Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02240


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Full Text
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ANN0 XXIX
ANy
SEXTA FEIRA 7
DIARIO DE
I>E OUTUBRO DE 1853.
N. 226.
PERNAMBUGO.
PIUCQO DA 1UBSCKIKJO
gbMTOVMa a 159000 por anuo, e 18000 por
irlrl pa^o adiaiitailo, e 49-00 por quarlel paco
iijiln, na rasa do seu propriolario, A/. Figueira
ir!, na prara da independtnria, lis. 6 o 8, e no
J. rasi do Sr. Joan ppreira Marlins,
ct o F. Duprad.
K ii Joannim Bernardo Mondonra.
'- a o JoM KodrBucsda Cosa,
o Joaquim Ignacio Percira.
u v Anlonio de l,emon Braga.
o GuilhermeAugiulo de Miranda
o n Joai|uim Marques Hodrigiies.
a a Justino Joto Ramos.
M
Ij.irri"
rahib
Mal
lAr.ua I y
CAMBIOS DE 6 DI OUTUBIIO.
Sobre Londres 27/' B0 d.
Par, St-'i
a Lisboa, 9."> por renln.
METIS.
Ouro. Onraii lipspanhola* .
Molas de 69100 vcBiim
de 6<00 novan
de 49000 .
Itlla. Palaooes hrasileiros. .
Pesos rolumnarios .
a .....ii'.......- .
Ae^Ocs do II.i i ". .
Descont dcl.ellras
2R9VM a MfOOO
..... 169000
..... 169000
..... 3000
..... 199.10
..... 199.10
..... I-VKI
..... I0'
..... 9a II o
NOTICIAS ESTB.ANOEIBAS.
Portugal . M de Abo. Austria. .
Ilcspaulia 8 de Inglaterra.
Franra . 8 de D Suissa .
Blgica. . * de * Succia. .
Italia. . 3 de E. Unidos.
Alcmanlia 3 de I Me\ico .
Prussia . 3 de California .
Turqua . . 26 de .Inl. Chili .
Rvsia.. . :)! de D Buenos-A .
Dinamarca 31 de Montevideo
. 3 de Acos
27 de
2 de
29 de Jul.
27 de
16 de
1 de Jun.
12 de
2 de Selb
i de ii
NOTICIAS SO IMPERIO.
Para' 16 de Selbr IS. P. do Sul I de Selb
Maranbao 20 de i* S. Paulo 4 do
Ceara'.. 24 de >> Minas .... 2 de u
Parabiba. 13 de R de Janeiro 26 de
Alagas 1 de Oulb Babia .... 30 de >>
rARTIDASDOS COB.KIIOS.
(Jlinda. todos os dias.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonitoc Caranbuns, nos dins 1 c 13.
Villa Bella, Boa-Vista, Eni cOricun.a I3e28.
i.iii.iiin.i e Parabiba, segundase sextas.
Natal, quintas feiras.
DAS DA ffEMANA.
3 Secunda. S. Ki.il.lu
4 Terca. S. Francisco
de Asis.
5 (hurta. S. Placido
ali.
6 Quinta. Ss. Bruno t
- Casio.
7 Baila, s
presb.
X Sahbndo.
prucfxn.
9 Domingo.
de S. Jos.
Augusto
S. Brgida
Patrocinio
AUDIENCIAS.
Tribunal docommereio. Oulnbro
segundase quintas.
Relarao'
tercas o sabbados.
Fozenda
tercas csexlasas lOlioras.
Jmzo de ttrphiw*
segundase 5. as 10 boras.
I'rimeim vtirtt do elret
Ierra- e (i. ao incio-dia.
Seijiimln rara do riiel.
quarlas e sab.ao meio-d.
Priincira
gegundi
EPHEMEIUDES.
-J I,na nova as 7 boras, 17 miuulos
31 segundos da tarde,
9 i.i.....lo (-rstente a 1 liora, mi
ilutse 37 segundos da tarde.
16 l.ua rboiaas III borasc II minutos.
:I7 segundos da larde.
2*> Qiiartn niiucoanlc as 2 boras.
minutos o 31 segundos da maiibaa
PBXAMAH. DE HOJE
isS limase :M1 minutos da inaubaa.
isH lluras e minutos da tarde.
N
>
PARTE 0FF1CIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expcdleat* do ola 6 d outubro dt 1863.
i Inicio Ao coinmandanle tas armas dcvolven-
uUados pela jun la dejuslii;* 16 proccssns ver-
,n". das pravas mencionadas na rela;a*o que remcl-
, o rerommendando que faca exceular as seulen-
u proferidas pola mesma junla.
tambera levolveram-se ao E\m. vice-prosidcnle
m Alagoas o* procesaos dos soldado* do oilavo ba-
llMO de infantaria Jos Manoel (uimaracs, Jos
i'lix Theodoro e Krtnriseo Antonio di Silva eao
mu. presdanle dolCear n dosuldadodo impo ha-
Ih jo tlaqoella provincia Jos Francisco dos Sanios
Heltieo (i que m refere o of/icio cima.
tjuartnhalalhflo de arlilhariaa p.
lajoi Alcxandre (ornes de Arbolo Ferrao.
nldade Joflu de Almcida l.eile.
ipiiiitlo haialhuo de iufanlara.
|mhlado~hVnlo Jos da Silva.
Joaquim Francisco de Almeida.
ClaudlnoAlvoi liapiisia
Frmiun Anlonio de l.inliarcs.
M......el rrancisco Damiao.
\nlonio Podro da Silv.i.
.Nono halalliao de iiiTaiilaria.
..i l.nlo Podro Manoel.
" Antonio Hm/..
Iii'tiino-piiineiro lialalllo de inl.mi.it 1.1.
aldadn Macarlo Jos de Ollvelra.
i* Manoel Antonio lo Niiscimeiilo.
, Manoel Carlos da Silva.
i Joao Francisco Perelra.
ii Vidorin da Silva Lira.
ii Gonalantlno da Kos.i.
Iijlo. Ao mesmo, comninntcando qucsczuudo
iMlou de avhn la rcparlicflo da guerra de 10 de
Uto ullimn. se coiiri> ii do me/ de foverelro do auno prximo viudnuro
primelro cadete do qnarlo balalhlo do artilharla
|n', Juan Hiiiiim Hamos, para esludar prepralo-
h, v recommendando que ordene BO referido c;i-
leone Iraie de pacar na racebedorla de rendas
la provincial avarta da ola que remelle por co-
sa Importancia dos direilos e emoluuientos rela-
ma referida licenca. Coinmuiiicou-sc a llie-
iirarla de faienda*
ihi,, Ao meamo, IranamltlIndOi aiim de ihe
r (lubliciitade, um eiemplar da falla rom que foi
rerrada ira da '2'* rieaetembro nliimoa pnmalra
vio da nona IcglsUlora da asspmlda L'eral.
Jjii.il rvemplar remelleu-se aochefc de polica.
HiloAo mesmo, enviando por copia O aviso
> ministerio da guerra de t-ide wlembroultlmoi
lermloando que a presidencia faca aeaufr para o
hmafonas os alferea docorpo do oslado mafor de
indaclasse AnlonioCarlo* Ferrelra eSeghmun-
le Agniar que se acliain nesla provincia.Tara-
era se remellen copia docilado aviso a llicsoura-
i de faienda.
Hilo Ao mesmo, remellando para ler o conve-
nir destino a eertido da obilo do soldado do dc-
no-primeiro lialallin <|e uf.uilaria Joaqtiim An-
iiioTosrano, que ae acliava addldo ao oilavo da
(na arma na provincia das Alasoas.
hilo Ao presldenle do consolho admiiiUIraU-
i, para informar acerca do que occorreu a respailo
lima pro|iusla para a compra do panno preciso
rafardemenlo dn tropa, aquallendo sldoreila
ln negociante JoiO Piulo de temos Jnior em
i i.i feclnila. leve della couliecimenlo o loftlsla
ll.iinuca, que sol o nonio de Adour \* C. ollre-
ii um dale, devendo S. S. soln'eslar na compra
dil
Mil
comarca de dar nos termos da portara de 21 dejnlho
desle auno.
Dito A" mesmo. IS'flo sendo possivel lexar ao
fim opropo>lo llrmerm que esl o eoverno do fa-
xer punir o crme e perseuuir os criminosos, so to-
das as autoridades nAo se coadjuvarem mulnamenle,
compra que Vine, nao consiula que os empresa-
dos de sua comarca cslejam inactivos, r sendo lesle-
munlias iinpassiveisflns deliclos que nella se com-
mellem, devendo Vine, mu frequenlemcnle advre-
li-lasdosscusdevrese mesmo reoponsabila-los e\-
ollicio. quando se mostreni necliuenles, daudo-mo
parlecircomslanclada do que Bsetnelhanle respello
foroccorrendo, e indicando as providencias que Jfll-
ar conveniente* por-sc em pralica, para que se
pos-a o/ar de perfeila Nejnranca. Neslc senti-
do ofllciou-sc a lodos os juiz.es d direilo das comar-
cas da provincia.
Dilo A'lodos os promoloros pulilicos da pro-
vincia, (aimprc que Vmc. no Tunde cada me/., me
informe sobre o ciado de Irauquillidade publica
deesa comarca, e doqoanlose bouver nella procedi-
ilo no sciilidodc punir o crme.e piTseiiiroscrmi-
iiosos.mandanilo-iiie urna lisia uominaldosdilinqnen-
ies, e las diligencias por Vine, promovidas < pelas
auloridades publicas, para a punicilo dos meamos.
O que llie hei por mui recommendado, e sol inlal-
livel responsabilidade. Offlrlou-ao neale sentido
a lodos os promotores da provincia.
l"lo Ao Inspector da llieaouraria ila fa/enda
provincial, (ransmillindo, para o fim conveniente, a
relaci.o dos objeclos comprados para o evpedienlc o
asseioda reirartlcfodns obras publicas.
l*ilo Ao mesnio, para que, ii vista do compe
lenta certificado, mande pagaraTUeophilo de Son
/a Jardim, arremalanle dos reparos Irada doiil,-comprebendida enlre as ponles dos A
Motocoaoml
a queInnd
rogados
nraatacJii
das ulnas d
director das obr
Dito A
coi
panno al ulterior delibcranV
Aodeseubargatfor rhele de polica Inle-
iiiu, (oinuiiinicaiido que por decreto de l.'l de sc-
cnil......lliiiio, sciMiudo colisin de aviso da lepar-
i'.-.ui dajusllra de I!.do mesmo me/, foi amustiado
Lseiauo Alvos da Silva, que se BCliava pronunciado
eluoiroedo rebolliao, em couaequencla dosacon-
fcimCDlos pidilcos que liveram lagar nesta pro-
unca.
DiioAo mesmo, intelrando-o de Ira ver irane-
iiiiiiin a Ihcsonrara de faxendaoa dona recibos que
v S. icrnelleu, alim de que estando ello* no* lar-
aoi legaai seja paua ao alfares Jos da Cruz Vieira
v ipilo Castro _> 11 -11../. de Macedo a quanlia de -N-
'<>., importancia do alusuel dos dous cavallus de
|de Iralam os mencionado* recibos.
Hilo Ao ,ui/ relator da junta de jnslica, trans-
i.iiiui.lo para seren relatados cm sealo da mesma
unta os procesaos vecbaes rallos ao* soldados Ma-
wel francisco I, Manoel Jos Nsrclso. Fllppa Tlw-
a.vde Parlas, Marlinbo Vieira da Crol, Manoel
\nloiuodosPa*so* e Jos Francisco Antonio IVn-i-
etle do segando batallilo de Inf-nlarae aquel-
lo decmo-priineiro da mesma arma.Com-
inruu-se ao marecbal commandaiilc das armas.
ihto Aoju/ dosfeHoada faienda, declarando
c segundo constou ile aviso da reparlicTloda jus-
ii..i dc-J desetembroullimo, foi approvada a coo-
Dnuacfedada pela presidencia a uomeacao que S.
Mr. lirera do bacliarel (jarlo* Duijenjo Donarcbc
Uavignlar para curador dos Afriranoslivrcs. Fi-
/i'iam-se as necesaria* communicaroes a reapello.
hiloAo jui* de direilo da comarca de (iara-
nliuns.Em resposla BOSOn ollirio do n. |."> e dala
le 17 de selembro ulliino, lenho a dizer Ibe em prl-
ro logar que, emquanlo ae nao da oulra prov-
cla sobro o modo de fomecer aoa rccrulas a dia-
da que trata oarl. T do decreto de l de abril
le IHil, leve Vine, providenciar pelos meios a seu
ilcanre, para que nao Ibes falle o sustento, lano
"> dijs em que estiverem demorados Msla villa,
uni no* que aslarem em inarcba para osla capi-
dl. env iando-me urna cunto em duplcala, conforme
i modelo junio, das diarias alionadas para ser salis-
ria a respectiva Importancia a pasaoaque Vmc.
Icdgaar, O bem assim nina rt-larAo nominal das pra-
va no caso de'serum da guarda nacional ou paisa-
na qucescollaremosrecrulas, com declaracao do
liaeni que d'abi saliirem, para em viola dess.- docn-
iii'iilo seren pagos os dias de sold c elapc a que
iverem direilo ao coinmandanle da escolla ; c em
fondo lagar, qae deve S. me reraetter-me lam-
iera um orcameolo da qnanlla Indlapansaval para
iccorrer as depetas rom os recrutas, que teni cs*a
a Importancia da primeira
to, por havar feilo melado
contrato. Commiineoa publica*,
lailor le m.u inli.i, communicando
liaver deferido o requerimenlo em que Joto Pessoa
datfjima, pedia ser dispensado de coadjuvar os Irn-
ballios deescriplnraclo darpiella couladoria. In-
irrui-se a llieaouraria de laienda.
Dilo Ao procurador lsral da llic*onraria de
raicenda, dliendo tirar Inteirado de baver Smc re-
iierido e eiiccinado lequeslroem alauns bens c al-
alas periencente* ao convento doCarmo deOllmla,
leclarando que, julga couvenleule que sobr'ssleja
i* uiieriorcs dllnramias do meamo eqaeslro em
qaanln o governo Imperial, a rulo conhoctmenlo val
ibmcller esse negociOi nSo deliberar o quojulgar
un veniente*
Hilo Ao agente da companhia da* barra* de
vapor, durando que davem continuar ato o Mar
uhao. nos limares em que \ierani de passaueiros de
estado o Dr. Francisco Domlnsues da Silva, a sua
los dous passageiros i boje
i aquell
mulher, independei
que do sea ofticin d
(10, pois nao poden
geni.
Dito A aasociacao i
copia ilo aviso do minislerit
limo; a qual vai
elrab.dli
depreliende terem vin-
s partir aqu sua va-
lembrn
emplar
imperio
prest
is informan
i.i o aliado aviso.
BOoraria de fa/enda.
Portarla Dimllllndo a Man
Amorfm, do cargo de snlMlotesado
poera*. Commuiilcoa-aa ao cli
mnrarcial) reineitemlo
la fa/enda de 13 da se-
companbadade um ov-
ia nova tarifa das alfandcua* de
.nuncios alim le que baja de
>s c esclarecimenlos de quo ir
Neslo sonlido ofllciotloa a Ibe-
el Frene
io distrito
sfe de pol
ilet;.
EXTERIOR.
LISBOA 12 DE SETEMBRO DE 1853
A nova carrelra da companhla South Ame-
rican e General Steam Navesatton.
Com quanlo j de**emos n no**o* leiloic* nina pi
quena idea da belle/a. commodl'lodes, a-seio al
lino, o segnranca do vapor BraniMra, qne o
servamos no rpido OIMIM que dr*lo lindo liare
filemos na orasiao de o havermos visitado, por
convita do Sr. Ki-nrdo Kuovvle*. no da de sin
primeira sabida desio [Mirlo.de Lisboa, para os ui
versos porlo* do Brasil, a Uin da l'rala, a que *i
desuara, assislindo por em mesma occasiilo a<
almoro, rom que aquellp Sr.. na qualidailc deaen-
le c consignatario da BratHeira obsequiara as pes-
aOM <|iie ronv iilou parasen bola-fra, enleudemo
llover dar a uossos leilore* mais laruas iufonnacK';
do dito barro a vapor, auxiliados para leso, peloi
detalhesque encoolr
peilo los navios a vapor da
rican a tleneral Sieam N
parece que o publicoinloic
lalludo las condinH's, da r
seio, e segnranca que <
nao wi na HrusUrira, como
vapor du met
sjornaos inglaxes, a re
ompanhla Soulli Ame-
iragallon ; pola que, no*
ia noconlit-rii......lo de-
inmodidadc, fastoso as-
* viajantes enconhilo,
losoulros dooi barco* a
go falla-
II'O
nada companlii.i, de que lo
antes de entrrnosle pnrli
la l.is-
a nova
FOLHETIM.
FEKWMIOIU'LESSIS
ni*
MEMORIAS DE UM MARIDO. (*)
Vil 191l)-1lt>VJ<
SElil'KDA PAHTE.
XV
i ('iiil/nuarao. )
llespadi-DM da madama Kymundo, c, depois de
NUlar no club, vollei |>ara casa, alim deescrever os
t*sulUdo*de um lia IAo iin|Hirlanle para mim, e
itiieciir profundamenle sobre miaba illuacBo.
A.. rliegar, acliei una caria de madama do Me
A BratiMru
boa, para delle seguir *ua primeira v i
rarreira para o Brasil a llio la Prala, fe/ urna va
cuide experiencia le Liverpool para Waterford
carregada com 7hl) toneladas le ra vAo ele.
o resallado desia vmnem de ensato foi rompila-
menle salisfalorio.ein todas as dillerenles pnsinie*
lano em relaeao aos venios, como as correle* ele
O Cminirr le Liverpool lescrcveudo os resida
lo* da viagem la BnuiMr
Waterford para Liverpool dli
A Iti-iifilrira des|>edio
la maub;
Ilookas6 I
cbi-aou tefronted.
Sontb Stark a*
miuulos, Armesbe
liuov us 10 boras,
iniuuios, mundo
um quarlo, que la i
knotaon 13 mlllias
velocidadc mxima
lera |Mnlidoalliiigtr
i no seu regres
seuiu(c :
ii pib'do no i,n
i du dia t de ai
d.lc
ralo,
los.
e |5
Bell
p i.'i
litar A*ti bora
i da tarde, Svnasti luna
das 7 boras c.Vi minuto
Boak Liglb ni Itl boras.
mim 900 militasen. 17b
um termo medio de II a rtieia
lo estatuto inglez pir bora ;
a que al boje nicamente
melborc* barcis a vapor de
parafuso, sem auxilio da vela, resollada esle,
lixnv: riUfjtU nanita otiei
e niuilo dmii ada de u
oiitem, eaiinuncia-m<
Wl partida para Cbaulcllv.
Ululados.
Itcsiimamos esle novo da.
Kslou enamorado de Cesari
r>iraiuliasceu qui/.cr; lenbo
i"'-"-li-iiir de sua forl
lida com omeu silen-
o me ter visto desde an-
em termos mui seceos
Parla I lenbo oulros
i, ella me ama. c BO-
OM plenos poderes,
ni" da minba ; cssa
'"itnn.i eleva-so a inai de duaaubM mil libras de
renda; madama Kavmuudo mesmo, essa miilber
de principios inllexiveis. pen-aquese amo realmeu-
lc i madama Jellerson, a duspioporc,dO de nossas
'orlunas lie insiguilicaute. Minba delicadeza csl,
osfci, Mlva.
. Mas enlo porque raso em vez de tomar resoluta-
mente urna Icciso, e eonslcrar cale casamento eo-
iniji concluido, em ve/, de cou(eu(ar-me com a
'*) Vide Diario n. -J">.
ipreciacie.da madama de Moolbrfon, cs*ji mulbor
de lAo alia virlude, quecousenlo cm servir de in.li
a Cesarina, perislo cm submeller eala a prova con-
tradicloria de madama Havmundo? Porque?
Porque, mao grado meu', conservo duvidas in-
venclvels I'orquo ouvi me.....>me pronunciado
por esse negro entre gargalhadaa, c esia rjrcaros-
tancia, pueril na appareucia. I -me que pen*ai !
Conllevo o mundo: oslacaiossao sempre o ecbo de
seusamoj! Porque, cmlim, por mais que l,u.i por
esanec-laa, lembro-me Involuntariamente que as
informac.6es, quo me den o secretario la legarlo
americana a re*peto do Sr. Jcflrsoii, ella* lloab-
solulamenlc idnticas com as do senlior (iodorredo,
e liquei ipiasi assuslado do sorriso do senlior Tay-
lor, quando fallei-lbe no* sollrimenlos de Osarina
omigada a camparlIlbaT a vida dease devaaw bulo
crpula.
Logo, se miabas suspeilas basen bem fundadas,
madama JcITerson me estarla enuanaiido, c repre-
sentando una comedia infame.
Euganar-ine!y e para que?
Nosso casamento besen maisardenlc desojo; el-
la sabe de minba ruina, e d-me desde agora a li-
vre disposic.ao de seus bens Para que entilo lanas
mentirasc tanta bypocrisia ?
Ja por muilas ve/.e* lenbo proposto a mim mesmo
osla queslao sem poder resol v-la... Ser isso urna
raxlo para ella ser insolovel?
(Juein sabe se madama Kaviniimlo n.io (er lal-
\et inaispeiielrayaoquccu? Quein me prova que
o delirio dos sentidos e a cobija nao me cegam so-
bro Osarina ? Ccdcmlo ao seu encanto irre*ilivel
lalvo/ que me Icnba tornado una dessas pessoa
que, babiIuando-se pOOCO a pOUCO nina alrnospbe-
ra viciada, nfio percebem inaisa corrnpcao lo meio
cmque vivem Mas quando oulrem acostumado a
respirar um ar puro entra nessa almospbtra, fica
logo suflbcadu!...
Se o mesmo devesse acontecer com mada'na Hay-
mundo, se o iustincto de sua lealdade natural a
<( pelo qual foi conferido ao capitau tireen, odirei-
n lo de icar a bandeira de comodoro."
As mas bem combinadas condi^oes de vcloci-
dade, solidez e seguranza presidiram ronslnircflo
da Hra*ileira ; por quantojnasua primeira via-
gem de Liverpool para Lisboa, ella encontrou, nao
ventos contrarios, como mares tempestuosos, es-
pecialmente em dous dias, sem que essa conlrarie-
dade proiltmssc no semiiincuto do navio, alteraban
ou incommodo nolavel, de que rcsullou fazerem-lbe
os passageiros os inaiores elogios, como assevera en-
tre nutras pessoasoSr. Sift, apreeiavel tenor de
S. Carlos, que regressara para Lisboa na referbla
liratihira.
Na occasiao d> almoco a que nssislimos. a bordo
da BrtttitHro, no dia losen bol a-fura, vimos que
podem ser servidas coininodaineiilc mesa 160 pes-
*ws, poalo que o regulamcnlo esl concebido tilo
smenle para 115.
As cmaras oflerecemcoininodos para I JO passa-
geiros le M rla-se, que nada deixam a dcsejar.len-
do anda alera dbsoonavlo, capaeldade para 100
toiiilla.ta* lecarv.lo e i(> lonelladas de carga com
a competente bagageni, malas, ele.
O Courrin; fa/.emlo idc-ciipran da Ilra*iUra%
com a maior ciaclidao cipressa-se do scguinle
modo :
Que um 0X08(0 milito grande foi dedicado para
lelramente ao uso dos passageiros n'um compr-
ment le :M> ps por 90 le largo, bavendo um
h lindo sabio para as seiiboras, pie com a* oulras
caaras forain preparailos debaiio da directo
da Sr. Robinson, los vapore* la companhla l'e-
a nlnaular t\ Oriental, e um melhodo le venllla-
i cilo Inventado por este Sr. foiapplicado na Ihu-
l fih-ira, o qual se verifica por meio de vcntilado-
t re* verlicaes, e oulros que rorrem por dentro los
' camarotes, lim Irregular a crrenle dcar, con-
1 forme o clima c groo de calor.
O sabio le janlar qnoesl.i no centro lo navio
lio llnjlsslmo e inuilo grande. De um lado do sa-
lo#\ein-se as armas de Inglaterra, Franca e Por-
< lua|, esculpidas em molduras em vi.lro, o no la-
i do oppoalo voem-ae pelo mesmo go*lo as armas
do Brasil o das Repblicas, ArgenlJnae deMon-
lev ideo. A pintura e o* dourados aRo do Sr.
Wbile le Liverpool, sendo o papier mache, feilo
i por urna
( Sr.
i osen, lis,
r est.i hoin.
i iinilacao
i ntdswortll
t d*agua, e nao sfiosugeltas a nodoas, Ascobertfl
i das metas lamban sao manufactura da iuveneflo
i dos ditos Srs. Iloublsvvorlli \ Cnrapanliia, O sin
le mu verde escuro com cercadura le flores ilou-
ra.la*. o fa/em urna linda iinilnco de bordado,
a o quo eremos ser nina novldade.
i Eslaa e (mas as oulras iniudeza* da annacaoe
mobilfa mereceram a molto escrupulosa atlencflo
a di parle los lirecl.ircs, e oh passageiros n.to po-
dem leiiar le icbar-se salisfeilos, nfiOSOpOTOS-
( le bolo, como pelo las |>rovisOos feilas, para o
mais roiifiMlavel e aradavel passadio!! i
Temos qneajunlaradiscripcaoque lica lranscri|-
la lo Courrier, po enconlrainos na ftru*ileirit,
olera da ludo quanto lica referiilo, muito commo-
dosquarlosde bandos para ambos os sexos, casado
nev, pie nao *i serve para refrescar os vverese
vinbos, como para novar a agOJ com que sao forne-
tlda. dual lorneiras acccssivcis aos passageiros.
sempre qne quelram beber agua, circojnsUncJa ao-
bremauetre apreeiavel na aliara da llnha.
NSouosOCCUparernos em fazer alescrip
raachlnaa do vapor fratiMra, visto que ej
idnticas as que se acbam com toda a exarca
criptas nos jomaos ulezes, com referencia ao va-
por l.milania, que foi laucado ao mar porcoula da
mesma compaubia no dia 10 do mez paseado, aque
emoulro artigo nos referiremos.
F;*los dous magnfflcofl barcos de vafior, e a Olhifla
que deve entrar no Tejo a 98oo)S9 dn correnle'mez,
..lo iodos, navio* la mesma rlasse. com alguma dif-
ferenca uo parafuso, que a companhla enleinleu I
ver variar pan
que resultan, di
i de
Blaln exoCUtOU n armacXo das cmaras,
nja |M)demos dizer, que todo o traballio
As almofada los Bofes sao feitas
la moraeco, rabricadas petos Srs. Ilo-
i\ Companhla, de Hanchesler, r
m las
las sao
i) des-
vperimeniar todas as vantagem
rcenles mellioramcnlos do sis-
tema a hlice, (' M,
( Jufliea. )
TeVC luaar lioutem em llruvclla* a celebradlo do
casamento civil e religioso do duque le Brabante,
com a arrbiduqiieza Mara lleuriquela Auna le
Austria.
EltrahlnMM la Imlrpenhince belgr, os pormeno-
res seuiules daquella ceremonia :
h As (eslemunhas eram: da parto do Sr. duque
le Brabante, oSr. bario de Vrienli le Trenenfcls,
ministro da S. M. o Imperadord'Aoalriajnnlo de 8.
M. o re los Hebra*; o Sr. Deirorse, prealdente da
cmara dos representantes, o Sr. Faidcr, ministro da
juslitti eO 6>. de t.crliielie, presidente do tribunal
de cassai;ilo.
u Da parle la Sr.'1 arcbbluqueza : o Sr. principe
de Scbwarzemberg, comniissario imperial ; o Sr.
principe le Line. prndenle do senado o Sr. Ilen-
rque le Bronrkere, minislrodos negocios cslrangei-
ros e o Sr.ronde O* Sullivan de lirass, conunis*ario
real.
(f A paasaaa offlcialmenteconvidadas para aaxbtlr
a ceremonia, alm las Icslemunbas, dos inembro*
da casa mililardeS. M. e de S. A. Real ,0 duque
de Hrabanle, a*im como da* pessons da comitiva de
S. A. I. e R. a Siv luqueza de Hrabanle, eslavam
rei.nilas rm palacio 10 boras e '(.
A* M dorase mua, e*lava aborta a porla que la-
va paraos aposentos, o appareceu S. M. dando <
bntCO n S. A. I. e R. .< Sr. doque/a do Hrabanle:
depoi* vintiam S. A. R. o duque de Hrabanle, dan
I i braca n S. A. R. a Sr. princeU Carila, e S.
A. R. o conde de Flandres,e por ultimo todos os of-
liriaes que compunbam a casa militar do rei e l
duque le Hrabanle, assimeomo as pes*oa dacomi-
liva da luqueza.
S. M. tmiioii aaaento na pollrona do mel junio i
mesa, leudo a sua direila S. A. e R.a Sr." luque-
za de Hrabanle e S. A. R. o ronde de Flaudres ; (
sua esquerda, S. A. R. o duque de Brabante e S.
A. R. a Sr." prineeza Carlota.
As damas da comitiva da diiijueza e da joven
prineeza se conservarain em p, bavendo para ellas
cadeiras preparadas por delraz dosassenlos do rei e
la familia real. Os olliciaes, que compuuliam as
las casas militares, ocrupavam a evlremidade da
sala, que lie.iva frouleira as janelas da sacada.
De cada lado da mesa, se eonservavam em p o
naordem seguinle : a direila. os Srs. Ilenrique de
Hrouckere, minislro dos negocios eslranceiros, o
principe de Ligue, presidente do senado, o princi-
pe de Scwarzeinberg, commissario imperial, e o con-
de O' Sullivan de Grass, embaixador exlraordinaro
do rei dos belgas, commissario real, os quae* ba-
viam sido leslemuiibosde S. A. I. e R. a Sr." lu-
queza de Brabante ; osquerda, os Srs. bario de
Vrienls e de Trenenfcls, enviado exlraordinaro e
minislro plenipotenciario de S. M. o inijierador da
Austria, junto do rei dos IMgas ; Delfn se presiden-
te da cmara dos reprcsenlanles ; Faider, minislro
da jnslica c o bariio de tierlacbe, primeiro presiden-
te do ii ibuiial de rassac,;1o, vestido de beca verme-
Iba, palriulios deS. A. I. R. oSr. duque le Hra-
banle.
S. A. I. e R. a Si. luqueza de Hrabanle, Irajava
um vestido le cauda, de aiiliga melaniabranca, ad-
iniravetmentr bordado de prala. Um magnifico dia-
dema le brilbanles, que deixava cabir do* lados al-
guma* flores le larangeiras, ornava sua froule com
muflo gosto. o vestido da princesa Carila era le
melania azul coberto leadniiravcis folbos de renda
que cbegavain al a ciulura.
S. M. eslava vesliilo do uniforme le lenle ge-
neral do exercilo ; SS. AA. RR. o duque de
Hrabanle c o conde Flamlres lo uniforme dos seus
respectivos grao* ; o tiuque le Hrabanle liazn.alm
t\o grao eordao da ordeffl de Lcopoblo. o collar do
TozAo de ouro austraco; ca inctlalba da Auuia
Negra da Prussia.
Apenas lomaram assenloS. M.eSS. AA. RR.,
o biirgomeslrc de Uruxellas, convidou o secrc-
lario da cidnde para ler o icio lo casamento. Termi-
nada a sua leilura, o biirgoineslre proreileu a cele-
bradm do casamento.
Nao be possivel contar a entocXo los assistentes
daqnclla scena llo simples el;lo ramleporsiia sim-
plicitlade mesma. Kmquaulo SS. AA. RR. pTO-
iiunciavam esle n sim ao qual pareciam ligados
osdesliiios futuros da Blgica, pode-se dixer que lo-
dos coiiliuliam a respirado.
Logo depois, o scnlimeiilo que animava lodosos
eoracjoea, se mauifeslou em um grito de CJCfl o rei!
Vitam u duque e a duqueza de Hrabanle.
Depoi* de concluido o casamento, o burgomaeln
de Uruxellas se exprimi enlao uestes termos, Jiri-
orlejo acliava-se liante
-ni
lo-se nos reaes espt
Allozas,
ios :
aquelle
iilar
alte-
os
rgao
Al-
i) offidal le esladociv cos una comprim
es, cojo casamento elle celebra. Vossas
Reaes h.i.> le pcrmillir pie, aparlando-im
USOS, uro felicite a mim mesmo de ler sido o i
tlalei rm urna circumsluncia llo solemne.
Nao lenlio a prelencao deenlretcra VoSM
lo/as Reaes sobren* deveres le sua poslcjlo, quand
SS. AA. RR. sabem que a virlude dos princi-
pes, asslm como a luz lo ca esclarece luda a Ierra,
Im illi.i e reflecte na sociedade inlcira.
Limilo-measer o ecbo da voz das nos-as popu-
laces. Ivda unio, que a igreja ba de abemjoar do
novoemum inshnte, f.irlificac consolida para sem-
pre nossa independencia. Rila ser, romo confio,
1.1o feliz para Vossas Altezas Reaes,quilo ulil a urna
naci ioteiramenle aferrada s suas iiutlluicoea,
Icdicnda ao seu re, a urna nacilo que confunde ues-
te momento cm nm t amor o duque ea duqueta de
Ao meio dia em ponto o
da calbcdral.
A per|terliva da igreja be verdadcramenle ad-
miravel. A leroraco quasi que eslava inteira-
menle encerrada no coro e uo corpo da igreja, o
mais eslava enlreguea simplicidadc de sua nohre
arcliilectura, licaudo as eslaluas colossaes le mar-
more da nave principal ao longo los pilares despo-
jadas de todo o rnalo inulil; simiente em cima das
ogivas se tesprendem bandeira* com as armas das
nove provincias.
Cm immcnso docel desee do alio do (celo ao meio
da igreja. He um mouumenlo de ouro, gollico com
seus piuln"es, seus campanarios, e seus minaretes
lavradns \ cin/el rniim urna renda, recordando os
esplendores da iil.ule media. O globo o a cruz co-
roam-n'o; adornos le brocado le ouro, com as ar-
mas da nove provincias, o cercam com um opuleu-
to festi, do .jii.ii deacem em dobraa aipaaias im-
mensas snelas de velludo vermelbo, forradas le ar
minbo, a* quaes se vao premier por meio de ri-
unidas de louro, de carvallo) o de oliveira nos pa-
tro grandes pilares la abobada.
Km todas s columnas da igreja oslan presos nni
prdos estandartes das cores blgn a auitriaca
Debaixo dodorclse acbam assentos e .'onullexorios
le velludu cannealmcom franjas le ouro para o rei,
para os augustos esposos e para os ouIltM mernbros
la familia real. Abaixo loseslrados eslao sentados
cm diversas orden* grandes corpo* lo oslado; na
primeira ordem a direila est o corpo diplomtico c
por delraz delle o tribunal de cassacSo, la fa/enda,
o governalor de Brabantee o* runccfonarloi su|>e-
riores.
Todo o corpo diplomtico esla em gratule unimr-
me, o senado vestido le gala, a cmara dos repre-
sentantes le prelo, o tribunal de cas*ai;ao e o supre-
mo tribunal le justica, o da la/enda vesliilo* a cor-
le. Aeham-se prsenle* i* chei* do* grandea cor-
|hisIo ealado : o principe da Ligue, o Sr. Delfone,
o bario le (ieilicbe, Sr. Falln. A maior parle dos lenles geuerae* lo exercilo,
muito* governadorea le provincia, o* burgomealres
das cldadea, pelas quaes o rei c a familia real pas-
saram, quando vollavam de Vervicr, acbam-se
igualmente na igreja.
Dual ala* de grauaderos do regiment real neeu-
pam (oda a grande nave desde a entrada da Igreja
al o malo la igreja. lia grande numero le unifor-
me* c*lraneros no rocn I o reservado. Vimos nm
general russo de I tnica branca, calca vermelba. e
chapeo de plumas verdes, olliciaes auilriacoi com
tnica branca c cairas de azul escuro e muilus olli-
ciaes la guarda do re da Prussia.
A* oii/c boras precisas, o clero de Sania (udula
seguido le ni.ttsde duzentos corislas, lodos vealldM
le alvas franjada* poi cima bis comprlas olana*
vermelba*, se dirige ao alrio la taraje, com a cruz
mi renle,aflm de recebar ocardenlarcablspode Ma-
tines, primaz da Blgica o lodofl os bispos lo reino.
Algiin* inslaules lepot* o cortejo do den
Hrabanle
Seguiram-se
iras,
novas arclamacoes a essas pela-
O rei e SS. AA. RR. deixaram enlao sen* as-
sonlos, e se approximaram da mesa. O Sr. burgo-
mestre offerecen urna penna a S. M. que aaslgnono
primeiro arlo de casamento nos riottl regislros ; de<
pois SS. AA. RR. o duque de Hrabanle, a du-
queza, a prineeza Carilaeo conde de l'bindres, as-
algnaram por sua vez; o por ultimo as oilo tesle-
munbas.
S. M., lepois de terminadas a* assignatiiris. of-
fereceu de novo o bratjo Sr.*1 duqueza le Hraban-
le ; o duque den O eea & Sr.1 prineeza Carila, ca
familia real, acoiupaubada do* mesmas pessoas, que
a aagnlam na sua dlegnda, sabio pela cande porta
que condusaoa aposento* particulares, alim de des-
anear anles de ir a cern
As II boras e humo, um liril
pandando o* nOVOS esposos, se
a igreja deSanla-l.iiduln. Ib
leilores rompiam a inarcba, depoi'
rarruagens a dous cavallos e tres a sel
lomaram lugar loilasas
di cortejo na entrada
xellas.
i religiosa.
liante cortejo, acum-
jioz em marcha para
is eaquadrOea da ba-
nbaui las
quaes
igreja ao i
sao aroiii|
do* os con
dignllarlo)
loro
mu lo orga'
atibados de s
* le seu
da Igreja eb
.tslenle*lo
elo sino tj
1- ML.'.II I
plalo,
aram aos sai
irdealedoab
entra na
Os bispos
0 de lo-
is alto*
senlo* no
iposos resten.
ilocam em suas
iilam un meio
indo.
Beraet
Apena
mi seus ornamentos pontill
raaos o rajado episcopal, lol
le novena de incens.
Ao meamo lempo, ven. eollocar-aa no* quairo n-
gulo* lo corpo da igreja. Misos ^ casa real, mas*
nticamente ve*lilos de vermelbo e ouro, Irazcmlu
alabardas com botlas e franjas da ouro.
Km i-i porto do meio lia, quando u* arclamacoes
exteriores annunriaram a ebegada lo re a dos au-
gustos esposos. De novoaoaram os sinos eoorgSo.
O canleal e o* sei* bispo* desceram ao encontr le
S. M. e.leSS. AA.RR.e II.
Rufa o lambor fora da Igreja e lenlro soam tan-
geres, e no meio deaat mullidlo immensa de uni-
formes de burilados de lodo o genero, entra a augtis-
la familia no templo. I'or.lelra/. de SS. AA. RR.
o II. lomam aaaento a condeaaa de MerOde-Wester-
boa, camareira-mor do palacio, depois o rei, leudo
sua direila a prineeza Carila e a esquerda S. A.
R. o eoiule ile Flaudres. O luque de Hrabanle es-
la a direila da duqueza. A joven espoza esl palu-
da e parece mullo ctunmovida e a com passo facer-
lo Chegfl a geuullevorio, que a espera.
Depois de uma breve alloeocgo, o rardeal arcebis-
po proceden a bencffo nopcial.nnda a qual ccmraeou
a missa. A* esla missa, que foi rosada, succedeu
um solemne 'J'e-Deum, execulada agrande orclies-
Ira, ofliciandoo cardeal no aliar, assislindo lodos os
bispos.
A orehestra executoo i'ater Noeter de Cboru-
luiii. Salee TriuHim, Itlur
urna .lee rei'um de Moztrt o de|
composloem 1833 por Mr. Ilansser
pessoas que fulam ja
la arcliiiliiqneza em
tarto
itru-
adverlisse delii'lo oque lie impuro, perverso e
livpocrila, sua delicadeza exquisita c segura se re-
vollaria necessai menle ao seu primeiro conlaclo
rom madama JeUersoii.
E, enlrelanlo, madama de Monlbrisoii, cssa mu-
Iber de alia e solida virlude, le espirito excellenle
a julio atnaditrecido pela longa experiencia lomun-
lo letn Cesarina em unta rara csliraa.
Que crer? que fazer?
Sim, lenlio reflectiilo muilo; oque devo crer,
ignoro anda, mas sei o quo levo fazer; convm
que esaa cnirevsla de madama Havmundo c de Ce-
sarina Icnba lugar... lie esse para mim o u da,
ueslao.
Dia feliz e tranquillisador! dia de esperanca !!
K*ta manbaa fin, secundo miulia promessa, ao
convenio loSagralo Corac.lo para dizer a Osarinj,
que madama Ravmundo a esperava em caa esla
noile luesmn. Pela inaueira |>or que fui aeolhido
quando pronuncici o mue de madama Jeflerson,
pude julgardeque consideracilo ella gozava nessa
sania casa; o locutorio emque fui introduzido era
dividido por uma urade de ferro tao miuda, que,
alravez de sua* malbas, mal podiaalguem entrever
as fei;%esla pessoa a quem ia visilar.
Cesarina nao (ardou cm apparecer, acompanbada,
segundo o costumo, do uma freir, a qual conser-
voti-se alsuns passos (lisiante della, nossa conversa-
;.lo mo poda assiin ser conrulencial ; limilei-me,
pois, a aluuuia* banalidades c previni Cesarina de
que madama Kavmiiudo a esperava na mesma noi-
le sH boras, e que no lia seguinle eu viriainfor-
mar-medos resultados de sua aalrevista. Peguutei
lambein madama Jell'ersou quem era o eccleaiali-
coque porduasvezes linba encoulrado entrando
cm sua casa no momento de minba sabida ; ellares-
tondeu-mo simplesincnle que era o senlior abbade
ubreuil, seu direclor, Einfim depois do algumas
palavrasaffecluosas, jwrni graves c commedidas co-
Segitiam depois a avallo, dous pelotOeadi guar-
da civira ;qnatro picadores de chapeo armado ; urna
carruagem a don* cavallos com o conde le Marnlch
e o general Price ; uma segunda ca roagem lambein
a donacavallo* com o principe Ricardo de Meller-
nlch, o Sr-ile llumelam-r c o barrio le Annethan,
aecretarlo de gabinete de S. M. ; oulra carruagem
a seis com a dama de honor : dama* i\o palacio da
archlduqnetn eS. A. Serenfealma, o prncipe de
Schwarzeinheri:, e em oulra carruagem a seis vi-
nham dama* que acompanharam a archidiiqueza de
Vienna a Rruxellas, eoeondoC Sullivan de Grana.
A carruagem do rei, lirada Igualmente por sei*
cavallos, vnlia em seguida, precedida le douaea-
cudeiroae de lodaa asa militar deS. M. a caval-
lo; o rei orcupa o aaaento dianleiro da carruagem,
a (luqueza le Hrabanle vai no fundo, leudo sua
esquerda a prineeza Carlota; o luque de Biabante
vai ao lado lorei, defumle da linpieza ; as portl-
ultolas eslao a cavado le espadas na mao os len-
les generaos Sfcn c Chasal.
Em uma ultima carruagem puxala a seis, esla o
conde de Flsndrescoin ascomlessa* de Merodc, de
Clam-Martinilz, e de W'rbna. Dous pelotees la
guarda cvica edousesquadrdes de tratadores fechain
a marcha.
rasia
A' hora ,
lo n.i-i iinenli
meia a ceremo
Igreja e o conejo aegnla na
le (odas as ondas da popul
ino di'viain se-ln no lugar em que cslavamos, habido
convenio.
Veio-me enlao a feliz idea le ir vizilar alflumas
mulheres de meu conberimetilo, quedevam ler
frequcnlado a asa do senlior Jellersou drenle sua
residencia em Pars, o foi-me fcil levar a conver-
snciio sobre esse rico Americano, uto afamado pelas
suas Testas, s quaes no decurso le dous invern*
roncorrera a mclhor companhla do Paris.
Eis-aqui o resumo da* informacies que oblive de
dillerenles pessoas:
o Senlior Jellerson era um bomem haivinho e
chocbinho, de cabellos blancos, pbvsiunoinia pouco
svinpalhca, feijoos fatigadasc embotadas ; ello li-
nba maneiras mu vulgares e sobrcludo sinsular-
inenle familiares coma* mulheres; mas sua idade
fazia tolerar essas familiaridades, alm de que elle
descnlpava-se sempre com sua ignorancia dos usos
francezes. e assiin passava por ser na essencia muito
bom bomem poalo que de uma ostenla;ao riili-
cula.
Seus compatriotas, aos quaes elle nao convidava
jamis para suas feslas. c pareca ter avcrso.'accusa-
vam-no le uma mulldo le abomiriacoes parase
vingarem de seus desdis. Suas feslas eramespleu-
lidas, o elle dava os mclbores banquetes le Paris.
Madama JelTersoii, alias moca mu formosa, n.losa-
Im.i de sor le alguma fazer as honras de uma grande
casa, e lodo a julgavam mu Iota, porque niiigucm
poda arrancar -Ibe las palavras seguidas. Alguns
martuUlumos quizerain requesla la ; mas como ella
no recebia a niuguem de inanh.la.os maravilbosos
viram-se forjados a renunciaran seus projec-
tos.
Os sah'xs do senlior Jeflerson eslavam aberlos
noile tres vezes |ior semana depois de excellenles
janlarcs, para os quaes convidava sempre 1~ a
nula pessoas da mais alia plana ; elle linba o ex-
li avagante babilo decollocar imsjanlares que dava,
a mulher sua esquerda, cm vez de poda segundo o
uso em face de si. Exceplos os dias de recepto de
// lo palestini,
TeDeum
is velbo,
ilo primeiro principe.
lia eslava (armiada na
iii'-m.i ordem a Iravez
rin pie euchia Indo o
seu cainnlio. As daslloraschegou a familia real
a palacio, no meio le lirados enlhuaiflsficos, que se
prolongaran) pormuio lempo depois de sua entrada
nos aposentos.
No momento em que mandamos esla* ludia* para
o prelo, \ principiaos mas la cida.ic nlftocheiaa da
passeadores, e por (oda a parle na so ouve maisse-
noo meamo grito de admirarlo pela belleza, pelo
encanto singular egraca perleila da doqaea, a qual
lendo-nos del sedo vivamente asauxtados pela lndb>
posirAo que hinlem sidlreii, nos loiunii boje feliz,
imislraiiihi-scrisonha o completamente rcslahelccida.
iJournaide* Dbale,
asaiaa|aa>|s>j
ESTADO DO CONTINENTE.
Paris 5 de setembro de 1853.
A noticia communicada em aria* partienUrca
recenlemenledatadas deRonfa be um pomo (ran-
qiiillisalora. As medidas adoptadas pelo governo
v.o augmentando em riuor; conUnnam a* prlsocs
em maior escala em lodos os estados ; eslcndem-se a
Indas asclassesde pessoas, eaullma iniseravel leu
laUva de tnaurrelcjlo ad lem servido, aaalm comoem
Millo, para augmentar o numero das vclima*, o
diminuir as eaperancaa de melhor fuluro para
Dalia.
apparalo, a porla lo senhor Jeflerson eslava rigoro-
samente fechada todo o mundo ; elle nao linba
nenhuffl amigo inlimo, e passava por um original.
Assim ngoobalanletor aamati bellas eavalgadnraa
de Pars, minias ve/es sabia em (arre bem cedo com
sua mulher, eso vollava a uma hora mui adianl.ula
da noile, san que niuuuem podes.se su-peilar aonde
i .mi aaalm ambos. Como mu bom calbolico elle
ouvia puntualmente a missa ia capella lo seu pala-
A repnlac,ito de madama Jelferson nem de leve
fra locada la maledicencia, graeaj a c.eollentc ra-
zan le que nlngoem poda pretender ter conversa-
do cinc minutos em particular com cssa linda mo-
ca, mesmo em *cu sabio no meio de duzentos convi-
dado*. Klla nunca lansava, e durante o baile tilo
pouco dcixavaiiin canap colloeailo junto la cha-
min, no qual as rccen.chegadas iam um Instante
assenlar-seao seu lado, e os homens iam sanda-la.
Para mui poucas vizitas sempre em compaubia de
seu marido, e nilodizia vinle pala\r.is; de sorloque
siippunba-se geralmcnlo que tendo-sc sacrilicalo a
esse velho rico, que mo ohlanlc suas exlravagan-
rias, pareca alias muilo .illencioso enm sua mulher.
ella cumpra mu honeslae dignamente seus leve-
res. Emlim dizam que vollando para Paris depoi*
de sua viuvez, vivendo em um reliro absoluto, e leu-
do relacoes siVmcnle com madama de Moulbrsoii
lao bem o universahnenle comideraila, ella nao po-
da deixar do ser urna mulher perfeilameule hnne.i-
la piedoia.
lins pensavam qiie madama Jeflerson acabara
por -iln.il .ir a vida religiosa o abandonara
a igreja os' grandes bons que sem duvida Ibe
deixra seu marido ; ontros pelo contraro alliriiia-
\am que allrabidos pelos encantos da bella v lu a e
pela fortuna,que se Ibe suppunha, o duque de... e o
comiede.... dousamuos de madama deMonthrison,
ambos mui ricos, mocos, o bem considerados no
mundo, linbam pedido a marquezaqiielzcsse a ma-
dama Jeftcrson pro|>ostas, que esla rerusou ; nutro* |
Desde o primeiro momento da fonuacao cu, \mx
dres da commisslo presidida por Mazzini, eom o
declarado lim de conlrabir um empreslimo, grande
numero do patriotas italianos respeilaveis julsaram
convenieulc scparar-se deslc revolucionario aven-
lureiro, porque asna causa j nao era a da liberda-
de racional, mas do (error. Manin, Montenelli,
Cernuscbi, Callaneo, Ricciardi, Ferrari, Ligalc,
MaelTr, e mnilos oulros so op|oxeram idea do em-
preslimo, e recosern, fazer parte la eommissao ; c,
siibsequcnlemeuU', Saliret e Sirlori, que eram
ineiiilniis della, der.un a* suas demissoes. A mais
completa desertan seguio-so logo dapobda tentati-
va insurreccional em MiMo no mez de fevreiro pas-
illo ; varias seerttes do partido liberal moderado so
rcuniram ; collocaram-se dehaixo da bandeira da
Independencia italiana, e pceeram de partea ques-
l.lo da forma parliciilar do governo ; e al o prop i<>
Salfi, sempre lao liel a Mazziu, sendo eslou nial in-
formado, Hcparou-se delle delinilivamente.
Sob laea circsxmalaociaa Mazzini foi levado a fa-
zer um i'-inu para recobrar a iiifluencia que o vai
Boandonando com rapidez, e permiltio em Roma
que corto numero de refugiados lumasse a inieiati-
va no ilumnenlo. O da l.'i de agosto era odia de-
signado para o rompimentono mesmo da cm quo
os Romano* costuinam celebrar a fcsla da Assump-
.lo, c os l'raucezes a de S. Napoleao dos l^rsiii*.
Alguns los conspiradores conseguirn) entrar na ca-
pital, onde permanecan) escondidos sem que esso
lugar se toruasse conbecido da polica imnliAeia,
nao obsbinle a lenuncianeeica do que se medilava,
e que Ibe f>ra coinmunicaila pelas autoridades frau-
cetas. No mesmo momento em que os conspirado-
res eslavam mprimindo prorlaimiiVtcs para chamar
gente s armas, foram iiulicadosos seus escondr|os
a polica poiillicia por meio de um segundo despa-
cho lelegrapllico de Pars, para onde se diz comcer-
lea que a denuncia fura mandada por algum dos
amigos roididenciaes lo proprio Mazzini. (uasi
lodos foram piesoo sem mais demora, ea corres|ioii-
dencia, os planos e as mprensas clandeslinas delle*
forera apprehandldas.
Sem embargo deala dcaeoberia, o governo do pa-
pa anda aa acha n'um estado le susto ; maudou or-
den* a todos os goveruadores para que vigiassem
(oda a cosa com o maior cuidado, porque se anda
aguarda achegada le oulros refugiados. Gro-Ofl
queso noineai.i uma commissilo especial para pro-
ifo os piisioiieiros ; e a nica objeccaoque se faz
a esle respelo, segundo me dizein, lio que as aulo-
ridades militares Trancozas iiisislem para queosof-
lleiaea do exercilo le occupacAo facam parle do Iri-
Minal polilico-mililar. A corle de Roma iiuo leva
i bem oslas prelencoe*, porque, com olliciaes fran-
eze* entroo* juizes, lar-se-liia maior prubabilida-
le le justica, e os procossos lambein seriam orga-
ui*ados segundo certas formas, que esloem oppu-
o arbilrarioc cruel avaloran do governo pon-
tificio.
Mas nao be somonte ao partido repiiblicauu que
[lerlcurciu a cou*piracao e a agila\io ; a faeco re-
irograda nao eaui llvre do orme, e o* seus eeJorcoa
10 dirigen) secrel Mnenle a Completar a loppressfin
das jiisiiiiiiee- liberaeano Piemonle, nico para na
liaba onde ellas lem sobrevivido ; o* dous grandes
criminosos sao Huma c Auslria. Esla parlicular-
menle lem o maior Intrnala em aniquilar o avale
ni.i representativo nos dominios sardos.
Depois de cinco anuos de cruel dictadora militar,
a Austria v que nao tem feilo progresso na Italia.
Desoja Introducir na Lombnrdia um rgimen mo-
nos desptico, mas com a bandeira tricolor a fluc-
tuar as suas Ironteiras, com um parlamento O a
Abordada dalmpreusa s aum portas, seuicque per-
dera a sua influencia na Lombardia se a fori;a do
M>ii .iHii.il svsleina nao fosse quebrantada. Aora,
cuniprc que a Auslria se resigue a abandonar as
provincia* lonibardo-veiiezianas.mi a chama-lasa si,
rslabelerendo um reino constitucional, com nm
archiduque aoa frente, ou a mudara ordem ac-
tual le cousaa no Piemonle. Com a Franca e a In-
glaterra de aanUnella, ella nao pode aberlarneiite
atacar a nacSo, mas deixa alguma censa oceulta
para conseguir os seu* menlos de una maneira jn-
lirecla.
lili coiiselhosecrelo.eomposlo de I-ranee/es o de
Sardos, perlcnceules ao parllo relrugado, leve lu-
gar ha (rauco lempo em Paris, com oflm de Iralar
sobre a melhor maneira de fazer auerra secrela ao
governopiemonlcz ;c um crio Monsiguor, bemc.i-
uliecido aqu, esleve prsenle. Resolveu-se ueste
solemne cnclave le conspiradores que os sen pri-
mnos esfon.ns consistiran, cm excitar desconlou-
lamenlo nos oslado* sanio*, saneando discordia en-
tre osdepulado* na prxima sessao legislativa, ele-
pois entre a populacAo. com a esperanca de galibar
na* eleteoea genes le ih"i| ama raaloria de deputa-
dos mi extrema direila ; e se esla fosse malograda,
na e\liorna esquerda.
Se os rermellios Irumpharem nos elejoc*. a go-
verno sera obrigado a adoptar medidas extremas,
quo llic deslruiriam a pnpularidade que goza uo
partido liberal moderado, c licara compromellido
para com os estados vizinho*. Se, pelo contrario, os
prelot unbasa.....a victoria, a propriu cmara dos
depulauoa modilear o Slalulo o as leis orgnicas
0, sendo conseguido o principal ohjeclo, le|Hiisaho-
lir loda* as inslituires represeulalivas. O l'ni-
rereda Par*, a Armona deTurtrn, oCallolieo de
Genova, a BUaacla de Miblo, a Ciretla CatloUat ,
de Roma, e oulros jomaos da mesma cor devem
coadjuva a fac; jo re rogada por meio de arligos
vilenlos e hoslis contra o governo representativo de
quatquerespecia pie soja, c anda quelimlladosuas
uaa frasea ; o o clero ullramnolanocm lodosas pare-
gensdevera lomar parle acliva nesla vasla campa-
nh.i contra as liherdades do Piemonle.
Ksperanios que os Piemunlczes, que lem dado
(aulas prova* de bom sonso e prudencia, se bao de
combinar para frustrar esle* planos diablicos, e
continuarlo a mentor, como bao praticado ate bo-
je, a unllo lano uo paiz, como no parlamento, e
que mo bao depermlillr que alguma cou*a nter-
rompa a harmona que subsiste entre as cmaras e
o governo.
Carlas de Bemo di/em que o ronsclho federal da
gultaa, aiiradi com as inlindas desintelligeiicia*
entra a Auslria coCantaotlc Tessino, resolveu con-
siderar cale faci como um simples negocio canlo-
emlim prelendiam que o rico banquero americano
mosirando-se srdidamente ingrato para com sua
viuv.i apenas llie ha
bastonea.
Tal be o resumo
mim hojeem muilas
nos bem Informadas
isseguredo urna modOSU a-
daa loforroao&ei colindas p
casas,e de pessoas mais ou un
|H>rm inleiranieiilu deshile
reaeadar. que nao.llnham nenhoma rano de fallar
mal ou bem de madama Jeflerson.
Estas informanies em summn fallamem abono de
Cesarina. sua repulaijao permanecen ao abrigo de
ipi.ilipier oiTensa, e asodiosascalumnas.dn que cer-
lanifiilescm o saberem, o senlior Codofredoe o se-
cretario da legaeSo los Eslados-rnidossefizeram -
cbo, nao tem segundo o que rnedi*serani.outraau-a
icnioo desdein alTeclado pelo senlior Jell'ersou para
'oui seu* compatriotas, os quae* nAo convidava para
uas feslas. era, pois,para se vingarem, que Imagina*
vamconlra elle aecusacoes ahomiuaveis. Era com e-
cilnum bomem extravagante e vulgar ;porm liones-
loe observador de seus deveics religiosos. Ha, pois.
um ahvsmo de infamias sem noine entre este retrato
eo que oseuhoH.odofredo me (racou do marido de
Cesarina.
Sem duvida, cela por nrelldlo creo dever exage-
rar a meu* olhos a* qualdades. ou desfarrar os de-
feitos do liomein que considera seu bemfeor; po-
rin este iniioeenle engao he urna nova prova la
cxcellenciaducorac.lo de Cesarina.Kmlimnorecusou
i'llad.Mtseasiineiirosronsi.leraves.repellindoas pre-
loucOcsdo duque de... o do conde de .. ambos ami-
go* Lio honrados [iretenderam a mao de Cesarina, meus
escrpulose minlias dsseonflancas nao sero insen-
salaaf Ah agora nao (remo mais pensando, de os-
lar escrevendo estas linlias, cmquanlu que Cesari-
na conversa com madama Ravmundo ; nao be Doaj
angustia, mas com uma impaciente esperanca, que
espero amanhAa para saber la Imprima feita |or
madama JcITerson sobre a mu de Joilo.
(Conlinuar'te-ha.J
II
nJii


I
nal. Em cousequencia annunciou no governo co
I.' ii que, emolanlo ia dar o*passo* nccouanc
para iuduxlr o gabinete tic Vicua a niauler os Ira-
lados respectivos ctporlaeao de arloi, opprovoi-
lava a occasiao para renovar o pedido acerca da re-
m.K-ao do Moqueta. O-conscIho acrescentaque nao
lie provavcl que a Austria auuua sein condenes, se
a confederaran nlo comecar fazondo conccssies.
Observa quoa rcspoilo dos refugiados scuao podem
adoptar medida! ulteriores sem quo se oflcuilo I
lio,ii.i u dignidade da confederarlo.
Ouonto nos rapurhinlios, o coiiselho persisto em
iiensai que este faci lie meramente um neg
cauloiial ;equc ronseguiilomonlo perteneci Can-
ijo de Testiuo ponderar so lie inais cnnvenicnlc re-
sistir e solTrer por mais lempo as medidas rigorosas
da Austria, ou fazer proposlas a esto governo ten-
denles a renovar as iiegociar,nes qur directa quer
iiidireclameiite. Km tal raso o rouscllio federal of-
ferece a ua inediaco em favor da soluto pacifica
da queslao. A imperada rcnovac.o agitada pela
superior auloridade central da ronfedcracAo ater-
ra de um conflicto quo as duas cmaras consideran!
ruino federal, causara entrona indignarao em Tes-
sino. Dizcm que o governo dcste canillo so cvpri-
inc rom umita acrimonia na rcsposla mandada a
Berne. (Correspondencia do Time.:,'
timo dircito. Alm de que, e lie essa a principal
razio que nos anima, o Illm. Sr. I)r. Vitalia Tava-
res acosluinado a ouvir com benignidad* aiiduvi-
das, as objeccoes. os emperros lamliem, assim dos
esludanlcs dislinclos, como dos mediocre e obscu-
ros, a resolve-li com a lucidez, c ondado que o
caraclorisam, eslender este favor a mala um disc-
pulo, que llie vota vtrdadelra svmpalbia, e admira
o fundo de conliccimenlosque tcm desenvolvido por
ieeaailo dcsla lula, feliz desmeulido .U insuflU-ion-
cia c i-i .11 iv. de luzes que elle se allribue em sua
modestia.
II.
Priineiramente, a rccoiivencao parece nao ler lu-
gar li.mi -1- a primeira falta embora sem culpa
,h,Sr. Dr. Vilella : era poisderrerque S. S. prefe-
ria fallar dirertamentoao publico, lamben) >. Es.
Tallo
deve
pesie
llOCl!
%~
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
mtuil de paqaets d* vapor d* Mar-
salha para o Rio de J metro.
r'elicilaiuo-nos por poder dar noticia aos iiossos
leitores da proiima realinaflo de mais urna dessas
liuhas de uavegaclo a vapor, que approtiiiiaudoi o
Brasil dos mercados europeos, tonto contribuirn
paraodeaenvulvraienta da sua riqueza e prospen-
dado. ,
O navio L'Actuir (O Futuro) deve partir do por-
to de Maraelha para o Brasil no roez de outubro, e
soltar no decurso de novembro ou principio de de-
zerobro; o seu llm lie orgauisar o scrviro dessa h-
nha, dispondo ludo pora que esse scrviro seja felo
com a iiecesaaria rapidez e regolaridade. rocaru
pois em lodos os pontos da escala, com os quaes nos
Vti por em conimunuaclo. Sao ellos: no Medi-
lerraueu, Barcolloua e Malaga. Ao sabir ao Atln-
tico subir um poucu ao norte para locar em Lis-
boa, e proseguir pelas Ibas Canarias, por (orea,
na frica, e cnilim vira a l'croainbuco, Babia e Kio
de Janeiro.
Os vapores que a coinpanhia marselhezn pretende
ompregar sarao da lotai io de 2,000 toneladas, rom
machinas a hlice da Torca de 350 .avallse de mar-
tilla media de nove miabas por hora; lero as diinen-
-..,-. de fragatas, c pdenlo receber de 700 a KOO to-
neladas de naradoriet.
O L'Avenir n.lo be dcshuado'aoscrviro da linda;
vem iiiiicameulc para regulai isa-la; sem embargo
de ser tle lulac.. superior aos vapores da compaiiliia
de l.iver|iool, nlu be da grandeza n quea ctunpa-
nhia inarselheza pretende que srjam os KOI MI ios.
Kuila a viagem de cxplurarao, comecara em Ja-
neiro o scrviro regular da linlia.
O* que sahem quan ronsidcravcl be a inporlan-
riaeommereial doMcdiicrranco, podem prever que
inmenso deseiivolvinieiilo est reservado as lela-
roes que essa liulia vai activar cutre os mercados
brasileiro* e essas reaiies, 1.1o lamosas na historia
to commerrio pelo nomo tle lisralus dn Utnll.
Al aqu os passageiros que do Brasil se destiua-
vam para a Europa eram ohriga.los a ir i Inglatcr-
ra, alim (le ilabi cspalliarem-se pelos pataca i que
sediri-.iam; o connnercio em barcos de vapor s-
ineule se fazia por inlermedio da Inglaterra, o que
iiccessariainenle o aranhava c resliinaia. t) prceo
ilas passagens era elevado. Com a nova linlia 011-
Iro tanto naoacontecer. Marselha. cidade indus-
Irial c porto tle grande arlividade cummercial,
acha-sc no sul ta Franca, dando as uiiios llcspa-
ulia o.i Italia, na provinidadc da Alleinanba meri-
dional c da Snissa; a essa vanlagcm accroscc que a
campanilla manelfieu nao eligir piceos lio alies;
he pois minio provavcl que oblenha a preferencia.
E quando roniplelanienle a lulo oblenha, natu-
ralmente faro rom que se multipliquen] essas rea-
roos, que In Vio sendo lio freqiicnles, o que se de
un lado determinan lanos Brasileiros a considera-
ren) oma tomo neies-idade tle fcil satisfarn o Ir
passar aluuiis me/es na Europa, ao inesnio lempo
que lano inclino condecido0 noaso pata, para aqoi
Iranio inaior alliiienria de r.ipilacs e de liraros os-
raogsiros, s actiswm noHOcommercio.
Ilepilamos pois a palavra com que comeranios
esle artigo. l-'i-licilciiiu-nos pela prjima rheg.i.la
do/.'.freir, e focamosvolos pela prosperidado da
hulla de Marselha.
PAQUETES riANGEZES A VAI'OR E.NTUK
H\KSH.||1H!IOIIK.H\HIIII.
Companla de nnvegacao' mixta.
"ft ,0 paquete a hlice
/,\/.r;m-, destinado a
nmanisar o scrviro da
linha, tullir de aiar-
solha para o llio tle
le mimbro, tlepois de ter
Mcilitei raneo, o de local
Malaga. Lisboa, Tencrif-
II iliia. lie esperado aq
utiined.
ar-se aoi
icslc sc-
chou S
lio
lllll
Ih.
le-
aquele.soamar
inla deixar a d(
s Srs. paaugelroi
w tic cmara per
: ti tle l.i'class
Janeiro
le lo os seus er
as escalas de B
fe, Gorda, Pern
no decurso do me/ tle novombr
inora tornara a sabir para Ma
mesillas escalas.
Os escolenlos commodos ileslc
rliaHi|ierior,cuiii traamenloqw
>cjar, o lornanirc.-omniendavel
l.'Jtenir pode lomar ,"ill paaMge
leitameiite arrommodados. a sah
e :gl do -2. elasse.
Os procos silo moderados, como se v n
tabello dos paaMgeni.
L1NHA DO BRASIL
Ue Marselln
A Lisboa .
A l'encrillc .
A (jorca .
A l'crnamhuc
A' Babia .
AoRiodeJouei
IIC I l-Iih i
A Tenerme. .
A Gorda .
A l'eiiiamboct
A" llalli* .
AoHiodeJanei
De IcncriiTi
A (lora .
A l'crnambuec
A' Babia .
AoRiodeJanel
De (orea
A l'crnaubuti
A' Baha .
Ao ItiodeJauei
De l'n n.iii.l
A' Babia .
AoHiodeJanei
Da Babia
AoRiodeJanel
Os procos par
mos.
Os passageiros, como cniiuranles, etc., que toma-
ren! passagein tle tolda, pagaro ;
De Marselha para o Brasil......1IKI fr.
De l.islioa para o Brasil.......800 fr.
Estes passaxciros romero com a guarnicao. A
tompanliia Mies wiuislrarn macis, mas nao colches
neill lelinie-.
A comida c os vinbos estilo roniprtlienilidos nos
prcros datciaste* l. ti.
I:-1 vapor pollero receber um louelatlas de mer-
cadorias ; a tabella do preco dos tifies wr pulili-
catla brevemente ; entretanto somos aulorisados a
declarar que esles precos serio iolermediarios en-
tre os tos va (Mires acl uses e os dos navios devela.
Os arandes navios,la companla que deven) ler
as dnieii-iies to fralalas, principiarn o ser entre-
gues no mez tle Janeiro, c por ronsemiinte desde o
piincipio de IK.">I o scrviro er regular e mental.
(Jornal rio Comwerch. i
DurtdM amellada pala rtiposu do Illm. Sr.
Dr. Jenraymo Vilella de Castro Taiara,
lento substituto da academia Jarldlca de 0-
llada, a caria de S. Ex. Ke.m. o Sr. Ar-
cfblipo da Babia, tranacrlpta ao Commaai-
cador a. 10, II, 12.
I.
lie, por cario, mulla lemeridade, he falla de si-
so, que eulre doui gigantea que se batan v met-
ler-sc o pgint>|: be inprrliueolc iiii|iiiiliiiiai,.lo
chamar para duvitlas lalvez infiindiilas a alteilcao
do quciu tem manifestado o pro|msto tle ptlr termo
a um duello lillerario, por falla de lempo para tlis-
cussoes. Idas a qoeslAo so lem lomado do tlominio
do publico, e aqoalquerdos iiubres contendores se
pode opreseular tluvldas sem o receio de nina Irisle
rpulaa. Trala-te tle urna qtiestAo do direilo ; e
rom qii.iuii, rejamos mgiinineiilo I catleira de lli-
rt'il" cannico, nplimainenle disliiigoldo do direi-
lo crclohiaslico. uo ser pequea coiivcnit.ncl.i ims-
s i ser esclarecido lias importantes qucslocs dcslc ul-
. VMAI v iik m: . V M A 11 DE PROA
. IHI fr r . ISO fr l
. 11)0 350 i n II
. 550 700 i loo o (00 ii
. 700 n WHI 500 ii 750
. 750 1,000 (KM) u K00 i
o. 900 a 1,300 700 .i 1,000
.. 325 _ i 175 ii II
. 350 > :too ii __a
. IKK) a WXI 500 ii 700 i)
. 650 850 550 n 750 ..
o. 730 1,050 i to !100 ii
. 00 o _ , 150 a
. lO (oo i 350 n ii
. 500 o 650 i IHI 11 530 o
0. (00 750 i 500 o 050 ii
. 300 n o aso o ii
. 350 i 300 u
o. 500 u 700 ii 400 o 000 ii
. 100 ii _ , Ii
o. 200 o ii 150 ii 11
o. 150 0 100 ii 11
i a da c ..IIa sao os mes
directamente ao publico... nem islo se
slraobar, visla a persuao em que o liiiba
i nao rcceliimcnlo das carias agora aecusadas.
mrilinrrilade cnnhecitla o vigarii
pie infelizmente faz parte de un;
lero iijnorantc por delri.ro nro/irio, c ordenadi
miando nuil mbe Iraduzir o alim, for;oso be con
ceder ; porque alm tiesta lei geral, mngiiem inc-
ln- que i"" lente podo aquilatar a capacidade de
discipulo ; mas que tejo incdiocridade, porque des
acata o sen lente, cusla-nos compniliciider. Ser n
grato, incivil, rcprchensivcl e multo repreheiisivcl
porque sem allenrao urbanidado c ravallieiruim
com que he tratado, sacrifica o lente o censura di
oulrem, lorcendo talvez as doutrinas recehidas
sao bein applicadas a ose as queitas de Istiias: se-
r mo, ruim de corat;ilo, mas de espiriio, nlo
pois que vemos (em mal, lio verdade) que o o vi
rio gosta de ir postor-so n par do genio.
Com urna ruo firme e seguro tracou o Sr. Dr.
Vilella a linha de demarcac^o cnlre os dous pode-
res, civil c ceclcsiaslico : mas por etTcilo de mal
cabida dcs('onl)auc.a, v um empeuho da igrrja em
rtlender a ua auloridade, nos esforros da igreja
por conservar as rala* da sua jurisdiccAo : o no
principio quo da por base dos dous poderes o direi-
lo divino, nchou S. S. a causal da Mudado da igre-
ja sobre o temporal; ciilrelanto que com cll>
tentn mostrar S. Es. legilimidado c a igualdade
tic ralhegona de ambos elles. Nao s he essa a ci
sct|uenca do Omni poleilw a Deo, como nAo he
docrcr que sustente a superiorulade do um pod<
ao oulro, quem comecou por estabeleccr o rcrouhi
cer a distinrcAo e independencia do um e outro.
IV.
(JlMIldo o ralhnlirhniu dominara ludo naidiil
i/u moiitinnms.'ii'" leit eram Iris do reinos e tua
ocelo te arhaia inreimnlemenle eonfundida rom a
ddnlado, elr. etr. Mas o que suceedeu em ron-
sequencm de semelhanle. omnipotencia dudan me
jo/ Mallo*malea... concedo: mas ser incdmlo si
essa omnipotencia Ibc foi dada ? Contldere-te alen
diaao as cooseqoencias cscepcionaes do mundo tlt
cnlo, em que secoiislruiam as modernas socieda-
des -iilire as ruinas das antigs, c em que "era pre-
ciso oppor um dique os amlncoes; considerc-se o
grandes serviros feilos aos progressos da sociedade
modernaia rundatao da monarebia porluguei
que se ampaiou eonlra) o poder tic (Mella fa/.ci
do-sc ecusuaria da irle de Homa ; c concluir-si
ha com o Sr. Alesandre llcrculann que pesados i
bense males proveiiii-ules da dictadura erclcsiast
ex na dado media, se pode tlizer, sem receio de
errar, que foi salular. ti Mosnio no direilo tas gen-
les, il-so no I.ilirral l'rrnnmliiicano n. 70' osal-
los espirito* proriiraiu afanosamenlc resolver o
.. problema de urna arcAo soberana e cquilihrado-
r ra ; lal he o estado tle osrillaco a que se vecm
.i redolida* as naete* que nao lem deparatlo al
a boje seoAo a forra romo meio de amparar a jus-
i. tica de suas prelenriles, o que faz que a mais Ira-
.i ra sejasempre a viclinia. Essa act.-.lo soberana
e eqoilihrailora, que faz dcsapparcccr o estado de
oscillacao em que domina a forra que faz victimas
os mais traeos, fui a dictadura do igreja.
V
Lina lacinia do Soliciador Calholico, reparada
inao em um folhelo, en) que vem a rcsposla de S.
Ese. foi lalvez o motivo do nao romprebender
honi o Sr. Dr. Vilella o peiisainenlo do S. Esc. c
allrihuir-lho urna contradice*), que suipniios oto
csislir. Em um sentido talo, islo he, se se quer en-
tender por eniprogados pblicos, ridados emprega-
dos em i/ualquer srriiro de ulilidadc publica, os
parodio taoempregado* pblicos: purinsc se al-
lende empregadot da ridmle, cutio nao ; elles sao
empregados da igreja, e por sso S. Esc. Ibes d.
com oarl. 133 to cdigo do processo \
cmpragadoi eccleaiatlico*. A-sim pt
parodilo liUlodo empregados publ
gundo seolido, que he empregados ci
Bu. e prate que bein. punco convincenles as ra.
zocs proiiuzidas. Mas o Sr. Dr. Vilella cunccdciidc
que a iprewnlaclo to monarclia nao d so n*
0 Imai rem. islo he una haliililac.lo para a colla,
rilo, parece dar a esla parle, cmhoia essencial, con
que entra o padroeiro ra OolUco di.s beuellcios
maior peso t|oe s duas nHo menos esseuciaes con
Ioc enlra obispoa proposla oa investidura,quan
onofaclodaapreseiilae.loquer concluir que so
jam os parochos empregadot civil enlrclaulo qui
nao podemos tleisar de ver diflercii<;a entro empre-
gados, cuja Hornearn ht-evelusivaiiieiilcdo nioiiar
cha, c empregados coja apresenlarao depende di
urna propoila c de ullcrlor conflrma{lo tos bispos
I- continua na sua denionslrac,.io com o argumeiili
da cottatilo nmssaria. lie necessaria a collat;.1o
Inventado; mas |iiirque? porque precedendo i
apirsenlaroou prOBorta, que a Imilla aos Ires pro-
piulo*, agria por-M em contradiccAo coinsigo mes-
iiio, M o hispo collador, rejeasse qualquer tos pro
pastos por elle, como digno* do beneficio. AdffllUir
a c-nllar.lo iierrssariaabsoluta no Brasil, onde o ele
ro be ignorante e delei.rudo, seria espt'ir a erros fa-
lacs o moiiarrha, que nAo pode coiihecer os utlivi-
dvos habililados, c obi igar os bispos a confiar a cura
d'almas, porcsemplo, Tpadres Mea mrito, que ti
vaselo na eOrte um pudrinho ruin a pbautasia d
fazer um parodio do um Iruo.
VI
l.-senoevangi'lhodeS. Malheus cap. 10 v. U c
10..Vofifenossidere aurum, equeargenlum, ne
que neruuinm, urque peram in lia. etr. : dlgnm
rsl ,n,i., operariut ribo (UO. Em S. Lucas cap. 10
v. 3. In eodem utem ttOMO mande flenles el bi
hrntrs quir apuil illas sunt; dignu* eslsiiim i
riirins merced* na. Na primeira epislola aos Ce
rinlliius, cap. !> lem-se estas proposirOes..Vin,
quid non hnlmius pnlesltilem mandaruna et Inbei,
di ? IJuis miHIat sais sliprndiis unquiim t Qiii
plunlal rineiim el de /ruclii rjus non rdil t Oiii
pateit ijrrgem, el de lar.tr grrgis non manduca!
\iimquid serumtum liominrm ture diro'.' In el le.i
liociion ilicit fSriipluin esl enim in lege Mog
m : Non alligabis os ton /ii/iiroiili. Nunquid de
bobus curaeil Deo'! .apropiemos uliqur lioc di
cit Xam propler nos uripla sunt : quoniam de
bel in spe, qui ara!, arare : el qui trilural, in >/>
frurliu perripirndi SI tiOS t'OBIS Sfllll
TI:il.l.l BBMISAVIMU8, MAC.SIM BST SI
SOS C.IIIS.ILI.I I ESTIt.l SUMAMOS?Ntt
cilis quoniam qui in sacrario operantar, qiur d<
taerario Itutt, fin/: et qui allari deieriiunl
cun atari participan! ? lia el Domimu OHDI-
Sil ITiis, qui ltingrliiun annunliant, deliran-
geliorirere. Em S. Lucas cap. 8-v. 3
la cita Ibcoria, anda no lempo de J.
I'.l Joanna u.ror Ckusir procuriilori llerodis,
I Susana, el alia ulbr ministraban! et de. facul-
tatibns sais. Ajudado, na inlelligenda deslcs lu-
gares, por S. Tliom 2. 2. quaa-l. "lOarl. I ; Ber-
1 armio, Gonzlez, Coleleiro, nao posso admillir
que a suslenlarAo to clero fosse um diim puro e ro-
lunlario c pela rute de nao estar determinada a
quola. A olingacAoscmpro existi e foisempre cum-
prida e com escessos; pois que osprimeiroscbrislAos
.1.-piiiili.iln aos pos tos apostlos lodoofruclo de
leo* bens a delermiiiarAo ta quola, a palavra t/t;i-
ino he que foi do lempos posteriores. Antes da al-
liani;a dos tlous potleres. os povos pagavain mui gov
losos, alm tos tributos do estado, os dizimos ou a
pernio conveniente para a HUlentaejMl da groja,
|i..i que I.i-iii -.ilii.mi quanto lucravam na troca dos
lien- terrenos pelos to Co. Vieram as concrdalas,
e com ellas essas modificare* nos direilo* da igre-
ja. origcm das lucias que a vciam : oncarregou-te
Estado da cobrauen dos dizimos, subsliluindo-lbes
i congruas.,. Pertleiiam por isso analureza de tri-
buios da igreja t'm adminislrador. que assegura
ao pmp iei.ii i.i urna renda certa sibrc scus inesmos
bens, para alva-lo das diOlculdades da cobranca
tiirna-sc por esse faci saibor dos bous, donde elle
lira a renda y... I'arrcc-me. pois, que a manera
liorque actualmente perechem o* clrigos os alimen-
tos pie-ei ipiu. por lei divina, nAo Ibes mudou a na-
lui i'/.i. i-- un como as modilicacAes nAo mudam a es-
encia da* cousns: e que por conseguinte o laclo de
rem pagos pelos cofres naclonacs e nao immediala-
iicnle pelos contribiiintes, os nao conv.rlc de cui-
piegadosccclesinslicos m empregados civis. Mas as
leis que prohiben) pagir-sc a congruas aos liene-
'ii i.i.i.i-.pi..-i-aii.i-oi. tem sem liccnj do rei ?...
Sao condices do conlralo.
VII.
O direilo de inspecr.lo nngucm conlesla aos so-
lieraoos, rom lano que a InspeccBo liqoe onde deve
lirar : nonbuma duvida oppomos s theorias' de Ca-
allario, Biegger c Borges Carneiro, una vez que se
So queira tletluzir conclusAes mais latas que os p '
cimento lohr qu.ies tejam a* materias de que etl
sugeilaiii-pecr.liidocoiiilocliir do estado, .subor-
dinara da igreja para como estado parece-nos que
deve ler o nu-iuo sentido quo a submisso do podar
publico a igreja. 0* ininislros da igreja deven), c
(aso por lei natural e divina, obediencia ao soliera-
no, com tanlo quo alo seja contra ama orden) po-
tltlva de Deo* i dovtm entinar aoa oulros essa sub-
missio e dar esemplo. > A' isto nio oll'ercremos
duvida, assim como no negamos que pela violacSo
das Intl......- mislas lem de ser punido* os paroenos
por um e oulro poder. Ma quaes to as func(0es
mistas ? Emquanlo a delermina{lo dostas funcQOe*
pender da opinio, conlinuaro astucias entre ca-
nonista* e juristas, e os que esperan) decisao para
seu governo, continuado lambem ua duvida.
Urna pequea observadlo seja-uos pcrmillida fa-
zer urna vez que a questAo est aluda uo do-
minio da sciencia. Parece que o Sr. Dr. Vilella de-
fini funcc,es mistas aquellas quo sAo mandadas por
ambos os poderes; e he por isso, quo ambos lem in-
gerencia ncllas cumulativamente. A eiplicacto do
calhecismo sei cu quo be espressamente ordenada
aos parochos pela igreja : se-lo-ha lambem polo Es-
lado assim como sAo certas funeces polticas?... e-
ii.i... aegue-se qu* a omisso della* s pode ser pu-
nida pela igreja que a ordenou, cabendo tmente ao
Estado ausilia-la con) a sua lorja, quando requisi-
lado. Pela violado das funcfea civis ou publicas
i ,-|,o:le o parodio ao Estado, quo lh'as impoz o ao
qual esl elle inlciramcntc sugeito, como cidadAu.
E com a omissao das funct;csespriluae nada tem
quo ver o Estado; compele exclusivamente i illus-
Iro cslrangcira.
Esla theoria supponho tiue pode ser applicada,
sem perigo, ao malruuonio no que elle lem do pura-
mente c.pii dual, o no que tem de misto, ao passo
que os lniiv aveis detejos que nutre o Sr. Dr. Vilella,
como chrislao, de ver por loda a parle propagada,
onsiuada, aprendida edevidameule acatada a reli-
gio do bomem cot, nAo serAo, talvez, preenchi-
dos com o meio que elle propoeo de dar fors de
mais acejo temporal para que ella nao te enerve,
eniiai|uei..i o morra, na obrigajao, em que esl t
paiz de cumprir este dever.
(corges l'luiip-, he .un., citado pelo Sr. Dr. Vi-
lella : mas no vemos que Ibc seja favoravel. A ius-
li nt ...i,i, diz elle, nao he menos negocio da igreja
que do Estado... perleuce ambos os poderes oceu-
uar-so dcsla materia. Se por ahi se quer dar ao
Balado ingerencia e intpteoao sobre o ensino reli-
gioso dove-se lambem dar igreja ingerencia e ms-
pecc.iii sobie o ensino secular. Ou lie islo o quo en-
si mi i i .i-o-i- l'lnlip-, ou, oque me parece mais
provavel, ambos deven) promover e inspeccionar a
iiislruccao publica, cada um dentro da esphera de
ma acedo.
VIII
o Ouando S. Pedro oS.Joao foram conduzdosao
S)iiedrio, ahi aecusados, respoodorain : Sijuslum
etl in conspectuDei ros pnlius audire quam Deum,
indcate. O Sr. r. Vilella vio nesta resposlo urna
prometa larilaao Syncdrio do obcdecer-lho no ca-
so de quo elle julgasse quo era justo na presenta de
Dos incsmo ouvir a ello Sj nedrio antes do quo a
Deo-.l'.ni-iii nos, por curloza de nlelligencia eer-
lainenle, nao vemos nem mesmo essa tacita promes-
sa. Tratluzido lileralmoole o texto d slo : Se lie
justo .nli.mi.- de Dos, ouvir-vos antes a vos que a
Dos, julgai-o vos.He urna dessas bellezas de sly-
lo,queorliolorico*cliamamrammii/iraro, e em
que o orador clieiode confianza no seu bom direilo
leinelle-ea ileei-.i.i dos juizes, dOS OUvillteS O tle -en
adversario mesmo. C. Kabirio aecusado do chine de
Miado, por ler tomado as armas o teguido os cnsu-
les no ili.i cm que o tribuno Apulein Saturnino foi
inorlo em urna commocAo, ao p tos muros do capi-
tolio, defende-se assim : Tndeniquc, lMbiene,qaid
e riod-
USA
defondeu-se tiesto modo celebre ; Quinto' Va-
ri* .fmilium Seaurum runpatlicam prodiiusc
ail. .nuiut iicaaf. Sulli sunl leslei: ulrigi-
tur. Quintes, FIDEM IIABETIS .'
Pela irdnli parle quero ante* errar natas mate-
rias com o supremo tribunal, do que acerlar com
quanta commissao por ahi haja de assemblas pro-
vinciaet.
X.
Termlnam aqu nossas principaes duvida*, que a
e-h .-ii.-/1 de um peridico nAo nospermiltedesccr
particularidades: mas daqui comefam nossas quei-
sas, tanto mais justificadas quanto se ve quo o Sr.
Dr. Vilella tirou de alginvsfaclo, lalvez despeilosa-
iii.-nle apreciados, urna ciinclusaogeral.
O clero brasileiro he um clero ignorante ; mal
sabe Iraduzir o latim I Cerlamente o Ilustrado Sr.
Dr. Vilella, quando islo e*croveu o deixoii imprimir
s le lembrou do cmpenlio que tcm *Jm |n>r bem p-
lenle a mediocridade conhecida do vigario Hucha
Vianna, ou uAo estend.u auas vistas alm do estrel-
lo circulu dos padres que esl acoslumado a ver S.
S., nAo se lembrou quo o pruneiro bomem chamado
pelos votos da naco a dirigir o leme do oslado na
pe g.i-.i crise da menoritlnde ; aquello que Toi jul-
gado e.ipaz de por frelo s ambices que se sollavam
nessapoca, quando talvez os sabios searrcrciayam,
e fugiam de ser victimas da arriscada espericncia de
ura governo de inlerregno..,. foi um padre, um
membro desse clero ignorante. Esqucceu-sc quo
no senado, na cmara temporaria, as assemblas
provinciacs, entre os lentet das academias de dirci-
to, entre os mcslres da intlrur(ln primaria c secun-
daria, ntreos directores dos mais acreditados col-
Icgios do Brasil, se cnconlrnm padres. Fez cumple;
la abstrajo do episcopado brasileiro, onde um s
nao se cncontra, que nao honre a mitra por sen sa-
ber, o por suas virtudes. NAo contou com o nosso
clero frunce;, quero dizer o clero Haitiano, que des-
le 1834 colho o fruclo do grande beneficio que
lhe fez seu multo virtuoso, nimio sabio, e muilobe-
nemrito prelado, coadjuvado pela nransavcl acli-
vidtdo e louvavel zelo de um padro(! o Sr. cono-
go reilor do seminario archiepiscopal Josti Mara de
Lima. Nao conloo com o Ilustrado clero Flumi-
nense, nem com esta esperanzosa moridade, Ilus-
tre renov do dlstinrtoclero 1'araensc, qtie, vida de
saber, corro pressurosa aproveilar-so do beneficio
do governo. Ora, se sAo verdade* inconleslavcis
quo acabamos de referir; se o numero dos clrigos
Ilustrados mo esl para o dos ignorantes, que mal
sabem trailuzir o latim na tatio do apparenl rari
nanles in gurgile casto.... parece que algum direi-
lo lem o clero que se Ibe nao cuspa na face o in-
jusloe insultante epilheludcijnoraii/e ii HiOMIMr
Iraduzir o latim.
I', lie ignorante por deleixo delle proprio, t nao
do gorernodo mea paiz. lio mais urna sobrecarga
ao pobre clero, e lambem um arracimo de injusli-
c,a. Quanto* clrigos conbecemos nos, que, por s>
feo, tcm frcquonlado os cinco annosda academia,
e recebido do mesmo Sr. Dr. Vilella e seus dignos
collegas, o grao de barbareis cm sciendas sociaes e
jurisdicas
sabemos Dea, que, por drlei.ro,
i paizes estrangeiros o que o go-
lls liberal com os mediros, ha-
i, niililarcs e marinbeiros, nlo
ir o grao de doutores cm Ca-
ndo lembrou-sc o governo, nAo
demia para o clero, mas to do-
l cadeiras os seminarios creados
bispos c sustentados pelos scus
i da dczeiiuvo de novembro tle
lamso ronslantciuenU) 55, 56 o 56 rezes. c gatlara-
se todas.
A farinha ronaerva- tempre aolro 28 e 33 pata-
cas o alqueiro, a o fcijo entro 36 o 10, a metraa
medida. X.
^^^^ (Carta particular.)
KEPAHTICAO DA POLICA.
Parta do din 6 de out.bro.
Illm. o Exm. Sr.Participo a V. Exc. que das
parles bojo recebidas oesla repai licao, consta tercui
sido presos : a ordem do subdelegado da freguezia
de S. I i .-i Pedro tionc,alves, o escravo EslevAo, sem
declararo do motivo;.) ordem do subdelegado da
freguezia da Boa-Vista, o pardo Joaquim Jos de
Santa Anua, por ebrio, Harta Magdalena do Not-
cimenlo, por tentar roduzir a eteravidao um meuor,
e Quitara, escravo de Faustino Joto dos Santos, a
i-eipiei mieni.i -I., scnbor ; o a ordem do (encnlc-co-
-..i,i-l commandantc do batalhao de artilharia da
guarda nacional, o corneta do mesmo batalhao, CI*
ment Jos de Santa Alina.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria ta polria de
Pcruaiubuco 6 deoutubro de 1853.Illm. oExin.
Sr. conselbciro Jos lenlo da Cimba c Figucircdo,
presidente da proviucia. O desembargador C'n-
lanoJos da Silva Santiago, chele de polica in-
terino.
TIIESO:HARA DA FA/ENDA PROVINCIAL.
Demonstraran' do saldo cvistcnle na cnijra do ej-
ercicio de 1852 a 1853, coi 3 de outubro de 1853.
Saldo em 31 do tgoslo
p. p.......252:6219.526
Recolta no crrente mez. H;0I70380
------------------2;038ff'.KMi
......38:!l7>e?l!ll
quo a poatia crea mundos i
liabilarOeieliraiila.lM, e pt
tos ; e por una especie tle
iuiagioadloeaiieiiprilo, .
prazera reaet por meio de
Despcza ideiu.
Em robre. .
u notas. .
fnceres lali in re ac lemf
,1
I l-ONMt-
alis in
fugnni ntque in latebras impeliere!; improbiliu et
Quantos oulros
lem ido buscar ci
verno de seu paiz,
choris, engenlielr
Ibes lem querido t!
nones! Desde qu
j do crear urna ac
lar con. mais algn
pelos estarces dos
Traeos recursos alo
1851 ? !
Ora, se,cm revindiela, argumentando do algn
hachareis que ronheccinos, quo imorflrai operga
minti que trazan, vestemos esla conclusilo
corpnraran tos hachareis he ignorante, mal sabe le
eret : ron
am sumido
furor I.. Salarnini in Capitnlium a. .
mies mi palriie salulem ar. liberlulem tocaren!; Irados q
auam tndem aiirtoriliileui, quam rocem, cujus
sertnni sequi, cujus imperio parere potitsiinum rel-
ies f { Cicero, pro C. Habirio, cap. 8.) E acrescendo
a rircumstancia do serj una ros|iosta i prohibiclo
mlerinrinciilo taita pelo Sv nedrio do ensillaran cm
nomo do Jess seguida desla razo. tt porque nao
podemos ileisar de fallar tas cousaa qoe temos visto
e ouvido non enim possiimus quic cidimus et uudi-
riinus non loqnl: e do taclo de continuaran a pre-
gar apezar da prohibidlo ; como podo haver ahi pro-
messa de obedecer ao Sv nedrio mais do que a
Dos, se elle Sv nedrio o eiileude.se ?
A seuninle ilcrprctanio em oulros lempos pare-
ce quo he oulra lambem no sentido; c i concluso
be Riba leglma tic ambas.
Hotlrado que a lal promessa de obtliencia s de-
cisics do Sv nedrio nao existi, poueo iniportava
discutir sulirc o naliirc/a tlcsse Iribunal. Mas como,
;wi- lu.code crudiro, se deu nina talsa inlelgen-
ei.i urna palavra, he udispcusavel justifica-la.
Disse S. Esc. que ti Sv nedrio era un tribunal par-
licularmenle encorregadu dos negocios ta religio:
c o Sr. Dr. Vilella, nao sci com que fundamento
Iraduzio o particularmente por ejclusiramenle. Os
Icsirograplios nlo Ihc dio esla ligniflcaeJJO, c -un a
de principalmente, com especialidade, etc.: e a
mentadas. Ese. foi dizer que tos Ira* Iribanaea
dos Judcos o Cdta t/o< tres, o pequeo Sgnrdiio,
e o grSnde Sguedrio era ueste que se Iralavam
os negocios iinporlanles, o priuripalincnlo os que
perlenciam ao culto da religio e observancia da tai,
t- que por conseguinlo so nao pdc aulorisar, rom o
eveniplo denle, a ugercuria o ilispeero dos tribu-
imos teoulare* no ensino religioso. Ora, islo hecou-
s.-i, oue nao ignora nem anda o mais deleixado do
ignorante clero.
lie verdade que mudas foram as violencias eper-
seguices que solfteu o Salvador dos homens, c que
tumi.i- foram as irregularidades e fallas esseuciaes
n seu processo: mas se uularmos quo no meio de
ludo slo proruravain os Judcos salvar .isapparou-
ias para aeguranca do golpe; que foram os prim-i
pes tos sacerdotes e os magistrados to templo que
vieram prcudc-lo DUcil uulem Jess ud eos, qui
ceiieranl ud se principes mrerdotum et magislra-
lus templi; que preso o levaran! logo a rasa to siini-
in. ponlificc comprelirndenles uulem cun du.iciunt
mi dnintim principil sacerdotum, onde tai pelo cm -
seibo declarado reo tle inorlo Blasphrmacit: quid
adhucegemus lestibus? ecce autW bliisphemiam:
quid robis ridelur?.... Ileus est MOrliti qoe leva-
do para Plalos, porque segundo as les romanas tillo
. li.iiu os Judcos -riileiin.it a nuil le, c ah acensa
do tle perverlcr a nai.n, negar o tributa a Cesar, c
dizer-sc rei Dieenles: liunc invenimns subierteii-
lem genlem nostram, el prohibentem tributa dari
Cauri, et dicenlem se Cliristum regen, esse. Pila-
tos ii-. enlcndeudii doutrnaseuAosmente dosup-
poslo rriinc civil l'ilalus aulem interrogad! ruin
dkens: Tuesrex Judeoriim'f que Plalos logo que
souhc que .l.-ii. era tialileo o remelle immcdiala-
menlo Heredes para declinar de si a aecusacao
tle ler invadido a jurisdirrflo albeia, BI ut cognorit
quod de llorodi poleslale esset, remitit eum ad
llerodem; se cmfim quando j o odio lliiha locado
as raas to furor, elles miizeram ir legalmente, pa-
rece que o fado tic ser Jess Christo interrogado no
grande Sv uc.lro e nao em algum dos oulros dous
juizos, quando anda n.lo eslava retolvida n lodo o
transe a sua murta, prova bem a* mixtas allribui-
.es desse tribunal.
IX.
Pedimos a 3tteuc,.lo do Sr. Dr. Vitalia jura o tac
lo porS. S. citado, da suspcnslodo vigario de Mon-
gimerim pelo presidente de S. Paulo. Foi o viga
ii.....-pens: e porque? ;ior abusos commeltidos
na quatidadede ragal ilajunlaqualificadora.Mui-
to bem ; o parodio commelleu erros no escrcicio
do funecoes publica-, foi, e devia ser, punido pela
auloridade civil. Masde qoe funeces poda sus-
pndelo o presidente'! Das fiinccie* ccclesiaslicas
lambem-.' Negamos, c o negamos por isso : |, So
itla nAo he bem liquida a dispoaicao do arl. 18 do
ligo criminal, por que vemos individuos suspen-
sos do um emprogo continuaron no escrcicio de ou-
e juristas de boa ola assim enlcndem ; ainda
is te deve entender que a suspensAo tle direitos
poli 11.-. i n mi t.i a das i ii nc ue- de pastor : 2.-, por-
que o supremo tribunal vendo que a suspensilo des-
cues ciis, e estendea-se A das puramente ecclnias-
a, nSo s reprovou a suspensAo, como pronnn-
II o presidente. Enviada a pronuncia a assem-
bla provincial de S. Panto asrooimiVswM reunidas
de conslHuiraoeerclesiaslicaassentarmn queopre-
denle Jora mu pronunciado. A l.razAo por el-
le aprosenlada a deserem os parochos empregados
pblicos be coulroverlidt aluda ; nAo pode ser-
' de argumenta : a 2.", a falla de accordo enlre
decises do goetrno e os arettos dos tribunaes so-
bre o rerdadriros limites da jurisdiceo ecelesius-
tica entre nos no assegura ao presidente o di-
reilo de suspender das funcctle* ecclesiaslicas, s-
menle o desculpa do crime de prevaricado : e
quanto ao aviso de23 de agosta de IMl.cn artigo
108 do cod. cria, parece que as mesmas conimis-
ine* nSo viram ahi com milita clareza estabclecido
tal direilo de uspenso. visto que pouco aniel
roufessiirnm a confusao que reina neslas malcras.
Seja, porm, como ellas entendern): temoao CON-
SEI.liosri'HEMO e a eommitsilo da assembla
prnrincial de S. I'nulu em frente um do oulro,
pronunciaran ilesproiiiiiicarem o presidente.
Qoemterrazflo-f O Romano Emilio Scauro, clda-
dilii Ilustrado, desumma auloridade, enraneeld.
ordencto discorreramos mal, pois que esses li-
nde iinmcrodos hachareis illus-
; honrain o seu pergaminho ;c at nos cha-
maran) de estpidos porque einliiu somos padre. E
se dessemos mais um passo adianto, o dissessemos
sao ignorantes pela facilidad! com que a amizade,
o.< confite*, os md*, o cotos coiiseguem as appro-
cacei dos lentes, saleas honrosas excepcSes : too
ignorantes por deleixo proprio e nao do governo,
do mea paiz, que desde 1827 //es poz a dpotieSo,
duas academias com ptimo! lentes.... Seriamos me-
recidamente detestados.
Porm nAo vamos l; respeitamos a corporacao em
obsequio illusIracAo de umitas oulros que conbe-
cemos. Pedimos smento ao muilo Ilustrado Sr.
Dr. Vitalia um ponco mais to equidade para o clero
de seu paiz. B. I'. II.
Commiinirudor.
iXoliriadorCallailiro.)
ERtAMBUCO.
ripios. Ma.opiniao de Waller.precisaiuosdo csclorc-liservro da repblica etc., aecusado por Quinto Va
COMARCA DE NAZARETH
4 da outubro de 1853.
Como Iho h.ivla aiiuuuciado prcccdeiilcmcnle, le-
ve lugar a novena c falla de S. Miguel, om sua ca-
paila tle Alaga d'Aula (a um quarto de legoa desla
cid,ule com esplendor, c asseio rompavcis com as
tarcas ta irmautlailc do dito santo, c com os recur-
sos do logar.
A missa da fesla fui cantada por um su padre,
Dio porquo nao tivcsscm convidado al mais dos que
eram noressorios ; porm, faltando lodos, como de
proposita, fo forrse solimellercm-se as circumslan-
cias. Todava, lime um bom serinAo recitado
pelo Rvd. Basilio (oiicalves da Luz, u qual, nao
obstante a babiliilade, quo lodos I lio ctiulieccm, pa-
rece que nesse diacstava inspirado pelo santo, cu-
jus milagros ia, por assim dizer, dcsonrolor as vis-
tas de lodos os liis, qoe all se arhavam.
Escusado parece dizer que a concurrencia foi ex-
traordinaria, tanto as novenas, ruino na l'esla.
Na noile do da em que esla leve lugar "i re-
prcscntarain urna comadla, que a dando em trage-
dia, cm um Ihealrinho, qoe havam preparado de
antainAo, rujo ingresso tai gratis para lodos, c por
isso j se deisa ver que hnuveram mais espectado-
res, do que lugares. Digo que a comalia ia dan-
do cm tragedia, porque no lm da peco, querendo
um pcluliqiciro mostrar suas habilidades, os espec-
ladures div.ram-so cm dous partidos ; una que-
ran! ver as taranliasdo iielolqueiro, que o menos
que pminellia era transformara agua em vinho. o
ferro em ouro, e as podras cm diamantes ; o oulros,
nao. D'aqui nasreu urna nllercaro. entre lodos,
acompauhada tle dictes picantes ; e se l nao eslives-
so urna boa guanta, qoe rhamoii lodos a ordem, l-
iih.uiin. o caldo entorilado, valo como o catar ja era
de mais.
Nesse mesmo da 89 leve lugar um successo tr-
gico no lugar denominado l.ombo-Verde, do segun-
doihslriclo desla rreguezia.
Foi o caso : Chrialovln Barbosa, morador enlre
esla comarca o a de l.imociro, temi intrigas com o
inspector tic quarleirAo do dita lugar do Lombo-Ver-
tlc, foi-llic a casa para o fin de o assassinar, e o
nao encontrando, eapaocOO barbarainenle a Delfina
do lal, que mora cun o insperlor : consla-ine qoo o
subdelegado respectivo acha-sc procedendo rrimi-
nalmentc acerca desle fado ; Deosquera que nao
seja baldado o seu empeuho !
O capullo Camisao marchoii d'aqui |ielas 0 '. ho-
ras da larde to da 2 do corrcnle, o, tazendo june-
coem raminbo com nina tarca tle Pao-d'Alho, foi
cerrar a celobrc repblica da Clian to Eslevao, cu-
jo prcsidonlo he Francisco tic Paula, um dos prin-
cipaes agitadores da populara, qiiescamolinoii cm
Janeiro do anuo passado. O resultado tai a priste
tle 7 individuos, que, me ronsla, vao entrar em ave-
riguac6e* polio,k-, o a apprehensfm tle varas ar-
mas, sendo Ires ou qualro granatleras. lodavia, he
muilo para sentir que nao fossem.presos o Paula e
oulros dos priucipaesrlicfes, os quaes, malrcirns pal
domis, na..... liam de dormir cm rasa, nem cm
lugar certa. Seria muilo para tlcsejar, c mesmo pan
agradecer, que a polica so esforrasse por tlar-lhcs
fr
Den
psito
Saldo em 31 agoslo p. p.
Receila no curenle me
Dcspeza dan. .
Saldo 227:tbttl7l.
. HIS7I5
. 227:5I9J0(K1
------------ MlMOfTIl
O lliesuiireiro,
ia Silva (insumo' Jnior.
,lu .la rt'roila e th-speza,
anio Carduzo de Qttriroz Fonstca.
o do suido existente na caixa de dc-
JD de Miembro ilf 1853.
ThomazJ.
O esc
AM
176*86*000
9
Em i
letras
Saldo 176:8861000
750,-sOOO
I7(i:l3(5000
------------------ 176:88tisO(K)
O (beseurciro.
Tlioma: Joeda Silca liusmao' Jam
O escrivau da reoaita e despcza
Antonio Carioso de Queiroz fon*
ii.iiM
Demonttrof
do calramentn aas ru<
clembrodc IH ,!.
Saldo cln 31 de agoslo p.p.
Rereila uo crrenle mez.
espiza iden.....
tire
otas.
siente
> desla
i rov.m espec
dude, em 30 i.e
l.l:(H0e>700
01 f 9180
I l:IKI.Vs08O
1:0005000
1035180
::'.K)25000
13:00.55080
IS005|080
O He Ul- I '.
Thomaz Jos da silca GuatiO Jnior.
O esrrivilo da receila o despeza,
Antonio Carioso de Queiros Botana.
Demonsliiirilo do saldo existente na caixa do ex-
cnicio de 1853a 1851 cm-.Mdesetcmbroilc 18.53
Saldo em 31 de agosto p. p. 3ate068a>479
Receila no crrenlo me/. 17-83K923I
------79:906)810
Despeza den..... 5l:8!l7>!i:l(
sacitai
quaambcllcza de
habitantes diver-
'gii. quo faz iiiii-.i.,
por Um aos humen,
venenes chimen,,,.,
Onoiolm.,aobenal.vs:,ra*poe.iai, mas p.
blita-la* todava diremos de passagem, que cu
ambo* o* poemas nos parece havor, alom da origi.
nalidade, o imaaiiiacao (ecuiida, e graciu.,sjiua,
erudicla, lingoagem raatlca, harmona, poesa ero,
hu. Que exactas e poetice* Imagoni, poraiemplu
nao sao as seguiulet: '
De repente a embarcaran
Por parla occulla se arromba :
One triste -IIliariln 1
Podem lodo* confusao,
(rila o Mostr : A' bomba! A' bomba .'
Uns na bomba a reputar,
Oulros a brecha huscaudo,
O licor a borbulhar.
O Navio a te agachar,
E a Morlo caininhaudo.
E na guerra dos elementases Aquiles furiosos
quo roucos berram,
Duras verga* uiasligaudo,
Rolas velas engolindo 1
O genero heroico-comico, ou jocoserio Ue |K
dcsnrezivel i por sua nalureza. O Rape ofi/
lock, o Lutria, c o llysope serao aempre lu,,,
cun prazer, e em parlo cun ulilidade.
So as obras desle genero so servem para nn en-
Ireleralguus instantes; se ellas nao sao, senan o uue
Horacio chama leni'nwn dulce laborum ; nao 1c-
vendo einllm serempregadas, ic nAo como um cal-
mante proprio para moderar una dr ligeira di,
-ii i piel lenice/ nao doisam de merecer i no-
tinia. Urna alma jovial e capaz, diq......le n.i.
balho duro, do so entregar a cousns divertidas,
considerando-as pelo lado mais agradavcl, n,io he
um pequeo favor do co. -Um bomem alegre k
suhlrahe mellior s bil, uM.nlcs da vida, que un
grave, e melaucolico, e nlo |iejamis al.-oiui.....;
te m 10. He inconleslavcl, que se v muilos mib
sugeilos mos serios, que alegres, (raras, porlauto,
sejam datlas (eoiilina o prcdilo escriplor) a essa.
cahecas joviacs, cujo espirita divcrtitlo nosalesu,
abrevia as nossas horas cuftdoiihas, o no* romea
remedios, que nos liram do abalimcnto, da iiirl.m
eolia ou da allliceilu > Nole-sc, porm, que o venia
dono laleuln de gracejar lio raramente a partlllu
dos espiritas ligeiros, cujo carcter .lomitianlc \k
alegra. Os inelhoros gracejadores sao os que pM
seu carcter grave c refleelido tcem sobre si o pem
do negocios importantes.
O sobrio Cicero, proprio para os negocie, ,|,
inaior gravidade, poda com raziio zombar do inca
paz '. eloiii.., quo linlia pausado a vida na dbiola
co, c rom os libertinos. Islo se cncontra alatli
rom cll'eilo todos os das, e parece que a nalurci.
qoer assim mostrar, que a verdadeira joro.-iilade i
o serio team multa aOnldade.
Ain lie, que sendo o padre Jos Come- di I."
la liadelba, por sua minie pra/enleir.i, de un
couversarao, e rompaiilnaamavel o encantadora, i
era nada menos por sua continencia, discrirao i
v irlutles; e sobresahindo como poeta no genero ju
Cosaria, rom igual brilhaiitismo e gesto canl.ia ii
versos assumples de maior inlcresse, c graves. Hele
re-sc quo linha do poesas deum c oulro -em-
um volme prompto para o prelo. Na inloriiuii
to sua boa vida e costumes, em 1768, para taca
der ao presbv tarafe, o seu parodio, o de llaman.
Jo.lo Machado I reir, 0 declara do estatura onli
nai ii, cliein ilo corpo, rosta redondo, cor alva e .
I.u-iind.i. ..Un.- ... ni..-..- e pardos, cabello predi,
bem barbado. Masemlini aquello, que tanto havltn
eoobscldo os risros da vida marilima, c como qa
prolcslatlo aliaiiiliiii.i-la ulli......lululilha da Mu
jada mi pedo evitar o cruel desuno tle acabar tle.
graradameulc sobre os mares. Viudo de Angula,
na altura tic Cabo-fri, combatido de urna b-n.p
ladeo navio, em que elle era capelln, a reina
Em cobra.
.i notas.
Sabio. J8:U0K;M7-t
3-5871
28:005*000
----------------28:(KI8-8'
O Ib.-oillell...
Thomas Jo O escrivau da rereila c despea,
Antonio Carioso de Queiroz Pontees.
iiMnihicuios.
Aquella republira lie* enlre os limilesdas comar-
ca* do Nazirelh. Iguarass, Pao d'Alho.e nao seise
le i oiaiina lanibein ;e pin i-sii be.iliabiiac.nl ordina-
ria daquelles que nao achnu guarida pelas ditas
:oinarcas: daqui podc-se concluir quaes serlo os
icus bahitaiiles.
Agora rabe-mc, i meu Inriio, louvaro inspiraran,
quo leve o Esm. Sr. presidenta da provincia, per-
iniliuilii que ostleslaramenlos andasseingvrnndo de
ama para nutras partes: parece-me que esta comar-
a j (cm colindo algum beneficio tiesta medida, a
pial icio ebstai.tc poile pi e-lar -e a alui/us ; mas
disto nio ha recetas por aqoi, emquanlo o actual ad-
ministrador dirigir os deslios da provincia ; e em-
quanlo aqui esliver o artual rommandanle, cuja n-
dole pacifica, e, ao mesmo lempo ortlcira, he bem
conhecida.
Tem-se espilhado por aqui que do porto tl'essa
capital, o de oulros do imperio tcm partido algumas
embarcaces a empregarem-tc no trafego da esera-
valnra : cala noticia tcm sidorecchida com indigna-
dlo por muilos senhore* de engenho, (honra Ihesse-
ja feilaj e por todo* gcralmenlo ; o al sei de um
proprielario riro, c abastado, quo se prepara, alim
de enrorporndoaoolros, repelllr tflo brbaro,quan-
to immeral procedimento uos senhores ronlraban-
dslas, caso seja vordadclra a noticia ; mas cu crcio
llrniemenlc, que 0 governo, tanto geral como pro-
vincial, lomando a dlanlelra cm um negocio que
anecia tan gravementa ns inlcrcsscs, e al o crdito
da nariio, nio hade dar esse lempo.
A* feiras conlnuam cm grande augmento, ma-
lngiMiilii.-i alo |i:itli'r .itisi- .iiiiii s, tLi
t tisl.-i ;ii NSo incendiis a casa ilo poelu Pimlnrn. Tal
fm. sobre a can cm qoe habiiou cine grande e ini-
milavel posta, a inscripelo auto a qual suspenilen-
ilo-sc Alesandre, quo cm sua vinganra havia pros-
triplo lodo o povo Thebano, conserveii aos ile-e.-n-
donlesdo poela, c aos sacad.....s i vida e a lbenla-
de. J os l.accdcmoiiios quando touiarain Thclias,
em lempo do sen poder, liveran o inesnio respeilo
.i n.........ia daquelle sublima poela. Aos que fervo-
rosos se enlrcgan n cultura, v iiinor das leltraa, c
.ciencias, mu menb- da piie-ia, .loco ciniipeiisaco
Ibes be das lid,ubis applicaeoes c osludos, das pri-
varoesaque, (itir amor tlesles, se coiideninam, c
lalvez da indiirerciit-a, se nao dcspro/i.....i persegu-
cao dos nescios, muilo os .leve assoherbar mesmo a
reoordacBo tiestas, o oulros inuilus tactos seinelhan-
les, que slo a mais luilliaiilo boma, c gloria das lat-
ir e sciencia*. e as mais relevantes provas do seu
peder e encantas. I Mas o discipulo de Aristte-
les sabia apreciar a grande poesa. Cen que prazer
uo lia elle a Eschvlo. Sophocles, Euripcdes, c lu-
do quanloa rcria linha de melliei '.' (Jual nao era
a -na p.uv.i......oiiiii-i.i.iii i por Homerot Os poe-
mas ileslo foram, por sua ordem, rev islas, pi .-.lin-
do elle ascmlereneias; o copiando-es tlepois lodos
por sua mo, enceiTou-os em urna caixiolia de va-
lor iueslmiavcl lomada cnlre os despojos do Dorio,
o a linlia u sua cabcccira ; ilizendo ser justa, que a
urca a mais preciosa to mundo gsardaSM a mais bel-
la obra do espirita humano. A essa ediciio licou
chaman.lo-sc i dacaixinha. Alonjours de In res-
sourceavec les niees que uiinent les veis, disse
Vollaire.
Parodiando a nnsso modo a Inscriptjlo o surcos-
sos t-om que coinecamos esse pequeo esboce, dire-
mos aos nossos comprovincianos : Apresenlomos a
luz. publica as poesas .los nossos aulgos poetas; e
quando a historia um da, severa, ou caprichosa,
queira cslromar as provincias do I5ra-.il, que o co
atliiou primeiras com o prazer c vanlagens ta cui-
tara das ledra*, publicidade dessas poesas evita-
r que a lesleniiinha dos tempus reduza indevlda-
meiiie a ini-.a proviucia a una ordem inferior, ou
ultima, entre as provincias suas irinaas, ncsle ge-
nero do luzmieulu e celebritlade. Cuadjuvandu a
eslo intuito, vamos dar noticias do poeta o padre
Jos i........- da Costa (.a.lelba.
Na puvoacao do San-I.ourenco de Tijucupapo 2
nasccu o padre Jos Gomes da Cosa (adelba. Nao
csala o diacm qoe nasccu, mas no nsseuto do seu
bapllsmosel. que esta fra no da 30 do jullio de
1713, na capella do Rosario do mesilla povoaco,
polo padre Manocl Pegatlo, soutlo patlriulios o ro-
iiui.-l Pedro de Alhiiqucrquc c Mello e D. Therc-
za Pacheco do Furia, moradores em (Joiana. O
capillo Manuel da Costa (adelba, c sua mullicr D.
Manoela Isabel tic llarros Pacheco foram seus pata;
aquello natural da villa de Iguarass, oesla deci-
dido to Recite : seus aves paternos foram o coronel
Jorge da Costa (indellia, csua mnlhcr I). Mariamia
leiseira da Silveiru, naluracs da dila villa de Igua-
rass ; e maternos o caplllo-nir Antonio (ornes
I'acheco, csua mnlhcr I). Mario Coclho .le Hobo-
redo, naturaesda eidade do lenle
Habilitado para orden* sacras em 1768, c orde-
nado preshvtero, tendu feilo os seus esludos em
Olinda, viajou pelos nossos serles, c delle* por al-
gum lempo experimentan as asperezas, romo o de-
clara na Manijada
Iugrcmcs sorras descer,
Subir oilciio escarpado.
Lodo por agua beber,
Eu pude, e podo qualquer.
I.lue IIO le elelni n.1,1, i.
Mas n.lo era possivcl aquella alma polilla, c eleva-
da o cnlerrar-sc naquelles erolescns c soledatles ;
accndcn-sc-lbo o desejo de navegar o inslruir-se
vendo
1 aWat gentes, e leis, e caria manluu.
l Conloes.'.
Km han ou de capell.in de navio. Do algumas das
cousas, que ende vio, cpassun no frgil phibo sobre
os mares, coinpnz, mesmo embarcado, c pur dis-
(racco, os dous plemelos jocoserios, que tbaiio
(raiiscrcvciuos. Dos Suspiros da Alelria foram nio-
in o a* reas dessa massa calida quasi sem assucar,
com que apenas, cm urna viagem, o rommandanle
o regalava, o a o. passageiros. Se em grande parle a
formosura poera comiste (no que nlo ha duvida
as alrev lilas tr.insarcrtc*. como quandn d altrihu-
tos corpreos a puros espiritas, ou quando esplrilu.-i-
lisa o que he simples malcra ; bellezas potica!, e
nao poucas encerramos Suspiros da Alelria. Quin-
tos teres nao animen a magin.irao ilo poela nasal
linda cimpo-ic.io! Como Ibe. den, com a mais hri-
Ihanlo propriedade, hngiiagem c acclo I He assim
rga, balcndo-lbc na
na. i iium.-ii.ii (lee
ou oulra senielbanlo I
lermloou-lna i existe
seo tmulo.
i: annssa vida he assim. Miseros homens:
Sanemos para lauro de niiiis fados,
limquanl a alma em nos inorar.
l-'il.cpic. a mulle de huelge.
Dui ao rosno poela tristes pronto*.
Ven. egl. ii.-
Injonio Joaquim de Mello.
Llij.VO' PRATICAEIIOMEOPATIIIA
Actos clnico.
fes non rerba.
Ha poneos .lias esleve decnta o Sr. J. I'. V. Silveira Jnior, lilbo do meo amigo Sr. biiga.lcn
J. P. Valioso da Silveira. foi arrenimelli.hi ,le re
hre, puntada un peile, dillieuldade de respirar, i -
caires de SMgue, amarguras do berra, faslioc slr
e falla absoluta de Iranspiac.lo. Era um picaril.
Tomn acn. 5.-; a tabre cnuliniieu, c a dor te tf-
gravava lo.las as ve/es qoe o decnle lomava unc
Iherada desso inedirainciilo. lomou lin/.. qtt
taz dcsapparcccr a Mire, u pontada, o os ouln-
.iinpbnnas; mas no di,, segoiiile, ton eoii-e.pi.-.....
le nfrarcao do rgimen, rcappareccrain loda -
iieiniimiides prei-ediilos tle ligeiros calnfrics. Te-
mou HK./-I-.. e arlia-se pe-feilainenle curailo. t
fra tratado allopalliiramciilc anda boje estara cm
onvalescencia. t'.unsullurio central boinco|ialliicii.
oadasCruiesn. II.
Dr. Sabino Olegario Ixidgero Pinkt.
CORRESPONDENCIAS.
AO CORPO ELEITOHAL DA PROVIN-
CIA E EM PARTICULAR AOS MEUS
AMIGOS.
Animado por meu* generosos amigos, apre-rntri-
ne lia V anuoscaudidiilo a slsioaade incmbio- da a-
icmlila legislativa .l'e.la iiiiporlnita provincia : c-
es quo fhvao me haviam convidado, sxbibirain
mais .mi lien i n -. tesleiniiuho da grande roiisidcraclii
que moprodigalisavan, daudo-mc um lugar na-
representacao provincial.
Confundido rom tilo elevada honro, bem granel
fui o me acaiiliainenlo no cxcrcicio do uolire iniai-
11.1 lo ,le .pie me iiivesliam.
Va duvida de haver bem ou mal corretpnudiiloi
conlianra do corpo eleilerol, eu consiiltci os inciis
amigos na seguiulc elcirao sobre a opiuiao de iiiiiIm
conduela: urna reoleiro por porta de .500 vol, n-
puiidcii ao meu appcllo, e longo de me eneber ilr
orgulhoe vaidade, me bumilbou ante a l>.....Itdt
d'aquelles, qnc, indulgentes para comiso, qaltersa
por ventora apmveilar algiuna qualidade iilildo
meu carcter, enrliendu-ine cada vez mais de lavn
ros immerecidos.
Desejoso de bem servir u esla heroica provincia
cu (ive semprc de hilar com os cmharnr,os, lilhe. Ofl
um espirita pouro cultivado, mas esses einbarac'.
venda-os tem a mnlia vonlade, submelIcudo-J.
tempre que foi Retratarlo, opiniAes aulorisaila-.
So livesse podido fazer-inc digno do rapratsaU
a provincia, advogaudo com vaulageni os mclbora-
ineiilos de que rnlendo quo ella carece, anda li"|C
supphcariaosulTragio publico pelos meies da m
sempre me servo recurso directo sos nieus ami-
gos ; masa expendida tle qoalro sesse- serv"
ara convencer-me das dlliculdades que euconlra.
para bem desempenhar 13o alia muslo, nina Intel-
hgencia lio curia como a miiili.i: han idlporlinte
he a licao qoe nosensina.
Quid ferr reculen!.
Quid taitn! humeri.
Aprosima-se una novo elciro, o come nao me
lenli.i derigido aos meu. constante* amigos, ropo-llio
que me relevan osla falla, c aceitera per isla- h-
uhas a minha declararo tle que nao son candidato.
Aceitan! igualmente aronlbafo deque lenhu gra-
vados na minha lembranca os amas d'aquelles que
lauto sceinpcnbam por dar-SM honras, c cohrir-iue
de favores, c finalmcnle acredium que me retiro do
campo clciloral s pela oonviceoo de minha .......li-
cieucia, c de qoe .levo delxar esse campo ao Damero
iiliiilo de randdalos dignos nn que abunda a ib
lii-lcada provincia de Pernambuco.
Recita t do oulubro de 1853.
/ -mbelino Cuedet de Mello.
Srs. Iledarlines. l.i nina eajrttsmoadweil da
Parahlba no Diario de l'crnamlnieo de l:i do pro-
lima passado mez, em que so falla tle meu pai E-
levln Cavalcaiiti de Alliuqucrqne e meu imiau
llerrulann Cavalcant de SI c Alliuqucrqne. rimw
mandanles de um brbaro assassinalo havido em
urna das praias alijrenles DOTOSCao da Iraqoara.
C de um escravo nosso como romplire nesle altcn-
tado.
lora inisler lulo tereu em grande cinta a opnuai
publica para calar-me .liante do nina lao rcvollao
lo qulo injuriosa Inculparan. Pesa-me por deinai.
dora necessidadr, em q'uc estou tle sabir do mea
leudo para nppr nina ronlrariedade a aquelle
mi vio ib- cal iiiiiiu.i c injuria, priuripalmente quan-
do as virtimas sao meu pai e meu innao, c lenhu o
lesccr a arena do Individualismo, consa incom-
inotla c repulsiva para mm.
Desde jnasscvero que nln hci de tisnar a mlniV
penna innlhon.lo-a no lodaeal asqueroso de diilrr
bes, em queso icvelve oaulor da correspoudenes-
Dciva-lo-bei hilar com o-ou proprio ciernen
nem me avllarei cm reverler-lhe os insulto- '


**
uiililuo nao iguora i|ue no nuo .le 1851 foi mcu
,,n .altado no lugir denominado rea-Branca .lo
uunicipio >le iolmna por vis sicario, que |ior
limito o nao sacrificaran, sua san ha feroi.
N'cm um momento ac diividou solircquom llovera
,..,i.r a |.alenii.laJo desse fado. O pub ico oa
lu.lua inoi.laram os criminosos Manoel Horonli-
,, Carnoira da Cunlia e scu flllio Salustino Bpliiga-
mo tlaruciro da Cuulia nm iran a coulissflu publica
,l mu brbaro mndalo pela bocea de don dos
.ni. in-lrunienlos dovinganca, os quaos a lei |a
liilininou com a pena de Si anuos o (IgUDI rucies
J. prbffo com (rabalbo.
I'i.iciisados o pronunciados Manocl Florentino
e mu lilbo Saluslino, c senlimlo ellos a oravidade
Jo .rimo o a impouibUidado da doten pelos meios
lioneslos e lgaos, para logo invcnlarain um ardil,
I ic so n*> pruduiio os scus envenenados fruclos,
.ein lodavia BggnlVW a siluaeao dcmiisiadaineulo
JolorOM do moa pal. Cuiiciain as cortinas do nos-
41 pasudo, o [Hja-nM pcnuillido dixcr) nao encou-
i.ii.iin i.....i no.Ion. Mas1 despeilo e a raiva cin scu
delirio loom suus inlervallos lucidos, que lio oto-
uro deSalana*. A arma da jiullca. servio dem-
delo a arma da Inicio e ta mculira. l'rouuucia-
,l,i- M iii.i.l Florouliuo e.eu hlh i .Mi crime iual-
liaiir.tvcl, proenraram lelos meios lorluoios do en-
gallo e da vonalidaile iioinens, que fossem cpalo
ill prodlC liclinenlc cni publico o veneno, que
llics Irausburdava dos mi";......
I m processo com cssas bases foi urdido, e nao*
l.idaincule poslo ein pralica, servindo de priineiro
iiiulor para sua existencia a mai do infeliz > len-
le ierreira, assassinado as adjaccni las da laqua-
i,i, medianlo o proco de duzeiilos mil res, con.li-
i,m a quo se nao quiz sujeilar para trar a sua cuns-
i'ieucia, a propria miilbcr do Ferreira que sempre
ijvcu com eslo na niais intima unan conjugal.
I na tr.uaacciu infamo de proMMM em nicnos-
,,ibo daJoilica, a da dlguidado de mcu pal, futo
motivo dessa urdidura elaborada as trovas. 1 ni
01(0 mcsino o motivo apresentado por Manocl l'lo-
rcnlino na ocoajilo cm que peanlo oSr. Dr. ebefe
de pulira da l'arahiba ileu nina queiv-a contra
miMi pai pela limite referida, quei.va que nao fui
aceita pelo gr, Dr. ebefe de iraliria pur infundada
c pela razio evpo-la.
Ili-ejau lo que de urna vez para sempre lique sein
.....lealaro cala uiinha assevcraeilii, convido ao Sr.
Mr, chafo de pulira para, a deapello tlaad.....Bel-
ii.i-que entre iius e\isleni, declarar sob sua pala-
ira do iiniira, te he oh nSo euclo oque acabo do
ivancar. Urna propoda neslo Miilido me fol relia
mu uarlo do leiicnlc-corunel Jlo da Coala Villar,
amigo de Manuel Florentino, o cm cuja casa caa-
la i'-!" Ii.ini-iailo : mas com IndignacJM repolli os-
aproposla; porque nunca quiz que ijuttica pu-
blica servate de logele as paliowmi can Inlcroa-
reprovado dos particulares, c anula mais, p.ir-
o santal, de mcu pui cobarde o Iriicoeiramen
podetainbein escolliido e considerado, corao lenlio
cu sido. Neslas circumslancias, pois, desojo do lo-
do meo curasao prosperidadn dosla provincia, e
uo pudendo ["'la fraqueza de uiinha acanlunla iu-
tolligoucia prustar-lbe servicos do primeira urdein,
serviros imporlaulissiinos, nao ambicionando, c
uem leudo a louca pretendo de solicitar volos para
ser uioinbro da assemblca provincial, buura por de
mais superior, que s deve ser conferida ao subido
meriln, an talento legillmo : cu enlcmlo, nilo obs-
lanlo fater um servico a osla provincia, Icnibrando
para depulado provincial, urna verdadeira capaci-
dade pernambucana. Assiui.runllando no ailianta-
meiilu cm que so acba a provincia, cm scu estado
de Creronle civilisacilo, no .-.proco cm que coslu-
inaiii os pcrnainliucanos illuslradosconsiderar scus
comprovincianos, cu lomo a liberdadedo lemlirar
para ser cleilo depulado |irov iurial o F.vrn. sr. Ilr.
.Iii.iipnin Vilolla do Castro 'Cavares, pernainbucano
illuslre, o actual presidente da provincia do Cear.
O modo ilisliuclo por que se pnrlou na assemblca
ecral, scu porlc elevado e nubre, a dianidade de
scu carcter, erudici;ao, e adnuravei, lalenlos
que tontn por meio dos mais cloqucnles c lgi-
cos di.rursosqiie proferto S. live. no auno de IHjO,
iiac.'irle, ein as dilloi entes vezesquo leve jwlavra
na cmara, ilispensam a miiii, rude eleilnr, de enu-
merar son profundo saber, a clevacAo de scu espiri-
to, eslas cuicas virtudes.
l'crnambucano (ao amiiio de sua patria lie S.
Bie. oSr. Ilr. Vilclla dignada bonra de ler um as-
senlo na assemblca de sua proviucia, eeu espero no
palrioti-mo dos pernamhiiranos, nunca arrefeeido
ido odio, ou por nutras causas iguoboil queo K\m.
Sr. Dr. Joaipiim Vilolla de Castro lavares, nAo se-
ra csipieeidopor seus |>alricios o comprovincianos,
quesabem convenientcuiente rcconliceer esse ge-
nio, esse tlenlo vicenlc, que lauto promcllo
urandeza desla lieroiea provincia,
Quolrnin Va. Ss., Srs. redaelorea, lionrar-mc com
suacoslumada lioudadc, acollando e fazendo inserir
e/n scu Oitu'hi estas puncas o*pressr>es desleque lie
do Vs. Ss. assiguante e amigo.O eleilor,
,/o*e Ih'aiiHiio /'f Silm.
res; com a nicsma carga que trouxe, sfispendeu
do laineirao.
Parios do miHorca Iranccta l'leiadet, capillo
tiln' ; com a mesilla carga que trouve, suspeu-
dou do lameii.'iii.
SloninalonBarco amnrirana tigrn, capilo H.
W.lloll; oiin n mesnii carga que trouxe, siu-
pendeu do lameirao.
Liverpool por MnceiHrigue inglez lltmilie, ca
pililo Tlioinaz W. Ule, carga bacalbo e lastro
3
DECLAHAgOES.
PIBLICOESAPEIHIM).
A,-
.|rii.iiii,i.li) n.i AnM-ltrama era um c*|tiuli lgi>
. i|uemo Iran/i.i de (lorca u cora^ao, c me \wd\a
i^i.uiiciiHMiir a Aaliifaejlo da lei*
lv>|inl.iij.i ilo .ilcanVar por MM meios vili|ioinliosos o MU
raliiiu : <> mu davaner do louco c l ii- so considera perdilo, tlilua Hiferiuli quej liavia prDOpUdo a pfoin
, i.m. o uroceMu insi.iur.iilu contra met pai e ir-
inio, equolinhi calado paralvMdo at eniao, ne-
a'-tlav.i para Um vigor << ulliinu arrebijuc da in-
huma,
o- piiiniasiii.i augrenlos da noila Moappare-
ciii-......IU0 si'jan aiinuiiciados pelo pUrlugllbro
lo mocito, <> processo n.Vi poda vigorar som <|iie
ii delegado da eamarca da eapilal da provincia da
I'.ii.iIiIm Manoel Porflro Aranlia, solirinlio aiim
) Miiii'U'l Kloreoliuo, e seu Iwm humilissiiuo ser-
io. dMC o despacho d.' pronunvia, c sem que e>sc
ilospjcho los-f lualonlauo pulo quinto supplenlc do
julio niuiilcipal Glaudlano Joaquirn Beierra Caval-
t.mij, Mbrinho logilimoe muilo especial amigo do
Manoel lloreiitino !
l'.ira nao liear o mais iiupercapUval .shiriilirc de
liuncelidade o Si. ripal Claudlauo Joaquiu Beierra Cavalcanll decla-
inii oem dlaTaree que (iulia luslenlado a pronuncia
'lo delegado cunda mcu pai e irm.lo a exigencias
imprriosas de inlerc-ses de sua familia UottS lm-
niciis deltoniii ou\ iran da propria liocca ilo Sr.
Uaudiano caa conllfetOt e eiton corlo que elle uo
mi.i capa/ de conleslar-me. I ni proceso que uas-
v o crcoce COlii tal Mlva. podieni se conservar em
-ipnn' lor MlbmeMIdo ao julxode OIQJuIl rec-
iii! Mnguein o dir: '<> abtanle o autor da
vnvspoudeneia de unid mnneira iudecenle detur-
ii a-tnii'uci ou a reforma da lenlen^a do Sr. Clau-
liiio, feila pelo praaideole da cmara municipal
i-i' ipilal da r.ii.iliiha. e suppleute do jui/o uiu-
iiiti| Para deslustrar a reforma do despacho da auslen- j
l.ir.lo I,i pronuncia, o con espondenlc laura sobre O
Sr, A-i duas graves accusagOes a da moralfdade
ea da iiilclligonrla. Quanlo aquella julxo que um
panado onde M nflo le um labeo lnlainaule( lie o!
iimm seguro garanto de um presente de honradei
r iulcgrldade : asslm nada mais dircl a esse respai-
lo, anda mais, pimple a cura rollan honraoen-1
tilda, hoques! lito doloroso como aoflensa: quan-l
ln i ea i, visto que ella versa sobre nina quesillo I
dedireflOi u3ome poseo esquivar do contrariar mais |
dloiigadaniente.
Sun la/.er luiiira a miuliii inlelligencla sou obri
lilui. Sr. Redaetordo Cort*{o Mercantil. II.*-
vendu o correspondente de sua fotha, nosla proviu-
cia, cousurado emsuas cartas a varias pessons que
aqui exercem cargos pblicos, desojara porconslue-
rar.iua atguniu* dolas, merecer de V. s. o favor
de ropouuw-nie ao p desla, se SOU cu o autor de
taea carias.
A roapOBtU que -obre este ponln solicito do V. S.,
me lie lano mais necessaria quailto sol informado
de <(iif pessoa viuda ta pouco dessa capital, propala
com esse (oin o ai de inysterio quo costumain lomar
o* calumniadores, V. S. ser cu o corrosuondenle do Comi hieran-
til. V. S. consentir cerlamouteojue para eoiifuaAo
deaae e de OUtrOS niCUI desairelos, cu laca de sn.i
resposla o uso que julgar cou\eneule ; contando
ipie desde ja >c Ihe confes ser, de v. S. mullo ltenlo venerador oerlado
/'. Hapkael le Mello iteyo.
I'eru.imlmco I do Miembro de lVl.
o Mude Jamiiu 10 ilc tetembro tlr lis.VI.
c Devenios ropo-la h caria que nos dirigi > Sr.
Francisco Haphael de Mello Reg, c ilaudo-a decla-
ramos que nllO lem sido, nem lie aclualmenle elle O
iiouo correapondenle de Pcruambuco* A Iste II-
mltar-nos-hlumos senao julgaase-nos Indrspeiisiivcl
asseverar, que n nlnguem temos declarado o nonio
da pessoa que nosescreve, e se nao fu--se isio bstan-
le, appcllariamns para o leslemuilllO dos seuliores
depuiadosda provincia do Peraambnco; com al-
ffUIIS dos quaes temos InlimidadO, e a quein nunca
(i/einos lal ileclarar.m, sempre ipie amiga\elmcnte
a pretendern, de nos conseguir. >
orreio Mercantil,)
O Illin. Sr. inspector da Ihesoururia provin-
cial, cm cumprimenlo da resolucao da juula da fa-
/.en.l.i. manda fa/.cr publico que a arremalar.io do
Imposto do uuimo do ando cavollar, anuuucindi
para boje, tica Iransferida paro o da l:l do corren-
te. Secretaria" da Ihcsoui aria provincial de l'er-
namliuco t do oulubro de iKVt.O secrcl.-lrio,
Antonio Ferroira da Jmmmdarto.
Os seuliores arrenialaules Jas rendas das tojas
da praca da Indepcndeiicia, eomparceam com seus
liadores na secretaria da cmara municipal, das !>
horas da iiiauhAa, as 2 da larde, a asaiguarem os
respcctixos termos.
Uconsellio administrativo, em cumpriuieuli;
do arl. 22 (loregulamenlu, l.i/ publico, quo foram
aceitas as prODoalas de Jlo Piole de l.cmos Jnior,
J. 1*. Adour. Iianri-io Maciel de Souza, Cosme Jo-
s dos Santos Calado, Antonio) Parelra do oiiveira
llamos, Kodolpho Krukembergiiopor procurac.To de
C. J. A si ley ,\ Coiiipauliia, e Joilo Francisco de A-
raujo urna, para fomecerem : o priineiro, 811 co-
vados de panno verde a 2,100 re.; o segundo, 2,22'*
eovadoa o panno atol a 2918-2 rs. ; o terceiro, 101
pares do sapatos de sola o vira feitosna (erra, a IB-VM)
rs.; o quarto, 2,'MHi esleirs de palha de carnauba
a 180 rs. ; o quinto, 2 bandoiras de damasco de sc-
da com as armas imperfaes pinllflas a OfttfOOO rs.,
com 8capas cada nina, sendo urna de brnn e a ou-
Ira de oleado, ,'i2 bonetes comprtdos para o segundo
batalliilode infantaria, a i-|."i(h-. ; H penachos de
\&a para a companhia do c\allari to 158 rovndosde panno prelo a 2^100 r., 1,830
varas de bi im 11. 7, a : i.' rs. ; e o stimo, 70 bone-
tes compridos para a companhia de arliliccsa 1?X>70
rs. ; adverlindo aos ditos vemledoref, quo devem
rccolher para o arsenal ilo guorra, os refeiidos ob-
joclos, no dia 7 do correlo.
Secretaria do conselho adiuinistralivo para fomo-
cimonto do arsenal de guorra 5 de oulubro de 1H>3.
fernardo l'crcira do Carino Jnior, vogal e se-
cretario.
De urdein do lllm. Sr. capilao do porto, m faz
publico, que niio lia brasileira litperanrn, tirado-a no pra/o marcado 110
arligo 'ti do rcgulamculo das capilanias, do lugar
prejudicial ao porto, em quo foi a pique 110 dia 16
do im1/. de solembro prximo passado ; em virtude
ein me seu cargo a dita barca, iitim de cumprir o disposlo
no memo arligo. Secretaria da capilauia do porto
de Peruambuco i de oulubro de I8.>3. No impe-
dimento do secretario, .
Joo Habero stugmto da Silva.
A capilaiiiado porlo convida aos senhores do
nos o consignatarios dos navios, tanto nacionaes
como estrangeiros, aonviar-llie com a possivel bre
vidade a nota dos dislinclivos dos novios que \Um
pe leucem, ou Ibes sao consignados com mais fre-
quencia, assim como a do uiaslro cm que sao laes
dislinclivos col locados ; istu alim do Ibes sern-
uuuciados pelo lelegrapho louo que apparceam
neslo porto. Secretaria da capitana do porto' do
Peruambuco de oulubro de I8.VI. No impedi-
mento do secretario,
Joo Huberto Jugusto da Si/ni.
O DONO DOS 3009000 RS.
Pede-se a quein annunciou dar 30O000 r. a pre-
mio, que declare sus morada, para se poder tratar
a respailo doseiuelhantenegocio, ou dirija-so ama
Velha na Boa Vista, casa n. 32.
lio centro do mais proluudo seniimeiilu,
i npressa-se Manoel Fnnseca de Medeiros, cm
mi ollerccer um vol de cordial gralidAo ., (o- |
das aquellas pessoaa, quo no dia ,1 do crren-
le, liveram a bondade de acompanhar ao ce-
milcrio os restos moraos de sua mu prela-
da e querida mi I). Clara Zeferina Cesar.
IIMII'Wllh
lli: l-IM IIIMtOl
SOUTH AMERICAN;A GENERAL ESTEAM NAVIGATION.
i estaih-lecida mm carta rema de s. m. b.
Os seguntes vapores no vos e velleros sahem de Liverpool no da 24 de
cada.mez.
...................Gipillo
iiha/.ili:iha......
II SU AMA......
OI.INDA........
BA JUANA.......
bEVEM TOO R EM LIS80
Calcula-M a >iauem do
Daniel
James
G. II.
(rcen.
Ilrown,
liaran.
I Km camarotes para mais de nina pcv.ua.
de
Para deputados provaciaes.
Os Sniliare* :
1 Dr. Pedro Francisco de Paula (la \ olean I
Albuquerque.
2 llar.io de Capiboriho.
3 l>r. Francisco do Reg llanos Brrelo,
i Francisco Raphael de .Mello Reg.
.'1 Harao da Boa-Vista.
i> Dr. Francisco Carlos BraudSo.
7 l>r. Augusto Frederlco de Olivcra.
8 Dr. C)pruno l'eoeloii (jnedes Alcoforado.
;; ;:.i.m \ ;.-;.::c ForreiradeSlqucra ^':i':'"'
10 Antonio Jos de Ollvelra.
11 Dr. Ci-mcdcS l'eiviia.
12 Dr. Abilio Jos Tavares da Silva.
Iba/ Florentino llonriqura de Souza.
Manuel Mendos da Clllilla AlOVOdo.
riieodoro Machado l"reire l'eieira da SiHa
.lose Ferreira de A
1.1 Dr.
Ii Dr
I.-, Di
l J
; Di. Joaquirn l'iies Machado Portcdle.
Is Dr. Ignacio Joaquirn de Souza l.eao.
i'i Coronel Manoel Perolra da Silva,
20 Dr. Francisco Cavia. Paes Brrelo.
2! Dr. Francisco de Paula Uapliata.
22 Antonio de Monezes Vnscoucellosde Drutumoud,
:!:! Dr. Joaquirn Jit-i1 >\>t Fonseca.
: Dr.J oso Francisco do Paiva.
_." Dr. Jos Qulnlino de Castro l.eao.
2S Dr. Caelauo Bslellita Cavalcanli Pessoa,
27 Di. Francisco do Aesis de Ollvelra Maciel.
PFnNAMBUC^. BMMsRM DE JANHIOt-E MONTEVIDEO,
VERPOOI. al MONTEVIDEO ein :M das, inclusive a demora no
RIO DE JANEIRO. Os|sMgeiroso carga wrflo conduzidosdeMONTEVIDO para BUENOS AV-
UKS no Nflpor .//f.Vi'A'T/.V./.t a viagetn redonda espera fazer-M em 7.". das. As rheaadas dos vaporea a
osle piulo \intlos de I.IVKIIP'MM.doem ser no dia I de cada me/ o suas partidas desle para o de l.l-
V'ERPOOI. no tlia 17 do seguidle.
Pan Lisboa............20 guineos.
Liverpool.......... 30 )
Halda............ 509000
Kio do Janeiro......... IO0JOOO
Montevideo.......... lOOpatacOOS. |
Buenos A) res.........llOpalacoes. J
Camarote para moa s pessoa ou para familia contarme o ajuste particular.
Os bi I heles ile Ida o udia so paseaon com o ravor de 2."i por canto, que vae abatido na tabella
cima. Estos bilheles njlo sao translerives, sao pagos no aclo ilo ajuste, e apjirovcitavell para o porta-
dor, una ve/ que elle embarque ne vlagem de volta dentro le seis ine/.es da dala em que prinripiuu a
viagcmde ida.
CADA BARCO TERA' A BORDO IM CIRURtilAO ACREDITADO.
Havera' cozinheiros e criados 'rancezes. portuguezes e inglezos.
Para planos das cmaras e oulros eaclaroelineulos se devem dirigir aos Srs. Deane VonleKV
Companhia, ra da Cadcia do Itecile, ll. >'.
Ii a conlessar ;que me acanho.
essfl lllikordia de neeedade-. jurdicas, a i|uc Idilio uc
IrrmisMvelmenle responder.
A primeira coarclada do coiTc>pondenle lio a
tiiilu-lu quo faz dos tormos aouuUacao ,1o pro-
cesso c despronuncia.
A nullidadc de um prOCOMO so lem lugar, se (o-
ran esquecidaa as formulasesMnciaes o sua forma-
alo, o que importa a Mceseldade 'a formac.lo de
mu iiuvoprueeaso: aonasMquoa dMpronuucia s
tciil lugu quando ha lallenria de Hinja moral, e de
criterio as provea da crimiiialldade. A despronun-
cia tlada pelojui/ municipal supplenteoSr. Asis,
nflo fol urna auiiiillarao de nrocOMO romiHpii/ ligu-
r,u* o correapondenle.
En nao quero entrar na flUOStao da conipeloncia
ilosjuizes, que podem annulfar procesaos, poraue el-
la nada \cm ao caso, visto que nilo se trata do nul-
lidadc, niassim do despronumia.
Causn a mais eslranba atlmiracao ao correspou
fenle, o faci de, 110 processo seren relevados da
pronuncia os autores, leudo sido iulerposlu o recur-
ro pdu cmplice, que scochava incurso em um ar-
ligo do cdigo criminal, muilodillerenlc do dos au-
torai. BeM admiradloe se explica pela ausencia
mnplela ile um jui/o pensado.
Oiifin nao v que o COinplicei as ra/es de sou
iccursu, pudia exhibir provasquenflo slivesscmre-
rerencla eom a sua pretendida crlmloaliiladei cuino
linda com a dos oulros ? (>uein mo sabe quopruvas
ha genricas que nflo se referem a urna ou oulra es
pecialidade de um processo, massim no seu cumple
vu, oque por i so abale lodas as suas prOVM c fun-
damenloa? Em vista Ii--;" he que vale a tflo calcu-
lada admiacao do correspondenlc '.'
" Os reos pronunciados em crimes inalianeaveis
prisloa livraineuto, nao podem inlcrpor recurso.
te k recolherem a cadcia.
Ignoro I niel rama na, a que VOTO na correspou
denca esse principio pralicode direito.
Os autores nao intenlaram recurso, pelo que nJFn
nlavam iiosm iieoasaldade le prtafto. a qual, soja
linda una ve/ dilo, ho condi^fl para quem quer
iiili'iifiu recurso, e nao para quem nao quer, ou nao
oiiileulou.
A ultima queslaoquc se pode estabelccor be,
W usjulzea inunicipacs podem, pelo provimeulu do
'C 111 m tic um individuo, quese acba iuculpaducnm
oulros 110 mesino processo, desprouuneiar a lodos.
lleesleoeaM.
o ai Man 7i da lei do .Idedezcmhro de I8tl,daa
Milura.i dessa quoslo lindo o pra/o do recorrido,
mi do recorrenle, se aquello nao I i ver pedido vista,
i" ii 1.11 )ii/ reformar o dupacJio.a A o\prcsao
ai limilacHCpodera reformar o des|)acboindi-
'Mjiii' 11 legislador nao quizamesquinhara juristlic-
Bodo jui/, uem Mar a liberdado individual, lie
ara de (oda duvida. queo despacho de pronuncia
' poae ahrauger mais de um imliciado, pode cr mul-
hpl" : o s(- pelo recurso de um podo dar-so a refor-
ma tenolimitaeao naMafaculdade( o juiz podedespro-
"""<-mi a iodos quaiilos se aclicni envolvidos em
um proresso ; o islo se dar todas as ve/es que as
prove fnrem genoricas.
Icndu-M em vista hs conHidera^Aes que acabo de
UpendtT) nflo se piMlera ein consciencia admillir
'luco jui< municipal suppleute o Sr. Assis, leuda
naudieada na applicacao daa principios do direito,
'''l'ie leidia sido movido por sentimonlns riiins, de
ialeresM posooal : en (toisdeivo au jui/o sensato do
l'Uhliro, o avaliar deque lado esto a razaoc ajus-
upa,
Desde ja protesto nao responder a eorresponden-
1 M -ii......,,, em <|iir se procure vaga e calculada-
mente morder a repulariode minha familia ; por
'i11'''''lllm queo silencio como ajanal do deapraotlw
" 'ii.mu ila calumnia e daxilania..siirinof'ri-
tolotnt de Alliiu/iier'/iir.
Itecifcdoonlubrnde 1853*
. tiMe>M-'
sit. itrdnctore*.Nflo sendo daquelles, que nas-
"iun oesla provincia, Ierra de espsrancas, Ierra
a* |'M\ir, tena ahencuada, i'ernaiuhuio^iaudioso,I
'"tlavia aqui sou domiciliado, o amo lauto esta par-
'<-'do Brasil, quanlo permillc a gratidaodeum hos-
Uaudo encaro 2H lenle Js Pedro da Silva.
20 Dr. Francisco Jodo Camotrn da Cunha.
30 Dr. Rodrigo Castor de Albuquerque Maranliae
:ll Padie .Mareal Lopes de Siqucira.
\i Dr. Antonio C.oelho de S o Albuqucrque<
i:t Dr. Antonio Ranyel de Torres Bandeira.
:ti Vcenle JustlnlailO lio/erra Cavalcanli.
COMMERGIO.
PRACA DO RECITE 6 DE Olll IIHOAS;i
IIOUAS DA TARDE.
Col a res olliriaes.
Cambio sobre Londresa 27 :tl d. 00 d|V.
Aasaucarbrancoem Maceloa 2-^WO r>. por arroba
posto a bordo, ea pra/.o.
ALIA.NDKl.A.
Iteiidimento do dia I a .">.....(|:T77V)il)
dem do dia (i....... fttdD#303
70:207.?l'JO
Desiiirrt'ijnm hoto 7 de niihihrn
Briguc ni-11-/UlaMCHtbacalho.
Iiii-tii' hespauliolCa*emirapipas vastas.
Barca porluuue/aOlimpiavarios gneros.
Importar a o.
Brigue iniile/ Claura 1, viudo de Terra Nova.
consignado 1 Schramm Whateiv 4 Compauhia.ma-
nlfaalou o Mgulnte:
3,575 barricas com bncalhao; aos mesmos con-
signatarios.
CONSULADO OERAL.
Rendimento do dial a.....2:808yi2o
dem do dia ti........ 207$,2I
SEXTA RECITA DE ASSIGNATUIA.
SAKBAIKI S DE OLTUiRO DE 1853.
Il.iiui.da cxeciirau .lo nina brllliinlo ouverlura, lera principio a reproMotajao ilo ni|HU |iplau-
.liilu e UObUJado drama heroico ein ."nulus, que K Intitula
O IIOll Eli
3:1959711
DIVERSAS PROVINCIAS.
Iteudiiiicnlo do dia 1 i(:...... |80f7l8
dem 1I0 tlia l>....... 10.">ff727
M6W0
Composiciio do Insigne
Personagens.
O cundo D. Alvaro .
Antonio (I.nacho t .
D. Fernando deCorduva.
o prior do ('rato .
D.tinncalo de Gordova .
I*'_' Bolelho ....
O hispo defnanla. .
Ituv Alendes.....
O priineiro jui/. ,
0 segundo dito. ,
Branca de Cordova ,
Leonor........
Pagam.......,
SacrisISo......
I'orlriro......,
llomens do povo .
Mascarados, reisd'.irma-
Iramalurgo portuguei o Sr. Jos da Silva Alendes Leal Jnior.
Actores.
...................OSr. Dioni/io.
II Be/erra.
1) Reis.
M Pinto.
II )l Amoedo.
1) Senua.
II 1) Aleudes.
II II Coimbra.
II 1) Coala.
II I'ereira.
ASr. D. .Manuela
ii w 11 Juanita.
OSr. Ilo/cndo.
i 1 I'ereira.
11 i) Ko/.eudo.
I'rerisa-se falbir com o Sr. Francisco Mure ira
do Medeiros, lilbo da ilhade S. Miguel, e morador
111-!.1 provincia, para as I1.1mi.1- de (loianna.e romo
consto que o niesmo Miihor esleja nesla pra^a, so
Ihe rngao favor anuunciar a sua morada, ou diri-
ja-so a ra da Cruz do Kecic 11. 5, segundo andar
Manocl Antonio Pinto da Silva.
() Mnhoros Jos Francisco Pcreira Falo, e
Araujo Vianna, pilulo da l.indoa : queiram diri
gir-sc a luja de calcado da praca da Independencia
B. .13, a negocio que nilo ignoram.
Hettarmino dos Santos Holrio.
No paleo da Ribeira de S. Jos, loja do sobra
do u. 15, lava-M e engomma-se, com muilo asscio
c perfeicilo, por prero razoavel.
Aluga-sc urna casa, na Casa Forle. para so
pausar a fesla 011 por anuo, muito fresca, com so-
tiio, estribara o cooheira : quem a pretender, diri-
ja-so i na Formosa, quarla casa terrea, que acha-
ra com quem tratar.
Ruga-M ao Sr. Taburda, que queira declaror
seo sen aluminio chamando a Jos Rodrigues de
Carvalho, se enlendc como meslrc alfaiale, mora-
dor na ra do Oiaeimado.
1'rcrisa-se de urna prela que seja boa vende-
dora c eugommadeira nao so duvida dar ti a 159
rs.: na ra estrella do Rosario 11.28.
A pessoa uuc precisar de um moco brasilero
niazcn de assucar, niesmo de cabos ou oulro qual-
quer estabeleclmento,exceplo Uberna.oqoaleacreTe
sollrivcl, c da fiador a sua conduela : a tratar na
ra do Passcio Publico n. 21, loja de bahulciru.
O secretario da rmandade do Nos-a Seuliura
do Terco, em virlude do Ululo (j*. arl. H do com-
promisso, convida a lodos os rarssimos irmilos, e\-
jui/es, aeK-secrelarloa a comparccereiudomingo!)
lo crrente, pelas 10 horas da manlrfa no re-peili-
\o consislurio, alim de se proceder consulla dos
irmaos que bao de ser proposlosem mesa gcial, pa-
os cargos di hilara mesa regadora.
Desapparecea no da 28 do prosimo paaaado
me/ do solembro, as 7 para 8 horas da uoitc, o pre-
lo Marliniauo, le idade de 20 a 22 anuos, leudo na
OCcaaUo da fgida ido levar a Boa-Vista duas barri-
cas pequeas rom assucar. sobre nina la boa ; he
crioulo, bem prelo, seccu do corpo, rosto ronqui-
do, orclhas pequeas, cosluma andar e fallar de
vagar, quando falla faz um geilu com os beicos pa
ru uinlado, e i-so pouco visiv el, ja foi snrradu lio
assento, quando escravo de eugenho : levoucalca e
camisa a/ul c chapeo de palha ; julga-se ter ido
para os suburbios do Pao d'Albo ou lioiauua, para
algn, engolillo por ter andado carguejando para
OSSOS lados ; foi escravo do Sr. do engaito Along,
edalii para Taquera, o ponoltimo senhor nue ser-
via foi em llcberihe aoSr. Milib.o Borucs I cha :
quein o |ie^ar, leveo a ra Diieita 11. 7t, que sera'
gencroaainonle recompensado.
No dia 1 do crrenle ausenlou-sc do casado
Lino Jos de Caslro Araujo o escravo Cermano, cri-
oulo, que audava ao ganho, perteucente ao orphao
Alanoel, filbo do fallecido Jos Clemente do Araujo
Lopes, de quein be tutor o auuiiuciatile ; leudo o
dito escravo os signaos cgutntes :estatura baiva,
Corpo reforcado, nariz largo, labios grosso o bous
deules; embriaga-so habitualmcnle, falla e\pressi-
vu : levou calca dcalgodao de quadrosjarios, fcita
na lena, camisa de alftodo americano, riscado. o
muilo curia, que da pela cinta, o que cosluma Ira-
/er por bu.1 da calca ; suspeila-se quefora sedu/ido
por um individuo nesta cidade, o que so tratan, de
pcsqui/.ir ; pm laso >e prnlesla proceder com o ri-
lor da lei contra quem assim livor obrado, entre*
lano. roga-M a qualquer peasoa pie deile Muber
ou avi-la-lu. seja policial 011 particular, que o ep-
prehenda, pelo que ser gencrosamenle recompen-
sado.
I Im sacerdote se oll'ereee para dlaer as mlssas
do Natal, porto ou loiioe Li cidade. podendo prin-
cipiar dia 1U1 ont'cicio : quem precisar aunnucie
..i ralle aosacrlslao do Rosario da iloa-Vhla.
0 Sr. JiioSimoe- d.i Cusa queira dirigir-So
raja doTassoA; Irmaos, para ajusfar o negocio an-
uyo que nflo ignora.
Manoel Francisco de Acular annuncia que
im carro de aluftuel mi lni da ra da Hoda ll. (ii,
na corlieira que iii do Sr. Fumino : bom e barato.
Os abaixo asignados tem amigavelraenle di--
solvido asarlcdade que llnham na loja de uarlielro,
01 na di Crin 11. 1.1. soh 1 razflu de Pnheiro &
Rlbciro. Ilcaudoa llquldar^flo lauto do activo como
do positivo da oitlncla tlrmn a oargo do socio Kiboi-
ro Jniio tHlonio Pinheiro, Monoel I'ereira to-
peti tiibeirot
Aluga-M nina casa grande, no Poro da l'auel-
I.i.coi fronte para orn e poTlo para iareja, leildusnlAo, quiulal murado, eveellenle ca-
cimba c estribara para tres cavallos: trata-so na
1 na do Cuspo, loja ll. X ao lado do arco de Santo
Blhctcs de visita
3 fmprimem-M por um proceato particular
M o novo, bilhetea de visita, que cm nada ce-
J&ti dem aosque se imprimem fra do imperio,
^> rom a vanlagem de laier sobreaahlr muito
Sjx mais o lustre do [tapel porcelana, e ficarein -rj
O asslm com mais realce. Por este meante S3
w meio so imprimem no dito papel lodas as
B Bravuras em grande e pequeo frmalo,
'!-.'< Abrom-ec chapas nflos para bilheles de vi-
j^ sila como tamben) para letras do roinmor-
^> ci, e auaesquer ohjectos da arlada gravu-
& ra ; c iiuprimein-se registros a 1^280 rs. o
jg cenlo, leudo a chapa pouco mais 011 menos
'"'- um palmo quadrado. O annuuciaiile mo-
^5 ramio um pouco distante da placa, pede as
^ pessoasa quem eoiivicr, se dirijainn fabrica
\< de clcheles, na ra do Brum n.... ou na
fg$ loja de vros 11. 5ti da ra da Catlcin.
Precisa-se de urna coiluheira : na ra daCa-
deia do Sanio Antonio, sobrado da esquina 11. H.
Mgundo andar.
Precisa-so de um boro padeiro, que Irabalhe
bem em pao, bolacha o bolachinba.para a l'arahiba :
a Ira lar no armasen! n. 1, confronte a Madiode
Dos ; fa/-se Ihuii ordonado.
Prccisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de pouca familia, que eiigomme e colnhe :
quem prclendcr, dirja-M ra do Quefmado n. 7,
loja do fazendas, que achar com quem tratar.
Precisa-se de urna ama para co/nbar c com-
prar : na ra Direila u. 72.
Preciso-so alugar urna prela, eocrava, para
ajudar aosorvico de urna casa de familia : a tratar
na ra AiiRusta, casa de Jos Ignacio Ribeiro, ou
na ra doTrapiche, armazcm do Sr. M.Carneiro.
Ucseja-se muito que o Sr. Joio do Reg Fal-
cao, oualguem por si, apparc^a na ra Direila 11.
72, a negocio que Ihe di/ respeito.
Aluga-sc o priineiro andar da casa da ra
do Vigario 11. 20 ; assim como um raoleque, de 18
aimos, para bolequim, ou servido de caM, por j
ler alguui principio, o lambem vende-se uui prelo
bom para u malo, do 25 auuos.
Vcrderam-se no dia :i docorrente, tren chaves
o una correute de prala, desde o aterro ra da
Concocjto da Boa-Vista, quem as acbou querendo
restitu-las, dirija-so ao aterro da Boa-Vista, n. 77,
que sera recompensado eom o valor da correnle.
Na ra da Cniz, n. 43, precisa-se do urna ama
de portas a dentro, para lodo o servico.
Precisa-so de um amassador na ra Uireita
n. 69.
A t ten cao'.
Pedro Alfouso Kigueira nmdou sua cucaderua-
;.in que linha na ra Direila, para o paleo do Car-
ino u. 16.
Precisa-M de urna arr.ade leilc : em lora de
'orlas, ra dos (iuararapes n. 30.
OSr. Joao Domingoes Fernandos da Luz nao
e poda retirar desla pruca kiii priuieiro m enten-
der rom Jos Uias da Silva, na ra da Cadeia Velha,
loja do sobrado 11. 50.
No Mondego, no sitio adianto da cau do Sel-
le, drii me do Dr. Alcauforado, precisa-M de urna
ama que cti/iuhe, cusaboe e faca todo o ser vi rod
casa.
Precsa-sc de una ama preta, forra, para to-
do usri\ n;o de urna casa de |>ouca familia : no p.t-
leo de N. S. do Terco n. 27.
Arreuda-se por festa ou annualmeute o grau-
lesilfo COm ptima casa, cocheira, estribara, ca-
cimba com agua de beber, tanque, etc., na estrada
lo Monleiro, defronlc do Sr. Joflo Ignacio do Reg:
a Iralar na ra Nova n. 52, terreiru andar.
Na ra datCrtiusn. Sl9recebeni-
se nefjriiiluis e iiiiilt.i.lms escrava pu-
1 se enainar, |K>r<^>inniodo pilero, a co-
ser, morcar, iazer lab) rintlioa e en-
(ommar.
Precisa-se do urna ama secca, paraoservicu
interno o exlerno de urna casa de humem solteiro :
110 alerro da Roa Vista u. 22, sa dir quem precisa.
O Sr. Jos Telielra Gulrnaraes, c|ue levo bo-
lequim na ra larga do Rosario, queira diigir-sc
a piara da Independencia, livraria, 11. t e 8.
Aluua-se pelo irmpo da fesla, ou por auno
una casa com muilos commodos, sita 110 Poco da
Panella, muilo a marcein do Rio Capibarilie : quem
a pretender diiija-sca Fra de Portas, ua fabrica da
fu nd ir jo do Ibiwnian, a entender-so com o Saulos
Lima, caixeiro da merma fabrica.
ijiirm so julgar credor de Jos Alorera da Sil-
va Jnior, queira apreseutar suas conlas ao Sr. Ma-
nocl Joaquirn Carneiro Leal al o da 8 de oulubro
prximo futuro, para se poder coubecer o eslado do
sua tasa.
Aluga-sc o segundo andar da casada ra do
Caes, o o quarlo da ra do Brum, em Fra de Por-
tas, perlcnrcnlcs a F. A. da Cuulla ua ruado Vigaiio n. II.
Na ra Bella 11. Ll, precisa-se d'uma aecnvg
que salba comprar, co/iuliar o eugomiuar alguma
rou-a ; a casa so tem ,1 pessoas de familia.
Alu^a-sc urna casa, ua ra do Caldeireiro,coiii
iriiiarlo para venda, na esquina da travessa do
Alonleiro, a qual est livre do InJOOStO! na praca
da Independencia, livraria 11. c8.
Antonio Barho/a de Barros avisa aos seus ami-
bos e tregeles, que so acha eslabelecido no jui
meiro andar da ra da Cruz 11. 02 com sala de bar-
beiio ; vende bichas, e aluga u 210 rs. cada urna ;
qnem de MU presUlllO M qui/er nlili-ar, poder* di-
liglr-Mao niesmo priineiro andar, aquatquer hura.
Aluua-se o ariii.i/cui, no qual sempre leve ta-
berna, e U0 inesmo lem aunaran: uu pateo do Jet-
eo iiM.'W, a Iralar com o MU proprielario Joaquiu
Lopes de Aducida.
Ocirurgiao Joaquim Jos Alvos de Albuquei-
que lem mudado sti.i residencia para a ra das Cru-
/es, casan. 18, MguAdo andar: as peetoae quedo
mu piesiuno preeisarem. opoiiem procurar eindita
casi.
Prccisa-se alagar urna escrava que ro/inhc e
faca o servico de casa, e um menino para cnado,
uueteuha ale 14anuos da Idade, dando conheci-
mento lie si, ou liador : na ra da l'uiao an|ienul-
lima casa ladoeaquerdo Indo para a marc.
- O novo depu>ilo da ra eslreila do Rosario,
conironlea igreja, em direcelo ao Carino, casa u*
1, acba-sc sempre prvido de nao-crioulo, proven-
re, cavado e commuin, lodo fabricado rom as luc-
idores lariubas do mercado, assim como Jiolacba,
roscas de lodas as marcas, hisroitos e latina doces
Malos para pAooConipraa na ra, dilos para cos-
uras o fruidas ; continuando sempre a im'li r
nesse deposilooucomincndas de p^o-de-ls, ""Im-,
boliubose bandejas enfeitadas para cha, com ducc.
OSr. Antonio Rodrigues Piqueiro, tem urna
caria : na ra da Cadeia do Km Ir, n. 51.
Aluga-se por proco cummodo um silio, 110 lu-
gar denominado SmifAnna de dentro, com at*j
para graudo familia, coedeira, estribara c baiva
com capim para dous cavallos : a Iralar com Luil
l.omes Ferreira, no Mondego.
COMPRAS.
. N.
Exporliicao .
r,n.ilnli;i. ljalo iiHriuual l'a'/uefr, ila, cimiluzio n scguintc : lili volumcs fa/omlas,
:MK) filloa molinillos.
HKCEHEIIOIIIA HE RENDAS IMEHNAS UE-
RAESDEPERNAIIBUCO.
Kenilimcnlniln illa6......' lus-i i'i
CONSULADO PROVINCIAL.
KcniliiiK'jilii .lo dia I a i.....1:KI:Ij!I77
dem ilo dia .">........ UA&.VY7
_':J',II-:,I!
Ili'inliiiii'iil.i iln dia I a ,
.I' ni do da Ii .
-:lll-"iH
HKJI70
2X1&H
MOVIMENTO DO PORTO.
Stttio entrado no dia t.
Rio do Janeiro11 dias, escuna brasileira Socieda-
de Feliz, de 122 toneladas, capidlo Joaquiu An-
tonio Conexivos dos Santos, equpagemO, carga
lahaco, caf e mais gneros : u Caelauo Ciraco
da Cosa Moreira. Passageiros, Franklin Sarai-
va de Araujo Cal vilo, Ludgcio Francisco das Ne-
vos Cooniro.
Sacio sahido* no menino dia.
Liverpool pela Parabiba (.alera franco/a (trei-
dent, capiblo Cburillo, carga almun assucar.
demBarca inule/a 'laten of Liverpool, capilo
John Flood, carga assucar e algodao.
ColinguihaSumaca brasileira Ainphitritc, mostr
Antonio SemiAo dos Rcis, cm lastro, l'assagei-
ros, Francisco Leile Hitancuurl do Sampao, Sa-
lustiauo Orlandea de Araujo Cosa.
Riode JaneiroGalera Inglesa Annnh, capitn \V.
(i. Lchon ; com a inesma carga que Iiouve, sus-
pendeu do lameinlo.
LuudrcsBarca ingleta Surge, capitao W. Mor-
povo, cavalletroa perlugoesea guardaa, pageos, etc.
DENOMINAgAO* DOS ACTOS.
Priiuciro.o Mosieirn. Segundo, Unas Rivaea. Terceiro. a Voz do Tmulo. Quarto, a Scn-
tenra. Quinto, quein pikle salva-la T
ll'iii ii.n.i oeapeclacolo com a nova o muilo jocosa comedia em I acto, Iradu/ida do franco/, c iul-
1 lilaila
UMA DE TANTAS.
Principiar as hu
AVISOS MARTIMOS.
leguira
Fortuna
Itios
I lili
l'AHA A BABIA
ii-evemente o hiato nacional
capituo Jos<; Severo Moi-eira
ii o rosto de scu carregamen-
lo c rjanageiros, ii.ila-sc com os oomig
nataros, na ra da Senzala n. 134.
Van o Porto.
Sahlra hrev. obemoanheciil. brlguo porlagiMi
Mara Ftlit, capillo l..mreni;o Fernando, docar-
ino: (|uem no iiicmno qu/.er rarrciriir. ou ir de pat-
sasein, Iralcm com o .Uto. ,i|iil,lo im prara, un com
uconiiguinatarin AnlonioJoaquim dauaa llibii-
ro, no kcu cscrplurio, na run Ja Cadeia n. 18.
I'.iiii o Atacolj saho com Imln ,1 krevidade o
iii.iii- Sania Cruz: quem nclle qui/cr earragar oa
ir .lo passauein, ilirija-nea na da Oui, n. I.'i, w-
uuinlii indar.
Para o lllo de Janeiro
slica barca nacional Ipojuca nealeaollo das: par.
n rcsln da cara, im romn^nvuisririis c escrotos
a frete, para o que oBerate os incllim es coinmoilos,
Irala-se na na daCruz dollerifi'. eaeriptorio n, lili.
Para o Hi.i de Janeiro sciuc rom brevidade a
licm i.iilii'ri'l.i escuna titilante Mara: para car-
pa, passnociros c pi-civii. a frele, trala-se cora Jlo
Anlonio da Silva firillo A Companltia, na run do
Vigario n. I, ou com o canillo Aleundr. Im. \i
no, na praca do rumiiiercio.
I'ata .Marsellia. saltale mez. a barca franriva Canad, ri'rcbe nnicamenle
passai^ciros, pelo que lem os inelliorcs ciiuiindns
ssiveis: quera pretender diiija-se aos consignala-
rios (Hiteir Irmaos\ CoBipinllll, ra de Apollo
llMI, ou a bordo, a Iralar com o capillo.
Para o Rio de Janeiro.
Salara' impretervebnente no li 12
docorrente, o brigue nacional Elvira
recebe alguma carga utida para pai-
ageiroi eeicravoi i frete, trnta-sc com
ot coniignatarioi ftla<-Iiado A Pinueiro,
na run lo Vicario n. 19, Mgundo andar.
LEILOES.
Hriiun l'raccer A Companhia faro Iciblo por
interveuco torilmente da, as mais propras desle mercado: sexta-feira, 7
to correnle, ai 10 horas da manlia, no seu arma-
/.em. ra da Cruz do Kccfe.
Sevla-fcra 7 do correnle, s 10 horas, no lar-
_'i 'i.i ill.iiul.-.i. baver leitao, (pie lazeina Viuva
A mor i ni v\ l illin ein loica vonlade dos comprado-
res, de (iO rolos com muito superior fumo rbe^ado
lia poneos dias do Rio de Janeiro,pelo brigue Elvira.
AVISOS DIVERSOS.
No cemitero publico precisa-aede
servente le pedreiro, forro*, ou eaern-
vos, paf;a-se lVOi-g. diarios: a tratnreom
o udmuiisl rador do niesmo.
O Taborda Icclara que nao se enlcmlo cora o
E\in. HarAo de Ipojuca, o uome de Joao do Reg
llanos.
IVecisa-se aluuar urna p.ela para o servico de
casa c vender na ra : quem a liver dirja-se a ra
Direila, no priineiro andar do sobrado, o. .12,
Siqueira \ l'cieira euibarcam para o Riode
Janeiro osescravos Hencdirla eSaluruiuo, mualos.
Pede-te ao Sr. l;raucisco I'ereira Pinto Caval-
canli o favor dcappareeer ua ra dos Marlvrios, n.
ti, a negocio que Ihe diz respeito../"' domes
Ferreira da Silva.
O Sr. Amaro Tranrisco de Aloura, queira diri-
ifir-se ao largo <\a Assemblca,prensa, u. il. para re-
ceber urna ciicnininenda, que veio do mallo.Fran-
cisco Aires de Moraes Pires
>"a padaria do pateo dn Sania Cruz, a. I, pre-
rlaa-ae de uin bom furueiro : o qual pagase hcni.
Daaapparaeaa do sobrado, n. 1, da ra da Cruz
do Recife, um cordao de ouro com <> oilavas de pe-
so c vara c Ierra urna rriaiica o btdara da jauclla a baivo, se alguma
peeaoa o acbou, e querendo reslitur a sua dona,
I "Ir levado au niesmo sobrado, que seta recompeu
sado.
Lotera de Nona Sainara do Rosario.
As rodas desla lotera andan no da Si do cor-
rente com todo c qualquer numero de bilbetes que
licar por vender, assim como s se venden) al o
da 26, notlogarea aegulntaa: praca da Roa-Vista,
loja do Sr. Pedro Ignacio Ilaplisla; praca da Inde-
pendencia, loja do Sr. Fortunato; run do (Jucima-
lo, loja do Ibesdurero; largo do Lvramcnlo, boli-
ca do Sr. Chagaa: no Recife, ra da Cadcia, loja
;loSr. Domingos Tciveira Bastos. O Ibesoureiro,
SilvAre I'ereira da Silva (uimariies.
Prccisa-se de una ama, para casa de pouca fa-
milia, que engomine c cozinhe o diario : no alerro
da Roa Vista n. 1, terceiro andar.
Precisa-se de unta una de leile, sein
Gibo, quer teja lorra ou captiva, pagare
l>ein : nn na (ioAmorim, n. 25.
Francisco Xavier de Pinto l.ma, roga a pes-
soa que, por cnuauo ou por favor, lirou no correio
cartas suas viudas do sul pelo (uanabrj, o obse-
quio de cnlrega-las em sua casa, na ra Formooa,
13.
As llbns. Sias. l)s. Maria I/idnra do Sacra-
mento tirito o Maria Joaquina Ixidora do Sacra-
mento, lecui carias ua ra do \"gario u. 19, segun-
do andar, escriplorio de Machado i\ Piubeiro.
Sexla-feira, 7 docorrente, se hao de arrema-
lar por ser a ulliiua pra^a, asparles do sobrado de
tres andares da ruado Colleglo n. 15, do casal do
senador Manoel de Carvalho Paes de Aorada, ner-
lencenlea aos Blhoa hardairoa do tinado Joflo de Car-
valho Paes de Andrade, que foram penhoradas por
eiecugao do Dr. Lula do Carvalho Paes de An-
diade.
Jos Oas Simoes vai ao Rio de Janeiro.
Ollerece-euma ama para servido de portas a
dentro, cm casa de pouca familia ou de homcm
solteiro: quem precisar, dirija-e u ra do Pilar
n. 2G.
Compra-se urna casa terrea que seja Branda
rom :t quarlos e quiulal giandc, no barro da lloa-
Visla, ou Santo Anlonio, nao sendo em ras retira-
das : quem a tivcreqiiizei vender drja-se a ra do
Aradlo, n. 27, que l se dir quem a quer.
Compra-se una grammalica franceza de Hu -
gaim, mesmu usada : no paleo do Collegio n. ft.
Casa de eonsifjiiueo dt'eseravos, rtia da
Cadeia do Rece n. 89, primero an-
dar.
Comprnin-sp escravos .lo imlios os sexos, asru-
iliuiilo, c recelicin-sc iln ronmiissil.i par re vtn-
.li.los por cunta .lo scu* iloims, mo sii nesla praca
como paran nudo, alllaiicaiiilo-M! Ihiiii Iralaiiion-
l.i.o lii'.!>ila.lc na vemla dos inosmos.
Coiiipra-ne um. \aramln le Tcrro, de sacrada,
que leiihn nove palmos : nesta l> pouraplii..
Compra-He quulquer BMa alna de inelal cha-
mado do principe, prelfenndo-M o que seja mai.
claro: na ra do CoHciiio n. .">. lalicrna do-Konlcs.
Compram-sc escravos, e veudom-e, roccbein-
se de roinmissaf!. tanto para a provincia como para
(ora della; na ra dos 1.I11..1 i.-i- 11. ^1, soaunilo au-
llar.
Compram-so Irw portadas do podra da (erra,
mas da nirlhor qualidade, com soleiras. e em ludo
complelfs, com II palmos ao Indo : quem liver pa-
ra vender, dirija-so rua de A|Hillo, .niii.i/i'in u.
;), a fallar rom Jos Anluiics tiulinaracs.
VENDAS
Capadlos (laudes.
Vendem-se os maiorese inelliorcs capachos, que
tem viudo a esta praca; assim como perumaci.e
niiuile/.'isdc lodas as qualidades, o |Hir precos que
gradam aos compradores: na esquina que volla pa-
ra a rua da Madre de Dos, loja de miudezas.
Vendo-s escravos, urna uettrota de II an-
uos, oplinia lavadeira; o nina linda crioulinha de 12
anuos: na rua da Assiiinpcao. Iieeco dal'enha.aop
do secundo Inmpeo.
Vende-so muilo Mntonta um calilo de padaria
e niesmo para assucar, uin lialco, dna> lulain-as
urna -1.Mi'li' c nutra (lequena com os conipoleulw
pesos, linio en Ihiiii est.do ; a Iralar na rua do Coto,
velo n. 39.
Vendse urna asa de dowi anda-
r, i'siilan, sila na rua da Carimba 11. I :
os pretendente, podem dirigiwe rua
largado llosa rio n. 16.
Vcndc-c laheina sila ua ruados Pescadores
u. II, hcniafiesiie/ida, para aterra a Iralar na
inesma, anude se dir a ruto porque se vonde.
__ Vendo-sc a luja lie liaiheiro de I-.ua-de-l'ortas:
iinein quicr dirija so a luesma, que adiar, com
quem Iralar, licando ccrlo o comprador que a casa
la/ Implante negocio, vende-so cm 1 m ii do dono
ter dase retirar para tura da provincia.
\ en l.'-r uin i"l...:i" i'.iii'iiic auisso, 1111111
Imiim. coiri um corrcnirm de Innn oslo, ludo do ou-
ro, vende-so mais cm conla, de que as Uliulelas :
quciu quizer dirija-sc a rua da (iloria, casa 11. 30,
que achara com quein Ilutar, das 6 as 8 horas do
dia, c das i horas em liante.



C-rlo.ld.d..
YiH'abulario daliugoi iniliimii geral.e unpusru-
ln ila nnillicr fortr, oiim virluilosqoc a |>odem or-
iii.m ; |>elu ronegu da S do l'nrii, l.uis Barroso de
Bulos: vendern-ie na livriria do palco do Colletiio
i. -.', o no huli'l francisco, ra do Trapiche n. 9.
Vendse un iilmiibiquu, com ser*
Ileulni.is {rundes, poucousado; urna l>a-
I.....-a erafle, rain 12 arrobas de peana,
e don cofres, sendo un de Ierro e outro
de madeira todo chapeado de ferro, em
muito bomestado : a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 5, primeiro andar,
das!! horas as da tarde.
Vendem-se litas para enras deba-
ilinicis: naloja n. 2 da rna Nova, aira/,
da matriz.
Ycmleni-se riquissiinassboloaduras para rl-
leles, ditas douradas, o rasacas de corea : na ra
.....itmisiTO DE CAL E POTASSA.
Na rua de Apollo, iirma/.em de l.(
Iteis, lem superior potnssa do BlO ile
Janeiro, e da America, e cal empedra,
chegada de I.islx>a no corrente me/, na
barca Olimpia, tildo ]>or prero coin-
m odo.
$ Cera em velas. $
$) Vendo 'SO cera eui velas, de su- B
&) pi-rior i|ilaliilaili', fabricadas em |
2 Lisboa, em caixotes surtidos a' (A
,*. rootade dos compradores, e por *
g( inais barato prero iloipieemou- X
R Ira i|uali|uer parle : na rua iln ^
W Vigario n. 19, segundo andar 9
( escriptorio de Machado & Pi- W
$) iiheiro. $.
Ven de-se a i.iIm'i ii.i ila rua Jas Crnzes n. 1,
rom fu n*h>- ,t vonlac Jo comprador, rom bonsrom-
motlos para r.ninIi.i, ou se entrega por halando : na
rtM de Hurlas D. i, (pie achara rom quem Iralar a
rjualqoer hora do da.
I'.ninli.i de mBndioca>
Vcude-sc farinha muilo superior, chegado lia
pouco do Rio FormoKo: no Forte do .Mallos, prensa
dr Manuel Jos da Silva Braga, no largo da As-
BomMi ii. 1.
Cal de l.isl>oi.
Na rua de Apollo, armasen, n. 1 II, ha superior
cal, no\a, em pedra, a preco muilo razoavel.
Vendc-se um cabriole!,em muilo Ihhu estado,
muilo eleganlc c de boa construcrio, ei w patente,
por prero commodo : na rua do Camaro, en a da
c-quina onde se pintam cirros.
PAO" DE FAMILIA
O proprietario da piulaiiii da rua ila
Senzala Novan. 30, lem a venda do da
7 do corrente em diante O superior pio
de familia, que so'igual se fabricara'no
Kiode Janeiro, sendo cada um de 160,
80 e lOn,
Vende-sc nina laherna, sil.i no Nanrailouro da
ridade de (lumia, na equina derrnnle do porln das
canoa*, por liaiio do sobrado, propria para qual-
ipicr prinripianlc por ler pinico* fundos : a Iralar
na rua da aladre de lieos. Liberna u. :Mi, no Hct-ife.
Vendc-se o venladeiro roba nnlerv pliililiro de
l.alli'eleur: na rua da Oidoia Vellia n. fl, lioliea
de Viecnle Jos de llrilo.
\ i'iide-se una carra va, crioula, rom Indas as
iialiilidades precisas para casi de lamilla, a eveep-
cao de rua, com um lillio de dado de '.\ para I
Hanoi: i|ueni a prclender. dirija-'o travesea do
Oiiriinariu n. I.
Vendcin-se 1 (raves de jO palmos de nunpri-
dn, c arossnra regular, niadeira de qualidade, B
vniainn de Jli palmos : na luja das seis portasIra-
la-sc ; e eslao no Irapielic do lanilla, para se c\a-
iiiinarcni.
(ioulimia-sc a vender manleii:a nudc/a, nova,
a lim e iwi, cli.i hyawn, 19760 a l.-, looclabo
la Lisboa, a tu. bolachinhi unira, JiKi rs.,
paaaaa novan, i :i-jn. Ilnooku, a llHlrs., paio-,
-'lhs., calo i'in Rito, a ini. arroz, a IIMI rs. a li-
bra, aincndoas, a '2H0, nozcs, a IliO, velas de enr-
naulia delic l, a 9B0, t'*pcrinaretp, a 7dD, alelria,
.i 1J0. revadu nova, a SO rs., queijos novos frescacs,
a l-\'iM : no paleo do Carino, lalierna nova, n. '2,
Oh que pichincha !
.Na loja de Ijiiimaraes ,\ llcnriipies, rua do Cres-
po n. .">, ha um completo sorluneulo de camnalas
de cor com liarra, uiiiilo lindos oslos, c de supe-
rior qualidade, pelo baraiissinio preco de jlHKIrs.
o corle, cun III imadas; a ellas anles que se aea-
Imiii.
Deposito do rap princesa da fabrica
de J. J. da Rocha & Companhia, do
Rio de Janeiro, na rua da Cruz n.
57, segundo andar.
.luaquim r'erreira Mendes (uiinarAes rerelieu
pelo paquete Huantibtira, nova remessa do evcel-
leule rap nacional princesa, da fabrica de J. J. da
lloclla A llompanbia, do Kio de Janeiro, onde lie
imiiln apreciado, e lidn pelo nico que inelliorsulis-
hlue o de Lisboa, pela grifada semelliaiira que com
ello lem, lano em cor como em aroma, blle lie
lambem J beni apreciado na Babia, Macei, Cear,
e .Maraiibo, e ceralmciile em ludas as parles onde
i' ni sido mandado : para riaior commodidade d
i'oinprailores, lambem o acharan venda na luja da
mcsina casa, na esquina dn laruodoGillegio, laber
na do Sr. alanoel Anlonio dos Sanios Fonles, c no
alcrrn da Boa-Visla. loja do calcado do Sr. Joa-
quii Jos Das Fereira.
Vendeiu-se inissaes para missa da ullima edic-
cao, e boa encaderna^au : quem prelender, dirija'
se a rua doCabug, loja n. (i. Vendc-se mais um
1 eslnjo de deseiiho, com sen compelcnlc livro de
gurasi
Vende-so urna crioula de idade de 14a 151
nos. cde bonila luin.i : na rua ^ Crespn.4,
na rua da Cadeia n. 22, sesundu andar.
Vende-se um deposilo de assucar, com asi
car, e fundos proprios para pricipianle; lem com
modos para morar familia, c muilo
qualquer negocio: a Iralar na rua
ii. :u>.
Ka pe Paulo Cordeiro.
Vendc-se o superior rap deste aulor, chcRadi
pi'oximameule du Kio de Janeiro, em libras, meia:
dilas. c oilavas: na praca da independencia, luja
de miudefas II. !.
Vendem-se coi'les inteiros de ves-
tidos de chita IranOBMi larga, lina, e de
diversos gostos modernos, sendo pelo ba-
rato preco de 20000 e 2jS40n., a di-
nheiro a vista : na loja de ipiatro iioi-I.is
ii. 3, ao lado do arco de Santo Antonio
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os bilhetes da ter-
ccira lotera da estrada de Muge, pie de-
ve i-orrer ale 7 do corrente. A lista vi-
ra' pelo vapor llrasilciro, tinc deve suhii
dai|iiellc porto a 10 do corrente, e que
aqui deve chegar a IS.
Vcndc-se fariuha superior de Siiruh> do Kio
de Janeiro, em meias barricas : na rua da Cadcia
do Recite, loja n. il.
PAO' OUKMK DAS (i AS 8 HORAS
DA TARDE.
Na padaiiada rua da Sen/.ala Nova n.
."i, havera' desde do corrente em di-
ante, pao quentc conlt) se cosluma as
pailarias do Rio de Janeiro.
Cal virgem.
Vendc-se cal nova em pedra, viuda de
Lisboa na barca Olimpia, por piero mui-
lo commodo: na rua do Trapichen. 15,
armasen! dellastos limaos.
Vende-se um carravo, pardo, le 18 anuo, de
elroanlo figura, c de muilo boa conduela, proprio
para pagem, o una dila que rozinha a engoimna, es-
Ics escravos vendem-se para liqiiidar-sc: no l'asseio,
lujan.'21.
Veinlc-se una negra moca da 1:1 a 11 anuos
de idade, bonita liuora e hbil jiara lodo o serviro:
m roa do Pilar n. 88.
\ ende-se urna cscrava crioula de 12 annos de
idade, eon principios de engoinmar o coser costura
chao ; na rua liireila n. 27.
Vendaje urna bonila bandeja pequea de pia-
la toda rendada, um par do easlicaes |iequanos li-
sos, ludo obra moderna o aero feilio, um par de
brincos de 8, dous auelloca um dellesrom um dia-
mante, urna nioeda de I). Pedro II encasloada :
quem prelender dirija-se a roa do Aragia, n. 27.
Vende-ae um negro de bonita Maura, perfeilo
corlnheiro, e bom ganhador de rua : quem o pre-
lender, dirija-ae rna das Cruzas n. 39, primeiro
andar.
Vende-se sola de superior qualidade, chegada
de proiimo do Aracalv, assim como couros miudos,
cera de carnauba, veas de carnauba composlas e
liennas de ema : na rua d Crin n. 15, segundo
Diccionario do termo* de medicina
cirurtla anatoma pharmacla
etc. te.
uz esta obra IndbpMMVel a luda' ]
<|ue se dedieain ao cstudo de f
Vende-so por '.- r*., encaderna-
-mIii.i i., do Dr. .Mu-.-.i/.i, rna <
. -' i, primeiro andar.
liii (pie foi do
ras de Carvallio, im lu-,n de Beberihe de balloti]v
nominado dos craveiros, rom casa de \ i venda de pe-
dra, contando ala adianle com dous rjliarlos dila
de delraz com dous quarlos. solao grande, cozinha
grande e copiar, l'ma casa de Inipa com sala c dous
quarlos, alraz dous quarlos, eslribara para tres ca-
vallos, e solo para prclos; um lelhciro que serve
pora casa de farinha, com estribara p.ira dous ca-
vallos; muilas arvores de frulos,r i t-, manguciras, cajueiros, mamiaboiras, rra\eiros
(girore) larangeiras, sapolisciros, piulieiras, frulei-
ras de pao ele. ele, terrenos para toda a cultura, e
malla de capoeira, leudo de rundo quindenial bra-
cas, e de Trente qualrocenlas. pela beira do rio
pouco maisou menos, sendo o rundo de menor lar-
gura : quem o prelender eulenda-sc com o llbn. Sr.
Joto Piulo de l.einos Jnior.
NO CONSULTORIO HOMBOPATHICO
DR. P. A. LOBO OSC0Z0.
Vendc-se a inelhnr de todas as obras de medicina
liomcopalhica w < NOVO MAMAI, III) 1)11.
I!. II J Mili ^ Iradii/.ido em pnrluuuei pelo
llr. I'. A. I.obo Mosco/o: qualro volumenencader-
nados em dous. 90*000
O t. volUOM roiilcndo a palhoonosia dos lit
ineilicamenlos que USO foram publicados sahir mui-
lo breve, por estar muito adiaiilada sua imprcssAo.
Diccionario dos lennos de meilirina, rirursia, aiialo-
mia, pliarmaria, ele. etc. cucadernadn. 100O
lina carleira de 21 tullas, dosinelhnres c mais liem
ANI'll-.L'IIIADB E SPERlltlDADE
1>A
A
, humi'iipalliiros com
as duas
il-IKK)
1.VMKK)
.TOJOOO
IIHINHIII
lll^KK)
aogooo
llKIII
le 28
hila de Rj
ido sur- a
liilo da
Ida
. 29,
I proprio para
dos Martirios
preparados lilobul
obras cima........
I'ma dila de :l(i lubos com as nicsnias .
Dila, dila de 48 lubos......
Dila de lia com as ditas.....
Carleirasdc 2iluhi.s pequeos pan llgl
beira...........
Dilas de 18 ditos........
'lubos avulsos de ulohiilos ....
Vende-se una linda garrotatiuiriua: na Capun
Lencos de cambraia de linho, linos,
a KIO rs,
ni roa do Crespo, luja da esquina, que rolla para
Cadcia.
Vendem-se pianos fortes de superior qualida.
le. fabricados pelo uielhor aulor hamburgus NI
rua da Cruz n. 1.
Vlntao do Porto superior feltorla.
Vndese viiiho do l'orlo, superior Iciloria, em
barril daoilavo,por 15NKMI rs. cada um : na ruada
Cadeia do Kecife n, 1, rmasela de Barroca v
Vestidos muito baratos. ca
Vellilem-se corles de \eslid
barra, bonitos padres o nioder
liiieiilc fazenda para se faie
moda, e pelo baratsimo prec
da corle: na toja do sobrado
73 quatro cantos da rua do i.i.in
Vende-te a memorfaniHia q^hq.
(.i Catliarina.em wcen grandes, i 5.^500
rs.: no armazem do Forte do Mullos n.
2(1, defronte do trapiche no olgodao, nu
a tratar rom M nior, na rua do Trapiche n. 14, pri-
meiro indar.
Vende-te um resto de exemplarc
da obra Raphael, paginaa da juventu*
Je por Lamartine, versao portugue-
sa de I). Carlos (luido \ Spano : na rua
do Trapiche n. I V, primeiro andar.
Em meio uso.
Vndese um par de bancas de abrir,
de Jacaranda', obra bem acabada, eque
nao lie (oleada : na rila de llorlas n. 62,
casa tenca que tcm a frente pintada de
azul, e polladas brancas.
liul! |.,\l I ECTELH.
O HHCO attfnristuh por itrnsita i/o COWttlhO WH
r tenlo imperial
()< mediros dos liu-|iilie renuninendiun o irrohc
LaflRMteav, roma sendo o nico lutorisada pelv ^-
vernoc |>cla Ue.il Soclsdsds de .Moilh'inji. Este inc-
d'iimciilo d'un noslo auratlavel. e faril ;i tomar
em serrelo, esl;i em uso na marinlia realdr^lr in.ii-
dc '.'i nios; cura radiralinriilc em pOOCOleiupo,
com (tonca des|ie/a. sem mercurio, as adecenes da
pelle, impinuens, MCOIHeqoeiwiM das samas, ul-
ccras, c os accidenles dos parios, da dade critica e
daaciimotua hereditaria dos humores; conxm aos
ealhaiTOl, da besim, as ontraeces, e Traqueza
dos OrgSOS, precedida do ahuso il,is IngercSa OU de
sondas. Como anli-s\p1ulilico, r>arrobe cura em
pouco lempo os fluxos rcenles on rebeldes, c|ue vol-
vem incessanles sem couseipiencia doeiupreuo taeo-
palba, da cuheha, on das liijecooea que repreKn-
lam o rlras sem I1cutr.dis.1-I0. O arrohe LaHeclenv
he especialmente recommendado cunlra as tfooncss
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao ioilurclo
de potasio. Vende-se em LiflboSi na botica de llar-
ral, e de Anloio Feliciano Alvos ca de D. Pedro n. ss, onda leab de chegar ama
itrande |>orcio de carrafas srandes e pequeas, via-
das directamente de l'aris, de casa do Sr. Boj veau-
Laflerleuv \, ru Hiclicv t l'aris. Os formularios
dam-M uralis em casa do auenle Silva, na orara de
I). I'eilro n. H-2. >'o l'orlo, em casa de loaqulm
Araujo; na Kahia, Lima CV Irmos; em l'ernam-
huco, Sotun; Itio tic Janeiro, Itocli.i tV l-'ilhos, p|
SALSAPAKRII.IIA l)E ItKISTOL
A SALSA PARl.lA N SAM1S.
Att^ncao'
A SALSA PARRI1.HA )E BRTSTOI. dala des-
de HM, lem conalanlemenle mantido a sua ro-
pufofto sem uecossidade de recorrer a pompaseis
annuncins, do que as preparacoes de mrito podem
dispensar-*. O srcense do Dr. IIKISTOl. lem
provocada inlinilas invejas, e, enlre nutras, as dos
Sr. A. R. I). Sanils. de Ncw-York, preparadores
o [iroprelarios da salsa parrilha rouliei'iila pelo li-
me de SaniK
Estes seiihiircs sulicilaram a aecnria de Salsa par-
rilha do Itrislol, ecomo nflo o pndesscm oliler. fa-
briraram una ImitaftO de Brislol.
Kis-aqui a caria que u Srs. A. R. I). Sands e-
ereveram ao Dr. Brislol na da 'JO de abril de I s J.
o que se acha em nosso |>oder:
Sr. Dr. C. C. Bri'lnl.
Bfalo, c\r-
Nosso apreciavel senhor.
Em lodo o aono passado lemas vendida t/ttanH-
dailr* cansiileraMMS do mirarlo de SaK'i parrillia de
Vine, e pelo que ouvimos di/.er de suas virtitilr*
liqnelles que a lem usado, juluamos que a rend da
dila medicina se autmcnlarii muilmimn. Se Vote.
quizer lazcr um rmirenio romnosro, eremos que
nos resiillaria muila vanlaaem, lano a mis como a
Vmc. Temo muilo prauer que Via, nos rc sobre este assumpto, e se Vmc. vier a esla cidade
daqui a um niez, ou causa scmelhanle, lerinmos
muilo pmor em overein nossa holica, rua de Fui-
Ion, 11.711.
I'iram.is orden*do Vate.sea segaros servidores.
(Assionados) A. R. I). SAlSIIS.
CONCLUSAO'.
|.A anl2uidade da salsa parrilha de liristol he
claramente provadsi ikis que ella dala desde \x-V2,
eque a de Sands s appareceu em I8i, poca na
anal esic drogobla nao i Brislol.
. A superioridatle da salsa parrilha de Itrislol
he lacoalealsvel; pois que nlo ohslaule a concur-
rencia da de Sands, ede urna porcan deoulrasprc-
paraedes, ella lem aianlldo a sua replalas em qoa-
s toda I America.
As numerosas evperieucias fcilas com o uso da
salsa parrilha em (odas as cjifcrinulades originadas
(lela impure/a do saiiiie. eo bom exilo ohlido ues-
la corle pelo lllm. **r. I>r. Siaaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo ilustrado Sr.
Vende-se urna cscrava, parda, com 15 annos.
rendada, nina crioula com l, dous mualos com
3a 15, nina parda rom una eserav* cusa91),
e urna dita com :l<), prendadas, um rxravn com 30,
bastante forlc, para arma/eni: na rua dn Seniala
VHha n. 70. quinto andar, se lira quem vende.
Seda modernas.
Na loja do sohrado amarello, nos qualrn
cantos da rua do Queimado teni.....comple-
to sorlmenloe novo de corles de vestidos de
seda escorexa e de furia cores, lamida mui-
to moderna e do cscolhidos ^oslos, e l.inihcm
lem da mesma TazctHla que vende em cova-
dos, ludo por preco muilo commodo.
OLEO l)K linha(;a i:m botijas,
vcndc-se em contn, na rua do Trapiclic
Novo n. 10 ; a mesilla casa liegotl nina
poivao de alvaiade de nova com|x>sc."io,
muito superior em qualidade ao usual.
Manocl da Silva Sanios contina a vender as
superiores familias de Iriqo das marras l'oiilana o
Galega : a tratar no caes da allaiidesa, ou na rua
ilo \ mu un ns. .M
tu.
ala
Dr.
por va
clamar
\ll
nada
Saln
Jos l'cixolo em sua clnica, e em sua
a de saudo na Gamboa, pelo lllm. Sr.
o de l)li\eira, medico do exerrilo, c
loa uniros medicas, permillem boje de pro-
llunenle as vMadea eflica/.cs da salsa par-
rilha de llrisiai veadaste a .VHKHi o vldro.
O deposito desla san madonna para a Indica
france/.a iIa rua da C.i u/., em Irenle ao ehaleris.
DEPOSITO DE GAL E POTASSA.
r.unha & Aniiirim. recelieram |ieln iillimo navio
de Lisboa larris rom 1 a de superior cal em pedra
para o fabrico de assucar, e teiidem por menos que
emoutra qualquer parte : s para lerliamcnto de ron-
las um reslaale de polassl americana : na rua da
Cadeia do Recite a. JO.
rerena
c i'au-
coni litas ver-
Moieira, loja dedrouas; Villa-N
de Mauales l.eilc ; Rio-tiramlc, t'ran
la Couto ,V C.
VENEZIANAS .
Aterro da lloa-Visla n
Tem um sorlimcnlo de veaesiaaai
des de linho c de l.u, com caita e sem ella, e se
roncera e se troca as novas |Hirvclhas, a touladc do-
comprador.
Vcndc-se urna lalierna. na rua Dircila dos Afo-
liados, com commodo para familia iudependente da
taberna, com o quintal plantado,e com parrciral de
uvas, ja dando, com |is de fsueiras, romeiras c pi-
nheiras ; so as plaas pacam os aluuucis da casa :
quem prelender, dirija-so rua da llorlas n. !.">.
Vende-se urna balanca autor ltomilo)del 1)2
palmos, que fui de armazn de assucar, cun lrc/e
arrobas de pesos, a conchas : quema qui/cr, falle
com Jos Aulunes liuimarcs, na rua de Apollo
ii. 30.
Vendc-se muilo superior farinha de Sania
Calbarina, e S. Mathciis, medida a visla do com-
prador : a borda da hriauc brasileira Midas, Tun-
deado parla da Alfandcsa.
Vendem-se relorrios de ouro, ita-
tente inj'le/., os melliores que tem vindo
a esle ineix'ado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casarle Kus-
sel Melloi'S & Companliia, na rua da
Cadeia do Kecile, n. ~>i>.
Cobertores oscuros,
de attzodn, a H00 rs. ; ditos azues c encarnados ,
muito grandes e eucorpados, a 191(10 rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que sola para a Cadcia.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade cmquarlose oi latos de pipa, por preco com-
modo: no armazcm de N. O.Bicbcr & Companhia
na rua da Cruz n. \.
A elles. que se estao' acabando.
t/iborlures de tapete milito randes, pelu diminu-
a precede l&tfJO, dila mais pequeos, a 800 rs.,
colchas de salpico braneo, a l6()0, brini Iranrado
escuro, de linho puro c muilo lino, a BiOrs. a vari,
chitas de ausento escuro c bom panno, a 110 rs. o
covado : na rua do Crespo, loja n. 6.
Ilia de Sandi: na Indica Iran
daCruZf no trente ao cliatariz.
Vendeni-seein rasa de Me. Calta
salsa parri-
e/.a, da rua
pal
vinho
em ni
nraad
l"
& C.om-
Hiuiale:
Jlahai
muito
neiro andar, ha
mido pela barca
e juntamente nova
PERRO.
, Stair. di C
para vender
nlidade
em
na-
do Corpa Sal.....i
iloUrsellleera eaisai de :i a l daiiai
vello e cairelis, bren em barrieai
a, ac de inilaosurtido.ferroinlez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste csl.-ilieleeiinenlo continua a lia-
ver um completo sortimento de moen
das e meias inoenda para engenlio, ma-
china* de vapor, ( taixas de Ierro batido
e COado, de lodos os lamaiilios, pata
dito
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O aixsano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stulle em Berln, euipregado as co-
lonias nrr|e/as e hollandiv.as, com gran-
de vantagem para o melboramento do
assucar, aflia-se a venda, em lalasdelt)
libras, junio com o niel I iodo de eniprc-
j'a-lo no idioma portugus, em casa de
N. O. Bieber .\ Companhia. na rua da
Cruz, n. \.
Na rua do Vigario n. ID. pt
para vender, brollo muilo novo el
Gralidlo, por preco conimod
ral virgeai de Lisboa.
ABADOS DE
Xa fundicao' de i]
Sanio Amaro aclia-sc
dos de Ierro de superior t[ua
HOENDAS SUPERIORES.
Na funuicfto de C. Starr tV Conipaulua
em Sanio Amaro, aclia-sc para vender
moendas de calinas todas de Ierro, deum
modello ecomtruccBo muito superiores.
TRIESTrr-SSSF.
Me raeeneheRado um rarregaaienlo dn verdsdel*
r.i fsrnlifl de SSS raniinho, e vends-aa por mdico
preco: no eHeriplorlo ile lleane Youle &Gompa-
nlii, oa aoa SSai arma/rus uohecco do tioncahe*.
DOCE DE BACORV.
C.heuou recenteinenle do Alaranhiio nina pequea
porcAt tlesle delicailo doce, o melhor que ha, laul
pela IOS excelleute qualitlade, como |mr eomervST-
se por muito lempo em perfeito estado: vende-e-
em casa de Fonle ,\ Irino, na rua da (ladeia Velha.
Agencia de Edwln Maw.
Na rua de Apollona ti, armasan do Me Galmoal
iV Companhia! acha-ss cooslanleaienle hons aortl-
rnenlos de laixas de ferro toado e balido, tanto ra-
sa romo rundas moeodaa loallrai (odas de Trro pa-
ra animaos, SffOSi <>|,'<> diUtt para armar em madei-
ra de lodos os lamanhos a modoloaoamais modei nos,
machina horisonlal para vapor com Torca de
'i r,i\.illos, rucos, pas^aderas tic ferro eslanliadn
nara casa tic puriiar, |M>r menos preco que os do co-
hre. SSCOVeos para usvioe, Trro da Succia, e Tu-
llas de (landres ; (mo por haralo prero.
Di-|ioiilo da fabrica de Todos o Saolos na Baha.
Vende-se, em 6SSI de N. O. Biabar \(-, na rua
la Cruz n. ., aluodai Iranrado d'aquella Tahrica,
nuilo proprit para saceos de assm ir e roupa de es-
aTavoSt por preco commodo.
Vendc-se presuntos incle/es muito novos para
fiambre) lalascom holaclnnhas desods inglauiquei-
jos tle pialo, conservas muilo novas, semen les de lu-
las as qualidades tle hoi lalirc, etiegadaj iiltiinameu-
le: na rua da Cruz n. 4(i, defronle do Sr. Dr.
Cosme.
Vende-se a melhor lalierna da Cspanga com
poneos fundos, ludo em hom eslado, ese lira o que
lo servir SO comprador: na rua do Vicario, lalier-
na ile JolO Simos de Almeida.
Vende-se veanla ealrello e Isrgo. proprio para
armacao de ereja : na rua do Qoslmsao, u. I i. m
Vendem-se alguas escravos, mo-
ros, que servem para i moleque de 11 mino*, e 2 Degrmfiai de
12 anuos, linio por pirro em COnta. na
rita das Larangeiras numero I i, segundo
andar.
Vende-se una car roca com lioi manso egors
do, por preco commiuh' : un rua do Seho n. K.
Rua lo Crespo n. 9-
Vendem-se cortes de seda earoreza, a il^lKWlrs.
Vende-se una du/ia decadeiras, um sof c um
par de consol*, c um joco de hanquinhas de co-
lumnas, ludo tle Jacaranda ; una dutil dr cadeira*
com assenlo de palliinha, e urna mesa redonda de
meio de sala, amhas tle amarello a sam pouco uso J
se vende a voulade do comprador: quem quizer,
dirija-se ao pateo da riheira de S. Jos n. II.
Vendem-se 12 cscraMis, sendo 5 de servicode
campo, 1 neurinha muilo linda de idade de 10a ;!
anuos, I casal do enerados mocos, :tescra\asde lodo
servico, i dila de bonila liKiira, que coso cen^oin-
ni.i : na rua DirciU n.X
VendVse urna cscrava ptima coslureira, ede
mu hoa conduela : na rua da Cadeia do Hccife,
sobrado u. W, primeiro andar, das 9 as 3 horas da
larde.
lSoarmi/.ein de Vrenle Ferreira da Ct>sla, no
caes cerveja, em duzia, e balalaa mallo novas, em gigos,
de superior qualidade.
Vendem-se corles to brim braneo denomina-
do licita, por !l300: na rua Nova n. -J.
c de bom la*
rhei:ado ultimamne-
s 96.
Jumento.
Vende-se um jumento, muilo novo,
manho: na rua doyueimado u. II.
Oeno.
Vende-se yessoem barrica'
le em casa J. Kcller & (.ompanhia, na rua da
Cruz n. .Vi.
farelos.
Vendc-se no arma/.em do S
farelo em suecas de S arrollas,
do rie em oulra
. Aunes ,
por me-
ipialipicr
nos preco
parte.
Vinhos superiores de Bucellas
(liranroj c ilo Coluros [tinta] ''"' li.'irris ilc qiiinln:
venilciii-si' no vas ile J. Kollor t\-C.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de Ierro de I). \V.
ilowinann, na rua do llriuu, passan-
dn o chufan/ continua liaver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de Ti a S palmos de
venda, or
a
) e liatiilo de .1 a
DOCCa, as ipiaes aeliam-s<
prero commodo e com promptidao' i
eiiibareain-se OU Carregam-teem carro
tem despena ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por prero muilo com-
modo, 110 arma/.em n. 7 de caes da
alfandega, de Josrf Joaquim Pereira de
Mello, un no esCriptOI'IO de Novaes iV
Companhia na rua do Trapiclie 11. 34.
\a rua do Vigario n. I!), primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, vioh'10 e flauta, como
sejam, ipiailrillias, \alsas, redovvas, sclio-
tickes, modinhas, indo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do l'orlo, em
liareis de V., ">. e S.: no ariua/.emda rua
do A/.iiic de Peixe n. I V, ou a tratar no
esenptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. ~t\-
No arma/.eiuda Iravessa da Madre
de Dos n. !>, 1: no arma/.em de Jos Joa-
qun] Pereira de.Mello, no caes daAlfan-
dega, vende-se fariuha de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
No anligo deprnila 1I1 rua di Cadeia do Hccite ,
araiitem a. l, lia para vender inuilu nova potan*
la Riissia, ainoricana e brwdleira, em paqueaos bar-
ril de I arrolia; 1 ima qualidade e prcooi mata ba-
ratoa do que ra ouli.i quilquer parle, se .illianraiii
boi que prMilsarem comprar. No mesmo depoiiio
lambem lia barril i.....1 cal de Lisboa em pedra. pro-
llll.MII
\
Mite chegidoi.
'iiileiii-se loitas
i da Kuk
iiipanliia. na ra
lirin/.a, lirios e
O.
ariua/.eiii de N.
da Cruz 11. 1.
meia lo-
Bicber &

DAVID WII.LIAM BOWHAjN, engonbe.roma-
chinisla e fiiiiditlnr de ferro, mili FSSpeilOSSmenle
anuiincia aos genitores proprielarios de eineulms,
raxendeiros, e aorespeilavel publico, aneo sen esia-
heleriinciiln de ferro mo\ ido poruvirhina de vapor,
nsrnadoBrara pasnndo achafaili, eonlina em
eflecllvo e\erccio, ese acha eomplelameule montado
com pparelhos da primeira qualitlade para a per-
feila confeccaAdas maiores pecas tle machinisino.
jlahililado jiara empreheniler quaesquer obras da
sua arle. I la Mil William hWman, desoja maispar-
lienlarmonle chamar a allenca publica para ai se-
auintes, por ler dallas grande snrUmenloJa'promn-
lo, em deposito na mesma fundicao, as qnaes cons-
truidas em sua fabrica podem competir enm as fabri-
cadas em paiz pslraiiciro. lauto em preco como em
qualiilatle de materias primas c inai'r de obra, a
salier:
Machinas tle vapor da melhor conslrucac.
Moendas de caima para enaenhos de lodos os ta-
maitos, mol idas a vapor por agua, ou animacs.
Ittulas de auna, nioinlio-de u'iPo eserras.
Manejos imlependeutes paracavallos.
Rodas denudas.
Auuilhes, bromees e rhamaceirssa
c.\\ iihots e parafusos de lodoa "* lmannos,
Tai\iis, paroc-i, rrivoi e bocas de fomalha.
Moinhos de mandioca, movidos a ma ou poran-
mses, e prensas para adia.
Chapas de foisa e Cornos de farinha.
Canos tle Ierro, torne as de ferro e tle hron/e.
Iloinhas pura cacimba e tle repuvo, movidas a
mao, por animaos 011 vento*
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas Imlraulicas etle par.ifuso.
l'Vrraens para navios, carros c obras publicas.
Columnas, >arandas, crades e porloes.
Prensas do copiar carias e sellar.
Camas, carro* de mao carados de ferro, ele, ele.
Ah'in da superioi idade tas suas obras, ja' ceral-
inenlerecindiceida. David William Howniui gnale
a mais esaela eonmnnidadeeamas moldea e tlese-
nlios remetliilos pelos seiihtires quesc diimareni de
fazer-lhc encommeudas, aproM-ilando a oceasiaO pa-
ra nuratleccr aos seus numerosos amibos e fremiezes
a preferencia com que lem sitio por elles honrado,
e Hsemira-lhes que nao poupara esforensediligen-
cias para continuar a merecer a sua eonfianca.
Vende-sc panno ;i/ul ferrete,
da rua Nova.
e charutos da llavana : na rua N
Vende-se o romance Memorias da um Me-
dico em 7 voiames.ale <* tereeira parte, em per-
feilo e>lado : u run de neimado, loja n. 18.
: n mMi .,ei wwmmm
9 Cliapeos de castor.
Veudein-e superiores chapeos do cwlor J
2 hiancos e pretos, de linda forra*s, e chapeos
9 de seda, franceies, os mais modernos, o do
9 melhor qualidade venda no mercado ; at-
$ sim como cmplelo sorlimenlo de bonetes e
Sfe chapeos de Italia para liomens, sentaras o
f meninos, por preco muilo commodo : ua pra-
m va da Independencia ns. 21 a 30.
fc|i'jw&$$a#$$ m99>9
Vende-se o enReiihoCupewura, dislanlo da ci-
dade de (nianna 3 leguas, moenlec correnle, com
boas tercas, de varsea tle manap, pruprias para se
poder salTrejarde h a 'tnii pilen de assucar por an-
uo, boas malas, tolla para se refazer mais de mil ca-
becis tle uatlo, muilo valeuted'agua por moer com
o rio denoniinadnCupessura: as pessoas que o qui-
/ereui comprar, podem-se ententlor com Vander-
ley ,\ 11 ni id, na rua da Cruz ti. 21 escriplorio.
TAIXAS DE FERRO.
Na fiuidirao' d'Aiuora em Santo
Amaro, e lumliom no DEPOSITO na
roa do Bruno loco na cntrudn, v. defron-
le do Arsenal de Mu inha lia* sempre
um grande sortimento de i.uflias lauto
de ubrioa nacional como eslrangeira,
batidas, fundidas, (jrandes, peciuenas,
rasas, e fundas ; e em ambos os logares
existen! qnmdastes, para carregar ca-
noas, ou cairos livres de despesa. Os
pircos sao' os mais commodos.
liVI'K niNGOA m: LISBOA.
Ns rus da Gsdala do llecife, luja do fazendas de
Joo da Cuiiliii de Maualhcs, venilc-sc a encellen
te pilada desle rap, o mais fresco que tcm vindr
pela galera Xfargurida.
POTASSA DA BtSSIA.
Wiulc-sc superior pnl;i$sii
  • rVmericana, por pre^o multo commoilo
    na rua llaslo 11 mi.o k.
    ATTE\(A0.
    Vrinleiii-si' livros e mcios illlos de OSO
    de prata e ouro, chegado, ltimamente
    de l.i-li'i.i c por prero roiuinoilo : mi
    rua do Trapiche n. 17, escriptorio de
    Jote Teixeira Itasto.
    # Oleados pintados. W
    Venrlcm^w iilcndin plnlsdoi ilr 1 a 8 pal- j*
    W pigad, largura, edapadroa multo bonitai;
    w ;iin como eobarln il" mesmo par, matas, St
    9 rom bonitas ftstaaipRrlas, c por prarn com- $
    ni" I i : un i'i.n; i il;i lnili'iH.iiileiii'i.1, I.iIimi i <
    ty ilo i'liiipcim, ilc Jo.iqnin ilu Oliveir.i Mail. ^
    11: a ";# w
    Moinhos de vento
    com bomba, ila repuso para raen imriaac haixaa
    ilo eaplm, na ruadwaA co I). W. linwiiiun: na rua
    .i.. Bramos.6, He 10.
    FUNDICAO1 O AURORA.
    Na .ni lir.1.1 irAnroraarliii-Kcri>ii>.laiiteiiieiilc um
    roniplclii siirliiiionln de matJliuai de Mi|M>r, lano
    d'llll r....... de Iiiimi preMO de liindellos os mais
    aporovado,* Tambem se ;i|iromplnm ileencouiineu-
    da de qualipier forma que se imssam desejarenma
    m.'iior presle/a. Ilulieis omriaes scnio mandados
    paraasiraawalar, os rabricanlea como tcm
    rosliinic aliaurain o perreiln Iraballiu dolas, ose res-
    ponsabilisam porqualqnsr dercilo que poin ncllas
    apparoter daraolo a prlnMlranlra, Muilas machi
    as de vapor construidas ueste cstalielccimcutn lem
    estado m rotulante servico nesti provincia lo, i-2,
    cal tu anuos, e apenas lem eiiiiid.....ui insiiiiul'i
    cuites reparos, c aluuiiias al nciiliunsalisoliilanieu.
    le, accroscendo que o consmalo do conliuslivel lio
    mu iiiconsiderau'l. Os sciiliiiresdecnuenlio, inis
    eoiilr.is quaesquer pessnas que precisarem de ma
    rliiiii-iiio-ao icspeitonmeoui convidados aTiallar i
    eslalielecunenlo em Sanio Amaro.
    Km casa de llrunii Praeger & Com-
    panhia, na rua da Cruz n. 10, vende-se
    o seguinte :
    PIANOS PORTES dos nielliores auto-
    res ede moderna conatruceflo,
    INSTRUMENTOS DE MSICA para or-
    cliestra e bandas militares.
    OBRAS DE OURO de toda a qualida-
    de e do mais apurado oslo
    'I'
    NIMIOS SI. Margol, SI. Julien ediam-
    pagnhe
    LONAS dedilferentc ipialidades.
    BRINS DA RUSSIA.
    HOBILIAS DE FERRO, como sejam,
    cadeira, dedillurente, moldes, mesase
    sola s, assim coiiiocomiuodas demogno B
    cadeirat de bulando de sipo, viudas de
    Franca.
    ALCATIFA para sala a mais linda que
    tem vindo a esla piara.
    OLEADOS com lindas pinturas de fruc-
    taS, etc., para mesa de meio desalar
    lu liras.
    CHARUTOS da llavana verdadeiros.
    MOLDURA D0URADA pura guai-ni-
    eao desalas e (IttadrOS.
    12,000 rs. a duzia.
    Superioresloallias depannii de liidiodo l'orlocom
    I ver, Vi de cmpralo, proprias para limpar o ros-
    to, pelo diminuto preco de 14000a diuia : na loja
    da rua ilo l>espo u. (i.
    Papel pcruaminlio, de superior qualidade, pa-
    ra Cirila dos senliores liacliareis : \ende-se no pi-
    leo do Gritero, loja de livros de Joan da Costa
    lloarado.
    Aos amantes de piano.
    Aoha-se venda, na rua da Crut, linaria do Sr
    Sanios j| I ionipaiilii i n. ."^i,
    loja do Sr. Antonio Dominp
    Iimuiio portURUat, a sau.l.iili
    dedicado aoSr. II. Miguel dr
    Sulla esposa.
    Na loja de (i portas, em trente du greia
    do Livramento,
    \ciiilcm-aerainliraiii lranro/as, de goalos moderiim
    e cores lUfuras, a 400 n. a vara : dii-ae anioj|rfl,
    deiiaudo penliores.
    Na loja de 6 iortas, em frente a igreja
    do Livramento,
    vendeiii-se ehilaa de corea, 5*000 rs. a peca,,. ,
    140 rs. o covado, riscadinho de linlio, a OU r. n
    covado, e chitas (loas para coberla, a iOOri. o cu-
    vado, lenc/M hrancos, ditos com barra de core,
    160 rs. cada um.
    Vendem-se casemiras para forro de rarroj;,,,,
    rna Nova n. 2.
    Bu Hm 6, ra frtm da Gtmbt, d. Car.
    ao, loja 4. Iirriiin, depoilio da cald.l-
    r*lre.
    No eslabelecimento ieima conlinua-se a veotei
    lodds as qualidades de ferrafceos. romo sejam ,..
    ailas poriumie/as, inxleas e de aoa, majados .i.,
    l'orlo, chapas para toges compridos e quailradm
    de 3 a 6 buracos, facas e garfo. linos, lamo de nut.
    fin como de ossn, colheres de metal do prinriiie
    lano para sopa como par, clin, bules do metal, r,v
    feteiras de dito, bandejas Unas, em temos de :la B
    dilas ordinarits, moiolios para caf, fecbduriis de
    diversasqualidaJes para porla, dobradicas de dilas,
    faca de pona, facoes, parnaibas, armas liaas para
    cac,a, Ierro em barra de diversas grossuras, lsri(urJS
    equalidailcs, follia de ferro da mais flnaa maissroj-
    sa, fiilha do liendres em caitas e a relalho, e perfu-
    madores de lalo, alm de uniros mili los olM,.,-|,.|
    rrragens. Tiimbem se vendem as seguiniesobrai
    de cobre : laixos de lodos os laminlios, liaciai de
    cobre para bolo, cocos de cobre para agua e pira
    eugenfio, dilos de dandres, espumadeiras de cobrs,
    dilas de dandres, pongas de cobre, reparlideins de
    dito, cobre em follia de varias grossuras, lineo ca
    folha, oslando em barra, dilo em verga, rluunboem
    Icncol, .oulros inuitos objeclos, que sr i visla dn
    comprador.
    Vende-se em casa de S. P. Johnt-
    Imii & Companhia, na rua da Scu/.ala No-
    va n. ii.
    Vinho do Porto, superior qualidade,en-
    garrafado.
    Vinho Chery, em barril de (piarlo.
    Sellins para montara, de homem e so-
    nliora.
    Vaquetas de lustre paracoberta decarras,
    Relogios de ouro patente ingle/..
    Vende-sc urna negra, de narao, inoi;.i, M
    liria para alsum sitio, pin ser muilo forte, ciuinli-
    ii diario de una rasa, e lie de lodo serviro : Hala-
    se na lalierna ilcfriuile da matriz, esquina do Hos-
    picio n. KS.
    Vende-se um escravo, de '25 anuos, alto e pos-
    sanie, proprio para armaiem de assucar: na rua es-
    Ircita do Itosano, casa n. 4, confronte a igreja.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    0 1
    i rua Jo Crespo,
    es I i ii. II, o
    pini piano, o canto
    li .i. un; i c a mm au-
    l^ST-
    lino, pura f,i
    Im i lll lojn n
    Vrinlcm
    Deposito de tecidos da fabrica
    de todos os Santos, na Babia.
    Vende-se em casa He Domingos Alvos
    Mallieus, na rua da Cruz do Recite n. 52,
    primeiro andar, algodn transado rlaquella
    fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
    pa de escravos, assim como fio proprio para
    redes de pescar e pavios para velas, por
    proejo muilo commodo
    z:mmmmmk msoemi.,.
    Grande sortimento de pannos anos c cal.
    miras.
    .Na rna do Crespo, loja da esquina que volts para
    , Cidria, vende-sc panno piel", a :fc?IKK) o :I900
    rs.; de ourclo branca, ,i :l9i(l rs.; dilo francs, a
    iVi'mo.xmur... e muilo superior, all......
    covado ; dito azul, a JNOO. :IB(KI e 48000 rs., e
    muito bom, a 595110 rs.; dilo verde. 2SHIN1 e l-:i
    rs.; corles de casemira prela infestada, a .59.5IHI e
    finido rs. ; dita france/a c de Cor de todas as quali-
    dades, por prceo commodo.
    Vendem-se relogios de ouro, paten-
    te Inglez, por commodo prero : na rua
    da Cruz n. 20, casa de L. Leconte Ferou
    >\ Companhia.
    ^Sraaaaa
    ]Ko\
    DAURORA
    C. STARR & C.
    pspi'jlirsnincnlp lODODciun que no sou oxlenso es-
    labelerinienlo em Sanio Amaro, ronlinuaa Tahrirar
    com a maior jicrft'irao c promplido.lotla aqualitlatle
    le inarliinisino para o uso da aicrriilliita, naveija-
    ;3o eniamifaclura, c que para maior rommoiloile
    ciih ii:iiiici...i.s rii-Lii'/.'- e aberlo em nm -ln- gnodei arinazem tloSr. Mesqui-
    la na rua ti m
    DEPOSITO DE J1ACHINA6
    ron-lniiilai no dilo son Mlaheletimenlu.
    All arharu os oompradores um complulo sorli-
    menlo de moendas ramenlos alaiius delles novos corKinaes) deque a
    nperieneil de muilos tunos lem moslrado a potna
    lidade. Maehinas de vapor tic Iwixaealla pressao,
    laicas tle lodo lamanlio, lauto lialidas romo fundidas,
    carros de mao e dilos para conducir formas de mu-
    rar, inarliiiias para moer mandioca, prensas para di-
    lo, fornos de ferro batido para fariid.a, arados de
    ferro da mais approvada construcao, funtlos para
    alambiques, crivoi c norias para fornaHias, o uniii
    inliuidade de obras de ferro, que seria enfadoubn
    enumerar. ,\o mesmo deposito existo urna pessoa
    inlelliseiite c habilitada para receber todas as en-
    roinmendas, etc., ote., que os anminriaules rnnlan-
    doromacapat'idadede suas ollirjnas e inacliiuisino,
    e pericia de seuv. oflb-iaes, se fonipronicllem a fazer
    e\ecutar, com a maior presteza, |erfcico, cexacla
    ronformidade coiti osmodebisou descnlios, cinslruc-
    t-es que Ibe forcm torneadas*
    Vendc-se una prela, de meia idade, quilan-
    deira, ensaboa bem, cozinha o diario, e lambem en-
    pomma aluma cousa, por prero commotlo : na lo- i
    >'ja das seis portas em frente do Livrarnenlo.
    No dia I* lo correnle desapparcreu o csrrti\tj
    Antonio, que outr'ora pertenec! ao finado .M.iciel
    deposilarioReral, o qual tem os sii-naes semiinles:
    cslalura baina, seccodo cor|>o, olhosavermelliados,
    cabello ralo, rom principio de calva no meio da r.i-
    beca, por ler andado vendendo pao. e carreRar nu-
    tras cousai, com urna costura no meio to peilo pro-
    veniente de queimadura, pouca barba c osla quaM
    sempre crescida : quem o pegar leve-o a rua -li
    Cruz, n. IH, primeiro andar, ou na loja do mesmo
    que ser bem recompensado.
    No dia II deselembro prximo passado, tlesaji.
    pareceu iiho I ertente, acompanbaudo ninas vareas de in.ni-
    do do Sr. Jos Heruardino Pereira de Itrto, que o
    altmou para o mesmo lim, o escravo de mime
    Manoel, rrioulo, bainn, grosso e meio corrumla,
    com a barriga randclein mu signal nadicas m per-
    ii.i .lifi-ii.i, tle urna feritla, ct^r prela, bunda einpin-
    das para fora, nouca hurba, lem o lerceiro dedn
    eucolbido, e falla-lbc o quarlo da rimo direta, lc-
    vou vcsdo calca azul de zuarle, camisa de aluoilAn
    liso americano braneo, correia na ciula : quem o pe-
    gar leve na Capunga, sitio de Komo Antonio ih
    Silva Alcntara,ou uesta prara annazein de owottty
    n. 5 i- 7, de Itimi.in t\ (.ompanliia, que ser im
    penaado,
    Fugio na noite do da -Ii de selembro, do po-
    der do abaixoassignado, um negro, rrioulo.de mine
    l.uiz, que reprsenla ler :I5 anuos de idatle. per-
    leucenlc ao Sr. Joaquim da Silva l'e^soa, senhor do
    cnsenbo Cutumgiiba, pt>r quem (inha sido remelti-
    do para er vendido ; lem dilo negro una beliili
    em um dos ollux. barba cerra'da, be bastante ladi-
    no, o em facedireila tcm urna cicatriz, provenien-
    tes de dores nos denles ; he provavel que se ai-he
    para os lugaresdeSanlo-AnlAo, onde ja foi peg-nlo
    de ntilra fgida : roga-se portanlo as autoridade* |i-
    liciaes, c capites de campo sua captura, pdenlo
    ser conduzido ao sen senhor no engenho Culunuu-
    ba, comarca de Nazarelh, ou n Recifc, armazem
    de assucar tle viuva Pereira da Ciiulia, que geuertr-
    samentese gralilicar. Jotda Sitra huju.
    Dcsappareccu do dia 10 do passado selembro.
    urna escrava por noine Auna,crioula, llura recu-
    lar, cabello alio, olhos grandes e furaa^ado*, ore-
    Ibas ficqueiias < um lano rasgadas, nariz chalo, hci-
    v"- linos denles limados e sem falla hom-
    bros dcscidos, pe tos cabidos, inflos pequeas, cosa*
    ramudas e com urna queimadura no meio ; loma
    rap, levmi vestido de chita roto, com babado y <
    luv c r.ilh'r.ui de inadapolao, panno da costa or-
    dinario, com listas encuruudas. brancas c azues es-
    curas : quem a pegar leve-a a rua Bella n.:t, q'ie
    sera recompensado.
    Ha me/os que, de Macei, fugio o
    prelo croulo, de nome Jiilifio, dio, ln>-
    nita ((jura e natural de Porto Calvo; (Si-
    te escravo bi comprado pelo Sr. Cuslii-
    d0Francisco da Cruz iiiinai'es, do Hin
    de JaneirOi e na occasiao de cmbarca',
    aiuentOU-M para (na, onde foi visto: n>
    mi-se as autoridades poliriaet, rapitrs
    decampOi e mais pessous, que delle tve-
    rem conuedmeutoj anua apprehensfto, e
    levarem-no a rua da Cruz n. 28, eKlptO*
    rio de Eduardo Ferrara Bailar, que gra-
    tificara rjenerosamente.
    Dcsappareceu no dia -2S de selembro do fr-
    renlo anuo a prela Isabel, que foi escrava da Ma-
    noela do Inspeclor, edepois do Sr. Santiago, procu-
    rador, morador ua rua da Praia, a qual (em os sfB*
    naes seguiules : alia, bem fcila de corpo, roaio
    redondo, cor muilo prela, anda sempre iniiiln
    apressada na rua ; levou \eslido riiio de barra rom
    pintas brancas, saia prela e lambem panno prelo ,
    fcvou lambem um laboteiro eiivemisadu em que
    .iiiil.n,i vendendo bolos; costumava a ler roupa Tora
    e lalvez mudissc de veslido: roga-se, porlanlo, a<
    autoridades competentes e jiessoas do povo a sua
    captura, ea levem i rua da Cruz u. 35, que Mrto
    recomponsados com 0 rs.
    Attencao*.
    Anda contina andar fgida desde o dia U de
    novembro, a mulata de nome Bernardina, queic-
    preseula ler de '.Vi a 40 anuos de idade, rom os Ma-
    naes seguales: cir alva avennclhada, roslo rom-
    urido, naris grande, ollios um lano (M-queni^, ra-
    bellos crespos, lem baslaules manchas de panno pe-
    lo corpo, bracos e costas, altura regular, um tanto
    cheia do corpo, o lem as nulos trmulas quando pega
    em qualquer cousa ; levou veslido braneo, diales
    de i| i,i Im. encarnados crdxos, sapalosdernuro, um
    panno de laa encarnado e braneo, e mais alguina
    roupa ; a dita cscrava helillia de (ioianna, el tcm
    rilguns prenles, c ja por llvezes se lem visto andar
    por l.e em Cruangy aonde lambem lem prenles;
    l>(>ii.iiiin, roga-se as autoridadespoliciacs, rapitaes
    de campo, ou qualquer pessoa do povo, de apprr-
    hcnde-lo 8 leva-la a Omboa do Carino n. 3H, pri-
    meiro andar, ou i rua da Cadeia de Sanio Antonio
    ii. *i.>, primeiro andar, que se dar muito boa gra-
    lilicaco.
    l>esapparcccrani na fundi^aod'Aurnra, ua BOtle
    de ID de agosto, os pretos Miguel, Angola, idade |5
    annos pouco maisou menos, estatura regular, ser-
    r do corpo, roslo marcado de bexigas; Manoel, Con-
    go, idade Mi annos, liaixo, um lano che i o do rorpo,
    levou cnlra deriscado d'algodao, camisa de inadapo-
    lao, bonete, chapeo de sol, ambos fallam desranoi-
    lo, o iiAo leem barba. Suppoc-sc lerem sido scihi-
    ddoa : roga-se a quem os apprehcnder ou delles li-
    vor noticia de dirigir-so a mesma fundie-lo que sera
    bem rerompensado.
    loabaixo assiguado, fugo no dia f.1 do cor-
    rente, um escravo, crioulo, de nomelijnacio, lem 0
    ofllcio de carreiro, estatura baixa, roslo redondo,
    ponca barba, nlhos grandes e alguma cousa verme-
    Ihos porm nAo muilo vivos: levou camisa e calca
    de algodao azul: rogo a quem o pegar que o Iraca
    ao engenho Kodrigues, na freguezia de S. I.oureiin'
    da Malla, ou na rua da Cruz do Kecife n. JO, que
    ser recompensado.
    Sebantiilo Antonio Paet Hrrelo.
    Para.i Tjrp. 4o M. W. 4* Farta. 1863.
    K4


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