Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02242


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Full Text
AUNO XXIX
SEGUNDA EIRA 10
DIARIO
DE OUTUBRO DE 1853.
N. 228.
PERMMBMO.
raspo da svbscripoao'.
Subscreve-se a 151000 por anuo, c 44000 por
quarlel paio adianludo, e 49'i00 por quarlel paito
vencido, na casa do seu proprielario, M. Figueirda
de Paria, na praa da Independencia, ns. 6 e 8, e uo
Hio de J. casa doSr. Joa Pereira Martin.
Balda a c F. Duprad.
tlacci tea Jnai|niin Bernardo Mcndonra.
Paralaba u a Jos Rodrigues da Coslu.
Natal lia -l.....ti Ignacio Pereira.
Aracaly t i AiiIihio de Lcmos Brasa.
Ceara' i i i (iuilherme Augusto de Miranda
.M.u.mli.i" Joaquim Marques Rodrigues.
Para' a a o Justino Jos Hamos.
CAMBIOS DI 9 DI OVT1TBBO.
Sobre Londres 27'/' 60 <*
< Par, 345
t Lisboa, 95 por cento.
MZTAES.
Ouro. ticas liespanholas 28>J00 a 93000
Muidas de 600elliaH...... 1H9000
i de 6>i00 novas...... 69000
de 49OOO......... 99000
Prata. Patacocs brasilelros........ 89:10
Pesos columnarios........ 8930
mexicanos '...... 9S00
AccOes do Banco......... lv.
Descont dcLeltras....... all
NOTICIAS BSTBAHOEIBAS.
Portugal . 30 de Agos. Austria. .
Hespunlia 8 de Inglaterra.
Franca. . 8 de Suissa .
Blgica. . 4 de Suecia. .
Italia. . 3 de a E. Uuidos.
Alcinanba 3 de Mes ico .
Prussia . 3 de California.
Turqua Russin. . . 26 de Jul. 31 de a Cl.ili Bucnos-A .
Dinamarca 31 de .. Moalevideo
3 da Agos
27 de
9de 1
29 de Jul.
27 de 11
16 de
1 de Jun.
12 de
2 de Setb
4 de
NOTICIAS so ucranio.
Para' 16 de Selbr
Mal .mi..... 20 de a
Ceara'.. 24 de
Parahiba 13 de a
Alagos do Uulb
S. P. do Sul 1 de Selb
S. Paulo de
Minas.... 2 de 1.
K de Janeiro 26 de o
Babia .... .30 de i>
PARTIDAS DOS COB-BXIOS.
Olindn. todos os das.
Victoria, as quinlas reirs.
Caruar. Bonito e (iaranliuus, nos diasl e!5.
Villa Bella, Boa-Visla,EnieOricury,a I3e28.
(oianna o Parahiba, segundase se\tas.
Natal, quiutas feiras.
BXAS BA UKAHA.
0 Segunda. S. Francis-
co de Bprges.
11 Terca. S. Nicacio.
12 Quarla. Ss. Priscia-
no e Domnina.
13 Quinta. S. Eduardo
rei.
14 Sella. S. Caliislo p.
ni.
15 Sabbado. S. Tlicrcsa
v. c.
16 Domingo. Marlinia-
ADDIXWCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quiuias.
Relacao'
lerdas esabbados.
Fazenda
lerdas eseilasastOhoras.
Juizo de Orphao
segundase 5. as 10 horas.
Primeira cara do cicel
tercas e 6. ao mcio-dia.
Stgundavara do civrl.
quarlase sab.ao meio-d.
Outubro 2 La nova ai 7 horas, 47 minutos e
31seguudos da larde.
.' 9 Quarlo creseenle a I hora, 5 mi-
nulos e 37 segundos da larde.
16 La cheiaas 10 horase 11 miuuloss
37 segundos da larde.
" 25 Quarlo iningeante as 2 horas, 4!)
minutos e 31 seguudos da luauhda.
PBEAMAB. DE HOJI
Primeira as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Scguuda asi I llorase 18 minutos da Urde.
fe
PARTE OFFICIAL
BOVERNO DA PROVINCIA.
Eip.Sie.it do da 6 de outubro de 1853.
Oflicio Ao marechal comiiiaiidanle das armas,
11 .iiimiii 111 mo, por copia, o aviso da rrparlicjo da
guerra de 15 de selcnibro ultimo, uo qual se deter-
mina, que o alteres do quarlo regiment de Batal-
larla, Manoel Joaquim .Machado, venha |iara aqu,
alim de servir romo addido na couipanhia da mis-
ma arma detta provincia. goal roniiuuuicacilu
se f a lliesourarin de faienda.
Dilo Aoiuii dcilireilo da comarca do Pao-
d'Alho, otando, tm reapmvla ios seus .inicios sb
nmeros 7 e 9, que o subdelegado do dislriclu da
l.udcveremellcrquelle jui/o o numero do re-
cluas, que S. me houvef di ilosiunar-llie nos ter-
mos da unitaria de 21 de jullio deste anuo.
Dito Ao jui de direilo da comarca do Cabo.
Ficoinleiradodc quanlo V. me. me couimuni-
ca na primeira parle 00 cu olllcio uumeru lli de 9
de setemhro ultimo, e lenho a dlier-lbe sin sulu-
coaosquisiloM-oiiiprehenilidos na segunda : quan- juni
tu ao prlmeiro, que se nao devem recrular imlivi-
duos que lenhaiii em seu favor alguma das iseuror-s
espccilicadas as instruccoesilclOdejuIhode 1822;
devendo V. me. pir cm [ibordade os remitas que
aprescnlarem laes sencues; ao segundo e lercciru,
que pode V. mr. receber os voluntarios, que prc-
teiulercm engajar-sc para o servico do exrrcito, e
hcinassim recrular os individuos queesliverem as
ciri'umstancias de seren cogulos a servir ; ao quar-
lo, que nesla dala oflicio ao chefe tic legiilo da suar-
da nacional dessa comarca, aflu do prestar a forra
que V. inc. Ihe requisitar para escoltar os remi-
tas; ao quinlu. Analmente, que leve V. me., nlo
lenvtaHDO ODU rclaciu desles, mas lambcm dps
guardas que os acuinpanharem, afim de se poder
pru\idenciar sobre o pagamento de uns e outros.
Ollicloii-se a respeilo ao chefe de Icgio.
dem do da 6.
(Iflicio Ao cominaiidaule das armas, Iransmil-
tiudu, por copia, u aviso da reparlico da uuerra
do Hile Hteabro ultimo, no qual se determina
que sisa rom brevidade para a corle, na primeira
orrasiu de lran'|Htrle, o soldado do II.- hatalhao
de infanlaria, Venceslao Pamplona Corle Beal.
Dito Ao mesmo, enviando copia dn aviso do
ministerio da guerra de 3 do setemhro ultimo, de-
terminando que siga, rom baiva do servico. para a
provincia do Para o soldado do 11 hatalhao de in-
fantera, Manoel do Nascimcnto.
Dilo Ao mesnio. remetiendo, por copia, nilo
so o aviso da reparlico da guerra de I i de sclem-
bro ultimo, mas lamban as iiislrucccs a que se re-
fere o mesmo aviso, para a InspeecSo dos hospilaes
o enfermaras deata provincia eda Baha. Iguaes
copias foram n-metlidas a lliesouraria de fazenda.
Dito Ao director geni da il.sIruicAo publica,
di/endo que lem designado para examinadores no
concurso, a que se lem de proceder para provinieu-
to dacaileira de iusirucciio elementar do prlmeiro
uro da fregue/ia do l.iinueiru. osprofeaanres padre
Vicente Terrena de Siqucira Varcjao, .Miguel Ar-
cli.iujo Alindelln c Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Hito Ao iwpeelof da Ineourarla de faienda,
rtvomiuendando, de conformidade rom o aviso, que
ipia, da reparlico da suena, que
1 pagamento da eonettmieao nienaal
que o segundo cirursiao do corpo de
1I0, lote Joaquim dos Santos Conra,
Odo nesla provincia para ser pasa
aleo lint de fevi-reiro desle anuo, enviando a gola
doieferblu eiinrsiilu para lar u ileslinu indicado
cm u mciicionado aviso.
HitoAo mesmo, di/endo que, para dar cuin-
priineiilo ao aviso, que remelle por copla, da repar-
lico da juslica de 17 de selembro ultimo, fa/.-se
piecisoque S. S.envi com brevidade o oreamsAlo
da ilespe/.a,quese lem de fa/.er iic.1,1 pruvitu-ia cun
o -ervicu ilaquella reparlico, lio futuro evercicio de
18. a 1856.
Dilo Ao mesmo, comniuiiicaudo que o juiz de
direilo de Sanlo-Antao parlicipou haver, no ilia 1.'
de setemhro ultimo, entrado no ejercicio do sen
cargo, pascando o rcs|ieclivi> juiz municipal a reas-
su'mr as suas fuicces. tunal coiiiiniinicicao se
fe/ .10 Evm. conselliciro presiilenle d, relacao.
Dilo Ao mesmo, iiiteirando-o, alim de iiue u
tara constar ao administrador da mesa do consula-
do, que deferio o requcrinieiitn em que Manuel Sim-
plicio Correa Leal, porleiro do iiicsmo consulado,
|*de que se Ihe mande adianlar cinco mona de sen
entenado.
Dito Ao mesmo, eommunicaudo que, segun-
do conslou dcparliripacaoda reparlico da juslica
de 19 de selemliiu ultimo, coiicedeu-se tres meses
de liceucacoin o respectivo ordenado ao juiz inuiii-
ripal e d'orphosdu lelllio do Oulirun, hacharel
Joo Francisco da Silva Braga, Fizerani-se as
nutras commu!iicai;6cs a respeilo.
Dilo Ao inesmn, reuielleiido, para os conve-
nientes cxaincs, ciipiasdas acias do consellio aillni-
iiislralivo, datadas de 29 de selembro ultimo e do
I.* do correle.
Dito Ao mesmo. para mandar pastar e entre-
gar ao marechal cummandaiile das armas, para se-
ren remellidas ss lenle-general commandanle
'das armas da corle, as les de ollirio dos ulliciaes do
corpo do ("ilado-inaior de segunda clasM menciona-
dos M relacao que remelle por copia. ('.oniniu-
iiicou-sc ao referido marechal.
Dilo Ao mesmo, dizendu licor inteirado de lu-
do quanlo S. S. informou acerca do requerimeuto
do suarda-miir da alfandega dcsla cidade, c decla-
rando em resposta, que, sendu a ordem do Iribu-
ual do Ihesouro de 19 de asoslo ulliino posterior ao
ciicerrameuto do eiereiriodc 1851 a 1852, mande
ellecluar o pagaiueulo de que traa a citada ordem
nos termos do artigo 6.- da circular n." 38 de 10 de
deiembro de 1851.
Dito Ao mesmo, dtalldO que, para poder cum-
prir o aviso da reparlico do imperio de 20 de se-
temhro ulliino, faz-sc neccssario que S. S. ministro
as inlurmacdes exisidas em dito aviso acerea da
comprada ilha do Pina. Nesla sentido offlciou-
wao inspector do araeuaJ de marlnha.
Dito Ao deser barsadnr chefe de polica inte-
rino, dizendo que, vislu ler o subdelegado da l're-
guezia de San-Frei-Pedro-tionralvc* dado parte de
ilocule, e o ui haver quem o suhsliliia, por nao le-
rem querido os suppleutes nomeados preslar o de-
vidojuranieulo. devem estes a isto ser coagidos,
usando-se dos muios legacs qiiaudu aiuda reciisein.
Dilo Ao juiz relator da junta de juslica, Irans-
lliuilo, par ser relalailo em sssslo da mesilla
oproressu verbal do soldado do quarlo liala-
1 de srtilharia 1
Parlicipou-i
pe, Francisco Daniel Segundi-
so marechal commaiidaiile das
armas.
Dito Ao inspeclor do arsenal de marinlia, re-
metiendo, por copia, a nula dos direilos c emolu-
mentos que lem de pagar Fraudara Jus da Costa
por ler sido continuado 110 lusar demandador da
ollicina de carpiuteiro daquelle arsenal, para que
rceommciiilc ao mesmo mandador que Irale de re-
colher na 1 ecehedoria do rendas internas a impor-
tancia dos referidos direilos e emolnmenlos.
Commuuicol|.sc a lliesuuraria de fazenda.
Dilo Ao mesmo, dixeudo que, legando infor-
mou a Ihesouraria de f-zenda, uOo ha inconvenien-
te cid ahouac-sc ao marhinista da barca daescava-
caudestinada ao Mamullan, J. I). Clemente, os seus
veiieimeiilos a contar do dia em que fui por S. me.
cuipregadu no asseulaiuenlo da iiiachina da men-
cionada barca.
Dilo Ao director do arsenal de guerra, dizen-
do que, com o olllcio, que rcoielle por copia, do
presidente do roiiselho administrativo, responde a<
oflicio em que S. roe. reprsenla sobre a demora qu.
tcm 11 1 v 1.1,1 11,1 compra dos ohjeclos de que necessila
aquellu arsenal.
Dilo Ao inspeclor da Ihesouraria da fazenda
provincial, communicandoi alim deque o faca conf-
iar io admiDbjIrtilor do consulado provincial, que
conceden (res meses de Uceara rom ordenado ao
un.Mil.1 domesiiio consulado, l.uiz Bezerra Moutei-
10 Padilha, para tratar de siia saiide fora da cidade.
para que, a vista do pedido
ntregar so Ihosoureiro piga-
aqiiaulia de ll:6679600rs.
hras pur adiuiiisIracAo a car-
.Coininiinicou-se ao rcs|iec-
Diio Aomesmo
que remelle, mande
dordas obras poblica
para conlinuafao das o
uo ilaquella repnrlirau
livo director.
Portarla ao commandanle da
para fazer desembarcar c entreg
-harrua Cario-
r 10 dcsemliar.
1. melle por el
mande cessar i
ilc 208000 rs.
saude do era
deivou de sen 1
uadot chefe de polica interino, o preso de juslica
que Iroute da coi le a seu bordo. lnleroii-su ao
mencionado desembargado!'.
>**< -*-
CODUHANDO DAS ASMAS.
Quanel general do connudo das armas de
Pernambuco, na cidade do Beclfe, em 7
de outubro de 1863.
ORDEM DO DIA INJ 6.
II marechal de campo ciilnmandaiili das
em vista das parliripaccs que dirigi uSr
comniaiidan'
as dalas de II
correle, e de
srmss
"lleulle-
: do i
de 50-
dlapos-
ilech
coronel Uvgioo Jos Coelli
halaihode .11 lilhari.1 a pe. n
fiilii ti prximo lindo, es do
lo 110 arl. 3- da lei de 26 de mjio de 1K
ausentes, e determina que sejain chamados por edi
lalosSrs, rapitiio Jos l.uiz Teixeira Lopes, do i-
li.il.ilhrm de infanlaria, a o alteres Joo Ijiiilhernie
Marialh, do 2. da mesilla arma, ambos aildidos SO
lerendo i- hatalhao de arlilhaiia, por leremexcedi-
do as licencas que fruam por lempo de 3 nvezes,
esle na corle, desde 28 de agosto, e aquellede.de I
de outubro em andamento.Assignado,/ote /"-
'nula do SaHlot Pereira.
Contorne.Candido Un Ferretra, Bjudaulede
ordena enrarregado do delalhe.
ORDEM ADD1CIONAL A DE N. 6.
t) marechal commandanle das armas publica, pa-
ra conlicci.....uto das tropa, em guarnirlo nrsla pro-
vincia, a falla abalxo transcripta,com que 8. M. o
Imperador encerion a primeira aesslo da nona le-
gisfalura da assemUea geral leglalaliva no dia 25 de
selembro do con ente anuo
u Augustos e disiiissimo. senliores re|iresciilantes
da iiaco.
Ao encerrar a prsenle aeaao legislativa, dolo
o n.ais vivo jubilo em aiinuneiai-vos que ludas as
provincias do imperio gosam de Iranqulllidede.
<< Da Divina Providencia, edos bous seiilimenlos
dos ln.isileiros, espero cunliailanieiile a conlinua-
cu de lo grande heneliriu.
ii Com todas as potencias da Europa, eda Ame-
rica, me lenho enipenhadu em mantel relares de
pazcainizadc, que a religiosa observancia dos Ira-
i ta los e.icios mauifestos de benevolencia contribui-
rlo a fortalecer cada vezmais.
o Agrsdccn-vos s cuidjuvarln qne preslatles ao
meu sove no, e a solicitude c.....que procuraste* sa-
lisfazer as necesidades do pai/.
o A lei que creou un banco nacional, c as medi-
FOLIfETIM.
FERNANDO DU'LESSIS
MEMORIAS DE UM MARIDO. (')
i ,ms>sii, i
SECUNDA PAUTE.
XVII
.loo Kauuuiidoeslendeu-me cordialmeiilc I mo
e disse-me:
Minha mi parllcipou-mc hunlein com que
'iierosidade madama Jellerson se digna soccorrer
tu.-o. pobres amigos. Agradece-lhe |>or mim, Fer-
nando, eiuquaiilo nao vou agradeccr-llie |>essoal-
ineiile... Nu podia adiar niais bella occasio para
rciiuvar amizade com ell".
/;'u : Serci leu inlreprcte, meu amigo, mas
nu |H>dcras ver madama Jellerson... ella esl uo
convento.
.hito: Como... no convenio? -
l a : Relirou-se para o Sagrado Corarilo at
ao dia de seu casameulo.
yodo : Ah I ella vai (ornar a casar*.'... E com
queni'.'
A'k madama llaumundo : A senhora julgou
dever occullar a Joo o ohjeclo da nossa coufe-
rentia .'
Madama HaymuHdo : Ignorava, Mr. Dupios-
-is, seo senhur desejavaque Joo soubesse de seus
lirojeclos...
Joo: Que! es tu, Feruando, que vas casar
com madama Jellerson';
lia : Que peinas lu, Joo, desle casameulo ?
Joao : Oque pens?
/ a : Sim, lu a conheces, lu a viste muias ve-
ze. no lempo desse pobre Jariulhu, e podesle jul-
gar que inullier era ella ?
Joao : Era urna inulher mu formosa; raras
vezes lenho encontrado lielleza to peregrina.
/ u ; Sim... mas qual o seu carcter?
./o-io: Obi... limito fraileo, muilo Ihano, pe-
lo que pude julear. Ella cnufeasava admenlo ler
sido creada qoasi romo urna selvaueui por orna hor-
nvel madrasta, que a bitia frequeiilemeiitc. e nao
Ihe dava sempro pao roiifonne o sen appelile : |ior
isso djiia que. se nao fra a anglica Iwudadedc Ja-
cinllio que a retirara daquelle inferno, leria sido,
como tantasoutras, una acalma pe.lula...
I") Vide Oiiirio ii. 227.
aj^BSBBnCili-L.
W. SBBBBxJ
Madama Raymundo : Mr. Duplessis, eu ig-
norava estas particularidades, ellas (cen nesle ino-
mcnlo ina Imporlaoda; mas ilixe-me, JoJo, a mu-
Ihei de leu amigo liaba eolio una devoco fervo-
rosa ?
,/o.m; Ella devola! Ah! heui hinge disso !
Nosso pobre Jacinlho que era, nao devoto, porin.
o que he inelhor, espiriliialisla por evcellenria. e
nesla qiialnlade eslava mais que iiinuiieiil cuiiipe-
nelradoilas leiseleruas ilo bem, do justo e dn dc-
ver, esforcava se em van por fnzer sua iiiulher rom-
prelieniler que ludo nao era sentidos, appelile e
materia ; em minha proseara Iravavam-se enlre el-
les a este respeilo as mais sinuulares dhenasots do
mundo... porque sua mullier jamis se dcsaferravu
desle bello raciocinio ; a Quando leuliu fome, le-
nho vonladc de comer c romo... quando lenhosom-
no, tenhu vnnlade de ilurmir. c durillo ; logo todas
as philosophias do mundo nao me provarao jamis
que Taro mal em comer quando lenho fome, e dor-
mir, quando tenhosomno. o
Madama HaymvmdO : lsso me parece conlras-
(ar muilo com as coulinuas invocaedes dessa senho-
ra i rara... por que, meu amigo, Mr. Duple-sis
le dir romo eu. que agora madama Jellerson esla
ardenlcmenle devota...
7odo: lie impossivel!...
liu : Joo... isso he verdade... a 16 tocou-a...
yodo : I alia.-un- com un lom lo serio e lo
convencidu, meu bum Fernando, que nao possodei-
xar de crer-le... mas isso me parece milito extraor-
dinario: a mulhcrde Jacinlho devota!!...
zYu : Julgasque ella leuha daduao nosso ami-
go algiiiu motivo de qucixa ?
Juno : Quanlo a isln, nao!... essa nalurcia in-
culta, ai.Ionio, c, segundo creio. leal devia estar,
ao meu ver, mais escudada contra urna fraqueza |ior
sua iugeuuidade, que [ido respeilo de seus deveres,
dos quacs nao linha nina noco mui clara ; ella me
pareca incapaz de lingir, de mentir, e pens que
leria antes deixado brutalmente a Jacinlho do que
ciigana-io infamemente.
Esla ronversricu me punha cm supplicio. Joo
lia*ia com clloiio conde* ido Cesariua antes de eu
ler lo iudignainenle ahusado da conlian^a de nosso
amigo de infancia, julgava rom justeza o carcter
da Cesariua Vw temjw. Foi minha perversa in-
fluencia que levou-aa lingir, e engaar a Jaciullio,
em vez de romper com elle, e deixa-lo, como ella
me linha muitas vezes urupuslo, |mrque adi.siinu-
l.o.ao e a uieiilira Ihe pesavam ; porin eu havia
sempre repellido essa exlremidado |iensamlo na res-
|H>nsabilidado G nos mil embaracos, que um rom-
pimenla eslmudoso.podia allrahir-ine. Eu senta a
falsidade de minha po..n .m para com Joo e sua
mi: yiuha pedir-Ibes copsellio, mas nao quera
dascoiu que aulorisasleso meu goveruo para ali
viar o nosso commercio de exporlaco, para prote-
ger a agrirullura e a industria, dando vida e deseu-
volviinenlii a diversas empreas, e para melhurar a
iiislriirco publica, sao provas irrecusaveis do zelu
e dedicco, com que souipic vos desvelacs pelos in-
leressesda uaco.
o O meu governn proseiiiiiro na rc|iresso do tra-
uco, com perseveranca e energa.
o Aususluse dignsimos senliores represenlanles
da nacao, recolliendo-vos a vossas provincias,
cont, como sempre, rom o auxilio de vossa lealda-
do c patriotismo pan que u meu governo |>ossa ron-
linuar a csfor<;ar-se com proveilo pela realisaco do
meu incessaiile pensaniciilo, o de lirmar sobro as
bases de urna poltica de moderaco e de concordia
a vrnlura de meus amados subidlos, c a prosperi-
dade do imperio.
o Est encerrada a sesso.
o D. Pedro II Imperador Constitucional c defen-
sor perpetuo do Brasil, u
Assigiiadu.yo.'c Per tandee iot Sanio* Pereira.
EDITA L.
De ordem do Exm. Sr. marechal de campo Jos
Fernanda dos Santos Pereira, commandanle das
armas deta provincia se faz publico, que em ordem
ludia n. 6 desladala, foram declarados ausentes
pur evee-so de licenca os senliores, espillo Jos
l.uiz Tcixeia Lopes, e alteres Joo l'uilhcrme
Marialh, esle do 2-, o aquelledot- balalhao de iu
l'aiil.iria, addidos ao 1- de arlilharia a pe. E para
que possam evitar a pena imposta aos ofliriaes do-
serlores pelo artigo ( da lei de26 de maio de 1835,
sao pelo presente chamados a fazer suas aprescula-
eocs, na forma eslabojccida no artigo 3* da diada
le.
Quarlel general do miniando das armas de Per-
nambuco, na cidade do llecife. em 7 de outubro de
1853. caudillo Leal Ferretra.
AJudanle de ordena eocsrregado do delaliic.
OBSIH BO DIA N. 7.
(I marechal de esjnpo cominaiidanle das armas,
publica a. relacoes dos ulliciaes que liveram passa-
uem de uns, para outros corpos do exercilo, e dos
que foram promovidos por decreto de 20 de agosto
ultimo, as quaes Ihe foram remellidas boje pelo
Exm. Sr. presidente desla provincia.
Para o 2- Imlalhilo de infanlaria.
O capitn do corpo da suamicAu de Minas, Jos
(jomes de Aducida, para a quinta companhia, e o
lenle do halaiho de caradores de Mallo-tirosso,
Jos Joaquim de Alinela Lima.
Para o 9- bnlalhiio de infanlaria.
O alteres do I- halaiho da mcsina arma, Joo
Carlos de Paiva, e o alteres da suaruico lixa de Mi-
nas, Joo Pedro Regs.
Para o batalhiio de caradores do MattO-GrOMO.
O lenlo do 2' halaiho de infanlaria, Luiz An-
tonio do (aullo.
Para o corpa da yuarnirao fi.ra de Mina*.
(I capillo do 2- halaiho de inlanlaria, Antonio
Jos Fernandos Braga, para a primeira cumpaiihia.
Secretaria Testado dos negocios da guerra 6 de
selembro de 1853.
PROMOVIDOS.
do ciado miliar da segunda cla**e.
., o sargento quarlel mostr do bata-
le infanlaria. Antonio Cirios l'erreii.i, e
sargento doS" halaiho de infanlaria. Ai-
de Aguiar.
2- balalhao Infanlaria.
Para atieres secretario com di-cilo a aceesso, o
2- radcle do I- balalhao, Antonio Nunes Ramos.
Para slferes, os primeiros rabeles do dilo I bala*
Iban. Jos Carlos d Olivelm Franco, Mauoel Ro-
driguea Bragsnca, a Jos do llego Bairos.
3- balalhao de infanlaria.
Para alteres, o segundo cadete do halaiho n. II,
l.iciiiio Liborio Passos.
5* baliilhiio de infanlaria.
Para aliena quarlel mostr, o primeiro cadele
sai gcnlnqnai tel nieslre do9- blalho de infanlaria.
Leopoldo Borses Calvan 1'cln'ia.
II- balalkSo de infamara-
Para alteres secretario com direilo a SCCOSSO, o
sargenlo ajudaiile segregado ao 1- balalhao, Joa-
quim Manuel II- lialiilhn de infanlaria.
Para alteres, osegundo cadele. prlmeiro sargento
do 9* halaiho da mesnia arma, Manoel Dionizio de
Soasa.
Cotpo da guarniro /ira da Itahia.
Para alteres secretario com direilo a aceesso, o
sargento ajiidanlc do halaiho n. II, Filippe Ner>
dos Alijos.
Para alferes. o segando cadele, prlmeiro sargenlo
do dito halaiho n. 11, Bazilio Magno da Silva J-
nior.
'01710 / Para alfeie? secretario com direilo a aceesso, o se-
Suudo cadele sarseiilo-ajudanlc do 9' balalhao de
infanlaria, l.udueio Branlioda Croa.Assignado
Jusr Fernanda do Sanios Pereira.
Conrnnne.(-andido Ifnl Ferretra, ijiidanlede
1 .ion. encarregado do delalhe.
Cotpc
Para alfei
lhaoii.ll
o primeiro
ue.HHiiul"
EXTERIOR.
ESTADO DO CONTINENTE.
Part 2 de Miembro do 1853.
O l'ai/s publica j^M'Kiiinles lixi x.neiceM'ii l-
nulaik'Viuniia iiHMlilirHil.i ciciMla c'l.i INirla.
< Aoi.i que us ultimus s|ieilo hnmaii
Dier sincero acere;
So rom I .-'-.ii ni.i, t
nado lillid, IVuco <
nfe-s.ir ininlia ruin;
. ioveneiveJ |iersi-den-
ii,ie/ar de um eoiieur-
........'-i.....'
lo patudo, conieaMr minha
a unirle prcnialura .i'lilllri ni. f.-'i pOUCO [Mi-li.it
|u,is rompila, o lobrolado
ca >le minha* ilosemilianras
so tle Jarlos uii de apparem-ias absoliilanieule. f
raveb madama Jellerson, salva a ImpMNlO de
madiim;i Ha>nitindo ; ccom ludo <|ueria que, acon-
lelhahdoHIM a eooelulr esle c.is.imeiilo rico, ella me
ahsohesse, |.or assim dizer, meus proprftNI olhoa
las consequeiieUl Ulvcz lonc-l.is que elle podesse
ler!
Madama Ka\mundo ouvio seu lillio com inuila
allencftu, e disse-mc :
Mr. IMi|dessis, o senlior de sua pro|ira von-
lade ;ixMioii Jojloa nossa conversarflo, epcdio-llie
Ma opiniao t-obre seus projeclos ; quer que conver-
semos com elle a respeilo dessa determiuaco 13
inquiranle para o seuhor?
A : Esle lie o meu mais vivo desejo, senho-
ra, se Joao consentir.
Mmo : Bem sabes. Fernando, quanlo me inte
ressa ludo o que le respeila ; mas em faci de casa
ment reccioser pessimo e parcial conselheiro, de-
cidido como eslou a licar solteiro.
Madama fat/mundo : Heu amigo, la amiza
do por Mr. Duplessis, teu con hec i me tilo de cerlos
anleiedente|MKle inspirar-nos bem, e ser-nos mui
ulil, e al^uinas de las palavras fazem uacer cer-
tas Mispeilas em meu espirito.
Juo Como assim, niinba mi ?
A/adama Haymiindo : Eu j le liavia ouvido
apreciara mullier de leu amii-o asstm como acabas
de Tazer; por isso mo pude, como di/u anda ago-
ra a Mr. Dup^sis, mo pude defender-mo de urna
esperic de vaga desconfanos acerca de madama Jef-
fcrwn. Sesilndo acabas derejielir-mc, ella linha
um carador franco, *ivo e Ihano; eu esperava,
|>ois. ver una mullier (oda patente; qual nflo foi
minha admiraco adiando ncll.i urna |>es.oa comi-
da, recatada, medindo cada urna de suas palavras,
usando do urna Hugiiagem ontrida, discreta, inn-
desla, cariuhosa, iusinuaiile, e rallando a cada ins-
tante em sua f, em l)cos, e na {rara...
Joao: Este contraste be tal com cfleilo, que
bem como a V. me. minha mai, elle d-me que rc-
fleclir... Mas a^ora lembro-me, e os o que me pa-
rere maito mato gravo! Oize-me, Fernando, meu
lio nao le llavera |>oracasu fallado uo senbor lof-
L'1-iHI '.'
/: : Sim.
Joo : Em que termos'.'
/:u: Em leriuos... que nu posso reproduzir
iranle a senhora
todo Oriente sao con hec id os do publico, ser-nos-
lia permitlido apreciar o cuidado com que os direi-
los e a independencia da Turqua lem sido defen-
didos, e a diguidade com (pie a diplomacia europea,
sem fraqueza nemconcessoeshumiliadoras, lem re-
primido |iengosds ainbc,es e exilado complicaces.
A nota adoptada be mui dlerenlc dos termos o es-
pirito do utlimatum, entregue pelo priueipe Meus-
chikon ; apnuina-se iudubilavelmcnte da ola mo-
derada proposla por M. de Nesselrode, anda niais
da nula escripia por HedwhidPasha, ecujos princi-
paes pontos ella repele.
nu.iiiNi Turquia contem somenle es ; una eoiilirma os lra(a driauopolc, sem .icrescentar ou lirar-lbes cousa al-
guma ; a oulra assecura religiilo grega asmesmas
vanlagens que sflo concedidas s outras seilas ebris-
taasdo imperio ollomauo. Por tanto a conlirmacao
sotenme dos tratados primitivos nao pode ser nem
nina lio m il i.itj.m nem um damuo para o governo tur-
co ; por outro lado, os linnaiis rcenles que sanrei-
oiiiini o eslendein a liberdado que anleriomienle
gn/avamasdiflerenles seilasreligosasna Turqua sao
um eompromisso muilo mais obrigaturio do que a
pbrase a esle respeilo couteda em a nota das po-
tencias inediaueiras.
u O governo turco nao est sujeilo a cousa algu-
ma Incompalivel com a sua honra, inlegridade, ou
iudepeudeueia, e cus la-nos a conipi ebeuder como
be que um rnmpromisso assim feilo, e reduzido a
termos Un simples eproprins, teria sido o ohjeclo de
lignina besilacao nos eonselbos do Soltao. Quanlo
Kussia, be claro que nbleni muilo menos do que ao
principio so fallava, e as suas prclencoes sao muilo
menosconsidera\eis do que parenam. Em verda-
de quando examinamos framente as condices pre-
cisas desta laboriosa negociarlo, pvrguulamos nos
mesiuos porque se pozeram em ino\imenlo tantos
ejrcitos, porque so dispeuderam !o enormes soiu-
mas, porque a paze os inleresses de toda a Europa
estiveram em perio por cau<*a de quelocs, cuja so-
lucilo podia ler sido alcaireada lo facilmenle.
i A Hussa, com toilas essas aincacas e Inda essa
bulla, obteve o novo reconlieciineiilo de tratados a
respeilo dos quaes no ha\ ia din ida alliuma nem na
Turqua nem em oulro qualquer lugar; obleve
alm disso,e nesle ponto cousegue ao menos um
resultado de algiim inleresse,que os subdilus ol-
tomanos da religiao grega fossem enllocados em
condices decomplrla igualdade eom as oulras sel-
las chrisl.las. He isto o que em liutiaeui diplo-
malica diz-se eslar eollocado as condices da na-
cao mais favorecida.
k Mas por veulura era necessurio para este im
mandar a (ioiislauliuopla aquella emhai\ada arro-
gante do principe Menschikidl', que lo justamente
inquietara os uovernos europeos; ordenar a pasta-
geni do Prutli pelos e*.crci(osrussos em menoscabo
dos tratados, e contra o direilo das naces, e occa
sioiiar todas estas crises polticas c linanceiras que
ordinarainenle slo o acressorio falal das ameaeas
de guerra? Nao cerlamente. Fina lirgociaijio pa-
cifica leria sido suflicieiile, e as proprias potencias
europeas nesle caso teriam coadjuvado os projeclos
que ilo ewdenlemeulc \antajosus para os chn-*taos
da Turqua.
do a mai< certa, que na realidade as oulTM
seita^ chrislAas, muilo mais do que o rito Brego*, se
UliUwiran da condigno de igual a nula de Viemia. A greja greaa, em coiisrqnen-
ria do numero cousideravel dos seus adlicrcutcs,
sempre oxerrera urna preponderancia natural na
Turqua; pode obler mclhures condices do que a
ealbolica, proleslante e oulras minoras que babi-
lam no lerrilorio oltomano. e os memhros da iureja
sreaa be que sern benelirindos pelos privilegios
que lem suecessi va mente emanado da juslica e tole-
rancia do Sullao. Assim, tomo a una de Vienna
de maueira aluuma dimiuue os rilos da Turqua,
nao (leve augmentar muilo aos da Kussia, e musir
pela eloquencia dus seus resultados, quo pouca gra-
\idade ha nos Iralialhos fundamenta-'* das quesles
libadas eom oulras militas lamenta\eis dilfereneas.
Somos justos, quando dizemos que, desde o mo-
mento em que o manifest de M. de Nesselrode re-
veluu o .ispelo real do iieorio em disctissao, a
cousa nao passoude urna queslilo de proceder, cuja
formula a diplomacia nao podia deixar de encon-
trar, e que leria sido resolvida lo pacilicamciite de-
pois.como anles da passagem do Prul)i,e da oceupa-
i.-i" dos principados. _
u Me ineonli^lavel que dentro de pouro< das
havemos de saber quelodas oslas queslesde forma
e esljlto se arham delnli\amcnle rasolvidas, eque
a Kussia, na boa fe dos seus cniupromissos, e das
suas declaraecs espontaneas, si- lem retirado ilo
territorio para cuja occupac.'W) ja nao lem pretexto
algum. II i muilo lempo que esle deploravel inci-
dente diplomtico lem sido resolvidu. se mo quan-
lo ao fado ao menos quanlo ao principio, por Indas
as I u le 11 ge oclas esclarecidas e desiuteressadas, e em
breve smenle restara deludas c-das romplicaeoes
lempesluosas a leinhranca dos eausaram. e a obrigacao em que se acliam os gover-
uos modernos de torna-Ios impossiveis para u fu-
luro. a
O l'nivem publica a caria leguinlede M. Mares-
ca, o AdmiuisIrador Apostlico de Nankin, datada
de Shanghai em K dojunho
u Os iusurgenles cbei.'aram |8 de marro diante
da cidade de Nankiii, e estalieleceram o seu acam
pamenlo imposto de S di^i^("les. Ca\aram mina:
dehaixo das muralhas, e eneheram-nas de |rnl\ora
lu
I
Juo : Fernando (em razo, inhiba mili;
codtumes lAo infames que niugueni ousaria mesmn
lazcr allusau a elle* peanle una mullier honesta ;
mas meu lio uo te disse seguramente que as rique-
zas desse bumein eran devidas fraude e usura '.'
Madama Hay mundo: 0.uc !... essa fortuna?
'ti: Seuhura, devo parliripar-lhe, bem a meu
pezar, que osenbor odolredn mui ihvolunlaria-
meiite foi engaado por indignas calumnias...
' : Meu amigo, cre-iue, meu lio he um lin-
mem de muilo juizo, e nu sera jamis echo do una
calumnia.
liu : Posso aflirmar-le que oSr. Jellerson era
nao so um liomem de bous eosluuies, mas un ho-
mem de una probidade exemplar.
Joo : Fernando, so souhosses com que escr-
pulo meu lio pesa suas palavras quando Irala-se de
fazer urna grave accusacAo contra alguem. licanas
persuadido, bem como eslou, que tu he que fuslc
engaado.
Eu : Eslou persuadido do contrario.
Joo : Meu amigo, teu corscjto be fcil e bom,
leus erando repugnancia em crer no mal ; masem-
lim eis-aqui fados: o homem de que fallamos exci-
tou por tal maueira a indignacAo publica com suas
velhacariase suas iibomimiveis de*assuli)cs, que fei
expulso de duas cidade* ; esla expulso foi de noto-
riedado publica, meu lio era Icstemuuba.
Madama faymundo : Meu lilho, lenho como
tu urna f aluoula no juizo e na boa fde meu
mo ; lodavia como beque madama JcfTerson linha
lagrima nos ulhua todas as vezes, que se fallava em
seu iii.iriiln, a respeitu do qual exprmia-se com una
venerarlo taomaviosa? Seria sso urna incritel h)
nncrisia da parle dessa senhora Nao hesito muilo
em cre-la capaz de ir.enlir assim, |kis madama re
Munlbrison, cujo tino excellenle e juizo seguro sAo
para mim incontcslaves, a lem em lAo perfeita esti-
ma que conseiile em servir-lhe de mi.
tiu : JuAo, ouves la inAi ? ella allrma um
fado.
Joo : Todus os das se veem pessqas honestas
engaadas ; e devo dizer-lhes... ludo islo... drscul-
nem minha biutalidade, ludo isto nao cheira bem.at
nao que eu faga a mullier responsavel pela deprava-
dlo do marido ; porem, Fernaudo, o casamento lie
sem duvida urna cousa grave, mas ha ahi alguma
usa mais grave anda : he a honra.
// : (Jue queros duer com isso '!
Juo: Supp|HUihamos. que es engaado por
falsas informaroes, c quo ignorando que a o igem da
forluua desse huiucm foi com effeilo impui.i. enaM
eom a viuva sua herdeira ; nAo le lomaras sainaos
ulbos de lodos solidario de urna infamia 7 Nao goza-
cmhora sem o saberes, do* Inicios vergonliosos
laude? E uuaudo vieres algutn diau descubrir
e a 19 fizeram urna parle voar pelos ares, junta-
mente com a porta urienlal. Iminediatameiilede-
pos de um signal dado, accominelteramalguus a
hrerba, eoulros a muralbacom urna impeluosida-
de que assustuu os defensores. No primeiro ataque
se lu ii.ii.iiii senhuresda cidade. Os inandarus que
ii.Mi poderam escapar, furam fetos prisiouciros e
poslos amorte. A 0 de marco os iusurgenles se
espalbarain pela cidade, e derramaran! o lerrur c a
mude por toda a parle. Lin velhoveneravcl, che
fe dos Chrislaos, foi morlo na sua casa, rom o fllio
mais velho ; o segundo lilho foi gravemente feridu,
o (erceieo Invado como captivo, e o mais moco fugio.
No mesmo dia oulros qualro chrislAos cahiram na
peleja.
No da de marco a familia Tseu.a mais rica e
mais dislinda enlre os chrislaos, foi expulsa das
suas casas, as quacs os iiisurueules exigirampara os
seus ebefes; e fil memhros desla familia foram clau-
surados n'uma casa vi/.inha, e ahi morreram quei-
mados. Oous mancebos |ierli'iicenles a mesina fa-
milia, um ile idsdedo I" anuos oulro do 18, os
quaes eMavaui ausentes quando os prenles foram
quoimadns ebegaramem Shanghai, leudo caminba-
do 70 a HO leguas, e pedinilo e>inolas para eome-
rem. Cinco memhros mais da mesma familia tam-
bem se achavam ausentes na occa>iAo da execueo le
.'II, mas uo se sabe o lugar para onde foram. nem
o que lia sido feilu delles.
(i Tudoquantoperleuria a seila ebrista da igre-
ja de Nankiu, ornamentos dinheiru e papis
fora deposilado com a familia Tmmi, e conseguinle-
meule ludo se perdeu iuleirameule. No mesmu
dia, varias pessoas enlraram na eapella da cidade
onde os chrislAos so achavam reunidos, e recilavam
as uracoes ila Semana Sanhi. Pruhihram que se
recitasftem as uracoes de ioelhos, e ordenarain aos
chrislaos que se senlassem e recilassein a nuva ora-
cAoie Tien-Tou. Os ehrisl.los replicaram que eram
calholicos, e BlO reconbeciam oulra reliitiAo. Iu
limaram-lbe que se dentro de Iros das elles se
nu decidissem a obedecer, todos scriain decjpi-
lados.
ir Nn dia \ de marco alguus miseraveis enlraram
na eapella e lenlaram violentar algumas virgeus
cbrslaas, mas foram ohrigados a s.ibir, e desdi
lo nlO bouve mais ataque desla especie. Depois
de mcio-dia se li/eram novas intunacoes para que
adorassem Tien-Fou ; nova recusa fora feila pelos
cbrislos, o se seguiram novas ameaeas. No da :5
de mareo, os cbrislos eslavam adorando a Cruz na
Sexla-feira da Paixo ; os iusurgenles enlraram to-
dos gritando eaineacaudo; quebraran) o rrurlixo,
desmorauaram o aliar, e enlo pediram que recilas-
sein a sua nraco, a<> mesmo lempo fazendu prsen-
le-, aos ChrislAos de livros em que ella se acha es-
cripia. Cm calbequista loniou um livroreligioso,
a /\.iiliirilo dos mandamento* de Deas, e olTere-
ceu-o a mu dosebefes. l.\i<- examinou-o a (oda a
pressa, e enlregou, dixeudo, a A sol religiao ho
una excellenle religiaoa nossa nao pode ser com-
parada eom ella ; mas o novo imperador deu as suas
ordena, e he Torc que o nnhor obedecoa morra.
Depois de varias ameaeas repetidas en \o, ossol-
dados agarraran! os chrislAos e (lies amarraram as
mAos para tras das cosa-..
As mulberese u meninos e\orla\am oslioniens
a que sull're--ciii de bom coraco por amor da sua
IV; lambent ("rain amarradas o mal (raladas. As-
miii que lodos so acharam presos, foram lev adosa ule
o tribunal do imperador para 06viren, a seuleuca
qoe os aguarda va; todos iam mu saiisfeitos. Quan-
do chegaram peranle o Iribunal onde fn.tram pur al-
gum lempo da parle de lora, depois se a presen I a-
ram alguus ulliciaes, e por parte do impeadoi Ibes
disseram que, como nao queriam obedecer, eslavam
todos condemnados morle, e iam ser exeeiilados i
porta uccideulal da cidade. Os prisioneiros foram
enviados ao lugar da execueo ; mas as portas do
tribunal fui decapitado um xdlio, queja nao |iodia
andar.
r Os oulros chegaram ao lugar designado; eram
quasi 100. l'ergunlaram-lbes de novse estavam
resol vides a praliear u que Ibes era exigido, mas
constantemente replicaram.
" Somoschiislfios! o Fi/eram-sc muilas ameaeas,
mas neiibuma foi excculada. Pela lardinlia foram
reconduzidos cidade e levados para um grande de-
posito, que oulr'ura era a greja de Nankiu. Ahi
passaram a nnile eom as inflos amarridas, e alguus
hiram altados ;s columnas do edificio. Um cunse-
guio desalar as mos e escapar. No outro dia novas
ameaeas foram feit.is. No Domingo de Paschoa lo-
dos esperavam uiorrer. Alguus ollii-iaes enlraram
no lugar, o pcrguqlaraiu se estavam dsposlos a re-
eilar a orarn. A Igun- disseram : 'lodos seris
morios, pin (pie mo obedecis ; mas oulros reapOIV
deram : NAo ; porque enlAo iriam elles para 0000
e alcancariam O que desejam.no eutanioque nos ti
caiianMM criminosos.
ir Todava, os cbrislos peruiaiieciam lirmes, e
nada cedtanii Algumas mallierea especlalraente, e
ah1 alnunsmeninos, bradaramk Malai-nosa todos
que ieremoa marlvreseiremospaiaoceol p Como
alguus dos soldados perdessem as esperancas de
suhjugar a coragem das mulheres, e nAo livessem
ordena para mala-las, abriram as portas do arma
zem, c obrigarain-uas a sabir. Todos foram para a
eapella, onde licaram com os meninos ; vram 70
SO, ponen mais ou menos. Os huinens licaram no
Bimatem eom as mos mais aperladas do que uo
primeiro dia.
i No dia 'JH de mareo alguus mancebos fatigados
dos sol rmenlos, C Icmendo nevos U)iinentos,.se
resolveram a recitar a ramosa oracfo, porque ella
nada continua contrario aos dogmas da nossa tmnln
leligio. Depois de lerem proleslado que lenclona-
vam permanecer ctholicos, 22 recitaran) a ora e furam iminediatamenle sollos ; mas os outros de-
clararam que preferiam morrer a recita-la, antes de
conbecercm que ella era boa, o alguus foram cruel-
mente espancadus. Depois lodos os que cederam
se mmiIi.un mui humilhados, e searrependeram de
nao haver imitado a firmeza dos seus irruios e a co-
ragem das mulheres c dos meninos.
a Ao passo que as mulheres o os meninos exis-
talo na eapella, sem um homem sequen que os pro-
legesse eanimasse, os homens liveram ordem para
servir os insurgentes, ou como soldados ou como
trabalbadores. Dez dos que foram apanhadoii, pe-
lejandueoulra Tscu-kiaug, se aproveilararo da vau-
lagem de urna nnile escura para abandonaren) as
filleiras e fugirem. Vieram para aqu, e nos con-
laram o que teslemuharam.. Foi a 14 de abril que
conseguirn! escapar. Na occasiAo de sahiem tle
Nankiu, oiiviram.dizerque os insurgenles expelli-
i.iih para fra da cidade grande numero do mulhe-
res e meninos. Dizem que a ponte do grande canal
se ahaleu dcbaxo do peso da multidao, e que se
afogaram mais de mil pessuas.
Tamhem recebemos milicias de Yan-'IVhcu.
Nu priiuciru do abril us rebeldes enlraram na cida-
de, sem que eucunlrassem a menor resistencia. Tu-
davia, pralicaram os mesmus horrores queem Nau-
k i 11. e os chrislAos nao foram poupados. Prendern)
os fuicciunario* da eapella, e us cuuduziram com as
respectivas familias. Obrigarain a lodos recitar a
uracodeTieu-Fou. .
a Poii.iiiin, dMis ralhequislas sahiram frente e
explicaran! com luda a clareza os uossos dogmas e
as uossas usanzas. Como castigo a esleaclo, orde-
uaram que se inllingisse :MK) a^oules a um e .VKI a
oulro. Anda se ignora se elles poderam sobreviver
a esta cruel ll^gellacAo e a nudos lerriveis trata-
menlos a que foram submel(idos. N'uma palavra,
denlre auasi G00 chrislAos em Nankiu, Yang-Tcheu
e Tseu-kiaiig, 50 lem sidu mudes ou queimados al
morrer, c muilos presos e acouladm. A mor parle
delles perdern! tudu quanlo (>ossuiam, e existem
eaplifoa, expuslos a toda especie de perigoa da
alma. ('Correspondencia do Time.)
jnii^M^
anMH^^anBwaw^MsvnMai^iaanaM^MiniMMnBaBBnB
a verdade... qual nao ser leu pezar. Ipii desespero !
Penaa nfsto, Fernando, lu iao leal! lu que ha pon-
to lempo dalla proveadle la*o rara delicadeza a respei-
lo do dote de la mullier !
iiu : Meu amigo, eu teria vergonba do seme-
Ibanle solidariedade, se ella pudesse existir... mas
repilo, osenbor (iodofredo foi engaado, a origen) da
r. i nuil de madama Jellerson he pura.
JoSo: Tens provas palpaveis disso? Podes
acaso dizer-me : JoAu... dou-le minha palavra de
homem honrado que para mim esta moral e materi-
almente provado que a fortuna, de que goza mada-
ma Jeler'.nn foi iiobrciiionle adquirida ? h Oh! se
mejnrarea isto por loa honra, eu lecrcrc!
/:"i : Digo-te que lenho urna certeza moral ab-
soluta ; mas...
Juo : Mases muilo honrado para dar la pa-
lavra na falla de provas maleriaes Kecniihe,'o nis-
so (ua leahlade ; |ior isso persisto em crer na veraci-
dade das informacoes de meu lio, o qual leudo es-
tado naquelleslugares, escudo contemporneo dos
fados nao pode ler sido engaado ; mas emfini cm
una queslAolAo grave nunca a geule so pode escla-
recer do mais, nAo be assim t
liu : Sem duvida. 4
Joo: Dirige-te legajan dos Estados-Unidos;
os diplmalas eUlo sempre mui eitaclainente infor-
mados sobre seus naciouaes, muilo principalmente
Joaudo se traa de um homem citado por sua gran
e fortuna ; indaga do ministro c corrige assim o
que meu lio le referi acerea do seubor Jeflersou.
Bu;Seguire esle conseibo: mas eslou desde
j cedo que das duas urna, ou o ministro lera sido
tomo tantos oulros engaado pela calumnia, ou me
responder que-o seubor Jclfcrsou era um perfeilo
homem de bem.
RECIPE 8 0E OITUBRODE 185.3.
ASI I10HAS DA TARDE.
ItHIISI'KCni SEMANAL.
* 1 mi.ni no dia 1.* dn crlente, sem que o soubes-
semos, a sesso do jurv desta cidade ; mas nem pur
isso deixarcmos de consignar aqu o seu encerrainen-
(o, (ti'ii dedarmos os devidos emboras aos Sr*. ju-
rados, pelo bem que desempenbaram a sua misso.
mostrando em lodos os julgainentos uma firmeza e
juta severidade, diguasde louvor. Seroduvida nao
leve a juslica ser encarada por um so lado, o da pu-
ni' .ni ; o por mais cega que a representem, por mais
idada que a pinlem, ella lano olha u crime, ro-
vela sobre a innocencia. Mas quem nao sabe,
que, lambcm por mais perigosa e abominavel que
eja a coiidemnacodeun innocente.hcsempre raro
mu tal successo. por isso que lodos os interoses se
reuuem para preveni-Io, e que pelo conlrario nada
lem sido mais fcil doquoabsolvii.Ao dos criminosos,
JCancilO dosgravissimose incalculaveis malesquc
geral Eidretanlo, se se pensar um' momento em
lodos os cnmeie daordeni que acarrela a ejperan-
;ada laapanldade, se se pensar nairistee alniciiva
iluaefio das victimas innocentes desses crimes que
por ahi se perpetran), nao se deixar, por cerlo, de
nodilirar u terror, algumas vezes infundado e chi-
inerico.daquclla deploravel evenlualidade, e procu-
rar por todos os meios po*sveis fazer eerlas e eflec-
livas as penas aus que delinquirem. So nesle peu-
samenlo se pode salvar a humanidade, s com este
propositse podem garantir as liberdades publicas,
e particulares, das quaes nAo ha uma s que nao
upponha urna legislacAo reprossiva, esclarecida e
previdente. c urna hbil e lirme adminislrajAo de
juslica civil c criminal. Esquocei, porm, estas
grandes c salulares condices da urden) sucia oul,
lescuidar-vos um siustanledc proseguir cora anlii-
coos seus resulladosnaliiraes. eludo tereis perdi- '
lo : a vosea seguranca perigar; sob cada um de
Voseos passos veris abrir-so um ab>smo ; e quaes-
jner quesejam as medidas ecaulelasque luinarde,
cedo ou larde vos hatera o crime i (Mirla, audaz e
de col erguido, porque vos nada tereis absoluta-
ule prevenido, deixando-lbc a esperanzada im-
puuidade. A punicAo cerla be e ser sempre oprin-
eipal a mais seguro meio de preveneo ; edebaixo
desle (wiilo de vista, com que verdade nao proferiu
Plalo a sua lo romhalida senlenc,a :Semo pnf-
/ch- punti t/uia peccalum esl, sed nepreccetur ?
Enliou em nusso porto, un dia 4, procedente do
Hio de Janeiro, o vapor (uanabara* traxendo a
sen bordo quasi lodos os depulados por esla provin-
cia assemblea geral, cuja sesso foi encerrarla no
dia "> do passado. Alm da nomeaco de qalm
presidentes, dous para o norte e duus para o sul, e
do alguns despachos de juizes de direilo e oulros
mais do menor importancia, nada Irouxe o referido
vapor que marapa, ser de novo reproduzido. Ueiaa-
va a naa aaooago em todo aquelle lado do im|eriu,
e a ini'-iii.i provincia de Alagoas achava-se Irau-
i|inli-.i-T.i, leudo ressado a agilaedo que apparecera
ua villa da Imperatriz.
Algumas noticias (vemos dn interior. No dia ti
do correle parti ra cidade dC.N'azareth o Sr. capi-
nio fazer eato, nAo de nossoscouselbos, mas de nos-
sos presenilmeulos, nao duvidamus que ser pelo
meiius liel aos seus senlimenlos de delicadeza cos-
tumada; usar de sua iulluencia sobro essa senhora
para induzi-la a repudiar uma riqueza que lemos
muilos motivos de julgar mal adquirida ; sua fortu-
na pessoal sera mais que sulicienle para assegurar-
Ibaa urna exislencia decente. Nao duvido que eu
meliiulrese revollaria, Mr. Duplessis, sao pensa-
meulu de usar, seja em que for, desses grandes
lii'n-, cuja origem parece-nos suspeila.
Depois indo a uma papeleira que havia no salan,
madama Raymundo (irouos dous bilheles de mil
francos que Cesariua Ihe levara na xespera, c en-
(regoumos dzendo:
Faca o favor de agradecer por 008 a madama
Jedersun sua generosa iulenc,au em favor de uossos
amigos.., mas...
u : Que, senhora, recusa osles snecorros".'
Madama Hay mundo:Nossa causa (era subro
(udoporsi sua irreprehensivel houeslidade; uo
podemos Mr. Duplessis, dizer como nAo sei quedes-
pola de liorna: pituco os importa a origem im-
f'ura do dinhclra! aqucllc que consagramos ao al-
ivio de nossos irmuus, que soTrem, nAo deve jamis
ser maculado, nem mesmo suspoto de se-lo... Crea
qua nossos amigos, aos quaes era destinado eslo so-
corro roniparlilhariam nossos escrpulos...
Iiu: Ah.' a senhura he cruel!
Alm disto conhero a causa dessa* aecusa^es
ronlra elle: durunle sua residencia em Pars u se-
ubor Jellerson dava grande* feslas para as quaes
nao ennvidava jamis seus compatriotas; dahi a n-
veja en odio desles, dahi os hualo-. odiosos que es-
palharam sobre seuscoslumes e sobre a origem de
sua fortuna.
; Mr. Duplessis, sentimos
I be ebegada a hora en/ejnc
ir para nossa rasa do cora-
Mmlui/Hi Haymmiilu
ser ohrigados a deixa-ln
meu lilho e eu devemo?
mercin.
Conliiiuaieinos depoi
conversai;Ao. O que (
que e |ieisisle em pudir-me minha
/M : Sim, senhora...
Madama faymundo : Puis bem! dove hesitar,
hesitarmuilu em contrahir osle usaniento, ese seu
aiiiur |iur luadama Jellersun u aubjugar a poutu de
is, se for de sen gusto, esla
or ora Ihe po&au dier, he
opiuiao...
Joo: Femando, a recusa de minha mi nada
lem de olTensivo para ti. A houeslidade dea for-
tuna o id nos esta demonstrada: quando a boura e a
delicadeza le ubrigain a nAo aceitar o gozo dessas
riquezas, fiodemos nos por ventura aceitar uma
partcula dellas em uome do uussus amigos?
Madama faymundo: Alm disto. Mr. Duples-
sis. uo caso que uossas descoiiliancas nos ni.: iii.is-
sem, bastara que o seubor depois de um exame pro-
fundo dos lados nos diaa bem como Joo o coiivi-
dava anda acora: o Dou-lhe minha palavra de
homem honrado, que a probidado do Sr. Jelferson
esta p.ira mim materialmente demonstrada... uOh!
eutAu recebereino* osla oflorta rom rccoubeciranlo;
nu entretanto conserve-a romo um deposito.
/..: Pois bem, senhora, respond lumaudo us
dous bilheles de mil francos, lenho a esperanra e
a certeza de provar-lhe olanlo seus receius u suas
suspeila!. careccm de fundamento.
JoUo: E uesse dia, meu bom Feruando, lu nu^
(eras alliviadu de um graudc pesu ; mas er. cm uoa-
sus conselbos, e eomu le disse minha mAi: rellecte
muilo ahtes de ligar-le por este casameulo, uo qual
;it aqu uAovenius [tara ti suflicienles garantan de
H1 gura nea.
(Coniinuar^cjuuj


i.iu Camisao, acompauliailo do destacamento ao scu
mando; c la/cndu juncc,o no lugar de Primavera
rom a forja comraandaila peloSr. capllao Wauder-
lc), marcharamambos para a chan do Etlcvao, mi-
elo de|>os de alguna varejos, capluraram sele Indi-
viduos desconuecidos e sutpcUos, os quaes foram
entregue* ao rMpacllvo subdelegado, para proceder
is necesarias avtriguaeoes. N'essa occasio appre-
liendcram-ss quatro espingardas, Iros fundos le
granadeiras, una pislola e um rarao, que arrian
igualmente ser entregue* polica; e folio isso, si-
gui cada (un dos ditos dcslacamonlos continuar
as suas escurcoes.
Os concessionarios do privilegio da navciac,ao
rosleira i'cvapor desla provincia, depois de alguma
hcsilacao sobre as vnulagens da reallsacao da eni-
preza quesolicilarain, resolveram encarregaraocor-
rector F. Kobilliard a venda das aceces para a for-
niaro da companhia; e segundo lem este alllrnia-
do, ob(iveram-sc en tres dias assignaturas na im-
portancia de 400 cnntns de reis, n.toiucluida a quan-
tia que devein subscrever os mesmos concessiona-
rios, os quaes, anda desanimados, limilaram-sc ape-
nas a assignarcm a inscripc.o, sem todava declara-
rem oiiumerodoarooes queprclendem lomar. Cons-
ta-nosalm disto que vilo elle requerer ao governo
imperial algumas modificacoes no contrato do privi-
Iol-o,sendo que por esta razo lemdcliear ainda por
algum lem|>oadiadas a enrorporagao da coinpaiihia
c a encommenda dos vapores necessaros ao servido
da mesma. Tao desalentado vive entre nos o espi-
rito do empreza, que nflo pode o governo eximir-sc
de fomenla-lo por lodos os meios ao seu alcance; e
ja que os nossos capitalistas, desconliecendn os re-
cursos naluraes du paiz, e as suas necessidades cres-
cenles, nao sabem livre 6 ousadamente tirar parti-
do desta siluaco, misler beque a tulella do poder
os ilumine, e guiaudo-os pela mo, os faca sabir
lene lorpor enf que eiistem, diniinuindu em seu
favor as eventualidades de perda, quanlo fur com-
pativel com a equidade e as forjas do Ihcsuuro pu-
blico.
Pile-se dizer que estamos com o verlo principia-
do e o calor annuncia-se forte e intenso, lalvez
nuil do que nunca. Com ludo anda Mi* semana
rabiram alguns aguaceiros, principalmente na ma-
drugada e manbila do dia 5.
Enlraram 22 emharcaoucs esalriram SI. Hendcu
a Ifandega 8.-i:208528fi.
Falleceram durante a semana 11 pessoar: sendo
10 homens, II mulheres c 15 prvulos livres; 4
liomens, 3 mulberes c 1 prvulos escrotos.
VILLA BE IGUARASSU
6 de ouiubro de 1S63.
Nao sabe quanlo cslou contente por ler tomado a
resollido de dirigir-lbe carias, dando noticias do
queso vai passando por este ranln : fui causa de que
ua Liberal ap|fereccsso lamben] um corresponden-
te, e al desronlin que-conoorri para que Joaquim
Francisco do Iteuo largamlo o arado, de novo v iesse
rinpunhar a peuua.que outr'ora o l.uiz lluarlo leu-
(ionuu arranear, e que depois dos dedos llie arrau-
iou o l)r. I.ourencn Beierra Caraeiro da Cunha !
Porcm se por urna parle ufano-me de ter fcilo com
que a Ierra sonde uasci, ande tao fallada pelos jor-
uaes da capital, paBOUlta parla cnlrislccn, porque
o correspondente do Buho Pirnambueano por um
mal entendido resentimento, nao trepida em avan-
i.ar peranlc o publico falsldadesrcvollantes, enlris-
leco porque o correspondente do/./(Vrfll forra de
pruieirsmo adultera a verdade para piular o que
v alcm do scu lado, com cores negras. Nao lia
duvida, que a pulicia desto termo nao lem marcha-
da caminlio regular, o eu mesmo em minbas pobres
oarlasu lenlm dilo ; mas nem porislo posso otivir
dizer, unicamenle para se dizer nial da aclualida-
de, que os crimes pur aqui se reproduzem rom Ire-
qucucia espantosa, que o ccele o a faca deponas,'
ciiipregam a rada passo ; porquanlo os iiie-iiius.
praieiros d'aqui "So negaran, que Iguarassu be um
dos lermos mais pariliros, poiiqiM a|ie/.ar do estado
denossa polica, apezar mesmo da um ou oulro a-
cnnlecimenlo desagradavcl que se d em qualquer
lugar, .linda nao dcsinercrcu oslilulos que bonram
sua villa, Dio Importando em nada o que na pro-
vincial disse o Sr. Floriauo Correa de ilrilo, i|ue,
cnlro parenlbcscs.seja dilo,militse lia do ler arre-
pendido daspalavras. que um desejodc fallar boni-
lo, Ibe fez pronunciar em desabono de nossa boa
Ierra, por islo que temos sacudido fura das urnas
eleiloraes sen nomo, para assim dar-lbc a entender,
que 000 sentimos.
No dia -2'i du me/ que pr.".mmente liiidou, aqui
ehegou o airea Selpio cora >eu destacamento ro-
lante, oque poz em -ii-lns muila rale, porquanlo
o tal Seipiao apezar de urna Dgurnha ridicula, que
me lembrou o -alo rom bolas ilu Marquei de Ca-
raba* do Cunto da- Fadas, inerercii que as esquinas
amanbeces-ein escripias: S/iiiiu, muricordia!
Sptlo, SU. Com e DanmoSpiSo ul mi Ier-
ra, praieiros rpalos blgodet, (c. Mas eaaaa po-
bres reas enganaram-se em seus temoret, porque o
Sripiao que tanteos aincdrontou levou seos lies dias
no dolce [amiente, e rclirou-se conlenle de ver
quanlo o seu nomo be rcspeilavel cusa das mals
fofa*expresases, que se tcem ouvido.
Nesse mesmo da ehegon o Sr. .Mello llego, que
por mandado superior, velo examinar o reculhiiiiun-
lo das freir* ; dizem-ine que acbou om mi-oro os-
lado, calculando em dozosois cnica den is o neces-
sario |iara pr-so o edilicio cm calado de poder-rc
prestar ao lim, para que serve. A'visla disto pare-
oe-me, que nu mullo de-ojo de servir a lieos, ou
grandes (lososlos falom com que bajan) rcoolhidas,
apezar du pessimu oslado do romelo.
"dia i; rol afnda fallado, porquenclle ebega-
ram algn* eandidalo- i pi ov Inciaf, que amlam por
estes mundos a cabalar; s caque preleodcni sor
dopulados provinriaes beque lem rindo li esle lu-
gar, sito bstanle* para enrbor as cadeirai dos logia.
ladores da prorincia, e aioda sobrara algum tup-
penles.
Nao obstante os meus anuos, gusto de vcros.i
mocidade vida do doria, dosejo-a de fa/er solvi-
os, e mo posso dcfxar de reprovar o carraucismo
dcecrlos sugeilos, que querem conservar aperlailo
oom molas de ferro o circulo de corlas inOueuciaa
j gaslas, e de que nada mais se deve esperai. Es-
cullamos mocos iulelligcnlos o I.....railos, que foliz-
ineiile ii.ln fallam em nossa provincia, e Taramos ex-
periencias, por onde approvellemos o approvcila-
vel, r lancemos de lado os que nao moslrarem bous
dasejos. S assim farcinos alguma ruusa ; j lomos
lempo baslanle para nos desenganamios, qua o mo-
nopolio em ludo be man, e prinripalmenle guando
se trata do incIborHineiilo de nosso paiz. qne deve
scu pouco adiaoUmenlO a esse fatal exclusivismo.
Nem pelo que digo se eonelua, que desejo d;ue o re-
oinlo da assembla provincial se lomo nina escola
de meninos, nao; ba.aui poUlicoaciperimenlado-,
que guiem os principiantes ; b.ijam os meslrcs da
lctica pjilamenlar. que seguren) osprimeiros pas-
sos dosuovos, que ebeios de vonladc Iccm ale boje
rebentado os pollos anlc esse circulo.
Iie-iulpo-iiie. mea amigo,se de noliciador sallo
a polilico, masbcqucdebaixn de ininba idado a-
vaiifado evislc um coracau sempre novo, que san-
gra quando vejoque o liiiue;d/fercommerrial
lem querido (ambeui dirigir as rodeas dos go-
vornos.
Agora abaivando de Inm. e entrando no meu ca-
rcter de correspondenlc, que por momento* deixei,
talvez com admirarao sua, parlicipo-lbe que a Ti
do prximo passado leve lugar a Testa dos gloriosos
SS. Cosme c Damiao, que foi feila com algum appa-
ralo, para o que concurren o ter cantado sua pri
meira inissa o padre Amaral. Pregnu na missa o
no le-Deiiui o padro (ireuo, bem conbecido ahi.
Uepois dessesdiiis de bolirio, em que roiicorreram
muilas pessoas dos ai redores, e mesmo muil.i. do Ko-
cife, recahimosem no-sa babilualinsipcdez, e nella
M conservamos at que alguma com exlraordina-
ria no* vonba lirar delta.
Tenho me esquerido de dizer-lbe, que a quola
concedida pola assembla provincial para reparo do
oonvciilo des. li.im-iseinlesi.n ,||a lem sido mui-
10 approveila.la palo guardiio do mesmo convenio,
que lem relio muilos melboramenlos, bemque ou-
iros mais liquem por razar em razio da diminua
quanlia que Ibi volada.
Nansei qqal o motivo porque sonjo tem poslo cm
execucio o a ere lo da mesma assembla, que man-
da abrir o rio de Iguarass, medida lo precisa
iiavegacao de nossas einbarracoos, que cm virlude
das vollas e eslreilezas do nieamo rio fazom m
duas llora* c mais, o que poderiam lazor em nina e
menos.
Solicitamos a alteneode S. Evo. o Sr. presiden-
fe, para que lenba eleilu SSsa mediilade bonelieio.
qne nos concedeua provincial, a qiiem dirigimos
nossos agradecimenlos.
Saude e felicidades Ibe desejo sinceramente.
il'arin parHemlar.)
III
Porque rauita genle
Por l versos faz,
Assim v mais esle
Poeta de mais.
IV
Nao ha navidades
Por esta terrinha,
Onde lia mullo milbo
Mas pouca Tarinda.
V
Ind' la altiva
Esta seuborila
Que a viole o qualro
( beico arrebila.
VI
Elao mais humildes
O milbo e feijflo,
Porquanlo seu piejo
He mais de razao.
Vil
Por ambos se paca
A oiloe adez,
Daquelle patacas
Mas desle mil ris
VIII
Osenbor invern
J dizc me vou,
Ao meslre verflo
A chave culregou.
IX
Agorl adeos frios,
E lamas lainbom;
A*chaval so foram
l) sol ahi vem.
X
lie Caruarii
II lal acudiuho
Me dizem que vai
J bem iliirnlinho.
XI
One soffre, m'allirinam,
ll'um' bemorrbagia,
A quein curar
llumeup.ilbia.
XII
Com boa dosinha.
Iliz corlo malreiro.
Do medicamento
Chamado dinheiro,
XIII
Ailieil limii itnii,
Por boje be bstanle
Scmlo acbar graca
llesculpeo manante*
Idtm.)
' >S4< ^ ,
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
(.SFSSAO OIIIIINAIIIA UEJ9 IIESEIEM-
111(11 !! i-- -:.
Pretil/enra iln Sr. luirin ilr (' Prsenlos os senhnros Kego e Allmquerqi.e. Ito-
uo, l)r. S l'oroii.i, Uamedc o Vanos, rallando
de Manocl Jos Mauricio de Senna.do bacbarej VI
cenle Pereira rio Kefo, de Valenlim da Silva AC-
e levanlou-se a seasia.
Eu Mauoel l'errelra Aecloli a eacrevi no impedi-
mento do secretario. BarUo de Capiiiaribe presi-
dtntc. f'iuuiia.Olii -eir.Itege. .Womede.
Higo .llbiii/ai-ri/iie.
REPATATICAO DA POLICA.
Parte do 'da 8 do oatukro.
Illin. i-Kun. Sr.Participo a V. Exc. que das
parles" boje recebidas nesta reparlijSo, consta lerem
lido presos : ordem do subdelegado da Treguezia
le S. Jos, o pardo Francisco Severiano, por desor-
den! ; c a ordem do subdelegado da Tregueria da
Boa-Vista, o portugus Jos Dias, para averiguajoes
pollciaes. .
Dcns guarde a V. Exc. Secrolaria da polica de
Pernambuco 8 dcoulubro de 1853.Illm. eExm.
Sr. conselbciro Jos Bcnlo da Cnnba e Figueiredo,
prcsideuloila provincia.O desembargador Cae-
tanoJof da Silva Santiago, chele de polica in-
terino.
i.-, o.-.*------
BALANC) DA RECEI'IA E DESPE/.A DOS ES-
TABEI.ECIMENTOS DE CAKID VDE, VEHI-
FICADO NO MEZ DE SETEMBKO DE 18'>3.
Recolta.
Por saldo em :!l de selembro a saber:
Em lelras......1:0718910
Em recilios por adianta-
monlos......t:(lRt7liG
Em moeda...... -JI-iBill
2
Hcccbido do Sr. Joaqun! Francisco
lluarlo, Ihesoiiroiro do patrimonio
dos orpbaos, iiuporlauoia da renda
do segundo andar da casa dos expos-
tos, vencida om ljdc selembro .
De Jiiaquim Jos Alves de Albuquer-
ue, iuiporlancia do legado felo pelo
dlocido Francisco Jos Piulo, aos
enfermos do grande hospital .
De Jos Carneiro da Cuiiha, importan-
cia da renda da otaria do hospital Pe-
dro II, vencida em 7 de selembro. .
Da Ibesouraria provincial, importancia
do curativo das pracas do eorpo de
policia, alo o uicz de julho. .
Da inocula Ibesouraria por nuil. da
quola para conlinuaco da obra do
hospital Podro II. ... .
De Mauoel Jos da llosa, importancia
do scu Iralamenlo no grande huspi-
lal de cal iriade.......
Da Ibesouraria provincial, importan-
cia da (piola para os reparos da casa
do Hospital no anuo linancciro pr-
ximo lu-!..........
ksggfvH
I37V300
iiirsooo
i7.-s>ooo
!:111J700
i :000300o
.wKOi
iHMI-IXH)
liUiSOH
com causa |
mais senbi
prov.ula a
lid lido
irliclpada o Sr. Olivcira, o sem ella o*
res, ahrio-se a scsso, e Toi lida e ap-
denlo.
Despeas.
Jo grande hospital de
irlanda da despeza do
la da aul
SBgulDta
EXPEDIENTE.
I ni ohlciodo Eira, presidenta da provincia, sp
provando a arranislaeflo quo Hieram diversos indi
viiluii* dos ronilinieii!os das bijas du praea da InJe-
psndancis, por um Irtannlo e quanliaannual \p ra.
I:I1">S^700.1,1'ie *e enniuiunirasse ao procurador o
contador, o se lavraaseni os lermos.
Oulro do mesmo, euuuuuiiicaiido haver deferido [
favoravelmcnle o roquorimonlo, em que II. Maris
dos Prazeres Darlas e Silva, pede para rzcr reunir;
ao aqueduelo goral dos lamo* de S. Pedro e Carino,
um oannii para esgMO das aguas do quintal de sua
casa n. >, da ra de Hurlas, devendo sor dila obra
feila sob a direoro do engoiilieln cordeador dcsla
cmara.Inleirada, e mandou-se roiumunii ir ao
nleador.
Oulro do Dr. Pedro Iranriscodo Paula Cavalcan-
liile Alhuquerqne. dando informaees precisas so-
bre o faci do haver acidadla llern'ardo Antonio do
.Miranda, obstruido rom gravo detrimento do publi-
co, a amiga eslrada do S. I.ooronoo, para o Kccifo
por Apipocos, rhamada doongti, e ouira*.
Adiado al cbogarein as oulras infoimaocs que se
pedirn).
Oulro do procurador, pedlndo que se lirassedo
cofre a quanlia do i:32Sf r-., para se pai:ar a l'lio-
niaz do Aquino Fonscc.i.a lelra que sevenee no ul-
timo do corrate, prorenienle da emppropriaclo
d.....lirado da rus Nova..Maiidoii-so lirar.
Oulro do contador, pedindo Iha declarasse aca-
mara, de que quola derla ser lirada a quanlia de
7(>5Hy, que se pagou ao solicilador, de des|icza5 de
processos de InfracjOl as postura*, vistosrcslar da
respectiva verba a quanlia de I.Vtflit.Mandou-se
responder que tirasse .1 despoza do resienta da ver-
ba, completando-a rom parlo da consignado, para o
cxercieio que vai enlrar.
Oulro do mesmo, mencionando H lelras que se
vencen) no ultimo do correte, e no I.* do seguinlo
iniv, na importancia de rs. .n:.'i7n;i;i;, alim dese-
rein liradasdnrofro.Mandou-se fazera sabida das
letras.
Oulro do administrador do eemilerio, dliendoser
preciso pinlar-se a grado de ferro c porlao daqurlle
slale loiimenlo, eusemblcmas gravados as colum-
nas du mesmo porblo. lazerem-se .1 regadores, sois
baldes, e nina bomba para puxar agua da cacimba,
lu namlii-se assim mais bu il a maneira de regar os
arvoredos.Aulurisoii-se ao adminislrailor a 111:1:1-
dar 1.1/or a pintura e o mais: c bem assim um lau-
que em lugar convenanle.
Oulro do lisr.il do S. Jos, remoliendo o mappa
do gado inorlo para consumo na semana de III a "
do coi ionio, sendo SIS mi-*, inclusive87 pelos
marchantes particulares.l^ue se arebivasse.
Forera lidoa, o mandados reineller i commisstlo
de policos, um ullieio e um rcqiierinionlo viudos
ds presidencia para somn Informsdos; aquello do
desembargador chore de policia interino, cobrindo
urna pelillo do Jos dsCosa IJuiniaraes, relativa .1
venda ele familia do barro no morcado publico ; e
oslo do AndradciV Leal, recorrendu da derislo da
; dem iden
Pauo a rbenlo
candada, imi
me/, de agosll
I Ao dilo dos laza...
i Ao dilo da ci-.i dos espoalOB dem idem
A Joaquini Bsplisla Piquis, por -jo ai-
quoires do lriuha......
A Manuel Joaquim Alvos Pilomha. im-
porlaucia de gneros.....
V Silva o. liman iileiu idem
Por diversas despozas, com a obra do
hospital Podro II, no correnlc mez,
segundo consta do livro respeclivo. .
7031680
U89l
I3ISI90
8TCJOO0
I94|000
s2.-:iiii
l::!:t:ij:no
3:l18027
Por saldo era caisa a saber
Fin lelras......
Em recibo- por adiaula-
menlos......
Era moeda.....
I:07l89i
li:82lr--il
l::i:ll.?.")ll:l
1:227,-017
12:141804-1
Adminisliacao goral dos eslabelorimenlos de ca-
ridade, I.' deoulubro de I8.YI.
O escrivn,
.tntimin Jote Comes do Crrelo.
o Ihesoureiro,
Jote Pires Ferreira.
MAI'I'A (lo movimento doi atabeleci-
Dientoi di' candarle verilicado
un Diez de etembro de ISTi.
liltA.MlE IIOSPII'AI
Exisliam.........
Enlraram.........
Curados......
Dados.....
irados.....
U,i,.i"ini-(-Vast l"""s *.....Iri"la
"......m (Depois dosia poca. .
visiem.........
Saliirain
. Curadi
Molhoi
(Nao cu
sV 1
B 3 1 1
:v> 17
:w II
:i
> 0
1 0
."7 Di
HOSPITAL los LAZAROS.
l'As|;)|il .
Bulraram.....
1 Curados. .
SalHiani-JMcllMinKliis.
f Nfloeuradot.
Moneram.....
Elisin......
1

0 E


3


21 18
0 1
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21 ni
cmara, que Ibes negnu li
aos domingos e dias Sanios,
bslecimenlOS as roas Nov
raenlc mindou-sc remellor
pciio.io do loaqufm Antonii
que dodara que, pelos emb.-
a para lerem abertal
[inrlas dos seus esla-
c Imperial.luual-
mesma cominijn a
le I-aria BarDOSS, coi
reos COMARCA DO BONITO
1 de setembro de 1853.
I
Charo aniiguioho,
Eu vou desla"vez
Era voisos fazer
A tal desle raez.
II
Meller-me a poela!
I'arei bem, ou mal .'
Se sou desfrueUvel.
Acbarei igual;
nao pode pagar a ultima lelra do imposto que arre-
raalou. das aerieoes, o pode que 1 cmara receba
1:75081. Meando (dio ilo-ouerado de pagar us
2:000,'* que completara o valor da letra.
Entra en) Biscuasao um parecer da rommissao de
edilicaoao, opinandoqoase conesdesselicencaa Joa-
quim Marioho de Alhuquerqne, para razer'os con-
cedo* indis|ionsaveis em sua casa, na povoaijdo do
Poco da P.iuella, para sua conservacao somenlc;e
resolve a oaniaraquc se inaiulassem s papis com-
iiii.-1.1 de edilicaco para Iralar com o proprietsrio
nlaeo valor qua podo pelscasl, alirade lralar-se de
sua desappropriacflo.
Foram approvados tres pareceres da inesin.i com*
miss.lo de edilirac.lo : o primeiro oppoudo-se pre-
leneo do Manuel lionc.ilves lorieira, -obre a obra
que pretende fazer na ra da Palma, por importar
alteradlo da planta da ridade : o segundo julgando
se deve conceder a Joaquim Mario de Csrvalbo, a
liceiifia que pede paia cercar o scu Icrrcnoao sul
dalrave.sa da roa Augusta; co lereeiro ronfor-
mando-se com a plaa lovaulada pelo engenliciro
cordeador, dando una dirercAo -mais couvonienlo
3D0 aqlialta com quo rsquerem diversos moradores
a eslrada do* AUlicln*. se abrisseuma nova estrada
p.irlinili) desla a lerminar no rio Capiliarihe, dizen-
do a con)iiiissi1o. 11. 110 caso de se quererem os rs-
querenles conformar com a planta, depositando
previamente nos oofres inunicipaes quanlo baste pa-
ra as desappropriacfies, s0 snbmettasaea nesmn
planta approvacodo governo da provincia.
Foram Horneadas novas rorainissocs, que licararo
assim cninposlas:
Policcs.Oliveira, Vianna.
Edilicaco.Barros llerrclo, Bego c Albuquer-
quc.
Saudc.Dr. Si Pereira e Cameiro.
Policia.Dr. Sa Pereira c Mamede.
No leudo ebegado a resposla de S. Exc, sobro
0 imposto das atcnces, ede ")0O rs. por cabec,a de
uado vaeeum, rosolvoua cmara se expedisseordom
aos (lscaes para fazerem em suas fieuuezias a arro-
cailaoau desle nllimo, niquaulo oilra proviilenra
se nao loma.Mandou-se expedir ordem ao procu-
rador |iara contratar o arroudaiuenlo das casas da
Soledade, c oulros objeotas que n.in foram arrema-
tados, sendo o arrendaiuenlo conlralado dependente
do approvaoaoda cmara.
Dcspoobaram-se as pclieies de Amaro Soares \la-
riz, de Antonio de FariasBrandao lmloiro, de Ber-
nardino Anlonio llamos, do Dellins Maria Felipa
Lima, de Francisco de Souza Cirilo Lima, e oulro*,
de liabriel Soares apozo da Cmara, de Joaquim
Antonio Carneiro, de Jeronvmo Freir de Faria
Pedro/.1, de Juso Sevorino do Nascimenlo, de Jo
Carvolho da Fonseca, de Jos Fortnalo dos San-
ios Porto, de Jos Joaquim Pereira de Oliveira, de
JoaoCaiiiciio Hachado Hios, de os C-oncalvc
Turres, de lose .Maria de Mello, de Manuel da' Psi-
v.i.i Paz, de Manuel Eslanisbin da Cosa, de Mauoel
1 mncalves Ferreira e Silva, do Manuel Pereira de
Souza, de Manoel Jos de A/evedo Sanios, de Ma-
nocl Pereira Lamego. de Manocl Martins l.o
CASA DOS EXPOSIOS.
Exisliam
Enlraram.
Saldrn).
Morreram
Biisiem
Xas 21 horas
,De|iois desb
.s>
c
.3
3
=

*r -
t.-)l 182
2 0
(otMiIradi 0 0
t'|K>CI. . :i li
145 183
333
o
1
328
Ailminislraoo goral do* cstabelccimeutos de ea-
ridadc 3 de ouluhro do 1853.
O oserivan
.tntoiiio Jal Gomes do Crrelo.
gneros de nalureza diversa ; c esta medida de pu-
blica ulilidade deverao-la aos incansaveis esforcos
da muuicipalidade, coadjuvada pelo patriotismo de
cerlos administradores provnciaes.
Ora, em conscque)>ria das proporcoes que offerecc
o caes d'Apollo para o embarque do assucar. fra de
urna incansavel vanlagem designar-se aquella loca-
lidade para o eslabclecimenlo, se nao de lodos osar-
mazeos de assucar, ao menos daquclles queso a-
cliain dessiraioados no interior do buirro do Kecifc,
foinlando-sc all a praca para o moicado desle ge-
nero. Cora a adopc.Ho desla medida, alm de ou-
lras vanlagens, evitar-se-bia acoiiTusAo, as iinmun-
diciase alcerlo poni o risco que actualmente re-
sulla cm certas ras aperladas da rcuniao dos ea-
vallos quo conduzera o assucar, ot quaes obslruom
estas ras a tal puni que svezes se (orna impossi-
vel o transito.
Enlrelantu, existe na ra d'Apollo um privilegio
odioso e anli-cconoinico, que nullilica lodas as van
lagens que o caes do mesmo nomo pode, proporcio-
nar n'um prximo rutero.
Em consequoncia desto privilegio, lodo o assucar
quesecutacca ou scembarrica alli.rievc ser embar-
cado siiinenta era dnus srmazens ; e romo humana
incnlo filiando na he posslvel quo dous trapichas,
deem vaso au assucar que se poderia rerolher em
grande numero de arroazens ja exislcnles. resalla
que muilos predios silos naqnella ra, eslo boje
inulilisados para esle ramo de induslria, e islo com
flagrante injustica para 01 proprietariosque coneor-
rrrain esponlanoaincnlo com os seus capillos para a
conslruoclo de una obra publica, que lano alormo-
zca a cidade.
Ora, he sabido que esto odioso privilegio era in-
herente iDSpeecjIo do assucar creada em virlude
de um aclo legislativo provincial, o qual se leudo
(ornado prejudicial .1 actividado e desenvolvimeiilo
do cumuicrciu, foi sabiamente eiliocta puroutro
aclo legislativo ; e urna vez que desappareceu are-
paiiicu que dera nascimenlo ao dilo privilegio, he
juslo tainbeui que cesse este, que somente serve de
obstculo mo s ao eominerrio, como tamben) a
agiiculliira em geral, he juslo pois que se acabe o
monopolio de que uuzam os dous trapiches, e se con-
ceda a lodos os rmateos das mas d'Apollo c llioni
a faculdade de puderem embarcar os seus assucares
nos respectivos portos.
Pondo mesmo de parle as razos expendidas cm
favor daabolicorio privilegio, esta medida heacon-
solhada pelas rearas de juslioa o de dirallo. Com
efl'eilo he sabido por lodos que mais de Ircsqu.irlos
do caes d'Apollo foram construidos .1 cusa das pes-
soas que possuem casas na ra do mesmo lime, as
quaes se sujeilaraui a scmellKmlc ouus com a comli-
co de se acabar com a obrigacAu do oraharcaron) os
seus assucares nos riuiis trapiches privilegiado*. E
como salistizeraiu religiosamente o* termos do des-
I)acho do govcruu da proviiicio, be evidente que ol-
as lera lodo o direito a go/.arom das vaolagem que
inri.un em mira quando se nbrigaram pelacons-
(rucoao da obra.
Da ariopcao da medida que permillisse a franipie-
za do embarque a lodo* o* urma/euariosda ra do
Apollo, nao pode resultar ib.....10 algum nem para
os dous trapiches, que na aclualidado gozara do
privilegio odioso, que ueste caso Ocara equiparados
aos dentis, nem para as rendas publica*, porque,
desdo o Bru alo o Trapiche do algodo, d-sea
muiir publiridade ponivel, c com gruido f.ieilida-
de ns guarda* encarreg>doi da llscatisacflo podem
verificar o* volumes smbsrcodos. Com a adopcllo
desla medida se salisTazom as prescripefiea da jus-
lioa. e so prnlci'e o oommercio, urna das'noss.i. jun-
tes de riqueza publica e particular.
Consta-nos que esta queslao j Toi ou ha do ser
siibinollida ao illuslradocriterio doEim. Sr. presi-
denle da provincia ; easlamoa convencidos que a
redoblo e juslioa que assignalan lodos os actos de
S. Es. bao de por termo conlinuaco do privile-
gio, do quegoiam algn* individuos em mero rio-
Irlmenlo do intarene publico; privilegio queja
fui fulminado pelas InrormarSos que. segundo nos
dizem, foram dadas pelo inspector da Ibesouraria
geral, administrador da mesa do consulado, e fi-
nalmente pela associaco commercial desla praca.
UCCAO' FRATICA DE HOMEOPA
THIA.
Pactos clnicos.
fen, non certa.
Candido, iillin do Sr. A. l. Ferreira aeliava-so de
sarampo, o Iralava-se allopalliiramoiile; mas tcon-
leceu que depois de alguns dias do moleslia o sa-
rampn tal reperculido, licou, como so cosluma di-
zer, pasmado. O doenlinho aprsenla va enlao frio-
za na prjle. e pulso acoderado; pella secea o plida;
respirarn anhelaule, cansado e fadiga; losse cons-
lanle, e evacuaeu de muco abundante polo nariz ;
olho* inflamtnsdos, o ramelosos; beicos mu seceos
e iiillamiiiados. O prognosliro nesle raso era mui-
lo duviiloso;c isso mesmo bu reeonhacido polo me-
dico amistante. Adminislrei-lhe acn. 5.a, que fez
modificar os Bjmptomas, o a cura so completen por
meio do /111/s., e bi'li. 12."
Dr. Sabino Olegario I.uili/ein Pinlin.
Consultorio central linmu'upalliico ra das Cru-
zes n. II.
ERRATAS.
Na Diario de honlem, biogranhia do PadreGadr-
Iba, nos versos de Fil.ciu ve/ do0111 quanlo a al-
ma em luis murarleia-seera quanlo a alma cm
n*mora. Na.").1' liuha 0111 vez deirrupieao
leia-seIrrupcab; e em vez deIragSo coartas
leia-seirag.io moras. Na liana 22 em ves de
l.bo respondoleia-sel.bi's rospunde. Na ullima
linda em vez doloma .1 canialeia-seTurno .1
rama.
vinganca. Na parede da sna casa apparcccu colado
um carlaz, que dllla em lelras gordas:
Zie hier myn ryk gebuer
Die'l paleren undi leduer,
llv wil du* inaer lu de fcoslcm niel belalen
Schnon hy van dr) luizen da huer gaet oplialtn.
E lodos desalavam as gargalbadas, e o desgracado
proprielario nao era senhor de ebegar A sua porta
( nao decorada) porque as chufas cahiam sobre elle,
aponlode oencolerisar! Masque quera dizer a-
qiiclle carlaz ? Permilf o lellor que Ih'o explique
em prosa : a Eis aqui o meu rico vizinho, que lie
de opiniu'oquoasannac.cs sabem muitocaras, e por
Jsso se negou a contribuir coma sua quola, apezar
de ser dono de tres |iredios
Vamos a prncisso. Cada una das corporac,es dt
artistas ejornaleiros, em numero de 26, envin nina
numerosa doputac,ao com a sua respectiva bandei-
ra. Pela primeira vez appareceu a congregaco dos
tnanrebns com un eslaudarle dos mais ricos que
ers possivcl. A tropa da guarnic.no eslava luda cm
armas c en! alas; as msicas militares locavam ; as
das philarmouicas e sociedades particulares corres-
pondan! aquella*. Tudas as igrejas da cidade csla-
vam representadas na prorisso pelas suas contra-
ras e ornamentos esplendido*. O cardeal arcebispo
levava a custodia, indo cercado do um uumerosissi-
1110 duro.
Mcia hora levou o corleju a deslilar al i pra^a
do.Moir; onde dcfronle do palacio do re. se liavia
erguido um alio estrado, para collocar a magem da
Virgein, e dcilar d'ahi a bencao ao povo. Trczcnlos
padres oslaban) postados no* degraos do estrado, en-
luaudo o* hymnot religiosos; u incens ardia em
centenares do Ihurv bulos; todos os sinos da cidade
repiravam ; a arhlliaria (roava ; o povo, que eucliia
i praca, eslava ajoalhadoeeom acabOfS inclinada '
Banasta momenloqne o cardeal laneavas benelo
A' noilc a illumiua^lo da cidade foi geral.
A 23 de agoslo devia reunir-so cm Anas ocon-
gre*o seieiililieo de Franca : c muilos memliros dos
instituios eacademias estrangelras, prometieran! lo-
mar parta nu suas diwussoca.
Em Woimar vai ereai-se, com aulorisaco do
respectivo gran-duquo de Sa\c, um banco era Tavor
do cumuiercio e da induslria, cujo capital sera de
um milnao de llialers, reprosenlado na circularu
em igual valor de nulas.
Exislem aclu.ilmenlo em llespanba 8111 con-
venios de mulheres, conloado 20.(113 religiosas.
Foi enviado da ludia Inglaterra, para obter
approvacan, um plano geral de caminhos de leiro.
O ponlOde parlida daquella liuha, ha de ser, de Cal-
cula, 180 millias. Nesta dirigir-se-ha a liuha, se-
gurado a marsera direita dorio para Patea, pastara
lelas proximidades da Benare* e elioi.iru a Altaba-
liad, onde acaba a navegaeilo do Ganges. De Alta-
babada liuha alravc-sar.i o lloab, dirigir-se-ha para
Aga c Delhi. Chegado a esta cidade tora parlante
o forreo carril 1,1110 mullas do etlensn, Bieculada
esls liuha, Iralar-se-ba enllo do a imlongar alo
Laboro Pashavvur; o que pera em rolario o val-
lo do Indiis ct.......lo (auge*. Era qualquer poni
da Iniba dcCalculaa Delbi, na-eor.i oolra que ve-
nilla Uombaim, appioximaulo-se assim a viageiu
deCalciili Europa. Madras unir-sc-ha lambiyi)
pin 11:11 Ioneo canil, diriginilo-sc a sua linha 70
milbas para u esle, e abi dividiudo-so em duas, a
daeaquerda locar emCalicul, soiiro a costa do Ma-
labar ; oa da direita se dirigir' a Bombaiiii, por
llellarv c l'uoii.ih.
Acaba de chegag a Paris, para li_'in .11 no M11-
scu dos ohjeelo imperiaes e roaes, cslabdecido
ii'uuia das salas do l.uuvro, o alias sobre o qnal o
imperador Napolco I |ra(0U os planos das suas
grandes b.il.il lias.
Au Jardn dos PlanllUtn Paris, foi enviado
ullimamcnle uin hippopulamo, que sendo apena*
de II inezes, j lem a corpulencia de um louro. O
son sustenta he regularmente desoila a vinle litros
deleite de cabras. Motn......ila amizads .. pessoa
que I rala delta. Nssceu na Nubia, c fui apaiibado
lias margenado Nilo Branco. Ha o primeiro ani-
mal desla especie tute lenba ebegadu vivoaocon-
linenle europeo, depois do ruina do imperio ro-
mano.
OAlmanak Americano publicado em lloslon
para o auno de 1853, aprsenla os seguales dado*
o.lali.tieua solire a America. Na do mirle po. Dinamarca urna superficie de 380 milbas ingltias
quadradas, c IT.ikh habitantes ( t'iroclaiuli.i | : a
Franca, 118 militas o 2011 habitantes ; a Hussia 394
milbas o (li.OOO habitantes ; a* posseasoM inglesas
a.Nova llrotauhii, o Canad, sle e oeste, o nov
llrunsvvioh. a Nova Escocia, a ilha do principe
Eduardo, oTcrra-Xnva 1 lem dous milboes e 2 Vi, 101
inilhas.r dous milliies 172,195 habitantes us Es-
i.idos l'nilos da America do Norle, tres milboes c
2(10.073 milbas, c vinle o Ires milhoes 383,345 ha-
bitantes. Calcula-se que os terrenos a illiaa da Ame-
rica do Centro, afora os das Indias Oecidenlaea ( o
Mxico, S. Salvador, Nicaragua, Honduras, (iuale-
in.ii.i, Mosquitoa Honduras ingletas) lem dous mi-
lboes i 57.747 milhas quadradas ingleass, c 1 ini-
Ihoes 353,000 habilanles; as Indias Oceidentaea,
90,l85milbat quadradas elro* ntilhbes 603,746 ha-
bilanles. Os paiz.es 1Y.1 America do sul oecup.iin seis
milhoes o ."kmi.oo milites quadradas, o cuntan des-
oilo milliOese 375,193 habllaules.
Deve nolar-se qne este almsnak, que ha bastante
ini.doinii.siid a populacao lulal ,\,\ Ierra, 831 mi-
Ihoa T.i8l habitantes, repartindo poli frica KM
milhOr de habilanles ; pola Anu ica ."i7 milboes e
'"'1.(181 habilanles;pes Asia,comprehendoas ~uas
139 milhoes o600,000 habilanles; pela Ans-
ilo as suas lillas, um milboe
pola Europa 363 milhoes o
; liiialmeulc pela Polvuosia
moliv
slome acabava de cantar adrairavelraenle, na ope-
ra Charle!, quando cabio repentinamente dizeiido
aos cantores, Vade e Pilippe: s soccorrei-me de
presta. B axpirou.
Vcudoii-u em l.oiulrc*, no lelllo de inslru-
nienlos e colleccao de msica impretsa e manus.
cripta do lluado lord l'almoulh, um violino de
Guarneruy, por 3,000 francos, e oulro de Stradi-
varius, por igual preeo. Eiilre as manuscripios en-
conlrou-se a partitura de urna opera iulitulada iT-
mido, escripia pelo celebre Haydu, sla oneri"
que Toi composla em 1793, nunca fui represeulad'
c julga-se que quem a publicar vera recompensados
seus desvelos com reliz resultado.
A Sr." Alboni, boje esposa do conde Peooli
Irala do renunciar i vida Ihealral. Allribu,;.,,'
geralmenle esta resoluto a ler aquella ditlincu
actriz, sidoouvida coraiudiuereoca .., Mi lt\Umi
viagem America.
Assim que um flicial inglez, pos qualquer
olivo que seja, vende oseuemprego, nao smen-
le so risca o seu nome de Army /.i*/, mas laiobem
perde o direilo de usar do uniforme. Por taniu
tica o cxercilo inglez privado, para um caso de ne-
cessidade, de urna parle consideravel de bous odl-
ciaes ; pois succede com frequeucia quecircunislau-
cias de familia obrigam um official, rubuslo e la-
lelligenle, a vender a sua patente para possuir au
soturna consideravel. Ha regiment (o de guardas
de corpos a cavallo) no qual a paleule do alTere*
se vende por 5 ou 6,0008 rs. Por isso algumas des-
las patentes consliluem urna verdadeira forlona.
Aluda que em Inglaterra se vendem lodosos posios
da milicia ; rom ludo ninguem pode comprar un
poslo, sem ler servido dous snnos, o imrailiala-
menle inferior. Assim um mancebo, embora ,.,
ricu e poderoso, nao chega a lenenle-coronel em
menos do oilo anuos de servido.
l!m jornal hcspHiihol ds a seguinlo noticia di
real conslrucrtio do siliude Santo Ildefonso.
Procurando el-rei Filippe V um sitio frondoso c
abundante de agua para fundar um palacio, .1 mu-
lao/10 do de Vcrsaillet, onde pastara os primeiro*
anuos de sua infancia, cscolhcu a falda oceidenlal
dos_montas Crpetenos, cordilheiradaNavacerrada
c (iuadarrama, a duas leguas de Segovja, e 12 de
Madrid, no centro dos cerros chamado Turremies-
la c Malabueye*.
I.vi-11.1 naquellesilio tuna granja, oucasadere-
creio, o una crinida dedicada a Sanio Ildefonso,
que ora poileneados inonges do mosleiro do Parral
de Segovia. Daqui lumarain origem os nomes de
palacio da Granja, e real sitio de Santo Ildefonso.
O re contraten a 23 de marr,o de 1720 cun os
fiado*, lieando por conla do real patrimonio a gran-
ja, a rapclla o aquellos exleusos bosque*. Coniprou
larnbom Junta dos .Sobres de Segovia 301 geiras
de Ierra montese, pagando aos raouges 1,000 du-
cado* o I0D alqueires de sal, e aos Nubres da Junta
80,100 reales de velln, obrigando-so mais a salisfa-
ler separadamenle 271,1128 reales pelo corle eapro-
veiiaiiicnln de .V),i82 piuheiros e oulras arvores 11c-
cessanas para a obra. Por ultimo, se se acresccnlar
II- -cuas de Ierra compradas cidad de Segovia,
loionins que u lenreuu comprado ciulou 415,7118
reales.
Prinripioii a obra sob a direc(aoe planos dosSrs.
Marchana e I). Fernando Mendos, Irabalhando uet-
U arllslas do muila nomeada uaquella poca.
Urna menina zomlieleira, ueslas que enleii-
deni que u lindo de scnbora d o direilo de ser in-
slenlo, quiz. chasquear um eavalleiro, Ja*talrads
om anuos, c que usava de chin. Urna noile em
que a sala eslava chela do gente, dase em graceje
a menina, dirigindu-se ao cabelleira :
Sr. I). Joo, tenho um favor a pedlr-lhc.
i Qaal, minlia nicnina'.'
(Jiic rae descubra o processo que omprega para
lazor crescer um cabello Ido forraoso, e em tan [wu-
CO lempu.
o Oh !... he malte simples. Mandei chamar e
meu rabollcireo, quo tambem o be de V. Ex., e
Ibe disse que me lizesse um chin do mesmo cabel-
lo doque lazas marrafas do V.Ei. Bem rque as-
sim, qualquer repara fcilmente, c com pequeo
cusi, as fallas da nalureza. o
Em Madrid relebrou-se ha pouco um casa-
menta milito curioso pelos seus precedentes. N'uma
noilc se encontraran) us notaos pela primeira vez,
lallarain-se, namorarani-sc. ajuslarani-e, o opro-
tendenle roi apresentado familia. Tres dias se
Iralou dos baldos, c ao nono, receberam a bciico
nupcial, o sahiiam na diligencia para a provincia,
a gozar a la de niel. Islo he que be casar a vapor.
E enlao, queridos leiloret, nao viajantes baslan-
le resta sa libado, c acaso deixamos de nos diiei-
lir'.'... Pois-o vos aguardan) estas viagons pre|iarac-
vos, para de hojea oilo dias rcpelirmu* o nosso pau-
sen), nacerte/a de que alo sera meaos agradare!,
I Imprenta el.fi.'
CORRESPONDENCIA.
G01NUNIC4DQS.
O CAES DE AFOLLO.
Parecem Tabulosos os melborainenlos maloriaes
que se lem roalisado ne*la bella cidade. depois de
orsjia poca. (Jiii-iii |iur um esTurco de imagiuac.lo
se remontar ao que era a capital de Pernambuco
AO) 1837, te espantar de ve-la boje tilo esplendida
da obra* elegantes o de immansa ulilidade.
Tiuhisos di,i- so cmprehendein noves Irabalbo*. e
aipiillo que ii'iiiii dia uo passava de um projcclu,
no oulro se contarte n'uma rcalidade. O Ihealro
de Sania Isabel, o primeiro em elegancia arlislica
em lodo o imperio, o enrananienlo das aunas, a al-
Ikndegt com as suas vasta* aecomrnodacOea, o eemi-
lerio piililiiii.e a penitenciaria,* ohospilal de l'edro
II, quo dentro de poneos anuo* serlodous bellos
monumentos pblicos, e varias linhas de raes que
cingemoa tresbainoada cidade do BeciTe, silo ma2-
nilicos dociiineutosdo progresso maravillioso desla
Ierra abencoada.
O caes d'Apollo queja se pode reputar conclui-
do, bu incontaslavelmenle urna obra (pie commoni-
ca inincnsa im|iorlaiicia a melhor das localidades
do hairro do Kecifc, sendo conslruido com solidez e
perfeie.lo; o o que mais admira be ser o resultado
do patriotismo particular. Eslende-se desde o for-
te do Bru ale ao arco da Conceieilo, oflerecendo
para embarque e desembarque diiasrampasespa<
sa*; d
Srs. Itrilncliires.Tendu apparecido 110 seu acre-
dilado jornal umitas listas para dopulados proviu-
ciaes, desojo tambem quo VV. SS. Iransercvaiu o*
nomo* dos oidaiblns bonemerilos em qiiom pretendo
volar.
O- Senbores:
1 Desembaruador Jeronvnid Marliniano Figueira
de Mello.
2 Dr. i'edrn Francisco de Paula Cavalcanli.
3 Francisco Kapliael de .Mello llego,
i Dr. Joflu Jos Ferreira de Agujar.
'i Dr. Augusto Frederjeo de Oliveira.
li Dr. Francisco Jo.lo Carneiro da Cunha.
7 Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo.
8 Bario de Capiharihc.
Padre Vicenta Ferreira de Siqueira Varejao.
10 Padre Venancio Henriqneede Bczcndc.
11 Coronel Mauoel Pereira da Silva.
12 Padre Margal Lopes de Siqueira*
13 Dr. Francisco Carlos Brando.
I i Padre Francisco linchad Pereira de Ilrilo.
13 Dr. Manuel Joaquim Carneiro da Cunha.
11; Dr. Joso Quinlino de Catiro l.co.
17 Dr. Vicenta Juslininno Becerra Cavalcanli.
18 Coronel Joaquim Cavalcanli de Alhuquerqtic.
III Dr. Braz llorenlino llenriques de Souza.
20 Dr. Francisco de Assis de Oliveira .Mariel.
21 Dr. Francisco do Raga llanos Barreta.
22 Dr. Antonio llanget de Torres Bandeira.
2:1 Dr. Antonio Epaminondea de Mello.
I m clellor.
COMMERCIO.
il
Iralia, eomprebend
368,000 habitantes
330,300 habitante.
500,00 habilanles.
A citolera j c
annunciou ofllcialn
Cn
reedhid
UIIIKIIUH.
LUIxm 10 Se os mu-mis iiMinnsiiJo oppozercn embargos ile
lereeiro, leva-luchemos comnosco loilas a enianas
1 i.:/'M 1 \11 f.1 do clubo ; n.lo parn nns tMilrelermus
em pnlitjc.ique lie a cousa que conlieceinm 111114
rniiiIumIi.i u'um abbnrio : {rnenle para sabermon o
rjue nell.i so piiswu em rieiirias, arles, (livcrlitiicii-
ItH, aconlecimenlos oxlraonlinaros, o ludo mais
(pie serve de eiilerleminenlo. (tos MlOea (ib grande
inundo. Ser lalvoi prumeller milito? l'dc ser
inasein |nvmes;H nitmuem deve ser parco.
.I.i que principiamos n'um sahhado, comecjieinc
por noticiar a grande inodilicar,lo que, em algiini
C.izes da Europa, se vai fazer nesle dia da semana
ni eerlas provincias do norle da Franca, aralmu
abslincncia da carne nos snhbados. Ai,'ora oa bispO
da lelqica pediran ao papa licem;a para se proce-
der Ho mesmo modo, uaqurlle reino ; e Sua Sanl
dade, quo s allera
casos de disciplina geral qu;:n
irle que a ra d'Apollo guarnecida de op- I do a Mlva{ao das almas o exige, aalorisoa os hm-
limos edilicios particulares, se n.1o he a primeira
he un -.! das principaes desla cidade, c olTerece e\-
relleiiKes proporroes para ser mu mercado pu-
blico.
Nes la hora solemne do progresso em lodos os gran-
des ceiros de populadlo, o dado precioso da divi-
silu do IrabaHio ha sido applicado as diversas mani-
Ii^i.hj 'n'~ da aclividade humana. as mniores cida-
dc* europeas, as especialidades da industria sob lo-
das as relacoes, se lem transfigurado ao inlinilo; e
esta bei suprema da harmona econmica, se uoap-
plira smenlo erea^o dos producios, eslende-se
lambein os lugares onde estes productos silo oftV
rccid<, resultando ileste fado inimeina commodi-
dade para 0 consuinidor.eui consequencia de encon-
Irar n'um poni deleriuinado as cousas que pro-
cura.
Kn.trc nos o principio dadivisao do (rabalho lam-
hein y.\ se vai applicando aos logares em que so dis-
Irihu em os producios, jase vflo creando mercados
illilfil 11 nftn rnrnnlriii) rnnfn"<"''^
A il IT-II
molbbpos, por indulto apostlico, \ dispensa da
mesma abstinencia aos lieib que a pedircm.
O numero do* pescadores franceses que este
anuo lem concorrdo aos bancos da Terra Nova, he
limito niaior que nos precedentes, e a eslago at
boje Ihes tem Hto bailante lavoravcl.
A cidade de Antuerpia esleve este anuo no
lia -21 de agosto (lo alulhada de genle, queja mo
linha onde a alojar! Todos, na cidade, andavam pe-
I a 4 ras nao quercudo parar em casa: ea genio
tos campos que concorrera a ella, o o numero dos
e-lrangeiros viudos pelos caminhos de ferro, era im-
menso. (>lelirava-se naquelledia o jubileu de Mi.',
anuos, depois da iuslallac'oda Ij)fgtde \ eonfrcril
especial) de Nossa Scnhoia, padrueira da cidade.
Ilavia muilos mezes qucselrabalhava nos prepara-
livos ila fesla. Em (odas as roas, por onde ,\ Mpcb-
-.ic devia passar; cram competencias a quem me-
lhor ornatid Mas jiincllas. Ilouvc s um propriela-
rio, que por avareza so recusou a contribuir para
fa-faC
A
mi niinlilinn lisnu
igou a Niiriicu.i, c o gorerno a
ule.
11-se era \'cuna d'Autlria, cun os lundos
|ior siib.rii|ie,ln, o sob a prolece> da
muniripalidade, um eslabrlecimento que, por ora.
nos parece ser o nico desle genero na Europa. Tem
|...T objeclo luniiar gralullameiito boas e habis
criadas de servir. Inlilula-se de Sania Maria, a ja
lera sfli."i pensionislas, nsquaea so entina, alcni dos
Irabalhot especiaes, a ler, esrrever, o calhecisi.....a
iriihiiieliea, coser, remendar o lavar.
Arainha de llespanha.queha poneo lenipo
resllo ricu......le imagem de Noata Senhnra dos
Res, da cathedral de Sevilha, otTtrecen acora um
vestiilu e mu ni.inlu, au Menino Je-us, que a nics-
111.1 Seuhuia lem nos son- bracos. (1 doque dcMonl-
pensier foi quem fez a entiesa solemne deelet ob-
jeclat, ruin os quaaa foi revestido o Menino lesus
duraiile o ollorluriu da missa, qua para os-e bu. so
celebren. A tnica era de bnpiisla linissinia, bor-
dada do parolas ; o minio, do v eludo verde semoa-
du de lluros de uuru, e orlado do 1'ranja latiiiiein
de ouro.
I'rnjeclava-so levantar na praca principal de
l.iancouii oise um monumento memoria do ve-
neravel duque de la Roehefaueauld ; (|ue fui quem
iiiiiiiilii/iu na l-raiieaa vacina, creou as caitas eco-
nmicas, ea escola das arles e ofllcioa era Chaln.
Dia um jornal de Nanles, que, uaquella cida-
de. contlava ler ebegado au lliu do Janeiro, a go-
leta Conde tem, que era conslruida de tinco, e
cuja navojae.iuioi felii, talisfazendo a ludas as es-
perances. Era solido/ c ligeirea de navegado ta-
lisl.iz I ludas condiers que se pnilcill espci.ll'di.....i
navio conslruido de madeira. Em visla desle relia
resultado vioconslruir-se, cm Nanles, oulras qua-
lro cnibarcaces, tambem de lineo, de I.IMIII lnnela-
las, desllnadas aoservieoenlre Nanles e Uarselha.
Exislem actualmente na Blgica i tocieda-
les phylsrmonicu, reparlidas pelas suas divertaa
provincia, da aeguinle maneira: KlandresOriental,
143 ; no llaiuaui, lll no Brabanle.M ; naFlan-
dres Oceidenlal, 74 i em Anlnerpia, 59j cm Na-
mur, 38 ; em Mego, III; om l.iiuluirgu, -2 ; nu l.u-
temburgo, I-I.
Sendo o numero Inlal das coiiiniuuas do reino,
324* ha nina sociedade phvlarraouica pur cada 4
uimunas.
Mr. Bernard, director do Ihealro IVancez em
Madrid, j escriplurou para a fuluri poca, us se-
gulnlesartislat: Mr. Dobbels, balso profundo, que
leve muila nomeada om Bordeaos ; uiademuiselle
l'clul, premiada polu cnnservalorio do Paris; ina-
ilonioisollo Redor, Mr. madama Neveu; Mr. Uanlil,
barilono e Mr. Desurmes, lenor cumicu, us quaes
lodos sao arllslas de mullo apreco.
Nojardfm bolanicnde BarceloM se esi.i cul-
livando u canhanN da Hussia, cujos pos lem j.i vin-
le palmos de altura, e os talos sao do taraanho de
una canna c.....mura, aocabu de um anuo de vece-
lacao. Vac ensaiar-se so a fibra he de boa qualidade,
para se promover depeb a sna plaulacau no paii..
A celebre Lola Montes era esperada om Ma-
drid. As ultimas milicias rasoaram aillusiio ; cus
seus admiradores madrileos licaram com amia na
bucea, cun o logro que ella lhcs prego*. Acaba da
casar-sie na California, com um lal llull, que be
proprielario de um pciiudico.
L'lliiiiameiilo se tem |iostoem secna, na Ilalia,
abnimai operas novas. Em Napules a Alina, par-
lilura nolavcl j, era cniiecilo arlislico c scienlifi-
co, Toi escripia pelajjinoeo maestro Brega. Bm I u-
riiu se represeulou oulra, elija musiea be de l.in/
Iticoi ; o om 1111i. Milu.i soena a Isabel, rainha
de lu.lalorra msica deljiaconielli.
Cm artista do Ihealro de Uresl, o bailo Ces-
siume, primeiro dos da opera cmica, acaba de
ilion ei i (iiiiii Moliere, por querer salisfater aos seus
1'HACA |)() HECII'EKDE OtTLBROAS:|
IKIHAS DA TARDE.
Cotaces olliciaes.
Cambio sobre Londres a 27 i|2 d. fifi d|v. a
pra/o.
Dilo sobro diloa S7 3|V d. lid div.
Al.I AISDElM.
Hoiidiinenlo du dia I a 7.....79:7151618
Idem do dia S.......l:lliH
98:137169
Descarreganihoje l de oulnbro
llruucuilet(ilmiriislucalhao.
linea purliiuuezaOlimpiavarios generes.
Escuna brasileiraSociedade Filisgneros do
pala,
Importacao'.
Patacho nacional S. Franclsro. viudo do Ido
Grande do Sul. consignado a Eduardo I-en en .i Bal-
lar ; mauircslou o scaiiinle :
. 172 arrobas de carne, ll ditas de sebo, c 20
couros seceos ; ao mesmo.
hilacho nacional Pai/uele Venluru, viudo da Ba-
bia, consignado a Hallar i (Mis oir ; mauifeslou o
scirainle :
H.868 arrobas de carne, l8 ditas sebo em rama,
IS dias dita em pao, .VI ceuros seceos, I quarlola c
X barra lombas ; aos mesmos.
CONSULADO OBRAI.
Rendlmenlo do dia I a 7. .
Idem do dia 8 .
4:l7l:li
lljllii
i:2:i(itSII
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itoniliiiienlu do dia la7.....
Idera do da 8.......
5977iJ
II3f308
7lljl.i;l
Exportacao'.
Aracalv, hiale nacional Aurora, de 2K toneladas
condulhi o seguiiilc: 150 volumes fatendas, :li
dilus mulhados.
Idem, hiale nacional Santa Cruz, de M) lela-
das, conduxlo o iciminte : 80 volumes de la/ou-
das, 130 ditos de molhados.
Sanios polu Astu, brigue nacional Paquete it
Pernamtueo, de 193 toneladas, rouduzio o Kgnin-
Ic : 1 caixacha, I barrica cg caitas rerragens, 2
barricas rariuha de trigo, I hacia de labio, 8pisdc
Olio, I rolh.i de dilo, 7 pedacot de dilo. I aunas,
i iluzas de bengalas, 1 scllini inglez, 2 malas lem-
peros, 2 canocs remedios, I garrafal, oleo, I raixjo
macarrao. i banile i garran vinho, i dilat viot-
gre, I einbrulho o i hapus, I .......r-., de cobro, 2 bor-
ricas bolacha, I dila assue.ir, 2 malas de conro, 2
cangalhat, 2 canoas. 33 volumes hundas.
RECEBE DI llt IV DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
HeudimenlvUlo dia8......L282J8TII
CONSULADO PKOVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 7.....3:67ll8aa'
Idem do dia H........ ififiMJt
Ca
3:9:1852(11
PRACA DORBCIFE 8 DE Ol TI Rito de
183.1, AS TRES IKIHAS DA TARDE.
ferista seniiinnl.
- Sobre Loadrot sacoo-set x7 l|J
o 27 :i| d. por I, sobro o llioao
par a 13 dios visla, c obre Ma-
eci a 2 por ccnlo de premio.
De 7fi. sacras, que viorain an
inerradn, venden-seo cscolbido a
(i.-tfOO por arroba, e o recular a
o*400.
lez-se venda de alsum maacavo-
dn de IfvllSI a I9G00 por arroba;
e nina parlida do branco tiben-
le em Macciii obleve 2MO0 por
arroba poslo a hordo, a prazo.
Vendeii-se a 298OO por galn do
de Lisboa.
Tivemos um carrecamenln de
91875 barricas, que obleve I l^i""
par barrica. Relalbou-se de 129
o 2.y>00 \m barrica, e lia cm
sor 3,500 harrioAs.
O mercado esta
Cambios -
Alllodao -
Assucar -
Azcile doce
Bacallnio -


0 5,000 <1 i* Rio da Prata. A
priroelra vendeu-s. ile :w>00 a
4200,c aiegunda a ISpurar-
rarinlia de trigo- Ficaram hoje em er *.* bar-
rica, da americana, e a 7,501) a
de Trieste. Vendeu-se a de l'hi-
ladalphi de 11-- a l>v- xx>. a ga-
lega i 1H950O, a de Richmond a
1 69, a de Ualiiniere a I.'*, e a d*
Trieste de 18 a 20 por barrica.
- Yenderam-M a 193 rii o ra-
mensos.
dem a 79200 por arroba.
- Iti'l' iii-i .,ml -* lettrasdeum a (res
mezes de 6 Iri a 7 por cenlo ao
auno.
. Nada se fe.
Fiemo iio|mrlo i'J embarcaron: sendo I ame-
ricana, 37 brasileiras, I francea, I hespanhula,
2 iuslezas, c 7 porluguezas.
(.lueijos- -
Toucinho-
llcscoiilos-
Ireles-
MOVIMENTO DO PORTO.
A'arioa nitrados no din R.
Paralabalidias,ciiale brasileiro Conreiciio Flor
iliis t'irtudes, de3toneladas, meslro Joao Alves
Jos Haplist.
>. Malheus pela Babia27 dias, c do ullimo porlo
13, escuna hraslleira Amjihilrite, dettlonela-
das, meslre Joaquim Anlonio Pereira, equipa-
geni 8, carga farinlia de maudioca e feijo; a
\......ni fj Irmos.
I'arahlbaa ilias, hlalc brasileiro Tres Irmaot, de
30 loneladas, meslre Jos Duarle do Souza, equi-
pagem 5, carga loros de mangue; a Joaquim
Duarle de Aievedo. I'assagciro, Vicente Jos
da Silva Lima.
lii ili.iiiili'.li, Siil25 dias, patacho brasileiro S.
Franeim. de 103 tonelada, meslre Florencio
Francisco Marques, cquipaseiii 9, carga carne scc-
ca ; a Eduardo Ferrara Ballliar.
Rio de Jateiro18 dias, brigue brasileiro Uo. de
I7 tonelada, eapitao Manoel Fcrnaiiile.de Aze-
veilu, equipagem II, em lastro; a Jos Candido
de Barras. ,
Da coniinissiioBriguo do guerra hrasileiro Cea-
reiue, commaodaiilc o capilo-lenenlc Pedro Ig-
nacio Moreno.
Vi.r/'K nahidot nn mesmo da.
Ualiialliale brasileiro fortuna, capillo Jo*; Se-
vero Moreira Rios, carga varios gneros. P.is-
sageiro>. Francisco l.uiz Antunes de Campos, Ea-
levo Va/. Ferreira, Joo dos Santos Saraiva e I
criado, Manol Joaquim de Braga. Manoel Anlo-
nio Moreira, Francisco Jos de Medciros Jiininr.
Kio Grande doSulBrigue brasileiro Caniiiniam,
i .ij>ir o Joaquim Monlcirodc Mcirclles, carga sal
c mais gneros.
Ilio de Janeiro Charra nacional Carioca, coni-
inandaulo o primeiro-lenenle Miguel Anlonio
Pestaa.
Paralaballiale brasileiro Paquete, meslre l'ran-
cisco Justino Valenlini, carga varios gneros.
l'asasciros, padre Manoel Amalllo Barrlo, Jo-
s Francisco de Oliveira l'eliscn, Romualdo Pe-
reira Lima.
Dr. Filiopo Carneiro de Ollnda Campello.
Jos ile Krcilas Barbosa.
Joao Marcjues Correa.
Joe Narciso Camello.
Francisco Jos Rodrigue*.
Dr. Cypriauo Fenelon (nicles AlcoCerado. ,
Joaquim Viesas.
Joaquim Jos de Amorim.
Manoel ( loiu\il\ es da Silva Barros.
Joao Jos de Gouveia
Domingos Alfonso N.ry Ferreira.
Joaquim Correa do Araujo.
Dr. Jos dos Sanio- Nunes de (llivcira.
Izidoro Jos Pereira.
Luir do Reg Barros.
Jos Mondes Carneiro da Cimba.
Manoel Joaquim Mauricio Wandcrlry.
Aulonio Lopes (luimarSes.
Joo Francisco dos Sanios. i
Pedro liorges do Scqueira.
Francisco Jos Viauna.
Manoel Jos de livrira Lima.
Francisco Isnacio de Torres Bandeira.
Ignacio Manoel Vigas.
Auilr de Si Albuquerque.
Ilr. Joaquim Francisco de Miranda.
Joaquim Tasares Kodo\alho.
Manoel Anlonio da Silva Anlunes.
Os quaes lulo deservir durante a referida sessao,
para o quo sao polo prsenle convidados, devendo
comparecer, assim como osinlcrossados, no indica-
do dia c hora, sol as penas da lei.
E para que chage a nolicia de lodos, manan pe
saroprcseoie que aer publicado pela Impreneae
afiliado nos lugares mais publico desle termo.
Dado o passado nesla cidade Jo Red fe aos 7 de
ouluhro de I8J3. Eu Joat/uim Franrisio de l'au-
la ttere' Clemente, esemau privalivo do jury
escrevi. Jos ftaymtmdo da Costil .t/r/ir:c>.
DECLARARES.
O lllin. Sr. inspeclor da Ihesonraria de fa/en-
da, manda fazer publico que DO dia 13 do concille
atrio vendidos em ha-la publica, peranle a inesmii
Ihcsuuri.ria, 33 cavallos perlenccnles a companhia
de cavallai ia que nao piuleni roiilinuar no respec-
tivo serviro, sendo a venda ralla em dous hiles: os' qualro apreodile.de 9
EDITAES.
O lUm. Sr. inspeclor da llmsour.irii provin-
lial.cm cumprimeulo da ordem do Exm. Sr. pr-
ndenle da provincia, manda fazer publico, que no
da t (le luiveinbro prximo vindouro, \ai nova-
mente a praca para ser arrematado a quero por me-
nos lizer, penle a JailU da fazenda da mesma Ibe-
wamrarlii a obra do acude em Paje de Flores,
avallada era 3:IOO|006n.
\ arremalar/io ser feila na forma dos arls. i t
Ti da lei provincial n. Mi de 17 de maio de 1851,
c mi|) as clausulas especiar haixo tupiadas.
As pessoas que so prupozerem esta .irremalacao,
i'imparccam na sala das sessfles da mesma junta no
lia cima declarado, pelo mcio dia, rompeleulc-
IIN'lllf llilllil l.lllil-.
K para constarse mandn allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da llienouraria provincial de i'crnam-
bueo 3 de ululara de IKVLO secretario, Antonio
ferreira a"Annunriartio.
Clausula* espida* para a arrematanio.
I.'1 As obras desle acude ser So lei tas de rmifor-
miilriderom as plaas o orranicnlos, aprcsciilados
a mpprovacao de E\m. Sr. presiden le da provincia
iit importancia de :l:l(.Hlo0(M) r<.
J. Estas ultras dever.io principiar no pra/o de
don- me/es, e sera concluidas no de dez mezes,
.i roular, conforme a lei provincial u. 2W.
3.*A importancia dcsla arrcmitarfio ser paga
em Ires preslacoes.da maneira seauinle: a primeira,
1 .|iiiiiU)- iln valor ini.il. quandoliverconclui-
do niclade da obra ; a seguniln, isual a primeira,
ilepuis detavndo termo de reecbimeulo proviso-
rio ; \ lerceira, tinalmenlc de mu quinta depois do
rer chimen lo ilefinilivo.
4.' O arrematante ser obrinado a communicar
a repartiejo das obras publicas coin anlecedcueia de
il'l das, o da fixo em que lera de dar principio a
eveciu\lo das obras, as nienlo durante !."> dias, M'un de que possa o eu&c*
iiIh'iio encarregado da obra assislir aos priraeiros
raballios.
.".- I'aia ludo o mais que nfincslivcr esprcificailo
as presentes clausulas serjuir-sedia o que determina
a lei provincial n. :HGdel7de mato de 1K51.
Conforme.O secretario, .Inumio Ferreira d'.ln-
iimi'iaruo,
i* llmi. Sr. inspeclordatliesouraria provincial,
em (umpriinenludi ordMU do Exin. Sr. pre- ii 'M'Mibm prximo vindouro, val novanienle a pra-
'\t para ser arremalado a quein por menos lizer, pc-
iiiuie a junta da fazenda da mesma Ibesouraria, a
"i i do icuile na povoacAo do Ituique, avallada
em i: n i 1.1 rs.
A arrematando ser feila na forma dos arls. i c
i7 dada lei provincial n.SBBdoU 'le maio de IKjI
c tob .i- clausulas especiaos abolso copiadas.
Al pessoasque se prupozerem a esla arremalacao
(Otnpareeam ni sata das sesses da mesma junta no
uia cima declarado, pelo mcio dia,compeleulcmcn-
le habilitadas.
E para constar se manduu alxar o presente e pil-
car pelo Diario,
Secretaria da thesouraria provincial de l'ernam-
buco,3 de oulubrode 1853.O secretario, .Intoniu
Frrreia d'.lnnunriariio.
Clausula* especules inra a arrematacua.
1.a As obras do acudo do Ituique sero feilas de
runformidadecoma planta a orea monto, approvndo
pela direcloria emeouselbo eapresentailo* a appro-
vacio do Exm. Sr. piesidcule da provincia, na im-
|iuilanciadej:300lMK rs.
J.1' Estas obras deventa principiar no prazo de
60din, c serio concluidas no de 10 mezes, a contar
ila dula da arremataran.
!. A importancia desla arremataran ser paga
em Ires prcslacfles da maneira soopinte: a primeira,
do* il'in- quintas do valor total, quaudo (iver enn-
cluliio nielado da oiira ; a settuuda igual a primeira,
dept is de lanado o I crino de reeebiinenlo proviso-
rio ;ea lerceira, finalmenle do un quinto depois
do lecehimeuto definilivo
'r1 O arrematanle sera obrigado a communicar
a rrparlieao das obras pblicos com antecedencia
do iiiiii,i dias, o dia lxo em que lem de dar princi-
pio a a. ,i.m das obras, assim como Irabalbara sc-
': ti ida mente 15 dias, alinodc que [inssa oengenbei-
.lur.M.M il.niln.i asiistir aos primeiros Iraba-
*>.' Para ludo o mais que nao esliver especifica-
do as preicnlcsclausulds,sef[uir-se-ba o que deter-
mina a lei provincial n.* de 17 de maio de ISM.
Conforme; O secretario, Antonio Ferreira
d' l mi o uaran.
0 Dr.Jofr Haymundo da Costa }leneze*,juiz mu-
nicipal supplenle da segunda vara em exrrririo
ne$U termo do Ileeife por Sva Magestade o Im-
perador* que Dea* guarde, etc.
Faro saber, que pelo Ilr. Francisco de Aarifl do
ra vara rriminalda comarca do Hecife, mefoi nar-
1 tripa do ter convocado para o dia 't do correnle ,
pelas 10 horas da manliaa, a lerceira sesslo judi-
riaria dojorj desle lermo, rujo sorteamenlo leve
lugar hoj, e para a qual sahiram sorteados os 1K
jui/esde tacto que se sepoem :
Bonifacio Ma.'.iiniauo de Mallos.
Faustino Jos dos Santas,
Anselmo Jos l'inlo de Souza.
Manoel Joaquim Pereira.
Bernardo da Cuuhfi Teixciri.
Antonio da Horba Waudcrley.
Joaquim Jos Viannn.
loto l.uiz deAbreu l'eixolo.
Malinas ilo Albuquerque Mello.
fui/ de Montes (tomes Ferreira.
Antonia Brandflo Malheirm.
Horenrio Jos Carneiro Monleiro.
l-n.-inn FoDseca da Sdvi.
lenle coronel Anlonio Pedro de S Brrelo.
Joao Jos Chaves.
Uwitlovao tiuHlienne Brekenfeld.
Aligues de So Albuquerque.
I.uii Manoel Rodrigues Valencu.
Anionjn ,|e Souza l*o.
J"ac AlllQlMotjmiralvtK dw y>>lln.
irelendenles roniparecain no referido da as II ||2| para a de |ic.h.iio
horas di lu0lula, pudendo desde | so diriRirein i.
cocina da referida companhia para exaininaiein os
rnvallos que lem de ser vendidos, os quaes no dia
da arrematadlo ealario no largo do palacio do Col-
legio Secrefaria da Ihesour.uia de laiendada l'i'i-
nammico 8 de oulubro de IR53.O ofllciil matar,
Bmiiio Xavier Sobreira de Mello*
O lllm. Sr. desombargador dieta de polica
inleriuo. nainda ftaei publico, aoo%acliam reco-
Ihiilos presos na cadeia desla ciliado, 0 eflemjo Mar-
linbo que se diz eicravode Frincisco Manoel, o "*
do (crino do Cabo a (treta Mara Joaquina, que "fui
escrava da um Manoel Antonio, ambo-, por andarcni
O coDsellio ndmlnislralivo, em vlrludeda* au
torisa^ftes da presidencia da provincia, em ofllcios
da 13, 90 deselembro prximo (indo, lern de com-
prar os objeclos seguales :
Para o % balathUo de infantaria.
S.ipalo-, pares 1,668.
/'ara o 11 butalhao de infantaria.
Csldelras de ferro balido, -i; sapatos, pare 35.J ;
ln mi liranco liso para embornaes, varas 400.
Para o arsenal de guerra.
Papel carluchino resmas 30 ; sota curtida ,
meios 100. )
Para a companhia fi.ro de cavaltaria, de arlifirct,
meio balalho de caradores da provincia do Cea-
r, companhia fiara da provincia da Parahiba,
2. r H. de infantaria.
A L'.uKiii/.iiilio, varas 1,375 : bonetes redondos pa-
ra remitas, 50; boldes brancosdedsso, duzias 600 ;
dilos prelos, duzias 7K ; grvalas, 50 ; baste para
bandeira 1; tapis, duzias t; manas de laa, 50 ; hol-
landa de forro, covadoa 779 ; pegas do lita de lila
para cilhas, \ ; papel almaco, resmas, ,0; dilo
de pcs, resmas i'2; ponnss, 800; sapalns, pa-
res i,i&. As pessoas que quizerem vender taesob-
jeclos Jipresentem as suas propostas em cartas rocha-
das, ni secretaria do ronsellm administrativo, es-
labelecido no antena!de guerra, as 10 horas do dia
I i do correnle mez. Serrelaria du conselho admi-
nistrativo, para fornerimoiilo do arsenal tle guerra,
K de oulubro to 185:1.Jos" de /rilo Inglez, coro-
nel presidenle.Hernardo Pereira do (.'armo,fu-
mar, vogal c secretario.
O arsenal de marinba admitle os operarios sc-
guinles:para a lllcina de rarpinlcirns, Ires man-
cebos de I." classe rom o jornal de IVOlOr*.; um
aprendiz de 5." di la rom o de tHOrs.; eb.a dita rom
o de iOOrs.; para a de calafates um maurebo de
:!.a elasso rom o jornal de I^OIO rs.; um dilo de 1.*
dita rom o de 800 rs.; dous apremlizes de <.n dita
enm o de -|M) rs.; e Ires ditas do 10. dila rom o de
100 rs.; para a le carapnai, Ires mancebos de 8,1
classe com o jornal de!Millrs.; um aprendiz de 5.a
dila cora o de 180 rs.; e seis dilos de ti.'1 dita rom o
de 400rs.; para as de ferreiro, um oflirial il -2.3
dita rom o jornal tle IflCttO rs.; para a depolieiros,
dila com o jornal de IOOrs.
3
um mancebo de M." dila cora
i jornal h- '.mu rs. ; cvinle e um serventes cora o
dettfOn* Inspeccao do arsenal de mariuha de
Pcrniroboco om7uoonlubro de 1853aO serreta-
rin interino, M.inoel Ainbmzfa da GottCtfcQ /'a-
: dillia,
A adminislracao ilos eslabcliciinciitos de rari-
dade, delermina que ludas ai pessoas quo liverera
em iua companhia exjMtslos maiores de 7 aunos,
deverao Rpreseuuvloi loda as ijueila-leiras as5
; horas da larde na sala das ses-es da mesma admi-
I nistrariln na ra da Aurora, -<>!> pena de seren re-
colhidos i.....Mabelocimento. Adminisirariio dos
| estabelociroenlos do caridado 7 de oulubro de 1853.
fgidos, a Iin i de que as pe-soas, que >e julgarein (> escriviln, Antonio Jas Gome* rfo Cnrreio.
comdireitoaosmeamosescravw, e aproseolem re-' :; Mnhoroaarreinalaulesda rendas dn* lojm
clamando a sua entrega, medianlo documentas com-' da praca da huta]......'"-m. comparecaro rom seos
probalorioi doseu dominio. Secretaria da policio de fiadores na secretaria da cmara municipal, das 0
IVrnambucu. 8 de oulobro de 1853.O primefro I horas da manlia, as 2 di Urde, .: wnslgnarem os
amanuenso, Jote \tn er Fawtino Ramo. respectivos icrmos.
ii ou uiiKi du/.in,
i prazo, conforme*
mmm\ m
Di; LIVERPOOL
Daniel (reen.
James IIiowm.
(i. II, liaran.
SOUTH AMERICAN & GENERAL ESTEAM NAVIGATION.
( ESTABIvLECIDA l'Oll CARTA REGIA DE S. 11. It. )
Os seguintes vapores novos e vclleiros sahem de Liverpool no dia 24 de
cada mez.
iiiiA/.n.EiiiA.....................Capllao
IIMIAMA.....................
Ol.l.NDA.......................
lEVtM TOCAR EMLISBA.' PERAMBUCO.'BHIA. H10 DE JANEIRO. MONTEVIDEO.
Calculare a viigerode l.lVliUl'(HH.ii.M(i.Mi;\ >(: em :ll 'ii.. hiclmive a demni.....i
RIO l'l" JANEIRO, rhpanageiroa e carga eerSo r.....lmelo.".MONTEVIDEO it-i BUENOS AV-
RES no Mipur ,//((.'/.'.V77A./.,,'i viagem redonda eapera faieMe em 75 ili'<. As chegaila, ilus vapores i
esle luirlo \iinlds ilc l.l VEHI'ODI. dctciii ser no dia I i do rada mal e sun< partidas dola para o de 1.1-
YEitrnoi, no dia 17 do leguiute.
Umik M I'ASSAliBS HE l'ERMUIIO.
Que inclue mesa, roapa, propina m creados, e toda aa outr.i despeza, excepto vinhos, acuas
ardeaie, cervejas, etc., o qne havera' a bordo a' venda.
Para Lisboa............20 guindos.
a Liverpool..........-Ni j
" u*ta*r: ::::::: ,J^iicmii)ji*** )-
ii Monlavido..........lOOpalaroes. I
ii Buanoa A%ioa.........UOpalaroea. )
Camarote pira umii su pcwoa ou para familia conforma o njutle particular.
O bilheles ilp iila c rolla se naieam rom o favor de i> por cant, qoe ao. abatido na tabella
cima. Balea Dilhelea n.io sao Irmtferiveis, lio pagos no acto do ajuste, a approveitavai para o porta-
dor, lima \e/. que elle eniliari|iic ne viagem de volta dentro de seis me/es du dala em que prinripiou a
viagem de ida. i
CAHA BARCO TKIlA' A BOR1K) UM CIBURGIAO ACREDITADO.
Havera'cozinheiros e criados francezes, portugAtezes e inglezes.
Para planos das caimiras e oulros esrlareeiiiienlos se deveui dirigir toa Sil, llcanc Vonle*i\
Companliia, ra da Cadeia du Ileeife, u. j.
AVISOS MARTIMOS
Para Lisboa B galera Margarida, oapllflo Sil-
verlo Manuel o!os Iteis, salie com brovidade ; roce-
be carga e paasagelroj, para oaquaea lem bous rom-
modos : os pieleiiilenles ilii ijam-se aos consignata-
rio! Ollveiri IrmSo t\ Companhia, na ra de
Apollo ii. II, ou ao relcrido eapilao, na piara do
commercio.
Para as lllias de S. Miguel. Tcrcolrae Fayal,
a eacuna |iorluguexa Amizadc^ raplfio Manoel Au-
gostoMachado, sahecom breviilao: recebe carga
a iicic e paasageiros: i|uciu prelentler, dirija-se a
Oliveira IrmfloitS Cooipanhii, na ra le Auollq n.
14) oo ao referido capillo, na praca do commercio.
Para o Porto.
>.iiui.i bravo o beni i'onbecido brigue porluguei
Mura FeliSf capil&o Lourencp Fernandei do Car-
me : (piem no mesmo qulier carregar, ou ir de pas-
sa^em, Iralem com o (llOCapiUo na praca, ou com
o consiguiuatario Antonio Joaquim de Souza llibci-
ro, no seu esciiptoiio, na ma da Cadeia n. IS.
i'.u .i o Kio de Janeiro
saltea barca nacional Ipojuca uestesoilo dias: para
o resto da carga, nssim romo paaaaselroa e escra>oi
a frele, para o <|uu oOrece os melliores commodo-,
lrala-se na ra da Cruz do Kecife, escriploriu n. (Hi.
I', 11.1 ii Kio de Janeiro segu com lire\idade a
bem i'iiiiheeida escuna Calante Maria: para cai-
ga, ptangelrw e eacravos a fete, Irala-ta com JoAo
Antonio di Silva Grillo iV Companhia,. na ra <\o
\ i-,iM'> n. i, ou com o eiplulo Alejandre Jos Al-
ves, na i'M', i iio commercio.
Para llarselba,sabe al o dli lt> do correte
me/, a barca frinceil Cunada, recebe iinicaiuenle
passateiros, pelo i(ue lem M melliores CommodOB
poaalveia: quem prelender dirija-se aos consignata-
rios Oliveira InnloatSi Companhia, ma de A|iollo
n. l, ou a bordo, a tratar como cnpilao.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Elvira, se[jue iin-
prcterivelnieute no dia 12 docorrenta; os
senliores (|tie Iccm fl einbarca' escravoi
no mesmo, sao rojjailos de le\a-losa bor-
do at ti ( lloras da titule dodia anie-
cedente.
0 capilao llobcrl Lvico do palacbo inule/
itnnatt, entrado por arribada nesle porto, nn MU
viagem da Kaina para o Canal, e carrejado de BOHl-
car, precisa do cerca rs. &."(>(I 100, a risco marti-
mo sobre o casco, carca e frete do mesmo navio para
occorrer s despeas feilas nesta : os pretendenles
queiram mandar as suas propoiUl al lerra-feira 11
do correnle. as til boras da manlwa, em casados
agentes de l.lo\ds, no CorpoSanlu n. II.
Para a Haba seauird em poucos di;iso biate
Con*tttttc9t) : quem no mesmo quiwr cenagar oh
ir de passaRem, pmle enlender-se rom Amorim A
Irmilos, na ra da Crua n. 3.
Roga-se a Sra.D. Thereii Francisca Vinnna,
ouaolSr. Luir Jos de Souza Csvalcauti, romo seu
liador, e principal pifiador, venu* ou mande pagar
o qoe deve ao abiixo assignado, da renda da rasa
da Soledade em que morou, pelo queje foi chama-
da a-juio de paz, cirios de que em qoanlo nflo pa-'
girem lerlo de >er os seus nomes nesio Diario.
JRcinthfi Jos flolelho.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-te a venda os'bilhetcs ila ter
ceiru lotera la eatratlu do Mage'; cuju lis-
ta se espera pelo Brasileirn, a 10 ou 18
do corrent.
Precisa-sede urna ana de leite,sera
lillio, ijiiei' seja forra, ou captiva, paga-
se hiii : na ra do Amorim n. 25.
Quem prceisar de um criarlo iniiilo dilipenlc
para Indo ernco de mm e mu miados, por ser mili-
ta lailinu, o qual lie mudo del v ldn)l>em lie lioliei-
ro, dirija-se a ra Imperial, sohrado defronlo do >i-
M'iro do Aliiuiz em que moraoSr. Ilraiidao.____
{^raEmpEs^SSSZTii
AVISO A COMMERCloT
Osuhaixoassignados coiitiiiuain
a tranquear a todas as classes em
gcral os seus sortimentos defa/.en-
das por haixos preeos, nao' me-
nos de urna pe
a dinheiro, ou
s<^ ajuntar : no seu arnia/.em ila
praea do Corpo Santo, esquina da
ma do Trapicfae, n. 18. Ros-
tron Rookr & Companhia, nego-
ciuntet ii'j;le/.es. Os inesmosavi-
saoaoiespeitavel publico que abri-
r m no dia 5 do corrent mez m
' ija defazenda da ra do Col-
igi e Paneio I'ubliro n. 15, ili-
rijida |ielos seiibores Jos' Victori-
no dePaiva e Manoel Jos de Si-
Queira Pitonga, para venderem
or atacado e a retallio.
-^EESSTElSSSBi*.
Koilullo Juao Itdiila tle Ahlenla miidou-se
para ra da Cadeia casa n. '22. primeirn andar.
Aluua-se a sala da fenle do primeirn andar
da rasa da ra .Nova n.'2.
Precisase de um co/inheirn forro ou raplivo,
para um engento dislanle de*!a prora7 lesnas :
dirija-se a ra Imperial n. 7 na fabrica de vinagra.
Umofllciai de primeira liulia. reformado, me
lem a habilidade e prallca sullicienle para fazer
qualquer escripiuracao militar, se olVerece aos se-
nlioresrnn.,...i|,,|ai,i,N (|c corpoi e companbias d
Koarda nacional phrt o [ni declarado, e mais para
inslniir iisnlliiiaes inltWes na mesmi escriplnra-
cao, o nos deveres das fca8 ^radaac/tea; Islomeoi-
anl il" bato que se liten*
PrcT.isa-*ode um feilor \; um lllio perlo i,i ciiia''de ()]nda quem qui/er.
diri a-se ;i ine-ma cidade. no Varadouro. sobrado
II. _>(.
No atorro da Boa-Vlata n. 31.
Cojetn-sa veilldot de toda a qualitlade. lano para
baile corno para casamento, e lambem lodas H mo-
dal perlencenlea aos metmo, como manleletea, ca-1 g
polinhoa, baMUines, enleilea para cabeca, cbapeiw
de senbora c de meninos sem a menor dtlTerenca
dos que vein de Franc; ailimu-se que sem receto
pode apparecer qnalquer obra relia nerta casa,
que para maior prova a mesma senbora recebe todos
os mezes figurinas novos, e toda qnalidade de mo-
delos viudoade Parts e maisumi parllcularidade,
que lodo MO faz-se com maior aMOlo e relidao.
0 por menos preeo qne em ntilra qualquer parle.
Ausoiilmi-se da CUB lio sen seuliur mu mole*
qoe, crioulo, de nomo lllmiel, com oa algnaee aa>
ulules: altura regular, ebeo do corpo, cor fula,
manqneja algnma coma de um p, caira branca o
camlii rtobu ; deaeonfla-ae que lomaaae o ca-
ininlio dos Albgadoi paraoltairo: quem o pesar,
leve-0 a ra Dircila n. .:(>, que ser pago o seu li.i-
liallio.
Alevaudre Jos Alvcs. cidado brasileiro. te-
lia-se para Lisboa.
l'recisa-se fallir com o Sr. Pranclaco Moreira
de Medeiros, Rito di illiade S. Misuel, e moradoi
nesli provincia, para n bandas de (fOianna,e como
coii'lp que o iiicmiio senlior esleja nesla praca, se
Iberngao favor eununelar a ma morada, oudiri*
ja-ae a na da Crui dti Rocife n. ~tt. aegundo andar.
Manuel Antonio Pinto d>i Silra.
NV palCO da Kibeira de S.Jos, loja di sidua-
don. l*i. lava-ce eengomma-ae, commaHoaaeelo
e perfeieAn. por praco razoaud.
Alufla-M nina rasa, na Casa l;orle, para se
pasear a reala ou por mino, muio fresca- com to-
Ifio- estribara c corbeira : quem a pretender, dri-
0 ra l'urmosa, auarla casa lerrea, que aelia-
BolMcba, raloja-alro,
vende e concerta refugios, por commo precos : ua ra Nova n. 11, loja de Mr.
Gadatih.
s^sk^'&^^MmMW3W]*%^
Companhia do navegacao' a vapor
Luso Brasilera.
ifi senhoreaaccionilaa detta eompanliia quonea-
la pasam, sao convidados a reatisarem a lerceira
preslaco de Jtl por cenlo de suas accOes, dirsindo-
sa al o dia 13 do correnle ao alialxo assignado. ri
sua casa, ra do Trapiche n. :%. para ser remedida
a turerean, reruambuco *i de oulubro de IS."i;i.
Manuel Duarle Rodrigues,
Precisa-sede hOuXflOOO r. a premio: quem
(iverannuncie para ser procurado.
AluRain-aecasas par passar i fesla, no sitio
do Cajuefro, com banlieiro : quem precisar, dirja-
se ao mesmo sitio.
I'rerisa-se de una pessoa forra ou escrava,
pie entenda de cozinlii, e seja bem desembaracada ,|ji( -)(| n0s ugares seguIII
LEILAO
Ilrandcr a HraiidisA: Companhia, farao leilJo,
em presenca do Sr. cnsul do Belaica.|por inlerven-
cilo do agente Oliveira. e poreonla e risco de quem
perlencer, de \2 barril com presos de diversas qua-
lidades, mais e menos variados ri'agua salgadH a
Iwrdo do navio Jeannetle Mario, em sua recente
viaaem d'Anluerpin par esle porlo : quarli felra,
i-2 do correnle, us IU horas da manhai, noarmazeni,
n. 134, da rua-da Seniala Vclhay
AVISOS DIVERSOS.
Jns! I'ereira da Cdnha embarca para o Kio de
Janeiro as sunsesaavas, Marinba, parda, e l'ran-
cisca^criouli.
em sua oceupacao ; pagarse bem : na ra da Sen
zalo Vellian.OR.
Prccisa-ee de mn fcllor que entenda de borla
ornis lavourapara mandar e tratar de um aillo: os
prclendeules, dirijam-se rila da Sen/ala Velha n.
I \2. lereeiio andar, de mauha.i ale as !> horas, de
larde dasilem dlante.
Roja-ae au Sr. L, I. A. o favor do dirigir-se
ao paleo do Carino n. 13.
FraiwUeo de Mallo* l'ieinu
No dia 7 do crrenle, do meio dia as _' horas
da (arde, doiappareceu da casa do ahaixo asaigllado,
na ma do Brum, junio ao chalara, sus escrava, ca-
bra*, por nomo Isabel baila, lea lisura, anda de
vaffar por cansa de molestia qne lem nos ps ; jul-
aa-se ler passadq para o lado de Sanio Amaro*ou
Olinda : pede-se a qualquer capililo de campo mi
alsnuia pessoa parlicul.ir, I c-tplura da mesma. e
lea-ln na loja de ferrnsens n. .'iti A, ra da Cadeia
ilo Ileeife. que se recompensar. AdverlO-SO que
lem de cosluine mudar o nome.
Prccisa-se de um apicudi/. para alfaiate. dan-
do-se de comer e alguma roupa : ua ra No\a
u iJ.
A cata de conslgnafao' de oacravos, na rui da
Cadeia do Roclfan. 39, prinaeiro andar,
recebe osera vos de ambos os sesos para serem
vendidos do cnmiuissilo, por contadeseus donox,
nac su nesta praca como psra o matto, alliam;andu-
se o buin Iralimenlo e brevldade na venda ; assim
como tambein se compram os que .nirad.irein pura
salisfazer a I y ti mas eurommendas.
(I ciruruiao Joaqnim Jos Aives tle Albuquer-
que, respondeudo ao anmincio do Sr. Jos Manoel
tos Santos Villaca, enserido no Diaria desabbado,
H do correnle, declara que por ensao fura annun-
ciado osesundoaiularda casa i>* 18 da ra das Cru-
zes, quando he o primeirn andar da referida casa,
onde pode ser procurado ; o que muilo scnle que
l>"i f- ensao o tenham iucommndado.
D-se pequeas qnantias a premio, sobre pc-
nhores de ouro c prata : no ra da Cadeia do le-
ole, sobrado n. '2\-, primen o iiJ.u, da '.' as 4 da
larde.
Prcrisa-sc fallar com o Sr. Manm I AOBStaclo
da(*osU Jnior, na ra do Quemado u. ;I9, pri-
meiro andar, alim de se Ihe entregar um reloejo.
No dia 12 do correte me/, na casa das au-
diencias, pela urna hora da larde, se lulo de arrema-
tar diverso* movis, armaro c fazenda-, peuhora-
das a Jos domes Moreira, por execuc,h< de Jos
Antonio daSiha lrillo Jnior, por alusuei-il i bsa
c loja, prlijiu/ii da secunda vara do cvel, escrivAo
Karrtista, por ser a ultima praca.
__ preetsu-se aju&ar unta escrava que um soja
viciosa, para todooservieo de urna casa de pouca
familia: as Cinco Pona-', defronte do Vivciro, so-
brado n. i''-
Olerece-se urna mulher para ama de casa : ua
ra da Iluda n. 17, loja.
Precisa-sede urna cocinheira : na ra da Ca-
deia de SauloAnlouio, sobrado da esquina u. Ii,
sesundo andar.
i
i Jeom quem tratar,
O Sr. Joflo Simes da (^osla queira diricir-se
casa de Tasso t\ Irmos, para ajusiar o negocio an-
liga que mo ignora.
(Isahaixo assicnados lem amisavelmenle dis-
Mlvido asociedade que linham na loja de barbeiro,
na ra da Cruz n. ':t, sob a razan dr Pinheiro iV
Uibeiro, licaudo a liquidadlo tanto t\v activo como
do passivo da exlincla liimn a cargo do serio Uibei-
ro Juo Antonio Pinheiro, Manoel Pereira Lo-
pes Uibeiro.
Alngaj-dfl nina rasa srande, no l'oen da Panel-
la, com frenlc para o rio e porlao para o hirco da
isreja- lendo soUo. quintal murado, encllenle ca-
cimba e estribara para Ires cavallos: traa-e w,\
ma do Crc-po, loja n. -I, ao lado do arco de Sanio
Antonio.
Precisa-se alosar urna pela para n sen ico tU?
casa e vender na ra : quem a llver dirija-se a ni;
Dlriila, no primeirn ,'indar do sobrade, n. .12.
Lotera tle Nossn Senliora do Rosario.
As rodas desla lol'iia amlam no da 21 ilo cr-
ranle com lodo e qualquer numero de bilheles qui
litar por vender, assim como *<> se vendemaloi
praca da oa-Visla
os enfermos
JoaquimCtomcs dos Santos Mar-
ques contina a tratar da arthrite
do rheumutismo e das molestias
nervosas recebendo doentes s-
menteat o dia Ii do presente
as pessoas quejulgarem proficuos
os lucios que emprega na cura W
dessas enermidades, podero en- |l
conlra-lo no su consultorio da
na da Cadeia doRecie n. VO, to-
dos os dias iilcis, das 10 horas da
manha as 2 da tarde, e das 7 as
8 da noile.
:&m3BEB*mmm^
>a ra da Cadeia do Ninlo Antonio u. JU(
deseja-sa fallar com os senbores abaixo menciona-
dos : Francisco Ipuacio da Cmara Pimenlel, Ma-
noel Comes da Silva, l.iimcon Ferreira de Souza
Jnior, Francisco de Hollauda Chacn, Anlonio
Jos de Mello, Francisco Joaquim da Cosa, Joo
do Rejo Itarros, Joflo Hodrigues da Silva, Jos Por-
lirin Tcivcia de Mendonra, Francisco Perfila ile
Brito, Joo Thomaz dos Santos, Francisco Ferreira
Pinto, Manoel ila Silva Marros, Simao Hodrigues
do I- (.ii iin Sanio, Manoel Sirino do Cailtc, Jos de
Brroi Falcflo, Joo l.uiz Pena, Joao Cavalraiiti de
Mello Albuquerque, Vicenlo Alves 'trauco, Joa-
quim Hodiicucs dos Santos, Antonio Hrasiliuo
de llollanda Cavalcanti, Jos Cunegundes da
Silva Francisco Aflnnso de Albuquerque c
Mello, Jos Carduzo Cavalcanti, Jos d llene vides
Falcflo Jos Itodrisues de Carvalho Domneos
Pereira Condim, Patricio Jos 'lavares de Vascon-
cellos, a licencio, c faz-se esle aniiuncio por esla for-
ma por assim ser mais faril Iratarconi estes senbo-
res Ignario l.uiz de tirito ''aborda.
A fabrica franreza de sapalos laicadus, Jia So-
letlaile, aos ilesejos de seus frecueies se resolvcu a
bular uindeposilo de seus productos, no aterro da
ltna-\isi,i ii, >, |nja de chapeos de sol, aonde o
respeJUivel publico encontrara um lindo sorlimen
lo de calcados de lodas as modas ti dP Indos os pre
eos, 'so encarrega dos ruurerlos e ludo que con
cerne na sua offJcina, t.....Itera se toma medida para
obras de eneommenda com promplidaoeaselo o
senbnies sapateirosencoulranlo ua mesma loja a\ia
mciilos, bezerro, marroquim e cainurca, ludo por
proco commodo : lodos os objeclos cima mennoi
dos, \endem-se lambem em (hiicho.
r^g^K^psm^msn*w*WB*M
AO nilUf.tr.
! No armazcm de l'azenaas bara-
tas, ra do Collegio n 2,
9 miiiIi-sc mn completo sortimento
^ de laseodoSi final < grouai, por
Sa prego maisbaixosdo queemou-
p tro qualquer parte, tanto em por-
ra n'u's, como a ivtullio, affiancando-
ae ios compradora um proco
para lodos: este ertabelecimentp
anro-se de combinacBo com a
maior parte das rasas commercioel
illglezas, l'ran c/.as, alli'iiuias e suis-
sas, para vender a/rudas mais em
coiiia do que se tem vendido, epor
isto olleri'cendii elle maiores van-
tagem do que outro qualquer ; o
proprietario deite importante et-
tabelecimento convida a'todos os
toja Jo Sr.Pedro Ignacio Baplftla; prarada lude
pendencia, lnjn rioSr. Forlunalo; roa lo Quema-
do, lojn iin llii'-iiiircirn; largo du l.or.imriiln, Im-
ra do Sr. Cliagaa: noHeeife, roa da Cadeia, loja
doSr. Domingos Tehefra Baaloa. o tlieaourelro,
Silrestre l'ereirii itn Sitia Quimw&tt,
I'recisi-se de uinii ama, |i;ir;i rn-ii ile pouca fa-
milia, ijiH' BngomnM a coziolia n diario : im aterro
,l.t Ba Visin a. '2. lereeiroandar.
B i he tes de visita.
* Imprimeni-se po? um processo particular (^
^ e iwo, bilheles de visita, qae em nada ce-
t dem aos que se imprimen) fura do imperio,
: rom a YBOlagem de fnzer sohresabir muilo
S mais o lustre do papel porcelana, e licareiu
03 assim COm mais realce. I'or este mesmo
y meio se imprimen) nn dilo papel lodas as
H Rravuras em urande e pequeo fermalo.
K-. Abram-ie chapas n,it)s para bilheles de \i-
M sita como lambem para letras do commer-
jfl ci, o Quaesquer objecloi da irte da Rravo-
S ra; c imprimem-sc registros a l??;N0 rs. o
'x cenlo, lendo a chapa poueo mais ou menos
um palmo qtiadrado. O anuuncianle nio- ;'';
B rendo um pnneo dislanle da praca, pede ai ^
S pessoas a quem rnu\icr, se dirjam i fabrica Bj
$< docolcbetci, na ra do Brum n.... un ua j$,
St loja de livros n. .ilida run da Cruz.
Oj taDcsiecunento convida a kkios o
'.;1 seos palfi*ius,.c ao publico em f,i
5j ral, para que vciiliain (a* liciii (lo:*
^y seui intei'eMes) comprar fazendua
S baratas, no arnia/.cm du ra do
& Coll('|fio ii. '2, de
Anlonio Lu/, dos Sanios.
Oanalso assignado, na qualldade de prnenra^
dor de .Manoel Kibero l'inheiro. cessionariode Ma-
na Mcudes, que foi InaUtnida herdelra noteola-
menlo de seu, pai Anlonio Jos A lo uso, avisa que
liinguem faca negocio com as duai casas, silas em
Olinda, sobrado na ra de S. l'edro Mailvr, c ler-
rea na ra do Cabra), que locaran pOC heranca a
.Margaida de tal, casada com Anudo Francisco da
Costa; vslo que uAo tendo aquella herdelra sido
contemplada na parlilha, val pedir a heranca que
Ihe compele pelos meios compelenles, c a heranca
consiste as referidas casas e dinheiro queja fin le-
vantado ; a cuja iudemnisacao eslsujeila a incacao
da herdeira empossada em lodos os bens.
Francisco Josc de Magllales tastos.
Casa de commssao* de escravos.
\a na Diivita, sol)rado de ~t andares.
defronte do becoo de S. Pedro n. ", ri'-
crlicm-sc eteravos de ambos os sexos, pa-
ra se venderem de mmmisso, nao se le-
vando por csse Iraballio mais do que --
porcento, e sem se levar cousa olguma
de romedorias, ollereeendo-se para isto
toda R st-jjiiraiira preeisa para os ditos
escravos.
Antigo deposito do rape prnceza do Hio
deJanetrOi grosso, meio grosso, e li-
no, na rna da Cruz do Heeiie n. o.
Vlova I'ereira da Cunha eurarrecada, ha muilos
anuos, da venda deite rap, idenUca aos consu-
midores desle artigo, que novendo tantas, e lio dif-
l'eienles qualidades de rap, que cheuam a confun-
dir-se, que o rape por ella vendido he o do fabri-
canln Eslevilo (asse, um dos mais nnliuos do Impe-
rio, o que desoja observem, [jorque confiados em a
boa qnalidade de seu rap, tanto em aroma, como
em lera propriedade de se conservar muilo fresco,
se ingelta a Aceitar qualquer |>orcao, que por de-
leito de qualldade Me lor engeitada. I'ara mais
COmmodiilade de seus fregue/cs acaba deeslahelc-
cer um deposito filial, na run de Apollo n. "2.
Gasa de commissao' de escravos, na
ra larga do Rosario, n. 22, segun-
do andar.
Nesta casa rereliem-se escravos por commissn,
[iara seren vendidos por conla de seus seuhores,
aliancando-se o bom tralameuto. assim como a sc-
uuTaura dos mesmos; niio se pnupnudo esforco*, para
que os mesmoi esclavos sejam \emlidos com prnmp-
lldlo, lillm de que seus senhores, nao soflram empa-
le rom a venda delles.
ATiE.MAO
O Sr. Joa Teiveira (ulmarSe, que leve bo-
(eqnim na ra larga do Ksario, queira dirigir-so
a praca da Independencia, livrarla, n.lieK.
Bfaslama BEUloofM* Bmasaarl, m attorro sta
Boa Vista, n. 1,
scaba de receber pelo navio (tcdent, um grande
surlimenlo de objeclos tle modas e fazendas de goalo,
como se'im: chapos de soda e de palha para senho-
ras, chapeos lisos de palha da Italia : manteletes e
rapolinhos de seda a moda de Pars caracol, capoli-
nbos e rlleles de cambraia e fil, lindas camislnhas
bordadas debicoede cambraia,espartilbo os mellio-
res do mercado, mangas de bico braoco e prelo, pul-
eelras c enfeiles de luvas, roineiras e leudos, chales
de i rito/, cabecese maulas de blondo para noivas,
ricos cortes do vestidos de blonde com habidos, voa
e cabecees do mesmo padro, flores de laranja para
cabeca e para enfeilar vestidos, cabeedesde blonde
>erdadeiro, meias, longos de mo, luvas de jouvin,
plumas para chapeos e cabeca, flores finas, lencos
de cambraia, sedas furia-cores e prelas para vesti-
dos, cambroias de Hubo, enfeiles para cabeca. tur-
bantes e loucados, cortes de garra rica para bailes,
cambralas e tarlalanas, blcos de linho, lilas ricas e
muilo largas, etc.: e muilas oulrasfazendasque
pretende vender muilo barato, lat-se efleclivanieole
chapeos loucados e vestidos, com o goslo reconheci-
do e a moda de bom lom.
CtfiSlLTOMO IIOMOrATHlCO.
Gratuito para os pobres.
Ao Recife, ra do Trapiche Novo numero H.
O Hit. CASANOVA lem aberlo oseucon-
sullorio no Recife, onde poder ser procu-
rado a qualquer hora do dia.
>. It. As pessoas que u.lo forem pobres,
pagarao pelo tralameuto de a t~0&UOO es.
nao cxrcdcudn de dous meies. )
Mudme Angeline Mauvernay \
Companhia, no aterro da Boa-
Vista n. 12.
As fregueiai>e o publico acbarao dentro desle es-
labelccimento um grande sortimenlo de fazendas
novas e as mais modernas desle mercado, como ves-
tidos de seda,lisose-lavrkdos.de todas as qualidades,
como de lodas as cores, dilos de selim branco muilo
encorpado, com babados e sem elles, para noiva,
vestidos de blonde com dous c tres babados, dilos
para bailes, dilos de barege, dilos de gaza tambera
com babados? um grande sortimeuto de chapeos de
seda de [oda- as cores e do ultimo posto, dilo para
meninos de I a 10 anuos, bonete para menino, ra-
misolasdc fil, enfelUdu.du Qtaa. ditas de cae,
colleles e mangas bordadas para vestidos, romeras
de cambraia, tardadas, maulas prelas de blonde,
dilas brancas para noiva, ditas de fil de linho,bran-
cas, manliulias de seda, ricas capel las de flores de
laranja com os (os de prata, flores finas, bicos e Il-
las de lodos as qualidades, de lodas as cores, e de
lodas as lai guras, giiarui(;ao para vestidos prelos,
aderemos para lulo, penles de tartaruga, leques, ele.
etc., espartilhns de linho puro, atacador para os
mesmos, c un> rico sortimenlo de merecana- Na
mesma casa faz-se vestidos tanto para senhora como
para meninas, vestuarios para meninos de qualquer
modelo que sejam, chapeos, turbantes, loucados o
lodos os arranjos de toilete de una senhora, recor-
te e babados de vestidos de diversos deseuhos, por
preeo razoavel.
COMPRAS.
<> ;W A, confronte ao Rosario de Sanio An-
lonio, compra papel para, embrulho joruaes limpos)
a juntamente vende I caisSo bem construido, prn-
prio para bolacha ou assucar.
Compra-se cfleclhamenlc papel Diarios a
a :-jihi rs. a arroba: na ra larga do Rosario, loja
n. I".
Compra-se qualquer peca velha do metal cha-
mado do prncipe, prefermdo-se o que seja mais
claro: ua ra do Collegio n. 25, taberna do Foutes.
Compram-se escravos, e venrTcm-se, recebem-
se de commissaO, lauto para a provincia como para
fra della; na ra dos Quarleis n. 2, segundo an-
dar.
VENDAS
Nh rita doColl('iii), rasa n.l.so
Miido andar, veede-M iimexccllciilcos-
cravo. Ctioulo, hastante sadio erolmsto,
proprio tiara tndnc'(|iiil(|iier serviro, ou
para embarque, por ser de boa lisura :
trataxe das 9 huras da manluia as V da
larde.
Vende-sc rape de Lisboa, milito
li-esro e em fraseos, a ijJOOO n. ; na rua
do Cres|io n. 7, loja de Sequeira & Pe-
reira.
Vendein-se arreios para carro, de
Ura i'dous cavallot, epara carroea;tam-
bein levendem niantinhas deeasemira.de
divenoa padrOet e gosto, para os sellins
dos arreios, que os la/.em abrilliantar
muilo, eliegados ltimamente de Franra,
epelo pirro 0 milis barato possivel: lia
rna da Cruz n. 2(1, primeiro andar.
Vende-se o verdade-o champagne
em (;i);os, do meLbor |K>ivel; assim como
vinho HindciiN, branco e tinto, em bar-
r s ; como tambein chocolate f'raneez.da
inclhor qualldade que tem apparecido,
tudo chegado ltimamente de Franra, e
pelo piwo ornis barato do que em oii-
tra parte : na rua da Cruz n. 26, pri-
meiro andar.
Veniiem-se lardos de fumo, de pri-
meira qualldade, para charuto, ltima-
mente chegado da ItiiIiMi, e pelo preeo
mais barato do cpie em outra parte : na
ruada Cruzn. 36, primeiro andar.
Yoiiilo-se um Ionio, do palenle soiiso, mui-
lo honi. com um corrcnlao, ludo de ouro: na rua da
(loria n. 30.
Vcnilc-se urna oscravn mora, muilo -,i li.i, de
boa liliura, cozinliii o diario de nina casa, lava, en-
aomma, e rom principio de calara, boa vendedora
do rua : no paleo da Sania Cruz, sobrado da es-
l'n'i 1.,1-se nina ama Torra nn eapQva para
lo punca familia, que engnmme e cozinbc :
quem prelender, dirija-so .rua do (Jueiuiiidu n. 7,
loja do I.i/i'ihI.i-. que adiar com quem Iralar.
AluRa-so urna casa, na rua do Caldrirciro.rom
armai;o para raodfl, na esquina da Iravcssa tlrV
.Monleiro, a qual esla liyra do imposlo na pra^a
da Independencia, livraria n. (i e v
AlURa-M o seaundo andar da casa da rna do
Caes, e o quarlo da rua do Rrum, em Fra de Por-
tas, pcrlenceules a I A. da Cuulia ,V Comp.nliia',
na roa do Vinario o. II.
Alii|a-seo armap.....mqnal somprcloo la-
berna. c no mesmo lem ruiacao: no palco do Ter-
reo n. 130, a Iralar coin o seu proprielario Joaquim
Lopes de Ataida,
Prccisa-K alagar una escrava que coziube o
faca i. en 1(0 de casa, c um inciiino para criada,
que lenba al Hannos'de idade, dando conbeci-
menlo de ni, on liador : na rua da 1,'niu anlipcnul-
linia rasa lado esquerdo indo para a mar.
Roga-se aos senbores inquilinos dos predios do
palrimonioda irmandadedoSanlissimo S.irtanionlu
do bairrodc Sanio Anlonio, queeslaoalra/ados nos
aloquis, bajam por esles oilo dias de iia^ar ; e na
falla lerAo de ver seus nomes declarados, e alhi.il
ajuiadoa,
Precisa-sc para un eiiaonbo.disl.inlcdesla pra-
ja6 legna, de um feilor porluguo/, que euleiida
de planuicocs. c di fiador a sua conduela : quem se
adiar nesla circiinisl.uici.i-.. dirija-se a ruada Ca-
deia do Hecife, uriudicui u. 4. de II.
NICO IIEIMISITO NESTA
(.IDA HE.
Paulo Gaigaon, dentrtla receben agua deuli-
fiice do Ilr. Piano,cala amia coubi'cida como a me-
llior que lom apparorido, ( e lem muilos elogioso
son atilur;' lem a propriedade do conservar a bocea
chchona preservar das dores de denles: lira.o
gosto deaagradavcl que d em coral o abarata, al-
RUBia. gulas daau n um copo d'agua S.IO sullicii'ii-
tes: l.unlicn so adiara poeotUnco eaxeUeala para
a eonsorvaeja dOS doata : na rua larga do Rosario
n. li>. segundo andar.
l O medico J. Almeida mudoiia (&
,f*l sua residencia para a rua da 6#
". Cruz n. W,primeiro andar, on- *
'4W de pode continuar a ser procura- v
do ate as 2 horas da tarde.
Nova fabrica de chapeos tle sol, no ater-
m da Boa-Vista n. -
0 dono deste e^talielprmento lem a lionra de
partieipar ao respeltarel publico pernambucano,
que Iheclipyon pplo ullimo na\io clieuadodo Havre,
um grande sorlimrnlo de rbapeos de sol, lauto de
seda romo de panninlio, rliapeos com rabos de can-
IU da India*m caricaturas, rmj chapeos de senlio-
ras, lano dr panno romo de seda, um grando sorti-
menlo de seda, o panninbo em peca, para cobrir
qualquer armac^o usada com asseio : lodos esle ob-
jecin cima mencionados, vendem-se em pon;o e
a relalho, coin grande redueeao do* precoa. Ko dilo
f-:,ilii'l(Tnii'iilii so couserlain os ditos nbjeclos com
asseio e pnnii|iiido, por prtco mais commodo do
I
quina que tolla para a rua Velba. Na mesma casa
vciiilcni-sc os panana seguinles, um cochiebo, um
vexo, dous canarios do reino, ilous birudos, lodos
bstanle cantadores; o nm papagaio falla,lor.
Vende-se urna muilo bonila e nova canoa de
.inrii.i, deamarello.semo menordcfcilo, prompla
e piulada, deum s pito, e capaz deeonduzir lima
familia, por ler quasi \ palmos de bocea o .T do
comprido : a fallar com Virlorino Francisco dos
Sanios, na rua do Mango! n. ."ii.
\'ondem-9e cocos seceos proprios para plan-
i:.i -.,' ou para omlvarque ; assim como pallias do
coqueiros para banbeiros : no silio do (^afund.quc
(ica na estrada do Joao de Marros.
Pechinchas.
Vaadam w chitas de IBO e -iOO rs. muilo boas,
dulas trncelas, cainbraias lisas, brancas a de cores,
corles de casemiras dealgodao, a, IflbOdr., brela-
nlias linas, o muilas oulras fazend.s poi preeo com-
modo : na rua Nova n. t, defronle da Couceicaii.
Vende-so una escrava de ncelo, do bonila li-
sura e mota, com bahilidadcs, cngomnia, cozinha,
lava, cose cinto e faz lodo o arranjo de casa, e sabe
vender na rua : quem prelender comprar, dirija-se
ao Forte do Mallos, prensa de Joaquim Jos Ferrei-
ra cV Companbia, que achar com quem (ralar.
Vende-se um cabritilla de l.'l anoosde idaiie:
na rua eslroila do Rosario, loja do sobrado n. 26,
das !l lloras da manilla as 3 da (arde.
Vende-se una escrava, criolita, de idade de 20
annos, pouco mais ou menos, cose, faz labyrinlho,
marca, cozinha o diario de urna casa, c faz Inda
ipialidade lo bolo, e nao lem achaque.: nn rua do
Collegio n. 3.
Cal d. Llaboa.
Oanligo .1. ai-iin, na ruada Cadeia Velha n. I..\
receheu agora una poreao de cal virgem inoitu su-
perior, que vende |">r pre^o commodo.
.Nova loja de ~> portas, na rua do L-
vramento n. 8,
vendem-so lelo barato prero cansos francezas com
barra, de cores fizas o goslo moderno, a 320 a vara,
corlea de dita com barra e llores, coin 6 varas,.a
29200, chitas franrezas muilo finas, a 280 o covado,
risradinhos franoazes em eaasa, de cores fizas, a 180
o covado, hilas rfaaa miadinhaa e muilo finas, coin
loque de moTo, a I (*l o covado, corles de casemiras
do cores, padres moderin, a 59J0O e BJKWO rs., di-
los de brim escuro imilaudo mcia casemira, a 1JI20,
c nutras mais hienda, mais barauu ifo que cm ou-
f<


f-UXOO^ viv .-eore'iuvrL-MMl
i Vendo-He um alambique, com iap
[lentinus (rundes, pouco usudo; una ba-
nnra grande, com 12 arroba de pesos,
e dous cofres, sendo um de ferro e outro
de madeira todo chapeado de ferro, em
mu tu bom estado : a tratar na travesa
da Madre de Meo n. 5, primeiro andar
da 9 boras as "> da tarde.
Vei>dein-si' lita para carta deba-
chareis: na loja n. 2 da ra Nova, atroz
da mu 11/..
Vondam-se riquissiiuasaboloaduras para col-
teten, ditas donrada, e casacas de curta, : na ra
Nova, loja u. 2.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na ra de A|K>llo, armazem de Leal
Kei, liui superior |K)tasa do Rio de
Janeiro, e da America, e cal em pedra,
cliegada de Lisboa no corrate me/., na
barca Olimpia, tudo ikii- prero eom-
modo.
Cera em velas.
Vende-se cera em velas, de .su-
perior qualidade, fabricadas em
i
Lisboa, em caixotes sortidos a' &
^ vontade dos compradores, e por f
T mais barato pi-ero dot|ueemou- *
ff tra VP Vijjario n. 1!>, segundo andar w
B eterptorio de Mcliado & Pi- wi
'$) nlieiro. $
Vende-se a taberna da ra das Cruzes n. I,
"ni fundos a vontade do comprador, com bous com-
modo para familia, ou su entrega por baladro : na
rua de 11 ni 1.1- ii. 4, que adiar com quem Iralar a
qualquer liora do da.
I'.n 11I..1 de mandioca.
Vende-se fariuha inuilo superior, ehegtdo lia
pouco ilo Kio Formoso: no r'orlodo Mallos, prensa
de Ma noel Jos da Silva Braga, no largo da As-
amblea n. 1.
Ca! de Lisboa.
Na rua de Apollo, armazn n. '1 K. ha superior
ral, nova, em pedra, a preco muilo razoavcl.
PAO' DE FAMILIA.
O pi opi ici.iio i],i padaria da rua da
Sni/,il.i Sova n. ."'il, lem a venda do dia
7 docorrente em oante 0 superior pao
de familia, qutSo'gual se fabricara'no
Kiode Janeiro, sendo cada um de 100,
Se iOrs.
Vende-se uinu taberna, sita no Varadomo da
cidade de Oliuda, na esquina defroule do pollo das
canoas, por baixs do sobrado, propria paia qual-
quer prini-ipianle por ler poneos fundos : i tratar
na i ti.i da Madre de Unos, taberna n. 3(, IM Kecifo.
Vcnde-sc overdudero robe anlcc\ plnlilicu de
LauVeteur: na rua dn Cadeia Velba n. til, Indica
de Virenle Jos de llrilo.
Conluua-se a vender mauleiga inle/a. nova,
a lOOe 180, cha h\sson, a lj>7t0 e ItflJ, lourinbo
di; Lisboa, a aO, hotaeluuha Ingles*, a KM) I*,
paaaaa novia, a 320, llngoicas, a 100 ., paios, ,i
-IHlrs., caf em grao, a IM, arroz, a 100 rs. a li-
bra, amendoas, a 280. nozes, a It), velas de car-
nauba de (> e 9, a Sil, ispcruiaccle, .i 720, alelria,
a 320, eevada nova, a 80 rs., queijos novos fres* ,u-,
I:-.:iii) : no paleo duCarino, taberna nova, u. 2,
Oh que pechincha !
Ka loja de Gnimartei A llcnriqucs, rua po n. 5, lia um completo sorluueuln de cambraias
de cor emu barra, muilo lindos (Barios. 6 de supe-
rior qualidade, pelo baraliorinie prern do 25000 rs.
o corle, com lCOVldot; a ellas antes que se ac-
bem.
Deposito do rap princeza da fabrica
de J. J. da Rocha A Gompanhia, do
Rio de Janeiro, na rua da Cruz n.
57, segundo andar.
.loaquim r'erreira Mendos (,uimarae> receben
pelo paquete (iaunaban!, nova romease to dep-
lente rap nacional prince/.a, da fabrica de J. J. da
Kocba& Conipanbia, do Kio du Janeiro, onde lie
multo apreciado, o Udo pelo nico que melbor suns-
lilue o de Lisboa, pela grande semelbauca que com
elle Icio, lauto em cor como em aroma. Elle lie
tamben) ja bem aperando na Haba. Marnm, Cosr
eMaranho, e sedimente em toda u parles onde
teiu sido mandado : para inaior cummuilidadu dos
compradores, tamban o acharan venda na loja da
mesma casa, ua esquina do largo*do Collegk, taber-
na do Sr. Manuel Anlniio dos Santo* Loles, e no
aterro da Uoa-Visla, loja de cajeado do Sr. .loa-
quim Jos li.i- Pereira.
Y'eudcm-sc missacs para miau da ultima edic-
eao, e boa encaderuacao : qiicm prelemler, dirija-
se a rua doCabugn, loja u. ti. Veude-se mal* um
estojo de desenlio, com seu competente lvro ile li-
suras.
Vende-se urna crioula de idade de 11 a 15 an-
iio*. i:de bonita lisura : uarua to Crespn, i, ou
ua rua da Cadeia n. J_\ Ugnndu andar.
Vende-se um deposito de atracar, com teju>
car, e fundos proprios para phcipjantc; tem coni-
ii. i !'- para murar familia, e muilo proprio para
qualquer negocio: a tratar na rua dos Martirios
ii. 36.
Kape Paulo Cordeiro.
Vende-se o superior rap deste aulor. eliogado
prximamente do Kio de Janeiro, em libras, meias
dilas, e oita.vas: un pruru da Independencia, loja
de mudezas n. 3.
Vendem-se cortes inleiros de ves-
tidos de chita (ranceza, larga, lina, e de
diversos gQfttOB modernos, sendo pelo ba-
rato prego de 2j000 e 2^240 rs., u d-
nliiX) a vista : na loja de quatro portal
n. ", ao lado do arco de Santo Antonio.
Vestidos baratos.
Veudciii-sa vestidos brancos, com barra, | IfOOO
rs. ; di los bordados, a -lyiU rs. ; ditos de J baba-
dos a -'''> rl. ; ditos de :i baados, a .>nioo rs.;
dito del ditos, a BHSOO rs.; ditos decaata pintados,
rom 4 diloH, a .V).j0 rs.; corles de cambraia de sal-
pico, com 8 'i varas,e :i!V>00 rs. a pera; cambraias
arrendadas brancas e decre, a :-vVhi rs. a-peca :
na 1 u 1 Nova, loja nova n. 16.
V'ikc-m' i.miiIi,i superior de Suruliy do Itio
do Janeiro, em meias barricas : na rua da Cadeia
do Kecife, loja 11. 41.
PAO' QUENTE0AS 6 AS 8 HKAS
A TAKE.
Na padaiiada rua da Senzala Nova P.
~i(), llavera' desde !> do correte em di-
\ emlei- sol,i de superior qualidade, ebegada
de prximo do Ar.H-.ily, aun como couro* miudos,
cera du carnauba, velas de carnauba compustas e
pennas de ema : ua rua da Cruz n. 15, acgundn
andar.
Diccionario do. termo, d. medlciaa,
Cirartic autorn!. pharmacla ,
ete. c.
Saliio lu esta obra mlis|wnMvel a loila
as |ir--M.i- que se ileilirain ao enludo de
iiii'ilinii.i. Vcude-se por 49 ., enradema-
dii. un consultorio do llr. Moscoro, rua do
Collegio, n. !i), primeiro andar.
\ enilc-se 0 sitio que fui do Calecido Jos Zac
rias deCarvalbo. iioluKarde Beberibe de beUvf,de
nominado dos craveiroi, com rasa devivenda Be pe-
dra, contendo sala adianle com dous q un ros, dita
de delraz com doun qnartoa, soto pande, cozinba
raudo e copiar, l'ma casa de taipa com sala e dous
quarlos, alraz dousquartos, estribarla para lies ca-
vallos, e solao para preto*; um lelbciro que serve
para casa de lahuba, com eslribaria pdia vallos;muitas3 arvoresde frulos.coinosejani.coquei-
ros, mauueiras. cajueiros, nianuahciras, craveiros,
::ni'lr I n,ni-fii.'i-, sapoliseirus, piulieiras, Trulei-
ras de v>- etc. ele., terrenos para toda a cultura, e
malla de capocha, lendu de Cundo quinbenlas bra-
cas, e de frente quatroceiitas, pvla beira do rio
I n mu i maisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura : qiiem o pretender enlenda-se com u lllm. Sr.
J" ni I'into de l.enios Jnior.
NO CONSULTORIO IIOMEOI'ATil ICO
1)11. I*, i LOBO MOSCOZO.
\piidc-se a ini-lhor de toda. H utm dfl mediriiNi
lioini'o|inllir.i OT 0 NOVO MAM Al. 11(1 Hit.
6. II. J vllll ^9 Irailuziit i-iii norluguei pelo
llr. I'. A. I.obo Moru/u: qualio vulunio eni'.nlor-
uados em dous. O^IIKI
0 i. volme oonlcndo a pallioseneu. dos lli
iiiediranionios i|nt alo fordm puMioadoi Mhir mui-
lo breve, por estar muilo naulitl. -ua ImpreMo.
Dircioiiariodosleriiiosd.....ulicina, cirorgit, aiialn-
mia, piurmaei., ele. ele. eucaderiMdo. 1SKKI
A
ia ra'rleira de -i lulios, dusinclluiro e mal bem
preparados glbulos liouii'opallin'os cun as du
obras cima.........' lOtUOU
tina dita de.lli IiiImimiiiii asnicMn.i-. 151000
Hila, dita ,1c 18 tubos........",(lcN>0
DiUdelUcomaadilaa...... Iimwmki
Carleinuda -' lubue pequeuos pan >lgi-
boira............ IOW00
Hilas do iSdilos.........JII^MK)
Tubo* avulsosdoRlobuloa ..... i-'i
Vendo-M urna linda grrulalourina: na Capun-
l^a silio de .Mr. Doubureq.
l.onrDs de camliraia de linliu, linos,
a WD i s,
na rua do Crespo* loja da esquina, <|uc VOIIU para
a Cadeia.
\cndcni-so pianos lories de superior qualida'
de. labricados pelo melbor aulor bainburyriv. m
rua da Cruz n. i.
Viobo do Pono superior feitoria.
Vendenw \nbu do Porto, superior roiloria.oin
barris deuilaMi.pur t.V'HIOII n. cada um ; na rua da
Cadeia do Iteciic n. 1, annazeiu de Barroca A
Vestidos niuito baratos. ._
Vondem-se cortes da vellidos decidla de ftv
barra, bonitos padrees c modernos, leudo >ul- ^
licienle jazenda pira se fa/er o\e-tiiloda fe?$
moda, e pelo barafiwiuio preco de ii"* i ra- ES
da corle: na loja do sobrado amarello, nos f$
quatro cantos na ma do Oiii'imatlo n. -Jtt. ^
Vciilf-sc a nu'IInu'liiiiiilia deSan-
ta Catnarina.eu] taocas (p'anue*, a 5,s'5l)U
i'&. : no arina/'.'in 20, defronte ilo ti'apicnc do algodo, ou
a datar com Manocl AUi'S titii'i ra Jii-
iiior, n.t rua do Trapiche o- Ii, pri-
inril-o anclar.
Vende-K um rcslo de exemplarcs
da obra Hapliai'l, paginas da jir.cnlu-
de por Lamartine, versao portujjue-
/a de I), (.arlos (iIIido \ SpailO : na na
do Trapiche u. IV, primeiro and
Em meio uso.
Wndr-si' um par de bancas de
icabada
lar.
ihrir,
e iiue
ante, pao pente como <: coidima as
padari.is do Itio de Janeiro.
Cal virgem
Vende-se ral nova em pedra, viuda de
Lisboa na barca Olimpia, por pieeo mui-
lo commodo: na rua do Traptohen. 15,
armazem deBasto limaos.
Vende-ic um ewrivo, pirdo, de tK annoit, de
elegante ligura, e de muito boa conduela, proprio
para pauein, o una dilaquecoziuba eenomma, es-
les eferavoa vendem-sc para liquidar-se: no Paeio,
loja n. \.
Veinte-ee urna negra moca da \:\ a II annos
de idade, bonita lisura c hbil para lodo o serviro:
;ia ron do Pilar n. H.
Vende-ae uina escrava crioula de 12 auna* de
id.ide, co n principios de enunmmar e coser costura
chjo : ama llireita p.t!7.
Vendcm-se naccas com farclo, elwgado ulli-
aaamenle da America, ais'rs. asara: uarua
do Trapiche Novo tt. H.
Veudcm-*e cadeiras, ronsolos, *ofs,
bancas dmelo (leala, de Jacaranda ;
hcadeiras, Hofis, consoles mesas de meio
Llgala, dcanuico ; cadera,sofs, coh-
! Mln-, de oleo ; puaida-roupas para se-
iiIhu.i, cama* IfMcexas, de jacarando ;
dita de amarello, marque/as de augico ; dilas <>e
oleo, e dcaaaareUo, naotraa mu i tan obras que se
inoiilrarao ao comprador, ludo o maA moderno pos-
Mvel, o |wr preeos muilo rommodos: na rua da
CambM doCarmo u. II. Na ineamajicasa lamlHiu m
vende junco, tatito du primern como de segunda
M>rle, para lecer cadi-iras. e por barato proco.
Veiide-*e urna duzia de caderas, com amento
de palhiuba ; um joyo de conaoloa*; um sof, c um
pardo b.niip.iiilias de columuas ludodejacarauda*
paleo da Kineira deS. Jos n. H
um pal
de Jacaranda obra bem
nao he l'oleada : na rua de llorlas n. ti-,
Cala terrea ipie tv'in a rente pintada de
azul, e portadas brancas.
ROB LAFFECTEIJR.
o uni> ou orinado /"* rfeofajto ta comm/Ao i'ral
c. decreto imperial,
0* medicoe doahoipllaeareeoinnieiHlan oarrolits
LaHoclenv, como nenuo o nico aulorisado pelo (0-
vernoe pela lto.il Sociedade de Medicina. Ente me-
dicamentn d'um goato auradavel, e fcil a tomar
em necrctoi ctu em uao na marinha renldeade mus
ile (iO anuos; cura radicalmente em pouroleni|io,
com nouca deepeu, aem mercurio, aaatiec(0ea da
pellc, Impinaeiw, naconseqoencins (lassarnas, ul-
ceras, e oa accidentes dos parios, da dado CTUca e
da acrimonia hereditaria dos humores; conven) ooa
calliarro da lie una, as conlracee>, 6 Traque/a
dos orlos, precedida do abuso das iiua'cnirs ou de
sondas. Como anli-s_\pbillico, o arrobe '''""i cni
pouco lempo os lluvos recciltea ou rebeldes, qou vol-
vem Inceaianlea Bem rnnsoquencia do empreo da ro-
mili.i, da cubeba, OU das iujecccs que irpreseii-
tam o viras aem noutrallita-lo. o arrobe Lanbcleu^
he e-pecialuienle lecoinmendailo cuilra a> doencas
iu\eleradas ou rebeldes ao mercurio e ao iodureln
de potasio. Veude-se em Lisbnu, na botica de It.o-
raL e ile Antonio r'cliriano Alves de Azeredo, pra-
ca de I). Cedro u. Ktt, onde acaba de rhejnir una
ANTUiUlDADE E SUPEHIOHIDADB
UA
SALSAPARKILHA DE BRISTOL
sobre
A SALSA PARRILHA DE SAPiDS
Atton^ao'
A SALSA PAKRII.IIA DE BRIStOI. data lin-
do 183-2, e lera coulanleraeirto manlido a sua re-
pulafo aem uerewidadr de recorrer a pompead
aiinuncios, de que as preparar.oes de mrito iiodcm
dispciifcir-s,'. O ucresso do Dr. IIHISidl. tem
provoeadu innitai invcjan, r, entre outrati, ih dos
Sm. A. K. D." Snnds, do N.W-Tork. preparadores
e proprietarkw da salsa parrillia roiiheiidd pelo no-
nio de Sands.
Estes sriilinrrs solirilaram a aaenri.idc Salsa par-
rilha ile Brislol, cromo n.i<> o podessem obter, fa-
briraram nina im/iflode llristnl.
liis-aipii a ralla que os Sis. A. It. D. Sands es-
creveram .10 Dr. Krislol no da M de abril de I s i j.
c que se acba em nossi, poder:
.Sr. Dr. C. C. Briilol.
Buralu, &c.
Nosso aprcciavel senlior.
Em I01I0 o anuo patudo tennis vendido quaiili-
iimir- eooslderaveii do eilracl de Salsa parrilha de
Vmc.. e pelo que ouvimos diier de suas eirludei
quelles que a lein usado, julcamos que a \emla da
ili 1.1 mediana seaumenlar muili'siiiio. Se Vine.
quitar fa/er um rumenin coinnosoo, eremos que
nos resollara milita vanlaseni, lauto a mis ionio a
Vmc. Temos muilo prrar que Vine, nos raponda
sobre esle assuniplo, e se Vine. \ier a osla cidade
ilaqui a um DMI, ou cousa semolbanlo. leriunoi
muilo pra/cr em o\erem nossa bolica, rua dfl l'ul-
I..... ii.7!1.
Pican as ordensde Vinr. sens seguros sen i,lores.
Assiimailos; A. K. II. SANDS.
CONCLUSAO'.
I.s A lllInuidaJe ila salsa parrilba dfl Itrislol be
cl.ii.iiueiile proiada, pnis eque a de Sands s,', ap|tareceu em IS|, poca na
qual esle droguista uaopdc obler a agenciado Dr.
Brutol.
2.9A superioridade da salsa pairilba de Itrislol
be inconleslaiel; pois que uao nlislanle a nuicur-
renria da de SaiuK, ede una n,rcao deoulraspre-
parai/n-s. eila lem manlido a sua repulacr,, em qua-
si inda a America,
As numerosa; Bapericneias leilas com o uso da
salsa parrilba em Indas as enfciuiida.lcs orkinadas
pela impureza dounaufli ee bom oxilu oblido nes-
l.i corle pelo lllm. Si. llr. SiiMiid. |iresiilenle da
academia imnaruil de. medicina, pelo illuslrado Sr.
llr. Antonio Jos,. IVixolo em-iiaclinira, e em sua
afamada casa dfl laude na Gamboa, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino deOUveira, medico do exercilo. e
|Kir varios oulros mediros, pennillem liojedepro-
clamar all.......ule as \ iludes ellica/es da salsa par-
rilba dfl Brislol vende-,- a 39)100 o vidro.
O deposito tiesta salsa iniidoii-se para a botica
Irancea da rua da'Crui, era Irenlfl ao cbafarii.
DEPOSITO DE CAL E I'OI'vssa.
C.iinba Amori.....ecc.....< I":1" ullml ""'"
de Lisboa barra COm a ,|e-opcrior cal em pedra
para 0 lala-icu de assucar, ,........<>" \" ""'"''- 'I'"'
emoutraqualquer par..... I'-'" w*mi*.....deton-
las um resuma de plasM imerlcan; na ruil ,|.,
Cadeiado Keclre n. 50.
V'euiuxe :i verdadeira alt pairi-
II11 de Salid: na botica tranceza, dn rua
uuCi'ii/., um frente ao cnoinri.
Venilem-seein ca-a de Me. CalniOnl & Com-
panbia. na .rica do Corpa Santn. II. oaeuuinle:
vinho ,1,-M.ii-cill........-aiMis.le :i a 6duiias,Hutas
em novellus eearrclcia, brea em barrica- muilo
graudca, ac de milafiaorlido,ferro in-le/.
A (ENCA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Scnzala nova n. 42.
Ntatu -stiiI>i-lc-t m-rili> continua 11 lia
ver um completo aortmento ili- moeii"
ilus c meias moendaa para enffenlio, ma-
chinas di
e coado. ili- loilus o: ios, pan
dito
Na laja ilr (i ixiitas, em frente da igreju
do Livraraento,
vendem-aecambrains trancezas. do Koslos modernos
a corea juras, 11 ou r. 11 Tara: d-se oinualras
deiando penlioies.
Sedas modernas.
>'a loja do sobrado amarello, nos quatro
cautos da rua doQueimado tem um comple-
to soilimcitloc novo de corles de vesliilosde
seda escoceza o de furia cores, fazenda mili-
to moderna e de escolhidos ^oslos, e landiem
lem da mesma fszcuda que vende flflj (-ova-
dos, ludo por pret;o muilo commodo.
OLEO DE L1N11ACA EMBOTIJAS,
vi'iulc-sc em conta, 11a rua do Trapiche
Novo 11. 10 ; antesma nasa chegou una
porefio ilc alvaiade de nova composieao,
milito superior em. qualidade ao usual.
Manoel da Silva Sanios couliinia a Vflndcr as
superiores farinbas de Iriao das marcas Fontana c
Galega 1 a Iralar no raes da aUandeg*i ou na rua
do Aniorim na. t> e "18.
Jumento.
Vende-se um jumento, mallo novo, e de bom l-
manlo): uarua doOiieimado n. Ii.
O ao.
Ven,le-seuessoem barricas.i-beuido ultimaiune-
le:emcasa J. keller ,\ Companhia, uarua da
I Cruz 11. .Vi.
('.asininas dealgodSo,a I.S'liDO rs. o
corle.
Veudein-sccasemirasde algodio, de quadros e ,1c
lishas. sendo padroes clarus e escuros, pelo barato
preco de I9CIN) rs. o corle : lia rua Nova, loja nova
u. lli.
Violtos superiores de Bticella*
(braaeo e doGolare [linio em barra de quinto:
vendem-N em caaadeJ. Keller &C.
Tai xas para cigenhos.
Na niudicao' de ferro de II. VV.
Itiiwiiianii, na rua do liiuin. |iass.in-
dn o chafai'i/, continua hnver um
completo Bortimento de tai\a de ferro
Fundido e batido de ~> a S palmos de
bocea, as ipiaes acliain-se a venda, por
privo commodo e cora proraptidao':
eniliareani-se 011 earrej'.un-seem carro
seta detpeasa ao comprador.
POTASSA SIPERIOII
Vi-ncli'-se
minio
nlfan
Mello
r
un,mu cimi-
llo ai'i',;a/em n. 7 de enea ila
gil, lie .losi- JoiKluim Perilla de
ou no escriptono de Novacs &
Companhia na rua du Trapiche n. ."1.
Na rua do Vigario n. I i), prime>
ro ailar, lem para veuiler iliversas m-
sicas para piano, violan e llanta, como
M-jan, ipiadrillias, valsas, redoWilS, sclio-
lickcs, nioillnlias ludo moilernissimo ,
chegado do Itio de Janeiro,
VINHO 1)0 PORTO MUITO FINO.
Veude-se superior vinho do Porto, em
liarrisde i., .">. e S. : no arnia/.em da rua
doAzeite de Peixe n. IV, ou a tratar no
pgcriptorio de Novacs iV Companhia, na
rua do Trapiche n. i.
Vende-ae un caer vu moto: uarua do Livra
meuto n. 31, primeiro andar, das II boras ao meio
dia.
393
Chapeos de castor.
Vcndem-se superiores chapeos do castor 9
9 brani-os eprelos, de lindas formas, e chapeos V
9 de seda, franeexes, os mais modernos, o ds
mellior qualidade a venda no mercado ; as- (a)
^ -un como completo sorlimentn de bonetes e
qf chapeos de Italia para homeiis. senhoras o a
f.; meninos, por precu muilo commodo : na pra- jg
IB ii ,1a ludeiiendencia ns. 3i a 30. ___
#s #
__Vende-se o euReulioCupeasura, distante da c -
dade de (ioianna :i leguas, moeute e correle, com
boas Ierras, de vanea de inassap, proprias para se
poilet saffrejardo i a 5 mii pies de aasucar por .1 li-
no, boas malas, sola para se refazer mais de mil ca-
be^ss ,le gado, muito valenled'agua por moer tom
0 rio denominadoCopemor I as pessoas que o qui-
zerem comprar, podem-se enlcudcr com Vauder
ley & 11 ni ni. ua rua ila Cruz 11. 31 cscriptorio.
TAINAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tainhem no DEPOSITO na
1 ua do IJruin logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Mal inlia ha' sempre
um grande sortimento de taicluu tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grande!, pequeas,
razas, e fundas; e em ambos os logares
esislein quidaitet, |iara earregar ca-
noas, 011 carros livres de despe/.a. Os
piceos sao' os mais com modos.
ItU' PUNCHA lli: LISBOA.
Na runda Cadeia *lo Kecifo, loja de la/.t-mlas Jofio da Cunda le pilada ileslo rip. o mais fresco que tem viudo,
pell galera Manjariila.
I'IITASSA DA 111 ssi\.
Vende-se superior potassa da Kussia, e
Atncrie.uia, por preco muilo commodo:
na rua do l'rapielie u. 15, arma/.eii' de
Basto limaos.
ATTEACAO.
Vcndcm-8e livros c mcios iltos de [>5o
*\y pruta e ouro, cheiraaot ulumnmente
de Lisboa c pur pr^o commodo : na
riifi do Trapiche d. 17, esd'iptorio Ut
Josr IVi\i'ir;i laslo
No ;ii'iiia/.ciii da travesa da Madre
vapor i rle1 todos os liiniinilios, paralciuim Peraira de Mello* no caes da Allan-
laega. vende-se furnlni de mandioca de
em 'isa ilr'
i, na rua ila
iibeij
randa porfodc uarr.ir.it urandes e |tc(]iieiias, \in-
das direclamenle dcl'arK de cana do Sr. Boyano-
I.,I]Vi'Ioii\ (2. me Ititlics a Parla. (H formularios
dam-ae nralfa em ca-a I). Pedro o. tt. No Porto, em cana de Joaquim
Ara "jo; na Halda, l.ima \ Ii'ih.hk; em IVriiam-
tuico, Sonni; Un' de Janeiro! Ilocha A Filhos, ol
Mnirii i. 1m.i de droga*; Villa-Nova, Joo IVri'ira
de Maale> Lcile; Kio-(iraiide, Irancisco de Pau-
la Coulo ,\ L.
VENEZIANAS .
AUtio da Boa-Vista u. ">.".
Tem um sui limenlo de vene/aiias com lila- ver-
des de linlio e de Ua, com celia eaem ella, c u
conoertae se Iroca a* nova* porvelliais a vonlade do-
comprador.
Vender, DopaleodoCarmoii. 1, uineitcra-
vo debonila lisura, e oplimo eoxinlieira.
Vende-ae urna liaianea (aolor Romflo ile \y>
|iaimo*j, que foi de armatem deaaracar, com irew
arrobas de paaOB* 6concitas : quema qui/er, falle
com Jos Anluues (.uimar.ios, na rua de Apollo
ii. 30.
Vendein-iecasemiras para forro de carros: na
rua Nova n. _'.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente inglez, os melliores que tem viudo
a esle increado, e uo mais acreditado
fabricante de Liverpool; em casa de Rus-
te! Mcllocs iy. Companhia, na rua da
Cadeia do Kece, n. ">().
Cobertores escuros,
de algodao, a 800 rs. ; dilo axuet e eucafoadOH,
muilo grandes e enrorpados, a l5Ht rs.: ua rua do
Crespo, loja da esquina que \olla para a Cadeia.
Vende-se vinho da .Madeira de superior qua-
lidade emquarlose olavosde pipa, por preco com-
modo: iioarinn7.cn.de N. O.Uicber. iV Compauliia
na i*ua da Cruzo, t.
A elles* que se estao acabando.
('oberloresde lapele muilo urandes, pelodiiiiiiiu-
lo preco de IMOO, dilos rnais pequeos, a 800 rs.,
colchas de salpico* brancos, a INiOO, tirim trancado
escuro, de lindo puroe muilo lino, a liiiirs. a vara,
dulas de menlo escuro e boas panno, a UO rs. o
covado : na rua do Crespo, loja n. 6.
Na rua do Collegio n. 5,
roiiliniia-se a vender doce de liralo. hirauja cidra,
o oulres mais qualidades, mi harrs da um, pelo preco de rnro pafaraa, sendo grande
pnrco faz-se abalimenlo. Na mesma se vende Irn-
lacliinha do Lisboa, a 180 rs. a libra, c oulros nim-
ios mais ueueros mais haralos do que em oulra qiiHl-
quer parle.
Cassai hincczas, a 2s.">00, c, .~>,s0()0 rs. o
coate*
Vcndem-se caaeai franenai. de bonito* padroea,
dtnpaetladal nenia semana, pelo baraft breca tlr
26000, e 3000 rs. o corle : na rua Rovo, loja nova
al
AOS SEX1IOKES DE EM
O .itcilio da hiveueao' do
do Stolle em Berln, empregado naa co-
lonias ingle/as e liolluiide/.as, com gran-
de vantagein para O inellioramento do,
assucar, acha-sc a venda, em latas de 101
libras, junto com ometliod
j .i-lo 1:0 idioma iiorlu^ue/.,
X. O. liielii-r iV Coiniwnhu
Cru/., n. V.
Ka raa 1I0 Visara 11.19, piimeiro aadar, lia
para vender, rarvllo mailo novo cliefiailo peln lauta
Gr'i/ii/iit. por pre^o roaaiiodo, ejualameale nova
c.il virgem da Lisboa.
MIADOS DE FEftBO.
Na fundicao' de C. Starr. ii ('.
Santo Amaro aelia-se para vendei
Jos de Ierro de superior qualidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fiindirio de C. Starr iV Companhia
em Santo Amaro, aelia-se liara vender
moendas de caimas ludas de Ierro, deum
niodello e emislriieeao inuilo superiures.
ilKSTK-SSSF.
Me recenehesada um rarreaamenlo di icerdadel-
1.1 rarinlia de SS ramfnho. evendo-eo por mdico
preco; noeacrptorio do DeaneVoule &Comna-
lili: ou nos seos arui.i/.ens nObeCC 1I0 (.nnralves.
DOCE l>K BACORY.
Cheuoii recenleuieule do Aliiianh.lti urna peipiena
poieao desle delicado dore, o mellior que ha. lano
pela >ua evcelleule qualidade. como por con-er\,ir-
se poi iiiuito lempo em perfeilo ealado: vende-ee-
rin casa de lonte ,\ Irm.oi. n.i rua da Cadeia Velha.
Ageocu de Zldwln 9Sa.
Na rua de Apollou. t, armazem de Me. Calmonl
Si Contpanliia. .uh.i-se Conslailleinenle 1.....8 sorli-
menloe de laixan de Ierro coado e balido, lano ra-
a romo lumias, moendna inetiraa lodni de ferro pa-
ra auinae--. aaoa, ele, ditas para armar em madei-
ra de lodo* os lainanhos o modelntoamais modernos,
machina lioriaonlal para vapor com Torca de
lcavallos, cocos, oaaiadeinu de ferro ealauliado
jKiracaH depurfOtr* por menos preco que ns de co-
bro, i'srovens para navios, ferro da Sueci.i, e fo-
lliaade Oaudrea : ludo por barato preco*
Deposito da fabrica de Todos > Santoa a Babia.
Veude-se, eiocasa de N. O. Ilieber c\C.. IIU roa
mullo proprio para aaccoa de aasucar e roupa de ea-
cravos, por preco commodo.
Vende-ae preauuloi inglezca muilo novos para
fiambre. lauH com botachinluiD deaoda inglesa,quci-
jos de pralo, ronser\as muilo novas, rnenles de lo-
dai M qu.didades de hoilalire, rliegadasiillimainrn
le: ua rua da Cruz II. ili. defronle do Sr. llr.
Cosme.
Vendem-se algn* uscravos, mo-
ros, (jue servem pata lodo Mrvico ; I
moleque do 11 anuos, e 2 negrinnas de
12 anuos, ludo pop prero em coi ila: na
i na das L;i'iui;;riras lUltUi'l'O 11, sefjlllldo
andar.
Rua do Crespo n. .
Vendem-se corles doeeda aacoreza, a HoOOOrs.
Veihlein-so corlea Be brim branco denomina-
do lidia, por ;- >iiO : ua rua yiay.i u. l.
Vende-se nina casa t\c dous anda-
res etotSo, sita na na da Cacimba n. I :
os pretendentet podem dngir-$e a rua
largado Rosario n. I (i.
Capadlos grandes.
Vendem-se os minrese melliores eapacbos, quo
lem viudo a est;i praca; assim romo perlumariaie
miudezasde lodasas qualidades, e por procos que
Bgradam aoa romprudores: na esquina que vulla pu-
ra a rua ila Madre de Dos, loja de uiiudezas.
-7-Vende-se muilo em Conta um cai\1o de padaria
e nie-Mio pan estacar, um balcio, duai Mlanca
urna Brande contra pequea com ose.....ptenles
peaoe, tudocm bom eslado; a Iralar na rua do Coto-
velo n. 29.
_ Vende-se malfo superior farinha de Sania
Calharlna, eS. Matbeus, medida afiela do com-
prador : a bordo do brljzoo brasleiro Midas, fun-
deado perlo da Alfaudepa.
Vcndc-ne urna muala, de bonita Bgora, de Ib
a IK anuos de idade, be ama de leile, semeria, pro-
pria para cosa ile faiolHa : a tratar ue rua daLroz
n. 8&i primeiro andar.
Vende-se urna escrava, crioula, boa enuom-
madeira,_coxinheira e lavadeira : na rua doQuci-
l'MIO. I superior (ualidud
Dr. l-rliiai-l
i\0 an
inua/ei
da Ilusa
ris de
ilu-
de enipre-i os que prensaren! i
L, laiulieni ha barris ron
sfmanienle cheiadoa,
Vend
na. da KJW
Compaubia,
em
ira-
POTASSA.
luo depolio da rua da Cadca doHecife
II. \'2, ba para vender muilo nova polas
i, americana e bra*ilch*a, em pequeos bal
rroba; a boa qualiiiadee preeos mala lia
|ue em oulra qualquer parle, ue afllinc
imprar. Po meamb deposito
cal de Lisboa cin pedra, pro-
e lonas, brinzafl
l> Oleados piulados
** Veudenvaeoleados piulados de la 8 pal- ;'
^ moa de lannira, e de padroes muito bonitos; **
W aaaim como coberlas do nteaiuo para mesas, |ft coo> bonllaa ealampariaa, e por preco com- sfc
;v) modo : na praca da Independencia, fabrica :f
'*, de chapeo-, ile Joaquim doOlivelra M-ii.. ';,*
Moinhos de vento
romhoinhasderepuvo para reaar borlase bailas
decapini, na fundicao de 1>. W. Ilonmau: na rua
do llrum ns. (i, Setl.
FUNDICAO' D'AURORA.
N.i fuiilijiin iTAurora achareoonslaalenMote um
completo sorlimonlo li- macliinaa ile vapor, lauto
d'alla roma da balsa presaSo do modelfoa m mala
approvndoi*. Tamlicn au aproinplam deaneominea-
ila de i|ii.ili|ni-r iViim.i que se pMaam desejarcouia
inniiir proalea. liabais omciaea aerSo mandado,
para as ir asaenlar, u os rabricaiilea coido tom de
I riisliiini' iiliaiiraiii i> parleilo Ir.ili.ilho di-llan, ese rea-
I ponaabiliaam |>ur qualquer defeila que |wwa nellas
apparecer durante ;i prlmeira astra. Uuitaa maclii-
naa do vapor construidas ueste eslalielei-liiiciitii lem
estado em constante artico neata pmviocia It). u,
i-.ih- lli ;imiiiis. e iipeuas lem cxiiilu mili insiuiiili-
canlca reparos, o algumaa al4 iieiiliuns abiolutaiiMa-
le. accrcscendo que o ninsumino .lo eonbuslivel he
imii ineousidenivol. OsaonhorasdefliigenbOj |xii
euulraaquaesquei pessoas que precissrefli ilc ma>
chiiiisnio san respeitosaineole couvidado. n visilai-1>
eslanelerinieulo em Santo Amara
blmcasu de Bruuu Prueger&Com-
panhia, nu rua da Cruz n. 10
o segiiintc :
PIANOS PORTES dos unilhotes
ro i'ilf moderna construcefio.
INSTRUMENTOS l)E MSICA
cliestni c bandas militares.
OBRAS DE OURO de tot"
de i- lio mais apurado gosto.
VI\IIOSSl.Miii;iil,Sl..liiliciiciliam
vumle-se
;i nualida-
Vendeni-te o! perleuca. do hotel Frauciwv i,
qual est bem montado. nAo i pelo local como pe-
los cummodos que ullimanienta ollereea para pa,.
sgeiroa, etc. etc.: a fallar com o corretor eral M
Carneiro.
Relogios ingle/es de ouro, de patente,
vendem-M, em casa de Deane Yoole Compaohi'i
tanto para hnmeni, como para seohora, deumii
melhures autores.
Vende-se. na rua de Apollo n. 24. armazem
de assucar, cal virgem de Lisboa, cliegada ullnna-
menle na barca porluguera Olimpia, iwr nicuoi
prero, que em oulra qualquer parle.
Rua Nova n. 2,
vendem-se palili'H franceies, de brim de core, han.
linliu- a dinheiroa vista.
A J000 rs.
Vendcm-sc lilas para cartas de burilareis. |,lr is
rs. : na rua Nova n. 2.
Vendcm-se camisas trncelas, brancas, ,, 3,
rs. : ua rua Nova u. 2.
Rua Nova 11 2,
vcudem-se charutos da ilavaaa.
Rua Nova n. S,
vondem-sc collelea de selim preto.
Rua Nova 11. i,
vendem-se chapeos fraocciej, pira homeiu, a'jrs.
Nu loja de (5 portas, eru frente a igre u
do Livramento,
vendeui-se chitas de cores, a 590U0 rs. a peca, c a
140 rs. o covado, riscadinho de linho. a-2U0rt.o
covado, e chitas linas para coberla, a 201) rs. o co-
vado, lencos brancos, ditos com barra de cores, a
161) rs. cada um.
\ e 11.1 e-i- a taberna sita ua rua dos I'escailores
11. II, I< ni.ifn'-ii"/1 11, para aterra ; .1 tratar na
mesma, auude se dir a razao |H>rqne se veuile.
Raa Nova n. 6, ana fraat. 4a Caaih4a de Car.
roo, loja de ferraren e depoalto de caldal-
reiro.
No oslabeleriineoto cima conlinu.n-se a vender
todas as qualidades de ferrasen, romo tejan): en-
xadas porlusue/.as, iuijleas e de aro, matados de
Porto, chapu para fone comprido c qutdradus,
de :) a (i buracos, faras e carfo linos, lano de mar-
tim eomo deofao, rotheres (le melat do principe,
lano para sopa como para rh. b:ites de metal, ca-
feleiras de dilo, bandejas lina-, em ternn de 3 a ti,
dilas ordinarias, moinhos para caf, fechadura de
diversas qualidades para porta, dobradira de Jila,
raras de pona, farftes, parnaibas, arma fina para
rara, (erro em barra de diversas arossuras. larguras
e qualidades, folha de ferro da mais fiuaa mii- graa-
n. folln de flaudres em caitas e a relalho, e perfu-
madores de latan, alm de oulros muitosnbjectosilE
fi-rragens. Tambeui se vendem as scguinles obra
ile rnlire : laisos de lodos o lamauhi*, liacias cobre para bolo, cocos de cobre para agua e para
eugenho, ditos deflandre, espumadeiras de rolir.
dilas lo flandres, pungas de cobre, reparlideirastle
dilo, cobre em folha de varias grossuras, /inco em
folha, ealanho em barra, dilo em verga, chumbo em
li'iniil, oulros irtuitos objeclo, que si> vista du
comprador.
Vende-se ein casa de S. P. Joliiis-
ton & I'.mu | i.inl ii.i, na rua dn Scu/.al No-
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Viiili'i Clierv, ein liarris de (piarlo.
Sellins para montana, de liomem e K>
nhora.
Vaquetatdelustre paraooberta decarros.
Relogios de ouro patente inglez.
ESCRAVOS FGIDOS
AVID Wll.t.l \\\ BOWMAN, engenheii......a-
chiuista o fundidor do ferro, mu respeilosanionle
annunria aos seiiliorcs pruprietarios de enqeiihos,
fa/euileirus. e aure-peil.iM-l poblico, quCOSeu e-la-
lieleriuienin de ferro movido por latclilna de vapor,
na rua do lli um piusaudo ocliafaiis, conlina em
euecliVo oserciciu, ese aclia complelainonlfl monlmlu
ruin apparcllins da piimeira qualidade para a per-
feita ronfeccaodus maiores peras do macliinisino.
Ilabilil.iilo para empleheuder i|ilaesi|iu>r obras da
simarle. David William Bowman, desoja inai-par-
ticularmente chamar a allenenopublica para as se-
RUlles, por ter ilrlla-grande sorliniento js'proinn-
lo, em deposito na misma fundirao, as quaes cona-
Imidasem ana lalirira podem compellr rom as fabri-
cadnsem paiz ostranoeiro, lauto cni precu romo ein
qualidade de maleria. primas e inao de obra, a
sabei-.-
Macliinasdo vapor da mellior conatrucad.
\\.......las de cauua pai a ensenhos de todos oa l-
mannos, movidas a vapor por aaiua, ouaniniaea.
Rodasde aiiua, moinliosdevonloeserras.
Manejos ndependenlesiiara cavallos.
Rodas dentada-.
\ -inl!: .. Iiron/es e cliuniaceiras.
Oiviili&eseprarusosdo lodos os tamaitos.
Taisas, purocs, crivose I.....as de uirnallui.
Moinhos de iii.mdiiuM. mol idos a mao nu porani-
maes. e prensas pura a dila.
Clispiisde fogaoe fiirnn- Danos de ferro, luraeiras de ferro c de hrou/c.
Bombas para carimba e de ropuxo, movidas a
mao. noranimaesou vento.
Uundaslca, Ruineliose macncos.
PrensasImlraulicas ede parafuso.
Kerrauens para navios, rarrnse obras publica-.
Columnas, verandas, grades o portos.
Prensas de copiar cartas o sellar.
(lamas, cario-de malcarados de ferro, ele., etc.
Alm da auperioridde das suas obras, ja' geral-
llli'lilereronlieciila, David Wiiliam Bowman garanle
a niai-i-\.o-ia cuul'ormidade cuinos molde, i- deao-
uliosremelli.los pelos seuhores que so iliguarem de
faer-llie enconimetulas. apro\eilamlo a orea .i.io pa-
ra agradecer aos seus numerosos amisoa e Ireiiuezei
a preferencia rom que lem sido por elles honrado,
e a-sei:ura-lhes que nao unpara e-forco-o diligen-
cias para continuar a merecer a sua conflanci.
Vende-se panno a/ul ferrele, lino, para fal-
das : na loja n. -2 da rua Nova.
Veiulciu-se cbaiiilos da llavana : uarua No-
va n. 2.
tinturas de fruo
meio de sala e
i-i.
f Deposito de tecidos da fabrica
de todos m Santos, na Baha.
Vende-se em casa do Domingos Alves
Mathous, na rua da Cruz do Recife n. 52,
primeiro andar, algodao transado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa de oscravos, assim como to proprio para
redes de pescar e pavios para velas, por
preco muito commodo.
Granee sortlaMato S. piano c ca>.-
ntlraa.
Na rua do Crespo, loja ila esquina rue volla para
a Cadeia, vende-se panno pralo, a :t5t)Dt) c.l-'0i)
rs. de ourelo liranca. a :k>.i4HI rs.; dilo francez, a
i.VKIe.'>90ISIrs., c muilo superior, a (19000 rs. o
cuvado ; dilo azul, a J-Nll. SSdOtT. IjINK) i-. c
muilo hom, a 9">tH) i-s.; dilo verde, isttOO c IWIUO
ra, ; corles de rascinira prela iufeslada. a SU00e
fiOOllrs.; dila france/a e le cor de Indas as quali-
dades, por prera couimodo.
Vendem-se relogios de ouro, paten-
te ingle/., por commodo preeo : na rua
da Gru n. "20, easa di- L. Leconte Ferou
a r......^....i....
pagntie
LONAS dedilferentes ipiulidndes.
IIKINS DA KUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como sejiim,
Icadeiras dedillerentes moldes, mesase
sofa's, assim coiiioeommoilas demogno i
cadeiras de balanro de sipo, viudas de
I" ranea.
ALCATIFA para sala a mais linda ipil
tem viudo a esta praia.
OLEADOS com lindas
tas, etc., para mesa di
llancas.
CHA Itri'OS da llavana verdadeiros
MOLDURA 1)01 RADA para giiarni-
cio desalas c iiundros.
12,000 rs. a duzia.
Superioresloalha- depanno de linlindo P.irlocom
I vara '< de comprido, prapriaiiparalimparoras.
lo, pelo diminuto preco do ^OOOa dusla : na luja
da rua do Crespo n. I.
Papel pei-gaminlio, do superior qualidade, pa-
ra carias dos seuliures burilareis : \eude-se no pa-
leo duColleilio, loja de livros de JoAo da Cosa
llourado.
Aos amantes de piano.
Acha-se a vonda, na na da Cruz, linaria do Sr.
Santos & Companhia n. .Vi, e US rua do Crespo,
loja do Sr. Antonio llomiiiL'iie- l-'erri-ira II. II, u
Iimiiuu uorlusuei, a saudade para piano, e ranlo
ilediradu ao Sr. Ii. Miguel di- Hragauca c a sua au-
MmiiMoi
DAURORA
C. STAUK A C.
respeHauntenle .innunriam que no vu cxleie-o c-r-
iiii 'ii'ciiiritit. em >,ini.i Aniiiro, eoatinnti fdbric.ir
rom ,i in.iior |x>rl'eji\ioe |ironi[)li(fHi,lotla .iqu.iliilade
ilo inaeliiiiisinu peni o Uto dn aurieullura, MTegsV
o e niiiiiuf.ioliir.i, o i|ue pere maior coinmodo de
seus numerosos reiueies c do nublico em uer.il, lem
um dos urandes arma/ens dn Sr. Mesqui-
aheiln en
la ua rua do Hrum, aira/, do arsenal de mariul
um
l(KIM)Sm) l)K MACHINAS
construidas un diloseu eslabelet-iuienhi.
All acharan W cmnpradnres um cmplelo sorl-
iiieulo de nioend.is .le cauua. com lodos os inellio-
ranicntiHfeliiiii* delles novos eorismaes) deque a
e\|ierioneia de muilos anuos lem inuslradn a iieces-
snlade. HechUM de vapor de l> lx.t e ilfa presfO.
Iciiv delodoUinealio. lentobelldMeono fundidas,
carros do mao edito* para cnnduzir ft'irmas deissu-
eir, machinas pire muer mandioca, prensas parndi-
lu, fuios de ferro balido para farinha, arados .|e
ferro da mais appro\ada eimsliiiceau, fundos para
alambique, erivoe e portas para Ibraalluw, e ama
iiilinidadc de obras de ferro, que seria enfadimlm
enumerar. No mesuro deposito clisie urna peaUM
nlolligeole liubililada para receber lodasas cn-
commendas, ate., ele, quo os annuncianles r.ml.in-
dnenm a eap.iritladede -u;is nllii ui.ts e inacbiiij^nm.
e pericia de sensulfriaes, se enmpromeltem a fa/er
esecuUr, rom a inaior preeleaa, ierfeco, eeacla
conformiilatlt'e.iui osinodelosou desenhs, eluslruc-
>;oes que Me orem loruecidas*
Vende-se una eterna de nac.,o. de idade ;0
annos, pouco nuisou menee, que s.be bemcozinliar
elav a r, emu unta cra di
tk M I
No dia i do concille ausenlnu-se de cacada
Lino Jos de (,a*|ro Araujo o escravo (ienoano, cri*
nulu, que andava ao uanbo, perlencenle ao orpluo
Manuel, lilliti to fallecido Jos Clemenle deAraujt
Lopes, de quem he lulor o aununciante ; temi o
lito eertvu os sLtuaes seiumleii:eslatura baiu,
corpo re forrado, naris largo, labios ^russos e bom
ilenle*; embraga-se habilualmente, falla euprew-
VO : levuu caira de alquilan de quadros larcos, fcili
na Ierra, camis;i de algodao americano, rucado, o
muilo curta, que da pela cinta, c que coslum.i Ira-
ier por fura da ralea ; suspciln-se que fura mnIii/i-Ih
por um individuo uesta cidade, o que se tratar ip
pesquisar; por isso se protesta proceder rom o ri
gor da lei contra quem assim (iver obrado: entre-
tanto, roca---e a qualquer pessoa que delle souher
ou avis(a-lo, soja (Hilicial ou particular, que o re-
prehenda, pelo que ser generosamente rccuinticn-
sado.
Desappareccu no dia 2H do prximo pianilfl
ii:.-.' de selcmbro, as 7 para H horas da noile, o i-re-
to Marliniaiio. de idade de '20 a '2 anuos, leudo na
oecasiao da faglda ido levar a Boa-Vista dua> barri-
cas pequeas rom assucar, sobre urna taboa ; he
crioulo. bem prdo, secco do corpo, rosfo compri-
do, orclhas pequeas, cosluma andar c fallar de
vagar, quandu falla t jm-
re um lado, o bio pouco vishcl, j foi torrado ai
asseuto, quando escravo dcengeiiho; levoucalr.ie
camisa arul c chapen de palha ; julga-sc ler i )
para os suburbiiK ile l'ao il'Alho ou I ioianna, pan
alguui eiigeulio por ter andada rarguejaudo pan
esses lados ; foi escravo du Sr. do engcnlio Mun.
edalu para Taquera, o penultimo senlior oueser-
vil foi em Iteberibe aoSr. Miiil.m Hurges \jth'.
quem o pegar, leve-o rua Direila n. 7f, que sera
geiierosameule recompensado.
i ii-ini na noile do da 2(i de selembro, du pu-
ii'i do abaiv>a Lu/, que reprsenla lor .'' anuos de idade, per-
lencenle ao Sr. Joaquim da Silva l'essoa, neuhordo
eugenho Ciilumguba, |mr quem linha sido remel-
em um dos olbiH, barba cerrada, he bstanle ladi-
no, cenia face direila lem urna cicatriz, pruveniert-
les de dores nos denles; he provavel que se aclie
para oa lugiresde Sanlo-AnUo, onde ja foi pegado
de oulra fgida: roga-se porlanto as aulorUadcs |>u-
liciaes, e capilaes decampo sua captura, pudendo
oerrouduzido aoscu senlior no eugenho Culuugu-
ba, comarca de Nararelh, nu uo Recife, armaiein
de assucar de viuva l'ereira da Cunha, que gencro-
samcnlese gratificar. Jotda Sitia t/>yo.
lli mezet <|ue, de Mucci, fujiu u
prclo crioulo, de nome Juliao, alto, bo-
nita figura e natural de Porto Calvo; es-
te escravo bi comprado pelo Sr. Cuatu-
dio Francisco da Cruz (itiimares, do Itio
de Janeiro, e nu occasiao de en.imiv.ir,
ausentou-se para Una, ondeibi visto: ro-
5a-se as autoridades policiaca, capilar
ucampo, e mais pessoas, rem conlici'imento, a sua apprebemffo, e
levarem-no a rua da Cruz. n. 28, escrptO-
rio de Eduardo l'erreira Bailar, tificara' generotamente.
Altencao'.
Ainda contina andar fgida desde o dia \~2 de
novemhro, a muala de inflle Bernardina, que re-
proenl ter de Xt a tO anuos tle idade, com as *\-
naes seguinles: rrtr alva avermclhada, roslo com-
prido, naris grande, olhos um lano jiequeno-, ca-
bellos crespos, tem bastantes manchas de panno le-
lo corpo, bracos e cosas, altura regular, nm lento
cheia do corpo, e (em as maos trmulas quando peni
em qualquer cousa ; levou vestido branco, chale*
de quadros enramarlos e nWos, sapa los de couro, tmi
panno de laa encarnado e branco, e mais alguma
roupa ; a dila escrava be filha de (ioiaunfl, el lem
algn* prenles, o ja por 3 veze* se lem visto andar
por l.e em Cruaugy aonde (ainbem lem prenles;
poi lano, roga-se as autoridades policiaes, rapIA
ile campo, mi qualquer pe*soa do povo, de appre-
hentle-Ia e leva-la a Gamboa do Carmo u. '.W, pri-
meiro andar, ou i rua da Cadeia de Sanio Ailtone
ii. :;."i, primeiro andar, que se dar muiln boa gn>
liiicarao.
besappareccram nafundiraod'Aurora, na DOJM
do I! de agosto, os prelos Miguel. Angola, idade i
annos (muco maisou menov eslalura regular, sec-
co do corpo, roslo marcado de hexigas; Manoel. Con-
go, idade 30 anuos, baivo, um lano ehoo do cor|K>.
levou caifa de riscado d'algodao, camisa de mada|-
lo, bonete, chapeo de sol, ambos fallam doMnct*
do, e mo leen barba. Sup|Hie-se lereni sido sedu-
lidos : roga-se a quem os apprehcnder ou dellcs li-
ver noticia de tlirigir-se a mesma fundidlo que sera
bem recompensado.
Dn .iliiii\n assiguado, fugio no da 13 do cor-
rente, tira escravo, crioulo, le nome Ignacio, tem o
ofteto de carreiro, estatura baiva, rosto rcdoudu.
pnuca barba, olhos grandes e alguma cousa \erme-
lho>, porm udo muilo vivos: levou camisa e caira
de algodao azul: rogo a quem o pegar que o traga
ao eugenho Kndrigues, na freguezia de S. Lotireii'.i'
da Malla, ou uarua da Cruz do Hecifc n.-II), que
ser rcconi|ieiisado.
.Sehtulio stntmtio Pae* llar ttth
mmamummmmmaam


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