Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02238


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Full Text
of,
oda;
de
'o-
lupj,
1*.
[OO;
>br*
pio-
anno xxix
QUARTA FEIRA 5
DIARIO DE
N. aUW.
PERMMBMO.
FBI90 DA lUBSCBjrcO
ihsrreve-se a I5JOU0 por auno, e 0000 por
..ii,,iii'l pauu adianlado, e 9500 por quarlel pago
cnrido, ua rasa do mu propretario, M. Figueiroa
Ir fariiu na praca da Independencia, ns. 6 e 8, o no
Kjo ilc J. cana do Sr. Joan Pereira Marlius.
Baha F. Duprad.
M ,, a a a Joaqun) Bernardo Mendonja.
I'.ir.thil' a a a Jos Rodrigues da Coala.
>aul Joaquim I guaci Pereira.
Araraly a Antonio de Leaos Braga.
Ceara' Guilhorme Augusto de Miranda
M ,r.iiiIi.k'- 'i ci Para' < < u Justino Jos Ramos.
oambioi >x 4 dz ocnraao.
Sobre Londres 27 V' 60 d.
* Pars, 343
Lboa, 95 por rento.
MOTICIA1 I3TB1NOIIIU.
Ouro.Onras hespanholaa .
MoHlasde694O0velhas
de(IO0uuvas
de 4J000 .
Prala. Palacoe* brasileiros. .
IV.ns enlillilll.il ins .
mexicanos .
Aceites do Banro. .
Descoulo do Leltras .
28*500 a 298000
......16)1000
......16JO00
...... WOOO
...... IMO
...... IWW
...... IJ800
...... 10%
...... 9all*
l'in iii-.il
llespauha
Franca. .
Blgica. .
Italia. .
Alemanha
l'russiii .
Turqua .
Russia. .
1 >iii.uii.il.-i
30 de Agos.
8 de
8 de *
4 de a
3 de >
3 de
3 de
26 de Jul.
31 de a
31 de a
Austria. .
Inglaterra.
Suissa .
Sueria. .
E. Unidos.
Meiiro .
California.
Chili
Buenos-A .
Montevideo
. 3 de Aros
27 de
2 de a
29 de Jul.
27 de a
16 de a
1 de Juu.
12 de a
2 de Satb
4 de a
NOTICIA* DO XMPCZUO.
Para' 16 de Setbr
alarauhao 20 de
Ceara'.. 21 de n
Parahiba. 13 de
Alagoas 24 de a
S. P. do Sul t de Selb
S. Paulo 4 de
Minas.... 2 de a
R ile Janeiro 14 de
Babia .... 19 de a
PARTIDAS DOS COBJUIOS.
Ulinda, todos os das.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar. Bonito e (iaranhuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ei eOrirury,a I3e28.
tjoiaiiiia e Parahiba, scguudas e sextas.
Natal, quintas feiras.
DAS DA DUlIi.
3 Segunda. S. Evaido
4 Terca. S. Francisco
de Assis.
5 uii.iii.i. S. Placido
ab.
6 Quinta, gs. Bruno e
Casto.
7 Sexta. S. Augusto
prest.
H Sabbado. S. Brgida
princesa.
9 Domingo. Patrocinio
de S. Jos.
AUDIENCIA*.
Tribunal do commercio.
segundase quiutas.
Itelaeao'
tercas esa bbadns.
Fazenda
trras esoxlasas lOboras.
'Juizo de Orphaot
segundase 5. as 10 horas.
Primeira vara (lo cipel
tercas e 6. ao meio-dia.
Segunda vara do cicel.
quartasc sab.ao meio-d.
Oulubro 2 l.ua nova as 7 horas, 47 minutos e
31 segundos da tarde.
a 9 i.'ij.m i" rrcscente a 1 hora, 5 mi-
nutse 37 segundeada tarde.
a Ib La cheiaas 10 horas e II minutse
37 segundos da tarde.
i 25 (Juarlo iningoante as 2 horas. 49
minutos c 31 segundos da luanhaa.
ratuuB se iioji-
Primeira as ti horan e 54 minutos da mauha.
Segunda s7 horas e IHmiuulos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
2!klarTEBIO DO IMPERIO.
Le a. Ni*)* de costeas 1853.
///era a comarca de Coriliba na provincia de S,
I'aulo ralbegnriu de provincia, com denomi-
nadlo de provincia de Paran.
I).'Pedro, por grasa de lieos e unnime arcla-
niaraodoapovo, imperadorconslilucioiial e defeu-
ir perpetuo do Brasil, fajemos salier a lodos os nos-
as subililoa que a aaseinblea geral legislativa decre-
lou, o nos queremos a lei aejuinle :
Arl. !. .1 comarca da Cariliba na provincia de
>. Paulo, fie* elevada a rath'gona ile proviucia,
roill a .lriiiimin.il. .ln de |.i m iini.i do l'.ii ,i n.i. \
-ua exten^ao e limites serau os rocsinos da referida
roinarca. ....
Arl. 2." A nova provincia lera par capital a enta-
lle de Coriliba, emquautoa a-embl* respucliva mi
decretar o contrario.
Ar|. I.' V provincia do Paran dar un senador
e 'un dcpulado assemhla geral : sat assembloa
provincial ronslar de viole uieinhrns. >
Arl. 4.* -overuo tica autorisado par* errar ua
neana provincia asesiacAe* liscncs imiispensaveis
para a arrecada.u e administraran das rendas ge-
racv.-ulinicllendo depniso quehuiiver determinado
jnconliecimeiilo da assemhla geral para definitiva
appro
4rt. 5.* Ficam revocadas as disposites em con-
irario.
Mandamos por lauto a todas as autoridades a
sarao lonliit-imentoileslalei pertenctr queacum-
|,r.ina c larain i-um|irir e guardar to inleiramenle
remo nella se conlm. t) secretario de estado dos
negocios do imperio a f.u. i imprimir, publicar o
correr. Dada no palacio do Rio de Janeiro, aos 29
,lc jauto de IK"i3, Irgesimo-semindo da indepe
iIciiim c do imperio. lni|>erailor com rubrica e
juarila.t'ntncitco (onralvc* Mayiin*.
Carta de lei pela qual V. M. Imperial manda
circular n decreto da assombla geral, que houve
l.r lien' -aiireionar, elevando a comarca de Corili-
ba. un provincia de S. Paula, ciilbeuoria de pro-
vincia, como icima se declara.Para V. M. Impe-
rial ver.Manoel Ju*v .Vimocx a fea.Jote 'iha-
maz Sabuco de .Irauj.Sellada na chancellara
do ini|icrio, cm 12 de seleuiliro do IK53..Intonin
.llviiretde Miranda /'iii-rjiiooflicial-maior interi-
no. Ilegislrad,!.Publicada na secretaria deetl*-
iln dos naajoeio* da imperio, eiu 12 de selemhro tle
1853.Ka fulla do ollicial-inaior, Joaiuim Xavier
(iani de Almcidn.
MINISTERIO DA JSTigA.
Amso do I.' de agosto de 1853. ao presidente
da provincia de Pernambuco,declarando a qiiem
compele rnnlormar os compromissos das irmau-
dadese confrarias.
.Ministerio dos negocios Ja juslica.Rio de Ja-
neiro. I deagoslnde IKVI.
Illin.e Evin. Sr.S. M. o Imperador, o queinfoi
frsenle o ollieio de V. Exc, oe 25 de maiodo cor-
renle auno, em que constilla se com(>ete a cssa prc-
iilenria a coulirmacno ilosconipromissosdas irman-
daile>. e confrarias, temi ouvido o parecer do con-
ellieiro procurador ila coroi, manda dwlarnr a V.
Eic.que a atlrihuicllo de approvar taes rnmprnmis-
w |ierlencc ao governo ini|icrial, em Trsll do arl.
i; II da lei de -22 de Miembro de 1898, salta o
ilireilo que compete as assemblcas provineiae ile
lesi-lar sobre a mesilla materia, em coiiformidadc
do artigo 10 1.* ito acto addicional ; e Batial ha
veinlo lei provincial que a regule, deve V. Evc. aa>
-nir d'Mi.is ilis|Hisicoes. Heos guarde a V.Bie*
Aui: AM'inio llarbota.Sr. presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Jos Tbomaz Nabuco de Araujo, do meu conse-
Ilu, iiiiin-ii n e secrelario de estado dos negocios da
juslica, o leulia asim entendido e faca execular.
Pa'lacio do Rio de Janeiro em 12 de selembro de
1853, Irigesimo 2.- da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jos Tho-
maz Sabuco de slraujo.
DECRETO N. 710 DR12 DE SETEMBRO
DE 1853.
Jpprora a aposrntadoria concedida ao padre Dr.
Antonio Jone Coelho, na ignidade de niettre en-
cola da ralhedral de (Hind, com o vencimenlo
da reffiecliva congruu.
Ilci |mr bem saneciouar o mandar que se execu-
le a resolujo seguinte da aaseinblra geral legisla-
tiva :
Artigo I.* Fica approvada a a|Hisenladoria con-
cediila por decreto de 28 de abril de 1852, ao padre
Dr. Anlonio Jos Coelho, na dignidade de nieslre
escola da calhedral ile Olinda, com o venrimeulo da
respectiva congrua de 5009 rs.
Arl. 2.* Ficam revogadas as disposicoes em con-
trario.
Jos Tboma/ Nabuco de Araujo, do meu ennse-
Iho, iiinii-ii ii o secrelario de estado dos negorios da
juslica, o Icnha assim entendido e fac,.i cxccnlar.
Palacio do Rinde Janeiro em 12 de selemhro de
1853, Irigesimo 2.' da independencia edn mporii
Com a rubrica le S. 11,0 Imperador.Jote lho
Max Sabuco de .franjo.
servio no 9." balalhao de iiilanlaria, e remellendo
copia da informatSo que, acerca de semelhanle pre-
lenco, minislrou ncominandanledasarmai.
ilo Ao capilo do porlo, diiendo flear inlei-
rado de quanto S. me. enmmunicou sobre o naufra-
gio da barra brasileira Ktperanca.
lili,.__Ao iicpeclor do arsenal de marinha, di-
iendo que o numero de presos de juslica desuados
a embarrar boje para Fernando.no patacho /irafio-
M, consla do ollieio que Ihe foi dirigido nesla dala,
e oue acaba de rccommendaraomareclial commaii-
danle das armas, que declare a S. me. qual o nu-
mero de pracas de primeira linha, que devem se-
guir no mesmo patacho para o referido presidio.
Ofliciou-se a respeilo ao mencionado niarjfcal.
vianda, por copia, u nii-o
l)ilo Ao mesmo. enviando, por ....
da reparlicao da marinha de 27 de agoslo ullimo, sjore. M. a Imperatrii com o mesmo ceremonial
itrio qual se manda nomear um rarpinleiro paro confque baviam sido recebidos, e immedialaineiile
Allendendoao que Mereprescnlou Caelauo Alvcs
da Silva, pcdimlo ser amnisliailo. visto aebar-so
promiuciido lelo criase de rebelli,io, emennsequen-
cia ilos acoiileeiinenlos polilicos, que liveram ulli-
mamcnle lugar ua provincia de Pernanibiico, e que-
rendo dar una prava d minlia Imperial Clemencia:
llii por bem, usando da allrihuicilu que me confe-
r1 o artigo 101, 9.' da ron>lituic.1n. amuisliar o
supplicanle, para que se ponlin um perpetuo silen-
cio sobre lodos os farlos deque possa ser argido por
lacs acoulecimeiilos.
Jos Tiloma/ .Nabuco de Araujo, do meu conse-
llin, miiiislro e secrelario de estado dos negocios da
juslica, o leiihn assim entendido e faca execular.
Palacio do Rio de Janeiro em 13 de selembro de
1853, trigsimo 2.- da independencia e dn imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jote T/io-
niii: Sabuco de .Iraujo.
Por decrelos de 15 de selembro corenle forain
apresenlados :
0 padre Anlonio Jos da Silva, na igreja curada
ila Saulissiino Sacramento desla corle.
II padre Marcos Cardlo de Paiva, na igreja paro-
cbial de Sania Anua, desla corta.
II padre Manuel Joiln l.ui/ ila Silva, na igreja pa-
rnehial de Sanio Anlonio dos Alijos da cidade da
Lamina.
1 ni Iran-fcrido para a nova fregue/ia da senliora
do Carino dos Morrinhns, desmembrada ila de Nos-
sa Senliora da Courcicflo de Sania l.ru*. do bispado
de liovaz, o vigario ilella Anlonio Francisco do .Nas-
cinieiito.
Por dprrclos de20dnrorrenlo, foi removido0 dea"
embargador Francisco do Paula Monleiro do Bar-
ros, da relacao do M.iranli.lo para a da Babia, e DO-
do pira deseinharaailor daquella relacJM u juiz
[telo qual se ...
servir no brigue Cearenie em lugar do rarpinleiro
Joaquim Barbosa de Figueiro*, que leve guia de
desembarque do referido brigue.
Dito Ao mesmo, diiendo que remella ao ad-
ministrador do cemilerio publico, nnra Iraballiarem
na obra da respecliva capella, os Africanos que S.
me. poder dispensar doservico daquelle arsenal.
DiluAo mesmo, reroiiimendando aeipedicAo
de suas ordena, para que o commandanlo do pala-
rho l'irapama conduia a seu bordo para o presi-
de Fernando os presos Jos Joaquim de Sa
a O raen governo proseguir ua repressao do tra-
filo cora perseveranca e energia.
o Augustos e dignissimossenhores rcprosenlanles
da ii,ii..mi. recolbeudo-vosa vossasprovincias, coulo
corno scnipre, com o auxilio de vossa lealdadec pa-
triotismo, para que o meu governo tossa continuar
a s*forc,ar-se com proveilo pela rcilisacAo do meu
inressanle pensameulo, o de lirmar sobre as bases
ra do nieus amados subditos e a prosperidade do
imperio.
a El eucerrada a sessan.
U.PedroII,
i. Imperador ronslilucioiial e
deensor perpetuo do Brasil.
Terminado este acto, retiram-se S. M. o lni|tera<
Avi-o de e agoslo de 1853, ao presidente da
predvlneil de S. Paulo. Declara que os rliefes
ile polica que Oka jui/cs de direilo, aiuila que
nao sirvain conjunclainenle os dous cargos, lem
din'ilo a uralilicai;.io de 8IHI9 rs.. rom o aceres-
innn ilcsiuuailo no arl. 27 dn dcereln de 2li de
julliode 1850.
Ministerio dos negocios da jiiliea.Rio de Janei-
ro, em i deauoslode 1853.
ll,iN, cExui. Sr.Foi prsenle a V. M. o Impc-
ladnr o requerimenlo do baebarel Carlos Ferreira
frailea, jiii/municipal do lermo ilessa capital, no
i|u.il ex|Kie quo, havendo elle servido o cargo de
Befada poliria inleriuo dessa pruviueia, recebOea
da lliesuuraria a gralilieacao do exercicio, vencida
Vile 17 dcilu/embro de 1852 a lli de Janeiro de
1851, a r.i/.Hi de I: IIIOgolNI rs.i; mas que. alendan-
do ilepois a mesma llietoiiraria ques gralilieacao de
uercieio de juiz municipal, quamlo serve de ebefe
de polica uessa provincia hosiido IMKIsOlKI rs., rc-
solvcu que o sup|iliraiile repozesse o excesso corres-
i mi.1,'lile, resolucilo esta que fui continuada por V.
Ev. E hateado o mesmo augusto Senhor mandado
mivir n i'ousclheiro procurailor da conia inleriuo
sibre semellianle objei'lo, deliheruu, ile cunforini-
ilaile com o parecer deslc, que os clicfcs le polica
que sao juizexle ilireilo, anda que nnosirvanirnu-
junrlamenle os dous cargos, lem iliieiloa gralilirn-
i.Ao de sim- rs,, com o aecrescimo designado no arl.
H ilo dcrrelo de 26 de jullio ile 1850 ; c que por
Lu,!, -en supplicanle, sendo jui/. municipal, exer
epu as liniieiH's do i lele de |tolicia, siibsliluindo
um juiz de direilo, compele-lbe a gralifcacAo, na
(orina do art. 28 do rilado ilecielo, escuuuilno ilis-
poslo no iviso de 17 dedezembro de 1851. Oque
cnmiiiunico a V. Exc. para sua inlelligeucia e ex-
1 e In. mi das convenientesordens.
lieos guarde a V. ExcIm: Anlonio Barbota.
Sr. presidente da provincia de S. Paulo.
Avi-o de 5 da agoslo de 1853. ao presidente da
provincia do Rio lirande do Norlc, declara que.
sendo appellaveis com elcilo suspensivo, a sen-
lencas de obsolvjAo dojurj, em crnies inslian-
eaveis. na forma do arl. 84'da lei de3 de dezem-
liro ilc 1811 .nao devem laes seiilcnc,asser eiccula-
das -i'in que lenha decorrido o prazo que o co-
dillo ilo priieei. no arl. 310, faculla para a in-
lerposicao da appeltai;ao.
Ministerio dos negocios do jusli;a.Rio de Janei-
ro, 5 ile amisto de 1851.
Illin. e Exm. Sr. Trnilo sido prsenle a S. M.
o Imperador o odlcio dessa presidencia sol) n. 96 e
dala de 21 de abril ultimo, robrindn copia de oulro
nlliii,
capil.
elle i
de direilo I). Francisco Ballhazar da Silveira
Deerclo de 90do correle nomoando o juizde di-
reilo Alexoodra Joaquim de Siqueira, parachefede
polica do imiliicipio da corle,
dem, removendo o juiz ilc ilireilo l;raneisco Dn-
miugues da Silva, da eonuirea d^Sapuealiv, em Mi-
nas tieraes, para a 2." vara eriinc da comarca da ca-
pital ila provincia do Maranhan.
Iilein, iiomeandoo juiz de direilo I.uiz Anlonio
Barbosa de Almeiila, [tara a comarca de Vassuuras,
da provincia do Rio de Janeiro.
Mein, Horneando o hacliarel Miguel Arehanjo da
Silva Cosa, juiz municipal, c de orpliAos do lermo
do II.ni.ni.il da provincia de S. Paulo.
dem, reformando no mesino posto o major do ex-
melo I." balalhao ,1a guarda nacional, do munici-
pio de Cabo I-rio, da provincia do Rio de Janeiro,
Juan Dias Pinlu de Figuciredo.
dem, Horneando a Joo de Miranda Araujo, e
Francisco Jos Fernandos, para majores-ajudanles
d'onlens do ronimando superior da imarda nacional
nos municipios do Sanio Anlonio do S, t Rio Bo-
nito da provincia do Rio de Janeiro, c llrnrique
Jos ilc Araujo lilbo, para secrelario geral do mes-
mo cumulando.
->< -__
MINISTERIO DA FAZENDA.
Decreto a. 1229 de 12 do Miembro da 1851.
lij-pliru o decreto n. 886 da 31 dedezembro de \Ki\.
Suscitando-so duvidn sobre se, ua revngacao ile
que ti.iiou o llnelo n. S'.lli de 31 ilu deienibro
de 1851 foi compreheiidiila a parle linal do arl. 17
ilo regalamcnlo que baixnii com n decreto n. 415
de 15 de jiinlio de 1815 : bel por bem declarar que
o sobredilo decreto u. KKi de 31 de dezembro de
1851 s leve por lim alterar o prazo para a arreca-
dacao dos imposlos tle lancamenln amigaveluienle
feila pelas recebedorias contras estaees que os tera
a seu carao, doliendo subsistente a referida parle
| do arl. 17do regulamento de t845, que eslaheleceu
|)enas para os ruulrihuiutes que nao pagaren) em
lempo.
O viscoude ilo Paran, senador ilo Imperio, pre-
sidente do cnnselho de ministros, ministro c secre-
tario de esladu dos negocios da fa/enda e presiden-
te do iuliiiM.il do llicsouro nacional, o lenha assim
d
l'Aunae Benedicto, escravo, que scrao rcinelli
para Ininlo do mesmo patacho pelo juiz municipal
da primeira vara. Ollicou-se ao coininaiid.iiile
do mencionado presidio, reiiiellendo-se-lheas guias
dos dous sentenciados, e cummunicou-se ao supra-
ciladujuiz iiiiiuicipal.
Dilu Ao ins|clor da tlirsouraria da fazemla
provincial, inleiraiulo-u de haver cuucedidu mais
un mez de licenea com ordenado ao Quicial archi-
vista da secretaria da presidencia, Joo Valeulim
Vilella, a contar do da em que expirar a que est
notando,
DiluAo iiiosmo, approvaiulo a arremalacaoque
fez Antonio Carueiro' Leo da ubra du terreno lan-
cu da i .mu lii.H. .'mi da estrada do Sul para a villa do
Cabo, com o abale de un por ccnlo, e seudo dador
Braz Carueiro l.e.lo.
Dilo Ao juiz municipal do lermo de Caruani,
lecoiiiinciiil.in.lo que, quaulo antes, siga para o ler-
mo de sua jurisdiccio, vislo assim cunvir ao mi-
co publico. Igual ao juiz municipal de Barreirus.
Dilo Ao administrador do consulado provin-
cial, dizendo que, para poder a rommissao arbitra
do ralcamenlo ilesta cidade dar principio aos seus
(rahalhus, faz-se preeiso que S. me. remella a sei re-
hua da presidencia, alim de lho ser enviada, urna
rcloi.ao de tollosos predios existentes nos pateos ila
Penlia e Ribeira, nns ras da Penha, caes do Ra-
mos, Praia, PraiailcSaula-Rila, Raugel, I.i vi,Hlen-
lo, Direila. AotODlIKlO, San-Jos, Fagundes, na
Iravessa da ra da Penha para a do Raugel, nos la-
dos de sul e norte da Ribeira na Iravessa da ra da
Praia de Sanla-Rila para o caes, nos oiloes das ca-
sas de Joaquim Alvos Machado c Manoel (oncal-
ves da Silva ua ra ila Praia. na Iravessa do Cano-
ra, e as da ra do Raugel para a da Praia, com
ilerl.n.ir.lii lili IIM|inl i.llieI.i da ili'rllll.l qUC allliU.il-
incnlc |iaga cada um ilos referidos predios.
COMMANDO DAS ARMAS.
(Juarlel seneral do commando das armas de
ile
entendido o faca execular. Palacio do Rio de Ja
nciro. em 12 de selemhro de 1853, triiiesimo-segun-
do da iiidepenileucia e ilo ini|)ero. I'.om a rubrica
deS. M. o Imperador.1'iiconde do Paran.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta de Ola I.- de oulubro 4* 1863.
Ollieio Ao Exm. presiJeule de Sergpe, necu-
-.....lo rerehidos os mappas e relacoes da campanilla
do balalhao II.' de infantera, quo se nrha destaca-
da uaquella provincia. Remclleram-se ao mare-
ili.il commaiidaiilt das armas os mappas e guias de
que se Irala.
iloAo inarcchal cnnuiianilnnledas armas, in-
ii'n .iii.lo o de haver expedido ordem ao inspeclor da
Ihesouraria de fazcnila, para mandar pagar ao alte-
res do segundo batalllo de infanUitia, Joo Bibiano
de Castro, a quanlia de 30^720 rs., no caso de os-
laren) nos leruios legnes, documentos aprsenla-
dos pelo referido alferes.
Dito Ao mesmo, remetiendo, por copias, nao
' o aviso da guerra de (i de seleuilim ullimo.
em que o juiz de direilo da comarca dessa
reprsenla que, segundo u modo |xirquc
enlriideoarl.380 do regulamento de 31 deja-
o de 1842. nunca lera mandado |tor em liberda-
i'o algumque lenha sido obsolvido de n imes ina- ,
;aveis, seno depois de |ta.saelos os 8 dias qne a [ lambem as relai.Oes aqucelle i
nana para pausar a decraSo cm julgado : bou
nesino augusto Senhor por bem approvar a
inlelligeucia dada pelo referido juiz de direilo ao
rilado arl. 380do mencionado regulameulo, porque
endo appellaveis rom efleilo suspensivo assenlcn-
Cts da absolvic.ao do jurv em crimes inaliancaveis,
na forma do arl. 84 da le de 3 de dezembro de
'811, he evidente que nao devem ser eieculadas
lae. senienras, sem qne lenha decurrido o prazo que
prodigo d praceswi no arl. 310, faculta para a
jiilpr|Kisieo da ap|iellacllo. Oquecommiinico a V.
exc. para seu roiiheciniento e para assim o fazer
conltarao sobredilo juiz de direilo. lieos guarde
a V. Ex. I.uiz Anlonio Barbota.Sr. presidente
da provincia do Ro I.i ande do Norte.
DECRETO N.709DE12UE SETEMBRO
DE 1K.YI.
acarara a aimientadoria concedida ao padre Ma-
nuel Julio de Miranda, no lugar de conego ar-
H'vette da S, calhedral Ua diocete de Marian-
"". vim o rencimenlo da retpeclicacongrua.
Bei (nir boa sanrrionar e mandar que se eiecu-
tc a resulucau seguinte da assemblca geral legisla-
tiva :
Arligo. 1.- Fica approvada a aposenladoria con-
eeslida por decreto de 18 de selemhro de 1851, ao
padre Manoel Julio de Miranda, no logar deeoiie-
-" arcipreste da Se, callieilf.il S diorese de Mari-
anua, com o vcnciniealo da respectiva congrua de
JOtWKXI f
Art. SE* Ficam rev'ogkdas as disposicoes ero con-
que, por decrelos de 20 de agoslo ultimo, fo-
ro** promovidos e liveram passageiu de unspara ou-
Iros curpos do ierrito. Iguaes copias remelle-
ram-se a Ihesouraria de fazeuda. ( \ ide un Diario
n.- 214 de 23 do referido mez as relacis de que se
Irala. )
Dilo Ae mesmo, inleirando-o de haver aulori-
sadu ao inspeclor da Ihesouraria de fazemla a man-
dar indemnisaro balalhao 11 de infanlaria da quan-
lia de 763000 rs., no caso de eslarem nos termos
legaes os documentos que S. Exc. remelleu.
DiloAo inspeclor da Ihesouraria de fazemla,
commuiiicando, para que aquella repai litan nao
l'onlii embarazo algum, ao pagamento do orde-
nado do juiz municipal do lermo de Barreiros, An-
tonio Borges Leal, que a servico be que elle lera
eslado nesla cidade.
Dilo Ao coronel Manoel Miiniz 'lavares.
Arcusando a receptan do ollieio que V. S. me diri-
gi emdala de honleni, leiiho a responder-lhe, que
tico srieule de haver V. S. passado ao Sr. in.netli.il
de cam|to, Jos Feruaudes dos Santos Pereira, o
eoromaudo das armas tiesta provincia, que interina-
mente exercia, e aproveilo esle eusejo para asseve-
rara V. S. que, apreciando devidaraenle a maneira
leal e diligente com que V.S. me rnadjuvra, dese-
jarei Icr sempre oCcasiAo do pruvar-llie o meu since-
ro agradecimenlo.
Dilo Ao commaiidante do presidio de Fernan-
do, devolvondo, compelentemenle despichado, o
requerimenlo cm que o senlenriado, Manoel Benlo
" on.i. i'i'ile quo se ajoslem as coulas do
o. que se lhe cala a dever do lempo que
lie Sa
farda*
Fernambnco, na cidade do Recita, em 3
de oatnbro de 1863.
, OBSIM DO DA ir. 3.
O marechal de campo cominamhiule dis armas,
eiligindo-se ao procedo cslahelcciilo no arl. 17 do
regulamento approvado pelo dcrrelo o. 1080 de I i
ile dezembro le I8T2, dechira que nesla dala lize-
ram novo engajamciilo, preccilendo luspeci;Ao de
Mude, as pracas do cornos do exercilo, que linali-
saram o lempo de serviou, ahaixo mencinnailas, as
quaes csWo ohrigailas a servir por lempo de seis
anuos, percebendo alm dus vcneinientos que por
lei Ibes competir, o premio de 400J pagos em parles
iguaes nos primeirus dez niezes de prar^a, e conclui-
do o engajamenlo urna dala de Ierras de 22,50(1
bracas quadrndas na forma ilo arl. 2" da lei u. 648
de 18 de agoslo ilo referido auno de 1852. As mes-
mas desertando, incorrcn no perdiinenlo das van- i
lageus do premio e daquellas quo lem jus pelo arl. |
i ila citada le, serlo consideradas como recruladas, I
descoulando-se no lempo dociigajniiicnloo de pri-
sao, cm virlude de scu(em;a, averbaudo-se este des-
cont o a perda das vantagens nos respectivos Utu-
tos, como dspoc o arl. ilo supradilo regula-
meulo.
! hntal/oio de artilharia a pe.
Cabo de esquadraJos liiuncencin Baptisla.
SoldadoMari Iniano dos Sanios Ferreira.
Anlonio Pereira tic Souza
! batalliiio de infanlaria.
Msicoile I.i classeJoiin dus Santos Vieira.
i de 2. classeManuel Moroira de tiudocs.
SoldailoManoel Leandro.
11 batalllo de infanlaria.
Msico ile 2.a classeJoaquim Rodrigues da Cosa.
SoldadoJos Custodio Habello.
n Anlonio de Jess Campello.
Jote Fernanda dot Santot Pereira,
Commandanle das armas.
os seiihoreadcpuladose senadores
- 18 _
0 Sr. eonselhero Zacaras de (loes e Vasconcellos
foi Horneado presdeme da provincia do Paran.
i Jornal do Commercio.)
- _
A's .11 i.i. hutas de paquetes a vapor de Soulhamp-
(on e I .Mu |i,nil, ,|uo nos poem mensalmeiile em
ciimmiinica(aii com a Europa, e as duas projecladas
de (icnuva e Lisboa, vai junlar-se mais urna entre
Marselha e esle porlo, a qual no mez ile oulubro
mandar o vapor I.'Avenir, que vir dispor e regu-
l.ii i-.ii n OsnrkjO, regressanilo entre Bu desse mez e
principios de dezembro. Por meio dessa nova em-
preza, que lautos beneficios vira juntar aos quo j
pieslam as duas existentes, e que prestarao as oulras
que se eslo organisando, leremos d'agora em daos-
le i oii, i mi.......ni'- regulares e direrlascom Barcelo-
na, Malaga, Lisboa, Canarias, (orea, Pernambu-
co c Babia. Os vapores que lem de servir na linha
-oan de 2,000 toneladas, a hlice, cora forc* de 350
cavallos, e de marcha de 9 milliss |wr hora.
Nao precisara o coinuicrcio que lhe predigmosos
vanlagens que lhe devem resultar desla nova linha ;
baslaque elle se lenibre do impulso que lhe den a
fundacAo das .lila, existcules. Urna vaiilagem que
ser limito apreciada lem de Irazer essa linha, c
venia seradimiuuico.qiie nos infurraamhavero no
prec.0 das passagens, alm de ser o porto de Marse-
lha, por sua pusirj.0, muilo mais comiiiodo aos via-
jantes.
Sao estes, e oulros objecin desle genero, que me-
rerein o nome de raelhoramcnlos reaes para o paiz,
e fazemos votos para que a nova companha nao sof-
frao menor embaraco em sua marcha, e que reali-
se lodas as esperaiicas quo se encerrara na palavra
com que baptisou o seu primeiro navio, o /"-
laTO.
O servido regular da linha roraecari era Janeiro.
{ Corieio Mercaulil'doltio.)
- ti
VAPOR GIGANTESCO-
Os Srs. Srolt Russel e C., de Londres. eslAn cons-
Iriiindo para a companha do Oriente um vapor Bi-
nante que deve estar promplo para navegar em l-
vereiro de 1855. Ter de comprmanlo 080 pea, de
largura 81, de puntal 58. c sera movido por hlice
e rodas ; forca de cavallos 2,600.
lera eapaeidade para receber cando que dure
loda a viagem al Calcula, alm de 5,000 toneladas
de carga. Teri 500 caraaroles para passageiros de
I.'classe,e espaco ampio para Iropa e passageiros
de 2." classe.
O casco he ferro, de forra muilo alm do ordina-
rio. A magnilude de suas dimenses perinillirAu
lamben) a inlrodorcAo de nimias medidas de pro-
caucAoqiio augmenlarAosna segurani;a.
O rundo do navio, bem como o costado at seis
ps cima da linha d'agua, sera dobrado cdo cous-
IrurcAo cellular, de sorte que a avaria externa n.lo
aneciar a seguranea do navio. A tolda ser cons-
truida lamban! segundo o mesmo principio.
O hlice ser movido por machinas inicuamente
disimilas du inaoliini.ino que locar as rodas, de sor-
te que no caso de dar-se um desarraiijo temporario
ou permanente de una das machinas, ou em qnal-
quer dos propulsores, a oulra machina o propulsor
j poilerao Irahalhar. Assim. o nico inconveniente
i que de um lal desarraujo podena resultar seria o de
! urna pequea demora.
RIO DE JANEIRO.
sessao nii'Hiiu. no i \i mu un: Mu
DA ASSEMBLF.A (ERAL LEGISLATIVA
esa 26 de selembro da 1853.
PrctiilenriadoSr. Candido Jotede Araujo l'ianna
Ao meio-dia, reunidos no paco do senado os se-
o loo i depulados e senadores, sao Humeados para
a depulacAo que lera de rercher a S. M. o Impera-
dor, os senhores depulados Pacheco, .Marlim Fran-
cisco. Dulra Rocha, Belisario, Rocha, Ferreira do
Aginar. liarAnde Maroim, Machado, (arrlos da Fon-
seca, Pinicnla MaualhAes, Fiusa, LeAo, Piulo de
Campos, Ferraz, Leal, Jausen do Paco. Paranagu.i,
Taques, Saraiva, Oclaviauu, MagalhAes Castro,
llezerra c (cs Siqueira; e os senhores senado-
res Jobjn, Cavalcauli de Lcenla, marque! de
Casias, Soores de Souza, viscoude de Olinda, vis-
conde de MonrAlegrc, viscoude de branles,
Cunha Vasconcellos e lioiicalves Marlius; e pa-
ra a depulaeo que deve receber a S. M. a Im-
pralrz, os senhores depulados llelloii, Virlalo,
i'aiulerlev e viscoude de Baependv. e os senhores
senadores Rodrigues Torres e Mello Mallos.
A' una hora da larde, aiinuiiciando-sc a chega-
da ilo SS. MM. II., saliera as deputacoes a espra-
los noria do paco. Entrando S. M. o Imperador
na sala, he ah recehido |telos senhores presidente e
secretario-, os quaes, uiiindo-se deputac,Ao, acoin-
panliain o mesmo augusto senhor al o llirouo, no
qual lomando assento, manda assenlarcm-sc os se-
nhores represeulaules da uai;o, e promiucia ase-
guiule
FALLA.
a Augustos e dignissinios seuhures representan-
tes da ii.i...ni:
o Ao encerrar a presente sessao legislativa, sinlo
o mais vivo jubilo em anuunclar-vos que ludas as
provincias do imperio gozam de Iranquillidade.
Da divina Providencia e dos Itons sentimentos
dos Brasileiros espero, confiadamente, a conlinua-
cao de loo grande beneficio.
o Com (ovias as |tolencias da Europa e da Ameri-
ca me lenho em|ienhado em inauler relari'iesde paz
e amizade, que a religiosa observancia dos tratados
e actos manireslos de benevolencia coutribuirAo a
o [.ili'ier i'.ul.i vez mais.
' Agradeco-vos a o.i huv.it.m que preslasles ao
meu guveruo, e a solicilude com que procuraslen
salisfazer ss uecessidades do paiz.
o A lei que crsou um banco nacional, e as medi-
das cun que aulorisastes o meu governo para a I t
viar o nosso commercio de cxporlaeAo, para |trole-
uer a agricultura e a industria, dando a vida e o
deseovultmenlo a diversas emprezas, e para mclho-
rar a inslrucc,o publica, sao provas irrecusaveis do
zelo e deilic.ie.in com q ue sempre vos desvelis lelos
miei i-sM- da uajo.
Forain noraeados:
Presidcnlc da provincia do Para, o Sr. eonselhe-
ro Sebastian do Beo Barros.
Presidente da provincia da Parahiba, o Sr. Dr.
JnAn Capislrauo Baudeira de Mello.
Juiz ile direilo da comarca de S. (.onealo, na pro-
vinria do Piauhv, o Sr. Dr. JoAo l.uslosa da Cunha
Paranagu.
Juiz de direilo ila comarca de Sapucahv, em Mi-
nas (ieraes, o Sr. Dr. Jos Bernardo de l.ovola.
Juiz de ilireilo da romarra de Baluril, ua pro-
vinria do Ceara, oSr. Dr. Manoel Theo-ihilo Gaspar
de Oliveira.
Juiz. de direilo da romarra de Algrele, na pro-
vincia de S. Pedro do Sul, o Sr. Dr. Jos Caelauo
de Andrade Piulo.
Juiz. de direilo da comarca de Porlo Calvo, na
provincia das Alagoas, o Sr. Dr. Ravmundo de
Araujo Lima.
Tahelliaode olas da villa de (uimarae'. na pro-
nra do Mai.inli.io, o Sr. Jos Anlonio Albiuo:
I.....i ti removidos:
Da comarca de Cavias para a romarra do AUo
Mcariin, na provincia do Maranho, o Sr. Dr. Joao
Caelauo Lisboa. .
Da comarca ile Santa Calhariiia paro a de Cavias,
no Maranho, o Sr. Dr. Francisco Vieira da Costa.
Da comarca de Porlo Calvo para a de Sania Ca-
Iharina, o Sr. Dr. D. I.uiz de Assis Mascareuhss.
Furaiii concedidas as honras de deseinbarcador no
Sr. llr.Aleiaudre Joaquim de Siqueira, chefe de
polica da corle.
Foram concedidas as honras de pregailor da im-
Serial cspella ao padre Liudulfo Jos Correa das
eves.
_ 26 -
A PROVINCIA DO PARAN.
Foi ltimamente sancciiiuada a lei que, desaune-
vando da provincia de S. Paulo a comarca da Cori-
liba, crea nella a nova provincia du Paran.
J se sabia quo para funda-la havia 0 governo es-
i "Iludo parasen primeiro presidenle o Sr.Zacharias
de lio,-, c Vasconcellos, que acahava de largar a
pasta ministerial da marinha.
Osdebalesila cmara palenlearain qual o eslado
arlual da populocAo, da riqueza da nova provincia;
nao he porm asua oclualidade que merece maior
alleuco. Os wuseleincnlosdo graudeza, o |ior-
vir grandioso que parece aguarda-la, silo as verda-
ileiras causas, a verdadera jusliliracao ilessa medi-
da, lio allmenlo reclamada pelos iiiclhorcs espiri-
tis da Coriliba, quao vaulnjosi, quer poltica quer
rdininistralivamenlr seja ronsiderada.
Alirada era remla exlremidadeda provincia do
S. Paulo, punen a bem do en desenvolviinenlo e da
sua civilsacao poda a comarca da Coriliba receber
do governo provincial. Se o seu excelleule porlo
ile Paranagu.i, se asna pitscoentre os campos de
criarjodo Rio Grande e os vastos raerrados de ani-
in.ie- muars alimenlavain alguma induslria, algum
commercio. eilavamaviillado rrmlimeiilo aos co-
fres provinriacs, s diminua parle deo rendimen-
lo se empregava as nceessidades e nos melhora-
menlosdo lerrilorioqooo prodiizia, e ersa indus-
lria, esse commercio llcava muilo quera das espe-
ranzas quo o mais ligeiro esludo da posie.io geogra-
i'lu.'.i. das condieesclimalerrasdessa frtil regiAo
lazi.i iiecessirianienle conceller.
Ouasi que privada de lodo o trato, de lodo o po-
limenlo que elle d. a populaco da Coriliba jazia
uessa iguoranria e nesse alrazo, quasi infalliveis
causas da ferociilade. da violencia das iiaixdesque
lautas vexes se arremessam nocrlme.
Cnniiiia a Coriliba rom una das repblicas limi-
Irophes do iin|terio, a do Paraguav ; cssa considera-
cao bastara para (azer sentir quo indispensavel he
quaulo antes |tovosr esse vasto o lerlil territorio, ar-
rancado ao abandono em que lem eslado; essa con-
siderando nica seria sobaja para mostrar a prudeu-
cii da 11 i'.i'.M" da provincia do Parau.
Com auloridades exrlusvamcnle occupailas no
esludo das suas uecessidades e dos seus recursos,
com lodos os beneficios de urna administraeao local
3ue empregue cm eus melhoramenlos a sua ren-
a ja consdcrivel, a Coriliba poder cm breve tor-
narse um dos locos mais activos da colonisacAo.
O seu clima suave e quasi europeu, a facilidade
com que nos seus campos se podein introdiizr os
svslemaseos productos da lavoura europea, silo
condictes lAo ravoraveis que bastar que o queire
una admiiiislraelo desvelada para que se realise cs-
sa nussa es|ieninca.
E para a nova e industriosa populacAo que a pro-
vincia de Paran pode receber, ah lem ella, alm
do seu irlo sobre o Allanliro, os seus imporlanlis-
-lu.'- nos, qoe a podem por era relaeAo rom Esta-
tus chamados igualmente a urande pm v ir de opu-
leura; lem demais a sua proximidade com oulras
provincias do imperio, que se lambem jizem no
alrazo, hAo de em breve resurgir para a industria e
para a opulencia. J, pelo assiiluo ezeloso esforco
de um dos mais preslanles Coritibanos, grandes dili-
gencias se lem reilo para abrir essas communicacAes
de lauta importancia ; una administrarn especial
dar pin to lo a tAo palrioliras ililigeucias a neces-
saria roadjuvaco c efliraz impulso.
Cora laeselenienlos oque fallava Coriliba para
que encelasse as vas do proprio emiraiideriiiieiilii".'
Fallava-lhco que agora se lhe vai dar: urna ailmi-
ni-li.o.,!" cspeeial. (airram meia duzia ile anuos,
lenha o governo a lorio na de ochar sempre para a
nova provincia administradores aclivos, e que sin-
rerainenle aspiren gloria ilo bem servir patria, e
daqui a meia duzia de anuos smenle una colisa de-
ver sorprender-nos:lie que pur lanln lempo jz
esse quasi no abandono e como esquecida urna re-
giAu linde, romo poticamente dsse ura orador da
cmara temporaria, um fuluio de tanta riqueza ilur-
ma, aguardando que o v iesse dcsptrlar o arlividado
humana.
8. PAULO.
19 de Miembro do 1889.
Inleiilo oll'erecer-llie poriodranienle nolciasde-
la capilal.
Nao sou levado pela magia ilo inlcresse, |wrque
vossa merco me nao enrommendou o termiio, e
Moni no i oh liiiu' olralialho de chronisla rom a do-
enra de olguraas patacas ; nein lambem pela anibi-
rjo de gloria, pola conaaniaroi oanooynio.
' Se inoii he gloria nem inleressc que me leva a os-
rrcver-lhe, porque eucanlii lomo vnluularameiilo
subre mili) a rgida larefa de corneoondeolo, |ht-
guntarAo seus leilores. Sere algum partidista en-
aprovcilar-
i'o a ininhas
(iovernsla
publicista,
o venia para
poi.olo que, a laia de imparcial, lenl
me de suas rolumnas para prestar serv
liandeiras, viluperainln a unvernanea
amuado, quereuilii ennqilislar foros di
para dar um desafogo'.' Nada disto. |iei
deliuir miiiha posieAo em duas palavras.
Nao sou doscam|ios da opposie.o ; rorro os envi-
des a suas proincssas, porque nAo quero ser virlinia
de novas derepecs. Approvo o principio de oppo-
sicAo, porquo os bons livros nos dizeni, e a experi-
encia o confirma, que sua Influencia he ulular, e
estimula a marcha regular dasailmiuislraroe". Mas
ipi.ui.io a opposieAo se arma de nina venda, quamlo
he pessimisla. quamlo seu svsleina lie exclusiva-
mente cuiidemiialorio, laco-llic juslica com o in-
dillprenlismo. Nao sou puis da OppoelClo, o nem o
poderiaser. porque nAo compiehendo suas vistas;
seus diversosprograniinos rae deivain em vacillai;Ao,
e sempre lhe direi se vosso lim lio a felicdade bra-
sileira. baja anidada mi escollu dos meios. dcleslai
0 principio de cada caheea, cada seiileiu.a, e vollui
com vitla.
Nao sou extremado ovenii-ta, nein don mea
.i pino,i lodo e qualquer "overuo, desde que he for-
mado de entidades de certa unlem publica, porque
eulendu que nem todos sAu pora ludo. Dos actos
governalivos louvo os bous, e rejeilo os raaos. Sou
pois um meio termo, ou um excntrica, se o quize-
m ; mas o que he real he que nAo vergo ininhas
nviccoes s convicios alheias, nouidlgo amen
a luda a Ijidainlia.
I loiiiiil i lunilla piisii.Ao, cuinprc-nie dzcr duas
palavras sobre meu programla : he isto convenien-
te, porque pretendo ser assiduo, se Vin.inc reservar
um canliiiho em sua folba.
Intento, cuino disse. ull'crerer-lhe novas desla ca-
pilal. Faeo assim um servico a Vin., que buje sr
icha prvailo de um corresponilenle em S. Paulo, e
non deixo de ser til a meus Icuniproiiiicianos, que
revelaiu um goslo esperial, deparando no arredla-
lo gibante da imprensa uolirias da propria Ierra.
I'roinellcrei algunu cousa, vislo que halamos de
programla. Seguirci reliuiosamenle a verdailo dos
fuclos, porque -ou iuinigo jurado do adulterio era
qualquer unlem que seja : se iiiiu lenho urna ri-s-
|ionsabilidade>iiridica, rereioa moral, ecoma mi
na peona e osolhos em Vm., cuidarei de nao me-
recer a perha de parcial, ou menos pailamenlar-
inenle fallando de menlirosu. Para exordio has-
ta istu : entremos em balalha.
Eslamos a bracos com nina furia ile peridicos. |
Alm do velbo Ypimnija, o ileeano do partido op-
posicionisla, do Coiittitiirional, herdeiro ou suc-
cessor da predeluula Aurora, novos astros acabam
de despuntar, o Indrpendente e a Honra. O Inile-
pentlenle sustenta ideas do parlido ila eHoaofo :
nasceu ha pouco, e... vai reinando contra a maro.
1 ii/ 'mi mo que he fulha de acadmicos, que, em
horas vagas, e para afiigenlar a monnlunia, subclii
a tribuna universal, almejando us loros do publi-
cistas. NAo me quero ingerir em seu programina,
nem augmenlar-llic aimla mais as amarguras por
que ha passado, para explicar a coinbinocAo do pro-
gramiua rom o Ululo que escolheu. i'pm sido a
esle respeilo ntcrpollido, explicaeoi's so seguirara,
e, quanlo a inini, direi que... la se bajara : eu nu
oseulendo, O oulro vem furibundo e allaiiciroilos
ranipus de Sania l.uzia : moslra liiniuagcni fren-
tica c exagerada, coenecando a evageracAo pelo li-
lulo. Taiubein me ilizem que he ubra csrulaslica,
e rruclo das i/uinlai-feirat. Se assim he, vamos cm
marde progresso, riimpriudii Dotar que, se a ino-
ciilade he de higu, baja caulcla para que au appa-
reca algum incendio.
A nosia Ierra ramnha cm sanio paz, c, graras
ao Dr. Furladu, subdelegado de poliria, nada vem
lierlurbar a Irauqilillidaile publica. Puncas prae.is
do cor|Kt fvo c ilo de permanenles se reserviun para
palrulhar a cidade, e nem por isso somosarossndos
pelos ladrn o esperlos. RazAo porquo sumos gra-
tos a polica, que nos deixa dormir em paz.
O administrador ila provincia prost-gue em sua
marcha prudente e imparcial. Assim era de espe-
rar : em una quadra lavuravel a qualquer admi-
nistraeao cumu a prsenle, einque nAo reina a pes-
ie eleiloral, qualquer honirm de luzos como o Sr.
Josino lara una presidencia a conlolo das parles.
S. Ei. lera Iralado a lodos com a urbanidade que
u caraclerisa ; nAopoopa esrorco* para que as cou-
sas marchem regularmente, o por isso seu prurcili-
ii,r.....laiii sido louvadu por ambas as parcialidades
polticas, eousudizer que, se assim continuar, pres-
tando seu zelo a bem da pruviueia que lhe foi cou-
li.i'l.i. muilo lhe deverao os Paulislas.
Disse-lhe que ambos os partidos le.....apoiadu
a adiiiinslrai;Ao provincial, mas ja me nao leinbra
que uns longos de Irovoada lemappareddo hi para
as bandas ilo Vpirauga, esbravejando o palacio do
governo. Pouco durou a appareule cuadjuva^u
que a op|Hisieo cosluma deilar aos ps de qualquer
presidenle que aqui cliega. O ullimo numero do
Ypirunga j o Irala rom azeilunie. Todava nAo
diviso nos actos de S. Ex. um desvo de seu pune
dnenlo passado, era se peder dizer que leona
inaugurado uiuapolilira de favor, que pnivucusse a
ira da imprensa opposirionislu.
Es-aqoi porque lhe disse ha pouco que nao com-
prehenilo as vistas dn opposc.Ao. Poique estes (ir-
ruyo '/ em que fados se apoia a dei laraeAo do.gucr-
ri ? houve poi ventura modileac..lo no svsleraa po-
lilii'u piovinri.il; Coiiliamos estes ponlos a quem
quizer dar-sc pressa de apaiihar a luva. Fazia es-
las iiiler|H?llaeoes. ja em falla de materia cum que
preenchesse raiidia caria, experimenlaiidu asaper-
(urasde um nolicadorquev liante do si urna hur-
rivel careslia de navidades, quamlo me colisin a
cliegada do Sr. chefe de polica. Receb esla nova
de bracos abcrlos, porquo me otlerece materia para
proseguir era miuha chronica.
O Sr. Dr. Ruberlo de Aliucid regressou de S.
Jos dos Pinhaes, para onde tinha parlido alim de
examinar aquello pessimo eslado de Iraoqnillidade.
i.inaii'ln S. S. parlio para S. Jos, imios valirinado-
res propilavara que iienhura resultado H obteria
ila inlervenijlo do chefe de polica, que S. S. lo-
mara o carcter de personngem anglica, e ne-
nliuin priieiu iml.iiir.il i.,. I'reiliziauoa o contra-
rio ; esperavamos que o Sr. r. Almeida nAo des-
menlisseseu passado, c seria anda nesla occasio o
liel exceulor da le. Os fados eorresponderam
nosaa especlaliva, o o Sr. chefe de poliria tomn
por norte a sus invparrialidaile, abslrabndo de sua
opiiio puliiiea para representar o papel que a lei
ordena. Oflerecemos pois aos adivinhot o resulta-
do das .ivi'i i:'ii,ii.oo. policiaes, e, como uo nos res-
la lempo para fazer una relacao histrica doi aclus
liciaes a que me retiro, aqui incluo as soiilenea:
que esla auluridade lavrou.
o (alpia.Vistos estes autos de summarin crime
proccssailos em consequeiicia dadesordem que leve
lugar ua villa de S. Jos dos Pinhaes nodia 7de no-
vembrn do anuo lindo, o em que denuiiciou o pro-
niolor piiblieu por parle da juslica, ese queixararu
po-li'i mu iiionio 11. Mara da Luz Hibciro de Andra-
de, I). Mu i.i I ni/ i de Andrade, pelas morios de
seus maridos ; e I). Generosa Mara de Andrade,
Francisco Pereira de MagalhAes, Francisco Manuel
Teixeira, Jos Teixeira da Cruz, Thoma/ L'iulie-
lino Teixeira e Anaslacio dos Sanios Barbosa, |Hir
tentativa de murle e leriinculus em suas pessoas, lu-
do ua mesma desorden), moslra-sedelles, por fados
narrado* por diversas lesleiiiiinhas, que uas vespe-
ras daquelle da, em que so devia fazer a eleirao de
eliloros, cirrularain da parle d'ambosos partidos |to-
lilieos daquella villa palavras insensatas, intrigas e
ameaeas ,lc crimes, quo se deviam comuieller no
lia da elcicAn, o que fez com que o suhdelegadu Jo-
s i il i o i. i Meiules ile So deslacasse na villa urna for-
ra de linha, requisilada do delegado desla cidade,
reunindo-lhes alguinas pracas de poliria, e guarda
nocional, sendo u minino total da turca lacerto,
poioui menor de Iriiila pracas ; pelos iiiesmos mo-
tivos, e lalvez pelo apparato que desenvolvcu o e\-
siibdelegailo, ileslacainlu a rurca, u parlidu que llie
era conlrario, desconfiado de violencias, reuni
gente em Piraqii.irae.Mirngua iiiirira uas vesperas
da oloit.io, o que priiicipalmenle so prova pelo de-
poimenlo das teslemuuhas muilo dignas deureilito,
Jos Leonel da Silva e Escolstica Mara I.uiz,
viudo a geule ilo ullimo lugar em nuineru de du-
zentas pessoas raais ou menos uas vizinhaueas da
villa, por i..........ii.ola, de modo a nAo ser vista
ila pov oneAo, peiielrandii pelos quinlaes das casas
ila direila da igreja malriz, .lau.iioi parte uosubra-
du, em quo iiioravam os irniAus dojuiz de paz Ma-
noel Alves Pereira, e o resto em unirs casas vizi-
nhas. no quo sAo coulesles muilas leslemiinhas.
bem coinoalgumas, era que essas pessuas vieram ar-
in,olas de pislulas, facas e uutr.ls armas ; lamliem
se provoque agente ile Piraquara chegousoineulo
ale ao campo villano ovilla, e ja depois de linda
a desordena. Mo"lra-se dos aulos por militas lesle-
miinhas que na hura le priucipiarera os trabadlos
eleiloraes mirrhiiii a (orea publica para a |iorla la
malriz, onde deviam ler lugar, e que ah ro enl-
locada em iluas alas, formando um corredor por
dentro do qual deviam passar os que livessem de
eulrar para a mesma matriz; moslra-se lambem
por quasi lodas as leslemunhas que o dilo uiz de
paz, Manoel Alves Pereira, depois de assim forma-
lia a furea, alli chegou com alguiis elelores e vo-
lantes em numero lacerto de I2n 20; que a gual-
da deixou entrar, mas que licuando passageiu ao
volitte Francisco Franco Moreira por ordem di-
enuimandaute da gente paisana, Joaquim Anlunio
Meiules, com o fundamento de estar armado io que
he iluvidoso volUraodilnjuizdopaz do porlal do
igreja a insistir pela entrada daquelle volante, u
se trav.ira una dispula com o dilo Meiules por
aquelle motivo, allerando-sc muilas vozes. uu que
sao coulesles a maior parle das leslciuunha, hcui
como que ojuiz.de paz lou de andar para u lado du
povu, e que uesso aclno rcferiilo Joaquim Aiiluniu
Meiules o seguir, e lhe der* pelas cosas o primei-
ro tiro com que rabio de joelhos. Oue este liro fui
dado pelo referido Mendos, e que foi o primeiro no
conflicto, euiisla das Icsteiuiiulius lis. 10, 25. 78
verso. 80 verso, 82 verso, 109 verso, lile 115.
moslra-se |ielo eurpo le delicio, lis. 211, que oju-
do paz sollrra um oulro liro, quo a lesleinunha fo-
thas 10 allribue por ouvir dizer ao mesinu Mondes
o a tle fulhas III a Francisco Ferreira de Paula, n
qual o ferio cum tres bagos de chumbo no hombro
direilu. ecom nina lala un chumbo naorelhado
mesmo lado, dolido se v que o oulro liro receido
pelas costas com chumbo o bala, varando esla ua
verilha esquerila, e que ro dado segumlu as leste-
luuiilias pelo dilo Mondas, h> o nico mortal. Mos-
lra-se mais dos aillos, pm muilas laslcmunhas, que
i|iinulo se oiivio aquello primeiru liro, ouvlram-se
quasi sem inlervallo mais um uu dous, dos quaes
um ile hala ferio na bocea do cadete llenjamim
Pereira do Vasconcellos, que expirou logo depois
o qual lhe fui iluto pur Joaquim Pereira, tillio do.
Francisco Pereira du Valle, genro de Francisco
Franco de Oliveira, segundo ilizem as leslemiinhas
ilc vsla, folbas 75, cdo appeoM fulhas 17. A'ex-
ceptan ilo juiz de paz a do cadete Benjainim, nico
que foram feridos miles de Iravar-sc o fogo de par-
le a parlo, onlre a forca publica e o novo que estas
va na |>orla da greja, e a que sabio do subradu pe-
la perla o janellas iii/eriurcs, nAo ha prova sulli-
cenlc para suppor-se que algucm, directa e posi-
tivamente, fosso ferido, ileveuilo crer-se que .i-
lescargas de parle a parle rausaram a muri de
mais riucu pessuas, o os foimeutos do cerca de.
Iriiita. lio verdaile que as leslemuiihas folhas
75, e do appenso folhas 47, allrihiiem o primei-
ro liro dado no mesmo Joaquim Auloniu Muiidet
a Anlunio da Cruz; porera. nAo s nao se prova
que IV.i i du proposito sobre elle dado esse liro,
como he rerlo que leudo sido ferido o dilo Mea-
dos depois de Ira vado o fono de parte a parle, nao
he laeii distinguir quera u niloudeu. quaudu alm
ilisso essas leslenuiulias alo merecein iiileiro cradllo
ela dependencia em quo viviaul para cu))) o finado
leudes, por quem craui conimaudadas. Accresee
que elle foi o principal molor ila desonlein, j su
rilando a ineslao acerca larnlrada de vulaulcs, ja
sciiilu u primeiro a alrar omalai o juiz de paz, o
j.i seiiilo quem inandava fazer fugo sobre o poto,
romo ilizem as leslemunhas 11. III e 115, oque lu-
do devia chamar sobre ello a altencao de muitos.
como de relo acontecen, |bis foi quem rrceheu
maior numero de ferimciilos, cinbora s ura mortal,
sem todava poder-so individualmenle ennlietei .m-
aulores. Tambein nAo he pomlvel julgar criminosa
a forca publica tor ler feilo fogo sobre parlo do po-
vo, nao si porque sendo ella esseucialiiieiile obedi-
ente recebeu vuz para alirar, cuino lambem porque
eslava na rigurosa obrigaeAo le repcllr o alai|ue
que lhe ora feilo |torgrando numero do gente arma-
da, e que priucipiou pela inorle ilo cadete Benja-
iiiiiM Pereira de Vasconcellos, commaiidanle da mes-
illa furea. (Juanlo a qualquer parlcipai;Ao que li-
vissse o cx-siibilelegado Jos Olinlo Mendos de S
nailesordcm deque se Irala,heelle u objeclde ninpro-
ie..n ipie se lhe esl fazendoein sepsrailo.Juliioper-
ianto, procedente a denuncia do promotor publico ron-
IraoaccusiidoJoaquim Pereira pela murle do cadele
Beujau)i)r,PereiraiteVasconcelloa.fie,iiiiloelleohriga-
ilu prisAo e livramcntu pe" o ime rtoarilao 198 do
cdigo criminal. Quanlo a Joaquim Anlonio Mon-
des, que ni.iioii o juiz de paz Manoel Alves Purriru,
julgo lindo o processu, vislo conslar a folhas 49 ler
fallecido dos fcrincnlos quo rerebeu na desordem
ilc que se Irala. Pelo que respaila queixas, fo-
lhas, julgo-as lodas mprocedeules por nao se mus-
Irar quem fram us autores dos crnici de que tra-
tara, c lano mais que, exceptu da morledo juiz
de paz Manuel Alves Pereira, lodas as oulras oUen-
sas nellas mencionadas liveram lugar depois ilo Ira-
vado o rogo, sendo dilllcilimo uesse casudescriniinar
ilc quem partirn!. Expetani-se era segredo as or-
dens neressarias de prisAo coulra o indiciado Joa-
quim Pereira, o remettam-se os aulos ao escrivAo
do jury j pagas as rusias du processo ollieial oe\o
cofre da rautiicipalidade, e pelo indiciado pro rala.
e as lias innovas pelos qiioixusiis lamben) pro ralo,
Coriliba 0 de agoslo de 853.Antonio lloberlode
Almeida.
N. B. O promotor publico recoireu leste dos-
MUTILADO


pacho de |n 'Hiiuiria para o relnr.1aqnanlo.10 imlii i,i-
1I0 Antonio da Cruz.
i. Copia. Vials cite, autos crimo, om que lia
ili'cm 111 i.icil" o proinillor publico, e denunciado Jos
1 Hiniii Mondes da S, 01-subdi legado da villa de S.
.Id,,- din ruihaee, allegau aquella quo esle, nao JW
|ieias da eleican primaria de 7 de novemhro du an-
110 pausado, reuni naquello villa nina turra de II-
nlia, a que uggregou alguna paisanos, o que fez rol-
loen c-la Turra na .parla ,ln Igreja matriz, onde dc-
via procedor-sc eleiro, rom o fundamento do evi-
tar .1 entrada all de liento armada, para oquo ali-
\ou na frente di mesma reja umedital ne'esen-
tido ; porui,quc aquello ruudamenlo fui moro pre-
texto para a reuniao da forra publica, cujo llm ver-
dadero foi aterrar os voluntes da upposiran, lollicr
a lihenlade da eleiro. c vence-la. Defrnde-so o
denuuriadii allegando ex-follias 22 usque folln 23
verso, quo desde setembro do anuo pastado algn
oouimaodanle da guarda nacional do 8. Jos li-
iiliaiu ordenado que se av isasse ceito numero de
yuardas para a ronduicAude um remita ; que lain-
liem foram avisados porordem delle denunciado
(11.10 di/ em que lempo} alguns guardas poiici;ip- pa-
ra o destacamento ordinario da villa, #uie (inba o
llm de prender criminosos; porcm que em ambas as
guardaste repeliam desobediencias, pelo que foi ne-
ressariorequisilar do delegado destacidade una Tur-
en para prender, como prendeu, a Ires guardas po-
liciaca; que as projimidades da elidcaiu comeenram
a correr boatos aterradores que juslilicam a reunido
da forca para prevenir Crimea, etr., ole.
O que) ludo visto, c pravas dadas os allegaroes
de parte a parle, moslra-se provado pela resposla
cx-folhas 18, por quasi todas as loslcmuiilias deste
iHOceaso, o pelas resposlas ex-folhas i8 verso, que
na verdade o denunciado destarou naquelbr villa
ocrea de 30 procos do forra de linha, o paisanos as
vosperas da eleicao ; mostra-se 111,11. pelas Icslcmu-
nli.i. II. 33, .'Mi 13 verso, que essa forra foi collora-
da em duasalasna porla da igreja matriz, formando
um corredor por onde deviam entrar os volantes, o
que ludo he contrario ao arl. 108 da lei I!) de agosto
de 1816, como meio de violentar a eleiro. Ncm a
necessidade dada eui setembro da conduccao de um
recrula, como allega o denunciado, juslilira a requi
sicaoda forca fcila nos primeiros dias de novembro,
romo provam os dorumenlos folbas, as resposlas do
inesmo denunciado, c suas proprias leslcmuiilias
iii'in a prisAo de criminosos tmbenla juslilicain
porque mo consta que cssa forca fosse empregada
em diligencia alguiua para isso, c nem linalmcnlea
justiliraiii os boatos espalbados pela opposirao sobre
crime que se cninmelleriuin lio dia da eleiro, ines-
mo dentro da igreja, porque, a lereni fundamento,
bulan que a forra eslivesso aquarlelada para in-
fundir respeitn, sem necessidade de ir lomara po-
sicao que lomou na |iuila da igreja, com o |ircte\lii
de iuipeilir a entrada de gente armada. Ncm podem
deivar decrcr-se que isso foi mero pretexto, quando
Vr-se que ocdilal II. ti limiten a prohioicao de ar-
mas smenle igreja, deinodoque o zelo do denun-
ciado para impedir o criine de uso de armas veio a
consistir em que nao entrassem volantes armados
para a mesuia igreja, sendo rerlo que em quasi dnus
anuos de exetririo de seu emprego, confessaiido ser
uso. embora nao geral, o armameutono dislriclo de
sua jurisdiceao, jamis fez um processo ou lomou ou-
Ira providencia acerca desse uso brbaro e crimino-
so, rumo consta do documento H. 55, que nao tenbo
por destruido pelodepoimcnto das ultimas leslemu-
ulia., quando dizein que o denunciado seinpro den
ordeus acerca desse erime. porque se taesordens li-
vesseni existido alguiiiadiligeuriu se leria feilo.oude
prieto de gente armada, ou ao menos de lomada de
armamento, o quo absolutamente nao rousla, como
constara pelo processo que seria a cousequencia de
laaa dUlgenciai; donde se v que o fim verdadeiro
da reuniao da forja fui impedir que a genio da op-
posiraovolasso livrcmente, o que be crime pelo arl.
100 do cdigo criminal. E perqu o denunciado
cotninelleu esle chine com ascirriimslancias Bggra-
vaules do arl. Ili do inesnio cdigo 5$ '*>. 8, !l, 10
0 15. O condeno a HiOror a pena de O inezes do pri-
sosiniples rom inulta que se liquidar, correspon-
dente a 3 me/es, c mando que pastando esta em jul-
gado soja preso. I'ague o inesmo as rustas em i|ue
o condeno.
o Coriliba Ili de asusto de 1853. .entonte lio-
lirrlo de llmeida.
i Aililin.li>, piililique-sc cm mau du eecrivao. Era
supla. .tlaa-iitti.
" N. II. (I roo appcllou tiesta sciilcucn para a rel-
iaran, o
TiTiiiinoii-se a reuni.lo do jur\, que deslc fcila
liirnou-se mais Importante que de ordinario. Os
cidadoejuradui Ilvcram de recrear-serum uma va-
riodade de crime. de Inda a escala, desde o a.-a-.i-
iiato al o arrannilo. o corpo acadmica anda uma
vez apropriou-se da dulcir defensora, notndose
apenas, entre os defensores, don. advogados telhot,
fin. l'inlo Jnior, e llrolero. Entre os academi-
ios, sobresaliioo Icrreir'aiinislii Viauna que.oranili
om favonio, cm lavo, do lenentc-cnioncl Claudino
nbleve uma completa ovaclo. lie um dos moca
que prninelle para o futuro servicus bem valiosos
l> llr. Piulo, qualiliradn ruinou milis lialiil o.lvugu-
do da provincia (no Jury), prosegulo em seo anua
svslema de alar o l)r. Hurlado ao petouriubo, reu-
surando-u pelo riu'nr que cmpri-gn em preparativos
dos processos, servindo-sc de sua pe.soa para for-
mar episodios e lugares roiiimiius. Nesle ponlu o
l>r. acba erho na miiuic ipalidadc, que, emlim de
contal, liequem vein a pagar o polo, islo lie, as rus-
las. Hooonhcccinos os-cucos que oSr. I)r. Portado
lia prestado em proj da noaaa lguraiica; mas cum-
pre notar de passagem que as vezes o rigor, levado
a Ottca, cnnliihiic para que o povo cuxergiicna
aulnridade antes um verdugo quo everulur da lei ;
0 perniilla-se-ii.....leltcr o meu bedelho.'e lu.-einu.
auloriilade, na inaioria dos casos prcfcririanio. jul-
gar c proceder pela equidadedo que pelo direitoes-
1 rielo.
Ja queestamos na casa policial dcvodizor-lhcque
inda Dio ful desroberlo o assassinalo do Infelii cs-
luilanlc mincho. (Mande ni'.sleiio envolvc a. cau-
sal deste negocio, poi, a victima, leudo sobrevivido
ao tiro por algiins dias, nada diana respoilu, cui-
dando al de occullar a ferida, a quan.lo o llr. I'ur-
lado, que se i-smorou em desrobrir o lio de Ariad-
11c, nada conseguio, becerto que baveja iinpuui-
dade.
Approxlmam-aa os actoa acadmicos, que, segun-
do us estatutos moribundos, ilevein rumcear a 22 de
uutuliro, enrerrando-se as aulas a 30 de' setembro,
se por ventura nao vier por abi o novo rcgnlaineii
lo, o pbanlawm dos eiludaulos, laxendo a ollera de
mais um mezde aula, o que em verdade nao deixa
do ser um amirndicc bem importuno para qneiu so-
nda enm as ferian.
Eslao malriculadnsi.l eslndanlcs no
sjiJM"'ii miiM 1 ~'m*[*-
acadmicos, e eu recelo rcraliir no desagrado dessa
citase, porque quando vejo a barbas do villllho ar-
dor, deilo aa uiinlm de molho. Explicare! a lina
applicii'jao do adagio rom um fado oceorrldo lia
din que engroliar a quanlidade que llie en-
vi.
Um e.lndanle levo su as queslies com um profes-
Mir da musir do lliealro. de que resulten ros tle
fado. A cla-se acadmica (a maiuria) foi servida
mandar quo n musir do Ibeatro fosso nihsllluMa, e
n-.im se execulou, porque urna grande maioria do
estudanles, cuebendo a plala, cabria a voz da or-
cheslracom urna furiosa paleada, cm Indo o lempo
cm que so devia tocar. O resultado foi ser a msica
drmillida e usinnorenles pagsrem pelos peccadores.
tino sei se III boa applicacilo do adagio.
Acaba decbegara esta o l)r. Jcsuinn Marcondes,
que vai recollier-so i soa nova provincia do Para-
n. Essc moro be ile uma das principaes familias
da Coriliba, c lie aramlado como candidato assem-
bla geral.
A Intlraeclo deste scnbor, unida i clrcumslancia
de perloncer a uma familia puderosa daquelle lugar,
me fazcm crer que ser aullo, apelar da chusma de
pretendenlcs.
Corre por aqoi, que o III. Agoslinlio Machado di-
rigi urna circular aprescutandu-se candidalo ; an-
da nao a vi impressa ; se me chegar s mitos disser-
larei sobro ella. Se assini he, lerenios novidaiteno
berco, |>ois conslaquo o III. Jos Malinas quer of-
ferecer asen irm.ln o seu lugar, resersando-sc para
ser eleilo por S. Paulo. Em niinha segunda caria
ser osle o ponto culminante dasminhai novas; po-
rm apre Mi.. nao confariamos cm demasa no calculo. S.
Paulo vai ser para S. S. uma provincia eslranlia, c
assim nao ha i esses fundamentos para a Irora ; ou
para sermos mais explcitos, o collegio de Paranagu.i
j nao poder meller medo aqu.
Pretenda locar em um faci recente, mas o cor-
reio manda quo eu conclua aqui.deiando-o para
oxordiodaseguinte.
Despero-me, pois, de Vmc, pedindo-lhe que of-
fereja suas columna a quem me qualificar menos
exacto noque lhc crevo, csupplcando sua indul-
gencia para iiieus csrriplos, pois esrolhi m poca de
uovidadesparaexlrear. (Carta particular.)
[Jornal 1I0 Cmnmercio.J
iajp>|)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAHBUCO.
Rio 26 de setembro de 1863.
Persiiadi-ino de que a mulla ilo 12 iln corrcnle
fosse a ultima, que liouvessc dcdirigr-lho ueste au-
no; masodemo, (pie sempreintromcltesua tortuo-
sa rauda em lodos os meus planos, levo o goslinbo
do fazer abortar mais este, que era sumniaiiienlo
agrailavel a mnima doces alleicics, pelo que Icnlio
inda de esrrcver-llic osla, que lieos queira seja a
ultima nesle anuo da grara de I8.xl. Tiiiba resol-
vdo ir ahraca-lo eslretiunenlo de passagem no f.'Mrt-
mthara, que foi annunriado para o dia 1.* do nr-
renle ; mas a senhora ronipanhia. ilepos de annuu-
ciado aquello, le/ seuir o Haitiana, que romo sabe,
be um mal seguro rorro (Ir lama, e eu 11A0 me le-
iilin em ronla de tilo tolo, que fosse confiar o meo
individuo a semelhantc raloeira martima no lem-
po dos leinporaes. I'ouiei o arrordo Tin/; mas quando fui lomar passagem cnroiilrci-o
replelu de passageiros para a Europa, ealguns dia-
uissmos, que ingraUrneobi aliandoiiaram a augusta
e me fui vedado o ingreso.
Maldita uianer.i de viajar i\ Europa! Vai ella
invadindu todas as rlnsses, de sorle que no romero
das calmas nao lie fcil enrouliar-se passagem cm
um vapor curopeu.
Por esse motivo perdi urna agradavel compauliia
de cantores,em rujo numero eutravamosonoro Sca-
rainclla, o bello tenor l.aburccla c alguinas mada-
mas de bom lina. 1111 fallando na perdu da opportu-
uidailede v-lo mais depressa.
l'cnbamos paciencia, c esperemos |>clo (aanali.i-
ra tle 2j. mo mandando a companhia ocoulrariu,
|inrqiic entao irci anda que seja n'uma casca de
melancia.
Por aqu vai ludo as mil maravillias. Ilausa-se,
iniiiiii, eanla-se baslante, gnza-sc bom luar, as ras
cslaomais cnvutas.niorrc-so menosecheira-sc puu
ro, pelo queja vou leudo miiilias saudades, nao lie
gmea, ila corle, e ale|iucsnio leulio meus palpite de-
que se 1110 ilemorassc seria cm pouco lempo mu pers
feilo c completo curie/un.
Estamos na poca dea bailes brne/icfiiles; quero
di/er. dama la para bem dus neccssilados, os quaes
coinuuiugain na et/iorlula que d na entrada cada
um dos danunlet,
Ha poneos dias liveniosuui dchcnecencia fran-
ceza, e logo depois nutro da portuguc/a. alimdesoc-
correr os lbeos quo perderam a vindima, pela poca
que o brho das uvas qni/ pregar as rcspcilahilissi-
mas gargantas brclans, deixaudu-as resequidas co-
mo as de Tntalo. (Jucr-inc parecer quo este anuo
nao lem sido mullo favoravel a luglaleira; e se lie
corlo que o espirito, a animac/io, o ciilhusiasitm, a
poesa, o geniados lilhosda vellia Albion est n'uuia
gnala do rdao liror, romo quer um cscriplor, que
|Nir falla do......ic na perca, ecrlBiucule quo cites
perderam toda a aloria ganlia rom lauto Irabalbo, e
11. iiii-iiins. Afrii-auo. senlir.lo u esfriamenlo do lela
ile seus luuvaveis curadores, comeos 'l'urcosa falla
ilos iuapreciavesaoporiflcoe, que lites liberaiisain
os agradaveb wnhoeque lano amout.
Ora, que eu lenlia davaneioa imperdoaveia I O
joellas bretaus? .Nao lem ellas
e o iiiuudu siillicienlc mixto
ment emendada e eonccileda pelo
para dar urna licfio nos diguiMim
emenda prior que o soneto, porqoant
ar aa ex, rrscencias .lo tal
sniores, qat
1, pozeran a
2>
pierendo
eertarai'exrrescencias do tal nrca'mrnin innocull-
ram-lhe oulras mo menos parsitas. Nao lia pec-
io polor, do que o da inaledironeja, e que elual-
nleeeja punido pela Providencia mais prompla-
ulell
(I dignssimo I'crraz lomou a palavra, erepellin
do tima graeola pesarla de dm dos sniores, qun-
dn asseveroa que o govemo ordena quanlo llie
apraz cmara, moslrou que o senado nao se lem-
brava bem dos precedenlcs por elle mesmoaulori-
sados o encelados, tos tn.rrrlos; que tlnha litio
pouco criterio na poda, quando cortou pimpolbos
homogneos do orramento; quecahio em confradlc..
auno, o
que quer dizer que em nmenibio o paiz contar
mais I:, pergaioinlios. O .">. anuo, quo al I Ha I era
0 anuo das garantas, ronvci leu-se no de fatalida-
des, c na phrase acadmica no tle borrosa*. Mas
aoque parece n.lu he de lemer-sco furactlodc Hit,
pois, segundo consta, houve 110 concille anuo esme-
ro c applicacilo dosaluinnos.alni tle que allribue-se
a 'inprimiloda'garanliaii/uitloauniflai a relaxa-
cAo que enlio se tlava. Pelo que rcsolveraiii os len-
tes applirar um resicalorio erriuo.
lie com efleilo una enchenlc de bachareis, que
correrao as portas goveriiaincnlacs cm busca dedes-
parho.poisa vida tloadvogailo, he oplniao torrente,
nao lio I das mais saborosas para quem deixa a aca-
demia, enmoo exiguo capital que all se adquirc na
lula entre o folguctlo c o ponto dos cadernos tos he-
dis. Va-lba-nos a croaran da nova Paran, que
-orvira de mercado onde ter prniuplo consumo esta
elasse tle producios.
Eulrcosbarliarelamlos unlam-se Iresacademcns,
".i" tlenlo lem reroaaraendado sen nome cm 1,, 1,
ocurso: Jas llmiifacio de Aiidrada, Joao Thendo-
10 Xavier de .Mallos,,: I-ranrisco (iomesdos Sanios
l.o|ics. bao lodos lilbos desla provincia, que mais
larde engira seussenii,. Souavessoa fazer apo-
logas cm malerias tiesta ordein, em que be fcil fe-
1 ir melindres; mas se faco mencAudesles he porque
aiimaxoasau reronheridos os primeiros do auno;
alcm de que esta inciico nao excliio a caparidade
tlurcslo do auno, cuja inaioria he reconhecida ueral-
iiiciilecomoinlclligonle.
ila materia, que doixamt, ans bailes, a Iransieeilo
lio nalural : digamos, pois, um pnuco sobre bailes,
.se da febro bailarina podemos partir para roncluir o
l'ingresso da cinlisaco. S. Paulo vai a pas 11 mu. A sonetladeConcordia PaalWena,a enca-
necida Concordia, caininba senipre allaneira eslas
partidas memacaslo Inblliveb. O corpo ac'ademi-
10, querendo taubem ler um baile proprio para
nao niuii.ligar favures, funtlnu o Kecreio Aratlemi-
co, que tl seus bailes niensalinente. He bastante
ronrorrido, e com os que temos litio occa.iao deas-
.islir, |K>demue ailirmar que o Kecreio he uma tas
bella, reunios. Ocsludanlc Oliverio, ernqualida-
dc de director, nao poupa esforcos para que seu bai-
le agrade.
-V febro nao lem atacado Mmenle a mocidade, e
ah vemos surgir o Caasioo Pnulistano, de que s3o
directores,,, ti,.. Ca,l,r.-il e Hamalbu. lie, como por
alu dizein, a reuniao aristocrtica da torra ; ora, eu
que me cont 110 numero tos plrbeos, nada
disseriar sobre suas reunios
o ser, direi aigunia cousa.
O furor da imprensa continua no circulo acad-
mico. (1 .uhemo, .Irayaba r RnUla coiilinuam a
..lleiccer bellos arillos, e.... ma, agora me lombro
quo vou-meoecupando em demasa com os negocios
pOSSO
se me tocar 0 vez de
que me iniporlam a.
o uuro da California
para rnria-las?
I'a-.einos ao que inleressa.
Ilepos da organisaru to nuvo gabinete houve
calmarla na auguila c lambem no nobre senatlo.
(I> tlgnissiinus parlamentare* lizeram sua entente
eordlal: e Dcaram lmenle na brerlia rom armas
em devaneo os diguissimos Pacheco c .Marliiis, dan-
do nina ou nutra lez sen liro. mas asseverando
soiiiprc. que a uardam o proceder dos lionicns, nos
quaes nada eonflam.
No senado n 11. Manuel osla mais calmo, n al me
li/em tpie receben com especial aerado o Exiu. ila
guerra, na vez priineira tpie penclrou no augusto
lo. O Petlro Chaves crcio que enlrou na en-
lente eordiale parlamentar.
ti crdito de que Ihe fallei em minha ultima, fui
redolido pela eomaiatto a (iO.OflO patarocs nien-
sacs, e em dona dias passou com a emenda, sendo
apenas friameule rnmhatido pelos dignissimos Pa-
choro c Marlms, que runversou seulailo a csse res-
peitn com a auitusla. (amiu ia a vapor, no inosino
ilia em que passou cm segunda tlscussao, foi ap-
proyada a retlarcao, e remellitlo |iara o senatlo.
Crcio que o llrasil reconheccu agora aquello lll lio,
e como bom pai fez-lhc nina mesada parascus nli-
menlos. Praza aos cos que o lilho nao seja pro-
digo....
Odignjssimo llenriques, com loda a suacoragem,
poz o finirt coronal opu* em sua ebustianeida; as-
sim como odiiii..uuii Be/erra esquereu-se dasali-
liatiua, e seus documentan, mas u diguissimo Jan-
sen incetuu una calilinaria contra o presidente do
Maranhao, que me den agradareis momentos de
riso, assim como a aimusla. Allacatlo. seuuuilosua
expresstlo, pela frcnlo e retaguarda, elle moslrou
una agiliilade c pericia do anligo militar e gvnas-
lica assombrosa.
O diguissimo Oolaviano defenden vicloriosamcn-
le o Olviupiu Machado, c descarregou golpes mor-
laes em seu agressor. Eu liquei salisfelo e creio
que Iml,i o auditorio.
Nos da It, I .i c 16 nao houve numero tle dig-
nissinios para completar a cana; mas no dia 18 os
jornarsanniiurinrom nova proronarao al o dia 2">.
Se os dignissimos, romosuppniho lomarem o neao-
cioao serio, nao haver mais forras humanas que
os fa^am deliberar, e alo diego a acreditar quo elles
lem sobrada razan. 1
Os padres conscriptos porlaram-ee com mais algu-
na calma e encomiando alcuns enxerlos ta pana-
rea to orramenlo ilcram-lbe o pane, com bstanlos
escrcsrcncias. Sempra quercm mostrar, que as
obras dus velbos au piimam pela uuidadedo pen-
sameuln. Em urna das scsses to senatlo, to tlia
15, um individuo tas galeras levanlou-se, na oc-
casiao cm que orava n Exm. visconde tle Olinda
tlisso: Augustos senhores do senatlo, be com pro-
funda niauoa, que approvrilo esla occasio tle |ie-
dira reparartlo de nina injusliea e assim dizen-
dojogou um rolo tle pa|ieis aorerinlo, que foi pa-
rar aos pr. daquelle visconde. Iinmedialamenle
tlesonitdoutlous retrarlos Iv lographados tle SS. MM.
II. edeu viva a SS. MM., ao senatlo, a nncaio o aos
liomen de bem. Nao aralnin mal. O Mercantil,
aperar tle suas tendencias democraliras, chasqueou
o raso, dieeudo que os docnmenlos tao bruscaiiieule
aprrscnlados ao senado, nao foram lomados em
concidoracao, porque o regiment nada previne
acerca tos requerimenlos feilos por oradores das ga-
lera.
Segundo me infonnam, aquello individuo quei-
xava-se tle urna prelerirflo, que soffrera como or-
uanisla iIh capella imperial, em favor de um eslran-
geiro. (le bella antiphona para o Mercantil tle
oulr'ora' Iufeli/meiitc lioje o palrilo da fnlrict
Um tantas parolillias iuslrurtivas, deleilavers e ma-
raes, que j se esqnece dos direitos do pavo, pelos
quaes fez tanto gemer os prclos, e com elles as indi-
vidualidades ilesa II eclas.
lambem me informan!, que o lal organista quei-
xososnllre da rabeen, e l.ilvez |ior ........Ao empa-
rolilhassem, porque o pairan nao lem pti/ueten pa-
ra o palacio clemente,
fio tlia 19 cliegou i augusta a panacea do orca-
co quando enxerlou oulros nao menos heterog-
neos, como algn aponlados.
A augusta queso acbava resentida, apoiou eslroa-
dosamente aquello dignisimo, com exeepeflo de al-
gn to anligos parlamentare, que recommenda-
vam prudencia.
(joslei bstenle ila liean. que ia derraman,lo o eli-
do ; mas como o dignissimos leem mais vonlade .le
tornar ao patrio tare, do que de disentir, tu lo
enlrou cm seu eixos, e feslejaram aSeuboraa
Paz.
Passaram as emendas do nrcamcnlo vapor, e a
vapor a coininissilo fez a redaejo, de snrle que em
pouco mais de urna hora eslava ludo consumado.
(luizeram cusaccar unas patota, niasem hable,
porque dous minuto- depois nao liavia mais uume-
ro legal para volar-se.
os das 20,21, 22, 23 e 21 n.losc reuni nume-
ro legal de dignissimos par* deliberar. Estes esta-
vam caneados do scus Irabalhos parlamentares, c
chelee de saudades dos patrio lare, c por isso a
nada tle iiiqiorlanle podiam appliear suas ltenteles.
Os Sniores, quecnm siiapnr/i/esnnibiiain niuilo
precioso lempo, lem compensado na prorogac,es a
fallas provenientes dos valenle pulmoesde alguns,
romo tli.se o ilignissimo Ferraz, e sua assiduidade
ha sido maravilhosa, bem como edifcanle a pressa
rom que vio despachando negocios ben imnor-
lanlcs.
No dia 23 passou cm lerceira disciissao a aulori-
sajan paraoemprcslimo dos60,(KKl patarocs incn-
sae* aos nossos bou vizinhos, pelo que foi posto o
remate no edificio legislativo deslc anno da grar;a
de I8.Y1.
O II. Manoel licou mais .irommodadinho, o Mon-
lesuma subi aoobscrvalorio, o Cosa Ferreira es-
quercu-se to portao to Jardim, e o Mercantil cou-
liuiiou na entente eordiale em que se acbava como
liuadu gabinete. Eslao o primeiro pao dados
para a paz polilica tiesto mundinho.
Orcorre-uic agora ler lido, niio sei onde, que no
Oriente exile um novo prophela, tpio j faz mila-
grea, ereronlaiidn-me do que no lim to mundo lem
de vir o Anlc-Chrislo, em lempo em que urna paz
geral tlcve reinar em lodo o globo terrqueo, se o
actual gabinete conseguir enctmlrar-sc com seus
lesalTeclo poltico, segundo sen programma, nin-
cuem me dcspersuadirn-xle que o mundo, nesse ca-
so, estar em maos de acabar; e enlAo adeot luze.
N.1o sc se Ihe tlissc em minha ullima, quo o llr.
/.icarias, ex-ininslro da maiinlia. foi Horneado pre-
sidente ila nova provincia to Paran, agora dir-
Ihc-liei, que o diguissimo llandeira tic Mello est
iiomcado presiileule ta Parahiha, e o llr. Francis-
co llomiiigiie, juiz tic direilo da capital do Mara-
nhao. Corre tainliein, mas n.lo don romo rerlo, que
o conselheiro Sehasliao do Kego vai presidir o Para,
o llr. Cunha o Maranhao, o l)r. Olimpio Marbatlo
o Ccar, e o l)r. 'lavares lomar fresco. Se assim he
lemns urna coulradansa atlministraliva, na qunl o
l)r. Gunhl he par marcante.
J vo apparerendo alguns de'goslo, porque fe-
lizmenle sobram-nos linmens para ludo, c sabe que
cm polilica mi he bom softrar, que importa licar
inargem.
Escuso-mc de referir-lhc as solemnidade doen-
rcrrainciilo da scsso, porque sao ellas muilo sa-
hitla.
Como gosla ila singularidades mando-lhe urna
supplira, que sabio ii'um dns jornacs desla cidade,
que au deixa to eslar chistosa.
I liguos irreai/ores
Da cmara iltustrissima,
Pela Virgcm Sanlissima
Mai dos perradores,
llai aos moradores
lie Saulo Amaro
Proleej.lo, amparo,
Hai-lho atlcamenlo
D'essa ra .ltenlo
Seu oslado raro!
I.cmbrai-vos, .Saibores,
Que acba echo geral
O clamor 1 ,,il
esses moradores;
Que o habitadora
Do hairro do tom
Tambem victimas sao
Uo adiamenlo,
Desse rulaiminlti
c mortc e paixtlo.
com elTeito, osupplicanle (em razfto; ma, crieo,
que houve alguina declinatoria, porque me nao
onsla, que fossein atlcndidas lao valiosas razos
peta illuslrissima.
Talvez que no mesmn paquete que roiiiluz esla
siga esle seu criado, pelo que, se assim Cor, I esla-
remns ao mesinu lempo, e enlo poder-lhe-he dizer
escapo! dos res, tos pulmonares, ta amarella,
c da apople.ria, assim como to rapor, que no seu
lauto nao he menos do que qualquer um dos referi-
dos, do. quaes Den nos guarde.
Vollo, moM rher, romo vim, e, apezar de fre-
qiienlar as rticheira tos Exm., assislir a inonla-
los, pedir e repedir apilieueia, agratlar ns rorreios
lacaios, e lar os meus 10 r. aos brejeiros c pedOcs
/"../. birliinbn ta particular eslima nada ronse-
ni, nem anda um cariara ; portaulo ttiruarei pa-
ra o anuo au abrir ta cmara, e veremos se sem-
prc pillm alguuia rnuzita, ao menos pescador de S.
Magostado,quo ha lauto tempo, como Ihe disse, pre-
tendo. Se cu fora diguissimo fazia-mc parlamentar
e aiM-ladieo, o entao, se nflo viesse nina pasta, vi
ra nulra qualquer cousa de roer ; mas sem urna ca
tleira norcriulo, nada adianto bem o sei.
Se for infeliz para o anuo digo como a Marmoto
Mctli-me a Minorar, n'outra nao raio,
Que o demonio rrucl da Humorada
Deu na minha algibeira uma focada,
Que o robres me Icvoilquasi desmaio!...
Se me escondo, se fujo, e ra saio,
0 moleque me alara to emboscada,
1 nibilbele me entregalie a damnada.
Que me pedo tlinlieiroanles um raio!...
Quer pcnles, airincte, agulheiro,
Quer vcslitlns moda, brincos deliro,
Quer pomadas, annci, salo tle ebeiro!...
Tenho acaso escondido algum Ihosourn?!
Arre! safa !... oto tenho niasdinhciro!...
ti dialmme lecc lal namoro '....
Nao v pensar, que eu del para Adonis ; rilo-lbe
o soneto, porque u lal namorado lem seu ponto de
conlelo comigo, como prelcndentc payao; o s-
menle por io liz a rilaran.
Ilonleni no concluir esla recebi a Jornal do Com-
merco, e delle vi que est realiada a noticia, que
Ihe del da noniear.lo do Dr. Haudcira para a presi-
denta ta Parahlna, to conselheiro Sehasliao do lte-
gopant o Para. Conlinuam os falladorescom asno-
mearOes tle que lambem lhc fallei, e mais to Dr.
Si e Albuqucrqiic para Sergipe, c to llr. Paes Br-
relo para o Piauliv. Creio que amia por alai molla
vonlade de adevinhar; mas, einfini, veremos.
O calor lem sitio exressivo ncsles dousdias, e eu
mo posso mai ollr-lo. Sadc e bon palaeos csr
pero aclia-lo guiando, para Iranqiiillidadc do seu
espiriln c goslo meu.
por a quantia annual de I0894DQ caita uma, sendo 1 21 Florenrio Jos Carneiro Monleiro.
o arrematante Chapronl it Berlr.in.l. 1 25 l'r. Francisco.Xavier Paes Hirreln
Despacharan!-.0 a- polienet de Anloalo Jos Lo- 2li liaran da lloa-Vi-
Kd^lbuqueripie. de Manual Jos Mauricio tle
elovanloue a se-ao.
Bn Manoel Ferreira Arojoll a e.rrevl na irapedi-
menlodoserrelarin, UeclarOsMIi IciuMqut o Si
vereador Viauna ileixnudc comparecer sesslo or-
dinaria, com causa participada. Haro d~e Capi-
orr)*.- nannn. Reg.Si Perneo. Mti-
inede.llego Mbuguergiu.
HEPAHTICAO DA POLICA.
Pane do "da 4 de oalabro.
Illm. cExm. Sr,Parliripo a V. Exe. que das
parles hoje rcrebidas nesta repartico, consta terem
sitio preso a ordem do subilelenatfo ila freguezia de
S. Fr. Pedro Concalve, o pardo Flix Francisco,
por riiiiie de furto ; a ortlem do subdelegado da fre-
guezia de S. Jos, ni 1 ionio Jn.10 Gnalberlo tle Mel-
lo, para averiguarnos pnliciaes ; e a ordem do sub-
delegado da freguezia ta Boa-Vista, o parti Jos
I ei n.miles de .1 lien un, para rorreccan, e o crioulo
Feliciano Antonio da Silva, por jogos prohibidos.
O delegado to le um de Na/.arclh, em sua parti-
ciparlo de 3 do enrenle, refere que no lugar de
Ai lie un, do primeiro deslriclo da freguezia de Tra-
runhaem, appareccra mora em sua propria casa, a
infeliz Antonia Maria do Espirito Santo, cm cujo
cadver procedendo-so a vcsloria achara-se muilas
coulusdcs, e signaes roxos tle pancadas por lodo o
corpo, en ali i/e. por diversas parles ila cabera, e o
pesclo quebrado, sendo voz publica que ftira asuis-
sinada, 011 mandada assassinar por seu marido Joa-
quim Jos Flix, condecido por Joaquim espada.
Acrretcenla o inesmo delegado, que o respectivo
subdelegado, se dirigir com inte;a para prender o
assa-sino, mns quo o nao leudo encontrado, conli-
nuava as diligencia de o capturar, e se acbava no
enlrclanlo procedendo a formaran da culpa.
llena guarde a V. Exc. Secrelaria ila policia de
Pernamburo i deoulubrode 1853.Illm. cExm.
Sr. conselheiro Jos lenlo da Cunha e Figueiredo,
presidente ta provincia. O tlesembargador Cae-
tanoJo da Silva Santiago, chele de polica in-
terino.
DIARIO DE PERMUBUCO.
Pelo vapor Cuanabara, dragado honlem to sul,
re-ehemoj jornaes do Rio-de-Janero al 26 to pas-
sado, da Babia al 30 e de Marci al o I.- do cr-
reme.
Tuda as provincias dese lado do imperio conli-
nuam a gozar de soreg.
Em lugar proprio dcixamos (ranscripla ararla do
nosso correspondente ila corle. Por ella, e oulras
Iranscrpcoe mai, sabero o leilore o que de mais
nolavel all bavia orrorrido.
Tendo sido prorogada pela (crecira vez a sessao
la assembla geral legislativa al 25 do pasado, s
nesse dia leve lugar a sessao imperial do cncerra-
mento. cuja integra damos em oulra parle.
No dia 22 do passario presin juramcnlo pcranle
a aeiiibla provincial, e lomou posseda adminis-
traran da provincia do Rin-de-Janciro, o Sr. conse-
lheiro l.uiz Antonio Barbnsa.
Pnrdecrelo de I!) tic agosto,, fez S. M. o Impera-
dor nierr to fom de moros lldalgos, rom exercicio
na na imperial rasa, aos Srs. Pedro Riheiro de Sou-
II Rezende, Eslevan Riheiro tle Souza Heiieiule,
Severino Riheiro de Sou/a Rezende e Heraldo Iti-
brirodcSou/a lie/ende, lili.,.- do Sr. marquoz tle
Valenra.
O Dr. Anlonio dn Nascimenlo Silva acha-sc no-
meatlo secretario do cirurgiao-mr tle brigada gra-
duado, Dr. Manoel to Rogo Macedo, na commissao
a cle confiada para inpeccionar os hospitacs mili-
tare desla provincia e ta Babia.
I.-se no Cnrreio Mercantil de 20 do pausado :
t> Foi espantosa a concurrencia ao novo Banco;
para usar ta expresso ta moda, diremos que rei-
11 m a febro e ardenlissima, da busca de ac-
ees. Pelos seguinlcs dados, cuja nulhcnlicidado
garantimos, podero o leilores avaliar a inlensida-
de ta epidemia : Pessoas aignadas I.HDO; que
inaiiilaram caria 1,200 (3,000); accOcs pedidas na
insrripcos 110,000; pedidas na carias 90,000
IO.OOO i.
O.torna! da fnhia, em seu numero tic28 do re-
ferido mez, publira u seguinlc :
t De urna rarla que se nos dirigi tic Sania-
'sofre extraliiiuososeguinte:
tt ITdo Miembro do 1853.
n No lermo da villa de Sanlii-lsabel 'Chapada,
urna escrava africana, tic Mannel Juaquini da l.u/,
por ser speramente reprehendida por sen senhor,
levou scus Ires lilbos de 2, 3 c i anuos de itladc pa-
ra o rio das Conlas. c lili, depois de os efogar um
por um, enforcou-se em urna arvore. na quiil linha
preparado nina boa rorda, c tiesta forma pertleu o
pobre proprielario qualro escr.avos! Talvez tlessc
lugar a senielhaiil- barbaridado da Africana o
exemplodo ler-se ha poucos dias enforcado csponla-
1 lea me ule um esrravo do minina luanlo Slipcl'inr
Hrginaldo, (ogro de Manoel Joaquim) que era seu
laeain. c ile esliniaean.
tr Heliraram-seasdnzc prarns de policia, que ba-
via em (otlocste (cuno para a villa do rio de Con-
las, e nesle 2(1011 mais dias, eniquaulo vem er
-iili-litnida aquella forra pelado linha, commanda-
tla pelo alferes Figueiredo, que se aclia no tormo do
Urub, lien este entregue a Providencia Divina ;
todava, pde-sc assegurar, que dentro da villa pou-
ruoii nada ptitlc acontecer pola inoralidadc dos sen
habitadora; porin 110 dislriclo de Andraby e
l.encoes es|iecialmento n.lo acontecer assim, por-
quen ranalba, niio vendo um hnm quarlcl com
proras regulares, nao deixa de commcllcr ciines,
especialmente nos dias tle fera.
ct Os viveros eslao por procos laes, que ser qua-
si impiissvcl as fabricas piulen in-.e sustentar, por-
que 11 familia de mandioca est a O^HK) rs. oal-
queirc, o feijilo a 2IJ000 rs., o niilho a SflcflOO rs.,
o louclnhu a ItiSOOO rs. a arroba, o easoear a I2
r.. a arroba, o islo continuar ser peior al o mez
de Janeiro, quo he qu.....lo esperamos diminuir a
falla desses genero, se as rhiivas vierein cedo. A
cmara municipal c ns autoridades leem providen-
ciado para evitar n monopolio nesse genero, po-
rin os otravessadores vilo sempre esperaros rocci-
ros ftira da villa, ctiesta forma o tliamantes, que
tiram os lavrislas, mo podem rhegar para sua
enorme tlespezas, agora principalmente que, por
fausa da presumida guerra na Europa, os tliaman-
tes lem bailado dos precos, quo conscrvavain.
- Fareinus volos para que dcsappareca lal guer-
ra, ou ao uranosa sua probahilidade, para niio sof-
ftei ni, 1- a ralamidado ta fome. 11
Tlnha regressado a Maceit, tle sua diligencia .,
villa da Imperatriz, o chele de policia interino tas
Alagoaa. Eslava aeahatia a agita{o, que all se ma
nifcslara em consequoiicia do castigo do guarda na
cional.
26 B.
-" l'^cmbaradlbir Joronvino Marlinianol*ShcM
28 l.meralalOuioCtlTaSeara.
1 llr. I rain isco.rle Ah- ile llveia Maclel.
:lll llr. Jos Qulalinu de C.islrn Lelo.
31 Dr. FraiiciseuCnie.ilve.deMorae.
S Commendader Dominaos Malaquias de Auuiar
Piros Ferreira.
33 Dr. Joaquim (onralves l.iina.
31 l.ennardo Bezerra de Slqueiro Cavalcanli.
35 Patlrc Marcal Copes to Siqucira.
36 Dr. Joaquim Pires Maeliado Paridla.
Um eleitor Mnribequente.
COMMERCIO.
PRACA DO HFi.ll'l-; i DK OFTI BROAS3
HORAS DA TARDE.
Colac/ies odlciaes.
Camhiu sobre o Rio tle Janeiro15 tl|v 1 por cento
tle premio.
Desconlo de letras al o lm do correle mez6 l|2
por ccnlo ao anuo.
AI.FANDEOA.
Rcndimonto do dia I a 1.....29:1519289
dem do tlia 4.......13:9l6j5tl
13:0678803
Detcarregam hoje 5 ile nutitbro
Escuna bollan,le/a.llbert barra del, no.
Barca brasileiraIpojucapipa vasias.
Barca porluguezaOlimpiarehuas e batatas.
Importacao -
Barca porlugueza Olimpia, viuda de l.islioa,
consignada a .Barroca & Castro, manifeslouo sc-
guinle :
37 pedras de radiara ; a irmandade to SS. Sa-
cramento.
21 .acias rera em grnme. 7 raixas dita lavrada.
10 pipa, 150 bnrris v inlie, 100 barr louciiiho, .30
pipas vinagre, 8 caixaa chapeos de pelloe pellucia
prela, 2 caxoles mercurin, I lata rap, 1 caixulc se-
ment de horlalice, cenleio, trigo e cevada. 1 rai-
xolcvernia, I tlilogalllo derelroz preloeamarello,
3 livroso gallo tle ouro, 175saccassemea, 20 hur-
ris cal, 30 ditos azeile lloco ; a Thomazde Aqino
Fnnscra A; Flho.
2 raixoles livros ; a Miguel Jos Alvos.
2 raiiinhas mercurio, 3 barricas rera em grumo ;
a Manoel Joaquim Hamos e Silva.
8 raia cebla ; a Jos Maria Sampaio.
5 ditas rap ; a Joilo Jo de Carvalhn Moraes.
10 cauastra aihos; a Domingos Kotlrigues de
Azevcdo.
50 barr rol ; a Francisco Jos l.eile.
10 canaslras albos; a Barroca A Castro.
12 harrira cera em grumo ; a Juo Pinto de Ce-
rno rX' Filho.
2 raixolinhos raii, 10saceos farelln, 3 caixasdro-
ga, 1 dita alnnctcs de ferro, I tlilaespermacele, I
dila canfora, 1 dila ail. I dita oleo, 1 dita alfaze-
ma, 1 barrica senneein follia, I caixotinhodoce;I
Polycarpo Jos l.avne.
1 caixa lorneira tle pan e canudos tic chifre para
borrarba, I caixolc caudieiro, escrivaniihas, pe -
fumadores ludo de lato. c tesouras tle ferro, um
embriiilio pe neira tle rame aniarcllo ; a Antonio
Joaquim Vidal.
25 barricas batatas; a Anlonio de Paula Fernan-
do! Eiras.
18 liarris vinho, 2 raixoles rhapos tle pello, I di-
to niereiiiio, I tlilu capsulas de rupaliiba.borscguin
de cascuiira, aimorarizes de vidro, Icsuuraspara cor-
lar papel o navalhas tle barba ; a Augusto Cesai de
Abren.
I barril viubu ; a Francisco Gomes de Oliveiro.
10 barricas cevada. 80 barris cal, 2000 mullios tic
ceblas, 1200 reste'as de albo, 50 barris rliouriras,
100 eaias btalas ; a l.uiz Jos ila Coala Aiiiurim.
10 pipa o 25 barr vinho, 5 caxoles velas tle
cera, I emhriilbn esleirs para sala ; a Oliveira ir-
mao A Companhia.
10 barris vinho, 16 barricas alpisla, 50 canaslras
hlalas, 55cai\as cera em velas; a Franriscn Seve-
riano llabello A; Filho.
10 pipas c 10 lucia, dita, vinagre, 30 saccas pi-
inenla ; a Marli.iiln & l'inlieiro.
I caixnle livros ; a Uno Fcireira Piulo.
1 tlito livros; a Leonardo Anluncs do Alcira llen-
riques.
2 caixOcs chapeos de pello; a Anlonio l.uiz de (MU
veira.
3 barris vinho ; a .1, lu I. Voulc.
30 barr cal ; a Sehasliao Jos ta Silva.
12 barricas cevada ; a Anlonio Joo Alves.
7 fardo ervas mediciiiaes ; a Anlonio Pedro tas
Neves.
I calile salva c um diccionario ; a Joo da Con-
ceirao Bravo.
1 fardos, I barril o 5 raixas drogas; a Barlholoineo
Francisco to Sou/n.
I'i caiiolea drogas, I caixolc cha, 3 barris vinho;
a Antonio Jos Fernandos.
I caixnle vitlros vasios ; a Jos Alcxandrc Hi-
beiro.
I caxoles uarrafasvasia e vitlros dito. I dito dro-
gas ; a Joaquim to Almeitla Pinto.
i caixas rociaduras e feirhos pedreiros, 50 liarri
ral, 20 caita! rera eni velas, 6 barritas dita em grn-
me ; a liento (.antlidu tic Moraes.
20barril vinho, 5 dilo vinigre ; a Deane Voulc
di Companhia,
I caixnleoom I braco de balanca ; a Anlonio Al-
huqucrqiic Mello.
15 caxoles rera em vela, 10 pipa vinagre, 19
barr peive, 33 ditos luuciiiho, II dilo azeiledoce;
a Manuel do Roso l.iina.
30 canastro batatas, 12 caixas ceblas, 6 liarris
sardinhas; a Anlonio Alves Vilella.
1 caixolc doce ; a Anlonio Pires Ferreira.
50 sartas snicas; a Joaquim Jo-de Ainorim.
80 caixas hlalas, 11 saccas feijilo, 3 caixas bi-
cha-, Sviveiroe c H galnlaj canarios, 21 dilai i asas
le rame, 3 ditas de calina ; a Domingo! Jos de
Oliveira
sileiro 6'utinafnzra, com
fragata Cosa l'erelfa. I
roimao Jos do VWeiins eesrri'viv
Angelo Ca los Mupii, sua familia o 6 n"'"'1
ilepiiina>s, Doiningoa de Suuia l.^ .'",.'
lia e 3 escravos, Jo5o Jos Ferreira de' V.',',''""
e-cravo, Franrisco Xavier !>.., B,rr(,,.,''r
io.Jq""o.........deC......o c Ilatn \?''
ci*co de Paula Bapmta o I criado \fl( '"'
Iho tle S e Albiiquerque e 1 erlado f ':"
Domingues da Sil va.sua familia e 2 ewi nnr^
gusto Frederico tle Oliveira e I isrTn"?' l"
pho Jos Correa das Nt-vcs e | t.,.r,^' "ndoi
' ja
'"denle o caij. ,
?*ir. seiiSj'!'
Vernaudes Vidra e I criado, Aejoi.;'. ".'"'l
lia fainilia* 3 eseravos. si'!!"', i""1' Ma
lo liaspar de Almeitla. Jos Tlioni, a'11?!'1"'-
eb.'d
iiomj, rtl>
Sam,.
Almcida e 1 eseraro, Vlrlato Bano,r, ""
Angelo Custodio Corroa e 1 criado Jo*, i '
Pimental de Magslhlle. e I rrin|0 ."NW'n
Marlinlano Flgueira tle Mello e I esrravo v)n'
ciseo Carlos KrnndAn e I rriadn ., p rran.
nqninil'criMiii|ni|,jr
l.iborio 1
Jo^Tei-
*lHWn I
aoileSo,,
l-prau|| I
cisco Carlos Krnntlao e 1 criado a |->
Almeida o Albiiqueripie ; Jorge Co.|a n *
to Furlado tle Albnquerqne e 1 esrravo "
noel Anlonio Basles, J""
la e I rriado, rdele I.
xeira Basto, Simio Jos Alvos da CotbTu
milla o 5 eseravos, Anlonio Moreira de s'
Mcirellr, Jalo Jos de Mirantla, Manoel J!",'
Abren Faria, Jlo Francisco Maia, PfdIn (- '
rea Vlcira, Pedro Anlonio de Alun-id* i.
Jos Fraudare Moreira, Joflo Anlonio Vi,
Claudino ArTonsn de Carvalho, 1 '
FerriSo, Alfred Mornay, Jos Mareol
ia, Francisco Ferreira ile Andrade,51
excrcito o I desertor.
Buenos-Ayres:I2 dias, briauo hcspanhol /^^
do, de tS toneladas, capullo Jlo AloraiVwn
equipagom I2i carga carne secca ; a AnUo
t\- Hrvan. Veioreeeber ordem o segu pjrlii'
vana.
Rio de Janeiro U dias, briaue inglez /InMm-l
de 111 loneladaa, eapil.lo J. Ilarl, rquipacem |i I
cm lastro ; a James Crahtree It l/irapiii,!
Veio rorelier ordena e seguo para TerraNnn|
Sedncy90 din, barca ingleza .s'iirje, de >oi4I
nelada, capillo W. Morres, equipaaero jn,a.F
g,i 1,1a e mais gneros : ao capilo. Veiorcn!
car e segu para Londres.
Paraliiba(I hora, briaue inglez de guerra ji, L
commandanlc Warren. Seguio para a K*, I
seu tlcslino.
Rio tle Janeiro1,3 dias, charoa brasileira C.,,
en, ronimandanle o primeiro-lenenle Migutt \l\
Ionio Pestaa.
Sacio* aliido no memo din.
Cainaraeihelliale brasilcro .Voro Deiliuo, no
Ir Estenio Riheiro, carga varios gneros, Pj,|
sngeiro, Manuel l;eriiaude dos Sanio- hmp
le c I escravn, Manoel Paulino da Silva (mili I
Kosalino Jos Sereno.
Terra NovaBrigue inglez l.adg Orlarle, tn
tienrge Roberlson, em lastro.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsoiirariaproin-I
cial. em ciinipriinento da ordem do Exm.Sr.mi
sitenlo da provincia, manda fazer publico,quer!
dias 25, 26 o 27 do corrcnle, parante a junta ent-
ienda ta inosma Ihesouraria, so ha
presenil'
I'ERWMBICO.
CMARA MUNICIPAL DO RECITE.
6.SESSAO'ORDINARIA DE2I DE SETEM-
BRO DE IH53.
Preidencia do Sr. bario de ('apibaribe.
Preienlcs os senhores Barros Brrelo. ReL'o, Dr.
S Perciro, e liameiro, fallando os mais senho-
re, ahrio-o a ess,io, e fui lida e approvada
a acia da anlccedenle.
l.cu-sc uma pelicio vinda da presidencia, para
ser iubirui.nl i. tle Brlarmino Alves do Arocha, em
que diz que se havendo habilitado para arrematar
o. retid i meu lo. d... ra-inlias ila ribeira du pe ve da
freguezia deS. Josti, nao poder!, por seos ahueres,
comparecer logo cedo ao paco municipal, e quando
clicuara j elles eslavam arrematados por a quanlia
tle 95IKOO0 rs., requerendo a S. Exc. Ihe mandas-
e entregar a rainha por 1:0501000 rs., ouquede
novo fosseip em praca por esla quanlia.
Posla em tliscussSo, resolveu a cmara te infor-
ina.-e S. Ex. com o oecorrido.
Foi lido o licou prcjudirndn um parecer ila com-
missao de edificaclo sobre a obro d'um oillo da ca-
sa numero, da ra do Rangel, da qual he procu-
rador Antonio Jos Lopes d'Albuquerqiie, resol-
vendo a cmara quo o aillo tlevia ser feilo tle ron-
l'tirinidade rom o disperto no arl. 10, J 7- das pos-
turas, i-i" iie, com frente regalar da casa.
Foram arrematadas |wr om Inrnnio, osaluguem 22 Dr. Jos Francisco da Cosa Comes
das lujas u. 18 o 20 da praca da Independencia, |-23 Simplicio Jos do Mello.
Sr. Redactores.Temos conscieneia que o nos-
so vol he livre, e quo a esculla deve recibir cm
pessoas que hciicflcem a musa provincia, mormen-
Ic no inlerior.que se acba abandonado pelo senho-
res candidato! que habilam na cidades onde nada
experinranlaindascstaccs.maaquc mieli/meni,......
perseauem regularmente, c por isso os nnssos csco-
lludos ueste collegio seo aquellos que justamente
teni prestado serviros a conrarra, e que se acharn es-
quccidns no grande nunieru que vejo a cnla dia pu-
blicor-sc no seu cnnceiluatlo jornal, mais que por
nos sempre Icmhr.idos
O dous eleilores de Garanhnns e Papacara.
Os seubore:
Dr. Marco Correa ta Cunara Tamarindo.
Dr. Joilo Franriscn Duarlc Jnior.
Dr. Jos .Nicolao Rigueira Costa.
Dr. Franrisco Machado Dias.
Vigario Nemesio de S. Joilo dualbcrlo.
Anlonio Vctor Correa.
Sr. redactare. Tendu de volar nos eitlados
abaiio declarados, por julcar que os me-ino. pos-
suem as qmilltlatles precisas para tlimiamcnle re-
prescnlnrem a heroica provincia de Permimhuco
rogo a Vv. Ss. que Iransrrcvarn cm seu acreditado
jnrnnl os nnmes seuuiiles :
1 Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanli deAl
buqiierqiic.
2 Dr. Cosme de S Pereira.
I Major Anlonio Jn de Oliveira.
* Francisco Raphael do Mello Reg.
5 Dr. Ignacio Joaquim de Sou/a Lelo.
(i Coronel Manoel Pereira da Silva.
7 Dr. Francisco do Reao Barros Brrelo.
H Padre Venancio llenriques de Resende.
9 lenle .i...,. Pedro da Silva.
10 Coronel Anlonio Francisco Pereira.
11 Coronel Agoslinlio llezerra da Silva Cavalcanli.
12 Padre Vrenle Ferreira tic Siqueira Varejlo.
13 Coronel Francisco Alve Cavalcanli Camboim.
11 Dr. Caelano Eslellila Cavalcanli Pcssoa.
15 Augusto Frederico de Olivdrn.
I Dr. Vicente Jusliniano Bezerra Cavalcanli.
17 Bario de Capibaribe.
18 Dr. Manoel Jos da Silva Nciva.
19 Dr. Antonio Rangel tle Torre Bandoira.
20 Dr. Franriscn Joilo Carneiro da Cunha.
21 Anlonio Carneiro Machado Rio.
1 barris vinho, 25saccas snicas ; a ordem.
50 barr cal em podra ; a Aulunio Jo- Leal
Res.
50 lilos col cm pedra ; a Chrillovlo Ferreira
Campo*.
5 mcias pipas c 20 barr vinho, 8 lucias pipas \ i-
nagre, 10 barrica! semeas, 10 liarris hauha depur-
en, 10 tlitos louriiilio ; a Anlonio Joaquim de Sou/a
Ribeiro.
30 lacen semeas ; a Jos Afibnso Moreira.
I eiiibrulho guardanapos do linb"; a Feliciano
Jos I ionios.
caxote com braco de balanza c 6 livros; a Ma-
noel Jos tle S Arauju.
I feiche ile louro ; a Francisco Ribeiro.
I dito dito ; a Jos Martn Damao.
268 pecas; a Francisco Anlonio Pereira de
Brilo. '
33 ditas ; a Joaquim Flix Machado.
Barra brasileira Ipojuca, viuda do Rio de Janei-
ro, consignada a Jos Candido de Barros, inanifes-
tuii oseguinle :
200 pipas vasias e 6 vasos rom llores; ao niesmo
conalgnafarlo.
Vapor brasileira Cuanabara, viudo dos porto do
ul, manifestou o seguinlc :
2 caixa; a Jos Saporily.
I dita ; a ordem.
1 dill ; a Ricardo Frailas & Cnnijianhia.
2 paroles; a Novaos 4 Compaiiliia.
1 dito ; a Chrislianj Irman.
1 dito ; a Jos Joaquim tic Amorim.
2 ditos; a Casimiro Pereira Castro.
I eaixinha ; a ('.. J. Allev.
I embrulho; a Bartholomco F. tic Souza.
I dito ; a .1. Keller o; Companhia.
I parolo ; a Joilo Francisco Araujo Lima.
I encapado; a Antonia Jos Cocido.
1 volume ; a V. T. I', tic F. Colilargo.
1 caixole ; a Jo.lo Soares Martin.
I encapado ; a Fr. Custodio tle Sanl'-Anna.
I caixole ; a Firminu Anlonio S.
I dito ;ao romiiiaudaiitc das arma.
CONSULADO (ERAL.
Iteiitlimentn dn dial a.'l.....t:723$063
dem du tlia 1........ 2168987
de arrmala
a quem por menos licer, a nbra do 1.- |jnm ila e-
Iratla ta Becada, avaliada em 11:6529556 ri.
A arrenialacao aera feila na forma dosarliw
21 e 27 ta lei provincial u. -86 tle 17 ilemaiofc
I8.5I, e sol a clausulas especiaes aliaixarapbata,
As pessoas que se pro|Hizerem a ola arremalarj,
.....11.......un na sala tas scesScs ta mesilla junta i
tlia lrinia declarados, |ielo meio dia, roinnliMP
un ule habilitadas.
E para ronlar se mandan adlxar
publicar pelo Diario.
Secretaria ila Ihesouraria provincial de l'ernam-
liuro. 3 de solendiro tle I853.O secretarlo, ./mi.
mo t'erriira d.liiiiiinciacilo.
Clausula eipeciaei para aarremaliicm.
I." As obras do i.- lamo da estrada ilaEnai,,
lorio [citas tle ronforinilaile rom ns plantaseprr-
fi longitudinaea e Iransvenaea, approvada pela di-
recloria em consellio e sulimetlitloscoin o nrramet-
lo a approiac.lo do Eim. presidente da |iroiinrii.
na iiup.irlaucia tle ll:652556 rs.
2." O arremalanto tiara principio as oliri* M
prazo de tunta dias, e deven ronclui-las no dea*
anuo, ambus contado na forma to arl. 31 da le
provincial n.286.
3.a O pagamento i\a inqiorlancia da arrematar
sera fi'ilnem qualro preslacoe iguaes; a priinein,
quando live a lert;a parle das obras concluida- :i
sceiu.da, quando tivcr o tlous terco ; a lerreira.
quando ti/er a entrega provisuria, c atpiarta, de-
poli que llzer adetiiiiliva.
1." Para ludo quanlo nao csliver determinad*
na preseules clausulas.scguir-sc-ha e que ds|ilti
lei provincial n. 286.Conforme.O sccrelarie,
./. JA it'.l/iouniiorao
A cmara municipal do Hcrife Iji |iulilirc,
,uo cm virlude da aulorisarao que lira foi roo*
la pelo Exm. presidente da'provincia, rndala di
2H to prximo lindo, estonio em praca, iionoxc
suassessoe, no dia 5 Jo crranle, as renda! das ale
riefles por I2:0(K>8 rs., e o imposto tle 500rs. Han
ralieca tle gadovacum port1:200-' rs., com um aba-
le naquelle, de :!:IKH!j(KHI tic r c nesle, de l:H
rs. : n prelentlenle podem comparecer no men-
cionado dia, Humillos de fiadores habilitados na fer-
ina ila lei, para poderem arrematar tlilas remus.
I'.u.o da cmara municipal do Herir 30 de siItm-
hrotle 1853.llanto de Capibaribe, presitlenlf,-
Monocl Ferreira .lerioli, oflicial, sen indo di*
crelari".
Pela adminislrar.lu ta mea to consulado, s!
fal publico, que no dia 8 to corrente a luna tura di
lano, se ha tle arrematar cm hasta publira, a |.rti
ti! inesnia, e na forma determinada nos ai I-, Js-f
291 to regulainenln tle 22 de jiinho tle 18:16, miu
caixa comassucar branrotlecgiindaqu,iliiladi,rtiiii
15 arrobas o 20 libras, t 19950n. I arroba 8SM
rs., viudo do engolillo Cruci da provincia das.Ui-
c apprebenditla por o guarda ronferenle J'wo
llaplisla de Araujo, por inexarliilao de lora.
.Mesa do consulado tic Pernainbiiro 1 de oiilabr
ile 1853.O administrador, Joio Xavier Carnal
da Cunha
Pela ndminislraro da mesa do consulado, *
taz publico que no dia 3 tle oulubro prximo futu-
ro, a urna hura da larde, c lulo tic arrematar t!
harta publica, a |wrla ila mesma, e na lornia ileltr-
minada no arts. 288 c 291 do rcgulamcnlu de de
junbo tle 1890, 2 caixas cun assucar blanco de *
ganda mulidade com KHI arrobas c 18 libra-, >
I950 rs. a arroba, 2138616 rs., viudas dos enginbi
Barella c Bom Lugar da provincia de Macelo, e p-
prehendldaa pelo guarda ronferenle l.uiz (ionuu
do Senna, por inexarlidan tle laras.
Mesa to consulado de Pernamburo 28 tle selcinlM
de 1853.O administrador, Joto Sacie Cacurir'
da Cunha.
ItMOJjOSO
DECLAfiAqO ES.
CORHKIO
je ('>) ao meio tlia, e tlepoii
ment tle lacrar, rccchcm-si
(iKH.VL.
As mala, queden
conduzirovapnrOVii-
nabina |iara osptir-
los do norte, prinn-
nfan-M a fechar bo-
dei lior.i at n n.o-
ilenrias rnm
coi res poi
.u
, i V
DIVERSAS PROVINCIAS.
Keiidimento to dia 1 a 4..... 1808718
Exportacao'.
Liverpool, barca fraureza Occidenl, tle 350 tone-
ladas conduzin o seguinlc:79 caixas o 21 saceos
com 3,696 arroba de assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DEPERNAMBL'CO.
Rendimenlodo dial......1:1.508979
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnto tlodia I a3.....1:6l6sli2
dem do dia I........ 1678755
1:813989;
MOVIMENTO DO PORTO.
Ainros entrado no dia i.
Rio de Janeiro e porlos intermedioTdiasetl
horas, c do ultimo porto 15 l|2 horas, vapor hra-
ti parle dupla: os jornaes llvenlo arhar-sc n"
reio 3 horas anles.
De ordein do lilil. Sr. capitn do |iorl", a
publico, que nao hnvcudo os inleiessados da 011*1
brasileira Eperanea, liratlo-a no prazo tnarcadeal
artigo 11 to regulaineuto das capitanas, prejudicial ao porto, em que foi a pique no da '"
do mez de setembro prximo passado ; cm iirlii',e
do nano arlieo pana a mesma rapitania a lemai'
seu carge a tlita barca, alim tic cumprir o ili-!'-1"
no mesmn artigo. .Serreta) ia da rapitania dii|wi'0
tle Pernamhiiro 1 de oulubro de 1853. No m|*'
tlimenlo do serrelsrio,
.'ooo Robera .liignilo da Sllr
A capitana do pnrlo convida aos senlio"-
nos e oonsiinalnnos dos navios, lauto iiacioniie'
romii estranueiros. nenviai-lhc eonl a proalvcl W*j
vdade a nula dos di.liiiclivos do. navios noellioi
pe lenrem, ou Ihrs siio cousignartos com mais frr-
uencia, assim como a do mnslro em que sao l
..islinrtivo rolioe.nl,- ; i-to alim tle Ibesmf'g
niinriailos pelo l.-legraplio logo que apparerarn
ueste porto. Secrelaria da ra|iitauia to parlo
Pernamburo i tle oulubro de 1853. No impetli-
menlo to lecrelarlo,
Joto Roberto luijutto da Silva.
Continuando a cbranla do imposto ,p
KKISOOO r-. por r.rravo exporltlo paro fora'i1
pituinria, a ser fcila pelo consulado provinri'1"
romo he rxpresso no arl. I.- do rcgnlamcnlti'l1'
31 de agosto to rorrenle anuo, mantlatlo observar
pelo Kvin. Sr. presidente ta provnria, o adniun*
Iradi r do mesmn consulado manila publicar para
cnnliecimentoile quem perlcncer o arl. 10 do ri-
lado regolamenlo.O capilleta medre dem-
ttarcac,es, parliciparflo rom antecedencia ao atlni-
nislrador do consulado o dia o hora da sua -aluda.
llm de que pos-a elle per >i oo por algum empre*
catlo, visitar a embarcaran, sempre que julgai con-
veniente.
.Inlonio Carneiro Ma.cado Ru"-


LOTERA DO RA W JANEIRO
Resumo da cxtraccao' dos premios da
58. lotera a beneficio da Santa Ca-
sh da Misericordia desta corte, ex-
Irahida em US de setembro de 1853.
3
QUINTA RECITA DE ASSIfiNATUIA.
01 VliTA Im\ : DE 0LTIBR0 DE 1855.
Debut do artista oSr. Dionizio Francisco das Cbagas.
Daaaii que a artheaM liver ejecutado nina eircllculo uuvci tur-', dar-.-c-tia prlelpio a represen.
,Hu da miliaceila tragedia em J acto, inltulada
D. IGNEZ DE CASTRO
-cnida do arlo da coroav.o.
DISTRIBUIQAO DAS PARTES.
Personagens. Actores
......................O Sr. It*i
I). AfliHWI......................
|i. Ilro.......................
Babiiudor......................
Coell..........................
rniici'ii.......................
Mlirlti........................
|i. Nimio.......................
i>. lana.......................
Elvira........................
li.tin rncnlnM.....................
Il.ir.i lim au t >perlaculo a iinijlo forusii comedia em I acto, denominada o
A Si
Monillo.
AmoiMo.
Ihverra.
o Memle.
a Coito.
i> Coirebra*
D.Afonoola
i Or-al.
V N.
PIHXOllltO
ou
i ,ii,iii o. prinejpaea papis desta comcilia aafenhoraa IM>. Orsai, o Joanua, o os Senltorea Coila,
/-1I.I. Hondee, oCoimbri.
A Iraacdia IGNEZ DK CASTRO j.i lio rala no (heiros desla idade, mas que nonca Jel-
\m rieaoradare aer bem ..rollu.l.i do publico, fot ncolhkli para nelli ilebutor Sr. Dlonfelo fhzemlo
,, i ir ilr I. Pedro, que ',cm HU o publico tpiu forlc clin he, ifm de mostrar o scu hlenlo lio ipro-
rado nollicalro de S.JoSo da rtdada di Baha.
Discpulo do diaUnclo artista o Sr. Jofio Caetioo dos Sanios, Imlruido c sogoidor da sua escola, o
Sr. Duoizi tai uma rica acquist'.'lo que fe/, a actual empre/a tiesto I lien tro, a qual osla disposln a fl-
tei lodos O' sacrificios para lomar a Ma companhia a (Vlclhor pie fir possivel: o |iul>lico se afrailara
kobrcmaneira dos Irabalhoi doSr. Oioiizio no carcter de salan em < 11 c reprsenla.
O* billirtcs Bcham-sel \cmia, desde j, nu eccriplorio Priiiciiiarii a- IS horas.
AVISOS MARTIMOS
PARA A lAiliA
H;nirr brevemente o liiate oacional
Fortuna, cu ni lito Josd Severo Morera
liins: para o reato de sen carregamen*
lo p paMagei*08, trota-sc com os consig-
iialarOR, na na da Sn zala n. I-Vi.
Para o Pono.
Sahlra breve o bmi conhooldo brimic porlngaei
Harta i'i'iii. capitn Ifonrencjo Fernandos doCar-
m: qoem no mesmo qulier earrogar, ou ir de pea-
sueni. Irnlem com o dito capltlo na praeja, ou com
aconsigulnitario Aulonio Joaqnim lo Souza Hiboi-
(. no son escriptorio, na ruada Cadeia u. IH.
Para o Rio de Janeiro
Segu com brevidade o veleiro brigne
iiiciaral Elvira: pam carga, pawagei-
roj iMseravos a fretc, Ii'.itn-st? com os
roi.tiar.ntario* Machado A Piiheiro, na
na ooVif?arion. 19, segundo andar, ou
rom < ca pililo na pra Para o Aracaly aahe rom luda a brevidade o
iit;iic.sM( cruz quem nelle qoizer oarregar on
re passiiam, diiija-se a rua daCrux, n. 15,so-
llado andar.
Para o Bio di' Janeiro
ibei barca nacional Ipojum neslesoito diis: para
rulo da earaa, asslm como paasacelr a e ewravos
a Pite, para o que ofleroeo os melhore commodoa,'
nt|ji-.p un ra da lruz do Itcrjle. esrrl|ilorlO u. ''.
Paran Hio do Janefroieauo rom brevidade a
"ni ronhoctdfl eieana Galonte Ufara: para car- '
, pamamlros e escravm n IVete, Irala-serom Joiio
inlonioda Silva rillo *Si Comnanhla, na roa 4o
Visarlo n. \, mi com o eapItSo Aleimdre Jo-.- Al-
na piara do commercio.
Preclta-M de una ama turra ou capli\a para
casa de pouei familia, que eugomme a eoilolie :
quem prelender, dirija-oe ra to Qaeimado n. 7,
loja tic faienda, que acllir/i ruin quem Iralar.
Proclsa-se do urna ama para COlinliar e com-
prar : na ra Ih'reila n. 7.
Precisa*ie ilugar umi prela, eacrava, para
ajudar ao servicode uiu.i casa de lamilia : a Iralar
na ro Anguila, can do Joa Ignacio Kiheiro, ou
na na to Trapiche, arma/om do Sr. M. liineiio.
Desoja-so niuilo que o Sr. Jolo do lleno |;d-
cAo, ou alunen) por s, ippareca na ra lhroila n.
7J, a negocio que ihe dli reepeilo.
Para (|nem precisar.
rmiii*^ hbil
mullo lid : a
iralar na rua das (anco Ponas u. 3, taberna.
Aluaa-se o primeiro andar da casa da rua
do Vfgario n. i<; asslm como um mnioque, de l>*
nnnos, para bolcqufin, ouservloo de casa, por j
leralgum principio, c lambern veudo-se um prolo
huiu |>ara o malo, de St innos.
Precisa-se de un rozinbelro rorro, ou rapltvo,
para un i un olio dfstautodosll prai.a 7 leguas : na
la ImperiaJ n.7, na [abrlca de vinagro.
Preclan-se iU' um caixclro, tic 12a II anuos.
para taberna; na rua do Fortedai Cinco Ponas n.
2 : na ine-ina [alenla preclsa-se fallar com o Sr. Jo-
Custodio Brasa, a negocio do inler
Aluga-sc ummolequedo lOanno
para lodo O servido de una rasa
1 N. ICV. . 20:0(KI,s()l)0
1 .. V755. . IO:00O,<(O00
1 | 1559. . 4:000x000
1 .. 2!)75. . 2:0O0.sO0O
6 (>(>. 10VO 2899,
5025, 5fl!H 5077. I:000j000
0 589, S5I 1875,
-255(1, 5782 VI 19,
I98, W95 M34,
5052. . 400x000
0 >. 551, 707 775,
S (,1515 1555,
2159,2585 2090,
5195,5282. 5285,
5195, 21(1 1550.
5050.5228 5597,
5597, 57911 200x000
0 .. 58, 95 144,
259. 555 502,
552, 55( 570,
058. 720, 755,
700, 875, 97 i.
1120,1189. 1 555,
1558,1509, 1057,
1081,17(5, 1890
2018,2117, 2108,
2285,2*95, 2745,
2702, 289i, 2955,
29*0, 5252, 5204.
5078, 5092, 5700,
5982, i 1 50, 4160,
1394,4426, 4445,
4458, 1518. 4553,
1854, 4959, 509(1,
3418,5456, 5467,
5558, 5027, 509(1,
5958, 5975, 5998. 100X000
100
IS00
' 1 .- _ito:'
V*3f i~
:TESZ2.
aviso .\(i Commercio.
. .J Os abnixo Miignndoi continuam
' ,! ii (runquenr n loila as chiste* em
t< jenil <>s seus sorlimcntoi deazen-
|>or l)ii\ns ircriis nao' luc-
ilina piva mi urna duza,
LEILOES.
O agonlc Olivcira Tara Icil.lo por conla c risco
(liiciii pertMiter, en, fonlann.poiii'o -ivariadji, \imla iln Fimn. pelo
l%in Jhriluim r Sarah : quiiLi-fcira. Sdocorrcn-
. as 10 hora* ila niailhjla, PO.rnMtt.ia 'Ii'- 8rs.
Huiros Kook'i i\ C .inpaiiliia, beo do Goncalvei.
Quinla-lblrs 6 'i" cor-
rcnlo, as 10 e mpia ho-
ras da manliiVi em pun-
i, o a'-'pnlo Aiitiines,Ca-
ra Icillo cni son arma-
ron!, roa ila Co/. D.35,
do iiinilc sorlinionli
lulidadon, honos c UMdos inn rarriidio do qoalro
l.i- para J cavallos, rom pooco oso, envwffiMido
i* novo, com srrelo. novos, assonlos psr. i poHoa.,
"Iti.i separada, encllenlos nudas, em ludo obra
aila o bem acabada viudo do l'r.moa por oncom-
wuila do nula pcnwnaR.ni dosla oidade, c podo
.aidicniscnir para um liom rarriulio do alocoel,
pelw connnoilos que lem S por sor mullo Cirio ; nm
rico ipiadro dourado, conleodo um relogio de pared.
rom nurhinismo que faz. Iraballiar uuia Mirada de
ferro, movcns duas linlias do oarrclas, voar Iros
, bordojar um navio, (raballiar um moinlio,
lUiln aronipauliado por msica do dilo quadro ; o-
bras de piala vellia sem fciliu, una porfo de Boro.
liliriaes para enfeitcs de scnboras, onlra dila de
abnele, linos perfumado., espingarda, para rara,
n.....portan dacliaptes do paitad. llalla para lio-
Miom o menino., um cofre de ferro balido, Charutos
'l'ltliia, um roloRio de pared, rom tais., proprio
l'ii.i alnim oslabeleciinonlo ou rcparlicflo publica,.
nuIros rooilos artigo. queserAo v.ndido. a quem
man ilr.
ngiai
nu de I'iiv; <
ijiicliu Pitan
AVISOS DIVERSOS.
Os wnhora arremaunle das rendas das lojas
J pracs da lndep.nd.nela podera comparecer
f*i -ou fiadores na serrelariada cmara municipal,
a as-ictiaroin os rj'spcclivos termos.
(I< .bailo as-ianados lem ainia.nolnionle dis-
"liidiia iiiodadoquelinliam na loja de mlud.ua
1' 'na do Caliuu n. B, sob a raido Siuiiics Uor-
C. i',ni.Id liquidadlo (aillo do activo cmodo
i lito l.i eilincl. firma, a carRO do socio Burees.
i mionio Simei, l'itenle M'.utriro Dar-
A pama que lirn urna carta do crrelo, vin-
dosul, paraTri.uH) poocalres de Aleocar Pto-
fttoeenn, queira 1er a bondade do onlroaar na rua
" n. n.
Alusam-so dnus prelns para o M?rvco do pa-
ia: a Iralar na rua c-lrcila do Rosarlo confron-
"'igrej., casan. 1.
niivo deposito da rua estreila do Rosario,
'i'tifrniiiea iiireja, em direccao ao Carino, casa n.
' Irha-M sempre prvido de po-crioulo, proveu-
'' .'"Lido o romniiim, lodo fabricado com U mc-
"l,,["- ftninhs. do morcado, assim como bolncba,
["""'I" Ii"las as massas, bisooitos e falia. doces,
j^'liiius pora pdo o compras na rua, ditos para cos-
U[" o Inicias ; conlinuando sempre a rccclior-se
nea. >puU|o enrommenda. do pilo-dc-ls, podlns,
'liiilm. o bandeja, cnfeilada. para cba, com doces.
p l'rocisa-se do una coiinbeira : na rua da Ca-
*ia de Santo Aulonio, sobrado da esquina n. lt,
{HTIOdo andar.
Precisa-so do um boro padoiro, que Irabalho
f""n> l'ao, bolacha c bolacliiuba.para a Parahiba :
J ""lar no srmaiemn. 33, confronl. a Madre de
"o i (ai^e bom ordenado.
\] ibis ni
:fl DOldi
ira i dinlieiro, ou o nrazo, conforme
j1 se ajuslar : no sen armazem sfj |n-iri do Coi'iM) Santo, esquina da
f mu do Trapiche, n- 48. llos-
iniii Rooker & Companhia, nego-
ciantes ii'fjlc/.f. Os mesmosavi-
illoao ropeitavel publico que abr- >
rain no 'lia 5 do corlente iluv. u K t
sna Inja de fa/cnilas da na itn Cu
lr;o c Passeio Publico n. 15, d-
elos senliores lose Victori-
Manoel Jos de Si-
ja, para venderem
x>r atacado < a rclallio.
llo-"p|ialocou no dia :I do corronto ino/.. nina
negra fula, rrioula, pin nomo Florencia, bom fal-
lanlc. lom os denlos limados, falta ,1o lint denle em
cima, os denlos debsiXO molidos p : i doiilro, lomas
orellia. a os pos groados, l.m ns pernu loas, eom
alunmas marcas prolascm cima: quem a penar levo
na rua da Hoda, u. 12, que ser bem recompensado.
No da 1. do rorrele dcs.ippat oren n escravo
Antonio, dopnsilario geral, o qual lem os sisnaes soRtiinlos:
oslalura tais., ificc. do corpo, olhosavermolbados,
cahelln ralo, ooui principio de calva nomoiodaca-
beca, por le andado cmlcndu pao, c rnrregar ou-
Ira. couimi., com urna cosiura no m.io do peilo pro-
vcnionlc de quoiniadiira, pones barba e esla quasi
Mipr cresclda: quemo penar levo-o a ruada
Cruz, n. IH, prioteiro andar, ou na loja du mcuno
i|ue ser bem recoHipcn-ado.
l'erderam-se no da :) do corrento, tres chaves
e una correle de prala. desdo o aterro o rua da
Conreicdo da Boa-Visla, (|uom as achou querendo
rcslilui-las. dirija-w ao aterro da Boa-Visla. n. 77,
(pie ser recompensado com o valor da correal..
O secretario da riuaodadc de N. S. do Toro,
declara que,,piando fe/ publicar 0 sou anuuncio no
Diaria de 311 do mol lindo, f.ii unicamonle para Al-
tar ver ao rospoilavol publico que sua IrnMaded.
nao foi causadora da demora que hotivo no cnlerra-
n,,'iiin do f.dlerido Francisco Jos do Sacramento,
como se Ihe allribuio com ligorhmo no Diario de
37 do menino mez, o romo fazor a defesa sem de-
clarar o culpado ? Como secretario da lrmtnd.de
rorre-me a ohriiacilo de a delfonder quando for c-
liiuiin.iila, uau se persuada algucm que se o fiz foi
por odio, capricho, IntoTOSSe, ou posto ; odio o ca-
pricho nniira evorci com pessoa aluunia, inleros^e
menos, porque n,lo son padre, e nem prenle lenhn
que o aoja, (o que bastante sinln) sosto do publicar
pela imprensa defeilos ou fallas alhoi.s, nao lenho,
K Overa, ha muilolera molestado o podra prorio e
coadjutor, e patenlearia ao publico nina accilo re-
provada que cmico pralirou, romo de nao prestar
wccorros ospiriluaes em artizo de morle a um mou
coleado. Pela miuha parlo|podo o padre prioste
conlinnarna .anta paz. no sou ministerio, valo tue-
rtar tanln confianca ; c proleslo nao ter parle direc-
la ou indirecta, em qualqticr annuncio a respeilo
que possa apparecer.Jno Pinto de Mat/alhtie*.
__fia rua da Cruz, n. I'l, prerisa-se de una ama
de portas a dentro, para lodo o ervico.
OSr. Anloniu Bodriaues Piquoiro, (em urna
caria : na rua da Cadeia do Becife, n. 5
__(1 Sr. que precisa de um cai.eiro habilitado
para lomar ronla cadminislrar um armazonl de as-
urar, dirija-so a esta Iv pographia que c Ihe Indi-
nara.
__|>ede-fl a pe>oa que por ensao lirn um.
cariado correio para Manuel Joaqnim de 1'Buoirc-
do Seabr, vinda no vapor ManoWm, queira fa-
zer o favor de levar na ruado 1'aRundw, n.H.
2000 jiri'inio.
.;") 0 medico J. Almeda mudou a ;?
Ai sua residencia pai a rua da /*
i. Cruz ii. 18, primeiro andar, un- .
$' de pode continuar a ser procura- <>
i do alo as 2 lloras da larde. 'fp
4%^^>t>^<.> ?**^ \>*^^.> &
lia mc/.i'S que, de Maccin, liij'io o
(lelo crioillo, de lime Jiilio, alio, bo-
nita (gura i- natural de Porto Calvo; e$-
l escravo foi comprado pelo Sr. Custo-
dio Francisco da Cruz liiiiinarai'S, do Km
de Janeiro, e na occasiflo le embarcar,
iisenlou-se para I na, onde foi \islo: ro-
fl-se as autoridades policiaes, capitaes
decampo, e mais pessoas, quedelle tive-
nin conlieeiiiieiilo, asna apprcliensao, e
li'va em-no a rua da Cruz n. 8, escrtpto-
rio de Eduardo l'erreira Hallar, que gra-
tilicara' generosamente.
Na rua dasCruzes n. 21, recelieni-
se negrinhat e mulatinlias escravas pa-
ra se insular, porcommodo prec.0, a co-
ser, marcar, l'azer lidnriiillios e cn-
(oiniuiir.
A pessoa que annunciou precisar de um cai-
veiro. que do lianr.i a sua conduela, para lomar
amia de um armaicm deanucari dirija-sc a rua
Nova u. .'>3, lercoiro andar, que se dir quem pre-
lende.
I'rerisasc do nina ama sena. par. o servir,
interno o eslerno de nina rasa do hoineinsolloirn:
no aterro da Boa Viala n. 33, > dir quem prerla..
.No dia II do sotelllliro prnvimo passado, desap-
pareceii do Monloiro, indo a um mandadu no ciirc-
ulio / trlenlr, icompanliando unas vareas de liiaii-
do do Sr. Jos Hcrnardino l'oreira de Brilo, que o
aluRou para o mesmo lim, o escravo de nome
Manocl, ci nuil", bailo, grosso e meio corcuuda,
com a I,.ni iu.-i gr.ndt.UHn un sicnal nadillas na per-
ita direila, de urna ferida, eor pela, hunda empina-
das para fora, pouc-, barba, lem u lernio dedo
encolhido, e falla-lbe o quailu da mao direila. 1c-
vou vestido calca azul desorle, camisa de ligedlo
lisu americano bronco, corris na cinta : quem o pe-
Sir lev. na Cpunga, silio de Romio Anloniu da
Silva Alcanlar.i,ou ueala |iraca armazem de SBSurtr,
n. ."i e 7, de llomflo \ Companhia, (|ue ser.t recom-
pensado.
l'rcisa->e do nina ama para casa de poura fa-
milia : na rua Bolla, n. 01.
ttencao'.
Anloniu lunario d'Amanduba avisa a lodos esln-
danles que Ihe eslo devendo, que Injam do nao
abusar de sua bondad.. Pola leudo ja foilo o primei-
ro aiiunnno por osla rollan,quasi nada ublcve: |ior-
lanto ivisipelasegnnilavesi lodos aquellos que mo
qiiizercm pas-ar polo descosi do ver os sou. no-
nios nesla follll, b.ij.im de salisfazor os seus dollos
ale onioiailo do correlo, assim romn advorloqnc o
lorceiro anniinrio ser.i derlaraudu nonios equanlias
por cvleuso.
O Sr. Jos Teivcira (iuimaraes, que leve Jio-
lequin na rua larga do Rosario, queira dirigir-so
a piara da Independencia, livraria, n.618.

Alugn-sc um. niM, na rua do Caldelrelm.r.....
armai;.",, para venda, ^ia esquina da iravcs-a do
Monlciio. qual est Uvro do imuo.U): na praga
da Independencia, livraria n. 6 c 8.
Iieseja-'O saber m c\i-lem nesla oidade, p-
renles hrnlciros de lloiivonlura Gonralvc, fallecido
neta mesma oidade, pai a so Ihe. eulregar urna
quantiaquo Ihe be devedor Anloniu Barbosa de Bri-
lo, morador n. provinria da Parahiba: parae.se
liinpodeui osheideiiiis diii^ii-c a rua da Cadeia
do Herir n.33.
Pao' quinte daa 6 as 8 hora, da urd*.
Na pedirla dnlraz da malriz da Boa-Visla n. 3G,
do I.' do ii."/ oululiru omdianlc, bavor pdo quen-
le nu deposito dal ua do KaliRcl ll. III. B na un-in.i
padnria oeima, romo se rosluma as padaria. do Rio
do Janeiro,___________________
M CO^SILTORIO IIO-IOPATIIICO. g
Gratuito para os pobres. p
,V> Itecife, rua do Tra/iirlie mo numero I i. fij
O l)K. CA8AKOVA lem aberlo osourun- f,
snllorio no Hcrife, onde poder ser proru- jjS
radu a ipialquer hura do dia. y
N. B. A. pessoas que nilo forem pobres, W
pegarlo pelo Iralamenlo de i a iinhhi rs. u.
, lulo eveedondu do dous mozos. )____ ___ ffl
dame Millochau Bneuard, no aterro da
Boa Vista, n. 1,
.ir.ii'i tic ii'H'lnT pfio na\o Oecidenf, om prnmlc
sorlimenlo tic olijertos i!c inodim e farcnilni ilp cosi,
t'onio scjim: chiipcon ras. cliapeo-i lUos de pallia da Ilalia : manldplc,< e
rapnlinhos to sptla a moda de Pamrarand, capoli-
iiIi"- rollclt-t de cambftla e fil, lindascamiitiidiai
liordiidas deliiroc de caml>raia,rsparlilhos 09 mcllio-
resdii mercado, maima-i de liiro branco e prelo, pul
CAfrai a enreile* (le luvas, romeras e leneo-, chale
de relro/, raberes e maulas de lilondo para noivas
ricoH rorle le \cslidos de Mondo com bal>ndo, \o*
ecHberes do mesmo padriio, llores de luranja para
rabera c |irim i iilcii.n \ es I id o, ral>erdes de Monde
UTiladcro, me i as, lencos de mao, luvas de jnuvin.
plumas para rbapeos e cabera, llores linas, lencos
de eambratt, sedas rurla-corcs e prelas para vesli-
\o>> cimbrataa de linlio, euTeiles para caliera, tur-
bantes e lo u cid os, cortes de u.m;.i rica para bailes,
cainbraias e larlnlanas, bicns de linho, lilas ricas e
miiilo I.n i-, ele. : e muilas oulras Ta/endas que
pretende vender muito hnralo. fa?.-se efleclivamente
clinpeos louendos c vestidos, coinososlorerniilieci-
do e a moda de Iwm lom.
Joao Antonio Machado, eslabelecido cum loja
de fjuendas na rua do Queimado n. IK, (;u scjenle
ao respeitavel publico, e piinripalmenle ao corpo
U\t\' l'c fl",imcrcio. que mudou sen cslabelecimenlu |Kira
" a ruado l.nramentn, loja n. 2.
Precisa-so de nm 00 dous olliciResde ftinei-
ro para a Pafaliiba do norfe : iiipielleque esliver no !
raso de quoref ii. dirija-'c casa da rua da i\rur. no ;
Hecife n. 311 i|ne achara com quem Iralar ; ra/.en-
du-sc biuis iwlcraaiCI ; quem estiver no caso.
Aulonio Mihii/.i de ll'ii ros ,i visa a os seus ami-
os e frejiue/e-, que se arba olabeleciilo nu pri-
meiro andar la rua da Grill 0. i>2 com sala de bar-
befro; vende bicliai, calima a i/S rs. cada una
quem de seu uroslhllO se qui/.er ulihsar, puiieri di*
rlglr-aaao nieMno primeiro andar, aqualquer hora.
Antonio 11,11 l Vel publico, ipie deivoii de MT ollicial da loja do Sr.
Joaqnim 1'Vrreiia l'onles; eao mesmo lempo aura-
dece o bom Ii.iIiiiciiIo que do mesmo Sr receben
lironla "i anuos e niciu que esleve na sua casa.
lina pc>soa capa/, casaila, seollerece para co-
brar dividas nesla piara, tncdhmlc o ajusta que se
ennvcnriouar, ou momo para ensiuar meninos em
qiialquer enueiibo pcrlo desia praca : quem DfOlon-
der, dii'ija-sc ,i rua Dirollan. IT.
lugam*ti, purnsepatsora fetta, l
boas cusas, com couimouos para fumi-
liii, pintadas para n.'io fiuser despegas.ho
pausar da testa: a Iralar na Torre, silio
do LcQo. tic Francisco Joso Arantes.
Vluu.i-se o armi/ciii( no qual sempre leve la-
licrna, r no mesinu lem annaniu : no paleo do Ter-
t." ii. I':'*, a halar com o scu proprichirio Jooqulm
' Tiram-se nodoa em qufilquer faxenda
ai\tic;a
BOTICA HOMBOPATIOA.
FUNDADA POR GOSSET BIMONT.
i pOMtuo loosovmedicameulusal a ora ex ji
com jIuIiiiIo- do mais puro aaiucar deleilce
20:000 rs.
Eslo ostabelecimenlu |muo lodososmedicainenlosal :iKorac|ieriineulados, laulo ua Euro-
pa como no Brasil, proparado, rom ulobolo. do maispuru assucar de loilceinalleravcis |>ela bumidade
l'MA C.Aini'.lllA rom os 21 principao. inciliramenlo. hoinopatliicus c a scguiidieslieo
dotELEMENTOS DE HO.MEOPATIIIA, porosscl Oiinonl; obra iiidisucnsavcl as pessoas de boa fe
que quizorein o.periinonlar a unva medicina por wr olla muilo clara i inlalligeiicia de lodos ; coulendo
alm do muilo. cuuselbos clnico., a deliuicao de toda, as molestias c o. .) mploinas |ielo. quae. ddo a co-
nhecer-ae.
Tulios nvulso. ( rada um ).......................|J)(M>0
Tinturas do lodoso, medicamento. 01nfrasco.de ,>, onc..............2)0(10
Carlcira.de IS IuIkis al "> iiiediramenli, por procos tariavcin, roufornie a qualidade da
cai&as, c numero dos medicamento*.
Caitas rom tintura, de todos os medicamento, a escollia, em frascos de ,',' onea por preces com-
modos.
Na loesma ladica onconlrar-se-ba sempre um uraiule sortiniciilo de litro, cui (HirluRuc .
franro/, o emliin ludo quanlo he necessario para o esludo c pralica da bomopalbia.
Elemenlus do bomeopalliia, L' odien....................9 l'allioccnesi.i dos meillcamenlos bomeopalbico. brasileiros, c llieuria da appliraro das doM. :i.nkii)
Tralamenlo das inolosliai veneren......................18000
Subir lircvemenic a luz. a obra intitulada :
osooii
ELEMBITTOS
DE
ANATOMA e physiologia
COM ESTAMPAS, POR GOSSET BIMONT.
Iln ciueoeula anuos quo a bomeupalbia Tan progresos imniehsos ; bojcprnclpalnieulc uo Brasil
ella be rcconliecida por urna setenen exacta. Porttil, seja qual Mr a perlcic-lo a que tenlia ebegado este
ramo dea ronbecimcaloa lamanos, pensamos que se Ibe poder ia aj untar anida alguma rou-a, Uto he, oes-
ludo resumido da anatoma e pbvsioloua, pois que o juluanios indispcnsavel para os partidistas do nossa
scioncia poderem sem receio applicar os nnssos mcilicamcntos. Nao escrevemos para medico, o anda me-
nos para operadttres ; escrevemos para os cu notos que se dedican) a propagarlo da doulrna de Hall
nemann.
O cstmlo da anatoma e pbisiolocianilo smenle be ulil para dar idasmais justas c mais precisas so-
bre as niurces da vida, c fasrr apprecar melbor as relaccs do lioincm com os agenlcs eKleriores, mas
lambern ole eslwto be deprimeira neressidade para indicar o numero e a posic^o dos orpSos.
Pensamos por laulo prestar umservico imporlanle aos curiosos bomopallias, publicando para el-
los eem seciiimenlo asepuuda cdicodos BONOa ELEMENTOS lE HOUEOPATIII, um resumo desles
dous ramos da medicina que, sem ser tilo 1ck>iI o lo regular como os Iratados ospeciaes. nio deisa de ofle-
recer toda l precilo, cxaclbl.lo c clareza desejaveis ueste caso.
Recebem-sc assigualuras a 3is., pajos na occasiaoda enlruaa : na bolica homconallilca da rua
dasCru/es, n.38.
Dopoblda publicacaoda obra, vender-se-ba porll^MM).
Madame Angcline Mauvernay &
Companhia, no aterro da Boa-
Vista n. 12.
As frogaotasO o publico achnrSo denlro desle es-
labeleciineiilo um uramle sorlimento ile fazendas
novas c as mais modernas desle mercado, como ve*-
Udoada mmI.i,lisoselavrds,de todas as quahdades,
como de lodas as cores, ditos de selim branco muilo
encorpado, eoiu babados c sem cllcs para uuiva,
VOslldoa de blonda com dous o (res bailados, ditos
para bailes, liles de barago, tutos de caza tamben)
n>m babadus um grande snrtiiueulo de chapeos de
seda de lodas as cores cdo ollmo goalo, dito para
meninos de 1 a 10 muios, bonete para menino, ra-
mi colleaa o mangas bordada para vestidos, romclraa
de cambraia. bordada*, mantas prelas de blondo,
ditas brancas para imita, ditas de libido linbo.brau-
cas, mantinbas de srda, ricas eapellas de flores de
laranja rom os los de prata. llores tinas, lucos e li-
tas do todas as qualidade*, de lodas as cores, c de
(odas as largura*, guarnirlo para vellidos pretoa,
derecos para lulo, pona de tartaruga, loques, etc.
ele, eaparlItliM do llnho puro, atacador para os
meamos, a um rico torilaaaolo de mercoana
Na
Precisa-so para um cnucnbo.distantcdcsla pra-
ca6 leguas, de um feitor porlusuex, que enlenda
de plantacocs, e de tiador a sua conduela : quem se
adiar noalas circumalancltf, dirija-sc a rua da Ca-
deia do Kerife, armazem 0.1, de Barroca A (lastro.
Prcrisa-se de um rapaz porluciie/, de V2 a II
anuos de idade, saliendo bem ler c e*rrever, be pa-
ra ser eMpKgado em una boa casa de negocio, lora
desla praca ; alianca-se o bom tratamento : quem
perlender dirija-sc a rua da Cadeia do Recite, loja
ii. 2H.
-r Preciia-sc de urna ama de bom leile. para ca-
sa eslranueira : a tratar na loja de rutilara n. II,
no aterro da lloa-visla.
iNo da 10 dwle mez de ouluhr, oc lia de ar-
icinai.ii iiii praca publica do Sr. Dr. juiz do civel
da primoira vara, dopois da audiencia, o engenho
S. Itila.moeute ecorrelo,avahado porHiINtusiiH) rs.
peiiliuiado porasecucSo de Jos Allonso le reir, o
o inajor Joaqnim Jos tle ranas Ncves, contra Ma-
nuel Francisco de Barros, c be a ultima praca.
Os ibaixo aarignauot) tum ainlgavalmanlodls-
solvido asocredada que Unhamna loja do raeudas
da roa do Qaeimado n..'W, que girara ^b a firma
de Lopes ,\ Pmlieiro, liraiulo a cargo da cxlinla
rniH a liquidarlo da mesma, o o fslabolcrimento a
jiirau-e uooa* em qu.iltfuer uzenaa. 3 ** ".....-'
.... *.. i. ., S proco ra/oavel
I irain-se rom a inaior perlera toda qua- O _1 i) nhallO
( hilado de nodoas por mais eiilranbadas que M'
B -ejam, quer de L'iinluia ou le onlra especie M
} em sodasi pannos linos e c.i>emiras, leivando -,:
rg ludo em >in>- cores naturaos sem mancha _;*
^ ncm sinal al mi ni, mo prejudlcaodo lo roa-
jo naira alguma a faxouda, polo que se respon- &g
^ sabillsa onnunclanto; limpam*so cosacas '^-
S cun a mafor pert'eiijo, leivando at as ROlOS *
g s.'iu slgnal algum. rio gordura. Recebom-ae
^ todas as oiiconunemlas desta nalureza, o .illi-
? HS ro," bem como ra/oavel proco : na rua do
Hospicio, primoira casa pagando o (piailol
mesma rasa nz-se vaslfdoi lano para neuhora romo cargo do socio l'jnheiro, desla dala em oanle. Re-
para meninas, vestuarios para meninos do qualquer ( rife I de outubrn de IHV. Jdt do .\'(t*riment"
moilelo que sojam, chapeos, luibauh's, loucados e Lope*, Joo Jote dome* l'inhth'o.
todos ns arranjos de loilele da urna sanhora, reLW-|MW9tor>srm^>^xov ^7&'2'3'
le c babadas de vestidos de diversos le-enhos, por ff -''--' a'om P^ffirmo ^^^^
Aos enfermos.
Jou(|itmlioiiK!S dosSiiiilos Mtii*-1
(jiu's contina a iralar ila arthrite,
Jo rlieuinalisniu o das nioltjstiait
nervosas nirlifiulo docntes 6-
meotGate o dia H doprejento :
hallo assfgnado, na qualidailc le procura-
dor leManuel l'ibeiro Pinheiin, essionariode .Ma-
ra .Metidos, pie foi n-tituida berdoira no lesla-
i manto le sen pai Antonio Jos Aflbnso, arlas qua
nlnguem faejn negocio com as duas casas, sitas em
01 inda, -obrado na i na de S. Pedro Murlvr, e ter-
rea na rua lo Cabial, que locaram por heram;a a
Maraarida de tal. casada con* AnoeJo Francisco da
Costa; visto que nao leudo aquella berdoira sido
contemplada na pardilla, val pedir a keranga que
Ihe compel pelos molos romiielenles, o a horanen
eoini-e-nisJ^ferdas ca-as e dinbeiro que j< fui le-
vantado; a cuja iu.lemnisacao est sujeila a mearlo j|| i ( i ,: d0Rffl n M) lo-
la herdelra empossada om iodos os hens. I^i rim (,a waeia Vu f ,l\'\ w' j
Prantco Jo*idt Afagath&e$Ba*to$, ^ "OS O uiat uli-is, das II) horas da
Jt> as pessoas quejulgarom proficuo
S( os nteios (|in* pmprega na cuvu
9 deasoa ealermiduaeSi poderfto en- Si
3 eonlra-lo no sen ronsiiltorio da
y
lo piiijt:o
No armazem de fazendas bara-
tu.i, rua do Collcgio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de liizeiiclus, liims e grossas, por
pi'i'ro mili* baixot do fiue emou-
trn qualquer parte, tanto em por-
-j nVs, como a ivliillio, iilliiiiiriinilo-
se nos compradores um so preco
3 para todo : este ettabelecimento
nlirio-se de combinarlo com a
maior parle das casas cuiiiiiiciciaes
inglezas, trancezas, nllemas e iuit-
sas, para vender fa/cnilas mais em
Conta dofpese tcm vendido, epor
isto oliercceiido elle maiores vnn-
m tngens doque outro qualquer ; o
'..a proprietano desle importante es-
...\ lalielcciinenlo convida a'lodos os
:,'! seus patricios, eao publico em {;<-
". ral, para que venlinm (a' l>em dos
j3 si'us interoHes) comprar Caranda
Sj baratas, no armanem da rua do
M Collcgio n. 'i, de
Antonio l.uiz dos Santos.
yuern qui/er nina poreflo de en lu ho : diri-
ja-so ao sobrado ao p do Terco n. 189.
Aluga-SO pelo teiu|H da fesla, ou por anuo
urna casa rom inuilos commoilos, sila no Poco da
Pauolla, muito a marueni do Rio Capibaribe: quem
a prelender dirljn-*e Fru de Portas, na fabrica da
ftindicao bi Buwnian, a onlender-se com o Sanios
l.ima, caiveiro da mesma Tabrca.
Precisa-sede um ollicial le alfaiale, que en-
lenda alguma eousa de corlar obras mluda: na rua
da Madre-de-l)eos n. Ufi, primeiro andar.
OHicm SOjulgar credor de,Jos Moreira da Sil-
va Jnior, queira aprcenlar suas cuntas ao Sr. Mu-
noel J > n | -: i 111 CarIra) Leal al o dia H de oulubro
provimo roturo, para se poder conhecer o estado de
sua casa.
Aluya-so o segundo andar da casa da run do
Caes, o o quarto da rua lo Brum, em Fra de Por-
las, perlanrenlea a F. A. da Cuuha & Companbla(
na rua do Vigario n. II.
Na rua Bollan. I'!, precisa-so d'nroa encrsva
que -.ubi comprar, cozinhar e eimoromar alguma
cousa ; a casa so lem 3 pessoas de familia.
O cJrurglSo Joaqnim Jos Alvos de Albuquer-
que lom mudado-na residencia para a rua las Cro-
/(-. rasa n. IH. segundo andar : as pessoas quedo
na preetfmo precrsarem, opodem procurar emdlls
casa.
Aluga-se por proco commodo um sitio, no lu-
gar denominado Sani'Anna le denlro, com casa
para tirando familia, eoclielra, esuibarla e bai\a
com capim para dous cavallos : a Iralar com l.uiz
(ornes Ferreira, no Mondego.
Coniina a oslar por alagar o sobrado do Ana-
calo J sede Mcndoiica, silo nos Coclho'.com gran-
des commodo* para una docente c numerosa fami-
lia : as chaves csto no sobrado inmediato para
quem quier vr.
O 39 A,
roiifroiile ao Hosarioilc Sanln Aulonio, avisa aores-
itrii.iM'i publico, i|uc olin do trinile sorllmeuto
que lie un xlumo icr. debiseoilos, recebeu allinia-
mente de Iraiira drlcnlas IlliullM mnlendo :l librt t ililts de l>. cu Idee (ic I libra e
ditos coalendo I dtali dos qoe oostuma sempre re-
relier.
Manoel de Alineidu l.o|ics. com casa de
comignacBo le escravo, nn rua dos
Quarteit n. V-
Nesll rasa rerclieni-sc escravo- de hiiiiisno pa-
ra m' vender, tanto pin I proTinei. ionio para nira
ilclla, por ('na de seus donos; alliain;a-se o Iwm
iraloii, lito o sennranra dos mfenioe ; e lambeni
conipriRi-te e paiani-s. bem, agradando.
PrtcMj*se aliigar um sotAo ou Icrreiru nndir,
as nas do Vinario, le Apollo.da Crui o" do llroiii:
a quem ibe etnrier, dirija-sereum(3o di rus ila pin
Cruz n. 17. alian
ai ii:m;ao".
Nova fabrica de chapeos de sol, no ater-
ro da Boa-Vista n. ~2.
'll dono de'lc c.lalielerinienlo lem a lionra de
p.uij.ipar ao respeilivel publico prrnraibacino,
| que Iherlioizou pelo nllimo navio cneoidodo Havre,
,ini grande sorliincnlo de chapeos de sol, lano de
oila romo de p.innhilio, chipio, com CIDOS de ran-
na da India em caricaturas, ricos chapeos do senho*
ns, lano de panno cuno detcdi, om grande sorii-
inenio de seda, e pniininho em peca, para cohrii
qualquer armacilo utadl com tHelo : lodos esle on-
jerlos cima niencionados, veinlein-se em porc.lo o
a relalho. eom Brande rrdiircao dos precos. No dilo
OTlabeleriinenlo se ronserlan osdilos nlijprlo. rom
asseio c proinptiilo, por proco mais coinmoilo do
que em oulra qualquer parle
Fabrica d. chapos de aol, u pr.co
da Ind.prmd.ncU, n. 36
anoel Jeunc, rbeado iiKimamcnle nesla cid.
de. Icio a liorna de parliripar ao respeilaxd pul,I
co, que trouve com lio, um riro e rompilo sorli
menlo do chapeos de sol
T
lano Jo seda como de
TTENCAO, L'MCd DEPOSITO NBSTA
CIII.UIE.
Paulo Galunou, denlislo receben Ignt denli-
frice do Dr. l'ierre, esla anua eonhecida romo a nie-
llior quo lem apparecido, e lem miiilos elogioso
seiiaiilor.. lem a propriedade do conservar a bocel
elicirosa e preterVIlf das dores de denles: lira o
goslo dtsagrndivel (le d em coral o charuto, al-
unmas aulas Jesta n um eo|M> d'acua silo sullicieu-
Ics; lanihem se achara (', ileulifrice cvcellenle para
a roiiver\ac.i dos denles : na rua larsa do osario
I n. :lfi. segundo andar.
i Madamn Roulier, modista 'ranccza, na
rua Nova n. S,
aealia de rereher |ielo na\io (Irriilenl um lindo sor-
timeiilo do rjliptl de seda para passeio, ede fcllro
enfeilados para montaria de senhora, idimiri- de
cmbrala com manga, bordidi., preparado, para
veslir-se por balso de palll, rindes preloi c brin-
co., liloesdc enliar espai lilhos, ineias para senhora,
enl'eilesc lurhanles para bailes i Ihealros. lilas lar-
ga, para cinlos, lusas depcllira branca para .cnlio-
ra, ramisiulia. hmdadas, luiros de seda, linas de
casamenlo. linas, romeias, inaimuilos bordados, se
da de furia-cores, inanias prelas de seda, imilarao
dehlond, eslairlosdesedl para mcuinns, dilo. pa-
ra meninos, leques, franjas prelas, tonca* de hap-
lisar, c limitas oulras fa/endas por preco commodo.
Casa de commissao' de escravos, na
rua larga do Rosario, n. 22, segun-
do andar.
Kestl casa recehein-sc escravo* por conimissao,
creni vendidos por conta iuio-*c o 1,0111 iralamenlo. assim romo aso-
gunci dos mtsmoi; nao ni ponpandu esforco* para
que o* meamos oecwvos tejero vondldos com promp-
li.hlo, lim deque seus scuhoics, nao sollraui empa-
le rom n xeiula delles.
0abalso aesignado, randelro do emicnho 1.a-
rangeira, ti Iregnesii de Jaboalio, fmt \cr pelo pre-
lenle, quo o oscrivo l'clippe, crivulo,qM oisla ser
do Sr. Joto Antonio da Cosa, morador em gata.
Prela, enue parara ca sen poder desde o (lia i I de
fovereirn do corrate auno, como consta do annun-
cio que le/, em I i de foereiro ncsle jornal n. :i(i,
este eseravt deaappareeeu desde o dia 2t de agosto,
do poder do mesmo abaixo assisuado : e para que a
lodo lempo eonsle, fa?o 0 |iresciilc em quo me as-
siano. Jone Ignacio de Souza e tbif/tierr/ne.
A fabrica francesa de snalos leseados, na So-
ledade, aos desojo* de scu freoueies se rcsohon a
botar um deposito de sen* productos, no alerro da
Una-Visla u. -J-2, loja (lo chapeo, de sol, onde o
reenefltvtl pulilicoenroiilrai un lindo sorlimen-
lo de calcadu de lodas a. moda, o de lodos os pro-
cos, .0 ncarrcaa dos eonrerlo o ludo quo con-
rele na sua olllcina, lamhcm c loma medida para
obras de eneomnienda rom promplldlo o asseio ; o.
enliore* sapaleircencoiiIranVo na mesma loja Bvia-
mniolio para lioinem e senhora, ricos rhaprs de i montos, lie/crn.....nrruquiin c raniurra, ludo por
seda rom cabos de coima da India.dilu. com carica-1 preco coinmoilo : lodo, os ohjerlo* Reama inenciona-
lun, dilosde armaefo de ato, com ricos caslrie. de I dos, vendem-se lanihem em |iorcJo.
iiisrllin, bensalas c oulros milito* ohjeclo. dos inai. l.oteria de N'ossn Senhora do Kosano.
As rodas desla loleria aiidam no dia 27 do cor-
rele rom todo o qualquer numero de hilhelcs que
firar por vender, assim como se veinlcm ali4 o
dia 26, no. limare* seouiules: oraos do llou-VIsla,
loja do Sr. Pedro Ignacio Bapli.il; praca da Inde-
pendencia, loja do Sr. Fortnalo ; roa do ueinia-
t>, loja do Ihesoiireiro; larco do l.ivramenlo, iioli-
ca do Sr. C.haifl*: no Kecife, rua da Cadeia, loja
doSr. Domingoi Telseiri Baslns* i) llietonrein),
silif.'lre l'ercira da Silra (iuimarac*.
Aln;;a-M- o silio na Pnssagem da
Magdalena, denominado lllia do Retiro,
com uma lioii casa coclieirn, (piarlos
para .nejjros e outros commodos, uinvi-
veiro, minios coqueiros, e otitros arvo-
redos, por todo o auno, on so pelo teni-
do da testa : a tratar no mesmo, oucoin
Joaqnim Pinheiro Jacome.
JoAo lloiiiiniios Fernandos da I.u/ rclira-sc
para lora da pro*iucia.
modernos e \ariado*, a*sim como Irouve lambrm
um lindo sorlinienlo de seda, c ponninho. para ro-
hrir qualquer annacflo nnda : Indo ele* ohjeelo.
niciiciniiados.coiicerlam-MCom asseio.e promplidao,
por presos mui raxoa>eis, e mais liaralo do que em
OUtra qualquer parle; vendein-sa ero por{;loo a va-
Paulo Gaignou, dentista.
, Pod ser. procurado a qualquer hora em
sua casa na rua larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
Aluga-so urna casa, coufroulc a lyreja des
Panlatelo, de pedra e cal : quem a prelender fal-
le rom (en proprlelarlo, na rua do Queimado n. II.
Aluga-se para p.ssar a Testa, a rasa do Sr.
Ilenrique liihsou, sila nolucarda Torre, a margein
do rio Capibaribe, prosima quepresenlenienle os-
la edillcando o agento do leile r. G. do Oliveira,
rom quem o. prelcndenle. devem enteuder-sc.
maiiliia as i da larde, e das 7
wvwmaaam aaaaajiaaa
PrachM-aaalugat mnaescrav.i que cozinhe c
fa^a o nrvko de casa, eum menino para citado,
pie lenha ato Mannos de idade, dando conbeci-
incolo de si, ou Dador : na rua da Uniflo anli|H'nul-
lini.i eau ladoesquerdo indo paran marc\
Ao baratero.
iVi.l.nili, rua Nova n. 11, iirAba de reccher lindo-,
rbiipeosde ludas as cores, tanto para scnboras como
para meninas, os qua es silo do ultimo rosIo de Ta-
ri* ; lambeffl abi achirlo pennas e dores das mais
moderna* pie lia, Mudo ludo por preco mui m-
dico.
I Precisa-seiioumcaiveiao para tomar rouia do
uma hiberna por balanco : a Iralar na rua da ga-
ala Velha n. 16.
Na rua \ clba u. i'. <, precisa-se de uma ama
sem vicio, p-ii-.i casa le pouca familia, quesaiba co-
ilnhar, e arranjar uma cana.
l'rec*R-scde urna ama de muito bom compor-
i.......ii ii, para oservicn interno de nina casa de pou-
ca familia :a Iralar ua Camhoa co (lami n. lW(pii-
meiro ambir.
|ie"ej;i-se saber quem ii-ita cidaile lem rela-
(es com Scveriiuo Antonio tionc.dve, fmiqueiro,
esbibelecido em Lisboa, na rua Augusta ti. lU-'f,
laca o faror de innonciar por este jornal.
Precisa-^e tle um bam cozinheiro, quer seja
forro ou captivo :emcn
C.| rua lo VlgarlOi n. \\.
Prrci<*a-se de um caiveiro que enteja habilita-
do a lomar ronlade um arma/em de asquear, lau-
do llailor a sua conduela : a quemeonvier aiinuu-
cie para ser procurado.
Precisa-i- nlugar um prelo, para 0 servir* do
rellnaro, prelcre-e j aconoinado' n eslecer\i;o :
na rua la Concordia lt. H.
(,)uem arbiir um canudo branco .le lanlerua de
carro,que se |rertlcii,equizcrcntregar;v reslitui-lo
na rua Nova por haixo da cmara municipal, co-
chelra amarella.quel larao alguma cousa dagrall-
(icarilo.
1'recis.i-se de um rapa/ de \2 a I IDMI ltimos rhogados de Portuwl, para ser rmpreyado
em urna eai> le iieuocio, ua provincia do Leaia,
alianci-se o bom Iratamento : quem pretender diri-
jn-so li rua do Queimado. n. II, para Miar.
Arrenda-sca bija da rasa onde inora o coro-
nel Cbabv, no alerro la Boa-Visla, n. 16* c lam-
bern n Tonda a armaran da nie^ma : quem a pre-
londer enteiida-sc com q dilo coronel.
AVISO AOS SENUOBES DE ENGENHO.
ltenlas as ijramles vaiitaccns na inuaiuBm de .ni-
na, proveniente- de Icr os tambores das moendas
perfeilamculc lorneailos.oabaiio asignado respeilo-
sameiile letubra aos senliores de emienbo que na
sua funtlit-ao lo ferro em Fra do Portas se pode
pcrrcilamenlc lomear le novo um jogo de lambo-
res, c aparar c eudircilar os denles las rarrelaseom
lana presleza, que se pode eulreaa-los no mesmo
dia, evitando-tic assim o inconveniente da demora
!>>. carros eo impalc d.i moammi; asiini como que
a mesma fuiidi;aose acha sempresortida, nao ao de
novas moetitlasdo diversos lamauhos c modelo", >
nlo lambein le rodas ilentailan, lauto para otrua,
rumo para anima*?* de lelas a* proporcoes *al>o":
\otla por volla, volta c quarla. volla o terco, \olta
e meia.duas, Irea, piarlro vollas. etc., etc., e por-
llDhl quequalquer scuhor .leengciiboqueremloac-
CClerar asna rooaoda, flm moer mais caima M
mesmo lempo, ou relarda-la. a lim *le espremer mais
liquido la mesma c.....a, pode sem demora esrolhcr
M roda c.uni-eleiiics. Fumlisio do ferro na rua
do Itmiii pascando ochafans. O. H itowmau,
eiijjenbeiro.
AVISO JIRIDICO.
A segunda edirc.io dos primeros clemenlos para
lieos do frorivil. mais bem corriffhla e acrcsceola-
il,i, nao > a respeiti do que allcrou a le da refor-
ma, romo Acerca dos despachos, inlerloculoria>i e d-
liuilixas dos julgadorcs ; obra ewi 13o inlerewanle
aos principiantes em pralica que Ibes servir de Ho
ronduclor : na praca. da Independencia n.C c8.



Attonpao'
Tedro Aflnuso Rfgueira mudou sua eucaderua-
,Au que nlu na ra Uireila, para o pateo do Cir-
in" n. IB.
I'recisa-w de upa an.a de leile : era Fra da
[orlas, ruadouararapea 30.
O Si Joffo Domlnunes Fernandez da Luz no
se pode retirar rtesla pra$a sem primeiro te enten-
der rom Jos Dia da Silva, na ra da Cadeia Velha,
loja do obrado II. ."i9.
No Monden, no sitio adiante da rasa do Sel-
le, iteroule do Dr. Alrauforado, preci*a-se de urna
ama que cozinhe, ensaboa e faja lodo o meo de
casa.
Precisare de una ama prela. Torra, para lo-
do o servido da una rasa do pouca familia : no pa-
leo da N. >. do Ierro n. 7.
Arrenda-se por fesla mi animalmente o gran-
de litio rom ptima casa, cocheira, estribara, ca-
rimba rom agua de beber, tanque, etc., na estrada
do Monlciro, defronle do Sr. Joao Ignacio do Reg:
a tratar na ra Nova u. o'2, lerceiro andar.
COMPRAS.
Compra-se urna casa Icrrea que seja grande
rom 3 quarlos e quintal grande, no bairro da Boa-
Vala, oti Sanio Antonio, 11.I0 sendo em ran retira-
das : quem a tivere quizei vender dirija-se a ra do
ArasaO, u. -27, que l se dir quem a quer.
Comprare urna prammalira franeeza de Bur-
-.iiiii, me-ui" usada : no paleo do Collcgiu u. 6.
Casa de consignarn de escnivo, rua "la
Cadeia do Reeife n. 89, primeiro an-
dar,
Cnniprain-se esrravns de ambos os sexos, agra-
dando, e recebem-se ile coinmisso para seren ven-
didos por conla de seus donos, nao so nesla praca
romo para mal, alllancaiido-se o bom Irataraen
lo,e brevidade na venda do* iiiesmo,.
Continua-se a comprar botijas e garrafas va-
sias : na taberna da rua larga do Rosario n. itt.
Compra- una varauda de ferro, de saccada,
que leidia nove palmos : ncsl lypographia.
Compra-se urna iluiia do cadeiras de jacaran
d, em boni uso : quem as tiver, dirija-se rua us
Ireilu do Rosario, |)or cima da bolica.
Compra-se qualquer pera idlu de metal iba
mado do principe, prcfcrinilu-sc o que seja mais
claro: na rua do Collegiu n. >, laberua do Fon-
le>.
Compram-se esrravos, e \endem-se, recebeui-
e de cnmmisaao, lano para a provincia como para
fra della; na rua dos (Juailcis. u. 21, seguudu an-
dar.
VENDAS
Para meninos.
Veudcin-se vestidos de seda, de cores, col pau-
l da mesina cor, para meninas e meninos, a !IHI(I
rs. cada mu : na rua doCrespn, loja de Antonio
Irainiscn l'ereira.
Kua Nova n. 17.
Hecbegado um graudc sorliineiilo de papis piu-
lados para forro de sala, diw mais modernos goslos
que lein apparecido nesla prara, lia lanibem papis
le OfMIaTH para sala de janl.tr, e lindas guarnires
de velludo e dourados, |hir proco mais barato do
Sue em uulra qualquer parle : na loja deibeopbilo
uberl.
Camisas baratas.
Vi'iidcm-se camisas francesas, para bullicio, to-
das de liubo da Irlanda, asmis linas que sejxide
imaginar, pelo diiuiuulo prcru de innhi rs. cada
urna : na rua do Crespo, loja do Anlouio Francisco
l'ereira.
A SfOOOn.
Yeiidein-sc camisas de miirim frailee/, brancas e
decores : na rua do Crespo, loja de Antonio Fran-
cisco l'ereiu.
A 5.V000 rs.
Vendein-se pecas de cbila, de cores li\as, com :P
covados cada pec,a : na la do Crespo, ioja do An-
louio Francisco l'ereira.
Palitos de brim a 3;000 i s.
Veudcm-se pabl de brim, muilobeiu fcilos. pe-
lo barato preeo de 3800(1 ; ua rua Nova, luja uuva,
u. Ib.
Curiosidad..
Vocabulario da 1.;.- indgena geral.e o uuum u-
lo da inulber forte, ou as virludcsque a podeui for-
mar ; pelo conoto da S do Para, lus Barro/.o de
Bastos vemlciu-se na livraria do palco do Collcgio
n. J, e no bolel Francisco, rua doTrapirlicii.il.
Veudc-se mu negro de bonita ligura, perfeito
rozinhcir, e bom ganliador de rua : quem o pre-
tender, dirjanse h rua das Crines n. 311, priinuiro
andar.
Vende-sesola de supenur qualidade, ebegada
ile prximo do Aracalv, assini como couros miudos,
cera de carnauba, vela de carnauba compostas e
petina de ema : ua rua da Cruz n. 15, segundo
andar.
Yendo-sc o rii'.o'iilinCupevuia. distante da ci-
dade da linianiM -1 leguas, inocule e correnle, com
boas lena, de varMa de numap. propras para se
podei aflrejarda I a 5 mii paes de ussiiror por an-
uo, boas malas, sulla para se refalar mais de mil ca-
beras de uado, muilo valenled'agua por moer r.....
o rio denominado Cupessura: as pessoas que o ipn-
zerein comprar, podem-se enlender com Validar*
ley i\ lrmu, ua rua da Cruz u. 21 esrrplorio.
Vende-se una prela de meia idade, quilandei-
ra, que ensaboa bem, cuzinha o diario c lamben
engnuiiuu alguina cousa: na loja de 6 portas em
frente do l.ivrainenlu, por proco mniiuodo.
Veude-se urna uegra, de nacao, moca, proa
pria para algum sitio, |Hir ser rumio forte, eozinb-
o diario de uiua casa, e be dolodoservico : trata-
se na taberna defruule da matriz, esquina do Hos-
picio n. HS.
Veude-se a taberna da rua Ihreila u. Ib, faz-
se todo negocio com as divida da mesilla, para ua.
gMntalo dos credorea: a tratar na mesilla, deadeaj
7 alo as '.I boras da uoile.
Vendo-se uui alaiiil>i<|iie, eom sei1-
peutinas jraudes, ponen usado; nina ha-
lanea grande, eom 12 arrollas de (lesos,
e dous iwfres, sendo uin de ierro e outro
de ui.illi-ir.i todo Chapeado de ferro, em
milito bom eslado : a tratar na Iravessa
da .Madre ileDeusn. .">, [irimeirn andar,
das ti lloras as da tarde.
I'apel |ierganiinbu, de superior qualidade, pa-
ra cartas dos seiibores barbareis : \eude-M uo pa-
leo do Collcgio, loja de livros de JoSo da Cosa
Dourado.
Vendem-se bois mansos, novos e gordos, no
cngenbo Moreno : a tratar com o pioprielario do
mesmo.
Veiule-se um escravo, de anuos, alio e pos-
sanle, proprio paja armazem de assucar: na rua es-
trella do Kosario, casa n. i, coufronle a igreja.
Vende-se a nielbor taberna da Capunga com
poucos futidos, ludo em bom estado, e se tira o que
Ole sen ir M comprador : na rua do Vigario, taber-
na de Joao Sillines deAlnieida.
Veude-se una bonita bandeja pequea .le pra-
la toda rondada, um par de raslicae* peqiicuos li
sos. lujo obra moderna e sem feilio, um par de
brincos de S, dous anellies um dellescuin um dia-
mante, una iiM'i-.l.i de II. I'edro II eucasload.i :
quem pretender dirija-se a rua du Arago, n. 27.
Un.i do Crespo n.!).
Vendem-se corles de seda oscoceza, a ligilUI n.
Veude-se una duzia de cadeiras, um sof e um
par le comolos, e um jngo do banquiuhai. de co-
lumnas, ludo da jacarando ; urna duzia de cadeiras
.mi asseulo de palbinba, e urna mesa redunda de
meio ile sala, ambas de aiuarellu e com poucu uso ;
se vende a vonlade du comprador: quem quizer,
dirija-se ao paleo da ribeira de S. Jos n. II.
Veudem-se 12 escravo, semlu "i de rervicode
campo, I iiegrinba muilo linda de idade de la 12
anuos, I casal de escravo ni,, 3escravasde lodo
ervico, I dila de bonita ligura, que cose cengom-
iii.i : na rua Dircila n.3.
Veude-eo urna escrava ptima coslureira, e de
mu boa conducta : ua rua da Cadeia do Kecife.
sobrado U.2H, primeiro andar, das II as 3 boras da
larde.
No anuozein de Vicente Ferreira da Cosa, no
aes da alfaudega, veiidcin-*e gigos com superior
cerveja, em duzia, e btalas muilo uoxas, eingigos,
de suoenor qualidaile.
Vendem-se litas para cartas deba-
ebareis : na loja n. 2 da rita Nova, atruz
da matriz.
Veudeni-fie riquissiroasaboloaduras para col-
leles, ditas duuradas, e casacas de cores : na rua
Nova, loja n. 2.
Vende-se panuo azul ferrete, lino, para far-
da : na loja u. 'i da rua Nova.
Vcinleiii-so cbarulos da llavaua : ua rua No-
va u. 2.
Venileni-se corle de brim brauco denomina-
do lidia, por 3i0n: na rua Nova n. 2.
Vendem-te casemira para forro de carros: u.i
rua Nova u. 2.
KuaNova n. 17
Veudem-se liutloa papis piulado para forro de
sala al mil r. a per,a : lia loja de Tbeophilo Ro-
ben.
Sedas baratas
Vai.irn ., rorlp deaeda esiocezn, de 16cowdos
cada um, a ISaUOO r. ; na rua do Crespo, loja de
Antonio Francisco l'ereira.
Paulos franeezes.
Vendem-so palito- do panno fino, de cores e pro-
lo, chegados uliimamenle a 169001) rs. cada um :
na rua do Crespo, loja de Anlonio Francisco l'e-
reira.
2
Diccionario dos termo
cirarila aMtomla
ale. ate.
Sabio luz osla ubra
a pessoa que se ded
medicina. Veude-se por
do, no consultorio do I ir.
i Collegio, ii. 2>, primeiro
__Veude-se o sitio que fo do falecido Jos Zara
ras deCarvallio, no luudrde lieberibe de buiu-.du-
iluminado dos craveiros, con casa de vfvenda de pu-
dra, conlendo sala adiante com dous quartos, dila
de delra com dous quarlos, solo grande, cozinba
grande e copiar, lma casa de taipa rom sala e dous
quarlos, alraz dous quarlos, eslribaria para tres ca-
vados, e -"Mu para pretal; um lelheiro que serve
para rasa de (aimlia, com estribara pnra dous ca-
valIos;inuilas arvoresde rrulns.comosejam.coquei-
ros, mangueiras, cajueiros, maiigabeiriis, craveiros,
(grore) larauceiras, sa|>o(iseiros, piulieiras, Trulei-
ras de pao etc. etc., terrenos para loda a rullura, c
malla de ca|-oeira, tendo-de fundo quinhcnlus bra
gaa. e de Trente qualroceiilas, |iela beira do rio
punco maisou menos, sendo o fundo de menor lar-
gura : quem o pretender etileuda-su rom o lllm. Sr.
J'm Pinto de I,emosJuuior.
> CNSILTKIO HOMEl'ATil ICO
o
DR. P. i LOBO M0SC0Z0.
Vende-se a nielbor de loilas as obras de medicina
boinopalbica UJ' O NOVO MANUAL DO DR.
(i. II. JAH -Ti* IradluWo em porluguez |ielo
lr. I'. A. Lobo Moscozo: qualru volumcs enrader-
nados em dous. 209000
I) i. voliime conlendo a palbogeucsia dos 144
medicamentos que mo fur.nn publicado saliini mui-
lo breve. |ior estar muilu adi.inlada Ma ImpreasRo.
Diccionariodoslennos du medicina, cirurgia, analo-
mia, pbarmaria, ele. ele. encaderuado. tOOOO
Urna carleira de 21 tubos, dosinelbores e mais beui
preparados glbulos lioniopalbicos com o> duas
obras cima..........lOpOOO
l'uia dila de30 tubos com a>mesillas 'i\nkhi
Dila, dila de W iubos........VWHK)
Hila de 141 ruin is dila...... IOOjOUO
Carleirasdo 2i Iubos Deaneuoa para algi-
beiro............I0JO0U
Hilas de 18 ditos.........203000
iubos avulsos de glbulos..... I5OOO
Vndese urna linda garrota lourina: ua Capun-
ga silio de .Mr. Ilouburcq.
Leos de cambala de linbo, lino,
a 4O0 rs.
ua roa do Crespo, loja da esquina, que rolla para
a Cadeia.
Veudem-se pianos fortes de siitierior quaiid.i.
de, fabricados pelo nielbor autor liamburgoez ha
rua da Cruz 11. i.
Vende-se um rabiiulia, de 13 anuos de dade:
na 111,1 eslrcila do Kosario, loja 11. 2li, da (J boras as
3 da larde.
Vluho do Porto uperlor faltarla.
Vende-se vinlio do Porto, superior feiloria, em
biuris deoilavo.por 4S9U0U is. cada mu : na rua d.i
Cadeia du Kecife n. 1, armazeiu de Barroca
Vestidos muilu baratos. t&
VoiidetU-se corles dr vellidos de cbila de fft
barra, bonilus padrese modernos, leudo suf- ^
licienle fu/i>uda pan se laer u volido da ^
iiumIi, e pelo iMiali-siuiupreru de ? rs. ca
da corle: na loja do sobrado ainarello.
Vende-se u iiieinorlarinlia de San-
ia Calliariiia.ein sacras grandes, a vi-iOO
rs.: uo armazent do Forte do Mallos n.
2(1, delronte do trapiche do aljjndo, 011
a tratar eom Maimrl Alves Guerra Jn-
Trupiche 11. IV
X
ANTIliUlUADE E SJJPEK1UKIDAUB
SALSAPAKKILHA DE BRISTOL
obra
A SALSA l'AKRILHA UE S\MIS.
Altencao'
A SALSA PAKHILHADE BBISTUI. dala des-
de 1832, e lem ronslanlemenle manlido a sua re-
putafin sem neeessidode de recorrer a |mpoos
aiinuncios, de que as preparatoe de mrito podem
di|iensar-P. O succeseo do Dr. BHISTL lem
provocado infinila invejas, c entre nutras, as dos
Srs. A. R. I). Sands. de Ncw-Vork, preparadores
e proprielarios da salsa parrillia roubecidd pelo li-
me de Sand.
Esles senliores solicilaram a agencia de Salsa par-
11 Mi.1 de llrislol, ccomo nao o podessem oblcr, fa-
brienram una imitafilo de llrislol.
is-aqui a caria que os Srs. A. K. II. Sands e-
ere\eram ao llr. llrislol no dia 20 de abril de 1SI2,
e que se acha em uosso pmler:
.Ve Dr. C. C. Britlol.
Baiato, v.
Nosso apreciavel senbor.
Em Indo o anuo pausado lenios vendido quanli-
ilmli'- ronsideraveis do rilraclu de Salsa parrilba de
Vine, e pelo que uuvimos ilizer de suas virtude*
quelles que a lem usado, julgamos que a vendada
dila medicina se augmentar mailif'inio. Se Vmc.
quizer fazer um ronetnio coiiinosco, eremos que
nos resallarla muia anlagem, lano a nos rom 1 a
Vine. Temos muilo prazer que Vine, nos respouda
sobre esle assumplo, e se Vmc. vier a esla ridade
daqui a um mez, uu cousa semelbaiile, leriamus
uilo prazer em u\urein nossa bolica, rua de Fui-
Ion, u.79.
Ficain os ordensde Vmc. seus seguros servidores.
(Assignados) A. K. 1). SANDS.
CONCLUSAO-.
I.-A anliguida.lc da salsa parrilba de Brislol be
claramente provada. puis quo ella dala desde ls u.
eque a de Samls si'i ap|>arcceu em IK12, |>oc< na
qual este druguisla nao piule obler a agencia do llr.
llrislol.
2. SA superioridade da sal parrilba de Brislol
be ini-imleslav.pl; pois que ufo ohslanle a concur-
rencia da de Sands, e do una porcao de oulras pre-
paracois, ella lem manlido a sua repulacao em qua-
si loila a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilba em ludas as enferinidades originadas
pela impureza dnsanuue, co bom xito oblido nes-
la corle pelo lllm. academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Anlonio Jos Fatuto em sua clnica, e em sua
afamada casa de saude na Ijamboa, pelo lllm. Sr.
llr. Saliirniuo de Uliteira, medien du exerrilo, c
|ior varios ou tros mdicos, permillem buje de pro-
clamar altamente as \ irludes ellicazes da salsa |ir-
11II1.1 de llrislul vende-se a '.-mi u vidro.
O deposito ilesla salsa niudoii-se para a Iwlira
liancez.i da rua da Cruz, em fenle ao rbafariz.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cimba & Aniorim, receberam pelo ullimo navio
de Lisboa barris rom i a .lo superior cal em pedra
para o fabrico de assucar, c vendein por menos que
emoulra qualquer parle; e para fe. llmenlo de con-
las um rcslaule de polas-a americana: ua rua da
Cadeia do Herir 11. JO. ,
Vende-te a verdadeira salsa parri-
llia de Sands: na botica i'raiiee/a, da rua
da Cruz, em (rente ao chafar.
Veudem-se em casa de Me. Calmont & Com-
panbia. na pncadnGorpo Santo n. II, oseguinle:
vinho de.M.ii-cilleem caixas de 3 a li dalias,linbas
em nuvellos ecarreleis, breu em barricas muilu
grandes, ac de niilaosnrlido,ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundir ao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nenie islalii'lecimenlo continua a lia-
r um completo sniiimeiilo de inocu-
las e metas inoeudas para engeilho, ina-
Vendem-se dous oplimos escravo, erioiilos
sendo urna prela aimla moca, ile boa conduela, boa
lavadeira eenteudoile serveodecau i um pelo bo-
nila ligara e moco, bom rarreiro, proprio para se-
ntar de eugenbo : na rua do Crespo loja da esqui-
na que tira para a Cadeia.
Sedas modernas.
Na loja do cobrado iiuarcllo, nos qnatr
canlos da rua do jueimado (em um comple-
to sortimentoe novo de corles de vestidos de j
i-eda esroce/a o de furia cores, faienda mui-
lo moderna e de escolbidos goslos, e tamnem
lem da mesiua fazenda que vende em cova-
dos, ludo por (ireijn muilo comiuudo.
OLEO OE LIMIAgA EMBOTIJAS,
vende-se em contu, na rua do Trapiche
Novo n. 16 ; i nirsniH casa che^ou urna
|M)irio de alvaiade de nova composi^o,
iihiIm superior em qualidade ao usual.
Manoel da Silva Santos contina a vender as
superiores farinbas de Iriso das marcas Fontana e
(alega : a tratar no raes da alfaudega, ou na rua
do Anici mi us. 56' e 58.
Jumento.
Veude-scuui jumenlo. muilo novo, c du bom ta-
maito: na rua doQueimadou. I i.
Oeno.
Vende-sescssoem barricas, r liega do ullimamue-
le.cmrasa J. Kcller [ Coiupanbia. ua rua da
Cruz u.55.
FAKELOS.
Vende-se no arma/m do Sr. Aunes ,
l'arelo em saetas de 5 arrobas, por miv
nos preeo do que em outra qualquer
parte.
Vinlios superiores de Btioetlal
(branco, c de Colare (tinto' em barr de quinto:
vcinlein-sc em caa de J. Keller cV t.
Taixas para engenhos.
Na i'undicao' de ferro de I). W.
Bowmann, na rua do iii'iini, passau-
dn o clialiiri/. continua haver um
Completo sorliinenlo de tai\as de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
Iwcca, as <|uaes aeliam-se a venda, por
preeo coinmodo e com promptdao :
embaream-se ou cari-e;am-seeni carro
sem des|>e/.a ao comprador.
POTASSA SLI'ERIOK
Vende-se
nr
i
Vende-se o romance Mamona da nm Me-
dico em 7 volumcs, al a lercira parte, em per-
l'eii. estado : na rna do (Jueimado, loja n. 18.
f K
CUapeo de castor.
* \'euilem-t siiperiore ebapeos de cantor 9
W brancos eprelos.de lindas forma,, e chapeos
W de seda, franceses, o iiin iiuxlernos, e d.
;;; melhnr qualidade venda no mercado ; as-
:-; si m como completo orllmenlo de bonetes e
M ebapeos de llalla para homeus. senboras e AJ
m meninos, por pre^o muilo commodo: ua pra
Sea da Independencia ns. 24 a 30.
*WW
Veude-se um silio, muilo aprazivel e bem
C" lado, com fruclos de todas as qualidade, em
lucal e perlo, em S. Jos do Manguinho, de-
fronle da estrada nova da Capunqa : Irala-se na
rua Nova, loja n. -l, de Andrade & Leal.
__ Vendem-se duas cauoa, sendo urna aberla de
60(1 lijlo, de alionara rois.i, e oulra de carreira
ile um pu, para 6 pessoa : a tratar na Boa Vista
na rua da Santa Crut u. 38.
TAIXAS DE FEKKO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambom no DEPOSITO na
rua do Brum loso na entrada, e defron-
te do Arsenal de Maiinba lia' sempre
um in-.iiiili' sortimento de taiclias tanto
de fanrica nacional como estrangeira
batidas, fundida, grandes, peuuenas
razas, e fundas ; e em amixis os logares
ca-
Os
da
por preeo muilo coin-
modo, no armazem n. 7 de caes da
allandega, de .lose Joaijiiim Pereira de
.Mello, ou no escriptono de Novaos iSi
Companliia na rua do Trapiche n. "ii.
Na rua do Vigario u. 10, primei-
ro andar, lem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e llanta, como
sejam, quaurlliaS, valsas, redowas, sclio-
lickes, modinlias ludo modernissimo ,
cliegado do Rio de Janeiro.
VINHO DO PORTO HUITO FINO.
Vende-te superior vinho do Porto, em
barris de i., 5. e S. : no arn.a/.emda rua
do Azeite de 1'eiv.e u. I i, ou a tratar no
escriptorio de Nnvaes iV Companhia, na
rua do Trapichen. 34.
No arma/.em da Iravessa da Madre
chinas de vapor, e taixas de Ierro balido I de lieos n. 9, e no arma/.em de Jos Joa-
de lodos os tainauhos, para
do
pn-
iii n -. na rua
ineiro andar.
___ Vende-se um resto de eMimplaivs
da obra Kapbael. paginas da jiivenlu-
de por Lamartine, versao portugue-
/.a de I). Carlos finido y Spano : na rua
do Trapichen, l. primeiro andar.
Em meio uso.
Vende-se un par de bancas de abrir,
de acaran ulna Iwiu acabada, e (pie
nao he (oleada : na rua de Norias u. h,
casa terrea ipte lem a frente piulada de
azul, e portadas brancas
KOI! I.AIIECIKI K.
O unir tiiitoriftht por itrrisni do coHMlha real
r ilfvrrto iinpcriut.
(ls mediros dos buspilaes recoinmeudain o arrobe
l.an'ecleuv, como semlu o unicn auluiisadu pelo gn-
vernue |iels Heal Sociedade de Medicina, fcste nie-
dicamenlo d'iuu noslo aurada\el, e fcil a turnar
em secreto, esl em uso na mariuba real desde mais
de bO anuos; cura radicalmente em puucu lempn,
cnni puma des|X'a, sem mercurio, as allcrcoes da
pelle, impineens, as cousequencias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes dos parios, da idade critica e
da acrimonia beredilaria dos buuiores; coincm aos
calbarros. da beviua, as contrarios, e fra(|ue/a
do ornaos, precedida du abuso das inueccoes ou de
sumas. I "iii" mu s\ |ilnlilu ii. o arrobe cura em
|hiuco lempo os lluvos rcenles ou rebeldes, que vol-
vem incessaules sem coiiscquencia ilo empreeo da co-
paiba, ila cubeba, ou das injecces que represen-
tan! u virus sem nculralisa-lu. (I arrulle l.airecleuv
be especialmente recnimiiemladu cuiilra as dneucas
Inveteradas un rebeldes ao mercurio e ao indurlo
de polasio. Vende-se em Lisboa, na bolica de H.ir-
ral, e de Anlunio Feliciano Alvos de A/evedo, pra-
i;a de II. Pedro n. KH, onde acaba de ebagsr orna
Kranile |iorcaode carrafas t;randes e pequenas, \ in-
da directamente de l'aris, de tasa du Sr. Ifcnvcau-
l.allei ieii\ IJ. ru Ricbev ii Pars. Os formularios
dam-se urali em casa du aueule Silva, na praca de
II. Pedro n. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Arauju; na Babia, lima A I raos; em Pernaiu-
buru, Suiiiii; Hin de Jaueiru, Kocba ,\ Kilbos, el
Moreira, luja de droeas ; \'illa-Nova. Joao Pereira
de Msales l.eile; llio-tiraiidc, Francisco de Pau-
la Coulo iS C.
VENEZIANAS .
Alerix) da Boa-Vista n. .">.".
lem um sorliinenlo de venecianas com litas ver-
des de liubo e de lila, com caa e sem ella, e se
concerla e so Iroca as novas por velbas, a vonlade do-
comprador.
Vende-se urna escrava, crioula, de bonita li-
sura, boa lavadeira lauto de barrella como de sa-
liiHi; eu/iiiha bem n diario de una casa, cose cbaoo
eusoiiima ; lio muilu sadia, sem vicios uem miiles-
lia aluunia ; a rszn |wr que o vende, vista do
compradur so dir : quem pretender, dirija-se i rua
do Seve, ultima casa, de Fraucisco Xavier Marlius
Bastos.
Veude-se muilo superior l'ai iulil de Sania
Calliariua, c S. Malbeus. medida a vista do com-
prador : a bordo do briifue brasileiro Midas, fun-
deado |>erlu da Alfandcua.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente ingle/., os melhores ipje tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mellors S Companhia, ua rua da
Cadeia do Reeife, n. 36.
Cobertores cacuros,
de alBodao, a 80(1 rs. ; di los azues e eurarnadus ,
muilo randes eencorpados, a l^iOUrs.: na rua do
Crespo, loja da csquiua que volla para a Cadeia.
Vende-se vinbo da Madeira do superior qua-
lidade mu un.; ii"-e uilavusde pipa, iii ii preeo coin
O. Bi-
na rua da Cru u. i.
PERRO.
Starr. & C. em
para veni cr ara-
b... ^uu..v..b ......----------,-.,, I----............
modo: no armazem de >'. O.Biebor cV Compaubia
ru da Cruz li. i.
A elle, que se eatao' acabando.
Coberluresde lapetc muilu sraudes, peludiiiiiuu-
10 piel." fie 1&400, dilos ni.ii- |iequeno, a 800 rs.,
colcha de salpico brancos, a IS600, brim trancado
escuru, de liubo puro o muilo uno, a 640 r. a vara,
cbila de assenlo eacuro e bom panno, a 140 r. o
corado : na rua do Crespo, loja u. 6.
coado
dito.
AOS SKMIORES DE ENGENHO.
O arcano da inveneao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias ingle/.as e hollande/.as, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junio com o metbodo de empro-
ga-lo no idioma portiigiie/., em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cru/., u. \.
Na rua .lo Vigario u. 10, piimeiro andar, lia
para vender, fan-llo muilo mivo chenadu pela barca
tratdo, por prneo eoinuiodn, c juntamente nova
i ,il Mi-ein de Lisboa.
ARADOS DE
Na fundicao' de C
Santo Amaro acha-se
dos de ferro de superior qualidade.
HOENOAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moeiidas ile calinas todas de Ierro, de um
modello e coiistruccao milito superiores.
TKIESTK-SSSF.
Me receuchaflado um rarreuamenlo ra t.ii inl' i de SSS ramiulio. c \ende-sc por iiumIco
preeo : uo escriptorio de Deane Youle \ Compa-
ulii, uu nos seos anna/cns nobflCCu do boiicalvei.
DOCK DE BACORY.
ChegOU leceuleinenlc to Maraultao uiiiapequcua
porreo desle ilvlcajdo doce, o niellior (pie lia, lauto
pela sua exrellcnle pialidade, como por coiicivar-
e por muilo lem|Mi em perreilo oslado : vende-se-
em casa de Konle t\ Irmao. ua rua da Cadeia Velha.
Acencia da Edwln Maw.
Na rua ile Apollo n. (i, armazem de Me. Calnioul
i\ Companliia, aclMHH couslanteinenle bous sorli-
ineutos tte taixas de torro coado e hatillo, tanto ra-
sa como funda*, nioeudas inetiras (odas de ferro pa-
ra animaos, Igoa, etc. tlitas para artnar em madei-
ra de lodosostamanhoseiuodelososinai'modernos,
machina hoiisonlal |ara vapor com forra de
I cavallos, cWos, passadeiras do ferro eslanliadu
paracai da purear, i">r menos preeo que oaua
hre, esemeu* |iara navios, ferro Ihasde llaudres : ludo por barato preeo.
Dipoitn da fabrioa de Todot ob Santoi na Baha.
Vende-so, em casa de N. O. Hieber &C, na rua
da Cruz n. 4, aluodao trancado d'aquolla fabrica,
muilo proprio para saceosde assucar c roupa de es-
cravo, por preeo commodo.
Veude-se premunios inule/es muito uovm para
liaiubre, latas com bolaclnulias do soda iiiatleza,quri-
jos de pralo, conserva!, muito novas, scuicules de U>*
das as quallades de horlalro, cheleadas iiltimaineu-
le: ua rua da Cruz n. '.i, defroute do Sr. Dr.
Cosme.
Veude-se a taberna da rua das Cru/es u. I,
com |hiucos fundos, e bom commodo para familia :
a tratar na rua de Hurlas u. junto uo sobrado do
Narciso.
Vendo-se \olanleeslreilo e lario, propriupara
armacrlo du itreja : na rua do (Jueimado, u. li.
Vendem-se aberla de renda c lab>rinlho, e oulra cun Ulnriu-
thoom rodil, iubas com bonito liico, o um rico ro-
dap, do cama, lodo aborto de bonito labvriutho o
bico, e una rede piulada : ua rua do Queimado,
n. H.
Na rua das Cru/es, u. t vende-se una escra-
va de ti ainius. bonila liuura, eiiKommadcira, coso
chi.o.eozinlia c lava de salrio.faz ronda e lodo o mais
servido de casa, um nolalo de '11 anuos, sapalei-
ro do obras viradas, urna escrava da (.isla,bonila li-
i;ura, quo en({omma, cozinba, lava o faz lodo o miifl
servido de casa, e so ko vende para eugenhu, ou fora
desla praca a lita da Cosa.
Ao/jOOOr*.
Veude-se panuo Uno, prelo, azul e inesclado, pro-
prio para palitos e vestidos le montara : na rua do
Crespo, loja do Antonio Tranciscv Pereira.
A 300 i-s.,
ocuvado, do cassaecambraia, frauceza, de cores li-
las : ua rua do Crespo, loja du Antonio Francisco
Pereira.
Vende-se nina rede, loda piulada, propria
para lipoia : na rua do Oueimado u. ti.
Veiuioui-se al{juijs escravo*, mo-
ro*, me servem paia todo serviro ; I
miilciiir de 11 ;iunos, e 2 ne^rinlias de
12 anuos, ludo ]M>r privo em corita: na
ua das Lurangeiras numero 14, segundo
eo-
, e fo-
l'ereia de Mello, no caes da Allan-
dega, vende-Se tarnlia de mandioca de
superior ipiadade.
POTASSA.
No anliuu deposito ila rua da Cadeia do Itecilo
irtnisem n< 12, ha para vender muilo nova polassa
da Itussia, americana e brasileira, em pequeos bar-
ris de i arrobas; i Ima qualidade o procos mais ba-
ratos do que em oulra qualquer parle, se .iilinn- uu
aos quo precisaren! comprar. No mesmo deposito
lambn) lia barris com cal de Lisboa cm pedra. pro-
xiuiaucnin ehotfidoe.
Vendem-so lonas, briuzaft. brioso meldl bi-
nas da Itussia: no armazem do >'. O. llieber <\
Companhia. ua rua da Cruz u. i.
I'
andar.
Veudem-se dous escravos;
ua rua do Burgos.
ua padaria n.31,
DAVID WIIXIAM BOW.MAN. omonheiro ma-
ehfnistl e fundidor de ferro, mu rospeilosamente
anniiucia aos soulioros propietarios fa/enleiros, o aorospeilavel publico, quo o sen esla-
beleeimeulo de ferro movido por murhina de vapor,
na rua do Itrum pMSSndo oehafaiiz, coulina em
oirecli>oe\erecio, ese acha eomplelamcnte montado
com apparelhos da primeira qualidade para a per-
feila eotiferea d;K maioros pecas de macbinismo.
Ilabililado para omprehemliT quucsqucr obras da
sua arle, David William Howman, tlescja maispar-
lieiilarmenle chamar a atlcnca publica para as se-
-uiuirs, pm lerdellasiiramle sorlimcnto ja'proinp-
lo, em deposito na inesma fundicao, as quaes cons-
truidas em sua fabrica pirdem coni|H.'tir com as fabri-
cadasem paiz eslranceiro. lauloem preeo como em
qualidade de materias primas e mao de obra, a
saber:
Maeliiiiiisdo vapor da melhor conslruca.
Moenilas inanbos, movidas a vapor por amia, ou animaos.
lindas de auna, monillos do venlo o sorras.
Manojos udopeiidentes para ravallos.
Rodas ilpuladas.
Acuilhes, bronzes e chuinaceiras.
Ca\ ilhoes e para lusos de lodos os lainanbos.
Taixas, pantos, crivos e bocas do Por na I ha.
Moinhos de mandim-a. movidos a mad o*i (Hirani-
mars, e preus;is pna a dila.
Chapas de foua e fornos defariulia.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de bron/e.
Bomhait para carimba e de repuxo, moxidas a
man, por animaos ou venlo.
Iiuuiiiasles, uuiuchoso macacos.
Prensas hjdrauliras o de parafuso.
Ferrageoepara navioSi carroso obras publicas.
(Uilumnas, varandas, urades o (Hirios.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de inaoaradosde ferro, ele., ele.
Alen da superioridade das suas obras, ja' ucral-
inontororonlieciila. Da.id William Boumau aranle
amaisevacla conlormidade cornos moldes o dese-
nlies remedidos pelos senliores queso di^narem de
fazer-lbe cncommendas, aprovoil.iudo a OOCasUfl pa-
ra tgradeeor aos seus numerosos amibos c freiiuezes
a preferencia eom que tem sido por elles honrado,
e assci;ura-llies quo nao itoupara esfurense diligen-
cias para continuar a merecer a sua conli.inca.
Vendeiu-sc toalhas de panno de Hubo do Por-
to, para roslo, o nielbor que lem viudo ao mercado,
a l-Ni Mir-. cada una : ni rua do Crespo, bija da
esquina quo volla para a Cadeia.
;a*^ Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha
Vende-se em casa de Domingos Alves
Mallieus, na rua da Cruz do Reeife n. :_,
primeiro andar, algodo transado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa de escravos, assiin como lio proprio para
redes de pescar e pavios para velas, por
preeo muilo commodo.
'WBMMUWrtlBnSiet
GraAd. .ortloi.nto de p.naos Sno. c c.ie-
mlras.
Na rua do Cre|Hi, loja da esquina quo volla pura
a Caileia, vcnile-sc |ianno prol, a ItalKXl e :10
rs.; ilc ourclo branca, a :i.i(IOrs.; dito francs, a
IViixit' ."ijlHsiis., e muito superior, a 680110 r. o
rovuiio ; dilo axul. a Sin. :1-J(K1 e 9II00 r., e
muilo bom, a .1 hi r.; dilo vente, -2H0I) e 19(100
ra.; corles de casemira prela iiifnladii, a .*5.">00 e
69000 r.; dila frauceza e do cor de Inda a quali-
dade, |Hir prero commodo.
Vendeui-se relojios le ouro, paten-
te inglez., por commodo precio : na eua
da Cruz. 11. 20, casa de L. Leconte Ferou
e\8tein (|iiindistes, para earregar
noas, 011 curros livres de despeza.
prei;os sao' os mai commodos.
lUI'i: l'lilM t/\ lli: LISBOA.
Na rua da Cadeia do Hccife, loja de fazenda
Joo da Cunta de MagaUtacs, vende-se a eicellen-
te pilada desle ri'p, o mais fresco que tem viudo,
pela galera Maryartda.
POTASSA DA RISSIA.
Vende-se superior polassa da Itussia, e
Americana, por preeo milito commodo:
na rua do Trapiche 11. 15, arina/.en' de
llasto huaos.
ATTtMjAO.
Vendem-se livros e meios dilos de pao
de piala e ouro, cliegadns iillimamente
de l.islioa e por preeo commodo : na
roa do Trapiche n. 17, escriptorio de
.lose Teixeira Basto.
Oleados pintados.
g Veudein-se oleado pinlndo ilc i a H pal- 9
9 inosilo 1.11 -111.1. cde padrAes muilo bnnilo;
9 ,'isslin mino robera do iiiesino para nMMM, -Jl
JQ rom bonitas csliunpiriii, e jior preeo com- 4t
SJ modo : un prnr.i du Independencia, fabrica i
; ". ili- rh.i|i*'.-. .le .l.i.ii|iiiiii de (lliveira Main. ^
mH8sm $# st
Moinhos de vento
com bombas de repu\n para reuar borlase Imi^i-
ile capim. na fuuilirii de II. W. Howman: na rua
do Brumos.6,810.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na fundicAo d'Aurora ai-ba-seroiislanteiiieuto um
completo snrtimenln de marbinns de vapor, lauto
1I.1I1.1 niii'i de li n\ 1 pressao de inodellos M in.iis
approMidos. I .iiiiliiii. se aproniptam de eiicomnien.
di de qualquer lrniii que se iHissam di-sejarcom a
maior prelcxi. Ilabei oinciaes scrAo manibidos
para as ir assenlar, e o fabricanles como lem do
rostiinie aliauran o perfeito Iraballiu dellas, ese res-
ponsabilisaiii por qualquer defeilo que possa nellas
ipnameer durante a primeira salra. Militas maclii-
uas de vapor construida* nesle estalielecinienlo lera
eslado em coiislaiile servico nesla provincia 10,1
ealii Kiannos, c apena lem nlgkto mili iiisiuiiili
cantes reparos, c nimiinas al ncubuiisabsolutaiueu.
le, accrescciulo que o roiisumnio do ronbiislivel be
mu iiiconsideravel. (ls senliores deenaenbo, poi
o oulras qiiucsquer pessoas que precisarem de ma-
cbinisino silo rr-s|eitosaiiieiile convidado a visitar o
estabelecimeiilo em Sanio Amaro
Km casa de Bruno Praeger & Com-
pauliia, na rua da Cru/. 11. 10, vende-se
0 sej'iihile :
PIANOS FOHTKS dos meHioi-et auto-
res ede nioilcriia oonttruccao.
INSTRUMENTOS DE MSICA paraor-
cliestra e bandas militares.
OBRAS DE OURO de toda a (pialida-
de e do mais apurado (osto.
VIMIOSSt.Marj'ot.St.Julien eeliam-
pa (jnlie
LONAS dedillereiite ipialidades.
BRINS DA IUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como sejam,
cadeiras de dillerenlcs moldes, mesas e
sofa's, assim comoeommodas demojjno e
cadeiras de halaiKO de sipo, viudas de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda ipie
tem viudo a esta praca.
OLEADOS com lindas pinturas de fine-
tas, etc., para mesa de meio de sala e
bancas.
CHARETOS da llavaua vcnladeu-os.
MOLDURA DOKADA para guarn-
cio desalas e uuadrOB.
12,000 rs. a duzia.
Sii|tiiiii'-Io.iIIi,i- depanno de linbo do i'orlocom
1 vara ', de comprido, nropriM para limpar o ros-
lo, pelo diminuto |.ii'.;.i de l_nii .1 duzia : na loja
da rua do Oespo 11. li.
Rua Nova n. 17.
Vcndoin-se ricas caniisiiibas e colariubosdc cam-
ln .111 bordados para senbora, romeiras de lil bran-
co, enfeilesde llrese lilas para cabera do senbora.
Briuattlas de llore de laranjn para noiva, riquissiiuas
ni .1- de pellica rom eufeiles da fabrica do Joven,
luvasdeeda de loda as qualidade, seda para ves-
idos branca e de core, bico de hiende e de liubo,
militas oulras fa/endas por menos preeo do que
cm oulra qualquer parle : na loja de Tbeophilo
ItohPlI.
Ru N. ., fru 4* Ch 4, e
, 11. krrno tw, M|^J; I
No astabeleriinento cima continua-, ,,..,
tdaaa qualidade, de ferragem, como iam --" '
loda, a. qn
sada. porliiuiicia, inRlea* de a0, inau,i!''.'
Parlo, chapas para fogdes comprido, c uui,a 1
de 316 buraco, facas e garfo. Iliw,, l,,"' "'-
flm como deoMC, colherc* de melal du Dr: ".'"
lano para wlpa eomo para cha, bule ,1,. m-, "i0'1*
.11. i....i_. n__. v '"i-iai. o.
feleiras dedio, bandejas Anas, ern ltnw d. !'^'
dila ordinarias, moiiilio para cal, fechadur i*'
diversas qualidade para porta, dobraj,,... ,1, ;
dt dila.
para
facasde pona, fscoes, parnaiba, arniii
cap, Ierro em barra de diversas nros,uT1, I1'1'
0 qualidade., fnlha de ferro da maislln,,,' ",u""
sa, 1'ulli.t do lia mires em caitas a a relaii,., ,. ? "r^' I
madores de lalJo, alm deoulro muilo (.J.?, ',"
ferragens. Tambem se vendem as seRulSnr
de cobre : laivos de lodos os lainauhos, bacu "u
cobre para bolo, cocos de cobre para hiiuj
engenho, dilos de flandre, espumadeiu. de n,v"1
ilii.1- de flandre, ponga de cobre, reparlidanu
dilo, cobre em folhade varias grostora., ux7Z
lidlia, estando em barra, dilo em verga, rlium|w "
lencol, oulro muilo. objeclo, que su a vi>u "
comprador.
Vendem-se cadeira, consol,, a,
bancas do meio do sala, de jarannj,'
cadeira, sof, consol, mu
meio de sala, de angico ; cadeira, J
fas, consol*, de leo ; guardi-roL,
para senbora, cama francea, d, j.
caranda ; dilaade auiarello, marqneza .t.- angj,
dilas, de leo, e de auiarello, e oulras iniiil obr<,
Jilo se moslraro ao comprador, ludo o maii m,,.
erno posivel, e por preoos muilo commoib u
rua daaCamba do Carino n. II. Na mesioatM
lambem se vende junco, lano de primeira roaw .),
segunda surte, para lecer cadeiras, e por bir,L
pre<;o.
Cana* oasrairaa, a 6,000 r*.
Vendem-se casemiras francesas de boniloi .
droes, a '19OOO o corle : na rua Nm.1. loja no.i
n. 16.
Vende-se a obra Recreadlo l'liiloso|ihica. p*
padre Tlieodoro de Almeida : ua rua Nova, loja t,
va. 11.16.
Vende-se em casa de S. P. Jok
ton .\ Compaubia, na rua da Sen/.ala Ka,
va n. 42.
Vinbo do Porto, luperiorqualidade,e
(jari-afado.
Vinbo Cberv, em b,irris de (piailo.
Sellins paca moutaria, de bomein es.-
ahora.
\':icini-t.is ilcliislre paracoberla deciiTm
Ueloijios de ouro patente inglez.
Na rua da l'enba 11. 2:1. primeiro MMbjf.te
de-se o seguiule muilo em coula : II cadeira,nw
assenlo do palha, I mesas servindo urna pnra Juta
e ensommar.l carleira de viagem chapeada d Iji.i.
1 l.iivn de cubre que serve para lavadeira ou ilom
ra, por cr muilu grande e fornido, e I torader.
ESCRAVOS FGIDOS.
IHE9IHV3
DAURORA
Deappaivceu no da 4 do cormite me/ o\>n
lo Aleiaudre, de na<;o >. Tlionie.allo, rorpo rek-
gado, jo i "i escravo do Sr. Bolly e do Kr-uice*' ^
lequer, morador no Kio Doce, lugar onde onu.
mo cos una rrequentar mi -n.is mninnu- .
que lia fcilo. Rosa-KC i autoridades Mtliciae ug
a quem delle der noUcia, dirija-sc rua do Hnia
i.iliih'.i decaldcireiro n. *8t que se gralillari.
Do ahaixo assignado, ftiaio no dia dow
r'iile um escravo de uemo Paulo, erioulodo Mt-
nhao, meio Tula, de ) annovi pouco maisou un- >
eslalura regular, Tulla muito deftcam-ado, lemumi
cicatriz na calwca fechada de pouco, urwlormu
marcan de ferida, a mao direila indiada, c lem
camisa de chita azul, e ceroula ; julya-so lerrl-
para Ulinda onde esl o acadmico Feriando Al-
ves de drvallin que o venden ao aba\o v-igiul
(ratilU-a-se a quem o pegar elevar a m.i K
gel n. 44, ou aos Afogados silio junio a igreja -\t\
Miguel. (uitlterme .lat/anlo Rodrigue Selle.
Kugio na noile do dia 6 de selemliro, do \o-
der do abai\o asignado, um negro, crioulo.dc u.
Lu/., que reprsenla ler:i> anuos de idadf, per-
lencenlc ao Sr. Joaquim ila Silva Pessoa, senlvoM'
eugenho Culumulia, por quem linha sido reintlii-
i\o para ser vendido ; lem dilo nearo urna beliii
em um los olho*. barba cerrada, lie bstanle ladi-
no, e em a (ace direila (cm um cirnlriz, provenieif
les de dores nos denles; be provavel que se ai
para os lunares de Sinlo-Aniao, onde a oi uegjth
de oulra fgida : roga-se portanlo ai autoridades |
liciaes, e capitaes do campo sua cptura, podeml
sercoiiduzido aoseu seulioi- uo enueulio Culuuno
lia, comarca de Nazarelb, ou no H^rilc, arma/p
de assucar de viuva l'ereira da Cunli;i, quesfnpr
smenle se sr.tlifcar. Jotda Silca l--\
Dcsappareceu do dia lUdopassado selembr*
tima escrava por nome Auna.crioula, altura recu
lar, cabello alio, olliosgrauJes c fumarado, uff
Ibas pequenas e um lano rasgadas, nariz chalo, be
eos finos denles limados e sem falla lw
iros dc*cidos, pclos cabidos, mAos pequea*, etnu-
caruudas e com urna queimadura no meio; loa-
rap, levou veslido de cbila rom, com babado p
baim c cabeciio de mada|nliio, panno da rosla -r
dinario, com lisias encarnadas, brancasc aiuet ^
curas: quem a pegar leve-a a rua Bella n.;H, p
sera rccompensailo.
Fugio a 89 de setembro f)o 1K>:1, do nmm
S. Jos, da freguezia de S. Lourein.o da Malla
escrava Delfina, nalural do serlSo, prela, do cor W
la, reprsenla ler Irinla e cinco intM de idade. i>
lo redondo e com barba no queito inferior, t \*
quenas suissas, falla de deules ua parle mi, -t. '
da frente, bracos cabelludos, e |s pequenov
pouco comprada ao Sr. Anlonio Joa Vieira de So*
za; roga-se a quem aapprehender de IcvareiiHU*
dilo enaenbo. ao seu senlior, Francisco Joaquim Ji
Rocha Falcfto, ou nesla pra^a, seu correspoiJ(i.w
l.ui/. Jos Pereira Sinifies, na rua do I.ummuIi
n- i. primeiro andar, queso gratificar cora W
V Compaaliia.
C. STARK&C.
respcilosameiilc anuuiiciam que no seu extenso es-
i.ilirl-' iiuriiiii cm Sanio Amaro, continua a fabricar
com a maior |crfeii;o e promptidao.loda a qualidade
de iii.ii-liiiiMiin para u uso da agricultura, navega-
i; ni o manufactura, c que para maior commodo de
seu numerosos fregue/es e do publico em geral, lem
aberlo em um dos grande aruiazen doSr. Mesqui-
la ua rua do llrum, alra du arsenal de mariiiha,
um
IHl'i i-l 111 HE MACHINAS
construidas no dilo seu cslabclccimenlu.
All acbarao os compradores um completo sorli-
mcnto de nioenda de calina, com lodo os melho-
ramenlos talguus delles uovos eorigiuaesl de (pie a
experiencia do muilos anuos lem mostrado a neces-
dade. Machinas do vapor de liaixaealta prcssJo,
laixas de lodo l.iinaiiho, lano balida romo fundidas,
carros de mao e dilo para ronduzir formas de assu-
car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
lo, fornos de ferro balido para rarinha, arado de
ferro da mais approvada conslruccao, fundo para
alambiques, crivos e (irla para foriialbas, e una
inlinidadc de obras do ferro, que seria enfadonbn
enumerar. No mesmo deposito existe una pessoa
iulelligcnlc e habilitada para receber ludas as en-
commeudas. ele, etc., que o aniiuncianles roulau-
do com a rapcidade de sua olciiia e macbinismo,
e pericia deeusolliriae, se compromellem a faxer
exerutar, com a maior presteza, perleico, eexaela
couformidadccom os mdelo oudescubos, einstruc-
ces que Ihe forein fornecida'
Brlan trucada ..rallo ata puro lloko, a 1,(40
n. o con.,
vende-se na na do Crespo, loja da esquina que
volla para' a Cadeia. Para.
Kugio uu dia I de uulubro du correnle ni
urna escrava, crioula, de nomo Carila, abura ir
guiar, cheia do curpo, rosto redondo, ulliu. verme
Ihos, falla de denle da parle superior, levou um.
argolas de ouro corlada,veslido de chita amirellt
mu peuno da cosa \ cilio.urna Irouiaderoupa.-quiiiii
pegar dirija-se atraz da matriz da Boa-v3la a- -
quesera bem recompensado.
Dcsappareceu no dia 28 de setembro dn or.
renlc anuo a prela lahcl, que foi escrava d Ma-
nuela do Inapeclor, e depois do Sr. Santiago, proni'
rador, morador na rua da l'raia, a qual tem o m
naos seguinle, : alia, bem feila de rorpo, na
redundo, edr muito prela anda sempre oiini*
apressada na rua'; levou veslido rdxo de barra '"
piulas brancas, saia prela e lanibein fmno prtl
levou lambem um labolciro enverniado em que
andava vendeudo bolas; coslumava a lerroopa e lalvez mudasse de veslido: ruga-se, perlas*a-
auluridade coni|>etenlc e |>esoas do povo a >u.
captura, ea leveni i rua d Cruz o. 95 que*'-!"
recompensado.
Attencao'.
Ainda cunliiuia andar fgida desde o dia l
uovemhro, a muala de nome Bernardina, que re-
prsenla ler de j\"> a 10 auno de idade, ruin u.
naes seguinle: cor alva avernielbada, roslo rom-
Erido, naris grande, olhos um lauto pequeo-, "
ellos crespo, lem haslanic mancha depaiu'!'
lui-nrpu, liracus c rostas, altura regular, un la*
cheia do corpo, c lem a mAos Iremulasquandoi*-^
em qualquer "mi-.i ; levou vestido branco, clule-
de quadrus eucariiadoser('no,sa|ialuderouro. ai
pauno de lia encarnado e branco, c mais M"""
ruupa ; a dila escrava helilha de oianna.ela lem
algn prenles, e j |r 3vezes se tem m-I" "
por l, e em Cruangy aond. lambem lem r*"J
paranlo, roga-se as autoridades poliriacs. rapi"
de campo, ou qualquer |icsoa do povo, de 'M'r'
hende-la o leva-la a Camhoa du (armo n.:. P
meiro andar, ou i rua da Cadeia de Sanio *"'"
n. "i, primeiro audar, que se dar inuilo boa:
lllic.lc'io. .,
Desappareceram na fundiraod'Aurora, ua J"
de 19 de agosto, os prelo Miguel, Angola, ""**
anniH pouco mais ou meno, estatura regular, sec-
co do corpo, roslo marcado de hexiga; Mauoel, li-
go, idade :1 auno, baiio. um lano cbeio do ciiri.
levou calta de rucado d'algoilao, camisa de nmlar
lao, bonete, chapeo de sol, ambos fallara dc-ca'.''
du, e au lecm barba. Sup|Hie-se Icreni *JJ""J
zidus : ruga-se a quem o apprehender ou uc,lc* '
ver noticia de dirigir-se a mesnia fundicao que '
bem recompensado.
Do abaixo assignado, fugiu no dia no *
renle, um escravo, criuulo, de nome Iguario, 'r,h
ofllcio de carreiro, eslalura baixa, roslo redond-
iMiuca barba, olhus grande alguma cousa vera**
Ihos, porin uflo mullo vivos : levou camisa e ral^
de algodao azul: rugu a quem u pegar que o Ira-
no eugenho Rodrigue, na freguezia le S. I.ouien"'
da Malla, ou na rua da Cruz do Kecife n. 10. 4r
ser ri'coinpciis.i'lo.
SelKUliHo Antonio Paa Barril"-
Typ. 4. K. V. Tnrla. W


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