Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02241


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Full Text
3*
'J
ANNO XXIX
SABBADO8
DIARIO M
DE ODTUBRO DE 1853.
N. 227.
PERMMBUCO.
raigo da subscrifoao'.
Sub*Teve-se a 159000 poranno, e 49000 por
:, 1 1 |i.il-" adiantado, e 4JJ00 por quartcl pago
teiiriil. na casa do seu propriet.irio, M. Fiyueira
Arfara, napra^a da Independencia, n. 6 e 8, e 110
Kio de J. casa do Sr. Joao Pereira Marlins.
Baha K. uprad.
M Joaquim Bernardo Mondonga.
Valuta una Jone Rodrigues da Cosa.
^alal Joaqun) Ignacio Pereira.
Araraty Anlonio de Lemos Braga.
Cara'' GuilliermeAugmlodeMiranda
Slaranliao un Joaquim Marques Kodrigues.
Para' o Justino Jos Hamos.
CAMBIOS DE 7 DB OBTBBHO.
Sobre Londres 273/' 60 d.
o Paris, .1*."
Lisboa, 95 por cenlo.
Ouro. Oncflk bespanbolas .
Moedasdc68iOI)vellia.
. dc6tOUnovis
a de IsOOO .
Prala. Palacoes brasileiios. .
Pesos coluinnarios .
t meiicauos
Acces do Banco. .
Uesroirto de l.ellras .
2g500 a 299000
......169000
......169000
...... 9O00
...... 19930
......I99:w
......19800
...... 10 %
......9alU
NOTICIAS HTBNOIIB1S.
Portugal I" de Agos. Austria. .
llespanba 8...... Inglaterra
Franja. . 8 de " Mil--.! .
Blgica . ? de Sueria. .
Italia. . 3 de E. Unidos
Alemanlia * de Mlico .
Prussia . 3 de California
Turquia . . 96 de Jul. Cliili .
Hussia. . .11 de Buenos-A
Dinamarca .11 de Monlevidc
. 3 de Agoa
, 27 de
, 2 de o
29 de Jul.
27 de
16 de
1 de Jun.
12 de
2 de Selb
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para' 16 de Selbr
Maranhad 20 de .
Ceara*. 24 de o
Parabiba. 13 de
Alagdas 1 de Oulb
S. P. do Sul 1 de Selb
S. Paulo 4 de
Minas.... 2 de u
h le Janeiro 26 de
Babia .... 30 de
PARTIDAS DOS COB.B.EIOS.
Olinda, lodososdias.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonitoe Garanbuns, nos diasl e 15.
Villa Bella, BoarVsta,EuieOricury,a I3e28.
(ioianna e Parabiba, segundase sellas.
Natal, quintasleiras.
das da semana.
3 Segunda. S. Kvaldo.
4 Torga. S. Francisco
do Assis.
S. Placido
5 Quarla.
6 Quinta. Ss. Bruno c
Casto.
7 Soxla. S. Augusto
pr,b.
8 Sabbado. S. Brgida
priuceza.
!) Domingo. Palrocino
de S. Jos.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
fela'pao'
tercas csabbadns.
Fuzenda
torgas eseitasas lOhoras.
Jiiizn de Orphno.i
sogundaso 5. as 10 boras.
I'rimeira cara do einel
lergas o 6. ao moio-dia.
Segunda cara do ctcel.
quarlaso sab. ao meio-d.
Huilln a 2 La nova as 7 hora, 47 miuulos e
3Iseguudosda tarde,
o y i.in.iiiii rresrente a 1 hora, 5 mi-
nutse 37 segundoada larde,
ii 1(> La rheiaas 10 boras c II minutse
37 segundos da lardo.
ii 95 Quarlo mingoanle as i horas, 19
niiuutus e 31 segundos da mauhda.
PBXAMAn. DE IIOJI
9 llorase 18 miuulos da manha.
9 llorase i2minulos da tarde.
Primeira
Segunda i
PARTE 0FFICI1L
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel teneral do commaado dai armas de
PrrnambMco, na eldada do Reclfe, em 6
de o-t-fcn-o de 1853.
OHDEM DO DA K. 5.
O Exin. Sr. inri techa I de campo Jos remandes
BOI Sanios Pereira, ciiminidnle dos armus desla
provincia, manda, para conheeimenlo da guarnido
edevidoelleilo, Iranarrever na prsenle ordem do
lia, as sentenras proferidas no consellio de mi erra
e ii.i iuiii,i de jusliea, no procedo instaurado conln
ii Sr. inajor du quarlo balalhao de arllharia ;i|h\
Alcxriiidrelomes d'Arollo Ferro, pelo rrinie de
^obediencia as ordena do seu respeclivo coinman-
dante. ,
Vcmlu-H" nosla cidado ilo Itccife o processo ver-
dril ilo reo, o mnjor do quarlo balalhao de arlilliaria
I pe, Aleuiiilrc (ornes torpe de delicio, leslemuuhas sobre, elle pcruunla-
dss! |nlerroi:a lorio fetn* o mesura reo, sua defeca,
tHcinuuliasa domnenlos, decidio-se por uuanimi-
daile, queocrime do que o mencionado reo he ar-
uido nao se aclia provado e nein elle convencido ;
porqu.uito,iiinslra-se do depoinipnln das leslemunhas
Ja defeca de II. I.'l. v. a II. I:i e hem assim do da
miarla CCUMCM 11. .O, qne o reo fec loilu o nossi-
,el para qucmarchae a guarnicao no da 10 de
ibril ilo correnloanuo, rom calca azul.na lonforn.i-
,|.nlc da Icndiranra do quarlel eucral de do nies-
,n0 mee, documento 11.93, eque waollm orto icon-
U'fi'u, fin ik'Nido Ufo si menle a nao lerem Indas as
prrii;a-1.dea a/ul, oque nao s jurain as referidas
CemualiMC.....O Umbem as da aecusacao II. 'Mi v.
II. l2v,ofl< ; c lano acre^cenlam as lestemu-
nli,i-> di di'fc/a, n;lo liuliam (odas as pravas ralea
;i/ul. que riinda no da IJ do dilo me/, j estando
moorOfl ^iiriiuieao marcliou de calca hranca.
iJh.iiiIm ao secundo poni da accusic.lo. que he nao
le dudo O roo cniiprinienlo I lemliranea do hala-
II,,,, de -J, de mareo do predilo anuo.documenlo 11.
Hit, relali\amenlQ a dislribuierto do fardaiuenlo,
muslra-se igualmente dos aulos, que fui inoralinenle
eumpriila pelo reo, vislo como foram os pedidos fol-
la c pelo reo emiferidos ; e porque se recusou .i ru-
brkaHM j>r 11.I0 os Mlw!attMawf quer em \islado
jiixidominislerio da guerra de I de fevereirode>le
juno, quer pelas irregularidades dos inesinos pedidos
ii,iii-o pode eerlriinenledi/er que reeusou oheileeer
.i iirdcm deseu coiuuiaudanlc, porque nos termos
dwsarls. :lc I, parlo seuiiuda, do reculiimentu de
1816, especialmente a arl. ;t" do alvard de lde
iiureodc IKIO, o reo como fiscal do hatalho, s he
itki^ri'io a rubricar aqaelle* pedidos que Nchar le-
:,ie-;cqueos pedidos deque te trata nao eslavam
tli eonformidride com a le, bem se deprehende
iju.iudo ocDmmiindaule.depois ih' pre*o oreo, em
\e/de os aulurisarsob sua res|K>nsabilidade, oii ur-
ilenarque oliseat interinos rubricare mandnos
relonnar, como dizem lodrisrilc-leinunhas da de-
r/a.
Iriiubem nSo p<^le a aecusneAofundar-sc no arl.
I., capitulo _'t do reuulaineulu de 1763, porque
liada qurindo esle arliuo podesse ser Ira/ido para
.i i|iics|,io. neee--iirio era que < emnmandanle, de-
pou do ollicios de II. It a II. Jl que o reo Ibe diii-
:ioem termos mui decentes, fa/endo sobre os pedi-
di I. nuil'- observaeoes, e pedindoesclareeinen-
ln. a res|>elo, livesse ordenado que umi obelante
.i-iiii-ervriries apororatM OB|tedfdoa, alim de ler
lanr | dislribuieao do faidanieulo, imts mi leudo
.ini prm-edido, neni ilado i e-clareciinenlos e\i-
lliiloft, lie fura de duvida que adisposie^o du artigo
ritrido|Mde ser applicavel BO CMO em queslo. Por
lano emaladoaaoloa, ocouselho absohe o roe
appellri. S.da dassesses docon>clbo de uuerra no
qii,irlct-i:eueral em 17 de agoalo de IHVI.Alexan-
dre Beriiardido dos itei- e Silva, auditor de guerra
inlcriiio l'raneisco Xavier Torres, coronel pre-
cenle Juse Mara IldefuiiMi Jacome da Veiua
Pean, lenenle-coronel iulenoianle Joaquim
lirietauu deSouca Cousseiro, lenle coronelJmiu
i\e|iomureno da Silva l'urlellri, inajor Joaquim
11" Iri_-11 Coelho Kellv, majar Sehasliao l.opes
,inajor. Ginlirinauaseulenca do couselbo
dagoerra que abaolva o reo, omajor Afouudra
liomes d'Argollo l-errao, a Vala dos seus funda-
mento-, e da defe/a do reo, e doeumenlos que a
paMMia foram annexoa. Kecife anaaaaflu da junta
de jusliea, :\ deoiilubrode IH-VI. l;iuueircdu.
bouia Oliveira l;tiucrcdo Joao Francisco ile
I liabvKeliello Luna Freir.
Candido Leal Ferrrira,
Ajudanlc deordens eucarre^ado do delalbe.
stilto, e sil duas cousas reslavam a saber: primeiro,
se a Iransarcao seria aceila pela Russia e [wla Tur-
qua; segundo, quaes seriaiu os termos deslc ajusle.
Quaulu a aceitado, sehavia j confirmado que li-
nlia (ido lugar, e nem ella radia ser duvidosa. Pe-
lo laforaaaaqajfl a Austria ea Trussia deviam lerem
defender esle negocio, sua cooperarao ao projcclo Vieiuia garanta antecipadamente ti lula luz, que
nada seria proposlo ao imperador Nicolao que ufo
fosse milito aceilavcl; por oulro lado, a Franca o a
Inglaterra eram lio stduilas em favor da Turqua,
que o dlvn nao poda deivar de acquieseer as con-
sequenciasde sua iulervencao pacilicadora. Quanlo
au arranjo em si mesmo, cujo sesredo mo ha\ ia sido
anda revelado pela diplomacia, as cirruimlancias
di/em o que elle irado ser: islo be, que nilu pode ter
por lim seinlo conciliar alguma nova declarado em
nvor da independencia do imperio olloiiiatio, com
una cerl salisfaeao dada s preleiiees recenlemeu
(a emillidas pela Hossia. Ha smenle urna diferen-
(a, e he que urna declaraco de inais ou de menos
sobre a inleiridiidedriTurqnia.nada resolve infeliz
mente en presenca da forea invenrivel das cousas
ao passo que o resultado o inais claro, o mais real e
o mais cllectivo desla crise, be a nova salisfaeao que
lia de receber a Kussa, anda que seja debollo de
una forma c em uina medida pOeuoa decisivas do
que aquellas, que ao principio se rnanifeslavam em
Miaa prelenre-.
Islo ulio quer di/er que a conferencia de Vieima
nao lenha correspondido ao vol publico, facilitando
urna (ransacciio, Irabalbando para a iiiauulencao da
paz ; quer apenas di/.et que iiinuuem se deve Ilu-
dir a resucito, e que anda lemenos poaaivel des-
cancar sobre um trio lalrarioso e lo franl successo.
ieria aera duvida a mais rslranba illusao o acreditar
que o prestigio do direito, que a allianca da Franca
e da Inglaterra, I"'' ieeordo o mais unnime das
potencias do Occidente cu inlercsse europeu, que
nada deludo islo lenha podido modificar aliuinia
couaa pollllea ruaaa* Dire-ha talvex, que o ob-
ler-se aliual o que era ollereedo desde os prmeros
das, he toiisa de poneos momentos para o fiar;
poj.seja, mu he verdade que.islo he i nova prova
de sua pollllea noque diz respeilo ao rlenle. Ale-
da ha oulro resullado, beque a Kussa, no etnagO
ile cinco mezes, lem conservado suspensos os mover-
nos e os povos, perturbado lodos os inlcresscs de
seus ultimtum O de seus prepanilvos militares,
foilo jogu de todos os fanatismos religiosos e de lo-
doa os Inallncloa (lo ambicio nacional habilinenlc
eveilados, uioslrado um ainglllar empenho mi pro-
var que iienlium apolo poda lublraliir a Turqua
a- denmnslraciesilescu poder, c no nieio de*la crise
creada por ella, enlretidae prolongada por lodo es-
ae lempo, ha aldods alguma aorle a arbitra dapai
publica iioconlinenle; linba feilo mullo para urna
s vez, c digaiu o que qui/erem, c ja demasiado pa-
ra o Occidente. Por lauto a Europa lera agora a
paz. he o que ella aspira, poique a paz be um bem
universal, porque ea no inleiessc da civilisarao e
da tranquillldade interna do l"dos os paizes, por-
que scni ella, este immenso Iraualhn de coininereio
e de industria que se Ut. por toda a parle, viria a
ser mu,i oceasiaoileespanlo-risalaslropbes, porque
be una necessidride para a Inulateira ler seus abas-
leciiueulos livres no Mar Negro ; mas falo he insiif-
lcienic para derramar nina luz de iituio sobro a na-
lureza do especlaculo, que acaba de oirerecer-so ao
mundo, para mostrar o que ba de profundamente
disiincto entre o inlereaae europeu o a poltica rua-
sa,a Fui "[i,i querendo a pi/ por lim, |>or objeeto
de aem comanla eaforcoa, fa/endo ate aacriilcioa
p.na couicgui-la,4 Kuasia marcliandodireclamen-
le as iillimas consequeucias de umu poltica Irailic-
elonal de eiigrandeamenlo, em urna palavra a mo-
ral idade desla crise he esclarecer de um modo evi-
dente essa queslfio oriental, que preoceupa ha niuilo
lempo o> espirites e que anda mo osla terminada,
que pelo contrario permanece cuino um alimento de
romplieaeOea que renaacein conalaiiteinenle al o
momento emque i Europa lenha de relleclir, alim
un partido.
I Celia pie se lenha lomado por Agora
'o pacifica, be nim ludo evidenle. que a
(malla apenas entra em nina nova pha-
iileiraiueiile nova, ao menos mais clara,
iris desemharacada do elementos es-
tivo desle ponfo de vista, a ultima
i nalorexa bem diversa da crise de
EXTERIOR.
CHRONICA DA QU1NZENA.
Parle 14 de agotlo.
se as apparencias mo silo eimanosas, se deeae lu-
billiAo de incidentes contradictorios e de asforcoa
confuaoa nada resulla, que venlia descoucerlar an-
da as prcvi?es, a Europa podejulgar-se a puni de
ser aliviada de um grande peso ; alia parece chegar
ao termo das inrerlecas e das perplejidades desles
tillinios mezes a respeilo da crise do Oriente, o esse
ler mu ha de ser a paz. II,i doui mezes se acredila-
va semduvida como boje na pal; eri.un nella, por-
pie a desejavam : e diremos que al a viam, onde a
Rusta nao moolrava grande empenho em eslabcle-
ce-la; inasem dilinitiva, culre prelen{6ei tao aber-
Idinenle declaradas como a- do czar, o urna resis-
tencia Uto legitima, lio urroemenle apoiadacomo a
da Porta otlomaiia, a delliculdade eslava em aaber,
cuino se tpnscguiria adiar um meio de com liac.io;
eslava-so em um labvrinllio, onde se nao va a sa-
bida.
Iloie ola sabida comer a apparecer. A Russia
reullnuou sua invaaao nos principados moldo-vala-
rhloa com (odas asdenmnstracoes de una couqui-lri
real, a poni de romper o ultimo laeo deesas provin-
cias com o sulio. A Turquia lem continuado seus
aniiriinentos; as frotas da Inglaterra e da Franca
conlinuim a oslar eetacjonadas em Bealka, e nesse
aalrelanto a diplomacia lem folio a sua obra alan-
do o lio rompido s negoeiaces.
Km urna conferencia diplomtica havida em
VienM, na qual eslavam representadas as qualro
poiencias occideulaes, se preparou um projecto de
Innaaeclo desuado a por um termo a esla's tristes
Cumplicacoes. O plano da conferencia de Vienna
deviaseriumiedial.-imenlesubmellido ao e/ar, e ao
detom;
Por mal
urna solu
qucslaodii
se, Muflo i
mais precisa,
liando-, e del
irise he de un
1840. lie que se tralava naquella poca 1 Trall
va-se de saber se um vassalto to grao-seulior deve-
ria ler alguns territorios, alguinas cidades de mais
ou de menos dbano de sua de|ieudoncia, se osde-
verla lera titulo vitalicio ou heredilario. Se a po-
llllea fiancezn fui feliz enl.lo, os fados tem provado
que nao era urna combinneao amcacadora BO futu-
ro do Imperio ottomano, porque ella dependa do
enio de um boinem, genio em si memo bstanle
duvidoso. Quanlo BOquclxar-se da Franca como
Jnlmlgada iulegridade da Turqua, est eiuberan-
I lemenle deinouslrado que, se islo era hahilidade da
|iarle da Hussia, havia do lado da lugtalerra urna
puerilidadede anlauonismo pouco digno de um lal
povo.
Poder-ee-hia dlier boje que era una queshlo des-
viada de seu sentido, iuleiraiucnle complicada por
eslranbas roiisiJurantes,
A verdadeira questilo do rlenle, lie aquella, cu-
ja crise actual acaba de apreaenlar publicamente,
o carcter, e es-e carcter permanente, profundo,he
ser nina lula, debaivo do poni de vista religio-
so entre a groja greua orienlal e o calbolicismo
occidental,* debaivo do poni de vista politice,
urna lula enlrea Kuropa e a Hossia.
He osla luda aqueslao debaivo de um duplice BS-
peelo. romo os nllimosaconlecimenlos a eslnbclece-
ram ea deJum anda lal qual ella resulla dos fac-
tor, das tradiecesda bisloria, de lodo os dados da
poli tica moderna. Se alguma couaa anula pode lor-
nar esta verdade palpavH, he o memorial lubalan-
rial e instructivo, que um bomcm coui|telenlc, Mr.
Cesar. Paralo, acaba de lazer dos negocios orien-
laes rom o titulo l/htolre ro-
tectorat W tfjiite* chreliemieM em Orent, Nao
ale dcchunacoesouronjecluras.sriii doeumenlos que
moslram o cncadeiauuMilo deesas duas ordena de tac-
tos focloa religiosos epolilicos: do um lado, a
lula das ureja* nesse Ilustre e secular campo de ba-
trilbri dos sanios limares; do oulro lati o trabalha-
do olwtinadoila Russia. Quaes sao, pois, os gran-
des Iracoa ilessa historia '.' o visor primitivo do is-
Iriinismo val se egolamlo, a decadencia to imperio
oltomaiio, urna vez principiada, se precipita ; n lu-
la religiosa das igrejas, inaugurada mesmo no bercu
do chrisliansmo, se proseaue de sculo em secuto.
c termina em derrotas sucres i vas para a igreja lati-
na, em progresira* crescenles para a igreja grega ;
a inllneni 1.1 poltica occideulal se relira, ou pelo --
quecimcnlu daalradicOcaou |>or causa das commo-
ees do coiilinente, e ao passo que estes Tactos se
desenvolvem, sobrevem a Russia, abriedo canunho
para o Mar Negro e para 0 Botpbero por meio da
guerra e dos Iralados, da diplomacia ou da forca pa-
ra acribar ,prelendendo resumir em si a preponde-
rancia religiosa ea preponderancia polilica, am-
bas igualmcnle ameacadoras para a Europa.
guando fallamos de marcha ascendente da icreja
grega o de suas novas aiubicoes, nao be como um fac-
i imprevisto ; milos espirito* se preoecunam titi-
lo ha limito lempo, e para aquelles que dao algum
proco a eaaea symptomas, havia cerlamenle um in-
leresse as paginas que publicava esla ttevMa ha al-
i;uns auno, e que eram do um dos homens mais e-
iiuneules da Russia. O aulor nada menos fazia do
que nnnuneiar afulura ab^irpcflo da igreja romana
na Igreja grega, e, fallando ta viagerfl to imperador
NicobmRomaom IHiti, elle fazia conhecer, como
um fado providencial, a rolla do imperador or-
Ihodovo ao Irarco dos apostlos depois de muilos
seculos tle ausencia. Ileaullima expressflo tlcssa
marcha ascendenle de que fallamos, e he islo que a
quesillo dos Sanios Limares, por obscura quesja,
nao seja por islo urna quesillo secundaria. Se ape-
nas se irataata de aimins sanetuariea ada algvna po-
bres religiosos, iiispulando os lugares em que secom*
priram os nH'tleriosdo chrislianismn nascenle, ha
inuiliK espritus fortes em polilica, que niio Ibe da-
ii,un lenAo sua importancia mediocre; mascslahe
realmenle, debati da urna forma religiosa, a Ima-
Li-iii da grande queslfioqiie divide boje u mundo.
Es-a historia tos Sanios Lugares, pelo modo por-
que a esrreve .Mr. Famin com um zelo tleevacliiLlo
e de critica das mais apuradas, be um drama inlei-
ramenle curioso, no qual se encontram lodos os elc-
meutos do (pie veioa ser a queshlo do Oriente. Com
ell'eilo, o quo se v ? Os latinos e os greuos dispu-
lando-se durante seculos a pOBM e a uuanla do que
so chama lugares sanios de Jerusalein. Os greuos i
austenlam a lula o mais que podem, tem por si a
inconleslavel prioridade de posso, o direito confir-
mado poraeloa numerosos os gregos lem por si a
obslinacrio, a astucia, muilns veces a violencia ; ca-
da sanclurario lorua-se um campo de batalha. En-
Ire os conlendorcs est 0 poder turto, o qual crea o
malaealranho s>sleinatle de equilibrio, concedendo
ou retirando guceeaaivamcnta privilecios semprc
pagos a cusa dedinbeiro.
Da necessidade de garantir n direito doslalinos he
que nasceu o protectorado religioso da Franca, for-
malmeule reennhecido pelos lultoea e dclinitiva-
meule conaagrado na mIIiiii.i capiiulacAo de 1710.
Einqiiaulo a iulluenciada Franca se fez sentir, os
latinos poderam talar sem una desvaulauem hem
UOtaVel ; a Iulervencao dos aaenlos diplomticos
firiine/es chegara a lampo pan o* reslabelerer em
seus direilos. a medida que a Influencia da Fran-
ca se lornou ineficaz, elle perderam lerreno atfm
poder aanha-lo OUlra ves, de modo que. de derrota
em derrota, ellos scacharamsuccessivameule desa-
possados ta maior parle dos suucluaros, sobre os
quaes liuliam um direito recoiihecido.
Quandoostaquesla'ose levantou ulllmamente.o
que pretenda o uoverno Trancez? elle niloevigia al
B execucao complela das estipularles do ultimo se-
clo, as quaes nzavarn o numerados saaetoarosen-
Ireaues aos calholicos ; suas reclainacoes, recebidas
rileui disto em parle eram inlinilaamenle mais mo-
deradas ; mas entilo a ureja grega, herdeira das
perdas da Igreja latina, Haiha litio lempo de firmar
sua aecedenefa a por detrai dola apparecM a it n-
sin, culo protectorado, B prelexlode proteger a reli-
giao grega, nada menos landla do que a aabslllulr-
sc na solierania do sulio. Ileassim que debaivo do
nina forma religiosa, como dicamos,esla queslao dos
Sanios Lu,ires,nao bosenao urna iinai'emda ques-
lao que acaba de asilar a Europa.
A principio os Inglezes Iralaram de leve as recla-
maenes da Franca a respeilo dos sancluarios de Je-
rusalm, porta acliiram-sedepols dlanleda ques-
illo do rlenla em urna icmive gravldade; ellos nso
11 nli.mi apercebitloqne o protectorado fraucez nada
linba de exclusivamente propro ao noaao pala, que
elle apenas faca represcnlar no rlenla a mfluencla
occideulal em sua e\pressio (ratliccion.il a inais ele-
vada.
Otpie ha do mais sincular be.que de lorias as na-
(Oes,queoaacontectroeolostem levado eslender
sua acc;lo protectora sobro os cbrisblos do Oriente, a
ultima que cheimu, lio que procura levar a inler-
prelac;lo desle direito de proleceflo ao mais e\lrcnio
limita; mas para quenas? Devenios confessar que
em lumma nao ha mais aqu una cunsideracAo reli-
Ci>sa, ha urna considerar.io polilica ; be o tlesen-
volviinenlo mesmo da Hussia que legua seu curso o
marcha para o mesmo fun por camiuhos diversos
desde um secuto, e esta a oulro ponto da vista da
qucsln orienlal. Scm querer desconhecer as qua--
IldadeS ib povo russoe tlocbefe que serve bem suas
aspiracAes; he permltllda erar que a religio he pa-
ra a Hussia urna grande ala vanea polilica, um pode-
roso insimlenlo de grandeza nacional. Conslanli-
nopla he a melropole ta f greua. Sania Sopbia es-
pera i volla ilo imperador orlhodovo, lieni ; mas
Conslanliuopla tem as chaves do Hedlterraneo e to
Mar Negro. Os chrislans gregos oricnlaes precisan)
de urna prolecco olVicaz ; mas esles chrishlossaocm
numero de oiucmilboes, derramados as provincias
feriis de um vasto imperio, que a Russia esU 00
eupada em desmembrar cabalar periodicriinenlc
desdecem anuos, senao para o substituir de um mo-
lo delinilivo, pelo menos para sujeila-lo sua in-
llucucia, assim como coufessava o Sr. de Nes^elrode
riu sua nota tle IK'U). Ilavera anda una ouira
queslao que eslabelecer, a de saber se esses mes mus
Iralados que a Russia invoca, juslilicam suas prelen-
cAesacluaas.
NAo sabemos a Importancia real do ajusle que a-
caba tle ser concluido ; mas oque mo he dovldoso
he, que o Iralado de Kainardji nao pode (evidente-
mente COnter o germen tle seu protectorado |go la-
lo, como o que aspira o imperador Nicolao, c ao
qual ula renuncia sem duvida, qualquer que seja o
resallado das negoeiaces rcenles. Anda ha pou-
co lempo o gabinete da S. Petersburgo fasta tem-
blar, para juslificac;lo de sua polilica, que no lempo
da ruiwliluieao dalireeia, o euibaivador fraucez,em
minie deseu enverno, linba cedido ao ebefe do no-
vo reino liellenicoo direilode prolecclo da Franca
sobre os clirisljos tliiquella percho do imperio ollo-
( mano, d'oude com lia quea proleceilo da Franca se
I entenda desde enlao aos subditos mesuras du su I Lio.
Ora,
niin.
he este um err
ngular, como prova Mr. Fft
Nao era de nenlium mndocomosubdilos do sullao
que os ehrisblos gregon eram proleuidos, mas como
dependente* du tranca; he esle o titulo que se Ibes
liuha dado, quando em cuocaa anterioras, Venea
tinba cedido aos res de I-ranea seu direito do pro-
terca o sobre os chrislaosdaquella parle da Turqua.
O que resta, pois, reinovendo-seos pretextos e sub-
terfugios da ambico ruana 1 esle fado desgracada-
menle evidente : quedebaixodo ponto devinta re-
liuoso cmodo poni tle vista polticoee>les dous
(mulos se conrundem verdadeiramenlcaqui lia
entre a Russia e a Europa um anlauonismo perina-
neule, cujo campo de batalha he o Oriente.
Taes sao alguns dos esclarecimenlus ulcis cou-
dos no livro de Mr. Cesar Famin, o qual mostra a
quesillo du Oriente debaiiu de um duplo asnelo,
referiudu a singular e confusa historia dos Sanios
Lugares e a historia diplomtica das diversas poten-
cias da Europa em suas relacdcs com o imperio 01-
lomano. E*sa bisloria diplomtica se resume qua-
si em um Tacto, o engraudecimenlo da Russia no
Oriente, taim ludo, buuve um lempo em que a
Franca eslava cercada de prestigio soberano uaquel-
lespaizes.Aoribriiodcseu pavilhao boque os navios
da maior parlo das nadies europeas se arris-avam
nos mares do Levante, e a influencia da Franca era
lano maior, quanlo ella era desinteresada ; o pe-
regrinos como os mercaderes acbaram nella um
apoio ; unta especie de proclorado universal Ibe era
concedido. Anda boje, por um resto dessas (radi-
cos autiuas, a reliciao chrislila mo lem deivado de
ser aos olhos dos musulmanes a rcmo dos Frail-
en*, como para provar a que parle u nome tlu nos-
so paiz lirou sendo 0 svmholo da civilisaeo.
O ascendenle, como diciauras, da Franca nada li-
nba'de exclusivo, era a eveeperio mais elevada da
inlliieucia occideulal cobrndo com seu mani a rc-
ligiao, o commercio tic lodas as nares. Como es-
la inhuencia deixou de ser ejercida ? He islo a
obra dos reinados corrompidos do secuto XVIII e
dasrevoluces, que sohrevieram. No reinadu de
l.ui/. XIV hoque a polilica franco/a nn Oricnleco-
mer a declinar; e duraulea revoluc;lu, com quan-
lo se livesse anda a plianlasia tic proteger os ebris-
to* na Terra Sania, que auloridade podiam ler pa-
ra defender um inlercsse religioso aquelles que abo-
l.un Daos? Oepois, com governoa uielbores, vie-
ran as rivalidades nacionaes dfoforeadaa dehaixo
tas disseuses religiosas, as lulas de preponderan-
cia polilica emuilas vezes as emulaeoes pueris. Al
disseuses inleruas absorveram OU tlcsviaram a al-
fonego, o no lim dessa carreira de commoees e tle
antagonismos esteris, quando a Torca das cousas
veio eslabelecer essa tremenda queslao ilo Oriente,
vio-sc quo a Europa eslava dividida c eufraqueeida,
ao passo que a Russia se engrandecia o marchara
directamente ao seu lim.
Tal he 'inda a siluacao em que estamos. Oque
se pode pedir boje, nao he sem duvida que a bu-
ropa se lance em alguma lula arriscada para tentar
reaier no Oriente um iodo do coates o de Inflnen-
iii- que mo exislem mais; ella lem um lim mais
simples e mais Inmediato a projrar-se, Irabalhando
para proteger a pai como ella o faz, lem alen dis-
lo de prever para o futuro as quesles iuetilaveis,
tic esforrar-se em prevenir as ealMlronhea, tle pro-
curar em seu panado, emsua bisloria, em (odas as
causas que Irouxeram a situaeAo actual, os meios
de conservar sem Traqueen esse inlercsse superior,
que mo o be de neiibum paic em particular, mas
sin o que se pode chamar inlercsse europeu, da In-
glaterra como da Frant.a, da Russia como da Aus-
tria o do resto do Occidente, lie esle o resullado
que se pode tirar de sua historia do Oriente c tle
suas crises contemporneas.
As pendencias susriladas entra a Russia c a Tur-
qua, o que se luriiaraiu llu prompla o legitima
mcnle a quesillo da Europa, alo o aconlecimt-u-
to caracterstico desles ltimos mezes ; a solu-
e.lopaciliea desle grande dbale heoaconlecinieuto
desles ullimos das, ninguem o |iode negar, he um
pe-o da menos na situadlo interna do todo o paiz,
tuja vida val sem duvida lomar ouira ve/, sen cur-
so. Quanlo aos fados Internos em Franca, alien
sao anda em pequeo numero; reduzein-se a al-
uunsaclus duguverno. taes como a organtsar.au de
una vasta iuspeccao geral do paiz confiada a conse-
I lie i ros de oslado, a rumores, a preparativos de fes-
la, a procesaos do suciedades secretas quasi do todas
as cores polticas, as quaes se eneonlram conspira-
dores, que sao muilu narigona, au que parece. Hem
se comprebende que mlu lemos inicneau tle deler-
mo-uos nesses processos, quo acaban de ser jttlga-
dos. Nilo ha nellesalgumas vezes episodios baslau-
le curiosos f Niio so enconlra tle um ou de oulro
modo persouageus que represenlam um papel sin-
gular ? Aqui lemos, por Bianplo, um UM hroes
do ullimu periodo revolucionario, .Mr. l'rodliou,
quo o amor da familia ndu/io a escrever peliccs
inuiiarrbicas ao Sr. conde de Chambn!.
Que se deve concluir d'abi f lie evidentemente
que, so o celebre inventor da anarebia cscrevecoin
umu nao seus upusculos sucialislas, elle lem a
peona do dcsTorra para retliuir as exposii;es de ser-
vieos c |>edir a recompensa dalles. Moja alguma
cu usa, arcumulandu estas surtes de trabalhus, mo
se engaar o couTumlir as tere-.
Elevemu-iios cima desses ac n lee i me n I os, que
alguma rcvelaeo imprevista, entrega curiosida-
de publica, como para ajudar e decifrar o carador
moral de DOSU poca* Fllimameule leve lagar
una ceremonia que, sem ter um inlercsse poltico,
com ludo se refere seiuprc |>or algum lati au lotlo
das causas proprias a li\,n aallencau por um mo-
mento: he a distribuidlo dos premios do grande
concurso. He urna fcsla quasi intima para as fami-
lias, mas eslas -olemnidades lem ao niesinu lempo
um oulro sentido mais geral, ha urna espacia tle in-
te res-e locante e elevado em contemplar essa arena,
ta qual v,lo sabir lanos mancebos, que amanba
serlo homens, que Ionio de cumprir laborlosamau-
leseu destino, que Tarto talve un papel na seana
do mu mo. Enlu se entra a meditar em um rcro-
lliimeuto religioso no que ha tle grave no ensim
publico, nos deveres que elle impc aquellos quo
eatgo deile enearregados.
Furmar bumeiis, lal he o seu lim ; mas enlrc os
camiuhos diversos, que se olTorecem para so ehcaar
ah, qual be o melhur o o mais seguro '! leosla
anda a queslao, e lalvez que se lenha demasiada
fe nosmelhodiis, lias novascumhiuaccs do estudus.
Ao nosso ver, ha sem pro una inlluencia peimaiion-
lo lo mostr, una direcc;io moral, una sorlc de
creadlo do lodos os instantes muilo superior a (odas
FOLHJETIM.
FERNANDO DLPLES8IS
o
; MEMORIAS DE UM MARIDO. (*)
WJI j.WiBJUUl' t'JJi*
SEGUNDA PARTE.
XVI
Esta inanbaa imparienle por saber n resullatlu da
enlrevisla de Cesarina cun andana Ravmundn, di-
i i-i-ine pelas nuve horas casa desla.
\ uu referir textualmente a nossa coiiversa^ao ;
depois I ral are dis i elle voe-, o da delcrminacAo, que
''Ha me augerio.
i a : A -enlior.i vio madama Jellerson?
Madama fai/mundv : Sim ; mas antes tle cou-
Umiarmoa esta conversacAo permita que Ibe faca
uina |iergunti, Mr. Duptessis... Segundo o que me
disse honlcm. o senhor ronbece lia muilo lempo aa-
sa senliora. nu he assim?
i a : Sim, seubora.
-l/adoma Uayumndo : O senbnr lem nella urna
perfeila confianza, |>oisdesejadar-lhe o seu nonio?
i n : Cortamente, senhura ; norm...
Madama Hay mundo : Perdoe-me... Nenlium
en, oenbuina circumslanca poderam despertar
() Vide Diario n. Ut.
- -
essas reformas mesmo, de que ainsla oulro da se
tralava em Soborna. O Sr. ministro da inslrucdo
publica iiuquicdeixar a oulrem o cuidado do facer
jusliea a '-.i- reformas, que com ell'eilo lem sua
importancia, e que lao profundamente lem de mo-
dilicar a oducaeAo publica em Franca. Quaes
serAo os seus resultados? A providencia do Sr. mi-
nislro da iiislruct;Ao publica sabe apreciar destleja
ludo o que elles lem de fecundo. Em um anuo, nAo
se ptle ja crer seguro to successo, quando se (ralo
de um svslema novo de ensino ; mas o lempo con
firmar sem duvida essas previsues, e o muvimeiilo
uflo ser.'i menos real por se ler elevado mais lenta-
menle. Talvez que o Sr. minislro da iusIruccAn pu-
blica leuba cedido um pouco Ti inclinadlo dus reTor-
madores, tratando com alguma severnlado os .m-
tigos svslemas de ensino, demais esles svslemas mlu
sAo os uuicos prejudiciaes, e se ellos lem creado
:eraccs ambicio-as, e iuipulenles, lem Teilo lam-
ben grandes illuslrrices, mesmo uesle secuto. Se-
ja como for, o director da univer-idade abra uulro
da a carreira a urna moeidade nova, e he sem duvi-
da, para mellior inicia-la d\inle-mo na vida pu-
blica, que a enlreliuba da poltica exlerna. Pobres
mancebos elles lenlo com ell'eilo de resolver essa
lerriveis quesles, mo s eslas se mi o oulras anda,
das quaes depende n futuro do nosso paiz e da Eu-
ropa. Islu us i i/i.i leinbrar de um discurso, que
um homem, do qual ja fallamos ha lempo, Jouf-
(roy, pronunciado cm um da como esle, dianlo dos
joven reunidos para a inesina solemuilatle. Falla-
llies rom um accenlo de seveiid.nle locante o me-
lanclica, inostra-lhes ao sabir do rolleiio a vida
Irabalhosa, o tlever dilflcil, o lim longlnquo o a fe-
licidade que mo se acha em uenliuiua parlo sen.lu
Tur cm um uulro mundo. < VOS me podericis dicer
como se imagina a vida, en vos posso dlUff como
ella he. o l'alavras singulares lalvec em una dislri-
buicAo de premios! mas nao lem ellas Analmente
sen cabimento em pocas como a nossa, em que ca
da aeraran corre ao encontr das decepecs A ge
racao quo boje se levanta e que apenas eoineca a vi
ver, mo lem ella sua laboriosa larefa para cumprir
obstculos de todo o genero para remover, aqUM
imposibilidades para vencer ? Nao lem ella de lii
mar em si o sculimenlo moral, oculto tas ideas
saas? Mo vabrlr-seuma carreira cm que ella lem
de leformar seu desuno, de inulliplicar MUS esor-
eos na polilica como as letlras.
Qual be a polilica quegoverna a llespanba .'qual
a tendencia que a domina realmenle ? Pora bastan-
te diilicii de determinar com precisao alguma coun
a esle rcs|ieilo. >Ao be urna (Hililica tle reaefiao ab-
solula, por quanlo uAu se (r.ila mais dos projcrlus
le reformas conslitueiunaes, que tinham sido apre-
enlados ha alguns mezes, o que foram, como se
ha do estar lambrado, o elemento mais constdera-
vel dascrises do principio do anuo, mas evideute-
menlc nao ha lAo ponen urna polilica que se inspi-
ra da Mrlela legalidade constitucional, por qu.ui-
lo nlo se falla da convocacAo da* cmaras, o al os
incideules que se produzom mo raraderisam de
um nodo bem preciso o sentido geral desla silua-
cao.
Com elleilo, una nova criso ministerial linba
lidu lugar ullmame nlo em .Madrid, o minislro
du fomento uu das oten publicas, o Si. Claudio
Moyano,M relirava a era miutlltuidopelo Sr. Este-
vo Collaules ; mas a razAo tiesta demissAn, por im-
prtanle que fosse, nao locava nos outroa ponto
maisessenciaes da polilica. O Sr. Claudio Movauo
era tle parecer, quo o goveruo nAu devia coulirmar
as coneessesde camiiihos da Tono ndlM al aqui
sem o concurso das corles; o resto do gabinete rol
tle opiuiriu conlrarla. Do oro lado, be evideuleque
o Sr. Moyano tlnha raigo; de outru ladu.se deve
considerar a perturbaran que ia resultar dabi em
lolos as empiezas desle genero e a demora que po-
da legmr-sc na execueAo ilos caniinhos de ferro bes-
panhoes. Esla eniisider.ieAo lie scm duVida a que
dirigi 0 goveruo, Seja como fiir. he urna queslAo
quo boje so acha resolvid.i. Se ella livesse alem da-
lo um carador dus mais graves, lepilmu-lo, nao
constitua ella toda a polilica. O gabinete bespa-
nhol lem anda graves quesles para resolver, lem
de deeidir-M sobre a convocante das cmaras, so-
bre a oppoilunidride das iefonn,Hconsliliicionaes, e
inesuio sobra a ehamada do aaneral Narvaei. He
islo uque cun-lilno boje a polilica alem dos Pjre-
leos, e he a esle respeilo que o gabinete de Madrid
nao pode lardar, mais ao nossu v, em lomar urna
dccis.io, quo pouba (crino a todas as incertezas e
moslre dehaixo de sen verdadeiro aspecto a situarn
do paiz. Elle 0 pode facer nosle motlenlo, lano
mais quando (odas as paixe >e callan), nenlium
Bynptoina gravedeaglacAoscmanireslaoa llespa-
nli.i danja entrar as vin tle lodos us melhuramen-
losnileriaes, ao abrigo de um rgimen ao mesmo
lempo liberal e proleclor, eque leuba sobrcludoum
carcter corlo e doradonro.
Sea llespanba au esla em si mesma isenla de
embaracoa,ella creou um mundo alem dus mares,
onde infelizmente as agltacAes aalgo longo de so a-
calmaren com o lempo ; parece palo contrario, que
cada ofurcu desses estados bespanos americanos de-
ven *er seguidos de novMconvulsoos. Observemos
a regios du Prula : anda nao l'azem dous anuos
quea repblica Argentina vio ealiii Rosas, e sucec-
llar duasuu Irrn revoluees. Ao principio, no mee
de junbu do \H'r2, fui um culpe de astado 'lado pelo
general Frquiza ; logodcpois, a II ilo selombro,
era urna nova revolucao operada em Renos-A>res
para derribar Irqui/a. So lim <\o auno, cumu ha
deltaver lembranra, rompa um novo movimcnlo
lantadonoa caraposds Buenos-Ayrescontra o gover-
uo iho da rovuliieaude selemhro c em favonio Fr-
quiza, o ha ja seis meces a uuerra civil nao lem ces-
sido deenfureeer-se naquelles pai/.es. Aealamida
dada lula actual esta em complicar ella lodosos
elementosailtlgOBdas revoluees daquelle paiz, pa-
xes anai chicas, cliimerastlc um liberalismo exalta-
do o inapplcavel, antagonismo da cidade tle llue-
iios-Avrese das provincias.
(,)uem be o culpado desla situadlo vilenla ? O*
liberaesde Ruenus-Avres acusam I rquiza e suas
prelences didaloriaos, sAuportua vez aecusadus
poraqurlle que alo boje lem conservadu u lilulu de
director provisorio da confederarn. O maioi erro
dos homem que anda agora envernam Buanoa-Ay-
ras, be cerlamenle nao lerem querido rcconhecei
que, depois de urna revnlucu cumu aquella que a-
cabava to derribar Rosas, aquello queora osen ins-
imlenlo dovia, por forea das cousas, ler um gran-
de lugar as novas combiuacoes da poltica.
Elles empeiibarriin a lula o foram logo vencidos,
depois atrancaran, a victoria por um ntoroenlo. e
acabam de ser si liados por um exercilode t'rquica.
Ruenos-Ayres ftolTre por sua veza surte que leve
Monlevidco por dec anuos ; mas he muiissjmu pro-
vavel que o silio nao durar muilo lempo desla vez.
Teni-se procurado negociar um ajusle oulre t'rquica
e os cheTes do goveruo de Buenos-A vres; mas essas
lenlalivas nflo (cm litio resultado. Tma commisso
nomeada pelos tlou lados, roallourou-se, ou pelo
menos o general l'rquiza nao raclilicou um Iralado
assignadu por ella. I'ma mediacao do minislro do
Brasil o do eucarregado dos uegociosda Rtdivia, na-
da conseguio, assim eomu o cheTe da f-i.i'.iti naval
franceza, uSr. coulra almirnulo de Suin, que iu-
gerio um pouco imprudeulemeute naam paixe ar-
dentes, o que rclirnu seus bous ofllcios depois de ler
descontentado alguma cousa a ludos.
Por ullimu, um armisticio, que linba sido aleng-
uado ao principio, fui descouhecidu, e as liostilida-
descomecaraui uutra vez mais animada que nunca.
A quesIAu agura esln em saber a quem perteucv-
r a victoria nossa exlraordinaria lula. De um la-
do, L'rqi.zasilia a cidade, a declara em estado de
bloqueio, cerca-a por todas as parles ; do oulro la-
do, nina grandsima resolucAo parece animar os de-
fensores de Rueuos-Avrcs encerrados cm 9eu mu-
ros. Tudus us das se dan novus combates entre os
llliantes c os sitiados. Com ludo ao passo que e^les
Tactos so desenvolvan!, o rongresso geral, reunido
em Sania F paralrabalbar na ortranisacAo da rep-
blica, votara urna conslilulcffo,a aualappareceu uo
1 do maio ; ella he na verdade muilo liberal cmsuas
h-|M-i.;nr- ; coulom asclausulas as mais Tavoraveis
ao tlosenvolvimeiilo das iir.igradies ; proclama de
um modo diliuilivo o principio da lilierdade da na-
veaaclodosrloi. Quanlo aoseu carcter lllerno,
ella constlluea repblica debaixu do rgimen fede-
ral maniendo a independencia das provincias, e or-
gauisanduum uovernosu|>eriurda cunTederaerio, Fr-
quiza ja ii-/ proclamar esla cuusliluicAu, o al se oe>
cupava. dizem, em fazer eleger na campauha urna
sala de representantes da provincia tle Biienos-A)-
res para a facer sanecionar ; a quostSo lio sabor, so
a cidade, que semprc lem recusado enviar depula-
doaaoeongresn de Santa F, aceitar a consiiiui-
can du I de maio. Nu he pnrque hajam ubjec^es
seriase fundadas, mas ha a paivAo, e naquelles dos-
dilusos paizes a paixAo he que goverua, em risco de
fazer predominar anlagunismos vulgares nos inmen-
sos Interesen quo a paz vera loso drsenvolvercm-
se e engrandecern, i fecue des deiu- monde*, t
PERYMBlCO.
REPARTICAO DA POLICA.
Parte do da 7 de outnbro.
lllm.eExm. Sr.Participo a V. Fu. quo ~
parles hoje recebidas nesta reparlico, consta lerem
vldo presos : a orden do delegado du prlneiro dis-
Iriclo leste termo, a parda Anua, sem declaradlo
do motivo ; a ordem to subilelesado da Tregueza de
S. Anlonio, o pardo Bernardo Jos ta Silva, e o
preloc-cravo Antonio, por e-lareni brigando ; e a
ordem do subdelegado da Treguocia de S. Jusc, Ma-
nuel o Espirilo SaOtOCastlM, para averiguaenospo-
liciaes.
lieos ::ii i Ir a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 7 deoutubro de is.vt.nim. aim.
Sr. conselbt'iru Jos lenlo da Cunta o Figueiredo,
presidente da provincia. O desemhargadnr Cae-
tao.fose da Sita Santiago, chcfo depulicia iu-
lerino.
COIIHLMCAIMIS.
Blographla do Padre Jos Gomea da Gaste
Ga delta*. '.'
Vao incendie''* a ca*a do poeta Pindaro.Tal
fui, sobre a casa cm que bahilou esse urande e m-
milave! poeta, a inscripcAo ante a qual suspenden-
dn-ee Aexandre, que em sua vinganca havia pros-
cripto lotlo o povo Tltehann, cunservuu at>s desceii-
tlenles du poela, e aos Sacerdotes a vida e a lilierda-
de. J us Lacedenouloa quando (umaram Tbehas,
em lempo du seu pode.', lverain o mesmo respeilo
i memoria daquelle sublimo poeta. Aos que fervo-
rosos se cnlregam cultura, e amor das letlras, e
srieucjas, mormcnlc da pocsia, doce compensadlo
Ibes he das lidadas appliraces o cslutlos, das pri-
ocesa que, por amor desles se condemnam, c lal-
vai da IndiOerenca, lenfo desprezu, ou perseguicao
dos n esc i os, muilo os deve assoberbar mesmo a re-
curdacAu desles, e oulros mullo fados scmelhanles,
que SBOa mais hrilbanlc honra, o gloria da letlras
se curias, o us mais relevantes prova do seu |rader
c encantos* [1J .Maso discpulo de Arislolole sabia
por nlo ter nbido coma nona do autor,
repelimos boje esto communicado.
O* Redactor**.
I Horacio senlava-seamesa deAuguslu.egocava
da uaamizatle scm ceremonia alguma; oomesmu
Augusto, sentido de quo nflo Ibe dedicasse versos,
Ibe BBCravia: /rata* me tib *cito, i/aod nonin pte-
rim/uc eju*modi scrpti* mecum poli**imum toi/ua-
ri*. In ccreri* nc apud postero* infame tibisit
i/nod videari* familiares nobi* ene'f l.uic XIV
disse a Boileau una vez, depui de o ler conversa-
do larga, o beniguamenle: Soucenez-vnus que j'ai
toujottr* a rosjj donner une heure par semaine,
i/uand roa* roadrez rcnii ; sobro oque dic Villc-
main 'curso do lilleralura Franceca: // /- ne sais
t/ut'l e/t le se/i/near de la mur aufjuetil aurait dit
daru/ilay?. Foi lal o enthusiasmo de LeAo X, c
sua pruteccAo os lellras, que expedio urna Hulla em
favor das poesas de Ariuslo. F, leudo Voltaire de-
dicado a Irauedia o Fanatismo a Be nlo XIV, cvle
Ih'o agradecen en Icrmos us mais lisongoiros, es-
crevendu-llie, que a linba lido com gramlc pracer,
oque uAu duvidasse da eslima singular que Ibe ius-
pirava um merilo lao applaudido como o delle, etc.,
etc. Suppumo que us leilores mo dosdenhaiAo de
fazermos estas comuieinoraijes, o ser injuslica que
nella vejam: smiienle urna oslonlacAo pedantes-
ca, cm cujo caso poderiam sor mimerosissimas:
ellas concurren! a consolar, e a animar os
estudiosos, e como que nos persuadem a pagar
do boa vonlade o tributo tle honra, e proIcceA"
aos verdade i ros Iliteratos, e sabios, quo escrevem
com vaalagom, o utilidade do Paiz; o estes sen-
limenlos quanlo mais se ucueralisarem na NacAo
( para o quo mclhor meio nAo ha que o exemplo do
governo, e dos magnates. he natural quemis pros-
peren! as boa arlos e sciencias; pois que lie o
insiumo de urna .N'aeAu intuir (dic Marmontel.i
le aqui em seu espirilu a inenur desconfianza o-
broa leabladede seu carcter?
lia: Nao, senliora... Ilir-lbe-be mais: I.....-
tem fui visitar muilas pessoas de ineii ronheciiucnlo,
que foram dasocietlade tle Mr. amadama JeTerson
luranle sua residencia cm Paris, o essas pessoas
moslraraiu-se unnimes sobre esle ponto quo
mais leve maledicencia jamis rocara a rcpulacAo
tle madama Jeirersun.
Madama aymundo : Nada mais honroso para
olla doque essa unanimitlade.
A'h:E lamben, senliora. nada mellior mererido.
Madama Haymundo: Assim u creiu... mas ra-
recia desses esclarerimenlos.
liu : Acrescenlarei mais... Nao sei se a seubora
couhece a senliora marqueza tle Munlbrison 1
Madama Haymando : Sim, posloque ella per-
lenca a urna societlade que nao frequenlo, mas a
pessoa que me fellou nella, inspira-me umaconliau-
ra absoluta.
Hu : E que Ibe disseram da marqueza?
Madama faymundo : Asseveraiu-me, c nilo
duvido, porque lenho muila f no juizu de quem
me den esla informacAo, asseveram-me que bcuina
inulher de coradlo nobre, do espirilo excelleute, e
de muilo juizo...
Uu : Pois Iran! a marqueza cnsenle em ser-
vir de infli a madama Jener.son, oacompanha-la ao
aliar no da do seu casamento,
Madama Haymando : Madama tle .Munlbri-
son '.'
/.u : Sim, senliora.
Madama /tai/mundo : O senhor esla ccrlo
disso?
l-.a : A marqueza Tec-mo a honra de dicer a
mim mesuran que linba muilasatisfarAo em servir
de rii.ii madama Jellerson, alim de dar-lho assim
urna prova manifesta de sua eslima e de sua ami-
catle. o Sflo estos suas proprias palavra.
Madama Haymando : Mr. Duplessis. vislo o
que o senhor acaba de di/cr-me, tas relacOe tle niadama de Moulbrison e de mada-
ma Jellerson, devo insistir sobre islo: nao prolendo
de manelra alguma fzerum julzo... porm simple*
mente parlicipar-lbe n impresso, que ella me
deixou.
la :Juico ou impresso, senliora, para min
scr.io anana!
Madama Haymando: Muilo senliria que as-
sim fosse.
la: E porque, seubora ?
Madama Haymando : L'm juico... admillindo
mesura que uAu sejn orroueo, suppe o estudo pro-
fiimo de un carcter, urna apreiaciO bascada no
conhecimenlu tle cellos Tacto, nAo he assim ?
I-i: Sem duvida, senliora.
Madama Hnymundo;Fma impressio... lem
nalureca inleiameiile diversa; o iusliucln, a s>m-
palbia, muilas vezes au menos iuvoluulario, nao
menos Ilusorios que o seulimento contrario, bas-
tan! para dar-nos una impressAu favoravel ou des-
Tavoravel... aluuinas vezes mesmo coinplelamenle
desmenltla depois pelo conheciincnto intimo da pes-
soa, a cujo respeilo a gente se linha ao pqitclnto en-
gaado,
gm i Parece-me, senliora, que ha alguma sub-
leu nessa dislincrAo.
Madama Haymando : Nao esla dislincrAo lie
mu impoi lanle, o nella insisto, Mr. Duplessis, por
quo nunca em iniuha vida allbulei-me a Tazer le
vlanamenle um juico ou uma aceunejo seja contra
quem Tor... Quando julgodever dar, retirar, ou re-
novar mittha estima a algiiem... nAo cedo a ne-
nlium arrebalameiilo, obro legundo actos paleles
e pruvado, e se por desgraea cuiumello um erro,
lenho pelo menos a conscieucia de hater-me enga-
ado lealmenle.
Bu : Eslou convencido dsso, senliora, o...
Madanai Haymando : Perdoe-me, Mr. Du-
plessis, a niniin-i.Li.ru he mu grave, o mu delica-
da, Irata-se du seu futuro e do de madama Jeller-
son, eeulcria um cruel pecar se peusasse que para
corresponder ao aforro da confianza quo o Mihor
lem em mim, me expozesse a dar-lhe lalvec por
una Taba interpretadlo de inhibas palavra urna
opinaodilTereule da que se deve sem duvida 1er
dain seubora.
Bu : Eiuliin, qual he sua opiniAo sobre ella .'...
Madama Haymundo: Turno a dizer-llie, nao
nos equivoquemos sobre os termos... senao ver-me-
dia obrgada a romper esla conversarlo. NAo me he
permillido anunciar urna opiniAo determinada so-
bre madama Jellerson ; conveisei uma hora com
efla, ese o senhor deseja absolutamente saber da
impressio, enlende? da impresso smente, que me
deixou esla cnlrevi-la.
i a : Cumprelieiido, seubora, o extremo e de-
lirado recalo tle suas palavra; esleja cerla de quo
niio procurarei dar-Ibes ouira siiiiiificacAu senAo a
quea seubora mesmo Ibes der.
Madama Haymundo : Se he assim, cunliuuo.
Vi, pois, madama Jcflersoii... Suu belleza comple-
la paremi-me exceder quanlo meu lilhu me havia
ditu oulr'ora a seu respeilo...
liu: NAo achou-n mui linda:''
Madama Haymundo : Mui linda, c alm tlis-
lo exlrcniamaule seductora ; ella ollen-ceu-mo gra-
eiosameule em mime da raridade ev.inuelira cem
luizes para sorcorrer as mizerias que prururamu
Bllfrnr ; depui a este respeilo, emui ualuralmeu-
lo a conversacAo rabio sobro Jalo, acerca do qual
ella desciivnlveu ludas as allantaras, todos os af-
fagos, que devem locar o coracira de urna mai, quan-
do se Irata tle seu lilhu ; de Juo para V. me,, Mi.
Duplessis, a transilo era simples, madama Jolfer-
bou dou-mc parle tle MW projectoi to casamento,
e acrcscenlou quo fl saliendo a alia eslima cm que
o senhor me lem, o a benevolencia com quo eu o
honrara (saosun proprias palavrn)wjnlgaria mu
feliz se oblivesso e mereccsselambem minJia bene-
volencia. B Tudo islo foi dilo em exccllenles ter-
mos, com muila grapa, lino o medida...
liu : Mas enl.lo, senliora, sua opiuio... ou an-
te sua impressAo deve ser...
Madama Haymundo : Perduo-me... Peco-lhe
quo tleixc-ine acabar... Madama Jellerson lao pouco
mo deixou ignorar, que ha muilo lempo, e desde
anles deseu segundo casamento, senla hirlinacAn
para o senhor ; mas que seu deveres de npaM e
us principios religiosos... ;ella apoiou-se excessi-
vameute em seos principios religiosos a liubain
empre salvo de um culpado arrcbalamenlo, epar-
gunlou-mcso cu nAo va uma garanta de ventura
para ambos na jusla proporcao desuas i dad es, na
cunformiJadcdeseus goslos, de seus caracleres, cm
ua mutua experiencia da vida, o na persistencia
dessarilfeierio lano lempo combatida; respond a
madama Jeflerson o mesmo queja Ihe linha dilo,
Mr. Duplessis, que com elleilo o intimo coiiheci-
mcnlo quo deviam ter um du uulro me pareca ole-
reeer-lbn grande probabilidade do ventura ; em-
lim vullando anda aos seu principios religiosos el-
la disse-me que arhava nelles a certeza de moslrar-
so tao irrcprebcnsvel em sua conducta quanlo ler-
damente indulgente para com a sua, o coulra sua
legitima esperauca o entrar COdana de|wis a algn
desses desalios, que uma mulber honrada deve
scnipre parecer ignorar, pelu respeilo de si mesma.
bem como pelo do homem que Ibe deu seu nome ;
e>quccia-mc... o agora me loinbro... esquecia-ura,
que durante esla conversaco olla fallou-mo militas
veces do senhur JeTerson com lana veneraban
ijuanlo reciiuherimeulo, e viuham-lbo lagrimas aos
nlhus (odas as vezes que prouunciavao nomo delle;
tlepois lerminou com eslas palavras, as quaes quem
ritar-lhe quasi textualmente : vo minba alma a Dos para render-lhe gracas pe-
las bondades, de quo so lem dignado encher-me de
algn lempo a osla parle... Hoje, hei de render-lhe.
uma nova accAo de gracas, porque hoje, senliora,
livoa honra de coiihecc-h.. Tal foi em resumo mi-
uba coiiv ei -.U..I.I rom madama JeTerson.
f;u :Todava, senliora, nAo posso duvidar de
que essa entrevista, ajulgar-se pda- -n;is prmeiras
palavra, nao Ihe dcixasse uma impresso complela-
iienle favoravel matlama Jellerson ?
Madama Haymundo : Mr. DuplewM, V. nc.
compreheutlc agora com que recalo devu respon-
dor-lbe, anda quando Tosse scm razAudo acto ge-
neroso dessa senliora em favor daquelles que ella


apreciar a grande poesa. Com que prazer nlo lia
illea Eschxlo, Sophocles, Euripedes, cludoquan-
lu a (irecia linba do mcllior'.' Qu.il nlo era a sua
paixilo e enlhutinsmo por Homero .' II poemas
denle foram por tua orden) rcvUln, presidiado elle
s contercnctai e copiando o depoi lodos por
sua inflo, encerr,, os cm urna caixinha de valor
ucsliniavel lomada cnlre os despojos de Daro, c
a iiiili.i sua cabcccira i dizeudo sor justo que a
urea a mais preciosa do innudo guardasso a mais bel-
la obra do espirilo humano. A essa edicao licou
cbamando-se a da caixinha. A loujouri de la res-
sonree acec les prince que aimenl les rers, dtssi,
Vollaire.
I'arodiaudo a nossoinodo a inscripcao esucoessos
com que cuuicc,uuos cale pequeo esboce, diremos
aos nossos comprovincianos : Aprsenla .. lu/
publico os poesas dos nossos anligos podas; c quan-
do a Hisloria um dia, se*era, ou caprichosa, queirn
eslremar as provincias do llrasil, queo Co adilou
primeias com o prazor o vatilogeus da rnllura das
lellras, a puhlicidade dessas poesas evitar que a
tcslemunha dos lempos reduza indevidainenlc a
nossa Provincia a urna ordem inferior, ou ullima,
enlre as Provincias suas irmaas, nesle genero de to>
zimenlo, e celebridade. Coadjuvando a osle inlui-
lo, vamos dar noticio do Poela o Padre Jos (ornes
da Costa (iadelha.
Na Povoacllo de S. Lourenco do Tiiucupa|xi
nasceu o Padre Jos Comes da Cosa liadelha. NSo
consta o da eni que nasceu, mas no asscnlo do sei
haptismo se le, que este ( .1 no dia 30 de Julho d
17, na Capella do Rosario da mesma Poxonroo
pelo Padre Manoel Pecado, sendo padrinhos o coro-
nel Pedro de Albuqucrque c Mello c I). Thereza Pa-
checo do Karia, moradores ein (oiana. O Capilo
Manoel da Costa (iadelha, c sua mulher II. Manuela
Isabel de Barros Pacheco fora.n scus pas: aquclle
natural do Villa de Iguarass, e esta da Cidade do
Recite: seua avos paternos foram o Coronel Jorge da
Coso (iadelha, e sua mulher I). Mariana Tcixcira
da Silvcira, naluraes da dita Villa de Iguarass ; c
maternos o CapHao-mnr Antonio (inines Pacheco, c
sua mulher I). Mara Coelbo de Hoborcdo, naluraes
da Cidade do Recite.
Habilitado para ordens sacraseni 17(18, e ordena-
do Prcsbvlero, tendo leilo os scus esludos em 0110-
da.siajoii pelos nossos sertocs, cdelles por olgun
lempo cxperimcTilou as asperezas, romo o declara
na Slartijada:
Ingremes serras dcscer,
Subir oilciro escarpado,
Lodo por agua beber,
Eu pude, e pido qualquer,
Que nao ter cremiuado.
Mas nao era pssivel aquella alma polida, e eleva-
da o enlcrrar-sc naquelles meseos, c solodadcs ;
aeendeu-sc-lbc o desojo de navegar e inslruir-sc
vendo
1 aira* gentes,e(i,ccwriaimanhai.
^amuos.l
Embarrnii de capcllo de na\ o. I)e *l|.....a das
cotuu, que eolio vio,e pa-sou no frgil plulio sobre
o- mares, roinpoz, mesino embarcado, c por dis-
Irarru, os dous poenielos jocoserios, que abavo
(ranscrevemus. Un- Suspiras ta Urina roram mo-
tivo as reas dcsla niassu cosiila ipiasi nal Ramear,
com que apenas, em urna *iagc,, o Coiuniandanto
o reg dava, e aos passageirns. Su em grande parle a
formosura poeliea ronsislc nu que uo ha duvida]
as atrevidas Irnnsarro, romo quamlo .1 Rllribu-
los corpreos o puros espritus, eu quamlo espiritua-
lisa o que be simples malcra ; bellezas poticas, e
nao pouras curi-i 1 ai os Stupiros da Alelria. Ounn-
los seres nao auimou a imaginacao .lo Poda llena
linda composirao '. Como Ibes deu, com a mala bi I-
Ibaulo nropriedade, liuguaacm, c accao \ lio assim
que a Poesa crea mundos notos, que einhelleza
de habilacr.es encantadas, e poioa de habitaulcs
que servo do alinieolo ao genio, e leva os lalenlos a
fazerem mil coloreo, do- quacsalgn- por nler\alo,
o de longe em leuge, sao felizes. Mas nao se des-
Iciulircni lambein os IIKeralOS, e M que em geral
nrofessain asarles quo cultivam o srnliincnlo, ea
iinaginaro, que ellos le.....cres-ida.le de coslumcs
regulares por utihdade de seu lalenlo, e desuadig-
nidade. Por ulilidade de seu lalenlo para mo per-
der dessa xivacidade ile inipresses, que he a fonle
de lodas as obras felizes que a arle pioiluz, ronser-
x.indo a suas facilidades poticas a frescura, a nioci-
dade, e I vldl. Os aulign- ronsid.ravou, as mi lu-
des da continencia, c pureza como lo fa\ora\cisao
onlhusiasmo, e i Inspracao, que linliam feilo da *ir-
gindade um alrihulo os-oncini das Musas, Ellea
nao davam a eslas divlndado um coraclo friu, poi
as siippiiiiham miadas pelo amor ; mas ao metan
lempo uo as comprchendian se nao pdicas, o CM
las: a milhologii no-las reprsenla moca) e bellas
mas priniciio que ludo modestas, e umpleeuiiali
calida*, e Ihes atribue com singular exan-o loda
asqualdades tnoraes que aconipanlian ordinaria
inenle o genio, e fazem lodo o seu 01 menlo c fol-
ia. Ton, uc,o--ula,lc 09 culteros das boas arles il
oslumes regulares por ulilidade de sua dignidad
para ailquirirein irrecusaveis direlos considera
cao que a soriedado anda nao Ibes dcre ,-. se nti
"mperteilonienle, cuja piivaco os colluca cm um
estado de veame, e sullrimeiito dainnoso aos altos
mos do lalenlo, e sem a qual ronaideraejo nenliuma
arle pude lomar-so o que pode ser, iicm dar ludo o
quo he capaz de produzir. So o snric.lnde lem a res-
pclo delles de se dosfazer de um testo de prexen-
ines desarrazoadas.ellcs lem de sua parle de se des-
pirem lalvez de malde um habito proprio a Jusll-
caressas prcvcncfies.
Duttoxcr De la libert tlu trarail lom. 3.'
{1, A povoac.10 de San l.ourenco do Tijurupapn
be haiibada pelo rio do mesino Dome, situad duas
leguas ao sul da fin do rio tii.iaua, c nellaoshi a
mioja malriz da fregiiezia da mesma dcnoininacao
de San l.ourenco de Tijucupspo. He una das mais
anligas I'ovoai.es da Provincia, e famosa pela lic-
roii-a resolucilo, c valor com que os scus moradora
resisliram aosllollanilczcs em Kiili. Nao sendo os
moradores tol*oz mais que cen, 1 ecolheram-se rom
suas familias, e loda a mais genio da Fovoaro, com
as anua, telendas, o manlracnlos que a urgencia
do lempo Ibes permillio, cm um meio reducto cer-
cado de uina gro-sa palicada de provoca., feila,
liara semelliautes operlos, (*isln que anteriormente
ja ue Holtandezet batan, por vezes invadido o lu-
gar, sem taulogcm) licando de fura Irinla patriotas
dos mais robustos, e intrpidos, commandadus pelo
maiicelio Malhcus Fernandos, para perseguirem de
emboscadas o iuimigo. (Is invasores em numero de
seisrenlos, dos qiiacs qualroceuloseram llollandc-
zes, c duzenlos ludios, foram duas vezes rechaza-
dos ; e iiivesliudo lerceira, formada toda a sua gen-
io cm um grosso esquadro cerrado, e ronseguindo
com inacbadosromper a estacada, Ido grande cons-
ultada te a resistencia, e 1,111 acertada, c vanlajosa
(como as oulras a ullima carga dos Irinla guerri-
llieiros, que rcreberam |ior um lado, que pareceu-
do-lhes uolpe de grande soccorro, largaran) ludo, e
deso deiiadamciilc embarcados, deram vclla as
viole e tele lamas, que os romluiiram; deixando
selonla morios, nao entrando nesle numero os de
minie, como fur.ini Ires ofliciaes maiores, e oolras
petsoasde couta, cujos corpos couduziram comsigo.
As senlioras dislinguiram-se rom espantosa cora-
gen), c coadjuvacao cnlre as armas, e o fogo. Veja-
se o Ctulnolv lAisilaitp. Duzenlos e sele annns
anda nao (iveram forras para consumirem a rospei
lavcl estacada, que esla sobre um grande lumbo d
lena, cercada do fosso, que anda em alguus luga
res he fundo, ao pe do oileiros do engenho Megai
de Cima, que dizem chamarem-se oulr'ora de Sai
Jorge, olhando para o luaarejo llhola, c barra Cm
Inania. Que preciosas reliquias a lodo o coraca
lYiiiainbucaiio.
inli-
eiiiliin.
divenos ; e por urna especie de magia, qoe fai
illuiio a lmaginac,ao, c ao espirilo, da por llm aja
humen- prazeres reaes por meio de invencesclii-
merica's.
O oosso llm n!o lie analjiar as pocsia, mas pu-
blica-las; todava diremos do passaacio, qoe em am-
bo o posma no pareco haver, alem da origmall
dade, imaginacao fecunda, e graciosisalm
cao, linguagem rasura, harmona, poest
Quo exaclas e poclicas imagens, por exemplo
sao as seguintes:
De repente a embarrarlo
Por parle occulla so arrumba :
Que triste sluacao I
Pcdcm todos ronllsso,.......
Grita o Meslrc : A bomba A' bomba !
I o- ua bomba a repuxar,
Outrosa brecha buscando,
O licor a horhulhar,
(1 navio a se agachar,
E a Morle caminhando.
E ua guerra dos clcmenlos os Aquilocs furiosos,
que roncos berrain,
Duras vergas masligando,
Rotas elaa engolindo I
O genero beroi-comico, ou jocoserio nao be des-
prezivel si por sua nalureza. O /lape aflhe loeii
o Luira, e o llysope sero sempre lidos com pra-
zer, cen parle rom ulilidade.
Se as obras deslo genero so servem para nos en-
Ireter alguns nslanles; se ellas iu ao, senio 1
nue Horacio chama lenimen dulre iaborum; nao di
cem lu es nada
rom i uizes san
culos rsla som-
ero n eu ceo-
; dem US III ida-
meus llm. mui
se dignou, por sua rerommendar
nomo da caridaile evanglica... '
/ ii: Quinto a i-su, ?enhora,
sao para madama Jeftetan, e...
Madama /Ititjmuutlo : Mas
uiuilo para as familias, cujos sollii
ma vai alliviar! He por isso que 1
nlii-i 111.......1 |>ela bcmfellora della
ma de Monlhrson, cujojuizo heac
agn e mu siio, lem lido langas ronferenrlas
ruin madama Jrn"crnon, o deve aprecia-la perfeila-
menle, pois cnsenle em servir-lbe de mil...
liu : Emfim, senhora, lenhn-a escula.lo com
nina allenrfio profunda; arha alaumn ronsa que
censurar, quer nos termos, qur nos senlimentos
expreneo no decurso da conversaran que acaba de
referr-me'.'
Madama /laijinuntlo : NBo acho nada absolu-
tamente que censurar, seno uma levo .affecloco
le piodade, o a* peroraran um tanto pompo-a, nn
qual madama Jefterson annuuriava-ine 1 que ia
render graoasa Dos... por Icr-merunhecido.
/. : Como loda as rerem-roiiverlidas, ella
exanera lalvez seu lelo reliaioso.
Mittlama Haymundo : Ah!... ella tei conver-
tida ha pouco?
I'.u: Quando rasnu-ee pela primeira ver. ella
nao linli 1 principios religiosos hem dclerminados...
Pouco Iciipoaules de sua uniflo com osenhor Jef-
Tenion he qoe foi locada pela te; oro, a senhorn
1 nncordara, que. admillindo mesmo uella algnma
exagaraatt religiosa, esta exageracao nao pido ler
i-n.iii exrcllenles resultados no poni de vista do9
devores de urna esposa...
ndo emlim ser empregadas, se nao como um cal-
mante proprio para moderar uma di'ir ligeira {dil
iimEsrriplor Franrez1 nao deixam de merecer a nos
sa eslima. I m.i alma jovial e rapaz, depois de ira-
balhoduro, de se entregar a rousas diverlidas, con-
siderando-as pelo ladu mais agradavel, nao he um
pequeo favor doCco. 1,'m hoincm alegre se sub-
Irahe melhor s diniciildades da vida, que um grave
e melanclico, c nao he jamis absolutamente mao.
lie nconleslavcl, que se v milito mais sugeilu
mos serios, quo alegres, liracas, porlanto. sejam
dadas ( continua o predilo Escriplor 1 a cssas calie-
ras joviaes, rujo espirilo divertido nos alegra, abre-
via as nossas horas cnfadonlias, e nos foriicrc re-
medios que nos liram do ahalimenln, da melanco-
lia ou da allliccao Notc-se, porem, que o verda-
deiro lalenlo de gracejar he raramente a parlilha
dos espirilo lignos, rujo rararlcr dominante he a
alegra. Os melhores gracejadores s,lo os que por
sen carcter grave c rcflccliilo lem sobre si o peso
de negocios importantes.
11 sub io Cicero, proprio para os negocios de motor
gravldade, podia com ratao rombar do Incapai An-
tonio, que linha patudo a vida na dissolurao. c rom
os libertino. lato se encentra linda com cuello lo-
dos os dia. c parece que a nalureza quer assim mos-
trar, que a Ncnladcira jorosidade c o serio (cm mili-
ta alinidadc.
A-iin he, que sendo o Padre Jo- (ornes da Cos-
a (adellia, por sua ndole prazenleir.-i, de uma
eonvenarJo, e companhia amavel.a eneanUdora, o
era nuda menos por -lia continencia, discricao c
virludes; e tobrouhlndocomo Poela no genero jn-
COteriO, rom igual lirilhaulismo c goslo Cantan di-
versos assumplos de maior inleressc, e graves. Re-
fere -o ou" linha de poesas de um, c oulro genero
um volme pro,.....o para o prelo. -Na informa,;.!..
de sua boa vida, e ru-tuincs em ITfiS, para ascen-
der ao preslivlealo, o seu Parodio, o de llamaran,
iodo .Machado Freir, o declara de estatura ordi-
nal ia, chelo do corno, mo redondo, or alva c ru-
bicund,.......ns lirmu-o e pardos, cabello prelo. e
bem barbado. Mas emlim aquello, que lauto birla
reconlweido os risco da vida marllima, e romo que
proleilado alia,ulona-la ( ultima quintilha da Ma-
rajada/ mo piidc evitar o cruel desliiui do acabar
detgracadarnente sbreos mar.-. Viudo de An-
gola, e" na altura de t'.aho-frio. combatido de urna
icinpesladc o navio, em que elle era Capelllo, a rc-
Ir.-.nra, ou oulra semelhanle verua. balendo-lhc na
cabera, lerminou-lhe a cxislcncia. O immeiiso
Ocano foi seu tmulo.
K a umsa titla Itr aMlm. Miseros horneas !
Saturno para laura tle raiat Fados,
Hmmumlo a alma em mi morar. ,
lil. epic. a morle de llocagc.
Uai un COMO l'oela trilles praalai.
Kerr. egl. 9.
.///o Juaaaim tle Mello.
Os suspiros da Aleuia
Pelo seu amado Assucar.
Era alta noile: linha caminhadu
.Melado ,h eslelliferacampia
A caradora Deoaa, o paiaolado
De Boolraaeugjro a Ursa declina:
O minado cardme, uijo Gado,
Que para o a, Prole., cruel de-lina,
otoccgo do Mar favorecido,
Pelo convczjatio adormecido.
.Mal o fri silencio inlerrompia
lie quando em quando o l.eme que rosnava |
0 vento, o ine.ino vento pareca,
Que no icio das agoas repuu-ava.
ApeuMO Piloto de viga,
-li oulro Phora, que 0 ruinodemandava.
Apenas este- duus sao acordados,
E eu, que atiento ..ssislia aos meus cuidado..
Quando la das caverna du mais fundo
Do Navio urna Vozsahc combalendo
1 m paito, e oulro pasto torpe, e inmundo,
Que en, lavos de ahlelo a val prndenlo :
To corlado, lio triste, e tilo profundo
Era o son,, que oppi imillu PO pudendo
Prego, Madelra, llrcu, lud., celia
Ao- pungentes clamores da Alclria.
a A-sorar, caro assucar, meu visnho,
IVieiii Visnho nao, meu Compauheiro!
Ondee-las.' Ol I mal baja u quo ramiuho
Palo mar uo Irilha.ln abri primeiru!
Se era liuiuem na furnia esse mesquinho,
.Nao devia ser homem verdadeiio;
Tiolia roi|,o de pao, alma de forro ;
Digno de mullas morlcs por seu erro.
Onde clavan,, Nepluno, os leus cruentos
Bailo? leus ceg vaos, teus duros morro
Aonde, alto Imperante, Re do Venios,
Aunde, Bolo, e-laxan, leus cachorro?
E nao corran crueis, laucos, sdenlos
A Iragalloeeo'eeseu vermelhos gorros,
Antes que na rrupico de dous Imperios
Tragan) roorles, divorcios, vituperio?
Pela doce uniao, vinculo gralo,
Que na Ierra, meu Bem, faco comligo,
Nao ha mesa aceiada, rico pialo,
Em que logo mo venham Icr rnmigu:
Tuda que he gotlo bom, lino palalo,
Me festeja, me d risonho abngo;
Ando de mao em nulo, do bocea em bocea,
A qool primeiro diga : Isto me loca.
Aqu poim de li divorciada
Pola negra ambirao de un, Phura e-casso,
Insulsa, sem sabor, desrontolada,
Da marmita a bandeja alllirla |.a-...:
S me -a-1,1 a brutal (culo mitrada,
Ao limoall'eila, i turba, eaosargaro;
Que pessoa de bem, genlc de goslo,'
.Mal .mi boiras 11,0 chega, volla o rosto.
Que eu nesta fatal urna, escuro seio,
v,va Incgnita a iodos, pouco importa 1
Que a-sim me veja quem rom lano areio
Ja me vio.... ubf quzcra anlcs ser m
E-la a cansa do meu msero nielo....
Este ohjerlo me vence, e me transporl
Ver-me em hisle repudio, em tal rail
He de pojo, c vergonha o meu suspiro
Trl-le, mil veres trille Snladide,
Soparamini, Cruel, no mar le avancas'
Tudo o mais uoza aqui de toeledade,
Os mais lodos (em las alllancas.
Ah! Quaudo le bel de ver, nimba Saudade?
Aisucar, minliat doces csperancatl
5uando, quaudo viras ao meu regato?
I, I Quando le lud de dar um lerno abraco?
Aoserhos Irlsle desta voi ehorota
Commove-se o Paol.sahe da Barrica
A nrolestanle Broa carunchosa,
Culo nnligo solar em Londres fien:
Velha, calva, sem denles, e rugosa.
a sua meia lingoa mol se explica:
Porem como nao era mullo lula,
A' Alelria saudando, assim consola:
Prima, querida Prima I (Islo dizendo,
I le 1 ..-I In- o secco lirado no pescoc.o:
A Alelria ir honra a vai soflrendo;
Mas que nausea Quetediol Que alvoroco'.)
O coraco me est, Prima, revendo
Vosso jostoquexumc, o pranto vos!
tamsolai-vos, que leudes compauheira,
Sem quo me valha a graca de eslrangeira.
Ao bom Qucjo frescal. Manleiga nova
Nos Anglicos Navios sociada,
Um me gaba, osle pucha, oulro o renova,
Todos rindo me do sua dentada:
Mas aqui, se por teme algum me prova,
l.ogo sou dcscnmposla, e praguejada;
Como se fofa acaso culpa minha
Ter quem de l me Irouxc alma mesquinha.
Somos Prenlas, nao i o neg, Broa,
Mas legtima eu tou, lu ct bastarda;
E esla detigualdudc de pessoa
I andinu qucixa igual i a/an n.in guarda :
Alem de que, te tez uniao boa
0 c a, n mil,., que sempre leus de guarda.
Isto disso a Alelria com inl'rcsse
De que mais oulro abran, Hic nao desse.
Van o truncado l'eixe, que no bancos
A cabe.-a dexou, pois nao convinha
1 -, i!,,- o Mundo nos cabellos branens
A deerepla idade que j linha:
E limo que a-iin nJo Iraga os das francos,
Dcsrobrc-se as pocas da espinha
Que o vira a (ran Brelrauha entrar esrravo
No reinado iufeliz de llenriquc Oilavo.
A um I,,,, .1 .m arrimado o pobre vclho,
Cada passo urna queda Me oll'rccia,
Te quo rhega por llm, sujo, e vermcllio,
E euiphalc) assim falla Alclria:
Este caduco, trmulo consclho.
Estes anuos, tenhora, esla |>olia
Do que venho a leus pus lodo coberlo,
Quo mo desprezes lu pareco accrlo.
Todos aqui lamenlam ; na verdade
Cada qual moslra a causa pelo ePfeilo.
leu, rasan ; purm cu na minha idade
l.a moslro ler ua magua maja direilo.
O leu mimo, finura, o gravidade
Juslamenlerequer igual respeilo ;
Porem cnlre estes Lobos carniceiios
Todos, velhos, ou mocos sao conleiros.
%
Nunos! Caslros! Almilla.! Quem me dera
Esse rain, essa ardenlc colubrina !
Esla Interne Palrnlhl coubecera
Que cousa ho tralar mal a (culi lina.
.Mas para que liomecher naciuza austera?
Ilescauce en, paz 1 mxima herona.
Para asleos licarcm cnsinadot
De (brollar s baslam dous Soldados.
O Iropcgo AOClaoia do caneado
Pama rulre-i-olerico, c sentido;
Bem que, u mi se queixar, inda calado,
Pelo chcro moslrava eslar ardido.
A Alelria, que linha iuda pregado
V lie o roslo, e II,e dava alenlo ouvdo,
Como quem se levanta de um transpone
Respondc-lhc mais viva dcsla irle:
Tu, Pai da scxla, o sabbado, exp'ricntc
Tua falla Hunde, e sempre iinpressa
Dentro d'alma a lerci : ingenuamente,
Nao pareco do quem nao lem caboca.
Con, ludo a imssa causa l,u dillerenle :
Baralh.iu, lu ten quem te favorece :
Uto-te as inos o Azcile, o o Vinagre,
E .. mesa ti le assontam por milagre.
A cornuda, infernal pesie do Norte,
Irmaa podre da (osea Medicina,
Triste Carne, quo vein depois da morle,
Soll'rer cruel niarlv ro em negra lina,
Pendrada lamben, de magoa forte
Salte da calda mais forle que resina,
E nqoeren, corrupta, c redrenla,
Ncsla voz Alelria se aprsenla :
O leu pe/ar, Vizinha, lio verdadeiro ;
lio publico, a iienlium de mi se esconde :
Mas lu podes lomar ao compauheiro :
Eu oudu hei de ir boteallo? Dize :onde?
J.i co'a inflo no nariz, pelo mao cheiro,
Enjoada Alelria II..- responde :
Aparta-lo do miiii, Morle salgada ;
E esse leu escorbuto mo he nada ?
Eisqueo Arroz co'a Ccvada
Vem-lhe allenlu fallar da |
llebemdignodcpranlunt
Dizem ) bem que he rom,,,
i. Querem correr.-..
I.be respondo ) Or:
o fordello
re etquerda
i .i,-Miin
11 Mu um em n
go em ra alel,, ?
o beber da merd
las pobre Testas,
perda.
Ha!
Madama Itatjmuntlo : Seja cm que tur, nao
goslo de exageracao; ella he a vezes um signal de
fraqueza ou de dobrez. Repare que digo il tetes,
0 estou longe de anplirar eslas palavras madama
Jellerson ; quero classillca-la entre numerosas ex
oepec-es, e pensar como osenhor, quo be smcnl
.ni.i-i.id i pelo seu zelo de rcreni-convcrlida...
/-. : Admiti isto; mascmlhu, senhora. peco
1 he en, nomo de sua lealdaile habitual, diga-mc
Tranra e brulalmenle a impre9ao que Iho dexou
madama Jeirersou. Pica nvamele bem entendi-
do que he uma impressao... nada de mais, e lalvez
mesmo engaadora ; mas emlim qual he ella ?
Mtitlitma istiijittuutlti: Aclici essa sonhora ani-
mada do melhores senlimentos; smenle pareceu-
inc que algumas vezo seu acceulo nao concordavn
i,,l\e/ al,-,,lula,nenie com o peusamenlo quo expri-
ma... oque...
Bu : l-.nli, a teuhorajulga-a falso hyiwcrila !
mentiroso I
Madama llaumuudo : Na verdade, Mr. Du-
plcssis, be impossivel couversar-se razoavelmenlo
con, o senhor; itso me ter lamentar ininliafondcs-
rondenca I
ce auiliir.iu das magras lleslas.
i-,, ? Ncnhum desles he culpado I
icvinde atcelo verdadeiro.
o do baleia rerheiado
negro PhocasCosinheiro.
! L me responde o enrarruscado
do cu'o dedo ao Dipeueiro.
ste ao Capillo Iraz por escudo .'
u arr,
E tu, di
Que liz
Ambos i
Em suc,
Sojas I ii
Masqu,
Aponlai
Al, Ql. .
Ah Que elle nao responde lio reo de ludo
Oh Queira o terlo impulso Neplunino,
Nao que ns praias o vejan, insepulto,
Mas que soflra cruel, p ra seu eiisino,
En qualquer parle vergonhoso insullo.
Nunca llie mostr o Co roslo benino,
No Vento sempre encontr incerlu vulto ;
Ou fraco em demasa, ou muilorijo,
Navegue sempre por mares de mijo.
l'ermilli vea, Genios, a quem cabe
Da discordia, edesgosloa infernal arle,
Se he sulleiro, sollciro mesmo acabe,
Se he casado, a Mulher delle se aparte :
Qual oulro Menclao prova a que sabe
I m desquite desptico, um aparto;
Em Ierra sem remedio tom-a odamno,
i.,,,,- no mar me permute deshumano. >
Os Dcoscs protectores da innocencia,
Vingadores severos da injuslira,
Que al donnindo nreslam audiencia
Ao suspiro inl'iior vozsulunissa,
Como agora os ouvidosdarlenicncia
Negaran, aos biados da juslira ?
Emqiiaulo o justo vol ll.e dillcrem,
Oulra pena mais prompla llie conterem.
Inda rallava: quando., .Mardesperla,
Accorda o Pai Nepluno, Eolo accorda ;
Um, c uulro se DOMO ro'ouvido le i,,
A escuta,- os suspiros junto borda.
Condecido o motivo, edescoberla
4 rausn ; qual de raiva desacorda,
E qual por suas raaos prompla vinganra
Vai tomar do delicio sen, tai- laura.
D-M Marolo igual? Qucalcivosia .'
( Di/ o Mar, pelo rea eteumando.
Irevldo I Bregeiro! Co'a Alelria ?
Nao conhace a Alclria ? (Itto, borrando,
Diiia o Vento.) E arabo a porlla
No Navio colricos sallando,
A toco, cachacocs, murros, sopapos,
Capillo,Gente, emlim po-em ludoeui trapos.
Eu qua do meu helixo a ludo atiendo,
Pela pragas, do Tcmpo deteonflo.
Senl.i-ine, abro o poslign : eque vou vendo
O grao riiunis corrcn.lo-lhc agua em fio.
Torna cama : e aos Coos agradecendo
O tevor desalvarem-roe o navio,
A mili, mesmo me digoj deilado ;
Ora graja a Dos Estou vingado.
ADVERTENCIA.
NSo publicamos aqui a Manijada, porqu ot
cxemplares que della lemos, um da impressao em
Pernamburo ua Tvnogropbia Fidedigna cm 1833, <
outro dado Rio de Janeiro na de Cremiereeml837,
ambos sao viciados, c incorrectos em grande parle.
Comecou-se oulra edicau cm Pernamburo na Typo-
graphiadcPinheirofS Faria cm 1834, mas nao so
coiicluio, eparnu a impressao na CVIII quintilha.
A primeira de todas as el ,,/. tella em Lisboa em
i-, consumio-se totalmente. Logo que a oblivermos
limpa dos vicios, e erroscrasso com que a Iranslor-
navam o descuido, e ignorancia dos copistas, a tere-
,o imprimir, e annunciar. Quem a lem ? Coad-
juvem-nos com a sua comraunicac3o.
III.U) PRATICA UE HOMEOPATIIIA.
FACTOS CLNICOS.
COQUELUCHE.
lies, non rerba.
Cousollou-me o Sr. Dr. Francisco Urbano da Sil-
va Ribeiro, acerca dospadecimcnlos de umseu fitlio
de idade de 2 mcies. Achava-se com muila fehrc,
losse convulsiva, mais intensa durante a noile, cho-
ro ,,,,,-i,,,,le, e a vezes vmitos; olho direilo ver-
melho ;dejeccesamarellas, eraras jdiniculdadc de
mamar. Ja Iho haviamadiun,'slradocAam.,urM.se,n
resultado, a naoser aggrava(3o excessiva dos sjmp-
lomas. (Estes mcdicamcnlos.cmuilo prinripolmcn-
le arii., nao podiara ser uleis neslo caso.) Emprc-
guei ror.-rud. 12. as colherinhas de 2 cm 2 horas
e o resultado tei o que consta do segrale paragra-
pin, de unta caria, que rae dirigi o dilo Sr.
A i ianc esleve em crlse nodia e noile seguin
,, le a cm que principici a adminislrar-lhe o medi-
.' camcnln, tanto que cheguci a muda-la baplbar |
i, porm no cgundo dia aprcscnlou grande inelho-
ii ra, o continuando cora as doses conseguirn, ellas
rcslahcleco-la, o acha-sesalva. Agradc.;o-ll,c poi,
fel acerlada cura, que lbe tez.
onvm qne se salba que nem sempre a coquelu-
che se cura com lamanba rapidez, como nu presenil
caso ; mas o que be ccrlo he que pelos mcios horneo-
patneos secura muilo mais depressa, du que pela,
prepararoesallopalliira, e que, liaveudo Ortica, i
lino na cscolha dos medicamento, mo se perde un
.,Mnenle. Ao menos posso allil mal -que liveocca
siao de medicar a 282 meninos no Maranhao, duran
le uma lerrivcl epidemia de losse rtmiulsa, c ape
as live de lamentar a perda de um, cujos pas mli
liveram a devida confian; na hoinieopalhia, eulrc
garam-no aos remedios das boticas, e larde livcrau
de orrepender-sc de sua impacieucia O medica
metilos, deque mais proveito lirei enlao foram acn,
earb.-c, tlroi.. ein., pttls., o leratr. Algumas ve
zes rae foi preciso laucar mao de ipec, nu.rc.
bry., hep., mere., bell., eor.-r., c sulph.I-re-
qiiouluvanessa poca |I819; iiiiuha clnica con, i
maior as..iduidadc, c applicacaoo r. JoiodaCruz
Santos, o qual, por motivo do que vio.se deelar,
liomii'opallia.
Na epidemia, que icinou este anuo (1859! nesla
capital, aaVo.,c pttls. nao senwslraramefi
senaoem niuilopuucoscasos ;eraquanlo ouoo maior
numero de meninos foi rurado por meiodccur.-t-.
per., ein., ceralr,, dulc, bell., mere, e cor.-r
Em alguns casos gravissimos aproveitarain coi.-)'.
ais., carb.-c, c satitb. Dr, Sabino Oletjari
Ludgero l'itiha.
i o,,-nli......central hum.eopalhico ra das Cruzes
n. II.
Irangelro. Longe, htm longe de no, pois, qualquer
uiieiicao de iipnotieau i uosso nico objcclo deve ter
a exploraran d um campo, que da razao no per-
lencc.
He cora intima utialaciocom verdadtira ufa-
uiaque deve recordar-te o enlhusiatnio con, qoe
aquello peiisamaalo foi abracado pclot uottos Ir-
mos ultramarinee, qoe tem provado em lanas oe-
casioet, que apezar da distancia em que vivem da
sua m.ii-patria, com vehemencia Ibes palpita o co-
rarlo, quando te trata de engrandtce-la ; c que
nada pode calar em seus peitos o amor pela descen-
dencia d'uma na,.,,,,, presa de inuitos infortunios
embor, mas em cujos fastos histricos jamis se po.
dorio apagar as gloriosas paginas, que alio.tan, a le
mcridado das suas conquistas c dcscolierlas, c as
gentilezas de seos heroicos defensores.
Importante tei o tervleoque nos presin a compa-
nhia Roval Mail, e subsequenlemenle a general
Sleam Nvigalion Company, fazendoapollar os seus
bellos paquetes a Lisboa, Madeira e Cabo-Verde na
sua derrota de I nglalerra para o Brazil o Rio da
Prala ; porem para us bavia um vacuo uaqucllas
carreiras, por quaulo a pezar de podercm os indivi-
duos Irausporlar-se commodamenlc, as prodceos
da nossa industria agricola o fabril eram excluidas
desse beneficio; por isso que Irazeudo qussi sempre
cargas completas para o Brazil, quando arriban, a
Lisboa, uenhuus genero podem receber para aquel-
la paragon, porque mesmo quaudo accidonlal-
mcnlo baja algum espaco, sua curia demora, sem
previo aviso, nao pcimille que panal ser aprovei-
tado.
Be debati deslc ponto de v isla quo a companhia
lusitania.'que comecrasuasopcrarAca por urna em-
preza cosleira, so prevalesccu da latilude do seu cs-
i.itmu, para prupor aos seus acciouisl.is a extensa,
da naxegacao ao imperio do Brasil; eessa proposl,
discutida era asserabla geral de 29 de sclcmbro de
I'.',_', assim emo a mu,lauca do seu lilulu para
de l.uso-Brasileira, foi approvada ua seguinlo settiio
de 6 do oulubro, c por alvar.i de II de dezembr
de l>-.-'.
Depois appareccu o prospeclo do oulra assoriacao
para o mesmo hu ; purera sendu reronbecida a ini-
propriedade de duas craprezos da inesmn naluroia,
e ruin lao gigantescas rjroporoaOa, aconselhuu a pru-
dencia que se refundissem en, urnas,',, para evitar
a ruina mutua quo nccessariamcnlo se seguira da
loa concurrencia.
Ncslas circuraslaucas rcciprocimeiile se manifes-
tarain desojo d'uma unan ; c o pronoatu ninnea-
ilos, proraplamcnlo vieran, a um arcordo, reforean-
do a dircccao que, havendo i cunIVssado o seu re-
cuiilicciinciilo, sent quo i braco mais forle nao
fosso confiada a organisac.'io .ruma empreza, que he
mais un padro de gloria para esla cidade.
Acbavani-sc apnrova.lospor S. M. os cslolulosdo
primitiva rumpaiiliia, aulurisaudu a navegaeau para
o Brazil, quaudo a rouunissao dircelora enlrou en,
exerccio ; porem julgando-sc que algumas leves al-
terarocs poderiam lorua-lu- mai- pe, leilos,aquelle
pacto social, assim ampliado, tei novamcnlc sugeilu
suncrao regia, que Iho tei dada por llnra de 30 do
junho deslc anuo ; n uuindu agora a n,..-,, le lodiu
os .1, i,i,-i,i-.- do harmona, es-encial para o bou,
andamento d'uma erapreza dcsla ordem.
A connnissau romprelicndeiido a grande respon-
sahilidade mural da sua niissao, oquerendusolnclu-
do corresponder a conlianca n'ella deposilada, abri
logo correspondencia com diversas casas respeilaveis
da Grta Brctanha.e assim pode oblar uradualinenle
as mais circumslancadas inforniaeiics relaliv.,nenie
aos grandes vasos, de que .carero esla companhia
liara a sua naveglcjo.
A circumspeci ao era lodavia un, dever que a
consrienria Iho impiinha, c espalhando-sc nolira
da cxrelleneia do a calrico ii que por mais seguro
c econmico esperava-se que lugo sunplanlnria os
innlores al hojeconheeidos, o eommissao, que nota-
ra haver sido prevista a pnssiliili.la.tr, de sua rcalisa-
cao as palavras do eslaluto, referindo-se ao va-
por ou qualquer oulro motor mais ventajoso que
viesse a dcscobrir-se n, cnlcndeu dever pairir nos,
al te ro.
80 enalto-, e que poda clevar>aa 1-JO ;e calando
pouca agua, he Ingularmeule adaptado para
Companhia de nnvegacao' a vapor
Luso- Braseira.
Para completa scicncia dos scuhores accionsla
desla companhia aqui residentes, o abaixu assignad,
publica o rclalorio da eommissao dircelora apresen
lado cm asserabla geral de arciouislas na cidade di
Porlo, no dia 22 de agosto lindo; em que delalhada
nicle se patntela o eslado lisnu'.-cirn da rompa
libia ; c em seguida procedendo-sc a cle)cao dos so
ros que deviam reger seus desuno, recado csli
ua personasen segundes de quem se espera o con!;
resultado mais brilli
o
ola
Pernamburo,
III,, chad Sr. com o Percha.
lExin . Sr. I.onc
> [llm 0 lili,, Cerv Sr. Josc Sr. Dr.
0 lllm ) lllm ) lllm c Exm. e Exm. Sr. Joaq
II llll,

i, desculpe-me; masa
jnlio urna te cga em
aar
l-tt: Por favor, -culi,
clrcum.lancia he grave, e
seujuizo...
Madama Haymundo : He justamente ii
I rircumslanria grave, be juslamcnte jior dizer
sciibor que lem uma f cga cm meu juizo, que na,
posso solfrcr que interprclc mal minhas palavras
Nao lbe disse. nem tenho razao alguma para crer
que madama Jellerson sej falsa, bypocrila c nien
tirnsa; sera duvida cxpliquei-mc mal, vou, nois,
tir-mo do uma Compararlo musiral, a qual lbe
fai lalvez raen pensanienlo mais inlelligivel; em
mapalavra, a voz de madama Jellerson nao me
pareceu sempre complelamenle justa... ouvliiilo-a,
scnli por vozes essa impressao, que causa uma leve
dratonaneta cnlre o lenlldo das palavras, e a manci-
ra porque sao accenluadas, dillerenra quasi iniper-
cepUvel I nao ser para un, nuvido delicado o excr-
cilado! Nada de mais nem de menos; comprelteu-
de agora que serla lo dcsarrazoado aecusar por i*
su madama Jclfei-son de hjpocrisia e de mentira,
romo aecusar uma mulher de htUdade por n3o ler
sempre a voz justa, ou por uSo concordar a expres-
sflo de seu canto era lodos os puni, con) o tcnli-
inenlo, que quer exprimir?
/Vil.- Comclleilo, senhora, cuinlerpretava mal
sua palavras... V. m. intendia muilo respeito i
madama Jeflc-rson, c sua perlut haca,, lera sera du-
nda alterado seu rcenlo.
Madama Haymundo: llemui provvel.
Bu: Emlim, senhora, aconselha-mc que case
con, madama Jefferson agora que a condece ?
Madama naymuno : Tomo a dizcr-lhe, Mr.
Duplessis, posso acaso 1er a prelenrSo de conlicccr
essa senhora por haver conversado uma hora com
ella?
l-u : Vamos mais odiante... supponliamos que
Jn,1n eslivesse no meu lugarl Enlao, segundo a ira-
prettta, que Ihedeixou madama JelTerson, aconse-
Ibariaa senhora a Judo que casasse con, ella?
Madama Haymundo : NSol... saine confias-
so tnicamente nn nossa entrevista dchonlcm...
Cu ; Ah senhora I
liano nssignado, itprovetla o cnsejo pa-
ra senhores accionistas que uesla pa-
gara, a viren) rcalisar ar o din 15 do correle, a
terreira preslacao de 2 por cenlo do suas acces,
sua casa ra do Trapiche, n. 20, para ser remellada
i dintelo.
5 de oulubro de 1858.
Manoel Pitarte Hndrigues.
ELEIC.VO.
He.
rit-iidenle.
nendador, (iuilhenneAugusto M.i-
I ice presidente.
lo Lobo Percha Caldas Barros.
Secretarios.
Mendos de Carvalho.
Antonio Auguslo Soaio de Souza
Directores.
Sr. v.runde de Castro Silva.
Sr. viscondede Trindadc.
i Piulo |e,o.
Substituios.
Sr. Antonio Comes dos Sanios.
,i A o...... I-errara Balihar Juniur.
.i Manuel Jos Moulciro Braga.
Conselho fiscal.
O lllm. c Exm. Sr. harn de Massarellos.
O lllm. e Exm. Sr. Manoel dcCIaniousc li.
O lllm. Sr. romiuenda.lor Jos de Amorte
REX.ATORIO
da eommissao' directora da companhia de na-
cegacao' a raporliato-Bratilelra, a lido em
auembla feral de 83 de rosto de 1863, pe-
la director secretario da direcea'o Ednardo
Moaer.
Srs. accionista-:
A eommissao dircelora quo leve de levar a effei-
lo c organisar a roinpanhia quo vos conslituis, acra-
decida pela honra que se lite runferio, vem boje
respeitosamente ruiuprir o seu devor, dando cotilas
da sua gerencia, que espera merecer a vossa app
vacio.
Felizmente realisou-sc o grande pcnsanicnlo de
se e-lreilaren, as nossas relacoe eomerriaes romes-
sas vaslas regines Iransallanlicas, que povoadas rom
sangue porluguez rormam o imperio do Brasil, c
embora de nos separadas por conveniencias loellea,
reriprocamcule nos liga a sytnpalhia, a aniizadc e
II,
tal
,r que., ixilcma
perteicoado pelo capillo Erick,
igo de crretponder a etpen
iirelwram para objeelos tuarili
prsenlo rutista que nenbuui ,
metlica ha podido resisli
.quehe preciso descuv.,1
fn-Ao. uucarlioni-aeo.
tleraco occiipou n cornil
luranlc os quacs receben
inatoes acerca da barca
>Sis. R. & II. Creencia
Ifcwall, e que a habilitan
-o .in ; sendu justa pola i
lindo lodo os aprestes,
ole
.., pill
mais li
a poi
d
i. te-id
tilia di
cbi
\c.\e. c ludo ,1., un-...... qualidad,
i rasado Sir J. W
Lu,
mar de inrerlc;
inventado ou,
parare estar lo
quo dellc se co
porque ale ao
ou rotibiiiar-ao
shladc du ealoi
se operar a sua
Aquella cons
alguns me/es,
songeiras nter
I'doria, quer
Iruindo cu, Illa
ver a sua acqui
t 53,300, ncl
irem dcVatnara
por va da respeclahil
l,o, k, Baronel & Companhia, do Londi,
A eommissao lem a sali.far.a,, de viuauiunciar,
senhores, que ella espera que no mez de diveiul,,.,
sulraras aguas porlugiiezas aquella soberba cm-
linrcacio, cetca da qual ule se ouvetn se.io o.
minores elogios.
A faro da sobilita dos malcraos de ronslrurcao,
c dos jomaos em Inglaterra tei rasoavel o proco da
compra; nlo pndendo|deteonhecer-e agrande vm-
tagetn do adiaulaiiiento daquella mnnarci(Io da
sna solidez e pcrteieao, ihrevlando-tc a-sim a
iniparienria dos Srs. arrionisla-, que anriam pelo
cuincene ronlinuac.lo de lo lutplcloai earreira.
Junio acharis, senhores, um miudoesbocodo
vapor / Mora, que por cin.hleraeau pela nossa
excelsa soberana a r.nmis.o fez denonnuar a /'.
Marta ii. o, e Igual tenUnwiilo de rwpeito den o
nomo do i, I), redro II. ao onlru vaso, de rujo
at nossas barra.
A commitmlo dev Informar-ves que rccouheceii-
do iirapirhriiliv.w senhores accionistas algum dfci|
a uma compen-.ac.il, propuz-lhe o abono pur ,,,,
so ve de 6 por cenlo |)im nao te htvendu con
rormade com eala ilelibtracio algunt dellc-., ,-,,.
deuadireccoquetsteobjeclo, que cm nada piM.
influir nos interesses geracs da companhia, doveru
ser sujoito votsa contider{Ao, que de cerlo sor
guiada pela razSu c iuatiea, leudo havidoa preven-
Co de te fazer avallar o Duque do l'orlo o mu
meslranca do arsenal do Lisboa que llie paz o val,,,
de tO,8l'226 ou ,,-,. 48:7899000.
Julgadoseu dever a direcloria dar-vo ratit |.
guntesclarecimculos sobre as probabilidades dos lu-
rros desla mporlaute empreza, e peruade-e ou.
nao sao ellas mesquinha!. '
Rernrdar-vos-heis, senhores. que quando w esla-
1,,-lcceu o primeiro vapor enlre Lisboa c Poclu
rauilas opiniOes se pronunciaran!, que sciieHum,
i-peenlac.io seria procaria, o na verdade au lo, el-
la inuilolienl sucedida.Depois.lo.-cri o,......v,,,,_..,.A
idea, e debaixo de mais felizes auspicios, redufin.
do-se gradualmente frotes e passagent, tem aug-
mentado a concurrencia a ponto, do tm lugar d'um
boje dnus vapore te suahinlarem perfeilanicnic.
Este laclo nao he novo, e ha sido observado c
provado uuivcrtalmenle ; e lalvez, potsuida dew
axioma a comraissao directora propozesse llaaati
redcelo as laxas do Brasil, se nao julgasse nSode-
ver provocar as oulras eompanhlas exislenles, enm
quera desoja a maior harmona, achande-se ja reliz-
menle desse accordo.
Pedo venia agora a coramiatlo dircelora para de-
monslrar algumas ds vantagen que inconleiUtrl-
uio,iie a..,.lem a esta roinpanltia.
Faiendo ella so as sua carreiras deLisboa so II,.,
vice-versa, u vista da velocidade das embarrare.,
esem locar era Tenerifte, poderiellt rarihnenle fa-
zer o 11 ajelo com dout vasos, regularmenle unu
cz em cada mez, como podereis ver do mappa jun-
o ; e dispensara dentis auxilio se ralo filra a aa.
ce.-ii.ol, de eslar provenida para algum rasosuper-
le ; porm esso lerreiro navios,',devendo ser-
vir era caso exlraordinario, claro he que nao rama
er igual em laman! Mara II, ou ao />. Pe-
dro II, dessas enormes embarr-aedes que rivalituao
eu, marcha, belleza, e solidez.
Resulla una grande economa desla circurastan-
eia, nao so do desembolso, como de de-pozas, que
pesara incvilavelmenle sobre utn emprego sujeiloa
delerioracao alen, do juros, c oulro gaslos iiievilj.
veis do grave conshloracjio ; como lien tlemonslrail,,
no ,.,, o rcspcclivo.
As nussas IripolarOes sao iuunlmcnlo muilo nirnn.
cuslosas que as ingieras, lauto pela soldada rom,
pelo passadio. P.mquanlo um mnrinheiru inclu
ganha I IsOOO a I23OOO por mez, altn de eonmeda.
rias que importan! cm oulro tanto, o nosso maruj,
mi menos hbil, nem a qualquer respeito inferior
vence quando muilo NOOOrs. cmais 3;(>OII a I-
ra, para romida.i.to bc,ol,ra do mclade dos Mires.
l-i-la se,isiveldillerccporcorro lodos os oulro.
vcucinicnlos proporclonalnicnle ; produzindo 11,11,
reiluceilu nao inferior a 70ott 80 contos de reto, M
Iripolaeao do In navios ; e |K,rlanlo, se nao ,1,..
rriiclamos arossos subsidios, alias ligados a pesad,,
encargos, piKsuimos oulras vnnlagens que por ven-
, in -1 o compensara, e anda que nao sejam de gra-
vo ronsideraro os privilegios, isempce, proroc-
livasc subsidies que por cunlralo us conceden o
governo de S. M. F., nao devenios perder as espe-
raneas que, eonvencendo-se da Iraiiscendencia dcs-
la eumpaulua, ello sera mais liberal as suas con-
cesses, para animar o estahelerimcnlo Industrial
sera duvidu unais extenso que se lera lomudo
no, paiz, e que vira a orcupar o maior numero ,1.
bracos ; sorviudo de excellenle escola aos uossostr.a-
rilitnos, e desetivolvendu a industria cu, lodo o-
scus variados ramos.
Anda mato vatdagens deven, esperar esla rnnita-
nliia, do decidido tevor que dar a tnaiuria dos paj-
ageros regulares aos nossos paqucles,lripoladp
pri|iloaeabaineiilocsloei
to l.cile & liman, de Londn
missaoque ronvireis, Srs.,
raudo melhor se poderla )I
das duas monarchiM, do ql,,
nonics aiiguslos nos seus jovt
Nao reala duvida a com,
queso Ule seguir
ucnliuma oulra
luridade, formu-uia, asseit
sua marcha regular exrcdei
Os Srs. acciunislas do II
es, c na mesma o|
irrogado o Sra. 1
Espera pola a co
ue de ncnhum ou
litar 1 fi-al
TSSSL
estes .1
ra......--
1,un,
dadt
pelo.
STvX
conslriircilo, 1
.ras.
I erara q
ncordava
devendi
hora.
un
algo
rosten) preterid! ao
npre guiada pelo doaa-
ro ouvir o parecer dos
; e mal bavia lomado
iBc.ics havidas, asquaes
ivopara o.lrcliimedes,
;ao lio relalorio aiinu.tl
linsidar o Oriental, que
rulado do hlice aobre
L-iiin cato especial, era
poria oulra quilha 110
parculcsco
Nao lu 1 i
alele
le tente impura a patritica idea de
dehaixo da bandciia bicolor, uma
rarreira de vapore para o Brasiluo tei por ccrlo
a coloca do lucrativo trafico d'oulras linha, do va-
pores em aclividade, que II,o servio d'inccnlivo ;
senlimentos mais nubres Ihc presidirn), inspirados
pela necessidade, altamente reclamada pelo nosso
co,nncicio. de se lio- proporrionarom com aquellas
inleressanlcs plagas, coinmtinicacoc commudas e
prompla, alini de assegnrar mais rpidos resulta-
do ns especularnos, emancipaiidu-as do'feudo es-
1: Mas dou-mc pressa .
inhccimcnlo mais profunde
ria ten) duvida minha pii-
Madama Haymundt
acrcsrenlar que um n
ilessa senhora modifica
neira impressao.
/Y11; Meu Dos! em que lerrivel pcrplcxidado
acabam do lanrar-me sua palavras I
Madama ftiymundo -. Que', osenhor ronltc-
madama JelTerson ha muilo lempo, ama-a, ella
una, c algumas palavras minhas bastara para
que suspeita injuriosas so eleven) cm seu espirilo!
lia: Ah senhora...se cu livesse uma confi-
111;a ah-ohil.mella... na,, ,i le, i sublliellido sua
proriaeao,
Madama Haymundo : Mr. Duplessis, nada al
qui pede fazcr-nie suppnr una tal dcsconfianca de
sua parle. Eis-aqtti suas palavras: u Amo ha mui-
lo lempo madama Jcltersou, ella coinparlilha esle
senlimcnlo, este casamento parece-mc reunir loda
as probabilidades de ventura tios.ivcl, ella ho uma
mulher digna c honcsla ; todava converse-a, se-
nhora, c diga-mc depois o que pensa a seu res-
peito. o
sal : Sim, senhora, sao eslas minhas palavras.
Madama Haymundo : Depois de nossa ullima
entrevista levo enlo graves motivos de desconfianca
contra essa senhora ?
I'.u : Precisamente nao... ma...
Madama llaumuudo : (inca-mobom : nao tol-
licitci nem sollicilosuas confidencias, o ignoro, se
julga dever orcultar-jite alguns do antecedente de
madama Jellerson ; acrescenlarei lodavia, o que nao
he provvel, que se o senhor li livesse justas razes
para desconfiar-so della, minlia impressao, por pen-
ca pi fumla que seja, adquirira una gravidade lo-
Porlusal. que as palhela
hlice. Nesle conflicto, e a
jod'acc.l.ir,resolvcuadre
i expcrienles ua inalcr
rcsulucAo face d'nfor
lodas sen evrcpcu so loclil
leu ella com Intima salisfa,
la gigantesca companhia l'i
tal era considerada a super
rodas, que exceptuando
peqlenos vanos, de cerlo mi
c-i ih-iio i-nii, diverso li.olui; e que inoniu nos I
eos exislenles, era de aeotiselhar a alinelo por
causa da decidida economa que d'issn resultara a
erapreza. Lisonacia-sc porlanlo a dircccao Icr an-
dado com acorto n'eale negocio; o no lu, .leste
rclalorio tubincllc ella a vossa considerarn um de-
seiivolvinienlo d'aquclla exaclissinin obiervacao.
Em mareo d'esle auno rhcgoit o vapor a hclire
/),/./,/. do l'orlo, o primeiro desla companhia des-
tinadu para as viagens ro.leiras. Esla embarcacao,
que havia lido justa porconladac.....panhia l.n.i-
tauia puh.s Sr. Ilambro&Companliia c pela mu
niudiea quantia de C 7,500, iurluindo casco c ma-
chinas, menos us sobresrelIonios, lera dado -ali.fa.--
Co, sendo sua extraordinaria velocidade um dos
.cus mais salie.....s eharaeleri.lico. do honda.lo ; o
pmlercis ajuizar da sua forliiua, pela coula crlen-
le que vai por appcnso; sendo ja o seu lucra liqui-
do era.'i tiiezc obra dor. aWOgOOO. Orean
Duque do l'orlo por 355 tonelada, ruin motor de
porluguctes, aoude encontraran! todo os ronfortu
dome-ticos, eos mesraos usus ; a conversaco cral
no idioma nacional, o finalmente sua* idade du lit-
io, e nianeiras urbanas.
Eniquanl a cargas cutre Lisboa c os perla at
Brasil, he proriso notar-so que esse cumrarrcio esls
boje lnguido, mas a tuna ca,reir o deWtrlara *
-eu Iclliargo, e uhjeelos queainda hoje naoaaOpan
l enviados, rumo finetas, lgame, e oulra, scuic-
Ihanlciiiercailurias, lirio am auxilio do viiih,,.,
do tal, doa/.eile, das carne., c de arle-farlos, era
que muilo so ron,niel eia ; e uu pudendo ciar dal-
lante a poca do rcconlicccr-se o erro do elevado,
ilireilu. suhrc ciilonacs,smi reditceau data maior ine
pubo a esl inquiranle Iralico.
Bata objcclo aeba-se mais iiiiiidamenlc datintar
vido na exposicaoappcnsa, da quahereis, senhoic,
quo a empreza pdc lisongear-se d'um infeliz tcsul-
lado, sem allagar <-vlia*agaiilcs Mperincaabatctaai
em cotiipulos aeriu ; sem calcular solo o o auuiiiru-
lu mili provvel du Iranallo, o mlentando-te w
com a actual concurrencia, e o obsequio do rrnte-
nares de /.elusos procuradores cm ambos os licinh-
pherios.
A cniiiiiii.,,o dircelora pule uiuiii.-ima ati,fjr-
iueu, patiicipar a esla Ilustre asserabla, que fa-
llido inicua jutfira nos iulercsses desla cniprria.
.evcollenle- ,,,,.-, ma,,;,-. ,|Uc hoiivc das boas qua-
lula,les do Sr. Antonio Carlos de Azeredo Coulinlio,
Ihcpcrimlliram eomlesreniler com o erapclio de
reseidu numero de acrionislas que cipres-saran, ,i
cu desejo que do | iineiru vaso lite hissc confiad,, o
-ommando, rcunludo esto cavnlheiro s MrOaariai
babiiilicoei, a era,ule qualidade d'uma e.luraco
uprrior, c do maneiras deliradas. Com c-le p--o
, commiltlo uo ronuuelleu injuslica para con, qual
picr oulro individuo, ilexeiulo derlarar que a Sr.
onnnandanle do vapor Duque du l'orlo, que he
um excellenle nutico, por motivos domcsliros pt
ferctia ser espacada a sua Iransterenria para urna
cral,arcaclu do maior eon.idorai.-ao, te ot scus ser-
vicos t,,-.ein merecedores desla ,li-lincc,o.
Reta aluda, senhores, apresenlar-vos o balao.o
da gerencia desla dircccao, que se rehiro ao cxlractn
dos litros, e que vs podereis examinar > face dri-
les, presando-te a dlrelo que nlo poder dcixa, ,1c
ser approvado o mllenlo da rscripluraro, pela .ua
singoleza, c clareza, iHidcnd,, n'um golpe tle >la
ver-so ueslado,le cada cunla.wm ncnhum Irahallie.
Para maior esclarecimeulu lem n eommissao a de-
clarar que j rcniellcu por cotila da D. Marta
II..........Rs. 149,9811611
D. I'edro II......R. ii,(i:l,;-,,-ii,
K que existe cm letras na caixa sobro
Londres. ,.....||s. j.lOOI?
Us. |-9,.-ill?a;il
Senhores:Mes hoja exercer urna prcrogatna
de grande responsahilidade. Da vossa csrolha de-
pender a prosperidlde d'um eslnbelerimcnl, que
alem tle honrar a cidade do Porto, berro de grande,
emprezas, ronrorreri para a ventura do militan
de ramillas, .laudo impulso a navegaeo, ao coni-
mercio, a agrirtillura, o a manufactura dehaixo ,lc
quaesquer formas que se aprsenle. Nao se julgu
fa.-il o Irabalho. Muilo anda resta a fazer, c os
novo meninos da direreao doverao juntar a inlelli-
genel, perteveranca do proposito, c verdadtira dc-
Pu'rlo 22 do agnslo de 1833.
(iitlllterme .luyuto Machado remit.
Presideulo da dircccao.
Buardo Motar,
Director o serrelario da dircccao.
Isidoro Marques Rodrigues, Director.
Afanoel -V, Manleiro llraga.
.luanlo Gomes dos Sanios. "
tallo lien
eis ,-,l.-|
ap.
lo uma
livn para deseo
da dillerenle, pois esla ii,i|
datapparenciatirrepreheni
hora apenas de ci.incrsacfl,
Eu : Nlo lenho nenlium ,
fiar della, etlejl ccrla disso, senl
.l/(tdunt Haymundo : N'cssc raso viste que lu-
do o pastado de-a senhora Iho prova, que ella leu,
sido al aqoi uma mulher digna c hnrala, mo de
neoliiim.i Importancia ao meu tenlimenlo ; por-
quanlo.se o senhor livrsso razo do suspcilar de sua
sinceridade c moralidado, ou II,e dina : crea cm
meu inslinrlo, em meus presenilmente, ot quae
entilo nao n,o lerian, engaad.....Rellielo... reirla
muilo ante de concluir esse casamento !
Eu :Mas com que intuito madama Jellerson
quereria ilhulir-mc? Ella tleteja ardenlemenle es-
la uniao, cslott ccrlo q.,c me ama, o minha fortuna
he mc-quitiha comparada com a sita.
Madama Raumunio : l.'m mulher pdc ler
ms paixoes, o sen, embargo disso amar o querer
casar-sc ; podo diisiiniilar, domar mesmo seu genio,
emquaulo esla subjuvada |ielo amor Mas dopois,
se o amor nao foi mais que uma illuso ephoraera,
nina phanlasia, um capricho ; se as ms p ,n,,c. mo-
mentneamente romptimida dcsencadeain-se, qual
lie a Vida do marido d semelhanle mulher? Fe-
lizmente eslou lanado vaas .uppu.u m-, pois o se-
nhor ten, uma conlianca merecida en, madama Jei-
fe-on ,l ruultrio llevo allrahir sua allenco pa-
ra um poni mu delicado... Segundo o senhor diz,
exi.lc uma desproporco cnusideravel culi a for-
tuna de madama Jelfcrson o a sua. nao he assim ?
Eu : Sim, senhora, he a pura verdade.
Madama Haymundo : Essa desproporco pa-
ipi
-me al,.,,luame,,
ra honrada, che
ora e fortes pela si
acontece agora cot
; porm se o sctilu
ule
nlr
-I,
: ill-isnllc.
udaconnai
re ulaue,le mu-adei, o-,.
o senhor e madama Jellrr-
r livesse conservado a menor
hre a mnralidnde da mulher, quo lbe
IroUXMH em casantcnlnbem inmensos, a mai- vul-
gar delicadeza Ihc ordenara que rcpcllissc una
unan que podia parecer eivadl do vil tolerancia e
de haixa robira. Carecerei aeretrenlar, Mr. I)-
pie-sis. que a pcrteila honradez de seu cararlcr a
rolloca cima de-ta -u-pcila ? Ma. o mundo cu, que
,. senhor vive ralla muilo mal disto por orio-nl.i le
mai quo por maliria, e rerla maledicencia ex-
valham vezo a honra de um homem I (iracas a
Dos este rercios sao chmiericot no que Ihereipri-
la. Se o ocaso livesse querido que as apparencia fa-
gueiras, amorosa, honestos c llevla de madama
lellci-on rusten, lomadas pura a circuinslancia, te
a a aerara .levse cal,ir milis larde... sua vida se-
ria um inferno '. O senhor nu inspirara t pessoa;
Mipchiiaos nenliuma piedade, un ella te Juica-
lian, auto, isadas., ,11,, ma, quo o aeulior se catara
com essa rica Vlova polo seu diabeiro.eclla mesma
Iho faria lalrez algum din cita aecusaeflo ctmaga-
doral
Bul Ah!enhora, esse pemamenlohe Irarrivell
Poste que .,pie-,ni.1,1,1. cm terina de htpolhese
t palavras de madama Ra* mundo n,e assuilar;
lias pateciam cenlirmar minha vagat
as desconlacas, as quacs se revela*,,,,, ueste un
liento mai vivas que mine.
Itepcnlinaucnlo Joaa enlrou e inte, tunipeu no:
a coitvorsaio. Conllnttar-sc-ha.)

iilinrli-


-I
CORRESPONDENCIA.
~~w lledaclorei.Como Vnies. se lem amatada
,,,, Aula bondadca pnblicacaodasdillerenlaa
, ,|,i- fi.la.lau. muilu dignos de serein vol ailos pa-
.', diputados provincia, o bem cnn>cncido au de
.',.......>.i essos jii publicados como nimios, do. que
J uiirtMeitlo na mitilia (. ain.la na publicados
Jo iiiinbciii por ua. qualidade. bem conlieridas,
i,i,i menos digno, do crm volados polo carpa olei-
[oral da provincia; voii rogar a Vulcs. que iran ler
Miijioniujo a niesina bondade de publicar cm seu
,i',..iimoo Diario a lisia que remello, fc liqnem
\ ni,., na carina de que por esla deferencia, o fl-
uir mullo obrigarn a um que lie do \ mes. mullo rc-
nnlncMo venerador. <> eTMMr malulo.
i K5JBBANCA AOCOHrOEI.EITOKAI.0A PRO-
VINCIA POR l'M DOS SKIS SIEMBROS 00
Mrro.
OsSenhorasi
I l)r. Pedro Francisco de Paula Cavalcanli.
! lii. Francisco \a\icr l'aes Brrelo.
:{ r. Aulouio Coelliu de Siic Alliuqucrquc.
i llr. Manuel Joaqun) Carneiro da Cunda.
5 llr. Jos Mara Moscuso da Veign Pessoa.
I llr. Joaqun! Pire. Machado l'orlella.
i I ir. Francisco du Rcgo Barros Brrelo.
s l'r. Manuel Clcinentiiio CamerodaCunlia.
ti llr. Joao Francisco da Silva Braga.
Iii llr. Joaquini CoiicaUc, Lima.
II hr.Nabor CarneiroBcirrra Cavalcanli.
I.' leiionle Francisco Rapliael de Mello llego.
1.1 Padre Joaquim Pinlude Campo!.
II llr. Jos de Sa Cavalcanli l.ius.
|j l)r. c.iei.uu. Eslcllila Cavalcanli l'ossoa.
II, Vigario Venancio llciiriqucsdcRezoiidc.
17 Tencnlc-coronel Jos Francisco l.o|ie l.nna.
IS Major Florencio Jos Carneiro Monleiro.
19 llr. Ilellino Auguslo Cavalcanli de Alluiquer-
que.
jl llr. Lourcnr Avclino de Alliuqucrquc.
Jl llr. J.iaquin Manuel Vieira de Mello.
~2- llr. Jos.1 Francisco da Cosa Comes.
~~\ IM. Joaquim Eduardo Pina,
"'i Br. Joaqun) da Soma Kcis.
~S, llr. Vi. lorian.) de S o Alliuqucrquc.
i Mr. .Manuel Ju- da Silva Mita.
f, llr. AUilo .lo-, lavares u> 811ra.
M llr. Fianrisfo Jo.lo Carneiro da Cunlia.
i Mi. IIiiiz I 'lorcnlim llonriques daSoflM.
penles os seiihores Joaquim Jos Alvos de Allid-, aprondi de j.'dilaeoni o da 480n.; 06." dita rom
querque c Anlonio Vilal de Olivoira: foran mulla-'
dos em 24JMNHI rs. cada um dos genitores jurados
clleclivos seguinles:Ignacio Jos da Silva. Anto-
nia da Carvalho Soares Braudao, Anlonio Joaquim
dos Santos, l)r. Vicente Jeronymo Wanderle\. Ma-
nuel Ignacio de Oliveira Jnior, Joo l.ui/ Hibeiro
do Farla, M.iiln.i- Mcnde. Rodrigue. Campcllo c o
jurado siippleute Francisco de Paula Fernaiiiles Ei-
ras; tambem foram multados em Jilt&Ot'Ofs. cada
um, os senlioros jurados supplculcs scguinlcs :
Jos Rodrigues Pereira, Monocl Ion das Nevcs, a
niiilla.lo oin IrjjJOOtl rs. o siipplcnlc Jos Anlonio
da Silva Molla.
E para conslar niaudci passar o picsenlc clilal
que seri puldiciido pola impronsa.
liado e lunado nesla cidade .1" Recite aoa S da
eulubrode Itttl. Eu Joaquim Francisco do Paula
Esleves Clcinenle, cscrivilo privalivo do jury o
subscrovl. _,.
Alexamlre Vernardino do' frm e .Mica.
3
DECLARAES.
COHKEIO (ERAL.
O Male Sti/ilu Cruz recebe I mala para o Ara-
eaiv liiijc K is H liurw do lia.
O arsenal de manulia admiti os operario* sc-
salntes:pars a ofllciiia de carplnlelros, tres man-
Miran de :!.' elesSS com o jornal de JOlOrs.; um
u de \00r*.; para a de calafates um mancebo de
:..' chiste com o jornal do IjjOlO re.; um dilo de 4."
dita com o deKOOrs.; dou* iprendises de (>. dila
rom udc 100 i-.; c (res dilo* do 10." dita com o de
100 rs.; para a de campia*, tres mancebos de 9.*
rbissecom ojornal deiMiOr-).; um aprcudix de5.a
dilacom o de 180 re. e sei* dlos de B.* dila com o
de 100 rs.; paro a* deferreiro, um vflicial de .a
dila com o jornal de IJtHO rs.; para a de policiros,
qualro aprendaos de *J.n dilacom ojornal do lGOrs.;
para a de pedreiros, um mancebo de 3** dila com
o jornal deOGO rs. ; evinle e um srvenle* com o
detiiOrs. lns-percao da arsenal de marinlia de
Peniambuco em7dconlubro de 183:1.--U secrela-
rin iiileriuu, Manocl .Imbrozio da Conceiro Pa-
dilha,
A adniinislracao do* eslabclicimenlo* do cari-
dade, delermina (pm lodas as pessoss que liverem
em mi.i coaiMnhll c\pO'lo* maiore* de 7 anuos,
iloero apprcsenla-los lodas as que i la-fe i ras as.
Iiora* da larde na *ala das se*ses da mesma admi-
nistraran na ra da Auroro, sub pena de screm rc-
colbidos ao cslabelecimcnlo. Admitislracjlo dos
cstabelerimenlo* de caridadc7 deoululiro de IK.YI.
{) csi'ivdo, .InlonioJotc Come do Correio.
(>**enliore*arrcinalaiile* das renda das lojas
du prara da liidependeiicia, comparei;aui rom seus
.adores na secrclaria da cmara municipal, da* B
bora* da m niliaa, as J da larde, i assigiiarem o*
raapaellvoa lermo*.
(OMI'AMIIA
HE l.hliirilll!.
COMMERCIO.
I'RACA DO RECIPE 7 DE 01 IIBROASII
HORAS DA TARDE.
ColaccsoUi.iacs.
i ,inl.....obre Londresa "J7 :l|i .1. lili d|v.
laBurai manavado a IsKHi c IsitHtrs. pocar-
ALFANDEUA.
Handimento da .lia I a (i. .
Iden do dia 7.....
70:9078190
OSOSfOa
79:7159683
l^iiua
Dticarregam koe 7 Ir nuiibrn
bra-iloiraSvrttdadc felizvarios gDB-
lliu'ueinalc(Imicitsbacalliao.
|:,i..i perlugnailOliiuplavarios gneros.
Brigue li.-panliolf'emrrtpipas v.isias.
Importacao'
Escuna uactonal Saciedad* Feli:, viuda do Rio
,1,- Janeiro, conjigoada a Caelano Cu'iaco da Coala
Uoreira ; iiiauifesluu o Mguinla :
Jim ecos a bairiquinlias caf, IIKI barricas s-
li, um caiua salan, 1,1 rulos fumo, i volumes mar-
, loriat, (HI caiua velas slcarinas, 10 saco, teijao,
iliuea rhapuaj cnibriilbocamisas,.")lljaca/es lou-
iiiin,, ji..i\..s rapo, MU birria Halla doce, 30bar-
rklnilia deporto,900 vergaiuhaade cobre, lObar-
nlinli,,- iiiila. I aparador a i consol, de inouiio,
11,,,-a redonda de sala, I dita do janlar, II volu-
inis cadeiras, I sota, I cama de ferro. I meio uuar-
J.i iii|ia de momio, I mesa de malo de sala, I cai-
Mlepadraada marmora ; a Ordem.
Jraivoos chapeos ; a .Novaos\ Companbia.
I dilo ditos; i Oliveira Im!.",. ,\ i.oiup.iiiliia.
CONSULADO CERA I..
Kciolinienlo du dia I ali.....3:I95|74I
Uciudo dia 7........ 071109:1
SOUTH AMERICAN & GENERAL ESTEAM NAVIGATION.
( ESTABELECIDA l'OK CAUTA REGIA DE S. M. B. )
Os seguinles vapores no vos e velleiros sahem de Liverpool no dia 24 de
cada ni.v.
IIIIA/.II.EIItA.....................Capilla, llauicl Croen.
1.1 SI I AMA..................... a Jamos llrown.
0I.IM1A....................... C II. liaran.
DEVEM TOCAR EM LISBOA.' PRAMB'CO. BAHA. RIO DE'jNIRO. E MONTEVIDEO.
Caliiila-sca viagemda LIVERPOOL al MONTEVIDEO em 31 .lia-, ineluiiva a demora no
Itlli DE JANEIRO. Oa |iaaiialrm a canta wrAo conduiidea de MONTEVIDEO para BUENOS AV-
RFS no vapor .//i.7.\77 N./.;.* a \i.t_viu redonda o.pora raier-ae em 7.1 .lia. As chegadaa dos vapores a
esle porio viudos de LIVERPOOLilevein ser no dia li .locada mea e suas narlida daala para o de LI-
VERPOOL .....lia 17 do loguinlc.
TABELLA M. l'.SSAlins llr PEIftAlBl'CO,
Que inclue mea, ronpa, propinas a creado, e toda* a outr despexas, excepto vintaos, a^uas
ardenies, cervejas, etc., o qne havera' a bordo .V venda.
Para Lisboa............^" fnlRoa.
i> Liverpool..........-I" >
d llalii.i............ SOBOOO
Kiu Montevideo..........lOOpMacOw. I
o Buenos A\ri"..........llOpalncoc*. ;
Camarote |ira ama so pcswa ou para familia conforme o ajiwle parlieular.
Os hillielei 'le ida c volla se pauam com o favor de if i rentOa ,>' vao abatido na tabella
cima. Efle bilhelee nfto lb Iraiisreriveis, 0o panos no hcIo do ajuste, o approvcilavein para o porta-
dor, urna vea viiicn de id.i.
CADA BARCO TEHA' A BORIK) l'M ClHURtilA) ACREDITA 1MI.
Havera* coznheiros e criados frnncezes, portuguezas e inglezes.
I'ira planos das cmaras o oulroa esclareciineulos se devoni dirigir .ms Sr-.. Heme Voule|<5i
(luiijpauliiii, ruadaCadeia 'l" Recite, n. "-.
Rodolfo Jolo Burala do Almclda mudou-se
para ra da C.ideia casa n. J_', primeiro andar.
Aluia-si' a ala da frenic do primeiro andar
da eeea da ra Nova n. j.
I'rci'i-..j -r ilc um counlieiro forro ou captivo,
para um engenho dislanle desia prara 7 leguas :
dirija-sc a ra Imperial n. 7 na fabrica do vinagre.
I iimiIIh 11| de priineira linlia, reforuiatlo, quo
tcm a liabilidade e PfaliCS (tullicienle para fazer
<|ii.ili|iui im iilur; nj.ii) uiilil, ii', h> olieron' ans -c-
iiliuir- .....tu.-ri.i;uiii^ de corpos e conipanhias da
guarda nacional para o lim declarado, c mais para
instruir onulltchies inferiorea na mesma cscriplura-'
i;.id, e nos devores das -uas graduaroes ; islo med-
anle ao h.iio que se Ilzer,
Roga-aeao Sr.cirurgiao Joaquim Jus Alvos de
Albuquerquo, que leulia auondadedo rciligir osou
onooncio, purquauloo inesmu Sr. nao mura na ra
das Cru/cs, casi n. Is no segundo andar : islo llie
pede o morador do mesmo andar, porque naoquer
ser incoinmodadu.Jos Mtmoel don Santo* fil-
iara.
Preclsa-se de um feilor para lomar conla do
non sitio porto da cidadode Ulinda quem qui/er,
dirija-se mciina cidade, no Varadouro, sobrado
ii. -Mi.
J. I., de ll. Talierda declara que Jos Rodri-
gues do (lanallio n.lo existe uesla cidade, lie um
queeslt em Caravcllas, pcrlo da Halua.
No aterro da Boa-Vista a. 31.
Coscm-se venidos do (oda a qualidade, tanto para
iiaile coinu para casamento, o lamliein lodas as mo-
das perloncenlos aos mcsinos, nomo maiilelolcs, ca-
polinhos, basquines, eilfefias para cabera, chapeos
de senhora e de meninos sem a menor dlITcrOnca
dos que vem de Franca ; allirina-se que sem receto
pode apparecer qualquer obra folla nesta casa,
que para inaior prova a ine-iua senhora recebe todos
os mezes flguriiios imvos, e toda qualidade de mo-
delos viudos do l'.uis; e mai^unia parliculariilade,
que ludo isso faz-sc cun o major asseio e retidlo,
o por menos precoqie einonlra quahpier parle.
Sr. Ke.Coinu soja licilo a qualquer
CfdadftO Bpoularosou candidato para drputado pro-
vincial, por issi vou por nielo dcste lembrer aoa
lllms. Sis. oleilOTOS o Si. llr. Christovo Xavier 1,0-
i'i -. possoa U<- rocnnliocidacapaeldade, pelo que lio
digno de representar a provincia.Um amigo.
Ausentou-seda casa do seu seulior um molc-
quo, crioulo, de nomo Al i miel, com oa signaos se-
guimos: altura regular, chelo do corno, cor fula,
nianqueja alguuia cousa de um pe, calca branca c
camisa RTOSSO ; descnnlia-se que Uunassc o ca-
minho dos Afosados parao Barro: quem o pegar,
li'vc-o .i ra Dircila u. (i, que ser pago osou tia-
batho*
Oiieui precisar ilc una ama pai
moni solleiro nu viuvo, queco/iidia
loma conla do una casa, o d banca a sua conduc-
ta, dirija-se.i na das Trincheiras u. 7.
Alejandro Jos Alvos, cidadau brasilciro, re-
A. Illms. Sraa. D. Mara Iiidora do Sacra-
mento Brito c Maris Joaquina Izidora do Sacra-
mento, leen) carias na ra do Vigario n. 19, segun-
do andar, escriplorio de Machadu & l'inl........
I'rccisa-se do nina coiinheira : na ra da Ca-
deia de Sauto Antonio, aokrado da esquina n. 14,
segundo andar.
Prccisa-se de una ama forra ou captiva |>ara
cata quem prclcndcr, dirija-se ra du (Jueimadu n. 7,
luja-de fazendas, que achara com quem Iralar.
Precisa-so de urna ama para colindar e com-
prar : na na Dircila n, 7:2.
I Km caniaroli'. para nialsdc nina peatoli
i:liaj>t:ii
DI YERMAS PROVINCIAS.
i.'iKlinienlo da dia lat..... .VUtat i.'.
I.in do da 7....... Il-'lii"
.VIT.-Ti.
Exportacao'.
iti.. t itainlo do Sul, lo iu ni' I o.i-i I rini CniluH/mitu,
Is In*i loiii'ladaa, canduiloa seguiile: M.7J7 al-
luieireade sal, a mallos de ealopa de linlio,"li bar-
ni.......i liarallio, \i lalnaa de amarillo, I gnin-
t.-i.- ile ferro, I.wki cocoseo.....aaea.
l'u.iIhIi.i. rsrunahollndola Albtrt,A< ll loiie-
ladas, conduiioo wgainla: SOOiaccoaeoDi l.iaai
in rauas do assiicar.
Baha, hiato brasilairo Forlumi, de (il toneladas,
'.....iii/m o seBuinlo : :l'.i caixat quellos, I eai-
loleserrat bracaea, 3 barricas samante lo Multara,
Ji han iras haralhao, li sacros cavada om grlo, I
...ixii.i iiiiu.lc/as, I dilo espingardas, 1 dilo (atondas,
RO arrobas garras de couro, luOcaiaase II caixinliaa
in.i de i .irnaiili.1 em vclas.H saceos cera de .lila, ll
.....Um- pillia de dila, idil.is pellos de cabra.
Iilii l-.W'.IHHtlA HE RENDAS INTERNAS liE-
RAESDBPBKNAalBUCO.
Il.iiliinriiiodo diu7......1:W5l!i:i
CONSULADO PROVINCIAL.
Krinlinirnlo do dia I a ti.....2:7l'7.-ii!
dem do dia 7........ 9131001
I:li7tl7itm
MOVIMENTO DO PORTO.
fvacio minio uodin 7.
Iti.ii.raiide do Sul pela llaliia3Hdias, edoullimo
parlaS, palacho lirasileiro PaqHtfe rnitiirii do
CU) tonelada.. ine>lic Alud Gomal de Miranda,
oliveira. Paaugeiros, Jos da Kiinsera Pinto,
I ilipjic Cuslodio de Parias, Jos Anlonio Pena-
liel, liinorencio Jos da Coala,
Nato thUo nu mamo da.
Liverpool por Marciii llriuue diiiainanpiez /-
dantrifi eapiUoJ* llaumann. em lastro,
EDITAL.
ii llr. .llr.nmdie lleniiirdiiio ilm fri e Si'.va,
jai; rir Dlifilo da segunda tara criminal du
minaren do llecife por S. M. o Impainlor que
lim* ijiiunlr ele.
Paro saber m vlrlude do artigo 'JWi do cmligo
!u precean, que leudo sido coDvocadi para o dia 1-2
ile -ek'iiiliiu a saguodja aaaalo judiciaria du jurv
.Me termo da llecife, inslalou-sc no dia 11 do dito
ni./, lemlii sido julga.los nella i:t processos conlcn-
iln iNi rus prasns : que foram assuluos os scuhores
ierndos eiTeclivos segninlaa :
Nralun Pereira da Silva Moulciro.
Jos Allonso i'"erreira.
Anlonio .Muir Pereira.
uanoel Joaquim Carneiro l.eal.
l'Mqiiiin Jos Bell...
I'Hm de Alcntara Paria Abrcu o Lima.
Joto francisco de Souza.
I lumia/ de Aquino ponscca.
Jow Antonia Viaira de Sou/a.
Hmiiiio Antonio da Silva Alcntara.
aoilulphu Joaa llrala de Aducida.
Uitucl Carneiro.
ilaimel Juta dus Sanio..
J".i.|uiin tantea da Silva.
Jurados soi)[>lunles.
neodoroMachada l-rcire Pereira da Silva.
Jos Pires l'crreiro.
i.i|iii,"ni Manoel Pernandea da Cruz.
llr. Joba \ ireule da Silva Cosa.
noel J.iaquin Boye.
ernardino Nnueade illivcira.
Anlonio Jos* de Oliveira.
Fraacisea Jos Silveira.
J" traiicisco de Paula c Silva.
jan dos Santas Noves.
' Joaquim Xavier Sobrcii,i.
Mniiiil iln Silva l'eireir.
i".....'< Si Lcilao.
'.....,|".'" Ignacio Ferraira Dias.
'miicKK, Sergio do Mallos.
" J....|iiiiii Ilias Irrnandcs.
anlonie Egi.lio da Silva.
'''.liiiioile S.ui/a Franca.
'"tantee Piala l.eal.
'""jiale llonriques da Silva.
j&M'leiveira Pcizolo.
, i Anli.nin Concalves Pena.
i ni.r.i oa Paula Goaealvaa da Silva.
J," '''"lisera Silva e Jos Viclorinu de l.emos,
ii lnc"us assiduos por lesilinios impedi-
il<".: iHsenhoresjuradiMenerlivos Joaquim
aviso ao <;o.\i.\ii:i:io
Os iiIiiimi iissl-jiimliis iiilllilllllllll !,'
a li'iii(|iic:ir :i luihis as cliisscs cm \j
(itiiI os si'iis sol-lmenlos de la/en- M
(las por liaixos |inros nao' me- g.j
mis ilr nina pera n......ii ilii/ia, J
a ilinlii'iii), un i pra/.o, conforme i
^ se ajnslar : no si'ii ainiazcn (la (ti
^ |iiai;a do Coi|)0 Sanio, i'si|iiina da KJ
i ru do Tmpiclie, n. H. Ros- JJ
^| h'on Rooker a Compunliia, neso- ;
de li/.Ciidas da PU8 (lo Co'- QH
l'issii.i l'nliliiii n. I"), di- \i
irlos sinlioics .lose' VictOI'l- H
cianlcs i'j;lc/.i'S. Os nicsmosavi-
saoao icsniMlavcl |iiil)llco(|iical>i- Vf.
i'iiin mi dia ."> do con'eilte imv. a j
sna luja de lii/cmlas da rila do Co
legio i' I
rigidn |
mi ilcl'aiva c .Manuel .lose de Si- ,j
(jiicira l'ilaiij'ii, para vcndcrciii 1^
por alacailo c a rclallio. ^
\o rciinlcno pnliliro prcrisa-scde
scrvniiiM (le prdrcii'o. lornis. 011 rsria-
mis, pa;a-sc li'ill |f diarios: a Iralai'coni
o iicliiinialrniloi'do mismo.
Precisa-sc tallar com o Si. Francisco Uoreira
Ir Mcdeiros, lilho la ilha de S. Miguel, e morador
esla prnvinria, para os blindas ile (oianna^ como
Aoa enfermos
Jonquim(inica dos Simios Mar-
tines rontiniiii a tratar da artlirilr,
do rliL'iiinalisino c das molestias
nervosas receltendo (lenles si'i-
menteate O din li do presente :
as peKoai quejulgarem prolicuoi
os incioa que empresa na cura <
dessas eiileriiiidailes, poderflo en- M
eonlra-lo no sen consiiltorio da
ruii da Cadeia do Hccile n. W, lo-
dos os dias litis, dus 10 horas da
gj inanlia as 2 da tarde, e das 7 as
}_ S da noile.
Deti'jii-sc muilu que o hr. Juilo do Resn l-.il
f.lo, ou alcuem |ioi si, apparcra na run Dircila n.
~r, n iii'-". ni que Mo Aluga-ae n primeiro annr da cata da ra
do Vlgario n< -;l; aartra como um mulcque, de IK
.innns para liolequin, ou ser\iro tic rasn, por j*
leralgum principio, o l.imlicm \einle-sc um prdo
liom pora o in.iio, doSSannoa.
No run dasGruzesn. 2l,recebem-
sc negrinliai e mulatinba eicravas pa-
ra se euinar, porcommodo pirro, r co*
sei*. maica', l'a/cr lal>\ riutlios c 011-
gommar.
(i Sr. Jos Tcivpirn liiiiniaraes, qno leve ho-
lequim na run i.:i do Rosarioa quoini dirigir-aa
i pr.ica da Indepeiidunria, livraria, n. ti c K.
Ahiga-fc por |iror,o curamodo um sitio, no lu*
uar danomfnado Sanl'Anoa da dentro, rom rasa
para urantle l.nnili.i, rot'licra, pslriliara o lnn\;i
casa c iio-1""" rill,',n para doui cavalloa : a Iralar com Lula
PilumiiM, '"""^ '''""'. ".Momlcuo.
Aluga-aeonia raaa, na na do.aidcirciro.com
armarfio para \cnda, na esquina da IraveflU do
.Moulciro, a qual esl livre do huposlo : na prara
da Indepandencia, livraria u. tcH.
l'rccisa-sc de un aiUMldor : na ra !ircila
a. m.
Pteelaa-M de una anvo de leilo; em Pora de
l'orias, roadoaGuararapea n. 30,
Prectaa-se de nina ama prela, forra, para to-
llo otervicode urna casa de poura lamilla: no pa-
lco de Na Sa do Terco n. m2~.
Aluga-aa o segando andar da casada ros do
Caes, i o piarlo da ra do Itrun, cm Pora de Por-
tas, perlencenles a I'. A. da Cunda ,\ Companlila(
nu ra do \'i^aro n. II.
Na ra I! II.i u. 1:1, precisa-se d'uma esrrava
que ntiba comprar, cotioliar eengommar al^uma
cousa ; a caai 10 lem '.\ peasoaa de familia.
Antonio Barboza de Barros avisa aoa seus ami-
gos c fregUCZOS, que se aeha CSlabelocido no pri-
meiro indar da ra da Crui n. V>2 rom sala de liar*
heiro ; >einle bichea, ealuga a -JiO rs. cada una :
qncui de seu preslimo se qui/cr ulilisar, poder di-
rfgir-SOao mesmo primeiro aud.tr, a qualquer lior.i
Gasa de commissao* de eacravos.
Na ra Dircila, sobrado de3 audures,
defront do Imcco dt S. Pedro n. 3, i-e-
cebem-ae (^ciavos de aml>os os sexos, Mi-
ra se veiiderem de commissuo, no s<; le-
vando por esse trahallio mais do que 2
porGttltO, sem se levar cousa alguma
le COinedoriaSi ollereceiido-se para islo
loda a sguranca >iecisa para os ditos
esclavos.
iVntigO deposito do rape' piinceza do Hio
de Janeiro, fjrosso, meio fjrosso, e li-
no, na ra da Cruz do Rece n. 23.
Vbrva Pereira da Cunha enrarregada, ha muilos
minos, da venda deste rape", ncienlifica aos consu-
midores ilcstc artigo, que haveudo lanas, e (so dif-
eientes qualidades de rape, que chegam a confun-
dir-), quu o rape por ella vendido he o do fabri-
cante Bslevao tiasse, um dos mais auligos do Impe-
rio, o que deseja observem, porque con liado* em a
lu.i qualidade do seu rap, tanlo em aroma, como
em lera pro[H-icdade du se conservar mtiilo fresco,
se sugeila a aceitar qualquer porreo, que por de-
fcito de qualidade llie f rommodidade de scus freguezes acaba deeslabele-
ccr um deposito filial, na rui de Apollo n. -i.
Delouch*, rolojootro,
vende econcerta relogios, por commodos
presos : na ra Nova n. II, loja de Mr.
Gadauh.
i ao n in.ii o.
ty No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
M vndense um completo ortimunto
'^ de fazendot, linas e grosaas, por
^ piceos mais liai.\os do (|tieemou-
?3 Ira qualquer parte, tanlo em por-
a enes, como a relallio, allianeiindo-
f^ se aos compradores um a preeo
4 para todos : esto estaMecimento
aliiin-se de eiiinliiiiae.io com a
inaior parte das casas coinmerciaes
y in;lc/.is, i'raiice/.as, illemaaa e suis-
jj sas, para vender l'a/endas mais cm
9 conta doqueie tem vendido, epor
?| isto ollerecendo elle maiortM van-
ij higens do que outro ipialipier ; o
w proprietario desie importante es-
, labelecimento convida a'todos os
J5 seos patricios, cao publico cm (e-
^ ral, para (pie venliam (a'liemaos
M seus intereues) compra
H baratas, no armazem
'x Collegio n. 2, de
Antonio l.ui/. dos Santos.
^mmmzmmmmPimm'M
O 39 A,
confronte ao Itosariodc Sanio Anlonio, avisa aores-
peilavei publico*, que alcm do grande sortimcnlo
que lie de costume ler, ilcbiscoilos, recebeu ullima-
meule de l-'ranca delicadas latiulias de boliulios,
coulcudo .1 libras o ditas de ti, carloes ue I libra e
diloa conloado 1 du/ia dosquccosluina semprc re-
ce I ier
Aluya-M' ii airiKi/em, no qual sempre lexc la- -nMM j .-___^:* j nnH-n.,Hn ....
be. na, c no iucmiio ten armar!.: no paleo do Ter- de commissao de escravos, na
CO ii. I .''. a Iralar com o seu propriclaro Joaquim ra larga do Rosario, n. 22, segn-
Lopes de Alenla. J0 anJar.
- Precisa-se alagar urna esmva que rozinlia e. Hmt cm rcrchcni_!.c ^^ ^ eatmiilialo,
para seren vendidos por conta de scus senliorm,
a se-
os para
KomM .sM.jan^emlidoscompron.(.-
Ia r.i/t'iMi.in
da ra do
l'.ira o -enico ile casa, ciimuu
quelonlu ale 14 anuos le Idade
ie e .
tino para criado,
daiiilo ronlieri-
consle ipn' o mesmo senhor esleja nesla praca, n Ija-se u ra do iicimado, n. l, para iralar.
"ie rojia a favor annuncar a sua morada, ou diri- O novo deposito da ra estrella do Rosarlo
ja-so .i i ti.i da ('.ni/, do Iterifi' n. .Vi, -c^iiii.in andar. confronlp a lurrj.i, em direcro au Carino.
Ilepois da cvcniro il
liilo e desejado drama lie
SEXTA RECITA BE ASSKiNATIIH.
SUMADO S M til TI HltO DE 18.
principio a represenlir,ffo du sompre applaa-
mna lu
uro cm .
liante ouverl
artos, que ;
na,
r intitula'
O HOMEM
i!.iiii|iii>ir.".n .lo Inalgaa ilranialurgo parlugaai o Sr. Jas Ja 3llv, .Mendcs LaalJan
Personagens. Actores
t) comle I). Alvaro.....................OSr. IHoniaio.
Anlonio lliinuli........................ Bcierra.
li. l-'criidiniii deCardava...................." Rala.
o prior ilo Cralo...................... Piala.
I). Goncaio de Conlova.................... Amede.
Di.iiio llulollio....................... Sennii.
0 blspe deUuarda........................ Mandes.
llo> Meadas......................'. Colmara.
O primeiro juli....................... Coala.
t) segunda .liin.......................a a Pereira,
Branca da Cardova......................s.Sc. I). Manela.
Leonor............................a a Juamia.
PagasD...........................O Si. Itii/.enil.
Smrisl.io......................... Pereira.
Parlein................ ...... Uniendo.
Uamens do pavo......................N. N,
llaacarados, refad'armas, povo
ale
i eavallefras perlogueaes, -n.ui.i~. pagen
l)i:\O.\IINAt:A0' DOS ACTOS.
Primeiro, o Mealeirn. Segundo, Uuas Rivaes. Tercciro, a Voi do Tmulo. Quarlo, a 8en-
Icnrn. Quinto, quem poda salva-la '.'
Ramalar aaapecleulo com a nova e mullo jocosa comedia em I neto, Iraduaida .1 rraocci, e inli-
Inlada
Principiar
UMA DE TANTAS.
M horas.
AVISOS MARTIMOS
Tara Lisboa a alera Margarida. capillo Sil-
\eiio Manuel dos Kcis, snhc com bre\ idade ; rece-
hf r.o -a e |.aai:euos, para osquaes tem hoiis roin-
modos: os prelcudenles dfrljam-so aos oonsiguala-
rios Oliveira Irinilos ^ Companbia na na de
Apollo a. II, ou ao referido capillo, na pregado
commercio.
Para as Unas de S. Iligoei, Terceirao Ka>al,
a escuna portuguesa .lmi:ndr, capillo Manuel Au-
gusto Machado, salie com bre\idade: recebo earua
a (Vete e passageiros: quem pretender, dirija-se ;i
Oliveira liinaos,\ (iompauliia, na ra I Apollo u.
i l.ou ao referido capillo, ua prara do roinincrcio.
o capitiio Hobcrt Lrice tio palaclio Ingles
llnnafi, entrado por arribado ncsle pollo, na sua
viagein da llahia para otiinal.c carregado di a>u-
car, precisa de cerca le liMWHMI a risco martimo
sobre o casco, a cama c frote do momo navio para
occorrer as despezas fcilus n'osla : os preleiitlcnlcs
queiram mandar as suas proposla* al Ierra fe ira,
II do crrenle; as 10 horas da iiianliaa, em casa dos
igculcs de l.o)ds, no CorpoSanto, a, II.
Para o Porto.
Sahira breve o bem roulirrido briguc portugus
Marta h'eliz, ca pililo l.ourrnro Pernaades do Cer-
no: quem no mesmo qui/er rarrcuar, nu ir de pas-
jgcm, Iralem com o dloeeplUo na praca, ou com
o consiguinalario Antonio Joaquim do Suu/a Itibri-
ro, no seu escriplorio, ua ra da Cadeia n. IK.
__Para o Aiacalv salir rom loda a bravidSMSaO
lo.iir Santa CrUl : qunn orllc qui/ri OU regar ou
ir de passagem, dirija-so a ra da Ou/, n. !.">, 10-
gundo audiu.
Para o Rio le Janeiro
salir a barca nacional //injiini nestesoilo dfSS! para
o resto da carea, aiwim romo p.iwaceiros < c-i i.no.
a frote, para o que ollerecc oa uielliore COmmodoi
Para o Rio de Janeiro.
Sahara' inpratei'ivelmenle no la 12
do crrante, o brigue nacional Elvira,
recebe ulguma carsja niindu : pun paa-
sageiiXM c escravoi u i'rete. trata-te com
os consignatario! Machado c\ Pinhero,
na rna uoVignrion. 19, segundo andar.
Para o Rio de Janeiro aegue rom brevidadea
bem conlieclda cacona Caante Mara: para car-
ga, passageiros c escravoi a frer, Irala-aa com Jo.io
Antonio da Silva Grillo & Companbia, nu ra du
Viga rio ii. ou rom o capilo Alc\audic Jos Al-
ves, o.i pura do commercio.
I'.ua Marsflha.salie al o dia ll do correle
me/, a barca franre/a Canad, rerebe nicamente
passaasiras, pcloquelem os meltiorcs eommodoi
poesiveis: quem pretender dirija-se aoa consignata-
rios Hivelra liinaosLv Companhla, ra de Apollo
n. II, ou a bordo, a Iralar como rapilao.
Manoel .tiitit<> Piulo da Sitra
Os -minie- Jos Francisco l'ereira Foto, o
Aiaujn Viatma, piloto da ludoax queiram dri-
L-ir-sr a luja de < aleado da pra*a da Independencia
n. :t:i, a negocio iuc nHo gnoram.
lrH'iimino don Sanio* Huirn,
No palco da Itibera de S.JOS, ioja du sobra-
do o. 15, lava-se e ngomma-sc, com mullo aselo
r pe fri<;,,o, por pirro raZOSVCI.
Aluga-se urna rasa, na tlo^a Forle, para so
passar a reata ou por anuo, muio Iresca, com so-
lo, eslrfbarla e cocbclra : quem a prclcndcr, dlri-
j.i-e i na Pormosat quarta casa terrea, que adia-
r rom quem Iralar.
Koga-se ao Sr. Taborda, qoo quelra declarar
so o seu annnncto chamando n Jos Hoilrigues de
Carvalho, so enicmle com o meslre alfaiala, mua;
ilor na ra doQuolmadOa
I'reclsa-ae de tuna pida que sp;i i .i,, vende-
dora oengoromadeira; nao aouiivlda dar i.v^mxi
rs. : na ra cslteila do Itosaiio n. 28.
O Sr. Joflo Simos da Cusa quelra diriajr-se
casa de Tasso Ai Irnifloa, para sjustar o negocio en-
ligo que nao ignora.
Manoel Francisco de Aguiai annnncia que
lem carro le aluguel no liiu da na da Koda n. ti,
ua eoclieira que fui do Si. Kirmino : Ikhii < barato.
Osabaivo a^sitjnailos lem ainigaveliaenle dis*
olvido aaorledade que liuhtm na loja de barbeiro,
na ra da Ou/ n. 13, sub a rallo de Plnlieiro t\
Rlbelro, Ikandoa liquidadla lauto do activo como
ilo passlvo da estlnclfl lirma a cargo do socio Rlbei-
rOaJoSo AnlOHO l'inhriru, MoUOtl l'ereira Iai-
len Hiheiro.
Aluga-se urna casa grande, no l'oro da Panel-
la, com fenle para o rio i: porlao para o largo da
ureja, leudo sollo, quintal murado, cvccllcnle ca-
cimba c estribara para tres cavallos : trala-se na
ra do Crespo, loja u. 11, ao lado t\o arco de Sanio
Anlonio.
l'recisa-sc olugar urna pela para o sei viro de
casa e veiulcr na ra : quem a livor dirija-se a ra
Dircila, no primeiro nadar do sobrado, o. 32*
Supie i 1.1 <\ l'eicira embarram para o Hio de
Janeiro OS escravos Itenedirla eSaliirniuo, niulalo*.
.Na nadarla do paleo da Sania Crus, n. i, pre-
eisi-se de un bom loruciro : O qual PSga-se bem.
Desappareceu do sobrado, u. I, da na da Croa
do Reeife, um cordio do ouro com ti oilava de pe-
to c vara e lerca de coinprinienlo, suppoc-snque
o o,i erlancao bulara da janella balso, lealguma
I pessoa o arliou, c querendo resliluir a sua dona,
pode lvalo au mesmo sobrado, que sera icroinpen-
sado.
Lotera As rodas de-la lotera andain no dia -27 do cur-
ente com todo o qualquer numero de bilbelcs que
lirar por vender, sssfm como -o se vendem alr a
diati/nuslugares segulnles: praca da Boa-Visla,
loja do Sr. Pedro Ignacio Baplntla; piarada lude-
pendencia, loja do Sr. Fortunato; na do Queima-
do, toja do Iheaoureiro; largo du Uvramento, boti*
r.idoSr. Cliagas: no Kerifc, ra da Cadeia, loja
duSr. omhifBM Telsefra Baaloa, O Ihasourehroi
Silcesir l'ereira da Silea Cninarac.
Preclsa-se de um! -una, para BJU du poura fa-
milia, que engumme c cozinhe o diario : no alcm
da Boa \ Isla n.-2. terreiro anda
m> cii til a r 11 anuos uc niauc, lando conlieri- 'R ._j ,' ,
........da si, mi liii.l... : na ra da 1 i., anlipenul- ll1"'.""1"-"' ''' l'alainenlo. aarim romo
Ima .-..-a ladoeM.icr.lo .,.....para a mar. u,,n""-n ''"""': i'o.i|..i"d"cSr.,r.;os
,--,. aos -Vi......as.....nilinoa dos pre.....s .1..' ffi "" "1"'-l","s "'"' J' pal. Iiiimiiii da irmanilndo da Sa,iii.-i, s,...........lo; "''1o....."' UE.C" *Mm< "m mttm """"
ilo hairro.IcSa.....Ai........i, quaeslJoalratados nc "-"'""' '""'<1''11'--
luBueis, liajam por ealaa alio diaa de papar; o un .VI IKM.AO, NICO DEPOSITO NESTA
a l.ilt.i (.'rao de M'r saus hoinci. derlarailus, a afln CIDADE.
njiii/.i.lii-. Paula Gaisnao, .loniisia rerabeo agua drnii-
. l'rci-i-.i-'P do um rapa*, ra l'J a 11 annas, doj: frirc do llr. Pterro,oala auna eoDhacida romo a nie-
uliiinns cholladas de Portugal, para ucr einpregade Iher que lem apparerida, (a tem multoa elogioso
om una rasa do iiciroclo, na provincia do Ceari, I aen aulor,] lem a proprledade do conservar a liona
.iliaiir.i-o ii lioni Iral.iuicnlo: i|iH'iu prclcndcr diri-j ("lioirwa oiin-onar das dores de daolaa: lira (i
ikIii iir...Bi.ni nri mo l om garal o ebarulOi al-
gumas golaa daala n um cope aragna lo suillrion-
les ; IiiiiiIm'iii soaclinrii |i dcnlirriro omcIIciiIo para
a nin-crMir.'t.< dos ,Ionios : na ra larga do Rosario
o. 36, aeguodo andar.
AVISOS DIVERSOS.
"Moleiro da Franca, Jos Aivcs Guerra, osup- Irala-so na ra da Cruz do Kerife, escriplorio n. Wi
LOTERA 1)0 HIO DE JANEIRO.
Acliani-sc a venda os hillirlrs da Icr-
loBra lotera da estrada de Mage, cuja lis-
ta seespera pelouBraiileira, a!6oul8
ilo coi rente.
l'i tcisi-simIc nina ama de .file, sem
lllio, querseja Ihtu, ou captiva, paga-
se bem : na rna do Aiiiorim n. 5.
Quem precisar de um criado mullo dilleenle
par.) lodo vrrviro tic rasa c mandador, por ser mui-
lu ladino, o qual he niuilo I -1 e lainbcm br boliri-
ro, dirija-toa roa Imperial,sobradodeiioniedavl-
veiro do Munll em que mora o Sr. Ilrando.
I, oclia-se sempre prvido de iiflo-crioulo, proreii-
ce, cevado o commuin, Rulo fabricado com as me-
lliores familias do increado, atttm romo botsclia,
roscos de loilas as marcas, tifscolloi e Calas llores,
ballos para pfloe compras na ra, dilos pata cos-
i ii ras o frtelas continuando sempre a receber-se
nc o deposito ciicommenda de pgo-de-ljs, podios,
bolinllOI e bandejas cnfeilada* para clin, rom doces.
Na rna da Cadeia de Santo Anlonio n. :J0,
deseja-se fallar com osscnlioies abaivo meucioua-
dos ; Francisco Ignacio da Cmara Pintete!, Ma-
uoeliiomes da Silva, |Jouronc(o Kerreira de Sou/a
Jnior, KraOGatCO de llollauda Clucnn, Anlonio
Jse de -Mello, Francisco Joaquim da Coala, Jlo
lirio Teiveira deUendonca, Francisco l'ereira de
liiiio, Joo Thomaz dos Sanios, Francisco Ferrelra
Piulo, Uanoel da Silva Barros, SJmSo Rodrigues
do 1'!-.pililoSaillO, Manuel Sirino doCalU, Jos de
Hiios FalcAo, Joo l.ui/ Peni, Joao Cavalcanli do
Mello Alliuqucrquc, Vireulc .Vives lliiinro, Joa-
quim HOilligUOS dos Santos, Aulouio BrasfHlM
de llollauda Cavalcanli, Jos (^uncuuiulc^ la
Silva Francisco Alhuiso de Alliuqucrquc c
Mello, Jnsc Cardoxo Cavalcanli, Jos de Benevldes
i .ii-.., Jos KodiiL'ui's de Carvalho Domingos
l'ereira lioudiiu, Palririo Jos lavares de \ asron-
celloa, a imooco, c fax-se este annoncio por esta for-
ma por BSSim ser mais fcil Iralar cun esle MOho-
res ou .ii..uriii por ello.
I Hilario I Miz de llr lo Taborda.
_fl) O ineilifo J. Almeida iniidoiia
su,i residencia para a cita (la
. Cruz ii. s, primeiro andar, on*
i?. de pode continuar a aer procura* y
^* ilo uta as boraS da l.mli
COMPRAS.
i
m
2
Bilhetea de visita.
Imprimem-se por um proresso parlieular j^
e uovu, billielcs de visita, qac cm nada ce-
dem aosque se impriniem for.i do imperio,
rom a vanlnccm de fa/ri -olo.-.ibii muilu
mais o lu-iir do papel porcelana, e lirarem
assim com mais realce. Por esle mesmo
meio se imprimrm no dilo papel todas as
uravuras em urande > pequeo frmalo.
Abrem-se chapas nlo s para bilhelrs de vi-
l|(a romo tamhcm para letras ilu commer-
cio, e qiiacsqucr obJacloS da ailr da inavu-
ra ; e imprimem-se registros a lyBOrs. o
rrnto, leudo a rba|ia potito mais ou menos
ni palmo quadrailo. (I aiiuunriaule mo-
rando um pouro disianle da prara, pede as
I ptssoasa quem convler. aadlrtjam fabrica
^ de coll beles, na roa do Ihum n.... uu ua
I luja de livrus n. .'ilidanii la Cadeia.
ossix mm)WMm!m& mm&
Jos Das Simos val aa Hiu t\o Janeiro.
Alunam-se dous prclos pora o aervico de na-
darla, a Iralar na raa estrella do Rosarlo coofron-
le a groja, rasa n. i.
A fabrica fianrc/a de sapalos lateados, na So-
led,!.Ir, aos deaejoa de eoa fregueses se resolveu i
bolar um deposito de sena productos, no alerroda
Boa-Vista n. --. luja de chapeos de sol, sondeo
respeitnvel publico encontrara um lindo lorlimen-
lo de i airado- de todas u modas c de lodos os pro-
cos, se enrarreoa dos conferios e ludo quo con-
cerne na sua olriiia, tambem se toma medida pura
obras de enruinmeuda com promptidao e nsseio ; os
sculuires lapatclroaeoconlrarao na mesma luja avia
mcnios, bezerro, marroqulm c camurra, imiu por
pirro commodo : todos os objectos uclma menclonn-
dos, vendem-sc lamliein cm porr.lo.
Preclsa-se para amenaenho,distante desla pra-
ra t leguas, de um feilor perdigue/, que cnlcnda
de planlaces, e '!- fiador a sua conduela : quem se
echar neslas circumslanclas, dirija-se a ruada Ca-
deia do Reo fe, armasen! n. I. de Barroca i\ Caslro.
Onhaivo as-iuado, na qualidade do prorura
dor dallnnoel RlbolroPiobelro, coatlonarlode Ma-
ra Mendes, que foi instituida herdeira no lesla-
mcnlo de seu pai Anlonio Jos Allonso, avisa que
singuen) fara negocio com as duas casas, sitas em
Oliuda,sobrado na rna deS. redro Martvr, c icr-
rea na ra do Cabial, que locaram por heran^a a
Margarida de laK casada com Anudo Francisco da
Costa; visto que inlo leudo aquella lierdeira sido
roulemplada na parlillia, vai pedir a bcranra que
Iba compele peloj meios competentes, e a hcranc,a
ronsisle as referidas casas e dinheiro queja foi le-
vanta.lo; a ruja imlemnlwcfio eslasujella a meaefio
da herdeiru empOSSads cm lodos os beus.
Francisco Jote de MagalhiUt Patio*.
Os abaitu assicuados (cm amigavcimente dis-
solvidoa Rorledade qne liaban na loja de miude/as
da ra do Cabugi* n. (i, BOb a i.i/.lo Simos ,\ llor-
(es, lirando a liquid.ico lano do activo como do
paasivo da satnela firma, a raigo do socio Horres.
Iteeife \ de oulubro de 1853. Praneiwo .tntoiiio
Sinies, l'ietnle Mi.nteiro llorge.*.
TODOS OS SUMIDOS
douram-te prateam-K, nof meio de
electrcidade, tiuaettiuer oUjcctos, lican-
d(i perieitnmentc semelhante ki metal
imitado, e irmlo vaolaaem muita
(I 39 A, riiiirroiilo no Itn-.um .le Smilo An-
li.nio, eomprs |in|ii'l jiarn emlirullio ijoriuies tsiss...--
junlamento vendo I eaRna licm ronslruilo, pra-
in lu para bolacha ..ii Batucar.
Coiiiih'.i-sc i-iii'i in.i.....ule p|iol Diariim a
a .\*M) rs. a iirrolm : na rna laryn do Itosario, loja
n. IS. x
t'.onipi'.i-i.r' (|iinli|iicr |iera vcllia de mclal cha-
in.i.lo .lo principe, iirclcrinilo-tic o quo soja mais
claro: na ra do Collcio u. J'i, lalierna do Fealaa.
CompraiiMa aacravaa, c vandanvaa, raaabean-
se da conuniaNsfti lana para a proviaeia coaaopara
f.ira dola; na ra do Quarlcis n. i, se^undu au-
dar.
f'.oui|irain-se Iras portadas de pedra da Ierra,
mas da niclliof qualidade, com solciras, e cm (inlu
rouipleli.>, com i I palmos ao lodo : quem liver pa-
ra vendar, dirija-se ii ra do Apollo, armazem n.
30, a fallar com Joso Anliincs tiuimarfles.
VENDAS
tMlcreie-euina ama para scr\i..o de porlosn (liiriicfui, pnr iircciis <'01 ni nodos : a Ira-
il.'iilr.., em casa de |iou... fiiinilia ou de I.....Win I..... |)..|n..|i;, ,.,.|,.,,;1. .... ,.,,.,
sullcini: quem precisar, dirija-sc n ra dol'ilar ''" 'm .""Wi it'lojooiio, n.i 1 ua
ii. -26. I Nova n. II.
Vpnde-se niuilo superiur riiriulia de Sania
Galharina, e S. Mallieus, medida a visla do com-
prador : a lionlo do liriguc brasileiro Midas, fun-
.leudo perlo da Allandcgia.
Venilc-sc, no paleo do Carino u. I, um escra-
vo delionila lisura, c oplimo coiinlieiro.
Catsai francezai, n 2x')0U, o .IsOOU n. o
corle.
Vendeni-se eassas trauceza., de hoiiilos padroes,
despachada uesla semana, |ielo liaralo prero do
'2>"iOO, o IrMXIO rs. n corle : na ra Nova, loja no, a
n. 16.
Vemle-sc urna muala, de lionila ilmii.i. de tli
a 1H anuos de idade, lie ama de l.'ile, sem cria, pro-
pria pura casa de familia : a tratar na ruasdai>n/
n.3, primeiro andar.
\ en.lc-se una csrrava, crioilla, boa engom-
iiiiulcira, cuinlieira c laviidcira : na ra do Ijaei-
inado n. Mil.
Relogiot ingleses de ouro, de imlentc,
\i'iiili-ni-se, em casa de llcano Youlo tV tnupanlii.i,
lano para lininein, como para senhora, de um di.-
incln.res aulores.
Vemlc-se, na ra ilc A|llo B.3I, annaeiii
le Besucar, ral virgem de Lisboa, chegada ullim;!-
mente Da barra porlugiicza Olimpia, por meiio-
preco, que em uiiii.i qualquer parle.
Ilu.i Nota n. i,
vendem-se palih'w franeczes, Ue lu un de cores, liara-
liuhos n dinheiro a visla.
A 00000 rs.
Ven.lem-se litas pora carias de barbareis, por li-)
rs. : na rna Nova n. '2.
\'en.lem-se camisas frailelas, brancas, a lifl
rs.: na ra Nova n. .
liu.. Nova n. -,
vciidcin-se charutos da llavana.
li'i.i Nova ii. 2,
\endeni-sc coilelcs de selim prelo.
lin.i Nova n. 2,
vendcin-sc cli.i|ieos franrezes, para honieiii. a 7prs.
Vende-se um escra,o moco: na fu do l.i,ra-
nienlii ii.-21, primeiro andar, dus i) horas so meio
.lia.
Vcndc-sc um casal de escra^s, sendo a prelo
serrador, e duas prclas, sendo urna eugoniinadcira e
coslureira, e dous prclos proprios par o campo:
na ruada tlloria n.7.
Veiide-so nina esrra.a da naci, de lilaila :M)
a......s, pouco maisou menos, quo sabe bain cozinhar
e linar, rom urna cria de anuo e meio, muilu luzida:
na ra do l'urinho n. II.
__ \,-,, i,.Mi -. os pertencos do bolel rraurisco, o
qualesl.i liein moiilado, lulo o pelo local como pe-
los, nu.....idos que ullim.....culo ullercce para pa>-
saaalrw, ele. etc.: a fallar romocorrelor geral M.
r.iirueiru.
Na na do Collegio n. 5,
conliniia-sc a xender ducc do limAo, laranja cidra,
e entras mais qualidades, cm barris de ti libras ca-
la um, pala pree,o de cinco patacas, sendo grande
C.r.'.in fa/.-se abalimenlo. Na mesma se vende ho-
rluuhii de Lisboa, a 180 ni. a libra, a oulros inui-
laa mais gneros mais lieralos do que em ouua qual-
quer parte.



Callosidad*.
\ mobiliario da liugoa indgena geral.e u opscu-
lo da inullier forte, ouas virludesquea podem for-
mar ; |*lo coucgo da S do Par, Luis Barrozo de
Basles: veiidem.ro na livraria do pateo do Collegin
u. '2, e no hotel Fraucisco, ra do Trapiche n. 9.
Vende-se mu alambique, cora ser
Eentinas grandes, |>otiCO usado; una hu-
irica grande, com 12 arrobas de pesos
e dous cofres, sendo um de ferro e outro
de madeira todo chapeado de ferro, em
muito bom estado : a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 5, priraeiro andar,
das!) horas as ."> da tarde.
Vendem-se litas para cartas de ba-
rbareis: naloja n. 2 da ra Nova, atraz
da matriz.
Vrndein-se riquissiniasaboloaduras para rl-
leles, ditas duuradas, o casacas de cores : na ra
Aova, loja n. _'.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na roa de Apollo, armasem de Leal
Res, tem superior potassa do RO de
Janeiro, e da America, e cal em pedra,
chegada de Lisboa no corrente me/., na
Olimpia, tudo jx)r preco com-
Vende-se sola de superior qualidade, dictada
de prximo do Aracnly, assim como couros miudos,
cera de carnauba, velas de carnauba composlas e
peiinas de emi : na ra da Cruz n. 15, segundo
andar. _____
SESSSSBES
Diccionario dos tormos de medicina,
oirargta anatoma pbara.cla ,
etc. ote.
Sabio luicsla obra indis|ienssvela toda
s pessoas que se dediram ao esludo do
I medicina. Vende-se por 18 ., encaderna-
i do, li consultorio do l)r. Moscozo, ra do
Collegio, n. *>, primeiro andar.
barca
modo
Cera em velas. '
Vende-se cera em velas, de su- p
perior qualidade, fabricadas cm (
I .isl...... em caixotes sortidos a' ^
vontade dos compradores, e por j+
mus barato prero do<|ueetnoii- L
tra ijualquer parte : na rua do w
Vigario n. 19, segundo andar W*
escriptorio de Machado & Pi- ($
nheiro. 1$)
Venile-sc a l.ilierna "in fundo*, a tonla-Jc locomprador, com bous com-
in.nl- para ramilla, ou s> eulreua por halaiiro : na
na to Jl"i las n. que achara com quem Iralar a
qualquer hora riuilia.
Farinh;. de mandioca.
Vasdft-M farinha muilu superior, cliceado lia
pouco do Hio l'orinoso: no Korle do Mallos, prensa
de Manuel Jos da Silva llraga, no largo da As-
-'ll||.|r,l II. 1.
Cal de Lisboa.
Na rua de Apollo* arma/em n. 2 B, lia superior
-al, nova, em pedra, a prer> niiio razuavel.
Vendc-se um raliriolel.em muilo Imni oslado,
iiiuilo elefante c de boa conslrurco, cuo patente,
por preco commodo : na rua do Camaro, e*M da
esquina onde se pinlam carros.
PAO DE FAMILIA.
O pro prieta rio Senzala Nova ti. 50, tem a venda do dia
7 do COirente em diante o superior pao
de lamilia, aae90* igual se labrirara no
RodeJaneiro, sendo cada um de loo,
SOe V-Ors.
Veiule-sc tuna taberna, sita no Varadouro da
idade de Oliuda, un esquina defronte do portada*
canoas, por baixo do sobrado, propria para qual-
quer principianle por (cr |......- Tundos : a Iralar
na rua da Madre de Dos, taberna n. :Mi, no Recite.
Vende-se o verdadeiro robe an(ec) pbililico do
l.afleelcur: na rua da Cadeia Velha n*. ni, holiea
Veudi'-se unta escra\ a, crioula, com (odas as
Viabilidades precisas para can de ijunilia, a eucp-
cAo ile rua, e com um lilliu dfl idade de 3 para i
anuos ; quem a pretender, dirija-c .1 Iratessa do
Oueimado 11. I.
Vendein-M! Iraxes de 'Ai palillo* de eompri-
il, e -iussura ragolar, madeira de qualidade, e 1
MiaOWI de -2ti pablHM : na loj.i das seis perlas Ira-
la-sc ; e Mita no Irapicbe do (iuulia, para se exa-
minaren).
Conlinua-se a vender inaiilega inalc/a, nova,
a OU e .80, cli hvnon, a I -Tt.'i c I -'_<>. luurinhu
de Lisboa, a 210. holacbinba nujeza, a -J.N) rs.,
passa* novas, a 20, llagulcu, a ,00 rs., paios, a
IOre., caf era grflo, a lSO, arroz, a l%rs. a li-
bra, aincndoas, a _'sn. no/e, a ItiU, velas de car-
nauba debo 0, a :NU, espermacele, a 720, alelria,
a l0, eevada nova, a HO rs., queijos hoyos froscis,
a 19900 : no paleo do Carmn, taberna nova, 11. 2,
Oh que poeta.nch !
Na bija de CJuiniarAes .\ Ilenriqnes, rua do Cres-
po 11. 5, ba um completo oiiimeulo de cambraias
de cor com barra, muilo lindos uoslos, e le supe-
rior qualidade, pelo baralissimu pre<;o de Jnhwi t*.
o corte, com tOcuvudo; a ellas antes que se ac*
liein.
Deposito do rap princeza da fabrica
de J. J. da Rocha A Companhia, do
Rio de Janeiro, na rua da Ci uz n.
57, segundo andar.
Joaquim Ferreira Memles (iuimar.lcs receben
pelo paquete (muuibarn, nova ramease do escl-
fente rap nacional princeza, da fabrica deJ. J.da
Mocita i\ Companliia, do Kiu de Janeiro, onde lie
muito apreciado, e (ido pelo nico que mellan- miIh-
litue o de Lisboa, pela grande semelliam;a que com
ellfl lein, lauto em cor como em aroma. Elle be
lamban j bem apreciado na Italiia, Mate Oh ni
n Muranlio, e Keralmcule em ludas as partes onde
tem sido mandado : para inaor comuiudidadc dos
compradores, lambem o acbarao venda na loja da
mesma casa, na esquina do larndoCollcgio, taber-
na do Sr. Manoel Antonio dos Santos Fonteti. e 110
aterro da Boa-Vista, loja de calcado do Sr. Joa-
quim Jos Das IVii'iu.
Vendem-se inissacs para niissa da ullima edic-
cAo, e boa encadernacao : quem prcleuder, dirja-
se a rua do Cabug, loja 11. (i. \ ende-se mais um
estojo de desenlio, com scu coui| garaa,
Vende-se urna crioula de idade de I, a I an-
uos, e de bonita lum.i : na rua do Crespo n. i, ou
na rua da Cadeia n. segundo andar.
Vende-se um deposito de assucar, com assu-
car, e rundo* proprios para pricipianle; tem coin-
modos para morar ranulia, c muito proprio para
qualquer negocio: a tratar na rua dos Martirios
11. ;m>.
Ka pe Paulo Cordeiro.
Vende-se o superior rap deste autor, ebegado
prximamente do Hio de Janeiro, cm libras, mcias
ditas, c oitavas: na praca da Independencia, loja
de miudezas 11. II.
Vendem-se corles inteiros de Vea*
I idos de chita lrancexa, l;ir;;;i, lina, e de
diversos PJOltOl modernos, sendo pelo ba-
rato preco de 2x000 e 2i0 i-s., a di-
iibeiro a vista : na loja de <|tiatro poi-tas
n. 5, ao lado do arco de Santo Antonio.
Vestido* baratos.
Vendem-se vestidos urlicos, com barra, a 19000
re. ; ditos bordados, a S&'AXi rs. ; ditos de '2 baba-
dos, a idJU rs. ; ditos de ;l na hados, a .">)(X0 rs.;
ditos de f ditos, a.*&00 rs.; ditos decassa piulados,
com 1 ditos, a ."i&jUO rs.; cortes de cambraia de sal-
picos, com 8 }\ varas, e3>O0 rs. a pe^a;cambraias
arreudailas brancas e de cores, a .'00 rs. a pec,a ;
na rua Nova, loja nova n. Ifi.
Vende-se farinha superior de Suruhv do Hio
de Janeiro, em meias barricas : na rua da Cadeia
do Hecife, loja n. il.
P.W gi'ENTEOAS 6 AS 8 HORAS
DA TARDE.
Na padaria da rua da Senzala Nova i>.
50, havera' desde 0 do eon-ente em di-
ante, pan Oliente como se costttma as
|adarias do Rio de Janeiro.
Gal virgem.
Vendse cal nova etn-pedl
I-isboana barca Olimpia, por
lo commodo: na rua do Tfew
arma/em deKastos limaos.
Wnde-se um cerravo, panlo, de 1K airaos, de
elegante figura, e de muito boa conducta, proprio
para paRcm, e una dita que cozinba e engomma, es-
tes escravos vendeni'se para liquidar-se: no l'asseio,
loja n. -i.
Vende-se urna negra moi;a de lt a li anuos
de idade, bonita ligura e hbil para todo o servico :
i.i rua do Pilar n. KH.
Vende-se urna escrava crioula de I-J a unos de
idado, co.u principios de eugommar o coser costura
chao ; na rua Dircita n. 21.
a, viuda de
pieco mtii-
i)iclie n. 15,
.._ se o sitio que.foi no laiecido Jos /.act
rias de Carvalho, no lugar de Beherihe de baixo,,le-
nominado do craveiros, com casa de,vivenda de pe-
dra, conlendo sala adiante com dous quarlos, dita
de detraz com dous quarlos, soto gr grande e copiar, fina casa de taipa conisala e dous
quarlos, atraz dous quarlos, estribara para tres ca-
vallos, e sotao para prelos ; um lelbeiro que serve
para casa de farinha, com eslrfharia para dous ca-
vallos; muitae arvores de frulns.como sejam, coquei-
ros, mangueiras, cajueiros, manpaheiras, craveiros,
(girofe) larangeiras, sa[H)liseiros, piuheiras, frutei-
ras do pao etc. etc., terrenos para toda a cultura, c
malla de capoera, leudo de fundo quinheutas bra-
bas, e de frente quatrocentas, pela beira do rio
pouco maisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura : quem o pretender cnteuda-se com o I llm. Sr.
Jolo Piulo de l.emosJunior.
.NO CONSULTORIO HO.MEOPATHICO
do
mi. I1. A. LOBO flOSCOZO.
Vende-se a melhur de (odas as obras de medicina
homeopalhica UT 0 NOVO MANI'AL 1)0 I1R.
G. II. JAIIR J5% IradlltWo cm inirtuguez pelo
l)r. 1*. A. Lobo Moscozo : quiltro folumes encader
nados em dous. O^OIK
O i. volume contemlo a palhogcncsia dos I Vi
medicaniculos queiiiVi foram publicados saliir.i inui
lo breve, por estar muito adianlada sua impressi.o
Diccionario dos termos de medicina, cirurgia,analo-
mia, pharmacia, etc. etc. encadernado. ,J000
Urna carleira de tubos, doamelhorea e mais bem
proparados glbulos homopalhicos com as duas
obras cima..........OjJHHI
Una dila de : lul.os non as mesmas I3|000
Dita, dita de ,8 tubos....... ,n ..,.
Dita de M com as ditas......ItHlWNKI
C,arleirasde liilius pequeos para algi-
beira............1<(IO
Ditas de ,H ditos.........Q0OOO
Tubos avulsos de glbulos..... I nhni
Vende-se una linda gamita lourina: na Capun-
ga aillo de Mr. Douburcij.
Lencos de cambraia de linbo, linos,
a V00 rs, .
na rua do Crespo, loja da esquina, que valla para
a Cadeia.
Vendem-se pianos forles de superior quada-
de, fabricados pelomelhor autor haiuhursoe na
rua da Cruz n. t.
Vi oh o do Porto superior feltorla.
Vende-so viulio do Porto, superior feiloria. cm
barris deoitavo.por .5^)00 rs. fiada um : na ru d.i
Cadeia do Kecife n. i, arma/em do Harrora |\
Castro.
: Vestidos muito baratos. ^
S Vendem-se corles de vestidos de chita de n
a^| barra, bonitos padKtese modernos, leudo suf-
M licieule laxendapara se fazer o vestido da j
M moda, e pelo harali-siuio preco de i) rs.ca-
M da corte: na loja do sobradoamarello, nos ;
Vil qoalro cantos ufl na do Queimado n. 29,
Vende-se a melinrlniiilia drSaii-
ta Calliarina.em saccas (jrandcs.a 5,s500
va. : no arma/em do Forte do .Mallos n
20, defronte do trapiche do aisodao, ou
a tratar com Manoel Alvcs (nena J-
nior, na rua do Trapiche n. IV, pi
meiro andar.
Vende-se um resto de c\emphuvs
da obra Kapliael, paginas fia iuventu-
de "por Lamartine, versiio portuijue-
/a de I). Carlos (nido y Spano : na rua
do Trapiche n. i V, primeiro andar.
Em meio uso.
Vende-se um par de bancas de abrir,
de Jacaranda", obra bem acabada, e (|iie
nao lie Coleada : na rua de Moras n. 02
casa terrea que tem a ireule piulada di
a/.ul, e portadas blancas.
HO LAFFBCTELR.
O utiiro (iiilorixadn pnr (ensilo ilo eOHUlh r*fl
r dfvirio imperial
Os mdicos dos liospilaes recominenilam o arrolla
Latrecleiiv, como sendo o nico autorisado pelo n-
venme pela Keat Sociedade de Mediciuu. Lste nie-
dicamenlo d'um guato agradavel, e fcil a tomar
em secreto, esta cm uso na inahuha real desde mais
de mi anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despeza, tem mercurio, as allercocs da
pello, Impingeos, Mconecqoencias das flamas, ul-
ceras, e <> anllenles dos partos, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores ; cnuvin aos
catharros, da he^iua, as conlraceoes, e fraque/a
dos org.los, precedida lo abuso das iugeccAcS MI de
sondas. Como auli-svphjljlico, o arrobe cura em
pouco lempo os Ouxos rcenles ou rebeldes, que vol-
\cm Incejasinlea asm consecuencia doompregouaco-
paha, da CUbeba, ou das injecnies que re|reseu-
tam o virus seni ncun.nsa-lu. O arrobe Lallnleu\
he e-pecialmenlc rerommeiidado conlra as doeucas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao indurlo
de potasio. Vende-se cm Lisboa, na botica de llar-
ral, e de Antonio KeUcJano Alvo de Aievedo, pra-
ca de I). Pedro n. NK, onde acaba de cheuar una
grande poreaode unnalas grandes e pequeas, \in-
das directamente de Pars, de cata do Sr, Boyveau-
Lalecleuv 2, ru Hichev a Pars. Os (onnularlos
daiu-se grat em casa iln agente Silva, na praca de
I). Pedro a, K-2. No Porto, em casi de Joaquim
Araujo; ua llahia, Lima A Irmaos; em Pernam-
Ihimi. Souiii ; Rio de Janeiro, Rocha ,\ Tillius, el
Morcira, loja le drogas; Villa-KoVa, Joan Percha
de Magales Leile; Rio-Oraude, francisco de Pau-
la Couto ,\ C.
w GANTOIS PAILHETE & GOMPA- 1
MIIA.
i...111......i .i- a vender DO deposito ueral da
(W rua ila Cnil n. ~r2, o exeelleiite Q Im'ih COd- W
& ceiluado rap areia prela la fabrica de lian-
;:; luis Pailheu ,\ Compapbia, da Bahia, em Z$
y.C gratules e pequenasporres. |ielu preeo Databa- f
leeidu. J{
Su >:; ',;
VENEZIANAS .
Aterro da Boa-Vistn n. .">.">.
Tem um uilimenlo ile vene/ianas rom III.k ver-
dea deludi e de la.i. rom caixa c sem ella, e se
eODCBrtae se Irocaasuova por vellins, a vontade ilo-
i-oniprador.
\' ii.Ir -r iini.i lalierna. ua rua llireila daa Aio-
L'.i'lu-, em eununodo para i.imiiIi i iiidependcnle da
taberna, eom o qtiinlal planlado.e rom parreiral de
uvas, ja dando, com pes .le li^ueiras, lomeiras e pi-
uheiras ; s as i'Lni.i- i _:.....o alMoela da casa :
[n.'iik prelender, dirija-sc A rua de Heras u..!.*>.
Vende-se urna balanca (aatof Itomao, de (i l\-2
palmo, uuc foi de ariua/.ein de assucar, eom Ire/c
arrollas de pesos, e conchas : ipieni a ojulier, falle
com Jos Anlunes (iuimarae, ua rua de Apollo
il. 30.
Vendem-se caseiniras para forro de carros: na
rua Nova n. i.
Vendem-ee relogios de ouro, pn-
tciitc ingle/., os nielliorea que tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: cm casa de llus-
sel Mellorg & Companhia, na rua da
Cadeia do Becife, n. 36.
ANTItil IDADE E SLI'EKIOKIDADE
UA
SALSAPABBILHA 1)K BRISTOL
ajfbre
K S4LSA PARRIL1IA DE SVMIS.
Attoncao'
A SALSA PARRILMAUB BRISTOL dalades-
de i&ti, o lem constan temen te mautido a sua re-
putttr.'vi em ueeessidade de recorrer a (HimnoHos
aimuncios, de que as preparares de mrito nodem
dispensar-se. O sucresso do l>r. BRISTOL lem
provocailo infinilas invejas, e, entre nutras, as dos
Srs. A. R. !> Sands, de New-York, preparadores
e proprielarios da salsa parrilha conhecida fio ne-
me de Sands.
Estes senliores solicitaran, a agenciado Salsa par-
rilha de Brislol, ecomo lulo o podessem obter, la-
bricaram una imiluvilo de Brislol.
Kis-aqui a caria que os Srs. A. R. Sands es-
creveram ao l)r. lrstul no da 20 de abril de I8L,
e que se ada em nosso poiler:
Sf, Dr. C. C. Brislol.
Bfalo, ,\c.
Nosso apreciavel sentior.
Em lodo o anno passado temos vendido tfiianli-
daden consideraveis do entrado de Salsa parrilha de
Vme.. e pelo que ou vimos diier tle mas virtude*
iquelles que a lem usado, julgamosque a vendada
dila medicina se augmentar ni ui I i mino. Se Vmc.
quizer fazer um contrnio comnosco, eremos que
nos resultara muila vanlagciii, tanto a nos como ,i
Vmc. Temos muilo prazer que Vmc. nos responda
sobre esle assumplo, e se Vmc. vier a esta cida laqui a um mez, ou cousa somelliaule, loriamos
muito prazer em overem nossa boUcti rua de I 11 -
Ion. n.79.
I'icain as ordeus de Vmc. seus securos serv dores.
(Assignados) A. R. D. SANDS.
CONCLUSAO'.
I. = A anliguidade da salsa parrilha de Brislol he
claianiente provada, pois que ella data desde |vl_\
eque a de Sands so appareceu em 18.2, poca na
ual esle dromiista nao |H.tlc obter a agencia to l>r.
ristol.
_'. = A saperloridade da salsa parrilha de Brislol
he iuconteslavel; pois que nao nielante a concur-
rencia da de Sands, ede urna porcao deoutraspre-
paraees, ella lem manlidoasua repulacan cm qua-
si (oda a America.
As numerosas experiencias feilas com o nso da
salsa parrilha em (odas as enfermidades originadas
pela impureza dosanouei eo bom e\iio obiido nea-
la cArlc |H'lo lllm. *vr. Dr. Sigaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
I>r. Anlonio Jos l'eixulo em sua clnica, e em sua
afamada casa de saude na (iambna, pelo lllm. Sr.
Ilr. Saturnino de Oliveira, medico do exeicito, e
pnr varios odlos mdicos, permillem lioje de pro-
clamar allamenle as virtudes ellieazcs da salsa par-
rilha de Bristol vende-se a 59000 o vidro.
0 deposito desla salsa roudou-ee para a botica
Irauceza la rua da Ouz, em frente ao chafari/.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunlia \ Auiorim. receberam pelo ultimo navio
de Lisboa barris com i | de superior cal em podra
para o fabrico de assucar, e vendem por menos que
einoutraqualquer parle; e para fecliameiilodecoii-
las um rstanle de notaaea americana : na rua da
Gadeiado Recfe n. 50a
Vende-e a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica lVaii(*(V.i, da i ua
da Gl'QZi i'in frente ao diuluriy.-
Vendem-se eiu casa de Me. Calmonl & Gom-
pejlhla. na praca do CoTpO Santo n. II, oseguinte:
vinho de llaiseilleem eaixas de '\ a li lu/ias, liuhas
em novellos eearreleis. bren em barricas iniilo
uramles, ac ile mila suri ido. ferro Ingles.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
[Veste estabeleciment continua a ha-
ver mu completo Boi*timent <'' meen*
das e meias moflidas para cnjfcnlio, ma-
cbinasde vapor, c. taixas de Ierro batido
c coa do, dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da iiivencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias injjlc/.as e hollandezas, com gran-
de vantagem para o mellioraincnlo do
assucar, aclia-so a venda, em latas de II)
libras, junto com o metliodo de empre-
(ja-lo nO idioma portUgUCK, em casa de
v O. Bieber N; Gom|>anbia, na rua da
Cruz, n. i.
Na rua do Vlgarlo n. t!>. piimeiro andar, ba
para venderf rarelln mullo novo ehesailo pela barca
liraliiirio. por preco commodo. cjuiilumeule nova
cal virgem de Lisboa*
ARADOS DE PERRO.
Na fundicao' de C. Starr. cV C. em
Santo Amaro aelia-se para vender ara-
dos de ferro *\i' superior qualidade.
HOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr S; Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
inoendas decannas todasdeferro, de um
modello econslruecao muito superiores.
TKIF.STE--SSSF.
lie recencbenado um earregamculo da verdadei-
ra farinha de SSS ramiiilin, e vende-se por mdico
preco i no eecrlplorio de licanc Youle diCompa-
nhia, ou nos seus arrnazens uoheceo do lioncalves.
DOCB DE BACORY.
Clieson recenteinenle do Marauhao orna pequea
poieAo deste delicado dore, o melbor que ha, lauto
4
Nn loja no Livi-auento,
v e core sagura*. 11 HM) ra, a vara: -ac amuslras.
deixamlu |ienliorp-i.
Sedas modernas
Na loja do sobrado amarello, nos qualro
cautos da rua do Queimado lem um comple-
to soriiiuenloe novo de corles de vestidos de
seda esroceza e de furia eores, fa/enda mui-
lo moderna e de escolhidos goslos, e lambem
lem da mesma fszenda que vende ero cova-
dos, tudo por preco muito commodo.
Biiiasmwilii ^zm^wmmgl
OLEO DE LINHACA EMBOTIJAS
vende-sc em vonta, na rua do Trapielie
Novo n. 10 ; a mesma casa chegOU urna
poi'ro mullo superior em qualidade ao usual
Minoel superiores farinhas de Irlfa das marras l'onlana e
fialega : a Iralar no raes da alandega, "ti na rua
do Amoriin ns. ."ifi t ,"18.
Jumento.
Vende-se um jumento, muilo novo, c de bom la-
inanho: uarua doQueiniado n. 14.
Ocaso.
Vonile-serssoem barricas.rliecado ulliniamne-
le:em rasa J. Keller ,\ Companliia, na rua da
Gru 0.55a
Caiemirai de aigodio, a IxliUO rs. o
corle.
Vendrni-se raseiniras de aluodan, de quadros c de
lislras, sendo padres rlaros e esculos, pcln liaralo
preco de IgtlU rs. o rnrlc : ua rila .Nova, loja uova
il. 16.
Viudos superiores de Bucellas
(brinco) c de Colares (linio' em barril dequiuln:
vendem-se em vasa de J. Keller (\ C.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de I). W.
Dowtnann, na rua do Brtun. Daan-
do o cbafkrz oontinua liavar um
completo aortiutento ile taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
DOCCa, as quaet acliam-sea venda, por
preco commodo e COID proinptidao' :
embarcam-w ou carregam-aeem carro
sem desptr/.a ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
- Vendse por preco muito com-
modo, no acuia/.em n. 7 de e.ics ila
alliuide;a, de Jos Joaquim l'ereira de
Mello, ou no tacriptono de Novaes A
Companhia na rua do Trapiche o. ~>\.
Na rua do Vigario n. I!l, primei-
ro indar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao
sejam, uuadrilhat, valsas
lickcs, modinhai, tudo
Cliegado do Kio de Janeiro.
VINHO 1)0 POKTO UUITO PINO.
Vender superior viudo do Porto, em
barris de i., .">. e 8. : no arn.a/.eiu ila rua
do A/.eite de Peixe b. I \, ou a tratar no
etcriptorto de Novaes %\ Companhia
ua do Trapichen. .~>.
No arma/.em da travesa da Madre
le Dos o. !, ,. no arma/.eindeJose Joa-
quim l'ereira de Mello, no caes da Alfau-
i, vende-te farinha de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
No anligo deposito da rua Ja Cadeia do Hecife ,
para vender muilo nova potssa
I
Nauta,
como
redowas, sedo-
modernittimo ,
Vende-se o romance Memorias da uuiMe-
dico om 7 voliiini's. al a leroira parle, iiii per-
Teilo oslado : na rua do (ueimado, luja n. 18.
a
Cdapeos de castor.
Vendem-se superiores chapeos de easlor
W hraucos e prelos, de lindas formas, e chapeos V
v de seda, franceies, os roait modernos, o da v
Smclhor quslidade venda no mercado ; as- 0
i... como completo sorflmenlo de bonetes e
tj) chapeos de Ilalia para homens, senhorase
S meninos, por prero muilo commodo: ua pra-
ca da Independencia na. 2i a :in.
fe'
Vende-sc o cnftonhoCupessur,i, dislanlo da c -
dade de Gnianna i leguas, moenlee correnle, rom
boas (erras, de varzea de massap, pruprias para se
poder saflrejordo i a 5 mii pas de assucar por an-
uo, boas malas, sola para se retazar mais de mil ca-
beess de gado, muilo valenle d'agua por moer com
o rio denominado Cupessura: as pessoas que o qui-
BOrefll comprar, podeni-se enleinier com Vander-
lev & 11......, na rua da Cruz n. 21 cscriplorio.
TAIXAS DE FERRO.
Nu fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambern no DEPOSITO na
rua do llrinn lo;;., na entrada, e defron-
te do Arsenal de Maiiuda da' lempre
um grande sortimento de taiedas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, c fundas ; e em ambos os logares
e\istem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
preeos sao' os mais* eommodos.
HU'i: PSJNCEU Ilr LISBOA.
Vi rua da Cadeia do Kecife, loja de la/.cndas de
Joto da Cunta de Mai{atl.ae?>, vendea; a excelteu-
le pitaila deste rap, o mais fresco (pie lem viudo,
peta galera Margarida*
POTASSA DA RISSIA.
Vendse superior potassa da Russia, e
Americana, por precio muito commodo:
ua rua do Trapiche n. 15, armazerr de
Baslo Irmaos.
ATTEXtA).
Vendem-se livros e meios ditos de pao
de prata e ouro, edegados ltimamente
de Lisboa e por preco commodo : na
rua do Trapiche n. 17, escriptorio de
Jos Tci\eira liasto.
9 # 8f
Oleados pintados. *
JJ Vcn.lem-sc oleados piulados ile i a 8 pal- 9
mosde larmira, edepadroes muilo bonilos; '-*
assim romo roberas do mesni'i para mesas. $
'; rom bonitas eslamparias, e por proco com- $(
. modo: upraea da [ndependeocui, labriea ;a
;';. .le rliapeos, de Joaquim de Oliveira Maja. $
:;::.:;;::;.:;; $i
Moinlios de vento
romhombasderepuvo para regar hurlase haixas
.lo .'.tpiui. lia fundir.', da I). YV. Ili.wn.au: na rua
Jo II. mu ns. t, Se 1(1.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na fund-ao d'Aiiroraarha-seconstantemente um
co.i.pli'l.. sorliiuenlo de machinas de vapor, lano
de haiva pr.ss.1o .1.. inn.lell.M r.iii.i eom
Na loja de 6 portas, em frente a im-,.;.,
ao I.ivramento, '
vendem-se chilas de cores, a .tyllOu rs. a iwra ,
1*0 rs. o covado, riscadiobo de linlro. -jm'i, l
covado, e chilas unas para coberta, a 2UUrs o ,
vado, lencos brancos, ditos com barra de corti"
160 rs. cada um. *
Vaode-se n taberna sita na ruados l'escadoris
n. II, bem atreguezada, para a Ierra ; a Iralar n
mesma, aoude se dir a razao porque se vende
Bu Nova a. fi, oa ft-oau u C.ba, a> q,
ao, loja f.rrsiau a dp|,0 ., jjsj,,
rsrtro.
No estabelerimentn cima continuare a vendei
todas ssqualidades de ferragens, como sejam en
vadas porluguozas, inglezas e de a^o, majado, .1
Porlo, chapas para fbgoes compridos e q.udradw
de 3 a 6 buracos, facas e garfos unos, tanto de mar'
llm comodeoaso, colheres de melal do princi..*
lanto para <\pa como para cha, bales de metal '
foleiras dedilo, bandejas linas, em ternos de :)', s
ditas ordinarias, mohnos para caf, fechadurin ,
diversas qualidades para porta, dobradirss de diUs
facas do pona, faedes, parnaibas, armas linas p,
caja, Ierro em barra de diversas grossuras, Isrsurji
e qualidades, falla de ferro da mais linas man gres,
sa, folha do (landres em eaixas e a relalho, e iicrfu-
madoresdelalao, alm deoulros muitosohjeclos.u
ferragens. Tambern se vendem as seguinlesobrn,
de cobre : taiios de todos os tamaitos, bacas !
cobre para bolo, cocos de robre para agua t njt,
engenho, ditos de flandres, espumadeiras de cebrr
ditas de flandres, pongas de cobre, reparlideirisde
dito, cobre em folha de varias grossuras, tinco cm
folha, estanto em barra, dilo em verga, chuinboen.
lencol, eoutros muilos objeclos, que so vislad
comprador.
Vende-se cm casa de S. P. Julmv-
ton & ('..> ii p.uilila, na rua da Senzala No-
va n. W.
Viudo do Porto, superior (fitalidade,en-
garrafado.
Viudo Cliery, em barris de (piarlo.
Sellins para montana, de domein ti sr-
hora.
Varpietasdelustre para coberta de carrol.
Reloj'ios de ouro patente inj;le/..
Vende-sc um escravo, de 25annos, alto o pes.
sanie, proprio para armazem de assucar: na ruaci-
Iroila do Rosario, casa n. i, confronle a igreja.
ESCRAVOS FGIDOS.
irmasem n. V2, \
I.i Russia, americana e hia-ileira, em pequeo-; liar
lis ilo \ arrullas; a l>oa qualidade e piceos mais lia-
ra (ns du que cm outra qualquer parle, se alliancam
aos que precisaren! comprar. Nu mesmo depo'silo
lambem lia barril cotn cal do I,sima em pedra. pro-
xiinamcnle cllOgldo*.
Vendem-M' limas, brlnxaO, bflose meias lo-
nas da Rsala: no armaxera de ,\. o. Bieber &
Cooipanhla, na rua da Cru/. n. 1.
Bpprovados. Tambera SB apromptam deenemumen
da de qualquer forma que se possajtt desojar com a
in.iiur preslc/a. Habis oinciaes lerSo mandados
a para as ir asseular, o OS fabricaules como lem de
eoslumc a.iancan, o perfeilo Iraliallio dcllas, oseres-
pousaliilisain por ipialquer defeilo que poSSa nellas
appareccr durante a priiueirasalra. Muilas maclii-
uasdev.ipot consli uidas ueste aslalielecimenlo lem
estado em constante servico nenia provincia 10, \2,
eatc 16anuos, e apejass lem eilffido mui iusiuMili-
esnles reparos, e !guatas at iienluinsahsoluiaiueii-
te, acerescondo que o eonsamino do conhuslivcl he
mili inconsideravel. Os senliores de euieiiho, pois,
eoulras quaestpier pessoas que preetsarern de ina-
chlnlsmo -><<> respeitosameou convidados a visitar o
eslabeleciinenlo nn Santo Amaro
Km Ciisa ii

l>A\ II) WILLIAA. BOWMAN, enieiilieiro ma-
cliinisla e fundidor de ferro, mu iwellosarneute
aiiuuncia aos senliores proprielarios de engeoboa,
la/cntleirtK, o aoreapellavel publico, que o sen esla-
beleefmenlo le ferro movido por iivicliiua de va|mr,
na ruado Itrum pasMDdo oeharails, contimia em
efleclivoexerricio, osea lia completamente montado
com apparelhos da m uncir qualidade para a per-
feila coul'cccaoda- maiores pecas de macliinisiim.
Ilaliilil.idn par.i eiuprelieiider quaesquer obras da
sua arle. David William Bowmau, deseja mais par-
licularn.eule chamar a allencao publica para as ^c-
gulolesi por ler dolas grande sortimento Ja* prooip-
lo, em deposito na mesma fiuc.m, as quaes cous-
liiiidasein-.ua fahrici podoiu COIDpeUr coin as fabri-
idasem palseslraimeiru, lauloem preco como em
viadas de
pela Ma cvcclh'iile qualidade, como por conservar- i 1alida Cobertores escuros,
de alLiod.'id. a H00 rs. ; dilos a/ues c encarnados,
tniiiiii fraudes e encorpados, a l.^im rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-sc vinho da .Madeira de superior qua-
lidade emquarlose oilavosde pipa, por preco inui-
modo: no unnazetu de N*. O. Bieber A Companhia
ua rua da Cruii. \.
X elles. que se estao' acabando.
Cobertores de (apele iiiuiln fraudes, pelo diminu-
id pceo de (>>.00, di(o> mais pequeo*, a 800 rs.,
colchas de salpico* brancos, u 0tiOO, lirim trancado
escuro, de linbo puro c muilo lino, a 6.0 rs. a vara,
chilas de assenlo escuro c bom panno, a HO rs. o
covado : na rua do Cres|m, loja B. 6.
se pm mudo lempo cm perfeilo estado: vende-^e-
ein casa de Ponte rmao, ns rua da Cadeia Velba*
AsencU de Edwla Maw,
Na rua de Apollo u. fi, arma/em de Me. Calmonl
tV Companhia,afila-Be constantemente bous sorli-
mentirs ile taivas de ferro toado e balido, tanto ra-
sa rumo fundas, moendas ineliras todas de ferro pa-
ra animaos, ayoa, etc., dilas para armar em madei-
ra de lodosos lmannos emodelososmais modernos,
machina horisoulal para vapor com forca tic
4cavallos, ciicos, passadeira de ferro cslanhadu
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
lue, escovens para navios, ferro ila Suecia, c fo-
Ihas de (landres ; I mo por barato preco.
n,->,,iiio da fabrica de Todoa ot Santos na Baha.
veode-ee, em casa de N. O* Bieber d[C*, na rua
da Cruz n. 1, aluoda trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para sarcos de assucar e roupS de es-
cravos, por preco commodo.
Vende-se presuntos iimle/es muilo novos para
Hambre, latas com boUcliinhas le soda ingleza,quei-
josile pralo, conservas muito novas, seiueutes de lu-
das as qualidades de hortalice, clwgadM ullimamen-
(e: na rua la Cruz u. i(>, defronte do Sr. Dr.
Cosme.
Veudem-se algum escravos, uto*
ros, que mtvi'iii para lodo setvro ; 1
moleque de 11 huios, e '1 negcinfiai de
12 annos, ludo por prero em oont. ;'
ua 'las Lraujeinis numero I V(sc andar.
\ i'ii.li1--.' uiii.i i .un;.i com boi mansoe t^or
do, por pre^o conuiiodo : na rua do Sebo n. K.
Kii.i do Ci-espo n. 9.
Vendem-secifles de seila escoce/a, a I .-' h h t i -,.
Venden-so corles de briin branco denomina-
do hclia, por l^OO: na rua Nova u. 2.
Vemlem-sc \'2 escravos, sendo ."> de servido de
campo, 1 ucgriuha muilo linda de idade de 10a 12
annos, I casal de escravos mocos, lesera, as do lodo
servido, I dila de bomla fufura, que cose eengom-
iii.i : na rua llireila n. .1.
Vende-se nina rasa de don* anda-
res esolao, sita na rua da Cacimba n. i :
os pretendentes podem dirigir-M' a rua
lar^a do Rosurio II. 10.
Capachos grandes.
Vendem-se o* maiores e inelhorcs capachos, que
lem viudo a esta praca; assim como perfumaras c
miude/asde todas as qualidades, e por prerns que
agradan) aos compradores : na esquina que volla pa-
ra a rua da Mmlre do lieos, loja de miudezas.
Vende-e6 2 escravos, urna ue&rota de 1(i an-
uos, uplima lavadeira; c nina linda criuulinha de \2
anuos: na rua da Assmnpcao, licceo dal'cnba.ao p
doseuuudo lampeiio.
Vende-se muilo em cotila um cnixflo de padaria
emSSflM para assucar, um balcao, dua* balaucas
nina ttrande e oulra pequea com os coiupelcntes
pesos, ludo em bom estado ; a Iralar ua rua do Colo-
veton.aV.
saber
-Machinas de vapor da melhor conslrucao.
.Moendas de caima para eOgenllOS de lodos os (a-
manbos, movidas a vapor por auna, ou animaos.
Rodasde ama, moiuhoa de vento eserra*.
Manejos independeutes para cavados.
Rodas denudas.
Agallhoes, broiues e chamaceiras.
CaviliuVs e paralusos de iodos os lmannos.
Tanas, paros nivosa bocas de TornaHia.
Hoinbos de maudioca. movidos a mao o*i porani-
maes, e prensas para a dita.
Cbapasde logaAe foraoa de farinha.
Canos de ferro, lomeiras de ferro e tle hrouze.
Bombas para cacimba c de repino, movidas a
111,10, por aiiimaesou vento.
liumdastes, guiachose macacos.
Prensas hidrulicas ede parafuso.
le rauens para navios, carros e obras publica-.
Columnas, vlrandas, grades e portos.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Cama-, carros de ma carados de ferro, etc., ele.
Alcm da superioridade das suas obras, \ Beral-
roenle reconhecfda, David William Bowroan garanta
a mais exacta coorormidatlecomM moldes e dase-
nhosremellMos pelos senliores queso ili^uarem de
fazer-lhe encommendas, aproveil.iudo a oceaaiafl pa-
ra agradecer aos seus numerosos ainiuos e IVeguese
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e aasegurarlhes que nao poopara esforcosediligen-
cias para continuar a merecer a sua conliauca.
\'ende-se panno azul ferrete, lino, para far
das : na loja n. 'X da rua Nova.
Vendem-se charutos da llavana : na rua No-
M Deposito de lecidos da fabrica
Q de todos os Santos, na Bahia.
H Vendo-se em rasa do Domingos Alvos
Matheus, na rua da Cruz do Becife n. 62,
primeiro andar, algodo transado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos c rou-
pa de oscravos, assim como fio proprio para
redes do pescar e pavios para velas, por
., preco muilo commodo.
Grande sartlmaalo da pannos Saos c cari-
miras.
Iliiiiiii Praeger A Com-
panhia, na rita da Cruz n. 10, vender
0 teguinte :
PIANOS FORTES dos ucllu.res auto-
re, ede moderna comtruccSo.
INSTRUMENTOS DE MSICA para or-
ilii'.sira i' liamlas militares.
OBRAS DE OURO de toda a qualida-
de i'du mais apurado {joslo.
VINHOSSt.Margot.St.Juliene cham-
pa gnhe
LONAS dediirerentei minlidadea.
BRINS DA RUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como sejam,
cadeirai dedillerentei molde*, mesase
sol"a"s, assim eoinocommodas demOKnO t
cadeirai de balando de sipo
Flanea.
ALCATIFA paralaba mais Im.
lem vindo a esta praca.
01.FADOS com lindas pinturas de fine-
tas, etc., para mesa de meio de sala e
llancas.
CHARUTOS da llavana ver.ladeiros.
MOLDURA 1)01 HADA para guarn-
cao desalas e (piados.
12,000 rs. a (lima.
SuperiorealoaUM ilepanno da l...l..nl.i Porloon
1 vara '. .le oomprldo, i>rnpr,-is para limpar o nu-
lo, palo diminuto prego ile ljilililii dali na loja
da riiii .lo (>es|n) n. u.
Papol perRIininhOi .1" su perior r;i carias .los senliores bardareis : vende-M mi pa-
leo doCollegiO, loja .le livros .le Jo.lo Ja Cosa
lloarado.
Aos amantes de piano.
Aona-M venda, na ruada Grax, livraria do Sr.
SanloajC.....panhia n. 56, e na rua .1,. Ci.-p...
loja do Sr. Anlonio Dominpnei Ferrclra n, II, o
hymno porlunuei, a Baudadepara piano, uranio
delirado ao Sr. II. Mimicl do llraunnra c a sua au-
^.i't.i e.pi.-a.
No dia i do crranle ausonlou-se de rasa .le
Lino Jos de t'-aslro Araujo o escravo tierraanu, cri-
oulo, nue audava ao Ranlio, perlenrenle ao arpies
Manoel, lillio ilo fallecido Jos Clemente do Aiau]..
I.opcs, .le quem lie lulor o aniiunciante ; ten.luu
dilo escravo os signaes seguinles :estatura Ii.im,
corno reforjado, ..... \i lamo, labios grossos o b.
denles; embriaga-sc babituatmenlc. Talla npreat-
vo : levou ...I.;., ilealgoilflo de quadros largos, te.li
na Ierra, camisa de algodao americano, risra.l...,
muilo curta, que .1.. pela cinta, e que cosanla lt
*cr por fra da mira ; suspeila-se que fura sediiij,
por um individuo ueslacidade, o que se h.ii.n
pesquizar ; |>or isso se protesta proceder com o ri-
gor da le contra quem assim li.ei obrado: cutre-
lano, roga-se a qualquer pessoa que delle soulm
ou avisla-lo, seja policial ou particular, que o ar*
prebenda, pelo que ser generosamente reconijif.
sado.
Ilesappareceu no dia i do proiimn paMai
men de setembro, as 7 para 8 horas da rtoile, o |>re-
lo \l.n 11 ni i..... de idade de 20 a ~l anuos, leudo m
QCCIaWo da fgida ido levar a Boa-Vista duas barr-
cas |iequenas coin assucar, sobro urna (abua; lie
crioulo, bem prelo, seccu do corpo, roslo OMBBn-
do, orelbas pequeas, cosluma audar e fallar de
vagar, quando falla faz um geito com os beiros |...
re um lado, e isso |H>uco visivcl, j foi -....,. i. rw
assento, quando escravo de engciiho : levou caira e
camisa azul e chapn de palha ; julga-se ler ido
para os suburbios de Pao d'Albo ou Goianna, para
iL'i.ii. engenho por ler andada carguejando pan
csses lados ; fui escravo do Sr. do engenho .Monge,
e dahi para Taquara, o pcnullimo seubor que ser*
via foi em Bcbcrihc aoSr. Milibto Borges l'elula:
quem o pegar, leveo rua llireila n. 76, que MI
generaaMDeuUi recompeusado.
1;ugio na ut.ile do dia 6 de selembro, .1.. j...-
der do iIi.iim. assiguado, um uegro, crioulo,de iioiih
l.uiz, que representa ler :r> anuos de i.la.le, per-
leuceule ao Sr. Joaquim da Silva Pcssoa, seuliordo
engenho Culuingiiba, por quem linba sido rcmelli*
do para ser vendido ; lem dilo negro una bclili
cm um dos nll.n-. barba cerrada, he baslanle ladi-
no, oema facedireila tem una cicalriz, pruvenieii-
les de dores nos denles ; be provavel que se aelte
para os lugares de Santo-A ndlo, on. leja foi pecado
.le oulra fgida : roga-se porlaulo as aulorida.le* |ki-
liciacs, e rapilaes de campo sua captura, podendo
sercouduzido aoscu senbor no engenho Culuiuu-
ha, romarca de Nazarelh, ou no Kecife, arniaicm
de assucar de vio! l'ereira da Ciinba, que muero-
smenle se gralilicar. Jotda Silca oy...
Ilesappareceu do dia 10 do passa.lo seleinbn*.
urna escrava por nomc Auna,crioula, allura recu-
lar, cabello alto, olbos grandes e fumarados, ote-
Ihas pequeas e um lanto rasgadas, nariz chato, lia-
ros linos deules limados e sem falla lmi>-
hros desridos, pcitos cabidos, milos pcqiicuas, rinln
carnudas e com urna queimadura no meio; loma
p, levou vestido de chita roio, com babado p<
I bailo c cabello de mad,i|)olo, panno da cosa or-
'dinario, rom listas encamadas, brancas e a/.ucs es-
I curas: quem a |>egar leve-a a rua Bella n. 'II, q*ie
ser.i recompensado.
Ha iii.v.cs que, de Mncei, Ai(jio i.
I .i rl.) crioulo, de noute Julio, alto, bo-
nita ligura e natural de Porto Calvo; es-
te escravo foi comprado pelo Sr. Custo-
dio Francisco du Cruz. Guimui'es, do I!
de Janeiro, e nu occasio de embarcar,
Una, onde foi visto: ro-
Ni rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno prelo, a IIJODO e .00
rs.; de nurelu branca, a IlSOOrs.; dilo franeei,
19500 eSSOOOrs., emoli mperior, (-iiihi .,. ,.
rnvado ; dilo azul, a *uo. :tfjfo iWKX) rs., c
mallo bom, i 90300 n,; dilo verde, 20(400 a i-no
rs. ; corles de i-ascinira prela infestada, a yltl c
SOOOrs.; dila franreza e do cor de Indas as .|u..li-
dldei, por preco commodo.
Veiidein-serelogios de ouro, p len-
te ingle/., por cominodo preco : na iiiu
da Cruz. n. 20, casa de L. I.econte Ferou
& Companhia.
C. STARKiXC.
rcspcilosamrnlo ..........riain que no scu extenso es-
lalH'lerimenlo em Sanio Amaro, coul inu a falirjcar
eom a inaior [ierfci.;o e proinpli.lao.loda aquali.lade
de marhhusino para o uso da agrirullnm, navega-
fnein,.....hetera, e que para niaior ruininodode
seus nunatrone Ireguezea o do publico em geral, lm
iberio um um dos grande, armazens doSr. Masqui-
la na rua do Brum, atraz do arsenal de niarinha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
couslriii.las no dito sen eslabelecimeulu.
ah senario ..s eoiopradore um eompiela sorli-
meuto de moen.l.is de raima, com lodos os melbo-
rameiilosaleiins delles novos coriginaes) de que a
ciiierieiiria de muilos annos lem nioslrado a ueees-
sidade. Machinas de vn|nir de baixa o alia pressao
tanas de lodo lamaiiho, tanto batidas como fiiiuliil iS'
carros de mo e dilos para conduzir formas de assu-
car. aeblnu para moer inaudiora, preOUI par. di-
to, fornos do ferro balido para larinha, arados do
ferro da mais nppro\.-ida conslriic.o, ruiidus para
alaniliiqiies, criyos c portas para fornalaas, cuma
inlimdade de obras de ferro, que seria enfadonlm
cnumcrai'. No meamo de|nnlo exisle urna iwssoa
iiilclhuenle c bal..til.ida para rereber lodas nsen-
coiiimeiidas, ele, ole, que os annunciaiiles contin-
uo com a capacidadcdi! suas olliriiias e niarhinismu,
e pericia de seusolllciaes, se coiuproinellem a fazer
cu-ciliar, com a inaior prcsleta, perfeifio, eexacta
ciilormiiladecom osiiKKlelosoudeseuluK, einslrur-
cnes que llie forein lo......-ida.-
Vende-se una prela, do meia idade, qullou-
dcira, eusahoa bem, cozinha o diario, e lambem en-
gomma alguma cousa, por prero commodo : ua lo-
ja Jas seis p..i i.., em frcnlo do I.ivramento.
iiiscniiii-sc pai
ga-c as autoridades policiaes, capilms
decampo, e mais pessoas, que delle b've-
reui cotiheciment, amia iipprchenso, c
levnrem-no a rua da Cruz. n. 28, esciipto-
rio de Eduardo FerreiraBaltar, que gra-
tificara* generosamente.
Ilesappareceu no ilia 8 de selembro do ror-
rete auno a prela Isabel, que foi escrava tlj Mi'
noela do Inspector, o de|H>is do Sr. Santiago, procu-
rador, morador na rua da Praia, a qual lem ossiii-
naes seguinles : alta, bem feila de corpo, roslo
redondo, cor muilo prela, anda sempre uii.il'.
apressada na rua ; levou vestido roxo de barracan
piolas brancas, saia prela e (ainhem panno prelo:
lovou (ambom um laboleiro envernisado em que
andava vendendo bolos; coslutnava a lerroupafora
o lalvez mudasse de vestido: roga-se, porlaulo, m
.nitori.la.le. competentes e pessoas do poro MI
captura, e a levem i rua da Cruz n. X>, que Nral
recompensados com '200 rs.
Altencuo'.
Anda contina andar fgida desde o dil ii de
novembro, a mulata ile nomc Bernardina, que re-
prsenla ler de SS a 10 anuos de idade, rom ossi-
naes seguinles: edr alva avermelhada, roslo COM*
prido, naris grande, olhos um lauto pequeo., ex-
bellos crespos, tem baslanle manrlias .le panno pe-
lo corpo, bracos e cosas, allura rciidar, nm lano
ebeia do corpo, e lem as mitos (remlas quando pwa
em qualquer cousa ; levou vestido branco, chale
de quadros encornados erxos, sapalosderoum, um
|..Miiin de la encarnarlo e branco, e mais alimma
roupa ; a dita escrava belilha de Goianna,el lea
algum prenles, o j por .Ivczes se (em visto anda
por hi, e em Cmangy aonde lambem tem prenlo;
porlaulo, roga-se as autoridades policiaes, capilar*
de campo, ou qualquer nessoa do povo, de appr*-
bende-la a leva-la n Gamboa do Garmo n.:, |-
meiro andar, ou i rua da Cadeia de Sanio ,\ iiloni.
n. ">, primeiro andar, que se darn muilo boa era-
lilicacao.
Desappareceram na fundcod'Aurora.na h"11''
de 19 de agosto, os prelos Miguel, Angola, idade I-'
anuos pouco maisou menos, eslaiura regular, ser-
r do corpo, roslo marcado de bexigas; Manoel, Coli-
go, idade :MI anuos, baixo, um lano cheio do cor|-
levou r,.1.;,. de ri.ca.ln d'algodo, camisa de mada|"*
I..., bonete, chapeo de sol, ambos fallan, desraiir'-
do, e mo leem barba. Suppe-se lerem sido sed-
zidos : roga-se a quem os apprehcnder ou delles li-
vor noticia do dirigir-se a mesma fundicao que sera
bem recompensado.
- Do abaixo assiguado, fugio no dia 1:1 de ror-
rele, um escravo, crioulo, de uome Ignacio, (eoi
aflicto de rarreiro, estatura baixa, roslo redondo
pooca barba, olbos grandes e alguraa cousa >ernir
Ibos, |.....-ni nao muilo vivos : levou camisa e ral.a
de algo.lao azul: rogo a quem o pegar que o Ir.n.'"
ao engenho Rodrigues, na freguezia de S. Lourenf
da Malla, ou na rua da Cruz du Hecife n. 10, ser recompensado.
.Sebatllo Antonio l'att Brrelo.
Pora., -Ty>. 4o F. Farla. 186S-
r-^i


Full Text
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