ao estado das
ciencias; desorlo que a ciaste media na hyerarehii
scienlilica. aquella que por uioo da agricultura, da
industria e doeomiuercio mas i.....demneorrer pa-
ra a prosperidade lualerial do pala, be privada de
toda a inslruccilo prolissional.
Ja vede-, pois, >euhoies, ca entre nos perca no poni mais etflencial, a esco-
lha das materias, o nio sltalas todas as uecesslda-
des; por sao mesmo que nao proporciona a todas
as rlasses os conhccintentos precisos.
Nao deseonheco as* dilUculdades que leudes a
vencer, para organlsardes devldamenle a inslruccao
publica; mas devo dizer-vosque lodo o esforeo pa-
ra aperfeicoada sera um semen relevantsimo, que
farola provincia.
Feitai eslas obscrvaees passarci a tratar da ns-
(ruccJo actual.
A inslniccAo da provincia eoosla do ensino pri-
mario c secundario, e he publica ou particular; pu-
blica, se be dada por professores panos pelos cofres
provinciaes, a particular, m dedada pormeslres
particulares licenciado* pelo governo. A inslrtic-
t;o primaria publica be dada na* escolas de pi unci-
rs letlraaespalhadaa por diversos pontos da provin-
cia, a MCUndaril OO lycO, a em alguma* aula* de
liiiiii existentes em corlas localidades. <)ccupar-me-
he em primeiro lugar do ensino secundario.
/.y reo.
O Ivcn creado pela lei de I de julho do IK, o
fundado em oulubro de IK." consta de sete cadei-
ras, COOW sabis, li ivedo para cada nina dellas um
professor, com exrepcao da de latiiu, que lem doui.
Alm dos professores ha mais qualro substituios,
sendo um para geographla, oulro para gcnmciria,
nutro paru franco/ e ingle/, e oiitm para rhelorca
o philo-ophia. Ascadeiras e suhsliltiictk's acham-
se providas, eos respectivos professores em exerri-
exceptoode rhelorica, que se acha na corle co-
t de ingle/, que obleve cinco aunos
i | condieao de deixar em seu lugar
a osuhsiiuto tle ingle/ e franco/, que
renca com a inc-uia condieao. Osu-
igrapbia, quo iilliiiiainenle levo dous
i;a ja se a presen l ou, o o substituto de
rhelorica, que livera (res mozos do liecnca, e lindos
elles dera parle i\e doenle. ja esta em exeicicio des-
de o da 10 de agoslo.
A eadeira de ingle/ foi regida al 1 i de maio pelo
|ir. Sute CoeJho Moreira de bouxa apreaenlado pe
professor, mas tendo-se retirado elle da provincia
lu chamado Antonio Theodorico da Costa, que ti
cara faxendo as ve/es dosubaliluto de Iraneea o in
glfc/.. Pela retirada do l)r. Moreira ofliciei ao pro-
fessorde ingle/ para que apresenlasse mitra |iessoa
cpie o lubstituiase, alim de quo fosee Mffeila acn-
dieAo da lei, que o licenciara, e leudo elle apre-
sentado Joan de Macado Pimental, loi aceito o echa-
se em exeicicio desde '2S de julho passado. Na au-
sencia do professor e substituto de rhelorica lem
esla eadeira sido regida pelo professor de Geometra.
Aehando-se alsenlo na corle o director electivu co-
mo depulado ;i assembleo geral legialallva, tem oc-
cupadoa dirccloha tlesdc principio de abril, como
lente mas autigo, o Mr. Thomu/ Pompeo de Souza
Hrasil, que em abono da verdade lem desempenha-
do satisfactoriamente a* funoces desse cargo, mos-
trando muito nlopela Instruccflo publica.
O regislro da secretaria arhava-se em abril atra-
zado desde IK."j|, o nao leudo aquella rcparlicAo
nhecinienlo pelosconselho*que olla cello se dig-
naramdar-me, masconfessandoque o amor preva-
lecer sobre a razan, e que eslava decidido a casar
com madama Jellersou separando NOSS0S PSIM, alim
de salvar minha delicadeza.
No dia segunde no em que recebeu esla carta,
Jno veio S minha casa, ma* prevendo c (emendo
sua visita eu linba dadoordem de uAo roceb-lo.
Elle lornou I a presen tar-sc no dia immeilialo
hem cedo ; mas achou ainda a parla fechada. EnlAo
escreveu-me urna caria cheia de aflccAo ede bom
moso: lamentava,mai ramprnhendia a violencia
de minha paixAo, porque eouheciu ha muilo meu
carcter; assim esse novoarrebatamento a que eu
ceda mais o aCOigia do que o admirava ; porm
confiando no* uieus senliinenlos de honra eslava
cerlo de que eu leria tratado a queslAo pecuniaria
desle casamento com a minha drliradeza habitual.
Com ludo sobre esla que*(o tema por miin ojui-
zo das pessoa* menos convencida* que elle de minha
escrupulosa honradez.
A caria de Joao (ermiuava assim:
u Adeos, meu amigo, oala que o futuro nao jus-
tifique as prev ises de minha mai e as minhas; com
!ue prazor reconheceremos cnl.lo a superioridade
e la penelracAo sobre a nossa Emfim arnnlc^a
n que acontecer, meu charo Fernando, se algum da
le vires emainiecAo, lemhra-le denos. Urna pala-
vra de toa mao... e esleja eu aonde esliver ( a me-
nos que ii mi esleja em priso) le acudlrei, e acha-
ras minha velbi amzade qual sempre foi: sombra,
rude '' severa., quando cumprc impedir o que julgo
mao para (i... mas lerna, consoladora e confortante
quando o mal esl Feito, e padeces, a
A aeieo, a sinceridadec a lealdade Iraduzatn-
M por cada palavra llanta carta ; mas i.i l era a lata-
lidade de uiiiilia cegeira, que persisli cm minhas
des<'unlauca* injuriosas a respeilo e de Joao de la
inai.
Escrcvi tamben) i madama do Mellignv, parlici-
paudo-lhecom lodo o recalo e com as precaii(;es
convenientes, que ia casar-mc ; ella acradeceu-mc
mu alegremente poupar-lhe assim nina eonnalo
sempre desagradavel ao homem a que be fcila. Em
oulros termos ello nao me tunara inai*; porm
conservara sempre de miui una boa leinbrau^a, e
me tornarla a ver um sociedades como um autigo
amigo, etc., ole.
O palacio do bairro de Sainl-Honor foi compra-
do por intermedio do Mr. Turpiu, uolario de ma-
dama Jcflerson, e em noine denla, oque me pare-
cen conveniente por essa acquisieao ter lugar antes
do nosso casamelilo.
Demall nAo liz rtenhum uso da faculdade de sa-
car leiras .1 vista ubre Mr. Turnia ; minhas encom-
mendas consideravei* de ohjcclos do ouro e prala,
cavaltos ecarruagens s deviam ser entregues na
vespera do da, cm que me casasse, c paga* depoi*;
Iraloi lambem de reunir o numeroso pessnalde nns-
safuluracas,i, e fallava-scja nasfeslasbrilbanlesquo
haviamos de dar no invern* seguidle :
O uolario quiz um dia ler-meoaulo do meu con-
trato de casamento redigidn segundo as instrucc/les
de madama Jcircrson; maa recuse absolulameute
isso, o exig que'elle nao me fosse lido nein mesmo
qnaudo tivessedo as-igna-lo.
Minhas ulliina- llovidas, minhas ultimas apprc-
hensoe* -e desvaueciain dianle das fclicilaeoes quo-
lidianasqucrecebia pelo meu prximo casamento;
a este respeilo eu era eomprimentado, ndo w polos
meus jovens amigo* do club, como por pessoas gra-
ves, que gOtavam no mundo de nina considoraeao
elevada; va inuilavezes a madama de Moulbri-
son, e ia por assim di/er lom|ierar minha ronfian-
ea na lema estima que osla uiulhor iiniversalmeu-
(e rcspcilada leslemunhava m .Marcnu-se para nossa uniAo o dia vintc de Bt>
vembro.
t casamento religioso devia ler lugar s de/, ho-
ras da noile n.i capella do convento do Sagrado Co-
rceo em presenca de um pequeo numero de pes-
soas cscolhidas na melbor sociedade, islo he, entre
os amigos intimo* do madama de Monlbrison.
'A principio madama Jellerson e eu pretenda-
mos ir passar longe de Pars o primeiro me/, de nos-
sa* nupcia* ; mas alm de que a eslaco ia ja adian-
lada, perecett-me que este costme cmivenienlc c
razoavol, quando so Irala de sublrahir urna moca
ao* ol liare* militas vezo* maligno* ou ndice rolos,
de que be perseguida por algum lempo urna noiva,
poda parecer urna exagerarlo do cashdade ridicula,
Iratando-se de dou* viuvos.
Madama do Monlhrisou e Cessrina foram de mi-
nha opiniAo, e conviemo*. que depois da ceremonia
nupcial, quedevia ler lugar s dez horas da noile
no convenio do Sagrado Coracao iramos para o
nosso palacio do bairro de Sainl-Honor, para o
qual madama Jellerson pedio-meque flzesse trans-
portar a ruobilia desla alcova ede seu oratorio,
por lite seren preciosas. Meu aposento situado no
primeiro andar communicava com o demiuba inu-
Iher por una escadinba secreta, que lerminava em
-i'ii oratorio. Ella prefeno hahilar o andar Ierren
por oslar perlo dojardim, mui vaslo c mui bello,
dizeiido-me que loria grande prazer nos passeio,
e sobreludo em fazer durante o esli longa* e*la-
coes do pavilh.iu ruslieo situado no fundo dojardim
lepuUdo
de licenca s
pessoa idnea
ohleve igual i
bstituto me/es de licei
mais do que um secretario para sua escripluracjlo
era impossivel po-lo em da em (ao curio espico de
(empo. Bom ser, pois, que au(orieis a gralillcar
alguem, que ajude o secretario nesse trabalho at
que elleseconclua.
Erequenlamaclualmenleu lycoo 100 estudanles,
leudo-se matriculado 1 >-'. a saber: .7 as aulasdu
l.iiiiii, i I na defrancez, 17 na de iuglez, 18 na de
geometra, 10na de geograpbia, li na de phyloo-
phia e na de rhelorica. Comparando-M as ma-
triculas, ea frequencia do crrente anno com ai dos
annos anlcriores v#-se que vo em augmento.
Eis o quadro comparativo desde a fundaco d
l\ci>o.
vH/IOK. Matricula/. l-.studantf.
IHi t8 66
IXili 99 6
IKti 10-2 71
IHI8 |ll 68
1KI tlf 7t)
IK-itl 148 81
1HJI 169 M
tasa 107 61
I8SS 198 KM)
Total. 108 67t
Como leibae. ilo ver, senhores, no anuo passado
ha que daeraMWim as matriculas, c coiiseguiile-
inenle a freqnenria. Essa iliminuirilo, quo se Jeu
na< iiiIu Je liinjuas, proveiodc nruliibir o novo re-
gul.menlo as matriculas uessas aulas do me* de te-
vrreiro em dianle.
I'oucn* eiames lem liavido no Ivcco em rolacao
ao numero dos quo o frequenlam, sendo para nular,
que uu vo elles em ausmenlo, c que nos dous
aunes pa-isados nao lioiivesse um sonamedc pliilo-
sopliia e rlielorii-a. Eis o quadro comparativo.
Anno. Fxames.
18V") 13
181(1 *
1817 1
1818 i
181 26
1850 -21
1851 9
IKV> 1H
Total. 107
perlo da gradeilnba, que dava para os Campas-
Blyseos.
Eu esperava o dia vinle de novemhio com gran
de inipaeiencia ; emfim esse da cfaeSJDU.
O contrato foi assignado na vespera em cas;i de
madama de Monlbrison cm prevnca de mui poucas
pessoas, som que ou quizesse laucar o% olhos sobre o
acto importante, quo ral i tica va; depois desla assg-
nalura leve I unir o casamento civil.
Pela prmeira vez, depois de quinxe das, lorue a
ver madama Jellerson sem ser atravez la grade do
convento. Sua formosura mais deslumbradora que
nunca redobrou minha embriaguez, eobservei com
satisl'ac.lo e orgulbo a admiracilo, que causava a lo-
dos unta mull -i 11" seductora. /\ solemudadc da
p rom essa, que olla fazia, dava s suas feces urna
e\pressj)o grave e recolhida, da qual fiquei profun-
damente locado; todos nota vam a grao c dignida-
de de seu porle, o lino e a modestia de suas pala-
vras ; ndopude fallar-lhe semlo peranle leslemunhas desla ceremonia, depois da qual mada-
ma de Monlbrison aeoinpanhou -ua tllm. como el-
la dzia, ao convenio, no qual deviamos receber no
dia seguinle pelas dez horas a ben^-ao nupcial.
Esledia laoardenlemenle desojado passei-o no
palacio do bairro de $ainl-lIonor ; mandei cncher
os salos de flores, e illumina-los a giorno como se
houvessemos de dar urna grande fesla.
Chegada a noile, dirigi-me para o convenio do
Sagrado Coracao, e no dia violo de novembro de
1832 pelas 10 horas da noile casai com madama
JelTersoii.
A coloca foi s quem me levou a este casamento;
a embriagadora belleza de Cesarina augmeiilava
Diversas causas concorrem para urna riilTerenea
lao uolavel ;eo director do lyceu as reduza Ires.
No meio do anuo muilos abandonan! as aulas, ou-
lros que lie,mi habilitados, nao leudo de continuar
nos csludos superiores, uho fazejn exame, e ouln
finalmente que vAo frequenlar as escolas de medi-
cina, ou cursos de direilo, nao se dan ao trabalho
de faze-losaqui, visto como mo sao elles n dimitid os
naque)les eslabelecimonlos.
pezar pois do pouce resultado, que parece a-
pretentar olyccopelo pequoun numero de alum-
nos, quo sao examinados, sua ulilidade he Incalas-
lavel ; mas he justamente este estabelecimeiitu
pie sao applicaveis as observaces, que vos (iz em
principio. F:x iiiiin.ii ludas as maliiiari. que fa/em
objeclo do ensino, c convencer-vos-liis de que lo-
das ellas -, propriaspara preparar alumuca para
os cursos jurdicos e escolas de medicina, e fa/.er lil-
loratos, sem que enlrelaiito haja una s eadeira
destinada a lornecer conhecimenlos necessarios a
agricultura, asarles, o ao commoreio, e proprios
couseguinlemente para formar cidadaosaclivose in-
lelligcnlos, que se dediquem n essas fonlesdepro-
ilii.'r.io e rque/a.
Se os recursos da provincia ainda nao fossem lao
BKaSMa, eu nao duvdaiia lembrar-vo que acres-
eenlassebl as materias, que conslitueni o ensino >e-
eundaro, um ensino religioso, exclusivamente ea-
Iholico, que ao passo que ensinasse aos mancebos
os verdadeirose solidos principios da relgio do
Homem lieos, Ihe inspirasse o mais profundo res-
peilo petos grandes monumentos do thrisliansmo,
pelas sublimes verdades aununciadas no Evange-
Iho ; um ensino dos principios de phvsica, de me-
chanica, de botnica, dcagricullura, de veterinaria,
decoulahilidado e escriplurac^lo morcanlil. I.ein-
brar-vos-hia (amliem, senhores, o cstabelecimento
de algnmas cadeiras para as artes liberaos, como o
desenlio c a msica, que lano concorrem para a
educacao do homem. A msica principalmente de-
vera inererer-vos a maior proleeeAo ; I msica, ae-
uhores, que ua phrasc de liuslavo de Beaumunl,
oncena ludo, imaginadlo, poesa, enlhusiasmo, aan-
sihilidado, forca de engeiiho, lernura do coracao,
nio de gloria o suspiosdc amor ; a msica, cu-
jos sons ingloriosos, difierenles da palavra, e e\pri-
mlndo mais do que o pensamenlo, nao se drigom
senao a alma, e por maisde urna vez lem adoeadu
os rnraces, e aperfeieoado os coslumes.
0 l\rco acba-se muilo mal servido de casa e du
alenlos. Collocadu em urna pequea parle da
casa da lliesouraria provincial, que apenas lem qua-
lro acaudadas salas, insufllcicnles para o numero
de alumnos, e improprias para os actos solemnes,
que all se Fazem, como e\a m es c concursos, no
pi'tde deixar de ser IransForido para lugar mais coip-
modo e apropriado; o en lembro-vos, quaudo au
queiraes aulorsar o aluguel de alguma casa para
esse lim, o edificio intituladollospilal da Miseri-
cordiaque est em abandono earrunaudo-se con-
sideravelmenle, e que com alguns reparos pode
ser approvcilado para casa do lyeeo, e bibliolheca
publica.
1 .111.ir i no Ijceo cadeiras para a sala dos cia-
mos, o mappas'geographicos para a aula de geogra-
pbia.
AuUu delatim.
Evislem em dilTerentes villas caberas de euiujrca
8 aulas de laliin, cujas matrculas lem regulado petu
modo seguinle
Annos. Matricula!.
1S1.-I 120
1846 88
1817 l1
1818 197
ISI 161
1850 r>t
1851 ISO
1853 156
185.1 1 1.19
minha pa\5o anda mais quedantes; por sso quan-
do, depois da honran nupcial, conduzi m/'Aa m-
ther s com i go para o nosso palacio embalsamado
de llores e resplaudcccnle de luzes, miaba alegra
chegava alaodelirio.
Miuhas esperances foram baldadas...
Essa noile 1.1o anriosaraenlc esperada Fui para
miin urna noile de lagrimas, de dores desesperadas,
de louco furor e de maldigo sobre mim mesmo !
Primeiroe cruel engao]
No dia seguinle, minha mulher escreveu-me esta
caria, que Aurora, a muala, enlregou ao meu ca-
marista :
(( Esla noile voss me deiiou bem triste e bem
desesperada, meu temo amigo ; nflo quiz ouvir-me,
uem comprehender-me...
a Talvo? se digne ler minha caria : ella Ihe ex-
plicar em poucas palavras as causas da mudauea,
que lauto o afilie.
a Desde nossa prmeira sepamcao, meu Fernan-
do, e nAo nhsl'tile baver-me lomado a casar com o
nlmr JelTerson, permanec fielmenle sua viuva.
Durante esta long vluves lodo o meu amor
por voss concentrou-se em meu roracAo, c alii se
apurouem virlude de urna religiAo adoravel, que
paga o sacrificio de nossa* paiiOes lerreslres com di-
vinal esperanzas; meu amor despojou-se assim do
ipm tinlia de grosseiro, e por isso pude sem enver-
gonhar-iue ama-lo dianle de Dos, o qual l no
rundo dcnossospensamenlos mais secretos.
< Quando ao cabo de muilos apnos tornci a v-lo,
mea amigo, algunw* lcmbranc;as de um pasudo
criminoso agilaram-me, man grado meu, voas foi
leslcmunha de minha cmocAo ; mas felixmenle o se-
uhor c-ine a gra^a de dar-rac forjas para domar


II
T\J



k
A le provincial n. 588 do \ do oulubro de IH.Y
decretou a suprewflo daa cadeira de lattm a pro
porteo que fotaein vagando, exceptuando a do ly
ccii. e oni connequenoia deasa (liaptuiv^o deuou de
ser piovida a cadoira de S. Joao da Principe, nyo
ptofestor fui transferido para a da Granja, tendoo
lisia removido para a lyceo mi virlu.le do re#ulu~
melo de 27 de nevembro du 1851. A meu ver
bera avisada andou a a*seaabla provincial qundo
. decretou essa suprcasao gradual., O esludo da lin-
gual latina s pode ser uerewario aos que se desti-
nara ao estado eeclesistico, aos que pretenden) se-
guiros ostudos aunefioff*, e aos que ae dedican, a
liiii-i .itna ; e uara esses lio (ufllcieiite urna cadeira
no lyceo, pon pando-so assim 1:1009000 rs., que an-
da M dispudem coro as 8 cadeiras existentes, e que
podera aer applicados a alguma iuslruccjio muilo
mais proveitosa.
Nao concluirci minliai observare, sobre o ensi
no secundario sem chamar a vosaa esclarecida at
frnr.iu M.iirc a urgenlo necessidade de dar cometo
fundando de uroa bibliotlieca publica. Os bene-
ficios, que de uin eatabelecimeulo desaa ordem se
colberiara, s&o to evidentes, que me dispenso de ta-
e a meuor reflexao respeilo. De ha muilo que
cm diversas teis do ornamento se (em volado para
esse Hni pequeas quantias, roas nenbuma execuc,u
se Ibes lera dado. Julgoque rom um cont de res
se podara cometar acrearessa fonle de inslruc-
rao popular, indo-se depoisaugmeulamlo-a gradual-
mente.
Imtruccao primaria.*
A inilrurr.M. Srs., be o alimento do espirito, as-
sim coroo a refeio o he do corpo; e se este, po-
dando dispsjusar corlas iguarias, nao deixaria de
Ikiolver-se. privado de una corta quanlidade de
alimeoloeque Ihe saciasse a Tome a restauraste
forcas, aquello nao pode dispeusar um cerlo grao
de in-truerflo, sem o qual (icaria sopullado no mar
completo embrulecimento. A iiislrucrao priman;
lie esse grao de instrurc^to iudispensavcl, e be poi
fsso que todos osgoveruos a tero considerado como
urna divida sagrada, e que particularmenle a nossa
couslitulcjio a garanti come um direilo do povo.
O hornero, que nao possue esse grao de inslrucco
olTerecesempre urna extravagante mistura de cre<1u
lidade e desconlianca ; ninguem he mais fcilmente
lilil lo do que elle, mas tambero ninguem he Uto
difflcilmente convencido de seus verdadeiros inte
resses; c nao lendo o necessano conbecimeuln de
seus deveres damnifica as \eze!> mais aos oiilros c ;
si proprio do que o faria, se osse nun. A iustruc-
,'o primarla, inseparavel da cducar.lo moral e re-
ligiosa he a mais solida base da rnoralidade do povo
Sem ella ueuhuma seguranza publica e particular,
nenburaa ordem haver; que o criroe, como diz
Lamarliue, lio o miasma da indigencia e da bruta
lidade.
Entretanto, Scuhores, ejaj uecessidade social nao
tero merecido os desvellos, de que be credora, e p>
de-se di/er, que a instrur^o be dada poucos,
despeito da promessa solemnemente fcila na con-
liluirAn, que a garante lodos graluilamcnlc. De
la verdade vus convencereis vista da exposira
quepasso f.izer-vos.
Existem creadas na provincia, como veris do
nri|i|' i n. ti, 50 radeiras de iuslruccao primaria, litl
para o sexo masculino, e II para o einiuino, arhan-
do-se vagM d'^quellas as de aVatar, S. Francisco,
e S. Pedro. Das 'Si do sexo masculino frcqucnla-
dass vieram os mappas de 29, das II do sexo fe-
minino s vieram os de 9.
As .'18 cadeiras, rujos professores enviaran, m.ip-
as silo frequeiitadas por 19.Y individuos, sonde
VtJ do sexo masculino, e 421 do feminiuo. Eis o
qu.idro comparativo da Crequeucia actual coro a dos
aonos anteriores.
SEXO MASCULINO. sexofeaifm.no.
1815 i7 nao I ....... 3 wu. 3IS 1332
1816 ;u 8i9 3 122 971
1817 M 963 7 238 1201
I8t8 :h J667 8 393 JOtO
1819 29 *il2:i 9 437 isao
1850 jy 1203 9 4.55 1658
1851 30 1495 9 414 1839
1852 29 nsi; 10 42 1915
Por abi \e-se, senliores, quo insiguiliranle be o
numero de alumnos, que (Yequenlam as esrolas pu-
blicas de iustrucc/to primaria, anda se Ihe addicio-
naudoo augmento proporcional ao numero de au-
las, eujos mappas nao loram remedidos ; porque
sendo este de :''.! resultado da seguiute propon*,-! :
;;: !953::7:3MHl38vem.i ier o camero to-
tal 2312.
Nao tenhi) dados estatifico* precisos para avaliat
devidamenle que numero de meninos deixam de re-
ecber inslrurro primaria; mas aceitando n nunu.ro
de ,'100,000 almas, em que diz o director do Uceo,
lenle de geosrapbia, que calcula a popularo lvre
da provincia, posso apresenlar-vos o seguiute cal-
eulo.
Computando em um terco da populacho os indi-
viduos de 1 a 11 anuos, o em i" deslc Ierro os de
7a li, temos 2,855 meninos de 7 a \\ anuos, e
conseguinlemente em idade de escola. t)ra alada
concedeudo que um numero igual ao dos que fre-
quenlaro escolas publicas rcebem o ensino parlirii-
larmenle, leinos que tmenle 4G2i meninos de am-
bos os sexos reeebem inslrucriio primaria, e que
della sflo privados :i8,2:tl, viudo a sollrcr esaa Ma
principalmente o sexo fcuiinino, para o qual fd ha
11 cadeiras de inslrucco primaria em todu a pro-
vincia.
Sei,senhores, que nao estamos cm circumslancias
deespalbar escolas de inslruccao primaria, ionio na
Prusaia, na Allemanha, em Franra, ua Blgica, nos
Estados-Unidos, c ero uutros paizes ; ma^ lio iuue-
gavel, que a inslruc^lo, que se d, he muilo escassa
em relacaoa populacao: poisestaas escolas crea-
das na razlo de uroa para 857 meninos. Ha co-
marcas populosas, como a liranja, e S. Jn;lo do
Principe que nfiu lem mais do que una cadrira para
u sexo masculino, nutras como o rotuno S. Joao do
Principe e Ip, que ero urna tem para o sexo fe-
menino. K que diremos dos municipios, e fregue-
zias?
Senbores, ha um grao deiiitruccSo primaria,que
lodos devera 1er qualquer que seja'a classe. ero que
se aclie. Alm da eilura(;o moral e religiosa, ler,
escrever e contar, sao como novas orgAo*, que se
dao ffos boroens. Uleis em loda asilu.icAo da vida,
d.ijn.iiii as inri_-;i- da inlelligencia, fn/ern adminis-
trar roelhor a fortuna, e inlroduzem em loilasas
cousas um espirilo de ordem e do previdencia. E
|K>rqoe razAo nao emprearemos lodos os esforcos,
nao Taremos todos os sacrificios para que ebegne
lodos o conbecimento dessa arle que encina a fallar
'mu os ausnteseos morios, lixar a palavra, a reu-
nir o pensamenlo, e assesurar-lbe a durarlo t Os
beneficios pblicos, que d'ahi resuitariam, nao se-
riara smenos dos que lirariam os particulares, lina
mullidao de experiencias feilas sobre os Individual
e as nac&es lem demonstrado que a instruyo tor-
na os homens inelhores. Cilar-vns-hei um exein-
plo consignado em um relalorio aprcuenlado em Pa-
ral a urna sociedade creada para o ensino prima-
rio.
" llavia na Escossia no flm do seculo XVII du-
zenlos mil mendigos, e cero mil pelo 'menos viviam
em bandos sem leis, sem rcligio, esem moral. Ho-
mens e mulheressempre embriagados blasfemavam,
juravam, espaucavam-se e (iubaro creado o habito
do rouboedu assassiualo. O malera profundo. Pu-
nir os malvolos, ou dar eroprego aos pobres era Ira-
ca remedio para lana cerrupcao. (ue fez enlao o
govemo? Alacou o mal cmsua raz, cuidando de
reformar aaducaco, e por uro acto do parlamento
da Escossia de Ifi98 cslabeleceram-se escolas em ca-
da paroehia, e decrelaram-sc fundos psra o p2-i-
monlu dos mmlrei. Estas saba,medidas fiiram ob*
servadas coin perwveran, e i Ewosiia foroou-se
o lii/ da Eulupa, em que menos Mimas la commel-
u-ni em relami populado, a
Aaslm que, nhores, ligando a maior imporlan-
eini Inslrucf,* primaria nlo duvldo l,mbrar-vi a
oraatao de cadeiras em todas as Irruuciias e dislrlc-
lus mais papulosos, se por ventura nAo poderdos crear
i'iu lados os dislricliis. E o que vos diuo, no se en-
tendo snwnle cim o sexo masculino. As mulhrres
nao nacossilam menos de alimenlo para o espirito,
do que os liomcns ; e Aime Marlin. depol de ou-
Iros muilos, provou al a evidencia que da edura(.1a
das mus de familia depende ossencialmenlea.edu-
ca(8o dos homrns, c conseouinlcmenlc a regenera-
tilo da sociedade. A mullier qualquer que seja a
posi(3o em que se ocho, exerce sempre urna influen-
cia inmensa, o he a olla como miii, que lie conliada
a educarlo do liomem msses primeiroa lempos, em
que a Inlelllgaacia se Til aclarando, eos esforcos da
primeira linguaizeni atinuuciam o desenvolvimento
das ideas.
Entretanto, devo diier-vos, que o essencialnao lie
smenle ler escolas, he niisler te-las, mas ainda lie
mais necessarin que sejam ellas providas de bons
meares, e liscalisadas, e que adoptemum methodc.
da ensino proveiloso.
Um professor lleve, alm de possuir a inslruecjc
precisa, ser um liomem morigerado, que ensille,
tanto com o.exemplo, como con a palavra. O me-
nino forma-sc mais pela imilacAo do que ve do que
pela pratica do que ouve, e ua idade, cm que a re-
flexAo ainila 11A0 tem loda a !Y,n;.i, nada obra to po-
derosamenlo sobre sua alma conioo exemplo. in<
Ii'Ii/iih'iiIc a provincia nao tem em geral bous mes-
Ircs, e a dilculdade ile aclia-los lie liem manifesla.
Bous mestres nao se imprnvisam, e alm de nao ler
mos escolas proprias para os candidatos ao professo-
i .i i<>. .i irojsquiulie* dos ordenados nao pvde convi-
dar uenliuiu liomem de hahililacOes i seguir o na-
cislerio. Em falla de urna escola normal poder-se-
Mam exigirdoscandidatos maiores provas de lialli-
i ii. ni. fazrudo-os frequcnlar algum lempo a escola
do cnsino-muluo, como mestres, adjuntos; mas pa
ra isso seria mister aiigmenlar os orilenados. A
11 ,mi..m de alumnos-meslres, quero dizer, de alum
nos, que depnisde prouiplos as materias doensino
primario, fleassem as escolas como adjunclos ron
alguma gralilicacao, po.lcria dar-n coniplclamcnlc bons, an menos soll'riveis.
tjuaulo a liscalisa^ao das escolas nao lio ella boa
pnrquo a iuspec^.lo que trinos he quasi nominal
Os inspectores das escolas liinilain-sc quii wmpre
dar os atleslados de residencia aos prufessores, que
na ausencia de um delegado do govemo (|uc cm
poras nrerlas visneas escolas, vivem enlregues a si
mesmossem a menor Twalisaro. As municipali
ilades poiliam preslar grandes servidos i esse respei-
to; mas no estado cm que se acliam, poucoou na-
da i.i/,Mi. Nao julgo conveniente que o director do
l\eco seja o mesmo director da DllruC{io publica.
lisie lem luucc,csian imporlanlcs. c tanto liabalho
Ihe acarrelam ellas, que asiiaopdcarcumular com
a* de director do Ivien.
Fina le provincial de 1816 recommcnilava o en-
sino do l.encaslre, mas a de 2i de decmbro ile 1819
presrrevcu o siiiiullaneo simples. A verdade he
que ncnhuindelles existe realmente fin praliea, sv-
nao em mili poucas escolas, seguindo grande parle
dos ilustres o que hora Ibes parece.
Ora, so o niclhodo influe extraordinariamente no
Iiiiiii resullailo do ensino, he fra ile iluvida. que
se nao pode esperar grande progresso as escolasi
Oprogramma doensino primario parerc-me mui-
lo limitado. A lei de I5de uovembrodc I8~>2 < i -
viilindo as escolas em 3 cathegorias, rediuio as ma-
terias do casino primario, o nao fez mais do que a-
inesquinliar a sorledos professores, diminuinilo-llies
oorilenado ; mas, seuhores, o prIneipal defeJU que
-> ola as escolas ipi,inlo ao programma do ensino,
he a quasi lotai ausencia do Misino religioso, o mais
iccessario enlrclaulo para formar o coraran e iuspi-
ar o senlimenlo du nevar, A lei manda eniiuar
principios da raligliodo Eatado, mal esto ensino,
|uando lem lugar, limila-sca um calhecismo resti-
midissimn, cujos principios slo decorados malerial-
mcule. porque nem os moslrcs explieam, ucn osa-
himnos couiprehciulem.
\ inslrucivopublica, senhoies. ainda lula forle-
nirnli' com a falla do rasas proprias, de mohiliae
al,.....ilioa. A lei de I5de iiovcmbro de 1852. pro-
hibi que os professores de primeira c segunda ca-
Ihegoiia cnsinassem na casa de sua residencia, mas
nem aulorisou o governo dar-lhes casa, nem mar-
een aos preleMtmw la, iliininiiiudo assiinlon-ideravelmeiite o ordenado
desses enipreg.idos. A ine-ina lei aulorisou o no-
vento a fornerer s esrolas livros. traslados, c os u-
lencis ncressarios, mas ua lei do o -ramelo iienliu-
iii.i quanlia fui desuada para isso. Elig do lodos
M piule-sores iiiii orcamento dos uteiicilios necessa-
rios ; iiiasueiu lados mandaran!. Os que foralll en-
viados ser-vos-hfio oprcsenlailos.
Devo dizer-vos que o contrato fcilo pelo governo
com o incslrede msica Jos Ugcionl, para dar l-
rrs as escolas publicas deala (idade em execucao
da lei de 21 deoulubro de I8V.I, lerminou em luis
dojunho do ron cute anuo, eso o leudo aulorisado a
assemhla por um anuo desped o professor. O mo-
do porque crain dadas as licoesera sobre maneira in-
coiivenieule.
COXlUBiltADO.
a
Parcourt tom ht lieux, estayes
de toute* te* positrn, voussetet
tonjour* l'objei dequelque hJus-
tiee. Si tous ieeirez que raire
Ame soit rertu$u*etapprenez-lni
a ne pos $*irrHert lorrqu'on
vous fera touffrir. ,
aVuncciouario publico, que nunca Irepidou na car-
reira da honra, au posso ver sem grande magoa
que se procura desacreditar urna instituido, que
tantas vanlagens tem feilu, e prometi fazer aos co-
fres nacionaes, eisloporqurm nao pode ver por
mais lempo adianlc de si urna grande barreira, que
se anlepocarealisacan dos desperdicios dos dinbei-
rospublleof.
Membro do conscllio administrativo para fnrnc-
cimeuto do arsenal de guerra, eque tem por timbre
nao curvar-se as exigencias desses, que so bem do
seu proprio interesse no se Ibes dao de conculcar
ludo que he justo c huncslo ; nao devo, nem posso
eximir-mc de repellir cora todas as forjas da razao
e da verdade a qiianlo sob a epigraphearsenal de
guerra foi dito ixoEcho Pernutnbucano do ti do
correlo mez.
ISao he exacto que a presidencia da provincia es-
leja descontente com os Irabalbos do couselho ; e
que sua presenta tenham chegado queixas ende-
rezadas pelas parles que alli solTrem injusticas re-
vollantes; isloscxislc ua imaginaejio do commu-
niaior t\a licho Pernamhucaiiot pois que smenle
lomo* conhecimento d'uma represenlaro que o Sr.
Joiio Piulo de l.eraos Jnior dirigir a presidencia,
por no ler o couselho aceiladocegamentea sua pro-
posta, comprando-lbe o panno azul que oflerecera,
inda mesmo sendo mais caro e de peior qualidade
que a maior [Mirlo daquelleque se prefeno.
Sebe faino escandaloso o ler-se deixado de com-
prar o neior o mais caro, para preferir-se o melbor
B mais baralu, c desl'arle dar-sc mais vanlagens nfa-
zenda, declaro de alto o bomsom que sempre con-
correiei, como auora o ( para que fadossiMni'llian-
lessereproduzam ; nao me importando com os ru-
gidos de quera quer que seja. Antes do terminar
rou a rogar a es-te que se aeoslou ao AWjo l'rrnam
buraiio, c por quera foi feila lal publicado, baja
ile, por sua propria dignidadeprovar com documen-
to, segundo promctleu, a quanlo avan^ou, porque
do Contrario a Oplnlio publica llic dar o nomeque
bcni merece.
Nao sendo permitlido levar ja ao conhecimento
do publico as provas que pretendo exhibir, afim de
mostrar a imparcialidadcc juslica do conselho, a-
guirdo opporluua occasio para assim o fazer.
Queirain, senliores redaclores, dar puhlicidade a
estas breve-, ludias no seu acreditado jornal*, pois
que agradecido Ibes sera, o de VV. SS. muilo res-
peitador criado. .
tieniard l'ereira do ('armo Jnior.
CORRESPONDENCIA.
Sr*. HedHclore*.Estando prximas as eleicOcs
para depiitados assemhla provincial lcgislali\a,
ttiL'uem-M' publicar a lista seguiute, das pessoas que
muito recommendo a lodos os eleilores
O elrilorde Muribcca.
Os senbores:
llr. Petlro Francisco de Paula C.avalcanti de Albu-
querque.
llr. Alxaru Baiballia l'cboa Cavalcanti de Albu-
pierque.
Dr. Manuel Jos da Silva Neiva.
hr. l''rancis'0 \av*ier Paos Brrelo.
I>r. Joaquim de Son/a Keis.
llr. Joaquim M.......l Vieira de Mello.
Or. Joao Antonio ('. de Albuqueique.
Dr. Jos Joaipiim do Hego Harros.
Juno Pinto de l.emns Jiinior.
Or. i.osmedcSa Pereira.
Dr. Joaquim Pires6onealvea da Silva.
Dr. .Manuel Cleineulino Carueirn da Cimba.
COMMERCIO.
PE1NAMILC0.
REPARTICAO DA POLICA.
Parte do da 12 de oaiubro.
Hlni.eExin. Br.-Participo a V. K\c. que das
parles boje recehiiUs ue-la rep.u I rilo, consta lercm
lidopreMH. minhA ordem, Manuel J Sania Anna. por eachar proceaudo em criroe le
morie; a ordem do delegado do primeiro dUlrlclu
desle termo, rranriseo dos Santos Moreira. poreri-
nie do moeda falM; O a ordem do subdelegado da
freguexia*de S. Jos, o pardo l'iabriel Domfnguet,
para averlguaeAei poticiacs, Prancfoca Mara da
Espirito Santo, para corrccr.lo, e Maria, 0KT0VI de
Joo ll.ijiii-i.t de Oliveira, por desorden).
Dos guarde a V. E\e. Secretaria da polica de
Peruainhuco l deoulubro tle IHi.f.llhn. eExm.
Sr. conselbciro Jos lenlo da Cunliu e l'iuueircdo,
prosjdcnli'da provincia. O descmbar^idor Cae-
tana Jos da Silva Santiago, chele de polica in-
terino.
DIARIO DE PEBY.HBl.ffl."
I'KACA 11(1 KKCII'EIJI'BOlill HKUASIl
HORAS DA TARDE.
Cataffiesofllelaea.
Cambio sobre Londraa a 7 :i|t d. tm d|.
Descont de telina de :i c t metes8 Ipipor
ceulo ao anuo.
al.FANDEUA.
Itenilimenlo du dial all Ill:i89fi3
Idcm do dia i.......ll:Htil3
EDITAES.
196:1301699
. Dettcarret/uiiiltofe \'.\ de oulitUro
llares porlimue/.aOlimpiavarios cueros.
UriiiueinulciJrttbeHniiacalho.
Galera luglezaOnoreo-mereadorlas.
Sumaca lirasileirallmttneittfumo e charutos.
Ilarca rrancau('"iilr fogermercaduras.
Ilarca americana/ultn Fdi'iwinl.ninli.i e liola-
cliinha.
liliportacao'
Marca amciicaua John Foniitn, viuda do l'lii-
ladclpliia, consignada a Mallieni Auslin ,\ *"......p.-i-
uliia, in.iiin.-.Mii u aegalnle :
.; o i'.l barricas familia de Iriso, :im liurriqui-
nlias liolacliiiiha, :!(! fardos rr.ivo, 15 caixas espirito
de (erelienliua, 11( liarris lireu, i caixas fa/endas
de alioilo, J volumcs iivius.
CU.NSL'I.AIKIUEHAI..
Ilemiimcnio do dial all .... Ii:6i|367
dem do (lia \i........ ISIJilS
I miisagilarfies, sua graja n<> me ahaudoiiou
al lioje, e nao me abandonar jamis; awim o es-
pero, ou anlesassim o creio... e sinlo.
(i Meu amigo, cumpre esquecer-se da amante
culpada o apaixonada ; cumpre njln ver mais em
iiiiiii seuo a esposai a qual este tilulo sagrado im-
ple eaalas renuncias em eipiaijio do passado...
la necaasldadcde um sncrilicio expiatorio, como pe-
la previdencia da alienan que Ihe teulio.
K qoe vosse cliama ininlm Miela lie mortal
como lodas ns colisas humanas ; ilaqui a alguna ali-
os esta belleta lera desapparecido, e rom ella des-
apparecero esses Iransporles que hoje Me causa.
o Acoslumeino-nos. pois, desde agora, meu ami-
go, a essas relacoes ternas, confiadas e dedicadas,
mas graves, piedmas, e pela aua nieaiua saulidade,
jiostas ao abrigo do versuuhoso arrebatamenlo dos
sentidos; daqui a poucos annos a idade nos ordena-
ra oquellie peen boje.
(i Prcvinomos esse resfriamento inevllavel, c
pouparemoe grandes desgoslos a nos meamos.
" Oiniiiin .i niiin, iiii-n ,,ini-.ii, lomo adiaer-lhe,
cstoo resolvida, invncirelmentr re$olrida, a seguir
esta linlia de conduela) minha fm'a indica, e nes-
^a fe acharo, com a ajuda de lieos, fercaa para nun-
cn nieile.viar desle eaminlio (So sabio, cujo fin be
nossa felicidade commum.
ii Imile-ine, meu amigo, veja que lodo o sacrifi-
cio nos sera uai dla> contado I
" K-in-in, queesla caria dbslpara a primeira nu-
vem que ae elevon entre nos, a qual esluu certa que
ha do ser a ultima.
ii Vculia, meu amigo, tico e*peraiido-o ao meu
Km un de DOMOS nmeros paseados demos aos Ici-
lorcs una indicia circumstaiiciada sobre a nova es-
pecie de carros inventada pelo Sr. Jos da Maia,
com iinln n.-.in das vanlauens quo elles ullcrccem, c
dos favoraveis resultados oblidos na ex|ierieucia
que se proceder.
Ilojc, conslando-nos que de novo vai ser experi-
mentado uin doditos carros, julgamos devor pre-
venir o publico a esse respeilo, alim de que os inte-
ressailos possam por si incsmos verilear a e\;n liil.o
das uoisas asserces, c saber al que poni Mies
pode ulilisor a engenliusa dcsroberla do Sr. Maia,
quo nos parece dever ser approveilada particular-
mente pelos dossos asricullores.
A experiencia lera Iii.n na ra do Hruin, pelas f
horas da larde, sendo o deposilo de machinas do Sr.
Slarr v.V llonipanliia o poni apropriado para a rcu-
iii.lo dos pspecl.'idores.
603j60
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hendimeulodo dia I all .... I:035&28
Idcm do dia IJ ....... Ow!6
v:fl!Mll.->i
KKCEIIEIIOKIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAESDEPERNAUBUCO.
Ucndimenlodo dia l...... 'j:Ha!l8
CONSULADO PROVINCIAL.
Ileiidiiuenlo ilodia I a II .... 8:550*430
Idcm do dia 12........ -.'-< i ''
H:7lliKX."i
MO 7IMENTO DO PORTO.
iilorio ; vosst'- aqui me achara pediuilo an senlior
que llie inspire boas e doradoras resoluces.
<( Cesarina Daptemt.
Eu eslava louro de amores, e eala carta myslira
no me deixava nenbuma esperanza de Iriumpliar
de nina friera que man* me humilhava que deses-
perava, porque essa h uva pareca urna repugnancia
invencivel,
Comhinacflo estranha I pnni*io providencial!
||inda mulhcr falla\a-me quasi na mesma llngoa-
uem de quceu usava ontr'ora com Albina, alim de
tfclarsua mociflnJe. repeliudo-llie incessantemenle:
que o amor nada tinha de commum com os auste-
ros deeeres do casamento.
Ceilo da irrcsUivel lenacidade de Cesarina a
reapeilo das renuncias que ella mtfMmpuuhaero ma-
neira de expiarlo, eu devla reiignar-me a peruiane-
cercelibalario junto della, mo obstante a ardeucia
de meu amor!
fin verla minha mullier (odo*> oa dias na inlimi-
dade, li.ihiai ifninii dcbaixo do mesmo tecla, e de-
veria vi ver com ella como gcralmeulc vivem iw ea-
posos de/ annos.depois dnrasamenlo, equando ohe-
aria o-fim densesupplicio quolidiano ?...quandoa
idade hoavesae mslruido a belleza de Cesarina.
Enhioellame engaara ? Sua perlurhaco, seu
rubor, as pulsa^dea tira, qaando antea do nosao casamento aperlei-a em
rucos brajttM '.'
.Nao, ella nao negava oquecliamnva essas ms
emoedei, tliiba-ascumbalido o dominado ; pararont-
l.air-'-las Bdomioa-las anda confia va em sua f, nJto
ae euganavaem suas esperanzas.
Tudo foi iiiulll p! ulisl.irf. Mu amor mais Cer-
no, rogos, arrufo*, seguido de lagrimas supplican-
NaviOi entrados no da.'!.
Paraliiba horai, hiato bratilotro Flor do fra-
fi/,do33 toneladas, mestre Joaquim Autoniode
Kisucireilo, equiparen).">, carta loros de niaugue;
a Antonio Jote Je Castro. Passagclros aJailma
Jos de Amlrade.
PhlladclDhla{rOdlas, barra americana John Far-
num, de 2\\t toneladas, capitao II. Col, equip-
relo II. eargl farfulla de trigo e mais yeucros ;
a Matbeos Auslin \ Coropannla.
\ario* safadas UO mesmo dia.
CanalEscuna logloza llannah, capillo l(. Kavi-
CO, cargl assucar.
Rio do JaneiroKrigue brasiiciro Btviva, capitao
Joaquim Pinto de Oliveira e Silva, carga baca-
Uo o mais gneros. Passageiros, Vicente Jos
da Silva Lima c 3 cscravos.
AndFlalobrasileiro Flor do Cururip$i mesire
Joo Hodrimies Freir, carga varios gneros. Pas-
B|geroO| JoaoGomes de Castro, Francisco le Pau-
lo Sua res da Cmara, Francisco JoMS Pereira.
Olllm. Sr. inspector da ihesooraria provincial,
mi cumprimenlo daordera do Exm. Sr. presidente
da provincia de 10 do correle, manda fawr publi-
co, que nodiat3deoutubro proiirqo vinOurO, vai
novamenlo a praca para ser arremalada peranlo a
juntada fa/eud.i ofa mesma thesourarla, n auem
!or menos llzer, a obra dos concertos do acude de
racunhaem, avahada em fftVtOOO rs.
A arrematacio ser feila na forma dos nrls. 24 e
-7 da lei provincial n.'286 de 17de maio de 1851.
As pessoaa que se proposerem a esta arremata-
do, comparc^am na safa das sessi.es da mesma jun-
ta no dia cima declarado, pelo rucio dia competen-
temente habelilados.
E para constar se mandou ailkai o presente e
publirar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 13 de selembro de 1853.O secretario, An-
tonio Ferreira d'Annunriaro.
Clausulas especiaes para a arrematarfio.
1." As obras dos reparos do acude de Tracunha-
cni farse-ho de conformidade com a plaa e or-
camento, approvado pela directora em conselho,
c aprescnlados a approvacao do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, na im|>orlaucia de f.<..><> 2." O arrematante dar princiuio as obras, no
jr .(/.i de 30 dias, c dever ronclui-las no de 3 me
zes, contados de conformidade com o arl. 31 da le
provincial n.2H6.
3. O pagamento do importe da arremato
realizar-sc-ha em duas prcslaeoes ; a primeira, de 8
decimos da mesma importancia depois do recebl
ment provisorio, ca segunda, de dous decimos, n,
OCCasUo da enlreua dellniliva, a qual dever ler
lugar um anuo depois do recebiincnto promisorio
4. para ludo o que niio cslivcr determinado na
prsenles clausulas nem no orc,Rinnilo, seguir-so
lia o que dispAe a lei provincial n. S86aConfor-
me. 0ecrelario, Antonio Ferreira d'.tnnunrianto
O llini. Sr. inspector da Ibooourara provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre
Hlenle da provincia de II do corrente, manda fa-
zer publico.que contrata a encoinincnda de 000ar
mas fulminantes, de adarme 17, e l">0 pistolas, pa
ra o servico do corpo de polica. Os negociante!
desta praca a quem Ihe convitr senielhanlo contra-
cto, compareram na mesma thesouraria nos dia;
uleis, para Iralarcm das candieles com que devo
ser vllecluado o mencionado contrato.
E paracoustar se mandou afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernnm-
buco, 12 de nulubrn de 1853.O secretario, Anto-
nio Ferreira d'.lanunciarao.
O llhn. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sideijle da provincia de II do correle, manila fa-
zer publico, que nos dias 8, le 10 de noveinhro
prximo viudouro, [leranlca junta da fa/.enda da
mesma thesouraria, se ha de arrematar a quem por
menos lizer, a obra do melhoiamento dorio de Coi-
anua, avahada em .miMMinhmi rs.
A arrematadlo sera feila ua forma dos arls.H e
27 da lei provincial n. 2S(i de 17 de maio de IhVil,
e sob as clausulas especiaes ahaixo copiadas.
As pessoas queso propozrrem a esta arreniatar.io
compareram ua sala das sessesda mesma jntanos
das cima declarados, pelo molo da, competenle-
inenteliabeliladas.
K para constar so mandou allivar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
huro, 12 deoulubro de 18 53. O secretario, Anto-
nio Ferreira d' Anaunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao,
I.1 Atobraido mellwramonlodorlodeGolan
na, r-ee-hlO de conformidade ruin ourcanient
pUulas c perfil, apprnvados pela directora em
consellio, e aprcsenlados n approvacao do Exm
Sr. presidente da provincia, ua importancia de
an.iHMH.il rs.
2.'1 O arrematante dar principioas obras DOpra-
so de 3 mezese as concluir no de tres anuos am-
bos contados pela forma do arl. 31 da lei 0.286.
:i. Durante a execucao dos irabalbos o anona
tanto ser obligado a proporcionar transito as ca
uas e barcacas ou pelo canal novo ou pelo leto
actual do rio.
1.' O arrematante seguir na cverucAo das obras
a ordem do liabalho que Ihe for determinado pelo
enceulieiro.
.">." O arrematante ser ulirigado a apreseular no
lint do 1.a anuo, ao mono* a quarla parte das obras
prompla, ooulro lantonolim do 2.* auno, e fallan-
do a qualuer d'essas condicoes pagara um
Cont den. Conforme. t) secretario, Antonio
Ferreira d' A nnunciarao.
O Doutor Cus/odio Manoel da Silva (nimaioes,
juiz de direilo da primeira rara do eomuiercio,
Mtta eidade do feci/e de i'eriuimbuvo, por S.
M. I. etc.
Faco saber aos o prsenle edi lal virem que em como
por este meujuizo.no dia I i dcoutubro.emasala das
audiencias se ha de arrematar porarrendaniPiito.em
praOA publica,a quem mais der o seuniule : Osretnli-
inentos da propriedade sita ua ra do l.i\ramen(o
u. 32, avahados em 3Ut>s4NH> rs. annuaes, COJOS KO-
dinienlos v.lo a paea por execucao tle JoAu Jnssl de
tioiiveia, contra Francisco do Prado. Todas as pesso-
as que em ditos reuitimeutosqui/erem lancar.o jiode-
rAo fazer no dia da praca cima indicado; e este ser
publicado e ffludo ao" lunar do coslumc, e quese-
ra (imbem publicado pela imprensa, na forma da
iei.
Cidade do Raclfodo Periianibuco, 23 de selem-
bro de 18-VI.Pedro Tertuliano da (Cunta, escrivo
OMboerevi.
Custodio Manuel da Siha (uimarrs.
DECLAIIACO'ES.
Aiucrintn \ General steam \ai
a. riMOaaai .\ul|ia 13 .
mora do costme,
para passageiros Ira
C.*1, ra da Cadeia
les, nada poilc fazer madama Uuplcssis desviar-se
desuasresmuefles,
Porcm olladava-mc numerosas provas de aflei-
rilo, sua anglica mansidao Jamis se desmeulia, e
se eu |Hlesseaeliar nos cuidados mais allecluusos,
as allenroc mais delicadas urna conipensacao de
miadas magnas, leria sido logo consolado ; mas bem
longo ilisso os primelros lempos desta uuiAo fo-
ram para mim urna verdadeira lorlura.
Eu tinha annunciado tudas as pessoas de minha
.um/,ule, quejdepois do nosso casamento minha mu
Ihcr e eu abriririmos nos^a casa, e daramos fcslas
bem meu pezar rumpri minha promessa, essas
fcslas foram esplendidas. Madama Uuplessis fazia
ns honras de sua casa com una rara perfeila ; sua
rara belleza erlipsava a das oulras inulheres ; todos
lovajavatn minha felicidade.
Mas ah lodos ignoravam que licaudo -i. na com-
pandia de Catarina depois dessas brilhautes recep-
jes, das quaes era a rainha, eu vollava para meu
aposento, e ella para o seu.
Todava s vezes nflo podendo dominar meu*
transportes, e ebrio de amor, eu lanc,ava-nic aos
peo de minha mullipr; entilo suas feicdesrisoulias se
loruavam a expresso de urna belleza glacial.
Meu amigo, dizia-me ella Irislemenle, se
vo'se soubesse quanlo me attlige I... nao poder ja-
mis esquecer-se desta mortal e miseravel belleza
de quo o acaso me dolou I Oh l comoc-o aborrece-
la por -erella a causa de seus tormentos I Por fa-
vor, meu amigo, conlcnle-se com a terna e seria
allricao que Ihe lento., o Ihe bei de ler tuda vida,
e iIj Mal procuro dar-lhe mil provas cuiupriudo o
melbor que posto meus do veres de esposa.
Devo contessar que madama Duplessis mostrava
ra do
Com|Kinltiu do Liverpool
SOUth American \ General .steam \aiigatiun
tu I es-
pera-se de Liverpool o
vapor Olinda com-
mandaule ti. Ilaram !
o <|ual depois da de-
uir para os porlos do sul :
c em casa de hcanc Voule i\
ha n. 53.
Companhia de Liverpool.
South American \ General Steam Savigation.
No dia Iti ou 17 es-
pera-se do Sul, o va-
por Itrasileira, com-
ni iii L.nii' I). Creen, o
qual. depois da deino-
unic, seguir para a Europa: para pas-
sageiros Irala-se em casa de Deauc Voulc ,\ C. i u i
da Cadeia Velba n. 52.
O llhn. Sr. capitn do Porto, manda convidar
a todas as pessoas que quizerem a presen lar na ca-
pitana do Porto seus lilil.- menores de 12 a IK au-
no-, para voluntariamente sei\iiem na aunada, a-
lislaudo-sc na companhia do aprendizes do corpo de
imperiaes marinbeiros, pelo qucreeebcrao a urali-
ficaefo de iitNMKl rs,. a qual igualmente lem direilo
qualquer que os mOMMM minores apreseular por ler
nelles legitimo dominio. Capitana do porto de Per-
nambiiro, em 12 de onlubro de 1858*
O arsenal de marnha conlralano dia 13 do ror-
rele, ao mcio dia, lijollos de aivenana grossa para
ai suas obras. As pessoas que quizerem fazer se-
melhante contrato comparecam na secretaria, com
as suas propostas e amostras.
Secretara da inspoficto do a rsenal de marnha
de Peruainhuco, II de ouluhro del8.*i3.O secreta-
rio interino, Manoel Ambrosio da Coneeieo Pa-
ilha.
O conselho administrativo, em virtude d# au-
lorisa^o da presidencia da provincia, em ofllclo de
8 rio rorrele mei, lem de comprar os objeclos se-
guiute- :
Para o 4* batalhilo de urtilharia u pe.
Botn grandes de metal, com numero 4, para
401 --i'hrecasiicas (i, lti ; ditos pequeos de dito rom
numero 4, par as mesmas 4,(Ht).
Companhia de artfices.
Sapalos do sola e vira, pares 70.
2- batalhao de infatuarla de linha.
Bandas de laa para inferiores, 19; spalos de so-
la e vira,pares,400.
9* balalhuode infanlaria de linha.
Panno azul para 402 capoles, covados 2,310; bae-
ta verde para forro, covados 1,155 ; colxetes gran-
des, pares '.)(.:! ; bolocs prelos de osso, grozas t(.
Para fornecimento de luzes, at entafet mili-
tare*.
Azcite de carra palo, caadas 410 ; azeile de c
co, ranadas 30 lio de algodilo, libras ,H ; pavios
duziasli; velas de canauba. libras 132,'-
Para os trubalhos das offirmas da ~r classe do
arsenal de guerra.
Pellos de cabra curtidas, 2.
As pessoas que quizerem vender lacs objectos a<
presenten! as suas proponas em carias fechadas, n;
secretaria do couselho administrativo, cstabelecido
no arsenal de guerra, as III horas do lia 19 do cor-
rente mez. Secretaria do conselho adminislralivo,
para foruecimcnlo do arsenal de guerra 10 de u-
tubro do 1853.Jos de tirito /nglez* coronel pre-
sidenle. llernardo Pereira do Carino Jnior.
vogal c secretario.
O llhn. Sr. inspector da thesouraria de fazen
da, manda fazer publico que no dia 13 do corrente
serlo vendidos em halla publica, peanle a mesma
thesoureria, 32 cavallos pertencenles a companhia
de cavallaria que lulo podem continuar no respec
tivoervico, sendo a venda feila cm dous lotes: os
nretondenles comparecam no referido da ai II li
horas cocina da referida companhia para exuiniuarem ns
cavllos que tom de ser Vendido*, os quacs no dia
ta rreroaUcao calarlo no lao <\o palacio do Col
legio. Secretaria da Ihesourara de fazenda de Per-
namboco 8 de oulubro Fmillo Xavier Snhnira de Mello.
i) conselbo administrativo, em virtude das au-
Im-acoes da proi.lencia da provincia, em ulllcio!
de 13, e 20 de selembro prximo lindo, tem de com-
prar os objecloi aegninlaa :
Para o 2. batalhao de infanlaria.
Sapal Para o 11 batalhao de infantara.
Caldeim de fino hatillo, 4; sapalos, pares 355 :
hrim brancirliso para embornaos, varas 400.
Para o arsenal de guerra.
Papel rarlucbiuo resmas :J0 ; sola curtida
rucios Jim.
I'araanonpauhia ira de cavallaria, de artifici
meto batalho de caradoret da prornciado cea
ni. companhia fu da provincia da Parahiba.
2. t H. de infanlaria.
Aluad.Vazinho, varas 1,575 ; bonetes redondos pa-
r/recrulas, 50; twlfle InanccMdooW, duiiasGOO ;
ditos orlos, duzias 7N2 ; grvalas, 50 ; hsMe para
bandeira I: lapis, duzias ,; manas dela, 'ti) ; liol-
landn de forro, covados 779 ; pecas do lila de laa
para clllias, i; papel ahnaco, resmas, 10; dito
de peo, resmas 12; pennas, H00; sapato-. pa-
ros 1,132. As pessoas que quizeieni venihr l.iesnli-
veu^ spresculera as suas prapoklasem carta- fecha-
das, na secretara do consetno idmlnlstralivo, es-
labclocidu un arenalde guerra, as 10 horas do dia
H do corrente mez. Secretaria do conselho admi-
nistrativo, para fornecimento do arsenal de guerra,
S de oulubro de IK53.Jos de I'.rilo Inglez, coro-
nel presideble.llernardo Pereira do Carino J-
nior, VOgal o secretario.
O arsenal de marinha admillc os operarios se-
guidles:para a ullciua le carpinteiros, tres man-
cebos de 3." classe com o jornal de I^OIllrs.; um
aprendiz de5." dilarom 0 de 480 rs.; e(." dita com
o de lOOrs.; para a de calafates um mancebo de
3. classe com o jornal de jOIO rs.; um dito de ..'
dita com o de K00 rs. ; dous aprendizes de ti." dita
com o de 400 rs.; e Ires ditos de lo.' dila rom o do
100 rs.; para a de campias, (res mancebos de 3.*
classe l'mi o jornal de %0 r>.; um aprendiz de 5.a
dita rom o de 1S0 rs.; c seis ditos de ti." dita rom o
de 100 rs. ; par as .le terreno, mu oflklal do 9.a
dila com o jornal de l~Ni rs. ; para a de polieiros,
qualro aprendizes de 9.1 dila com ojornal lie 160 r-.;
para a de pediciros, um mancebo de 3.;i dila com
o jornal de900 rs. ; evinle c um serventes com o
delliOis. Inspeccau do arsenal de marinha tle
Pernambuco em 7 de onlubro de 1853.--0 secreta-
rio iiilcrinu, M.utocl Ambrozio da Goueeifo Pa-
dilha,
Os senliores arremtenles das rendas das lojas
da praca da Independencia, comparecam com seos
dadores ua secretaria da cmara municipal, das 9
hora da mandila, as 2 da larde, a iissignarem os
respectivos lerraos.
Sevla-leira, 11 do corrente, depois da audien-
cia do lllm.Sr. Dr. jnil dos feitos ds fazenda.aire-
matam-so por execncOes da raaeiids provincial os
segulntes bens :a casa lerrea na Suledade n.
<0. penliorada a Anua erlrudes da ConcelfROi por
lOGJOOOrs.; um sitio rom bstanles arvoradosde
IVuclo de dulcientes qualidade*, haiva paracaiiim,
viveirospara pcixe, duas casinhas, cerrado de limAo
em parle, com portao de madoira e boa casa de vl-
\euda de pedia e cal, na t-Irada que \aipaialle-
lem, pcnhuiado a Jimu Manuel Mandes da Cunda
Asevedo, por l:500aOOO rs.; um terreno na ra do
Lobato com 30 palmos de frente e 70 de flmdoj com
aliccrces para casi, cunleudo una casado laiparo-
bera de.telba, por350|000 rs., penhorado a vtuvi
le ChrispAn Marques .Nogiuira ; mu terreno nos
Coelhos, ra ih.s Pra/errs, com alicerco para casi.
pciihoraito a Evari-tu Mondes da Cuulia Azcvedo.
por 30n.^tN)0 rs. ; urna otaria na tmvessi do Lacea,
com urna pequea casa de laipa, penliorada Fran-
cisco das CliagasCavalcantl Pessoa, pnr.'JOOsOOOrs,;
una parle de -J'ifaTM, Dosillo da Estrada do Boi,
que foi de Rosa Francisco Regadas, pan pagamen-
to de sello de beranca; de renda animal, a casa ter-
rea, sila na Can boa do Carino u. 1, penliorada a
Francisco (ieraldo Moreira Temporal, por K-iitH)
rs.; dila na ra do Molocohunh, nos Afogados u
33, construida de laipa, penliorada a Auna Juaqui
na,poc9|600; a parte n*0 sobrado 5, as Cinco
Puntas, de Joao Joaquim de Eiiiiieiredu, por |'>?;
rs.; por tema, a casa terrea n. (7, ua na do Mo-
jos, penliorada a Antonio Joa-
QQgOOOrs. ; ua ra do llom
IfogadoSi as casas terreas ns. 29, 31,33,
35 e 37, por venda, a."m-,mi) rs. cada una, peuliu-
rada- DOS lerdciros de Joaquim Caelano da Luz ;
a ronda annual do sobrado u. 17, na ra de Apol-
lo, penhorada a Joaquim Nanee d Silva, por (0$
rs.; um terreno, na ra do Jasmim, nos Coelhos,
penhorado a Manoel Antonio Martins Pereira, por
i(WMH) rs.; a casa torrea un becro do Qulabo, nu
Afosados, de laipa, u. M, penliorada aos lilbos de
liento Joaquim de Canallio. por IC9OOO 1*.; ua ra
de J ojo Fernandos Vieira, una pequea casado
laipa n. 6, por 60*000 rs.: quem quizer arrematar
ditos bons, comparece, no logar do cosime.
Apollo o. 14, ou ao referido capilfio, na praca do
com mere lo.
Para as ilhas de 8. Miguel, Terceira e Fax al,
a escuna porlugueza Amizade, capillo Manoel Au-
gush. Mochado, sabe com hrevidade; recebe carga
a (Vete e passageiros ; quem pretender, dirija-se a
Oliveira limaos^ Companhia, na ra de Apollo 11.
14, ou ao referido capitn, na praca do cominercio]
Para o Rln de Janeiro segu com brev idade a
bem cuiihecida escuna Galante Mana: para car-
ga, passageiros e cscravos a frale, Irata-secom Joto
Antonio da Silva tirulo & Compauliia, na rua ()(l
Vigario n. 4, ou com o capilao Alexa'ndre Jos Al-
ves, na praea do commercio.
Para a Babia seguir em pourosdiasohiatc
Constituicao : quem no mesmo quizer carregar ou
ir do passagem, pode enlender-se com Amorim &
Irmaos. na rua da Cruz n. 3.
Para o Porlo. a multo veleira galera portu-
cueza Braeharente, capilao Rodrigo Joaquim Cor-
rea, sabe com brwidade e recebe carga e passagei-'
ros, para as quaes oflerece os ruelhores commudM:
ospreleudenles dirijam-scaoS consignatarios T. de
Aquino Fonseca <\ Filho. na rua do Vigario n. 19,
primeiro andar, ou ao referido capillo na praca do
commercio.
LEILAO
Hoje 13 do corrente se far leilo de 25 caixis
com queijos de superior qualidade om latas deumi
ciiva, no lugar da alfaudega, as 10 horas da nu-
nhaa.
AVISOS DIVERSOS.
l'rccisa-se de um prelo ou preta, que saiba
roriiilmr e Tazer o mais servido de urna casa de duas
paseas de Familia, nao se duiida paijac bem. n.
dunda,: na paleo da Malriz de Sanio Anlunio, ca-
va ilc sobrada de um andar, par cima dociguriro.
Tcndo (.'i'ssuclo o motivo, peloqtiai
detxotl de (upccionpr o takclliao' interino
de notas .lujo Facundo da Silva Guinia-
riCT, aclia-si' ello de novo exercendo dito
ofliciO 110 mesmo escriptorio, sito em o
largo do l'araiso, aonde as partes o |i-
dem procurar.
Alnga-w um [t'ande armaxem.pro-
priopara deposito de carvao.porset de.
coberto, situado na rua de Santa Itita a
lieira mar, com dous portle feeliados (
o terreno todo munido, tendo um trapi-
che para embarque edesembjrtpie: tra-
ta-se na rua do Trapiche n. iO, sejjun-
do andar. *
L0TGRIA DE \. S. DO ROSARIO.
No dia 27 ilo corrente, andan as rodas
dota lotera, com todo e quaquer m-
tni'iii de liilhetes que licar, e l estarilo
expoitoi a venda ate o tlia 20, jos lupa-
res do costme. O thesotireirt, Silves-
tre Pereira da Silva Guimai'aes.
LOTERA DE \. S. DOHOSiWIO.
Casa da esperance, rua do Qudmado
n. 61.
Nestii casa, e na praca da Indepaiden-
ia, loja do Sr. Fortunato, esta' ayenda
um rompilo sorlimento deeauteh des-
l.i lotera, cujas rodas and.un no da 27
do corrente.
Bilhetes...........4|AM
Meios ...........2}0I0
Otiailos .i........ 1*2(0
Decimos...........ma
Vigetimot.........$.12ii
Desappareceu no dia JH do mez aunado, n
pralu nfartellano, de 33 annos de dude, licriuulo,
serr iln eurpo, roslo comprido, orrlhas (quenas,
4ums mular c fallar de vagar, a/. um li r0In
os beicaspara oladopoueo vislvel, ja Mtsjritdo
qiiainlo fui oscrsvode eniienlio, le\ou .ili, e ca,
misa de ilgoiMo azol, Julna-se ler lomada ira as
bandas d......re, por j ler morado nos sulT|,ios
li* tiniaiina i'in o euccntinMoiie, c depois di-j';,,
i|iiara. a meneionadOjMeraio foi peoadn em o .gC.
iilm Uanguape pelo a.luiiiiislradur do mesmo c.e.
iiiio, a esse o venden algemado tiara a herir H
um fcncirodaencenlin, nqual lirou-llic as .ilcrn,
cas Iraneoa em um sii bniCOj ruin as quaes fusio
prelo, periodo Olinda, nolifia essa colliida d incs-
ino adininislrailnr que o remellen; e comoronslc ba-
vef pessoas que consenlem esrravos fgidos cm suas
casas, iililisanila-se de seus servidos, o Sr. do dilo
escravo prulesla justirar qualquer pessoa que lal
crime ronienil.i. roga-sa as autoridades pulicines e ca-
ini.li's de campo, e pessoas que dolle Uverem eo-
a ap|irelieiiao,quosegralificarii c-
lo poder do aballo aaniuiiad
no dia -2 do rorrele, lem 10
........is, prcto e mcio fula,
du ni.....lu, noaAl
quila da .Millo, |.
I,i,.|u
AVISOS MARTIMOS
Para Lisboa a calora Margarita, espillo sa-
yona Manoel das llris, suba cun brevid.ide; reco-
lu' cargan paasagelroa, |>ara ns quaes lem bonseoin-
nioilos : os prclriiilciiles dirijain-se aos consimiala-
iin- (Uncir Irniins ^ r.aiu|ianbia na roa de
nlicclnicnlo i
iicros,-! mente
Desappareceu
o seu esclavo Paulo.
minos pouco mais i
.- ionio, e be lillm do Mainiibao. falla muilo de>
can(llda, e fa/.-se muilo biimildc; lem umacic.ilri
no lado cquenln da cabera Tediada de pouco. esla-
lura rciiiilar, e lavou camisa do rhila azul, e cerou-
la branca; foi do acadmico b'criiandu A Ivs de
Carvalhofdo .Maraubiin} c sabe-se que anda por
(Huilla, Afogados ououlros suburbios do Kecife;
gralifica-aa a quem o pecar e levar i casa do abaiio
asignado, rua do Manuel n. it, ou nos| Afogados
silio junio a igreja Guillarme .luymlo fndriauei Sellt,
Aliij;a-se a loja, onde fot padana
na rua .Nova, com eotnmodospara inora-
da: a halar na mesma ran. 5.
I'rerisa-so com mulla brevidado de um rai-
loiro que lenlia praliea do taberna: na rua do Vi-
gario, ii. :i3.
PnobMMa alagar una prela boa engummadei-
ra, na rua ila Cruz do Rccifo, n. 19, lerceiro andar.
Vii lar l.asne, liquidalario da llrma do falle-
'cidnBalaillaA Compauliia, avisa as pessoas que se
julgarcui rredores da mesma, aprcsenlarem as suas
rontas no seu cscriplorio, ua rua da Cruz n. 47,
nasICS Ires dias, a ronlar de boje l:t lie oulubro, do
eonlrario nao se ndinillo rerlama^oes.
l'rcli'iidc-se comprar osiliocom casa de so-
brado e nrvarea de frucla, frente murada, silo na
ealrada do Maugninliu, o qual j foi do Sr. Joaquim
Jom- da Peiibo o sua mullier, e hoje pcrlence ao Sr.
Nicolao(iadaull: quem liver dircito ao mesmn.por
qualquer Ululo que hala, annuncie pela prsenle
falla, no prazo de Ires dias, alim de que nflo alc-
guem ianoranria para u futuro.
Fuuioou /uilaram do sitio do Sr. major Jo.lo
Itibeiro. no lugar Hem-lica, dcfrcnle do silio do fi-
nado Sr. llr. Brilo. no dia 6 do correnle.as .'t lloras
da larde, um cavallu alazflo, capada, dinas e cabo
branco, frente abarla o os qualro ps calcados:
quem dellc souberuu pecar leve-e ao silio icima,
ou na na do Hangel n. 54, a Viclorino Francisco
dus Sanios, que ser bem gratificado.
A arrematacao do engeulio Sanla-Rila. que li-
nli.isidoannuiiriada pan odia 10. foi Iranferida
par* odia II ilo corrente, e lera lugar depois da au-
ilicnria do Sr. Dr. juiz do civel.
lal recalo e (al dignidade no meio da Bollleiluds ile
que era objeclo, quo nunca deu o mais leve prelcx-
lo a irrilavcl su.ccplibilidade de meu ciume. alibis
Iflo soinbrio ?ii eirepeflo de duas ou Ires mullierese
cutre rilas .le madama de Maiitbrison, a qual Ibe
leslemunbavauuia amizade crcscenle. Catarina mo
rerebia ninguem He manba ; quer fosse ao baile
quer ao serflo, ella subordinava sempre suavoulade
i miiiba aluna esculla e goslo de seus cnfeiles.
Nada mais rrgubire mais edificante do quo a vida
interior de minlia mulher.
Tudas as manalas ella ia a missa ou pou a
carro, e depois vollava para assislir ao alomen ; ao
menos urna ou duas vezes por semana ella ia de
larde ronfesar-se, purque todos osmezescomir.unga
va ; linli,i lanibem inuilas vezes longas conlerenriai
com seu direclor, vellio ecrlesiaslico que, depois de
minlias observares mui dcilmente ouvidas, ella
substituir em sua cnifian^a a aquella saccrilnle
moco quo encontroi duas vosos em sua casa anles
do nosso casamento; as pralicas religiosas e as abr.
gares mundanas de Cesarina, nao a imped.un de
solar sua casa e maular nella urna urdem perfeila;
vivamos com nimia grandeza tem huir prodigali-
dade.
yuanloii disposieflode nossa fortuna, ella eslava
comidelaiiieuio abandonada a mim, quandose india
de fazer algum pagamento eu saeava urna lelra
sobro Mr. Tui|un. o uulario, |e elle pagava vishi;
se madama Duplessis mesmo careca de diubeiro
para suas asmlas, diricia-se o mim.
I in dia .iciin-alliei-llie que compraste algumas
boas propriedades em vez de conservar sua fortuna
iuleira em valores negociaveis; ella respondeu-me:
ii Que eu podig obrar a esle respeilo cuno enle.ii-
dcsto; mas parscia-lbe que casas o Ierras offereciam
que nao i
k-laobs.
idiuinislracflo, e mullas vauansfdas,
eslava expolia una fortuna em carleira.o
i'ivaeo pareceii-me justa, o alm disto
por urna valla involuntaria soore o pensamenlo de
eobiea, quaont parle me acauselbira c.le casi unen-
la, eu senta lal repugnancia em oceupar-me com
os noasos negocias de inleresse, que mo insjsli so-
bra e--a compra de propriedade aconselbada por
mim Cesarina.
Que dirci '.' Se livesse adiado em minha mullier
a amonioopaiionada de oulr'ora leria sido o mais
feliz dos lameos ; mas, triste cilravagauria de mi-
nha pstelo! iniiilia mullier era o modelo das es-
posas, era eslunada e honrada na melbor soriedade ;
madama da Monibri.-on a gamas, oulras. noami,
rujo juizo linha grande autnridade, reueliam-me
iueessanlemenle: n Madama Duplessis be um an
jo 1 n Eu gozava emfim deludas as vanlagens de
irma immcusa fortuna depois de haver visto rom
espanto abrir-sc o ahysmn de minha ruina, o lodos
os diga enlrava a maldizer este casameulo! Chega-
va s vezes a exclafnar :
a Se minha iii.llier em vez do ser um anjo
fosse um demonio de hvporrisia e de Infernal mal-
vadeza, leria de.cobcrlo o terrivel segredo de lu-
nar-me o mais dcscracado dos homens,mnslrando-se
a maisirrepreheiisivel das esposas 1... b
Dopnis a eslas eiacera^dessuccedia urna yolla
realidades j sufllcituilemeiile crueis para mim.
Cosarina be sincera, dizia cumigo, sua dc-
vo^flo be demasiada, porm respeilavel, ella quer
cvpiar ni.--.i criminosa uniao de oulr'ora coinsaeri-
lieiosque Ihesaolalvez to peniveitquanlo ,i iiiiiii...
Mas a f religiosa a sutlcni, ollcrere-lho inefavois
infiensaoAes, o a f rae falla : dalia ineus lorinen-
los, nimba, va revolia contra oimpossivel.
li^PMnHBBHal
Olio ou doz mezes pa saram-se assim, os quaes fo-
ram iiiiiii das pocas mais Irisas de minha vida...
Com ludo um dia reeonhecendo 'que era pueril
lularcom if |fnpjHTal, di-se cnniigo :
k De que me serve gastar em esteris lamen-
lacs os iillimits anuos de niinlia mocidade ? Para
que nao procuro o esqueciineiilo de meus desgoslo*
nos prazeres Para que rhecar assim idade ma-
dura 1 Bnlfo Cesarina eiivellieeeniln lambcm nflo
me inspirar mais amor, e nflo verei nella seuao a
mais lema c a mais dedicada das amigas.
Resolvido a fechar os olbos sobre o presente, l,r
nei a enmecar quasi a vida de mancebo ; evitando,
pnrm, a puhlicidade em respeilu .conducta ejem-
plar de ininha mullier. Alm disto ella mesmo me
acnnsclhava que me dislrahisse dos tormentos, de
que se auligia ser causa ; eu darn frequeiilrnirule
jai,l.n e. a. meu. amigos r madama Dii|ile.-n te
bsllaha de assislir a elles, alim de dar mais liber-
dade aos meus convidados.
Aloguei em Rambonillcl o direilo de cacar cm
una parle da floresta, e um pavilhflo qoe servia de
poni de reunio, miiudei-omohiliarcommodanien-
te, o convide! para ahium boa calegre companhia;
alguna de meus hospedes li .iri.nn s vezes rom si-
go, sima amantes representantes da Opera ; o lempo
se passava alegremente cm cacada, banquetes ojo-
tos assim, ciaras a estas di-lrarcftcs, consegu, co-
mo linha esperado, esquerer-mr pomo a pouco da
frieza de Cesarina ; na- no lim de um mez desta
esslencia, cuja animarn mal deava-me lempo de
de retleclir, fui do novo feri.lo rrurlmeiile, e te-
aiiinlo meu costume em certas circumslancias grates
contiei ao meu diario o segredo de miabas angustias.
(Continua
fcVL-*sr"


I'.ll .1
dos mesinoa
i Cruz n
SOCIEDADE
Racrtloda TaauuiMira
A dircaocomida a lodos os Srs. ocioti
urna reunilogeral no da 44 do crrenle niez
ii -feira .nros lera lugar na ca*a do ra
ti |inr.i> da Urde em ponto.
Na rita do Urum n.il, segundo
3 andar ainda precisa-se de ama
de leite prefore-se mullid- do
| matto : quera quizer, tendo bas-
m tante leite e nao trazendo lillm : g
1 dirija-se a rasa cima para ajustar. Rj
&-&B33BBBB3n8 m&xmms
Trecisn-seile uros prela uu prelo pin Inzer o
tervico ii. rua ila Cruz n. 7.
Aluga-se o segundo andar da rasa n. 30, na
ra da Cadeia Vclha.
Aluga-se para servir em bollquim nu casi,
un moleque de IK nunos, que ji lem algum uso :
a tratar na ra do Vigario n. 29.
Trala-se deprelosdoentcs.e ciiiain-
se de frialdade, por preco commodo: na
uta da Conceicaon. I
O abaiio assignado fai: rlenle ao respcilavel
rorno de cummercio, que riesrie 11 do crrenle, Ici-
\ou de ser caiieiro do Sr. Joaquim Jos de Maura,
eao mesmo lempo approveila lio opporluna orrasiao
para Irilmlar ao Sr. Moma la cierna gralldao,
l>elo bom Iralamenlo que recelieu durante o lempo
que esleve em sua casa. Keclfe II de oulubro de
I853.Antonio JoiUi Alcet.
Antonio Alvos Dias relira-sc para fura do im-
perio, e julga nada dever nesla praca. ,
Precisa-se de un prelo para o serviro de iini.i
casa: na ra Nova n. II.
O Sr. Juan Alleniu da Cmara hisnciro, que
ninrou oh mora nos Afosados, lem urna cal la do
sul, na,praca da Indeiieudencii,livraria n. 6e8. |
Jbaquim Jos Kerreira relira-sc desla piovin-
cia leuipuraiiamenlcparao parlCJ desle imperio,
e como leiilicoiiililuulu por seos liaslantes.procu-
rador*, cm priinrirn lugar ao Sr. Manuel Joaquim
llamos e Silva, cen segundo ao Sr. Fernando An-
innio Fidi, paia cuidaren! dos seus Deferios ge-
raes, as pessoas que com elle liverem negocio po-
der-se-hau dirigir aos referidos seus procuradores.
O abaiio assignadu leudo do rclirar-sc pala
o. piirlos deste imperio, temporariamente com o
nico fim de alcanrar algum mcllioramcnlo de
'iia saiide, c nao Ihc restando lempo para se des-
pedir pessoidmenle de lodos os seus amigus, Dio
>o pela brevidado de Ma partida, como pelo sen
ciado de suude o fjJ DOW prsenle aniiuiicio, ro
uaurio-lhes o desculsciu desemelliaulc allu, c em
ipialquer parte que se adiar oll'ererc-lheso seu rii-
iiiinulo prfslimo.Jom/uim Jos Ferreira.
Joaquim Jos Kerreira, gerente da lirma so-
rial Joaquim Jos Kerreira A: Compinhil, lendo
de rclirar-se desla provincia para os pnrloa du im-
perio, aliy de Iralal de sua saude.riirarreaa o soi ni
11 ruando Anlouio 'idi dos negocios relativos so-
ciedade, assim con o aulorisa, durante a sua au-
sencia, de poder isar da lirma social em ludas as
Iraiisaceics mercailea.
Alusa-se ufia prela que seja boa vendedora e
ciignimiiarii-ira; lo seilmidariur II ou ISSOOOrS.I
na ra eslreill ol llosario n. 28.
Attencao.
A nova tare/na do rlincolalc liomeopaliiiro da
na das Trincliefras u. H, inudou-sc para o paleo rio
Ierro n. 22, anide se encoulra o cboeolnlc hoiueu-
nslhico, appropdo c apllenlo pelos Sis. Iiis. da
liiiineopalbia, li prelo Inmieopalliico, chocolate de
musgo o fen/ginoso e do canella. lino, e de ti
qualidade, rlu cal muido puro e para ludo pie
c muilos inailgBiioriis dos paisa cslrangciros.
i AITENtAII'.
Aluga-se na casa terrea, na nova ra do l.on
dor do Uisp, locar denominado Campo
milito propio para se passar a lesla |i
miiilo frescor- alralar un aterro da II
J> C0.\8).l'OUIO CENTKAL IIO- ($,
2 /MEOPATHICO. ^
*, onfllas torios... .s -
*> da auM* al na 3 hora
m Vi/as aos domicilios
ANTIGA
BOTICA HOMEOPTICA.
FONDADA POR COSSET BIIOHT
^Esle cstabelwimcrilo powue
pacomo uo Brasil, preparado rom si
Kosmirlicanieulo
ilo mnls
de leite e i
20:000 rs.
ninenlados, lauto na Euro-
alleraveis pela liumidade
Jea
1M\ r.AKTEIRA com os l principaea medicamentos liomi-npauiir-os e a segunda edicilo
ELEMENTOS HE IIOMEOPATIIIA, porliossel llimont; obra indispensavel s pessoas de ba f
que quizreui evperimenlar a nova medicina por ser ella muilo clara a inielligencia de lodos ; cnnlendo
alcm de mili los cnnsrllios clnicos, a deliuieao de lodas as molestias e os s) diplomas pelos quaes daoa co-
nliecer-e. ^uia
Tubos avulsos (cada um ).......................19000
Tinturas de Indos os medicamentos em Irascos de ,' 0115a.............29000
Carleirasde \i lubos al -2j.'i medicamento, por procos variaveis, conforme a qualidado das
caias, c numero dos mediramenlos.
(Alinas rom linluras de lodos os medicamentos a escolba, em frascos de ,'5 onca por prcros com-
Na inesina botica cncunlrar-so-lia seiupre um erando snrlin.....lo de UvrOJ em |iorlugucz c
franco/., e cmlim ludoquanlo be nercssai o para 11 esludo e pralira da bomopalbia.
Elemeiilus de bonieopalliia, nlirao
albosenesia dos mediramenlos bomeopalbicos brasileiros, c Ibcona da applu-
lalameulu das moieslias venen-as..............
Salar brevemente a Iii a obra intitulada :
,10 das di'iscs
69OOP
ISIIOt
191100
ELSimTTOS
1 >i:
ANATOMA E PHYSIOLOGIA
Verde,
O MT Inuat
-Vlsia 0.6*5,
lia ciiicooiila anuos <\
he reconhecida por urna aci
ltii's eonheciineuloa human
1 remullido da analvfliia e pl
COI ESTAMPAS. POR COSSET
a lioiiKMpalliia la/ progresos iiiinii
ria evai-la. PorUlllO, seja qual fnr
, |n'ii-amos que -e Ibe poderla ajm
inluuia. pois que o Jufgamoa indi-i
Pao' de familia.
Na padaria delrai da matriz da Boa-Vala, conti-
na haver Imm pi de familia; niiim rumo conti-
na bavir das ti as N horas da larde, e s se venderi
na mr-m padaria n. -JI, e na ra do Hangel n. 1:1.
PUBLICACAO' DO INSTITUTO
H0MK0PATHICO DO BRA-
SIL.
VADE-MECIM 1)0 IIOMEOI'ATII :
em um volme tic niais de fiOt) iiaglnaa ; o
DICCIONAItlO POIM LAR DE MEDICI-
NA HOMEOPATIIICA : em .1 voliimes
de malsflo 1IK) paainas cada um.
Obras indiopeusaM'is a lodos os pais de fa-
milia, senbnres de engenbo, sacerdolei. di-
rectores de Collccios oude oulios eslabele-
ciincnlos, capitiea de navios, serlanejos, o
quaesquer oulras pessoas, que por si inesmns
ipi'/ri.-iii i-iinlieri-r os prodigiosos eludios
da bomopalbia.
I'cln Di: Subhio Olegario Ludgcro J't-
nhn, mimbro naex e ettrnngrirtui.
Estas duas obras, queserao adornadas do
diversas e-lampas coloridas, encerram ludo
0 que lia de melbor acerca de medicina bo-
meopalbica. (.Iiialqurr dellas be prrferivel
a lodas as oulras, que al boje se lem publi-
cado.
Prero da algaliara 1190110.
Assisna-se em rasa do autor, ra das
Cruzo, 11. II.
O VADE-MECIM tem de sabir a lu
brevemente, vbioja" estar muilo adianlada
sua impri-sslo.
V. /(.As ssignaluras seriin recebidas
'niifiirniidado
no pni-pri-ln
liacmdiaiile I
immeiliala- .'
pcrl
i..r
'dcamenlos. N3o ere
(pie
di-dicam a pTOpj
\\\W\\
boje principalmente no liiasii
dglo a que tenba cbegailo esle
inda algonia eoosi, isio he, oes-
\rl pura OJ parlidislas ilo no-sa
emns para medico, e ainda nie-
I'!
da doulriiia de II.ih
t.ni
lint
sciejicia |Hiderein sem recejo applir.ir ns nu los II
nos para operadores; cscreiemos para 08 Cllro
iieiiianii.
11 e-ludo da anatoma e phliiologianJto lmenle be ulil para dar ideumuis juslaa emita preclui so-
bre as fuurcoes da vida, e jan 1 appredar mrlhor ai relatOn do liomem rom os agenlea evleriorcs, mas
tambera ealoealudo hodepri.....ira noceiildade par indicar o numero e a punleJk) dos orgios.
Pensamos por lano pre-iar 1.....en ico imprtanle aoscurl......Iiomopalbas. publicando para el-
los eem legulmenlu a segunda ediij.........." -" EtEMBNTOS HE IIOMEOPATIIIA, um resumo deles
ilousrainus da medicina que, -un ser 13o lgale tilo regular como os Halados especiaes, nao deia de ollc-
recer inda a precisao, esaclidito e ,1 ireza draejaveta nesle caso.
RecebenMe anignalurai .1 i.-i-.. pagos na occasioda enlrega 1 na botica bontcopalhica da ra
das Criizes, n. S.
Depiiisda publicarlo da obra, vender-ae-lia porCJOUO.
1
tilico
Aluga-ae o -i-uiiuil
.es, c o quarlo da na d<
IS, f
.iikI.h .1.1 casa da ra
Urum, em Pora de Por-
iV Coinpaiibia,
1 ('.un
rlenceol
i&iSS 'T BK3KSaiaJa3G8 .::
I"*
y mnlesli
mdia
!, -de as 8 horas z da larde. '*'
las J horas em .
m ser/ eiliis a qualojlier iioia
1"
graves
do
seulioras de parlo, priuripi
soceorridas rom religiosa
as vi-Mas .
lia uu da $
Imenle, V
fjtjAao soceorridas rom religiosa proinp- (rf
V'd. ,>'
3 l)r. Snlihio Olrqnrin /.iKii/rrni'inlt'i. Ip9.
I,icca-.cdc hOOH^OOOn.. a premio: quum
fvarannuDcie para aer procurado.
Alugam-aecaaMpara paaaar a feala, no illlo
dn Cajaeiro, con baaheiro : (|ui'in precisar, dirija-
se aoiuemo aillo.
A cata de conalajna^ao' de eicravos, na ra da
Cadeia do Recife n. 29, primelro andar,
recebe etcravoi ila amboi na aoa para aeran
lendfdM do cDimnissii, por eonladeaeo donos,
n.in -'i mala prBQa como para o mallo, ..ancando-
se o buen ir.iiaii.oi.io u hrovldadi na venda; aatini
como Uiabaan aa conpraro os que anradarom para
laliifazar ulguinus anconUDendaa*
LOTERA UO IUO DE JANEIRO.
Acliani-ac a venda os bilhetes da tep-
ri'ra lotera ila estrada (le Ma;c. cuja lis-
la se espera pelociBrasileira, a l( ou IS
ilo corren te.
1'recifcrtHe de um cn/nlieiro forro mi caplivo,
j ir .1 um engenlio distaulc desla praca" legoai :
dirija-sea ra Imperial n. 7 na Talirira ilo vinatrr.
JNo paleo da Hilx-ira de h. Jo.-o, oja do Bobra-
(Jod. 15, lava-te e eneomma-ae, coro muilo aasejo
e i'i'i ii'M.'ii"), por prero renoval.
Aluna-w urna casa, na Caaa Forte, para se
pastar a lesla ou [Hir aniiu, muilo fret>ca, cum so-
lio, oalriliaria e rocheira : quem a prolcnder, diri-
;--i' i ra l-m iim-,1, i'iquarla casa terrea, que aclib-
r coai quem tratar.
O Sr. JuAo Simoe da Costa queira diriair-^c i
casa de Tasso t\ Inuflos, para ajuslav o ufgocio an-
UgO que nflo i-imi.i.
I'recisa-sc Mugar una pela para o sen ico de
casa e M'inliT na ra : quem n liver dirija-ke a ra
I'ii.ii.i, no primeiro andar doibrado,o. ^'2.
O Sr. Jo Teiveira Gartmarfea, que leve bo-
lequim na ra larga do Hosario, queira dPgtr-SO
a praca da Independencia, livraria, n. (i c H.
HVerece-ie um rapaz portugue/ do idade de
laumw, do prosimos chegados. proprlo para pa
dara, retinar,Ao ou taberna: na ra do Itaimclarma
Blhees de visita.
poi um procemo particular
heles .1
e iiupiiim'm no
na em grande
upa* nan i
ionio lambem par.
quaesquer objec
f iiupriuiem-se r
i, tendo a chapa |
um palmo qnadrad
raudo um pouti
pessoas a quem
(a, *q.ie em liada
mprimem foro do Imperio,
de la/er sobresaliir mullo
papel porcelana,. flcarcm
realce. I'or ole 11W9IIIU
dilo papel lodas aa
t pequeo formato.
i para liillielesdc l-
lelras do commer-
>s da arle da ravu-
Kislros a l*W0rs. o
neo niais ou meilOB
O aiinuncianle mo-
listanlc da praca, pede as
miar, se dirljam i fabrlea
SAMIS.
SALSA PABRILIIA.
, rbimii-
i e-la pi
pnrrill
gonle em Pernam-
orlcano, lai pu-
Menle Jo- de llri
liucodc II. J. n. S.mj.I
bli.....|Ue lem cliegado a esta piara una mande |'
i;.oile hrascos de -al-a pnrrilbi deSands, que alo
vcrdideira.....nle falslllcados, oprcpiridoa no Kio
de Janeiro, pelo que so do\cm acaulelar os consu-
midores de l.lc pierio-o l.ih.in;.....lo c-.ilir lele
engao, lomando as .......las roiisequencias que
inpre eoslumain Irarer osmedlcamenloa folsiuca-
5 do- e elaborados pela mo daquellos, que anlepoeni
f seus inleressesaos males e eslrauoa da liumanldade.
3 l'urlaiilu pede, para que o publico se po-sa lixr.ir
O desla fraude e disllngua a verdadeira salsa parrillia
^ I deSamls da ral-ilicada e rrrenlemeiile aqui chepa-
nlo dia 30 dorurreule. de
com Mcondijoes esUbelecida
publicado me Dfarfe, Dessi
s'i se rcrelierao
nii-nle.
Consullorio renlral I,
las Cru/e-, n. II.
Mdame Angelme Mauvetnay S
Comp.'inhia no aterro da Boa-
Vista n. 12.
A- fregneUM o pnldiro acliaro dentro desle es-
labclerimenlii um grande sorlimenlo de ranadas
ninas o as inai- moileru.is desla mercado, enmu ves-
liiln.de -id.i,li-osela\r..dus,ilc lodas as qualulades,
como de todas m cores, ditos do selim branc.......lio
enrnrpailn, rom lialiadu-e sem elles, para nnh.i,
validos de blondo eom dousolrea balud, ditos
para baile-, dito) i\r barege, dilos de gau lambem
rom lialiadn-, um grande snrlimeolo de chapeos de
seda de ludas ascores edo ultimo guslo, dilo para
meninos de I a !ll anuos, linnele para ineniun. ea-
i......laidc til, eufeilada- de lila-, dita- de cassa,
Heles o mangas bordadas para vestidos, rnuirir,
ipi
nu na ,:.
rnlebeles, na i ua do Itriini n
Alouae o anu.i/em, no qual temple ivw la-
imaeao: no pateo dn 'IVi-
seu proprielaro Joaquim
tierna, e no ine-mo lem
ro u. 139, a tratar com i
Lope de Almeida.
I'recisa-sc para um on&eilllO,dislantod
ea6 leguas, de um feiloi porluauez,
o- planlacflcs, o d> Dador a tua rondo
adiar neslas rircumslnncias, dirija-se
.,1,
hleinl
a verdadeira se ven-
ia ra da Concelcflo
ri'iluario que acoiu-
na primeira paffina
i sua linna em ina-
impresso do mesmo
le.i ilo Hit ile. aiiua/eio II. i, di
AIuga*M um sobrado de um
uarloa na lojn, com quintil, cacin
dio ua ra do AragAo u. :tj; a
rasa de iKirheiro.immediala : a ti
tarn Joao
Reclle n. i
A fabrica fri
ledade, aofl descj
te Pila Orlisueira.
ii rui da Ca
Barroca & Caslro
mlai e BOlio, i
mba e estriba la,
rhave aclia-se na i
lar com propiie
na ra da O u/il
da; oaiinuncianle la/ vet
de nicamente em sua Imt
do Hcciren. fil ; e, alemdon
pailita rada frasco, tem emltaiv
sen nomo Imprcssof, c se adiar
nuscripto sonre o involtorio
Iraros.
No dia "uloeo rente perdeu-e urna letri
quanta de JTOaHTII is., sacada por .Manuel dos.
los Pinto, e>acella por Herunrda Rodrigues ramo-
-ti e Cosa; e eonio a dita letra losse paya na dala
cima, lira sem elleitu algum para quem a possa
adiar.
<) lUCUICO .1. Aliiici
sua wsidencin pura
Criix ii. 'iS, nriaieiix)
da ranirafa.
ditas brancas
cas, manliiih
l.iianja com <
las de lodas ;
lodosas lam
aderer
ele., v
mesmos, e
mesiua ra
para meiii
i.....lelo que sejain
lodos os arraiijoi
leebabadosde u
pree I). I.ui/a An
lias |i. Senht.riiilu
aborto em um asi
Monde se rocebem
sionistas e externa
modos. A- mal
ter.tonlar, co
bordada
seda doma
1 tpelo, car
-1 do SOSO J (
ra, [nglca
uruldade
uas lilil
oiiliamlo
mantas preas de blondo,
para lioiva, dllas de fil de linho.luan-
is de seda, ricas .-apellas de flores de
1 lios de piala. Dores linas, blcos e li-
- qualldodc, de todas as core-. cde
amura*, miarnicao para veslidos preloa,
para lulo, penles do lartaruga. loques, ele.
rlillins de Ifnliu raro, atacador para os
a mu rico M>rlintento de ineroearia .Na
-a faZ-se VOSli los lano para seuhora romo
vestuarios para meninos dequalqucr
;mi, chapeos, luihautes. Inorados e
de lolete de una senhora. reeor-
olidos de dlversne desoflhos, por
nes de Andrade l.cal eauaa ina-
ie I). Thereza de Jess l^ol, lem
moa aula pan o SC10 femiuino,
almonas pensionistas, metas pen-
'.. para o que a casa tem hous com-
is que seeiisinaiu sau: lar, esrre-
, corlar, lal>>iimhar, bordar de
slo, de
opria-
:>
bola
l
.-, na So-
isulveu a
Ierro da
aonde o
KTlimen-
i ns pre-
pic con-
a Aviso Ao CotoMiritio;
M Os.-iliat\n :issi;n.hIiis cuntinuam
fl u l Tu iH11 um r ii todns as clusses em
& j'eiul os seus sortiinenlos de luzen-
(ins por baixot piceos, nao' me-
nos ue urna p;ii, ou urna luz.iu,
a ilinlu'ii ii. ou a pra/.o, eoiiloi-ine
se ajlistar : no sen arma/.eui da
praca do Corpo Santo, esquina da
na do Trapiclie n. 48. Kos-
'on Itookci' (iantes inglezes. Os mesniosavi-
f^ sao ao rcsneilavel publico que abr-
rain no iliii 5 do crrante me/, a
su loja defazendas da i-ua do Col-
lio e Passeio Publico n. I"), di-
Aluga-se urna rasa, na ra duCaldeireirn.cnm
ainiarao para venda, na esquina da travesa do
Mouleiro, a qual esl livre do impoilo : na piara
(la Independencia, livraria n. t e8.
Na ra do l.ivr.imenlo u. 111. loja de lapalos,
recclK-m-se rouros para surrar, a 80(1 rs. a du/ia.
I'reei-a-se aiugar lima |irela para u servido de
ama rasa de poura familia : ipiem a liver dirija-se
ao berro do Padre, lobradn ii."20.
A>isa-*.aoi(|ue(|uiorenidcilar animuei pa-
ra pesiar no sitio da Piranga, por um preto mui-
lo inotlirii: dirijam-se ao dito sitio que arbarao rom
|uemIralar,ou na ruada Praia u. 4.'l,lereeiro an-
dar.
Aluga-se una prela que engomma, coziidia,
rose e lava, ehe muilo fiel : quem qnizer, dirija-se
iaVot/i da l'aneila. uo sobrado delroule da igreja
I
palo, laseadi
rn-cui'/es se l
i um deposito de sen- producios, no
-Vista n. i.', luja de cbaiicos de sol,
rrspeiiavel publico cnconlrira un liado -
la de calcados de ludas a- moras e de lodi
ros, se eitrarrcga dos concerlos e ludo i
cerne un sua alucina, Iflmbeni se I.....a medida p ira
obmde eueonimcudii com promptidSueasseio ; os
womires sapateiros encontrarlo na metma lojaavia-
menlos, beierro, marruquim e camurea, ludn por
pirco commodo : lodos os objecin liciuil menciona-
dos, vcridenMO lambem em ponan.
& 4 0>S! I.'HIKIO llllllLOI'Ullld.
:' Gratuito para os pobres.
3 ft'O BtCifi, nu do Trapiche NotC umnrrn 11
O lili. CASAKOVA lem aborto oseucon-
tsullurio no Kecie, onde podern ser procu-
rado a qualquer bnra du dia.
.N. II. As pessoas que lulo fdrem pobres,
pagarSo pelo Iralamenlo de .'i a iwrno r>.
au eicidemln de don- meses.
Antigo deposito do rape princeza do Kio
de Janeiro, rnsso, meio rtosso, e li-
(lo Itecile ii. 23.


I
i
Bada, ha muilos
. ocien ti (lea aos eensu-
vendo lanas, e lo dlf-
que cheffam a confun-
nu, na na thi Cruz
Vjuva IVreira daCunha ei
anuos, la venda desle rap,
midores desle artigo, que Ii
(renles qualidades de rape
dir-se. que o rape por ella vendido lien dn fal
cante Bslovfto Gasse, um dos mal antigs do Impe-
rio, o que desoja onservem,w|)orqueconlladoi em a
boa qualidado de em lera proprledade de se conservar muilo fresco,
se sugeila a aceitar qualquer porco, que porde-
feilo do qualidado lito Mr engeilada. Para mais
commodidade de seos frcdoeiei acaba deeslabele-
cer mo deposito lilial. na ra de Apollo n. '2.
Aluua-se a toja onde fui padaria. na ra No-
va, com rommodos para motada : a Iralar ua ra
l\0\r1 u.3.
Precisa-se alonar urna ama para corintio? e
comprar na ruu : na ra da Concordia n. H.
Na ra Augusta n. 39, precisa-se de urna pes-
sna Iimo para criollo, c que nao leuha familia : a
Iralar das c. as lo da manliia, e d ia 9 as 5 da larde
AVISO AOS SENHOftES DE ENGENIIO.
Atientas as pandea vanlagens ua moagern de can-
mi,provoniedlesde ter os tamborea las moendas
perreitamcnle loriieatIiH,oalmKoasifiiHdo respcilo-
sumenle lemhra aot senhores de enuenlio que na
sua fundieo de ferro em Fra de Portas se pode
perfeitamciilo (ornear de novo um juo de lamho-
res, e aparar e rndirctlar os denles dos cirretnaeom
lana pre^Ie/a, que se pode enlreua-los no mesmo
dia, cvilando-M! asfiim o iiicoinenienle da dotnora
dos carros e o impale da mo.cem ; assim como que
a mesma fundic^lose icha scmpresorlida, alo sd de
novas moendas de t!i\ersos lamanhos e modelos, se-
nlo lamhem de roda* dentadas, (auto para auna,
como para aninacs do lodas as plOporoSea, a saber I
volla por \.ilia. \olla e quarln. \olla e terco, volla
e meia.duas, lies, quarlio vollas ele, ele, e por-
Inulu que qualquer senlior de eiuzenho quertMitlo ar-
ce I erar a sua nuienda, a lim de moer maU caima no
mesmo lempo, ou retarda-la, a lim de espremer mais
liquido da mesma caima, pode sem demora escollier
as ludas compelenles. Fundirn de ferro na ra
do Hruui passaudo ochafaris. />. W. fotrman,
angenhelrOi
Manuel de Almeida Lupes, cum casa dt
consi|jnacau i\v. tncravos, na run dos
Quarteis n. 24.
Nesla casa recchein-secscra\ndecommiso pa-
rase vender, lano para a provincia como para lora
della, por conla de seos cinos; alHan^a-se o bom
iralamenlo e semiranca dos mesmos ; e lamhem
compram-sc e pagam-se bem, aaradando.
Desappareceu no dia 6 do correle
do abati assipnado, o sen aprenda Jos<
licnaes seauinles : crtr parda ealvacenl
falla gagueja muilo, calca o camisa do al:
roga-se as autoridades pollciaes a apprehensiln do
reme, ea enlrega no ForleduMaltns, eslaleiro de
carpinleiro de Juo Itodrinues da Silva Valle.
Pre-i'.ii' de um cozinlielro perito, c que seja
hallante dli&enle, pois << cianle, se pagar generosamente : na ra do Trapi-
che, armazem n. 7.
dn poder
, rom os
. quando
HloaiQf:
U IIHilUflI l
:i na (la
indar, on-
de (>de continuara ser procura- *4?.
fin ;iir is *i horas dit la nle. $
Madama Knnlicr, mudi.st ranee/u, na
rita Nova n. So,
acnlia de roceber pelo navio Qertleni um lindo sor-
liuicnlo da chapes deseda para iisseio, cde fellro
eiifeilados para montarla de senhora, romelrasde
icambraia com mangan bordadas, prepandos pata
vestir- te puf balso de palito, chales prelos o hran-
COS, liloes de euliar e*pai lillios, molos para seuhora
! enntllese lurhanlCS para hailes e liieatros, lilas La-
nas para ctlllus, llIVOS de pellica Inania para H'iiho
i.i, camisinliaa bordadas, lntoa de silla, luvasdo
estamento, ligas, romelrns, manguitos bordados!
da ile furia-coros, maiiln* prclas de sena, imitaco
de blond, voaluariosde ae4la p.....menina-;, dilos pa
ra meninos, lequc-, franjas pula-;, louca de hap-
tlsar, e muflas outras faxendas itor proco commoiloi
A'ITEN(.\(), IMCO IIKPOSI'IO NKSTA
CIOAUE.
paulo Gaisnou, dentista recelieu agua dent-
frico do Dr. Plerro, eala agua conliecida como a roo-
Ihor que lem apparactdo, i e lem tiiuitos elog
seu autor,' lema propriedaue deconaervar a I
clieirosao preservar das dores de denles: tira o
lio-i den grada vel que -1 V em eral o charuto, al
sumas solas desla iiumcopn d'asna ao Bufllcien
les ; lamhem se achara p dentfrico encllenle para
a conservarlo dos denles: na ra lana do Kosarii
n. .'X>, segundo andar.
"vFabrica de chapeos de sol, na prae,a
da Independencia, n. 35.
M a noel Jeune, cliegadn ullimameule nesla cida
de, lem a honra de participar ao respeilntel publi-
co, que irouse com sigo, um rico e completo sorli-
menlo de chapeos de sol. lauto Je seda romo de
paniiinlio para homcm o senbora, rlcoa rliapcoa de
seda com cabos de caima da lndin,diloa com carica-
turas, dilOS marliiu, bengalas e outroa muilo- objectos dos mais
modernos o variados, assim como Irouse lambem
um lindo sorlimenlo de B04las 0 paiiOinluM para co-
Inir qualquer arma^Xo usada : iodos osles ohjertos
menciouailos.rnncerlam-scrom SSS00,e promplidio,
por prero- mili razoavefs, e mais borato do pie em
oulra qualquer pule; \cndem-so em porcaoe a va-
AO l'ILKO.
N armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vendo-se tuxi completo sortimento
lie la/.cndas. linas e ffrossaf, por
precos mais liaivos do que cni nu-
tra i|iiali|iier parle, tanto Mil por-
ees. eiiino a re.illio, alliancando-
se aos compradores mu ai |ncro
para lodos : esle cslabcleclniciilii
ahrio-se de combDacao com a
maior parle das casas comraerciaes
inglezas, trancezas, olleuiSas c suis-
sus,paro vender fazendas mais cm
conla dotpte se lem vendido, epor
slo olli'rcceiido elle inaiores van-
tageus doque outro qualquer ; o
propnetano desle iinjioi-ianie es-
labelccinicnlo convida a' lodos os
seus patricios, eao publico em ce-
ral, para que veiibam a' bcni ilus
seus iiileresses) comprar l'a/.endas
baratas, no arma/.em da nal do
Collegio n. 2, de
Antonio Lili/, dos Santos.
rririia So ira a prela, larra ou r,i|iii\d,
paia .iiii.i de rasa de poura ramilia: no licriuln Aze\-
i. 7, |rimciro andar,
-se iilusr lima psrr.iv.i que nflo soja
lodo serviro de mua rasa de poura fn-
a Iralar na run Nova n. II, luja de Mr. Ga-
imeiito qao e
lo traladat. [
Kasunsi ii.
.i, de froro em liil.-i^in'.-i, de
iHl, e oiitnis obrrn de agulha pi
niiiii.ilh.i iiaciiiM.il, arjllimelira, r.m
musir vocal, dama e toda e qualquer
que os p.ni quoiram mandar ensillar aa
pr>-ua> que is ipii/eiein liounir,
Dririn inlbleilm pela
Dlliss
las lerSo, c
ira on;iii' pi
sohrado
\
roubadi
aefiiinl
i; dllas
llgtKX):
ItestlUU i
,o pe di,
dia I.-
na i|iiin
i|i: ni
d
iln
lia
las
IINMIO IS
m p.ilarii-s
lili
i'
lelo desvello
lero dlrlRlr-
da rilieia u
encarnada.
' fui o aliaivo aUBRI
H.-MI t~. comlanl
Jovnln
rom que
se rua
pululo
ssionadn
n
Ha-NMI r-.,'^
ra., o que [lid,
IVilo uo anuir.
di Sensala V
nadas a-, dili^i
leilJlSI ra
i .lilas de llitODO, !l ditaa di
BOfitlQOm., em rrosadoanovoi
le M, -.XI, III e .V-IHHI r-
i'.indres do msenria de roaa WlgOOt)
inuiila a l:4Wi<>30tlr<. I ni iirouli'i
em do aliaivo asslftnado, silo na rua
Iha. Al o prsenle lem sido frus-
IICM dM aiilcriil.nle-, mas oatiaivn
ido
qu
la c.pera, que medanle ns cuidadi -
nesinas aulorldadea e d conaeirncla dsquellei
i-ul porveiilura fuieni ullereridas para tracal
las por peswas, que segundo icui lucroa n;ln
j.i.".".iu legilimainenla uosbumis, pnderii liualmeu*
lerehaver o que lano lie riislou e L-auliar.
mm :: 'v&xxx**
Aos enfermos.
Joaquim(ionies dos Sanios Mar- M
(pies conliiiiia a Iralar da artbrite, K
M do rhetimutismo e das molestias -p?
h nervosas recebendo doentes s- S
mente ate o dia I i do presento : &(
as pessoas (|iiejul;;areni prolicilOS i
os incios que empi'ega na cura 'A
dessas eiileriuilades, podeifio en- T-
contra-lo no seu consultorio da >{

no sen consit
rua da Cadeia do Recife i
dos os das uteis, das
manliaa as i da lardi
K da lioite
lo do Petas
Precl
viciosa, par.
milia
dailll.
Oirerere-se nina ama para nal de hornea) sol-
lero ou de pouca familia : quem precisar, dirija-se
rua do Foco o. 17.
Thereza da Crux l'ercira Korha, Uraaileira,
relira-se para Europa.______________.
BsjaaiasaBtBiai aotasisoiagsagai i
Aluga se urna linda casa
de canipo, a qual e raiada, ,- ruja piulura atlI-H ulliiiiaiiilo, leudo com- i
modos para uraiuie liimilia, fa/eudn-s,- mais rcrum- ;
mendivel pelo apmivel sitio em que se aeha edili-:
ceda, srn.lo eile na PiMSinm da Uagdalena, junio '
o do elrurglilo Joaquim Jos lveo, eoquol ainda
que nao comnoslo de numemsoa irvorea u-uclireras,;
rom ludo ollerere minias vanlacens ao aluaador, '
pois que alcm rio Mcellenle anua rio belier.lem urna
roilimoila rocn-ira. e-llilialia. .llildieiro, quarlus
para fi-ilor e preltht, una oplirha lalrina e oulras
umitas commodldldei que loiiiar-sediia f.Klidin-n
enumerar ; avila duque, quem pretender, dirija-
se ama da l'raia, sobrado ll. 89, segundo andar,
que ahi Reliar com quem Iralar.
Avias-so a. peoioM que leal miado sobra a la-
berna dn rua do Collegio n. Ili. que neMei dias se
esta resolvdoa nlllmar o negoelo da mesma, puf
-.sr. querendo, oo quem de novo a pretender, pode
apparerer na mesmo, ou na rua do Queimido n. 10,
segundo andar.
Ahigi-oo mu opliiiio moleque paralad er.
viro: qin-iu precisar, diiija-sc a rua do Anioriui n.
'.). lereeiro andar.
Na nova ofllcinadesurrador, sila na rua
larga dn Kourion. Ili,
ronlimia-se a preparar com a maior prstela e per-
l,n;,i'i toda a quididadc de couros, sendo o prero o
man cmconia poH|vel,eomo se pode eonheeer avista
do precodei.HKIrs., que se leva por du/ia do rouros
preparados para pelo e liram-o, merecendo a mo
d'olira luda a|ipros.u.-,io, pois M ciinllimados Ireiuie-
xes que lodos os dias se adquire. o moslram. Aos
iilinri-s arlislas e li.diulf iros a\ i^a-se que lamlieni
prenanm molos de sola, a l&tm a iln/i.i, e avul-
, a I ll rada meio I o prero he de auradar, Ilcan-
do os freiue/essalisfeilos.
O abai\oassi|;iindo, npezar de estar
auloiisado para poder vender os pcnlio-
res vencidos, que enlao em sen poder,
visto ser esle 0 trato, coinludo nao dese-
jandoque alipinias|>cssoas tcnliam ipiei-
mis, por meio deste faz sciente, que se
os nao tirarem dn dala deste a 8 lias, os
ptiSSafa' a vender para seu pagamento.
Jos Alvos la Silva litiimai-jes.
Offcrece-se um rapa/ porluguez -para nixeiro
de taberna ou oulro qualquer eslabeleciniculo. jiara
liunai cunta por b.ilam;o ou mu elle, para o que lem
bstanle pralica : quem de seu presumo se quier
ulilisar, dirija-so a rua eslreila do Rosario u. Ili,
taberna.
Muita attencao'!
Sr$. /tetlactores. l.embrado- eslarSo Vv. Ss.
eo publico Innibem de rions auuunclos por mim as-
sittnados, que liveram publicidade no seu muilo
couceiluado jornal, nos quaes agradeca eu ao Sr.
Joaquim Joc do l'.m a o bom Iralamenlo que dn
mesmo Sr. recebi duranleo lempo que fui seu ca-
eiro; aaora, porm, he para mim sobre modo pe-
nivel fater sciente ao publico do que se passou en-
tre mim c o diloSr. Paiva, para que o publico de-
cida de que lado pende o raiao, cujo fado passo a
na-rar sem offender a verdade.
Durante o lempo que fui caiieiro do dilo Sr.
l'aiva (qiiasiqualro anuos) sempre me porlei com
loda a suliordina^ao e respeilo, cumprindo eiacla-
menleOT incas deveres, a ludo quan lo uu- era por
elle determinado, do forma que nao desse lugar ao
menor desuoslo por parle de minha rondiirla. da
qual julgo nao lera nada adiier o mesmo Sr. l'ai-
va : ora, saltis vos, Srs. redactores, e o publico
lamhem, que em urna casa de negocio ( seja ella
qual for) nao se piiilc deivar de ter conla, c mr-
menle um botiquim, como lem o Sr. l'aiva, e mes-
mo por ler eu recebido ordem do mesmo Sr. ( islo
lie, vocalmente ) para vender caf o o mais fiado,
sanenle aquellas pessoas quefossem por elle indica-
das, eu assim o liz cito momento ,|e me despedir de
sua casa exitliain varias con las que faniam a quan-
ta dr 1*3110.
Acoiilecendo porm ler o Sr. Paiva dado socio-
dado na casa aoscu amiito -compadre o Sr. Kapo
10, pouros dias depois de publirada a sorieriade,
la por alo goslar desle homcm, c iiflo querer su-
jeilir-me a lervlrdebstao de sua directo, visio ntt
ler elle eivllidade algiima, oser por deiuais gru*
Miro no seu modo de tratar, (o que sahein mulles
pe-soas, e inclusive us nicasruuipanhcirus pro-
cure ao Sr. l'aiva c fl-lhe ver a rcsolucan em que
eslava, eque por consequeuria elle prociirassc quem
mo podesse siibsliluir, ao que re-poiideu-me que
me nao |iahs dadomotlvospin ou sabir de sua rasa,
purera virio que assim o querr, Osene-lho o favor
de deniorar-iiie maisaliiuiis dias, passados os quaes
(oiii ru>ilo relirei-me. Ociado de Vollsr uliiude
Juslarmoi COOlM, segundo me disse o momo Sr.
l'aiva, e vollaudo eu doUB dias depois para o lim
rima exposlu, o Sr. l'aiva niandou-uic passar re-
i-ilio de quitaran geral [ Inas sem me ler pago an-
da o qual de hoa t pa>-*ei ) no enlrelaiilo quando
eoporava cu receber o linheiro qe honradamenle
liavia canho com as radigai de meo Irabolho, spre-
ci'la-..... o Si. l'aiva movido lllve por al-uin
Espirito Santo de orellia. i quintil de MlfSiill cm
diidii-iro o onlrein-me urna porcio de costa
importancia de 689140 n coinoj.imciirionci, alim
deembolrai-niede !l!l3U0ll rs. que me liiili.l de pu
jar. A \ isla desle iirocedinieiilii do Sr. I'ajva par,
contigo cu ri'i-use aceitar diu eontas, virioqoo
as dividas do qualquer caa de neeDcio silo |ierlen-
i-i'iiles ao paliao.e nao pera seren dadas nos Clisei-
rna em pagsmenlo no icio de saliiila da casa, -un
se duraillou lempo que o cslseiro esleve neoN rasa,
pralicou algum roubo.....ele ceso be obrlgaclo do
patrio provar irio c provir i......Indenlenieule; mas,
eu nloeriou nealeciso, epor isso mo merertado
Sr. l'aiva a arrao lao haiva que pralicou eouifgo.
Agora,sabei lambem, Sis. redactores, quciim caso
idntico a esle se den entre n mesmo Sr. o um ou-
Irn i aiveii o da casa.que lendo de recebor .lirjlllll) rs.
apenai rerebeu .vshki r. Noenlrelanlo por. l'ai-
va be brasiteiro, he peri|.(iiilnii-auo, e pralii-a um
arlo diar.o de roprovs(Io que be esle, com um sen
raiieiro, que sempre o soube respeilir, e que lani-
liem hehrasileiro Obi islo ponerlo desacredita
muilo e muilo ao Sr. l'aiva, que alias me increreu
alaain lempo muita rolMdcraco, e se o mesmo m.
l'aiva continua adeivar-se mover pelo seu compa-
dro de pagar aos seus caiveiros i-oui ronlas. |mr
Man dovida que daqui a bem ponen lempo elle
mesmo marrar bilhar, fara caf, dar sorveles e
rara todo o i-ervico ipie fa/.ein os caiveiros. porque
URO Rehar quem o queira servir. Avista disto, Srs.
redactores, cu piu-a alo perder o mea dinheiro, iu-
jeilci-me ao que qui/cram os Srs. l'aiva e Raposo,
islo lie de me pagarcui com dividas da casi, e llies
Randera muilo esta boadsrie. que comigu liveram,
cello de que 0 publico saliera decidir a respeilo
leve. Acora decidi, Srs.. vs e o publico, de
qual dos lados cvisie a ventado, quem lie que
prolende locuplelar-se rom o suor ulbeio. S'
mi.-o conriRiilc lellor
Fraiiklin Jote don Sanio
fllierece se nina ama secca : delra/
Caldeireiro, as casas do Aruorim, n. ii.
I'i'l.i prerisao que lia para liquida
las, vende-sc nina loja de chapeos enuis aeccssoiios
para o r.iiirii-n dos meamos, rom poiu-os ruados o sin
lugSI proprio pnrs qualquer eslalielecimenlo, por
ser cm nina das principal run do comnieicio desla
ciliado : quem a pretender, dirija-se a rua Nova
n. i.
Koga-teaoSr. N. SI. I. ti., caiieiro da rua
de Apollo n.-Jf., aruia/rni. o obsequio de mandar
pagar na rita da Guia u. :li-e i) o que esl a dever,
pois RAO o fa/eiulo lera de ver o sen nomo por es-
teno nesla (billa em quaulo nao pagar.
Juiin hranci'eo ile Sou:n.
fjiieni precisar de nina ama pira casa de bo-
niein sollefro, que co/iidia, eiigomiua, lava, e faz
lodo mais sen ico de nina casa, dirija-se rua das
l'riiicliciras n. ", q.e arbara ciuiiquein Iralar.
.No palco ila Suda Oui n. K, ao p da bolh
precisase de Ulna ama de leite para acabar de criar
..... crimen; paga-te bem leudo bou: leite ebai-
lante.
O ahaivo assignadu ni solalo ao respcilavel
publico, que desde boje cm dlanle deia de ser seu
caiseiro Luis Joaquim Perreire, e deaonerado dos
aervicoa da loja eeobranea ; c por ser verdade neo
esle.l'irt'iriiiu Jote Ferreirn.
l'rerisa-si- de nina ama para casa de pouca fa-
milia, queco/inlie bem eeiigoininc, e o mais neces-
sario de casa na rua da Cruz n. 13,
Na rua da Cadeia de Sanio Anlouio n. 30,
deseja-se tallar cun os senbores aliaivo menciona-
dos : Francisco Ignacio da Cunara Pimental, .Ma-
nuel lioiucs da Silva, l.uurenco l'errcira de Siui/a
Jnior, Francisco de llollanda Chacn, Antonio
Jos de .Mello, Francisco Joaquim da Cosa, Juo
do lleco Barros, Jalo Rodrigos da Silva. Jos,- Por-
firio Teitolra de Mondones, Francisco Percha de
III ilo. Joto Thonial dos Sanios, I rain i.co l'errrira
Pinta, Slanoel da Silva Marros, Simao Rodrigues
do Espirito Sanio, .Manuel Mono doCaill, Jos de
Barros Flelo, Joo Luis Peni, Joto Cavalcanli de
Mello Albiiquerque, Vicenta Alvi-s Illanco, Joa-
quim Uoihiciies dos Sanios. Antonio lli.isilino
de llollanda Cavalcanli, Jo- Ciiiiecundcs ila
Silva Francisco Affonso de Albuquerquo e
.Vello. Jos Cardoio Cavalcanli, Jo- do Benevldes
Falcan Jos Rodrigues de Carvalbo llomingos
Pereira tioudim, patricio Josa lavares de Vaseea*
cellos, a negocio, c faz-se esle aiiniiucio |ior osla fr-
da na do
ilo de cen-
ia por assim ser mal
i's oh algnem por elles.
Ignacio l.u
fcil ii ,ii.......estes senho-
r/c llritu Tal.ortla.
COMPRAS.
PanloGaignou, dentista
Pode ser procurado a qualquer hora em
aua casa na rua larga dn Rosario
.Ili, segundo andar.
..J8SSqB*jtS--
Francisco Jow: do* Piwns minloo o en uoiue
para Fraucisco Jutdoa Paaaaa Quipurea.
O ;W A, conlronli' io Hiw.irio ilo Sanio An-
louio. compra papel para cinlirullm jornars limpo}
a juntamente vende I calillo bem comlruido, pro-
prlu para bolacha mi aaaucar.
Compra-ae qualquer peta vetlu iie metal elia-
inailo .Ii principe, prclYhii claro: na rua do Collegio n. 25, laberna lo Fontaa.
Comnranvee eacravoai e vemlem-se. recehem-
le ilc coniini>.sio. lano para a provincia colno par
(tira della; na rua doa Quarleia u*aMeagaDdu ajuar*
(^mpram-M eaeravoi deambea o- ietoa,de
Idade do fU a .10 aimo^ ; piigani-se ficm : na rua
Dircila u.:i.
Compra-ae urna eterava que faina bem -
coinnmr L-rn.tiiili.ir, e ipiu nao lenlia vicios, ncm a-
clia(pie, e una iieuiinlia rua tln Amorim n, -2~>.
Coaopra-ee mu eabriolel eoea colterln, ou sem
ella, que esleja em otado ile se faxer u-n delle: na
praca ila Indepemlcncia u. (icK.
Omipra-se urna cabra (bicho) que d batanla
leite, e que ><(.i mausri, e ticiulo ja cosluniada .i
criar meninos, pagare bem : a Iralar na Mngne-
la n. 1.
(ioinpram-sc os arreios para um eabriolcl,
menino em segunda inflo, que cnlejii em bom t"-l.nln:
na rua ISova n.ll.
Coniprii-se um prelo c urna prela que leiiluuu
boa conducta; agradando paga-se bem: na rua
Nova n. 16.
VENDAS
Yeii(Jc-se um bonilo inolei|iie muilo bnm co/.i
heiro c cnpeiro, sem vicio, duas urelaa inoras que no\o
(inham, lavom servera para i|uilandeiras na rua
largado Kosailo, n. 'i, senuudu andar.
Farinha de mandioca a 4,500 rs. ,
uo trapiche do Ctinliu, du ruu da Moodu,
vendem-sc saci'iis corn (ai-inha da tcn.i .
mullo nova etorrada, a ig500 rs.
Vs3" Sellins igleies. Jt
Vrnilem-se sellins ingle/es
de patente, de primeira qua-
Kdade, proprios para a fes-
ta : no armazem de Adani-
sou llnw ir \ Companliia, na
ni,i do Trapiche n. M. No
mesmo armazeih vendeoi-sc oleados pa-
ro assoalhar salas, muilo ricos, tanta em
qualidade, com em gosto de desenlio.
* Cuicas de casemiras buriitas. .
# Vendem-sc corles de calcas de casemira, 9
muilo hnns parirles, a .59000ris caria corle:
M na luja rio sobrado amarelTu nos QualroCan- #
los da rua do Uueimado n. 29. St
Attcnr&o ao l>arteiro da loja de miude-
a mis n. 40.
Participa ao re*peitavel publico, que est ven-
ilenilo suasmiudeas por mullo bailo prero, como
sejam : loueadures pequeos parOj cima de mesa, a
lltl rs. rada um, leqiiesite osso branco, com muilo
lioniia- pinturas, a :ini rs., joros de dama,gran-
des c pequeos, a Jr>".(i 4S0OO n. cada um, mui-
lo linas eseovos para cabello com espelbo, a I9U0
rs. rada urna, ditas para rouna, a 400, 600etMun.,
chapeos de sol de seria furta-cores para homem, a
MOHO rs., aunis de cornalina para liomem e senho-
ra, a I.-iiwi rs., muilo lindas e modernas pulreirn
do ullimo uosio. a lo.m rs. cada urna, luvas de se-
da branca e cor de caima, odr de lirio o pardas para
liomem, seuhora e meninos, a Ia800 o par, (lilas en-
feitadas para senbera, a "3000 rs. o par, mullo ricas
lilas de seda para cinleiro, um completo sorlimenlo
de pe fiini.n ia< rie lodas as qualidades ; ludo so
scnde muilo mais barato do que em oulra qualquer
parle: na rua do Queimado, loja de miudezas n.
IH.ile Antonio Jos de Azevedo.
Luvas de pimo inglez pura liomem, a
IjOOOrs. o par.
Vendcm-se na rua do Queimado n. 19.
Carteiras e cluu-uteiras de muito bonitos
gostos.
Veiiriem-sc a 38000 rs. rada una : na rua do
l.iii..iiii.i.ln o. V.l, loja de iniiile-is de Anlouio Jos
de Aserrado.
Vestidos liara tos. O
$?* f!onliimam-se a sender corles do voslidos de 9
;a) i-hila de turra, padrAcs modernoe cores II-
sas, pelo Ii Halo pieiii (le -2-ihhi ris caria cor-,
i le : ua loja do sobrado amarello nos Qualro
> llantos da rua rio (.lueimario n. 29. #
;;-; W4tt*m9mt:6mm9tt9Q9
\at-opes tiara refrescos
de aroselbas, lamarindos, linio, lima, laranj.i. ca-
pil. uomosu. de vinasre, o muitns outros: :ia rua
do Vigario ii. 29, pi ineiro andar.
Trincliantes.
Vendem-sa superiores Irinchantes com o cabo rie
metal principe, obra de oslo: na uova loja de fer-
ragens da rua do Queimado n. ai.
Bandejas para (arinba.
Vendem-se liandejas fundas de muilo bonila piu-
lura. proprias para holr frinha em mesas, por
milito narala privo i nanoya loja de frraseos da
rila do Queimado, o. 30. Na mesma loja lambem
se M'ndein bandejas muito pequeas, as quaes ser-
vem para nollas se olleroccr chariilos ou oulra qual-
quer cousa, s islo o lamauho e a delicadeza du obra.
ATTBNCAO.
Nova loja de :l porlas na rua do l.ivramenlo o.
K, vende-sc corles de canibraia de cor som Ires ba-
ilados, sendo minio lina e cores fila, a 29H00.
LOTERA 1)0 KIO DE JANF.IKO,
Aes 0:(l(l(l.sO(KIlei-s.
Na casa Feliz dos qualro cantos da rua du Quei-
mado u. 20, vendem-se os muilos leh/e- InlUele.-,
lucios tullirles, quarlos, oilavns e viimiinos da
lerreia loleria da eslrada de Mauc, cuja lisia se es-
pera de IB 18; a elles.que clan no resto.
Fazendas baratas, nova loja, ruaNo-
va n. 16.
Vcndein-se modernos e houilos corles de casemira
l'ranee/a a.VjiNKIc IWKI rs.. dila de algodSo, rie
muilo houilos padi oes a 1-XiOOn rolle, caslores de
ipiadios e lislras a 220 o covado, corles de brim com
barra para calcas a 's;i, 11 rs., linho lino para calcas
e palili'is, a :I(I0 rs. o rovado, leos de selim para
Rrivalos, a 1-iKio e ISUtS) rs., panno fino prelo su-
perior a 39300 i- .'oMSI s. o covailo, dilo azul supe-
rior, puquio para fanlameiilo de,arlilharia, fuiilei-
roa o da uuarda narional, a :l<)000 rs. o covado, cor-
le- de i olhles de fustn a 800 is., dilo superior a
liMOO, dilos de Ruruurlo de seda a 2a00, 2.i00 e
IIJJOOOi-.,leireos branrns c rie cores para aliphcira,
a :|.>MK a duna, dilos de ||aiuia a l->"i00 a duzia,
nieias para liomen.e meninos, rio 2al00. 29800. e
.'l^2IK)a du/ia, solireeasacos fraiicezes de linio, obra
muilo bem feila a iloOOl) e 9000 rs., jaquelas ecat-
eas da uu 1:11,1 moda a .'-I c29500 rs., brim luan-
co de linho a MU) a vara, dilo muilo superior a
IgaOOa vara, alpaka prela superior a720 o 1*000
rs. o covado, e oulras inuilas fazendas baratas.
Fazendas baratas, nova loja, rua No-
va n. 16.
Vendem-se olidas de cores lisas, houilos padies,
claros o oscuros, pelo barato proeo rie 120, 110, 160,
IUO, 2110. o 210 rs. o eovailo. casias Trancezas, bo-
ilos padroes .1 2>200. e :i9000rs.. oainbraias fran-
oezas.ile bonitos erielirariosdescnhos,a600rs.avara,
oainhraia dosalpioos, com 8 e U varas, a :{)>5Ufl o
corle, (lilas aberlas, nariroes bonitos, a 3900 rs.,
vestidos rie eambraia hrancos de barra, a 9OO rs.,
dilos rie I a r-babados, leudo lamliein habailo de
odres, a 4"i00, aOOO. c .Vj-VOO. dilos de eambraia
de ehuvisoos de I babados a.59000 rs., (litus bor-
dados a l.VKI, dilos rie cassa pintados de I babados
e barra, a SlSOO, peoas de qambrsil coro 8 varas, i
23.VKI e 2f8(SI rs.. oassa lisa muilo lina, a i80,610,
e 720 a vara, riscariu francez muilo largo a 280 o
covado, oassas de quadios e lislias para babados, a
2j'i(l a pera, e 320 a vara, chales de cassa a 114(1 e
19600,rillosdellaealodao,a l280, dilosrie alsoriiu
e seda aS|e3g rs., dilosrie lia escria muilo superior
a58 rs., manteletes prelos c de odres, o 129000 ra.,
selim de eores a !HMI rs. o covado, damasco de 11,1
a 900 rs. o covado, baeliiho a 110 rs., meias para
meninas esculleras a 210, 320.100, e 480 rs., lentos
ile seda para hombros de scnhoras.a 28000,0 oulras
muilos fa/.enrias que se vendran baratas,e para
maior coimnodidaric das pessoas que nao possam
-ahir de ilia, estar a loiaaherta at as 9 lloras ds
noile.
le-sc uro casal de rrioulinhotr, sendo uro
., o outro de 11, boas figuras, de esperan-
io muilo proprios para um pie-roto : ua
n|el n. 54, a Iralar com Victorino liaii-
tos Sanios.
Deposito (lo rane princeza da iiiliride
. .1. da lloclla >\ Companliia, do Kio
c Janeiro, na rua la Crur. n. 57, se-
gundo andar.
Joaquim Ferreira Mendostuimaracsreccbeu yc-
lu paquelo Cuaiiittiara nova rcmessa do escellente
rap nacional princeza. da fabrica rie J. J. ria lincha
,\ Compiobili do Kio de Janeiro, onde he muito
a|u liado e lirio pelo nico que melbor subslilueu
de Lisboa, pela nrindl seinelhanta que com elle
lem, lano em cor romo em aroma. Elle lio lam-
liein ja bem apreciado na Babia, Macero, Cearu x
Maralo, c geralmcule em lodas as parles onde
lem sido iiiau.lailo ; paia inaioi onmmoriidade dos
compradores lambem o acharao venda na loja rio .
mesma casa, ua esquina rio largo rio Collegio, ta-
berna do Sr. Mauoel Antonio dos Saulos I otiles; e
no alerrii ria lloa-Visla, toja de raleado do Sr. Joa-
quim Jos Oas l'ercira.
Vendo-so o engolillo 1'npesMir.i, riislanlo.da
eiilaile rie (ioianna, tres leguas, inorle e 1 menle,
com boas Ierras rio varzea rie massape,proprias paro
se poiler safrejar rie I a ."> mil paes Je assucar yvt
anuo, boas mallas, sollo para se refazer mais de mil
raberas de ailo, milito va'lenlo d'agua por moer
rom rio denominado t.upessiira : as pessoas que o
ipiizereni comprar, pndem enleiiiler-se com Wan-
deili-v ,\ Iiiii... rua da Cruz 11. 21, esrriplono.
Botina de bezerro.
Vendem-se bolinsde bezerro francez, a
7^)00n. o|Hir ; assim como saputoes*de
lustre, a i-ijiilM) m- : no aterro da Boa
Vista 11. 58, loja decalcado.
Couro de, lustre francez.
\ rmlr-se -o 1 i-i mi 'un o rie luslro franrez muilo
inai -io .1 I.--. I .Vil I, 29 o tj00 a pello, uor
Vem
lO '.I auno:
(00, por is.
0,1 lio 11.11
isco
i'slar 111,1 |n,ii,,, defeiluoso, porcina vala da quali-
riarie os romprariures riirao se he ou nao baralissimo:
na 111a rio Queimado luja de miudetaa da Boa Fa-
ma 11. :i:l.
Venrie-se lima du/.ia de cadeiras, cum asaclo
de palliinha um jogo de cousolos, um sof.i, oum
par de baiiquiuhas de columnas, ludo rie jacarando:
nu palco da Ribeira de S. Jos a. II.


s



mi -

1.......K !
Vende-** un terreno ha roa da Alegra, coi*
fronle becco da na Vrlha. por prero commodo,
a tratar na rua Nova, n. 63.
Veude-e um ravallo novo e forte, profiri pa-
ra carro: na na larga do Rosario nadaran. 18.
Ricas abotoadura paracollctc.
Vendem-se milito lindas ahotoaduraparacollele,
as mai* modernas poarivcis, a 10000 rs. rada urna;
aaaiui como ditas douradas para casaca, usase lavro-
das, as melliores que tetn viudo a este mercado, a
4J0OO rs. cada ulna : na run do Quelmado n. 49,
loja de mludeiu de Antonio Jos de Aievedo.
Meio de destruir a trara.
Na ra do Queiiuado, loja de miudea n. 49,
vende-se pasta com um cicellenle cheiro para
Dio deara Iraca entrar em baliii, assim como
;uarda-luvas cora o mosino cheiro, obra a mus d-
cada possivcl, a l)MK>rs. cada ulna; a ellas, antes
que se acabein.
Vende-se umrico violao, porcom-
modo prero, com a sua competente cai-
xa: nu armazmn. 21.
Vende-se um lido mulalinlio vindo de fra,
com 8 a 9 alios de idade, sem deleito : no aterro da
Itoa-Vi-i.i n. 60.
Vende-se carne salvada de porco ede varea,
em harris pequeos de 50 libras: em casa de Ros-
Iron Rooker <\ Compauliia, na ra do Trapiche
n.48.
Lindos e modernos pentes de tartaruga.
Vendem-se muilo lindos pentes de tartaruga para
prender cabello, pelo dimiuuto proco de .>D00O rs.
cada um ; assim como ditos lisos, a 43009 rs.: na
ni.i do (Jueimado n. 49, loja do iniudezas de Anto-
nio Jos de Aievedo.
Cliapeo/.inhos para menino, do ultimo
gosto.
Vendem-se muilo modernos chapeozinhos para
nieuino, os mais delicados possiveis, rom muilo bo-
nitos cubiles: na ruado(lueiniado, loja do miu-
dezas n. 49.
Vendem-se lilas para cartas de ha-
chareis: na loja n. 2 da ra Nova, atroz
da matriz.
Vendem-se riquissiruas ahumaduras para col-
leles, ditas douradas, o casacas de cores : na ra
Nova, loja n. 2.
DEPOSITO DE (Al. E POTASSA.
Na rita de Apollo, arma/.eni de Leal
Reis, lera superior potassa do Rio de
Janeiro, e da America, e cal em tirara,
chegada de Lisboa no corrente me/., na
barca Olimpia, tildo por preco com-
modo.
) Cera em velas. $'
i$ Vcndc-se cera em velas, de su- (T
(tjj) perior qualidade, fabricadas em H
rf) Lisboa, em caixotes sortidos a' (&,
(* vontade dos compradores;, e por 2
"|2 mais barato preco do(|iieemou- .a
j! tm r]ual(|iier parle : na ra do w
W Vigario n. 10, segundo andar J
'#7 cscriptorio de Machado & Pi-
($) nheiro.
Veiide-M a taberna da rttl das Crures n. I,
rom fundas a vontade do comprador, cum boiiscom-
inodos para familia, ou se cnlreaa por bala uro : na
na de Horlas 11. que adiar rom quem Iralar a
qualquer bura do da.
Cal de Lilboa.
Na ra de Apollo, armazem n. _' II, ha superior
cal, UOVIi riii pedra, a preco nniiln ra/oavcl.
Vende-se nina laherna, sita no Varadouro da
cidade di- Olhida, na esquina dcrronle do porto das
canoas, per bailo do sobra quer prinripianle por ler pouco* fundos : a Ir.itar
na ra da Madre de Dos, taberna n. I(b\ no Hecife.
Vctide-sc o verdadeiro robe nntecvplulitico de
Lafleetcur: na rua da Cadeia Velba u. (I, botica
de Vrenle Jos de Krilo.
Ob que pacbincha !
Na luja de (iuimarAes ,\ Henrtques, ra do Cres-
po n. 5, ba um completo sorlimenlo de cambraias
de car com barra, muilo lindos uosios, edeiupa-
rior qualidade, pelo baralissimo preco de ..'jtMMi r*.
o corte, com 10 covado*.; a ellas antes que se ac*
licm.
Veudem-w corles inteiroi (fe ves-
tidos de chita Erancesa, larga, lina, e de
diversos goslos modernos, sendo pelo ba-
rato preco de $000 e 2#2t0 rs., a di-
ahetro a vista : na loja de quiltro portal
n. .">, ao lado do a reo de Santo Antonio.
Vestidos baratos.
Vendem-se vestidos brancos. com barra, a *-"?
rs. ; dito* bordados, a i.>">00 rs. ; ditos de 2 baba-
das, a i iu i i-. ; ditos de 3 babados, a ">-im i rs.;
dilos de 1 ditos, a ."j&jOO rs.; ditos de cassa pialado,
com 4 dilos, a 5&j00 rs.; corte* de cambraia de sal-
picos, com8 '( \aras,e.t&'iOO rs. a peca;cambraias
arrendadas brancas o de cores, a :1,">.H) rs. a peca :
na ra Nova, loja no\a n. 1fi.
Gal virgem.
Vcnde-secal nova em pedra, \indade
Lisboa na burea Olimpia, por pieeo mili-
to com modo: na ra do Trapichen. 15,
arma/.em de Bastos limaos.
Yeude-*e 10 esrravos, sendo 3 do servico de
CtnpOi urna negrinha muilo linda, rom idade de 10
a 12 aunes, '.\ escravas de lodo o servico, e una de
bonita lisura, que cose e ennoinina : na ra Direila
n. 3.
Lencos de cambraia de linho, inos,
a 400,
na ra do Crespo, loja da esquina, que volla para
a Cadeia.
Vendem-se sarcas com Trelo, clieuado ulli-
mamenle da America, a^300rs. a sacca : na ra
doTrapiclie Novo u. 8.
Hules e cafeteiras de metal.
Vendem-se bules e cafeteiras de metal principe,
por muito mdico preco: m ra dj> Queimado, nova
loja de ferrasen* n. 1)0.
Vende-se um molcque de '20 anuos, perfeilo
ofllcial demarcineiro : na ra largado Kosano n.
21, segundo Hidir.
Vende-se narna do Aragao n. V.K urna cadei-
i mli.i. em muilo bom estado, e com todos os scus ap-
parelhos,

J,
Sedas modernas
A NalojadosobradoamiirellonosQuoIroCaii- $
G5 ton ila na ilo Qiieiinado u. 29, contina a
0:.; Iiaver pira vender, um novo e lranile orli- ;.. ment de sedas, sendo lisas furta-edres, de
quadrosescocezas, e de cores com (lores, tu-
G$ ilode uostns muilo modernos, assim como se-
$ das rorl.i-rdrrs lisas para royados ; ludo por
Hp preco muito em conla.
\ cndcin-se courinhos de cabra, de boa quali-
dade : na run da Madre de leos, loja, n. ,'U.
Pcchincha de leilao.
Vender luvas brancas aberlas para meia mo de
sonbora, c meninas, be faienda muilo fina e linda,
. lelo coinmodo preto de tO n. o par, vale apena
romprar, na frente do l.ivrimcr.to loja de miudezas.
Capachos para sallas, a 500 m. cada um.
Vendem-se lindos capachos para salas e topo de
oradas, a 500 rs. cada um para se acabar
Trente do l.ivramento, loja de miudetas de K. A. de
Pinto.
Aos senbores logistas de miudezas e bo-
ceteiras
Pentes para alisar, mai* bsralos que em casa
algama acbarao; quem osquizer comprar, na fren-
te do I.im jiin-iil". lojn de miudezas de 1'. A. de
Pinbo.
Esporas linissimas.
Vendem-se ricas es|airas de laUo fuiissinias para
w imacios a cavallo pela fesLi: na frente do l.ivra-
mento, loja de miudezas.
llah.iil'iN de linho-
Vendem-se babados de IIdIio de diflerenles lar-
guras, por preco rominodo : na frenlo ilo l.ivra-
menlo, loj Attenco ao har lo.
Ilmn bicos de liazinlia prelnt ede lindas ci'ires,
proprios para enfeilc de vestidos e manteletes de se-
nbnra. trama e requilifes, franja- de rclroz
prelo para capolintios, traurelius para dcbmm de
colleles pri'lo, e difierente Iwies para rollete, pa-
liliV,..casaros, vestidos e camisas, ludo milito barato.
I to, loja de miudezas.
Veiide-MMila de superior qualii|ade, chegada
de roximo do Aracalv, assim eorao couros miudo,
cor de curiuruba, veas de earnalw .5omP*?" *
IS O
rirtn.u.i.i, >c,,.j ..v m.....-------r --
de ema : na ra da Cruz n. t5, secundo
irtjiKIO
I5S0O0
.VI^IIKI
KNIsOOl)
lll-IKKI
JI.^KMI
l-ISHI
pennas
andar,
| Diccionario do termo de llotM,
cicrjl. anatoma phnrmnOta
ele. te.
i Sabio n luz enla obra indispenwvel a loda !
as pessoas que se dedicara ai esludo de
medicina. Vende-se por 1 ., eucaderna-1
ilo, no consultorio do Dr. Moscozo, ra do
| Collegio, n. 23, primeiro andar.
Vcndc-se o silio que foi do falecido Jos Zaca
rias de Carvalbo. no lugar de Beberibe de baio, de-
nominado dos craveiros, com casa devivenda de pen-
dra, conlendo sala adianlc com dous quarlos, dila
de dclraz com dous quartos, solo grande, cozinha
grande e copiar, lima casa de laipa com sala edous
quartos, alraz dous quarlos, eslribaria para Ires ca-
vallos, e solo para pri-los ; um Iclliciro que serv
para casa de familia, com estribarla para dous ca-
vallos; militas arvores de frulos.romo spjain, coquei-
ros, raangueira, cajueiros, mangabeiras. craveiros,
(girofe) larangeiras, sa|Kiliseiros, pinheiras, frulci-
ras de pao etc. etc., terrenos para loda a cultura, c
malla de capoeira, leudo do fundo qiiinlienlas bra-
cas, e de frente qualrocenlas, pela beira do rio
pouco maisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura : quem o pretender eulcnda-se com o lllm.Sr.
Judo Pinto de i.emosjiinior.
NO CONSULTORIO IIOMEOPATIIICO
DR. P. i LOBO MOSCOZO.
Vende-se a melbor de todas as obras de medicina
boiiiopalliira ET O NOVO MANUAL IM) 1)11.
(i. II. JAIIR JZ* Iraduzido era |iorluBuez pelo
Ur.P. A. I.obo Moscozo: qualro voliinirsenrader-
nados em dous. i^SSS
O t. voliime conlendo a palbosencsia dos II
medicamentos que nlo foram piiblirailos salara min-
io breve, por Bslnr muilo adundada sua mpressao.
Diccionario dos termos de medicino, cirurgia, analo-
mia, pharmarin. etc. etc. enradiTiiado. IS0OO
Urna carleira de SI tubo*, dos melliores e mais briu
preparados glbulos bonicopalbiros com M
obras cima.........
lima dila de Mi lulius ruin as mesnias .
Dila, dita de W tubos.......
Dila de IO ennatu ditas .....
Carteirasde '1S Bu piqucno. para aloi-
lieira............
Dilas de 4K dilos.........
Tubos avulsos de glbulos.....
Vende-se una linda narrla lourina: na (.apun-
ta silio de Mr. Doiiburcq.
_ Vendem-se pianos fortes do superior quillda-
de, 1'abriiados pelo melbor autor liaiuburgeci na
ra da Cruz n. -t.
Vintao do Porto superior feitorla.
Vende-se vinlio do Porlo, superior feloria.cni
bairh de oiUTO.por t.VSUM) is. rada um : na ra da
Cadeia do Rocn n. I, arina/ein de llarroca &
Castro.
Vcndo-sc um casal leiros : ua Soleibule, n. 18,
Voadoai-oe onehorloi do uvas moKilel de
clicirorom a raiz. viudas de llanura, c ilgnmja
rom cachos: quem precisar procuro na proco do In-
dependencia, lojn u. 3, que dir quem os lein.
Vendem-se ainda aloiins terrenos, parleolaga-
Jos. c liarte beneliciados. no segundo quarleii.io por
delraz da ra da Cjnicordia. rujo quarleirao Iciu i
frentes a csndber, poenle, naoconle, sul e norte, to-
los na ra, mellos dcsles quai leiroe- tein fio palmos,
os fundos desloa terrenos lem ISO palmo com oa
palmos de frente que cada um quizer, nanea menos
do 30. vcndc-se por precos muilo coinmodos, e se
fnr para edilicar lugo muilo mais cooimodoa sern :
os prelendenleo iwdem dlrigir-so a ra dos Qnarleia
rasan. IS-queacbaro com quem Iralar, ou na me-
na ra da Concordia, rom Pedro AiilonioT'eixciia
Ciuinarars morador junto B00 meomoa terrenos.
Vender a melhorffu'inlia de San-
ta Cathai'ina.em sacras grandes, a 5s00
rs. : no aniia/cni do Forte d" Mallos ii.
20, defronte do trapiche do algodfto, ou
a tratar com Manuel Alva Guerra J-
nior, na ra do Trapiche n. 1 V, pri-
meiro ailar.
Vende-se um resto de c\eniplarcs
da obra Itapbacl, paginas da juventu-
(|(. por Lamartine, verti portugue-
sa de 1). liarlos (luido \ Spano : na rua
do Trapiche n. II, primeiro andar.
Cassas liancczas, a Sg500, e 5*000 0
corte.
Vendem-se cassa- fraiicea, de bonito, nadioi-,
despachadas ncsla semana, pelo barato proco de
jaSOO, c .'15000 rs. o corlo : na rua Nova, loja nova
n. 16.
Iltllt I.AI IECIEIK.
0 unio aulorUadO m- leiisu ilu coHItlhO real
c tettto imiin'iill.
Os mediros dos luispitucs reco...........lam o arrobe
Laflecleuv, mino aenuV......tico aoloriaailo pelo uo-
vernoe pela Iteal Sociedadc de Medicina. Este nic-
dlcamenln d'um goslo agradavol, e l'aril a lomar
em secreto, esl em uso ua niariiiha real desde mais
de so anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
rom pooca ih-spe/.a. sem mercurio, as afleegoea da
pelle, mpingena, oaeonaoi|0onciaa das sarnas, ut-
reras, c os arcideiilcs dos partos, da idade i-rilic i e
da acrimonia hereditaria dos humores ; roiivin aos
catharros, da beviga, as ronlraccAcs, o fraque/a
dos ni .Mus, precedida do abuso das iiiucccies ou de
sondas. Como anli-s> pbililico, o arrobe cura em
pouco lempo os Ilusos rcenle) ou rebeldes, que vol-
vem inressanles sem conooqooncia doempregodaro-
paiba, da culieba, ou das injeccnis que repreaen-
1 un o virus sem neulralisa-ln. O arrobe l.alfertcuv
be especialmente reroiimiendado contra as iloencas
invcleradas 00 rebeldes 10 mercarlo e ao iodurelo
de pulasio. Vende-se em Lisboa, na botica de Bar
I, ede Antonio Feliciano Alvos de Aievedo, pro-
el de I). Pedro u. SS, onde acaba de chegar nina
grande poican de garrafas grandes e pequeas, viu-
das directamente deParis, de casa do Sr. Itovveaii-
Laflcrleuv \i, ru llicbcv Paria. 0aformularios
dam-se gratis era casa ilo agente Silva, na praca de
I). Peilro ii. h-2. No Porlo. em rasa de Joaquim
Araujo; na Baha, Lima \ Irmos; em Pernain-
buco, Boom; Rio de Janeiro, Rocha cV l'ilbos, id
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joo Percira
do Magales Leile; Rio-Grande, francisco de Pau-
la Coulo & C.
VENEZIANAS
sa parri-
i, da rua
Aterro da Moa-Vista n. .V>.
Tem um sorlimenlo de veuezianas rom lilas ver
dea do Unto o de bia, com cala osera ella, o w
conceda c se troca as novas por velbas, a vontade do-
comprador.
Vende-se, no palco do Carino II. I, um escra-
vo de bonita ligara, e ptimo rozinbeiro.
Vendem-se casemiras para forro de carros
rua Nova u. -2.
Vendem-se relogios de ottro, pa-
tente ingle/., os melliores que lem vindo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rut-
sel Mellon cu Companhia, na rua da
Cadeia do Uecife, n. 56.
Cobertores escuros,
de algodo, a 800 r. ; dilos azuoa c encarnados,
muito grandes e encorpadns, a IJJiOOrs.: lia rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
.Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade emquartose oilavosde pipa, por preco com-
modo: uoarmazeindc N. O.Biebcr S Companbia
na rua da Cruz n. 4.
A elles, que se estao' acabando.
Oiberloresdc tapete muito irrandes, pelo diminu-
to pre^o de 1JH00, ditos mais |iequenos, a M00 rs.,
colchas de salpico brancos, a lefiOO, brim trancado
escuro, de linho puroe muilo fino, a 640 rs. a vara,
chita de assenln escuro c bom panno, a 140 rs. o
covado : na rua do Crespo, loja n. 6.
Nova loja de tres portas, na rua do Li-
vramento n. 8, com fa/.endas linas c
grossas, por prero eumniodo-
Panno prelo, fino, prova de liman, covado48-100,
JOOO, SOO r*. ; dito prelo limite, muito anpo-
rior, a 65)000, STiOO, 79000. e 7,ViOO rs. ; casemira
prela, fina, a aUOll, '2#00, < IOt> rs. ; dita dila
[settori, a 2S700. 39OOO, e 393110 r.; lencos de cas-
sa com bico. 240 a 320 ; dilos com bico e bordados
na [ninla, 280 a 300 rs. t
No paleo do Carmo. taberna n. I, vendo-oe
caf da Ierro muito superior, a 180 rs. a libra.
Fil preto, lavrado, a 500 rs. a vara.
Na rua do Crespo, loja da esquina que vulta para
a Cadeia
ANTItiliDADE E SPERIORIOADK
UA
salsaparrii.ua de bristol
sobre
A SALSA PARRILIIA DE SAMIS
Attencao'
A SALSA PARRILIIA DE BRISTOL dala des-
de 1832, e lem constantemente manlido a sua re-
putafilo sem iiecessidade de recorrer a pomposos
annuncios, de que as preparc,6es de merilo podein
dispensar-se. O succeaso do Dr. BRISTOL lem
provocado infinitas ovejas, e, entro nutras, as dos
Srs. A. R. D. Sands, de New-Vork, preparadores
e proprielarius da salsa parrillia conbeeida pelo 110-
modeSanils.
Estes senbores snlicilaram a agencia de Salsa par-
rilha de Bristol. cromo nSo o podessemoblcr, fa-
briraram una imitarilo de llrislul.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands es-
crcveraui ao Dr. Hrislol no da 20 de abril do 1842,
o que se acba em nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Bruto).
Bfalo, c\c.
Nosso apreciavel senbor.
Em lodo o auno passado temos vendido i/aii/-
dant consideraveis do e\lraclo de Salsa parrilba de
Vmc. o pelo que ouvimos dizer de suas lirtude*
quelles que a lem usado, jiilgamos que 11 vendada
dila medicina se aumnenlani inuiiisimo. Se Vine,
quizer fazer um romenio comuosco, eremos que
nos resullaria milita vanlagein, tanto a nos como a
Vmc. Temos muilo prazer que Vine, uus responda
sobre esle assumplo, e se Vmc. vicr a esla ridade
daqui a um mez, ou cousa semclbanle, loriamos
muilo prazer cni overein iiusmi botica, rua de Fui-
Ion, ii."!).
Firam is ordena de Vmr.seiis sesuros servidores.
A-iLinados! A. R. D. SANDS.
CONCLUSAO'.
1. A aiiliuuidadc da salsa parrilba de Hrislol be
claramente provada, pois que ella dala desde 1833,
e que a de Sands 00 npparoceu em 1812, 6poei M
qual osle drosuisla nao pode oblcr I agenda do Dr.
Hrislol.
2. A sii|ierioridade da salsa parrilba de Bristol
be i.....inlestavel: pois que nao obstante a roucur-
renria da de Sands, ede urna porrao deoulrasprc-
parac.s, da lem niantido a sua repulse*)em qua-
si Inda a Ami'rica.
As iiuiiicrosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilba em ludas as eiiferniidadi'S onainadas
pela Impureza dossnjaa. ro bom evito oMIdo nal-
la corte pelo litan. Sr. Dr. Siuaud. presidenle da
academia imperial de medicina, |ielo illuslrado Sr.
Dr. Antonio load Paitlo em sua clnica, e em sua
afamada casa de asada na Gamboa, polo Hlm. sr.
Dr. S.iliirnino do Oliveira, medico do ejercit, e
por varios uniros mdicos, permlllem boje de pro-
<-I.iiii.ii- allaincnlc as virtudes ellirazcs da salsa par-
rilba de Hrislol voinle-so a .MHMIo vidro,
O deposito desla salsa madou-oa para spolici
francezada rua da Cruz, em Iranio ao cliafaril,
DEPOSITO DE CAL E POTASSA
Ciinlia t\- Amoriui, receberain pelo ullimo navio
de Lisboa barrisclo i a de superior cal cm pedra
liara o fabrico de a-surar, e vendcni por menos que
eiiioulraqualqiiir parle; e |iara rccbanienlodccon
las um reslanle de polaasa americana: na rua da
Cadeia do Kccil'e 0.50.
Vendc-sc a vcrdadcia sal
lila de Sands: na botica france/.
da Cruz, em frente i.....Iiaferiz.
Vendem-se em casa de Me Calmonl A Com-
panbia. na praca do Corpo Santn. II, oaeaolale
vinho de Uorseilleoin caivas de :i a 6 dasiss, llallas
em inivellos o ranciis, bren em barricas niiiiln
grandes, ato de mllaftsorlldo, ferro ingles
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Scnzala nova n. 42.
Ncsic estabelecimento continfla a ha-
ver um completo sorlimenlo de mofli-
das e meias moendas para engcnlio, ma-
chinas de vapor, e taivis de Ierro balido
c ionio, de lodos os tamaubos, par
di lo.
AOS SENIIORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezai e hollandezas, com gran-
de vanlagein para o niellioraincnlo do
Batucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junio com o melhoilo de empre-
ga-lo no idioma portugus, em casa de
N. O. Rieber & Companhia, na rua da
Cruz, u- V.
___ Vcnde-sea loja de coiiros, sita na rua Direila
11. K'i : a Halar na nie-nia.
Vendem-se doui cavallo-. scinlo nm para rar-
n c oiilro para sella : na rua Nova 11. Ifi.
ARADOS DI) FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. i\ C. em
Sanio Amaro acha-se jiara vender ara-
dos de ferro de superior qualidadi
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de calinas tldasele Ierro, deiim
modello e construcijfio muito superiores
TIESTF-SSSF.
He receneliegado um carregameolo da verdsdol-
ra larinlii de SSS raidinlio. a vendaje por mdico
preco: no cscriptorio de Deanc Voide \ Coaips-
nlii, ou nos seas armnsena no boceo dotioncalvc
DOCK DE BACORY.
Cbeaou rerenlcnieiile do MaranbO una pequea
porrao desle delicado doce, o melbor que ha, lauto
pela sua eiccllenlc qualidade, como por conservan-
se por muid) lempo em perfeilo estado: vendr-se-
em casa de Foale&Irnilo. na rua da Cadeia VelllS
Atonda de Edwia Maw.
Na rua do Apollo n. Ii. arinazeni de Me. Calmonl
& Companhia,acha-se coaslaalemenle bous sorii-
meiilos de taivas de ierro Cnado e balido, tanto ra-
sa romo liiiidas. moendas neliras Indas de ferro pa-
ra animaos, agoa, ote., ditas para armar em madei-
ra de lodos os taiiianhoseinoilehisosiiiais nioderiios
machina horisonlal para vapor com forra de
I rav.dlos. ciiccis, passadeiras de ferro e-lanhado
para rasa de purgar, por.....nos preni .pie os de co-
bre, escavana para navios, ferro da auecia, e fo
Mas de Oaadrea : Indo por liando preco.
leposito da rabr.ca de Todo o Santo na Baha.
Vende-se, em casa doN. O. Ilielicr ,\ C.. na rua
ilat.ru/ 11. i. algodaO trancado d'aquella fabrica,
malloproprioparassccosdeassaeare roapa de es-
rravos, por preco conuiuido.
Vende-se presunlos iimle/es muilo novos para
fiambre, latas com liolachinbas desuda injleza.qiiri-
jos de pialo, conservas muilo novas, seinenles de tit-
ilas as qualidade de horlallee, cliegadaa ullimamen-
le: na 1 ua da Cruz 11. 46, defronle do Sr. Dr.
Cosme.
Vendem-se corles de brim braaco denomina-
do loba, |H>r :te30O: na rua Nova n. 2.
Capachos grandes.
Vendem-se osmaiorese melliores rapachns. que
tem viudo a sais praca; assim como perliimariasc
miiidezasde todas as qualidades. e por precos que
agradara aos compradores : ua esquina que volla pa-
ra a rua da Madre de Dcos. loja de miudezas.
Vendc-sc os segundes livros rnm pouco uso,
llislora? Sacra-,Fbula'de Phiii'dri.Cornilii Nepolis,
Salluslins, Vergilii.lliualii T. l.ivins,E|lisln|a lace-
rniiis.Ciceronis.Oralioiies, Ordo Vorborum Sallu-lii.
Falilis delaioiilainc. HislorMilRome porlialdmi-
Ihs dila porTIioiuaz Morell Tbimsnii Ibe seasons,
VicarorV.akelield.Jonhsoii Pools Millou.Hrev es\ii-
toesilcPoclicaipiirVelle/.,llisloriaSagrada |iorBer-
iiardino), Collec^iies de problemas 110 aterro da
Boa-Vala,loja denorlve n.68.
Vende-se muito superior farinba de Sania
t'.ailiai ina. e S. Malheus. medida a vista do com-
prador : a bordo do brigue brasileo Midas, fuu-
dcado pertn da Alfandcga.
Vendem-se arreios para carro, de
um edous cavallos, epara carioca; lani-
bem sevendein manlinhas decaseimra.de
diversos padroes e oslo, para os si-llms
dos anclo, que os fa/.em abrilliantar
11111 iiii. cliegados ltimamente de Franca,
e |x;lo preco o mais barato possivel: na
rua da Cruz, n. "Ii, primeiro andar.
Hacas de lalao.
Na rua do Qiieimado, loja de ferragens 11. 30,
exislc um rompido sorlimenlo de barias de lalao,
entre as quaes abnimas encllenlos para lomar ba-
nbos, por seren grandes, o se vendem lanto untas
como oulras por prec muilo razoavel.
a ai a -- J

Vendem-e iaidos'de Tumo, depri-
incira tpialidade, para thai ulos, ultiusa-
ineutc diegado da baha, e pelo preco
mais barato do cine em outra parle :. na
rua da Cruz it. 26, primeiro ailar.
Vende-se urna everava, rrloula, de idade de 20
annos, |inuco mais ou menos, cose, faz lab>riulho,
marca, cozinha o diario de Ulna casa, c faz loda
Saalidnde de lilo, c nilo lera achaques: na rua do
ullegio 11. 3.
Cal 4o Li.boa. v
Oantigo deposilo, na rua da Cadeia Vellutn. 12,
recebeu agora urna porreo deca virgem muilo su-
perior, que vende por preyo commodo.
OLEO DE LLNHAt;.A EM BOTIJAS,
vende-se em conta, nu rua do Trapiche
Novon. 10 ; a mesma casa a'hej'ou tima
porrao de alvaiade de nova eouiposico,
muito superior em tpialidade ao usual.
.Manuel da Silva Sanios contina a vender as
uperiores farinhas de Iriso das marcas Fontana o
I,aleta : a tratar no raes da alfandcga, 011 na rua
do \ mu un ns. .'16 e 58.
Brovis batidas.
Vendem-se brasas para sapalciro, com um toque
deferruaem, aiOOrs. o milhciro, advcrle-so que
nilo sao fundidas, ellas que sao poucas, limo se
acabara, e pelo preco!...: na frenle do l.ivrainen-
lo, loja de miudezas.
Oeo.
Venile-sescssoem barricas.cheuado ullimdmne-
le:em rasa J. Kellcr A; Cumpaiibia, na rua da
Cruz n. o.
Casemiras dealgodSo.a LsliOO ra. o
corle.
Vendem-se casemiras de algndao. de qiiadru ede
lislras. sendo padrAe claros e esculos, pelo barato
proco de leliOO rs. o rnrlc : na roa Nova, loja nova
16.
Viudos superiores de lucellas
(brsacoj a daColares tinto na harris do quint:
vendem-se em Vasa da J. heller i\ C.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de Ierro de D. \V.
Bowmann, na rua do Bruna, pastan-
do 0 chafar!/. continua haver um
eomplelo sorlimenlo de lakas de ferro
fundido e balido de a S palmos de
bocea, as quaes acham-sea venda, por
prero commodo e com proniptidao :
embaicani-se ou carre;aiii-sciiii carro
sem despeza ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vende-te por preco muilo com
modo, 110 armazein n. 7 de c IBS il;
alfhndega, de .lose' Joaquim Pereira de
.Mello, ou 110 escriplorin de Novacs A
Companhia na rua do Trapiche 11. 5i.
Na rua do Vij'ario u. 19, primei-
ro andar, tem 1 Mira vender diversas m-
sicas para piano, violao e llaitla, como
SCJam,quadrilhas, valsas, redimas, sebo-
lickes, modinhas, ludo modernisstmo ,
chegado do Rio de Janeiro.
VINHO 1)0 PORTO MI ITO PINO.
Vende-te superior vinho do Porlo, em
harris de \., 5. e S. : 110 arir.a/.emda rua
do A/.eile de Peixe 11. I \, 011 a Iralar 110
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua ilo Trapichen. ~>i.
No arma/.em da Iravessa da Madre
de Dos n. !t, e no arma/.ein dejse Joa-
quim Pereira de Mello, no caes daAlfan-
dega, vende-se farinha de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
No Qnligu d*poMlo da nu da Cadoia Kerifc .
inu4uem n. l, ha para vender mullo nova polaasa
Ha Kaagia, americana e brasUeira, en paojueno bar-
ris de 1 arrobaa; a boa *|ualihi ratos do que em imira qualquer parte, afflaneam
nos qut* 11 rerisa re m roirprar. No nitsmo depoiilo
lainbem ha barrM ruin cal de Lisboa cm pedra. pr-
ximamente elieaadota
VrihliMh-selon;is,l>rn/a, briun c meias lo-
nas ta lo-i.1 : no .iimi.i/ 'ni tic 1N. O. Itieher i\
Companhia), na rua ta Gru 11. I.

DAVID WIM.IA.M HOWMA.N, rmenhriin ma-
ehinlala e randitbir ile ferro, mui respeilosanieiile
amiuuria aos seiilmres proprielarios de eni-enbm,
fa/endeiros. e aorespelttvel publ0Oi queo-.ru esla-
belerimi'iiio de ferro movido por macuina d vapor,
na ruado llriim paaaando orliafaii/. ronlim'ia em
ellerlivo eierolclo, ese ada completamente montado
rom apparellios da primeira qualidade para a per-
feila roureceatlas inaiores prcas de marliinisino.
Habilitado para emprelieiuler quaeaquer obras da
-ua arle, David William Bowmao, deaja maispar-
liculaiiiienlt'rbaniar a alientan publica para as se-
Liiiiii-. por lerdella*grande sorUmeiito ja"promp-
lo, em deposito na mesiua lundirao, as quaes cons-
truidas eiu sua fabrica podein competir com as fabri-
cadas em pall eslraii'jeiro, lauto em preco romo en
qualidade de inalerias primas e ma de obra
saber:
fachinas de vapor da melbor conttrucaO,
Moendas de cuma para cnceiibos de lodos os la-
naohoa. movidas a vapor por agua, aiiimacs.
Rodas de auna, molnuos de yenlo ejems.
Manejos iudependoulcs para cavallos.
Rodas dentadas.
ARuilhoeSf bromes e cliumaceiras.
Ca^ i I bes e parausos do todos m lainanhos,
Taixas. paroer-i crvose bocas de rornalba.
HoinltOS de mandiocji, movidos a ma ou poraui-
maeti e prensas para a dila.
Chapas de foua e fornos defariulia.
Canos da ferro, lorneiras de ferro e da bronse.
Bombas para cacimba B de repino, movidas a
ma, por animaes nu vento.
(iuindasles, guinchse macaros.
Prensasbvdraulicas ede parafuso.
Forrasenspara naxios, carroso obras publicas.
Columnas, varandas. erados o porlos.
Prensaade copiar cartas e sellar.
Camas, carros de inacaradosdc ferro, etc.. ele.
Alm daraperiorldade das suas tibias, ja' uoral-
meiilcreronbecida, Davitl Williain lownian arante
amaisevacla coiiformiilade coinos moldes e dese-
nlirtsromcllidtts pelos senbores que se diiiiarem de
fa/er-lhe oncuiitmontlas, aproM'itindo a orci-ia pa-
ra auradocer aos seua namerosos amigos e freaue/es
a preferencia com que lem sido por elles bonrado,
B acjiira-llios que nao poiipaia esforcoaedHlgeO-
ciaspara ronnoar a merecer a sua cooanea,
Vende-so panno azul ferrete, fino, para far
das : na loja b. -Jila rua Nova.
Vendem-se Charutos da I lava na : na rua No-
m- Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha.
Vende-se em rasa de Domingos Alves
Matheus, na rua da Cruz do Recife n. 52,
primeiro andar, algodo transado daquella
fabrica, muito proprio para saceos o rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para
redes de pescar e pavios para volas, por
preco muito coinmodo.
Graadt aortlmemto da panno ano c ca-
mlru.
Na rua do Crespo, Inja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-sc panno prelo, a :|$U00 e SWIOO
rs.; de ourelo branca, a :l$."iOl> r.; ililo francas, a
IOJOOc."i90(IOrs.. e muilo supurior, a 6J0tK) rs. 11
catado ; olio azul, s djswai. :iio wkki rs.. e
muilo boni, a ."OO rs.; dito verde, 29HU0 c WMK)
corles re raseaiira prels Inoatoda, a ."ovsi n
l'.NhKl rs.; (lila ir.mri'/.i e ilc edr de Indas sa iiu.ili-
dadea, por preco commodo.
Vendem-se relogios deintrn. pten-
le inglez, por eotiimiiili' prero : na rua
da Cruz 11. 20, cusa de L. Leconte Ferou
& Companhia
ra-
lis
Vende-so um osorava moca: no sierro da
Boa-Vnla n. 2, terceiro andar.
Vende-se cal viriiMii de LiabAa : na rua do
Trapiche, 11. 11 : no armazem de assucar, do Fon-
s.r.i Mcileiro e Companhia, viuda pela barca porlo-
guea Olimpia.
Veiiiie-aeduas carroca e um boi, ludo en*
perfeilo estado, assim rumo Ires pare de eahllhos
iiuvos, dou moinho de moer calo, lado por preco
nuil i" commodo : na rua do Corredor do hispo,
campia denominada Campo-verde.
*
Chapeos de castor.
2 Vcndem-e superiore chapeos de castor
5 bronco epreto, de lindaforma, o chapeos
9 do seda, fra H melbor qualidade venda 110 mercado ; a- m
*S siiti como eomplelo wrlimaulo de bonales a as)
9 chapeos de Ilalia para homens. senboras e m
9 meninos, por preco muito commodo: na pra- 9
ca da Indeiieiidcnria n. 'U a 30. ____
iaiw otiiooeeao
__Vende-e jarro e bacia de boa prala, rom 700
a 801) oilavas, a280rs. aoilava: na rua da Cru-
ze n. 40.
Na rua da Cruz do Recife 11. 21, lerceiro ao-
jar, vende-se urna carava, crinula, lioa cnziuheira,
eiipoinmadeira, cose, o he boa quilandeira.
Vende-se um casal de escravo, pardo, pro-
prio para pessoa que lem silio, ou eni;eiiho: uo pa-
teo da Sania Cruz n. 14.
TAIXAS DE FEIU10.
Na fundicao' d'Anrora em Santo
Amaro, e tainhcm no DEPOSITO na
1 na do llruin logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Mai inlia lia' setnpre
um (rrande sortimento de taiclias tanto
de fabrica nacional ihjiiio eslran;eira,
batidas, fundidas, grandes, peiiuenas,
azns, e fundas ; e em ambos os logares
e\istem uuindastes, para carregai
noas, ou carros livres de despe/.a
prcros sao' os mais coinmodos.
LUPE raiMEZJT IIK LISBOA.
INa ruada (.ulein do Kecife, loja de fa/endas do
Julio da Cuidia do MaiMllies voude-se a excellen-
le pitada desle r?|M', o mais fresco que lem viudo,
pela alera \1fir i'otassi n.\ iiissu.
Vende-se superior polassa da Kussia, e
Americana, |)or preco muilo comininlu:
na rua do Trapiche n. I"), armazem de
Basto Irmaos.
ATTEMiAt).
Vendem-se livros e maos dito de pao
de prala e ottro, cliegados ltimamente
de Lisboa e por preco commodo : na
rua do Trapiche n. I", escriptorio de
.lose Teiveira liaslo.
:.::;::;;;::; ::.::;;::?:::?:: >>
'''. Oleados pintados.
3j Vendem-se oleados piulados dr l a S pal- **
W uiiisdc laruura. ede padries muilo Ihiiio; 'S
9 assim rumo eoliortSS do mesinii para mesas, it
nuil bonita lamparlas, o por piecn com- &
modo : na praca da Independencia, fabrica -$
de chapeos, dr Joaquim de Oliveira Maia. jet
n::::;;:::: ":::;s:s^ ;,-;
Moinhos de vento
nm bambas da repino para regar hartase balsas
de espira, na fundicao de I). W.Bowmaa: na rua
10 Bramas.6.8a 10.
FUNDICAO' D'AURORA
Na fundicAo d'Aurora acha-se roiislanleinenle um
completo -oViiini'iiio de machina de vapor, lauto
(Talla como de bsisa praasao de inoilellns o. mais
approvados. Tamben se ipronptam de eaeonnea-
da de qualquer forma que se posssm desejar com a
niaior presteza. Habis oiuriaes serio mandados
para as ir assenlar, e os fahricanles como lem dr
cosameafancam o perfeiloIr.ihalho deltas, eseres.
ponsabilisain por qualquer deleito que pnssa nellas
apparecer diiraule a primeira salra. Muilas machi-
nas de vapor construidas nesle eslabaleeimeala lem
estado em coiislanle ser ico nesla provincia 10,12,
cat l anuos, e apenas lem exilado mili ilisianili.
cantes reparos, c aliiuuias ate neuliuiiHalisiihilauen.
le, acoresceado que o consaraiao do conhusiivel he
muiineoittlderavel. (isscuhiuesdeciizenliu. |h
c nutras quaesquei pessoas que |-ccsarem de ina-
cliiiiisiiiiisrio respeilnsaincnlc convidado a visitar n
eaUbeJeciiDonln em Malo Amaro.
tm casa de Bruno Praeger A Com-
panhia, na rua da Cruz. 11. 10, vendc-sc
0 seguinte :
PIANOS FORTES dos memores auto-
res ede moderna construcean.
INSTRUMENTOS DE MSICA para 01
diestra e bandas militares.
OBRAS DEOURO de toda a qualida-
de e do mais apurado gosto
V'INIIOSSt.Margol.St.Jiilienecbam-
pagnhe
LONAS dedilferentes qualidades
IIIUNS DA KUSSIA.
HOBILIAS DE FERRO, como lejam,
eadeiras de dilferentes moldes, mesas 1
sol'a's, assim comocommodas demogiio ('
eadeiras de balanro de siixi, viudas de
Franca
ALCATIFA para sala a mais linda que
tem viudo a esta praca.
OLEADOS com lindas pinturas de frue-
tas, etc., para mesa de meio de sala c
bancas.
CHARUTOS da llavana verdadeii-os.
MOLDURA DQURADA para guarni-
cao desalas e ipiailins.
12,000 rs. a duzia
Siiperioiestoailias dep.inuo de linho do Porlocom
1 vara ', de coinpridn, praprias para limpar o ros-
to, pelo diminuto prero do I2s000n duzia : ua loja
da rua do Crespo 11.1.
Vos amantes de piano.
Acha-se venda, na rua da Cruz, livrari.i do Sr
Sanio iV Companhia n. 56, 0 na rua do Crespo,
loja do Si. Antonio IrOmiajnies l'erreira 11. II, i
livinno |Hirtuiiiiez, a saudade pura piano, c canto
dedicado ao Sr. II. Itbjael de Ilra^inca e
yusla esposa.
'..:.
Vendem-se oa verdadeiro charolo deS. Fe-
li, mares brandan, em caias de 100 a 2000, cada
una : na roa Novs n. 52.
Vende-se cola muito superior, po-
tassa nacional, pomada em caixas, por
preco muito commodo, tudo para fechar
1-o 1 las, no arma/.etn de Catidido Alber-
to Sodr da Motta : a tratar no mesmo,
ou no escriptorio, de Novaes 4 Compa-
nhia, na rua do Trapiche a. 54.
Vende-ee um mctsvo muilo poauole proprio
para armazem de assucar, ou oulroqualquer Ci-
ro, de idade 22 anno e bonila Rura : a tallat na
rua da Cadeia do Recife, ua loja de fcrtan d
Jos l'irea de Morae, ou por cima da luja do 8r. Jo.
90 I tas da Silva, no primeiro andar.
Vende-ee farioha da Ierra muilo tnperior, no.
va, por proQo commodo : no becco Largo n. I, H.
guodu andar.
Para as apagar, ato boa (aa*e.
Vende-eo lenco de latyri 111I10, obra muito delica-
da, todo em cambraia deliuho, da mai Una, |,
preco commodo : no becco Largo n. 1, Kguudoia-
dar.
Vende-se mil pare de palo do Aracalv:
em casa de Tasso & Irmao.
Na ruada Cruzes, n. 40, lem doce floode
go>aba para vender.
Veudem-ac duas mulalinha, detallan-
nos de idade, de bonita figura : na rua do Vigario,
taberna de J0S0 Simoes de Almeida.
Vende-se a taberna da Capunga, que foi de
Jiii'in I 1 aiM-isi-o da Lapa, muilo em roula : a Iralar
com Joao Simftes de Almeida.
Vende-se farinha de Sania Calharina, dila de
San-Malheu. e dila da Ierra em sacca e mesinoj
retalho, por precocommodo: uo armazem da ro
do Kangel n. 26.
Vende-se muilo boas amendoas descascada a
2011 rs. a libra: na rua larga do Rosario o. 39 con-
fronte a igreja, taberna de t portas.
Leite poro' a 200 rs. a garrafa.
Tollos os das das 6 1 j as 7 horas da
manliia : na travesa do Qucimado, ta-
berna n. 5.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vendem-se saccas'com familia da tet-
ra, mais barata do que em outra qual-
quer parte: a tratar nu loja 11. 'ti, da
rua da Cadeia do Recife, esquina do I ier-
ro Largo.
Vende-sc rape de I.i sima, muito
fresco e em frascos, a ijfOOO rs.: na rua
do Crespo n. 7, loja de Sequeira & Pe-
reira.
Na rua do Collegio, casa n. 21, se-
gundo andar, vende-se 1111 evcellente rs-
eravo, crioulo, bastante ludio cfobusto,
proprio para todoequalqier servico, ou
para embarque, por ser ce boa ligura :
trata-M das !) horas da mlnlia as V da
tarde. '
Vende-se o verdadeinchampagne
em figos, do melbor possive.; assim como
vinho Bbrdeux, branco e tirio, em har-
ris ; como tambera chocolatefrance/., da
melbor qualidade que tem ipparecido,
tudo chegado ltimamente defranra, c
pelo preco o mais barato do qie em mi-
tra liarte : 11a rua da Crulf n 2t, pri-
meiro andar.
Relogios inglezes de 011ro, demiente,
veiidein-se. em casa de Deane Voule r\''>ompiiliia.
lanto para hnmeiii, como para aeoliva de unidos
niel hures autores.
Vende-se em casa de S P. Jolins-
ton ii Companhia, na rua da Su/ala No-
va n. 4.
Vinho do Porto, sti|)eiior qualade, en-
garrafado.
Vinho Cherv, em harris de quao.
Sullins para montara, de humen i se-
nhora.
Vaquetasdeluttre paracoberla deodrot,1
Relogios de (Miro patente ingle/.. ,
Vende-sc urna taberna, ua Soledade? iq
pouooi fundos, Iwm afreguezada : a tratar na i,
da Cadeia de S. Antonio n. 26.
__ Na rua do Vigario 11. I!t, primeiro andar, h.
para vender .(chegado de Lisboa preienlemenle |U
barca Olimpia, o seguinte: saceos de farello uiuilf
novo, cera em grume e em vela com bom sorli-
menlo do superior qualidade, mercurio doce e cal
de Liabas em pedra, uuasilan
Vende-se una negra moca, a qual sabe SS
nhiir, lavar cengommar : na rua do R.ingel a.*.
__ Vende-se ou permula-e urna grande propras-
dade (lisiante desla praca legua o meia, com bu
casa do sobrado c nutra terrea, e com grande pro-
porefics para qualquer ejlabelccimenlo, para quem
quizer residir perto desta cidade, para* que ole-
rece grandes vanlacens : quem pretender, dirija-.
.. rua do Fesscio, loja n. 21.
__Vende-sc um aieellenle cabriolel, nevo, o
mais bein couslruido possivel: os preteiidcnlew-
dem dirigir-as cocheira do Sr. Tone, na rua di
Cadeia de Sanio Antonio, ira verem dito cat
lei; e para tratar, junto da mesma cocheira,.o
Jooda Cunha Hcis.
Vende-se urna escrava com hibilidado: u
rua da (loria a. 21; o inolivo da venda m dir n
comprador. '_________________
wm
1A"5]
DAURORA
C. STARR & C.
rcspeilo^iiinoiili' iiiimiiici.Hn que uo st*u o\leii*io es-
1.1 :>r-1(<......11 r 1 em Sanio Amaro, roiilinuaa fabrirai
com a mnior perfeii;ao c prompliuao.toi.a aqualidade
le inarliiiii-siu" para o uso da acricultura. navega-
rao omauufaclura, c que para niaior rommotlo de
BOOI numerosos fregue/e* e do publico em peral, lem
abcrlo em um dos randes armazens doSr. Mcsqui-
(a na rua do Brum, aira/ do arsenal de mariiiha,
DEPOSITO DE MACHINAS
ronslruidas no ililoseu eslabelermenlu.
'vlli arbanlo os compradores um eomplelo sorli-
menlo de moendas de ranna, com lodos os inelbo-
ramenlos(aluns delles novos eoripinaes) deque a
experiencia de inuilos annos lem mostrado a ecos-
sidade. Machinas de vapor de bai\a o alia pressao,
laivas de lodo lamaulio.laulo batidas como fundidas,
carros de mo e dilos para conduzir Tormas de assu-
car. machinas para moer mandioca, prensas para di-
to. Cor nos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvada couslrticco, fuudos para
alambiques, crivos e portas para fornalkas, c urna
inlinidade de obras de ferro, que seria eufadonlio
enumerar. No inesino ilepe- inlelliueiile e habilitada para rereber lodasasen-
commendas, ele, etc., que os aniuinciantes contan-
do rom a capacidadede suas odicinas e machinismu,
1 [mi u i.t de seii;oiHciaes, se compromellcm a fcr
euealar, com a matar presteza, perfeilo, ee\aci
roiiiiiiiiiiii.ule c.nii osmodelosoudescnhos, eiuslruc-
oiicBJliiBJoTwnJ'
ESCRAVOS FGIDOS.
Desappareceu desla cidade da Parahibado Nor-
te, no dia \ do dezembro do anuo prolimo pastad.
o molcque J0A0, crioulo, acabralhado, com n i(-
naes segninles : cor fula, olhoa grandes espinlon-
bados, pes grandes c algoma cousa apalheladns, na-
riz muilo grosso e srande aendo bastante chalo, c-
lice sramle, lem falla de algn denle da frenl,
rosto romprido, lem urna cicatriz de um lalhoea
una das face do rosto, lem perna c bracos linof e
o andar cangueiro, estatura regular, lie secco do cor-
po, e reprsenla ler do 20 a 21 annns de idade, ni
meatos ainda buco de barba, lem feilo por vezes Mi-
tras fu&idas, e garanta que fnge muda o uome. he
muilo ladino e astucioso: roga-se a qualquer que
pegar, que leve-o a Vicente Mendea Wanderl),
em l'ernanibuco, n. 21, na rua da Croz ; no Sul, >
Pedra Ernesto Rodrigue da Silva, no engenho IW-
medino ; e na l'urahiha, a Claudiano Joaquim II
zerra Cavalcanli, rua das Trincheiras. sobrado 11. i
que Mera eencrosamenl. recompensado. Cidade di
Parahiba IH de setembrn de IS.VI.
Claudiano Joaquim Bezerra Cacaleaiili.
Attencao'.
Ainda continua andar fgida desde o dia 12dr
noveiubro, a mulata de nome Bernardina, que re-
prsenla ler de :!> a 10 auno de idade, com o sifi-
naes seguinles: cor alva avermclhada, rosto coai-
Erido, naris grande, olhos um lanto pequeos, Ci-
rilos crespo, lem haslaotes mancha de panno pe-
In curpo, braco e coala, altura regular, um laal
cheia do corpo, e lem as nulos trmula quando pe
cm qualquer cousa ; levou vellido branrn, dale
de quadros enc.irnadn e ni vos. sapaio de couro, ua
panno de la encarnado e branco,_ e mai alguna
roupa ; a dila escrava he (tilia de (oianua, el lea
alguna prenle, e j por 3 vezes se lem visto auoat
por lii, e em Cruangy aonde lambem lem prenle;
portanlo, roga-sc as autoridades policiae, capitst*
de campo, ou qualquer pessoa do povo, de appre-
hende-la e leva-la Camboa do Carino u. 38, P?
meiro andar, ou i rua da Cadeia de Sanio Anleo
n. 23, primeiro andar, que se daru muito boa gra-
lifcacao.
besappareccram na fundicaod'Aiirora, nauoia
de 19 de agosto, os preto Miguel, Aogola, idadela
annos pouco mais ou menos, estatura regular, sar-
co do corpo, rosto marcado de besiga; Manoel, Ce'
go, idade 30 annos, baixo, um lano elimo docorp,
levou < iI'.m de riacado d'algodao. camisa de niailatiu-
13o, bonele, chapeo de wl, anillos fallam descanji-
do, c nilo Icem barba. Suppoe-se lerein sido sed-
aidos : roga-se a quem os appreheoder oo delle
ver noticia de dirigir-se a mesma fundicao que er
bem recompensado.
Do abais.o aaeisnado, fugio no dia 13 do cor-
rele, um escravo, crioolo, de nome Ignacio, tenie
ofBcio de carri'iro, estatura baia, roto redonda,
jouca barba, olhoa grande e alguma cousa verrne-
hos, porm nSo muilo vivos: levou camisa e cale
de algodo azul: rogr a quem o pegar que o Iraa
ao engenho Rodrigue, ua freguezia de S. I.ourenr
da Malta, ou na rua da Cruz do Hecife n. 40, ser recompensado.
Sebmliao Antonio Paei Brrelo.


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