Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02244


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Full Text
AUNO XXIX
QUARTA FEIRA 12
DIARIO DE
DE OUTUBRO DE 185S.
M. 230.
PERMMBMO.
FAZ90 DA tUBSCniF^lAO'.
jiubMfeve-M 15*000 pornno, e 48000 por
qo.rlel paito adinntado, e S.T00 por quarlel pago
-,011,1.lo. na rasa do seu proprictario, M. Figueira
te Varia, napraca da Independencia, ns. 6 e 8, e no
Hio de J. casa do Sr. Jd.ici Pcreira Martina.
Baha F. Duprail.
Ilacei Joaquim Bernardo Mcndonea,
Parabiba a a a Jos Rodrigues da Costa.
v.ti.il q a a Joaquim Ignacio Pereira.
Ajacaly Amonio de hemos Braga.
Ceara' (uilherme Augusto de Miranda
M.ii.nili.i" na Joaquim Marques Rodrigues.
Para' a Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DE 11 DI ODTBnO.
Sobre Londres 27 /' 60 d.
ParW, 34.5
Lisboa, 95 por rento.
MXTAKS.
Ouro. Oncas hcspanhola..
Moeda.de Cl00velhas
de 6>f00 novas
.. de 4a000
Prala. Palaces brasilciros. .
Pesos coluninarios .
v mexicanos .
Ai '.'"- do Banco. .
Descont de Lettras .
289.500 a 203000
.....IfiSOOO
.....IfiSOOO
.....JSO00
..... 199:10
.....139W
.....I3K00
..... 10?
.....9a II o
NOTICIAS ISTBANOIIB11.
Portugal .
Hespanha .
Frauca. .
Blgica .
lUlia. .
Aleniauha
Prussia .
Turqua .
Russia.. .
Dinamarca
: de Agos.
8 de
8 de
4 de
3 de
3 de
3 de
, 26 de Jul.
31 de
31 de o
Austria. 3 de Ago*
Inglaterra. 27 de
Suissa .
Suecia.
E. Unidos.
Mlico .
California.
Chili .
Buenos-A .
Montevideo
2 de >
29 de Jul.
27 de )
16 de >
1 de Jun.
12 de
2 de Selh
4 de "
NOTICIAS DO IMPIIUO.
Para' 16 do Setbr
MaranbaO 20 de 1.
Ceara'.. 2* de
Parabiba. 13 de 11
Alagas 1 de nuil.
S. P. do Sul 1 de Selb
S. Paulo 4 de
Minas.... 2 de >
R de Janeiro 26 de.
Babia .... 30 de
*AHTIDAS DOS COUBXIOS.
Olinda, lodos osdias.
Victoria, as quintas feiras.
Caruarii, Bonito eliaranhuiis, nos das I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, EtcOricury,a I3e28.
1...... 1..... c Parabiba,segundasesellas.
Natal, quintas feiras.
DAS da semana.
10 Segunda. S. Francis-
co de Borges.
11 Terca. S. Nicacio.
12 (juana. Ss. .Prisria-
110 e 11.............
13 Quinta. S. Eduardo
rei.
II Sexta. S. Callislo p,
m.
15 Sabbailo. S. Th.rcsa
v. c.
Ifi Domingo. Martinin-
ADDIENCIAS.
Tribunal do eommtreio.
seguudase quintas.
flclarao'
tercas esabbado..
Fazenda
tercas esetlasas lOboras.
Juizn de Orphaos
segundase 5. asid horas.
Primeira tura do cieel
Ierras e (i. an meio-dia.
Segunda rara do ciret.
quarlascsab.ao ineio-d.
Outubro 2 La nova as 7 horas, 47 minutos e
3lseguudos da larde.
a 9 Quarto crescente a 1 hora, 5 mi-
nutos e 37 segundos da Urde.
< 16 La cbeiaas 10 horas c II miuolose
37 segundos da larde.
25 Quarto mingoanle as 2 horas, 49
minutos e 31 segundos da manilla.
razajUA de ho je-
Primeira O c 30 minutos da larde.
Segunda O e .54 minutos da manha.
(B
PARTE OFFICIAL.
sonvo-
a.ln.i
de que
GOVEBNO DA PROVINCIA.
Expediente do dU 10 de outubro de 1853.
(inicio Ao Bxm. ministro plenipotenciario o
enviado extraordinario do Brasil em Lisboa.
leudo apparecido no Diario de l'ernambuco do
do mex prximo passado urna discripcSo fela por
Jos Mana Cordeiro Lima, resllenle em Punta-
Delgada cere, di applicacaocini felii resultado do
clro de tartaruga na forma de emulsao para cura da
niorph, ( cleph.nliasis dos Crcgos ) e bavendo o
medico encarregado dos hospital dos tajaros nesla
provincia proposlo quo so experimento no memo
ettabelecimento este remedio, rogo a V. Exr. dg-
nese de informar-mc a respcilo du .veracidad.! do
bom oxilo de tal applicacau, dando-ma os preciso
esrlarcrimenlossobreamaneira de, com proven,
ser ella fela. Aprsenlo a V. Etc. a soguranca di
11.11I..1 mais pcrfeila eslima c consideraran.
Dilo Ao niarerlial comni.indaiilc das armas,
interando-o de baver expedido as convenientes m
J111. para seren apreseulados ao rirurgao encarre-
ail.i do hospital irginicnlal. afini ile seren empre-
gados no servieo do mesmo hospilal tres Africanos
fm,.. .elido d'ous dos qiicctislcm no arsenal do
nelia e mu desque se aclinm un hospital dos la-
uroi. Expedirani-se as orden* de que se trata.
Hilo Ao inspector da lliesuuraria de hunda,
runcllrndo copia do aviso da repartirn da guerra
de 19 de Miembro ultimo. 110 ipi.il se determina,
que o capillo do quarto batalhflo de arlilharia a ni,
Ki.iurisr.i Primo de Son/11 Aguiar, siga para a Ba-
ha a dispnsicodii Exm. prc-iilenle dnquclla pro-
vincia, Brando dispensado da commisiflo para que
dir iinnieado por oulro aviso, que (ainlieni remelle
por rupia. Igual comniunirariio se fe* 110 inaie-
ckaleoeamandanle das armas.
DitoAonicsino, Iraiisinillindo para 01
Dientes rxames, copias das acias do conselli
n..ir..;i\o de .le fido rorrele me*.
Dilo Ao inosmo, cominuiiiraiulo, alim
o faca conslar.0 inspector da alfaudegn e ao admi-
nistrador da mesa do rinisulado, que f"i aprsenla-
da na secretaria da presidencia a carta patente de I
de julho ultimo, pela qual sernncedeii 11 imperial
beneplcito a nomearSo conferida a Gustavo II.
Praeger para servir nesla provincia o empreao de
consol de Oldemburgo.Fizcram-se as nutras rom-
muuirari.es.
Dilo Ao desembargador rliefe de policio inle-
rino, .li/.cn.lu que a polica lem ncios de fazer ron-
tero Porliigue/ Anlono Borges da Cosa, que se
Beba prest nacadea desla ridade, obrigando-o a
assiguar termo de bem livor.
Dilo Ao inspector do arsenal de marinha, en-
linndn, por rupia, o aviso circular da repartirn da
marinha de 22 de sclcmhro nllinio, no qual se de-
termina, que a presidencia expera asmis lermi-
11...: les ordens, alim de que se nlileuha nesla pro-
vincia, quer por mein de engajamenlo, quer de re-
rrnlninenlo, o niaior numero de iracas para o cor-
eo de imperial**niarinliciros e Mnima naval, rom
preferencia os que liverein a idade de 12 a ls anuo.
parias rompanliias ,le aprendi/.is do referido cor-
|ki. devendo dar-ee a Ululo de grnliliraca a quan-
li.i de 103 aos pas dos menores nu a qnacsqiicr mi-
Ira, pessoas que os ,-ipreseiilareui c liverein sobre
riles legitimo dominio, como aos que vulunlaria-
11.ente se cugajarem para as dilas roinpnnhins, i.li-
jcrinudo-seo que a lal respeilo se lem determina-
do.Igual copia remellou-so a Ihesouraiiu de fa-
lcada.
HiloAo n.......i, conimunirando que, segundo
colisin de aviso da reparlirao da marinha de 22 do
lelcinliro ullimo, fui approvada a delilieraeao que
a presidencia loinou deannuirao que piopoz aquel-
la ii.perloria, alim de ahoiiar-se a qiianlia de 303
a Ululo de gralilicariio lauto aos pas ou eucarrega-
dos de menores, que os apre-enlarem para o seivi-
rodornrpo do imperiaes maiinlieiros, coinn aos
que voluntariamente se enu.ijareui para o 1..........
servido, devello poreni semelliaule gralifn-acao ser
elevada a KI3 na cooformidade da circular que na
DMVBadata se expedio pela referida reparlirao.
Fez-so iual cominiinicarAo Ibe-ouraria de fa-
zenda.
HiloAo juiz municipal do lernio de Goianna,
reiiiellendo copia da pnrlaria pela qual foiain 110-
neadoa ns sii|iplenles daquellc jui/o. alim de que
se evite qualquer irregolaridadc que alli possa ba-
ver na ordem dos mesnios sii|iplenles. -
DiloAoconiinandaoteilo carpo de policio, di-
zendo que devem ser consideradas romo recolhidas
aquelle corpo, as-praras de qoe Irala o seu oftirio
de6 do correte.'
1 litoAo cnromendanla do destacamento de Na-
/arclb, approvando a mejilla que S. me. adopla de
fazer Junceao coin o destacamento ao mando do ea-
Eildo \\Cnile le> para una diligencia na cliaa do
slevln. e dizeudo que tica iuteirado du maullado
da mesma diligencia.
DiloA' cunara municipal desla ridade, acen-
sando recebidooolUcioem que aquella cmara .lo-
riara baver PraoM da Silva Guarni arreo-alado
por um auno rom os garandas legues o iiuposlo
das aferiedes pela quaulia de 3:1513 e ojsobre ms-
cales e bocelciras por 252-J. assim romo oseonlrala-
dorcsiias carnea verUes o imposto sobre cabeca de
gado vaeeiiiu por li:.5003,e declarando em re-p.isla
queapprova seuiellialilesarniiialaeoes.
Portara Noniejjiilo, de conformidade rom a
proposla do rommislari.i varcinador provincial, o
rirnniilo-mr re/oaoiadn, Jns Vieira de Mello.pa-
ra o lugar de romdirKirio varcinador d
Bonito. Cownunicoti-sc a cmara miioi
I daquella villa
.....
unidades espiritiiaaa da igreja grega emqueo
imperador ocha um inleresso lao profundo
proprio prinripe SlenscliikolT niio poda desojar que
o direilo da inlcrvoncao russa fusse maiscxplieila-
mcnle reconbecido. Mas o gabinete turco, nao obs-
tante a sn'a o ami/.ado c illimila.la eoDuanea a pre-
v qoe mesmo a ampia conces-slo agora proposto
pode admillir nina inlrrprctacao mais ampia quan-
do para o futuro apparera oolrn Menscliikolf em
Coiisianlinopla. ( tratado de Kainardji asaegura-
va os direilos que rerlos sacerdotes russos lem de
conservar una 011 dnas .-apellas nos siiliurbios da
tal, e nesla innocente conoessan o conde .Nessel-
c receiilemcotc liaseou a soa exigencia acerca da
um protectorado da igreja grega, como leudo sido
Iransmilli.lo ao czar pelos seos prederessores. A
nova promessii .le o conceder aus liregos as mes-
mas vanlagena eos inesmos favores que por ventura
possam tarde ora ein vailte comedido- a oulra qual-
quer seita rhrisifia no Imperio ministrar fundar
eulns milito mais evidentes para qualquer fulura
urpacao.
(I privilegio anmalo concedido os corles inglcza
o pi nasa de iMmeareni um hispo em Jerunlent, p le ser interprelado por iim logiro nimia monos lle-
livel que o conde do Nossolrodo.ronin dando ao im-
pecad.ir 11111 direilo para nomear um palriarcba na
tropria Conalantinopla- lia moilos seculos que .1
'orla lem pralicado una liberalidad.' negligente
nuniiMiuiiis.
t? menoitpreziidnrfl em lodo i
rom M sululiltis raiideillM
Iras; e lie provavel <|uo
tnmuiMilriiles fraiivc/.is u;\
vilo
1 |..lr
seu |irnrel
ta-. |H>lcnria-i
i- juluiu- .|iie I
Turqu
1 \ <
gwiw p
proitru
le Vio
teder-i
nneric
oneid.
lOlll SlillM'lllO S
Jilos olloin.mil-
u'liiit'iilc justa
A iiioilirar.
la qua se refen
hI.i
i|in>
V lii
1.1 1 i.
ilgum prh
< emprcsadi
1.01 1
li't'i
leu.nu
.lo ra*
u para i l
a umrapc
un
11I0 ;i-
.'slran-
tl.i. m
[omui de ;!-
aclamar na
niio da D0U
quia o ron
ula
he 13o p
.lo de
didaf
adama
iimlea
proprios
que ;is palavraa a
m relacSo aos *ub-
como liu iiHi"|)iiia-
iiiiporlanria IHCIH
val (|in' a Ruiaia
p.irerc iliniinuii
vcnriilo. Nao p<
(|ui'jiislli(|iio um;
vea promalla adl
Ainlriaiioplo, quo
laida
; Irala
din'.
ra Um
rea di paattoem da no-
esls(entei ha lalvea de
1 pouco prova-
*rprelar;H que
[o anlasoiiMla
laocia alguma
1 fullHo oulra-
lt> Kimi;:i .l|l l'
, e lie mu
ruina mi
arAo d<> 1
r i'irniins
ia du' qnp i
Iraladoa
mura foram violados ni-mquan-
loao pirito iiamquanlo lellra mas si-um tal
penlior pode aer lado, apenas sera concedido l'or-
U explirar oaeu procediineiilo por um protealo de
quo os Iralados Mmenle dexom sor lomados uo sen-
tido m.iis Rara I, a que uflo involvein direilo de pro-
lercao da parle dn Itussia para rom a i^roja
qualro polen
ea \oliinhui
Ai
l'r.u
llnguuem que |hm
lem dado a MibiuM
mas depois de tanc
lerem b fcil approva
apeuaa ettaa se achai
rom as ropreseulacoe
prudenle amoaveir
lo aos Iralados.
posti esplicar.
ias ou ao menoi Inualcrra o
imenle saiieelonariaiii qualquer
;i esconder a nmplidflo que se
io ronledi era n iiola proposla;
eiouarem e*e documento e ob-
iodn Ruffiiaam Icrmot dclle,
1 n'uina posicao de reforca-
do minislro hirco, por miis
|ue so possam reputar. Quan-
n.ii li.i ejnbiaiuidade alnunw >\f w
, Aa eslipulacOea deKnmardJI o de
lomadas aolauamente, potlem ser io*
Auitrianople
nocenletj mas a narrarlo do laes arligOSi em coue-
lAo com os penhores rinnaes datloa -i i reja t;reua,
ho sigoilkaliva no mais alio cro, He noaalvel que
o czar conceda que a- dihlculdados quo fora apona-
da quanlo a dlfiu{fio das sellas clirish'ias -ejaui re-
movidas por mn apndice; mas nAoseri permiltido
1 Porta abrir par. t o
iftioso protectorado ru
A' primeira vsla j
cloaca circumalanclai
isadts pelos diplomad
portaocia secundaria.
a Ltuasla ii'in oslenlaili
rom os iraladoa e oadi
tura iiitorprolar.Mi d
1 brecha para reaiilir ;
I 10-
eoraQem edo valor da Turqua
HngudReni do documento foasa u
milile do que he, iieidimn miri
uilliria que nina potencia e-Ira
lesseem os ueROCios inloruo- do
olio so reputar batanle recle pai
l'a^lia entende. da mesma Mirle
parador, que a aaaigiiatora da u
aqnilla quo a propria Turqua
i [Hule uslenlar que, m.Ii as
as pliratea que podem -er
r, snienlepoasueiii uuui im-
Deade o corneto da disputa,
iiiiiii dopre/o manileslo para
reitiHinternarioimca; e afo-
nola ilo Vicua depender da
Breve respotta do Sr. Dr. VllelU Tavares a"
carta de S. Exc. Rvma., o Sr. Arceblspo da
Babia, datada de 28 da agoito do crrante
auno, e tranacrlpta no Diarlo de Pernio-
buco, n.- 221 do 1.a de ontnbro.
anR. eilim. .Sr. .4rcebi*po. Niio olwlanlc o
protesto, que liz, de nao responder mais sobre a
quesillo, que nos ncrupa, lauto porque o respeilo,
que consagro V. Exc., me Dio pcrmitie a conti-
nuac.lo il'esla polmica, como porque me falla lem-
po para ella; *>m ludo sou foreado a escreverain-
da a V. Exc., niio so para fa/.er algom reparo na
doulrfoa por V. Etc. expendida, como o principal-
motile para defender-rne ; para repellir com a oiS>
ntilado, que preso, c o respeilo devido V. Exc.
Rvm., algomaj insinuacocs, que na sua eslimavel
caria me parece fa/.er ; a protestar perante lieos a o
mundo cernir aluuns principios, que V. Exc. me
eropreata, c conseqoeocias, que r bel prarer fas de-
duurdas naioliaa opinioes eerea do poni, que le-
rnoa diseolido*
Di/ V. ElC. Rvm.a, qnequls \hirgar n pruna% r
nSo protegnfr urna aVarraamo. pueomquanio pu-
ramente tcientifica t4e$*mmo inlertue, pareria
ir ja loniawio um roraa/er kOMtit, qu nSo pe In-
zer honra, nem l'. KXC. nrm mim ; *.'/.* iiie,
vrmtu i/ue ah/unms ilas m prOpoHrSe* uo foram
brm eompremtmUm% frftt he raanir, rtc. elr.
NOoaei, Sr. Arceblspo, em quo parle dasmlnnas
rorrespoiulcnclas pode V. E\c encontrar um ca>
rarlrrhti*lH\ porque lenho conscicncia de baver
dlaculido com V. Bxc., aegoindo aompre oa princi-
pios da moderac.li e da prudencia, empreando tor-
mos n. mais re-poiloMis, e subordinando constante-
mente a minlia fraca iulelli^cncia a alia sabedoria,
to que V. Exc. be ornado. Ao conlrario, se algu-
ma boslilidadese pode liiliriuar e presumir em to-
da esta nossa polmica, fallando com o dfvido res-
peilo, parlio ella de V. Exc. Rvin.n, que loyo na
na primeira caria esae individuo, que ocnnaol'
(ou, nao liesflou ero dirigir oo Ionio, qu^nSeth
nhecia rmm quem mV linharrlaret, algomis ex-
presses menos generosas, e que aqui lieralmeule
foram lomadas como urna insinuac.lo inmerecida.
Orno lente, ensinei o (pie enleudi dever ensinar,
slo be, que os parochos pela Icflislacao vidente do
nosso pai/sao considerados empreados pblicos, e
quena violceo da- obrisacoes mixtas eslao sujei-
los a ser respousabilisados polo poder lemporal. Es-
lava no meu direilo, exercia as funrces do nieu
mlnisierio, glrava tleniro da eaphera das mioliaa
atlrilmicoes, qoaiulo V. Exc. consultado por um
meu discpulo, semmeouvir, nem ler certeza do
que ou eusinra, porque oTesta consulla, que lie
um perfeilO arailiol, nada se pode COlliglr, fe/ pu-
blicar no Nolteiador CalhoUcO a sua primeira car-
la, que bstanlo me iimroou. Qnem roi, poto, o pro-
vocadiu ? De quem parti a liosiilidade.de que V.
Bu. Rvm." falla 1
Anda mal*
zo-lo, a ess i
lando-ine pro
gurando lulei
fez V. Exc.'
loo, eiogiou
: censure, porque i
idixiduo, que o CO
Miscos. que en niio
menle as miulias
ulia edovia la
ralloUa empres
profer, o desli
piuies ; e o que
Tomou a peilo a defe/a dosse imlm-
i, sem respeilar a opinio do seu len-
te, .talmente Irabilitad para aquilatar o seu m-
rito lilleriirio, e desle modo, pcrddc-mc V, Ese.,
animou o favoreceu a iusulionlinacao oVetae Indivi-
duo, que ousou iii-ullar-me, o alo ameacar-me pelti
Diario dr l'rriiamhwu. resullando-me d'esse in-
sulto o
Exc. ii.
livn |da.
V. Exc.
do nao
iint:
ilodaRuasia,
la a emprclicndcr
a batanea do poder
Uvas torom Bualenli
nter prelada
aulro lado, i
liinda quando a
bmissa cliu-
llro ila Torta per-
iigeira se Iniromet-
mmi pai/., se acaso
a resistir. Resrhid
pie o proprio im-
ita oontm apenas
nfo--a iiutra a
i dis
iusIc
i mi
ni.i
til! eslii
.111.H I,H
que a Eurof
ama nuerra, alim d
So as presentes posie^os rota
idas, ;i nota ser.i amplameut
rease da parle mais lorie. I'o
lovac.io do poder otlomano, o
le fraque/1 da Rusaia, loma
iUjh.is furcascomparativa
superfino. Talvez preval
boa mais silos em Vicua, i
las aiislriacn
do Danubio
ciisrandecim
un
n que oscsl.nli-
-ularaliboidade
ser infligido no
en le
po do
EXTERIOR.
po*.la
Londres 31
A anahse publicara pelo Journal il<
iri'ii da nota de Vieua e das niodilicfl
-..i I'url.-i, provjvclmente podem
i que 110^
das como correla
lie que OS rnn-i'Ihi'ii c-
natura de scmelliante dpcui
iiKpialilicnvel -ni
ii i- grala q
reblivanionl
rllikofT. As ;
sin t;10 justas
dordaHuw;
una concess
ull.i..
siderem
rilo
iiani > n
e 4rKtTi
agosto de 1853.
DM*
s pro-
lomn-
,.pren-
i Maig-
irlode
nem a nota pode ser
rancia, com que comeca,
(acjoea do principo Mens-
:.l,i> polo mioiwro turco
pie Inhex al o impera
ii/er no ul:imo i
las lome o seu Irumpli
Improvaxel que lermc
lessein ler sido alouucadio
I
hi
inciif> corispicw
isualmenle fa\oraveis|
niemo antes da oecjipacn do* principad
jecloda missiode Benschiknir e liouvessc limitado
an esta bel crimen lo dus reclama(;es imperiaes ao
pruleclorado dos (JreB>- A vanla^em ulterior de
prcixar que um acto de nuerra poderia ser pralicado
rom iierfcila ImpuVldo. 'agora lia sido rcalisada
pela passiaem do Prulli sem onpwiciio; o a polti-
ca russa presenicmcnle n8o pooeexigir peraeverao-
'ja nas medidas a respeilo (las quaes mesmo us esla-
dUlas mais servis na Europa nao poderiain ilcixar
de se recenlir.
NAo lia rai&O para suppor-se que a ex aruai.ilo dos
principados actualmente (H-casione aluumas lilli-
* tildados na ueuoclaijo. 0 imperador promelleu
relirar-se assim que a submis-ao da Turqua fosse
completa, e elle lia de cumprir ou despre/ar o seu
coinpromisso segundo exicirem os scus uleresses.
Tanloquanto lie compativel com o decoro diploma-
liro, ne pode lalve/allrcar que a cessacao de um
tcl" particular de violencia nflo precisa formar um
o de urna serie de oMipulaces permanentes; e
alin dsioo governo iiiRlez em cerlo lempo enten-
der defender a execucao da condicao em queslo.
Com ludo, dizem que o sullo exige unta garanta,
da parte das qualro potencias, que o acto de sub-
missao nSoseja feilo de soriegue de Russia o di-
reilo de Interna iuUrveocjN que este ario roaJm
em s. Nao he provRwl uno se dr urna inlelligen-
cia desla maneira; mas tal ve? que se possa deseo-
brir akniiia formula vaga, em que eoncordem todas
a*> partes. -
Segundo a ola, a Porta dectara a Inteusao em
que est de inanler para semprestes direilos eim-
para o futuro coi
deo momelo e
lerminarein susl
revea aJDeai pd
rosso un sul.
Inda a qucslo be de forca pb>sic,1, e da falla de
xonladc para usar dclla. Ha muilas MSaoaa qoe
pensam que a 'l'mqiiia, anda ine-nio MUtuba, po-
da ler repeliido o invasor seplcnlrional anleaque
clieua- e ao corac;lo do imperio ; mas, sem a COOpe-
r;n;;lo ta Europa, era impossixel inanler a linlia lo
l'rutli, o lalves se repiilasae mprudeuto tentar de-
fender a margem direilo do Danubio. Oobjeclo
immedialoda Russia loria sido atrancado pola >-
cupacio permanenio dos priocipadoa; oda noisivel
que os seos emissai ios pottessetn ler ctuisesiildo pro-
vocar al ninas tl\<. provincias mais contraes .1 >e re-
bellaram contra 1 Porla. A Turqua perdn algu-
m;i coosa, ubmeltendo-se < amea^i e i preseAo di-
plomallca, urna Ruerra poderia acabar-secom (o-
(al ruina. Nlo admira (pie ludas as narraro- viu-
das de Constaiilino|da represen lem n nomo inule/
lomis aliorao impopular naipiella capital; mas
so as potenciasoceideiiiaea eMlveramdispoalaaa ac-
tuar em defe/a da Polla, a presente solurao lie lal-
yes amenos desastrosa das que as ciirunislanrias
podiam admillir.
0 triumpbo inslenle tos jomaes austracos sobre
a Inglaterra be menos Inflante do que o rclroces*o
dea noaje* proprios ortfna absolutistas ao seu lom
primitivo c hablual. Existe aluuma cousa nova a
nfater-ee, qoeaomeule nina minora ioforinada mal
de poli I icos supptt. que a Turqua poda em qual-
quer caso reclamar o soccorro das frotas alliailas.
Aos iiimicm da mulatera em Viemia be una res-
posta sullioieute o dizer-se que elles silo mais parti-
cularmente obridoado que oulro qualquer estado
a reprimir um v/inboque em breve se pode lomar
senlior dalles. Talvez que a l'orla ptrdevse pouco,
aliandonando asupromacia nacional da Moldavia e
dn Wallacbia, com o respectivo tributo; e II poten-
cias europeas talvez possam mais piomplameute ac-
luar irum queatlO relativa ao eiiurandeciinenlo
lerriloriol. Prasentemente, arrise lia de passar, o
jibe alguma cousa o Lor-ee insleolodo a pas aem
d.ii-i-.iLuin anmenlo forca material do aggrea-
sor. Uoritiuti Chronicle.)
Empreala-mo V. Exc.
llego:oraro Ua conuMtuiropttrocho lrgi\
eara castello, quo X. E\c
de
1 it
PERWIBICO.
KEPARTICAO DA POLICA.
Parte do da 11 de outubro.
IHm.eExni. Sr.l'urliripu a V. Exc. que das
parles hnjo ri-cclinl.ii* nestn repartiera, consta lerem
s.i.|. preaoit ordem do siilideleiiad da freguetia
de S. Anlunln, o rrioulo Juilo lAm da Konnera. pa-
ra rorrereo; a iirdein do sulidelcuniln da fregueia
da Boi-Visla, Francisco Suares Cordeiro, por crime
de oflenMi Haj)*'1'1-; '' '' ordem do ulHlelroario da
Iicl;!!../... .la \.ii/.'..,.. i'ii'l.i M.im.i do ('.armo da
l'.i.x.i.', |Kir rrime de infanlecidio.
leo, tiuurde a V. Etc. Scrrelaria dn polica de
l'criiainliucii II dcoutubrodc I8SI.lllm. eEm.
Sr. consellieiro Joto Bento dn Cunta e Figueiredo,
prcsidenleda provincia. O desembargador Cae-
tanoJoni da Silva Santiago, cliefe depolnia in-
terino.
Irol
que
i....
ni...
qu
.lem dar a iovealidura cannica, se nflo
niii'.'s.'iiia.lns pelo pn.lroeir.i; dizer, .pie
MI
ani.'ar.i., ilissalmi, porque passei, como \ .
i ignora ; lendo-M, lalve sem ra.lo e mo-
laivel. espallia.lo por toda Mil cidnilc. que
llvin... scemp nliarn para que este iudiii-
sullressc o menor inconuiiodo. IJiiem f.ii,
poilt o provocadort He quem parti .. Iiostilidnde,
deque V. Etc. falla-.'
Naoael se para depreciar n academia, de que fa-
ro pai le, nu para elevar ns iiiiveus o metilo Ilitera-
rio do seu ronsnllaiilc. di/. V. E\c. Rvm.., qveu
riirhruih: pruzrr, /mr^ic, amigo como natfaa el-
trae, nSo // greto dnt <. mtlkaru < maitdMinctot alumnoi da Semintriti
,irckieplMopal nopaua ah de urna mtHocridade
ronheeida. B pcrmflla V. Exc Rvm.", que em jui-
la relribolcflo Me anevare, que peinando d'eiil'arle
V, Etc. me .i., direilo .. que laca do Seminarlo Ar-
cl.iepisropal da Italiia um jui/o menos Haongeiro,
do que fa/ia, nina ve/ que o individuo, deque se
irala, paaaa nellepor um dos melliuru e mais.lis-
lii.cliis aliiininis, a' esle espeiloappallo para opn-
lili.-.i desla ridade,e para oeaacriptoa des-c indivi-
duo, innrnienle para lima celebre despedida, que
elle li/era inserir nu Diario de l'rrnuinhuro, quan-
do a diffna familia do Sr. teiienlc-C'iiiinel Harala
fui para a Baha. Etla peca, Sr. Arcebiipo, he
rilsna de coiisi.leracao e aprero, e eslon que V.
E\c, lendo-a, mudara de parecer, eeonviru com-
miffo, que.. neo protegido he com elleito mediorri-
dade ronheeida.
Rvm.' a seauinle propo-
lo dn imperante cimlpara
Uno lie..t para dehellar
ni.'sino imaimiiui e cone-
lialho .le consiillar a ll.iliemiro,
culi., piiitcsianie, nena redimdninenlc Inl dou-
. Ora. Sr. Arrelnsjm, em que parle das mi-
cnnespoiiileiicias, a V. K\c. diriuidas, ach.iii,
' eu ilissessr lal '.' I'ois di/er, que m llispns nlO
lem la/er parochos s.imenle por si; que nao po-
padres
jllacao
lo- naroclios entre mis he necessarin lorradn, he
diier, que baala a eleicflo do imperanle civil para
ta/cro parodio legitimo'! A lgica, con) que V.
Exc. Rvm*. pretende osmnear-mc d'csla ve/, he iu-
leirameiite nova para mim, e declaro V. Kvc
qoe a minha razio, tao Iraca o lao humilde, como
he. mo pode comprelieiide-hl.
Eipiem nao sahe, Sr. Arcehispo, que o impernn-
le civil noi pode conferir henehnus ecclesinsticos,
loman.lo-se a palavraennferirpor designar e
dar proviaflo .i'csseslicuelicios? Quem nao -alie.
que o arle de conferir o beneficio eeclcuiania) i...
s.i proprio do collaclor ordinario ou do papa, romo
di/ Pereira e Sonta no sen Diccionario Jurdico,
art-ennferir',' Esta especie de nreleccao, com que
V. Exc. qui/ hnniar-nie, em iein dispeiisaiel no
caso verlenle; porque en nunca disse, que o impe-
ranle civil era o Competente para conferir heneliriiis
ercle-iailiciis, como dar investidura cannica, col-
lacio ele: disse. que enlre n-is ao iniperanlo civil
compele prover os henelirios ecclesiaslicos, e se er-
rei,M iilleutli a suscepliliilidade de Y. Etc. Run.-1
edo clero braaileiro, errei olTeii.li romo o -i i.-
url. 1.1- dn Ciinsl. I'olil. do imperio.
(^.uironln V. Exc. comigo, que sem a apresentn-
rtAo do unmarcha, o bisjio nao pode fazer o paro-
dio; rnururda, que enlre mis a rollacao lie uecessa-
ria e toreada; mas inlerprclando um pouco arhi-
(rnriamcnle estncvpressonecessaria e Toreada,
eslalielece como principio, que islo quer di/er, que
o hispo niio pode rollar no padre, que ...lo tenhn sido
npreseulado pelo padrociro, innsquenAo he uecessa-
riamculeohrigado a cuitar o quelite for upresenla-
do. Achn hem engenhoso este recurso de V. Exr.,
e se niio fora a propria coiifssao, que faz, de que os
iillraregnlistas, e o tinadoMonsenhor l'iznrro Inm-
hein peiisaram, coinoeu |cnso sobre esle assumplo,
me considerara n'csle ponto em hem ..... posi,;ao.
Mas, grarns Dos, tenho autoridades iui|inr(anles
em meu favor, e ruido que n opinio de V. Exc.
Rvm.. tem grandes inconvenicnles, sendo o prime-
ro c o mais nolavel cslaheleccr nina especie de lula
entre o patrono e o collaclor, entre o poder civil e o
errlesiastico. A hipolhesc, por V. Exc. figurada,
he loda gratuita; porque so o padre aprrsenla.lo
pelo imperante civil lem (lefcHos, qoe o inhiben!
dr ser parodio, o l.i-po nao devin propo-lo, nem
mesmo ndmilli-lo a roncurso; c se estes defeilos ap-
iarecrram depois do rnnrurab e da pro|iosla, o que
.e um pouco extraordinario, |wrque ninaucm se faz
nuio do repente nenio repente maltu), o hispo pode
e deve representar aoimpi-rnnle sohe issn, e u im-
perante niio sera jamis ISo fallo de criterio, e olw-
lin.i.lo, que, nao obstante a nova necurrencia, apr-
senle esse mesmo padre para parodio de. alguma
os empregos, qu.!
Iregar-M snienle
ra proposlo por \
sidenlc em Contel
droeiro, compre i
des, eron.li
igreja. Maso hispo di/era padroeiro nao quero
rollar este voaja propos|o, nomeai ou aprcsenlai-me
nutro etc.. me parece que he um pouco excntrico
das suasallrihiiicoes. Todava, qualquer que seja
a decisao sobre esta materia, ella nao pode prejudi-
carn minha aplnlao, de que o n......... I.. intervem
rnnsideravehneute na ...........;;... dos parorhos; quo
nenhum hispo pode collar parodio, se niio o que
for npreseulndu pelo padroeiro, e que por afta razilo
alm do muilas oulras, os parochos sao empreados
pblicos.
A' respeilo do pagamento das ronruas, e essa
historia dos dizimos. pela qual di/. V. Ex. Rvm.J,
que eu divnguci, consulta porsun hondndc, quelhc
.--.._...... que ns meus argumenlos eslao em p, e
que |Hir mais que V. Ex. lifesse por explicar o seu
pensinenlo nesla parle, cada vez eslou mais lirme
na Granea de que, rerehendo os parochos no Iheeou-
ro nacional ns suas congruas ou ordenados, que
veni n ser una e a mesma cousa, mutoti* mutun-
dis, esla ra/ao anda mililn em favor do carcter
de empregados pblicos, que Ibes cu assignei. E
para que V. Ex. de urna vez por lodasse coiivonca
de que ...... csl.iu em erro, e que a ......!.:. doiilriua
he exacta e venla.leira, rnllaudu coin applicac/
egreja brasileirn e no estn.lo dn nossa legislaco
nctual, nqui Irnnscrevo lauta rerbis o Aviso .le
de jnnlio de !.-< l-J. dirigido i V. Ex. mesmo, o qual
he do Iheorscguinle.
.. Exm. c Kvni. Sr. Manda .. Ueceucia, em
.. >ome do Imperador, exlranhar a V. Ev. u h.l-
ii ver-se rerusndo a dar o esrlarecimenlo evigidn pe-
(i lo presidente dessa Provincia em Consellui, a tes-
i peilo du Conogo lleinar.linu de Senna e Sou/a.
.. para cerlilicar-se. se o mesmo rcuunciava lodos
aclualmcnle exerre, para eu-
l'l vida l'ar.ichial. para quo f.i-
Ex.. porque exerrendn o l're-
io a delegacflo do Soberano Pa-
an niesiiio conhecer das qualida-
s dos pretndante, aos Henelirios
Ecclesiaslicos", alim de que esle- sejam dignainen-
.< le prvidos. E sendo iuiiegavcl, que anda mea-
o ino quando V. El. Iivess<. o direilo de remover
.. um l'arorho para o everririo de l'.aniiniciilo. ou
.. .1.- Escrii.in da Sua Cmara, (n que c eca) era
.. Ilvre ao Padroeiro cerlilirar-se de sua prelcnr.lo
.. a este respeilo paradeixar de apresenla-ln, quau-
.. du islo verilirasse ; arrresce, que sendo os Pro-
li dios do Brasil irrdudriros empregados publico
u em raziio don ordenado', e emolumento*, i/ue
rerebem, e de differentes artos ririx que pru-
liram, he da competencia, e inesino da ohriar.io
.. dos Pretldenlea .las Provincial, rwllllearem-ae se
o ellos preleudeui exerror pessoalmentc as suasal-
.. irihuicoes, Alim da nao eonflarem cargo* da lanli
o importancia a Cidnd.l.is que os tem de nhan.lo-
liar logo que nelle. sejam prvidos, como infeli/-
ii ineiile lanas ve/es acontece : nem era e-te moli-
i i sullirienle para que V. Ex. se inostrasse tilo
o resentido do proceder do mesmu Presidente em
o Consellio, que em nada so inceriu lias nllribui-
.. cues espiriluaes de V. F;x. Esliera pnr lano a
Mesma Hem.....a. qoe V. Ex. salisfazendo a re-
.1 nundeflo du Prwidenle, cumpriri o seu dever,
.. dar o exeinplo de nliediencia i. Dr.leu leaaes
.. do (invern, e cular.i oullerinr procedimcnlodo
. inesmu.
i. lleo-liiiardea V.Ex. Palacio do Rio de Janei-
.. ro em 1 de Jiinho de IKU.Dioso Antonio Fai-
te jii.Sr. Arcebiipo da Itahia.
Mas V.Ex. Rvm.', que se nao pude conformar
rom esta diiiilrina, e quer. que eu eusitie n'arade-
inia nina opini.io oppusla, urnu-irl/iiinilo-iiie, at 'fie
me despremlii um jionro rfo iifirgii un trrlu e Iel-
trn murta ras Iris, contrariando ass.in a Icgi-larao
do paiz, as decisi'ies dos Iriliiinacs .- do cuvernu im-
perial, hem romo dparecerdo honiens lainhem de
multolabei e niereclmenlo, exclama depoi. dcar-
ra/nar sciindu u pensnmenlu, que me allribue :
no he, Sr. Dr. I Helia, rom liin insoUlas purida-
des, que I'. S.. podri persuadir, que o pan-
chn "'io nflo emprrqutlns rrclesiustiros. Cra,_ Sr.
Arcebiipo, nunca esperei. que V. E\. Rvm.. liras-
se dos principioa, que eilibelerl, a conaeqnancia de
que ns paruchos nao silo empregados ecclesia
o se meus arguroenloi e paridades, noronr
V. Ex. Rvm.-1, sin inslitos, nao poderei
que inslita he acuisequencia, que V. Ev.
tos meus principios ? Pois di/er, que os |
-lieos ;
tito de
di/er,
de.lu/
ruellos
nlre nos sao considerados empregados pblicos, he
dizer, que niio sao empregados ecclesiaslicos"; O
termo eniprcga.lo publicoexclu'o ecele-iasli-
eo'! pude V. Ex. provar-me. que eu proferir se-
nielliaiile propo.ie.lo'.' Oh pelo amor de Dens, nao
me altribua V. Ex. Hvm." "> que eu nunca dbw, I
nem, para ler o pra/.er de r.u.fiudir-mc com sua
erudicao c eloqejencle, me supponha capa/ de af-
liiin.ir una il.iiilriua senielliaiile. V. Ex. he milito
sabio, lem iniiilus recursos, n.loneressila de lorrer
as leis da l.mica para obler o Iriumpli.i da- sua- api-
iii.ii'-. v
Sobre a quesISo do malrimonio, anda nflo pude
hem avallar em que he que estamos discordes, iiiu.i
ve/ que V.Ex. rnnfessa n Inlerve0clo)d0 pnder lem-
poral sobre o ronlralnniatrinionial, que he juslatneii-
tea l.i.il....... que en ensinei u'arademia. e que le-
idio sustentado em luda a nossa controversia. Se Y.
Exr. liver a bondad* de passar pelas vistas as mi-
nhascarlas, ahi arliar hem rlaraiiienle definido o
que pens sobre na malcra, ImMindo ainda, que
.. arl. -2'i~ do nono rod. |...... manda meller na ra-
tleia csoll'rer de mais a pena de multa o parodio,
mi qualquer cceli'siaslico, que receher em malrimo-
nio a coulralienles. que se nao inoslrarcm habilila-
dos na conformidade das leis.
E agradecen.l.ia V. Exr. Rvm." o pedido, que me
faz, de le o Diccionario Ideolgico de llergier. arl
nmriuge em relribolcflo do que Me eu Ih de
ler o Diccionario Univenal de Richard, n'e-e u
riio, segundo o estado actual dn egreja brasilcira, c
de jure constituto, para o que tenho citado leis, de-
cretos, aviso, o resoluQes, que de balde V. Etc.
tem procurado ou esquecer ou explicar seu
modo.
Protesto altamente ronlra a odiosidade, i que V.
Exc. me expe, sem duvidasem querer, quando me'
aprsenla ao publico como aggrcdii.doc offendendo
ao clero brasileiro, c II.e alirandn injuriosos hal-
docs.lendo antesd'isso me allribuidoojuizu de que
stainda e.riste religiitoentre ns,heeste insigne be-
nefirio derido sii ti inftueneia luteltar dos autori-
dades serutares, isto he, aos subdelegados, juizes
muniripiies, delegados depolieia, ele., etc. Eu fa-
.;.... ntais subido conceiln da lealdade de V. Exc.
Rvm.", e por esta razan appello pnra roa propria
ronsciencia, alim de que me diga.se em alaun pon-
i deluda a nossa cnnlrmcrsia descnbrin, quo eu
dirigale baldosa o improperios ao clero do Brasil,
rlasse hem respeitavel, e a quemsempre mullo ron-
siderei ; assim como se lamben! disse, que a reliuiao
enlre no. he devida acrflo da polica c dos juizes
muuicipaes.
O que eu disse foi {respondeioio a V
que foi o |.i.......... a rhntnar o clero d
ilicante e ignoranle etc. ) que es... m
iu'iioraneia nao devera ser allribuid.i la
no .lo i...... paiz, romo
e miiil
lados..
Iiv Icn.
I.......
baldo.
no-so rler
moralisad
. Exc. Rvm."
a Brasil meu-
eudicidade e
ul.iao gover-
o deleito .1" proprio cirro,
> principalmente a racilidade.comque osprc-
alias lioiirosasexrcpe.Vs. or.lenant para prc
qualquer mjeil
E islo lie injuria
f I) que quer \ 1-'
m neral '.'que .
virluoro?na
laovnul.lj.isamclllcdo esl.
Iii'opriini'iroqui'si. quei
-niel no.i lem.da ralla de
Irurcilo, o quando sabe.
C.....cilio... Sr. Viaeoiide
que mal sabe Ira.liisirn
o clero, he riispir-llie
\e. Kvm.' que eu tligadu
lleliemuilo labio, milito
V. Eve. naopiiileajuisar
..lodo no-so rlero. t|tiand
a do abandono, em que o
nei"-.i|ue hapara suain.-
que.. Kv,-. Presidente dn
do Paran, rousiguou no
rali
lo foram eouduzido.
jiKliim rst in .-ou.*/.
,/iiuiii Deum.jud
cale
l"
eu disse sobre
.V. ThonutS, na
, que ahi na llama o
Seminario Ircltirpis-
dc V. Exc, sabe de
nbo as mais bem fun-
e eslao criando unios
mn arligo, que confirma qu.
Himplo, e que he doulrina .1.
so rouler u pra/cr, saheud.
muis mediocre dudante dn
copal, segundn a etprcss,1c
c.ir esla doulrina, pelo que I
dadas esper.nras de que ubi
tiibert. Ilrrardi, Doujal, l.upoli. Mnzzuzelli. //.-
tmel, r'nirluii c oulrus sabios, que leem de ele ir o
rlero do Rra-il a .llora, que Ihe deve caber, c que
eu de caraeflo Ihe deaejo.
NlO DOMO deixar passar em silencio una inqiula-
cao, que V. Exc. Rvm. me faz. quando diz, que
mullo mi' ineommodou e eteandalltou a cxprerrSo
de Ilustre eitrangrira e liajunte. applicada por
llossuel .i igreja, un ponto de eu esligniatisar esto
ilenominacnenmu una doulrina nina. riNOM/ar,
ememoperigota V. Exc. nielen com lodi !-
lene.lo n'csla parle ararla, que live a honra de ili-
risir-llie ; porque, se a lsse. lare a juslica derrer,
que niio seria capa/ de me enlender pnr esle modo.
(Iqueeu di-see quizprovar fui, que da exprosao
de Bossuel se nao pude concluir, que os padres da
egreja na* sejam ao mesmo lempo cid.daos do paiz,
nem sujeilus c snliordinados ns suas leis ; que d'es
sa ctpressu se niin piidccoucluir, que os parorhos,
sendo empregados da egreja. nflo leulinm o carcter
de empregados publiros ; e cnlao assevcrei, que
essa doulrina do os p.dres seren considerados es-
Irangeiros no paiz, e isenlosda jurisdiccao tempo-
ral, imrqtte Bossuel chamoii a egreja urna Musir
cslrnngeira o viajante, era nova, singular, c ale pe-
rigosa ; e expliquei o sentido,em que me parece ra-
zoavel ejusla a inlelligenria da expres-o de Bossuel.
V. Etc., porni, que sem duvidn preveuido cnlra
a minha nihilidade scicnlifica.enlende, que sou ca-
paz de proferir absurdos, uflo duvido norme na
hocen a proposiclo, que rejeilo, e que me nflo per-
lenre.
Sei perfeilamcnlc o que dis.se llossuel, sei tambero
o que disse a sublime Aguin de Mcaut, por V. Etc.
lautas vezes eilados ; mas entendo, que nenliuma
d'essasrespeilabilissimasauloridadeifavorere aopi-
i.ii.. de V. Exc. Rvm." para o raso verlenle, por-
que das exprossoes de lao abalisados talentos se
uJodeduz, nem |HKle deduzir-se, que os paro-
. I.os'nr.o sfl-i enlre mis. considerados como emprega-
dos pblicos, que he o poiilo capilal, se niio o nico
da .."--.. quesillo ; queslao, que V. Etc. Irala, an-
da o repilo, segundo os principios geraes da scien-
cia, segundn o que .Icw-m-i o de jure constilncmlo,
o eu Iralo segundo o. mandamentos da nossa Icgisla-
seu programla ionio nina ulacapilalainsirurcae
e edneaeflo ipiNina doclero brasileiro. Todos ni'isro-
nherenii'is.qiie no llr.sil ha pa.lie-ileinuilo saliere
virlod*;V,Bxc. houindoaqiiellguramam primero
lugar; mas d'aqni sean p.nle lgicamente conclu-
ir, que o cielo brasileiro he illurtrado, sabio, mora-
usado a virtuoso. Eu me abslenho de conliuuar
n'este terreno, por que rom elleiln elle he .idioso,
linilando-ine apenas a di/er esla Irisle verdade ;
que mi Brasil os padres, salvas humosas excepcOes,
iioleema inslrucrao neressaria, e que asen pro-
prio delcixiie pouco talo de alguiis prelado* islo he
devido.
Concordo rom V. V.\e. que a sua edicefln do llirg-
qer he dillerenle da minha. por que na que cu te-
nhn, antes .la- exprMIoes por V. Exr. riladas, vem
linio*, qnp V. Exc. nao menciona, a que o
da como re-posta do S. Pedro e S. Joao.qiian-
Seuado (tus jll.leos : Si
In liii io< polim mutile.
resposla da qual lirei o ar-
que V. Exc. se propoe a refutar.
Sobre o S) ne.lrio he verdade, que V. Exc. Rvm.'
nodisse, que elle era tmente encarregado das unes-
religiosas, e -im parlicularmenU ; mas. de-
monstrado, cuino crcio, que ileinoosliei, que o Si-
nedrio jilliMia lo.las as quesloes, quer religiosas,
i|iiereiiis, e islo sem dill'ereiiea. nem dillinccflo, me
parece, que X. Y.\e. Rvm>. nflo foi muito feliz n'es-
le-eolierla ; |Mr que o adverbio pnrtirulur-
menle segundo Hora**, Roqueiie, Constancio
e uulros, significaespecial, principal, sccrelainen-
I* ele., arreseen.lo, que V. .\c. agora para .....II."i
explicar .i sen pensaineulo us di/, que se referir
lempo, emqueos romano, lubmelleran ao seu
jugo o povo indilco, nao podando tolerar a grande
autoridad*,de que ullimanwnle .cachava revertido
o Sinedrio Ralibinico. V. Eve. na sua penltima
caria falln do Sinedrio ni geral, falln do Sine-
drio coinn Iriliunal supremo do- jllilens, e pur lauto
coiuprehendeii loda essa grande i-pora anterior ao
dominio dos romanos; e romo cnlao o S\ ne.lrio jul-
gava n.lislinrlaincnlc de todas ai quesloes, quer
relgioiaa, quer lemporaca, cuido que o particu-
larmente, que V. Eve. empreg.....nao foi bcni ca-
bido, e que en llie respondi bem n'cssa parle, fa/cn-
doaV. Exr. Rvin.i as hiiinildcs reflexes, que
li/. eque lano o incomniodarani.
Concluindo aqui, peco desculpa a V*. Exc. R\in."
por ...... locar em oulrus punios da sua preciosa
caria, que. sendo mu erudita e cloquele, no
meu liin...1.1.. concedo, uo destrua ns argumento*,
que live a honra de apresenlar-lhe, suslenlaiido a
opiniao, que sigoarespeito dos parochos, isto he :
po enlre mis elles sao considerados einpregad
pblicos, c que na violarflo das obrigaroes niixt
Millo siijeitos a ae^flo do poder lemporal,
llesejoii V.Exc. a melliur sau.le, e felicidades,
rogo-lho que me considere sempre como quem h
d*V. Exc. ......... respeilador, ecriadoatlecluuso
obrigado.
Dr. Jernimo I Helia re Catiro Tacare.
RecifeO de outubro de 1853.
dado de fazer o ornamento detalhadn da ponte |ien-
sil, pelo que pejo desrulp..
Responderei lis quesloes pela mesma ordem, cm
que foram tratadas pelo communic.nle ; fallare!
pois em primero lugar do cusi da ponte pensil.
A farlurade urna "ponte suspensa, para substituir
a actual ponte do Recife, no mesmo lugaremque se
arha, com um pilar no centro, e amarras desuslen-
lacau .Parame, ou de barras de ferro ; sendo a sua
largura de 2 palmos no cenlro. para transito decar-
ros c cavallos, e a dos passeios Internes de ti palmos;
distar ;100:0tl08 rs., nflo contando alli a despexa de
-i>:UtMR>, que se faro depois para dcsmnnchnr a pon-
te velhu, arrnncar osesleios, e drmolir e arrazar as
nnligas obras de pedra no leilodo rio, para que este
fique inleirauente livre em sen curso.
I'or lano, ja temos pelo nienos urna despeza de
:iii:lH rs.
lransilo por essa|ioiitc, boje lao activo, leudo de
continuar no mesmo grao, seniio om maior. o seu
pavimento que sern de costado deamarello) nflo po-
llera conservar se mais de qualro annos, o que he
lacil de vcrilirar eomparando-se o Iransiln por sobre
a |........ do lenle, com o que se faz sobre a doCa-
changa, onde he de/ vezes menor do quena primei-
ra, pois quo o seu assoalho nao podo resistir mais do
que7 ania,* nec*.iloo|d sersubsliluido por j es-
lar i., o i io uaslo.poroulru lado novo cuinprra ainda
alcalroar todo o madelramcnlo duas vezes por anuo
ao menos, e bem assim cobrirde tintas nas mesinas
poca* (oda ferrugem ; sem a que a poni nflo |io-
der.iser defendida conlr. a arrao destruidora daat-
mnspliera.
Ora Indas essas despezas de enn-ervajao |ienna-
nenle, c reparos perioilicos.iriio. mais, nunca me-
nos de 15 rontos por auno. Esla quantia he o juro
de um capital de "lOcoiilos, e este reunido ao cusi
primitivo pretal a somma do 575 conlos, que vem n
ser o verdadeiru cusi da ponlepen.il.
A despeza da couslrurcflo dfl|ionte de pedra, com-
binada com lijlo, conforme ao que ja expend cm
nieu relalorio, lem de ser de IO conlos : a da res-
pcclfva conserva^lu ser quasi nulla, como aconte-
ce em quasi lodas .leste genero, porque oslas poni.
.piando hem construidas resisten! muito nflo so es-
Iracam fcilmente, apenas o ealcamcnlo, pelo uso
conlinuo.se deteriorar alguma cousa. A na con-
servara nto exigir auuualinenle mais de fiOttJ rs.,
quantia esla quo corresponde ao capilal de 10 con-
los. e por ronseguinlc a ponte de pedra cuslara ti-JO
conlos.
Logo riinsidcranilo-sc a despeza de conservaco
em cada u dos dous syslemas ; capilalisando-se e
rciinindo-so essa despeza ao reslo da obra, lem -o
que iinporlarao a piiule pensil em .Mi.".:(KIII-> rs.,ea
de
A PONTE DO RECIPE
Encnrregado pelo Bxm. prcaidenl* .la provincia
de evaminar e prnpdr. d'eiilro os diversos sistemas
d*ponas, boje mais cnuhecidos, oque melhor con-
vinha aduplar para a conslrucco da que lem de
substituir a actual do llerife ; em 17 de malo pr-
ximo passado, aprcsenlci S. Eve. o resultado de
i.....is Irabalbuf em meu relalorio especial, em qu
indiflilei lulas ascirrunislancias do local, em que
aquella libra lem de -er fundada, e a niesnio lem-
po tiz as nilispoiisau-isconsidor.ieoos.iibrc os diver-
so, si sleinas de puntes uiellior e-Hnlados o eonheci-
dos; conclui, rgeilando as das iionleiaupenMi, e
indinan.lo-uie para o de ponlaa de pedia, e o de ar-
cos de Ierro sobre pilares de pedra ; mas como ain-
da nao iiic-so.iriunisa.l.i os respectivos orcamcnlos,
adieiminha conclusa lioal al que elle, etlivnmn
promplos.
Meo relalorio. arompanhado do meu projeelo da
ponlc de arcos de ferrn sobre pilares do pedra, foi
remcllido auSr. euacnlieiro Borlhwick, para sobre
elle dar o -.-.. parecflf ; maiaconleceu que esle dis-
liucln engenheirn, reruiihercndn eslar o meu pro-
jerto bem nrganisado, fosse de opiuifln que, d'enlre
os Ires sistemas de ponles de pedras, de arco de
ferro sobre pilares de pedra, e pensil, se adnptasseo
que fosse de menor proco, lendo-se em vista a des-
peza de i-onscivaeao, por quanlo rousiderava de
igual solidez a ponte que se conslriiisse em qual-
quer dos tres s\-lemas ; mas Inclinando*** no pen-
sil, nao Iralou de reputar as objerroes que eu ap-
prescnlei eoiilra eslcsisiema de punid.
Yodando s minlias mo- lodo esse Iralialho. li-
le de, em dala de :UI.le amisto, leiar ao ronheci-
i.i....i., do Exm. presidented. provincia, orascou-
sideraeessobreo mesmu objeclo ; mas cuno a esse
lempo J livesse concluido.! orcainenlo da ponte de
peora, adoplei-a como preferivel toda oulra, pa-
recendo-me que pelas cousideraces que apreseniei
ler demonstrado que se devera dar prefereneia es-
le sistema, c isto sem recorrer i'i ni(Hirluociadus or-
eainenlos.
Todos estes Irabalhos foram publicado* no Dia-
rio de l'ernambuco de VI, I i, e l"i do me/, prximo
lindo ; mas cis que no dia 19 appareceu no mesmo
Diario, sem assicnalura do autor, um communica-
do, chamando-mcdiscussu pela Imprenta sobre o
objeclo, aecusando-me logo, no seu entender, a fal-
la de un ornamento de urna ponte suspensa para o
indirado lugar da do Becife, Iralandoa queslao pe-
lo lado econmico principalmente, aleo de alguma*
outrasconsideraroes que julgou proposito aprc-
senlar.
Os minios encargos da repartirn que sobre mim
Ic-
COO-
lemp
m un.
a he, que
as proposi-
lior issn
pesam, nem urna I-. mellando, pon.
niio para entrar em disrussfies humas,
(ciidorqoc lo I. .loI se moslra ; mas fe
oususlenlec defemia, rumo poder seu
roes que cmilli, a opiuiflo que a.loptei,
leal* dar boje urna resposla que, no meu eulender.
dever salisfazei ao autor do j;i citado commnnlca-
,lo; por quanlo ser fundada em prova e demons
Iracoes, e nao em argunirnliircs supliistiras, sen-
lindo muito que tilo esforeado e.iialleiro, guardan
do o incgnito, nao me julgasse digno de o coidie-
rer pessoalmenle.
Demorei |r mais diasa resposla. pnrlcr uecessi-
pedra eiiiliJO:0005rs dillcienea t.'cOOO n
Se atlciidcrmosaos incoinmudos que lera o publi-
co com os reiteirados reparos da ponto suspensa, e
exprimir.....s esses inconvenientes em funceo pecu-
niaria, nflo vira cm resulla.'oqu.inla inferior, se-
iin superior a do (.' rontos: e daqui ja podemos
concluir que a ponte de pedra. sohio ser visivel-
inenle mais solida, e de durarflo nconiparavelmeii-
l.'iu.ii- tonga, he mais econmica e mais commoda
do que a pensil.
Re-p.....lerei agora as eonsi.leracies acerca da es-
lalielidade da ponte pensil. Em primeiro lugar
cumpre-ine declarar que nunca puzemduvidaacs-
labclidadc das ponles peusis dcnlro de cerlos limi-
les o sob certas condicoes: nflo posso porcm admillir
que ;\ sua cstabelidade e solidez sejam rmnpar.iveis
rom as das puntes de |iedra un lijlo. Com elfeilo.
pela llexiliiliil.nl.- de suas amarras de susleiilar,fln,
as ponles suspensas eslao consl.intemeiilo .ni oseila-
r.'ies niaiores ou menores, c mais ou menos regula-
res, mi rallo do transito que sobre ella seda : donde
se couclue que ha indispensavelmenle un constanle
augmento de esforto, no senlido da IracciO, das pe-
cas que a compuem. Essa foica resultante leude a
-eparar urnas das nutras, as niolerulasdaspecas que
...iiipoein a ponto) c sua aceflo, posto que Infinita-
mente pequea, lo.lavia dadas cerlascircunislancias
e con.lices, pode crescer, e mcsm|iela pernianeu.
ca de acrflo, ira augmentando progressivamcnle al
vencer a larca de cohesflo, e neslo momento llave-
ra ruptura de parles, o que causara o-desmnroua-
...enloda ponte. He desla forma que se explicam
es.as Brandes c lamenlaveis calaslrophes que lem a-
oonlecido em diversas ponles suspensas da Europa,
alias bem construidas, o por engenbeiros de primei-
ra ordem e que merecen! loda a contianra publica.
Demais, os limites dn resislencia dos matenaes
empregados nas ponles suspensas, fixam lamben) um
limite de resistencia lotal de luda a ponte, c esse li-
mito, seguuiln as experiencias, he de-JOtl klogram-
nias IH) libras" por melrn quadrado da superlirie
da respectivo pavimento ; entretanto que na* dear-
c.i de pedra ou lijlo he ella vinlc vc/es maior.
I) evemplu, Irazito pelo autordo cominuiiicado.
da ponte pensil sobre o Danubio entre Pesl.c Iluda
moslra que para passar lll mil homens e270 |ieras
de arlilharia sobre ella, foi neces-ario que essa pas-
sagem se ellecmasse em dous das, e lal ve/mais ;sc
e-la paaaaganj live.se lugar sobre uina ponlc de po-
di.... lodo aquelle exercilo passaria com lodo o seu
(rom de guerra em nienos de seis horas. Uestes fle-
los ha muilos na historia das guerras.
Peco liccnea an Sr. coiiimunicanle para enlrar
em divida cerca das dimcncOesque deu a mencin-
nada ponlepcn.il de Pesl, quando assevcruuqueel-
la linha mais de .VI palmus de largura, c que ella
h.a|.....as sustentada por duas amarras ou cadeas
de suspensflo, sendo o passeios laler.es dc8 palmos
de laruura pe. parle de fora das cadeas. Porquau-
lo o-passeios da mencionada largura, nao estandu
presns senflo pnr um lado, pelo proprio peso se cur-
varinni farihnenlc, c com mais prumplidflo aindn
pela aihlircflo do peso das pessoas que sobre elles
i..i.-il,.-em. Dn mesma sorle a plataforma do
Centro da ponto, lando 34 palmos de largura, e s.i
apoiada por suas duas extremidades laleraes, lera
infalliielnicnlc de curvar-so lodas as vezes que su-
bi ella passarem carro., ou oulrosobjcclos pesados,
e porconseguinle snjcila a fraclurar-se.
Se a |Kintc de l'est toi |ielo Sr. communicanle
Irazido como templo da solidez e cstabelidade que
se pode dar as ponles conlrui.las segundo esto siste-
ma, peen venia para nprescnlar algnns oulros nn
sentido contrario. Em Franca, a ponle d'Argciis,
nao obstante a sua hoarousl.rucrao, e as grandes pro-
i.is porque |iassou ao cabo de |ioucos anuos cabio,
fazendo grande numero de victimas : esle desasir
Id foi publicado no Diario de Pernambuco.
\ (Minie da Bochc-Bernard, lida entre os Francc-
zes como o melhor monumento de gloria, um mo-
ldo nesle eenero, chegou o sen momento em que
leve do desmoronarse. A de Pencv no canlo de
(ienebra, uflo pormaueceu por miiil.s anuos pres-
I.I...I.. -.'Mi..'., .le-,.h .o. Muilns uutros ctcmplos
pollern ethihirdc ponles suspensas que ncabaram
pelo desmoronamentu, que para nflo ser enfadonhu
nao os redro ; os mencionados assas moslrain que
silo fundadas ......I..- suspeitus aceren da estabelida-
de peimnneiitedas ponles suspensas.
Indica o Sr. couimunieanle a pintura e a galva-
Dhacao como preservnlivos ronlra a oxidacflo das
rndeias de suspensflo, neniclhanca do que se ha
pralicado nas entnicias de rame em algnns na-
vios.
Da pintura nada direi, por ser este o mein mais
gcralincnle cnnhecidn e adoptado para tal liin. mas
observnrei snienle que he indipeiisavel sua ffe-
quenle renovacao para que e-teia constaiitenicnte
eobei i ,i de tinta a superficie do ferro, o que he mni
custmo de conseguir, .lenla a prnmplidau ...... que
a pintura, etposl* ao lempo, he destruida pelos
agentes almosplieriros, salvo e de 15 em t.'i da. -c
renovse a pintura, como se cosluma razerem al-
millas pecas de rerro d.is apparelbosdos navio..
Pe' que respeila a galvanisneao do arame*lenho
oliservar; que na" -ei ale que poulu convira em-
pregar o rame assim preparado e modificado, pois
n.io h .vendo ainda sobro elle experiencias bem po-
sitivas e terminantes, e cingiudo-me nicamente
pelo que se ve na slriirturn de n... .uiei,. i por aquel-
le mndo preparado, .levo suppor que os tos de ra-
me galvauisadoslecmde perder umpuucudesuarc-
sistoncla.
Cum efleilo, a galianisa^flo consiste em fazer in-
filtrar na nia-sn do ferru um oulro metal milito me-
n, oxxdavel, tal como o eslanho, tinco &c., do
sorte que lodas as molculas, prximas os supcrli-
i '-


rio visivcis, liquen obertas. envolvidas pelo me-
tal estrauho mano* oiydavel, e deata guisa abrica-
datida ac^o atmospliorica, nao se possain osydar.
e porra refleellrmos que, para vlr eslo rastilla-
do, o ferro lem de solTrrr urna cerla modilicacjio oa
ii.i dispusii.o inslecular, em sua eslrui-inr.i inti-
ma, pois que o corpo c*lr.iiibo Inlcrposlo entre as
molculas das supertele* necasiona um augmento
das distancias moleculares do ferro : segue-se que
este molal perder de sua lonja de conesAo e por con-
seguinte que, assim modiOcado ter.'i menor resis-
tencia para a traers, que he a forja nica cierci-
l:i as cadeias ou amarras de suspenso das poules
peusis.
O eiemplo, que aprcscnlou o Sr. commuiiicante,
das engarrias de ferro 'galvauisado, empreadas em
alguna* navios, nada prova para o caso vcrlcnle,
como passo mostrar. Tres sao as pecas principaes
que compocm o apparollio das enjarcias dos na-
vios, saber : orena, colhedones, e chapa ou ca-
deias da tutucatlura. Os ocem lem sido feilos'de
arames pura alguns navios merrantis, mas no me
consta que tenham sido de arames galvauisado*, o
que me tai auppor que ser islo pelas raides ja es-
pendidas, de perderem ellcs, pela galvanUar/io,
patle de sua resistencia. Para protegc-los contra
, a osydaelo, costuma-M passa-los, inmediatamen-
te riepoisde tirados dos cyliudros ou lieiras, por um
baoho de brauco de zinco : porque estando nesst>
momento anda incandescentes elles receben) fcil-
mente uina carnada dessa tinta, que pelo resfria-
manto adlicre fortemeute ao ferro. Mas nao obstan-
te, aun Informado por pessoa mu competente na
materia, que os cabos dos ovens assim preparados,
osydam-e no fim de algn) !ein|K>, viudo enlflu
ser indispensavel i recorrer pintura repelida,
como se pratica as peras de ferro das erubar-
caedes.
O colhedones, que ordinariamente sao de cabo
de Hubo, oestes ltimos lempos lainbcm lem sido,
om alguus navios, substituidos por cerles machinis-
raos do ferro nao galvanisado ; mas, para. fcarem
abrigados da oiydajao, sao constantemente pin-
tados.
./< chapai mi cadeias da balocadura lambem fci-
las de ferro balido, c nao galvanisado ; a pintura
couslante be o nico meio emp egado para as preser-
var da oxydacan.
Porlanto j v o Sr. communicanle, que o ferro
empreado as enjarcias dos nav ios nlo he galva-
nisado, provavelmenle pelas rages cima expendi-
das ; porlanto o eiemplo traiido discussao nada
prova em favor le sua proposito.
Tamben) di/, o meu contendor em seu arliqo que
para preservar oassoalhoda |iunlc dos estragos do
lempo, c azer rom 'jue, lias occasiocs de chuva, oa
cavados nio esenrreguem e raiain, basta alcalroar
esse assoallio, edepois cubr-lo com arcia angular.
Kespondcudo, direi primeirameute, que nao me
consta que baja urna qualidade especial de arela,
denominada angular, sei, romo todos, que a veta
be angulosa : mas seja qual for, ella nao pode con*
servar.se por limito lempo adherida madeira do
pavimento smente pela ligaglo do alcalrao, anda
menos nos lugares de grande transito, como he na
I.....ir do Hecife ; c em lodo o caso, srm conseguir o
lim desejado, sera lalve/. causa de inais dcjpasa le
gastar o assoalho. Com elleilo, a arela espalhada
por lodo o pavimento da ponte, offereceudo certas
asperidades, que olislam e ilillirullaiii o niovinanlo
dos pos dos viandantes, em breve lempo so despren-
der, do assoalho, licara sola ; e enlo interpondo-se
oulreeslcc os pea dos passageiros mover-se-ha pro-
duzindo ceno rocameulo no assoalho, que, segiimlo
a aclividadedo tramito, com mais ou mensa rpi-
da, o ir rorrocudo e lisiando: ora islo nao diz
que o resultado ilesle meio ser o contrario do que
se esperava do seu emprego '!
. Creio portanlo haver demonstrado que o svsloiiia
de pontea suspensas, como o al agora adoptado,
nao he o inaisconveniente para o bigarda ponto do
Hecife : qurr encarado pelo lado econmico, qui
pela commodidade do Irausilo publico o por sua
solidez. Quanlo porni factlidade do curso das
aguase navegaco leuho observar oseguiulc :
Hepousa o pavimento sobre JO pilares de I) palmos de grossura cada nnj|
c mais 15 filas de esteios de I pollegadas de aspaa-
sura rada um ; desorleque estes obstculos opfios-
los correte das aguas orrupam a exlcnsao do
'.222 ,' palmos do leilo do rio ; cumpriudo notar
anda que :i uu -i lilas do esteios produ/.em, no cur-
so das aguas, una perlurhacAu igual causada por
um pilar de l( palmos de grossura. A ponte de po-
dra projeclada para substituir existente, constara
de 8 pilares de IC palmos de espessura cada um ;
osles collocados, como esl indicado, a grandes (ba-
lancias mis dos oulros, causaran nina perturbaran
nocursodorio mili |Miuruscusivel. A grande aber-
tura de 11V palmos dada ao aico do centro, com a
respectiva altura de 17 palmos, permitir que, a
qualquer hora, possam passar embarcayocsde gran-
de l.il.o a.i.
Com a ponte suspensa baver por corlo maior
franqueza no curso das aguas, pois que ella oltere-
cera o obstculo de um nico pilar de :1T> palmos de
grossura : mas nao poder, haver no centro elevacJo
igual do grande .irco da ponte de pedra para pas-
sagem das cmliareac/ics, salvo se se quinase elevar
muilo as suas entradas, ou margeos do rio, o que so-
bre maneira obslruiria os edilicios existentes nal
respectivas proximidades-
Ora, essa maior franqueza correnle das Bgaas,
comquanlo do grande imporlanria, nao pode com
ludo ser levada ao alio grao que o Sr. roiiimiiuiean-
tesuppoe ; |M>isquc ser assim seriamos forctldoi ti
concluir que as pontos suspensas silo as nicas ad-
luissiveis em lodos os casos, cumpriudo por enii-e-
guinte abandonar lodos os oulros s\ sientas, qu.se
baseam em couslrurci'ies fundadas no leilo dorio, o
que seria um absurdo.
Quando se lala da ronslrucco de una ponle,
deve-se ler em vista o principio aegoinle: que
perturbadlo prodn/ida pelas consliurcea no leilo
dorioparasuslenlacaoda metmaponte, teja lal que
oaugmeulo da velocidadc das aguas d'ahi mllan-
le nAo possa occasiouar alterarles no rgimen dn
mesmo rio, e nein lao pouco embaracar a navega-
i'io, como acontece actualmente coni ponle do
Recite. Mas no caso verleule em que a ponte de
pedra projeclada iienbum embararo causara na-
vegaran, c a correnle das aguas lera do diminuir
extraordinariamente do que boje he, claro lira, que
ella deve ser adoptada prcfcridamcnle qualimer
oulra eru oulrosvslcma, que se d em concurren-
cia : o como ja foi demonstrado que esse svslcma
oflerece vanlagens muilu superiores s das ponles
suapeusas, he lambem c\ denle que ella se deve
dar a preferencia.
Releva considerar ainda queainvenrao das ponles
suspensas no leve por fim acabar com lodos oulros
avstemss de ponles j conhecidos, que exigalo cons-
Irmnies no leilo dn ro, onde ellas se eslahelecem ;
aquellas moslram que o genio do hbmcm, que a in-
telligencia humana nao lem limite., c senipre des-
cubre recursos para superar e vencer lodos os
obstculos, que se appresenlem, quaesquer que el-
les aejam. Assim, vemos que as necesidades do bo-
roemem sociedade, esigindoo eslabelecimenlo de
vas de communicaeflo, e devendo eslas algumas ve-
as alravcsaar ros caudelo faxerem-se conslrucrrs em seu leilo, ou de Irans-
por abysmos mo menos perigosos, occorreu logo a
idea de com menos cusi do que seria neressario
|>ara superar esees obstculos, vencer as dillleulda-
des por rock das ponles suspensas, quando nao seja
possivel levar a exeencjlo oulro syslema mais solido
o duraduuro. Agora mesmo, que se procura accele-
rar as marchas e encunar as vas decoir.municacao
por estradas de ferro, e que para eslas as ponles
peusis nao podiam servir, appareceu logo o syslema
americano de punte- de madeira, sem esteios. denota
de ponles tubulares de ferro : mas a pouea dura-
rao das primeirasc o elevado proco das segundas,
oUereceiido ainda dilliculdades, imaginou ltima-
mente o Sr. Verguiais un oulro, que seu Musir
autor o julga de solidez Uto grande, que a denomi-
nla poule Herclea ; o qual, boje em Franja, Ira-
la->edeolevar evecucao rom vanlagem.
i'assando agora a quealla da remorao do anligo
enruchameiilo anda existente lio alinhameiilo da
ponle, que oSr. Boslbwirk denominou base hollan-
ileza,leuho lamben] de sobreest assumplo fazer al-
gumas rellexoes, posto que tle passagem.
Doos sao os casos em que parecera indispensavel
destruir e remover o mencionado oiuueii.-tinenlo :
I" Seso quizesse por ventura eslabalecer alguma
doLa, riba cima da ponle, para aucoradouro de
navios do alio bordo ;
2' So esta base causasse embararo ao runo das
a-nas.
A primeira hypothese parece que nao deve ter
lugar, pelas razoesj expendidas em urna memoria
ler cabimento. Ero verdade, far.endo-ae urna aejito
no rio, riba cima da ponle, em frente ao lliealro
velho, \f-te que ncile lugar, onde o rio lem de lar-
gura a exlanso da ponfo e inaii mclade.a supercie
dealasecjo he, com mu pequea diflerenra, igual
a do lugar da mesina ponle, nolando-se que a pro-
fundldade, era toda a exlenso da ponle lie de S
lo pilino- ; em lano qoe lie de 6. 5, 3e 1 palmos,
em loda a liulia daquella sccjAo. llaqui e deduz
que lodo o volunte d'agua que paisa na pnledo
leilo do ro, riba cima da ponle, passan com a
mesina facilidade por baxo da ponle ; por conse-
guinle vanlagcm baver em augmentar-so a pro-
fundidade do rio nesle poni.
0 que lev., dito suscitar lalvczduvidas ao espiri-
to dnqucllosque s allenderem s "Tandos profun-
didades que se observara iinmedialamenlo junio
ponle ilc um c oulro lado.
Mas desvanecer essas duvidas quem considerar
que oredomonho das aguas, causado pelos eslcios c
pilares que oircreceni poderoso obslaculo ao curso
dorio, como J moslrei, llovera fazer essas pro-
fundas excavarles, que hoe se nnlam, c que de
corlo nao exisliam anles de se crearon) aquellesobs-
larulos.
Pelo que respela elegancia de cada um ibis Iros
svsfemas de ponles, pensil, de pedra c de arcos de
ferro sobre pilares de pedra, cumprc notar que to-
dos tres sao igualmente elegantes, Icndp cada utn a
sua em particular ; e se quizer eslahelecer alguma
dilTerenca, esla cortamente be em favor f\a ultimo
syslema, islo be, da de pilares e arcos de pedra.
Olemponeccssarioparaafaclura de cada una das
ponles,nao ser soguraraenle o mesmo para lodos os
syslemas: a pensil inlopoderser construida em me-
nos dedous a Ircs anuos, e a de pedra nllo ser pro-
vavelmenle lerminailascnAo em cinco ou seis annos,
alienta a delicicncia que anda ha no p.aiz demeose
recursos em grande escolla para dar mor impulso e
andamento una obra desdi ordem e importancia;
o andamento da obra anda depender dos mcios
pecuniarios que para ella forera aunualmenle des-
uados: eslas cousas saodc primeira intuijo. Mas
tendo-sede, anles de dar comero s obras, de cons-
truir urna ponle provisoria, a dilferenca de mais de
Ires anuos, sera sem prejuizo paru o puulico em ge-
ral, urna ve/, que lera Irausilo livro e seguro pela
ponte provisoria.
I'ara concluir ininlia resposlo vollarei ponle, de
que maisaciina fallei,imaginada pelo Sr. Vengnais.
l"oi muilo depois de haver apresenlado ao Kviu.
presidenlc da provincia, o mau relalorio de 17 de
luao sobre o objeclo em discussao, que lve nolicia
da ponte herclea, como a chaina o seu autor, c por
isso .tilla no Iralci.
Do pouco que por ora pode saber desle novo svs-
lcma, concluo, que nao pequeas vanlagens ollere-
ce, as quaes sAo : I", n.lo necessilar do ponto de
poloDO leilo do rio ; J*, deve ser, como diz o seu
autor, de cxlraurdiunria solidez, e nao ser exposla
s oscilarles qdc lano estragan! as poules peusis al
boje coiislruidas ; 3*, ser mais econmica, e poder
sercoiislruida dentro de seis mezes ; I', linalmcule,
de toa alinalo poder er de SOruelroi IKK pal-
mas. )
Bate svslrioa, segundo sou informado, lem pro-
vado lambem em seu priuieiro amalo feilo em Lig-
uen Iraio.i), que varias oulras ponles desle gene-
ro rallo actualmente em exeeuco nesse imperio.
I'oi falla dodadoseesclarcciineutosiudispeiisaveis
nao pude anda foier aprofoildadoesl.,dodestcsvsle-
ma. Mas logo quea minha mao vuTcm as noticias,
informaciles edescripces queja ped, verci qual a
applicacAo ojo deata avalenta se podern fazer pon-
le do Recife ; c para enl.lu me guardo.
Hecife .'i da outubro de KTj.'t.
Jos Mamcde Alces Ferreira.
LICCAO PRATICA DE HOMEOPA-
THIA.
Pactos clnicos.
lies, non icrbii.
Pebre escarlatina.
1 'na llllia do Sr. J. C. Una Soriauo, de \-2 annos
ile idnde. appareceu cora fehre, pello secra, dores
na calleja, e naa arliriilajes, sciulo consullado,
prrscrevi-lhc can. para ser lomado cni -1 parles
com o niel vallo de IJ horas. No da scguinle anpa-
receram oovos svinptnmas: calafrios pela uiani.la,
e inais tarde dor de garganta, diltiruldadc de cn-
golii.e vmitos ; pelo que (nmoii i/icr. laubem em
2 porcoes e rom o me-iuo inlervallo. No da im-
inedialo conliiiuarain oa niesinos svmplonias, e de
mais romojou a manlfettar-ae vermelhidlo em loda
a pclle, muilo semclhanle ao sarainpo ; a fehre era
aeliviasima, na nllammacaoda garganta acliava-se
no maior grao de intenaldado* A menina j hav a
SOOrido muilo auleriormeule de sarampo, e por case
motivo o dfaguoalico era duvidoso: mas como os
s} mptomaa reqoeriam o emprego de MI. quer o
nial fosse sarampo, quor escarlatina, adininislrei-lhe
esto medicamento as colheradai de duas em dnaa
horas; sem emliargo dlatU a erupcaoconlinuonconi
cor escarale ; as lilaos, os pea, e Molo licaiain Kroe-
sos c incluidos ; nao houvo ullaniniacAo dos olbos,
deiluve, ncm loase, que alo os s)mptomaa ojuadia-
tinguem o sarampo da escarlalina, quamlo a nalu-
re/a, e a marcha de orupeAo nao apresenlam dille-
renca nolavel. Empreguel cnlao mcrc.-r., que fez
liiiiii.iin coiisideravelinenle a dor de cabeca, e a fe-
hre, e seguidamente fe/ desaapparecar easea iucom-
los porespafo de das, leudo decreacido a n-
llaniinaeao da garganla, mas pastado esse lempo sn-
breveiu um aerean de calafrios seguidos de violenta
febro e de dor de cabeja com oggravaj*) da Inflam-
maj.lo ila garganla: eonlao adininislrei-lhe pul:.,
que obslou a icprodticeao do accesso; e a cura so
compleloucom mlpk. .'It'1. A descamajo fo abun-
dante, e duroii alguna das.
Denotado reslabelecimenlo detta menina, fbram
accommellidas do mesmo'mal inais oulra lillia.c um
lilho ilo niesmo Sr. e igualmente sua cpoa que
promplamenle foram curadas, sem os Incommodoi
e marlyrioe, que soll'rem aquelles, que se cnlregam
a amiga medicina.
No sao estes o. iinin- casos de escarlatina, que
lemapnareeido neala cidade. Acora mesmo, segun-
do iiieinloriiiani,:.cha-se graveinenledoenlc um ne-
gocianleda na da CadeiadoRacife: leudo antessof-
tridodella algumaspeatoai de sua familia.
lien, nos livro ilo desenvolviinenlo epidmico des-
sa molestia; por dentad temos sollridooseslragosda
febro aniarella ; mas se |nir falalldade ella riinli-
nuar a atacar maior numero de individuos, ah es-
la a homcopalhia, que possuens remedios mais elli-
cazes |iara .ortihale-la eiiergicamenle com Inda a
cricas, prouipliihlo esuavidade.
l)r. Sabino Olegario l.wlqcro l'inho.
i ii-nli.ii ni cenlral bomopalhico, ra das Cru-
zes, n. II.
M
Cfesslonaes e prallees das Costas devem reunir
s rasneiras, dando preferencia aquelles que por
vsnlura lenliaui oxlemas relacoes de amizade nos
diversos pontos, em que os vspores teem de loear,
A e-tima, que por ventura mereja o coramandanle,
augmentara a conflanja dos carregadores o passa-
geiros, que em geral calculan) as suas preferencias
pelos diversos graos dessa eslina.
Seja-nos, lliialinenle, permittido aventurar algu-
,*nss palavras acerca dos diversos pontos interme-.
iliarios em que os vaporea devem locar por escalla.
Quaesquer que sejam os escolbidos, alm da Para-
blba o Rio-Orande-do-Norlc, nos pareco que o por-
to do Ass nAo devo por forma alguma acr esqoori-
do. O seu commercio nao se limita aoaal, como ha
alu alguem que se persuada. E com elTeiln he ello
o porlo por onde se romtminicnm as villas do Mar-
lins, Calle do Rocha, Anglcos, Sanl'Anna do Mal-
lo, Maco e toda a ribeira do Apody com esla cfda-
dc, servindo de emporio de lodo o comnierrlo de
couros salgados e curtidos, cero, velos e patn de
carnauba, pcixe salgado, e lambem do algodo das
localidades cima mencionadas, alcm do retorno
que daqui se Ibes faz de ferragens, fazendas e g-
neros de eslivo. A sua barra he de fcil accesso, o
seu ancoradnuro cxcellcnle, prcferivel a qualquer
oulro naquella parle da cosa do serlAo.
lm rniiclii.an, laMIDOS volos fervorosos para que
os esforjos da rompanhia sejam coroados do mais
feliz resollado: possa ella ollcrccer lodos os lucros,
que lhe pro|iorcona cssa larga va de ronimunira-
eao, o ampio mar, a que rom algum acorto chaina
um cscriplor a alhmosphera dos pnvos, seu ele-
mento de vida e poder. O Cacambo.
a
m
C0RRESP0\DE\(:i\.
Ni-* Hcdartore*.Koo-lh o favor de publicar,
em o seu runeeitiiailo jornal, eslas lnhas, por meio
ilai i|u eu convido aos meus di&no elfi(orei;i volarcm no Illni. Sr. I ir. Juo Vrenle da
Silva Cosa para depuladoprovinrial. Nlo posw lic-
uar, que sou amigo do Sr. Mr. Silva Cntt*. ( 6 para
dcixar >l o ser "cr.t preciso nlo conliece-lo,)
norem pondo de parlo a amiade, eu vejo no Sr.
I ic. Costa qualidades l.o apreriaveis, c lao pouco
communs, que o lornam diano de represenlar a nos-
sa provincia. Sou scnliores reddorcs ele.
Um eleitor.
ERRATA.
No Diario n. tt.> de 1:1 de Miembro, na corres-
pondencia BSatignidlO Vigilantese 10 os segun-
les erros :
Nanglna 3aai rniumna l.a, linhas 13, em lucar
dedos queleia-sedeque.
Na mesina pasina, columna '*.", linhas l!l, em lu-
Rtf deque nio poda ler Torra rluiima pois que
niio havia inlerposlou reeono ele.leia-seda Ic-
gtsu.flo, que nlo liavia InlerpOtlO o teciirso.
Na iiiisina pagina e colunuia, linhas 'M>, em locar
depoderoiaroenleleia-^e poderoso smenle.
Na inesnia pagina e coluntMi linhas 97, em lu-
gar degirarleia-seaerar.
Na magma pagina a columna, linhas IOS. em lu-
gar deespemn enlalislasleia-se csperiineula-
I i-las.
Na metma pagina o columna, linhas IOS, em lu-
i;ar demegiielisarrealurasleia-semagjiclisa
crealuraa.
Namesma pagina e columna. Multas id'1, em lu-
gar deeorpoa inanimados lcia-scinanimados.
O mesmo Jigilanie.
COMMERCIO.
I'KACA 1)0 KKCIFE1I DK OITI BliO AS3
HORAS DA TARDE.
Ctlaccsofflriaes.
C.amliio sobre Londres a 7 :t|i i\. I>0 d|v.
Desconlo de le ras de um meOI|Jpur rento ao
auno.
Aassucar mascavado a 19aj c tofO rs. por ar-
roba,
ALPANDBUA.
Kcndimenlododial a 10 .102:8570389
dem do dia II.......H:!Kt2P7i
I11:389|063
Descarrfgamhoje -2 de outubro
Itarca tnOtottConie /ogernicrcadorias.
Ilarca InglesaHeiievicreidem.
HrigueingleArubeltabacalhn.
Barca porluguezaOlimpiavarios genCfOf.
Sumaca hra-ileirallorienciufumo fi charutos.
Imporlacao
llriguc Ingle .titiheltu Turbe!, viudo de Terra
No\ a,consignadoDSi'hramni Whatcly cVH'Onipatihia,
mnnireslou o seguinlc : 2,51 i barricas bacalho ;
a os m os mus.
CONSULADO GEKAL.
Hondimcnlo do da 1 a 10 .
dem do dia II
%5t7|3l6
Iifl75l2l
6:022)367
DIVERSAS l'HOVINCIAS. Itenilimenlo do dia 1 i 1(1 .... dem do dia II'....... !M7s!l(i7 1379361
1:055098
(o de melhoraiuenlo do nosse |iorlo, rediftida e ...
feccionada por uuia commissio, da qual ou ful um
de seus membros.
Mas aimla quando nan., quizesse allohder.is ra-
/6ese>penddas na referida memoria, aagoir-sa-hia
nesle caso, que n^p se conservara a ponle do He-
rir no limar em que te achn, seria ella substitu.la
por um dique, qu. Ilvetae no centro urna compor-
ta para paataaajn das embarcarles sendo que enlao
seria tomento neressario romper o enrochamcotn no
lunar da comporta : Iraballio este que so esecutaria
com as obras Ja romperla simultneamente.
A seaunda hypolbese, a de dar-se mais esparo o
liberdade passagem das aguas, lamben) nao pode
A companhia pernambucana de
vapores.
l'm fado nolavel araba de desperlar a allenrao
de lodos os houieus pensadores do pata, que l'a/iin
Oloa pela sua prosperidade.
o Brasil, deixanoo as manlilhas da infancia e de-
vaneiosda juvenlude, altinge a primeira pitase de
sita verilidailc. c nuera desenvolver a prodi^io-a tor-
ra deque, desde o berro, a dolara a natorea. Sim,
una nova ira se abri para esla parla da Amerlra
Meridional, desde que o coverno volvcit a- -lias
vislasparaos inelhorainenlos maloriaes desle pait
lilo vaslo oblo l'i'iumlo, niererenilo-lho es|tecial cui-
dado e decidida prefereuris as las de rominutiira-
tao que, na obrase pilonera de um sania cscriplor.
ilo as arterias da Ierra, por onde circula a sua ri-
queza.
J.i agora nos he dado divulgar, airara das sosa*
liras, que ainda esciirerem o nosso horisonli- pub-
lico e social, lima senlelha de esperanrn, que luz e
nos sonancia um partir de gloria c de prosperida-
de, c como que dcsiunao luyar dislinrlo, que deve-
nios orcdpar entre as naroes civilizadas. Sem pre-
tndannos fazer aqui a resenha, ainda que resumi-
da, de ludas essas emprezas uiijanlescas que, como
por encanto, se bao orsanisado nesles ullimos qua-
Iro anuos, limitaremos as uossas rellexoes compa-
nhia pernambucana a vapor.
Desassombrado de lodos os receios, os concesio-
narios do privilegio resolveram realisar a empreza ;
e pondo venda as aeros da companhia liveram a
asastaaejtode as ver afanosamente procuradas, e lo-
madas cm tres ou qoalro dias!
Honra aos Brasileiros, que lomaran) sobre seus
hombros a o*eouy3 de um Irabaliio 13o til e tito
proTeiloso a patria. Honra lambem aos cslrantei-
ros, qoe se dignaran) associar-se > obra lito merito-
ria, pasando d'esl'arle a hospifalidade cordial que
Ibes prestamos!
Cumprc igualmente, que tributemos os nossos
loi
Exportacao'.
Oara, .Maionhaoe l'ar, briuue nacional lun-
rriii'n. condoli o segninlo : i saceas alfazema,
caias viiiiin mnscalel, :l gigos Cbsmpagne, 1
barricas holailiinlia-, H balas de papel pardo, :l rai-
vas papel, d sacra, pinenla, I barrica olivadas. II
pipase IX barris viuho, li canastros albos, I caita
lia. 3 barricasalpbla, lo caitas garrafas da ai-
lo iloce, i, caivas es|ierniarele, I caiva envofro, '2
barricas -rava, II caivas massas, 7 barris vinagre, '2
lucios barris linguicaa, IH caivas diversas tiicria-
dorias. | calilo ferros do eiiaomnntr.-J fardos fazen-
das, 1 parolo 2 bracos de halaura.licanaslras bala-
las, I caiva iniidezas, I raiva ohjeclosde inodiciua,
1 barril louciubo, I caita traques B papel, paro-
les fa/endas, l'.NI barricas farinha de Iriuo, 17 cal-
las fazendas, I cunhele ac, i caiva espingardas, I
calilo estribos o piradeiras, I varanda de ferro, I
callao e I carllo chapeos, 1 parole papello, I
sarro, I -errle, I emhrullio ehapoe de sol, 1 cal-
ilo e I barril 5 pianos, I barril verniz, I caitao
parlo de una bomba, :i canos perlcnccnles a mes-
illa, "i caitas folha de flandros, I voluine una pe-
ra de lona, amarrados armaeijes descllins, 300
calas sabao, ."l ditas charutos, 7 barriquinhas as-
-urar, I iiiilirulhorap, I laito de cobre. I pipac I
barril romiuhos, 10 ancorlas com azeilonas, :l
barris e III mcios manleiaa, HO gigos garrafas de
rerveja, I raixole lwlcs, Tcaitas vinho miiscalel,
2 calios diversas merendonas, i barriquinhas latas
de bomba, 33 caitas vidros para vidrara, I pipa
azeile de palma, i raivas garrafas de champe do bos-
que, :l caivas fazendas, -2 caitas chapeos, I caita
I espingarda, IS callas garrafas de azeile doce, I
barrica diversos objaclos, 7SI caitas charutos, l
fardos de fuinoeni folha, I caitao caitiuhas de doce
de Koiaba, 350 garralBes espirito, I taita e -J panel-
las de ferro, barricas colla, I calilo chapeos,
1,000 reos seceos, 8 calas rap, llqua.lolas azeile
de carrapalo I agulha ile ferro, I caita scmenles, 2
rebollos de pedra, 2 caitas sahonelcs, 7( caitas c
'iS meiiLs caitas massas. 50 i-aitas telas estearinas,
4 canas tarop do bosque. 22 pipas o ti tocias ditas
viuho, 2 pipas vinagre, '2."> mcios barris mauleiga,
barricas uenebra,:! raitaspapel. dOO sacras pinieii-
la. 10 barris vinho, 2 caitas cha, 17 caitas espingar-
das, 3 ditas chitas, dorias, o barriquinhas assttrar, .'lOsarcas caf, I
caivilo rhapeos, 2 pipas cachaca, I caitole latas de
oleo de mamona, "iO garrafes espirito.
Ass, Ina le nacional Flor de (Uiruripe, de 07 to-
nelada-, rondurio o seguiule : ") volames fazen-
das, :) ditos molbados.
ItECtHEOUltIA llEHENDAS INTEHNAS GE-
KAES DEI'EKiNAMULXO.
Itcndiineulndo diall......1:1803031
iii.nsii.aimii'Hvincial.
Ilendimenlo do dia I a 10 6:680(486
dem do dia 11........l:H9o:l0
Morarla, u ha de arrematar a quem por menos fi-
lar a obra do 20.- lamo da estrada do Pod'Alho,
avahada em 11:2-0000 rs.
A arremalarflo ser feilo na forma doe arls. 2* e
37 da le provincial n. 286 de 17 de malo de 1851,
e sob as clausulas especlaes baiio copiadas.
As pessoas que te propozerem a esta arremata-
rlo, comparecam na sala das sessles da metma jun-
ta nosdias cima declarado., pelo meio dia, compe-
tentemente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fozenda provincial
do l'ii nainhu n, 20 de selembro de 18j3. O se-
cretario, Antonio Ferreira d'Annunciacio.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
1." As obrasdo aVIaneo da estrada doPo d'Alho
serao felas de conformidade com a planta paria).
mais riscos junios ao orcamenlo, npprovado pela,
dircrloria em conselbo c apprcscnlado a approva-
eo do I' \in. Sr. presidente, na importancia de
l:209000rs.
2.' II ai mullanlo dar principio as obras no
prazo do um niez, o dever conclui-las no do 12
mezes, ambos contados na forma do arl. i da Ici
provincial n. 2H0.
8*s t) pagameulo da im|vorlancia cao realizar-se-ha em quatro preslaroe- iguaes :
a primeira, depuis de feila a letra parle das horas;
a segunda, depois de concluidos dous lerdos ; a
terceira, depois do rcrcbinieulo provisorio, e a
quarla, depois da entrega olinitva, a qual deven
ler lugar um anno dc|Hiis do recebimento provi
sorio.
i. Seis mezes depois de principiadas as obras, o
arremalanlo llover proporcionar Irausilo ao pu
blico era loda a etlen^ao do lanco-
5.11 Para ludo o que nlo se adiar determinado
as preseeles clausulas nein no orcamenlo,-ri:uir
sc-ha o que dispe a lei n. 280.Conforme.Ose-
cretario, Antonio Ferreira d'.timuHfiartio.
11 Illni. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em ruiiiprimenlo da ordem do Etn). Sr. presidenh
da provincia de III do Correnle, manda fazer publi
co, que nodia 13 deoulubro protimo vindotiro, va
novamenle a |ira^a para ser arrematada peranlc a
juntada fazenda da mesilla Ihesouraria, a quem
linr menos lizer, a obra dos concerlos do arude de
11 .i. un h ii-ni. avaliada em tKLioOOO rs.
A arrematarn ser feila na forma dos arls, 21 o
27 da lei provincial n. 28li de 17 dc.maio de 1851.
As pessoas que se proposcreni a esla arremata-
cao, comparecam na sala las sessoes da mesilla jim-
ia no dia cima declarado, pelo meio dia compelcu-
lemenle habelilados.
E para constar se mandou aflitar o presente c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ernam-
buco, Cldo selembro de 1833.O sectotario, An-
tonio Ferreira a"Annunciaro.
Clausulas etpeciati paru a arremalac.Uo.
la1 As obras dos reparos do acude de Traruuha-
i-iii fai-e-ho de conformidade com a planta o or-
camenlo, approvado pela directora cm conselho,
o aprcscnlados a approvar.lo do Evin. Si. prc-idli-
te da provincia, na lmporlancia da Wl'tOtMi r-.
2..' II arrematante dar principio as obras, no
prazo do :io dias, c devora oonclol-laa no do :l me-
zes, contados do conformidade como arl. III da Ici
provincial u. 28li.
:t.n O jiagatueiilo do importe la arrciualaco
realizar-so-ha em duas preslaroes ; a primeira, de 8
decimos da nwsma importancia depois do rocebi-
tnenlo provisorio, ca segunda, de duus decimos, na
orra-io da entrega deliniliva, a qual dever ler
lugar um anno depois do recebiiucnlo provisorio,
.1 para ludo o que n.lo c.liver dclerminado as
presentes clausulas nein no ornamento, seguir-so-
liaoque dispie a lei provincial n. 280.tamfoi-
nie. Ilsecrelario, Antonio Fcrreirad'Annuwiuniti.
t) Illni. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Etm. Sr. pre-
sidente dn provincia, manda fazer publico, que no
diall do novemhro protimo vindotiro, vai nova-
menle a praca para ser arrematado a quem por me-
nos lizer, iterante a junta da fazenda da mesilla Ihe-
sourararia, a obra do arude cm l'aje de Horcs
avaliada em 3:190*000 rs.
A arrematarn sera feila na furnia dos arls. 21 c
27 da lei provincial n. 28ti de 17 de maio de 1831,
e snh as clausulas especiaos aballo copiadas.
As pesso.s que so propozerem a esla arrciualaco,
comparecam na sala das sesses da mesnia junla no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitada-.
E para constar se mandou afiliar o prsenlo c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ernam-
huco :i de outubro de 1853.0 secretario, Antonio
Ferreira d'Annunciaro.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
i.i As obras desle arude seio fcilas de confor-
midade rom as plaas o orr.imenlos, apreseutadns
a approvaro do Etm. Sr. presidente da provincia
na imporlanria de 3:1909000 rs.
21*. Eslas obras devero principiar no prazo de
dous mezes, e serao concluidas no de dez mezes,
a contar, conformo a Ici provincial n. 2f.
3." A importancia desla arremalanlo ser paga
em Ires preslaroes da maneira seciiinle: a primeira,
do dous quintos do valor total, quando livor conclui-
do melado da obra ; a segnos, iuual a primeira,
depois de lavrado o termo de rerchimeiilo proviso-
rio ;alerreira. linalmenle de um quinto depois do
rcrebimenlo delinilivo.
4. O arremalanlo ser obrigado a romniiinicar
a repartirn das obras publicas cun antecedencia de
30 alas, o dia lito era que lera do dar principio a
etecuro das obras, assim como Irahalhai* -i^uitla-
menle durante l'i dias, tiln da que possa o enge-
iiheiro encarregado da obra a-sislir aos primeiros
Irabalhos.
,'i..' I'ara ludo o mais que noesliver especificado
nas prsenles clausulas seguir-SO-ll. O que determina
a Ici provincial n. 28lidcl7de malo de 1851.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira d'An-
DECLARA(?0 ES.
Btas>aato d. FerstasstiHieo.
D. Jo3o da Purif cacito Marques Perdigan, Cone-
go /legrante d$ Santo Agusiinko, peta groen de
Dos i da .Santa S Apostlica, Hispo de Per-
namburo, do conselho de S. M. I. e C. tic.
A lodo o clero desle bispado sade e paz em o
Senhor.
Por suprema resolitco de S. M. I. de \ de iunlio
de 1820 foi servido o mesmo augusto senhor confir-
mar o alvara das ultima- faculdades conredidas
quanlo aos concursos, e proposlas dos beneficios va-
gos, c como presciilemenle eslejam vagas a cadeira
dadignidade do arcediano por se ler collorado na
freguezia de S. It. Pedro (oucalvcs do Hecife, o
sen Kvm. proprielarlo e duas meias prebendas que
resultara desla dignidade, e da cadeira do preben-
da miir.i |iela murle do respectivo propriclario.
Pomos a concurso pelo prsenle edilal a referida
dignidade de arcediagon as precitadas resultas em
virlude do decreto de 20 de selembro de 1830. To-
llos os reverendos ecclesiaslicos que quizerem con-
correr, aprescnle-ae dentro do prao de :M) dias,
roldados da fixac.lo do prsenle edilal, rom os seus
requerimenlos instruidos das hahilil.icoes eligidas
pelo referido alvari c mais documentos que lhe fl-
zeixin a benii precedeudo lamnem as nossas infor-
maroes particulares de tila el moribus ; o feilo o
concurso proporentos a S. M. o Imperador Ires dos
mais benemritos o dignos, conforme os sagrados
caones e Cooc. Trld. Dado cm Olinda sob uosso
signa! e sello aos II deoulubro de I83:i. E eu o
padre Joaquim da Assumpco, escrivo da cmara
episcopal o subscrevi.
Joo, Hispo de Pernambnco.
Eslava o sello das armas .pbcopaaj,
AuiimpcSo.
1> arsenal de niariiiha ronlialano da Cl do cor-
renle, ao meio dia, lijollos do alvenaria grOSSI para
as suas obras. As pessoas que quizerem fazer se-
mclhanle cnulralo comparecam na secrelana, com
as suas proposlas e amostras.
Secrelana da iusperc.lu do a r-enal do iiiarinha
de Pernambnco, II deoulubro de 183:1__t) secreta-
rlo interino, Manorl Ambrosio da Concticio l'a-
dillui.
Companhia tic Liverpool.
South American A llencral Stewn Saiegalion.
Nodia Cl lioll espera-sede Liverpool o vapor
olinda. rommandante G. Uaram ; o qual depois da
demora do costante, seguir para os porlos do sul :
para passageiros Irala-se em casa .le Dean. Voulet!v
C.i, ra da lanicia Velba n. 32.
Companhia de Liverpool.
Soulh American \ C.cncrul Stttan Saccgnlion.
.No dia Ilion 17 espera-se do Sul, o vapor llra Icira, conimaiidanle I. Groan, o qoa^dopohda de-
mora do coslimie, seguin para a Europa : para pas-
sageiros iraia-coni rasada Deaue Voulea ra
da Cadeia Velba n. 32.
O conselho administrativo, '"' virlude da au=
lori-arn da presidencia da provincia, em oflicio de
8 do correnle niez, lem de comprar os ohjerlos sc-
guinles :
I'ara o l- balallioo de urlilharia a pe.
Botaos grandes de metal, com numero I. para
101 sobrecasseas6,416 ; ditos pequeos do dilocom
numero I, para as mesmas 1,010.
Compunhiii de arlifi&t,
Sapatos de -ola o vira, pares 70.
2- balalho de In/anlorla de linha.
II.nula- de la pata inferiores, Cl; s'ipalosde so-
la o vira.pare-,Intl.
II* batal/ifiode iit/antaria de litiha.
Patiiiu azul pata 'ili2 capules, rovados ., Ilu; hac-
ia verde para forro, .-ovados 1,133 ; colvclcs gran-
des, pares969 : bolocs prelos doossO yrozas 16.
t'arn /oriiciimenln de /:<'-, o.< eelardtt mili-
tares.
Azcilo de carrapalo, ranadas ill; azeile de cd-
co, caadas 'Mi't, lio de algodiln, libias :ili ; pavios,
iluza-li; velas de cauauha. libras 132,'i'.
Paro os trubalhn* da< nfl'ieina* da 7rrlasscdo
arsenal de guerra.
Pellos de cabra curtidas, 200.
A-pessoas que quizerem vender tac- ohjerlos a-
presentera as suas proposlas em carias fechada-, na
ei retarla do conselho administrativo, estabelecidn
no arsenal de guerra, as 10 lloras do da 19 do ror-
rele mes. Secretarla do conselho administrativo"
para forneciiiiculo do arsenal de guerra 10 de ou
lubro de 1853.Jos de Brilo Inglez, coronel nrpl
sidente. Bernardo Perelra do formo hn'iw
vogale secretarlo. '
O Illm. Sr. inspector da tbesooraria de fa/e,,
da, manda fazer publico que no dia 1.1 do corran,
serao vendidos em hasla publica, peranle a mesnu
Ihesoureria. :I2 cavallos perloncenlw a co'mtianlu',
de cavallaria que nao podem coulinuar no resooc
livoscrvieo, sendo a venda feila em dous hA.,-
prelendenle-riiiuparorain no referido dia as II lio
horas d> manliSa, pudendo desde ja H diriBir.m
cocina da referida rompanhia para etsminarem ot
cavnllos que (em de ser vendidos, os quaes no ilii
da arrematado estario no largo do palario do Co|.
legio Secretaria da Ihesouraria de fmula de V.
niaabueo 8 do ouluhro do 1853.O olticul maior
Emilio Xacier Sobriira de Mello.
O Illm. Sr. desembargador diere de itolicia
interino, manda fazer publico, que se achara teco.
Ihidos presos na cadeia desla cidade, o rrioulo Mar.
linho que se diz escravo de Francisco Manoel t ni
do lertno do Cabo a prela Mara Joaquina, qiiefoi
escrava do um ManoeliAiitonio, ambos por andaren
fgidos, aliiti de que as pessoas, que se juliarrm
com dircilo aos mesmns escravos, se apresetiiem te-
clamando a sua entrega, medanle documentos con-
frobslorios do sen dominio. Secretaria da polica de
i i ii.mil.uro. 8 de ouluhro de 1853__o primeim
amanuense, Jos .Variar Faustino Hamos.
O conselho administrativo, em virlude das au-
lorismocs da presidencia da provincia, era oficies
do Cl, c 20 de selembro proiimo lindo, tem deceu.
|n .n os ohjeclos seguinles:
ynra o 2. batalhlo de infamara.
Sapatos, pares 1,668.
Para o 11 balalho de Infamara.
Caldeiras de ferro balido, i; sapalos, pares 335
briin branen liso para embornaos, varas 400.
Para o arsenal de guerra.
Papel carluchino resmas 30 ; sola curtida
meios 100. '
Para a companhia fi.ra de cacallaria, dearli/icei,
meio balalho de cacadoresdaprminciado Cet-
ra, companhia fi.ra da provincia da ParahiLa
2. e 8. de infamara.
Algadlozinoo, varas 1,575; bonetes redondos pa-
ra recmtaa, 50; bolocs hrancosdeosco, duziastiOt)*
dilos prelos, dutias 782 ; grvalas, 30 ; liaste liar
bandeira I; lapis, duzias i ; maulas de la, 30 ; hol-
lainla do forro, covados 77!) ; pecas de fila de lia
para cultas, I; papel olmaco, resmas, III: dito
de peso, resmas 12; pelmas, 800; sapalos, pj
res l,CI2. A- pessoas quo quizerem vender lac-oli
jeclos aprescnlem as suas proposlas cm rarlas Tedii
das. na serrelaria.du conselho adminslralivo,
labclccidu no ar-enalde guerra, as 10 horas do da
11 do correle niez. Secretaria do conselho a.lini-
uislrativn. para forncciinenlo do arsenal de guerra,
8 de oiilubio de 183:1.Jos de llrilo Ingle:, core.
nel presidenlc.Bernardo Pereira doCarmoJu-
nim; vogal esecrelsrto.
arsenal de niarinba adinille os operarios tt-
gainles:para a oflicina de rarpinlelros, Ires mao-
cebos de 3." Dlasse com o jornal de IfOlO rs,;
aprendiz de 5. dita com o de 180rs.;c6. dita com
o de 100 rs.; para o de calafales um inanrebo de
8." elass.com o jornal de IjiOIO rs.; um dilodsa
lila com o de 800 rs.; dous apreudizes de 6.*' dita
com o de 100 rs.; c tres dilos de 10. dila coni oda
100 rs.; para a de campias, Ires mancebos de 3\>
ciaste com o jornal de'JOrs.; ura aprendiz dej.i
dila com o de 480 rs.; e seis dilos de 0.' dila rom
de 100 rs.; para as de ferreiro, um oflicial de i>
dila rom o jornal de 19280 rs.; para a de pnlieirss,
qoalro apreudizes de 9. dila com ojornal de 160a;
para a de pedreiros, um mancebo de 3.a dila cesa
o jornal de960 ts.; evinlc e um serventes cora s
de 010 rs. Inspcc^o do arsenal de marinha de
Pernainhuco era7 deoulubro de 1853.O secreta-
rio interino, M.moel Ambrozio da Conceicao /'
dilha,
Os senhores arrematantes das rendas das lojss
da prara da I mlepenilencia, comparecam con) seos
fiadores na secretaria da cmara municipal, das 9
hojas da niauhaa, as 2 da lardo, a assiguarem as
respectivos termos.
COlPAMh
DE LIVERPOOL
SOUTH AMERICAN & GENERAL ESTEAM NAVIGATION.
, i:siAlli:i.i;ciDA l'Olt CARTA REGIA DE S. H. B. )
Os seguintes vapores novos e velleiros sahem de Liverpool no dia 24 de
cada mez.
...................Capitn
aiNNaofoo.
O illm. Sr. Inspector da Ihesouraria provincial,
em i iimp ii lento da ordem dn Kvm. Sr, presidente
da provincia.manda fazer publico, que no dia 3 de
iiovembro prximo vindotiro, vai novamenle a pra-
ca para ser arrematado a quera por incuns lizer, pe-
ranlc a junla da fa/enda da niesma Ihesouraria, a
obra do acude na |Hua(i)o do lluiqur, avahada
cm 3:30(4000 rs.
A arrematarn ser feila na forma dos arls. 21 e
27 da da lei provincial ti.286del7de maio de 1831,
o sol as clausulas especiaes abaito copiadas.
As pessoas que se propozerem a asta arrematarn,
comparecam na sala das sesses da niesma junla no
dia cima declarado, pelo rucio dia,ioni|ielenlciiicn-
le habilitadas.
E para ronslar se mandou allivarn prsenle opu-
car pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnain-
huco,3 de ouluhro de 1853.O secretario, Antonio
Ferrria sf Annnneiaco.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
1.a As obras do acude do lluique serao feilas de
conformidade coma planta c orrainenlo, approvado
pela direcloria era conselho eapresentadus a appro-
vafAo do Evin. Sr. presidente da provincia, na im-
ll.inicl tiren.
James llrown.
I,. II. liaran.
PERNAMBUCO. BAHA. RIO DE JANEIRO. E MONTEVIDEO.
Vi-.lil'Ooi.aicMOMKUiiliO em84 tilos. Inclusiva sdemorsai
ise carga serlo conduiidos de MONTEVIDEO para MENOS AV-
Eagcm redonda e-pera faser-se cm 75 dios. As chegadas dos vaporen
ilevcm -er.....ha I i dcada toe/ o suas partidas desle para o de l.l-
IIKA/II.KIII.V......
I.ISITAMA......
OI.IMIA........
BAIIIANA.......
EVlM TOCAR EM LISBOA
Calinl.i-e a viagem de I
RIO DE JANEIRO. Ospassageira
RES no vapor .//(.7..V77.V/., a v
este porlo viudos de LIVERPOOL
VERPOOI. un da 17 do seguinlc
TABELLA IIL l'ASSA(E\S DK l>LR>AHBl CO.
Que laclue mesa, conpa, propinas a creados, e todas as oulras despesas, excepto vlnhos, agnas
rdanles, cervejas, etc., o qne hanera' a bordo a' senda.
i'ara Lisboa............20 guineos, v
o Liverpool..........30 1
" Ruido Janeiro'. '. '. '. '. '. '. '. '. looi-ooo }El" camarolespara niaisde una pessui.
" Monlevido..........lOOpalacoes. I
o llueiio- A v res.........I lOpalartlcs. '
Camarote para tuna so pessoa ou para familia conforme o ajusle particular.
Os bllheles de ida evullase passam rom o favor de 23 por ccnlo, que vae abatido na tabella
cima. Estes bllheles nao slo Iransleriveis, sao pagos no acto do ajusle, e approvcilavcis para o porta-
dor, tima vez que ello embarque no viagem do tolla dentro de seis mezes da dala era que principiou a
viagem de ida,
CADA BARCO IERA' A HORRO L'M CTRURGIO ACREDITADO.
llavera' cozinheiros e criados francezes, portuguezes e inglezcs.
Para planos da- cmaras e oulros esrlarecinicnlos se devem dirigir aos Srs. Ileane \mile ,\
Companhia, ra da Cadeia do Herir, ii. 32.
AVISOS MARTIMOS
S:.33U|>i33
MOVIMEtVTO DO PORTO.
ores as provincias, que lem de nos ajudar na
publicada em 1840, etplicaiido ds planos o projec-i grande e patritica larefa que vai ser encelada, so-
lo e litdn a Parahiha, que foi a primeira que acndio
ao reclamo de suai rmaa ttiais velba.
Resta agora que se mellan) tiraos a obra; que se
Iraleda nui-ti uee.ii. dos vapores, na qual deve ha-
ver tndoo cuidado, alim deque nlo entrera nosoo
fabrico mteme- de inferiores qualidades, confi-
ando .i alguem com as precisas hahililares a his-
pen; ,io d? lies Irabalhos, o lambem o cargo do Ira-
zer as emban aee- a esta porlo ^com o que se evi-
tara o enorme gasto de t 2,000, a que se sujeilou a
conasuahta bratrletra do Rio-dcJancno, no cas<>
recente do Guanabara.
Recommendaremos lambem urna eseolha escru-
PuJosa^l^cmiiandsnljM^us^o^a^
.Vri-rrM sahidos nodia II.
Cear, MaranbSo e ParaRrigue brasileirn Con-
ceico, capilo Joaqiiiin Ferreira dos Sanios, car-
ga varios gneros. Passageiros, Antonio Ferrei-
ra, Joaqun) Jos dos Anjos Monlciro, sua mi e
ii "i,1.1, .Manuel de Mello Montenegro e 2 criados,
Sabino Jos de Vasronccllos c Manoel l.ourenco
de Almeida.
BabiaBrigue inglez .s7fre;i; com n niesma carga
quo (roiive, suspenden do lameirao.
demBrigue inglez AVem ; com a mesma carga
que troute, suspendeu do lameirao.
EDITAES.
Olllm.Sr. initperlordn tliesourarin pn^lncal,
em cunipriiiiculodi ordem do Btm. Sr. presidente
da provinda de 19 do rorrtule, manda fnztr puhli-
ro, que nodu*i is,li e'ideoalabro prximo vin-
dufju^^ran!p -i innj fa Caranda *1 mom Ihn.
pitrlanrin de :(::,0()5O00 rs
2.'' Kslas ohrns (lvenlo prinripiar no pra/.u de
fOdias, cser.lo .unrliiiil.i-- nodo 10 mezes, a cunlur
da data da arrematar,..
.'(." A Importancia desla arremalarao nni paga
em lies piWBCOai da maneira secuinte: a primeira,
do. don* qulnloj do valor loial, qaando uytr cou-
rlnido inelade da obra ; a secunda igual a primeira,
tlepi'is de lavrado o termo de recebimenlu proviso-
rio ; o a Icrreira, lnatmente de um quinto depois
ilo iii'i'himento delinilivo
i--1 O arrematadle sera ohricadu a rommunir.ir
a reparlicffo das obraa pobUeai rom anlecedcincia
de linii.i dias, o dia lito em que lem de dar prinri-
lo a BICCUcJh) das obras, assim como Irabiilb.ir.i B0-
Kuidamenle 15 dias, Om de que possa oengenbei-
ro cncarrenadodaobra assislir nos primeiros liaba-
Iboi.
5.a Para ludo o mnii que nio esliver especifira-
il > nas prsenleselausulan.seguir-sc'ba o que deter-
mina a lei provincial n. 2H6 -le 17 de maio de I8."ii.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
itAimunriaciUi.
O Doutor Custodio Manoel da Silva Cuimaraes,
juiz de direito da primeira vara do commercio,
netta cidade do Hecife de Pcrnambuvo, por S.
M. L etc.
Fa<;oriaber nos opresenleedilal virem que em romo
por este menjtiizo,no dia II de outubro,em avala dM
audiencias e ha de arrematar porarretidameoto.em
prara publica,a quem mais dero seguiule : Osrendi-
uit'iiiiK da propnedade ~iia na ra do l.ivramenlo
n. .'t, avallados em .'OOMKK) rs. annuaes, cujos ren-
diinenlos vna'praQa por ewcu^o de Joflo Jos de
liouveia, contra Francisco do Prado. Todas as pesso-
asqueem diloirendimen'osquizeremlancar.o pode-
rsO fazer no dia da pisca rima iodicado;o.cste ser
publicadoe fllxndo ao lugar do coslume, e quese-
ra lambem publicado pela imprenta, na forma da
i el.
Cidade do Recife de Pernambuco, 23 de selem-
bro de IK.Vi.Pedro Tertuliano da Cunlia, oscrivfio
osubftcrevi.
Para Lisboa a calera Margar ida, eapIttoSH-
verio Manoel dos Res, sabe com brevidade ; rere-
be carga e paavagcirosi para os quaes lera bons cora-
modos : os nrotcndenles rilrijara-sa aos consignata-
rios Oliveira Irmaos A Companhia na ra de
Apollo O, l, ou ao referido c.ipiUo, na praca do
commercio.
Para as illias de S. Miguel, Terceira c Faval,
a eseaoa purlugoaia Amizade, capillo .Manoel Au-
guslo Macli.ido, sihe rom hie.idade: recebe cama
a frele e pasMcciros : quem prelemler, dirija-se i
Oliveira IrniflosijjCompanhia, na na de Apollo n.
Il.oii ao referido rapilTio, na praca d commercio.
I'ara o lijo de Janeiro spuiio com brevidade a
bem n.nlierida escuna Calante Maria: para ear-
ga, paSMgeiroi c eacniVOS a frer, Irat.vsecom Jo.'io
Antonio ua Silva lirillu [ Companhia, na ruado
Vigario n. ou cun o capillo Alejandre Jos Al-
ves, na prara do commercio.
Para o Ro do Janeiro.
O bngue naciopiil Elvira, togue m-
preterivelmentc no dio 1^ docorrente: os
scnhort's (|mc teem ;i embarcar escravoi
aomesino, Bfto rogados de leva-Ios a l>nr-
doateas (i lunas da tarde dodfa ante-
cedente.
Para B Ualiia secuiri cm pOOCOtdlMO liiale
CHutituic/io : quem no mesmo quizer rarresar ou
ir ile passagem, pudo entender-se com Amorim \
IrnifliK, na ra da CrUl u. 't.
Para o Porlo, a muilo veleira galera portu-
iie/a ltracl\ren*e, cap i lao Kodrigo Joaquim Cor-
rea, sabe rom brevidade e recebe carga c paseagel-
ros, para os quaes oerece os melliures commodos:
osprelendenles dirijam-scao- consignatarios T. de
Aquino Fonseca <\ Filho, na ra do Vicario u. I!),
prmeiro andar, ou ao referido capilao na praca do
Commercio. .
Moje 12 do correnle, as 10 horas da manlia,
haver lelUo de btalas novas cm gigos, vonladc
dos compradoras : no raes da alfaudega, arina/cm
de Vicenle Ferreira da Costa}*
AVISOS DIVERSOS.
LEILO ES.
Urander a llrandii(\ (>>mpanbia, fardo leiliio,
em presenra ilo Sr. cnsul do Delinca, por inlerven-
cAo do agente Oliveira, e porconta o twto de quem
perlencer, de -4*2 barris com pregos de diversas qua-
lidades, mais o menos variado* d'agua saleada a
bordo do navio Jeannette Mane, em sua rcenle
viagem d'Anlnerpia para esle porto : quarla feira,
V2 do correnle, as It) horas da manliaa, noamiazcm,
u. I.l'(, da rus da Sen/ala Velha.
Iln|e, t: dn crrenle.sr far leilao de 2'> tallas
com qoeijos de superior qualidade em lolesde urna
raiva : no largo da alfande?*. zs 10 liora da um- i
inrlw
i lira-
SOGIEDADE
Recrelo da Tamartnelra.
A iliiiM'i.ni r.-NUfi.i ,i lelos os Srs. socios para
nina reunan geral no da 14 do correnle mel sUJ
ta-feir.T)que para maior commodidade dos nir-iuw
socios (cni lugar na casa da ra da Cruz n. 55, **
li lunas ila (rde em ponto.
Precisa-sede um prelo para o serviro de untl
caaa : na ra Nova n. f I.
O abano assignado comprou por renta ila
Sr. Jolo Jos da Cosa, e das Srs.* I). Anua Jos de
Frailas Craveiro e I). Mara Peregrina de Freilas,
resideules em Porlugal, omeiobilliele da loleria de
liio de Janeiro 3.* da estrada de Mag u. .:<>.*:(. ..-
sim como mais meio billielc da mesma loleria n.
2105, por cotila do mesmo Sr. Cosa c .Manoel de
FreilasCrtvelro.Antonio Jone /'.une* Braga.
Leonor Mara de Jess embarra para o Hto
de Janeiro o, seu escravo, rrioulo.de noine Benlo,de
idade de it) annos.
Pujo em tO do correnle, da ra das T
ras n. fN, a prela I.uiza, erioiila de eslalun
lar, cheia do corpo, idade de :n e lanos aun
urna grande marca de queimadura na peal
CO direito, levando veslidode Chifl roio-xernu-llio
e panno da Cosa com franja branca ; he desappajf
que se cncarainhe para (ioiann: quema pnreln1"*
rfer, ser beni rocompensaalo, levaode-a a rasa ci-
ma.
Prccisa-se de una prela ou prelo para faier
serveo tle urna rasa calrungcira, de punca familis :
na ra da Cruz n. 7.
Ali'ga-se o segundo andar da casa n. .'W, na
ra da Cadeia Velha.
Aluga-se para servir em Imliquim ou casa,
um molei|iie de 18 annos, que j lem algum OSOt
a (ralar na ra do Vicario ii, 29.
Trata-te de pretos doeiites,e curain-
iede l'rialdade, ppr pre<;o comtnodo: na
ruada ConceicZlon. i.
O aballo aswgnado faz scienle aorespeilavel ,
corpo de commercio, que desde 11 do correnle. dei-
\ou de ser raiieiro do Sr. Joaquim Jos deAloura.
eso mcssM lempo apprejveila i.ioopporiunaoccaswe |
para Iribular ao Sr. Moura sua cierna gralido,
pelo bom Iralamenlo quo recebeu duninte o lempo
leve as sus can. Rtcife II de ouiubrodc
li i
i a r\r\
]Kil.Antonio Joo Alces.
Antonio .'.!'..: !';.;
naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaTS.'l
para rra Jo iw


_ O 8r. Jo!n Alloman .la Cmara Slioelro, que
moruu ou mor no Afogodos. lem urna caria do
,u|, na Braja da Independencia, livnru 11. t>
_ Joaquim Jos Ferreira retira-so deili provin-
,a leinporariamenlo para o |rlo* desle imperio,
,, romo lenha consliluido |>or seo bailanlw proeu-
ndore, em primeiro lugai ao Sr. Manocl Joaquim
liaimise Slla, emeundn ao Sr. Fernando An-
lno Kidi, para cuidarem dos eus negocios go-
rle<, a pessoas que com ello liverem negocio po-
,1,.,.^-liSo diriRir nos referidos hu procuradores.
_ O abaiio aniRnadu leudo de relirar-se para
o, norio dele imperio, temporariamente com o
,,,,,,., ii111 de alcancar i.litum melhoranienlo de
pilluda, o nao lile restando lempo para se des-
pedir pcssoalmenle de lodos ns leus amigos, n.lo
w pela breridade de sua partid como pelo seu
estado do saude o fa/. pelo prsenle aununcio, ro
_,, 111,. -111 e o dcseiilpcni descmellianle talla, cen
qualquer parle que se adiar oflerece-lheso -cu di-
niiniili' presumo.Joaquim Jo* Ferreira.
u3B%E&t&Ba8m rmrmsmv
'A Na roa Jo llriiin n. 2(1, segundo 68
3 andar anda precisa-sc de ama m
jj de leite prefre-se mulliur do SS;
3J malto : qnem (ju/.ci-, tendo lia*- re
i lantc leite e nao traxendo lilho : R6
fij drija-se a casa cima para ajusfar, fg
Jnaquun Jos Ferreira, itrenle da firma so-
cial Joaqiilm Jos Ferreira & Companhia, leudo
de relirar-se desla provincia para os parios do im-
perio, .ilim de Irilar do ua saude.oncarrega o socio
Fernando Antonio Fidio dos negocios relativos so-
ciedade, assim como o aulorisa, duranto a ua au
rucia, de poder usar da firma social em todas as
liaiisaccOes mercantes.
A pessoa que nnunciou precisar de liOOO^MJil
ilcrs. juros, dirija-se i roa do Itangcl, casa terrea
o. 35,
Alusa-se urna prela que seja boa vendedora o
ciignnimadeira ; nan se din da dar 1t ou 1 jgtUO rs.:
na ra cstreila do Kosario n. 28.
Francisco Malinas l'ereira da Cosa, eiporla
para o Kio de Janeiro os seos cscravos Kapliaela.
irioola.de II) anuos, Esporanca, cnoula, de 9 an-
uos, Ignacio, cabrinlia, de II anuos, o tlaiidina,
mulata, de -" anuos.
A Henead.
A nova taberna do chocolata bonionpatliieo da
ni a ila- Trincheiras n. S, nindou-sc para o paleo do
Terco n. 22, aonde se encontra o chocolate Imineo-
alluco, upprovado a applicadu pelos Sr. Dt. da
imiiiiap.illiia, ch prclo bomco|ialliico, cliocolale de
musito e erragiliMO c do canella, lino, e de Inda
qualidade, cha, cafe molda puro e para lodo preco,
c wuilos mais gneros dos paisa es lian ge i ros.
ATTENCAO'.
Aln-a-se urna casa lerrea, na nova ra do Corre-
ilor do llispo, lagar denoininado Campo Verde,
milito proprio para so passar a testa por ser Inuar
milito fresco : a Iralar do aterro da Boa-VIsu n. 86.
Companhia de navegacao' a vapor
Luso Brasileira.
II. sonliores accionistas desla companhia que nes-
li pagaro, sao jconvidadoa a raallsarem lereeira
pfeslaco de 20 por rento de suas arous.'dirigindo-
v al o dia 15 do corrate ao abaiso usignado,
MU rasa, roa do Trapiche n. 2li. para ser remellida
a direceao. I'ernaiubuco 5 ile oulubro de 1853.
Manoel Duarle Rodrigue.
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A) N. 11 Ba das Craza N. 11 #
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*?' da manhaa ate ns 2 horas da larde.
u|D Visitas aos domicilios das 2 horas effl B
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rao reilas a qualquer hora do dia ou da (p;
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As senhoras de parlo, principalincnlc, W'
r,lo sorcorridas com religiosa promp- (&
Iff Dr. Sabino Olgario l.utlgerol'iiilin. vg;
I'reci.a-se de I:iiiii-M'i i-, a premio: quein
liveranuuncic para ser procurado.
Aluuam-sc casas para passar a Testa, no sitio
Jo Cajueiro, com banbeiro : quein precisar, dirija-
'U somesaui sitio.
l'recisa-se de una pessoa forra ou escr.ua,
HM cnlaodl de rozinha, o seja hem desembarazada
ni -na occopacSo ; paga-se bem : na ra da Seii-
iali\ollian. 9K.
I'rcrisa-sc de uin feilor que euleiida de borla
Miiai. lasoura para mandar c Iralar de umsilio: os
lirelcndiMiles,dirijam-sc a ra da Sen/ala Vellia n.
Ib. lerceiro andar, de manhaa al as 9 horas, de
|rde das3eoi diaule.
I'rccisa-se de uin aprendiz liara alfaiale, dail-
lo-r de comer c alguma roopa : na ra Nova
A casa de conslgnacao' de escravoa, na ras da
Cadela do Beclfe n. 29, prlmelro andar,
lecche eteraros de ambos os sexos para seren
vcndiilos de coinmissao, |ior coala de seas douos,
> s ni'sij prtej como para o mallo, >fflaocando-
MO henil Iralamenlo lucvidade na venda; assini
romo (anihem se coinpram os que agradaron pura
nlnazer alcumas encommendas.
Iij-so pequeas quanlias a premio, sobre pe-
nliores de ouro e prala : na ra da Godeil do He-
cile, sobrado n. '29, prlmelro andar, das 9 as i da
larde.
No dil 12 do crrenle mes, na casa das au-
diencias, pela una hora da larde, se bao de irrema-
t.ir diversos movis, armadlo e Calendas, penhora-
Antonio da Silva lirillo Jnior, poraluguebda casa
e toja, pdojnio da segunda vara d civcl, escrivilu
lljphsla, por ser a ultima prnca.
l'recisa-se aluaar urna escrava que nao seja
viciosa, para lodo o servico de urna rasa de pouca
familia : lias Cinco Pona, defionle do Yivciiu, so-
lirado ii. 49.
LOTERA DO KIO DE JANEIRO.
Achum-se a venda os hillictes da fer-
reira lotera da ettrada de Mu;e, cuja lis-
ia se espera pelo oBrasileira, a 16 ou IS
do coi rente.
Precisa-se de urna tuna de leite,sem
lillio, quer seja Torra, ou captiva, paga-
se bem : na ra do Amoriin u. "5.
I A VISO "VO COMMERC10
Os abaixo assignados continuam
a franquear a todas as classesem
geral os seus sortiuienfos defazen-
das por baixos pre;os nao' me-
nos de urna pera ou urna du/.ia,
a dinheiro, ou a pru/.o, conforme
se ajusfar : no seu armazem da
pi-aea do Corpo Santo, esquina la
ra do Trapiche, n. 48. Ros-
lion Rooker & Companhia, nego-
ciantes ingle/.es. Os mesmosavi-
sao ao respeitavel publico que abrj-
am no fin "> ik> concille me/, n
sua loja dea/ondas da ra do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senhores Jos' Victori-
no de Paiva e Manocl Jos de Si-
(|tieira Pilanga, para venderem
ir atacado e a relalho.
l- de ui roJiiiTiro forro ou captivo,
Pra uin engcubo distan*) desla prara" leguas .
dirija-sca ra Imperial u. 7 na fabrica de vinaurc.
No paleo da Kibeira de S.Jos,loja do sobra-
Jo ii. IJ. lava-so e engomma-se, com muiloasscio
eperfeigao, por preso razoavel.
AluRa-c una rasa, na Casa Forle, para se
Pausar a fesla ou por anuo, muilo fresca, com so-
ulo, cslribaria e eoclieira : quem a pretender, dir-
jale ii ra Formosa. iquarli casa lerrea, que acba-
rtcom quem Iralar.
O Sr. JoanSiiiK
casa dc'l'ossoA Inn.
ligo que nao imiora.
Preeisa-se aluaar urna piel para o servicode
'asa e vender'na ra : quem a liver ilirija-se a ra
lhrila, no prinieiro andar do sobrado, n. 3.
O Sr. Jos Teiicira liuiniores, que leve bo-
lequim na ra larga ilo Kosario, quena dirigir-se
a prara da Independencia, livrai ia. n. (i o 8.
4 lillerece-sc um rapai porluguei do idade de
'"annos, do prximos rhegados, proprio para pa-
ria, leiinai.in ou taberna: na rol do Itangclarnia-
T6,
ARTIGA
BOTICA HOIBOPATICA.
3
Eslo eslabelcei
pacomo uo Brasil, preparados c
FUNDADA POR GOSSET BIMONT.,
lodosos Mii'tlif.nneiilosate .inora ixjM'riiiipnlaiios, lano na Euro-
iiIoh do mus pm n acucar de li'ilc e naUcraveift pela liumidado
20:000 rs.
IIMA. f \VtEIKA com os 2 principaes meilicamenlo bomopalhicos o a segunda adela
do FIFMFVlOS DE IIOMF.IIPATIIIA, por (iossel Bimonl; obra iadispMIHVOl is pessnos de boa fe
une (iii'i/ercm eviierinienlar a nova medicina por ser ella muilo clara i inlclliseucia do lodos ; conlendo
ahi'n de muilos.'insclhoscliniros, a dolinieo de lodas as molestias c os s>inplomas pelos quaes dSo a co-
nheeer-M. isuvm
Tubos avulsos (rada uin) ,...............Son
Tinlurasde lodos os meilicanienlos em frascos de '..mea.....,....... 9M
Carleirasdc M tubos ali; 'ij medicamentos, porprcoos vanavcis, ronlorme a qualidade da
calvas, o numero dos medicamentos.
Cillas com unturas de lodos os niedicamenlos a escoma, em frascos de ,', onja por procos com-
Na mesma botica encouliar-se-ba Scmpre um grande siirlimcnlo ilelivros em porluguez c
franre/, e emlim ludoqiianlo he neftsurlo para o esludo c pratieu da honiopalbia.
Klenicnlos de boincoualbia, ->. edieao : BU
Nlbonocsil dos medicainenlos hmncopalliicos hrasileiros, c Ihcoria da apphcaeao das doses .teKH)
Tralainenlo das moleslins venreas......................lOOO
Sabir. brevemeute a lu/ :\ obra inliluUjila :
SLEMElTTOiGI
di;
anatoma e physiologia
COM ESTAMPAS. POR (OSSET BIHOM.
Ha cincoenla anuos que a homcqialhia la/, piotre-sos i.....lensos ; boje piiuripalmenta no Brasil
ella he reeonbeeida \mr nina seienei i etacta. I'orlaulo. seja qual fr perfeieao a que lenha chegldo este
des coiiheeiini'iilos humanos, pensainns que se Ihe lindera ajiinlarainda akilina cousa, islu he, oes-
(......de da anatoma o phvsiolouia. poli que o jiiluamos indis|iensavel para os partidistas de no-sa
ia poderein sem rcoeio appliear us nossos medicamenlos. Nao eserevemos para medico, o anida me-
nos pira operadores ; eserevemos para 01 CWriOtto qae se dedicain I propagacao di duulriiiu de llali-
neinaiin. ....., ,
i) Miado di liulomii e phisiologlanlo somenle he uiil para dar idtsmais justas emais preciaii so-
bre as fuucees da vida, c fa/.' r appreeiar inelhor as relaeocs do bomem eom OS agentes exteriores, mas
tamhein osle esludo be de primeira necessidlde pira indicar o numero c a posirao dos oraos.
Pensamos por lano prestar umservicn linporlanle au curioso iHimoopallias, puliliramlo para el-
lescem segulmenlu segunda edieao dos no.....ELEMENTOS lili IIOMKOPATUIA, um resumo .lestes
dousrainos da medicina que. sem ser lao leed e lio regular Como os tratados especiaos, nao deiva de oll'e-
recer toda i precisiiu, esaclido clsrexa desoja
ludo
cien
ilgniluras i 19
ncsle ea-o.
ns na ocrasi3oda entrega
Receben
dasCruzw, n.S8.
Depoisda publicarn da obra, vender-se-lia por dsHKI,
na boliea homeopathici da rm
Loteita
As rodl
renlo com
de
lodo e quilqu
nio
nu
Miro lan
dn Sr
oureir
Nossa Senlioru l> II
ia lotera andain no da 7 di
r numero de bilhole
>omo so se vendrn al
uii.....: prisa da llon-VIsla,
co liapli-ia: pracada Inde-
Forlunalo; ra do (jueimn-
; largo do l.iviameiilo, holi-
Kecifc, na ila Caileia, loja
i. leiveira Bailra. O Ihcsourt'iro,
Iri i'i reir ia Silea GnimarSeji.
na ra doCaldeirelrn.com
i esquina da Iravessa do
Monleiro, a qual e-l livro UO imposto: na praea
da Indencndeucia, linaria n, ii e8.
Aluga-SC O seg.....lo ailar da casada rna do
Caes,c o ipiario da ra do Brum, em Fira de Por-
tas, pcrlenrenle a F. A. da Cunba Companhia,
na ra do Vlgario u. II,
Alugl-se o arm ./em, no qual seninreleve la-
berna, e no mesnio leal ai -macan : no piteo do Tr-
ro n. 139, a Iralar rom o seu propriclario Joaquiui
Lopes de Aducida
Na ra Augusta n. :l:l, preclsa-sa de una pos-
sos livre para criado, e que nao lenha familia : a
Iralar das ( as inda manliaa, e das > as 3 da larde.
stsassoss
loja do Sr. I'<
pendencia, loj
do, loja dn Ihe
Cl do Sr. Chai
do Sr. Domina
Sllre
Aloga-seuma ca*
irmaeu p

>^
Aos enfermos
.Ii>:( ilim(ioiiU's ilus Sanios .Mar- f%
: ques coiitiniui a tratar da artlirite,
dn rheumatismo e las molestias
'' i i
nervosas receiieiiuo
mente ate o dia I V <
doentes*so-
ii Ma i do presente :
essoas quejulgnrem prolicttos
empresa na cura
podero
g as
-> os meios que
dessas enermidude

en-
Preci-a-e para un ennenho.di-lanle de-la pia-
ra ii leguas, de um reilor portugus, qui.....tenda
de |ilanlaees, e d liador a sua coiiilucla : quein se
arbar nesias i-irruiii.laucias. ilirija-se amada Ca-
deia do llecife, armisem n. i, de Barroca & Castro.
Aluga-scuin sobrado de um andar v sollo, e
quarlos na loja.com quintal, cacimba e cslribaria,
silo na ra dAraglO II. :U; a chave sclll-se na
casa de barheiro.inuuediata : a Iralar rom o propre-
larin Jooo Leite Pila Orligueira, na ra da Cruido
|a m mm/m&aam :z: tac 11Z n
Bilhetes de visita. s mesma fumlica
intra-lo no s,'n consultorio da
ra daCaden doRecife n. (), lo-
dosos lias litis, das 10 botas da Q
manliQa asada tarde, edas7 ns
s da noite.
AVISO AOS senhores deengenho.
a.......as as grandes vanligem ni muagem de can-1 ^]SSmBK'W3^XX3m3am
perlellameDlc loraentkMtOabaUoasbigiiodo respefln-'
Madama Boutier. modista francesa, na
ra Nova o. 58,
! acaba dt irceber ptlo navio Ocrident um lindo wr-
(imcnlo tlit chrifici'S deaeilti para passeio, ede Miro
cufeilaUw pH.'i nionlariii de seidiora, ronu-iras tle
camhraia coui mangas bordadas, preparados para
voslir-M* pr l>.ii\o de palilri, diales preis e braii-
co#, filesdc cufiar psiwirlillins, meias para senhum,
enfeilcie lurhanlcs para baile* e lliealros, filas Inr-
cas pararinli, luvaxdepellica biauca para scirlio-
m, i'iiiii-inli.is hordatiii, l> injes de nedn, luvas de
rasamenlo, ligns, rnrdndos, se-
da de furia-cores, maulas prelas de seda, iiiiir.iij.1ii
de hlond, vestuarios de seda para meiii n.i-. ditos pa-
ra meninos, leques, franjas prcta*. nicas de bap-
Msar. cmuilas nutras azendas porori^o nmimodu.
PBLICACA' DO INSTITUTO
HOMI-I'ATIIICO DO BRA-
SIL.
VADE-UBCUH UO IIOMEOPATIIA :
em um volume de mais de OH paaina ; c
DICCIONARIO POPULA!) DE MEDICI-
NA IIOMEOPATIIICA : em .1 volumes
de mai de jlK) paginan cada um.
Olirasindis-pemavcin lodo o pais de fa-
milia, senhores de engolillo, sacerdotes, di-
rectores de Collecios ou de olidos eslalicle-
cimenlos, capilae de navios, sertauejot, c
quaesipier nutras pessoa, que por si miomas
i|u<7.erem conliecer os prodigiosos elleito
da lioiiienpalhla.
Peto l)i\ Sabino Olegario Luagcra /'/-
n/tot memoro de muilo* sociedatlet nacio-
naei e eilroiigeiriK.
a Estas duasoliras, qucseriio adornadas de
diversas eslampas colorida, cnrerr.un ludo
oque lia ileinellior acerca de medicina lio-
meopalliica. Qualqucr-dellas lie preferir!
a Inda-as oulras, qucal-lioje se lem publi-
cado.
Proco da assiu.ualur.-i OoOtK).
Assigna-se em can do oulor, ra das
Crui,n. II.
O VADEMCUM lem do sabir I Ira
brevemente, visto i estar muilo adianlada
sua iuipre,io.
.V. //.A assisaluras serao receliida
al o dia lid do correte, de ciinformidadc
com .iscoudii;ocs cslauetecida no |irospeclo
luililicailo nc-slc* Diario. Dcsse dia em dianle
s se leeeherao sendo panas immcdiala-
meute.
p5 Ciin-iillorio central hoBMOpilhieo, ra
.^^Sii^^
AIIKX..AO, RICO HEI'OM'IO NKSlA
CIDADB.
Paulo Gafanou. danliila receben ngna denii-
fiirc rio |)r, Pieife,eslaagua conhecltla eonioa me-
Ihcir que lem apnarecido, cfemmuHoB etoRloaa
seu autor*] lem a propriedaue de eonaerva a bocea
ehelrosae preservar das don'-; di* denles: tira o
goato deaogradavel que d em scral o charulo, al-
gumai golas desta n um copo d'agua aSo auflkien-
les; Inrabem seaoliara podeolifriceexcellenle para
a conservaba dos ileulcfl: aa ra larga do Kosario
n. 36, legundo andar*
I^Fabrlca de chapeos de sol, napraca J^
da Independencia, n. 36.
Manocl Jeuoe, eliegado ulUmamenle nata cida-
de, lem a lionra de participar ao respeitavel publi-
co, que Irouxc com algo, um rico o completo sorii-
menlo de chapeo* le ni* lanlu Je seda cuino de
panninlio para liomem e nenhora, ricos clmneo de
wda com cabo* de caima da India,diios rom pai ica-
luras, ditos do armagao do aro. rom ricos casloei de
marflm, hencalas a oulros niultos objecioa doi maii
modernos e variados, asslm como Irouxe lambem
um lindo sorlimenlo de sedas e panninhos para co-
brr qualquer arma^So usadi : lodos cales ubjectos
mencinnados.concerlam-sa eom aasaio,e prompUdSo,
por prer,ofl raui raxoaveia, e mals barato do ipic em l
oulra qualquer parle; vendem-se em poreJnea \n
.menle eillbra aos M'i.hore- tle engenlio (|uu na
sua fundirn de ferio cin Fon le Portas se pode
pcrfeiameiiir lomear de novo um jogu de lambo-
res, e aparar c eudireftar o-^ denles das carretas eom
lana presleza, que se pode enlrega-Ioa no mesnio
dia, evilando-se asslm o lueonvcnienlc da demora
qae
sobren
elana,
Por t
pap.
f lmprimem-sc por um proceSM
[ e novo, hilheles de vfsila, que cu
: dem aos que se imprimen, fora 11
; com a vaulagem de faxer
. man. o lustre do papel pon
assiui com mais realce.
me i o se imprimem no ilit
Bravuras em rande o |i
Abrein-se cbapai nfloso pan
Bita romo lambem para letra
ci, e uaesquer olijeeln- da
m ; e Imprlmcin-sc registros a
cenlo, tendo a chapa pouco mai
um palmo quadrado. O aniui
raudo um pouco dluanle da ora
pessoasaquemeonvier, sediriji
tu? rolcliewS] na ra do lirum
le Itvros u. 56 da ra da Cr
particulai ^ novj
ii nadare- nao
inipero,
iir muilo
c fu
em
emetiin
iel lodas os g
ueuo foriiialo. x)
,i bilhetes de vi- gj
do coninier- tt
leda aravu- 9
n ltHOm. n i
is mi menos P3
incianle mo- CQ
ira, .....le U H
fllirica W
ou na B
- da moasem ; assim enuin
aclia einprenorlida, nao
moendas de diverso laminlins o modelos ic-
imliem de rodas dentadas, lano pou aeua,
como para animar, de lodas as proporfCes, a saber:
lolla pin Vlta, volla e qunrla, Milla e terco, volla
o meia, duas, Iros, quarlre Millas, ele, ele., e pur-
lanlu que qualquer seulior doeiiKenlioquerendoac-
rclerarasua moenda, a lim de moer mais canna no
mesnio lempo, ou relarda-la, a lim de eapremermais
liquido da mesilla raima, pode sem demora escollier
as rudas competentes. Fundirlo de ferro na ra
do Brum passando ochaiaris* I), i', llowmaii,
eiiRenlioiro.
Munoel ilc Aluieicln Lopes, com asa il
contignacBo !
OuarteU u. -i
uopet.
escruvos,
na na los
^&i2fcav:;:
Sa na da Cdeti de San
leseja-se fallar com os senhores
los: Francisco Ignacio da Can,
noel Gomes da Silva, I
Jnior, l->
Jos de .Mello, Franrisc
dn Reg Barros, Julio II
lirio 'leiveira de Mend
le ii
a
inli
abaiso menciona-
ira l'iinenlel, Ma-
l'erreira de Souin
II), I "
Nesla risa racebem-t
ase vender, linio para
|ior
envosde conunissan
della
.ma de
llanda Cliicnn, Auln
Joaqulm di Costa, J
Irigues da Silva, Jos i1,
tea, Francisco Pereira
Brili
Pinto, .Man
do Espirito
llar ros l'ale
Mello Allli
liiima/ dos Santos
el da Silva Barro
aillo, Manuel Sirii
.i. Joio l.ni/ Pena
pierque, Vicente
11
UIIll
e lio
. da Costa queira diriair-sc >
i, para ajusfar o negocio an-
n rerrella
. Simio Rodrigue
l do Calilo, Jos de
Joan Cavilranli de
aIm-s Brinco, Joa-
Rodiiuues dos Sanios. Amonio Branilino
llanda Cavalcanfi, Jos Cunegundes da
Silva, Francisca floiiso de Albuquerque e
Mello, Jos Cardo/o Cavalcanli, Jos de Benevidca
Falcan, Jos Rodrigues deCarralho, Domingos
l'ereira lioiuliin, Patricio Jos'lavares de Vascou-
cellos, a negocio, c fa/-se este annuDcio por osla rr-
nia por assiin ser mais fcil Iralar com osles eenho-
res ou algueui porelles.
Iguaria l.aiz tle llrilo Taborda.
A fabrica fianee/a de sapalos leseados, na So-
ledade, aos desejos de seus Iregueses se resnlvco a
liolar um depoiilo de seus producios, no aterro da
Boa-Visla u. luja de rliapeos de sol, aonde o
respeilavel publico inconlrara um lindo sorliuieii-
lo de raleadus de lodas as modas e de lodos os pro-
eos, p, eneirreg dos eoncerloa c ludo que con-
cerne na sua uflleioi, lambem se loma medida para
obras de eiu-oninienda ciuu promplidSoeaneio ; os
scnliores sapaleirosenronlrar.o na ine-uia loja ayia-
inenlos, lie/erro, mirroquim e anuirea, ludo per
preco coinuioiio : iodos os ohjecios cima menciona-
dos, vcndciii-'e lambem em porruo.
Anlijjo depsito lo rape prmceza lo Kio
de Janeiro, grosso, im-io grossOt e li-
no, na ra la Cruz lo lu-cilc n. .
Vluvl l'ereira daCunlio encirregldl, lia mullos
anuos, da venda dcsle rape, srienliliea aos consu-
midores desle rtico, que liavcndo lanas, e loo dif-
ferenlcs qualidades de rap, que eheuain a confuii-
dir-se, que o rape por ella vendido lie o do falni-
raulc Eslevilo fiasse, umdosiuais inligos do Impe-
rio, o que desoja observen!, porque condados em a
boa qualidade le seu rap, lint.......aroma, como
em lera propriedade de se conservar muilo fresen,
se sugeila a aceitar qualquer pnreao, iju por de-
leito de qualidade llio fr eugeilldl. Par miil
commodidade le seus fregueses acaba do e-laliclc-
rcr uui deposito lilial. na ra do Apollo o. 2.
Aluaa-se a loja onde ful padaria, na ra .No-
va, com roinmodos para inorada : a tratar ua ra
| IO\S!l,itlllltl IIOilOPAilllCO.
Grr.tuito para os pobres.
j Ao lletft, ra do Trapiehe Soto numero II.
,"." O Hit. CASANOVA lem alierto o seu ron-
2 sullorio no Recife, onde poder ser proeu-
M railo a qualquer hora do dia.
H N. B. As pessoas que nao frem |iolires,
3 pauaro |ielo Iralamenlo de "> a '09000 rs.
I lulo eiredeniki de dous meses. ) _______
l'recisa-se de um liomein para eaixeiro de la-
Iwrna de mnlhido*, que seja dilienle. cuidadoso
das suas obrigacow. e que lenha bailante pralira
da mesma ; do-ie a preferenria a um branileiro : a
Iralar no priiueiro andar do sobrado da esquina da
ra das Flores u. 1, cora frente pa lwr, dil9
canoas.
l'recisa-se almiar orna ama para coinliar c
comprar na rus i na na da Concordia n. 8.
Na rol do Livramenlo n. 13, loja de sapalos,
i ecebem-se couros para surrar, a 800 rs. a dalia.
I''1"
iroMun.i como para lora
tiln- ; alliaura--e o liom
tilo ir seguranza dos inrnnoa ; o lambem
nnran-w a pagain-w hem, Agradando.
AO PUBLICO.
Fo armazem de fazendas bara-
9 tus, ra do Collegio n. 2,
\:\ \i'inhse lim completo sortimento
r- de fazendas, linas e (rrossas, por
I
lisos i!o que emou- fe
lurte, Uinlo em por- fi
!',
si |irei' :n
OT Ull i|iial(|iiiT i
es, como a retnlho, afliaiicando-
I se aos compradores um s pi'eijo
a para loilos : este estabelecimento
.,' nhno-se de combinacAo com a
j maior parte las casas commerciaes
ii inglczas, Iraiuu/as, allcinaas a snis-
^5 sas, para vender la/.eiiilas mais em
U eoula diK|iiese tein vendido, epor
y isto olFerecendo elle maiores van-
3 taj'ens do que onlro pialipier ; o
i.ii proprietarto deste importunte es-
81 tebelecimento convida a'todos os
.,-, seus patricios, cao publico em go-
>j ral, para que venliam (a' bem ios
us interesses) comprar fazendas
$3 baratas, no armazem da ruado
Collegio ii. '2, de
Antonio l.in/. ilosSanios.
|BHKfv-::'J ^?mk
SANDS.
SALSA PAIIIIIIIIA.
\ cenle Joa de bVllo, nico senla rm l'ernam
buco le B. J. I>. Sands, rliimiro amnieano. faz | u
; blicoqoe lem cliegadoa na mar tima grande por
que afli
nu i:
f'Hllsll-
neale
ih que
falsilira-
:le Ira-ros de Mba p.inillia de >.m
M'rdadeirameiilc fa I s I irados, v |>re|iarad(t
tle Janeiro, |>clo que se detom acaulelat
midorea de o predoio laliuiuin, de <<
engao, lomando as funestas conseuuei
aempre coatuman Iraxer os medkamentoa
dos e elaborados pida mflodaqueUaa, que antep
seus Inleressesaoi males e e-irairos da bumanldade.
Portento pede* para que o puMieq ae pesaa Ihrar
desla fraude a dnRlngua a verdadeira sana parrillia
deSandl da falsilicada e recenlemenle aqu ebega-
da ; oaiiuiiucianle ,i/. ver que a \erdatlcira de uniciinienlcemsua holira, na rua da ConceieAo
'to Heeife n. (il ; e, alm do reeeiluario que acum-
panlia cada fraseo, (em embaixo da primeira pagina
seu nomc imuressii, e se .icliar sua liruia cid m,i-
tuisriipto sobro o invullorio imprcsbo^lo meamo
tt O iiiediro J. Almeida nnidoua -
/A sua resiilenein para a rua da (
" Cruz n. tS, primeiro andar, on- "
$ de juiile continuara ser procura- W
{$, do ate as 2 horas da tarde. <$
i* .No dia docorrenle(ierdeUHie urna letrada
quantia de 2700870 rs., arada por Manoel dos San-
io Pinto, i aceita por Bernardo Rodrigues Gru-
lo o Costa; e como a dita letra fosse paja na dala
cima, Ara sem eueilo ilguin para quem a posa
adiar. 1
Paulo Gaignou, dentista.
~5 Palo ser procurado a qualquer Lora em J^
f1- sua caa na rua larga do Rosario, n. vQ
lli, segundo anclar.
Madair.e Ange'me Mauvernay &
Gomoaiihia, no aterro da Boa-
Vista n. 12.
As IVe-jue/a-e o publico adiaran dentro deste es-
labelecimcnto um mude sorlimenlo de rasendis
novase as m -is moikrnaidesle mercado, como ves-
lidusde 5da,ltsoselavrsdns,de ludas as qualidades,
como de loda as cores, liles de selim branen muilo
encorpado, com babados c sem elle-, para noiva,
resudo* do Monde rom dous e lies hallados, ditos
para bailes, dilns de haieje, dilos de ftasa lainlicui
combabidos, um arande sorlimenlo de chapeos de
seda de lalas as cores o do ultimo Rosto, dito para
mcnfnosde I a II) anuos, bonete para menino, ca-
misoludclll, enfeitadns de lilas, ditas do cansa,
rolletaemangas bordadas para vestidos, romeiras
de rambraia, laardadas, inanias pelas de Mondo,
ditas brancas para noiva, ditas de fil de ltnho,bran-
e.... mantinhas de seda, ricas capellas de rieres de
larauja com os lias de prala, llores linas, bicos e fi-
las do lodos as qullidldes, deludas as cures, o de
lodos as laicuras, ;uannoao para vestidos proles.
idneos para lulo, peuies do larlirog, loques, etc.
ele., eiparlitlins de liiilm puro, ilaeidor para ns
mesmos, e um rico sorlimenlo de roerecaru). Na
mesma casa faz-so vestido! lano (una senhora como
para uicniias. vestuarios para meninos de qualquer
modelo que sejau. chapeos, loiiattles, touradOS e
todos os arraujns de loflele de urna seulinra, recor-
te e bebidos de vestidos de diversos detenlms, por
preoa raioavel.
Prccisa*se da urna prela, forra ou captiva,
pan ama do casa de pouca familia: nu hecoilo A/ei-
lo de l'eixe ii. 7. primeiro andar.
I). Luita Aunes de Andradc l.eal e sua. ma-
nas I). SeuliMiiiilia e I). Thercza de Jess l.eal, lem
iberio em sua casi nmiiuli pin osexofeminino,
anudo se recelieni aluinnas pensiouislas, meias peu-
siiniislase esterla, paran que a casa lem bonscom-
inodos. As materias que seeminam sao i ler. sscre-
ter. contar, coser, corlar, labyrinlbar, bordar de
seda do marca, de troco em lalasarca. de susto, de
tpele, cacund, o nutras ohras de IKulha proprias
do sexo; graninialica uacional, arvlhinelica, tran-
ces, ingles, msica vocal, dinsa e toda e quilojuer
laculdade que os pais queiram mandar ensinar as
UM lillias : as pean)as que as quizereiu honrar,
roiiliaudo-llies suas lilhas, tirarn mitisfeilas pelo
aiijiueuto que ellas lino, e pelo destello com que
sarao haladas, para nque podero uirigir-M rua
do l-'auuiides u. quem vein da riheira o segundo
sobrado ao p do de v aramia encarnada,
No dia I.- ilo crranle fui o ibilio ntlgnado
roubnto na quanlia de l:lllli.VSHI rs. constante do
-i_inii(e : 7 moedas de ouro do valor de ji.Viim rs ,
Ii ditas de 209000 rs., ttdilii da IIcmmio, I ditas de
8|000| em palan.es ISIISSHIis., em cruzadosnnvos
IHBOUU rs., em sedulasde 50, JO, U) c JWHM) rs.
O-iCIKK) rs.. -1 llanilre. de r.-eneia de rosa IWSSI
rs., oque ludo monta a I:496>i00rs. loi oroulm
fciln no arina/cn dn aliaivu as-ijiiado, silo ua rila
ds Sensata Velbi. Al o j.........le Ion sido frus-
tradas as diligencias das autoridades, masoibaixe
usignado linda aspen, que mediante os euididns
das mesillas autoridades e coliscieucia ila<|in-lle.
a quem porvenlun huem olTerecidas para lroi-ar'
llieedas per [es-oas. ipie Segundo seus lurros lulo
pomm leiliinauento possui-las, podeci liualinen-
(c reliaver o que lano Ihe rusloii e cauhar.
Jiiiii/uim /.o/iu/o Ferreira.
AVISO JTHIDICO.
A seituuda edicean dns primeiros elementos para
lieos do rTOcIvili mais hem conicida e acresrcnla-
da, nao su a respeilo do que alterno a lei da refor-
ma, como acerca dos despachos, inlerloculorias c di
linili\as dns julsadores ; obra cssa lao inleressanli
aos prinripi.-inles em pialiea que Ibes servir de lio
conduetnr : na pracada Independencia n.ticH.
Pao' de familia.
Na padaria delraz da nutria da Boa-Visla, coull-
Dl'u haver hinn po de familia ; assiin como conli-
na haver das ti as H horas da larde, e s se vender
na ine.ina padaria u. -ii. o na ruado Itongel n. 1:1.
Eu abaixo isstgnado, aehando-ine munido de
una lircnfa do lllm. Sr. desembargador chefe de
' polica, para festejar N. S. do Kosario, erecta na sua
iureja, na rua larga do Rosario, fio dia Iti do ror-
rele, convido a indos os devotos escravose forros,
que cuinpnrec,am, alim do festejaren! a mesma mai
de Dos e darem as suas esmolas.enlomo Fran-
ciieo Matla, procurador dos nteAn.
l'recisa-se alugar urna escrava que nSo seja
viciosa. |iara lodo servir de urna casa de prtuca fa-
milia: a tratar na rua Nova n. II, loja de Mr. a-
dault.
Olferece-se urna ama para casa de hnnieni sol-
leiro ou lo pouca familia: qcm precisar, dirija-se
a rua do Fogo n. 47.
Thercza da Cruz l'ereira lloclia, brasileira,
relira-eo para Europa.
Aluga-e ama linda casa
de campo, i qual est completameute envidraeada.
calada, eenja pinturaasl-seultimando, leudocom-
modos para grande familia, lazendo-se mais recom-
mendavel pelo iprasivej silio em que se irha edifi-
cada, sendo esle na I'assigem da Magdalena, Junio
ao do clrorgHo Joaquim Jos Alves, e o qual ainda
que nSo romposlo de numerosasarvores fruclifera,
com ludo ollcrerc minias vantagens ao alugador,
pois que alm de escellente agua de beber,tem urna
commnila cocheira, estribarla, galinheiro, quarlos
pan feilor e prclos, una oplima llfrioi e oulras
muilas commodidades que lornar^e-bia foslidioto
enumerar ; visla do que, quem prelender, dirija-
so rua da l'raia, sobrado n. :)0, segundo andir
que aln achar com quein (ialar.
Offercce-se um rapaz para raisciro le qual-
quer cstalieleciniento, excepto botica o padaria
quem prelender, dirija-so ao armazem do Sr. Can-
dido Alberto Sodr da Molla, ua Iravessa da Madre
de Dos, que se Ihe dir quem he.
Avisa-sc as peasoas que lem fallado sobre a li-
beras da rua do Collegio u. 16, que neslcs dia se
Osla nsolvrao I ullimar o negocio da mesma, por
isso querendo, ou quem do novo a prelender, pode
apparercr na mesma, ou na rua do Qucimado u. 10,
segundo andar.
Desapparcceu no dia fi do correle, do poder
lo baixo aisignado, o seu aprendiz Jos, com os
signaos somantes : cor parda c alvacenla. quando
falla gagueja muilo, caleaccamisadealgodaoaiul:
rona-se ai autoridades iioliciacs a apprehcnsllo do
mesnio, e a entrega no 1- orto do Mallos, eslaleiro de
carpinleiro de JoAo Rodrigues da Silva Valle.
, Prual'SI de un cozinheiro perilo, c que seja
bstanle diligente, pois sendo como pedo o annun-
rianto, so pagara generosamente : na rua do Trapi-
che, armazem n. 7.
Aluga-se um ptimo moleqne psrn lodo ser-
vii;o: quein prerisar, dirija-se i rua do Amorim n.
9, lerceiro andar.
Ollerece-se um rapaz porluguez para eaixeiro
de lahema ou oulro qualquer estabelccimeulo, para
Uiniar ninla por bataneo ou sem elle, para o que lem
bstanle pralira : quem de sen preslimo se quizer
ulilisar, dirija-se rua estrella do Rosario n. l,
liberna.
Francisco Jos dos l'assos imuliiu o seu nome
para Francisco Jos dos l'assos tiuiniares.
Xa nova olllcitia le suriador, sita na rua
larga do Rosarion. Iti,
cnnliiiiia-se a priqiarar com a maior presle/a o per-
feieao toda a qoalidailo do conros, sondo o prejo o
mais emrnnla possivel.como se pode conliecer avista
do preco do900rs., que se leva por duzia do couros
preparados para proto o hranro, inerercndo a mo
d'ohra loda apprnvaeao, pois os n-nliiiuados fregue-
zes que todos os dias se adqoire, o uioslram. Aos
uhnrcs arn-las e habilitaos avisa-se que lambem
se preprala meios de sola, a IstXIO a duzia, c avul-
10, a I l cada lucio : o prero lio de auradar, lican-
lo os frageles utlsfcltoi.
O abaixo assignado, apezar de estas
uilorisailo para poder vemler os penlui-
res venalos, que estltO em seu poder ,
visto ser esle O Irato, COmtudo nao desa-
jando (|IIC algumas pessoas tenJiam quei-
vas, por meio deste luz sciente*, que se
os nSo tiraren) da dala deste a 8das, os
pastara' n vender para seu pagamento.
Jos Alves da Silva (iuinaraes.
O jui/ o mosarins di iniiauda Sania Rilado Canil, querendo fazer osroneerlosdo
que precisa i igrej di Sania Uilriarc Jroniispi-
cio e lorie o nao podando por si s faze-los, por se-
ren de grande cusi, recorrem para isso a lodos os
seus Innaose devotos em geni, para que concorram
rom as suasesmolll, vi.loser laoiililolim i que silo
ppllrada; os abaiso aisignados, eertosdoqoe he
lever de lodo o chrUtgO concorrer para a inamilrn-
;o das casas de Dos, esperan! que serau allendi-
los em seu pedido ; oulro lim, fazcm srienlo lodos
ns SIUS irmilos, que nao se Icndn podido concluir a
factura dosjazigos no cemilerio publico com asmo*
las voliinlarias, lem deliberado marear a quola de
-VSKM) rr-is cadairmao, para lerein dircito aosmes-
moSJIZigU. para-i, lilhos c lelos; poden,lo dita
quota ser mingue ao Ihesounira Jeronvmo Eini-
li.iun de Miranda Castro.OU ao niesario Jos Joa-
qun) de Lima Balrflo.
Consistorio em mesa fl) do unlubrode IH.VI.
Jui:.
Antonio Gonealvesdn Silva.
Firrirao.
Chrislovio Santiago de Olivein.
Thtsourtro.
Jeroir.ino Emiliano de Miranda Castro.
Procurador gcral.
JoaoMorelra .Marques.
I'ro'-aradnre*.
Jovino Epifinio da Cunta.
Krincisco Cavalcanli do Albuquerque.
Metorim.
Antonio l'ereira deOlivoira Rauiis.
Manoel Joaquim da Silva Ferraz.
Jase Candido Vicgu,
Joso Ignaoiv de l.ovola.
.Manoel Rodrigues da Silva.
Francisco Anlouin do Brilo.
Jos Joaquim de l.ima ll.ui jo.
Jos Baplisla Braga.
Jo-e Francisco de Paula llamos.
Domingos Jo- Ferreira.
Rodrigo l'inlo .Morcira.
1-Muardo Frederico llanks.
Madame Mlllochau Buessard, no aterro da
Boa Vista, n. 1,
aelii de reielier pelo navio Ocrldenl, um grande
Miiiimenio de objeclosde modas e fazendas de gosto,
como seiain: chapeos de seda c de palha para senho-
ras, chapeos lisos de palha da Italia : manteletes e
caputinbos de scdl a moda do Pirn caracol, capoli-
nhos e lideles de camhrai.i e tihi, litiilascamisinbas
bordadas debicoe de cambraii.espirlillios os roelbo-
lesdo mercado,mangas de bien hranro c |irelo, pul-
cnins e onfeiles do luvas, romeiras o lencos, chales
j de relroz. cahenics a manas de blondo para nnivas,
neos cortesde veslidosdo lilonde com babados, veos
I e oabeeos do mesnio padiao, llores de larauja para
. cabrea e para enlejiar veslidos, cabeciles de blonde
verdadeiro, meias, lencos de (nao, luvas de jouvin,
! plumas para chpeos e caben, llores linas, lencos
do camhraia, sedas furia-cores e pretas para vesli-
dos, ramhruias de linlio, enfeiles para rabera, M-
llanles e toncados, curtes de garra rica para bailes,
umbralas e larlalanas, bicos de linho, lilas ricas o
muilo largas, etc.: o mullas oulras fazendas que
pretende vender muilo barato. I'az-sc efieclivameale
rliapeos toncados c veslidos, com o goslo reconheci
Bules e cafeteirasde metal.
Vendem-se bules e cafeteirai de melal principe,
por muilo mdico prego: ua rua dnQoeimado, nova
loja de ferragens n. 30.
Vende-te um moleque de 20 innoi, perleiln
otlh-ial ili- iiiari-ii.ciro : na rua larg do Rosario n.
24, segundo andar.
Vende-so na rua do Arazao n. 19, omi'cidei-
riulia, em muilo bom estado, e com lodos os seus ap-
Sedas modernas. 9
8 Na loja do sobrado amarellonos IJualro I jn- 9
los da rua do Queimado n. 29. contina a #
A haver para vender, um novo e grande sorli- #
B meo!.i de sedal, sendo lisas furia-cores, de
quadros esrocezas, ede cores com flores, tu-
fe do de gosloi multo modenan, anlm Como te- i
das lu la-cres lisas para corados; (udo por
prego mullo em conla.
- Vende-se cola minio superior, po-
tassa nacional, pomada em caixas, por
prcr^o milito ?ommodo, tudo para fechar
ci nil.i.s. no a i inazein de Candido Alber-
to Sodre' da Molla : a tratar no mesmo,
ou no escriptorio de Novaes & Compa-
nhia, na -ua do Trapiche n. 5t.
Vendem-se w verdadeirns charutos de S. F-
lix, marca brandan, em caixas de 100 a 2000, cada
urna : ns rna Nova n. a_.
Vende-se jarro e baca de boa prala, com 700
a si i ni lavas. a2H0rs. a oilava : na rua dsiCru-
zrs n. 40.
Na rua da Cruz do Recife n. 21, lerceiro an-
dar, vende-se urna escrava, crinula, boa cozioheira,
engommadeira, cose, e he boa quilandeira.
Veridcm-*e dous relogiosde ouro, patentes, e
correles, por prego commodo : na rua do Cabug,
loja de'miuilezas de 4 portas.
Vende-se um casal de escravos, pardos, pro-
prio para pessoa que tom silio, ou engenho: no pa-
leo da Sania Craso, 14.
Vende-si; umrieo violSo, por com-
modo pre;o, coin u sua xjmpetente ca-
\a: no urmazem n. 21.
Vende-so um lindo mulalinhn vindo de Ion,
com 8 a!) annos de idade, sem defcilo : no aterro da
Roa-Vista n. 60.
Vende-se earno salgada do porro ede viera,
cm barril pequeos de JO libras: em ra-a de lio
Iron Rooker & Companhia, na rua do Trapiche
n. 4H.
Lindos; modernos pentes di? tartaruga.
Vendem-se muilo lindos peules de tartaruga para
prender cabello, pelo diminutu preco de J^KXI rs.
- sv
lisos, a '45OO0 rs.: ni
de ni ni. le/as de Anlo-
lo ultimo
;c
cada um ; nssim como dil
rua do (Jucimado n. 49, loj
nio Jos de Azcveilo.
CliapeozinlrOS para menino
(OStO.
Vendcm-sc muilo modernos chapeozinhos pira
menino, os mais delicados |iosiveis, com muito bo-
nitos enfeiles: na ruadoiiuimado, loia de miu-
dozas u. 49.
Calas de i.asemiras baratas. 4*
Vendem-se corles de calcas de casimira, tt
<( muito bous padrees, a VHHKI ris cada curte: &3
$ na hija do sobrado aman-I lo nos (Jualro Can-
W los iU rua do Um-iinado n. 29.
iM : I M Mi
Ricas abotoaduras paracollete.
Vendem-se muilo lindas abolo.-ulurasparacollele,
as mais modernas potsiveis, a l;MX> rt. cida nina ;
assim como ditas douradas para casaca, lisas e la v i a-
das, as inelliores que lem vindo a esle mercado, a
i,-') rs. rada una : na rua do Queimadu n. 49,
lujado miiiilczas do Aiilunio Jos de Azevedo.
.Meio de destruir a trara.
Na rua do Queimado, loja de miudezas n. 49,
vonde-se pasta com um exccllenlc cheiro para
nlO deivar a Iraca entrar cm hahs, assim lomo
juarda-luvas com o mesmo cheiro. obra a mais de-
lieajji [Kissivel, IsfiOOrs. cada urna; a ellas, anles
que se acabem.
Atteneo ao harateiro da loja de miude-
zas n. V9.
I'arliripa ao respeilavel publico, que est von-
donilo suasmiudezas por muilo baixo prego, como
sejam : loucadores pequenos para cima de mesa, a
<>IM) rs. cada um, loques do osso branen, com muilo
bonitas pinturas, i llOllOrs., jocos de damas gran-
des e pequenus, a 2"dW e 1J000 rs. cada um, mui-
lo linas escovas para cabello com cspelbo, a I82IKI
rs. cada una, ditas pan roupa, a tOO, HOeSOOrs.,
chapeos do sol de seda furia-cores pora homem, a
K:sO rs.. aunis de cornalina para homem e senho-
ra, a l>IKH> rs., iquilo lindas e modernas pulceiras
do Ultimo gusto, a 1(000 rs. cada urna, luvas dese-
lla branca e cor de raima, cor de lirioepardas para
lioineni, senhora o meninos, a t?800 o par, dilas en-
feiladas para senhora, a 23000 rs. o par, muito ricas
lilas do soda para cinleiro, um completo sorlimenlo
do perfumaras de todas as qualidades ; ludo se
vende muilo mais haralodo que em oulra qualquer
liarte : na rua do Qucimado, loja de miudezas n.
19,de Antonio Jos de Azevedo.
Luvas de ponto ingle/, para homem, u
I.S'000 ii. o par.
Vendem-se na rua do (.laciniado n. 49.
Curten-as e cliaruleiras de muito Inundes
goslos.
Vcndein-so a :I800I) rs. cada urna : na rua dn
Qucimado u. 19, loja de miudezas de Aolonio Jos
de Azevedo.
SS8vf #8;:JSl##f .
Vestidos baratos.
S Conlinuain-se a vender corles de vestidos de 0
tf i lula de hara, padres inodernosii eres fi-
i xas, pelo h iralo prego do 29000 ris udacor- W
M le : na loja do sobrado amarello nos Quatro
t.ao i o- da ra doQueimidon. 29.
N
do o a moda de Inn,, umi.
IIOTISTA AlEMk^
DENTES ARTIFICIAES.
7 IIIA DA IHI/7.
I). R. Itavnon. cirurijio deulisla, lem a honrado
prevenir ao publico, que acaba de roeehei- dos lis-
iados-! nidos, pelo lllliiuo navio, um grande sorlis
inenlodos celebres delitos mincraes incolriipliveis,
inconle-lavelnirnle lidos romo superiores a lodas a-
oulras qualidades que lem apparecido al boje, so-
bro ludo poli rara porfeicao com que imilim a na-
lureza. 1). II. Daviion, conliccido pela perfeigflo
das SURI obras o a moderaCSO dossens procos, ronli-
miaa appliear denles aililieiaes pelos mclhuress)S-
lemas adoplados na America c Kuropa, sem nc-
nliunia alleragAu nos procos liem conhecidos de sen
cslabelecinicnlu.
I'KECOS SELTNTES :
Por chumbar um denlo de 29 .V-imil
dem de bularcada um 7 129(100
COMPRAS.
O .11* A, roiirron.c ao Ku Itmiu. ronip paprl |>.ira cntbnillm (JoraSU limpiis
c jtinliiniciilc vemlc I caiAt bom conslruido, pro-
prlu pin l'-'l.i. i.i ou assucjir.
Compra-se qualquer peca vellia do melal clia-
niario do prinript1, prpfcrii claro: ua rua do Cnlleuio n. 20, taberna do Fonles.
Compnun-ic cscravog, c vciidcnw, rprplx>rii-
*e de epmmbfti lano tara a provincia como para
fura della; na rua dos iJu.irU'i-. n.i, eeundu andar.
Cnmprain-sc cscravos de ambos os sexos, de
itlade de 10 a :to anuos ; pafjam-se bem : ua rua
Direilan..'!.
(Comprase una escrava qiio sai lia bem eu-
ommar ecozinhar, e que no lenha vicios, uem a-
chaques, e uina nc^riuba de 12 al I i annos: na
ruado Amorim.n. 2".
Compra-sc um cabriole!, com cobcrla, ou sem
la, que esteja em estado de se tar uso delle: na
pr.ira da Independencia n. GeH.
Compia-se una cabra (bicho) que dr bstanle
leile, e que seja rnaii*i, o sendo ja cosluinada a
criar meninos, paga-sc bem : a Iralar na l.ingoc-
la n. 3.
VENDAS
Vende-se um terreno na roa da Alegra, con-
uile ao becco da rua Velha, por proco mimnudo,
a Iralar ama >ova, n. 63.
Vende-se um reloeio patente su isso, muilo
ho ns com um corrcnto de bom oslo, ludo de ou-
ro : a pessoa que quier, dirija-sc rua da Gloria.
casa 'W.
Xaropes para rc'rescos
de sroseltias, tamarindos, limao. lima, larauja, ca-
pil. Gomoso, de \inaure, e muilos oulros: aa rua
do Vlgario n. 'il, primeiro audar.
Vende-se um cavallo novo c forle, proprio pa-
ra carro: ua rua larua do Kusario nadaran. IS.
Trinchante!.
Vendem-se superiores Irnchanlcs com o calKi de
melal principe, obra de Rosto: na.nova loja de fer-
racens da rua do Oucimado n. 30."
Bandejas para farinha.
Vendene-M bandejas rundas de muilo bonita pin-
tura, proprias para bolr Trnlia em mesas, por
muilo berilo preco : na nova loja de ferragens da
rua to QoeimedOi n. (O. Xa mesma loja lambem
se venden) bandejas muilo pequeas, as quae* ser-
ven) para ncllas so olTereccr charutos ououlra qual-
quer cousa, vislo o lamanho e a delicadeza da obra.
Hacia de latfio.
Na rua do Oueimado, loja do ferragens u. 30,
Olale um completo sorlimenlo de bacas de lalo,
enlre as quaes ahnimas encllenles para lomar ba-
nhos, porserem randes, e se vondem lauto urnas
como oulras por preco muilo razoavel.
LOTERA 1)0 RIO DE JANEIRO,
Aes 20:00(^000 le rs.
iNacasa Feliz dos qualro cantos da rua du Quei-
mado n. 20, veodem-se ns muilos feliies bilhetes,
meios liilhclcs, quarlos, oilavos e vigsimos da
(erreira loleria da estrada de Mano, cuj lista se es-
pera do II! a 18; a elles que eslo no resto.
Vende-se um bonito moleque muilo bom coii-
niiciro o copeiro, sem vicio, dos prelas mocas que
cozinham, lavam eservem paraquilandciras na rua
larga do Kosario, n. 21, eRundo andar.
>'cnde-se um casal de |wvOen, c mais dous sol-
leiros : na Soledade, u. 12.
Vendem-se encbcrloi de uvas niu-calel de
cheiro com a raiz, viudas de llamarar, e algutis j
com cachos : quem precisar procure na praca da In-
dependencia, loja n. X que dir quem os lem.
Vendem-nc ainda alguns terrenos, parle alaga-
dos, c parle beneficiados, no segundo quarteirao por
delran da rua da Concordia, rujo quarteirao lem
frcnles a escollier, poenle, nascenle, sul e norle, lo-
dos na rua, muilos desles qoorleirOes lem IU) palmos,
os fundos dilles terrenos lem 150 palmos com os
palmos de frente que cada om quizer, nunca nienus
de .10. vende-ie por precos muilos commodo, e se
lar para edilicar kiRO muilo mais commodos serao :
os |n clendoulcs pude-n dirigir-se a rua dos l.lnai Ir i.
asa ii. 18, que acharo com quem Iralar, ou na mes-
ma roa da Concordia, com l'edro AntonioTeixeira
tiuimarte, morador junio aos mesmos terrenos.
ATTENCAO.
Nova loja de 3 portas na rua do Livratnenlo u.
S, voude-se corles de rambraia du cor com Ire ba- '


fXKJ.
"-
''!"
'"......'
-V

i
Vendem-se iital para carta* de ba-
chareis: naloja n. i da ra Nova, airan
lia matriz..
Vinileni-se riqniwiniasalxiloaduras para rl-
leles, iliias ilouradis, e casacas de cores: na rui
Nova, loja n. '2.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na ra de Apollo, arma/.em de Leal
Re, tem superior polassa do Rio de
Janeiro, e da America, e cal em pedra,
cliegada de Lisboa no corrente me/., na
barca Olimpia, tudo por preco com-
modo.
Veode-w sola de superior qualiiladr, cheaada
de prximo do Aracalj, aMim como enurw miiidos,
oera de carnauba, veas de carnauba coropmlas e
pennas de ema : na ra da Crui u. K, secundo
andar.
4
acia ,
Cera em velas.
Vende-te oera em velan, de su-
Cerior qualidade, fabricadas em
isboa, em ctiixotes sortidot a'
vontade dos compradores, e por
mais barato preco doqueejnou-
tra qualquer parte : na ra do
S Vigario n. 1!>, segundo andar JS^
escriptorio de Macbado & P- w>
nheiro. V
Vende-se a taberna da ra das Craiai n. I,
com fundos a vontade docomprador, com bous cora-
modos para familia, ou se enlrcaa por balanco : na
rua de Un 1.1- n. t, que adiar com quem Iralar a
qualquer hora dodia.
Farinba de mandioca.
Vende-se familia mallo superior, rlicamlo lia
pouco do Rio Kormoso: no Forle do Mallos, prensa
de Manuel Jos da Silva Braga, no largo da As-
semhla n. 1.
Cal de Lisboa.
Na rua de Apollo, armazem n. -J II, lia superior
cal, nova, em pedra, a pre; milito razoavel.
PAO' DE FAMILIA
O propietario Sen/ala Novan. oO, tem a venda dodia
7 do correte em dianle o superior pfio
de familia, que so' igual se fabricara no
Rio de Janeiro, sendo cada mude 160,
80 e W)r.
Vendc-sc nma lahern;i, lita no Vnradouro da
t-idade de Olinda, na coquina defrnnte ilu porto das
canoas, por baixo do sobrado, propria para cpial-
ipuT principiante |Hir (er pouoos fundos : a Iralar
na na la Madre de Dos, taberna ti. 'Mi, un Recife.
Vende-se o verdadeiro rolte inlcrj philitico de
l.au>rleur: na rua da (dulca Velha n. (>l, botica
de Vicente Jos de Brilo.
Ob qur prchincha !
Na loja de (iuiniaraes llenrii]ues, rua do Cres-
po n. 5, lia um completo sortimento de eambraias
de cor com barra, intiito lindos nos I os, edesupe-
rior qualidade, pelo baratissimo prero de .'-mu i -.
o curie, com lUcovado; a ellas antes que se aca-
ben).
Deposito do rap princeza da fabrica
de J. J. da Rocha & Companhia, do
Rio de Janeiro, na rua da Cruz n.
57, segundo andar.
Joaquim Kerrcira Mendcs linimar.les recebeu
pelo paquele tlmumbara, nova remcssii do encl-
lenle rap nacional princeza, da fabrica de J. J. da
Kocbai\ (xnnpanhia, do Kio de Janeiro, onde be
inuilo apreciado, e tido pelo unico que melborsubs-
litue o de Lisboa, pela fraude sVinelhanra que com
elle lem, laido em cor como em aroma, tile be
(ainbem j bem apreciado na Baha, Maeoi, CeaTH
c Maranho, ^oralmente em todas as pmiei onde
lem sido mandado : para maior coimiindidade M
compradores, tamben, o acharan venda na loja da
iin-ni.i casa, na esquina do largo do Col legio, laber-
n.i i|n Si. M.tn-ii'l A iiI'miim dos Santos Fon I es, c no
aterro da Boa-Vista, loja de calcado do Sr. Joa-
quim Jos Dias l'ercira.
Vendem-sc missaes para tnissa da u Ilion eriie-
cao, c boa encademarao : quem pretender, dirja-
se a rua do Cabula, loja u. (i. Vendc-sc mais um
estojo de desenlio, com seu competente livro de fi-
guras. ...
Vendem-sc corles inicuos de *<'*-
lulos Be chita francesa, larga, fina, e tle
diveitOl jjoslos modernos, sendo pelo h-
lalo prero de 2f000 e 2$240 rs., a di-
nlieiro a vista : na loja de (pial ro porlas
n." 3, ao lado do arco de Sanio Antonio.
Vestidos baratos.
Vcndein-se vestidos brancos, com barra, i 19000
rs. ; Jilo* bordados, a l.-v'ttio rs. ; ditos de > baba-
dos, a iy>00 rs. ; ditos de :t babados, a SyOOOn.
ditos de ditos, a .">>500 rs.; dito-* de 'Cinta, piulados,
.cniri \ dilos, a .\S">(K) rs.; corles do camhraia de sal-
pico, com S '( varas, e .IdTjOO rs. a peca; eambraias
arrendadas brancas e de cores, a :l>.V>0 rs. a peca ;
na nu Nova, leja nova n. 16.
PAO- QUENTEDAS (i AS X MORAS
DA TARDE.
Na padariada rua da Senailn Nova i.
r>0. havere desdo fl do corrente em di-
ante, pao quente como se costtuna nal
padarial do Rio de Janeiro.
Cal virgem.
Vende-seeal nova em pedia, vindade
Luboatie barca Olimpia, por pieco mul-
lo commodo: na rua do Trapichen. 15,
arma/.em de llanto Irinios.
Vemli'-se 10 escravo*, sendo .' ilo servico le
cair,|iu, una iieghnlia niuiluliniJa, rom id.iile de 1(1
a l anuos, II escravas "le lodo o servico, 0 un de
I.i.ma ligura, que me c uni^oinina : na rua llireila
n. .1.
Lencos de cambraia de linho, linos,
a*00r,
na rua do (iresipo, luja da esquina, que Milla para
a Cadcia.
Veiidem-te naccaH com Trelo, cheleado ulli-
maineule da America, a 25.">00rs. a sueca : na rua
d Tra|>iclie Noto n. 8.
Vendem-c cadeiras, consulos, sofas.
llancas dmelo desala, de Jacaranda ;
.cadeiras, sofs, consolos, mesas de mciu
Pile "I.i. deaugico ; cadeiras, sofas, eon-
solos, de oleo ; suarda-roupas para se-
uhora, camas Trancezas, de Jacaranda ;
(tilas de aiii.iit.II", marquezas de ulico ; dilas, de
oleo, e de amarillo, e oulras militas obras que se
mostrarlo ao comprador, ludo o mais n.odernn pos-
sivel, e por precos miiilo comnioilos: na rua da
CtabAadoOtnsoD. II. Na mesina casa lamban se
vende junco, tanto do primeira rmno de Kguad*
sorle, para tecer cadeiras, e por barato preco.
Vende-se una dutia de caileiras. com nwnlo
de palbinlia ; um jnuo de eonsolos ; um solo, e um
par de banquinlias de columnas, tudo de Jacaranda:
no paleo da Kibeira deS. Jos u. II.
Vendem-se courinliofi de cabra, de boa quali-
dade : na run da Madre do Dos, loja, n.ltl.
I'nliiinli.i de leilrn.
Yende-sc luvas brancas aberlas para mcia mo de
seiiliora. e lucilinas, lie fazenda uiiiilo lina e linda,
|ielo comnioilo preco de 2111 r*. o par, vale apena
comprar, na frente to l.ivramei.lo loja de miudezas.
Calladlos pura sallas, a 500 r. cada um.
>eiidcm-.e linrlos capadlos para salas e lopode
esi-adas, a 501) rs. cada um para se acabar : na
frente do l.ivranieulo, loja de miudezas de K. A. de
l'inho.
Ao* si'iiliore logislas de miudeza* e Ixv
ceteira*.
I'cutus liara alisar, mais baratos que em casa
.iI-iiiii.i ai'li.u.Mi: quem osqui/er comprar, nfren-
te do l.ivrainenlo, loja de miudezas de F, A. de
l'inho. ,. .
Esporas liuiMinias.
Veiidcui-sc ricas amara de Ifttu linissiinas para
os passeios a cavallo pela fesla : na fenle do l.ivra-
menlo, lojade miudezas.
U;ili,nl'i- de linho-
Vendem-M babados de liolio de differeiiles lar-
uuras, por preco commodo : na frente do l.ivra-
menlo, loja de miude/as.
AttencSo ao bamto.
lino- bieos de biainha pretos c de lindas cores,
prouriusnaraenfeilc de veM'ulove mantelete, de se-
uliora, trancas e requilifes franjas de rolroz
preln para capoliiilio.. Iiam clin- pata dcbruin de
colleles prelos, e differentes lioles para eollele, pa-
litos casaros, vestidos crauii .para'liquidacito de amia : na frente do l.ivramcn-
lo, loja demiud
Diccionario dos termos do a
clrurgla aniitomla ph
ete. te.
Sabio luz esta obra indispensvel a toda j
1 as petwoas que se dedicara ao esludo de
medicina. Veude-se por -i rs., encaderaa-
di, no consullorio do 1>r. Moscoro, rua do |
ollegio. n. i), primeiroanda
Vende-se o sitio que foi do TalecidoJo-c Zac.i
rias do Carvalbo, no luijar de Bcberibc de baixo,.lt-
nominado dos craveiros, rom casa devivenda de po-
dra contendo sala adiaule com dous piarlos, dila
de delraz rom dous quartos, solao grande, cozinba
grande o copiar, lima casa de laipa com sala e dous
quarlos, alraz dousquarlos, eslribaria para tres ca-
vallc*. e solan para pretos ; um (elbciro que serve
para casa de farinba, com eslribaria para dous ca-
vallos; muilas arvores de frulos.como sejam, coquei-
ros, mangueiras, cajueiros. inangabeiras, craveiros,
(girle) laraugeiras, sapoliseiros, pinbeiras, frulci-
ras de pao ele. etc., terrenos para toda a cultura, o
malla de capoeira, (endo de fundo quinlienlas bra-
cas, e de frente qualrocenia*. pela bira do rio
pouco maisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura :qucm o pretender enlenda-se com o Illm.Sr.
JoAo Pinlo de l.emosJunior.
NO CONSl l,T DR. P. V LOBO NOSCOZO.
Veude-se a inelbor de lodas a obras de medicina
lioinopalbica UJ" O NOVO MAM Al. III) Hit.
ti. II. I \ IIII .' 1 Iraduzido em porluiiue/. pelo
l)r. I*. A. Lobo Moscozo: quatro voluinrs eueader-
nados em dous. JU?t)IK)
0 1. voluine ronlendn a pallioaenesia dos 111
medicamentos que nao foram publicados saldr mui-
lo breve, por e>lar muilo adianlada sua impressao.
Diccionario dos lermos de medicina, eirurqia, an.iln-
mia, pli.irnwria, ele. ele. encadernado. IjlHK)
lima rarleira de I lobos, dosinelbores e lu.ii- bem
preparados glbulos lioniopalbiro com a dum
obras cima.........KINHK)
lina dila de :ll liibus com as mesillas 1.>3 Dila, dila de IX tubos........'itlKlIKI
Dita .le III com as dilas......100)000
tlarleirasdc 1\ tubos pequeos para ali-
bein............'o***'
Hilas deis ditos.........OBOOO
I libo* avulsos de globaloi..... l.^iKm
Vende-te una linda garrofal toiirina: na l'.apun-
oa silio ile Mr. Douburcq. f
Vend.....-so pianos folies de Mipcnor qualida-
de, fabricados pelo inelbor autor liainhiirui-ez na
rua da Cruz n. 1.
Vlnho do Porto superior eltorla.
Vende-se viubo do Porto, superioi leiloria.ein
barris deuilavo.pur 15*000rs, cola um : na rumia
Cadeia do Itecile n. i, arniazem de Barroca \
Caalro.
Vciule-se nina cscrava moca, uiiiilo si.lia, de
boa timira, cozinba o diario de nina casa, laxa, en-
uoimna, e com principio ilo costura, boa vendedora
de rua : no paleo di Sania Cruz, sobrado da es-
quina que volla para a rua Velha, Na niesina casa
vendem-se ospassaros seuninles, um rocliiebo, um
vcxo, dous canarios do reino, dous birudos. lodos
baslaule cauladores, e nal papanaio hilador.
Vende-se una muilo bonila eaoracanoade
rreira. de aniarello. srm o menor deleilo, prmnpla
innlada. de mu t pao, c capaz de coilduilr una
familia, Jior ler qua^i 1 palmos de bocea e 35 iU1.
rompTIdO : a tallar rom Viiiorino PraacitcO dos
Sanios, na rua do Itau^el n. 5i.
Vende-se a mehoi -Inrinha de San-
ta Catliarina.em laccaa grandei, a 5$500
rs. : no arma/.ein do Porte do .Mallos n.
20, defronte do trapiche do aljjodao, mi
a halar com M.....el Alvcs (iuerra J-
nior, na rua do Trapiche II. I i, pri-
meiro ailar.
Vende-ce un rosto le exemplares
da obra Raphael, paginas da juveutu-
de por Lamartine, versan portugue-
sa de 0- Carlos Guido \ Spano na rua
do Trapiche u. IV, priineiro ailar.
Cassaa mincouis, a 2*500, e SgOOO rt. o
corle.
Vendein-*e cansas Iraucezas, de bonilos oadrOet,
despacbadas nesla semana, pelo barato preco de
'JS-iOII, c :lsmK) rs. o corle : na rua Nova, loja nova
n. III.
lilil UFFECTEL'K.
) H/ifci auttiristHl por decirito ihi conMlho mil
f decreto imperial,
() mdicos doshotpllnef recoaimeadaia o arrobe
Lallecleiiv. como sendo o nico nuloritado pelo go-
veruoe pela Iteal Sociedade de Medicina. Ksle me-
dicanienlo d'um gofio Bgradavel, e fcil a lomar
em seercln, esb em uso na mariulia real desde auilt
de t) aun..-; cura mliealmeale .....pomo lempo,
com punca despera, seni mercarlo, as alleccoes da
pelle, inipin^eiis, atcooteqoeadas datsarnat, ul-
ceras, e os arcllenles dos partos, da idade crilica e
da acrimonia hereditaria los buinoies; ennvin aos
cal lian ih, da beviua. as ronlrairfii's, e n fraque/a
dos orsaos, precedida do abuso das tuioceos ou de
sondas, taimo anli-svpliililico, o arrobe cura em
pouco lempo os fluvo* rcenles ou rebeldes, que vol-
vem incessanies sem coaseqaeacla do eaiprego da co-
paiba, da eulieba, ou das injeccoes que repreaen-
lam o virus sem neulralisa-lo. f) arrobe Lalfecleiiv
be e-|M'cialnieiile rerominendado coalla as doeucas
inveleadas ou rebeldis. tf mercurio e ao iodurelo
de polaak), \'ende-se em l.isb..a. na botica de llar-
ral, e de Anloniti Feliciano Alvea de A/evedo, pra-
ca de II. I'edro n. t, onde acaba de clicgar una
Grande (Hireao de uarrafas grandes e petpienas, viu-
das direclamenlc de Paris. de casi do Sr. Bojveaa-
l.afl'eclcuv l. ru Iticbev Paris. (Morniiilaiio.
dam-se eralis em casa do menlo Silva, na praca de
I). Pedro n. S. No Porto, em casi de Joaquim
Araujo; na Italiia. Lima A Innaus; mu Peiuam-
biico, Soiiiii ; Kio de Janeiro. Rocha \ Fillms. el
Moreira. loja dedrogas; Vllla-Nnve, Jlo Pereira
de Macaba Lcile; llio-tiraii.le, Praacitco de Pau-
la Coulo VENEZIANAS .
Aterro da Iloa-Visla n. 55.
Tem um sorlinieolo de veneziauas com lilas ver-
des de linlio e de laa, com caiva e mmii ella, e se
roncera e se Irora as ninas porvelhas, a vonlade.lo-
colliprador.
\'endc-se, no paleoilo arniii ii. I. um escla-
vo de bonila lisura, e oplliao co/inbeiro.
Vende-se nina lialanca aulor Itouirio leli l|'J
palnios. que foi de ai ina/eni de acucar, com Ireze
arrobas de petos, e conchas: quem a quizer. falle
com Josi' Anliiues liuimaraes, ua rua de Apollo
ii. :io.
Veiulem-se casemiras para forro de carros: na
rua Nova n. J.
\'eiiilein-se relogos de ouro, pa-
lenle in;le/., os memores que tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool i em casa de Hu&-
sel Melloi-s & Companhia, na rua da
Cadeia do Hecile, n. ."(i.
Cobertores escuros,
de algodSo, aKIKIrs. ; dilos azu.-s e ciicariia.lns,
muilo Brandes eencorpados, a 1,^1(10rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-se vinbo da Madeira de superior qua-
lidade emquaiiose oilavosdepipa, por preco com-
modo: no arnia/.ein de N. O. Ilieber cV l-onipaiiliia
na rua da Ouz n. i.
A elles. que se estao" acabando.
Coberlores de lapele muilo grandes, pelodiininu-
lo preco de l?IIKI, dilos mais pequeos, a SOI) rs.,
rolcbas de salpico* brancos, a ljo00, lirini trancado
escuro, de linbopiiroe muilo lino, a titOrs. a vara,
ebil.is de sscnlii escuro e boin panno, a H0 rs. o
covailo : na rua do Crespo, loja u. 6.
Nova loja de tres portas, na rua do l.i-
vramenlo n. S, com fa/endas linas e
grottiis, por |)reco commodo.
Panno prelo, lino, proVa de liman, co\adolc.00,
.'OOO, .'o.'SKl rs. ; diln prelo limite, muilo supe-
rior, Ii oOtKI, oO. T,TOt)0, e 7,ViOt) rs. ; rasemira
prela, lina, a 9000. -rjtM, e :ll)l> rs. ; dila dila
(selim1. a *>7otl, StOOO, e SSSOO rs.; lencos do cas-
sa com bien. Illa .121); ditos com bico c bordados
na poott, -2KI1 a KA) rs.
No paleo do Carino, laberna n. 1, vende-se
caf da Ierra muilo superior, a 181) rs. a libra.
Kilo preto, lavrado, a .">()() rs. a vara.
Na ruado Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
ANTIf.UIDADE E SPERIORIDADE
DA
SAI.SAPARHILHA Di: ItKISTOL
sobre
A SALSA PAHRILHA DE SA>DS
Attcncao'
A SAI.SA PARRILUA DE BRISTOL dala des-
de 1832, e (em eomlanlemenle manlido a sua re-
putacio cm nceossidade ilo recorrer a pomposos
.inniiiirins, de que as preparCoes de merilo podem
dispensar-se. O surcesso do llr. HltlSlol. lem
provocado infinitas invejas, e, entre outras, as dos
Srt. A. R. D. Sands, de New-York. preparadores
e proprielarios da salsa parrilba eonbecida pelono-
me de Sands.
Esles -enliores solicilarata a aacncin de Salsa par-
rilba de llrislol, econio mo o podessem oblcr, fa-
bricaram nina imitaran Ac llristol.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. I). Sands es-
ereveram ao l)r. Brislol nu dia I) de abril de I84,
e que se acba em nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Britlol.
Hiifalo, (te.
Nosso apreciavel senbor.
Em lodo o auno passado leuios vendido r/iianti-
daen eonsideraveis do evlraclo de Salsa parrilba de
Vmc., e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes
aqiielles que a lem usado, jokjamoa que a venda ifa
dila mediciiia seauunienlar muilissimn. Se Vmc.
quizer fazer um nnti'rnio coinuosc, eremos que
nos retallarla malla vaalagsaii tanto a aa como a
Vine. Temos muilo prazer que \ inc. nos responda
sobre esle assiimplo, e se Vmc. vier a esla ridade
daqui a um me/., nu musa semelliaule, loriamos
muilo prazer em o vereni nossa bolica, rua de fui-
Ion. n.79.
r'iram as nrdensde \ ine. seus aegdroi Servidores,
(Assisna.los) A. II. D. SANDS.
C0.VCLUSA0'.
I.:A anlignidade da salsa parrilba de llrislol lie
claramenle provada. pois que ella dala desde IK.'t,
eque a de Sands s appareeeu em 1812, poca na
qual esle droguista nao pide oidor a agencia do Dr.
llrislol.
'. A superini idade da salsa parrilba de llrislol
lie incuiileslavel ( pois que nao obstante a couciir-
reacia da de Sands, o de urna porcao dcoulraspro-
paracoes. ella lem manlido a Ma repulac.io em qua-
si toda a America.
As numerosas experiencias feilas rom 0 BM da
salsa parrilba em ludas as enferinidades ori'-'inadas
pela impureza dotanoue, en bom asilo oblido nes-
la corle pelo lllm. Sr. Dr. Swawl, presidenle da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado >r.
Di. Aulonio Jos Peivoloeni sua clnica, e em sua
lllm. Sr.
ilo, e
Vendem-e fardos de fumo, ttepri-
meira qualidade, pura charutos, ltima-
mente cnegado da Bahia. c pi^lo proco
mais liaraln do i|in' em mil i-a parte : na
runda Cruz n. 20, primeiro andar.
Vende-se nina cscrava, brioula, de idade de 20
annos, pouco mais ou menos, cose, faz labyrinlbo,
marra, co/inlia o diario de una casa, e faz lala
Snalidade do bolo, e nao lem acbaques: na rua do
ullegio n. 3.
Cal de Lisboa.
Oanligo deposito, na rua da Cadeia Velha n. 12,
recebeu acora urna porclo de cal vircem muilo su-
perior, que vende |wr prec,o commodo.
OLEO DE LINHACA EM BOTIJAS,
vende-se ein conta, na rita lo Trapiche
Novon. 10 ; u mama casa cnegOU urna
|M)n;ao de alvaiade de nova composicao,
milito superior em qualidade ao usual.
Manoel da Silva Sanios contina a vender as
superiores farinbas de trino das marras Ponan*, u
Galeca : a Iralar no raes da alfanileca, ou na rua
do Anuo un lis. t e .~>8.
HroMis batidas.
Vendem-se luovas para sapaleiro, com um loque
de ferruaem. aKKIrs. o uiilbeiro, adverlr- njo aSo rundidas, a ellas que tSfl puncas, lono so
acabam, e pelo preco! ...: na frenle do Livrameii-
to, loja de miudezas.
Oelio.
Vende-seuessnem barricas.clicuado ullimamiie-
le : em casa J. Keller \ Cnnipanliia, na rua da
Cruz ii. .Vi.
Casemiras de al);odao, a I$000 rs. o
corle.
\ endeni-sc casemiras de Blgodao, de qua.lros e de
lishas. sendo padrees claros e escuros, pelo barato
preco de 1(600 1
16
o corle : na rua Nova, loja nova
lelo
Privlo em sua clnica
sau.le na Gamboa, pelo
' Oliveira, i.....lieo do eierc
afamada casa dr
Dr. Salurniiii d__
por varios .mil... i.....lieos, pennillem boje de pro-
clamar altamente as virtudes cOIcties da taita par-
Iba de llrislol vende-si- a ."kSIII o vidro.
O deposito de.la salsa niudoir-se para a botica
francea da rua da t'.ru/, em rrenle ao cbafariz.
DEPOSITO DE CA. E POTASSA.
Cimba A; Anioriin. receberam pelo ulliino navio
le Lisboa barris ruin i a ilesuperiorc.il em pedia
para o fabrico de estocar, e vendem por menos que
em outra qualquer parle: e para recliameiitodecon-
las um restailto de polassa americana : na rua da
Cadeia do Hecile n.30.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lba de Sands: na botica l'rance/.a, da rua
datan/., cm frente ao chafarla.
Ven.lein-eein casa de Me. Calinonl |J| Com-
panhia, na piara do Corpo Sanio n. II, oscuuinle:
vinbo dcMarsellleem raivas de :l a II iluziat,linhas
em iioveiios ecarroleis, hreu em barricas muilo
grandes, ac de niilnCsorlido,ferro innlez.
AOENCIA
Da Fundicao' Low Eloor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neslc csiabelccimcnlo continua a ba-
ver um completo sortimento de moen-
das e metas niocndas para eiTcnho, ma-
Vinhos superiores de Bucellas
(brauro; e de Colares (tlatol em barris de quinto:
vendeiii-se em vasa de J. Keller v C.
Taixas para engenhos.
Na fundicao de Ierro de D. N\'
Bowmann, na rua iln Bnim, passan-
iln o chafan/. continua haver um
complelo Mirliinenlo de taisaS de Ierro
fundido e batido de a S palmos de
bocea, as (lliaes acham-sea venda, por
preco commodo e com prompliilao' :
eiubarcaiu-se on carre;am-secm carro
sem despena ao comprador.
POTASSA StPEKIOi;
Vende-se por preco minio com-
modo, no arma/.em n. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joacpiim Pereira de
.Mello, nu no escriptorio de Novaes &
Companhia na rua do Trapiche n. .'i.
.Na rua do Vigario n. I!l. priinei-
ro andar, lera para vender diversas m-
sicas para piano, violan e flauta, como
sejam, quadrlhas, valsas, redovvas, schn-
lii'kes, moilinlias, tudo uiodernissimo ,
clicgado do Kio de Janeiro,
VINIIO DO PORTO .MI ITO FINO.
Veiulis-sesuperior vinbo lUt Porto, em
barrisde ., 5. e 8.: no armazcmda roa
dn A/cile de Peixe n. I l, nu a Iralar nn
escriptorio de Novaes A Companhia, ua
rua do Trapichen. 5i.
No arma/.em da travesea da Madre
tai vis de Ierro batido I de lieos n. ), e no urma/.cm rielse Jna-
quim Pereira de Mello, no caes da Alfan-
dega, vende-se farinba de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
No anligo deposito da rua da Cadeia do Kocifo .
aniii/i'.ii n. 12, lia para vender iniiilo no\a polassa
da Rasis, americana e lua-deira, em pequeos bar-
ris de I arrobas; a boa qualidade e precos mais ba-
cilos do que em oillra qualquer parle, se allianeam
aos que prerisarcui comprar. No niesmo deposito
lamben! lia barris i;om cal de Lisboa em pedra. pro-
pilmeiro andar, lia
chegado pela barca
, e jiiiilaiueiite aova
FERRO.
. Starr. iv C.
liara venili'i'
cm
ira-
cliinas ile vapor.
e cuido, de lodos os taniaiilicis, para
dito
AOS SENIIOItES DE EM'.ENIIO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em llcrlin. empregado as ci>-
lonias in;le/.as e bollan.le/.as, com ('run-
de vantagem para o melhoraraento do
llSSUCar, acha-se a venda, em hilas de 1(1
libras, junto com onielliodo de empre-
jja-lo no idioma portugus, cm casad"
N. O. Itieber v\ Companhia, na rua da
Cruz, n. V.
Na rua lo Vigario n. l).
para vender, farcllo muilo novo
(i'titiiiit't, por pirco commodo
cal viryein de Li-lma.
ARADOS DE
Na fundicao de C
Sanio Amaro acha-si
dos de ferro de superior qualidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundidlo de C. StaiT A Companhia
em Sanio Amaro, acha-se para vender
nioendas de caimas Indas di" Ierro, deiun
moilello eCOnstrucC&O muilo superiores.
TIUESTE-SSSF.
He rcconrlM'jaiiii um rjirremniirnlo il.i \cr.l.i'l'i-
ra r.irinlia ilc SSS r.iiiiMiho. c\pinit-si' pormotlico
prero: un esiT|lori> le llenne Vonle Compa-
nhia, ou nos seus ;irin;i/ens no berro ilo (ioin;,il\i's.
DOCK DE BACORY,
r.heyou rereiileineiile ilo M;irinliiH) ama pequea
|iom;.io dcsledelirado melliorqae lu. lano
pela Ma exrellenle qualidade, romo por conservar-
se por miiilo lempo em perleilo esiatln: vemle-se-
i'iii rasa Agencl* de EdvHn Maw.
Na na ile Apollo n. Ii. anna/em .le Me. Calinonl
& Companhia, aclia-ae comiUinlemenle bous sori-
menlos He (aixaa le ierro toado e balido, lano i*a-
-a romo lumias, uioenilas ineliras (odas le Orro pa-
ra animas*, aaoa, ele.i 'lli" |-'ra armar cm madei-
ra machina Itorinonlal pira vapor com forra de
icavalloft, fons, passadeiras tle ferro eslanhado
para rana do purear, por menos prero que o de co-
lre, esrovens para navios, ferro da Silera, e fo-
Ihasde llaudre ; ludo por barato prero.
Deposito da fabrica de Todo* os Santoi na Baha.
vende-se, em casa de O. Bieer 6[C., na ma
datan/ n. ?, al jodii Iraneailo d'atpiella fabrica,
muilo proprio para taceos de aMuear e roupa de es-
cravot, por prero commodo.
Vende-se presiinlos iiiL'le/es muilo novos para
Hambre, lataacom botacliinl.au de *>da iniUexa,que-
jos ile pralo, conserva-i muilo novas, seiueules ilo br-
das as qualidadea de liortalice, clietuidae iiltimamen-
le: ua rua da Cruz >. 'di, deTroule ilo Sr. I>r.
Cosme.
Vendem-se rrlea de brim braneo denomina-
do ludia, |im .!^''i' : ua rua Nova u. *.
GpaciKM grandtiSs
Venilem-se osmaioresn melhnrai rapadlos, que
lem viudo a e#la pracaa*WUI romo piTlumariasc
miudexasde lodaaas qualidade. o por precoi pie
Sgradam aos eompradores: na estpipia ipie volla pa-
ra a rua da .MadTc de l>eos, btja de miude/as.
Vende-se o-. sci;iunlrs livros ruin pouco uso,
Misione Sacro,Fbulas de Pia*dri.Cornllil NcimiIs,
Sallusliwi, VcrsUII,lloraii T. Lfvins.Epistola Clce-
roiii'-.r.Jrrronis.Oraliones. Orde \'erborum Salluslji,
I alilis delal-oiilaine, HklonofRome porlialdmi-
Ibs), dila (por Tiioma/ More II ,'l'lumson llie sea so ni,
Virar ofWaLfiiebl. JonhsonPoets Milln,Breveso-
rriesde Potica por Velle/ .11 loriaSacr.id.t porlter-
nardino), CollerfAef de problemas no sierro da
Un,i-\ i-i.i, loja deooi i\es n.liS.
Vende-se muilo superior farinlis de Saula
Cal harina, eS. Malhcus, medida avista docom-
prador : a bordo do brigue brasileiro Mida*, luu-
deado perlo da Alfandcca.
Vcik1ciii-ro arreioe para caiio, do
um o dous cavallos, t*para carrora; lain-
I n-iii se vendem .man t abas decasemira.de
divL'isos padrOel o dos arelos. muito, ebegados ultimamentede Franca,
c ihIo prero o niiiis lmalo possivel: na
rua da Cru/, n. 26, priineiro andar.
Pechinchas.
Vendem-se ^'dlan de ma i- JrW x-.. muilo boas,
dulas Irancezas, eambraias li-.is. branr;is e de ron'-,
corle de casemiras de alsjodSo, a l^fiOOm., brela-
ulias linas, e umitas oulras fazenHa por pre^ocom-
modo : na rua Nova n. 43, dcfronle da Cnnceicao.
vimaiuenle rlir-jad
Vendem-se Ion:
as ila KuSSia u.
Companhia, ua n
,brin/ao, brinse
armaiera
i t\,t Crui i
>. o.
meias lo-
Itieber vV

DAVID WrLLlAMBOWMAM, engenlieiro ma
chiuista o fundidor de ferro, mu) respeilosamenle
aiinuuria aos seuliores proprielarios de euienbos.
fa/endeiros. e aorespeilavel publico, quenscti esla-
belerj i nenio tle ferro movido por muebina de vapor
na rua do llriiui pas-ando orbafaiii, conlina em
efleclivoeitercicio, ese acha completamente monlado
com apparelbos da primeira tpialidade para a per
feila coufeeraAda^ maores pechas de maclnnismo*
Habilitado para emprebemler quaesquer obras da
sua arle. David Willtam Bowman, deseja mais par
Ifcularmente chamar a allcnra publica para as se-
guildes, por lerdellasgrande sorlimenlo ja* promp-
lo, em deposito na inesina fiiudien, as ipiaes row.
fruidas cm sua fabrica podem eompelir rom asfabri
cadaiem pafx eslraniteiro, tanto em prero romo em
qualidade de mal'rias primas e man de obra, a
-iiltrr ;
Machinas de vapor da mellinr construrafl.
Hoendas decannapara enaenhos de todos o i.i-
nianbos, movidas a vapor por ninja, ou animacs.
Iloilas de a^ua. moinlKM de vento o serras.
Manejos iudepeudenles paracavallos*
Rodas dentadas.
A'-'uillifies, bronzea e chumaceiras.
Cavilhdes c parafuvosde iodos os lmannos.
Taixas, paroes, crivose bocas do fortialha.
MouIhm de mandioca, movidos a mao ou poraui-
maes, e prensas para a dila.
Chapade fogoc tornos de farinba.
llanos de Ierro, lomeii as de ferro e de bronze.
Bombas para carimba o de repuxo, movidas R
iiiao.fioranimaesnu mu lo.
Guindastes, mUncliose macacos.
I'rensisbulrauliras ede parafuso.
Ferraoenspara navios, carroso obras publicas.
Columnas, verandas, andes e porloes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, tarros de mao carados de ferro, ele, ele.
Alt ni daSuperioridade das suas obras, yy mcnlereconhecida, David William Bowman garante
a mais exarla conformldaite com o* moldes e dese-
nliosioiiu'iiido- pelos senlioresnuose dignarem de
fater-lhe encommendas, aproveilando aoeea i *> pa-
raa&Tadecer aos seus numerosos amisuse freguetei
a preferencia rom que lem sido por elles honrado,
e nsseffura-lhcs que nao potipaia eslorrosediligen-
cias para ronlimiar a merecer a sua conlianca.
Vende-se panno aiul ferrete, lino, para far
tas : na bija u. Jila rua Nova*
Venueo-se cltarulos da llavana; na rua No-
va n. '2.
| Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Babia.
Vonde-se em casa de Domingos Alves j
: Malheus, na rua da Cruz do Recite n. .VJ, i
primoiro andar, algodao transado daquella \
fabrica, muito pro|irio para saceos e rou- '
padeescravos, assim como fio proprio para
redes de pescar e pavios para velas, por
i muito commodo
Vcnde-se una ewrava niora: no aterro da
Bea-Visla o. 2, lerceiro andar.
Vende-se cal irem do Lisboa : os rua do
Traptehe, n. 11 : no armarem de assucar, de Fon-
seca Medeiros e Coonanliia, viuda pela barca portu-
guea Olimpia.
Tende-M dius carroca e um bol, ludo era
perreilo estado, assim como tres paren de cainllios
Duvos, dous moinlios de moer cal, linio por preco
muilo commodo: na rua do Corredor do bispo,
campia denominada"Caropo-verde.

Cliupeus de castor.
2 Vendem-se superiores chapeos de castor 9
2 brancos e prelos, de lindas formas, o chapeos g
0 de scila. francei.es, os mais modernos, e de V
9 iiii'llini' qualidade ii venda no mercado ; as- SK
19 sim como complelo aorlimeutu de bonetes e Q
*f chapeos de Italia para liomi'iis. senhoras o .jj
9 meninos, por pre^o moilo commodo: na pra- m
M es da Independencia ns. '2\ a 30. QQ
#3' #**# ##
Vendc-so urna escrava de najilo, do bonila II-
eura e moca, imiii habilidades, cn^omina, co lava, cuso chilo c taz todo o arranjo de casa, e sabe
vender na rua : quem pretender comprar, dirija-se
ao Furlc do Mallos, prensa de Joaquim Jos Ferrei-
ra V t^ump.iiihia, que achara com quem Iralar.
Vende-se um cabritilla de 18 anuos de idaiie:
na rua eslreila do Kosario, loja do sobrado n. -i,
il.isll horas da maiihita as II da larde.
TAIXAS DE FERRO.
.Xa fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, < tambom no DEPOSITO na
i ua do Itriini Iojto na entrada, c. ilefron-
te do Arsenal (!( .Maiinha lia' lempre
um grande sortimento de taiebas tanto
de tabrca nacional como estrangeira,
batidos, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os loijares
existera quindastes, para carregar ca-
noas, OU carros livres de despeztl. Os
precos sao' os mais coniinodos.
RAP twmtk DE LISMA.
Na rua da Cdela do Reelle, lo]a de faiendas de
JoSo da t.unh.i de Miisallifies, vende-se a rtrelleu-
te pilada deata rp, o mal freiro que lem viudo,
pela galera Margrida.
POTASSA DA RliSSIA.
Vende-se superior potassa da Rusta, e
Americana, por preco muilo commodo:
na rua do Trapichen. I"), ai'in.i/.eip de
Basto Irmfios.
ATTENCA0.
Vendem-se livros e mcios dilos de pao
de piala c ouro, cnegodos ltimamente
le Lisboa e por preco commodo : na
rua do Trapiche n. I", escriptorio de
.lose Teixeira Basto
.;;:;::.:: :: ::: ;::;.':y3 $#
Oleados pintados. 9
59 Vendem-se oleados pintados de 1 a 8 pal- *
;> mosile l.ir-iira. o de pdrAes muilo bonilos; '*
'* assim ruino coherlas do ine-iuo para mesas,
a com bonitas eslsmpsriM, e por prei*o cun-
;:} nimio : na praea a de chapeos, de Joaquim de Oloeira Maia. $j
1 : &8 i : ::::
Moinhos de vento
eom bomba* de reputo para renar borlase baiua
de rapini. ua rundicnd de l>. W. Bowman: na rua
doBrumns.6, Rol.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na Cundirn d'Aiirora acha-se roiislaiiletnenle um
complelo Mrlimento de machina", de vapor, lano
d'alla i uni de balsa pressSo de modelloa es mais
appnivadns. i'auhen; si' aprnnipliiin de enciimineii
da de qualquer forma que 8fl possam ili'sejir rom a
maior ptesuna, llaheis omciaea sern nuadadioa
pareas irassenlar,.o o* fahricanles como lem de
eoslame sllanr^tm o perfeilo Iraballio dellaa, ese res-
ponsabilisam por qualquer uefejlo que poaaa nella:
apparocer doranle a primeira sslra. Multas machi
lian de vapor construidas ueste rslabelecinienlo lem
estado am constante aerifico nesla provincia 10,12
eat 16anuos, e apenas lem exigido mui insisuili<
cantes reparos, e nimuna-. ale ucnluins.'disolutamen-
te, acere reniln que n consiiinino do couhuslivcl lio
mili inconsiilcrau'l. tls seuhiiresileeneenhu, pois
eouir.is quaesquei peaaoaa que preciaarem de nia-
chinismii sao ri'sjieilnsaineiile ciiuviilados a visilnr o
eslabeleciinenlo em Sanio Amaro.
Eincasa de Uriuin l'r.iejjer & Com-
panhia, ua na da Cruz n. 11), veude-se
n segtlilite :
PIANOS FORTES dos mclhores mili
res ede moderna construccio.
INSTRUMENTOS DE MSICA para o
diestra e bandas militares,
OBRAS DE OURO de todu a qualidn
de edii mais apurado gOStO.
NIMIOS SI. Margot, St. Jiilien echam-
pagnlie
LONAS (ledillercnlesipialidades.
BRINS DA RSSIA.
MOHNAS DE PERRO, como sejam,
cadeiras de difirante* moldes, mesase
Sofn's, assim coinocommoilas demogno '
cadeiras de halauo desip, viudas de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda filie
lem viudo a csUl praca.
OLEADOS com lindas pinturas de fine-
tas, etc., para incsii de meio de sala e
hancas.
CHARUTOS da llavana verdadeiros.
MOLDURA D0URADA para guarni-
CO desalas e ipiadros.
12,000 rs. a duzia.
Superioreslualhas depanno de linho do Porlncom
I vara Vi de comprido, pronrias para limpar o ros-
to, peliiiliniiiiiilo preco de l^riKNIa dii/ia : na loja
da rua do Crespo u. t.
Aos amantes de piano.
Acha-se i venda, na rua da Cruz, livraria do Sr.
Simios Coinpanliia n. 56, e na rua do Crespo,
hija to Sr. Aulonio Doraininjes Ferreira u. II, o
Iimiiiio poiiUKaez, a laudado para piano, o calilo
dedicado ao Sr. I), Miguel de Brafiaiica. e a sua ao-
quala esposa.
Grande sortimento de pannos anos ecase-
miras.
Na rua i\o Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, \eude-se panno preto, .1 ~ Ki 1 r t>ji)n
de ourelo branca, a '.b>'tt rs.; dilo francez. a
4~HH)e.>9IKKIrs.. e muilo superior, 11 liJdlKI rs. o
colado ; dilo azul, a i'-.mki. 1-mki e 49UUU rs.. e
muilo bom. a 5*500rs.; dilo verde, dSWmp49tSK)
corles de casemira prela inlwlaila. a .1^.llll e
flJISMIrs.; dila franceza e de edr de lodas as quali-
dade., por preco eominodo.
Veiitlem-si' relogos de ouro, paten-
te ingle/., por i'iiiiiiiuiilii preco : na rua
da Cruz 11. 20, casa de L. Leconte Ferou
t\ Companhia.
C. STARR Si C.
rcspeilosanieiile aunuiiriam que 110 seu extenso cs-
taheleciiiieiilo em Sanio Amaro, continua a fabricar
com a maior |ierfeicau e prompdo.toda a qualidade
de inachinismo para o uso da asriciillura, naveca-
cao emanur.iclura, c que para maior coinnindu de
seus numerosos leiuezes c do publico em geral. lem
Iberio em um dos grandes arinazens doSr. Mesqui-
lanama do lruui, aira/, do arsenal de marmita,
DEPOSITO lE MACHINAS
eonslriiidas no dilo sen cslahelecintenlo.
Ili aiharao os compradores um complelo mu l-
menlo de mocadas de caima, coro, lodos os niellio-
raiiieiilos(alffuns delles novos enriginaes^ deque a
ci|ieriencia de nimios anuos lem mostrado a neres-
sidade. Machinas de vapor de liaia c alia prcsso,
laisas de lodo lamanbo, lauto batidas romo fundidas,
carros de mao e dilos para comluzir formas de assu-
car, machinas para qioer mandioca, prensas para di-
lo, Ionios de ferro balido para fai 111I1.1, arados de
ferro da mais approvada conslruccao, nimios pura
alamliiques, crivos e portas fiara forualhas, e urna
inlinidaile de ohras de ferro, que seria enfadando
enumerar. No uie-mo deposito ciisle una peSSOa
iuldliuenlc o hahilil.nla para rerclicr lodas as en-
rommeudas, ele, etc., que os aunum-iantes contan-
do com a capaddjfldjadc suas olllcinas e machiiiismo,
o pericia de Mtnoffleiaas, se rompromellcm .1 hzer
eiecular, com a maior presteza, perfei^ao, e evada
ronformidade com osmodelosou desenhos, eiiulruc-
Vende-se um escravo mallo pgMunle proprio
para armazero de assucar, ou oatro qualquer ietv.
co, de idido 22 nnos e bonila lUjora : 1 fallar m
ruada Cadeia do Reclfe, na loja de ferrageos it
Jm& Pires de Moraes, ou por cima da loja do Sr. Jo-
s Dias da Silva, no primeiro andar.
Vende-sc farinba da Ierra muilo superior, no-
va, por proco commodo : no becco Largo n. 1,' *.
gundo andar.
Para as untaor. do bom (esto.
Vende-se lencos de labyrinlho.obraniuilodelic-
da, lodos em cambraia de linho, da mais fin, e por
preco commodo : no becco Largo n. i, aeinindoan-
dar.
Vende-se mil pares de tpalos do Araraty
em casa de Tasso ^ Irmfio.
Na ma lis C,ru/.es, n. 40, lem doce uno de
goiaba para vender.
Venilein-si- iluas 11111l.1li11l1.1-, de Vi a II ,.
non de idade, de bonita llgura : ua rua do Vigario
taberna de JoSo Simes de Almeida.
Vende-se a laberna daCapunga, qne foi Jo
Joao Francisco da Lapa, muilo em conla: a tratar
com Joao SimAcs de Almeida.
Vende-se farinba de Sania Callurina. dita de
San-Malheus. e dita da Ierra em saccas e niesmo 1
rclalho, por preco commodo: no armazem da rua
do Hangel n. 26.
Vende-sc muito boas amendoas descascndaia
200 rs. a libra: na rua larga do Hosario 11. 39 ,..
fronte a igrejft, laberna de 4 portas.
Leile puro a 200 rs. a garrafa.
Todos os dias das 6 \\i as 7 horas da
mantilla : na travessa do Queimado, ta-
berna n. 5.
I AlilMIA DE MANDIOCA.
Vendem-se saccas com farinha da tar>
ra, mais bnrat do que em outra (iual-
querparte : a tratar na. loja n. 2(i, da
rua da Cadeia do Recife, esquina dolier-
eo Largo.
Vende-se rape de Lislx>a, muilo
fresco e em frascos, a 4JOO0 rs.: na rita
do Crespo 11. 7, loja de Sequcira St Pis.
reir..
Na rua do Collegio, rasa n, 11, se-
gundo andar, vende-seumexcellentees-
cravo, crioulo, bastante sadio erobuatoj
proprio para todoequahpier serviro, 011
para embarque, por ser de boa Ggura :
trata-si' das horas da manhia as lila
tarde.
Vende-se o verdadeiro champagne
''m C'(!os' <' melhor possivcl; assim como
vinbo Bordeu\, braneo e tinto, em bar-
ris ; como tambem chocolate francez, da
melhor qualidade que tem appureeido,
tudo chegado ltimamente de Franca, r
pelo preco ornis barato do que em ou-
tra parle : na rua da Cruz. n. 20,,nri-
ineiro andar.
Nova loja de 5 portas, no largo do Li-
vlamento n. 8,
vendem-so pelo barato preco cassis francezas con
barra, de cores titas e aoslo moderno, a 1120 a van,
corles da dila com barra e dores, com Ii varas*
292110, chitas francezas muilo finas, a 2Kf)ocovado,
riscadinhos francezes em eassa, de cores litas, a IHU
o covado, elidas rosas miudinhas e muito linas, rom
loque de mofo, a 160 ocovado, corles deeasenrira
de cores, padrees modernos, a B|66Q e 59.IISI rs., di-
tos de brim escuro imitando meia casemira, a 15I2I,
c oulras mais fazendas mais baratas-do que em 011-
Ira qualquer parle.
'Relogios nglezt* de ouro, depalcnlc,
vendem-sc. em casa de llcaue Youle tS Companhia,
lano para linniem, como para senhora, de unidin
melhores autores,
Vende-se em casa de S. P. Jolina-
ton & Companhia, na rua da Senzala No-
va n. M.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinbo Cbery, em barris de quarlo.
Scllins para montara, de homein e se-
nhora.
Vaquetas de lustre para coberta de ia iras.
Relogios de ouro patente inglex.
ESCRAVOS FGIDOS.
AtuentotMB di ca*a le sen senlior um male
que, rrioiilo, ce nomo Misiiel, com os sianie* *-
gaiolet: illiira rcuular, cheio do corpo. cor fuU,
in;iiiqiiejri .ilumna rou.i de um p, calca branca
r.imisa iro minho IM Afoliados para o Barro: quem o penar,
leve-o rua Dircila n. 6, que ser pago o seu Ira-
Lwlho.
DeMppareeen no dia -J8 do prjimo paa*
me/, ile elemliro, as 7 para H horas da noile, o pre-
lo Marliniano. de idade de 901 1 anuos, lemle H
oeCsVllO la fusida ido levar a Boa-Vista duas barn-
ras pequeas com assucar, sobre uma laboa; he
crioulo, bem prelo, secco do corno, roslo compri-
do, orelbas pequeas, costuma andar e fallar Je
vasar, (piando falla far um eeilo com os belfos pi
r uinladn, e iso pouco visivel, j foi surrado n
assenlo, quando escravo do engenho : levou caira (
camisa azul c chapen de palba : julga-se ler i*
para os suburbios do I'iio d'Alho ou llgum cnenho*por leramladd carcuejando pan
csses latios ; foi escravo do Sr. do engenbo Monff.
edahi para Taqnara, o penltimo senhor auo %
va foi em Beberilw aoSr. Mililao Borses chiVa:
quem o pecar, leve o i rua DireiU n. 76, que seo
tcnerosamenle rccompensjido.
Desapnarec'u desta cidadedaParahibadoNof'
te, no dia 4 de dezembro do anno prximo paimoY
o moleqiic Jo.io, crioulo, acabralhado, com ostii;
nacs seyuintcs: cor fula, olhos grandes eapiilont-
biiibw, pl grandes ealguma cousa apalbctados, na-
riz muilo grosso e grande sendo bastante chalo, ta-
boca grande, tem falla de alguna denles da frente,
rusto comprido, lem ama ricalrir de um talhoen
urna das races do roslo, tem nemas e liracn finos l
o andar cangueiro, eslalura regular, he secco do cor-
pn, e represeuta ler de 0 a '21 annos de idade, ni
mostra anda buco de barba, lem feilo por vezes o-
tras fgidas, e sempre que foge muda n nome, e
muito ladino e astucioso: roga-se a qualauerqueo
pesar, que leve-o a Vicente Alendes Wamlerley,
em l'ernanibucn, n. '2\, na run da Cruz ; no Sul.a
l'cdro Ernesto Rodrigues da Silva, no engenhu lor-
medino ; e na Parahlha, a Claudiano Joaquim B->
zorra Oavalcanli, rua das Trincheiras, sobrado n. i
que ser generosamente recompensado. Cidade iU
l'arahiba 18 de selembro de 18.>3.
Clamliano Inaquim fezerra Caralfaul
Attencao'.
Anda conlina andar fgida de*to o tUl 124
novembro, a mulata de nome Bernardina, que re-
presenta ter tic 'l't \ \0 annos de idade, cora os sis
uaes segu nlos: cor a I va avermclbada, rosto cora-
pritto, naris grande, olhos um tanto pequeos
bollos crespos, lem bastantes manchas de panno pe-
lo corpo, bramase cosas, altura regular, um tanto
chcia do corpo, e (em as rajos trmulas quando pee*
em qualquer.cnusa ; levou vestido hranrn, diales
le quadros encimados e roxos, sapatosdecouro, ow
panno de laa' encarnado e tranco, e mais alauroi
roupa ; a dila cscrava he flha de Goanna, el* te*
alguiis prenles, e ji por fvezes se lera vi>lo anJaf
por l, e em Cruangy aonde tambem lem prenle
porlaulo, roga-se as" autoridades policiacs, eapit-W
heude-la c leva-la n Camboa do Carmo n. 3H, pn-
nieiro andar, ou i ma da Gadoia de Santo Antn"'
n.>, primeiro andar, que se dar muito boa r*
lifcacn.
besappareccram na fundicod'Aurora, na uoile
de 19 de agosto, os pretos Miguel, Angola, idailew
annos pouco maisou menos, estatura regular, *et"
codo corpo. rosto marcado de hexigas; Manoel, Con-
go, idade 'Mi annos, haixo, um lantn eheio do Cpf|*
levou ntaa deriscado d'algodao, camisa de madap*
1.1o, Ironetc, chapeo de sol, ambos fallara detBtBj*'
do, e nflo leern barba. Sup|H>e-se lerem sido sed*
zidos : roga-se a quem os ipinchcnder ou delles U-
ver noticia de dirigir-se a mesma fundieflo que sC
bein recomponwido.
Do abaiio assignado, fugio no dia 13 do cor-
rente, um escravo, crioulo, de nome Ignacio, tem
oflicio do rarreiro, estatura baila, rosto redondo,
ponca barba, olhos grandes e alguma cousa vernte-
I luis, porm nflo mullo vivos: levou camisa e cal'.J
de algoddo azul: rogo a quem o pegar que o Iraca
ao engenho liodrigues, na frenuejia de S. laOiiren(*
di Malta, ou na rua da Cruz do Recife n.40, ser recompensado.
Sebattiao Antonio Patis Barreta.


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