Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02243


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XXIX
TERCA FEIRA 11
DE OUTUBRO DE 1853.
N. 229.
DIARIO PE WVWMMMM.
PBIIJO SA SBSCBIPIJ AO'.
Suburreve-ae a l.gOOO poranno, e 48000 por
ooarli'l paso adianlado, e WtO por quarlel paso
vencido, na casa do seu proprielario, ti. Figueirda
Jetara, naprara da Independencia, ns. 6e8, eno
Kio de J. r.i-.i doSr..loao l'crcira Martin.
Rdiia a < o F. Duprad.
Macei Joaquin Bernardo Men.lnno,i.
Parabiba Joso Rodrigue* da Costa.
\ ii.il Joaquin Ignacio Pereira.
Aracaly Antonio de Lemos Braga.
I,.,, .i a a a CuidiermeAugusto de Miranda
faranha' a a Joaqun) Marques Rodrigues.
Para' a Justillo Jos Ramos.
CAMBIOS D 10 D OUTBBBO.
Sobre Londres 27 /' 60 d.
c Paria, 345
a Lisboa, 95 por cenlo.
Ouro. Oneas hespaoliola. SSM a -99000
Moe.lasdcCSlOOxelhas...... WH
a de (itOu novas......1W00O
. de 450CW......... *g
Prala. Patacocs brasdeiros........
Pesos coluninarioa........ JBJW
lu.'-
i mexicanos .
Aeriies ilo Banco. .
Descont do Ledras
'Jalii
NOTICIAS IlIBASaiIBAI.
Portugal.
Hespanlia
Foanoa. .
Blgica. .
Italia. .
Alemaiilia
Prussia. .
Turqua .
Hussia. .
Dinamarca
30'de Agos.
8 de
8 de i
4 de >
3 de
.1 de >
3 de >
. 20 de Jul.
.11 de
31 de d
Austria. .
Inglaterra.
Suissa .
Sueria. .
E. Unidos.
Mlico .
California.
Cbili .
Buenos-A .
Montevideo
de Agos
de
de > i
de Jul.
de
de
de Juu.
de
de SII)
de
NOTICIAS DO IMFKfUO.
Paro' . 16 de Selbr
M.u,iiih.il 20 de
Ceara'.. 24 de o
Parabiba 13 de a
Alagos 1 de Outb
S. P. do Sul
S. Paulo .
Minas.... 2 do
R de Janeiro 26 de
Baha ... 30 de
1 de Selb
4 de
PATIDAS BOS COBBIIOS.
(Huida, todososdias.
Victoria, nasquiulasfciras.
Caruar, Bonito e Garanhuns, nos das 1 e15.
Villa Bella, Boa-Vista,ExiicOricury,a 13 c 28.
Cuaima c Parabiba, segundas e sellas.
Natal, quiutas reirs.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Francis-
co de Borges.
11 Ter^a. S. Nicacio.
12 Quarln. Ss.. Prisria-
no e lliiiiiniii,!.
13 Quinta. S. Eduardo
re.
14 Sexta. S. Callislo p.
m.
15 Sabbado. S. Theress
v. c.
16 Domingo. Marlinia-
leroas
AUDIENCIAS.
Tribunal do commereio.
segundase quintas.
lelarao"
esabbadds.
Fazenda
tercas esextasas lOhoras.
Juizo de Orphant
segunde 5. as 10 huras.
Primeira rara da civel
tercas e 6. o meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quarlaso sab.ao meio-d.
IPHEMEIUDES.
Oulubro 2 La nova as 7 hora, 47 miuutos e
31 segundos da larde,
o 9 Quarlo crescenle a 1 hora, 5 mi-
nutse 37 segundos da larde.
a 1(1 l.ua rhoiaaslO horas c 11 minutse
37 segundos da larde.
o 25 Quarln niiiigoaule as 2 horas, 49
minutos e 31 segundos da nauhaa.
PBEAMAP. DI HOJI-
Primcra (le 30miuulos da tarde.
Segunda Oe 54miuutos da manha.
m
PARTE 0FF1GIAL.
GOVEKNO DA PROVINCIA.
Espediente do da 7 denuiubro da 1853.
OlllcioAo commandanle da armas, para man-
,|ar nomear tres olciaes subalternos para servirem
,lc vonaes no conselho de guerra a que lera de re-
poodec o imperial mariiibeiro do segunda rlasse,
ManoelJos Primeiro, vilo que ha talla tic olll-
riaea de mnrinlia para esse snico, esprdindo s.
Exc, ao mesino lempo sua ordens, para que os re-
fondos subalternos se apresciilcm tara demora ao
primeiro lenle da armada, Ricardodi Silva Nevos
presidente Horneado para o referido conc ho.-In-
cirou-wao commandanle da cslaeo naval.
|)iloAo mesnio, rccointiicndaiidn a cxpc.lu;o
de suas ordens nao sopara que se passem guias as
pracas mencionadas na retacan, que remelle sol, n.
1. Manaes se enaajaram para servir na colonia nu-
lilar de Pimenleiras, mas tamben, par* duejani
enviadas para a referida eelonU as que vao in.lie.i-
,1,. na relarjo n. 2,lvis(o que pretenden! all servir
como colonos. ...
Dilo-Ao niesmo, Iraiismilliiido, por copia, o avi-
so da repartirlo da guerra do 1-de Miembro ulti-
mo oeloqual se manda dar baila do servieo ao ol-
dadndo nono balalhao de nliinlaria, Antonio Luiz
1,'j'lo__Ao inspector dalhesourariade fazenda, de-
xulvcndo os reqerimeutos cm que Bernardo Jo.se
,|rigues Piiheiro, Maiioel de Ahtenla Lopes a
rclix Francisco de Souza MagalbM pedan lilulos
de terreno do inariiiln, aliin de que proceda S. S.
a resucito nos Icrnios do suas informaeoes ilo .i du
rerrenle. sob ns. 792,793 e 795 as quaes, por copia,
van oobrindo os nicncioiados requerimentos.
HiloAomi'suio, para riinlralar um pcdreiro o
mu carapina para servircm ni qualidade de mcslres
KesN ollicio na colonia militar de Pimenleiras.
DitoA mesmo, iuleiran.lo-o de haxcr roiiredi.lo
dez das de liccnca, com o respectivo ordenado, ao
luiz niiiniripal do termo de Iguarassii. liarinrel
Vdeliuo Antonio do Luna Freir, marcanilo-lliu o
pr.no de qualro das para entrar no gozo da menina.
__t'j/eram-se as nutras communicces.
Dito lo mesnio, para env ar com hrevidade.alim
deser remedida ao director da colunia militar de
Pinicnleiras.uina relacAo dos medicanienlos compra-
da ltimamente para a dita colonia, vislo que, se-
gundo rcpresenloii o mencionado director, foram al-
ies para all enviado, seln esse doruinenlo, que alias
lie necessario para o conveniente eiaroee.
HiloAojuiz relator da jimia de juslira, Irans-
initlindo, para seren relalados em wsslo da in.'siiia
junta, o process. verliaes dos soldados, Antonio
MoreiraeJos Caelano Fcilosa. eslo do aecnudo
lialalh.i i de iiifanlaria e aquello do nono da i........
arma.Coinmuiiicou-se ao mareclial commandanle
das armas. .
HiloAo inspector do arsenal de marinna, ui-
/cnilo que (lo Tazer seguir a son destino a char-
ra Carioca, cario de queso evpodio nnlcni ao res-
iierliio commandanle para fazor desembarcar rom
mia os mariulieiros Wiliam Slcplien e hoffill
'ders.Ollicou-sc a respailo ao referido .oiiunaii-
Jjule.
HiloAo niosino, declarando que nao su approva
a r.unpra que S. me. fez a Afile) iS; C. de 119 bar-
ricas de cemento pelo proco de IfcMOO cada una,
mi. lambem o aulorisa a contratar em vida 'las
pr.ip.wlas que devilve e nos termos do seo ollicio de
5 do correte, as madeiras que lorein necesarias pa-'
ra iircorrerem ao fabrico da corveta < o c as
precisoes daquello arsenal.Inleiruii-sc a Ibesoura-
ria de fatenda.
Portarla. Dcmiiiin.lo de cooformldade rom
propala do desembargador chefo do polica os sup-
plentes do subdelegado da rroauezia da Boa- isla
aliaivo declarados.
1. Joilo Facundo da Silva (iiiiiuaraes.
:i. Jos Josqulnt Anlunes.
I. Manuel Peregrino da Silva.
5. Bernardo Jo Martina Pereira.
li. MaviniJano Frauriscn Hilarle.
Hila iNomeaiiil.) na nn-iiia inl'orinidade para
os lugare- de supplciilc do subdelegado da fregue-
zia da Boe-Viala os cidadSo legaiulea.
I.Supplenle hacharel Nabar llezcrra Catalcan-
ti de Albiiquerquc.
i. Supplente hacharel liento Jos da Cosa J-
nior.
.1, Supidenlc Thotnaz de Aqiiino Fonsera.
I. .. Josi' Thomaz d'Agular I-iros Ferrelra.
.",. ii Antonio de Muraos limno-l'orroira.
I,. a Ur. Joio Jos Innoieiicio Punge.
r.ommunieou-se ao mencionadodcsembaiisidor.
Hila Momean.! ao lenle reformado Joto
Marinho Cavalcaulc de Albuquerquo para servir
interinamente de ajudante na colonia militar de
l'iinenleiras nos termos do arl. 17 do regulamento
de Odonovoniliro de 1831, venrondo o niatimo da
grlillca(ao inaioa.la no cilado artigo, li/oiain-
se as uecessarias couiinuiiicaoies.
Dita (I presidente da provincia, allcndendo ao
que I tu- requereu llcrculauo Pinheito do Vascou-
i ellos, resolve que seja elle admilldo como volun-
tario ao sen i<.o do eierciln por lempo de seis an-
uos, contado do da omqiie se verificar osen alis-
lainento, vislo Icr sido julgado apio para o niosmo
servioo na insperrao de nade, devendo por isso
abonar-se-lhe. alm dos vonoinionlos, que por lei
Un' eompelirem, o premio de 200? rs. pagos nos ter-
mos do art. 3. do reglllamculo que haivou com o
decreto n. I0S9 de I i de abr) de 1852.Eipedi-
rain-sc as nacessarias commiiiiicacocs.
Dita O presidente da provincia leudo em vista
a proposla do lenenlo-roroncl commandanle do i.
MUIMO de infanlaria da guarda nacional do mu-
nicipio do Recife. datada de 5 do correlo, o a
informaco du res|>cclivo commandanle rapenor
interino de honlem, resolve los termos do art. 1K
da lei n. (02 de 19 de scleinbro de 1X50, nomcar
para ufliriacs do referido balalhAo os cidaiUotae-
guintes. >
Hilado maior.
'Iciieiilcquarlel-ineslrc, Jos Antonio de Araujo.
Alferes-seerclario, Antonio Alves da Fonsera J-
nior.
Atieres porta bandoira, Elias Coelho (.mira.
Primcira coinpanha.
Coinmandante, o major, Anaolclo Anloniode Men-
I iii. i.
Tenentc, Maimel Zeferiuo de Castro Pimental.
Alfere, Manocl de (iouveia Souza Jnior.
Seuunda conipauhia.
Capilao, Thcophilo de Souza Jardim.
Tenenle, Francisco (larnoiio .Murlgidu Ros.
Alfeies, Antonio do Souza Barroso.
Torceira coinpanbia.
Capullo, Clirislovodo llolhuida Cavalcanli.
Tonenle, Jos Lucio Lilis.
Alfores, Fllippe Rodrigues Caiiqiello.
Qnarla.'ompanbia.
Capilao, Jos Francisco do llego Barros Jnior.
Tenente. Jos Marrellino Alvos da Fnnseca.
Alferce. Bernardo llaiuio Franco Jnior,
dem, Francisco Monleim tialvlo da Luz.
Quinta enmpanhia.
Capillo, Antonia Goacelveade Horaes.
Tenenle, Mauool Joaquin dos Passos. s ,
Alteres. Manocl de llollanda Cavalcanli.
dem, Jos EslevBn Moreira da Cosa.
Sexla cotnpnnhia.
Capilao, Jos Francisco Pereira da Silva.
Tenenle, Joso Fernandos Monlciro.
AITeres, Antonio Flix.
Seliina compaidiia.
Capilao. Irineo Coolbo da Silva.
Tenenle. Joaquin Cavalcanli de Albftquorqne.
Alferes Pedro Varellade Albuanerqne.
Oilav eomnanliia.
CapilioJoio Lu/ Pereira de Parias.
Tenenle, Manuel Val de Souza Loao.
Conunuiiirou-se ao referido commandanle supe-
rior.
dem do da 8.
OllicioAo inspector da Uiesouraria de fazenda,
Iransmiiiindo paraos convenientoa exames, copia
da arla doconselho adminislrslivode i do correlo.
HiloAo mesmo, devolvendo o requermenlo de
Franci-co Siines da Silva, a queso refere a MU ui-
tormacao de 23 de scloiiibi" ullimo, alnn de quo
mande patear lindo ao uppliranle das :i braca, do
terreno de inariuh.i, que leudo sido concedidas a
Elias lili/ro acham-se devolulo na estrada do Mo-
locolomb.
DitoAo ine.i..... communirando que, segando
emisin de participaran da roparlioo da josllca de
3 deselembro ullimo, foi prorogada por man -os
mezet em ordenado a lieenra concedida ao hacha-
rel Loiirenoo Caelano Pinto, jun de ilireilo da co-
marca do Rio Forino.o.Fioiam-so asoulrascom-
iniinicaces.
HiloAo presidente da conselho administrativo,
para promover nos lertnosdo regulamento de lldc
ile/oiuhro doannoprovinio passado, a compra dos
objecto inenci.iiiailos na relacao que re.....lie. os
quaessto necessarlos ao arsenal de uona, para nao
siisalisfazer vario- pedidos do l'ardainoulo dos cor-
pos de primeira liuha, mas lainbeni fui necer de lu-
zesosquarleis,gurdate forlaleasda provincia,nos
mena de novembro ede deiembroprosimo vln.'oa-
ro.Neslc sentido li/eram-se as uecessarias com-
inunicacocs.
DitoAo chele de policia interino, rccoinnien-
dau.lo que remella ama relacao .las armas prohibi-
das, e da. naclonuesque forem sendo enviadas pelos
dcslaciinionlns Hilante.
HitoAojui/ relator dajunla de juslira, Iran-
millindo par,i ser relatado emsossim da inesma jim-
ia, o prores-o verbal fea loao soldado do i.- bala-
lli.io de artilharia a p. Joto ,w Alroeida l.eiic
Comninnicou^e ao rommaudanle das amia..
HiloAo diroolor do arsenal do guerra, para
mandar alistar na companhia deaprendizea daquel-
lo arsenal, depois do lavrado o tormo de que trata o
artigo 4.-do regulamento n. 113 de 3 Janeiro de
181* os un.....ros eiposlo Juslianno Pereira,JJrbo-
no Joslloavenlura da Silva, e JoSo C.api.lrano,
que llic sern mandados aprosenlar pela adininislra-
eSo .los esiabele.iinoiilos do caridade.Coniuiuni-
eou-seae-la.
HitoAo mesmo. dizendo que podeeOeetuar rom
os inarliini.las C. Slaic ('... segundo as oondicocs
por S. me apresenladas, o contrato para a factura
das :i gradea de ferro tiara eadeia da ..lado do Na-
tal, provincia do Rio Grande da Norte.
HiloAo iusporlor da llicsnurariada fazenda pro-
vincial, para mandar pagar ao arremalnnle, de 19.-
lauco da estrada da Vicleria Jos Joaquin das Cha-
gas, a importancia da segunda pieslacao, a que lom
direilo por Icr feilo dwa tercos da obra du seu con-
trato, segunda illlormou o director das obras publi-
cas.Gomraunieou-sea osle.
HiloAo delegado do termo de IsuiratMi, para
que mande transferir paraofortodi'llamorac.em-
quanloconcerta sea eadeiadaquella villa ..- preso
nrll.i evi-lonles.tlllirioii-.e ao inarechal ooniiiian-
danlo da. anuas, rerommi miando a expodicao de
.na. ordens para seren rccebido no mencionado
forte os presos de que se trata, e ao direolor da o-
bras publicas para mandar evaminar osconcerlos do
que precisa a referida eadeia.
-~rtaH
COHMANDO DAS ARMAS.
Qnanel general do commando das armas de
Pernambuco, na cldade do Recife, en 10
de outubro de 1853.
ORDEM DO DA W. 8.
II in.irerli.il ,1o campo, rouunanilanlc das armas,
em visla da oimuniinicaciio que llie foi feila pela
presidencia derta provincia em ollicio de 5 do cr-
lenlo, declara para cen.....invento da siiarnie.io o
devidaobeervaocia,que ogovernode S. M. o Impe-
rador por aviso do iniuislcrioila iicna de 12 de >'-
iciuliio uliiino, fot servido determinar que osse-
iihorcs allerea do corpo do ciado maior de segunda
rlassc Antonio Culos Ferroira e Soi.mundo de
A -mal sigam para a provincia do Amazonas.
Ncsla confoiniidade devenl oslar prnmplos a em-
ba -car para a dita provincia no primeiro vapor pro-
cedente do sul: no enlrelaiilo licam addidos ao ba-
lalbao ti. 11 de infanlaria, assim como os seulicres
Ifercs ltimamente promovidos Filippe Nery dos
Anjos, Bazilio Magno da Silva Juuior e I.icioio Li-
barlo Passos.
Ilavcndo por hem o mesmo governo conceder por
decreto de 3 de agosto do corrente anuo, passagem
para a .piarla coinpanbia do halalho n, 9 de infan-
laria ao sr. capilao Joaquin Antonio Penlznavrr,
epara a companhia l'ua da provincia da Parabiba
ao Sr. capilao da referida quarla ruinpanhia Fran-
riseo Antonio de Souza Camisio, o mareclial de
campo commandanle das armas juica eonsequente
qoe aqnelle seja considerado como elleclivo, c este
como a.ldido ao referido balalhao u. 9, at ulterior
delihernro, licando a-sim alteradn o artigo da or-
deni do d'ia n. 49 do 28 de Miembro prximo lindo.
Assignado, Jos Fernamles do' Sanlut l'ereira.
FO.UETIM.
FERN^OrLESSIS
Di
MEMORIAS DE OM MARIDO. (")
j^s Klinai b P3<
SECUNDA PARTE.
XVIII
Apena sahi da casa de madama Ravmundo, dei
livre curso miaba indignacao, dillicilnieiile conli-
d.i no liin de nossa conversaao.
Cma rellexao, que me alravossou repentinamen-
te o espirito, me fez adevinhar quaes os motivos e-
rrelos|Hir que madama Ravmundo e lalvez Joo
me 11, lo/ i.i ni a nao dar eecui;ao ao meo projeclos
de casamento.
Sim, esloo convencido de que essa mullier estoi-
ca, essa ii.tiln i -da anligs Rnma i/uer rotar o flho
am a opulenta ciucn do bangueiro americano ;
seus nilntaa serviriaan para a propaganda repu-
blicana.
Sim, o escrpulos de Joiio e de sua mi silo am-
ii.lo*acerca desa ollera feila por madama Jell'er-
son ; elle- lean a mira em eousa melbor... e se eu
lase lo patela que os cresse. fe renunciasse a esta
uiiiao,em proveilodo qnem leria renunciado? Em
proveito de Joo c dos trmluM e amigot.
Madama Raymundo be fina e astuta... ella guar-
deu-sede quciinar lodo osscu carluxos, e de por-
ine em estado de cslranhar, e indignar-me quando
visse esse charo Joo casar com una mullier, que
elle pretendiera ser pouco digna de mira !
Oh I mo, madama Hayinnndo lie mui sagaz, e
nao poda compromelter-se assim. Ella lean umitas
(") Vidr Oiaiio n. 228.
Discurso de Mr. Vlllemaln, na sessao' publica
.innu.il da academia fraaceza, a 18 de acos-
t de 1853.
Senlwrc.
Saja-nos permillido boje com particalaridade fe-
licil.ir-iios pelas recompensas Iliterarias distribui-
das ueste recinto porque leremos de proclamar
logo um Iraballm precioso, visivelinenlo nascido de-
h.iivo de sua inlluencia c com seu apoio. Um lime
pronunciailo mullas ve/es peraiile vos,e cora o qual
rosta pi.licajamaisse canea, acaba de se honrar rom
una nova obra consasrada a essa grande Iradicrilo
das recordar's franre/as, pola qual un migo da
letra e da gloria depoj as nMM de dooi academi-
os do Inslilulo um premio de erudirciio crilira e
nitro de eloquenria, IslO he, una homcnageni a
nula voraridado, que esclarece nosn annuaes, e
um corea 4 eloquenciasimplese verdadelra quo os
fa/ illuslres.
Mr. Augusllt) Thierrv coucluio. eo publico lem
leliaiMi dosolhos, nEuaitnrChitloire.de ia for-
malim el ilct irogrett du Tiert-Elal em Franre.
Resultado constante de umalellura immensa, c de
una rellexao mais tonga anda, resumo original de
una nlinidndcde facise do escollia de pensainen-
los superiores, reunidos nes-a .aboca Bpaitonada e
que peusa. para onde se relirou toda a vida do co-
rajoso escriplor. este livro foi dictado do fundo mes-
mo daintelligencia medilalivii, lu/ de uma verda-
de mais calma e elevada, do que aquella quo se pu-
de apreasadamenlerecolhor no mel dos oslados va-
riados e dasdislraeees inoxilaveis do mundo. Lina
adiniraxel anidado de lous est ligada a esae modo
de conipor, a os-a noeo.siiladi' de ainonloar logo e de
concentrar em si todas as cousas essenclaea histo-
ria, ti essa neceasidade daoauloraacoafuudlr een-
corporar de anlem/lo loa proprias ideas, nao po-
dando ,i cada Inalanle apanha-las ou examina-las em
um valor do olhos, e obrigado doste modo a Ira/or
multo lempo com sigo mesmo toda a sua obra, an-
tes de a pruduziC.
Assim, e-a forte enneepeao do assiunpto. easa Va-
la primeira dcuin vasto lodo c de todas as suas par-
les, que Bulln preserevia como .-.indican do gran-
de lalenlo, foi o proeetsa nalural e at a in.piiaea.i
de Mr. Angnslin Thvern
L'sandorom imeneao .taquillo que a sciencia ra-
Irangeira ou Iranceza de nossu secuto bsmdeacober-
lo ou esclarecida,desde a. ideas lio nova de Savig-
nx al is domoiislraeoos IRo sabias c Uo complelas
de. Mr. Cnerar.l, consultando solire ludo os velhos
lealemonhoa conlemporaneaa, n letra mesmo do pas-
sado, mo s.i para a roiiiprchendcr. mas para o Ira-
do/ir emsuaa verdadelra*corea, Mr. Thlerry soobe
obrangerem um ai volme a analyse e i pintura do
maior feilo do nossa Insloria. a Orfgem, crosriinenlo
o durargn do tronca nacional, que dexia ser um .lia
a iiari mesnio.odepoisa nacAo e ouoverno ao mes-
mo lempo. Desle modo, ello pode dar aos qualorie
teculo do nossa evi.lcncia alguma colisa de anlo-
go na ordeni do desenvolvlmenlo inbsmo, ao que,
na or.lein do engrandocimenlo e da conquisla, un
historiador romano linha chamado : o impulso con-
tinuo do imperio : Pnrurrentit imperii mpetu.',
0 para eslaces, para limite miliares nesse eilenso
eaininho da vida de um povo. houvoram os mai glo-
riosos reinados do nossa historia, qoe foram sempre
pocas de progresan rolalixo paran espirito huma-
no ; hoiiverain Callos Macno. San Luiz, Philippn o
Boln, Luiz XII, Fpurisen I. llenriquo IV, Luiz
XIII o Itiehelieu, Luiz XIV com Colbcrl e depois
de Colberl.
Era Luiz XIV rom cuello, Mr. Thierrv quiz c
pode parar suas nvclicaroc. e sua narrado. Alus-
loria he Iralada assim da enea em quo oTIers-Elal,
anda naaeenle eslava como perdido o eccullo de-
liaixo dos nomos de COlom de lilet e de trr/t al es-
ses .lias fecundos o poderosos pin que elle preen-
chia os cnnselhos pnlillcua do monarcha, seo .loro,
.na magislralura, .as academia, e minislrava tan-
tos nomos Illuslres ao. exercilos, a marraba, s pro-
lissoes llnalradas ca todas asarles inlelleeluaese
mecnicas, i.io consideradas naquelle grande reina-
do ; e na npiniao do historiador, macas a essa las
Dueuria, a revolnego eslava de-do enlio segura pa-
ra u fuliiro, e ella mo precisa ser contada para ser
comprolieu.lida.
Essa idea do Luiz XIVde preparar pelo poder ab-
soluto a exaltarn da democracia, nao lie nina a..er-
ego nova na hblorla. P.....lo de parle o duque de
Siiiil-Siuion, olla lem contado em nossosdias dous
interprete habis, que parllram de pontos oppos-
tos, Lomonlex e 0 rondo de Monllosier. MM enll 1
os odio, pesso'acs do duque do Sainl-Simon e u pa-
radoxos retrogrado de Monllosierens epiaraminas
de Lemonley, jitmai easa idea linda rccebido o
groo de evidencia inslrucliva e calma, qne llie da
a parcial inedilacilode Mr. A. Tbiorrx. A esa cx-
po.ii.rio lio clara dos fados, a es.e aspecto IRo claro
do futuro, que parece una dedurc,o irresislivel do
prsenle, falla smculcu acompanliamcnlu de oulra
vordade, n.l" monos aulheiilira na historia c nao
menos preciosa a consciencia, he que o proRrOSSO da
deinorraria nan lie u uniro, ncm o maior procre-so
sorial.be que elle supptee reclama um oulrn. o
orogrcoao ou simplc-incntc aestahilidade do direilo
o dasgaranlias legaes.
I na na'oilo. sem ler obtido ou sera conservar osla
ve/o. in-istidu era quo nao ora sua leadlo dar una
opiniiio precisa sobro Cesarioa, mas smenle eoin-
niuiiii'.ir nina vaga impreuo, a qual poda inesmn
ser desmenlida depois por um couheciineuto mais
profundo do carcter do madama Jeflerson.
Sem duvida esta iiupressiio foi mais claramente
formulada depoi da anegada de Joo, o pelo lu da
conversarlo ja me di/iain :
.. llelliela. Icnha cuidado, exainiue, demore osle
casamento, nan se ligue premaluramenle. n
Sim, c emquaulu eu relleclir, emquanlo eu exa-
minar, madama Ravmundo como mullier do recur-
so se inlroduzir jimio de madama Jelferson, of-
fendida e ultrajada pelas minbas besilacoe injurio-
sa paradla, aproveilar mili habllmenle a irrila-
eo de Cesarioa, eiuovalliiir-iue-ba aos seus nllios,
pinlar-llic-ha minlias duvidas, ininhas suspeitas
odiosas, dir-lhe-ha quilo desirarada liz ininha pri-
meira mullier, e me corlar, romo ih/em, a relea
por bai.ro dot pt, eii pruveilu da Repblica !
E entretanto da parle de madama .ixmuiidn e
do Joo seinelliaiite calcula eria ignnbil! Porm
fallemos francamente: eonhecendo-o, como ou os
emiliein... lenlio acaso o direilo de accusa-los de
lana indignidade ?
Essa lio boa iltenlas mil libras de renda a Tazer
entrar n caita do trado e amigot f.i/.em desva-
necer bem escrpulo!
Mas mo clieguemos a tanto. Joo e sua mili es-
lao simplesmcnle com invej de ver-mo coulrabir
um casamento lao rico, equerem impcdi-lo.
Meu Heos Joao e sua mai silo pessoas muiln hon-
radas, lua, de virtudes varonis e de herosmo ;
porm estilo sujeito como os mais humilde mor-
i.i'i. s 111ler11111la.li'. da especio humana, e a incea
boa mai geral c a mais arraigada do lodas as en-
foimidades raoraes!
Bofe I nao serei a victima da oveja de Joo c.le
sua mai, se elle* nao fa/ein mais que nvejar-mo,
iieiu de .ou. ardil, se querem aparlar-me dcsla
uniao.em sen inleresse pessoal.
Eu tambera queimarei lodos ni meu carluxos.
Balas desconliancas. esta hesilacile continuas san
para mim um supplirio iiiloleravel.
yue I c-l em miulias nulos casar-mc com a mais
linda moca que onnliccit; amaran-nos exlcemosa-
menle; ella lem mais de duzeulas mil libras de
renda, e en hesito ?!!...
Oh! isso he inuila estupidez!
Qual he o maior mal que dabi pode vir-me'.'
One esle casamento era vez deser o ero seja o
inferno?
E cnln escaparei das garras do demonio, e sahi-
re do inferno... para recahir na mesina |Hisi.;ao cin
quo me ochava aniel de encontrar madama Jef-
ferson...
E depols-s, lumarei alguma resolucalo.
Oh juro por Dos! nao screi lao paleta que
sarrilique mil esperan.;.! de ventura pussivcl... pro-
vavel... que digo! de ventura certa i nao sei que
vauas e pueris apprehensesI Esta dito: facam o
que lizerem, digam o que disserom, d no que der,
Cesariita ser minlia mulher.
Taes foram os meiis pensamenlos au voltar da
casa de madama Raj mundo.
I i.i.i circumstanna forluila me poz em eslado de
queimai lodos os meus carluxos.
Na pertuharn, e na iudigiiaa^o em que me acha-
va quando deixei Joo e sua mai, csqueci-ine de
.lizer ao coebeiro para onde devia couduzir-inc ;
elle pensou que eu quera voltar para casa, e' to-
mou ocaminho da ra de Couscelle. Alravessan-
du o bairro de Sainl-Honor fui dislrabido de mi-
nbas rellcxoe, e reparei que meu carro me levava
para casa. Puve o cordo, o cocheiro parou o ca-
vallo, e raclinamlb-mc para dar a ordens, vi pre-
gado na porta de um hcllissimo palacio um papel
com estas palavras: Palacio mobiliado para
vender-te ou alugar-te.
A occsio pareceu-me providencial para quei-
inai liein, eoiiio ou ilizia, todos os meus carluxos,
Eu nao devia tornar a ver Cesarina seno so meio-
dia ; liuha, pou, lempo do visitar esse palacio, e se
ullima vanlagem, pedera ser democrtica em seu |
lodo, e oflerecer quasi aimageni de uma repblica
niio licre, como dizia Montcsqoieu. O quadro lao
instructivo, trabado por Mr. A. Thlerry, essa bella
mil ..ilniv.ni ii.i eslu.lode nossos archivos munici-
paes, esse primeiro e vasto exanie do etlado civil do
povo francoz, pude, portantn, complelar-se com mais
uma lics.ii Indirecta, dizendo-se i democracia, sea-
la democracia tillia do trabalho c do lempo.ereseida
cm forras, emriquezase sera duvida era luzes, que
ella nao he ludo, ou tules que pdc um dia nao sor
nada, se nao livor constantemente por apoi o ros-
poilo c a manuleneo dos direilo privados, das li-
herdades legaes, das juritdiiret inimutaxeis e ii-
initada. de lodos e.ses principios emlim, que fun-
dan! o poder o a nrdem na Justina enaopinio es-
clarecida.
Mas qnanloo trabalho de Mr. Thierrv. era sua
evprcssfni precisa e em suas consequencias natu-
raes, pdej auxiliar unssa historia debaixo do pon-
la do vista otilis elevado, a vida rolleelixae o en-
grandecimento moral da nacfln A osle respoilo, se-
nhnres, este noxo escripto he a corda das bellas con-
s'nleracCes sobra .i historia da Franca, s quaes est
ligado'ha do/e anuos o morgado lilicrario fundado
pelo baro (ioheil; n nao o removeremos anda es-
la vez. Mr. A. Tbicrry. nao so exceden, raasconli-
uuou feli/menlc. Sua primeia e eloqueule obra so-
tiro as fililes o cursos ualuracs do nossa historia, so-
bre o sentido verdadeiro, c inlerprelaooes de nossos
ninnumcnlos por muiln lempo arllrarias, solire os
raracleres dislinclivos. qtie uelles so poden apre-
ciar, e o genio dominante que se Ihesdevereronhe-
oer, essa obra recebe boje, iiiiu s.i mais evidencia,
senn uma applicaco viva. Oque o autor linha
aconsolhadn, elle o fez ; o resallado que linha an-
nunciado, elle o deaereve ; e a luz que diriga seu
melhndo, velo a ser a propria verdele, que explica
e descubro inuilos serillos de nossa historia.
Concedamos! pola, senhores, coolbrme o pensa-
nienlodo doador, obra fundamental creada polo es-
pirito firme c penetrante de Mr. Augualinhn Thler-
ry a recompensa, que ello oblera ; fclinicmo-lo de
ler argmenladoseu Ululo a easa recompensa com
Irabalbosi que demonslram ao mesmo lempo a jus-
lo/a de suas primeira ideas o sua ferundidade para
a sciencia Neste senlimenlo, senhore, a acade-
mia, por liliilnanlignc novo, concede a Mr. Augos-
lln'io l'birrx o premio, de que os suas cmitiderae*
sobre a historia de Franca eslavam de posse alo
boje.
Por singular que parece esle suco.o, o ino-ino
principio de equidade nos prescreve a inesma eousa
quanloaoseguudopremio. Ahi lambem, em uma
proporco dilleroiile. o talento completen sua obre.
Mr. Ilurique Marliu.a qucmaacadoniii linha hon-
rado rom o primrira limar depois do Mr. Thierrv,
nesle concuo, pela mais importante sosOo de sen
vasto trabalho sobre a nossa historia, aoalia do pu-
blicar u.....ovo volunte digno dos precedentes, e 00
qual o espirito de analyse lie felbunenle appllcado ,i
hisloril di. idease aprociacao das lelias durante
ii ma parle do secuto 18.
Termine o autor esle csludo, romo o piineipinu,
debati da inspiraran espiritualista o genorosa.qoe
COI......ou juslamoiile nos primeiro das do sorulo
prsenlo, que lera impresso um runho duradnur.i
no inomiinenloqueem breve vai acabar, deveudn,
joxen anda, emprogar luda a suaxidacm n rever,
oorrigir, em o azer cada vez mais irrepielien-ivel
aos olhos da perfeilajuslica e da verdadeira moral,
mais exigentes anda e mais dilliceis do que o la-
lento e a arle! Espressamlo este tolo, tomos a cer-
teza de quo nao excedemos em nada o direitoda aca-
ilemiaco dominio das letras.
Desde a mais elevada moiaphxsiea al a hislnria
Smala cuidadosamente exacta, ludo he -oceorro e
lnz.es paran Icllras; o ellas nada serian!, se nos
projeclos do espiriloa liooesloae livree, nao tendea-
sen! para o calado e pura a exprsalo de todas as
verdades.
He islo, senhuros. o que alravez das probabilida-
des deerro. assinalou sempre sua nnbre xocaoao;
he i-lu o que debaixo de formas diversas, lem feilo
<> lim e a honra do loilas a academias do Instituto, e
0 que, mesmo em no.sos concursos ordinarios, traz
lanas vezes ltu clavadas quealboa.
Areilandn, com a appruvaoao do estado, o lega-
do niemoravel de Mr. do Moiilyun, a academia cs-
perava Jolgir sempre obras na quaes seriara irals-
dea os malores interesaos da consciencia e ds socie-
dailc, o devore da vida privada, os llovere e os
direiloda vida publica, lia Irinla .unios ja que
ella principiava, oooroava una obra de legdacHO
constitucional ede severa moral, escripto por .un pu-
blicista mais independenle que eioqnenle, Mr.
Charles Cumie, um dos fundadores de una collee-
ciio polilics Inlilnlada : fi censor europea. Por
venan lie pira admirar que ella desllnga com uma
rerompeusa eminente um esludo ao mesmo lempo
mural c Inslrucliva sobre o primeiro publicista do
secuto deieseis, sobre llodill, suas obras, -na in-
fluencia, e particularmente sobre sen. sois litro >'.i
repblica, lesleniiinhn brilhanle da .allianra das
idi'as anligaa rom as oroncas reparadoras c as vir-
tudes do rhrislianismo?
A primeira vista, he possivel ronoeber-se aku-
ma duvida sobre o grande logar dado ao autor da
Vetnonomanie no lilulo da ohra que llie coasaora
Mr. Ilandrillar.l: llodiuc >cu atcN.'o. Mas so It.i-
iliu, |ielo genio su nao parece rom elfoilo conlraba-
lanear o secuto de/osois. fecondo enlro iiisoiii e-pi-
rllos poderosos, cuno Montaigne, Calvin, Miguel
rilopilal. DeThiin. llonrique IV, Indavia se lem
podido ili/or rom razio que, pola 0tensad dos co-
nlieeimenloa e pelo emprego da especulatflo escla-
recida ao serviro da liberdadc e da prosperidade
dos hoinens, elle representava esse grande secuto
debaixo do mais uobre aspelo, tanto, pelo menos,
qiianlo elle llie pericona, pcln crdulos erros do
livro, que fa/ rir cm seu nunic. He islo o que Mr.
Bandrillarl ronrebeu e demoiislrou com grande
1 le i-.iu. cxamiiiaudo a fundo as obras ile Bodin,
i-i inlilo, puhlicisla econnmisla, legislador, c theo-
logo, arhando em rada um deslcs ramo, seiiilo os
lo aiilor, ao nienusu vestigio til das iuda-
pa*
L'aeoo., quando nao seja a crear
menos o pre-
alamonle .lesna acqu
me conviosse, Iralarit
sieso.
Assim apeci-me e ped para xi.ila-lo: era uma
habilaco esplendida, son vallo jardim cslendia-sc
al SOS Caiiipos-Elxseos. para os quaes dava una
gradezinha de um bello paxilhn rosliro ronipo-lo
do iluas salas, o por cima desta nina gruta de pe-
drinhas. Esle relirocoherlo de grande, arvores de-
via ser delicioso durante o esli ; a mobilia do pa-
lario era de excedente gesto e de elegancia rara, e
quasi nova.
O acaso servia-me i medida de meus dsejoa, ou
achata ao primeiro passo urna habilacan em lodos s
ponto coiiveiiieule, a qual talvez levasse multo
iem|Mi a procurar; o proco desse palacio lodo mo-
biliado, disse-me o porleiro, era selcccnlos evinle
mil francos.
Dirigi-me logo i casa do cncarreaado da venda,
o qual depois de algn debate deixoil o palacio
por atcenlos mil Tramos ; dei-lhe um bilhete para
o notario de madama JelTersoii pedindo-lbe que
Iralasse naquelle mesmo din do contrato da com-
pra ; depois, dominado por urna agilacao febril,
fui ao convento do Sagrado Coraco na hora cm que
era esperado.
Cesarina eu logo, como na vespera, ao locuto-
rio, acompanha.la de uma freir, a qual, uao se re-
lirandn, pide ouvir nossa conversado.
Falloucom madama Raymundo?
Tac foram as primeiras palavras de Cosariua.
Sim. srnhora, respond cu ; porque a prosen-
oa da freir me impunha um grande recato, bem
que nossos projecl.is de casamento fossem sem du-
vida sabido no convenio. Fallei coro madama Ray-
mundo, e ella pensa como us acerca daquido que
a seuhora sabe.
Tinha presentido este resultado pela conver-
sarlo que live hoiilom cora ella. Ue uma mulher
deviu --nnio raro, ode um raracter nobre; agra-
deco-lbe mulo ter-me feilo conbec-la.
Sahindo da cata do madama Raymundo fui
visilar um palacio todo mobiliado, que parece dc-
senlimenln e algumas vezes o esboco bem adianlado
da sciencia futura.
He as para o fcil conhecimento da /liffortci, Bodin dis-
linuue e apaulia os principios essenciacs da pililo
anphia do direilo o da philo.ophia da historia, asfini
rumo em uma polmica accidental, elle esclarece,
as causa naquelle lempn lo obscura da riqueza,
as roudicos da liberdado rommeicial, e Indos ees
factocomplicados da vida ordinaria, tao mal ob-
serxadns na exisleueia luimilluosa dos povos da
inoia iilado, e que fazein do unssos dia uma vasta
sciencia de especulaco e de pratica.
poiom he sobretodo o grande trabalho c Bodin,
sua fepublica, que dexia iuteressar a um juiz ha-
hil de nossos .lias, ossa Itepublica, iiio ideal eoino
a de Plalo, iiom como a utopia do l'liomaz Morus
e a lllanliila do rouselheir.i lt.ic.ui, mas toda bi-
lorira cronlida na romparariio dos faelos e das di-
versas indiicces liradas de exemplos diverso. Na
verdade, o lypo supremo nesle llenero exislia na
mande um urande senio, Aristoleles, rompnudo a
sua l'olilha ; e muilos sooulosdepois. es.-e lypo de-
via ser renovado rom nina vivacldads inaravilhosa
de parliriilaridadcs e do expres-os por om oulro
eacrlplor de genio, Mooteaqaieu no espirito dat
Mi', de tal .orle que Bodin se aeha rnllocado em
posirilo ilesvantajosa, eofuscada de lodos os lados
entre um lao grande modelo e um Lio engenhoso e
lo poderoso imitador, o qual. rindo tarde e sendo
elle mesmo original, esinaea lodos os ropistas inter-
mediario.
Talvez quo osla inferi.nid ule nao seja liaslanlc re-
eonheclda peloaabio historiador .1". trabadlos pu-
hliros do socolo descasis, noin nina urande parle
feila, anlos do ludo, ao iu.ninparaxel melhodo e ao
prognoslico de .Iritlulclo -oblo esle nicsmos ns-
sumplo.; mas em desforra, a exlenoo lao vasta do
hnh.onte qne Bodin pereoire. a aooo Toniplirada
das sociedades modernas, a grande divcrsi.lade das
toreas que as cnmpc, a. inlluencia superiores de
nina reliuio moral e repressixa. as noval formas da
liherdnle poltica e do quo se pode chamar lbenla
de privada, maior em coilas pocas da anliga.....
narcha, do que cm nenhuiin repblica da aiiligui
dade; ludo islo perfeilainonlo resumido, aproxima
do. o.el.irorido por Mr. Bandrillarl, moslra o livro
de Bodin. como uma das nbras mai slidamente
instructiva, que lem precedido ooseo grande secuto
dezosete, c snhre alguna punios o lem excedido,
Nesse hbil extracto, o resumo succeasivo de tanla
piohlo.inas imporlanles, illude a i.mdeza real da
obra da qual sao exlraludo.; e a impressao que alm
disto se recebe da exleusao, mesmo do nenio d.
Aristoleles, agole-ee aqu slguuia eousa delle pe-
anlo a Infinita variedade do- fado, e das cjuesles
nos quaes se applicon o pen-am-ulo de llodin.
A academia oaopodiadelx'arde estimar bstanle
o curioso trabalho que, enllocando lo alta a obra
do nosso velbo publicista, derraman ao mesmo tem
po iim,i Brande luz uo espirito do.secuto dezeseis
o bzia sabir .le uma poca lo Ciolenlamenle agito
da c-las ideas do progresao moral, de ju.lioa predo-
mloante e de bem estar publico, sem as quaei i
sciencia polilica nao he seno um rolloxo mai. ou
menea enlraquecido do principe do Macbiavella
Felirllando-sede que Mr. Bandrillarl, jconhecido
por dous sueoessos em nossos concursos, por dous
bellos aludos oonsaarados ao. nomos iinniurlaes e
puros de Slael e de Turgol. lenha merecido, depoil
de um auno. I'.izer-se eseular no collegiode Franca
a academia llie concede anda um dos primeiros pie
luios de que ella dispe boje.
Ella lem reservado oulro premio grande ao tra-
balho de oulro genero, ao resudado de um ensino,
,i ohra engrandecida, que um hbil pnleasor pu
I,lo .ni solire a nalureza e a esaencia da pliilosnphia
na tratado dat facuUade* taima, por Mr. Adol-
pbotiarnier, piofessor na facnldade de ledras de
Pari. Nn he por um lilulo scinclhanle, nem por
um livro de ex|msirao, nem por um cnsaio de coi
jeetarM psrsdaxsesqae a academia n podo crolher
paraooroar. Mas ha um ponto nnde a sciencia es
pecial loca a razito publica, onde a parlo a mais in-
ronleslavel dos alto ronlioriinoiilos vem a sor i
principio eoiniiMiin do raciocinio dos espirito escla-
recidos.
Esle poni, esta poca da civIUsacfo llllerarla poi
assim dizer, merece ser fixada em um bom livro ac
mesmo lenuio douln nrlaoq, explicaeo intellisenle
das crandes ideas do genio, expodco fiel das inspi
raciies da anligaidade c dos progresao do mellando
moderno, trazando para mis o pansainento de todo:
os saino solire um grande nssumplu, e moslrandii.
ii'ispor meio de uma judicio.a aualxse, um circulo
limitado, OS curiosas inve.linacoes e as bellas es|ie.
culacfics do espirito Immano cm Indos os sculos,
Tal be o mrito, direi quasi. o encanto da ohra de
Mr. (iarnier, porque elle nos faz Icmbrar ou nos en-
silla pola primeira xez lana, desrnborlas do espiri-
to humano em si mesmo. tantas observacSes dolica
das, ecum indo mullo aoligas, laclasoluto pro-
vavei. ou .nidios atrevido, lautas iiiduc(oes lobll-
raes, proveilosa. idignidadc.....una da xida pralira,
laida, verdades linslmenl da or.lein a mais venia
doira, da ordem puramente inlolleclual. derrama-
das em lodos o. livro. philnsophioos de lodos os lem
po-, desde Arislolele o Pialan ateo nnbre e enge-
nhoso idiilosopho, lao dignamente chorado, do qua
anda ha ponen onvlmos, no..o ine-ino lugar, cora
uma emooan niefaxel a biouiapbia loda mural c a
analv.e eioqnenle.
Tal he a revista de sabias reoordaooes que o novo
historiador da. faculdades d'almi iioeoflereeia. E
.e osliulo de uma sciencia que .eooinpe suhreludo
rlosi.....lmanlos ds sgaos humen, do genio sobre
problema! immoriaca, poaca vezes lem sido feilo
rom lano escrpulo a arte, Nesle eenlldo, um lal
lixro he Brandeinenle til polas autoridades, que
elle janla a boa doulrina e as deinouslraeies algu-
nas vezes esqueodasnu deseonbooidas, com ipieel-
lo a fortifica. Nao be sem espanto que enconlra-
mosah debaixo do nmada ArWoleles coosas que
iinii.un escapado alo a .Mr. Waddinglon Kaslus no
livro que eacrevea obre a I'sijcholayia de Aristole-
les, e que a academia ooroav.i. ha tres anuos, como
nina ulna deexcolleule moral e do lino goalO.
Ao mrito de haver tan exartamenle percurrido a
so libo
he no boirro de Saint-
ver ronvir-lhe
Honor.
Tildo o que llie ronvicr, me convm, consul-
te sii seu gosto : j.i lite disso quo ello ser sempre u
meu.
Unjo mesmo vou tratar da publicoslo dos ba-
ldos. As.i.....testo quinze das, quando muito,
nossos votos seriio salsfoilos.
Sim... cora 0 favor do Dos o scro... Peca a
Mr. Turpin que dio entregue as pocas uecessarias a
publirac.au dos banhos.
Sim, scnbora.
E aproxmamlo-mc da grado acrescenlei baivi-
nli" e com uma vozapaixonada :
Ah Cesarina! quanto incrusta fallar assim
Mmente... nesle umo, cujo peusamenlu hasla
paia cmbriagar-ine.
Fernando,... meu amigo,... pcc,o-lhe, falle-
mos alto, respondeu-ine ella cm voz haixa c com-
niovida.
E depois recuou alguns psssos da grade alim de
lornar-me impossivel qualquer nova lenlativa de
ii parte.
Nossa conversacao desde entao Insignilicanle,
arque a freir podia nuvi-la, durou quasi meia
ara, e depoi relirei-me.
No estado de exaliae.io era que eslava eonsiderei
nina grande felicidadc para mim a retirada do Ce-
sarina para esse convento.
Se a visse ludo* os dia* no abandono da intimi-
dado al a poca marcada para unssa unio, esfor-
i..ni.l.......por ler no fundo de seu coracao como
d'anles, loria lirado novnmenle sujeito a ossasduvi-
ld, a essas perpletidadcs, quo me lorluravam, o
da quaes queria escapar a lodo o cusi por urna rc-
solu(io inahalavel.
Sahindo do convento desejoso de prender-me ca-
da vez mai. a essa casamento |tor arlos, c querendo
lambem distrahir-me das rellexfles que, eonlra pti-
nh.i ioniaile, viiiham assallar-niosurdamciile, dlri-
gi-ine essa do meu merrador de cavado, do meu
segeiro o do meo ourives, c fiz eucommeudas e cum-
antiguidade, invesligaeo methodica, clnsaifica-
o hbil de-ou-1"-o.ai.....ii'i.eiu lio alia materia,
Mr. Garnier junta uma miran nao menos precisa
dys novos syslema. Kanl nao he monos familiar
do quo Plalo; pela simples clareza quelhe he na-
tural, elle nio deduz com menos evidencia os altos
principios de espiritualidade, do conscieneiu, e de
dever absoluto, aqu, graeVi a Heos, o espirito hu-
ano |>ode chegar por via do raciocinios difTe-
rentes.
Um pezar todava atena o luteresse desta Ieilu-
ra. Espiritualista lano quanto se pode se-lo pela
conviccAn e pelo lim, o nulor perlence a oulra es-
cola quanto ao estylo. Discpulo de ri.ii.io e de
Lebnliz'pela doctrina, esereve como discpulo de
Condillar, lem maiclareza ejosteza na ideas do
que eloquencia, o que todava .pode enfcaquecer o
elleito de sua obra, mas nao a o.lima que Ihe he de-
vida.
A eloquencia lera entrado presentemente na plu-
losophia, assim como as doulrina mais apta para
elevar a alma o apaixonar a palavra. A eloquencia
be a uloria o a edroa da philosophia ; lorna-a com-
municaliva c soberana, nbra snhre o espirito es-
eolhidos c solire a mullidao, mas nao he para ella
uma COadlfta interna e absoluta. Se he pornulli li.
dize-lo, he umiaccidenle de sua substancia, mas nao
a propria substancia. L'm du espirito philosophi-
oos mais penetrantes da nossa poca, e por so mes-
mo um dos mais zeloso sectarios da espiritualidade
do hoinem, Mr. Mainede Bizan, era inleiramonle
privado do dom da eloquenria ; sua dic^lo, ao me-
n lio fra como a de Condllac, era muilo precisa
c correcta, e o seu bello eludo d'alma, suas delica-
das c profunda on*-rvae6e sobre o en deduzidas,
desenvolvidas, socoladas de novo, modificadas era
muilos voluntes, que sahiram de sua penna, niio
lem .ido poderosas, nem vivido |uir assim dizer, se-
no ejirerradase coloridas no oxlrarto immorlal.quo
fez era fronte do seu livro o eloquonle philosopho
que a publicou. Essodnin, porm, lio raro ; e con-
vm guardar para clareza judiciosa uo graude as-
sumplos e elegancia unida ao saber, eslima e co-
reas ; recompensas somelbanles a essas cartas de fe-
lieilaces engidas de louros, quo outr'ora eram d-
risidas aos geuerae romanos em lugar das |iouipas
do grande Iriumpho que nu eslava mai cm usn
un lempn do imperio.
A' philosopliia. ,i hislnria vem naturalmente as-
sociar-.e nesses Concurso a critica lideraria, o es-
ludo do espirito humano applicado s materias de
iinaginaoo ede gosto. lio uma;forluna quando esse
Csludo nao he sii um divertimenlo o uma curiosida-
de, maquanHo prucgue um lim palroliro e moral,
e estlido para elevar-no o crculo de nossas lem-
bran^as e o horisoulc de nossos Irahalhos futuros.
Hallis escriplnres lera merecido estima publica,
ah indo-nos as lillcraluras da oulra grande na-
rfic* moderna, c gabando-nos o pensamento para
instruir c incitar o nosso. Cumpria fazer um cslu-
do mais completo, mi amplia-lo em diversos pon-
tos, o qual era seguir o peiisamenlo fraucez no ex-
terior, qner lias obras de coocidsdace em diversas
poca, hanidos ou emigrados por algum lance da
sorleou por alguma obriuaraodo consciencia, quer
nos eslrangeiros naluralisado. franceze pela lineua
o pelo espirito. Ja acolhemos honrosamente some-
Ihantea nvesligacftos na ulil c nnbre obra da Mr.
Chri.li.in Barlholiies sobro a academia de Berliu.
Lm hornera defiher e de talento, applira de novo
0 mesmo esliido debaixo das furnias as mais diver-
sa., procurando, a partir do secuto XVI, ludo o
que se ha escripto em francez fura ou dentro da
Franca pnr eslrangeiros.
Nesle plann, o idioma, a moldura exterior do
pensamento be pnr assim diacr, a patria commum,
cuja historia ronta o sabio crilico, convocando por
San Francisco de Sales, para acabar por Hamiltou
nasas primeira parle, cde|ioireuuinio igualmente,
1 rodeno, II e Mr. de .Maestre, Horacio Walpole e
Schlegel, Talvez fosse preferivel um laco do unida
de monos Intitulo e mai moral, romo aquello quo
Mr. vYoi.s esrolheii. por exemplo em sua recento
nbra snhre ti Historia religiosa e litlerariit dos pro-
testantes francezet refugiados, mas pondo de parle
esle duvida, angulado a obra de Mr. Sayour oomo
urna oollooco de biographias inleressantes, como
urna galera do retratos, sentimo-nos arraslados por
uma sucoessao de conlos variado, de investigaedes
sompre agradaveis e algumas vezes raras o novas.
Nessa obrase v un eslxlo nalural, abundante,
mais fcil que puro. Dcscobrc-e aqu e all o que
he ora Brande prazer, mimes esqiiecidose dignos de
memoria, ou mritos de mai debaixo de nomes j
conhecldos. Nessa ullima ordem ha nomes celebres
eoiuo Saini-Evremont, Saint-Real, Hay Mi, sobre o
quaes o autor pode derramar um uovo interese a
heido sua gloria, coulros como Descartes e Lei-
liuliz deinasiailo grandes e universaes para seren
ronshleradode um solado, ou para lercm necessi-
ttade de o ser por um lado de mais.
Desearles, o mais poderoso promotor do espirito
francez, na entrada do secuto XVTI, penlenco por
ventura ti historia da lilleralura franreza.uocstraii-
goiro s porque liabilou alguns anuo na llollanda
e morreo na Sueria ? O infurlunio que arranca a
seu paiz um hornera superior, na forca da itlade,
do lalenlo. nao lera o poder de mudar a sua ori-
B.in. nem de lirar-lhe nada dcsa iiacionaliilade,
cuja cloria elle sabe augmentar. Vollaire eia lAo
francs era Berliucumo em Pars, e jutao que a
mudan.;;! de lugar nao he um signal bastante dis-
lincli) para formar uma divisad syalemalica na his-
lnria das lellras.
Purm a nhjecc,ao nao diininuc o inleresse da obra
nem o desojo de ver logo a sua continuaso, o de
sordrisda polo espirito julo e fino do autor al os
nossos da*. Proeure-so, pois, a lilleralura frauceza
no eslrangeirono secuto XVIII e ainda mal perlo
tle ni''! que a enconlrarao nao so em sua liugua
Iransplanlada enao lamliem em seu epirilo nsar-
ladode oulros Idiomas. Ainda alem da adopcao dn
nossa li'iBua, se encontrara por loda a parle a adoii-
e.io das nossas ideas, e .o podert lansac algum vol-
ver d'olhos indirecto sobre esse apostolado glorioo,
que a Franca principien por seu genio de rehgio,
de eloquencia c de poosia, e lem conlinuado, mo
sem msela de erro, ma com grande beneficios
pras importante, que devam ser recebidas na ves-
pera do dia em que me easasse com Cesarina ; em-
lim para mo lien un instante a sos contigo mesmo
fui janlar ao meu club.
Tudo se sabo era Pari, c ludo se sabe com uma
inrrivcl rapidez.
O boato de meu casamento, espalhado sem duvi-
da por algn amigos de madama da Montbrison,
eslava no club em ordem do dia. Exageravam ain-
da, c, como de cosime, a fortuna a eonsideravel
da joven e linda xiuva do bauqueiro americauo.
Recebi os parabeu de meus amigo, e, alim de
prender-nie cada vez mai, aceilei aberlamenle es-
se |i.ii .ilion-, alliim.iii.l.i que o casamento leria lu-
gar naquelle quinze dias.
Foi-me fcil ver, que excilava muda invej. lo-
dos se extasiavam sobre rainha feliz sorle: eu tinha
nascido com um i admiravcl estrella, ludo me favo-
reca, ludo me sabia hem, etc.. etc.
Elas fclietaces me delelavam grandemente.
.ah do club mais resolvidu que nunca a casar cora
madama JelTerson, e voltei para casa, aonde acabo
de esereveresla ultimas paginas de meu diarlo, ao
menos quanto au presente..
Decididamenls eu me enganava obre a utilidade
pratica .leste diario : assim, face i face comigo nies-
tno, procurandti incessantemenle esquadriuhar e
analxsar meu pensamenlose os do oulro, en li-
nha cabido em um abysmo de du'vida c de conlra-
dieeiies, no qual Il.u-tn.ua ao arbitrio dos meus ie-
senlimenlos de cada da.
Dahi miabas irresolucoes conlinuaa,; araras a
Dos essas irresolucoes cessarara, c vou oa.tir com
Cesarioa
Conservarei comtudu esle diario como uma loin-
iraaca, comoum conlideulc do passado ; mas nao
pretenda acrascentsr-lhe do boje em dianle nem
mais .oqueruina s linha as seguiiles :
Nettei guiu:e dios madama Jefferton te cha-
mar madama Dttplestis. o
fCoiilinor-ie-Aa.;
I


.
(tara o mundo, por tilias deseo be ras nos ciencias o
por M'ib priucipinsde tolerancia o ilx huinvnidade.
mi visUu de bi-ui publico e de refunhM Mfiai'i,
e que ella finalmente lem (tilo (i)o poderoso ein un
guari de seculo, no espiriloe tas iiiftilui^Oes dos
povos, pi-lu progresso publico de la legislado, e
pi-lo esptclaculo de sua tribuna livre, moral e hon-
rada.
He una obra concebida debauo denla ultima e
nobre inllueiici.1, que a academia colluca a par do li-
vro de Mr. Sajn*, c .isliiiaue coin un premio dn
inesma ordem... L'm jnrUconsullo e ex-depulailo,
Mr. Bchard, procurou parlirularmeiilc para a
Franca, em*ua(>brin(ruc<\a cpr.ilica, oque a
erudiccao critica lemullimaineiileaprorundadu dos
priioeiros seclos do christianisiito. Elle cotisiderou
o oslado do Paupehitmo em o oosso paiz e os reme-
dios que se Ibe deve applicar, debaiio das lela coe*
civis, religiosas, indunlriaese polticas.
Em um Iraballiu extenso, mas prccMi, dividido
em cinco livros, elle'leu a de^cripAo dos fados, a
analyse daslheorias, o quadro das iisliluicocs elli-
cazmciite applicaveis aos dillerenlcs Rru* de neces-
sidade e de indigencia, infancia em primeiro lu-
gar, aclividadc vignvsa c valida, mas depeudenle
do li.ili.iHni ou du pflo de cada da, aos solTrimeiilos
iseufermidades naluraes o miserias acvidenlacs. O
verdadero senlimenlo da bumaiiiilade, o deapran
das exagerares deca maln as, anima por loda a
parle essa obra de saber e de experiencia, t) autor
quer prevenir e corrigir o pauperismo por meio de
uio concurso de esfurfos lirados das rombinaces
da lei, da ac^io dos costuipes, do principio de li-
berdade sabiamente, mas por toda a parte applira-
do, desse principio que so vivifica o municipio e Ibe
d ao mosmo lempo o icio e o poder da beuelicencia.
Elle se oceupa bastante da religiao, mas nao a separa
dn poder civil, que elle quer por loila a parte pre-
sntenla organisac.an das escolas elementare*, no des-
envolvimenlo das escolas professionacs, na liberda-
de reifular do (rabalho, na liberdade do as>ori,M;lo,
essa nova forra da industria, que o espirito despti-
co do imperio rumano prohiba e da qual iieressila a
sociedade moderna.
A academia que s admilte con reserva as obras
de ciencia especial sobre Miimptoa de iuleresse pu-
blico, devia acnllier nesla o que ella conten de vil-
las geraes e elevadas, de polmica instructiva e de
nocAos de historia lo bein evpiessadas cuino ver-
dadeiras e generosas. Tur lodos estes lltuloa lie que
ella da obra de Mr. llcliard una inedallia de
2,UU francos.
Tma obra de pura lilleratura, um livro bem es-
criplo sobre a maneira de esludar noam grandes
scriplores, de\ia anda filar alinelo da acade-
mia. A educac.au em Frauda lem sido sempre li-
teraria, e couvm que o soja linda, n.io para formar
lanos autores quantos foreui os discpulos, mas por-
que as ledras sao a educacAo superior d'alma, a
educado do homcm civilizado, como o deve ser,
alitn de preparar-sc coiu vantai;eiii pan tgualqaw
profiaalo, que esrollia, para Inda a applirarao parti-
cular de sua intClligencia e de seus tlenlos. t>u.il
seria com elteilo a educar Ao profeailonal de UIM m.i-
gislradn, de um ofliiial, de um admiuislrador, de
um representante aclivo da sociedade, que nao II-
ve>o (ido ao principio cssa cultura de espirito, es>e
seiitimeiito da Hngua e do genio francs, ewa part-
ciparAo intima da historia c das Iradicrcs de DOMO
fu/, que so as ledras he que perleiicem dar ? Km
i anca priueipalmeiile, e por causa do grande nu-
mero de genios felizes, que ella (em prndu/ido, o
ensiiio das ledras deve ser nacional e la/cr urna
parle do nosso palrioliMiio hereditario.
Todo o esforco hbil para auxiliar esse esludo
insliiiclivo, para dar-lhe e imprimir-lhe deba!So de
(odas as formas um carcter de pureza, da dignida-
de moral, deve obler estima c favor.
' ,om esse pensamento he que a academia designa
para ler a inesniH honra, que as preceden tea, a ///>-
loria da /.literatura fraiurza, por .Mr. (ieruse/,
obra bastante pequea pelo titulo, mas exacta com
goslo, instructiva com iuleresse, pSo ollerecendo
memoria fl ao corarao sena bellas recordantes Com-
menladas eouvenienlnnenle.
O mrito do autor he (er seguido com um olhar
lo. ha una divida que pagar a urna dessas obras mo-
destas, que o fundador leve sobre ludo em vialti,
um livro escriplo com una vcrdadrjra simplicida-
de por umnjudiciosa e pia mulher, urna pintura e-
vaclH dos costumes campestres, misturada de urna,
licr.o bastante -rineltianh' vida para ser instructi-
va, e de conselhos hadantes apropriados aos espiri-
tos para ser ulil. Por esse titulo. *eu livro popu-
lar, a 'lite Jeanne do madama Caraud, pode ob-
ler em una medalhn, da inesma ordem que a pre-
cedente, a recompensa que, como sabemos, n3o ae-
vir nao para mais facilitar o caridoso c coustaule
apostolado da aulora.
A academia, seuliores. linha este auno mudos ine-
recimenlos parajulgar na ordem da Irabalhos in-
leiramenh; Iliterarios, scu primeiro Objcclo, ella be
abrigada n adiar alguus. <> (alent e a arle au
responden ao oppello tilo ilepresaa como os bous de-
srjos ; e alcin dislo, assuniplos baque a meditaco
deve saaunar, e .un iuleresse se moslra uielhor ou
se auumenta em realidade com o lempo. A acade-
mia india proposto para premio de poesa l'Acrapole
d'Athene* ; e ilepoisdeslo corlo progranuM, a dou-
la industria de um joven fraucc/ desenvolveu an-
da ha pouco agraiidna moma imilerhil dessa lein-
bi a l> i, e como que despreudeu una parle maior da
estatua da deosa.
Assim a Franca uo ter lido smenle a honra de
ler prestado em INavariuo e na Marea "> atuilio
lio poderoso liberdade da lirecia, nao tero s-
iiienle reclamado, por una feliz o nobre ideia, como
nica pava de sua loadjuvacao, um lugar em Alhe-
nas para una escola francesa de crudirrao grega,
assim como lemos urna escola celebre de pintores
franceses em liorna. Fiis, em sua posieilo de es-
tndautes, ao espirito generoso da Franca, os disc-
pulos da escola france/a iiuvos hellenos a encoiilrarem-sc no seu antigo so-
lo, e virio fa/.cr ahi com elles descoheilus, que
augmentaran inas o Ihcsouro esclarecido da patria
grega.
A impresso dos faclos ja consumados, u esnecla-
culode Alhenas renaaceule, a visla las mandes ima-
gaoa, que elle suscita e Um erguer dlaute de uoastM
nlhoa, iiAo talln eui lodos os cn-atos potico-., que
o Ululo do concuo linha attraliido. Traces feli
ga, em sua arla simples anda, delicada sera subti-
lea, graciosa c de urna gracia quasi ingenua pelo
bom goslo fcil da espresso. Has os fragmenlos
deaaa arlo, os doslroco-, sobre os quaesenmpria Ira-
balhar, p<#preeiosos que fossem, deixam multo
conjcclura para se encontrar ah o genio de Menan-
dro, como Plutarco o cehrrou de preferencia a lodo
o resto da comedia greg?. Os dous autores faerara
quanlo Ibes foi possivel; um he mais melhodico,
mais claro, mais seguro e mais apressado em sua
marcha ; ooulrojunta noyes juslas.lambempen-
samenloi maislivres edigressoes mais apartadas do
assumpto, posto que agradem.
A questlo de historia lilleraria e de goslo quea-
presentava o progranima, eslava bstanle desenvol-
vida por si mosmo. Ella versava sobre muilas cou-
sas da Grecia, sobre as \ icssitudcs di prosperidade
do Alhenas, a mudatica das instiiuicfies, o progres-
so da philosophia moral, linalmeule sobre ludo que
evplica a passagem da liceuca>le Aiislopbanes i ho-
nesla liberdade de Monandro 1 Ella se ligava neces-
sarianicnle a muilas parles da lilleralura grega; exi-
ga o esludo e o senlimenlo do attmsmo em alguus
dos Dialogan de Plalao, nos Cont* o Dialogo* de
Xenophotttr, na Poetiea e Moral de Aristteles, nos
Discursos de Lvsias o as modestas pmluras de
Theophraslcs, ocondudo ao lado dossa perfeic,1o do
goslo bclletiico, ella esta ja no limito de urna oulra
poca, e se referia pela dala ao naseimeiito dos lem-
pos alcxaudrinos, odessa arle sublil, gancia, que a monarchia dos Ptolomeo* fazia suc-
ceder s itispirarcseneruicas da liberdade.cresa.
Esses pon los de visla tAo diversos, esos diflcrcii-
cas pouco sensiveis de civilsa(;ao e de arle, esse pro-
gresso da vida privada c esse genio de iintaco que
so oceupa em pinta-la as horas vagas, no cu fraque-
rmenlo da vida publica e das eloquentes palioes
(pie excilava, lodos esse* incidentes, todas essasde-
peiidencias feli/es o assumpto inspirar,un conveni-
entemente os autores das duas .Memorias coroadas,
escoptuando-se todava algunadefailoada arblez ou
de prolividade, de rxaclidAo tiin pouco lechnica ou
de incuria um pouco deleixadade seusdiversos mo-
2*
zes, inspiranms nebros de tlenlo ahi se eucontram ;
mas umas ve/es a demasa denvurdanies eruditas,
oniras vexesaafleclac.aoou t nagligenela daslrgura-
(.un os nolaVCis oaforcOS, A academia, por predi-
lece.iu pido BSSUmplO, M espi-ranca de o vi-r dig-
namente preeiicliido, proroga u concuno para o anuo-
vindouro.
i.i.i se impe o mesmo dever de rigor a'respeilo
de dous premios evliaordinarios que linha propos-
to, e cuja* dfflkuldados atlraliiram poneos cencur-
renlea; um, que se refere ao CSlIldo mais atiento e
verdad eir roen lo nacional que boje se lem feilo de
ne-sa vellia lingua, linha por objecto a poettta um*
ratita em Frauce, na roela idada; isto he, a orl-
gem, a historia, a anal)so deaaea grandes poemas da
segunda melada do seculo XIII, em que sabio ea-
Irangeires [irelenderai.....allanantenla reconhaeer i
idade mais bella do H'-iiin fniwr:, e quererlaineii-
le aprsenla pelo menos um grande fundo de ima-
einaeAo fabulosa e delirada, da qual a inu'iirfio pee-
lita unaoulros pOVOS se lem approvet.uhi.
i'-sii- aaanmpto exiga ao mesmo lempo um pliilo-
loyo na lingua dos trovadores e um homciiid gos-
lo em a noasa ; lainbem aaigia lalve/ mais lempo do
pie liavfa concedido a academia, l-lli assim o
er, vendo hojr. nos dous manu*criplo$ que rece-
lieu, antes maleraes do (pie obras. A seinicia nfio
mIii
primo-
riradus.
HtlO ide.is
Idade as
he quanlo
perspicaz lodas as parles, todas as pocas de noSS
lilleratura, e, guardando um culto Raaos lypo
inas correlos, lervislo preparar a lela, comullia
as cores, e nos levar leste modo aos pe-
res d'arte, melhor comprelieudldos a
lina diceao natural e verdadelra, oxpri
justas a spitinuMitos nubres, alguma <
iuvestig-ees, sem paradoxo us juicos,
basta para tornar proveUoso linda .i mocldad
que o autor escreve na base da estatua dos grandes
aacriplorea, aaquaea ella nos moslra como le>lemu-
libas e interpretes gloriosos da uuidade fraiiee/a.
A academia, aennorea, desojara poder no con-
eurso actual iratar ni.iis largaiuenta deoulroaeslu-
dos, de ou tras formas da tlenlos, d aquel la que he
o ornato e a vida das ledras, a poesa ; ella nao es-
quece os nomesque> por ve/es lem cornado por es-
se Ululo, e sabe quanlo a arle dos versos se une pe
urna aUluidade natural ao senlimenlo moral. Mas
muilas duvidas houveram sobie urna escolha, pie
M devia l'a/.er. relativamente a o ,objeelo do pre-
mio ; c ainda assim a obra preferida Dio foi ad-
miltda sem obslaculo.
Traava-se de urna iimovacao apparenle e deiim.1
empreza davldoaa, que a perfeicAo s poderia ple-
namente justificar. 0 autor do poema ideal de Pmj-
fhr, um dos nomes mais citados em DOMOS das, de-
pois dos grandes calilos eleganos e lyricos que nao
ouvimos mais, Mr. Vctor da Lapraue, reuni aaus
poemas lirados do Evangellio, e o publico dando-se
pressa em os acolher, os recomniedava aos n- .
snll'ragios. Com ludo, graves censuras se fa/.iam
a emprera mesmo, a mosiravam osembaracos que
ella oflerecc ao tlenlo. A Iraducggo potica aqui,
nao be por ventura uma irona ? A shnplicdadc
ingenua e profunda da palana evanglica seacom-
moda por ventura rom oarlilirio do veiso, e para
dizer ainda mai-, com oluxo harmonfosodo verso
moderno? Nao lio escrpulo de orlbedoxia, masob-
jeccAo de gosto.
Com ludo, Mr. Vctor de l.aprade era na realida-
de menos innovador do que pareca, e le i:i podi-
do defender-so com a aulondade mesmo da tradi-
rao. Desde oquarlo seculo de nossa era aos das da
f viva e do culto clnislo triumphaule. no seio
mesmo dessa f e desse culto, um h>l obscuro, .tra-
tor, era admidtdo em Koma para ler piildiranieu-
ic no Vaticano os escrlptos dos qualro sposleloaem
verso, sem ornato, be verdade, mas sem censa que
conservnssc a precisAo sublime e asimplicidade do
texto sagrado.
A (recia, que nao precisava queeaiM ludias pgr-
racoes russern Iradundas, cqne lodos os dias t] be-
ba as aguas perennes de sua lingua Vulgar, nao
foi menos escrupulosa em as revestir das formas da
poesa.
No quinto seculo, no mon dcsle mundo quasl
rhrislflo da Asia Menor c do Egv po, Nonus. grego
do Taoope, aquello mesmo que, por uma retnenia-
cencia allegorica da autiga mvlhologa, eomPOXO
longo poema dos Dyonisiacur, puuha em versos
lieametros grrgos as narrares evanglicas, proili-
galisando a essa obra pia os eplllietos arlisljr,m
le formados, e as imagens brlhanles nn \ersos de
uma elegancia vaga e melodiosa, como !/ o (alen-
t as pocas de decadencia para o genio. Cousa
nolavel o nico quadro que o poeta siipprimio em
sua reproduccao ao mesmo lempo lilteral e falsa
de cor, he a historia da mulher adultera, cuja au-
tlirnlridade era eulao prnla em duvida. O rigor
dos ascticos da Thcbaida ea telenda Ihcologca do
quinlo seculo nflo compreliendiain mais a sabia mi-
serioirdia do Divino LegfeladOf, abollodo o rigor
sanguiuoleuloda leimosavca ; porm um doulo re-
ligioso do seculo dataseis, edilor do poema de No-
nos, reparou asta lacuua, Iraduzindo elle neamo
em versos gregea, com uma facildade que nos es-
panta, o capitulo supprimiilo. CoOTom por tan lo
dlzer que a objireao nflo deve cslarcm um piado-
so receto de imi llar neohuma parte do texto sagra-
do, mas na difllculdade dessa imilarAo, na iueonve-
nieiicia lilleraria de leda allianc inundaua, no
coulrasle penoso dos ornamentos da oulra dala, am
um a na ch ron i sino de imaginario, c de linguagetn
quasi iuevitavcl, viria a ser uma paradla da
primeira belleza, que se nao pedessa IradozJr.
O talento mesmo, com elteilo, nao he bastante fia-
ra agradar em urna obra semelbante: luda a inven-
rSo potica, loda a ficc.io de peraueageua hc ofren-
de oguelo, porque diminue a \erosimilhauea e dts-
Iroc a emorAo. e (odavia, senhores, um (aento su-
perior nao pode falliar no lodonu nos pormenores,
semdexar \c-tigios de si mcamo. Por islo lie Me
sccncoutrainessas pegadas em minias parles do pe-
rigoso (rabalho de Mr. da Kaprade, sobreludo na
locante unidade, a que o torna a Iraxer, iuvoCando
sua mallo principio e no fm de seu poema, em
frequeules vollas sobre si mesmo, as quaes o poeta
desapparece diante do Intinem, ero alcun- liaros
emflm de liugiiagem simples e natural, laiicedoa no
meio da pompa dos yersos, rom essa feliz bumilda-
dede rorucaoque, segundo o apostlo, clev a aquel-
la que se aulle.
Couredendo uma medalha a esta obra, a ueade-
ui i a senlio nao poder e-ipnder i inesma dislincco a
oulros ensaios poelitos, mis quaes n taleutonao se I
aun unc a sem brllbo, a aleaos bellos versos dcvfdos
,i illushada pruna de M. I.e. otile, de i.isle, algu-
mas iusprac/>es locantes de um joven ascrJMor,
Mr. de l.aCaussade. j recoinineiidadopor urna dis-
lincco publica. .Mas a academia nao era Imc ni
seu vol ; tralovii-sc do premio Monlvon, c ella
precis,
id ver ai
zar sen
queto
se pelo.
f.iliou. porni o im.i i-.). por faxer. II
|ir cm ordem, icdii/ir ;i^ lil.irr-. doeui
lilaa. r.i/cr Mbrerahir peloa conlrastesi r.i
livel cmliin |nn- urna dirgao \ i\^ q BimplM i
lablamenle reanidoe aluda podecomplelar
faetose Idea, a abreviarla |>ela esprenio.
Porealaa ratoea, \ academia opaoao eoneuno
pan I-de abril .i ls:>").
A mema .liilirul.hulu e a meama derisflo leve .i
legunda queaiflo, que a academia linha prnpotdo: o
Irabatho ./ etpirlo ftaneez no mth/o a / // anlea
do 'Sid e o diseuno Robre o medrado.
lluvia ahi materia para curionaa eonsidera{oea
obro o aludo da lingua. o ealudu mala elevudo,
maisidenlicocninalfliiimearaclerialieoado ajenio na-
cional, obre a inlcllinencia .1-. pavuisem .le um se-
culo a oulro, e do, alicnaes aiaiidlicalivoi de cada
un riclle* ; poilia-M wguir c observar proaresflo
conlinuo, porm hMiloeqnnsl occullo ao paii om
' i. e eMc |u.i::ii'"iide abalo cdeimiHibto, quo
r.i/ wlir da reienloo dominio pnlilico uu aftcen
denlo Inlelleclual do algn* nenio* viudo* em lem
I; havia ainda quedeilindar a influencia dvdifle
rente* eapirilos muilocullivadoii, pordin aclivoi na
la vida, bspos, nHiKialrado*, negoriadore*
ilrpulailot metmoaos eatado* de 1616,ecalcula
awim .1 altura doj agua* do rio, que se torm
lanas fonli c de Ionios afltueules diversos.
A academia, nelle vaslo isaumplo, leve >.
de comparar iros manmcHpK, dos quaes dou*sai
bastante desenvolvidos, he verdad.', porm esUH
incoropleloa ainda Todava um desles Irahallin^
sos ensaiosoflerace desdeja muiloscaracteresdola
leulo ; oulro aprsenla o quadro de um Imhi li
iva de
mente
de pensar e de ejerever
11- don- aulorea sao habanle Inilraidoi* A pri-
meia visla, o aabar de um deve ser de data mais
anliga que O do OUtro parque he mais conciso e
maisdireru. Mas iiaqticllc, em que o pra/er .le ler
pprendido ainda he bem rcenle, a eiposijo pare-
ce mais animada, a hiiguagcm di.lieliva COnwve, e
al nas minuciosidades da niliea illoslrada, senlc-
sc um pra/cr de curiosidad, salisleila, o qual se
eommunica ao Iciior.
Osdous aulorc* se cnconlram muilas \e/es quan-
lo aos la. los e perfumelos, e mima quanlo a Turma
nos epi-odios e consi.leraeoes rae. que tralla Dalo-
ramenle o assumplo. na- opocns diversas da autiga
c media 'media, lias revulueies de Alhena*, no es-
lado das.....Hieres na Grecia, a caracteres succetsi-
vainenle iuliodu/idos na scena : um resume oque o
oulro dcaenvolve ; tn nina observadlo ou um ra-
ciocinio d.iquill que di ao oulro um quadro. Mas
esla inesma diflerenca, rom Igualdad! de saber e de
nleresse Iliterario, conOrmou a academia cm scu
vnto .le parlilha igual .1 premio.
Il.-~l.is dua* .duas o numero lem por epigraplic
um verso de Meuandro, veno nimio coohoeido na
Ira.lueej.ique Tcreneio fe .lellc :
Homo INfll, el luannni hit a me alientan pato.
I'oicui mullo maiseipresalvo ainda no original :
i. Son hoinein, e ludo que he do horneo) me pren-
do a. corceo, n
O auloi fio Mr. Ilenoile. aggregado i univcrsiila-
de de I- ranea, ei-disciputo da escola trapeis de A-
llienas, onde elle uiedilou sohrc a poesa e eloquen-
eia .los regos, peraole as obraa primas e as ruinas
de sua arle, e medio claridade ilo c-o di Allira o
sitio e a furnia do scu lliealru.
A oulra olna cornada, inscripta com o numero ,
lem por epigraphe alouns versos de Horacio, esse
juiadmiravei, e emulo do eslylo de Menapdro :
Dttfeeti mcmtira poeKe,
.... I'rbani paremtit ritis, atue
K.ilennanlix ras COMHllO.
U uulor he mu mancebo que Ira/, de boa vonladc
um lime illu-lie e prometa sustcnla-lo, Mr. (iuil-
launc Guiot, oaludanle do primeiro anuo de dirci-
lo, o qual aturados e-tudos elassicos lem preparado
para a alta lilleratura, cen que esse* primeirose
aicelleiiles don- da juvenlude, memoria activa, In-
lelllgeiicia rpido, admiracAo eDgeohosamenle inl-
UMda lem ja lomado a forma da critica comparati-
va do tlenlo alimentado de i-sl.nlos e de ideas.
Posan, -colones, esla exempjo prematuro l'e tra-
balhu e de luccesso allrahir oulroa joveni espirilos,
tavorecidoa lalve .los i.....mo* dous naluraes, sem
lerem a meama inspiratae de gloria domestica l'os-
sa o amor labor.....i dislettraa, ossavirludo de cora-
Cao ainda e 011I1.1- con.as na Idade viril, tr.i/er para es-
te concurso oulros nomes incgnito! al entao, ruja
nobrexa e eelebridida ser..... fellies de cometa-
las aqui! (Journal de* Debat.'
do, idade 30 anuos: de um carbnculo, sem Sa-
cramentos.
dem 12. Joflo, pardo, idade mez emeio: deum
tumor. Pobre.
dem dem. Ignacio, preln, escravo, idade 2t aunos:
de inleriles chronica, recebep a santa I nejo.
Pobre.
dem 13. Jos, brauco, idade dous mezes; delosse
convulsa.
dem 14. Albertina Maris Salom, parda, solteira,
idade 16 aunos: de urna conslips^o, com iodos
os Sacramentos.
dem I >. Caetana Eugenia Pereira Bastos, branca
sollcim, idade 74 anuos: de moleslis interior,
com lodos os Sacramentos.
dem 17, Joaquiui Jos de Saut'Anna, nreto, sol-
leiro, idade 45annos: de pllysica tuberculosa,
recebeu a santa UncSo. Pobre.
dem 18. Uamiana, cscrava, idade t"> anuos: de
hvdropesia, sem Sacramentos.
dem 19. Jovius, parda, cscrava, idade seis mezes:
phlvsira.
dem 20. Eva, criuula, cscrava, idade I i anuos:
de comer Ierra.
dem dem. Pedro Marroquino da Silva, cabra, ca-
sado, idade 50 aunos: de robre, rcccbcu saula
liiro. Pobre.
dem 21. Maria, parda, cscrava: idade un da:
hydropira.
dem 31. Antonio, brauco, dado dous mezes: de
molestia interior.
dem i!. Espirituosa, rrioula, escrava. idade 18
anuos: de mal venreo.
dem dem, llosa, prcla, cscrava, idade 31 anuos
. de molestia interna-
dem dem. Joseplia Mariana Sier^ul, branca, sol-
teira, idade 33 anuos: de bcrisipclla, sem sacra-
mento*.
dem dem. Jos Alvcs da Villa d'Arco, brauco,
casado, idade anuos : de lebres. Pobre.
dem 25. Maria, parda, idade dous me/es: de mo-
lestia interna.
dem dem. Thereza Maria de Carvalho, branca,
solleira: de inllauiuacao, com lodos os Sacramen-
tos: idade 31) anuos.
dem 26. Ilene.lilo, braiKO, idade dous aunos; de
caiubr.is denngue, Potire.
dem dem. I'raucsca, parda, idade oilo mees:
decoiivulsoes.
parda, idade oito mezes: de es-
prclo, escravo, idade 52 anuos:
blanco, dado dous niczos: de
gados a se apresenlarem ao seu respectivo coraman-
danledecompanhia, o Si. capl.lo Manuel Alves
Guerra Jnior, no prazo de 20 dias, contados desla
data, alim .le prestaren os esclarecimenlos neces-
sarios ao pro'iiploe bom andamento do servido, e
se tornaren conliecidos ; sendo que aquelles que se
negarem a satsfato desla ordem, iueorrertlo no
crme dodesobedfeneia, e como laes serao punidos.
(Jo.i. le do commando do batalho da guarda na-
cional de arlilharia 10 de oulubro de 1853. Judo
Pinto de Unios Jnior, lenenlc-coronel.
CORRESPONDENCIA.
dem 2S. Joauna
pas...... Pobre.
dem 211. Amaro
de pleuriz.
dem 30. AflbOM
coiivulsoes.
dem ideui. IVIic
idade 13 anuos
os Sacramentos
No todo 10.
Santo Antonio do llecife I.- do oulubro de 1833
Uv gario, Irnanrin llenrit/ues de llrseiule.
de San Pedro, crioula. viuvu
de molestia de peilo, rom lodoi
Pobre.
i lerceiro.'A/Miioriu, evldenleinenle mullo
resumido, se ra ler com Iuleresse e -o proi s i des-
envolver as ideas justas, que d a ronhecer. He
.-licuado o momento de dcivnr iberia a empreza e
pedir lodos novas forro*. Aquello que I... Iwm
-e lembrou doseculoW, c aesenhou neo sem
energa alguinai phvslonomiai .lelle, lembramos
que .leve apailhar com a nie-uia verdade o que Ibes
mecerle, explicara prodigiosa mudaneaojueenlgo
se prmlu lao rpidamente, proeurar*lnes por loda
a pai le o- icsligiose nilo desprexar esse grande con-
troversista ni iquelle cuidadoso arliala da lingua-
gem, un Brolle, um CoeQetcan, que nao llveram
ogeni.....ios cuja palavrao agita e o prepara. A
academia e-pera urna nova concurrencia e uma re-
visti severa, que corrija, que augmente, que de-au
Irali.ilho si.hrc um lal objecto mais preri-o. vigor c
colorido, eoinoconvm h essa granito UUeratuiana,-
rlonal eiaisica, original e regular, que a l-'ranca ia
inaugurar :olli empraza este concurso para o mes-
mo lempo que o prcieilenle
Urna oulra quesillo, senhorea, llnhaildo pronosla
pela academia, mas nao era de an lulsrno e de goslo
da n., lingua, era um Irahalho de historia c de
arle sobreannliguidade.
A academia linha pedido nm aludo profundo,
lilteral provavel sobre os fragmenlos conservados
le um dos felitei genios di lirecia, de nm creador
nessn arle dramalica, o requinte mais couiplelo qu
PERNAMBICO.
o anligo
moderno
lie osr.i
um meio
Horacio,
de Plata
lomes .-
inundo lenlia deis
s. de Uenandro, rujo
manos nao era, no fu
Meuandro, flnalm
em -o.i livraiia de vi
i, c ipie foi o inestra
ilor pintor da
entrever aos povos
emulo mais feliz cu-
lar de Cezar, senflo
nie done poda que
nn), ponlia ao lado
la comedia de cus-
vida privada, como
Arislophanes linha sido o demonio da salvia po-
ltica i: o publicista lcelo e popular da demo-
cracia.
ii .--ludo exigido era difllcll e delicado : n3o ebe-
goual nos uma scenasdde Uenandro. Osmaio-
resdeseiis fragmenloi aullienlicos nao lem mais de
le/oito ou vinle versos. Tina nioltido de oulros,
mais pequeos, sao parceHas de caracleres, pedacoj
de pemamenlos cmico-, maiises de descripojles mo-
raes ou de pinturas, da vida elegante, andigados
aqui o all de urna centena do comedas perdidas,
sem queso possa seguramente adcwuhai' o lugar ou
o emprego dease restos preciosos, a em meda-
Ibas truncadas da sociedade grega, etsas lenlen-
casein um simci-o, a ce- hragmentos numerosos,
.....s quasi inip.-rcephve-, a es-e po du uiamiorc
quebrado, deie-sc juntar anda o que a comedia la-
tina nos cunservoude Uenandro em alguna frag-
meiitus de seus anligos poetas, e o que se pode siip-
por, o que se pode descubrir dalle debaile da lina e
maviosa .locura deTerencio. Hinalmenle, linha-
sc de procurar em lo.la a auliguidade grega, que he
emsi mosmo0 magnifico destroc, ludo o que
podesse parecer mu vestigio, urna raoordaco das
iii-puaeoes que Meuandro linha bebido de Alhenas
e do poder encantador que linha lido sobre ella.
I) saber e o espirito nao fallaran, a esse appcllo que
Ibes diriga a academia. Sobre seis Memorias que
ella receben, cinco peto menos iiioslram o ronheci-
inenln evacto do assumplo c do que serve de escla-
rece-lo, a nlclligencia u o amor da antiguidade.
A obra que a academia mo pode curoar, c nao
quiz de*fgna-ll por urna meneAo inferior, ollrece
ainda o sigual de unta mlo destra c bstanle esclarecido; porem aqui .leinasiarlas miu.lc-
zassobiecorregaiain a eritca, c turnarain a erudic-
Vao menos precisa e elegante ; all us versos mulcs-
i.iran o prosa, e a Inrefa,qlie o autor se inipoz de
nos fazer julgai o eslylo evquisitode Menaiulro pur
uiii.i veilio potica de sua mito, desmeollo alguinas
veze* a admirarlo, que elle exprima por son mode-
lo, coll'ciideu duplamente agosto do leitur. E com-
lu.lo, ,i-i*i,-i- que iucuri-eram era talceusiira, inui-
lo lem de |*uviii. Os nmeros 2 e 6 parlcularuien-
le soppr,,. um grande estudo de Arsiopbane- e da
lilleralura grega ; pureu. a academia leve de prefe-
iliseursos, nos quaes o assumplo era tratado e
bom, en *uajuila medida da crudiccilocdorobus-
la elegancia.
Dnnt iriinuacriplos, por esse Ululo, oceuparajn
baslaiilemeiile alteucau da academia, elles l.o.i'ni
reldns c comparados perenleella, e p.u inerilo* di-
misos ohlM'i.110 a p uheipaeo igual no premio.
I o. dos primeiros carecieres commnna a ambos, he
um vcr.Uden o saber classico, a completa ntelligeu-
cla, a familiai idade. apaisao dessa bella poesa gro-
ltEI.A(,:\l) IM)S BA1TISADOS HA I II Eli I !)/1A
DE SANTO INTONIO DO RECIFE, E.M SE-
I KM IIIIO l)K 1833.
Setembro K. Jos, brinco, na-ridn em 23 de dezem-
bro de I.Mli: sanio- leos,
dem dem. Aflbnso, prelo, escravo, nascido em 2S
de julho do eorrenle anuo.
dem dem. Silveiia, prela, escrava, uascida em 2U
de jllliho de 1845.
dem II. Anua, parda, escrava, uascida eiu30.le
julho .loeorrenle anuo.
dem id.'in. Antonia, parda, com mu annodv idade.
dem dem. Algemiio, pardo, escravo. nascido em
Janeiro do crrenle.
I.lein dem. Adolfo, brinco, nascido em 5 de mar-
eo do eorrenle
dem li>. Cecilia, parda, cscrava. com cinco mezes.
dem ls. Silvia, parda, uascida em II de Janeiro
de 1852.
dem dem. logo, hranru, naatido cm 20 dcjunhu
do crrenle anuo,
dem dem. Emilia, parda, cscrava. uascida em 3
de agosto do eorrenle.
dem i.lein. .tialdiuo, braneo, nascido cm 18 de
abril .le 1847.
dem dem. I.i-i.i.i.t
zembrode I8M,
dem dem. Manuel, braneo, nascido cm
agosto de ISill: sanios leos.
dem 20, Francisco, pardo, com Idade de I anuos.
I.lein 25. Cantillo, prelo. escravo, nascido cm I de
igualo do eorrenle anuo.
Iilem dem. Amelia, branca
leinl.ro de 1852.
preto,
REPARTICAO' DA POLICA,
Pane do da 10 de oulubro.
Illm. eEvin. Sr.Participo ., V. Exc. que da*
parles buitem c boje rerehidas nesla roparliciin,
coaita lerem sido presos: n ordem dojuii municipal
da I.-' vara, l.lau.linoAlvcs Haplisla.eM.inoel Anto-
nio do Nascimeulo, por se acharem sentenciados! a
ordem do subdelegado .la ireguexia de S. Antonio,
o escravo Rafael, por ebrio, Jos Pereira da Silva,
e Gaspar Pereira da Silva, por se accusareni reci-
procamente um ao oulro haver.lado um tiro, e u
fiespanbul Paulo It.slo-, scui declararao do motivo;
a ordem Ui subdelegado da fregueza de S. Jos,
Antonio (eraldo dos Sanios, tiara reeruti; a or.lem
dolubdelegado .la fregueza da llua-Visla, os alle-
niaes llac), e Wiuegs, por briga ;ca ordem doiOD-
delegado da Ireguexia do Poco da Panella, Marii-
iiho.leSouza Cavaleauli, por ler dado uma caceta-
da em Francisco Rodrigues.
lieos guarde a V, Exc. Secretaria da polica de
Pernainbiico 10 Icoutuhro de 1853.Illm. eExm.
Sr. conselheiro Jos lenlo da Ciiulia e Figueiredo,
presidente da provincia. O descinhaigador ('ac-
iano Jos da Sitra Santiago, chcfo depolicil iu-
terino.
i ei
GUARDA NACIONAL DO RECIPE.
RelarSo nominal don guarda* da '/tarta r"pa-
nlia le nrliltuiriu da guarda nacional deste
municipio, alistados para o servir ''tiro pelo
eonulho de qualifearo la paroehia le San-
r'rii-l'edrot.oiu-ulres do Itc-ife, em lirlude da
Como quer que ua qualidadede eleilor lenha cu
no dia 7 de uuvcinbro prximo futuro de votar em
86 cidades para represcularem a expresso do po-
vo pernanibucano ua respectiva assembla, e sendo
para, este Din. misler esrollicr hoincn* iulclligcnjcs,
probos, e amigos do bem oslar de seu concdadaos,
declaro que nao volarei ccganiente, em pessoas in-
gratas, que cm lugar de pruiuovereni u iuleresse pu-
blico, s tratan! de seu propro beneficio : e leudo
de lunilla choupana (aonde habito) devisado :li lio
iiicns capazos de cmnprir cahulniente o mandsln
popular ua qu dolado de legisladores, rogo a Vmcs.
o favor de inscrirein em sua folha os nomes des-ses
preslanle pernambucaooi, de quem esperamos ludo
0 beiielicio, com o que muito obrigarao ao eleilor de
/lio Formato.
1 l)r. Pedro Francisco de Paula Cavaleauli de Al-
huquerque.
2 l)r. Cosme de Sa Pereira.
3 l)r. ManoelJos da Silva Neivl.
i l)r. Ili.i/ Florentino llenriques de Smi/.t.
5 Padre Vicente Ferreira de Siqueira Varejo.
6 ll.is.iodu Boa-Vbla.
7 liaran de SiiasNuni.
8 IIo.o deCapibaribe.
9 General Antonio Gorrebl Sera.
10 Hr. Francisco JoBo Carnelrn daCunlut.
11 llr. Jos Francisco de P.iiva.
12 llesemhargador Jeronvnio Marliniauo Figueira
de Mello.
13 Pudre Venancio llenriques de Ke/euile.
I Coronel Agwtlnho He/erra da Silva Cavllcinll.
15 Coronel Francisco Alvcs Cavaleauli Cainhoilll.
16 llr. Francisco Xavier Paes llarrclo.
17 llr. Juaqiiim Jos da Ponseea.
IS l.eonar.l.i lle/ena de Siqueira ClVUlcMli.
19 Coronel Jos Antonio Lopes.
20 Commendador Domingos Ualiquiai de Agolar
Pim Ferreira.
21 llr. Jos Ouiiliuo de Castro l.e.io.
22 llr. Francisco Gonealvea de Uoraea,
33 Uajor Antonio Juse de Oliveira,
21 Dr. Ignacio Joaqulm de Souxa l.e.io.
25 Coronel Manuel Pereira da Silva.
26 llr. Francisco de Assis de Oliveir.i Maciel.
27 llr. Francisco do KegO Huiros Brrelo.
28 Coronel Aiilouio Francisco Pereira.
29 ieiieule-corouel Joo Piulo de Ceios Jnior.
i .'til llr. Gervasio Goucalves da Silva.
31 Dr. Jos Carduzo de Queroz Fonseca.
12 Dr. Vicente Juslinimo Bezerra Cuvalcanli.
13 Dr. Caeteno Estilita Cavalcanli Pessoa.
II Augusto Fiederieu de Oliveira.
15 Francisco Raphael de Mello liego.
16 Padre.Mar.;al Lopes deSiqueirs.
JI..L....-'.-. I. -..
Espanadnrea grandes .
o pequeos.
Fariuba de mandioea.
li l> nnlhii .
o u arar uta.......-.
Fcjo...............
Fumo bom............
ordinario..........
a em folha bom........
b d ordinario ....'.
d ii b restolho. -. .
Ipocaruanha ...........
I minina. *..........
Geiiibrc.............
Lenha de achasgrandes......
1) pe. 11 lena-, |. .
> toroi..........
I'ianelia- de ainarcllo de 2 costado*
s louro........
Costado de amarcllo de 35 a 40 p.
c. e2 a 3 de I.....
de dito usuaes......
Cosladinho de dito........
Soalho de dito. t.....
Forro de dito...........
Costado de louro..........
Cosladinho de dito........
Soalho de .tilo..........
Porro de dito...........
cedro..........
Ion,- de lalajuha.........
Varal de parreira. .'......
a ii aimilhadus........
guiris,
um a(itio
!*)
alqueire -sum
- 3go.ui
tstititi
alqueire 1m,i
'501)11
:ismtn
7oii(i
iitim
.3500(1
25500(1
taerte -dum
'. team
rento ||M|
seno
930110
. uma rimo
7aouo
le
COMMERCIO.
I'IIACA PO KECIFEI0HEOI II UIIOAS3
HORAS DA TARDE.
Colaci.es olliciaes.
Cambio sobre Londre a 27 3|i .1. 60 d|V,
lido sobre dito a 27 l|2 .1. 60 d|V. a prazo.
Deaeonlo de lellrai de i me/es 9 por centono
auno.
Couros salgados seceosa 135 rs. por libra.
Al.l A.MIEt.A.
Rendimenlo dodiala.....6:1379627
dem do dia 10....... 6:219*762
102:357 J3 -11
liesiarrrgamlu'ie II de oulubro
Barca francexaroiife Rogtr uierea.loria-
Barca inglexa Gtmwitrtdem.
llana porluaueziOMmtrfavarios genen
Escuna
-i/f/uV Feliz barris de
Icin.. 602 de l'.li/c setembro,
25 le oulubro de IS'iO.
e iuslrwroes le
Anlonii
Al.....lie
mos J
Antonl
Anloiii
Aiil.mi
Antonl
Aiiluni
vnloiii
Ai
Tcixeira dos Sanios
de Aguiar Albuqueriiuc Lc-
nior
18/
17.-
H..-
17,-
branca, na-.-i.hi em 0 de de
I i de
dem, l'acili.
lilon
.leste....../.
I.lein dem. Isabel
do crlente aunr
dem i.lein. Ilaquel
nucida em III de sc-
escravo, nasciilo a I
, nucida a 15 de agosto
cscrava, uascida ha dous
me/es.
dem i.lein.
de idade.
dem idem.
neiro desle anuo.
branca
reta
llonia. cscrava, com cinco mezes
17 dja-
le nuveju-
: de leve-
Pedro, brauco
nascido en
!6
braneo, nascido em S
nulos leos.
, branca, uascida cm
I.lein 28. Helio
hrn de 1812 ; i
dem 30. Amalia
veim do 1852.
An lodo 25.
Sanio Antoniodo llecife 1.* de outabre de 1853.
o vi-aro, financio llenrlguet de feiemle.
18,'
HKI.At \(l HllS BITOS DA FREGI KZIA HE
SAMO ANTONIO DO RECIPE NO UEZ DE
| SETBUBRO HE 1853.
Setembro 2. Hila, pela, escrava, idade 30 anuo-
falleceu de deirrhei com todo os Sacrameiitos.
dem i. Maria, parda : idade qualro mezes.
dem dem. Cecilia, branca, dade ilousinczcs: de
loase convulsa.
dem 5. Joan, prelo. escravo, Idade 50 aunos, de|g ""
paralcsia na cabeca : com a sania I nrao.
dem6. Amalla, branca, idade dnus mezes: de
loase convuba.
dem 7. Antonio Santiago dos Santos, braneo, casa-
do, idade 36 anuo-; de moleslia de peilo, com
todos os sacramentos.
dem i.lein. Hclliita Paula do Bom Parlo, parda
solleira. idade 35 aunos: deaslhma.
dem8. Manuel, brauco, dada dous anuos, delos-
se convulsa.
Monis. Marcelino Jcronyino Goncalvcs dos Santos,
pardo casado, idade33 anuos: de molestia Inter-
na, com todos os Sacramentos.
Idcm IU. .lo ni Fraiirisco de Barros, braneo, casa-
do, preso da radeia, idade 12 aunos, de gastro iu-
lerilis. Pobre.
dem iitein. Francisca, preta, eseravn, Idade 35 au-
no*: de molestia interior, cun lodos Sacra-
mentos.
Iii.'.ii dem. Kinieliiili lliherca Fortuna Badiiem.
branca casada, idade 'Mi amio*: de molestia inte-
rior, Dom iodos os Sacramentos,
dem II. Bernardina, ciioula, escrava, idade 20
anuos: de felice, com sania t ne ,o.
dem dem. Gerelde Joaquim dos Santos, pardo
solleiro, idade 22anuos: de hcrispella, com lo-
dos os Sacramentos,
dem i.lein, Joaquim Jos Correa, braneo, casado,
Idade 25 anuos; falleceu louco, recebeu a sania
Ineao.
dem 12. AnlonioiBraiidJo da Roclia, braneo, casa-
Jos de l'inlio
Gomes de Figueiredo
l.cile de Pinito
Joaquim dos Santos
Joaquim da Cuiiba
Francisco da Trindade
Martiuaiiuo VYumlcrlcv
10 Ani..KOI [nuocencio .las Vlrgeu
11 Antonio Manuel d'Assuiupcao
12 Alevan.lre Jos dosSanlos
13 Ago-iinho Francisco de Souxi
I i Brax Francisco de Abren
15 Ballha/ar Ramos i'eiveira
16 Benjamlni Francisco ileAraujo
17 lenlo Nunes Ferreira
is Ceetano Zachariai
19 Cajnlllo de Lelil Fonseca
20 i;iui,ioi;io de Santiago oliveira
21 Chrisliano Francisco de Paula
22 Domingos Jos Moreira
23 Domingo* do- Passos Lopes
21 FeltXda Cunh.-i Tcixeira
25 Flix Goucalves de Meue/es
20 Francisco Manocl dos Santos Lima
27 FrapcUco Severino da (iosla
2S l-'ilippe Francisco Pereira
211 I 1111: i.. Nerv de Sou/a
30 Florencio Jos Carnelro do Nasi-i-
meuio
31 Firnuno Jos t.luaresma
32 Francisco Xavier da Silva u
33 Francisco Jo-.'- das Chagas ..
31 Fraucisco do lloinlini Torres a
35 Francisco Uomei de Figueiredo 10.
36 GaldinnEsleves da Fon-cea 16.
37 lleiniiuo Chrispini da Natividada 17.
38 Joaquim Andr da Fonseca 16.
39 Josi-,E-l,-.nislau dns Pa-sus n
111 Joaquim Antonio lloilrigues o
11 Ignciovda Fonseca Marques 17.
12 Joaqaim Jos de Sanl'Anni Jnior
II .lo.e.yiexandre Guises ..
Jos Francisco Ferreira ..
15 Jos Joaquim llamos
16 Joao Jos ItodrL'iies de .Miranda .-
17 Joao da.lima Lima
18 Jlo Uarcellinu
ill Joto Daniel
50 Julin da Coda Mulllciro
51 .lo.o Francisco llantas
52 Jaciullru l'lleodoro dos Passos IS.-
vt Jacinlbo Paos d'Anumpcao
51 Jos (oiiealves da l'aivilo ..
55 Jos Joaquim da Silva ..
56 joaquim Rodrigue! do Patio
57 Joaquim Telles de Souil
58 Jos.- Luii Ribeiro ue Moracs ..
59 Joaquim Dativo de Souxa ..
ou Jo-e .M;u iauno
61 Jos de II. io
63 Jlo Jet Ribeiro n.-
63 Lourence Jase Ferreira 15.-
til l.auiiniio Jacinlho deCarvalliu 16.-
63 Licurgo BrasHio Maia
Mi Luixfiarianno do Sacramento 17.-
67 Manuel Jos Pnheiro 15.-
el Feliciauno llaslos >
lili .Manuel l.uil Basto* ,,
70 .Manuel de Oliveira |6V
71 .Manocl Olegario da Fonseca s
72 Manuel Pereira da Silva
73 Miguel Jos da Fonseca a
71 Manuel Bernardo dos Reta >
75 Marcos lose Alves 17.-
76 .Manuel Liberato de Barrellus a
77 Manoel Euzebio da Silva
78 .Manoel Joaquim Viauna a
70 Manuel lu/ da Silva Loureiro
80 Manuel Euzebio dk Boa Mor le
81 Manuel Aiiloniu daSilva Lobo o
82 Manoel Monleiro 18.-
83 M .il.i.i- Ferreira de Sani'Aiui.i a
81 Marlnho Pereira da Coila o
8i Mnrcelliiii. Fernandesdol.uz Vanna
86 Manocl Praaebco ..
87 Manoel dos Sanio* Souza u
88 Miircolno Pereira Soares
80 Marlinianno Antonio de Souza u
90 Melrhi.de. Manuel do. Sanios Lima I i
braiileira .*.'oi
axcile.
Simiaca brasileirallor i furiavario* general
Importacao -
Laucha nacional llmlrnria. viuda da Baha,con-
signada a Domingo* Alves Malheus ; maiiifesluii o
segiiiute :
I eaixao bxecrros.30 barrillinhoi chumhodemuu-
l-iio, 18 calios, 1.510 raixas, 6 fardos. 12 barricas e
.5eaivinlias charulos, 21 sucias linde ..Igo.lan, 60
.lilas algodo Iraneado, 66ditas funio, 7sacceseola,
7 tmrris uzeite do sebo. I cadeira de armar, 12,0*10
achas de lenha, 1(1 sacas cafe, I hurriquinba om-
ina. 2.500 quarlinhus, 10 lalliasde luuca vldrada ;
a ordem.
I caivlo mercaduras ; a Val f\- Leal.
I cartao Inmolas; a Ju- Antonio Basto.
I lado eslsmciiha ; a JoUo TavaresCordeiro.
I embrulliaSrelogioi; i ti. Ilelenol.
I caixo vinho. c I caixa charutos; a Mcurpn ,\
Compunhia.
I caixa sulfilo quinino; a Francisco Gomes do
Oliveira.
I eaixao chapeca da bata
Cosa Maia.
12 caiv.'.es rap. 1 alguilare,
nellas,ludo lonja vi.liada. 5t
cun palos, 20 peen
ve Malbeiis.
I eaixao chuiuti
aeoot
HIJOISI
7"i00
l>O00
i 35500
tisoon
5*200
. :wm
xtg
. :tsoon
quintal I;2I|
. duzia 18280
- ItWOtl
9960
Em obras nulas de sicupira para carros, par itejOOO
eivos
Melac,........
Milbo.......
Pedia de amolar. .
> u titilar. .
o rebolos .
I'oiila- de lioi. .
Piasuba......
Sola ou vaqueta. .
Sebo em rama .
l'elles de eaiueiro
S.d-a paiiilba. .
Tapioca......
Cubas de Ihi. .
Esleirs
Vinagre
de |,i 11 i i i.
pipa.....
169000
. ranada jilo
alqueire lo20
. uma 5610
. 5000
8800
35500
MJll
OIIO
l5"t
8200
in-.mil
2"'l
mo
8080
8160
:l"iKKI
. ceiito
.....He.
. lucio
-I.
. uma
rciilo
MOVIMENTO DO PORTO.
Sanos entradot no dia 9.
Liverpool15.lias, barca inglcx! Ueneeieri, de
271 toneladas, capillo Garles Cowper, equipa-
uem 11, carea fa/endasc mais gneros ; a lleane
Vuute (\ Companhla, Passagciros, Eduatdo Keu-
ttorthv, Clementina Koss.
Babia12 dias,sumaca brasileira Ihrteneiu, de III
toneladas, meslre Sebulo Lopes da Costa, equi-
pagem 7. carga varios teneros ; a Domingos Al-
ves Malheus. Pusageiro, Angelo Custodio Go-
mes.
Satios sahidos no mesmo dia.
AssuBecuna brasileira Linda, capilao Jos Igna-
cio rmenla, em lastro.
Arucalv lli.ne iiia-ileiin Santa Cruz, nienlre Vi-
cente Ferreira Lopes, carga varios gneros.
demMate hrasileiro Aurora, ineslre Manoel Jo-
-e Murliii-, cana virioi genero*. Passagciros,
Anl.mi.i Julio Ferreira Dam.isceno Jnior, Ms-
uoel Flix Muntanba Ribeiro Soares, Joaqun
Gnncnlvcsda C.isla.
Santos pelo Ass Brgue brasilero Paquete di
l'ernambwo. capiltlo Antonio t'einande- Lou-
reiro, carga varios genero* e lastro.
Rotherdim pela Paral.baEscuna liollaii.leza.il.
bert, capilla J. It. Book, carga algum assurar.
AfaciJ entrados no dia 10.
Havreludias, barca franreza ronfc lloger, de
216 loml ula-, copiln Jos Tombarel, equipugem
SO, carga faxenda c mais genero* ; a J. H. Las-
sene A. Companhla. Ihuiagejrea, Jonf NieoUe
Prudhonime, sua senhora u I fillio, Fortunato
Orv e sua familia,
Terra Nova43 dias, brigue inglez Arabella lar-
bel, de 132 toneladas, capilao llenrv Buril, r.pii-
pagem II, carea hacalhao ; a Shiuinm Wlialcl)
, Coinpauhiu.
dem30 .lias, brigue inglez .SVrcn, de 181 louela-
das. capilao Daniel Poli, eqiiipagem II, cures
huculhao ; u Sbranini Whalelv t\ Coinpanlla.
dem10 .lia-, In igue ingle/. .Sceui, de 266 Inuc-
ladis, capillo A. Sleel, equpagem II, arga
3,545 barrica*com bacalhio; u James Cnblrec
t\ Coinpauhiu.
DEGLAKAC?OES.
a Jus Jouquim da
frig
iirlii
I mulo.
CON8U
Kciidimento do di,
dem du dia III .
* luueu ii.-iu.la : a Di
9; a Jos Antonio
deiras, 26 pa-
hai, 20 dilu
Domingos Al-
da lanilla'
I.AIIOGFIIAL.
tus. .
DIVERSAS PROVINCIAS.
Heudimeolo do dia I a8..... 7119053
dem do da 10....... 2d0j!IM
9l796i
IIECEBF.HOIIIA DK RENDAS INTERNAS GE-
HAESHEPEIINAMBICO.
Kendimeutodo dialO......1:4581831
CONSULADO PROVINCIAL
llen.lim
dem d.i
do dia I a 8.
10.
do o
'/'ne
ron
a I.
Assn.-,
pa
litado de
di ""i"i" "
re.....nivn-bi
6:680*496
'pjSjta
rrentesdo iissiiiiii. ulgodiio', r mais
:, ne se dtrpacham na mesa la
l'vrniimbU'O. na semana d 10
dr 1853.
I.qualiila.le

bar.
.. reliiiu.l... .
AlgodSu cm pluma
mase.
i-.hi.inc.
inascav
ado
qualidade
3..
u em cerdeo
Espirito de agurdente. -. .
Agurdenlo cachaca.....
u de eai'mi ....
i. reaUlada.....
Geuehra...........
i.ieor. ;.';;;;;;;;;
An-../ pilado duas arroban
i.
m casca.
II Pedro Cavaleauli
92 Paulino Jo-.- Baptista
'.II Ouinliliano Ferreira
'di lt.ivmundo Jos dos Res
115 lh.....z Jote das .Nev.-s
96 Vicente Ferreira llamos
97 \ alonimi Jos dos Heis
98 efenno Fernaudes da Silva Manta
Todos m guardas cima..dgcjfl
17.
8.'
17.'
18.-
15.-
Ili.-
17.
UhA
Aieile de mam
o i. iiieii.lnim c de coc
de peive......
Cuera ...........
Aven araras........
u papui:uios......
Huinchas...........
Biseoilos...........
Caf Imiiii..........
reslolho.........
o rom rasca........
0 muido..........
Carne secta.........
laico- com casca......
Charatoi bou........
o ordinario*.....
regaba e primor .
Oa ile caruaiiba......
i em velas........
Cobre novo neio ifolira. .
(.nuil,- de hu salgados.. .
u espixados......
o verde*........
i> de unce.......
ii w de cabra rortidns.
linee de calda........
u u goaba.......
1 secco .........
n jaran.'.........
Estopa nacional....
igeirajuj
. botija
. caua.ia
. L-airufa
um alqueire
. ranada
I
Correio geral.
O brigue t'onrcieiio recebe a* malas para otea-
ra, Maranbao c Par, amanhaa (II) as 9 lionu do
dia.
O conselbo ailminislrativo, em virlude da an-
iel i.je.io da presidencia da provincia, em ofllciu de
8 do crrente mez, lem de comprar os objcrlos se-
guimos :
Paran i- batalho de arlilharia it pe.
HotOcs grandes de metal, com numero 4, para
101 sobrOCIHCa 6,416 ; ditos pequeos de dte com
numero 1, para a* inesma* 4,010.
Canipanhia de artificet.
S.ipalo- de sola e vira, pares 70.
2- batalho de iu/antarin de linha.
Banda) de Ui para interiores, 19; sapalosde-o-
la e vira.pares, 1011.
9- bala/hila de in/anldria de linha.
Panno azul para 162 capotes, covodos 2,31(1; lac-
la verde para forro, covudos 1,1.55 ; eulxetes gr.ui-
1:2365811 de-, pares 162 ; holes prelus de nsso, grozas Hi,
|-3IOVi(l-> Para forneeiinento de lazes, as estaret tiiilt-
laret.
iji; Azcilc decampara, ranadas 410; azeile de cu-
co, ciliadas .30.., fin de ligedlo, libras .16 ; pavio.
Julias 6; velas de ranauba, libras 132,'.;.
Para os Irabalhos das ofpeinas da 5- etaisedn
arsenal de guerra.
Pelles de cubra curtida*. 200.
A-peous que quizercm vender lacs objectus a-
presentcm as suas proposlas em carias fechadas, M
secretaria do consclho administrativo, cslabelcci.to
no arsenal de guerra, as 10 horas do din 19 do eor-
renle mez. Secretaria do conselbo administrativo,
para Ibrneelmento do arsenal de guerra 10 de ou-
lubro de 1853.Jote de tirito Inglez, coronel |.re-
sidenle. Ikrnardo Pereira do (armo .lunior.
vugal e serrelario.
Pela rerehedoria de rendus internas gerues, se
faz publico que em virlude de ordem da thc-nurari
du hienda, todas as pessoasqilc deram escravo ..
primeira e segunda matricula, eos iiiloillliiuiiiir.ini,
van ser incluidos na actual, do confonnidade com o
disposlo no arl. 11 do reguloinenlo dol de abril
de 1812 ; por sso se avisa as incsmus pe-.oas que
al o ullimn do eorrenle, devem vir illiininur os es-
cravos cnlo uialririila.los, sendo que j os mo pos-
-'iiaiu. Iteeehedoria de Pe nambuco 10 de oulubro
de 1853. O administrador.
Manuel Carneiro lie Souza Lcenla.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsooraria de fu/eii-
ila. manda fazer publico que no dia 13 do crtente
aereo vendidos em hasta publica, perante a niesma
llic-nun-iia, 32 ravallos pe. leiieenle. a coinpuiilii.1
de cavalluria que n..n poden eoiilinuar no respec-
lvoservico, sendo a venda teja em dous lules: os
prelendeules eomparcfan no referido dia as It Ir-
lona- da in.nili.ia, podeudo desde |.i se dirigirem a
eucliia da referida eoiupai.liia para cviiiiuareiu -
envalloa que lem de ser vendidos, os quaes ao ibs
.la arreiuataeo estarn uo largo du palacio do Col-
lego Secretaria da llicsoururiii de fazen.ta de Per-
nambuco 8 do oulubro de 18.53.O-olticial maior.
Emilio Xaiirr Sobreira de Mello.
O Illm. Sr. .lescmharg.-idnr chrfe de polica
interino, manda fa/.er publico, que so acban rceo-
Ihiilo. presos ua cadea deshicdade, o c'rioulo Mar-
Indio que se diz escravo de Francisco Manuel
3:K824
2:7I252IJ
2M.50
1*950
IJOJO
29300
IS500
25.560
6-MiOO
0,-200
5sIKI
15650
9500
9300
9400
9300
Mito
|KI)
>400
9180
ISKIIO
33200
98110
19120
15280
5.-S000
urna ItlMOO
11111
cent.
\
IflMNI
I92OO
I.-1KI
593IM)
3MO0
1MKMI
69IKI
3|800
29100
19600
9600
29500
9000
8-000
9160
9137...
9150
9091
I59OOO
5200
.-210
900
-11,11
' 9280
I9OOO
do termo do Cabo a preta Mura Joaquina
.. 1.11
eicnivi de mu Manuel Anlonio, ambos por undarcni
fgidos, iilim de que as pessoas, que se julgireal
com dreilo aos niesmos esrravos, se apreseiilem ic-
clumundo a sua entrega, mediante documentoseoiu-
pridiuloiio- dos*'U dominio. Secretaria da polica ile
Peruanibuco, 8 de oulubro de 1851.O prioeiN
aniuuuensc, Jos .Xutier Faustino liamos.
Oeonselho administrativo, enl virlude das au-
torsacoes da presidencia da provincia, cm ofliiio*
de 13, e 20 deselembfo prximo lindo, lem de com-
prar os i.hjei los seguate- :
Para o 2 batalho de infamara.
Sapalos. pares 1,668.
Para o 11 balalhao de inlanlaria.
Caldeires de ferio bul ido, 4; sapillos, pares 355 :
lir.iu brauco liso para euibornacs. varas 400.
Para o arsenal de guerra.
Piqiel carluchino resmas 30 ; sola euili.la
meio* 100.
Paraiiromjiiinlnu f.ra de ruralloria, de arli/'ce;
meio balulluio de cacadoresda provincia do Ce*
ni, companhiu /i.ru da provincia da /'ui-o/iia*.
2. e 8. de infamara.
Algadaozinliu, varas 1.575 ; bonete- redondos pi-
ra reerutas, 50; lioles brincos de osso, duziss tiWI.
ditos prelos, duzias 782; grvalas, 50 ; Basle pi
li.-iiidciral-.laj;
i^


3


NI
K>
110
mi
mi
mi
IKI
mi
mi
mi
mi
i
no
(10
Ol
(10
KM'
wo
'10
100
m
m
KM
!00
MO
ion
no
00
wo
mo
ion
lio
s
XXI
soo
500
rao
IKK)
i
.110
OOO'
-m
210
WO
160
IKKI
de
i pa-
lme
ieu-
!
l
.ou-
Al-
,lo
lauda Je torro, covado TT9 ; peas <) BU le Mi
nara cilhas. *; p*pel almajo, resinas -40 .no
I! peso, resmas 12; pennas, 800; snate, pa-
ra 1,1X2. Aa pesaos que qimerent leoder laesoli-
jpcli presenten asmas proposlas em carias Helia-
1 na secretaria .lo consellm aiimiiiHlrativo, es-
l(,leci.l.. no ar.enalde guerra, as 10 horas do da
ii ,l.i correule mei. Secretaria do consellio ailmi-
uislralivo, para fornecimcnlo do .irscnal ile guerra
K ,le oulobro do 1853.Jos de Bvllo nglez, coro-
pal presdemeBernardo Pereira do CarmoJu
mor, vogal esccrelario.
_ O arsenal de maana admiti os operarios se-
luiinlea:para a ofllcina de carpinleiros. Ir mao-
rebosde :(. claase com ojornal do ISOIOr.; um
iprendi de 5." dila coro o do 480r.;e6. dita com
j> de 400 r*.; para a de calarales um mancebo de
l,i classo com o jornal de 18010 r.; um dilo de 4."
jila com o de 800 r.; dous aprendizee de 6.a dila
toin n de 40X1 rs.; o Irea dilos de 10.a dila com o de
tOO rs.; para a de carapinas, (res mancebos de 1.a
rlasaecum o jornal de960rs.; um aprendiz, de .">."
jila com o de 480 rs.; o seis dilos de 6.a dila com o
je 100 rs.; para as de reiroiro, um ofllcial de 3.a
jila com o jornal de 19280 rs.; para a de polieiros,
.....ii,, aprendizes de 9.a dila com o jornal de 160 rs.;
para a de pedreiros, um mancobn de 3.a dila rom
o jornal de 960 rs. ; o viole e um srvenles rom o
ilelitOrs. Iospeccio do arsenal de marinba de
l'ernambuco em7 deonlubro de 18.3.O secrela-
rin inleriuo, Manoel Ambrozio da Conceifo Va-
ditha,
A administrarlo dos eslabelieimenlos rio cari-
jaJc, determina que lodas as pessoai que liverem
em >ua companhia eiposto* maiores de 7 annos,
deiero apprescnla-los lodas as queila-feiras as
hora da lardo na sala das eooea da mesma admi-
islrarao na ra da Aurora, snb pena de seren re-
mlliidM ao cslabclceiinenlo. Administraron dos
cl.ilieleriincnlosde caridade 7 deonlubro de ItCil.
-II escrivo, Antonio Jos Comen do Correio.
Os senliores arreinalanles das rendas das lojaa
,la prara da Independencia, romparecam rom seos
lia.lores na secrelaria da cmara municipal, das 9
I..U.I- da manliaa, as i da larde, a assignnrem
respeclivos lemos. ___________'
Companhia de navegatjuo' a vapor
LusoBrasileira.
lis .'nliores accionistas ilcsta compaDbia quenes-
la pagam, sao convidados a realisarerh a lerceira
o de 0 por ceulo do suas arpies, diriiihi.lo-
sc al o da 15 dn correule ao abaiio assignado, i
sna casa, ra do Trapiche n. 26. para ser remellida
a direccao. l'ernamliuco 5 de oulubro do 1853.
Manat Duartt llodrigues.
A CONSULTORIO CENTRAL 110-
$ MEOPATHICO-
_) N. II Ra las Cm/.es N. 11
( da manliaa ale as 2 horas da larde.
Visilas aos domicilios das > horas em lfc
dianle. ,, fiA
as molestias anudas e ara os as vi.il.is W
J serflo feitas a qualquer hora do da ou ila ^ ,
Wt Al senhoras.de parlo, principalmeiile, W
atrio socrorridas com religiosa promp- (jj)
Dr. Sabino Olegario l.mlgera l'iiiha "
ARTIGA
BOTICA HOMEOPTICA.
i
i
i
sedo liOOOsOOOrs. a premio : quen
..I..
AVISOS MARTIMOS-
Para Lisboa a galera Margarida, capillo S1-
leiio Manuel dos Res, sabe rom hrevid.ide ; recc-
I,,- carga e pmigelros, para o quinten bous com-
iooiIos : os preleiidcules dirijam-so aos consignala-
ii,i. OliMira lrmaos l Companhia na ra de
Apollo n.li, ou ao referido capio, na prafado
romiiiercio.
Para as ilhas de S. Miguel, Tercrirac hayal,
a reclina porluguera Amixait, capullo Manuel Au-
:u>lo Machado, taha com hrevidaile: recebe carga
t frele e passaoeiros : quem pretender, dirija-so
llliieira lrmaos A Companhia, na ra de Apollo n.
II, ou ao referido capilao, na prae.i do commercio.
Para o Pono.
Satura hrevo o bem conheeido briguc porluguez
llorn h'rliz, capilao Lourenro l'crnandcs do Car-
ino: quem no mesmo quiaer carregar. ou ir de pas-
,agem,|falem com o dilo capullo na praca, ou com
oronsiL'uinalario Antonio Joaquim deSouza Hibei-
(,, no ^eu escriptorio, na ra da Cadeia n. 18.
Fura o ltu> le Janeiro
alie a barca nacional /^o/ucineslcsoilo dias: para
rcslo da carga, assim como passjiueiros o eaeraVM
i Ircle, para o que oQ'creiv os melliores commodos,
Irala-M! na roa da Cruz do Recife, escriplorio u. lili.
Para o Rio de Janeiro seguo flpm brevidade a
bem enhecida escuna Caanle Mara: para car-
ia, paaagelroi o eacravea a frtle, trala-so com Jo,lo
tnloiiio da Silva l.rillo \ Companliia, na ra do
fijarlo ii. i, ou com o capilao Al,-van,lie Jos Al-
ies, lia praea do commercio.
Para o Rio de Janeiro.
0 brigue nacional "Elvira, legue ini-
jioterivclincuti; no dia I i lo contmtc: os
senliores <|ui! teem a embarcar eteravot
m mesmo, sao rogados le le a-Ios a bor-
iloate'as ( liorai da larde do lia ante
ivilenle.
O capilao llobcrl Lvico do paladn ingle/.
ilaunah, entrado por arribada nesle porlo, na na
em da Ilahia para o Canal, 0 rarregado da aaso-
nrecrU de cerca rs. 2:.VIIl ohreocaco, carga c frele do nie-ino navio para
of prclcmlcnlc*
al lerca-feira 11
l,i frrenle, as 10 horas ,1a inauti.ia
'CiiH's de l.loyds, no Corpo Sanio n
Para a Ilahia seguir em pou,
MUU/IftffTo : quem no mesmo quizer carregar ou
de patsagem, pido eoleoder-M com Amortm di
lrmAos, na ra da Cruz n. :i.
Pan o l'nrlo. a iniiil,, vehira galera porlu-
u7a BrnehareitfC, capilao Rodrigo Joaquim Cor-
al, f,alie cum hrcviilade e recclie carga e passagei-
o>, para ns quacsolferecc os melliores commodo-,:
spreleiidcnles dirijam-scaos consiunalarin- I. de
Aqnino fOMOU A l'ilho, na ra do Vigario n. 19,
fjfttaoiro andar, ou ao referido capilao na praca do
i'uinmercio.
do
rrer as despezas follas Reala :
t]Qcir.iui mandar as sua.- nropoalal
em casa dos
II.
is dias o hiale
LEILAO
Ilrander a Hrnndisi\ Companhia, faro leilao,
em presenca do Sr. cnsul do Delgiea.jpor inlerviHi-
r,lo do agente Oliveira. c porrela o lisco de quem
perlencer, .le 12 barris com pregas de diversas qua-
lidades, mais e menos variados d'agua salgada o
hu,lo,lo navio Jeannellr Marie, em sua rcenlo
viagetn ,1'Anlucrpia para esle porlo : quaiia fcira,
12 do crrenle, s 10 horas da mauliaa, no urmazem,
ii. 131, da ra da Seniala Vellia.
"-
AVISOS DIVERSOS.
O Sr. Juan Allcmo da Cmara Sisoeiro, que
morou ou mora nos AfogoJoi, (WD um;i (irlii ilo
tul. na praca (f*iHlc|iL'in.t'Hta, livniria n. ieS.
UUurecc-ifL'um rapa/, porlogmn to idailc de
1<>anuos, do prolimos cheuidus, propri p.ira pa-
il.iri.1, reliriaro ou ...berna: na ra do rUogelVOll-
/rih u. ^ii.
Joaquim Jos Ferrpira rclira-sc dcsla provin-
cia temporalianu'iilo para os porlos desle impeli,
c como lenhacousliluido por seii, bastanlM pTOCU-
i,"luit"-. em | i uiiriin liu.ii \n Sr. Mjinoel Joaquim
H.'inuse sil\.i, eemse&uiido ao Sr. Fernando An-
tonio, Fidi, para cuidaren) dos seos neaocios ye-
raes, as pessoas quo com elle liverem negocio (?-
ilrr-se-ho dirigir aos referidos >eus procuradores.
O aluiMi aasiftiado leudo de relirnr-sc para
os poriiM desle imperio, Lemporariamenle com o
untru iiin laaaaode, 6 nao llie reslandn lempo para se des-
pedir pesoalmenle de lodo-, os seus amigos, nao
"i pela liie\id;nli o*b sua parlida, eomo pelo sen
estado de saudc o fa/. pelo presente annuiicio, r<>-
gimlo-llics u desrulpcm desemclliaute lalU. c em
qualquer parle que seachar olIViere-lluso seudi-
ntinulo piesliino.Joaquim Jo* Ftrreir.
Joaquim Jos l-'erreira, Reren le da firma so-
cial Joaquim Jos Terrcira Companliia, leudo
de relir.ir->c desla proviucia paraosporloi do im-
perio, alim tic tratar de sua saude.ei.carrcRa o socio
Francisco Antonio l'.di dos negocios relativos so-
cledade, assim como o aulorisa, durante a sua au-
sencia, de poder usar da firma social em lodas as
mercantes. __________
g Na na aulti'uiu ii- 0, legumio w
W andar anda precisa-ie de ana K
'a de lete preferoie mulher lo ^
s na Un : (iiem (uizer, tendo Imis- Es
tante leite e nao trazendo lillio : R
% dirija-so a casa qetma paraajuitnr. f&
A |>essoaqne animnciou precisar de IMIlfafUUU
Je r. a juros, dirija-se i ra do Kangcl, casa lerrca
Aluca-se urna preli que seja boa vendedora e
"m.......adeira ; nao se diivida dar 11 ou l.'iJOOOrs.:
na ra eslreila do |tosario n. 28.
Evporlam-'e para o Rio de Janeiro os escra-
o< meimiM de minies Damiana, cabra escura, e
francisco, crioulo, a culregar a Joflo Antonio Alves
W ilrilo.
Francisco Malhias l'creira da Cosa, esporla
Para o Ido do Janeiro os seus cscravos Rapliacla,
Tioula, de 10annos, Esperanra, ,inula, deOan-
". Ignacio, r.ilirinlia, de II annos, c Claudioa,
ala, de 20 annos.
Attencao.
A nova taberna do chocolate homcopalhico da
'na das Trjieheiras n. 8, mudoo-M para o paleo do
ferro n. .aondese enronlra o chocolate boineo-
Iwlliirc, approvado e applicado pelos Srs. lira, da
lioincopnlhi, cha prelo lioincopalhiro, cliocolalo de
'ausgo c ferruginoso c de canalla, fino, e de toda
'lualulade, cha, caf muid.-, puro e para lodo preco,
'' inoilos mais gneros dos pases cslraugeiros.
AIIE.NCAII'.
Aluga-w umaosa lerrea. na aova ra do Corre-
"ordo Bispo, lugar denominado Campo Verde,
'"i'ilo proprio para se passar a fesla por ser lugar
"nulo fresco : a tratar no alerro da Boa-Visla n.66.
Preri
\er annunrio para
Alugam-sc casas para passar a fesla. no aillo
lo Cajuciro, com banheiro : quem precisar, dirija-
e ao ineanio filio.
__ Precisa-se do urna, pessoa forra ou escrava.
que Mlinda de rozinha, e seja hcni deaembarajadl
em sua uceuparao ; paga-se bem : na ra da Scn-
la Velha n. 98.
Preei-a-se ,le um feitor que entend de noria
cmais laviiura para mandar e tratar de iimsilio: os
i,rclcii,lonlos.liiijani->e i ra da Sen/ala Volita .
\>. lerceiro andar, de inanhXi al as U huras, de
irde daa 3 em dianle.
.No dia 7 do eorrenlc, do lucio da as -2 hora
da larde, deeippareceu da caso doabaiio wsignado,
na ra do Ilinni. junio ao rhafari/, ana eacrava, ca
bra, por nomeIsabel balia, Ibia llgura, andida
vagar por causa de inulcslia que lera nos pos; jul-
ga-M ler paseado para o lado de Sanio Amaro ou
Oliuda: pede-no a qualquer capillo de campo ou
algoma pessoa particular, a captura da m.Miia, e
leva-la na luja de ferragens n. "it> A. rua da Cadeia
do Kcrife, queso reconipeiMIr. Ad\eile-se que
lem de coslume imida o nome.
l'reei-a-se de um apicndiz para allaiale, ilan-
do-se de comer o lignina ronpa : na rila .Nova
ii 42.
A caa de conlsna;ao' d escravos, na ru> da
Cadeia do Becifen. 29, prlmelro andar,
recebe escravos de ambo:
vendida .le.....ntni-An. i
nao M neala praea eonio pa
se o tinin Iralamenlo o hrev
como lambem se compraiu
lalialaier algunus encominenda
Ila-se pequeas qnaiiiia-a premio, -jbre po-
nderes de ouro e prala : na rua da Cadeia do Hc-
eife, sobrado n. 20, piimeiro andar, daa8 al I di
larde.
l'recisa-se fallar com o sr. Manuel Anaslaclo
da (aisla Jnior, na rua do Queiinado n. 3, pii-
meiro andar, alim de se Ihe eulregar um rclogio.
No ilia 1-2 do correule me/, na casa das au-
diencias, pela lima lima da larde, se bao de ai reina-
lardiver.........-,-,-. armaeao e fa/endas. penhora-
das a Jos1 Comes Moreira, por evecoca" de Jom
Anioiiio da Silva Grillo Jnior, pwaluguehidacaai
c luja, paloJaiio di Mgnnda vara do civel, eecrivlii
llaplisla. por ser a ullima praca
FUNDADA POR GOSSET BIIONT.
Esle oslabeli-riiiieiilu possue lodosos inedicaiueuiuslie anoia csperimenladoa, lano na Euro-
pa como no Brasil, preparados com glbulos ilo mais |iuro asucar deleilee inalleraveis pela humidade
20:000 rs.
liM\ CARTEIHA com os 24 principacs medicamenlos homopalhicos o a segunda edicto
dos ELEMENTOS HE HOMfcOl'ATHlA, por Gossel Bimonl; obra indispensavel ;is pessoas de boa fe
que quizerem experimentar a nova meilriua por ser ella muilo clara i inlclligencia do lalos ; conlendo
alm ilc muiloscoasclhos clnicos, a deliniodc lodas as moleslias c os svmplumas pelos quaes dio a co-
nhercr-se.
Tulios avulsos ( cada um ).......................S
Tinturas ile lodos os inedicamenlos em frascos ile >,' oiaja............. 25000
Carlcirasdc 12 lubos ale 2Jo inedicaiiienlos, por presos variaveis, conformo a quahdade das
eaJiaa, I numero dos medicamenlos.
Calvas com linluras de lodoa os medicamenlos a escolha, em frascos de }, ouja por procos com-
modos.
Na mama bolira eneonlrar-sc-lia srmprc um Brande sorlimeulo de livros em |M>rluguez e
francez. e emlim ludo quanlo he iie.-e--.iin, para o esludo c praliea da hoiucopalhia.
Elemenlos de humeopalhia, 2.a edicao................... figOOO
l'nil..,_eii.-ia dos medicamenlos homopalhicos hiasilen,,-. c Ujeoril da applicacao das ,l,,se- :|.-ikiii
Tralaiuenlo das moleslias venreas.....................ISOOO
Sahir brevcmenlc a luz a obra inlitulada :
ELEMENTOS
. -evo- pal
conla de seo
, mallo, nllla
erein
do
ando-
ida : ami
que agradaren! para
i l.idn
iCi
serviee
Ponina
- 1
viciosa, pan
familia: na
hrado n. 19.
- Precisa-se ,1,
deia de Sanio Aul,
segundo andar.
- Roga-se a Sra. I)
ou ao Sr. I,ni/ Jos do
fiador, e principal pai
o que deve ao aliaixo ;.
lugar urna eacrava qu' na
de 'uma casa de pi
delVonle do Vivciro
leja
una eo/inheira
io, aobrado da
: na rua da Ca-
e-quina n. 1 i.
. elija lis-
ie ou IS
.M'lll
paga.
I.ns leui soi liiiH'iitos (Ica/.cn-
prOCOI. nao inc-
Tlierea PrancUca Vianna,
ouza Cavalcanli, como sen
lor. venia mi mande pagar
lignodo, da renda da casa
la Soled.ulc em que morou, pelo queja fui chama-
da a julio de paz. rei-io- de que cm quanlo nao pa-
garen] leraude ver os -cu- nomca nesle Diana*
Jacintho Jote Bolelho.
LOTERA IIO RIO DE JANEIRO.
Acliam-sc a venda iis bllicles do i.t-
ceira lotera la estrada de Ala
ta se espera pelo "Bralileirn,
lo correntc.
I'ri'cisa-scdcnina ama deleite
lillio, nuerieJB forra, ou captiva
se bem : na rua lo Ainorim n. 15.
Quem precisar de um criado muilo dillgenl
para to.lo ser ico de casa e iiianiadu-, por ser mui
lo ladino, o qul he muilo Del o lambem he Indi, i
ro, dirija-so.i rua Imperial,sobradodetrouledo vi
veiro do Munit om que mora o Sr. Urandao.
AVISO AO COMHEKUO.
()saliaNiiassi,;iia(los coiiliiuiaiii
i lranqueai' n lodas ntclatseiem ;
gcral
is por baixoi procos ,
ios de nina pira un nina In/.ia, ,;A
a dinlii'iio, 011 a pt'a/.o, OOnforme !ffl
se ajustar : no sen arinnzi>ni da
praca do Corpo Santo, esquina da p.'
rua li> Trapiche, n. 8. Itos- >.]
(ion Rooker V Companhia, neg- f'
anii's i!j;lc/cs. Os mesmosav- (y
salanreipcitavel publico(jueabr- y
rain no (lia o lo '(in-cnli' me/ a k >
sna luja de l'a/cndas da rua do Col- i i
lejjio e Passeo Publico n. 15, di- [*
ritrida pelos senliores Jote Victori- pj
un de ra va ^ Manoel Jos <[> Si- S|
queira l'lanjja, para vciidcrcm fm
lor atacado e u ratallio. Kj
B deum i-oziilieiro Ion ......'aplivo,
para um engonlie dlslanlo de-la praea7 leguas
dirija.-c a roa Imperial n. 7 na l'abri.-a de vinagre,
mohlcial de primeira llnha, rerurmado, que
lera a habilidade a praliea -nllirienie para hier
qualquer c-npluracao mililar, se oAVrece aosse-
nhoreacommandanlea de corpos e eompanlifaj da
guarda nacional para o din declarado, o maii para
uislruir osollii-iiies inferiores na i.io-ui.i e-eriplnra-
cao, o nos deeres das -ua-graduaee-: islo med-
tale 10 Iralo que se lizer.
l'rcosa--o de um redor para lomar conla de
uro silio perlo da ciliado de llliuila : quem qui/er,
diriia-se mesma ridade, no Varadouro. (obrado
n. ,
No alerro di Boa-Vlata a. 31.
Cosem-se veslidos de toda a qtatlidade, laido para
baile como para casamento, c lambem lodas as mo-
das |ierleiiceules aos mesmos, como manleleles, ra-
poliuhos, basquines, enfeiles para cabeca, chapeos
de senhora e de meninos sein a menor differene.i
desque vem de l;raw;a ; allirma-se (pie sem recela
pode appareeer qualquer obra feila nc-l.i cana,
que para autor prova a mesma senhora recebe lodos
os mezes fgurinos nuvos, e luda qualidade dor mo-
delos viudos de Taris; o mais tima particularidad',
que ludo isso faz-se cmn o maior as-eio e retidlo,
c por menos preco que em Otilia qualquer parle.
Alciandrc Jos Alves, riiladau hr.-isileiro, re-
lira-sc para Lisboa.
No paleo da Ribeira de S. Jos, laja do sobra-
do n. 15, lava-sc o engoniina-se, com muilo asseio
e perfeicdo, por preco razoavel.
Aluga-so uma casa, oa Casa l'orle, para se
passar a fesla ou por auno, muilo fresca, com so-
lo. estribarla e rorheira : quem a pretender, diri-
ja-se rua Eonnosa, nquarla casa Ierren, que acha-
ra com quem Iralar.
Sr. JuaoSimoes da Osla queira diricir-sc
casa deTasso c\- lrmaos, para ajuslar o negocio 10-
ligo quo i,.",,, ignora.
Precisa-se olugar uma pela para o servir de
casa e vender na rua : quem a liver dirija-se a rua
huella, no primeiro-andar do sobrado,n. 32.
Lotera de Nossa Senhora do Rosario.
Asj-odas desla lolcria andam no dia 27 ilo cor-
rente com lodo e qualquer numero de tullirles que
frar por vender, assim romo so se vendem al o
dia 26, nos lugares Kguintee: praca da Boa-Visla,
luja do Sr.Podro Ignacio Bnplisla; praca da Inde-
pendencia, luja .1., Si. Korlunalo; na do Queima-
do, toja do lliooureiro; largo do Livraim-nlo, boti-
ca do Sr. Qmgas: no Kecife, rua da Cadeia, laja
doSr. Domingos Tciicira Baslos-----O liiesoureiro,
Silte'lre l'rrrira ilu.siha (iuimartlts.
o Sr. Jos Teiveira GuimarSes, que leve bo-
lequini na rua larga do Butano, queira dirigir-se
a praca da Independencia, livraria, u. 6 e 8.
ANATOMA
COM ESTAMPAS
di:
E PHYSIOLOGIA
POR GOSSET BIIONT
Casa de commissao' de escravos, na
rua larga do Rosario, n. 22, segan-
do andar.
Nesla casa recebem-se escravoa |ior coromissiio,
para seiem vendidos por conla do seus senliores,
alian,;aii,lo-e o huiii Ii .llmenlo, assim romo a se-
guranza dos mesmos; nao se ponpandoesfonospara
que os mesmos escraossejm vendidos com promp-
lidflo, lifim de que seus senliores, nao sndram empa-
le <
venda dellc
Ha cincuenta auno- quo a homooplhia faz pragresaos inunenaoa ; boje principalmente no Brasil
ella he reeonlieiida por uma -ciencia evada. Porlanl......ja ipial for a perfeicau a que leuha chegado esle
ramo des roiihci iinentos humanos, pensamos que w Iba poderla ajunlar anda slgoana rauta, Islo he. oes-
Indo resumido da analoinia e plivsiolouia, pois .|(n- o juigamoa iiiilispeu-avrl para os parlidislas de noata
sciencil puderem sein recelo upplicar os nonos inedicamenlos. Nao escrevemos para medico, e aluda me-
nos para operadores ; csrmeiiios para OS 'ariosos qoe se dedican! a propagacilo da doulrina de llab-
neinanu.
Oealadodsanalomiaeplmiulogiaiaosoinculeheulilparailai idoasmais pistas ,-inai. |.....-isas so-
bre as lunecoos da vida, o faz. r appreciar mellior as relae.-s do homem com os agnica evleriores, mas
lainliem isl'e estudo lie de primeira necessidade para indicar o numero e a posicio dos ornaos.
Penal......- por lauto pretlar umaervien imporlanle aosrurinsos luimeopallias, publicando para cl-
leseem aesuimciiln a segunda edicao dos no-sos ELEMENTOS HE MII.MCDl'ATIIIA, um resumo de-Ios
dous ramos da medicina que, sem ser lio'legale Uo regular como os tratados es|ieciacs, nfodeiu de olle-
recer toda a |srecisJo, eiaclidlo e clareza detejaveis nesle caso. .
Recehem-o awiglialuras a l>rs., pagos na ocrasiaoda entrega : na bolirahoini;opalliica da rua
dasCruzes, n.-JS.
epoUd pubiicae.iiid.i obra, veniler-ao-lia porCtOOU.
%
l'ie.isa-sc.lc onia ama forra ou captiva para
a de pona familia, que omaimmc e colinhe :
em pretender, dirjale i rua lu tjueiniado u. 7.
lie fazeiula-, que achara rom quem halar.
vrmix vmai& i ^px^^^BKm
Bilhetcs de visita.
Iiuprinieni-sc por um procc.-o particular i*
c novo, bilheles de visita, que em nula
domaos que so imprimen! tora do imperio, t!
coma vanlagem de laier mbreaabir muilo mais o lustr do papel porcelana, e dcarein
assim cmn mais realce. I'or osle meimo
ineio so iuipnnieni no dilo papel loda H
grnvuras em grande < pequeo rormilo. B
Abrem-se chapas nlpso para bilheles de i-
sita c
eenlii
um |
'ti
vr tic i
mo lambem para letra* do coniiuer-
i quaetquer objeclos da arte
  • iinpriiiiiMii-sf regblraa t l$280r*. o
    , tendo a rlii(ii pourii milis mi meoof
    olmo quadrado. o annunclanlo mo-
    i mu pnuco ili--ijiiiit' da praga*, p''lo u
    na a quem cunvier, B^dirijamii fabrica
    Iclielca na roa do Knim .... ou na
    f$ l"ji lo livros ii. 56da rua da Cni
    Alt
    irniiir.iu
    ga-aeuma nisd,
    jijira veildR ii:
    ...BSS
    na do (.aldeireiro.i-om
    iiuiua da Iroveasa .lo
    jo mnalo : na praca
    -S.
    la casa d
    i,i t.
    ,v
    i rua di
    ra do l'or-
    uini'linlii.i
    Monleiro.'a qual est tire
    da Independencia, liviana n. (
    Aluna-so n segundo andar
    Cae.-, o o ipiarlo da i ua do Bl um.
    las, pcrlenrcnlcj a I'. A. da Cun
    na rua do Vigario n. II.
    Aluga-sco armazem, no .pial semproleve la-
    boma, o no inesmo lem an;:i,;.u,: uo paleo do Ter-
    co ii. 1:I!I, a Iralar com n sen proprielario Joaquim
    l.ope- de Almeida,
    Precisa--,' para um en-.'en!i.i..ii-lanlc desla pra-
    ra ti leguas, de um feitor porliiuuc, que cal.....la
    .io plaiilaccs, e.l Dador a -na c.....lucia : quem -o
    Reliar ne-l.i-.niiuii-lauei.!-. dirija; a lilaila Ca-
    i deia do Berilo, armaiem n. i, de Barroca i\ Castro.
    Seloncne, relojociro,
    vende econcerla relogio, por eommodoi
    JM-CCOS: na rua Nova n. II, loja de Mr.
    Gadault.
    Na rua da Cadeia de Sanio Antonio n. lll,
    deseja-te fallar com os senliores abaixo inencioni-
    ,in-: Francisco Ignacio da Camari l'imeuiel. M.t
    noel Gomes da Silva, Lourcnco Kerreira deSouza
    Jnior, Francisco de llollanda Chacn, Anlunio
    J,,-,; de -Mello, Francisco Joaquim da Cosa. JoSo
    , Bego Han,,-. Joflo Rodrigues da Silva, Jo- l'or-
    lirio 'leiveira de .Meiulonea, Francisco Pereira de
    liii.....looTliomai dos Sanio.
    i Piulo, Manuel da Sila Barra
    do Espirito Santo, UanoolSirii
    : Barros Falrlo, Joto Luii P.....,
    Mello Allnupienpie, Virenle
    quii Bodligue, dos Sanios
    Ido llollanda Cavalcanli. Jo
    Silva Francisco Alnuiao
    .Jos,
    Francisco Ferreira
    . Siiuao Rodrigues
    u> do Caiii, Jote de
    , Jno Cavafranll de
    aie- Branca, Joa-
    , Antonio Brnsilino
    -i- Cunegundei da
    le Albui|ueique e
    ,le Benevide
    , Domingos
    de Vaacon-
    1,-io por eslalur-
    niii e-lcs -enho-
    Mello, Jos Carduzo Cavalcanli, .Ii
    Kalclo, Jote Botlriguca de tjiralh
    l'creira lioinlini. PatricioJosdTavar
    cellos, a negocio, e faz-te cale annunc
    na por a-siin ser mais fcil ti-
    res ou alguein por elles.
    Ignacio Luis ca Brilo Taborda.
    A fabrica franecza de tpalos lateados, na So-
    ledad,-, aos desojes de -cus Irrguei.....i- retolvee a
    botar um deposito de tena producloa, uo alerro da
    Boa-Visla n. 22, loja ^ chapeo- de sol, aun,le o
    retpeilavel publico encontrara um lindo aorliinen-
    lii de caleathis de lodas as imillas e de I,.dos os pro-
    cos, so encnela dos ennceilos e ludo que con-
    cerne na sua ollicina, lambem i-e loma medida para
    nina-de eneoiiuiienda cum proiupliilao easseio OS
    sonlioie- sapateirosencontrarlo na me-ma Iqjaavia-
    menlot, bezerro, marruqulm o camurca. ludo por
    preco commoilo : lodos os objecloa nelail iiieueiona-
    ,!,,-. en,l,in--e lambem em |,ulean.
    AO PIBLICO.
    i No armazem de fazendas bara
    tas, rua do Collegio n. 2,
    J venili'-sc iim completo sorlimciilo o*'
    i^> le tazendas, linas c gronas, por p.e
    M presos mais Iiiimjs lo que cm ou- p.
    ;ii Ira [iialijiicr parte, lano em poi-
    3 e,",es, coiiiu a retallio, aifianc
    ,n,s compradores mu
    ntlo-
    ireco
    cues, como
    se aos con.|........^ .....__r"-v
    para todos : esle eslalieli.'cmenlo B
    alnio-se de combiiiacao eoni a 'f
    maior parle las casas ciiiiimerciacs W
    llenians esuil- os
    nais em Ko
    in'le/.as, lanir/as
    sas, paca vender i'azcuilas
    conla loipie se lem vendido, epol-
    lito ouerecendo elle maiores van-
    lageni propretarto diste importante es-
    talieleemento convida a'tollosos
    seus paliicios, e ao pulilieo em ge
    ral, paca que renlian (a' Ix'm dos
    leus uitereaaes) compi'ac a/cnilas
    Ilacatas, no arma/.em da roa do
    Collegio ii. >, le
    _ Antonio l.ui/. dos Sanios. g
    Oahaivo assigiiado, na qualidade de procura-
    dor de Manuel Rilieiro Pinheiro, ressionario de Mi-
    rto Mciules, que fui instituida herdeira no le-la-
    mento ,le -en pai Amonio Jos Alfonso, avi-a que
    nimiuem fa^a negocio com as dual casa-, sitas em
    Olinda, sobrado na rua de S. Pedro Marlvr, e ler-
    rea na rua do Cabral. que loi-arun por heranra a
    Margatida de tal. rasada com A nielo Francisco da
    Costa; visto que nao lendo aquella herdeira sido
    roulemplada na parlillia, vai pedir a heranra que
    Ihe compele pelos meios compelenles, e a heranca
    consiste as referidas casas c dinhriro queja fui le-
    vantado ; a cuja iiuleniiiisaeai) c-Li sujeila a meaco
    da herdeira rmpossadj em lodos o- bous.
    Franeiteo Jote de Magalhiei Batas.
    Casa de commissao' de escravoa.
    .Na rua Diivila, sobrado de3 andares,
    defrontedo becco de S. Pedro n. 3, re-
    cebem-se escravos leamlios os se\os, pa-
    ra levenderem de coraminuo, n.'o se te-
    vandoporesse truballio mais do pie -1
    porcento, e sem se levar cotila alguma
    de comedorai, oUerecendo-ie paca uto
    toda a S(v;iiiaii(;a precisa paca os ditos
    escravos.
    /VlltigO leposilo do cape pciiee/.a do Itio
    de Janeiro, cosso, nielo grosso, o li-
    no, na rua la Cruz do Recite n. 23.
    Viuva Pereira da Cunda inearregada, lia muiloa
    aun,,-, da venda de-le rap, srienliliea ao- i-on-ii-
    mldorea detle artigo, qot haveudo lanas, e lao dif-
    leienle. qii.ilnlad,- de rape, quo chegan) a confilii-
    dir-se, que o rapo por ella vendido lie o do falui-
    canle Bslevlo Gaste, um dos mais anligos do Impe-
    rio, o quo deteja observen), poique conliado.- cm a
    boa qualidade de teu rape, lano em aroma, como
    cm lera proprioiludc de se i........ar muilo fresco,
    se suueila a aceitar qualquer pore.io, que por de-
    feilo de qualidade Ihe fr engelada. Para mais
    commodidade de wntIregueae acaba deeslabele-
    icr um deposito lili.,I, na rua de Apollo n. 2.
    Aos enfermos.
    aipiinioines dos Santos .Mac- gf
    iiti's contina a tratar da artlirite, B
    Jo rlieumatismo e las molesai
    nervosas cicebindo doenks s- kJ
    mente ate o dia l do presente : g
    as iKssoas quejiilfjareni proflcuoi jH
    os meios que empi-ega na cura P!
    'X dessag enlerinidadfes, podeio en- m
    contrallo no sen consultorio da
    % rua da Cadeia do Recife n. VO, to-
    ' doi ns lias nleis, das 10 lunas da
    yj. manhq as da larde, e das 7 as
    AVISO AOS SENHORES DEENGENHO.
    Alenlas as grandes vanlaccns na.....auem 'Ir can-
    na, proveniciilcsle ler os lambores das moendas
    perteilamanle torneados, uahaiio assiuoado respeito-
    aamenle lembra aos aenhorea de engenho quo na
    sua 'undie.lo de forro em lira de Portal se pode
    perfeilamenle tornear de novo um jogo de tambo-
    res, e aparar c endireilar os denles' das carretas rom
    lana presteza, que se pinte enlrefla-lce no meaiuo
    dia, evitando-te astim o inconveniente da demora
    dos carros eo impele damoagem ; assim como que
    a iiie-iua fundir.luse acha sempresorlida, nao s de
    novas moendas do diversos lanianhus e modelos, se-
    an lambem de rudas dentadas, lano para auna,
    como paia animan le indas a- propornic-, i saber :
    rolla pm volla, volla o quirla, vollae lerco, volla
    e meia,duas, Iros, ipiarlro vollas, ele., etc., c pul-
    anlo quo qualquer si-uhor de engenho quereudo ac-
    celerar asna moenda, a lim de moer mais caima no
    mesmo lempo, ou relardu-la, lim de ospremer mais
    liquida da mosnia caima, pode sem demora etcolher
    as rodas compeleiile-. l-iiudicao do ferro na rua
    do ilruui passando odiafaris. /). II. BowmaJt,
    engenheiro.

    PUBLICACAO" DO INSTITI
    HOMEOPATIIICO 1)0 BRA-
    SIL.
    VAE-MECUM UOHOMF.PATHA:
    em um volme de mais de 600 paainas; o
    DICCIONARIO POPH.AH llb MEDICI-
    NA HO.MEOPATIIICA : em 3 volomea |
    de mais do 400 paginas cada um.
    Obras indispensavefs a todos o pas do fa-
    milia, senliores de engenho, sacerdotes, di-
    rectores de Collegios ou do oulioscslobele-
    cimenlos, rapiliet do navios, scrlanejos, e
    quaesqiier oulras pessoas, que por si mesmas I
    qu'zerem conhecer os prodigiosos elleilos
    da homeopalhia.
    Velo Dr. Sabino Olegario Ludgero Pi-
    nito, membro de'muitat sociedades nacio-
    aes e estrangeiras. ,
    Eslas duas obras, que serlo adornadas de I
    versas estampas coloridas, enrerram ludo |
    o que ha de melhor acerca de medicina lio-
    meopalhica. Qualquer dolas he prcferivel
    a lodosas oulras. que al boje so lem publi-
    cado.
    Preco da assignalura 21100(10.
    Assigna-se em casa do aulor, rua das
    Cruzes, n. II.
    O VAE-MECUM lem do sabir a luz
    brevemente, visto ji eslar muilo .olanla,la |
    sua imprcs*ao.
    A. //.As assiunaluras torio receladas
    al o da :il) do correule, de conformidaHe
    com ueondicAea cslalicleridas no pros|ieclu
    publicado nesle Diario, llesse dia em dianle
    su se receberto sondo pacas umnediala-
    meule.
    Consultorio central liomeopalhico rua I
    ' daa Cruzes. n. II. ___________
    "-^reSuoTl^tufoiwsnoM:si.f
    CIDADE.
    Paulo liaiL'iiou, deulisla receben agua denli-
    flrice do l*r. I'ierre.esla agua eouheritla romn a me-
    lhor que lem apparccido, (o lem muiloa elogioso
    sen aulor. I.....a propriedade de rou-ervar a Bocej
    clieireaae preservar das dores de denles: lira o
    goslo dongradavel que d em geral o charuto. ,d-
    gUBHS nola- de-la n'um copo d'amia sao sullicieu-
    les ; lambem -cachara pdenlifrire evcellente para
    a couseraea.i do- denles : na rua largl do Ro-ario
    ii. :il. aegUudo andar.
    t Fabrica de chapeos da tol, ara praea-^^
    da Independencia, n. 35.
    noel Jeune, Chegado iillimamenlc nesla cilia-
    do, lem a boma do participar 10 rcspeilavel publi-
    co, que Irouve rom siso, um rico ecompleto sorli-
    meulo de chapeos de sol. lano .lo seda como do
    panninho para homem e senhora, ricos chapeos de
    seda com cabos de caima da India,dilos ruin carica-
    luas, dilos de armaran de ac, com ricos cnslr.es de
    marlim, bengalas e oulrus miiilos objeelns dos mais
    modernos e variado-, astim como Iruuvc lambem
    mu lindo sorlimenlo de sedas e paniiiuhus para cu-
    brir qualquer armarlo usada : lodos osles objeclos
    nioncioiado-.ennrerlam-sc'Ciim asseio.e promplidao,
    por procos mui razuaeis, e mais barato do que em
    uulra qualqner parle: vendem-te em pore.io c a v'a-
    Alnga-ae um sobrado de um indar e tolSo, e
    quarlot na loja, com quiulal, cacimba e estribara,
    silo na rua do Araglo n. .12; a chave aeha-ae na
    casa de barbeiro.immediala : a tratar com o proprie-
    lario Joan l.eili- Pila onijiieira, na rua da Cruz do
    Rerie 11. 12.
    No dia I.' do correle foi o abuito assiguado
    roubado na quanlia de I: i'.M'c'iOO rs. comanle do
    secuinlo : 7 muidas da ouro do valor de299500 rs ,
    6 ditas de 2US00TI rs., -21,lilas do toOOO, 9 ditas de
    9J0O0; em pulaiftes IHOjlHIOrs., em cruzados novot
    ItvJIKIO rs., cm sedulas de 50, 20, 10 e 59000 ra.
    4029000 rs., 2 (landres de estancia de rosa 969000
    r., o que ludo monla a 1:4969500 n, Fol oroubo
    frito no armazem do abaiio assiguado, silo oa rua
    da Soiizala Velha. Ale o prsenle lem sido frus-
    Iradas as diligencias das aulor dados, mas oahaivo
    assiguado anda espera, que mediante os cuidados
    das mesmas autoridades e a consclencia daquelles
    a quem por ventura forera uBerecldas para trocar
    moedas por pessnat, que segundo seus lucro nao
    possam legitimamenlo possui-las, peder finalmen-
    te rehaver o que lano Iba euatou e ganhar.
    Jooquim Lobato Ferreira,
    Roga-so a pessoa qoe no domingo a noile, da
    saladcdansa da rua Direila levou um chapeo pc-
    Sueno do Chile, forrado de ltela encarnado, com
    vela prela, do o ir restiluir quanlo antes na inee-
    ma sala a qualquer hora do dia, pois sea, nlo fuer,
    ser publicado o sen noxe, pois sabe-se quem o le-
    vou. a
    CONSULTORIO HOMCOPATHICO.
    Gratuito para os pobres.
    No feftfe, rua do Trapiche Novo numer H. I
    O mi. CASANOVA lem aberlo oteucon- I
    sulloro no Hecife. onde poder sor procu-
    rado .1 qualquer hora do da.
    N. l. A* pessoas que no freni pobres,
    pasaro pelo Iralamenlo de .5 a "202000 rs.
    f nilo evrcdendn de dnus meies. "
    Aluga-te a luja onde foi padaria, na ruar
    va, com commodos para morada : a Iralar ua rua
    Nova n. 3,
    Ollerece-se urna ama para cozinhar en* casa
    de homem tolteiro ou viuvn : na rua de llorlas
    n. 99,
    COMPRAS.
    Madame Angeline Mauvernay V
    Companhia, no aterro da Boa-
    Vista n. 12.
    A., tregen6 <> publico MharSo dentro desio os-
    (nbelefinienlo um pnindo sorlimenlo de rtxsndM
    ItOVM e M DMI mtideiiris ttt mrir;ido, cuino vel-
    lidos dt M'd;t,li-irselaviitdos.tlc loilas as qualuladcs,
    coiiiu cores, dilos do selhn braoco multo
    eiieorpodo, rom bobados o sem olios, para uoiva,
    veslidos do blondo com ilouselres babodoo, dilos
    para bailes, dlios de barego, liius de naia lamben
    com babadoi, um grande trllmonlo do.chanooa at
    soda do lodas as COTOS v do dKIDO puslo, dilo para
    meninos de I a 10 annos, Inmole para menino, ca-
    misolas de Al, cnfeiladas de Bis, dllaa de casia,
    colleles e mangas bordadas para vestidos, raneiraa
    de cambraia, bordadas, maulai prelas tic blondo,
    ditas brancas para noiva, dMdefll6delinho,bran-
    r.i-, mantlnhas do seda, ricaa capeHas de flores do
    laranja com os Rus de prala, Boros linas, lucos e li-
    las do lodiu as qaalidadea, de ludas as corea, o de
    todas as I ai guras, guarniere para Nocidos prelos,
    aderceos para lulo, poni* de tartaruga, loquee, or.
    re., eaparlillKH do linlm puro, atacador para 01
    nieoinoit, o um rico sorlimenlo df mcrcraria Na
    mosma casa ras-so veslidos lauto para senhora corno
    para moninas, vestuarios para meninos de qualquer
    modelo quo sojam, cbajooos, lurbautes, toncados e
    os a ran jos de (oilole do urna senhura, recor-
    abados de \estidos de di\ersos deseulios, por
    razoavel.
    O 39 A, confronlo ao Rosario do Santo An-
    tonio, fompra papel para embrulho (jomaos limpos)
    e juntamente vende 1 cainflo bem couslruido, pro-
    prio pura bolacha ou assucar.
    Comnra-se efleclivanionle papel Diarios, a
    ;fe00 a arroba: na rua larga do Rosario, loja n. 15.
    Compra-so qualquer peca velha de metal cha-
    mado do principe, preferindo-se o que seja mais
    claro: na rua do Collecio n. _'">. taberna do Fontes.
    Compra id-so escravos, o vendem-se, rccebenl-
    sc le rnmmissaA, tanlo para a provincia como para
    lora della.na rua dosQuarteis n.24.segundo andar.
    Cniiipram-sc pseravus de ambos os seins, de
    idado de 10 a 30 annos ; pagam-se bem : na rua
    Direila n.3.
    Compra-so uma escrava que saiba bem en-
    :- iuMi.il ccozinhar, c que nao tenlia vicios, nem a-
    ohaques, e uma nesrinlia de 12 at 14 annos: na
    rua do Amoriui n.-i5.
    VENDAS
    SAMIS.
    SALSA IVilIKILIIA.
    VicenleJoa de Brilo, uncoaseule ca l'eraani-
    Iiiiii, do II. J. I. Sands, chimico aroericaoo, fai pu-
    blica que icm ehegade a esta praea nina grande por-
    cande fra-ins de -,il-a parrillia de Sands, qneAo
    er,la,lerainenle fal-ilicados, e prepiradoi no Itio
    de Janeiro, pelo (pie se devem araulclar os eonsii-
    midnres de (lo preciosn talismn, de ealiir nesle
    eni:.in. tninaii,In as ranestas conseipiencias que
    setnpre c ,lns e elaborados pela inAodaipiclles, ipie anlepoem
    nena Inlereaici eos male e ealragoa da humanidade.
    I'iirlanln pede, para ipie o publico se pn-sa livrar
    ileala fraude e dislingus a verdadelra sal-a parrilha
    de Sandl da falsilicad.i e rccenlemenle aqu chega-
    d.i; ii.-iiinaii, i.inle fa/. er quea veriladeira se ven-
    de nicamente em sua botica, ni rua di Gnircic.lo
    do tlecife u. til ; c, alcm do receiloario que aroni-
    panlia cada frasco, lem emliaivn da priineirii pagina
    sen nome ImnreMo, < se achani sua Drma em ma-
    nuseriplo sobre o invollorio impri'sso do liiesmo
    Traeos.
    Madama Koutier, modista tranceza, na
    rua Nova n. .r>S,
    acaba de receher pelo navio OccUlHl um lindo sor-
    limenlo d.i chapeos de seda para passeio, e de Miro
    enleiladns para montarla de senliora, romeiras de
    cmbrala com nungai bordada-, preparado! para
    veslir-se por baivo de pililo, chales prelos o urli-
    cos, ludes de enfuir esparlilbos, meias para senhora,
    cnfeilese turbantes para bailes o Ibealros, lilas lar-
    las para chiles, linas de pellica branca para sciiho-
    r.i. i.iinisinbas bordadas, l-nfps de seda, luvasde
    casamealo, ligas, romeiras, manouilos Imrdados, se-
    da de furia-cores, mantas prelas de seda, imilaco
    deblond, vestuarios de seda para meninas, dilos pa-
    ra meninos, loques, franjas prelas, tnicas di bap-
    lisar, e muilas oulras la/endas por preco commodo.
    iMunoel de Almada Lo|wa. com cata de
    rtmsijjnarao (\f etcravoi, na rua lol
    011.11'Iris n. 'i.
    Nesla caso rerebem-sc escravos de commissao pa-
    ra se vender, lano para a provincia como para fura
    della, por conla de seus danos; alli.inca-se o boro
    tratamenlo e seKuranca dos mesmos ; c lambem
    ,,,iii|!.,.-i-sc o pncam-se liem, agradando.
    AVISO JL'HIDICO.
    A seBimda edicflo dos primeiros elemenlos para
    lieos do foro civil, mais bem carrilada e acresrenla-
    ,i.i, ii.io -,', remito doqueallerua le da refor-
    ma, corno acerca dos despachos, inlerloculori.,- e di-
    linilitas dnsjiilgadorcs ; obra essa lao inleressanle
    aos prlncipllntes em praliea quo Ibes servir de lio
    conductor : na piara da Independencia n.6 e8. i
    Paulo Gaignou, dentista.
    Pode sor procurado a qualquer hora em
    sua casa na rua larga do Rosario, n.
    ^ .",ti, segundo andar
    ts.:::
    isa-M tl uma prela, forra ou captiva
    paia ama tic casa do punca familia: no liceo do Azei-
    le de Peixe n. 7. primeiro andar.
    I>. I iiai Aunes de Andradc l.eal e sti.is ma-
    nas I. Senhoriiiha e I*, i'hereza de Jess l.eal, lem
    aborto em aun cata uma aul,i pora o seto femiofnu,
    anude se recebem alumnas pensionislas, meias pen-
    sioolstas o externas, para o que a casa lea bous rom-
    modos. As materias que 80 ensinnm seo ler, csrrc-
    ver, contar, coser, cortar, labyrinlhar, boroarde
    seilade marc, d.? Troco em (ala^arca, de susto, de
    tapete, carnimV, e oulras obras de agnlhfl proprias
    lo se\o ; orammalica uacional, arylhmelica, frau<
    COf, ingles, msica vocal, dansa e (oda e qualquer
    l,H uliladi' que os pas queiram ni,imlar eusiuar as
    SUas lillias : at pesaoai que as quizerem honrar,
    conliantio-llics suas lillias, licarao snli-feilas pelo
    ausmonlo oue ellas lorio, e pelo desvello rom que
    hmao tratadas, para oque pooefSo diriir-se rua
    do Fagundes n. 5, quem vom da ribeira o secundo
    Bobradoao p do do wanda encarnada.
    (( Sr. Dr. 11 iniiio l'creira ta Molla, morador
    om Oliuda. queira ler a hondado de vir a rua do
    Kaogol u. 7.
    b'raiirttcn tleOihctra Franco.
    -- Desapparecou deata cktadeda fc^raMbado Nor-
    te, uudia i dedezombro doanno prximo paasado,
    omuleque Joao, rrionlo, aeabralnsdu, coiu OSflg-
    naOSSOgoioles: cor fula, olhos grandeseapiutom-
    btdos, pea grandes o aluuma eOflSa apalhelados, ua--
    riz muilo rosso e r^nde sendo bastante chalo, ca-
    beca erando, lem falla de ligan* denles da frente,
    roatO romprido, lem urna cicatriz tic um lalhoem
    una das faros lo rosto, lem pomas o bracos (nos p
    o andar canimeiro, estal-jra reuular, heseccodocor-
    pu, e roprcsenla ler do 0 a \ annos de idade, no
    moslra aiuda buco de barba, lem feilo por vezes ou-
    lras fncidas, e sempo que foso muda o nome,. he
    iiiuitii ladino e astucioso: roga-se a qualqner quo o
    posar, que hue-o a Vrenle Mendos Wanderlt),
    om Pornambuco, u. -JI, na rua ila Cruz ; no Sul, a
    Pedro Ernesto Rodrigues da Silva, no enaenho Dor-
    metlino; e na Parahiha, a Claudiano Joaquim Bo-
    zeira (lavalcanli, rua das Trincheiras. sobrado u. ii,
    que sei ccnerosnincnte recompensado, (adade da
    Parahiha 18 de selemhrode I8VI.
    (laiii/iaiio Joaquim Hezcrra Cacatainti,
    <$&&&&& :^5S^^^'
    igk O MH'iliro J. Almeida inndoiia
    i*-, sita residencia para a rua da
    - Cruz. ii. .-8, primeiro andar, on-
    ^ de pode continuara ser procura
    C? do ale as 2 lioras da tarde.
    Precisa-so de um liomoui para caiieirodela-
    herna de mn|hado, que seja ililiaente, cuidadoso
    das suns ourliaeoos, e que lenha bstanle praliea
    da mesma ; d-se a preferencia a um brasileiro ; a
    tratar no primeiro andar t\o sobrado da esquina da
    rua das Plores n. 21, com frente para o porlo das
    canoas.
    No dia ." do correule perdeu-se urna letrada
    quantia de 2709870 rs., sacada por Manoel dos San-
    tos Piulo, e aceita por (tmanlo Rodrigues l i ramo-
    so e A.; e como adila letra fo-se paga na data ici-
    ma, lira sem cfleilo alijum para quem a possa aebar.
    Na rus Aagnala n. M, precisa-so de urna pes-
    soa livre para criado, e que nao lenhi familia : a
    Iralar daa (I as Oda manlia, e das _' as "i da larde.
    Precisa-so alogar urna ama para cozinhar e
    Comprar ua rua : na rua da Concordia o. 8.
    >a rua to Livramcnto o. Vi, luja do sapa tos,
    recebom-se couros para surrar, a 800 rs. a duzia.
    i
    Veude-se um escravo muilo possaule proprio
    para armazem de assucar, ou olilro qualquer sorvi-
    co, tle idade 22 annos e bonita Usura : a fallar ua
    ruada Cadeia do Kcrife, na loja de ferraBens do
    Jom'1 Piro- to Muaos, u por cima da loja do 8r. Jo-
    Dias da Silva, no primeiro andar.
    Vende-se umsrandc sitio ua estrada dos Ahle-
    los, qua>i defronteda iureja, o qual lem mui tas ar-
    s tle fruclas, Ierras de plaulacoes, baixa p..ra
    capni, e casa tle vivando, com bstanles commo-
    dos: quem o pretender dirija-se ao mesmo sitio a
    enteiidcr-se com o-Sr. Anlonio Manoel de Moraes
    Mosquita Pimi-nlel, ou a rua do Crespo n. 13, no
    escriplorio do padre Antonio da Cunha e Figuoi-
    redo*
    Vende-se farinha da Ierra muilo superior, no-
    va, por proco commodo : no becco l,rfft> n. I, se-
    cundo andar.
    Para as senhora do bom gosta.
    Vende-se lencos de lah\rinlhu, obra muilodclica-
    i da, huios em ramhrain denlio, da mais fina, e por
    preco commodo : uo becco Largo n. t, ac^umloan-
    dar."
    Veude-se mil pares de sapalos do Arac.il> :
    em casa de Tasso & Irm.tu.
    Vende-se duas currocas e um lioi, tido om
    porfeilo oblado, a-sim como tres pares de caixilhos
    nuvos, dous muinlios de moer rafe, ludo por prero
    muilo commodo : na rua do Corredor do bispo,
    campia denominada Campo-verde.
    Vende-se 10 eseravus, sendo do servir de
    cai-ipo, uma uegrinha muilo linda, rom idado de 10
    a 12 annos, '\ Cacraras de todo o servico, e uma do
    bonita figura, que cose o engomma : na rua llireila
    n. 8.
    Vende-**? os csuinles livros com pouco uso,
    lli-lone Sacra*, Fbula'de Phiii'tlriXornilli Nepotis,
    Sallusliiis, Versilii.lloral I. Livin*. Epstola Ciec-
    ronis.Cireronis,Oraliones, Ordo V'crborum Sallusl,
    Kahlis dola Fon la i ne, HisloryofRomc (porGaldmi-
    Um), dila ;porThomaz Morell, Thonson Ihe seasons,
    \ H .o ofWakelield, Jonhsonpoets Milln,BrevesNo-
    c{w-'\c Pool ira i por Vellez', Historia Sagrada [ por Bcr-
    iiartlino, Collecroes de problemas no aterro da
    lna-Visia, loja deouhves n. 68.
    Nova loja de tres portas, na rua do Li-
    vrainento n. 8, com la/.entras inaa e
    grostas, por preco commodo-
    Panno prelo, lino, prova de limo, covado &>0U,
    59000, "?,"j1M) rs. ; dilo prelo limite, rauito supe-
    rior, i fiauDO, ti*iOO, 75000, e 7V rs.; casemira
    prela, lina, a 231K1), 23200, e 20.00 rs. ; dila dila
    lse(im\ a 2*700, .tjOO, e :t>"00 rs.; lencos de cas-
    sa com bico, 2I l 320 ; dilos com bico o bordados
    na pona, 280 a 300 rs.
    . Vende-se uma escrava 11105a: no alerro da
    Boa-Vista n.2, lerceiro andar.
    liroxas batidas.
    Veudem-so bioxaspara sapalciro.com um (oque
    dcferriigem, a 100 rs. o milheiro, adverte-so que
    (.in sao fundidas, ellas que sao poueas, lo^o se
    acabam, c pelo proco! ...: na frente do Livraiuen-
    to, loja do iniudc/as.
    Vende-se cal virsom de Lisboa : ua rua do
    Trapichen. II : no armazem tle assucar, do Fon-
    seca Metleiros o Companhia, viuda pela barca portu-
    guesa Olimpia.
    Veude-se um lerreuo na rua da Alegra, con-
    fronte ao heceo da rua Velha, por prec,o commodo,
    a lral,-ir na rua Nova, n. li:t.
    No palco do Carino, taberna n. I, vende-sc
    caf da (erra muilo superior, a 180 rs. a libra.
    Vende-se uma parle de um mulato, no valor
    de 200DOOO, que me locou por rallermeuto de mi-
    ulia sogra, de idade 00 annos pouco mais ou menos ;
    becarreim : quem prelender, tenha a boudade do
    procurar na rua ta Cruz, 11. 117.Manoel Gon-
    ralic* ti? Azcreo famot.
    Venden ao sele parles de Ierra denominada
    Pao d'Oleo, fregueziad'Agua prela, com meia le-
    gua pelo rio cima do Piraus rom uma legua de
    fundo ao Hio de Una, compradas as ditas parles, aos
    henleiros do fallecido A mam Rodrigues da Concei-
    cfto ; quem as mesmas pretender, lenha a bnnu>le
    1I0 dirisir-sc a ruada Cruz, n. .'17, taberna.
    lili) prelo, laviado, a 500 r%. a vara.
    \,i rua do Cresjio, loja da esquina qoe volla para
    a Cadeia.
    Vende-se na rua da Senzala Velha, n. 36, um
    mulalinho de 9 a 10 anuos, muilo esperto, para .
    aprender qualquer olllcio: oa mesma casa vende-so
    um piano iuiim em conla, hia mesa propria |iara
    loja de faiciidas lutlo islo por preru comuiinfn, para
    ln|ti l.tr.n de 'tuilas.
    Na rua daa Cruzes, u. tO, tem loce lino do
    go!aba para vender.
    Vnndem-sc duas mulalinias, de 12 a ti an-
    nos de idade, tle bonita figura : no rua do Vigario,
    taberna de J0A0 Simi.es de Almeida.
    Veude-se a taberna da Capunga, que foi de
    Joflo Francisco ila Lapa, muilo om conla y a tratar
    com Joflo Simoes de Almeida.
    ' Vendse aiinha de Sania Calharina, dita de
    Saii-Malheus. e dita da Ierra em saecas e mesmo a
    relalho, p,.r preco commodo: no nrma/cm da rua
    do Kangcl 11. 2t.
    Vende-se muilo boas amendoos descascmlas a
    200 rs. a libra: ua rua largado Rosario 11. ;*!> con-
    fronlea igreja, taberna de i portas.
    Le te puro a 200 rs. a garrafa.
    Todos os dias das >||2 as 7 horas da
    manliaa : na traversa do Queiinado, ta-
    berna 11. 3.
    FAUIMIA DE MANDIOCA.
    Vendem-se sacras com farinha da Ier-
    ra, mais barata do <|ue em outra qual-
    (|iicrparte: a tratar na loja n. -26, d

    rua da Cadeia do Kecii'e,
    eo Largo.
    esquina dobee-




    Vendein-so fitas para curias de ha-
    chareis : na loja n. 2 da rua,,Nova, atraz
    da matriz.
    Vendem-se riquk-imaet>oloadura para col-
    le, dilas domadas, o casaeai de cores : na ra
    Nova, leja n. 2.
    DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
    Na ra de Apollo, armazcm de Leal
    Keis, tem superior polaua do Rio de
    'Janeiro, e da America, e cal era pedra,
    chegada de Lisboa no corrente me/., na
    barca Olimpia, tudo por preco com-
    modo.
    Cera am velas. ($
    Vende-se cera em velas, de su- $
    perior qualidade, fabricadas em tt
    Lisboa, em caixotes sortidos a' (t9
    vontade dos compradores, e por 2
    mais barato preco doqueemoii- J
    tva qualquer parte : na ra du X
    Vicario n. 19, segundo andar wv
    escriptorio de Macbado & Pi- W
    nheiro. '
    Vende-se sola de superior qualidade, chegada
    de proiiino do Arnratv, assim cuino muros inindus
    cera de.carnauba, velas de carnauba coni|*oslase
    peiiuas de ema : na ra da Crui n. 15, segundo
    andar. ^^^
    Diccionario dos termos de saedlclma,
    clrurcla uuomU pharaaacla ,
    ata. etc.
    Sahio lu esla obra indispemsvei a toda* ]
    as pessoas que se dedicam ao esludo de
    medicina. .Vende-se por I rs., cncaderna-
    dn, uo consullorio do l)r. Moscozo, ra do
    Collecio. n. 25, primeiro andar.
    Vende-se a taberna da ra das Cruzes n. I
    i'om fundos a vonladc docomprador, com bons com-
    modos para familia, ou se entrega pqr balanco : na
    ra de llorlas n. 1, que achara com quem tratar a
    qualquer hora do da.
    Farinha de mandioca.
    Vende-se farinha mulla superior, cliegado ha
    pouco do Hio Fonnoso: uo Forie do Mallos, prensa
    de Manuel Jos da Silva Braga, no largo da As-
    semblca u. 1.
    Cal de Lisboa.
    'Ni* rua de Apollo, armazeni n. 2 II, ha superior
    cal, nova, ero pedra. a preco muiln razoavel.
    PAO'DE FAMILIA.
    O proprietario da nadara da ra la
    Senzala Novan. 50, tem a venda do dia
    7 rio corrente em diante o superior pao
    de familia, que so' igual se fabricara' no
    Itio de Janeiro, sendo cada um de 100,
    80 e VOrs.
    Vende-se una laberna, sita no Varadouro da
    , cidade de linda, na esquina dcfronle do [lorio das
    canoas, por bailo do sobrado, propria para qual-
    quer principiante |>or ler poneos fundos : a tratar
    na ra da Madre de Dos, laberna n, :|6, no Hecife.
    Vcnde-se o verdadeiro robe autccvphililico de
    l..iilrrlnii: na rua da Cadeia Velha n. til, botica
    de Vicente Jos de tirito.
    Oh aja* pachlncha !
    Na loja de Guimarnes A llcnriques, ra do Cres-
    po n. 5, ha um completo sorliinenlo de raiubraias
    de edr com barra, muilo lindos costos, e de supe-
    rior qualidade, pelo baralissimo prec.o de 23000 rs.
    o corle, com 1(1 covado,; a ellas antes que se aca-
    hein.
    Deposito do rap princeza da Fabrica
    re J. J. da Rocha >V Companhia, do
    Rio de Janeiro, na ra da Cruz n.
    57, segundo andar.
    Joaquim Ferreira Mendos liuimarilcs rerebeu
    pelo paquete (mitmbara, nova rcmessa do excel-
    lenle rap nacional princeza, da fabrica de J. J. da
    Bocha ^ Companhia, do Rio de Janeiro, onde he
    muito apreciado, e lido pelo nico que mcllior subs-
    litue o ile Lisboa, pela grande semelbanca que com
    elle tem, (anlo em cor como cm aroma. Elle lie
    laiiibem ja hem apreciado na Kahia, Marei, Ceara
    6 Maraubo, eceralincutc cm todas :i. parles onde
    tem sido mandado : para manir enmmodidade dos
    compradores, tambein o acharan venda na loja da
    inesina casa, na esquina do lamo do CoUeglo, taber-
    na do Sr. .Manoel Antonio dos Santos Fnulrs, e
    aterro da Boa-Vista, loja de calcado do Sr. Joa-
    quim Jos Dias l'ereira
    Vendcm-se missaes para inissa da ultima edic-
    c;io, c boa encadernaco : quein preleuder, dirja-
    se ,i ra do Calmea, loja n. ti. Vende-se mais um
    esloju de dcscofad, com seu cuinpclcnle livro de li-
    suras.
    Veiidem-se corles inteiros de ves-
    tidos de cbitif franceza, larga, lina, e de
    diversos goslos modernos, sendo pelo ba-
    tato preco de 20000 e 2,s2Kf rs., a di-
    n huiro a vista : na loja de quatro porta:
    n. 3, ao lado do arco de Santo Antonio
    Vestidos baratos.
    Veudem-se vestidos brancos, com baira, a iSOOO
    rs. ; ditos bordados, a 49500 rs. ; ditos de -1 halla-
    dos, a 18500 rs.; dilos de :i babada*, a 5*000 rs.
    dilos de i dilos. a 5&500 rs.; ditos de castt pintados,
    com i dilos, a 5&500 rs.; cortes de cambraia de sal-
    picos, cun 8 }\ varas, c :io500 rs. a pcra;camliraiai
    arrendadas braucas c de cores, a :is>500 rs. a peca;
    na ra Nova, loja nova n. 10.
    PAO' QUKNTEDAS (i AS S MOKAS
    DA TAKDE.
    Vi piulara da ra da Sen/.ala Nova n.
    "0, llavera' desdo 0 do crrante cm (li-
    ante, iwo'quente como se cos una as
    nadaras do Rio de Janeiro.
    Gal virgem.
    Vende-secal nova em pedra, viuda de
    Lisboa na barra Olimpia, |>or pi ero mu-
    lo commodo: na ra do Trapielien. 15,
    armazem de Bastos Irmos.
    Vende-se un: escravo, panto, de 18 Jimios de
    elei;atile figura, e de rauito boa conduela", proprio
    para pageffl, c unta lila quccozmliae eiioiiinin, es-
    tes ewravos vendem-se para liquidar-se: no Passcto,
    lojan. 2\.
    Lencos de cambraia de linho linos,
    aiOOrs,
    na ra do Crespo, loja da esquina, que volla para
    ' a Cadeia.
    Vendcm-se saccas com farelo, cliegado ulli-
    inamenlc da America, ;i _'-"*">on,-. a sacca : na ra
    do Trapiche Novo n. 8.
    Vendem-se cadeiras, consolos, sofas,
    liaucas demeio desala, de Jacaranda ;
    .cadeiras, sofi, consolos, mesas de mcio
    Mr nala,' deaigico ; cadeiras, sofs, con-
    sol, de oleo ; guarda-roupas para se-
    uliora, camas franeczas, de jacarando
    ditas de amarcllo, marque/as de aiiRico ; ditas, de
    oleo, e de amarillo, e oulras militas obras que se
    inoslraroao comprador, ludo o mais moderno pos-
    , svel, e por precns muiln commodos: na rua da
    Cauboa do Carino n. II. Na mesma casa tambem se
    vende junco, tanto do primern como de segunda
    Mirle, para tecercadeiras. c por barato preco.
    Vende-se una duzia de cadeiras. com asenlo
    le palliinha ; um joso de consolos; um sof, c um
    par de banqmulisis de columnas, tudo de Jacaranda:
    no piteo da Kibeira de S. Jos n. II.
    Vendem-se courinlnw de cabra, de boa quali-
    dade : na ru da Madre de l)eos, loja, n. :li.
    INi'limrlia de leilao.
    Vcndo-sc luvas brancas abortas para meiamode
    sculiora.e meninas, lie fazenila muito lina c linda,
    *|ii-lt- commodo pre^o comprar, na frente do Lyramerito loja de minde/as.
    Capachos para sallas, a 500 es. cada um.
    \cndem-se lindos capachos para salas e lo|H>de
    tanttt a ."i0 rs. cada um para se acabar : na
    Trente do l.ivraineulu, luja dqmiudezasde F. A. de
    l'inho.
    Aos senliores locistas de miude/as e bo-
    ceteiras.
    Pealeri para alisar, mai> baratos que em casa
    aliuima acharo; quem osquizer comprar, ua fron-
    te ilo l.ivramenlo, loja de wfuitaUN de I*
    l'inlw. p .
    Kspnr.is (inissimas.
    Veiidem-c rica csp >* uaaslos a cmIIo pela fesla : na frente do l.ivra-
    mento, lo|ade miudezas.
    Babadns de linho.
    Veudeiu-M habados deliuhode dilTerentcs lar-
    auras, por preco commodo : na frente do l.ivra-
    menlo, lj.i de miude/as.
    AttencSo uo l>ara!o.
    Ricos btcos de lilaiiaha prclni e de lind. cores,
    pruprios para enfeite da vestidos e mautelcles de se-
    iihorn trancas e requililV-,, franjas du relro
    prelo para capotinhns, Iranrelitis para debrum de
    collete>'prclos, e diderenleslroloi'S para cllele, |a-
    lils, casaros, vestidos ecami*as, ludo muito barato,
    pira liquidarlo i". loja derorudezas.
    m
    AMUillAR E SLPEHIORIDADB
    DA
    SALSAPAKK1LI1A DE BH1STOL
    sobre
    A SALSA PARRILHA DE SANDS.
    AttencaoH>
    A SALSA PARllll.HAEBRlSnil. dala des-
    da IKt, p tem conslanleroenle nunlido i sua re-
    piilurn sein necessidade de recorrer a pomposos
    aniiiincios, ib: que as prcparac.6et de mrito iiodem
    dispensar-se. O successo do l)r. BRISTOI. lem
    provocado inliiiilas invejas, e, enlrc nutras, a* ilo-
    Srs. A. R. 1). Sands, do Nen-York, preparadores
    e proprielarlos da salsa parrilba conbecida pelono-
    me de Sands.
    Estes senliores solicilaram a usencia de Salsa par-
    rilba de Brislol, ecomo nilo o podessem oblcr, fa-
    bricaran! nina m/ardo de Brislol.
    Kis-aipii a calla que os Srs. A. II. II. S.ind- ns-
    creveram ao l)r. Brislol no da '20 de abril de IHli,
    c nue se acba em nosso poder:
    Sr. Dr. C. C. Brislol.
    Blalo, &c.
    Nomo aprcciavel senbor.
    Em lodo o atino passado temos vendido ifiianti-
    dajri ronsideraveis do eilraclo de Sal-a parrilba de
    Vmc, o pelo que ouvimos dizer de suas rirtuile*
    iquclles qoe a (cm usado, juluamos que a venda da
    dita medicina so ausmentar mailiiiimo. Se Vine,
    qui/.er fa/cr um rimirnin coinnosco. eremos que
    nos resallarla mulla vautasem, tanto a mis como a
    Vmc. Temos muilo prazer que Vmc. nos,rcsponda
    sobre este assumplo, e se Vmc. vier a esta cidade
    duqui a um me/, ou consa semelhaiite. leamos
    mallo pra/er em overem nossa botica, roa de l;ut-
    lon. n.79.
    I'icam s ordenado Vineseus sesmos Nrrldoroa,
    Inignadoi] A. U. I. SANDS.
    CONCLUSAO'.'
    1. A aiilisuidade da salsa parrilba de Bristol he
    claramente provada, poli ipic ella dala desde lltfci,
    eque a de S.....Is sii apparecou em 1843, poca na
    Jial osle droguista no pode oliler a agencia do Dr.
    ristol.
    i.3 A superioiidade da salsa parrilba du Brislol
    he inconleslavel: pois que nao obstante a concur-
    rencia da di' Sands, e de urna pm cao de unirs pra-
    paraciVs, ella leinluanlidoasiia repulacao em qua-
    si toda a America.
    As numerosas experiencias ledas com o uso da
    salsa p.urillia cm lodas as enlrmiuadea orisinadas
    pela impureza dosansue, eo bom otilo oblldo ucs-
    la corle pelo lllm. Sr. Di. Si'-aud. presidente da
    academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
    Di. Antonio Jos IVivoto em sua rmica, e em sua
    laraada can de saude na Gamboa, pelo lllm. Sr.
    Dr. Saturnino de Ollvalra, medico do exondo, e
    por varios oulros mediros, permillem boje de pro-
    clamar altamente as viiludes ellcaies da salsa par-
    rillia de Brislol vende-se a .wS> o vidro.
    O depoailo ilesla taba mudou-* para a boliea
    franceza da rua da Cruz, em frente ao chalarla.
    DEPOSITO DE CAL E POTAStA.
    Cuiiha A Amoiiiii, receberam pelo ultimo navio
    de I.i.lina liariis com i a de superior cal em pedra
    para O fabrico dea-mar, e vendem por menos que
    emonl i a qualquer parle; e para fecliameuto de cun-
    tas um restante de potassa americana: na rua da
    Cadeiadu Hecife n. aO.
    Vende-e a verdadeira salsa parri-
    i Qiinceza, du na
    __Vende-se o silio que foi ilo falccido Jos ?.aca
    ras de Carvalho. no luar de Beberibe de baixe, ,1o
    nominado dos craveiros. rom rasa devivenda de po-
    dra, conlcndo sala adianlc com dous quarlos, dita
    do delraz com dous quarlos, soto srande, cozinha
    grande e copiar. L'ma rasa de taina com sala edous
    quarlos, alraz dous quarlos, eslriharia para tres ca-
    vallos, e soto para prelos ; um lelheiro que serve
    para casa de farinba, com estribarla para dous ca-
    vallos; muilas arvoresde frutos.roniosejam.coquei-
    ros, maiiRuciras, cajueiros. raansaheiras, craveiros,
    (Rirofe) larangeiras, sapolisciros, pinbeiras, frutei-
    ras de pao ele. etc.. terrenos para toda a cultura, e
    malla de rapoeira,atendo de fundo quinhentas bra-
    cas, o de frente quatrocrnlas, pela beira do rio
    pouco njaisou menos, sendo o fundo de menor lar-
    Uiira : quem o pretender eulenda-se com u lllm. Sr.
    JoHo Pinto de l.emosjunior.
    NO CONSULTORIO IIOMEOl'ATIIK'.O
    III!. r. A. LOBO MOSCOZO.
    Veudo-se a melbor de todas as obras de medicina
    homcopalhica \XT O NOVO MAM Al. DO DU.
    (1. II. JAIIR ./TS Iradntiilo em pnrlufiuez |ielo
    Dr. I'. A. Lobo Moscilzo: quatro voliuncs enradrr-
    nados em dous. lu^HM)
    O i", volunie conlendo a pallmsenesia dos 111
    inedicamcnlos que nilo foram publicados salara mili-
    to breve, por estar muito adianla.la sua Imprento,
    Diccionario dos termos de medicina, cirursia, au itu-
    mia, pharmacia, ele. etc. encadernado. ttlH)
    Lina carteira de i\ lulios, dusuielbore e mais bcni
    preparados slobulos hoinio|ialhicos com as duas
    obras cima v........itWKKI
    lina dilade:ili liilioscoin asmesinas fsOOtl
    Dita, dita de 48 lubM........wkki
    Dita de IH com as ditas..... ItKiyKHI
    Carteirasdcii tubos pequeos para alsi-
    beira............WHIO
    Ditas de 1K ditos.........iiinhki
    Tubos avulsos de sloliulos..... IrstKH)
    Vende-se una linda grrula tourina: na C-ipuii-
    sa sitio de Mr. Douburcq.
    VeiHein-sc piano, fortes de superior qualida-
    de, fabricados pelo mcllior autor liambiirsec. lia
    rua da Cruz n. i.
    Vlnbo do Fdrto superior feltorla.
    Vende-se vinho do Porto, superior feiloria. em
    barris dcoilavo.por 45*000 rs. cada um : na rua da
    Cadeia do Hecife n. 1. armazcm de Barroca i\.
    Caslrn.
    Vende-se nina cscrava moca, muilo sa,lia, de
    boa figura, rozinlia o diario de una rasa, lava, en-
    soiiima, c com principio de costura, boa vendedora
    tic rua : no pateo da Sania Cruz, sobrado da es-
    quina qu,e volla para a la Velha. Na mesma casa
    voiiilcin-se os passaros scsuinles. mu rocliiclio. um
    xexo, dous canarios do reino, dous binlos, todos
    bstanle cantadores, e un papasaio rallador.
    Vende-se una muito bonita e nova canoa de
    carreira, de amacollo, sciu o menor deleito, prompla
    e piolada, de um s pao, e capaz de roud'i/ir nina
    familia, por ter quasi \ palmos de horca e 35 de
    comprlo : a fallar com Victorino Francisco dos
    Santos, na rua do Hausel ii.'i.
    Voiulc-sc a uu'luirl.Ti'inlia deSan-
    ta Catliarina.em lacea ffrande, a 5s500
    rs.: no arina/cn ilo Porte tlt) -Mallns n.
    k\, defronte do trapiche do algod&o, ou
    a tratar com Manoel Alve Guerra ,ln-
    nior, na ruu do Trapiche n. I \, pri-
    meiro aullar.
    Vende-se um resto de ejemplares
    da obra Kaphael, paginas da juventu-
    de por Lamartine, verajo portugue-
    za \c 1). Carlos Guido \ Spano : na na
    do Trapiche n. II, primeiro ailar.
    Em meio uso.
    Vende-se mu par de bancas de abrir,
    de Jacaranda', obra hem acabada, e uue
    nao lie loleada : na rua de Borlas n. lia,
    casa terrea que tem a frente piulada de
    azul, e pin ladas brancas
    ROB I.AI IECTKIU.
    O Mineo aiilnri'iiiln por itcitilo do COHttlho mil
    r dfi't'rl'i ituptrillli
    Os mdicos dos luh.pil.ii~, reroinineiidam n arrobe
    l.allocli'iiv.....mo sendo o nico aulorisado pelo so-
    vernoe pela Real Sociedadede Medicina. Este ine-
    diramenlo d'um gusto asradavel, o fcil a lomar
    em secrel.....sin em uso na marrana real desde mais
    de 0 anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
    com pouca desposa, sem mercurio, as allcinVs di
    pplle, iinpiuscns, as consequencias das sarnas, ul-
    ceras, e os accidentes dos parios, da iilade ciilu e
    da acrimonia hereditaria dos humores; convm aos
    rlbanos, da hexisa, as ronlraccoes, e fraquexa
    dos orgaos, precedida do abuso das biscenos mi de
    soinl.is. Como anti-svpliililico, o arrobe cura cm
    pouco lenq.....s lluxos recentes ou rebeldes, que xol-
    vem incessanles sein cnnsequeucia do empreso da co-
    paiba, da cnbeba, ou das iujecces que represen-
    tamo virus sem iiculralisa-lo. O arrobe Lullerlciiv
    be especialmente recoinnicndado contra as doencas
    inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao indurlo
    de potasio. Vende-se em Lisboa, na botica de ll.u-
    ral, o de Antonio Feliriano Alvos de A/cvedo, pia-
    ra de I). Pedro n. 88, onde araba de chesar una
    Brande |>orrao de garrafal grandes e pequeas, viu-
    das directamente do Pars, de casa do Sr. Bojveau-
    l.atrecteuv 12, ru Richev a Paris. Os formularios
    dam-te gratis em ras:i do senle Silva, na placa de
    I). Pedro u. 82. No Porto, em casa de Joaquim
    Araujo; na Baliia. Lima ,\ Irmos; em Pcinam-
    liuru, Soiim; Hio de Janeiro. Rocha & Filhos, el
    Morcira, loja de drogas; Villa-Nova. Joto l'cri'ii.i
    de Msales l.eile; Rio-iirande, francisco de Pau-
    la Couto \- C.
    VENEZIANAS .
    Aterro da Itoa-Visla n. 55.
    Tem um sorliinenlo de venezianas com lilas ver- Ibas de (landres : ludo por barato preco
    .... o.. ____i. .. ____ _,,.. ._ n-_...-:,.. .1 ,l J> T'^a^- .- n^wtn*
    da
    lita de Sands: na Indi
    da Cl'UK, em frente ao (balan/..
    Veiidein-seem casa de Me. Calmoul & Com-
    panhia, na piara do Cotpo Sanio u. II. osesuinle:
    vinllO 'le Maivilleeni caixa- ile :l a ti diizias, liabas
    oni novcllos eearreieis, iircu em barricas mallo
    grandes, ac do milaosorlido, ferro ingles,
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua
    Ssnzala nova n. 42.
    Neste eslalieleciiiienlii COIltiuln a ha-
    ver um completo sorliinenlo de moru-
    llas e meias mweuilas para enj'enlio, ma-
    chinas de vapor, e tai xas de trro balido
    c. coudo, de todos os latnaitlios, para
    dito.
    AOS SENMORES DE EXGENHO.
    O arcano da invenrao' do Dr. Eduar-
    do Stolle c;;: Berln, empregado as co-
    lonias nj'le/.as e Imllaii'le/.as, com gran-
    de vantagem para o melhoramento do
    assttcar, acba-se a venda, em lalasdelO
    libras, junio com o inelbodo de einpre-
    ga-ln no idioma portugus, em casa de
    \.' O. Bieber x\; Companhia, na na da
    Crue, n. i.
    Na na doVigario o. 19. pilmelro andar, ha
    para vender. I'andlo muito novo ehesado pela barca
    .'/vi/o/ioi. por preco commodo, ejunlaiueule nova
    ralvirgeui de Lisboa.
    MIADOS DE
    Na liunlicao de C
    Sanio Amaro aclia-sc
    dos de ferro MOENDAS SUPERIORES.
    Na fundicao de G. Slarr xV Com|iauliia
    em Santo Amaro, aclia-se para vender
    moendas de canoas todasdeferro, deum
    tnodello e conslrucean muilo superiores.
    TRIESTK-SSSF.
    Un roconcliciilo mu niTCganMIltO il;i M-riLnlpi-
    m i.ii mii.i ile sss rmninho. c vendA-M por implico
    preco: uoMcriplorlo le DeaneYoule t&CpfnpA-
    ulii, ou IMS m'U^ ;irina/riw noheceo do (iotir;ilvcs.
    DOCK DE BACORY.
    Chefioa rercnleiiienle !< Maranhffo urna pequea
    porrflo Jesleilelrado Ion-, omellior que lia, lano
    pclii sua exeellente qualidade, como por conservar-
    te por mullo lempo cm porfciio esijitlo: vende-so-
    emeasa tic KonletSi Irmflo, na roa da Cadeia Velha.
    iLcescia de Edwln BSaw.
    N;i rua ilt* Apolla n. 6, .irni.i/cm tic Me. Cahuonl
    & Companhia,acliA-ae ronalanlemenle boua sorii-
    mentosde lalxaade lerroroado ebaUdoa lauto ra-
    sa como rundas, moendas inollras lodas ti-1 rerro pa-
    ra auimacs, aiioa, ele., litas para armar em mailt'j-
    ra de Indos os lainanlioseraoo^rnosmab modernos,
    machina horistmlal para TBpOf '''"i" Torra de
    leavalloii ctteoe, paatadeiras de ferro eslaiihado
    para 0888 lie purear, por uieiios preco OUeosde co-
    , escovena para navios, fero da Sueeia, o fo
    FERRO.
    Star.'. & C.
    Dura vender
    i.i
    i ra-
    les de linho e de lila, com caixa e sem ella
    conceda e'se Irocaas novas porvelliaa, a vonladedo*
    enmprador.
    v*ende-se, no paleo do Carino n. I, mnescra-
    vudehonila Qgon, 8 opliuio co/.inluro.
    Vende-se urna lialanc.i autor Kom0Q dril l|..'
    palmos, pie fui de urma/em deassucar. com Ireie
    BJTODM le pesos, e conchas ; quem a qui/er. Talle
    com Jos Antuiics (luimaraes, na rua de Apollo
    ii. :t0.
    Veudeni-sccaseiniras para Torio le carros: na
    rua Nova n. .
    Veii(l('in-s* relogoi de onro, pa-
    tente injle/., os melliorrs que lein viudo
    a este mercado, e do mais acreditado
    fabricante de Liverpool: em rasa de Hus-
    sel Mellon Ot Companhia, na rua da
    Cadeia do I.eeife, D. '>(>
    Cobertores escuros,
    de alRodSo, a 8(10 rs. ; dilos nes o enramadla,
    muilo grandes eencorpados, a 19IM) rs.: na rua lo
    Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
    Vende-sc vinho da Maileira de superior qua-
    lidade einquarlose oilavosdepipa, por preco com-
    modo: noarmazemdc N. O. Bieber <5 Companhia
    na rua da Cruzn. 4.
    A elles. que se estao acabando.
    Cohcrloresde la|telc muilo crandes, pelodiminn-
    A. de hl preco de I&10U. dilos luain pequeos, a 800 rs.,
    colchas de salpicos brancos, a IstOO, hriin Iraneado
    escuro, de linho puro o muilo lino, a (iillrs. a vara,
    chilas de assenlo escuro e bom panno,.a 140 rs. o
    covado : na rua do Crespo, loja n. .
    Na rua do Colle{jo n. ">,
    ooulinua-e a vender doce de limilo, larnpja citlra,
    e ouIrRS mais qualidade, em* barris de I HbriJ 88-
    da um, pelo pre;o de cinco palacas, semlo grande
    pnn;ao faz-se abulimenlo. Na mesma se viendo b
    " islKia, a .80 rs. a libra
    Deposito da fabrica de Todos o Santoa na Bahia.
    vende-se, em casa de N* O* Bieber \i... na rua
    da Cruz, n* 4, alaodaO Iraneado d'aqaella fabrica,
    muilojirnpria parasaccosde acucar e rotipa de es-
    rravos, por pceo commodo.
    yende-ae presuntos iiule/es muilo novos para
    lumbre, lalaa com bolacliinhas le -oda lni{teza,quei-
    jos de pralo, conservas muilo novas, seinenUs de lo-
    das as qualiilades de horlalice, eliesadas idliiiiamen-
    le: mi rua da Crui n. 16, defronle do S\ Dr.
    Cosme.
    Una do Crespo n. *.
    Vendem-se corles le seila escore/.a, a llNHKIrs.
    Vendein-fe corlea de brim bramo denomina'
    do lidia, por :l>'>00 : na rua No\a n. '2.
    \"*eiide-se una cscra\a, crioula, boa eiinom-
    madeira, o/iidicira e lavadeira : na rua doQuei-
    mado u. 39,
    Capachos grandes.
    Vondcm-se o. maioresemelhores capachos, que
    (em viudo a esli praj.i: asafm como perfumarias a
    mlodezasde (odasas qoalfdadeSi < por presos que
    amad-un aos Compradores : na esquina que \olla pa-
    ra a rua da Madre de leos, loja de miudezas.
    Veude-se muilo emconl.i um caitffO le padaria
    efbeanra paraassuear, um balco, duas baianca
    urna arande e oulra pequea com os competentes
    pesos, ludoem bom estado ; a tratar na rua do Coto-
    velo n. t9.
    Vende-sc muilo superior farinha de Santa
    Catharina, e S. lUalheus, medula a \ isla docom-
    prador : a bordo lo bricue brasileiro...//(/., fon-
    deado perlo da AlfandeKa.
    Vendem-se arreos para carro,, de
    i ui i e dous cava los, epara carioca; tam-
    liciu pe vendem muntiohasdecaseniiratde
    diversos padroes c gpftO, para os sellins
    los arreios, qiie os 'a/.ein ahrilhat.lar
    muito, chegados ullimamentedeFranca,
    Vendem-se Jiudosdeurao, depri-
    meira mialidade, para charutos, ullima-
    incnle cliegado da Itahia, e pelo preco
    mais barato do que em outra parte: na
    ruada Cruz n. 26, primeiro andar.
    Vende-se nina escrav, crioula, de idade te 20
    anuos, pooco maii ou Renos, cose, r muren, cozinha o diario de urna casa, e fax (oda
    ?u 11 ni,H l<; de bolo, c nao lem achaques: na rua do
    ulleftio n. 3.
    Gal do Xatelma.
    OanlRo deposito, na rua da Cadeia Velha n. t,
    recebeu agora urna porrflo de cal virnem mullo su-
    perior, que vende por preco commodo.
    OLEO DE LINHACA EM BOTIJAS,
    venderse em conta, na'rua Trapiche
    Novo n. 10 ; a mesma casa cliejjoit tuna
    poirao ile alvaiade de nova OOmpwicftO,
    milito superior em qualidde ao usual.
    Mrinoel da Silva Sanios rnntliiiia a vomler as
    superiores Idrinlias de Iriso das marcas Fontana c
    (i.ilci'.i : a tratar no raes da allandeaa, on na rua
    du Amorim ns. .Ki e 58.
    Na loja de do l.ivramenlo;
    vcndein-secainbraiis franrezas, de aoslos modernos
    a caras segaras, n-luo rs. a vara; dit-ss amuitras.
    deix.indo |ieuiiorcs.
    Oe.ao.
    Venile-sem'ssoemliarriras.rliecado ulliiiianiiie-
    le : em rasa J. Ki'ller ('\ Ooui|iaiiliia, na rua ta
    .! II II. >Vf.
    Pascuillas de al;odiio, a I.SOOO rs. o
    corle.
    Ycndrin-seraseniirasdealtid.id, de qiiadrns ede
    lialraSi sendo padrOw daros e escuros, pelo paralo
    preru de IS600 rs. o corte : lia la Nova, loja nova
    n. 16.
    Vinlios superiores de Bucellas
    (braneo o ileColares (llolol 'Pin liarris de quinto:
    veiidein-se em vasa de J. Keller Ov C.
    Taixas para engenhos.
    -\a liunlicao' de ferro de I). \V.
    Bowmann, na rua do Briim, passan-
    do o cliafari/. continua ha\cr um
    completo sortiinento de taixas de ferro
    fundido c batido de 5 a 8 palmos de
    DOCCa, as ijitaes acliain-sea venda, por
    pceo commodo e com promptidtio';
    embarcam-se ou carregam-seem carro
    sem dspota ao comprador.
    POTASSA SUPERIOB
    Vende-se por preco muilo
    modo, no arma/.cm n. 7
    altaodega, de .lose .1
    Mello, ou no cscriptoriu de \ovacs i\
    Companlna na rua do Trapiche n. 7i.
    Na rua do Vjgario 11. I!', primei-
    ro ailar, tem para vender diversas m-
    sicas para piano, violan e llaula, como
    scjaui, iptadrillias, valsas, redowas. JcllO-
    tickes, modinlias, imlo modernissimo .
    Cliegado do Itio de Janeiro.
    VINHO DO PORTO MUITO PINO.
    Vende-se superior vinho do Porio, em
    barris de l., ">. e s,: no armaxemda rua
    do A/.iilc ilc Peixe n. I \, ou a tratar no
    escriptorio de Novaes & Compantiia, na
    rua do Trapichen. 54.
    No armazem da travessa da Madre
    de Dos n. 1, e no armazem de Jos Joa-
    quim l'ereira de Mello, no caes da All'an-
    dega, vende-se farinha de mandioca de
    superior qualidade.
    POTASSA.
    No auiiso deposito da rua la Cadeia du Reeile ,
    iinn.i/i'iii n. \*2. ha para vender muito nova potasaa
    la Rusai, americana o h(aileira, em pequeos bar-
    ris de arrobas; a boa qualidade a presos mais ba-
    ratos do que em oulra (pialipier parle, se alllancam
    Ni meamu deposito
    isboa cm pedra. pro-
    com-
    ii. / iii^ caes da
    tjiiim Pereii'H de
    Boa que |>reniarem comprar.
    lambem ha barris non cal de I.
    linaainenle chegidos,
    Veudem-se lonas, brinzan,
    naada Rossa : no armazem de
    Companhia, na rua da Craz n. '
    brins e
    N. 0.
    ineias lo-
    Bleber \-
    Lii-hiuha de Lisboa, a H(I rs. a libra, e oulros mu-;
    tos maii eneros mais baratos do que cm ouira qual- P4'1?' I'!'('(.0 *M P^^^ na
    (pier parte.
    Cusas franeczaa, a 2^500. e sOOO i-s. o
    corte.
    Wudetn-M' causal rrauceas, de bonitos pndres.
    despachadas nesla semana, pelo barato prefn de
    2S0U, e 3j>000 rs. o corle : ua rua Nova, loja nova
    ... Ili.
    rua da Ou/, n. "2i\, primeiro andar.
    Pechinchas.
    Vendein-sr ehilas de HiO e :UOr$. muilo jtoas,
    dulas francesas, ramluaia- lisis, brancas ede cores,
    curtes de eeaeinjrjs dealsjodao, a inihii-., im-i.-i-
    nhaj finas, e militas oulras razendas por precocom-
    imido : ua rua Nova D. \'2, defronle da Couceirao.

    fA\ II) WILLIA.M IIOWM.V.N. euiccnliein ma-
    chinisla e fuuilhlor de forro, mui respeilos;unenle
    aiiiiuncia aos senliores pruprietaros de enueiilius,
    fa/endeinis, e aorespeila\t'l publico, (|ueoseu esla-
    belecimenlo de fein nin\id" por mjchina de vapor,
    na rua do Hrum paseando ochafatlz, coulina em
    eAWvo eierricio, ese aclis complelamenle munlado
    com apparelhos la primeira qualidade para a per
    feila ronfecca das maiores pecns le machinismo.
    Habilitado para einprchender quaesquer dirs da
    *ua arle, David William Bowinan deaeja maiapar-
    lieularmenle chamar a aiteu;a publica para asse-
    Buinlesi por ler dellas flTAnde sortimentoja'promf
    lo, i'iii deposito na mesma undii;a*i, as tpiaes eont
    Iruidasem sua fabrica podem eumpelir coui as fabri-
    cadas em palz eslran&eirOi tanto em preco como em
    qualidade de materias primas e ma de obra, a
    saber:
    .Machinas le vapor la melbor conslrucafl.
    Moendas de caima para engenhos de todos os ta-
    maubos, movida*a vapor por auna, ou aninaes.
    Rodas de Qfnza, monhos de vento e sorras,
    Manejos Independentes para eavallos.
    Rodas dentadas.
    AiznilliiH's, brou/es e chumaceiras.
    CaviliOcse parafusos lodos os t.unanhos.
    Taias* paros. CriVOSe Inicas de fornalba.
    Moiuhos le mandioca, movidos a man O'J pttrani-
    maes, e prensas para a lila.
    Chapas de foflafle Ibrnus le farinba.
    Canos de ferro, lorneiras le ferm e de bronze.
    Bombas para cacimba c de rcpuxo, movidas a
    mao, por animaos ou vento,
    tiundasiesi guinelioso macarnt*
    Prensas hidrulicas ede parafuso.
    Ferrasenspara navios, carroso obras publica.
    Columnas, \arandas. Rradese portos.
    Prensas de copiar arlas c sellar.
    Camas, carros de ma*i o arados do ferro, etc.. etc.
    Aiin dasuperiorldade las suas obras, ja' Reral-
    menloreconhccida, David William Bowman Baranto
    a maht exacta conformidade com os moldes e deae-
    nhosremoltidos pelos lenhoresqoese dlgnarem de
    fa/er-lheeucoiiimeiida'>. apio\ei(.indo BOCCa dan pa-
    ra agradecer aos seus numerosos amigse frei;iu'/es
    a preferencia com que tem sido por elles honrado,
    e a-seaira-llies que nao pon para esfumine diligen-
    cias para continuar a merecer a sua confianea.
    VendMe panno azul ferrcle, lino, para fai
    das : na loja h. '2 da rua No\a.
    Vendem-sc charutos da Ilavana : na rua No-
    va n. 2.
    Deposito de tecidos da fabrica
    de todos os Santos, na Bahia.
    Vende-se em casa de Domingos Alves
    Malheus, na rua da Cruz do Recita n. 52,
    primeiro andar, algodo transado daquella
    fabrica, muilo prourio para saceos e mu-
    ga de cscravos, assim como fio proprio para
    redos de pescar e pavios para velas, por
    i muilo commodo.
    and* .ortlma.to d. pannos Ano. o ,...-
    miras.
    Na rua du f.re<[H>, luja i,l.i ssquiuS (|iic volla para
    a (..nlri.i, veude-*e pannu preto, -a ii^na i e:i2U
    rs.; ilu mrela branca, a :l3."i00 is.; dilu Trancez, a
    ^"iO0c."^(KKIi^., e muilo supuriur, .i ti-HKKI i>.
    covado ; dito azul, a *O0. 39200 1*000 rs., e
    ii,iilln (0111, a ajOOni.; dito verde,'29H00 a 1*000
    corles de casemir prota infestada, a .'>.'iO e
    l^OOtlrs.; dita franceza e de edr de todas as quali-
    dadeSj por praca c Veiuleiu-se relopios de ouro, pileu-
    te ingle/., por COm.....rjjp pneo : na rua
    da Cruje u- .tusu de L. JLeconte l'urou
    it Cuuipanlii.i.
    ;
    Vende-*, um escravo mooo: na rua do l.ivra-
    menlo n. '24, primeiro andar, das II hora, o mel
    O Cliapeos de castor.
    Vendenne superiores ehapeos de castor
    2 brancos e prelos, de lindas formas, e chapeos J*
    9" de seda, francezes, os mais moderaos, o de
    melhor qualidade venda no Mercado ; ,s- .
    sim como completo sortlmeolo de bonetes e
    ;:; chapeos de Italia para homens, senhoras e %
    M meninos, por prei;o muilocommndo: na pra- *$
    ra da Independencia ns. -21 a 30. m
    Vende-sc urna escrava de nacSo, de bonita ti
    gura e 11105a, com habilidades, oimoiiuiia, cozinha,
    lava, rose c!io o faz lodo o arranjo de casa, e sabe
    vender na rua : quem pretender comprar, dirja-se
    ao Furle do Mallos, prensa de Joaquim Jos Ferrei-
    ra i,- ('.ninpauhia, que achar com quem tratar.
    Vende-se um cahrinha de 1:1 annos de idade:
    na rua estrella do Rosario, loja do sobrado n. 26,
    das!) horas da maiihaa as 3 da larde.
    TAIXAS DE FEKKO.
    Na fuidicao' d'Aurora em Santo
    Amaro, e tambein no DEPOSITO na
    rua du Ilftiin loro na entrada, e defron-
    te do Arsenal de Mal inlia lia' setnpre
    um grande sortiinento de taicluu tanto
    de falirieu nacional como estraneeira,
    batidas, fundidas, j'niiiiles. pequeas,
    razas, e fundas ; e em ambos os logares
    e\islem qujndastes, pura eurregar ca-
    noas, ou carros livres de despe/a. Os
    preco) sao' os inuis commodos.
    lArt nmm di 1.1SROA.
    Na ruada Cadeia do Kerife, loja de fazeuilas de
    Joio da Cuuba de .Maualhaes, vandOHIfl 8 escetlcn-
    le pilada dcste rap, o mais fresco que lem viudo,
    pela _,ilri .1 Stanjarin.
    I'OTASS. DA IIISSIA.
    Vende-te superior potassa da Russia, i~
    Americana, por preo muito commodos
    mi na do Trapiche n. 15, armazem de
    llasto Irmflos.
    att^caO.
    Vendem-se Ivitjs e meios ditos de pao
    de prnta e ouro, chegados ltimamente
    de Lisboa e por preeo commodo : na
    rua do Trapiche n. 17, escriptorio de
    .lose Teixeirit Muslo
    :..:::3 5S}9B S39
    Oleados pintados.
    Vendein-sp aleadoa pintados de i a 8 pal- 9
    inosde larcura. ede padroes muito bonilos; w
    ^ assim como roberas do mesino para mesas. -J
    ;:} rom bonil.is estamparlas, e por preeo com- -?
    '' modo : na prai;.i ca liidi'pendeiicia, fabrica %t
    $$ de chapeos, de Jiiaquim de Oliu'ira Maia. M
    1 : .;:;;: i ##jj#i
    Moinhos de vento
    rom bombas de repuxo para reuar1 hurlase baixas
    de cipim. u.i fundicao de I). W. Ilowmaii: na rua
    do Brumas, ti. Helo.
    FUNDICAO' D'AURORA.
    Na fundicao d'Aurora aelia-secoiedanlemenle un
    completo sorliinenlo de machinas de vajwr. lauto
    Talla como le h.ir i presslo le mohdb>s rs uinis
    approvadns. Tambein se apromplam leenciinnieu-
    da inaior preslc/a. Habis uncaos serlo maiulailos
    para as ir uv-entar, e OS fabricantes como lem de
    costme RDaneam o perfeiio trabaibo dollaa, eaerea-
    ponsabilisam por qualquer lefeilo que posaa nellM
    appareeof luante a primeira Mira. Muitas machi-
    nas le vapor construida* ueste eatabeteclnienlo lem
    estado em constante aervico nafta prnvincia 10,12,
    eat Hialinos, e apenas lem exlffldo mui injlinilA-
    cantea reparos, e BlKUmas ate nenhunsabsobitaueu
    te. accrescendo que o riiiisnnimo do conbiislivel be
    mui inconsdera\el. Os senliores de encenbo, pois,
    emitras tpiaesquc pessoas que precisarem de ina-
    cliinisiiio sao ivpeibKimenlc convidados a\isilar o
    estabeleclmeuto em Sanio Amaro
    - bsincasa de Rninn PrCijopiCoin-
    [)anliia, mi na da Cm/, n. 10, vende-s
    0 seguinle :
    PIANOS FORTES do* inL'lliorefc uto-
    res ede moderna oonsti'iicco
    INSTRUMENTOS DE MI 'SICA para or-
    cliestra e bandas militares.
    OBRAS DE OURO de toda a qualida-
    de edo mais apurado jjoslo.
    VI.MIOSSl.Marijol.Sl.JiilienccIam-
    pagnhe
    LONAS dediirerentes uualidades.
    BRINS DA RSSIA.
    MOBIL1AS DE FERRO, como sejafl
    cadeiras dediirerentes moldes* mesase
    soa's, assim comocommodas demogno e
    cadeiras de lialaiu o de sipo, viudas do
    Franca.
    ALCATIFA para sala a mais linda que
    tem viudo ll esla prara.
    OLEADOS eom lin
    las, etc., para mesa
    bancas.
    CHARUTOS da llavana verdadeiros.
    MOLDURA DOURADA para {juurai-
    eo desalas c cpiadros.
    12,000 rs. a duzia.
    Soperiorastoalias depanno le linho do Portoeom
    1 vara 'i de rompritto. propria*. para limpar o ros-
    to, pdo diminuto pre;o de I^INNIa lu/ta : na loja
    la rua lo Graspo n. R.
    Papel neroaminho, de superior qualidade, pa-
    ra carias dos sciriiores hachareis : vende-se no pa-
    leo doCollegio, loja delivros le Joan da Costa
    Dourado.
    Aos amantes de piano.
    Aeha-ee \emla, na rua da Crus, livraria do Sr.
    Santos 5; Companlda n. tt, e na rua tU> Crespo,
    luja lo Sr. Autuuio RominKues Kerreira n. II. o
    Ii'. mu purtir.'iie/
    leilicado au Sr. I*.
    la esposa.
    ai
    unturas de fiuio-
    iiu'io de sala e
    n muilaile pura plaao* o cunto
    Miguel di' Bragaufja c sua au-
    SJt%
    DAURORA
    Veude-se rape de Lisboa, muiln
    fresco e em frascos, a 4<000 rs.: na rurf
    do Crespo n. 1, loja de Sequeira 4 p,..
    reir,
    Na rua doCollegio, casa n.2l,sc
    gando andar, vende-se um exeellente es-
    clavo, crioufo, bastante sadio e robusto
    proprio para todo e qualquer serviro, oii
    para embarque, qxr ser de boa figura ;
    trata-se das 9 boras da manhua as da
    tarde-
    Vende-se o verdadeiro champagne
    em gigos, do melbor possivel; assim como
    vinho Bordeux, branco e linio, em lar-
    ris ; como tambem chocolate francez.da
    melbor <|ualidade que tem anparecido
    tudo chegado ltimamente de f ranr ,'
    pelo precio o mais barato do que em ou-
    tra parte : na rua da Cruz n. 26, i)n.
    neiro andar.
    Nova loja de 3 portas, no largo doL-
    vramento n. 8,
    vendem-se pelo barato preco cassss franceuscon
    liarra, de cures (lias e gosto moderno, a 3201 van
    cortes de dita com barra e Dores, com 6 varas, i
    -21)200, chitas trancezas muito Anas, a 280 o tovado
    riscadlnlios franceies cm caasa, de cores nas, 1180
    o covado, chitas rosas miudinhas e muito linas, cu,
    loque de mofo, a 160 o covado, cortes derasemim
    decores, padrOcs modernos, .i4O00e59.">00rs.,ili.
    tos do brim escuro imitando meia caseinira, a loliO,
    e oulrns mais fazendas mais baratas do que em o,.
    Ira qualquer parle.
    Vendem-se os pertences do hotel Francisco, o
    H'i.il r.1.1 bem montado, uflo s pelo local como pe-
    los commodos que 11IImulliente ullercre para ls-
    sanciros, etc. etc.: a fallar com o correlor KeralM,
    Carneiro.
    Kelogios inglezes de ouro, de natenls,
    vendem-se, em rasa de Deane Youle 4 t,onip;iiilii,
    tanto para Immein, como para senhora, >le unidos
    melhores autores.
    Vende-sc, na rua de Apollo n21, armainn
    de assuear, cal virgem de Lisboa, rliegada ullima-
    menlc nn barra porluRuea Olimpia, por iiiciw
    prer,o, que em outra qualquer parle.
    Rua Nova n. 2,
    vendem-se palitos francezes, de hrini de cores, lar*,
    tiulios a dinheiroa vista.
    A 6J000 rs.
    Vcndeni-se filas para carias do buhareis, |wrSJ
    rs. : na rua Nova n. 2.
    Vendom-se camisas franeczas, brancas, a 3)
    rs. : na rua Novan. 2.
    ltua Nova 11.2,
    vendem-se charutos da llavana.
    ltua Nova n. 2.
    vcndciii-se colleles do selim prclo.
    ltua Nova 11. 2,
    vendem-se chapeos francezes, pica liomein. a7ors
    Na loja de ( portas, em frente a greja
    , uo Livraiuento,
    vendem-se chilai de cores, a 59000 rs. a pec,a. c 1
    110 rs. o covado, riscadinho do linho, a200rs.o
    covado, e chitas finas para robera, a 200 rs. o ra-
    yado, lencos brancos, dilos com barra de coro,,
    liiiir-. cada um.
    Vende-se em casa de S. P. Jolitu*
    Ion & 1'.1 mi ia n I iia, na rua da Sen/.ala No-
    va n. 42.
    Vinbo do Porto, superior qualidade, en-
    garrafado.
    Vinlio Clierv. em barris de qitarlo.
    Sellins para montana, de boinem e se-
    nhora.
    Vaquetas delustre paracoberta decarros
    Kelogios de ouro patente ingle/..
    ESCRAVOS FGIDOS.
    C
    STARK (i C.
    espcili^ainenle annuiiciam que 110 seu extenso es-
    lalielci'inieiilii cm Santo Amaro, continua a fabricar
    rom a inaior pcrfeic.lo e prnin|ilidao,lo de niai-hinisiuii pura o no da aKricultura, Davesja-
    cao e nianiifaclura. e que para inaior i-oiiiiuoiln ,lo
    seus numeroso, (regoazes e do publico em acral, lem
    alierlo em um dos grandes arinazens doSr. Mesquj-
    la na rua do llriim, atraz do arsenal de niariuh.
    um
    DBPOSiTO l)F. MACHINAS
    coiislriiiilas 110 dilo sen eslalieleciiiiento.
    Ili acharan os compradores um completo sorti-
    inento de moendas de canna, com lodos ns inclho-
    menlii. aluniis ilelles novos aorginaetj de que a
    ivperieniia de muilus anuos lom mostrado a neees-
    lidade. Machinas de vapor de baisa o alta pressao,
    laisas de lodo lamanho, tanto batidas romo fundidas,
    cirros de mo c dilos para ronduiir formas de assu-
    ear, marliinas para moer mandioca, prensas paraili-
    (11, rumos dtf rerro balido para farinha, arados de
    ferro da mais approvada roiislrucraii, fundos para
    alambiques, crivos e portas par fmnalias, c urna
    inliiiidade de obras de ferro, que seria enfadonho
    enumerar. No me.......lepusilo existe una pessoa
    inlelliuciilc e lialiililada para receber lodas asen-
    i-iiiiiinriiilas, ote., etc., que os .-innunciaules contan-
    do rom a capacidadede suas otlicinas e macliirn^nin,
    e pericia de seus oillciaes, se comprometlem a fa/cr
    i'venilar. nuil .1 inaior presteza, perfclco, eetacla
    riiiiroriiiidinlecon osmoilelosoudcseiihiw, einstiuc-
    coes qiie Hio foreui forncridas-
    Vende-se urna escrava do aSflo, de idade W
    annos, pouco inafsou menos, que sabe lieni cozlnhar
    o lavar, rom urna cria de onuoenieio, muilo luzidr
    ua rua do l'ucinlio u. 90.
    Ausenloii-sc da casa de seo senbor um niulfr
    qoe, crioulo, de nome Miuuel, com os signaes*-
    giiinies: allura rcsular, cheio do corpo. cor fuli
    manqueja aluuma rousa de um pe, calca branca
    camisa ttrossa ; descoutia-se que (omasse o
    minti dos Afouados para o Barro: quem o pesar,
    leve-o i rua Dircita 11. 26, que ser pago o scu in-
    balho.
    Desap'pareccu no dia 28 do prximo pasuilo
    mez de setembro, as 7 para 8 horas da imite, 0 lin-
    io M irimi um. de idade de 20 a 22 anuos, leudo ni
    oecailio da fgida ido levar a Boa-Vista duas han
    cas |iequenas com assuear, sobre urna laboa; le
    crioulo, bem prelo, seceo do corpo, rosto rompri
    lo, orellias pequeas, cosluma andar c fanwt Jt
    vasar, quaudo falla faz um seito com os beiros pi-
    re um lado, o isso pouco visivel, j foi surradu no
    alsenlo, quando escravo de engeuho : levou caira 1
    camisa azul c chapeo de pallan ; julua-sc ler ido
    pai.i ns suburbios de Pao d'Alho ou lioianna, pan
    alciim engenho por ter andada carsuejandn pan
    i-sse- lados; foi escravo do Sr. do engolillo Moiis,
    edahi para Taquara, o penltimo senbor que ser-
    via foi em Beberitie aoSr. MililAo Bornes Lrluia:
    quem. o pecar, leve-o rua Dircila n. 76, que ser
    Senerosanioulc recompensado.
    Fauio na imite do dia 26 de selemliro, do po-
    der do suaixo assiuuailo, um negro, crioulo.de noiae
    l.uiz, que reprsenla ler V> anuos de idade. per
    lenrenle ao Sr. Joaquim da Silva Pessoa. seulior do
    ensenlio Gutumiiubii, por quem tinha sido reun-Mi-
    do para ser vendido ; lem dilo nemo urna lnliili
    fin um dos ollios. barba cerrada, he bastante ladi-
    no, o em a fartdireita tem urna cicatriz, provenien-
    tes de dores nos denles; he provavel que e acta
    para os lutiaresdeSanto-Anlilo, onde ja foi pecad"
    de oulra lucida : roca-se porlanto as autoridades po-
    liciaes, e rapiles de campo sua captura, podend*
    serconduzido aoseu senhor no encenho CutunRU-
    ba. comarca de Nazarelh, ou no Hecife, iiruia/cn
    de assuear de viuva l'ereira da (ainha, que genero-
    samculcse gratificar. Jotda Sitca Layo.
    Ha mezes que, de Macei, fugioo
    preto crioulo, de nome Julio, alto, bo-
    nita figura e natural de Porto Calvo; el-
    le escravo foi comprado pelo Sr. Custo-
    dio Francisco da Cruz Guimarcs, do Ili"
    de Janeiro, e na occasiao de embarcar,
    ausentou-se para lina, onde foi visto: ro-
    ;; i-M- as autoridades poliriaes, capihVl
    decampo, e'mais pessoas, <|iiedelle tive
    rem conhecimento, asna apprebensao,
    levarem-no a rua da Cru/. 11. 28, escripto-
    rio de Eduardo Ferreira Rallar, <|iie gra-
    tificara' generosamente.
    Atlencao'.
    Ainda conlimia andar futida desde o dia 12 de
    11 .-iiiln 11, a mulata do nome Bernardina, que re-
    prsenla ler de X> a 10 aunos de idade, rom os sig-
    naes secuinles: edr alva avermelhada, rosto com-
    prido, naris grande, olhos um tanto pequeos, ca-
    bellos crespos, lem bstanles manchas de panno jie-
    lo corpo, bracos costas, allura recular, um tanto
    cheia do corpo, c lem amn.lus trmulas quando pe
    em qualquer consa ; lou vesjido brauro, (lales
    de quadros cncnrnailos e nhos, spalos de muro, ma
    panno de laa encarnado e branco, e mais .iliaum
    roupa ; a lita escrava he lilha de (oianua, e la len
    alguns prenles, c ja (ior .'Ivezes se lem visto andar
    por l, e em Cruangy aonde tambem tem prenles:
    porlanto, roga-se as autoridades polieiaes, capila*
    de campo, ou qualquer pessoa do povo, de iippre-
    hende-la e leva-la a Camlwa du Carmo n. :18, pri-
    meiro andar, ou a rua da Cadeia de Santo Aiilonie
    n. S5, primeiro andar, que se dar muito boa era-
    tilica c^o.
    Ilesappareceram na fuiclirau d' AuYma. na imile
    de 19 de agosto, os prelos Miguel, Angola, idadi 1'
    ramos pouco maisou menos, estatura recular, ser-
    r do corpo. rosto marcado de besigas; Manuel, Cun-
    eo, idade 30 annos, baixo, um lano cheio do corpo.
    levmi caifa de riscado d'algodo, camisa de mada|"i-
    In. bonete, chapeo de sol, ambos fallaiu desranea-
    do, e nilo tecm barba. Suppe-sc terem sido sedti-
    zidos : rogn-se a quem os apprehender ou delles li-
    vor uolicia de dirigir-se a mesma fundicao que sera
    bem recompensado.
    Do aballo asslguado. fuoio no dia 1.1 do co^
    rente, um escravo, crioulo, de nome Iguario, tem o
    odelo de carreiro, estatura baixa, rosto redolido,
    pouca barba, olhos crandes e algnnta cousa venne-
    II10-. porm nflo muilo vivos: levou camisa e calca
    de algodo azul: roco a quem o pecar que o Irn*
    ao encenho Rodrigues, ua freauoziii de S. I.oureuro
    Ja Malla, ou na rua da Cruz do Hecife n. 40. g|ie
    ser recompensado.
    Scbtutiiio Antonio Paa Brrelo.


  • Full Text
    xml version 1.0 encoding UTF-8
    REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
    INGEST IEID EW3A6TTPW_BWZ8DI INGEST_TIME 2013-03-27T17:18:16Z PACKAGE AA00011611_02243
    AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
    FILES