Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02236


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Full Text
ANNO XXIX
SEGUNDA FEIRA
DIARIO DE
DE OUTUBRO DE 1853.
N. 222.
PfiRNAMBUCO.
PBX90 DA SBSCIUKJAO .
Suhscreve-se a 153000 poraniio, e tjOOO por
nunrlcl |>ao adianlarlo, e W'iOO por quarlel pago
iVnriilo, na casa do *eu propriclario, M. Figueira
eFaria, na pra^a da Indeiiendenria, 11*. 6 e 8, e no
Hiede J. casa derSr. Joa8 Pncira Martina.
Balda a o F. Uuprad.
Hu-ri j.. i.|imiii I i.-1.1.11,1.. Hendon(i.
Parahiba a Jo*. Kodriitues da Cosa.
Salal Joaquim Ignacio Pereira.
^r.M'a(y u a Anlonio de Lemos Braga.
Ceara' Guillicrme Augusto de Miranda
MarauliaA a a Joai|uim Marques Hodrigucs.
Para' Jusliuu Jos Hamos.
OUIIIOI DI 1 DI ODTD1BO.
Sobre Londres 27 >/' 60 d.
a Paris, 343
Lisboa, 9J por cenlo.
METAE3.
Ouro. tincas liespanholas MO a 29JOOO
MoedasdeWiOOvcIhas...... W00O
o de ti&M nova....... "SHffi
.. de 4*000......... JgW
Prata. Palacocs brasileiros........ HN
I'esos columiiarios........ jot.W
mexicanos......... 13N00
Accoes do Banco......... 10?
Descont do Ledras....... 'JaJIu
NOTICIA KITRANQKIKAS.
Portugal .
Hespanha
I i .ni... .
Blgica .
Italia. .
Atemanha
Prussia. .
Turqua .
Hussia. .
Dinamarca
30 de Agos.
8 de
8 de
4 de >
3 de s
3 de
3 de
, !6 de Jul.
31 de
31 de
Austria. .
Inglaterra.
Suissa .
Sueria. .
E. Uuidos.
Mlico .
California .
Ckili .
Buenos-A .
Moutcvidco
. 3 de Agos
27 de >
3 de a
'29 de Jul.
27 de
16 de a
1 de Jun.
12 de >
2 de Seth
4 de i)
NOTICIAS SO nOPXBIO.
Para1 16 de Selbr
Maranha 20 de i.
Ceara'. 24 de
Parahiba. 13 de
Alagoas 24 de a
S. P. do Sul 31 de Agos
S. Paulo 4 de
Minas|. ... 26 de a
R de Janeiro 14 de Seth
Babia .(. 19 do a
FABTIDAS DOS COBBIIOS.
Olinda, lodos osdias.
Victoria, nasquintas Teira.
Caruar, Bonitoe (laraiiliuns. nos das I e 15.
Villa Bella. Boa-Vista, ExeOricury,a 13e28.
i.... im... e Parahiba, segundas esextas.
Natal, quintas reirs.
DAS da semana.
3 Secunda. S. Bvtldo
4 Ter^a. S. Francisco
de Assis.
5 Quarla. S. Placido
ab.
6 Quinta. Ss. Bruno e
Caslo.
7 Sexta, s. Angosto
prasli.
8 Sahlwdo. S. Brgida
priaeeM.
9 Doiiiinco. Patrocinio
de S. Jo**.
AUDIENCIAS.
Tribunal du cominercio,
segundase quintas.
felacao'
Ierras esabhados.
/".enda
torras t'sexlasas tOhoras.
'jaiznder/iliaos
secundase ". as 10 horas.
I'rimeira rara do ciret
tercas e t. ao meio-dia.
Set/unda rara da ctrrl.
quarlasesub.au meio-d.
EFUEHEIUDES.
Outubru 2 La noxa aa 7 horas, 17 minutos e
31 segundos da (arda.
a 9 (Juarto crescente a 1 hora. mi-
nin..- i', seguudosda larde.
1K La rheiaas 10 horas e II iniuulose
;I7 segundos da larde.
25 (Juarto mingoaule as 2 horas. 19
un.......- o 31 segundos da mauhaa.
IHMB DE HOJI
Priiueira a SbOTM o IX minutos da inanba.
Segunda as 5 horas e 42 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
GOVEHNO DA PROVINCIA.
E.pal.ata aa da 30 eaataabro d1853.
tlllirio Ao marechal comniandanlc das armas,
: i/.'ii ln que, segundo o artigo lli dn decrelo n. 1089
de 14 de detembro da 1852, a mximo do premio
parece que au se deve dar so nao as prar.n engaja-
il.is para continuar no servico ; quanlo. porem, aos
voluntarios que e conlrolan para servir, nao (em
direilo amis que o mximo de IWOgUOO res, o que
nao inhibe o presidente da provincia de marrar-Ibes
mena* quanlia, segundo osen roniporlainenln o ap-
li.l.lo para o servico das armas ; sendo que por sao,
Mi.ir.ou aos dous volunlarios a que se refere u ..ni-
o deS. Exc. datado de lioulcni, a quanlia de 2007
red a cada un.
Hila Ao momo, reinellendo.para terem eon-
,,......ole destino, os coDaelhoa le disciplina a que
edeu na provincia de Sergipe, pelo rrime de
se pro.
.l-
bala
, i|in
. Loin
iininiellido pelos soldados do II
ItiAu cl.iiif.mlaria, Cosme Joso da Cruz, Thu
AlDMlda Piolo Cola e Tlicorior Jos Al
e uenavam destarados uaquella proxiu-
niiiiiiiiMi-s.'ao respectivo presidente.
pl0 \n inesmo, |iara mandar avisar a :l ofli-
,i......ii|ierinres, |iara scrvirein de vogaes da junta
Je judira militar, que Icm de reunir-se no palacio
,l,i prenaaocii.....da :l do prximo
,1.....itul.ro, as liaras do cusluiue.
nei-essariasco......uiiicare* a respeit...
|>lu Ao iiiesmo, reeouuneiidando a expedieAo
ile-uis onlens nosentidode ser poslo cmliberda.lc.
o lerrula .Manuel Antonio da Crin que apreseutou
leed. I ule.....i-se .1" i hele de polica,ulc-
liliilouro
l;ieram-
MU.
lalo Ao niesuio, diiemlo (car sriente .leso a-
rlnr S. Exc. empossadu do coininando das armas
tala provincia.
Iiitu Ao inspector da Ihaaoorarla de lanuda,
remellando copia do aviso da repartirn da goerra,
i|e 25 de agosto ultimo, pelo qn.il se manda pagar ao
leMCiilc-.|uarlfl-meslre.lo2.- balalhlo de iuf.inl.iria
leln Jo
pgrUnck
npn ui
daprovl
Rio (ira
bro rom
iii.iii.I.uiI
ii Silva, o quanlia da 18*000 rt
1 das comc.lorias que elle pagoU na sii.i pat-
1 vapor Amrlia, vindnein servico da rapilal
iei.1 de S. Pedro do Sol. para a cida.te lo
ule. 1 uni consta do documento que t.n-
elle. Communicoii-seao manchal min-
adas armas.
Hilo Ao niesmo, Irausmitliudo por copia o avi-
.11 da reparliriln da Jualiea de 25 de agosto ullillto,
ciiiiiiiiinicaiiiloliaversido indeferida a prcleneao do
I1.nl1.1rcl Cbriatovao Xavier Lopes, relativa a co-
hrauca do ordenado de juiz,municipal do llio For-
moao, durante o lempo que cierren aquelle empre-
ge na qualdade de supplcute. Conimoi.iioii-se
.10 referido haebarel.
Mito Ao manno. ioMrandn-ode liaver nomea-
do o baeluircl Julio Barbosa de Vascoucellos. para
i. lugar vafe da promotor publico da comarca dalia-
raiiliuiis. Fi/eram-se as neeessarias coinmuiiica-
llito Ao niesmo, devolvciidoos |iapeis.la divi-
da de que pede pagamento o cx-cadete do 2." Iia-
lalldo de Infanliiria.Boaxciitiira Leilaode Almeida,
para qoe Ihe mande pagara quanlia de 2113200 rbi
relativa ao exercieio correnle, fa/endo proeessar n.w
Irruios do seu oulrio de 28 do crranle, a de I |s>~UIp
i ii.-iiieuli' aoexereirio lindo.
Hilo Ao jui/. relator da junta de jusliea, Iraus-
niitlindo para ser relatado ein ses-.lo daquella junta
.. proeeam verbal, relio ao soldado do 2.- balalho
de iiifanlariiiClaudino Altea Baplisla.Parlieipou-
m' ao marechal comiuandautc das arui.-is.
HiloAo inspector do arsenal de uiariuha. dl-
/eiidi.,i|uanlo a primeira parle do seu ollirio n. 37(>,
que .leu sciencia ao goveruo imperial de hawar Sine.
ronlralado rom David Bowmao, peta quanlia
de i.aoosiio ri, o iraballio de montar a machina
d,i barca do escavaran dcsiiu uta a provincia do Ma-
mullan, e a respailo da segunda, que mandn ouvir
ao inapaclorda llteaonraria ilefaienda.
Hilo-- Ao mesiiiii, direndo que pdeeleeluai
coni Francisco Bolelho de Aiidraile, pelo proco de
3809OO0rbi, a compra da canoa .iberia, que. se-
ciuiiloSnic. deelarou, lie neeessaria aquelle arsenal
para ser emprenda na c.nidiiecao de inaleriiies para
as respectivas obras. Commmiicoii-so a lliesoura-
ria de fa/enda.
Dito Ao director do arsenal de guerra, reeoin-
iiieud.'iudo avista do que requisiloii o Exin.presiden-
te do Kio (raudo do Norte, que rom toda a brevida-
de contrate rom qualqucr dos macbinislas que mala
xanlagem olTerecer, a helara de 3 railes de ferro,
para asjanellas da radeia da rapilal daquella pro-
v liria,segundo a ola que remelle.
Hilo Ao Juta de direilo da secunda vara desta
cidade, para entender- quanlo antes rom o eom-
mandanlc da esla{au naval, iliinde servir de audi-
tor noconsclho de guerra, a que Icm de responder
o imperial marinheiro Mauoel Josii I. Conimni-
cou-se ao mencionado coininandaiife.
Dito 1 Ao inspector da tbesouraria da fa/enda
provincial, nleiraiido-o debaver, avista de sua in-
furmaeAo, aulnrisado ao director das obras publicas,
a comprar para o deposito dos arma'eus daquella re-
paliicao, 1.50 travs de 32 palmos de ciuoprimeiito
0 unule grossura ein quiulro, a(9000rs. cada nina.
Concedeu-se a aulorisarao de que se trata.
HiloAo harhaiel Joaquim Fiaueiseo de Miran-
da, di/.endo que, emqoanlo n,1o se ellceluar a sua
mndanca para o Poco da Pauella, nao acalla a es-
ensaque Smc. |iede do careo deprimen-., supplenle
do subdelegado da freguezia de S. Fre Pedro t.ou-
ulves.
'orlara O presidente da pros, inda, atienden-
do a que Manuel Cantoso da Fonsoca, nao se ulilisou
.leu presente da liceina queoblevc por aviso da re-
parlicio de marluha do 25 de agosto de 1817, para
fa/er corlar 50duziasde pranrhes de amarello, re-
solve eonreder-llie permissao para mandar tirar cssa
in i. un mis malas desta provincia, visloser neees-
saria para concedo de seus predios n fabrico das 11-
varenaase barcaeas queJlieperleneem, e por rsla
un .i.iiio recoinmenda as autoridades loeacs. que le-
nlian o maior cuidado para quc.se nao commcllam
abusoa DO corle e conduccao da referida niadeira.
l.nniiiiiiiucou-e ao capillo do porle.
N. 18. Illin- e Eim. Sr. Ordenando-me V.
Exr. por olllcio de 12 do rorrenle mei. que Ihe in-
forme rom urgencia, se ja proced romo me liavia
111 iiininendadn, sobraos acoiileciinrnlos de jiinho
na villa .1.. Bonito, i que all den lucar oex-juii
municipal supplenle e delegado, Pedro Ferreira Le-
te, i.-iui como 11 estado do processo ; informo que
es.e processo esl instaurado ei-ollicio e em seu re-
cular andamento, leudo para baso do inesmo exigi-
do, primero, do jui municipal mi exercieio na
quelia villa, nina cxposicilocircunislanciadaque me
toi prestada, mo ao dos fados entilo pratieadoi
como lmbelo das autoridades que nelles tomaram
lurte, visloler renicllido a V. Exe. as roininuiiiea
coesulUciaeique a tal respeilo havia recebido da
'niara municipal, do commandaiiledo dcslacanieu
lo cdaquelle supplenle, e nAo ler a proniolnria pu
libra da comarca, lomado a iniciativa da denuncia
|ko despacho meu do 24 de agosto, forain mandados
onvir, |,r inlermcdio dores|ieclivojui municipal,
cuino ver V. Eic. do seu incluso ollicio.o supradi-
lo ex-jui/e delegado como lambem o subdelegado
do.lislriclo do Verde, Viceule Ferreira Padilba Ca-
luinh), que juulamenle lomara-parle nos referido
arunieeimenloa ; e aguardo as resposlas do* respon-
sabilisadoa, dando-as em lempo para proseguir no
processo, de rujo resultado darei coiihecimenloa V.
BiC. como me cumpre.
Heos guarde V. Eic. Caruir 21 do scleiubro
de 1853. lllm.eEiin.Sr. rousellieiru presidente
'lesla provincia. Cae/uno Vktntt de Almeida Ju-
'"*or,juiz de direilo.
TRIBUNAL DARELACAO.
SESSAo DECIDE SBTBMBHO hElHVL
l'retdencia do /:'.rm. .SV. conutthero .izecedo.
A tO lini.i-. eiiliores desembdreadores Bastos, Lejo, Souza,
el-ello, l.una Freir, Tclles, Pereira Mooleiro,
\alle e (jomes Kibeiro, fallando rom raiia o Sr.
deM.*mbarRador Villares, o Sr. presidente declara
atierla a sessdn na forma da Ici.
Julgameutof.
Kerorrenle, ojuizo ; recorrido, Jos Fauslino de
ounni/ (iiillti.Conlirmaram o despacho deque
se rerurreu.
Appellaide, L'rbanodos Santos Cardoio ; appella-
dn, ojuizo.Conlirrnaran a senlem;a.
Apppllaiue, Aliiuso de Albuquerque Mello ; ap-
pellido, |in/i. M.....Ln .un descer os aulos ori-
ginacs e subir o traslado.
.Ippellaciie* civeit.
Appe.la.nl4, ojuizo; appellado, Manocl Aidoniu
de Jess.Coulirmarain n sentenra.
A|)|iellanle, ojuizo; appellado, Jo>c Pires Ferrei-
ra.Conlirinarain a sentenra.
rVp|iellanle, o juizo; appclladu, Jos Mara (ieral-
des.< :>iniii iM.ti'.ni) a sentenra.
Appellanles. Mr. Calinout i\ Companliia e nutro ;
appellado, Antonio GutUM Villar.Juluaram por
senleura uterino de desistencia da revista que
lihli.mi inlerposlo os appellanles.
O condicto iw jurisdiccao entre 0 jniz municipal
da villa de CaM, e o juiz municipal la villa da
Imperatri/.Julaaram o condicto procedente, e
competente o juiz municipal de (.atole.
Dlttfjtncia*.
A i iM-ii.inic. ojuizo: appellado, Jos da Coala Hon-
rado.Mandaram eum vista ao Sr. desembarga-
dor procurador da eoroa.
Appellaule,-o juizo ; appellado, Francisco Antonio
Bandeira de Mello.Mandaram rom vitlaaoSr.
desembargador procurador da coroa.
Desigmn i'x.
Appellanle, o julio ; appellado, Alevandre Jos
Barbota.
Appellanles, ojuizo e Jos Ferreira do Nasrimen-
t ; appellados, Joaipiim IVancisco |M Moulei-
10 c a justica.
Appellanle,Sebastian Jos da Silva Braga; appel-
ladn, Bernardo llenrii|iie.
Appellantc, Joa Gorgonlo Paei Brrelo; appella-
do. Rufino Paa Brrelo.
Ippellaule, I.ino Jos de Castro Araujo ; appella-
U0. Caetauo da ('.osla Moreira.
Appettante, loflo Tavarea Conleiro ; appellado,
Anlonio Alves de Miranda (iuimarles.
lesembaruador Bastos aoSr. de-
is Mguinlea appellaojta em que
EXTERIOR.
iSr.
Leao
Passarain do
.embarcador I
1.I0 :
Appellanle, Rjuall
ra*Feraandei da
Appellanle,
rerras.
\ppellanle,
Lua
appellado, Francisco Veiilu-
a justica ; appellado, Antonio loiucs
Uaudiua Marliulia do Sacramento ;
ppellados, Menrique (ibsnii e oulros.
Appellanle, ojuizo; appellado, l.uiz da Cosa l'or-
tocarreiro.
Appellanle, ojlllio ; appellailo, Jos Antonio Ma-
cliado.
Appellanle, Francisco Joaquim Cardozo ; appella-
do, U'naeio l.uiz le Brilo la borda.
Appellanle, Monseubor Framisco Muniz 'lavares ;
appellado, Jos Francisco Helnn.
Vpnelliinli-i, Henrintic Gibenn e oulros; appellado,
Manuel Joaquim Paseboal Hamos.
Paaaaram do Sr. deaembargador l.eAoaoSr. de-
lembargador Souza MHguInlH appellaces emque
silo :
Appellanle, o juizo; appellado, Vicente, preto, os-
tra, o.
Appellanle. Arscnio Fortunato da Silva ; appella-
dos, Antonio (.amposc oulros.
Appellanlos a vinva e lillios de Joao KoilriuueH
branles; appellados, Antonio NoKueira de Sou-
za e sua miilber.
Paataram do Sr. deaembargador Souza aoSr. de-
lembargador Rebollo ai Mgoiolea appellasoea era
|U' s;i.i :
Vpprllaules, .iiiza Mara da ConeslelO c uniros;
appellado, Jowl Antonio da Coila.
Appellanle, l>. CoiulanliniJacliilha da Molla ; ap-
pellado-, Mauoel Jo*, da Coala e oulro*.
appellanles. Maiiiud l'ires Ferreira e oulros ; ap-
pellado, l'rbano Pereira da Silva.
Vppellaule. Francisco Joi.oCaniciro da Cunlia (P-
pcllado, Marcelino Jos Lopes.
appellado,
appellado,' Bento
Appellanle, Joa Kodrlauee da Pi
Bernardino Jos da Silva.
Appellanle, Marcelina Maria da Pureza 6 Oliveira ;
appellado, Anlonio Alves de Miranda (uiina-
Appi'llauUs, Mauoel pires Ferreira e oulro-,; ap-
pellado, Jos.- Caetauo de Barros.
Appellanles, Joaquim tnmraUes Haslos e oulros ;
appellado, Jos Pereira ueGoes.
Apiellanles, os berdeiros de Antonio Joa (iuima-
riea; appellado, Joao Plorlpea hias Brrelo.
Appellanles, os berdeiros de AlToilM de AlbuqUeT-
que Mello; appellada, a Irmandade das almas .i,
malrizdeS. I'rei Pedro lionealves.
Appell.mtcs, Lonreneo Jos de Fiiueiredo e sua
mullier; appellados, Francisco de Paula Ituar-
quee sua mullier.
Appellanles, |i. Antonia Maria de Castra eseus li-
Ibos ; appellado, Joa QuInUno do Catiro Lelo.
Appellanles, Alfonso Barboza de Albuquerque Ma-
ranha e oulros; appellado, Miguel Archaujo
POfllhuroodo .Nascimeiilo.
I'a-saram do Sr. desembarfiadur Rebollo ao Sr.
descinhariwdor l.una Freir as seguidles appella-
ces em que bao :
Appellanle, o juizo ; appellado, Mauoel Jos da
uoau.
Appellanle, o juizo ; appellado, Mauoel Jos*- da
Cosa.
Appellaide, o juzo de dircilu
Marliiu de Maiallics.
Passai jui einbainador Pereira Mooleiro asseguinles appella-
ces em que sao :
Appellanle, ojuizo ; appellado, Francisco Joaquim
Pereira de Carvalho.
Appellanle, Jos Mamede Alves Ferreira; Bppot-
lado, o juizo.
Appellanles e appelUJos, os berdeiros de Irancis-
eo Joaquim Pereira de Car\ulbo, c Jos Bernardo
Maquilles ooalroa.
Pesiaran do Sr. daaainbargador Pereira Mooleiro
ao Sr. deaeanbargadof Vallo as lagulnlea appellaeiK
em que silo:
Appellanle, o juizo ; appellado, l.uiz Rodrigos
Selle.
Appellanle, Mariuna Ferreira da Costa ; appellado,
Aostiuho Bezerra da Silva Cavalcanli.
Appellanle. Florencia Joaquina de Sampaio; ap-
pellada, Thereza de Jess da Costa Medeiros.
Appellanle, Antonio Jos d RmM ; appellado, o
curador da beranca jaccnle de Fraucisco l.uiz
Pereira,
Passaram lo Sr. ilesembaraador Valle ao Sr. de-
sembarcador (lomes Ril>eiro as leglliolei appella-
ces em que Stlo :
Appellanle, o juizo ; appellados, os berdeiros de
Jos Fernando* Eiras.
Appellanle. Joanna do Miranda Castro ; appellado,
ojuizo da fazeuda.
Appellanles, Joao Rufino Ferreira c sua mullier ;
appellados, Anlonio Paulo do Monte e sua mu-
llier.
Distribu'i>0*.
Ao Sr. deaembargador Valle a seguinle appclla-
c,3o em que a\o :
Appellanle, Jeronynio Joaquim Ferreira de Olivei-
ra ; appellada, Virginia Mana Ramos.
Ao Sr. dcsemliargador Gomes Ribeiro a seguinle
appellacAo em que sAo:
Appellanle, Maria Augusta da Coiiceic,o ; apel-
lada, Mara Jacinlba de Abreu.
Ao Sr. desembargadur Bastos a seguinle ap|tella-
c,1n em que sao :
Appellanle, Manoel Anlonio da Silva Molla ; ap-
pellado, Jos Gonoalves Torres.
Ao 5.'. deaembargador l*eflo a seguinle appcllacao
em que sao:
Appellanles. Caeu.no da Cosa Moreira e nutro* ;
appellados, Ueane Voule A Coinpaiiliia c oulros.
Levanlou-sc a icsaflo a liora o meia.
. > *><'
CORKESPONDENGIAS DO DIARIO DE
PfiRNAMBGO.
Liibo* 13 da eiembro d 1853.
Faz boje 15 M>\* qe d'aqui parti o priineiro va-
por da nova conipanhin South amertrim a mi gene-
ral tteam iiavigation, a llra*ileira, hl lano lempo
anuunciadae esperada, e que se diz que far dnas
viagens por inez. No da 8 deslo espera-se aqui
oulro barco da mesma coinpanbia. (Juando cbeirou
aqui o frasiteira, bouve nina grande fe I a a bordo,
laudie, musir, danta, ludo por OOflvKe do agente
da rompanbia que be Ricanlo Knowles, rorres|wu-
denle do Timent pelo que lem aqui grandes rela-
CAe, e he multo melteiliro em polilira. a ponto de
ler solicitado o goveruo para Ihe proteger um can-
didalo para depulado, seu amigo 1 o que n;V leudo
oblido, em revindicla agora hoslilisa o ministerio
porlumie/, as correspondencias do Time*.
Pois este senborgaslou um bom pur de libras nes-
(a lunceiVi do bota-rara de Btatlmn, para dar de
roslo ao" Wanzcler, senle da coinpanbia transatln-
tica, com quem mo c*ln heni visto, lodosos jomaes
de Lisboa, com cujos redactores Knowles lem rela-
ces, referiram [Himposamenle esla pomposa flm-
elo. Na ven).ule o vapor he evcelleiilc, e lem
iimilas condires superiores aos da rompanbia trans-
atlntica. Km lodo o caso esla competencia be
muilo proveilosa tanto para os viajantes como para
o comuiercio, e lambem para os jomaos, lia neje
l.wlias i a :l to pajsado I pscrevi-lhe a minha ulli-
ma; ile aqui i oulro* 15 a 2M do correnle -e Ihe
eipedin outra. E se a eonipenhle nao BratiUra
seder pressa em abrir a sua projectada carreira, le-
ra Vine, caria de Lisboa de oilo em oilo dias de da-
ta, oque nao aronlece a aluumas povoaces das nos-
sasprovincias douorle!
Continua a mesma siluacao poltica do nblnele
que Ihe descrevi na minha ullima ; as injurias da
Imprenta diaria cada vez ennrossam maU, scibretu-
do, on iniea agora Drinclpelmeoleeonlra < ministro
do reino Rodrigo da Koneeea, nao a por fartosan-
lios, mas principalmente por procraslinar a deci-
sao da querella que den contra 0 Saeionul, sobre a
historia das eoiumendas concedidas por donativos
feilos a eilabelerimeiitos pos, de que se diz lerha-
vidn lisae luvas, mas que se sabe nao as ler recehi-
do o ministro. Sobre este neaocio leem-sc fallo
commeiilarios e illacoesque davam volumcs. O
que porem lenho por averiguado, beque o motivo
porque Rodrigo d FoOSOCa lem feilo adiar o julia-
iiiento da querella, he porquedo Porlo su Ihe dlS-
se que sendo osjurados da pauta deste quarlel qua-
si lodo* conlrarios a politica do govorno, absolvern
o jornal, tirando o minislro sem repararn, eieeplo
so nos (rihuHiies superiores aunullarem o proeesso.
Aconselliaram-no, porem a meu ver mal, a que
prolrahiaseojulgamento para ver se no seguinle
quailel a paula Ihe he mai* favoravcl. Ei* aqui a
razilo porque o minislro do reino, parece ler recua-
do, depnis de ler chamado 0 jornal aos Inlninacs.
Corre anda outra versao, e be a que assoalhain os
apaniguados do ministro, a saber, que estando com-
prometilos no neaocio das ronuuendas neo de rer-
lo o minislro, mas amios d'elle, c principalmente
do duque de Saldanha, esto ob.ea de Rodrigo a
promeasa de mo continuar com a querella. Mas
islo no estado a que ebegaram as cousas, nao pode
ser; e naturalmente so espalha este boato, porque
de so descouliar dos jurados, Mileser nocivo 30m<
nislro. 0 Indispor O resto que se pretende iiplai
Bfsaqul boniaverigoado, me parece, o estado des
ie celebre e Inslito negocio, cujo derfeeho ningtrara
pode prever, pnrque succedeem Porluual, alias
lava jo louicamenle terminado.
Como Ihe liuha indicado, enlrou com efleilo pi
a pasta da jusliea, o juiz da relacao do Porlo, F
derico l.uilhenueila Silvu Pereira, irmo do conde
das Antas, e vice-presidenlc da cmara dosdeputa-
por issoauora muilos eslraiiharam que elle onlrasse
para o miuialerio, no nioineuto em que lao serias ec-
cusac/oes feilas o secretario dos negocios do reino
obrignm lodo o gallineto a uinauesafrunla cullecli-
va. Este Sr. Silva Pereira, passou sempre como
juiz iilelIJuculc, redo, o boa pessoa. Casou milito
rico com urna lilha do ct-capiUo-inr de Cintra,
em cuja comarca foi niuitos anuos juiz de direilo.
No iilii- he mediocre, assim como depulado, como
potlUco, econioeslatlisla, para o que de corlo o ni
fadou lieos.
Agora pode cmisi.lerar-se eomo eueoluada a re
((iiM|"-ir.!ii minislerial de que ha lano so l'allav
porque a pj.la-ih* uova secretaria das obras |
cas, que esta inleridJIuieule a carao de Pontos, con-
vem que fique iempre^|ncosleda ao Ihesouro, em
quanlo MIUM poile ter por vi, para fallar faiuiliar-
meiile, poi* >e llie fallareui os recursos de que (uin-
cipalmantiMioesiia iicslospriiiiros lempos, mo
vai adianto.
A' vista disto osjoMweodi opposlejn vendo que o
ministerio em vez de se allur, se fortificaba com
este novo colleaa, de quem por ora mo ha que di-
zer, lemrcforeailo as ilialribos mo m as repetidas
ao ministro do reino, mas tamben! ao duque ile Sal-
danha, ao qual al aqui tinham poupado. Iloje no
l'arlagaei, vem um artigo atroz contra todos *>s
qualros ministros, pelos seus nonios, eomecaudo pe-
lo marechal, que foi evide:ilemeiile escnplo para
provocar um processo de abuso de liberdadc de im-
prensa. Vai istocbeaando a um tal auae, que real-
menle olTende al os inais avesados a taes sceuas. i)
minislro do reino pur sua m sina lem fracos apo-
logistas e anda peiores defensores. A fevoluriio,
que mi i,i defeudo o ministerio, Icm lomado de vez
em quaudo u defeza do ministro, mas nlu directa-
mente, quanlo as impulacocs delerminadas que se
Ihe t.i/.-in.
Apenas no numerode quiula-feira passada, pu-
blicou a Heoluruo um extenso eommiinicado, o
qual conten urna defeza de Rodrigo da Fooseca, e
queso SUppe escripia por elle inesmo, onde apar
le una bem merecida corrercao cm l.uiz AugUSlo
Rehello da Silva, o ministro faz a sua biograpbia,
mas pouco diz sobre a querella do Nocional, de-
clarando apenes que o minislro be etlranho aos mo-
tivos que lem retardado o julgameulo da causa.
Mando-lheesta peca curiosa, para a inserir scojid-
gar a bem dos sousleilores. O final paroce-me de
Suoui lem pouco tacto para defensor, c a resposu
a Imprenta e ,ei foi de cenlo por um.
A /inperanva, jornal dogovemo, lem sido infeli-
sissima as replicas feilas is aecusacps do ministro
lo reino, de que Icm cucaircgado o redactor prin-
cipal da dila folha, I). Joao de Azevcdo, o qualche-
gOU adizerem unidos seu* arligos eDCOmasllcos
Jo ministroque seelle desse um lugar de ulTicial
Je secretaria a cada redactor dos joruaes da oppusi-
(So que lodos ellos se callariam. i idea da res-
posla queleria osla odiosa e injusla suppii-irm.
Mas os redactores da Sanio oao se contentaran!
com palavras sement, mise satlsfazeudo coma
evplicarao que l>. Joo Ibes deu |>or escriplo, apre-
soularam-se oj dous uuicos que oslavam em Lisboa,
em CUS d'elle, e Ihe pergniilaram se f.i/i.i d'elles o
"lo venal que linda enunciado na K'peranra;
a respeilo doSr. Bruscbi, nao tevl) duvda l>, Joao
declarar, que pelo conhecer havia muilo o nao jul-
gava capaz dse deixar subornar por um emprego,
tasquanlo ao segundo, oSr. Gomes de Abren, vis-
lo oh o conhecer, mV poda, ser lao explcilo.
Joao de Lemosque eslava em Cintra, quaudo soube
lesla iotervisd, c vendo que I. Jo,1o nao liuha re-
tirado de lodos os redactores da Saetn o slvgma
quelites havia lj*ucado, voltoulogoa Lisboa c |>edio
a 1). Joo ou urna retraelacao cmplela, ou una re-
paracAo, Por ora anda a crise esta pur decidir,
iuasjulga-fcc que leremos duelo. He o resultado
lo despejo, do c) uismo com que se cscreve actual-
mente nos jornaesde Lisboa c Porlo.
E lodavia uunca bouve lano jornal poltico. \
Porlo, "ii.k' ja se pubtenvam sele, lem agora ruis
um intitulado a Concordia \ e esla-se tratando de
li.ilnlii.il oiilni o l'rtnrn*r. Em Braga sabio ha
pouco o Moderado, e em Coimbra vai inslaurar-se
umlercoiro naqnella cidade. Nao ha no mundo
Impreusa nmis livre, e relativamente mais numero-
sa que em Portugal. A>-im ella fosse de mais pres-
umo.
Fizcrara-se j os auuuncios para a entrega da pri
mera prestado dos accionistas ile caminho de ferro
eo goveruo trata de fazer urna transarcao para en-
trar com a quola respectiva as acriles por cotila do
estado. Um jornal de boje diz que o miuislroda fa
zonda vender em Londres seis cenias mil libras,
ein bonds, producto accumulado das violo e cinco
mil que animalmente se amortisavain pertenecidos
ao antigu fundo de amorlisacao ; e que lambem ne-
gociara em llainhiirao quiuhenlas mil libras perlen-
centes ao inesmo fundo, ludo para o caminho de
ferro, e para o promplo pagamento .ylas despezas
crrenles, que lem continuado com a mais rigorosa
pontualidade.
A corlo j.i voio de Mafra no dia (i, mais cedo do
que SS. MM. desejavam, mas a avaueada gravidez
da i iiiIm ahrevioii o regresso.
Sua Magesladesallindo a passear pela lapada de
Mafra, de rarrnho, ia leudo um desastre, de que a
livrou a sua natural coragem.
O marechal duque de Saldanha continua na sua
residencia de Ciulra, e a ferida do lado, poslo va
cicatrizando complelauenlc, nao o deiva esrrever
sentado, deeorlenelem muilos da que est enp
a earleraselee oitu horas por das, oque dzeiu os
mdicos ler concurrido para elle nao oslar de lodo
j reslahfclecido. lambem o conde dcTavarede, go-
vernador civil de Lisboa, continua na Iba da Ma-
deira, com poucas esperan ras de se rcstabelccer.
Sua Maaeslade a imperatriz restahelereu-se com
os ares do Lumiar, e ja foi para os banbos.
Rale anuo parece que nao ha illuminacao no Ps-
telo Publico, iwrquo o presidenle do As; lo, Isidoro
(uedes, esl ausente em Lomlres.para negocio mui-
lo do seu |iarlicular inlores
da Terceira sempre foram, (
ciado, para Pars.
O comiede Ibonnr ja rogro^sou para a sua cida-
de. Foi acoinpanhado por Mendos Leal, e por o Re-
hello da Silva, aquelle que tanto o hoitilisuu quau-
do esleve redigiiitlo o t*t*Hdarte ltimamente no
opsculo intitulado o duque de Saldanha e o conde
de Thomar.
Que escndalos estes! Poucos dias, entes de sa-
bir do Lisboa, ia leudo um desasir o conde; vol-
loii-^e-lhe a seg a Moeda, em tio bos hora para el-
le que neo Ihe suceedeu mal neiilium; mas em lao
m para um soldado da guarda d'aquclle eslaheleci-
inenlo, que llio quebrou nina pema.
O internuncio apostlico, Mgr. Di Pclro lem es-
tado em artigo de uiorle, com um l> pho ; anda njo
est salvo, segando o ultimo hulcihu do RamalliSo,
ondoso acha,o que lem publicado diariamente os
jomaos.
\ molestia da uva nao lem progredido, mas ha
ii ni ii.i poticaesto auno. Com ludo o vinho nao lem
levantado, e&ceptn o do Porto e Madeira, que lem
sido procurado, le trigo e mais producios 0 auno
nao he estril. A saude publica he ovcellenlo,
inesmo assesooaquo lano dovaslam corlas povoa-
ci'ies do reino, este auno lem dcsapparecido de si-
gnos silios.
V emigrarlo para OSpOTtOS do Brasil he que mln
0 tiuque e duqiiozn
orno thc hnli.i aiinuu-
di
CUlpi
IUC,
.1-" I
nAo a (em os |j
laugiu
dires ill
Ha. I
dide
re ce
na.
nl.li
- 14 -
Nada occorreu desde lioulcm que precise ser noti-
ciado.
Esqueceu-me mencionar na minha iirocedcule
caria un fado que aqu produz alguma lensaclO
islo he, o protesto aesjgnauo por mullos acclesieslicoi
0 uns doientOS e lanos seculares o seu numero va
crescendo lodosos dias | conlra o proccdimenlo da
cmara dos ilepulados acerca dopadroado porluguez
no Oriente.
Em urna das inhibas ultimas cartas relalei o que
se pasaou na enmara elecliva por OCCtSUO da celebre
inlerpellanlo do dcpulatlo Camarn! Mascarenhas
O acto ile se terem declarado benemritos da patria
us ecdOklaslieos que havi.uu nrorrido as censura:
de Roma, foi considerado por nina grande parle di
clero, e mesmo por muilos seculares de todas asclas-
ses como un insulto directo Sania S, e assim
levantaran, a voz condemnando-o sitamente como
ofieusivo do respeilo devidoao loflimo pontilicc. Em
consequencia levraram o protesto a que acabo do at-
Imlir. Bsle protesto lem sdo pela impreusa minis-
lerial o niesmo pela impreusa liberal,em geni, como
nina especie de manifest tendente a acender o fe-
cho da guerra civil conlra as actuaos ImIuCAos c
d>naslia. He, porm, de crer quo o goveruo nao
comparlilhe osle modo de ver as cousas, c que tol-
renlo romo be mo procoda contra os signatarios, se
bem que dizem que o podera fazer em vrlude do
novo Cdigo i'fnal.
*iOi**------
o I ni doshouieits polilicos, e altos funcciniiarios,
que, ueste paiz, conceboram a Mbcrdade, como um
pensamonto grande, e o reellseram em fados de ln*
tere;* e peosperidade, be o Sr. Rodrigo da Fonse-
ca Mi::.illi M'-.. 0 minislro de oslado, que mais alia
elevou a JerarcbJa da impronsa, ainpliaudn-lho lar-
gos borisonles omleo peusameulo respirarse livre,
he o Sr. Rodrigo da Fouseca Magalhiles.
O amigo da liberdadc, da impieusa, do progres-
Lomos urna vez um artigo deste Sr., e julga-
mo-lo por cssa occasiAo locado pola gracia da houes
lidade. O esl> lo, purgado das cvolui^es do sarcas-
mo, o das faceciasdo cvnismo uslenlava nina digni-
dade le, e urna tal ci re uns pecle, que, ouviudo-o
qualquer urlhodoxo elevara o ponsamenlo a Dos
quoconverleu eniviidioa agoa, que levaulou L.iza
rod sepulcro, e que fez de l.uiz Augusto RebelU
da Silva um homem honrado lie, que entao, este
prodigioso senbor declarava.eni eslvh sitado, que
renegavees phrases injuriosas aliradasao Sr. Rodri'
go da Fouseca Magallnles, e lomava da puhlicida'
de da sua eonfissao os cilicios da sua penitencia.
nEra mentirosa a sua dor. lia mil oiloceutos ein-
coenla e tres anuos que os milagros s8o mu equivo
eos, e desta vez, sem mis-taa do ceo, o Sr. Rebellt
da Silva, que esereve vidas de Santos, nao podia sei
o Ibaumalurgo de si niesmo.
iiNesles ullinios lempos as ras furiosas de S. S
desgreuham-se, desconcerlani-se, e loinaui o freii
Mreos denles no BCCOSSodasua ira. Gastos os ur-
casmos do seu vocabulario, pobriasimo em synonl*
mos, recorrou soriedade cmica de una
c;1o, que por ah se l, haplisada com o titulo
a edilos ii.
lie altamente ridicula a mtonae.lo rom quo ahi
se chama 0 ministro do reino a responder as acen-
sarnos, que Ihe fulmina mu jornal Rstelornal re-
prsenla urna parcialidade, porveulura, doblo de-
preciado quilate, quonem sequerse (na parasua-
lenlar a iudepemleiica de rios org;los, que boje so-
prain por um s canudo.
Esta eircumslsncla nao be 18o frivola como paro-
le. Nao encarnecemos as agonas da /.ci na sua ul-
ima hora ; mas queremos as.ini mostrar a insufli-
ciemia dos medirosassisteulo-. <> paiz lem direilo
oomprehonder o que bo umjornal poliiico desloa
esta Ierra. Lina imprensa, algun Ivpograpbos, e
m r.ize.lor de aiilgossflo 0 elemento desse jornal.
<>s l.'ii.M ,- slO urna parle secundaria, e os amigos
des doulrlnes epregoadas no jornal Kgo o mais dis-
nensavel de iodos os contingentes, lodavia, a uiel-
llgenele de um so bomem aprescuta-se como a ex-
presando um partido colloelivo, osteula-se como
um grlo nacional, arroga-se a advocacia du nina
clionlella, que uinauem ennhoce, e eonsegoe levar
aos coi i lin-, de Portugal a noticia de urna opposicAo
de homens honesloa, que trabalhera ehnosamenle
no maior desenvolvmenlo da riqueza publica. Ge-
ra-se a monlaiiha as enlranhas do ralo, o levanta-
se dos tvpos urna columna tic Til.ius, que lem por
pedestal o pguieu do rodador.
ii Dito islo do passagem seja-uos permillido per-
guutar a noasa propria conseienCMporque he que
oSr. minislro i\o reino, ha mais lempo, n.lore-pon-
leii s arrojadas calumnias da impieusa do Sr. Re-
hello da Silva, applaudida pelas imprensas de lodos
os Rebollos?
A renoste, como ella he, devia sorna eoneei-
encia dos calumniadores urna ilflloroaa punlcJo.
Home ah me silencio nina sensila manieslacao
de desprexo, despreso sublime, qoenito seda em
almas pequeas, mas oue so alia nobreiueiilo as
virludesdoura honiem, que serlo capaz de faxcr o
sacrilicio de sua reputadlo por alguui lempo, se ti
cusa desse sacrilicio comprajso una parcella de
boin-oslar para o seu paiz.
E llovera o Sr. Rodrigo da Fon-oca parar no
seu caminho de minislro para VoluH 0 rosto ao>
que Ihe cuspiam calumnias un memoria dn sua vi-
ii i departiculert Devoria abaler-ee at lama pa-
ra levantar una luva onde oslavam Impresaas Rl no-
dona aacosai da m8o do Sr. Rebello da Silva. Devo-
ria o minislro do reino enrravar u gyro da roda a^J-
miuislraliva de um paiz para entrar em duelo por-
ro edegradaulc com os lustrines que o viiihnm
apopara portado seu gabinete'? Nao. E^e homem
eslava ah rospondondo com os actos da sua vida
presente no tribunal publico, barra da nacao poi-
lugueza, c mo poda vr ignobiliiienlc disculir com
mexiriqueros de impreusa no solBo escuro deesas
arrufoemesquinhos. Foisnhlime, pois, csse silen-
cio, e couliuuaria a s-lo boje, apezar dos brleseos
editO*i se o Sr. Rodrigo da Fouseca Magalhac, 1'arlo
de unjo, o il por honra da sua memoria n'uma ge-
raeao que venlia a disculir o sen cararler, nlo d-
se do >i um "igual de indgnaoslo, e um campo .iber-
io ni >iia biograpbia para que das Irisles allernali-
(ugue
a vida,
<< Eir
M.llMlll.
facilidade de |K>elar Ihe serva de llagello, e apres-
sou a sua perdicao.
i Alguein, que nAo Rodrigo da Fonsoca, escre-
veu uns versos conlra cerla personagem daquella
poca. Bem se soube que o autor nao fora Rodrigo
da Fonsoca, mas os Intrigantes folgaram de allri-
bur-lb'os; o a sua perseguirncomeeou. Reiluzin-
se enlflo mais perfeila obscuridade al os im. do
1819.
ii 'lramava-sc DOSao lempo a malograda conspi-
rara., do (ionios Freir. 0 desvalido leueute dn
guias, que desde muilo em vilo pedia a sua passa-
gem para o Rio-do-Jauoiro, fui convidado, ( como
descunloule'para entrar na revulta. Repello o con-
vite ; mas, nao obstante, o seu pouco coiimerrio
com os conspiradores rompromelteu-o. A persegui-
rlo era iucaiisavel. Rodriao da Fouseca salvou-s*>
da morle pora sua presenta de espirito, eniquau-
loapreseoca do asplritO racuragpro na dor Ihe de-
ram urnas palhas e um VOO de unas taimas em (ro-
ca do um patbulo, ou do urna descarga.
ii (liando Indas as prcfaucdc* eram j invalida".,
Rodrigo da Koneeea passou a bordo de um vesonor-
edabiaporlou em Pernanihiico, salvando
em prejudiear a honra,
aqui a deserc.ao do Rodrigo da Fonsoca
es. Os Cursiose Cudros dos uossos das ful-
iiuam anatbema de desboiirosa descrao sobro o
bomem, que Dloseollo em si as neeessarias disposi-
roes para o suicidio | He lasliniavel esla ultima for-
laleza, em que o odio se acaslolla para gratuitamen-
te nseulpir o ferrete de infamia na fronte do um
oneroso mancebo, que acha dosprezos onde devia
icliar recompensas, c Icm de proscrever-se da pa-
tria, onde Ihe querem dar una forca em recompeii-
le serviros ipie Wellinalon reconuneiidara a l>.
JofloVIl F.is-abi a historia da deoerclo.
i E donde be que ellOS souberam esla sapposte
leserrJof
s Consta do processo da conspirac.io da rita t'ur-
ntose, Iblhas i '<'
SiO, pois. os conspiradores da ra Formosa. OUO
aecusam de desercAo Rodrico da Fouseca Maga-
Inaee. Osconsplndores slo |irecisamcnte, os quo
procuran! denegrir o carader daquelle que ellesdo-
ram por inventor da eoufpiracio, em que os proces-
lados se osleiilaram iunocenles. Mas ainnoeencia
Bosaou desde que o enverno absoluto de is^ ( nuce*
leu aoconetlluelonel do 1822, A invenco atroz do
liomeiii aecusadu de falsario foi desmentida pelos
liemos da mcatthadesdoOJUOesta piide ser allega
la por servico feilo ao absolutismo, a cujo favor so
havia conspirado. As victimas allegaran! uinarlv-
B lora ni premiadas.
E quem diese que Rodrigo da Fouseca descu-
> \
vas quo Ih'a piiugii
drama de injurias
OSr. Rodrigo
hbitos acedemicoi
mais uolne dialfoc
do era pouco o san
se nao po
unhoses.
M compilar u
da l-o
|>ara
vodo
so edadiguidade porlugue/a, quemis corlado lem
sido na sua honra, he o Sr. Rodrigo da Fouseca
Magallnles.
(i Bata dolorosa verdade nao deve s magnar o
minislro do reino. Ha ahi Deesa injuria a larda de
una parle da impreusa, um quiutiAo de vergonha
para uiih nacao cm que alguna eapuitOS superiores,
na escala da iiilelligeucia abdicam com ufana a
. ealeza do genio, o a diguidade do publicista, e con-
vertem-sede escriplorae houeslos, que jtodiam ser,
em fundihularios do pedrada, o gritadores de ta-
berna.
Passai as barreirasdo Portugal, ccorarcis de ver-
gonha se esludardes o quo he a impreusa adversa-
ria das narocs viziuhas, comparada a osle furioso
esloicimento dondio e da calumnia, chamado aipii
a opposicao Corareis de vergonha, leudo o pros-
cripto Vctor Hugo, cujas recriminacoes ao seu il-
Ittsire iuimigo, vasadas nos moldes de um eslvlono-
bre, icunem mageslade da aggressao os precoilos
de urna austera delicadeza digna de ambos. E be
VfetOf Hugo, sem patria, sem fortuna, o sem os
rendimcnlos graugoados cm una bella posjcao so-
cial, deque 'ora privado por Lu/. Napoleao.
uQuandOSC dizque Portugal vai cem anuos atrs
la Franca no caminho da civilisaeao, afilrma-se
urna verdade vilipendiosa, nao para a ndole indus-
trial e agrcola deslo paiz, mas para a moral, lma-
la na restricta palavra educac.lo a c na mais res-
tricta anda ( civilidade
a Parlo da imprensa porluguoza campea de hu-
moral, quaudo pode cubrir o asco do pensamenlo
com os arrebiques do esl\ lo He esla urna bem des-
granada ostentadlo E, ucsle genero de fruclos saos
de urna arvorc pessima, avullam cousidernelmen-
le os escriplos do Sr. l.uiz Auguslo Rebollo da
Suva.
Este uome significa um escriplor, que a iiatu-
reaa caprichosa eunqueceu ile nlelligencia e de im-
moralidade poltica. Ha ahi, nesse homem s mui-
le esludar, muilos Ivpos a disculir, fcic,ocs va-
imas, anomalas espantosas, villauagons da
Intima plebe e herosmos do priineiro cyncn da po-
litica porluaueza. Boinfndado de um espirito mo
que Ibesegreda os recursos do eslv lo, melhor aHei-
^oadoeuma calumnia, asBO iiuncebo de trinla an-
uos, queaccumula a pcrvrsaoilc Irinta macrobios,
reprsenla boje o Golialh desles Philisleus, que ali-
ram s mos encas a lama da calumniaaosauclua-
rlo da honra, que se Ibes fecha.
nEi-loahi,pois, o gladiador maisdesliiiiidoc pba-
nalico de quautos vem I. praea ludosos dias bradar
o erueifi,re eum!
(lEis-ahlopregoeiromals IncaagaveJ das immora-
lidadesdoSr. Rodrigo da Fonsoca Magallules. Eis-
abio aujodc virliido, que at boje noeuconlrou
em Sodoma um justo !
a Nao w olTendam os dentis itdmigos pblicos
do minislro do ruino, so Ibes dissermos que a sua
individualidade, em parallclo com o Sr. Luiz Au-
guslo Rehello da Silva, reprsenla o covear dos ha-
gageiros c multo na retaguarda do general, que se
pavonea as ovacoes do (riumpbn. O sino grande
sufloca o linir das sitelas; e os o sao urna pieguicc consparados ao demonio rancoro-
so que cncumou no corno do Sr. Rebollo da Silva.
lo que
riadissj
sera Magalhaes despio o-
eslir a larda, que fui u
idadao porluguez, quan-
gue para suslenlar a independen-
cia de um paiz, que Napoleao inscrovra un calill-
lo das anea conquistas. Eis-ab o primero passo (pie
leu Rodrigo da Fonseea Magalhaes : distingulo-H
ios oIlHM de Tranl, que o nonieou ajudanle do quar-
lel-roeaf re general da suadivislo.
ii Eis-abi asegunda deshonra da sua juveulude.
aOrganisado por determinacSO do governo ingiez
um corno de guias daquelle evercilo, e |iediuilo o
duque de Welliugloii ao general Tranl urna rela-
e.lodos acadmicos mais disliucios para enlrarem
uollecomoolliciaes, foi Rodrigo da Fouseca um dos
primeiros, posto que enlflo se au achasse no Porlo
iloude havia sahidocom lceiica por doonlo.
(i Poucos mozos depois fui nomea do a I fe re- de
iufanlariaii.* I'i, aonde nunca se apreseutou, por-
que osle despacho nos eorpos do evercilo porluguez
s servia para marcar no mesmn exordio a anligni-
dade de servico que haviam de ler OSOfilclees do cor-
pode guas quaudo a elle paasassem, se vieasem a
passar.
Em 1810 eereava o evercilo franeei a praea de
Almeida: as avancadas do evercilo aiiiado oslavam
mis FreilOdas: loora um tozo, ao mirlo desla po-
voaeao, se levanUra um lelographo de campauha,
que se corresponda com a praea sillada ; de dentro
0capillo ileeigonheiros Rulhoos.o de Tora o len-
le Rodrigo da Fonsoca davam e rocebiam as noti-
cias do progrean dos cercadores, odas onlens do
general em chefe.
Em urna uoitcrehciitoii a horrorosa cxplosao. O
lenle Rodrigo da Fouseca Magalhles a vio, e cal-
eulou pora que lado ella ee linha Inventado, e que
e-tragos leria felto. Deu parte ao quarlel-cenoral
queso arbava cm Celoricn. Ao romper do dia se-i
guinle appareceu na barraca do lenle, que au
dormir, o proprio general em chefe. JA nao havia
lelographo; Inietrogouoonwial porluguez; fez es-
creveres suaaresppslastedhwoparaoquartel-moi^
general e oulrosofiiciaesd'eslado-inaiur:Esteoili-
eal he mullo Intelllgente* a Bnunradalllpordlanto
dcixou deosaudar polo sen uome. ( quarlel-mes-
Irc-general, o celebre general Murrav, o encarre-
gou depois disto de commisses, que evigiam mais
que mediana bahilidade.
o Em luda a retirada desde as Freivedasalo Lis-
boa o servieo do lente Rodrigo da Fouseca foi na
retaguarda doeaercilo, asordens dos generaes Col-
ln o Aranchld, da ('avallara alleina.
ii Mais esla deshonra n juveutudomilitar de Ro-
drigo da PonseCI Magalhaes.
B Ja a esse lempo havia elle servido mi campa-
ilita de Talavera, e eonllnooo depois o mosmo ser-
vii;osempre oordena dos generaes de divlageoo
evercilo brilanico, quaiulu o evercilo seuiu\id; e
muitas is do proprio quarlel-moslre general: assim
se arliou as mais famosas balalhas da Pennsula e
da 1 i.nir i.
a Os seus inimigos anmenos aiuda o mo alcuuha-
ram de covardu e desliluido do presumo. Possuo
dstinclivos que se mo compran!, que provain o
contrario.
A guerra acabouem l8l; Rodrigo da Fouse-
ca poda licor no etercilo ingiez, em um corpo es-
Irangei/o na.pateiile decapilo: nao quiz. O du-
Iue de Wellingtou o recoinmendoii au marquez de
orrOaV-Vedraa, cao principe regeulo, cuno oniei.il
merecedor de (oda a eunfiau^a. Chegado Lisboa
ral bem recebido, pareceu-lhe mesmo que o maro-
chal o .iili.i ni.u 1.1, porque S. Ene. o quiz dissuadir
de passar ao Brasil.
u llliuhd con esperanzas epromessas, crendo
iiais do que devia em seus servidos, c leudo como
sinceros os elogios de homens quo zombavam da
sua snceridadede soldado, Rodrigo da Fouseca, foi
hura a conspiracao': Nao foi elle; o goveruo da-
piejla poca aluda descobcrlo anles; o lanihoni
ahinquen! imprudenlemeule se haviadeixadu en-
redar nella, romprometlido pelos conjurados.
k Aqui lia um sogredo que sallemos, e que nao
Hiilemos pulenlear ; basta que wsc\eremos, cellos
le que a assereito pode ser confirmada pelo testc-
munhode grandes caradores, que 0 motivo que lo-
vou o acensado por vos, varos romanos, a fazer
un sacrificio i minen so, he daquelle-, que s podem
or avallados por simas multo cima do vulgar. E\-
nir-se um humem a si para salvar de um man |>a>-
o alguem queso deivara seduzir pur uns pouco-de
ileivosos, be aceflo que vos nao podis compie-
iciidor.
(i Nos respeilanos osse sogredo como a religiao
dos tmulos, e o que nao divulgamos em publico
nunca o farcinos em particular. Diremos s que a
coii-piracaoda ra Formosa, ligada s biograpbia do
Rodrigo da Fonsera Magalhaes seria em oulros lem-
pos um fado honroso pelos motivos do procedimen-
lo dohnmeiu aecusadu, quo de mais a mais. Idola-
tra da liberdade, velara pela sua siisloulaeao. que
os conspiradores ataeavam, o o* seus correligiona-
rios, com o conde do Amarante a frente, vieraio a
destruir no anuo seguinte. He este u grande es-
cndalo de Rodrigo da Fonsoca".' Elle eoncede-vo- o
direilo da ecn-ura, o lalegode infamia, n alcofa to
algo/.o a l'rampia do palihulo moral; mas deivii-
Ihevs a conscieneia pura de um esforco de animo
que a vossa conscieneia re-peilaii.i, se podessei*. mu
momento sacrificar i paliao poltica ao respeilo de
um fado pessoal.
i Rodrigo da Fouseca acompanhoii o evercilo al
IHIi; vivou em Lisboa al lHlI;ieeolheu-sede Per-
uarobuco em IH, foi deporlado achando-ae em
Vianna do Miuho depois da campanba conlra DCOU-
do de Amarante em lsj-1. foi restituido ao seu lu-
gar de ulliri.il de secretaria, que oblvera |mr con-
curso, ein IH.fi, omigroii em iHS, recolbeu a paln.i
em IH.IJ, vivoem Portugal at 1853, pederisfcar-
poca em que Rodrigo da Fonsoca vonhcmt
moa eoiiip'inhim por *erra* e ttiflUu? Sajamos
ciaros: conlatnoi a historia da aorra Morana, ou
uao sabemos que outra serra invenlada ahi, por ou-
lro n.ni sabemos quem.
O insulto be Uo asqueroso como irrisorio. Ram
deseo (aulu a immoralidadede um escriplor publico.
e seria necessario imaginadnos um resaihode pudn
eeavalleirismo em homciH laos, para Ihe lllrarunn
- cara um mente*, 0 esperarmo*. como consequeu-
ciaslegitimas, odesforcode cavalloiros. A vingau-
ea pollica insullou una vez Rodriao da Fomeca
M.igalhaes redaclor de umjornal. E COSO insulto,
OulAo ropollido, lauto quanlo podio se-lo, adquuo
boje una nova forca, sahindo dos pelos liberaos, e
traja as mosinas galas de desaforo quo os iuimigo- da
liberdade Ihe deram cnlau.
(i yuenivio Rodrigo da Fouseca Magalhaesas-a.
inar um homem em Condeiva/ Oassassinado nao
deixou hilo)-, ueni llhos do prenles que VOnhaill
boje ah alislar-se na rcdaccAo da ImprentaeLei'.
Trinla anuos varreram da sepultura dese homem
a memoria do seu uome'.' Nao bouve um processo .'
Nom una loslemuiiha'.' Ncm um indicio, iiem uiim
gola de aligue'.'
(i assassiuo e o ladnlo foi honrado com a nniiza-
de de Wollington, com a anillada de l.uiz do Reao,
com as Bracas de I). JoAo VI, com a cruz das qualrii
c.impaiilias, com a lorre c espada, com a ollera da
grao croa de Carlos III, com a ollera de urna oulro
belga, com a ollera du una do Brasil, enm a des-
tinla medalha, dada pola rauha de lii-latcrra,
commemorando as sele batalhas que ni.in-.itii a sua
honrosa carreira de soldado! Esle homem assim pre-
miado por virtudes cvicas, que sao as meuores a
par da sua |>ohreza e honradez como fimrciouario
publico, ha Irinta anuos, este homem, estimado (ic-
ios primeiros estadistas da Eunqi?, nao VOS iTicrecu
mais que o epilhclo de ladrAo e assassiuo'.'
o O goveruo do Sr. D. Joo VI, que o condecen
lao perto da sua juveulude, como pode esquecer as
deshonras da sua mocidade, para resliluir-lbe em
IH*>. o lugar de OUO Mra deuiillido em H:i?
a O Sr. I). Pedro IV, que 0 rouheceo adulto lian
honradas penurias da emlgracio, como podo eonnar-
Ihe a redaecAO do um jornal, que era o seu peusa-
meulo pul 11 ico o a honrosa medalha da lorre o sita-
da, as lindas do Porlo?
O Sr. I). Pedro IV, que o condeceu no desem-
penhode lugares de confiauco, como pode nos ulli-
mos das da sua vida patentear a Rodrigo da Fon-
seca Magallnles a alta estima cm que, apezar das in-
trigas, linha a sua probidade?
ii A seiihora I). Mari II, queocoiihoce lao porto
do Ibroiio, ha 20 anuos, como pode honra-lo com a
caria de conselhoiroelTectivo, igracia-lo eum a grAa
cruz de Chrislo, nada por ello requerido, concedeu-
do ao ancllo e provado servidor publico a sua real
cooflanoa?
s E do complexo desses fados, que lauto dizem
da vida de um homem publico, nAo tiraremos um
formal desmentido s calumnias repisadas lodos os
dias pelos inosmos homens, pela mesma impreusa, c
sempre no circulo da mesma horda '.'
ii Aonde esl o criterio deseas impulac,6es? Co-
mo |>de o jornalisla garaulir-se boje u bom offeito
da calumnia, quo honiem v o com desprezo recc-
bida t
H lie quo o homem poltico, devorado do urna
raiva ambiciosa, consegue furmar-se urna conscien-
eia depravada como as suas painoes. So a vida do
minislro actual o nao favorece para a desca nacao
cruel, recorre vida passada. Se na vida passada
lo minislro nao eneootn infamias contagiosas, que
o udibno de mintales quo temern, ver-sc por Ihe iuquiuem a vida actual, inventa-as, ralumuia
elle supplantados. fcnlao nao douve phraso sal)ri- corla com desosperacao pela honra, salpica-so di
ea quo Ide nao fosse allribuda, e al a dosgracada um sangue quo Ibc d o Ululo de um adversario li




no, c dc-la gloria lica coulonlissimo, so oulro pro-
miu llic i.....vler cm parlilhn nato trnfego ignahll.
ii o Si. I.uii Augusto llt:l><-llo il.i Silva modelou
por i'-i.i li'.rinitempre aitunt atplraciics polticas.
Releve-nos, pota, e a maior |iarle timas relievOet
rcsvalain uo bcu acudo de e) nismo; resvatam, por-
que de o l'i-i ii.iu temos ni perdidas as caperaiie.it.
u Os u edictos da Imprenta c Lei, fundamenta-
do! na* infames calumnias da vida panada do mi-
nistro do reino, oilenlaui un carcter mala serio un
repoliiMO da injuria, apregoadu pelo Sarional, jor-
nal do Porto.
u S. Exc. o Sr. ministro do reino nao mandn
abalar o processono cscriplorio rio deleitado respec-
tivo. S. Esc. fez inscrever no Diario do tioierno
o individuos, as grajos e s qiianlins que vicram
rom appliracao s obras de ulilidadc publica. F.irn
este mu proreilimeuto sobre maneira honroso para o
ministro. Se por vergonha, alguns agona de ra-
ras livetscn itaiiado do cofre publico esses donati-
vos, urna tal pulillciilnric seria um espiuho aagui-
Ihoa-los para resliluirciu um roubo. So um tal
rontecimento se dsse, a honra do Sr. Rodrigo da
pontea M.igalllAa, superior ao alcance da concus-
tao, conquistara um uovo realce pela sua luslcn-
dade.
ii Ainda assim, o ministro do reino nao ere nes-
sasagcnciis concussionarias, oiuquauto o Sarional
un' nao apresonlar um documento que justifique a
accuiacao. O Sarional ser julgado no .11.1 compe-
tente; e o jury levanlani da lama a reputario de
um ministro infamemente despedacada.
ii Ser asa a primeira hora do consolaco de um
ministro, que leve a fortuna de assoriar-sc a um
ministerio, lAo rredor da gralido dos porluguezos,
c l.io cniovalhado por alguns que sedeshunram to-
dos os dias rom una vangloria, que l fura nos
granaea um quinhlo de vilipendio para lodos.
i Filialmente, os cilicios Imprenta c Ui leriam
una resposla couceiluosa, elatvcz mais digna, com
os edictos segrales :
iPelo ministerio portuguezcorrem edictos dolrin-
., ta dias chamando os rodadores da Imprrnsa e
a Ui, lirho, Nackmul, Chronitla, Sarao, Porlu-
n yite :, Jutlira e Peridico do Pulir.', pan que
\cnhani, rada qu?l re|iccliva secretaria, esco-
,i Ihcr aquillo que mais coula lile flzcr.
Fono 9 da alambro da I85S.
He buje o dia dos santos martvrct tiorgonio c Do-
rolheu, que nao live o gusto de conhecer, e apezar
localorsuriloquciuroininiHlaaliuiiianidade c do
Sr. I'hebo se moslrar um pouco amuado, o reporto-
ro manda planlar couve, brocoros c alfares. Sabe
lieos quein romera o que boje for plantado. A in-
sipidez cstabeleceu por cinquanlo o leu imperio
denlro dos muros da ridade ila Virgem, c por isso
eecactam ooa mercados das palestras, u necessario
sorlmciilo de episodios iulcressantes, que serien de
pasto a curiotidade curioa des freguezes dos pasma-
torios. A soeiedadc palpilanlc i phraso lolhclini.li-
ra deliou a vida prosaica da cdade para ir gozar a
vida poclro-roiiianlco, que a For. e l.cssa propor-
cionara neslc lempo dos refrescos corpreos, era
vulgarhaiihos.
Os riilcilnntcf pillara de conlonles, pois tirela
itt /ama, e-pera-sc no prximo nulubro una com-
pauliiaderauto, coinposla de laringes de pi nucir
forca a nomeada ; correrla c augmonlada r.....nina
tvphildc.lc ra/er raliii o queivo aos unanles da h-
geirexi gambial. tt notne dasla Dlha predilecta de
rorpsycore lieSinoque no idioma deShakspcar,
homesmoquoruiUeopriinciro rei fciuea de
que lenho noticia.
Os aiuaules do gaz tambera esfregam as ralos, por
isso que o Exm. Diario ate Corernn, ja so diguoii
publicar o decreto quo approva o contrato para
illumiuai.lo a gaz, com o celebre llislop. Em I
me/es deve estar niela.le da illiimiiinelo a funrcio
liar e em :I0 luda completa. Ja iijjvvni sera lempo
A respeilo de nulidades Incacs, eshi islo niiiil
cilio. Oque liademaUvolumelieaallitude qm
a uppoticio loma para disputar a prxima cleicSo d
ramara, organisando-se para isso segundo lodos o
prrecilos da laclica.
O descrdito em que lem rahido a vareada nc
lual. de que he presdeme o Viscondc da Tniulade
daalguina forra m patritico ittintnrtsc dos ron
didalos npposiriuiiislas, que enearain a lula, com
um i coonhcriinenlo de forras c en.....poni de par-
tida |iaia oulros liiumphos. Ilizein os uicdicos qui
" exceaao de forc vital lambciu mala : applicaiido i
ionio, .l.ioi que tale pohre Porlugal abafa com cx-
ressivo patriotismo da lodoava uegociadoret de poli-
lira, que a lina forra o ipierein regenerara seu uni-
do, principiando por se regtnerarem a si!!
(jj ra nos circuios poltico a imporlaule noi ulule.
ilo que o iiiiuislrii da fuentll Fontal l'creira de
Mello, tedllpoe aproveilar o elinpn de folia, que
lile dio M ferias do parlaiueuto para vir fazer una
vizila a esta ridade. Os astrnomos polillos priu-
eipiain de anle-iii.lo a evplirar a causa o elle lio do
movimtnloparado do planeta ministerial.
Cada un he prnplicla a seu modo. Entro oulras
coiuat, ditem que o hornera .lo ramalo foiiicuhiiliir
vera ao Porto, a verso ronsegue inleressar a praca
drsta cidade, no raininho de ferro de SanUrem para
aqui, dttltlindo-te por emolanlo rio o levar do San-
la, rin n froiileira de llespanha, visto que o gover-
no desle paiz, nao qiierendo auullar a imporlauria
.lo seu poi lo de Cadis, nao musir dispusieao de
querer Irazer urna linha forrea de Madrid a Badajoz.
Ora, ble he o que se diz; porni romo es mannhOet
abuodam sempre nos ulereados poliliros, nao .l.uj a
rousa como averiguada. Alah lie grande, ilizem os
renles do Sr. Mafoma, quo se lem visto em ralea
pardea com os Mcnsrhikolls, uorlschakolls e oulros
aervidorea de S. Hagealade roatl; c cu que nao son
mahometano, que como carne de porto o bebo vi-
nho, qnandn a sania madre Igreja se nao nppc cora
os seus prereilos, loco n'oulra clavo cdigo Deas
tuper ommi.
(I tUium futen coiiliniialllagcllandu as uvas.rom
muilosciilimeulo do. devotos de Hacho. Sera este
llagollo a iiovidaric seria grande, o anida Matul c-
pera-te regular na quantidide, se bnm que so receie
da quaiilidode. Esta calamidado o appariclo de
mu plancla rabudo, que aqu se deixou ver Ires ou
qualru imites successivas, rateen dar volla ao milo
aos apostlos das piophecias do llandarra, que nu-
proxinio lini do mundo : ora, que ello se
uiilos, c que dcsgracamrnlc a
le continuar, isso he mais que
moto que hoiive em t:iiaves, e
un em rehiren dos prophclas,
como prologo da grande Ira-
aaaaaaa......ij i jajt
ra oa negoelot do Oriento, e he provavel qaa Vme.
j o atiba pelos jomaos do Londres. Essa tolueno
foi preparad! nelot diploinilti da qualro grandes
potencias, da Franca. Inglaterra, PrunM o Aus-
Iria, osquaet so llnliam reunido em conferencia
em Vlenna. Mo te sabe ainda de um modo omcial
as bates do juste propalo, mas o quo te diz e eu
lenho como acto he, que o rungretio de Vlenna
rrdlgio urna nota relativa n queslto turco-ruasa, e
a submetleu iiapprovarao do aullRo c do ciar: et-
sa ola refere a quesmo desde achegada do princi-
pe MenachikolT a Contlinlinopla, ciamina eslensa-
menlc as diversas queslOcs suscitadas, nao ai quan-
tu aos principios senAo lamben) quanlo i rorma, pe-
la qual a pendencia deve ser regulada. Uepols de
ler exposln a opinio dos represcnlanles das diver-
sas potencias sobro esla materia capinhosa, se dell-
ne claramente como os meuibros da conferencia
enmprcheudem o prolerlorado concedido ao ciar de
urna parlo, c da oulra a inlegriilado e Indepen-
dencia do imperio ollomann. Nada se rsliputou so-
bre a evacuaran das provincias danubianas, e em
todo o discurso, apenas se fai a islo ama allitsa in-
direcla, porque os diplmalas entenderam, quo fu-
ra indecente levanlar a menor duvida sobre as in-
tenses do ciar a respeilo de um poni, quo elle
deusua nalnvra de honra.
A conferencia de Vicua foi provocada pela Aus-
Iria ; os diplmalas se reunirn! a J 1 do julho, e
desde o dia H tinham concordado na substancia e
forma da ola. Um projeclo preparado pela Fran-
ca e aceilo pelo governo auslrlaro. parece aos di-
plmalas das qualro potencias preencher perfeila-
inenle o Din que se propuiiha. O embnixador rus-
so, o Sr. de Meyendorlf foi ofllriotamcnle consul-
tado, c doixou ver qucociarlannuiria I essa redac-
tan. Cora cffeito, antes raesmo que a conferencia
livesse concluido seus trabalhos, se expedia paraS.
Pelersburgu umromo portador do projeclo de nota,
e desde o dia 3 de agosto o imperador Nicolao de-
clrala que approvava a nula, c que se ella fosse
aceita sem modricai;no pela Purla. o cmbaixadordo
millo seria recebido cmS. Pelersburgo.
lie este o estado das cousas: o que resta por sa-
ber agora he, se o sullilo aceitar lamben) a obra
do congresso de Vicua. Norte ponfo niio ha gran-
des duvidas o a razAo he, que Turquio nao tcm
fniea para lular ti coulra o pudor moscovita, niio
Icria era caso de guerra, iicnhiinia prohahilidade
dcsucccsso. se niio livor pelo menos nina parte da
Europa por si. Ora, rcjeilandn a arommo.lac.ao de
Vieiuia, ella perdera os gabinetes curopeus, os
quaesquerem a psi, c Mito profiuidaineidc con-
vencidos de que seu projeclo termina a qiieslao, sem
compromcllor a independencia d Taranta.
Creio, pota, que o sulla ha de aceitar a nota,
nao sem ligrima hcsilaciio lalvez, porque ha na
Turqua um partido enrgico, que deseja a guecra;
misasahcdoriadeRescbid Pacha ha de neutrali-
sar nsesforcos desse partido. Confo que a parlar-
bario, que amearava a Europa, esla por agora re-
movida ; mas o Tuluro inultamente lira sombro,
porque a llussa crapraza lambein seus projectos de
conquisla, mas Dio os renuncia, e o Oriente nos re-
serva anda muilas conagraces.
A Inglaterra se lem oecopado batanle das diver-
sas pbases, pelas quaes esta qucslo acaba do pas-
sar. A cmara dos rnmuiuns c a dos lortta qui/c-
ram saber alternadanicnte 0 p era que eslavam as
neeociaefloa. A cnrloaldide das interpellieoei foi
mil sttitfeila, e nem lord Claredon nem lord John
Riistcll nada revelaran! queja ralo fosse sabido. O
que disseram de mais explirilo se acha, niio nos dis-
cursos parlamentaros, mas nos jumaos e sobre lu-
do no Mnrniiii-I'otl, que be, rom
do pela emhaixada franceza.
A causa que da mais cuidado em
he saber se, cqiiando as provincia
rao evacuada!. Dizem que naiio i
lo os soldados russos oreiiparem u
perlonce Turqua. Islo he justo,
nao, uiiamlo se duvida ueste pun
do iinpi-rador Nicolao. Ao nieu vr
f.iiii-uua para que o ciar compt
den, he que se elle deixasse de a i
tmenle rom Turqua i
rama c da Inglllern, q
he com todas as potei
quer na verdade op|
mullojuizo puraque
operara para realiaar
-a*
Ella medida ha |di produtlr um ixcellenle eflti'
lo, animando a importar/jo dos grios.
Es|a poltica popular do imperador se delta ver
da maneira mala ndavel em lodoa os arlos relati-
vos ao oxercito a marinha. O toldado cumia j
po encllenle, mu i lo superior na aluna e q nal ida-
de nutritiva ao da Iropas dos oulros paiies; o Im-
perador quit que anda fosse melhor, e por um de-
creto publicado uliunamente decidi que o penei-
ramenln da farinha para o uso dos soldados dever
dar -ju porcenlo de (arelo em logar de 15. O ta-
baco nao lio i.in esencial i tropa como o pao, purera
Napolelo quii faaer esse genero mais acceasvel *
bolsa dos militares ; he o governo qno fabrica e
vende o tabaco cm Franco a 1. (i francos o kilo-
gramma ; em decreto publicado estes dias, deter-
mina que o tabaco consumido pelas tropas ser pa-
go a um franco e 50 cntimos o kilogramma. Estas
duas medidas s,lo igualmente applicaveis aos mari-
nheirus do oslado.
No niomonlo em quo Iho escrevo, o imperador e
a imperalriz partoin para Dieppe, um dos nossos
mais lindos porlos do mar na dislancia de 50 leguas
de Parta. Os mediros aconselharam banhos de mar
i imperad i/, a qual, depois do aborto do mei do
abril, n.io lem aprsenla.lo slgnaea de prenhei.
Faicm-se grandes preparativos cm Dicppo para a
recepcAo do par imperial.
Nossas obras publicas eslo em plena actividade,
e nossas antigs vias de communca;6ea se transfor-
man) de todas as parles em camluhot do ferro. .Vi-
ne, drcrelos acabara de aiilorisar a construccAo de
00 kilmetros do lililes forreas. Antea de dei an-
uos nao haver mais em Franca outeo maio do loco-
mnr.io scn5o o vapor, e a distancia que se perror-
ria linda ha pouco em -i horas, so far cm duas
ou (res.
Dos oulrotapaiies da Europa nula ha de impor-
laule, porquo ja fnllci circumslanciadamcnle da u-
uica quesillo, que os preoecupa, assim como a nos,
islo he, da qucsIAo do rlenlo. O fado maia consi-
doravel da quinient lie o casamento rio principe real
da Blgica, o duque do Brabante, com a arrbiihi-
queza Maria llenriquela, prima do imperador da
Austria. Esto casamento foi celebrado por procu-
raran em Vlennt a II) ileste inci. e a nova esposa-
da so poi logo em caminho para Bruxellas, onde de-
ve chegar amauliAa. Feslas pomposas se prepararam
para recebe-la. Parece que eslo casamento lio mil
visio pelo nossogoverno.
Por una resoluc-o rcenle do imperador da Aus-
iii......levnnlario o calado de silio em Viemia. o na
Bohemia. O governo luslriaeo cntenilcti que nao
era passivel Inmar as mesmas medidas a respeilo da
Hungra o da laimbardia ; mas dizem que se prepa-
rara decretos no fim de ahranriar o jugo quo pesa
naqiiellcs dous paitos, roslringindo as allribuiries
da jurisilirrAo militar.
Na llespanha, o governo resnlveu finalmenlc a
queslAo indecisa ria evccur.lodosrnmiiihosile ferro".
O partido parlamentar riesrjava que todas as ques-
ine. de coneessAes de Imitas fossein submelliilas lis
cmaras. Era esto um meio seguro rio aa uo ter-
minar jamis, porquo as cmaras parecen! que sof-
frem vrrligens, lano ellas sao a presadas pntxoese
anthiroes pessoaes. A rainha niloqniz compran)
ler ao nicsmo lempo os interesaos da naci e s
proprio direiln. ella araba de fazer promulgar i
deerelo. pelo qual approva II concessoes feilas p
manto os homens de estado de noasi velhaEuropa e
he bailante grave para merecer (oda a ana sollcllu-
de. Quero fallar da escassez daacolheilaaqueame-
tea I Franca, a Inglaterra, a llalla, a Hespanha e
urna porcJIo da Allemanha com urna verdirtelra fe-
m. NSo se sabeain.l.i iierfeilameiile o prniluclo da
eolheltt, o que si se pode couheeer qutndo o Irlgo
Mr convertido em farinha, todava ja os cercaettem
augmentado um terco do prejo, o vivas inquiela-
cies se lem derramado no telo das populares. Em
Conova e no Plemonle, houve um mollm grave por
cauta da laxa do pao ; urna manifestacAo mais gra-
ve ainda, teve lugar uacidarie rio l.iege. na Blgica,
aporicranilo-se o povodo arsenal aflm rio se armar;
lorias (aa desordena f.ir.uu facilmenlc acalmadas,
porem alo aymplomaa graves.
Na Inglaterra ha do so pagar o pin caro, mas o
povo nlndeivar de o ler, graca* aos vaslos depsi-
tos de trigos estrangeiros, e por islo elle se eonserva
tranquillo. Em Franca ludo est quieto al aqui,
e o governo lem lomado excedentes medidas, rias
quaes jnlhefallei. Coinludo, como a expeculicao
ai'omineiteii o ingo. o proco desle genero alimenti-
cio lem sentido de um modo singular. Todos oa 15
dias, o prcfcilo da policia laxa o preco do pin pelos
precos das familias vendidas no mercado. Pin I." de
setembro o pao ia aer laxario em 45 cenlinoso kilo-
gramma, oque he um proco muitoelevado, mas no
momento cm que se ia publicar netle sentido, veio
orden) do imperador para te conaervar a laxa anliga
de 10 cenlimos. O povo recebo com rnthusiasmo
esta noticia e a popnlaridarie ria Napoleo se aug-
meulou com Isla ; mas nAo era possivel todava o-
brigar os paderos a quo vendessem seu pilo por me-
nos de seu preco ; cis-aqui como a cousa so fci. Oa
paderos lofTrem nesle momelo um prejuio, mas
como a a li.ii-.tiao n he scmiire senliora do laxar o
pAo, ella te obrigou a iiideniuisa-lns ao depois de sua
lenla .i. lual, por meio do urna laxa maior, a qual
ibes ser concedida, quando o preco das familias li-
vor diminuido. He um raeio engenhoso que hado
I.....Iii/.ii bous rcsullados, com lano que nAo baja
abusos eos crcaos vollem logo aum preto mais mo-
derado. Todava osespocuiadores lem clamado h-
lame coulra esta medida, porque ella produzio im-
mcditamenle urna baixa que clles nao espera-
ccorrida pelas i
elle Icria de ln<
i Europa. Ora,
nir a Turqua, pon
- hitar com toda n Borop
i desianins ambiciosos, q
da
dizem, intlrul-
omlres c Pars,
danubianas sa-
far em quan-
i territorio quo
as parece que
da sineeridade
le.....ia razan
a palavra que
mpnr, nOo he
lace da
cc-se ;
ni lera
rriena quo se proceda
io dos eaininhos de ferr
dlo
7 de setembro.
igas hesilaees o sullAo se resolveu a
a accommoilacAo preparada em Vicua, o
d ns potencial mediadoras tvessem procu-
ilvar seu amor proprio, assim como seus in-
cln n.lo prertofl sua assignalura ionio exi-
rlas iuodilirai;oes uo texto da nula, modili-
le lem apenas, como aflirmam. tuna pe-
ipcrlancia. Eis-aqui llnalmciite o resumo
ssa ola, que foi assigna.la por Rcscltid Pa-
iberano :
de
harinoia, que norte miimonlo tiMe culi
ranea o a Inglllern c entre esses dous governo.
e oagabinotesde Vicua e de llorlin, se lenlil rom-
p.lo por una dottai causas, que perluibain infe-
lizincnlo as boas relai.iies entre os eslados. Al a-
ilo, elle permanecer! liel as tuaa prometut e sot-
lenlar lano quanlo for possivel, sua boa repuli-
lo na Europa.
, lina grande qucslo. na qual a Russa fura lira
papel iinpiirlanlissimo preorcupa desde algiim lem-
po a diplomacia, he a questao ria successiio ao Ihro-
no ria (recta. O re Ollion nao lera lilbos oromo
. re-
Depni
approT
posto l|ll
rario res
leretsn,
gimi ce
caeoes q
quena ii
lado ri
din, em
a Otullio desoja ardcnlcmenloreslahcl
lacfes ilc boa vitinhincj e de boa intclligencia que
sempre eihllram enlro Turqua e a Russa, o que
fnrain perturbadas por complicaccs rcenles bem
penosas ; o principal objeelo da solirilude da Porta
he adiar o meio rio fazer ilesappareccc os vesligios
desla desiiilrlligencia. A Sublime Poeta se rognsija
rie poder commiinicar ao Sr. courio de Xcssclrorie
um Irad iir.pciial nesse fim. (segne o texto desee
loiuiuenloi. Se os imperailoresda Russa sempre
iiianifeslaiainseii zelo pela conservacao o suslenla-
ro dos privilegios da igreja grogaorthodoxa nos do-
minios rio aullan, os sillines ria sua parle, nao lem
jamis dcixado ile confirmar de novo csses privile-
por meio de arlos solemnes, manifestando as-
na blindado permanente para rom seus subdi-
tos chrislAos. S. M. o sullAo animado tina meamos
soja en
a Ic-lo
tiliiira
oulra
ido ha
Os grt
i aquel!
cz para
e, |wrq
val acabando ,
muda rie-morrer I
verdade. L'm le
oulro uo ticre vi
quedan citas cous
geilii.
A cuitada do jui
liuilhermc da Silt
iuslii-as, fez I
"I
da rclacau do Po
Pereira.parao
alarma uocainp,
ido seinuri.
o. Frcdcric
inislorio da
la opposicn
gremio se
be grave, porque, se a (ir
la inllucncia i
nas niAns dessa potencia u
ila qual a Turquia da Eun
la por Ierra; por cala r
lacvenlualidadedevaran
is medidla que -e devcni l
l,io priidenleineiitc adiada
o-r.isso seja terminada.
As milicias de Cnn-I.inlinopla, chegadas u Fran-
ja duranie a quimeni, nlo rutera saber linda a
.enlacio das pruposlas da conferencia de Vieuna
lian, ludo o que se sabe pelo Iclcgrnphn he
nola da conferencia ehegon, c que o Divn
ios, niio parece desl nos da Europa, que ia, scnlo pois chal nal a,lo
ni silccessiu V qu ocia cahir completa la Rlttlia, ella pd .na alavanca, por opa ser abalada c 1 nAo se cuida serian eslA ten e so eiili
ca do Ihrono grego ornara eslo respcil s, ule que a qucstAo es-lar-
Iderac
ulnr ria
lio lem
es
pelo
que
ilelil
Seus preparalivos para a guerra r
uiiam sempre. O anillo dirigi ao sen povo um
llifesln, u qual lera sobreludo por linl reconili
dar a paz o ronrordia entre seus subditos mi
ulanos erhristAos. Era Cnnslaiitinopla reinan
gunia igiuiejM, em consequoiicia dos aconlccii
i.* queacabavam do ler lugar nas provioeUa r
ilo-valachias. Os dous bospodaresliiihan ren-
do general em rhcfe das Iropas russas a order
ralo pagaren) tributo ao sullo ; esle fado linh
lo vivamente o governo hirco, o qual ordeos
os que lerniinasseni
heaporii
Irauspnrla
etpaliay
dir lambe
eslas nolii
nli
ni para Conslanliiiopla. Do oulro lado
o boato de que a Austria quera inva
mu proviocll lurca, a Servia. Toda
lera boje pooea importancia, em ra-
i o governo.
militar que
al vencen
d.M
ilegios.cpromelle
ido
r dcllc ter pe i
tembrisla, e do ser irmJo do fallecido Conde das
Aulas, nao creio que elle escape do ser mordido pela
i'|ipo>ic.io representada polo l'orlague:, .Sarional e
licho l'opiilar.
A chava dos haronalos, cninmrndaa. ele. nao
lem < c's-.olo. A poca he rio caricaturas.
O nuncio do papa em Lisboa, II. di Piclro, se-
gundo at nohrias rie lioje, esla a despedirlo desle
mundo, empurrado por um Ivplin. Como o papa
11 "i as chaves de S. Pedro, o nuncio nao dove ler
pena rio mundo, |wr ler corla a entrada na glo-
A guerra ao ministerio, com cspecialidarie ao mi-
nistro do reino, Rodriuo da FoMeea Magalliaea, he
laiiloaqui como por toda a parlo promovida rom
alineo, o raoslra-se descabellada na recio dos l>-
poa ; cora ludo o rapoia vai retialhuloa nielralhada
lie papel ; sera que lenhi recebido a menor enn-
O Raneo principia a humanisir-seco
O lomes, uiiiiislroda fazenda, como
lie, suslciiluu o p,lo soin recuar, eali
llera se dn, quera porlla mala caea.-
O Fonles he rapaz inlelligonlceemabono
,la, e,o nico .p, no governo leu. mo.lra.lo onergia e
Minlaile. lem ganho minio partido na rlassc com-
men i.il, |ir parle da qual lera de corlo grande ova-
ro se vieran Porto. O houieni I-.....,
-Villa dos monopolios e i
mar se I lie ilerain tempe
.Noreinovizinho.apolitic, conlin, niln urna
. harada ; mai,dani-so preencher a. vagas Je depura-
dos, e nem por sombras se falla na reuniAo das cor-
te,. As intrigas do valido huei all permanente a.
. ti.cs iiiiiiialenacs.de que todos os. lia f,||,.
celebre Olozaga apreseiilou-se candidato a urna das
vagat no parteotolo, o o goveruo qiierendo chma-
la a si favoreceu-lhe a cleicao ; porii, o hornera rie-
pois do servid,, publico,, um manifest em que se de-
clara lio.lil ao governo.
Em wiiisrqucnria rie ura artigo do Tim
lili.i de alguna escndalos da Granja, o govet
paulo,I prohibi a mirada do jornal ingle* i
a lle.paiiha o suas poaaesioes ; islo be o mes
aguilhoar odewio rieo ler. Parere-me que
tM lucia com a pruhibic^o, como sempre aronicc
uestes casos.
A viuda de H. Soul para Madrid, como minia
Iro .1... I-..Lid..-1 ,,,.]. i,,, ., 0 lopoi,, aogovern
do llabcl II, l|lie -c piopiinha ileri.lir fin mnselhi
a conduela que devin iloplar para com o sobre dito
que ve cun raaos ollins o din ,|e Coba iiertencer i
Pxuri. MM^gmu.
Noi mmenlo en, que a rainha ullima carta te-
guia cauinliu para Vine, ubiamos aqui que a di-
plomacia linha adiado liualmcnlc nina solueo pa
nli
que
.hes-
loria
oque
) 77-
lo ila solu;Anquasi corla ila gueri
Nosso Imperador rutila lauto roma rorleza de.la
solueio, queja reconipciisoii da maneira mais hri-
Ihaiilcuseu ministro dos negocios eslraugeiros, .Mr.
Drouvn da l.huv, eonlerindo-lhe por ura decreto
rcenlo a onio-nK; da logilu de honra. Alen) ilia-
lo, era ama festiviriade solemne por occasiAo de seu
anniversario, Napolelo III receben o corpndiplo-
mtico e pronuncioii palavrtt moilo expressivas:
assim .liase elle, lomaurio a man do embaixador di
Inglaterra lord Cowley : Agradeto ao corpo diplo-
inalieo as suas felicilaeiies. O que boje rae he maii
agrariavel be ver a paz ila Europa reslalielerida
pelo menos assim a considero, sem ser a cusa da
dignidade o do amor proprio do nenhuma na-
(Ao.i)
Esla fosta do imperador, de que arabo de fallar,
he a dcS. Napolelo, que se celebra a 15 rie agosto,
Foi iiiaanifieo o aspecto da nosso capital naque lie
.lia. Indas as pracaa publicas, torios nspasaeios es-
lavam apiubados de gente vida de assistic aos rii-
verlimenlos pblicos, que I munificencia da cidade
linha semeailn por loria a parte.
A' imito, a multidAo era mais camparla e mala
brilhaiilc ainda. Tres deslumbradora fogos de ar-
lilicio arderam simiillancaineiile em Ires pontos dir-
ferentes ; porm o que eslava mais mgico ainda era
a illiiiniuaclo de nosso iiniueiiso passeio dos Cam-
pos Elvscos, o qual eslava lodo transformado em
um salAo rcsplandecenle rio luzes. Para .lar a Vine,
nina idea ria mnssa dos fogos, que brilhavara (III,
ilirei que havinm 435,380 lores rie gaz. Mas o que
diva sobreludo um carcter significativo fesla,
erara as nianircslacoestympalltiraa das mas-as no-
polares. Nas pequeas mas as mais modestas lia-
viara noile lampeos nas janellas, o cm urna das
nossas aldeias dos arrnhaldes rie Pars, na qual en
mo achava, nlo havia tuna casa qae nAo estivesse
illiiinin.nl i. O povo mesmn diz, islo he, n ma*i
dea Iraialliadi.ies da cidade c do ampo, que he lo-
ria ilrilicada a NtipolcAo, que com eflcilo so condiiz
de modo que procura salisfazer a clase mais mime
Itobre. Todaa aa medidas, que elle lo-
senliineiiloscquereiiriodiiraS. M.o itnpt
Rttsaia tima prova do sua sincera amizarie,
atleiidiiln a este respeilo, acnitn a sua ennlii
inilaria nas sublimes qualidailcs rie seu ang
ito o alliado. e dcspreou limar em con
prnposlas feilas pelo principe Mensrhikor Sub
me Porla. O abaivo assignario (Resohiri Pocha! re-
ceben consegiiiiileniente orileui rie declarar pelo
prsenle, que o governo de 8. M. o luido ser fiel
n letir.i e ao espirito das etlipnlacSeadot Iraladotde
paz de Kainardji e de Andrlnopla, relallvamenle a
pinleee.io do culto cliristAo ; que S. M. o sultn
olhar.i romo una questao de honra o viajaren) que,
agora c para ofiiluro. olivre exercicio das diversas
religin concedido por seus augustos anlepas.arios
e connrmido por elle, soja manlirio eaai.inlido con-
tra lodo .limpie ; que o culto grego alen) disto seja
aduiellido a participar igualmente rias vanlagens
concedidas aos oulros ritos, quer por tratados, quer
por oulras convencies, e como o firman Imperial
dado ao palriarcba e ao cloro gregos ronlm ali'm
di.lo a confirmarlo desses privilegios religiosos e
deve ser idbariocimn urna nova prova da inaanani-
miriailc rios senliineiilos rio sullAo ; que a proclama-
ran desse firman concede loria a garantii e deve fa-
zer ilesnpparerer sen receio a respeilo rio rito grego:
felicilo-me eu Retchid-Pach) rie ser enrarregado
de vos fazer a prsenle coii>miinicac,Aii.
Olanlo garaulia que deve ser roncediria no fu-
turo para os Sanios Lugares, nadase mudara nos bi-
sares rie remara de Jerusalem. Segundo a carta o o
firman rio sullAo, lio ovllenle queS. M. (em a In-
lenro formal de fazer cxrcular sem moriillracoes
auasresolueesiinperiaes. A Porla ollomaiia prn-
nieiie alm di.lo etllcazmcnte quo nenhuma moillfl-
caelo poderia ser feila no estado actual das colisas,
sem o previo aecordo da Franca e da Russia. So a
Russa oexigisse, designar-so-lia um lugar conveni-
cnle em Jerusalem ou nnsarrebalrics para se construir
abi nina greja para a celebradlo do cullo por mins-
Iros do clero russo, e un) hospicio para os peregrinos
russos inriigcnlesoueiiierinos.A Sublime Porta nro-
mcllc assignar um inslrunionlo solemne, o qual po-
i os dous edificios ricbaixo ria inspecclo esperial
do rnn.nl gcral russo na Palestina c na Svra
Tal be, enisiihslnncia. a peta destinada a termi-
nar a questao enlro a Russia e a Porla. Reta so-
nienle sabor agora so o imperador Nicolao consenti-
r nas modilleaeilesque o sullAo fez nella, modilica-
roes que nao alleram absolulameiite a nalureza das
prorasM, Nosso governo parece estar convrncid.
do quo nenhiiina clilllcul.la.ln apparerer a esle res
peilo.e se nutro a inesnia roniaiica na Inglaterra
"' lisriirso rio ciirerraniento, que foi lirio no par
He urna grande provaeflo para ura poder novo a
da careslia do pAo. Napolelo bem o sabe, o nada
o lora preoecupado lano depois que subi o llirono;
poioin, como elle craprega a perspicacia oresolueao
do seu espirito, he do esperar que consiga sabir-so
rom honro.
O imperador ainda osla cm Dieppo com a iiupe-
raliiz, que est lomando banhos dagua salgada. Fci-
se-lbeo maiscorilialc s)inpalhico rerebimcnlo. To-
rios os dias ha novas feslas e o povo faz ver o mais
ardentocnlbusiasnio.SS. MM. devem dar um pas-
seio por mar a Ilolonha.
Por um decreto recente, acaba do ser ordenada
a oxrurAo do militas llnbas de caminho de ferro. A
execiic.au riestas linhas est coiilia.la a coinpanhias
poderosas, que j possueni raiuinhas em explora-
rlo, o nao eiislara nada ao eslado. Sua exlcnsilo he
lodnvia ronsirieravel, porque lem perto rie !NIO kil-
metros, i-lo he ; legoas.
lina circular do minislro do imperio, araba de
prohibir aosjornaes a publicaro rios procotsos ria
inipreiisa, pdenlo publicar Mmenle a senlciiea.
sdilf Apear de tua elevada razu, o imperador lem
projrrla- certas fraquezas de espirito, quo torprondem c allli-
gera soiis admiradores; c parece certa que o COMV
inenlo fcilo pela duque de Biabante cora urna ar-
chiiluquea da Auslriao lornoudemao liunior. Este
ilescontenlainenlo se inanifalou era um uclo, que
muito oscinrialisuii a iliploniacia europea, temos
cm Brmellas ura minislro plenipotenciario, Mr. A-
ilolpbo Banol. o qual como lodos os seus collegas, li-
nha sido convidado para .insistir a ceremonia doca-
samcnlo chile religioso, que levo logara)!! doraez
pastado. Mr. Hanolsiiiosc apresentou nessa cere-
monia, e assim o fez por inslruccoes formaetdosua
corle : elle so fez substituir por um simples secreta-
rio rioemhaixa.la. De nutro lailo, um jornal, que
faz oque pdepara agradaran imperador, o Con*-
.M. .m/.eiilpreheii,leu nina hila unprilileiile.onlra
-menlo do duque rio Brabante, snb pretexto de
dar coula rie urna brochura dirigida contra esse ca-
samenlo, c que ello pretendo ler sidocwrpla por um
belga.
Toda eala mauifeslacn do man humor produzio
nin elleilu raiseravcl e o nosso governo al sentio-se
disto,porquedesapprovou, dizem, oarliao doC'ons-
tilulionel, romo nao expriminrioscii peiisamenlo.
O e-i-ain -nioi ,, celebradolinalmenle rom grande
pompa, o no mein das mais vivas dcmnnslraroos de
coiitcnlamoiilo do povo belga. Bruxellas estovo ora
feslas mudos dias o ns estrangeiros allluiram para os
seus muros. Houve .un especiando lodo llainengo.
u qual.....ou um ilia inleiro ; foi urna ravalgada dos
riiversos corpos e einpregos, cm seus ricos vestidos
da meia idade. Alm .listo, como a populaclo belga
lem cniscrvnilo alguipa cousa dos costuraos rios ha-
panhnes, seus amigos dominadora, houve tambora o
divertimeiilo rio rnmhale ibis tniirns, pnrera, suppri-
mindo lodavia a immolacflo publica o tanauinolenla
da vieliinn. Todo islo se passou na melhor orilem,
seguniloriizem ns jomaos helgaa, e prosonleinciile o
rei Leopoldo acompanhado de seu lilho e de sua no
va llora, pereorre as principaa cidadesde teu reine
erecebo pnrlmla a parloumexcellenle reccbimonlo.
Em I nmlio. nada ha do novo; a nao ser n subi-
da da laxa do riesoonlo, elevada pelo banco da In-
glaterra a i por rento, era consequencia rias consi-
rieravcisoxporlaces dedinheiro, que exige a com-
pra .le rcreaca un exterior. O commercio inglez
queixa-se vivamente ria incuria ila Russia. que, se-
nliora rio bailo Danubio, lem deixado enrher de
arria a foz do Siilma, unir pa*sagcin ao nivel aos
navios de grande lonelogem, detone que boje mais
.le INIearregaresdcIrigo. esli deudas na embo-
cador! rio rio. Sobre esle poni, o coverno inalez
tora fcilo vivas repretenUCoea an gahiueio russo.
Araba .le riesrohrir-se lima conspirarlo era Ro-
lan, antigos refugiado! ln-
n-se riirigi.lo a cidade papal,
pniveilarem ria fesla rio 15 ri
elebrar o exerrilo francez, pa
iisorreico. A poliria srienl
ou os conspiradores, cojo che
ij, he amigo intimo rie Maz
Os nossosjornaot ministerialiitat.i porfa vio cn-
loanrio M Mimos A diplomacia franceza e ingina pe-
la ronclusAo pacifica delta gravo questao do Oriente.
liudo que mullan faca coro camellos. A Ingle-
Ierra e a Franco te collocaram n'uiii.i falsa liluaclo
de que nunca poderlo tthir com honra. So a Porla,
teguindo o seu prlmelro impidi,, honvesto recusa-
do a nota do Vienna, o que leriam prallcado a
Franta e a Inglaterra, empenhadaeao mamo lem-
po para com a Russia e a Turquia f Os gallineta
de Londres e de Parla, nAo virarrt o lae que a Rus-
aia Iba armava par intermedio da nulo prfida da
Austria. Eiaaqui urna ancdota em apoio do que
aventuro. Ha cousa de Ira semanas indo M. de
Ki-.~oi.-n dar os parabcus a M. Drouyn de Lhuyi
pela la nomeiciio rie gran cruz, e pela conclusao
pacifica da quallo do Oriente, o ministro que nlo
perdo as suas vclleidadcs hellicosas, Iho disse :
1 quem sabe t Oa Turcoa lio fogosos ; podero (al-
vei le.i-tir.V. ElC. e-I biiueail.lo, responden o
embaixador russo: so nao cedettem, a Inglaterra c a
Frauca seriam as priraeiras a obriga-los a ceder, o
Oulra qucslo grave para na, nale momenlo,
lie a qucsllu dos mcios de subsistencia. Em conse-
quencia da m colhcila dale anuo, o preco du trigo
subi de nina maneira i.n. conaideravel que neces-
sariamente occisionou urna alea no preco do po.
Como de ordinaria acontece, apparecen a especula-
do, o exagerou o mal para poder locuplelar-se.
Segundo os boatos que correm no mercado das fa-
rinhia, aiiiiu unas a-.e para o primeiru de setembro
urna nova rija de mais de 5 cenlimos por kilogram-
ma. Esta noticia causara corla emoc.o na classe po-
bre. Na praja Mauberl apparereram alguna ajun-
I.penlo, de mullieri-. () governo trolou immedia-
lamente rie previnir urna eventualiriaile que so po-
da lomar scri. O prefeilo rie policia foi a Dieppe
receber asorilens do inqierador. Ao vallar, reuni
os liscaes das padarias, c annuncioii-lhes que o
nreco do pao sorra conservado cm 10 cenlimos por
kilogramma, o quo se daria aos paderos urna cohi-
pensacao ulHrior. Os liscaes brodaram altamente
contra esla medida arbitraria. O profoitoresnondcii-
llia n um luin firme o breve. ,
quer! Torios so cihiram e te foram
scgninlcas inulhcres ria praca Mil
como laucas: viva o imperador i
do trigo nem por isso apparereu n
|.olionica. A medida do prefeilo ,
derramado ura verdadeiro pnico ei
res Jo farinha. Huileo della que ha
eoiiiineiidas consideraveis do trigo i
Antuerpia, de Londres, etc., nianda
liana.. Dizia-seque o governo c,l
primeira repblica, a quaiem circu
Ihaulcs estabclecra un na., imn.
Ins do primeira necessidado : al di.
lava halando de abolir ns privilcgi.
e lomar-sc essa industria livra cora
ido
lllelh.,1,1,- boato
fivoravel sobre
inandoii chamar
morcillas tic trio
rabn. No din
her brariavam
MI no mercado
Olla gente ral-
lo policia havia
tro os merrado-
viatn fono cu-
os increados rie
mi ordeiiscon-
iva Imitando a
islancias seine-
sbro,l,jc<-
ia-c que so cs-
- das padarias,
as oulras. Sc-
influiran de mita maneira ni
mercado ; o prefeilo de poli.
i sua presenra os rorrclnres il
o leu-Ibes os arliaos rio rodil
PERNANBUCO.
tina-,
1 alilliM foi
e-aloi'
'iguei
tas enconi.
i patarc.
s, mji
. para lurar-t
apal-
ma: qiiarenla indi
rios rie licnova, li.il
comainlencaoilesi'
agoslo, a qual devia
ra provocar o povo a
ria conspirarlo,cap
fe, o arivogailo Pelr
ilnl.
noltarlomezdengotU
loi.un a 105 fr. e 'JO cent
cent.; firarain a 101 fr. 75
(tai por ccnlo aubiram
rain a 77 fr. e 19 ccnlo. lie
Contolidaito>inglezet,s
Mffl a 83 7|8.
Os t o \\2 por centosu-
ilesceram a 102 fr, e 90
renl.
i M fr. I" cent.; riescc-
u a ni a 79 fr. e 10.
ibiraina '.ls:l|( riesCC-
*MOM
I leude
Irab
le.o
Iver sen lietn-Mlar ; |ior isso lenho que o
Ibruno impe ial. posto quo fundado hontem, est
mais solido do que iienhum llirono rio mundo, por-
que lem seu poni de apolo no coracAu da najAo.
Os ltimos governos inonarcbicos so forcavam
em natisfii/er oa irtlerota burguezet; ipolcAo III
procura antes de ludo sasfaicr os tolerases popu-
lara. A collona do Irigo he ale inno Intuffld-
cntc, e o imperador se preorcupa exclusivamente
das medulas que devem aswtturar o sustento do po-
vo. J" llz tnoiicAo, nas minhas cartas precedentes,
de alguna actos (endenta a aso fin, porm nAo
oraui bstanla, e tima resoluclo mais importante
o maia eeral acaba de ser lomada. Cm decreto ul-
timo reste! a um simpla direilo de batanea de 25 i estas dottlrinaaanaicl
cenlimos por Itgl kilngraminaa, a laxa sobre os tri- tanto linham ollas ja |:
gos ini|Hirtados do e.lr.iugeirn ale :|| de dezcu
I monto a ji ,b- agoslo pasando,' pelo lord rliancel
ler era nomo da rainha, li.iiuil paragrapho que mus-
ir a mais lirme esperanea na conservacao da paz ;
eis-aqui como se exprime esse discurso :
A rainha nos ordena que vos informemos que
ella conlinua a receber do seus alliado, aseguran
de seu desojo sempre lio granrio rie cultivar as rela-
ees as mais amigaveis con) a Inglaterra. He cora
um profundo inlcresscc urna vivasolicilnde que S.
-M.temvisloa grave desintelligencia quo ltima-
mente so levanto!) entre a Russia c a Porta ottoma-
ua. O imperador dos francea se uni n S. M. na
aforeos imiiorlanla para conciliar a queslAo, cuja
DonlinuactH) podil losara Enropa a guerra. Obran-
do do aecordo cora seus ni liados c cuitando com os
atorros ria conferencia aclnalmenlc reunida cm Vi-
enna, S.M. tcm razio de esperar que se far proinp-
lamente ura ajusto honroso.
Pode-se prtenlo ler como cerlo que o perigo rie
nina guerra geral na Europa ala removida porago-
ra. A Russia nlo renuncia seus planos ambiciosos
contra Conslaiilinopla, ndia-os. Coinprehendeuque
a Europa nlo eslava di.pu.lu o consentir sitas usiir-
pacsles, c aguarda um innmcnto mais favoravel pa-
ra os excciilar. A Turquia lem desenvolvido lti-
mamente, devc-sc-llic fazer esla juslica, um arduro
tima euei -ia que iiAollioterinm sup|slo ; a pramp-
li l.'m com que preparou armamentos forniiilavcis,
prova que a mola ria nacioialiilademussulmaiia nin
l quebrada; mas rss csforc a lem extenuado
de um modo singular, c se deve recetar que no dia
era quo se rieva comern oulra vez a lula, seus es-
forros i en ha ni diminuido assim como seu enlhusias-
nto. Eis-aqui porque os veJbos turcos desejavaw que
rmpase logo n lula, e se resulvcsaea que.l.io por
meio das armas com a Huasca. A diplomacia euro-
pea nao a permilliocofci prudenleiueiilo ; porque
a guerra teria despertado o espirito revolucionariu,
as sociedadet europeas uo eslao ainda bem cura-
das dos males que a rovnh.c,Ao Uta fti, pan que se
ponham oulra vea so aclia/etu cm conlaclo tH)tn
que ludo perturbaran!,
lido as massas
Pars 6 de setembro de 1853. (')
No mamo rita em que Ihe dirig minha ultima
carta, rccebcu-seem Paris a milicia do que o impe-
rador Nieolno aceitara a nota redigida pelo gabinete
le Vieuna. Ja l se vai um mei depois desse arlo
importante que devia resolver a qualo lurcn-rus-
la, e uo cnlanto ainria so nao concluio nada ofilcial-
nenle. As iropas russas permanorom sempre nas
provincias Danubianas, c a aquadra anglo-france-
ittinua ancorada em Kesika. Por trac razio os-
la a Turqua lio exicctilc, urna ver. que a Russia o
moslra lio magnnima ? He porque essa nota do
Vicua, redigida cora summa babilidade, rnmsum-
ma perflllil nuslriaca, n'uina palavra, Irabolho tam-
ben) rio M: rie Mellernick, he nada menos ema-
tenell que o ulliinaliini rio principo Mcnschikoll. O
sullo que lem consciencia ria sua digni.la.le, ao
principio recusara aherlaraentca nola de Vienna, e
declarara que profera una guctra honrosa a una
paz vergonhos.1; depois ccilcnrio as inslancins rios
eiubaivariorcs rio Franca c rie Inalilcrra apenas exi-
gi alguinas inodific.iecs. Ao cabo do longos confe-
rencia., onnscgiiio-sc rodigir una ultima nnla que
foi enviada a S. Pelersburgo.
Aguarda-se a re.pusla a caria instante, o niugiiem
du\ ida que seja ravornvcl. Com Cuello. Ma uiisler
que o czar fo.se um tolo para rerusa-la ; pois que
aliual de ronlas ronrcde-sc-llie ludo quanlo pede.
Todava dizem que elle mostrara grande repugnan-
cia em riiira sua ipprovaeaa nota rio Vi,.....a ; c
que re.lcu tmenle por amor das oliservacaV e ins-
tancias do prncipe de Mellernick. Esle diplmala
.lemuiislrou-lho o perigo que poda precipitar a Eu-
ropa nos azares de urna uerra que denlro cm pou-
co lomarla terriveis proporc.ics, u'um nioinenlo cm
queaspaixOa revolucionarias ainda se achara n'ura
eslado de surda cllervesrcnca, c particularmente
rom ura liomem romo Napoleo, que era ultima
inalye MU rapaz de lani.ar fogo aos qualro canta
de mondo, e envolver na sua cataslronho lodosos
soberanos da Europa. Assim, o riaparlio du czar a
M. KIsseletT, riapaclio coniinunicario a M. Drouvn
rie I lu.-.diz que ouar.aceilaudoa nota rie Vienna
quiz riar i Europa um penhor da sua rauderaelo, c
tirar rcvolitclo qualqucr pretexto para erguer de
novo o col. Todos os res, soberanos e imperado-
res ilo nlcrcssados em comba ler a revolii(ao, seja
qual fdr a mascara com que se aprsente.... VO-ie
fcilmente a quein so dirige scmcllianle amcaca, e
nina Importanla personagem polilica, chegada lia
pouco. dias de Vieuna, ilizia que era breve (criamos
do ver os cOcdos detla .......h;j. e que o horisouie da
Franca ac achava mui eirregado.
penal que so refieren) aquellas pessoai que por meio
de taltal manejos occasioiravam talca ou a baixa
sbreos vveres, ameac,ando-os com a appleaco
da lei cm lodo o sen rigor.
O governu salra que a queslAo rio po he una
quesillo para elle de vidl* de morle. l'ari. pos.
boje denlro dos seus muros 100,000 operarios de
mus que era IK1H, quaes nlo parcrein di.poslos
a morrer do lome por amor do imperador. Einiiiiali-
lo liverem Irabalbo e pilo vivero tranquillos; mas
ac Ibes cheuir a fallar o Irabalbo. o o pao encarecer,
veremos de repente acender-sc os inslinrlos revolu-
cionarios desla gente, o cnhlogiiardeino-nos da ex-
plos.io assim o goveruo ha rio fazer que os biirauc-
zcs -iiIImiii d nina cousa nos seus nteres..-. ..un
tanto quo o po so conservo baralo.
E demita, ello ja lomon medidas para prevenir ns
cvcnliialiriaries de una fume. Deu ordens para.se
compraren) ao eslrangciro dez milhoes de leclolilros
de Higo. N'uin ilns ulliraos cuiselhos rie minislros
propoz-sc inaii.lai a aquadra franceza do llesicka li
Odessa, o Irazer de l para Franca ura carreglmtn-
ln de Irigo, j quo n,1o poda Irazer una colhcila rio
louros. II. DroiiMi rio l.buvi proincllen fi
par o czar a eslo respeilo.
A fai rio 15 do agoslo. dia que o (anttilitrio
nel ac obstina a cli.unacili.i Je S. Napoleo, lia lidl
iiiiin das mais brilhantes da nese epnrha. quanlo i
.lobos oa fogos de artificio, tiiiera percorrene li
luilerasala barreirada eslrella po.lia sera gramil
Morca de imaginarlo, julgar-se Iransporlado a un
rios mais maravilborm palacios das Mil e iwin noi
leu. Foi sobre deseuhos IraeadM pola mo rio pro
pno imperador que M. VheoOli fez enrular este
mgicos Irahalhos. He fnrc,a confessar que Napoleo
como liomem rio engenho, o.ilen.lo rio qualqucr es-
pecio rie ilcciir-ieo. So elle nlo fiira imperador, a f.
que teria sirio direclor rio circo olunpioo. Mas o en-
Ibu.iasmo rio publico nao subi,, altura ila peca,
Para montar a sobra se.lispciiderain sommas fabu-
losa, ecomo he o publico quera pasa, nimia mesmn
os espectculos gnllt, leve n mo gosto de dlier que
os ralo livera como seu dinheiro.
So dcvemosilar crcililo asgazelas nfilciaa. os ilc-
parlanieiilos feslejarara o da de 8. Napolelo rom o
mesmo eiilhusiasmo. Todava passou-se ura relo
em Tolosa, que de alguina snrle desmrnlc esses jor-
nacs. Ni oecasi.io da revista da ilivi.o militar, o
general havia aleado o grilo do : Viva o imperador!
Osollleiacs oberieceram, mas os soldados guardaran!
silencio. Um nico regiment, o dos cas.ariores do
V inreniies airn alguna gritos, que foram ro respon-
didos pelos utos, ios da mullidlo. O general furioso
orrienou que carregassem sobre a oanalha no caso
Je reincidencia.
Ha quinao diasque o imperador ca imperalriz se
achara era Dieppe, onde dentro de poucas hora- se
Ibes improi son nina habilacao magnifica. Fnraill
dainear rias radlgai rio poder c das grandezas mas
;l .....lem-i.i.lns banhos de mar nlo lem preenchirio
n alvo que ella linham em mira. No riiasegiiinle da
chegada, desejaraiu comer ostras an janlar; ma
essas ostras que eu repulo de inteuroes anarrliica
causaran) um lal rioarranjo, que Suas Mlgeillde
se virara ohrgariaa a andar loria a noile. Apenas li
vres ilale abalo, Suas Mageslada Imperiaes dse
jarain dar ura passeio por mar : una lempcsladc sor
premien do improviso at augustas pertonagint, qm
enegaram no porto depois de mnilot Incommodoi t
molliados al ns OMOe, como simples mnrtaes.
A pequea ciliado do Dieppe esla como que inva-
dida por lorias as pasoas ila comiliva do imperador,
e pirliciitarmenlc por um exercilo de espios do po-
lica cojo telo inquielo e brutal be mui incommo-
tlo. Torios os viajantes que so demiiram em Dieppe
slo sujcilos lauto ella como as respectivas hagagens
a una Inquisieo que so eleva aos ultima limita du
ridiculo ; a lal ponto que um honrado hurguez rie
Paris, que te ia reunir mullier e aos filhos que es-
lavara nos banhos rio mar esleve preso duranie >S
horas, porque Ihe acharara nina pecaainlia de bron-
ze, luniquelo innoccnle que ello levova para um li-
Ibo rie 10 annos. A policia linha farcjailo ni-, una
machina infernal. Releva confessac que o zelo c o
inedo an -mol' im furiosamente os objecla. Ainda
oulro tacto. U. Pagnerre ev-sccretario geral do go-
verno provisorio, mal ebegara a Dieppe, para onde
fura com a mullier tomar bandos do mar, receben a
visita de una personagem vellida rie prelo, que com
licainle civilidado o persuadi aileixar Dieppe, pre-
lexlanrio que os ares daquclta ridade nAo eran) sau-
riaveia para elle. Como M. Pagnerre pareca mo
querer annuir as razos aprcscnlailaa, a lal perso-
nasen! Ibeniosirini nina ordeui formal do prercilo
de polica, e M. Pagnerre nlo leve oulro remedio so-
lan ir lomar banhos domar n'oul
RECITE I DE OITUBRODE I8V;
AS 6 HORAS DA TARDB.
Foram apprehominias, uo .lia J6do p,\.S" ,
aubdeltgadn da fregueiia rio S, J ,L Vf1
duas sedulas brancas rio valor de rem m'| ."''ldr'
nina, que o porluguei Jos Mara Veir, A'^'1'
tos, andava trocando por pattca, a ou al"
conseguir pira urna riellaa. ,m! cbeBm a
Enas notai, cuja falsidide foi leconhaeLu ,
Ihaoureiro da facndi, o Sr. NerTtS '""
logoaa carimbou, linham itastignilura. ri11""
.le-Luii de Oueiroi Moul.ra Rega.."tfc'
Ribeiru de Firiaa sendo o numero '
5732, e o de oulra25736. Vieira d
preso e recolhido a cadea ; e no inlem...,,
se Ihe fez, declarou lmenlo haver recehu qoc
.las ditas sedulas denlro de una caria qi.nloB1
Formo Ihe rcraeltera Pedro Celestino Roa
de ,\l.....ida. panlsellieeoiiiprai..... al_
mendas, exiginrioqiic o Iroco Ihe fnssc
Julga-te, porm, que tal caria nao etisuo; ,
licia, proredenilo as diligenciii necessar1-'
dou Je luJo lavrar os comnelenles terna
renielter ao Juizo municipal, aum de ios
pruces.u.
Nao lia mina alguma que maia ventajosamente ir
iba siJo explorada cnlre nt, Jo que a ilas_"
Jutas Talsas; e JagracaJamenle ella ainda conii"
nua a sc-lo com incalculavel prejuizo da popula,;,,
e rio commercio. He um negocio de Ei&
por cont ; c como o rigor da lei para com os iqtt.
riuclora, quasi nunca passa do papel do codiio
ondo alio exaradasas penas, nao lia rom elteilo mi
llvo para quo se abandone 1,1o lucrativa csiiccoij!
co, pois que isto de moralidade he ludo pila.
0 vapor Bahiana, leudo partido Jo Rio de Ja.
neiro no .lia 12 du passado, com a sua roncara lu.
bilual, c sempre mal prvido de combuslivel, che-
cou era nosso porto no rila 28, por ler atrillado
Jo Espirito Sanio alim u;c lomar ca vio. Nada i-
rtendoodianlars noticias vralas pelo Tay, por ler
salinlo nieldetle, Irouxc-nos em desforra aim.
graitavol novdadedo uinatiiblevacaonavilla.il
Imperatri ( era Alagnaa ), occaaiona.la lado cust,,
.le um guarda nacional, leudo j havidoum ItortT
ro asiassiualo por essa causa. Em oconlecimcnlo,
riela ordeni, mulla parle lem cerina poliliros t>.
cnploresrio nosso paiz ; mas como foi sempre nos.,,
proposito nlo traannos aqui ria senliora publica ,.,
isso dito ilc passageni, e quera poder que descubra a
nosso peiisaiiicnlo, rom lauto que se nao olleiiila, *
Ihe nao adiar razio.
A bordo rio Haitiana veio o Sr. raarcclialileciin-
pu Jos Fernanda dos Sanios l'creira, noincalg
coramaudaiileilas armas desla provincia, cargo nlt
i rio que lomou poste no ilia 29, immedialo Mdeni
| chegada.
No mesmn illa 29, enlroii dospdrlosdo mirle
vapor S. Sallador, leudo dcixado lodosas previa.
cas era socego. A assenibla provincial do Para,
depois do ler estado na mais completo haimoiiia coa,
i presidencia, niinpeu inesperaitameiile cm lio*
lidades coulra a mani, pelo que levo .le ser fulmi-
nada cora o raiudo adiamento, em lacs rasos cu-
pregado como ralmanle, segundo os preccilos ,1,
medicina polilica c governamenlal, que nlo deiu
de ler suas analogas cun a I.....eopatbica, stni.
quanlo s doscs.no menos quanlo ao uso rio glande
principiotm/Ho limilibut curantur.
1 ra succasu laslimavcl occotreu no d
una taberna da ra larga do Rosario, prxima a
quarlel do policia. Tcnilo pegado foso a um turril
rio espirito rie vinbo, o vendelliAo. assusta.lo an
incendio eminente da cata, orrojou-o precipitaiU-
menle para a ra ; mas achando-se sobre a calcada
una prcla cora o sen rabnleiro, cahio-llie porriau
una porclo rio liquido inllammado, de sorlc qoai
ilcixnu immedialaincnle tcm a pelle. scgumlo uo,
dizem. Condolida I casa de seu senhur, Jos Al-
es da Silva (iuimarla, a |iobre eterava veta I fil-
ni
lecer boje pola maulla.
a prisao.
Dcu-sc boje, I- de i
academia do Olinria,
com o jubilo coslumad
fadigasquolidiana., ma
O labe
i fui re
ulubro, o poni na. aula.da
os esludantes o rerebera
. Ces,ar.im os Iriballiose
la ainda o mais riillicil,
a qual.s nosarlospu-
aggravo),doaprovcila-
|i.i
Voua
tso pa
o pagai
laneira
nuir
Dii
i paragem.
nlicia de grande Inle-
i que Napoleo prelen-
lada a Dieppo rie urna
i a aquella ciliado como
l, rio Havre, ele a fa-
i.allanlic, A conca-
ompanbia inglcia. E
na companbia france-
quelie, a sanccln inagisli
de decidir (tero eppelli
nienlo real rio caria un
Inforiiiara-nos que, apezar de lorias as pesquiza.
feilas, ainda nio poderam as auloridades puliciiies
da villa de Cabo detcobrlr osaulura dobatbaro cs-
pancamenlodo padre Pasrlioal Corb) ; c que ele
nicsnio lera asseverado por vezesao cominaiid.iiilc
do dcslaraiiienlu, nio haver dito a pessoa alguma
que condecora os seus aggrcssures, nao o leudo este.
tacado rio frenle, o sim na uccasilo cm que aluia
i nina porteira. O juiz municipal supplenlc procc-
rieu nociinipcleiilc.corporie delicio, mas nao polen-
do rolherpovas un indicios que o habilita... ni.,
eonlimlar o proecs.o, iemelleu-o lo delega.
nelle proseguir, caso estivesse melhor infe......
A pedido rio parir Pascboal, foi-lhe concedida orlo
delegado, licenca pan untar cora duas pessoaar-
ma, las am sua delbu, sol) a condiclo do seren ellas
eonhceiilas no lugar O iucapazet de qualqucr pmo!-
dlmenlo criminoso. O Sr. chefo de policia lem le,-
tarado suas ordent para cooUooarom as diligen-
cias, alim de nao I,car impune lio rave alten-
lado.
A pedido do Sr. Ucllinn (oncalves Pereira l.inu.
lonn ria fabrica do Mbeo di rui Imperial, reclilita-
uioshojc a noticia dada era uossarevista do 19.lo
patudo, sobre o desasir acontecido nc.socslnliclc-
eiiuenlo. Nao foi nina caldeira que rebentuu, nus
sim um resfriador quetc liavia acabado ileeiuber;
e as Ires postilas que se queimaram, niio corrern)
perigo do tilla, ou por oulra, nao liriiram grave-
mente enfermas, segundo nos exprasamos enlii).
Outrosim, iiiforiua-nos u mesmo Sr. que o salio det-
raniado foi approveilado, e o prejuio resultante
quasi nenliiiiii.
F.nirarain .lu .mo a semana 2.1 emliairae c. e a-
hilara 19.
II.-n I i i alfandegall2:i!KI99t3rs. 11 i.n.liin.n-
lo total das estacos liscaes abaixo declaradas, cm
todo o mez de setembro lindo, foi o scguinlc:
Alfandcga........329:019;15 n-
Cmisiilarin gcral...... 8:532oH:lJ i-
Dilnprovincial...... 2H:2075l:l7 r>-
lallecerain II pestoai: 10 homens, |:iinullierc-e
17 prvulos, linos; I hornera, 2 mulhora e- pr-
vulos, arravos.
JUHY DO RECIFE.
Souao' do alia 90.
I'rrtidenle.o Sr. Dr. Alcxandre Bernardino dosltei-
c Silva.
Promotorpubliro, oSr. Dr. Abilio JacTivaresila
Silva.
AAroijado, o Sr. Dr. Innoeencio Serfico de Km
Carvalho.
Uro. 11 i o u ......,1o Oliveira Praleo.
A s II horas, reunido o numero de 11 Srs. jura-
dos, foi abena a sessAo, sendo multados em mais rs.
161000 os mesmos senliora dos dias anlfcedenlcs.
)B
i.lenleein
Iue ja hvasemos um corrap
ia niuilo roailjuva uossa redarjlo, ni
Oulra quallo, alen, disto, preoecupa ne-le mo-1 pausan do iiolic
oulro quo nos appi
nossos leitores lenlii
iilou um
ox-
Os eductores.
sua prospera di
iperial.oiilorean
lizera as cidada de Borrica
mosa linha dos paqucles Ir
sao acaba rieser feila a, i,.
porquo nao foi conceriida a
za i Nao sei.
A sorioriade eleganlo do Paris ja nao esl em Pa-
ris; neslc momento est cm Dieppe, em llainbuigo,
em Boden-Badon : j Paris nlo loga na bolsa. lo-
ga i rolrlla. Al os pruprios poetas toman parle
uala lula. M. Fourarri que neslc invern ginhrira
mais rie 50,000 francos com a sua comedia, .1 honra
e o dinheiro, inilm rio perde-losnasaauasde Bailen
A ale respeilo, ura gatalo apirituoso dizia quo M
Fuucanl perder honra uo dinheiro.
7
As inquictacoes vio comefando a reviver boje
acerca da conclusAo pacifica da quallo do Oriente.
Se o imperador Nicolao liouvette aceitado, sem hesi-
laclo, a nota do Vieuna cura as mndillcaca da
Porta, dade honlenise poderia saber a resposta po-
lo lelegrapho cleclrico. Seiuclhnnlc demora ainda
que pequea parece do lilao agouro. Julga-te que o
czar pretende prorraslmar o negocia, alim de ter
preleilo para o seu extreilo passar o invern nos
principados danubianos, de sorle que na primavera
rsleja preparada para qualqucr eveiilualiJade. Na
bolsa rorria hojo o boalo de que a a esta osquadra
iiiipcllida de Bcsirka pelos venios conlrrios, fra
nlirig.iiln a procurar refugio nas aguas rio Bosphoro ;
mas esla noticia ainria mo pa.sa por cetla.
Dizem que r.eilru-Rollin (Ira aecoiiunolli.lo rie
una molafta riocora{So, que causa grande IrBiecilo
aos seus amigos. Tamben) asseveram quo M. Ango
niio gozado mui boa saude. fc'. A'.
k-J
e absoiv idos das mullas em quo inrorreraii
presenhu-escusa legal a segiiintes senliore.
Jonquim Francisco Duarle.
Marcelino Jos Lopes.
A's .1 horas acabados os dbiles, foi o c
condiuidoi sala dos conferencias, d'onde ve
hora depois rom suas raposlai, cm vista da
fin o reo.-.mdi-mu.id., a 11 ineies de prisao s
grao niaxiniodo art. 201 do Cori. Penal.
I.evaulou-ae a sessoo as I horas af, liconilo
para o dia seguinle.
po
ipiacs
tupie.,
diada
iV;ir>
So.a.o alo la SO.
iSr.Dr.AleiaurireBcrnardi
,1-1.
Promotor paliro, o Sr. Dr. Abilio Jos Tavarodi
Silva.
lilrnqmh, o Sr. aearieinico Jet Marta Velbo .la
Silva.
Uro, Tiagn Josrie Souia, acensado porcrimo !"'-
fensnaphv airas.
A's 11 hora..i berta a sessAo por soarlinretiirciini.lo
38Sra. juradoa, fuiam uiultadoaem mais I.V-oim "
inesinos dos,lias antecedente!, sendo absolvan- |">r
terein apresenlario wruaa legal os segiiintcs sc-
nhores:
Francisco Jos de Oliveira.
Joto dos Sanios Nniia rie Oliveira.
Vicente de Araujo Pinheiro.
11 | "I.....I" Mena 1 mu.
A I hora acabados os debata foi o cansellio c.n-
riiiznln a sala rias conferencias, ri'on.le vollou M He
hora ile|iois cora suas respostas, era visla das quaes
foi o reo ata olvido.
Segundo inlgamenlo.
Ailrogada, o Sr. Dr. .loa.pura Elvira de Mora
Carvalho. '
/(., Anua .Maria da Concerni, aecusadn inircrimc
deusoileairaarierea.
A's 2 lluras, acabado* os debata foi o conselii
candutiilo i sata d.ia confereiicias, d'oiiile vollou ',
bina riepois, c em vala de suas raposla foi a re
ilisolvida.
Coiieliiidnsoslraballios.em seguida fui consulta-
da a casi alim do loluntai i.iraei.ie pradar-.e para a
prorogaelo da presante ses.ao, ao qu so negara, It-
rio por isso ella encerrada, por ser o d
quinto dia de seus Irahalhos
7
I Des.


HEPARTICAO' DA POLICA.
Parte aila !. *e outabro.
lllm. eEim. Srlarlicipo
,lo S. Prei Pairo Goncalto
auln* Urna, por insultos,
,g.,; a ordem d.> subrielcgado Ja frcguetia
"nioiio, ~ -'"'> Jnaouim Benlo da Suma
,er encoi
.. j V. Eie. qiic ilai
liojc receidas ncYa"reprlc>, 0"8'" ,e
rriem do subdelegado da freguezia
altee, o purluailej Jo* d
, eConslanlino de lid, por
de S.
"s" porluguezei Joaquim Benlo
ge encontrado cora armas dcfcias, Jos Alijo
, da Silva Maia, c Francisco Aulouio de Mello
,,ara averiguarles poliriaes, Barbara o Delllna, es
t nas I' bri' .una do S. Jos, Francisco l.uii Bellro, por ser
encontrado com un fado.
lios guarde a V. Etc. secretaria da polica de
Pernambuco-I.- deoulubrodc IH.">:i.lllm. aEm
Sr. ronsellieiro Jos Bcntn da Cunta e pigucuorio
,,r.iilenlcria provincia.O ricscinbargador Cue-
Uno.los da Silm Santiago, chele de polica in
Resumo da qnarta a ultima parta da quinta lo-
carla a raror di obraa a Itroja da N.
do Li,ramelo, tatraalaa aaa 30 da eetem-
bro da 1853.
17-itl............
ini............
tu............
I3H9............
270............
2ii2320 .........
(82 71627313380.....
iK_ m- :197 360IWH1-23I7 )
10313720391139K1.....1
|,_ -ir_ 8SS-MM-JI-S|
I5M-3-9I8I- g5*3-^30,
:i2t7-3ltHJ-3.UI3..2H-1.H.I-I996)
|:(KK>0O0
SKMOIOIIO
SOOSOOO
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100(001
looiooo
SOfOOO
203000
l(OIX>
DIARIO HE PERNAIMC.
Pelo vapor Seren, mirado anlcs de lioi.lcm era
,.- porto,va Lisboa. Madcira, Tonerire c S. \ i-
ciile. recebemos as carias de nossos correspondente*
le Lobo*,
lulroluga
as inglesa
alonibroi
Peto qui
ndl.......
cm que o va|
Hratih
Taris e Porlo, que licaiu transcripta* era
deslo Dial o, c bcni estira varia* gaie-
c francesas, as quaes aloancnm a S de
utinu passado.
uns oniiimiinicim ns rtlloa no*os corros-
ivario o* Icilore* que nenliiim aconleci-
ro velo mudar o oslad
i ileilOO os ilillerento* paites do velho
.. O llivan, Itrm que aceitaste a propoala ri
i-onferencla da Vlenna, Julgou rom lado quedcvia
rjter-llieaUumai.....liflcacoes, o que cautou entra
i. Curcos eou*rioravol incitamento; contando con
...Minio da Inglaterra o da praura.'e acliando-so i
lenle do nm eteroilo ele 2110,000 homeiis. a Tur
,|.ii.i ,..|j inclinada a ir guerra ; novas Iropaj Un
rlicgtm de da cm dia, alea das que lem na Asia, ai
anac monlam i xo.ouo homens.
lio cnn-cllio rie gabinete se reuni no dia 21 de
a.ii.ln,c nelle fui remitido que so loma**em novas
molida) para a .lefe/.i do pata, (l general hetpa-
iilml l'iiiu. que rom liecnca do cu governo M ocha
., inim da Turqua lienta a partir de Constanti-
nunla pa o* quintis generaos.In oterrilo obro a
mura......lu Danubio, timar Pacha, commandanle
,lo..o eiereilo, linba operado varia* inurinncns nas
.,.ii,.i- .le* rihTcrenlof eorpoa de que ello se com-
,......".,-.;iii .le i-lar preparado para luda* as cvcnlua-
liiladea ..... nao obslanle bao, he opiniSO seral na
ii.in. i e Inglaterra que a guerra mo lera lugar,
I.....eo que o impender Nicolao aceitar apro|ios-
l.i da conferencia do Vlenna, niesino rom a* modi-
lirjcoo (pie Un- fe/, a Perla, as quae* sao de peque-
a importancia.
A rainlia v ictoria, ilepoi que ful encerrada a
mido do parlamento, parti nnra a Irlanda onde Ihe
liieram o maia benigno o enlhuaiMlico aeollilmenlo,
ulliinamcnle ella arhava-.c na Escoatia.
Lu Parla nieram-se recenlcmenle iiiuila* prl-
.iie*. avalia-sceni 1500o numero doe iudiv i.luos que
rahiran nas nulo* da pulira ; de**es individuo*, oa
qoaea cram lodotiuielloi de mo earacler, 207 et-
ilo anda preso*, os oulros foran mandados para ra-
ra do pala,
Si ilollanda liav a terminado n;u*ror.cs da pri-
unir cunara dos lisiados (eraos o came do pro-
leelo de lei sobre a llberdade religioaa, eauppunlia-
-r que seria approvado, pelo que o partido calholi-
i.i c-f.ilcava-sc cada ve/, mais na ilcon*ao de sua
cansa ; perlo de 100 represenlaces (inliain j.i sido
recebida coulra eslo projeclo.
A cidade de'tbelias, laurela, ral qaaei Inlelra-
iiicnle destruida por nm lerreniolo.
(1 cholera eslava latendo orando estrago na llus-
*ia, principalmente nas parles meridionaea onde
ui.in.lescorposile tropas scachain acampados.
\ IKnamarca acharare latubam lujella an mesmo
llagf lio, porni nao era Irala.la com lano i igoc como
a Rala.
(I frm Tisana i\i o aecuinlc resumo do projeclo
da n.iva eonsiiiuico dlnamarqueu i
.. II projecto da nova consliluicao dinaniarqiio/a
iini-i.i de i l artigoa, tlm de :l provtaorloa. o po-
der IribUlivo parlenee a dlela de concert com o
u'i.A Igreja evanglica lalheram he a iureja do
estadoa niinislros sio responsaveis, e podem ier
illBadoa o rei nomeia os empregadoa publicoas
deiuittdei nao afleetarao os ordenadosa dieta de
i ere j amina ameOM 2 me/e-, podem ser proro-
gadaanenhnma lei lie validasen) a aanepiodo
rei no inlervallo das sessocs pode o rei publicar
lei. provisorias agracia e amnialia, menos aos
loiiiislros icm o conscnlimciilo da cmara Julga-
dora.
.( A dieta roni|Mie-s de duas enmaras, a do Folke-
llling e de l.andshim;a diela lio ioviolavelo or-
rranientO he tlisculido no Folkslhinuas lei* lerao
3 discuses cm ambas as caminas, oslas e*r,olbnin
eaaeua preiidentes c sulislilutoas sesscs s.lo pu-
blicaso tribunal de juslica do oslado compoe-ee
de 10 mcnihros, nielado lirados do l.anilslhiuc, e
inctade da rollo suprema ; durar i anuosos Jui-
na sao iodepcndeiile* no etercicin das su.i- hinc-
o.H's; nle podem ser removido* dosseus lugares *o
11,111 no oaso ile reoreaui*ac."o juiliei.uia : Ion.lo til
aiuio-. podem scmposenlados sem peda dos orde-
nados sao periuillidis as issociace* religlnaaa
lodo, liunin dos seus direilosci vise le idioso., qual-
quor que soja a sua rcligiolodo o preso deve ser
apiiscnlado ao joi/. em 21 horas, c pronunciado cm
3 diaso domicilio he intiolnvel.
n Asvisilas (loiiiiciliaria*,ossoi|ueslros, a aherlu-
la das corlas s podem tor lunar em virludc de una
riili'ii,;;ia prnpriedade he iuviolavelos cidadaoi
podem reunirse, mas nao armadosos privilogloa
da nolire/a, dos lilulos c dos empreo* he abolido
M nwrgadoi e os viocalpa licam prohibidos para o
fniiiroas allcracoes da consliluieao scrao propos-
l.i. oin urna dicta, o resolvidas em oulra uova.ii
Segundo noticia a Independen/e lleli/r, o duque
de liioiiswiek anuiiuriuii que bu sua Inlcneao ab-
dicar a coroi c retirar-so para as suas fa/endas na
Silesia.
Se i-.ii se realisar, o ducado passar.i para a coroa
de llanovra. |H>i u nico herdeiro etisloute que be
o duque Ca Ins. fui declarado polo Bund (.eriiiuni
i Inrapai de reinar.
lia India o da China ncnliuma milicia reeabenm
que nicrera *er coniniunicada ao Icilore*. Aquello
|>;n/i'- .haiii-so no inesino oslado em queic aclia-
vainquandodellcs Iratamo* a iillima ve/.
1)1 Aiiioi ica slo trilles s noticia que no Irmite
oSectlH, Em Novv-York eslava faiendo um calor
tao abrasador que mais de 200 pessoas baviam mor-
rillo ilo niorte ropenliiia.
Em Nina rleans a febre ainarella fa/.ia traoo
i......i em noiiliuina oulra parlo tem fcilo. Sendo a
|pular.)o da cidado apeuai de :10,000 almas.
riini por dia de i'itl a 300 pessoa, a ronslei n
"i -id, iilnguem se julgava seguro, e ai tan
que piiiliain diapor de alguna recursos pecuniarios
slavuii lodos abandonaii'io a ridade para fugir ao
lliiello que sobro ella pesa.
Kin Londres os consolidados lirarain, de 97 o 9
l|" i tiiiiilos brasiloiros, os |iequenos a 101 l|2
usqualroc nieio por rento russos, de 101 3|l a lili
qX: o* Iro* por cenlo bespanbocs a 47 3|8 o os doi
e iiiein por cenlo linllaiiilo/es a 115.
Dito do dila de 4 a ,iraetea 8 112 por rento ao
auno.
. AIIANDEOA.
Rendimenlododial......I():9293l
DetcarTtgam hofe 3 da outubro
Brigue dinamarque/. Industrie familia do
trigo.
Brlguc inglcRntallcbacalhio.
Eieuna hollandeuAtbert mercadonai.
Importacao
Vapor inglc .Setern, vindn de Soulhampton,
manirealou o leguinlc I
1 raita objecloa do ouro ; a Kart Schaincllon.
2 dilai ditoi de dilo ; a I'. Wi QtM.
I dila diloi de dito ; a V. J. t.erman.
I dila ditos de dilo ; a Bruno l'raeger & Ceta-
l'dila ditos de dilo, I cmbrnllio papis, 9 ditoso
I caia amoslrai; a J. Keller A Compatible.
I caita relogioi; a ordem.
I embrulbo nmoslras; a J. A. (.aenslv.
1 dilo ditas, e I dilo mpresso; a Russell Mcllors.
I dilo dilai ; a Fot Brolliere.
1 raita ditai a l Sebuler & Companhia.
I dila dilai ; a F. Souvage & Coinnanhia.
1 dila dilai; a I.. I.cconlc Feron cV Companlua.
t dila quinquilharia, o 1 embrulbo amostras; a
lln.limi Kodker ,\ Companlua.
I embrulbo amostras ; a A. C. de Abreu.
I dito dilai; a Richard Rojle.
I dilo ditai; a llenry tiibmn.
1 caita dilas; a Moreira & Duarle.
Brigue inglc Roialie, vindo de Terra Nova ,
consignado a Me. Cahnqnl J Compaiihia, manifes-
tou o seguinte ;
2,.">>0 barricas bacalbo ; aos ronsignalai ios.
Escuna llollandeza Mlierl, viuda de Hollerdan,
ronsiguada a Brandcr a BranduMl Companlua, nia-
uiresiou oaegoinle:
138 caitas queijo, 100 barrica gonehra. 20 nar-
ria inanleiga, 338 barra do ferro, c I vacca ; ao
rniisignalarius.
CONSULADO UERAI..
Kendimcnlo do dia I......
DIVERSAS PROVINCIAS
llcndiinenlo do dia I......
Exporta cao'.
Rio de Janeiro, luiaiie bnuilelro Marinnna. di
238 tonelada, condono n seguinle: *,800 al
i|ueires de sal, 3(1 caitas de rap va*ia*. idiliKcami
NM, 2 dilas velludo, 12 balas papel de embrulbo
t,3We0CM com casca, 21.1 dn/i.isdc ditos de bebei
agua, .VI-arcas cun 293arrobas o IS libia* de al
godto, 122 barrilinhns doce decada, Hlalaago-
lea.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAB8DBPBRNAMBIICO.
Rendimenlododial......iliWBXI
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinenlo do dia I...... Iii-m.Ii
REMHME.NTO DO CONSULADO PROVINCIAL
No:ME/ DE SETEMBRO DE 183.
|:097Jn71
735KW
8S7.V1
Bacnlho nacional aecro. qq. ."i000 5200
Dilo dilo fresco........ ,. 39200 :"00
l'eijaii liiaiin"l.i*ilha*.....alq. 140 d80
Uilo dilodo Porto eFigueira. 440
Dito rajado............> 400
Dilo fradinho ......... 180
(jrSo de Meo.......... 300
Pansa da Ierra......... I r Sarro de vinbo tinto...... IBfiOO
Dilo dilo liranoo........ a 4*0(10
Vinbo muscalel ilc Seliibnl. cali, .pTBO
A borda.
Agurdenle.le :Wgr.encacaila|up.l30S(NKII:iV)IH)(l
A7.eile.............aira- WiOO :W0
Sal gromo............."' 'O
S
sao
700
I<|200
l-MHKI I-I"
l-IIM 19101
I-I.ai Ia2i
n 7|B00
booo
Irvva
PIINI
u l?WHI
plp. 181000 I-HI
HWOO O-MKH
a 2u,T(K) 981001
al.j 300 440
420 :>2ti
300 4.i0
220 22.V
930
270 2H0
930
2"i0 980
Diio red.....In..........
Dilo liuo para a Ierra......
Dilo Irigueiro urosiM.......
Oirlira u. I di-3 lanianlin. ile
grossura propria paia rolhas.
Dila n. 2 do lies lamanhos. .
Dita o. 3 dilo dito.......
Dila n. 4 |iara pescara ....
Dita dita para fabricar.....
Vinbo superior.........
Dilo ordinario.........
Vinagre ............
Trigo do reino rijo.......
Dito dilo mulle.........
Dilo dilo das ilha*.......
Cevada do reino........
Dila da* ilha..........
Milho do reino.........
Dilo da* ilha*..........
Cenl.'i.i do reilli.........
ESTADO DO MERCADO.
Algodao. Poura* vendas se circcluaiain noslc*
dias para o consumo das fabricas.
A*ucar. Liinilarain-*e unicamenlc a venda,
ao conumo.
Culo.__Continua a ser procurado, oiroclmindo-
scalgumas vendas.
Ouruc. O mercado aclia-se ja priivulo. porem
nao consla ler havido venda..
Caco. Nao ruiisla ler havido venda, suslen-
tando porem o proco.
(ioinina copal.Consla ler oblido o proco do
09000 urna parlida de superior qualidade. O pro-
o que lica rolado be pola qualidade superior.
NAVIOS ENTRADOS.
Ago*(o2K hiale porluguei Itiral, nieslre M. J.
O. Val.....a. do Para em l(i dias, rom vario* geno-
*; aJ. II. O/orio.
Seloinbro I galera perlngnea fiordo l'
eapil.lo M.A. dos Sanio*, da Bulla can 12 dia*.
vario aencro; aChaniblca j| (ionralvea.
dem 10 vapor ingle/ Crea! II r.tem, d
i|p 1;.....ro em .'A .lias, da Rabia Mil 19, di
colUj .
nm do
Dircilos de 3 por cenlo........
Direiloa de ."1 por conU.........
(ipala/ia do 320 is. sobro sana do al-
godao................
Dcima doa predioa nrli.....1*......
Imposto de 3 p
Dilo ile 90 pol
agurdenle......
Mein si/a de earravoa .
Sello ile horanea* o le
Impoato de 100*100 i.*.
lo......
lio* direilo......
ola* de inslrureao superior
39:
3:01(1
3809160
IBBI2I
1V.Hi1.ll
H;
di
eonsuuio
ido*.....
por esernvo
i|i
KBIglO
l:73lIHO
3:4861693
liitaiStKKi
2VtoJ03
:000o
149799
Me*a docoraulado provincial 30 d
2*22,-*ll7
elenihro do
Lu
le .tzeiedo Son:
1833,O eecriplurario
PRACA DO RECIPE i.' DE OUTUBRO DE
1853, AS TRES HORAS DA I ARDE.
Itecitla semanal.
Os saques que se ncgoiarntn so-
bre Londres regularan) 27 3|l d.
por Ina 00 dias vala, o sobre o
Rio de Janeiro an par a 13 diaa.
Enlraram 711 saccas, das quae*
Cambios
1117.1
1 Rii
Por
A. Van/0II01
11 Onmiiigof!,
iinoiro em 36
17. com r.i/.cni|a
.....qualidade lie .....pWh>.
dem luigiic porlngiie/. .Si
lito J. R. da Silva, do Rio de .
r.....aaaucar; a A. J. de (Hiteir.
dem 19hialo porliiniei l'oaiorio Momtego,
iue.iieA.il. Vidente, de Pernaiiilmru cm "! dia-,
com aararai emai gomiroa; a.M. .1. P. Baaloa,
N WIOS A CARCA.
Para o Rio de Janeiro brigue americano lui-
r', (apilan L. II. Balite.
dem patacho porliiguc ohga, capillo M,
P. Marques.
dem brfguo iiorliigue/ /lihririi, capillo A. I-.
Itiheiro.
dembriouc pnrlugiie/. Viajante, capillo Al.
dos Santos.
Para Pernainlmro palliaholc porlugUOI Lusi-
tano, capiu j. j. Perelra.
I.lein barca |iorlugiie/.a Mara Jase, capillo
J. F. Lena.
Para a Rabia patacho pnrlugUOI .linjii'lo, ca-
pitn B. .1. Civiulio.
dem hrigne ingle/. .Irroie.
Para o Maranhao patacho porlugUOJ lloa Ve.
capihlo F. Concalvo*.
Paran Para brigue porlugUCI Elisa, rapilan
N. A. de Oliveira.
EDITAES.
MOVIMENTO DOPOBTO.
ilsodio
Aaaucar
Coiiro*
llai.ilh.i
de (i-*('i(l(l a (tWOO.
de O-slOO a 0.T000 por al
.1 prlmaira awU inMdii ven.
ileu-.i
guiar
roba.
Apparrren algiini mascavadn no
mercado, que em conaequencia
da qualidade foi vendido a t.-*i'id
por arroba. Tamboui se ven.leu
akuin inascavado viudo de Co-
linguiha a |!StlO por arroba em
".uvas, e 1*850 oa saceos.
Fem venda de nina partidla 130
l*. por libra dos aCCCCC salgado*.
Veinlerain-se don carroganienlu*
1 preeo oh olio, masditenj larra-
guiado de IISSIIO a -J20II por
barrica. BlIalhOU-M de 13? a
l:iy Carnc sorra Vcndeu-to a rio Rio l'.raude do
sol de ;l-".oil 1 I94OO por arroba,
c ade Biiimo* A v re-de 3900 a 1*:
licaram em wr 76,000 arroba*,
sendo 66,000 da primeira e 10,000
la ultima.
Cabos......Vcndorani-sc a 2S por quinta!
dos de lilil" pllenle.
Negociou--e una porcao mullo
superior a 19630 por libra.
Venden-*!- a de Pliiladelphia de
ItlOOO a 189300, a de Bellimo-
re do I5f 11 I39S00, a de Ricii-
nioinl a 175. a (allega a 189500,
c a de Trieste de 179508 a 199
por barrica. Etistein em ser 11
mil barrica*.
\ eiiileu-e de 3*100 a 39900 por
Bacea.
(arralas-----------dem a 139 por ero/.a.
(ianafn......dem a800 ri. |ior cada um dos
i'iiipalhailos.
(icnehra----------dem a 280 por botija.
Desroulo*-----------Rcbaleram-so lellra de um a se-
to me/e de 0 a 9 por rento ao
auno.
Felas- ------------Do assucarcncaitado para Liver-
pool a 30a, o pnr cenlo; o do
algodo embarcado na Parnhiha
1 j|8 c ."> por eculo.
Ficaram lio porlo 02 embarcacAea: sendo 2 ame-
ricanas, 3(i hrasilcirns, I dinamarquca, 2 frauce-
laa, I bollandeaa, 1 ingletn, e (i portugue/as.
"naw"
LISBOA, 13 DE SETEMBRO DE 1853
Cha llvs.on-
Farinha de Ir
'arello
l'ieril
CORRESPONDENCIA.
Desojando no que as cadeiras da .wienibUia pro-
viiicial sejiini oecnpadaa por pes.oa... de queni espe-
'cnni. bonelicios pranosla Ierra, lomamos a liber-
dJile de lembrarmos e rccomuiciidarmo o soguin-
Ua ama:
l'r. Iranciico Cario Brandan.
[' JoriinjnioAlailhiiaiio liaueira de Mello,
jjr. Uanuel Clemenlino Carueiio da Ciinha.
''i. Ailelino Antonio de Luna Freir.
r. I.oureneo Praneiaco de AlmeiiU Calaulio.
[" Abiliu Jos Tavarea da Silva.
iieiile-roroiiel Anlooio Cameiio Machado Rios.
lajorFlorencio Jos Carueiro Monleiro.
Um leilor.
COMMEHCIO.
fllACADORECIFEL- DE OUTUBRQAS3
HORAS DA TARDE.
Colacc oflkiae.
le ledras de 3 me/e. 7 por renlo ao
llr..,
aun
Trente das gneros
Por baldearn.
Algi.dn de PiTiininhiicn. it
Dito do Maiauhan.......
Dilo ditodenuicbiiin.......I
Dilo da Babia......... 11
Dito do Para...........
Dilo dilo de machina.....11
Cario............. a
Caf do Rio primeira sorte. "
llilu dito segunda dila..... 11
Dilo dilo leneii.i dila..... a
Dilo dito esculla boa........
llilu da Babia......... 11
Cravo girofe..........
Dito do Maranhilo.......11
(iiininia copal..........1
Ipee.iruanha..........1i
(Inriie..............
Salsa parrilha superior..... i!
Hila dila mediana....... "
Dila dila inferior........"
Captirot de ilireilos.
A**urardo Periianihiuo bramo a.
Dilo do Rii...........
llilu da Babia...........
llilu das Alaaoas.........'
Dilo do Pari bruto.......
Dito inascavado..........>
Vaquclusdc Pernainh. c Cear. una
Anil .............I
Arroz caroliiio.........
Airo de Santos.......
Dilo do Maranlno e Para.ord.
llilu dilo diloilnmelhor ....
Dilo dito dilo superior.....
I arinha de pa'o do Brasil .
Coninia alcalilada I.'1 sorlc. .
Dila dila 2. dila........
Tapioca ............
Preeos enrrenles tus generan
dita dala.
Caplivos de dircilos
Amondoa em minio dore do Al-
aarve ...........
Dila em eaaea cauca.....
Cera nacional branca......
Dila dita umarella......
Fiaos do Aluarvc roniadre. .
Dilo dito branca.......
Presunto*...........
Dnpaetam
Alpisla............
do Brasil.
120
110
10
lu
100
I INI
19751
2S-IO0
9X950
I-IMIO
19590
-'-11*1
359
loo
2-SIMI
12".
rVartoa entrados no dia I,'
Soulliamplon e porlo* Intermedios21 dia*. vapor
ingle/. Seren, commandanle Win. Sirull. Paa-
..1-1 iro* para c*la provincia. John Oldbnm Rv-
ilor, Joao W, Slurdarl, Jos Joaquim de Paria
Machado, Anloniu Lope* Pereira de .Mello o sua
senhora, Rento Joaquim de Medelros, Jos Anto-
nio de Amorira Ave, F. hcui.
Porlo31 diaa, barra portuguesa Flor da Maya,
le 220 toneladas, capllaojus de-Azcvedo Cana-
rio, equipagem 31, carga aat e mais gneros ; 1
Man .el Joaquim Ruse Silva. Passagoiro* pa-
ra esla pi.ivinei.i. Dlogo Va-que*. Antonio ('.acia-
no .Martin- Marque-, Jos Anlunea do Aaevcdo,
Miguel Anloniu da Cimba. Antonio Joaqoim
Moreira Sampain, Ju* Beoilogil, Anloniu do*
Santos e Silva, ManooJ perreira, Jos Ignacio de
Alineida, Manoel praucisco de Alineida, Manuel
Martina, Joaquim Fernn.le-, Anlonio lornan-
dc, Jos Perreira dos Rei, lenlo Jos Pereira
e2 ti I ti<>-, lle nai. lino Barbo/a, Anlonio Pereira,
Joaquim MendosFrciro, Jolo Coin* Manhanse.
Antonio Marquos do l.ein.i-, l,alricio Marque da
Silva, Antonio Jos Barbla, Jos da Silva Fer-
reira Viudas, Manuel Gomos Manilense. Jos de
Freilna, Jos Ignacio Perreira, Jo* Francisco ila
Silva, Urbano J
rea. Joaquini
me*da Silva, Ju
ro Je
celiu
.1 ro
Helo
Mam
mina
e lerreira.
ala Pon*
qutm lime
Rodrigues, Manuel Ri
Marque*. I.ui/. Marqu
Perreira, Diunin
vn
I.ui/ Manoel Cor-
l, Reiu.irilino Co-
da Silva. Praneis-
irn da Silva. Mar-
s da Silva Mello,
.lose de .Vlin.-i.ll
110
19800
2S600
99350
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l-diHi
99300
370
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3JIKHI
SIIO IrstKMir.
um dc
l'i-ilHI 159900
9900(1 K1--.00
ito.i(> S.-.000
'l l!*3.-|0
19350
19950
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700
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310
298
HOO
70(1
le Sonta Castro, Manoel Maia de Je*u*.
I Joaquim Braga. Domingo* Araujo, Do-
1 Ribeiro da Cuiiha. Antonio tlomea de
Can.ilho, Joaquim da Cosa, Jo Anlonio do
Araujo, Francisco Thom.i/ da* Nevos, Antonio
Forreira, Ju* perreira e sen Irmao, Domingo.
Jos de I-aria, Jo* Antonio de Faria. padre l'ho-
inai Cnellio Ealima, Joso Bernardo. Manoel Josa
Concalve*, Franriscn Lopes Nogueira, JoloGon-
calves, Antonio Joaquim de Araujo, Joaquim
Perreira da Silva, Joto Luii Marques, Eduardo
Daniel da Silveira, Antonio Perreira, Laurcnlino
Perreira, Bernardino Alves Barbota, Anlonio
Jos Arantes, Domingos de Castro, Manoel Joa-
quim da Silva, Joan de Freilas Ribeiro, Fran-
cisco Jos Alves Guimarles,Bernardinu Catemlro,
Jon Anlonio guares Vivo, Manoel Jos Alvo.
Pinhciro, l.uiz Anlonio Alves, J0.I0 Evnngdi*la
de Lima, Theotonio de Oliveira, Francisco Jos
da Silva Amorim, Francisco Joaquim da Silva
Piulo, Ignacio Jos Fcrrcira Monleiro.
Mareiii2 dias e 12 hora, patacho braailelro Ami-
:ui/r, de I ~ tonelada, inestre Joan Dnm.iscenn
de Araujo, equipagem 12, em lastro ; a Eduardo
Fcrrcira Bailar. Vejo a esle porlo recebar 0 |ira-
lieo e seguo para o Asan.
Sai in* snhidos no mesmo dia.
ilha de Fernando Pelecho nacional Pirapanut,
rommandanle o piloto Camillode Lelil Ponteen.
Condii/inilo os paattgeiroa de ordem do governo.
Rio de Janeiro e portea intermediosVapor ingle/
Seren, commandanle W, Sirull. Alera do*
patltgeirot que Irouse, leva para os prlcsdo
sul, Anlonio Pinto dn Rocha e Julila Augusla
Pinheiro.
.Nuri'.* entrados 110 dia 2.
Londres19 dia, galera ingle/a ItaHHk, pillo VV.
(i. Libn, rarga carv.lodc pedia; a Deanc V011-
le ,\ Com|ianhia. Na vi.igem moiroii 11 capillo
David llewer. Veio a esle porlo refresrar o se-
gur para 11 Rio de Janeiro.
Lisboa39 dias, barra porlilgucza OltIHpiU, de 250
lmela la*, capillo Podro Jo. da Rota, equipa-
gem 17, carga viiihn u mais geiiern ; aBarroea
,\ Castro. Patstueiros, Josi' Ferntnileednt San-
ios, Domingue Jote de Oliveira, Antonio Rodri-
Buea Aroia e Josi; Rodrigue* de Arela.
Haras sabidas no mesmo dia.
Rinde JaneiroBriguo hrssileiro Marianaa. ca-
pillo Jo- da Cimba Jnior, carga sal. Passn-
geiroe, Dr. Manuel Caelauo de Almeida Albu-
querque, sua lia, 3 criado e ."icsrravos a cnlrc-
A cmara municipal do Recifc fal publico,
;ue em virlude da aulorisajio que Ibc roicoucedi-
a pelo Eim. presidente da provincia, em data de
98 do protimo flndu, eslarJo em proca, no paco de
sua seseos, no dia 5 do crranle, ai rondas das afe-
rlcoes pnr 19:0009 r*., o o imposto de 590 rt. sobre
rabeca de gado vacum por 11:2009 rs., com um aba-
te naquelle, de 3:0009000 de rs., e ueste, de 1:800
r. : os preleinlenle. pmlem comparecer un men-
cionado dia, munidos de fiadores habilitados na for-
ma da lei, para podrrem arremalar dila rendai.
Pato da cmara municipal do Rccife 30 de tetera-
I.....le IK.VL r7.u-.7o rfc Cay.ibaribe, presidente,
Manoel Ferreira .Irrioli, olllcial, servindo de se-
rrla rio.
O Dr. Jase Itaymundo da Cotia Mme-.es, jui:
munitmi lupiilrnle da segunda tara e do eom-
mercio nesla ridade do Iter.ife de Pemaniburo.
por Sua Mageslade Imperial e Consliliirinnul.
o Senhnr I). Pedro II, i/ue Deas guarde, lie.
Faro saber aos credores iucerlo de pirmiano Jo-
s Rodrigues Ferreira c Manoel Gonealves dos San-
ios, quo por elo JoitO, o por ciecucAo do Rosa
Braga & Campanilla, Ihc's fui penhorado a quanlia
de NKIstKKI rs., cin mao de Jo,1o llaplisla da Silva
Lobo, e para que os ine-mos credores incortos dos
cierulados possam requorer a preferencia que live-
rara sobredita qnanlia, o chorno pelo presente
edllal, para que no praxa de lo diaa, conladoa da
publicacao desle, comparecam m-sle jui/o e aleguem
a sua preferencia, sub pena de se pasitar mandado de
levanlameiilo a favor dos etequeute.
E para que chegiic a nolicia de linio*, mandei
paasar o presente edllal.a donado moraraIheor que
sern allivodos na prara do eoinmercio, c rasa da*
aii'lieueias, e puldiradu pela impraOafl.
Dado e passade neata cidado do Recite de Per-
nainbuco, nos dOdeselcnibro de 1K53, en Manoel
Joaquim Baplisln, eserivAo interino o escrevi.
JoteRaymundo da Cotta Meneset.
DECLARACOES.
__ |)e ordem do lllm. Sr. eapilflo do porlo, so fax
publico para coohecimenlos do lodos os propieta-
rios dos cmharcacofseinprcgadas no trafico dos rios
navegaveis ilcsta provincia, que em virlude do
art. 70 c 7(1 do rogulamonlu das capitana devcrlo
solicitar as liecnca* animas, o o arrolamonlo das
dita embarcamos, islo no praio de 30 dia, lindo*
01 quae se impora a mulles anquellesquedeiiarcm
de ler soinellianlcs doenmenlos. Scrrelaria da ca-
pitana do porlo de Pernamhuco 5 de selembro de
1833.o impedimento do secretario,
Joo Haberlo .laguslo da Si Ir a.
' O eonselbo administrativo lem designado o
dia I lo rnrrenlo me/, para o reccbimcnlo da pro-
postas do ohjectoi que baviam-iduanniinciados pi-
ra o dia 22 de selembro protimo pissado, c quo foi
Iraiiferido, advertindu que. segundo a decislo do
Etm. Sr. presidcnle da provinria, em olllcio de 30
de selembro prximo lindo, quando 11 genero fo-
rera estraugeiros, ni e receberan prnposlas das ca-
sas commerciaes iinporladnrns. Secretaria do enn-
sclho adininislralivo, para forneciinenlo do arsenal
de guerra, I de oulubro de 1833. Jal de llrilo
Inglez, coronel presidente, llernardo Pereira do
Carino Jnior, vogal e secretario.
O nim. Sr, inspector da Ihesourtria provin-
rial, manda fa/er puliliro, que do dia i do corrodo
pnr dianle, pagam-scos ordenados c mais despe/as
proviuriac*, vencidas al o fin de selembro protimo
lindo. Secretaria da lliemoraria pruvinrial de Pcr-
11 imhuro I de oulubro de 1833. O secretario,
Antonio Ferreira d'.tiiuuwiardo.
Depoi'
o ilam
lim RECITA DE ASSIf.\ATUU.
oniiii feira :; de iho de mz.
Debut do artista o Sr. Dionizio Francisco das Chagas.
que a orchestra liver cteculadu urna ctcolleulc nuverliir., dar-se-ha principi
1 orcheslra liver 1
lila Iragediaonid
(aculado una ci
dos, iiililiilada
a represen-
D. IG^EZ DE CASTRO
guida do neb da coro
.Ahorno
Pedio,
liba
11II1
DISTRIBUiqAO' DAS PARTES.
Porsonagens.
ler.
Sandio
Nulo1..........
lene/..........
ira...........
1* mollinos........
liar lini aocspcclariiln a multo jo
Actores
(I Sr. Rei*.
a 11 llloiii/io.
n 11 Amoldo.
a o Bczcrru.
11 n Hondee.
.1 Coala.
.. o Coiiiibra.
D. Manuela.
11 (Ir-al.
A Sr.
N. N,
comedia em I acto, denominada
PHMOHCKO
9 m^ ^ %^^%^\^,
F
I"
1 deslacomedia at Senhora lili. Onal, eUanocla,
. Sciihoio* Cotia
es pape
lle/orra, .Mondes, o l.oinibra.
A tragediaII.NK/. DE CASIRO Jii lio vitla 1,0* Ihealros desla cidade. mas que nunca del-
ton do agradar o ser brm acolliida du publico, (ni earolhida para nclla debutar o Sr. Dinnilo (atend
1 pai le dr l>. Pedio, que hcni sabe o publico quilo lorie ella lie. alini de mostrar o sen lalenln lio apre
indo 110 Ibcalro do S. Jlo da cidade da Babia. .
Discpulo do .li-iiiirin arlialt o Si. Jlo Caelano do* Sanio*. Inalrnido o seguidor da sua escola, t
Sr. Dionisio Col nina rieiacqultirlu que, le a actual emprciui deste Ibcalro, a qual esla dispotlaara-
1 iodos o* sacrificios para loi na'r a na compaiihia a melhor que Urnotaivel: n publun te agradan
bremnneiru doslrahallios doSr. Dioullio norararler de gah.....raque reprsenla.
II* bilheles achani-se i venda, desdeja, no eMriplorio do Ibealro.
Principiar a* S hora*. _______________________
. Malbeiul'alarho bra*ileirn Santa Cruz
Ir Alai.n Jos da Silva, cm lastro.
me
NOTICIAS.MARTIMAS.
Di/ n oapllto da barra Olimpia, que 110 dia IX de
selembro, a*2hora* da larde, c-laudu na l.alt. N.
12..IR, el.ong. aoOesle d.- Lltboa H..2i; avi.ioi;
no horisoule um navio sem ma.lros 110111 gurupisi.
Prom|ilaincnlotoui'iuadirecciln do inesinu, 11 qual
recouieceii nao fer ninguein a bordo, nem ulcu.-i-
lio* nenhuii*, n etcepc.lu do* ferro*; e liuha n ear-
regemenle complelo de madeira raogno, e ja con;
falla do algiins, e o eonvs em parte an.....bailo >
matado; o navio poderia regular a 100 fondadas.
forrado de robre rom lainhadilho e catletlo a proa,
fillavnm-lhealgunias latera* da horda c do lom-
badilbo : suppe-sc i|ue o navio Ira/ia o pura,
eheio d'.'igua e 1 madeira beque o siistiuba 1 rima
d'agua. Julga-ie ter sido abamlonadn a i ou a (i
matea.
Di/ u inesino enpil.lo que no da I. dn refernhi
falliira cora u briguo bratileiro /). Pedro, sabido
de Lisboa, que ia para o Rio de Janeiro.
AVISOS M AH TIMOS.
I'AII.V A BAHA
leguira brevemonte hiate nncional
Fortuna, capilao Joie Severo Moreira
itios : |iiiii o reslo de sen caiTegainen-
lo c pattiutjeirns, lrata-se com os eonsi-
nalai'ios, na rila da Sen/ala 11. I3t.
Para 11 Rio de Janeiro segu com loria a brevi-
ario O hrisue nacional Marianaa, capillo Joso da
Cunba Jiinior, : recebo iiuicaiiienle lignina caiga
inuda, passagoiro* e esclavos 1 trole : quera im mcs-
!|ui/.er carregar, enlemla-se com o capilao
Oliveira, na praca il
ni M
O capillo Jam
cana llanlrcss. trribad
geni de Sandwich Han.I
*a a risco uiarilin
roililu/, para OCCl
W:(100rOO0 de rt.
lar suas proposla* no
o. e.
iiinbeil da galera aineri-
a etlO porlo na sua via-
aia Now-llcillni.l, preri-
n sobre o casco, carga e fele que
rrer as despeina t*eila, de corea de
rija
llenr) l'orsiei
1111'/, na 111.1 de
Para 0 A
Carnripe : qui
de passagein, dii
n. ill, primeirnaii
Para a Babia
rao inestre l;rai
roiirl : quem no 1
paaugem, pode Ira
da Cruz, n. 3, OU eoi
Veurie-se a hnr,
da, dollo rio I.ROO
la a navegar, a qual
prclcnriclilcs queiiaui mali-
isrriplorio dos consgnala! ios
iV Oiinpauliia ale *
frapicho Novo n, 8
.. saln n'esles dia
i'iile quitar
o a ra di (
litis do corrento
o hialo Flor do
.anegar 011 ir
rieii do Recite
saldr lirevo o hiale Constitu-
ci.ro Palista da Cunba luan-
le.mu quitar carregar, ou ir de
lar rom Amorim Irmlos: na ra
mu o dilomealre a bordo.
reara denominada Safit-Raica-
do lina enii*li ureao e promp-
arha fundea.la na volla do
I"
nrlugiiez
ido* rio Cu -
mi ir de pae-
Porte do Mallo*, para -er ct iminadl por quem a
pretender, c para ijuslir-tecom ..* correspondenlot
Amorim Irmlos, ama da Crutn. 3.
Para o Porto.
Saldr breveo bein couheciilo brigi
Mario Feliz, capillo l.nureneo Paro.
100 : quera no ine-iim quitar carregar.
ageni. Iralein cora o dilo capihlo na praca, un cora
o coniigulnilario Anlonio Joaquim de Souta Ribei-
ro, no eu csriiplorio. na ra da Cadelc n. 18.
Para o Hio de Janeiro.
Segu com brevidade o veleiro brigue
nacional Elvira para carga, pasiagei-
iis eeser.ivos a lete, liila-se romos
coniigualarioi Macliado A Pinheiro, na
ra doVigarion. 19, segundo andar, ou
com o capitao na praca do Commorcio.
LEILOES.
Leilao' d'uma meia agua.
(Juarln-fcira ."i Uo crranle, ao inciu-riin em pon-
i, baver leil.io noarmatcn de M. Cainciro, na
ra h- Trapiche n. 38, d'uma meia agua, na roa
ra das Plores u. 8. sendo chao* proprios, c oflere-
eo vnnlagcni por talar era boa ra.
Prazo de 12 mezes. .
Manuel Joaquim Ramo, a Silva, f.n.i loilo. por
nlervciiro iloagoolo Oliveira. de um grand......-
linienlu le fa/omlas ingle/as. as mais propria rio
increado, a unir parle rcccnleinento despachadas :
lei\a-feira I do coircole, as 10 horas da manba,
no sen annaiom. na ra da Csdeia du Rerife.
AVISOS DIVERSOS.
O vigario da freguezia de S. Jos, leva aueo-
nbeciinenlo publico, que elle al boje se aehu sal ia*
feiio com o tan reverendo priotle Lourenco l.npo.
ricCarvalho ; porque ascu ver cumprc com elo ,
0 sub sii.isrii-pu-iciics as ubi igaeos annevas an prins-
ladn ria fi cgue/ia do que o lem oncarregado. rio con-
fu nii.la.le com aprese, eeoelomo das fregueiias dec-
a i-i .a. esom oiigirdoa parochianos maia rio que
aqulllo, que se acba marcado na tabella que regula
os direiloa ptrocliiaea o emoiumenlos, nas funcfooi
. 11 le-ia.lica*. e por itto o conserva neslo einprego,
i.iiii quaulii lenha uiivido una grande parlo das
queitatque contra esle padre fatem-lhe oa seus ini-
inign. gralllilos, ios quaes lem aconadhado enririe-
sainenle. e nlo he alleuilido porque as fa/eni ja por
mu e.pecio de capricho. Urallde he o numero de
pono* ua fregueiia de S. Joto, o dos que mais te ra-
tera quando lem de pagar dilo direiloa ou emolu-
mento ecole-ia-lico* ; esobre os enleiramenlm a-
ronleca que eslabelaeldo oeemilerio publico, nm
grande numero da gatunos lera apparecido na fre-
gue/.ia, procurando llconcat gnlnila* para o euler-
lainenl.i de pulir* que nolhl lltl..... quando perce-
bein para si o* direilo* e enloloineiilo*ercloialicos,
que podem haver das pallo*, aluda dos que lulo os-
lan em enuni*lHlicia< rio pagar cousa alguma, pela
nimia pobreza em que iiiorrein, e dcitain a nas ra-
millas ; c para alalbar-*e e**c mal, foi precito por-
te de aviso ao dilo reverendo prioste, para por si
metmo lomar conheeimenlo ria qualidade daa pettoai
que pini'iiram a- lirenea* de -oiiiollianle nalure/.a
o eis o poique tem havido maia alguma exigencia de
sua parle ao-le respailo, que o nao lem privado de
etercer actos deearidade na eoncessln da* licenca
dos morios quaso Ihe lem pedido, c lano mostr
leudo finado na fregueaia por lodo metilo se
pie
lomliro protimo pas.a.lo 31, den ello 1(1 lirone.i* gra-
li*. Kniquanlo a* alleslaee* que co u lllm. Sr.-ulilolog.iiln da freguc/ia.eominumraentc
lirmailn na- inl'iirin.ieos que dan na *eu nlliciac SO-
ballormis, em favor du* pobre, que mnrrem em sen
dlstrielo, entenrie o vigario da freguezia .teS. Jo*,
que e.l.i* nada cnlendein cora os direilo* e emulu-
ineuln* occlctiatlicos, cujos dircilos e ain-dunicnlos
leveilein em heuelieiucpiritual dns tinado*, o lem-
poral dos que Ibes pre-lam o* oren ros espiriluaa
i hora da niorle, e por itto de nalurca mili dilo-
renlo: oslas alletlaoMa sao justas, e deven ser a-
pie.enla.la* ao* einpregailos da lllm. cmara iiiu-
nii-ipal. para era vitla dola* prr.larcni ao- pobres
liii.idn* a rondn cao de *eu* corpos para a sepultura
a etpensaa da nie.ma. por caririade, e nlo ios era-
pregados do perucho. Sendo, pois, o prio*te de una
fregueiia empregado Je nuineai;.l.i rio parodio dol-
a, esle he respni-.ivcl pelo*MUSfcos, e serve
emqiiaulo Ihe merece illcncilo, o au esla tugello a
venia le .leste ou aquclle paroebiano, que o odoia e
nao o desoja ver no etercicioc ile*einpenbo do em-
prego. para que foi chamado. Por ora, elpratM at
aqui nsscussenlinientos, a
Vigario da freguezia de S. Jos.
Loterin de Notan Senhora do Rosario.
As roda desla lotera anilain un riia 27 rio cor-
rele rom lodo c qualquer numero de hilhelos que
lirar por vender, assini coiiiu so se venidera al o
dia2(i. no-lugares egiiinle* : praca da Boa-Villa,
loja .lo Se Pedro Ignacio Baplfola; praca da Inde-
pendencia, luja dn Sr. I'orlunalo ; na do Quilma-
dn, hija do lbe*ouroiro; largo do l.ivrainenlo, boti-
ca do Sr. Chag.is: no Rccife, ra da Caricia, luja
doSr. Domingos Telteira Balot, o llnaoureiro,
Silreslre Pereira da Silta ttiimariies.
Aluaa-so (crceiro andar, da rasa da ra do
Crespa n. II I a fallar na loja com Jos francisco
Dias.
Precisa-so para um oiigeidui, distante desla pra-
ca (leguas, rio um feilor porlugnez, que cnleuda
de planlaones, o d fiador a sua coiiriucla : quera se
adiar neslas rircumslaneias, dirija-te a ra da Ca-
ricia do Recite, amalen) ii. i, de Barroca Catiro.
Precia-c de una parria, ou prela, forra, j.i
rio uiaior idade [nle lenrio lilhiK para ama rio unta
cata de punca fdinilia : na ra deS. Praneis.o, so-
brado u. H.
Altiga-ee o sitio na Passngem da
Magdalena, denominado Ilha do Retiro,
com tuna lina casa coebeira quartos
para negro* e outros commodoe, um vi-
veiro, minios rotpieiroi, c outi'os a-
ralos, por todo o anuo, ou t pelo teni-
do da esla : a tratar no inclino, oucom
Joaquim Pinbeiro Jacome.
Espera-se a todo o momento, que
cliegtic do Sul o vapor (iuanabara ; os
bill.etes da lotera do RO de Janeiro, a-
cliam-sc a venda ual loja* do coslitme.
Fnremos a (listiliuieao gratuita das listas,
e os premios sent pagos inmediata-
mente.
Precba-M rio um feilor para um sitio, prefe-
riinlo-sc casorio sera lilho: na praca ria Iuriependeu-
cll, livraria u. tieK.
Joaquim Perreira Menrics CuimarAes espol-
ia para o Rio rio Janeiro o scu eacravo, Ravmuu-
du, pardo, de menor hiedo,
Jolo Domingos Feruanrics da Lu/ relira-so
para fiira ria provincia.
Aluga-so una casa, confronto a igreja deS.
Panlaleln, de pedra e cal : quem a pretender fal-
lo com cu proprielario, na ra do Queimario n. 11.
IMo-sc lihnmhi r. a juros, -sobre penhoros
rio ouro, ou bv iwlheca em alguma casa: quem qui-
zer, uiniiucie.
Alma-so pora pastar a fesla, a casa JoSr.
Ilrnriquc Cihsou, silo no lugar ria Torro, a inargein
In rin Capibaribe, prntiraa I que iircsenlcinenlc os-
la edificando o agonlo de leiloea P. (i. de Oliveira.
rohi quem o prolendenle dcvrm onlenrier-sc.
No riia 3 de oulubro protimo vindouro, as 1
horas da larde, i |rla rio Dr. juiz do orpliaot. so
lia ric arremalar, |>or ser a ultima praca, a renda
animal de una casa leriea, na ra Jas Cinco Puntas
n. (0, avallada em I i 19000 rs. i
Dcsapparcceu du dia 10 du pastado scteinluu,
nina cscrava por nomo Anna.criuula, altura regu-
lar, cabello alto, ollios Brandes e fumararios, ure-
Ihas pequeas e um (lulo rasgada, nariz, chalo, hel-
eos lino* denlo* limarlo c sera falla hom-
bree deaeidoa, peilo rbido*, mlol pequeas, co-las
i u nuda* c rom nina qiieini.ulura no meto ; toma
rape, levon vestido de dula rita, com bahado por
haii.....alieco de madapoUo, panno da cusa or-
liiiiirin, eoni lisias onrariiarta*. branca c aziiet cs-
iiiiu-: quem a pegar leve-a una Bella n. 3t, que
sor.i recoinpensariii.
lugio a 20 do selembro ric IKJ.1, rio eugeulm
S. Jo*, da freguezia do S. Lourenco da Malla, i
o-ciava Dellina, natural do serbio, piola, de ror bil-
la, reprsenla ler Irinla 0 rien alios de idade, ret-
o redondo o com barba noqueno inferior, e pe-
quenas auissa, falla ile denles na parle supernir
da fenlo, bracos Cnbelludoa, o pe. pequclliis, .1
poueo comprada ao Sr. Anlonio Joto t ieira de s.ui-
ta: roga-sea quoin aap|ircheiidcr de levarein-iia ao
dilo eneenlin. ao sen senhnr, l-rauei.cn Joaquim ri.i
Rocha Kalea.....u nesla plata, sen orrcsiiondenle
l.uiz Jos Pereira Sillines, na roa rin l.ivranieulo
ii.2t, primeiroandar, quem grtllllcar con loti-j
ri*.
Pllgio un riia I rio ouliilirn rio correnlc auno,
urna esclava, crinla, re noineCarlota, altura re-
gular, cheje do corpo, rosto redondo, olbos verme-
Ihut, falla de denle, da parle superior, Icvnu una
argolas de ouro rorladas.vestido do cllila amarcllo,
iimpenunda cosa vollio.uma Iroutaderoupa:quema
pegar dirija-so atroz ria nialriz da Boa-vista u. 21,
que ser hemrecompensado.
Prrri*o-e alugar una prela cscrava qucstiba
fn/.er as compras eo servcu de nina casa de pouca
faniUia: narutVteS. Prtnclseo, sobrado n. 8.
Preci*a-so ric um rapa/, portuguez, Je 12 a Ib
anuos re idade, saliendo hrm ler c cscrcter, M pa-
ra ser empregado ora una boa casa Jo negocio, lora
desla prara ; afianro-sc o hora Iralanicnln : quem
perlender drllt-te a ra di Cedeu do Hccife, luja
n. 38.
Pracl*a-*e do urna ainado hora lelle, para ca-
sa eslrangeira : a Indar na luja do rutilarla u. II,
no aterro ria Boa-visla.
Alogam-sc duas moradas de cattSi com gran-
des rninmndo-, por lempo de fesla. na principal ra
do Apipuco, a-.ini como t* vende nina poir.iu rio
lenha cro**a, propria para olaria ou icliuin.au, pott
lora rie loria* as grns-uio*. rio I a I palmos de roin-
primenin: a tratar com Joaquim Duarle Piulo u
Snu/a. na ra larga do Rosario n. 0.
Ilourique Jn- Alves perreira, nao pudendo,
pela preslo/a rie *ua viagein, detporilr-te de luda* aa
pc*soa* de. ua aniiz.ide, o faz poro-la briba o Ibes
ollcrcrc o sen presumo no Rio rie Janeiro, para onde
se retira, o avisa as pesoos,quc liverem negncios.a
Hilar com ello, que rieitoi por sen bstanle proru-
i ador nesti ridade, a scu irmaii Caldillo Antonio
Alvo* Perreira.
No dio 10 riede mez rie nutubro, te Ii 'le ar-
remalar em praca publica doSr, Dr. juiz do clvel
da primeira vara, depoii ua audiencia, o engeiihu
S. Rila.miienlo erorroule.avaliario |mrR:00ll5 penhorado por cteoucan rio Jos Alionan Fcrrcira, o
o miijor Joaquim Jote de I aria* Nove*, contra Ma-
noel Francisco de Barros, o he a ultima praca.
O analto atslgmdo, participa ao retpeilavcl
publico que ileitou deser raiteiru rio Sr. Joaquim
Jo- rie Paiva, rio-do o dia I rio correnlc. o iniiilo
agradece ao meemoNiihor, o bom tralaraenlo e rie-
lirarleza eoni quesempre o Iralou, de que seconfe-
*ara em lodo o lempo grato ; c assiin como I boa
raptllaria que tempre se ilignou bonra-lo rom atoa
amitade, da qual so despoje periinrio riesculpa de
qualquer falla que por ventura baja rommeltidu.
Recifc I rie nuliibioJc IS">3.FraiiUin Josc dos
Santos C. M. ,
Os iluitu assignarios, lera araigavelracntcilis-
-olvido i soi-ioilarlc quo liaban) na loja de fazenda*
da riiario(jiieiinariu n. 3S, que sirava sob a firma
de Lopes & Pinheiro, firaiubi i cargo da extinta
firma a liquidarlo (la uicsma, e o eslabclcciraculu i
cargo rio socio Pinheiro, tiesta riala era rilante. Rc-
cife I ric oulubro ric IX..3. Jos do NattmWlO
Lopes, Joo Jos Comes l'inlieiro.
As II) hora* ria nniledc 30 Jo me/. prOlitDO
paraado, o acadmico Conrado Alvaro ric Cordov
Lima, foi roiihailo no convenio rio Carino era Olui-
i.-i, mulo resida, lenJo os ladros trrombado um
Ii.iliul, onde so achavainriuzonlo o lautosmil ro* oni
miro c papel, o um relogio orisonlal lavrado do lario
,l.i machina rom pooleiroi de aro : gralllKl-M gc-
ncro-aracnle a quera desrobiir M autores de seme-
Ihanle roiiho, o prolesla-sc coulra quera o rcecbei.
I'rerisa-sc alugar nina una para coznhnr c
comprar I na ra da Conrordia n. 8.
O aballo asalgnaJo pede aos credorwdoSr.
Manuel Parhco do Rc/.eiulc, que in.inJcni rccelicr
o que Ibes lina cm ralcin do que laiilc receber ria
taberna da ra Nova: no pateo rio Carino n. 13.
XarcizoJofii da Costa.
COMPRAS.
Coinpra-se qualquer peca ralba de racial cha-
modo do principo, piercrindo-sc o que soja niais
claro: na ra rin Cullcgio n. ">, laberua do lon-
Compram-te eacravo, c venriem-sc, rccoliciii-
se rie ciinunissaO, tanto para a provincia como para
lora delta; DI mi dos (uarteis a. 21, segundo a-
ilar. ____________
VENDAS
Venilc-se nina mulita. Je IR aiinus Je Idario,
sem vicios, sabe coser, lavar, c engommar: a Iralar
na ra do Traplclie, deposito de charutos n. 2t.
Vciule-se nina cnminoila, nuva, por muilo rii-
minulo proco : na ra do Copiar u. 12.
Vend-te una linda eterava, parda, Je K. an-
uos de idade, sem vicios, ou achaques : M ra Ju
(JueiinaJ.i n.3!l.
Vende-te o romance Memorial ria iiniMc-
ilico era 7 tolumcs, ole a (crceira parte, cm per-
felo cslailo : na ra rio (Jueiuiario, bija n. 18.
Vende-so um litio, muilo apra/ivcl n bem
plantado, com fruclll rie ludas as nutliJades, cm
hora local c porto, em S. Jos do Maoguinho, .Ic-
fronle da estrada nova da Capunga : trala-sc na
ra Nova, bija u. 27, rie Anrirarie Leal.
Venilein-se ,luaciuoa*. sendo urna aberla do
600 lijlo* de altenaria grossa, coulra Je ca rrcira
de un pao, para (i pessoa: a "lar na Boa \ isla,
na ra da Sania Crol n. 38.
PECIIIM.HA.
Vende-so una laberna, rom una cosa de ranchu
c ame planlacao de ciplm, ".'rada dos i raae-
ro* .o. preco ce.......Ido, propria para un princi-
piante: irali-eenarut doSanlaRiian.il.
Vlabo do Porto superior faitoria.
Veiirie--e vinho do Porto, luperior feitoria, cm
ban i* de uilavo.por 1 JcOtX) rs. cada um : na ra da
Cajeii .In Recife n. 1, arniozem do Barroca &
"_ a ra ras Cruzes, n. 22, vender una escra-
\a 110 211.1111108, bonila ligura, engommarieira, coso
chAo.oozinha c lava do iabao,(u reuda e lodo o maia
tervito de casa, un mualo da 22 anuos, sapatei-
ru ric ulnas viradas, UM csirava Ja Cosla.bouita fi-
gura, que engorme, coiiuha, lava c faz lodo o miis
servien de cata, c s.i so vende para ciigcnhu, ou fura
desla'prara a Jila da Costa.


Loleria do Rio de Janeiro
Ao -20:000400o rs.
Na casa felt/. Jos qualro canto da ra do Un,-i-
madu n. 211, veOdein-M os iiitiilo TpMkcs bilhctes,
meio, quarlo, oitavos e vigeiimo da 59- loleria da
Misericordia, cuja lista chega no dia 2: a Ule <|uo
cstao no resto.
Ra Nova n. 17.
Vendem-se rica, cantlstnhas, coUriohoede cain-
hraia bordado para sciiliora, romeirasdclil bran-
co, cnfeile* do flores c Illas para raheza do ciihora,
urinaldas de flores de laranja para noiva, riquissimns
luv.i do pellica rom onfeiles da fabrica do Joven,
luvasde seda deludas as quididades seda para ves-
tido branca o de cores, bicos de blondo o de linlio,
e muilas niIi.i- laadas por menos preco do que
iin uulra qualquer parle : na luja de Tlieopliilo
as
Itubcrl.
Un.i Nova n. 17.
Ilcrhcgado un graudc sorlimenlo de papis piu-
lados para forro do sala, do* raaU modernos goalo-
que leui apparecido ncsla prara, lia lambcm papis
de lisura* para sala de janlar, e lindas gnaroicoe
de velludo e delirados, por proejo mais'barato do
que eni oulra qualquer parle : na luja deTlieopbilo
Itoberl.
Ra Nova n. 17.
Veudeiu-se lindos papis piulados para forro de
-ala ale mil rs. a pera : na loja do Tbeopliilo Ito-
berl.
Sedas baratad
Vendera-se corles de seda escoceza. de !> covados
rada mu. a ls-'Kii> i -. : na ra do Cres|io, loja de
Antonio Francisco l'ereira.
I'.HM llll'llillllS.
Veodeui-se vestidos de seda, de cores, com |>a
I" da mesilla cor, para meninas o meninos, a 9^000
r. cada um : na ra do Crespo, loja de Antonio
Francisco l'crcira.
Camisas btalas.
Veiuloin-se camisas Trncelas, para liomcni, to-
da de liaba da Irlanda, as mais linas que se pode
imaginar, pelo diminuto proco de 3|O0O I, rada
nina : na ra do Crespo, luja de Antonio Francisco
l'crcira.
A fflOO l-S.
Ycudem-ecamisas de niurm Trance/, -brancas e
decores : na ra do Crespo, loja de Antonio Fran-
cisco l'ereira.
A 5000 rs.
\ eiidem-so pecas de cbila, de cores fix.i, rom :>8
ovadocada peca: na ra do Crespo, loja de An-
tonio Francisco l'ereira.
Reloflo iafleie do ouro de patate,
Vondein-se em casa do lleaue Youle r\ Ciimpa-
llhla, ra da Cadeia do Hccil'o u. '-', lano para lio-
iiiem como para senliora.
Palitos francezes.
V'endem-ie palito de panno Sno. de core e pre-
di, ehonailo ulliraamciilc a 16*0110 r. coda um :
na ra do Crespo, loja de Antonio Fraaeisco l'e-
Dlcclonarlo do termo
clrurgla anatoma ,
ote. ote.
Sabio luz esla obra indi
s pessoas que se dedil
medicina. Vendc-se |>or 19 i
do, no consultorio do l>r. SI
Collegio. n. 2a, primeiro and
Rotciro dos colleclores
em dan parle, a primaira relativa mm collec-
lurr da renda geral de ludo o imperio, ea sagun-
dil aosda renda provincial doltiode Janeiro ; con-
lendo a mancha de se burea] os laiiramcnlo o
rnhraucn dos imposlns, leni|o e moilo de 01 clloc-
luar, ea escriplurncan delles; inventarioahabili-
taran de hcrdeini* e surcessores no lieos de defiui-
los c ausente ; os em que lie devido o sellu de le-
gados e herancas, e os de beus do evento ; almela-
do ruin todas as leis, regulainetilos, aviso, ollicio*
e orden* a respcilo, coiiveiiicnlcmente adaptados
a cada Importo, seguido das normas das pclicoes e
olllcios cui maleria civil das gola e balaucele*,
lelo 3.- escriplurario do tbesouro uariunal l.uil
refreir de Araujoc Silva.
O autor consejo, pela experiencia do seu empre-
o, das dilliculdades com que liilam os colleclores
na- multiplicada e variada allrihuiriies que leciu
a deseoipenliir, pela inipossihilidadc de consulla-
rem la as ili.pnsic.ic legislativas que Ibes ,1o
poculiare, Iratou de coordenadas e resiiinindo
quinto pode escrevou oROTEIRO.queaolo-
i sou por notas com as leis upropriudu*; docjamlu
norem ler crico de sua evaclid.iu e merilo. solici-
liiuauEviu. Sr. conselbeiru llerculano Ferreira
Pena, director eral das rendas publicas, a henig-
uidaile de o examinar, elevcrm respooU deS. Ble.
0 uiaishenevnloarulhimeubi e nuimaciio, gozando
a fortuna da merecer sua ucquicscciicia, bem como
instan*. Sr. consellieiro-j Svrra e Pedreira, ele
piesidenle da provincia do|l(io do Janeiro e aquello
es-inspector da ihesouraria da mesma provincia,
c boje tbesourciro aeral do lliesouro nacional : pclu
que respeila a paite do contencioso, fui tambera
vainillada pelo Exin. Sr. I)r. Az.unbuja, cx-prn-
ruradur lical da dita Ibcsoiirai ia, o aclualuienle
aludale do Eim. Sr. cooaelheiro proearador liscal
do Ihei-iiuro. Asearlas baivo lrancriptas. dos dig-
no primeiro eseriplurarios servindo derbefe de
>ei -cao na direcloria gcfal ilas rendas, laiiibciu su-
breinaueira aliouam a obra, pois que eiubora, por
exrcwiva modestia, ellos se julguem iusutlicieiilcs,
ao recoiibecidainenlc bavidos por omito compe-
tente* na materia. Esta obra que [tela maleria de
que trata, deve tambeiu ser\ir aos empregadosdo
Toro, aclui-se i venda cin casa do Sr. A. del",
iiuimarac*. ra do Salan u. 2li; Snuza, na rlus La-
luciros u. til) ; c em Niclheruv, ra da Couccieao
n. 71.
Uro Alelo em K.- Trance/, com 900 pagina* ai-
lidameiile iinpressu em bom papel : brochado
-ijXMKI r*.
Illin. Si. I.uis Ferreira de Aojo*Silla.Ito-
cebi a obsequiosa carta em que \ S. nianiTesla a
vuulade de saliera iiiiuha upiuiau acerca da obra
que cninpoz, inlilnladaHolciro do* colleclores.
Arredile que esla exigencia lio feila nopicsup-
polo de me adiar habilitado rom ,,. necessari
cuiiliccinieulo, vislo Iralar-sc de empregados de
rcparliccs suballeriias que, na provincia da Itin
de Janeiro, ale INVi. funcciimaraiu sob as orden*
da Ihesouraria de Tazenda a que |icrlenri, e boje,
pela cxtiiicrAo ilaquella Ihesouraria, so correspoo-
dem princi|ialmeule com a directora geral das ren-
das publicas, onde sirvo desde o cometo de 1851.
Ilcxo porcn ingenuamente prevcnir-llie deque,
nao sendo sullicienle a platica para clcvar-me .,
altura deemillir com vautagem um julio sobre ob-
jecio de lauta monta, o meu parecer uto peder
ler oulra iiii|nirlauria alm da que Ihe dero Tavor
com que V. S. me distingue.
O conceito que Tormo do seu Koleiro, pela
simple* leilura que dellc ti/, ho que deie ser de
uraude ulilidade, au id aos empregados das collec-
1 orias e mesas de rendas, como cmucral aos do
nutrasrepartlcoea derueadi. lio uma eompilirjo
de diversas leis e regulameiito*. ruiireriienle aio.
branca e liscalisacilo da recolta publica ; be um
Iralialho que lia de ler cusladu a V. S. niuila ap-
pliei{lo e moilo lampa, e que o loma digno dos
maiores elogios. v
l-j qu.indi me rabo dizer em rcspnsla a V. S.,
do quem lenbo a Inuira de ser, amigo, collega c
rev renle criado. Manuel l'aulo I Ve ira finio.
Sua casa, _'n de Janeiro de I s ,.
Illm. Sr. I.ui Ferreira de Araujo e Silva.Pe-
de-ine V. S. que emilta miiilia biiniildc ouiniilo
acerca ilo seu KOIEIHO DOS COI.I.ECTOIIES,
\ilu ler en sido incumbido (icla Ihesouraria da
provincia do Hio de Janeiro, quando all eiupreg-i-
do, deevaminar a parle relativa a legislaran pro-
vincial ; o que passo a Tazer com a mellior voli-
tado.
Iteconheceudo V. 8., como en c imiilns oulros
empregados, que a niaior paite dmRoana colleclo-
res, ou pelo mello seus escrives n,io liuban os
ucees-ario conhccinieiilos da legilac-in de finada
liara bem podaren excrcer seus empregos, e lica-
lisar as rendas publica* a seu cargo, e illeiideudu
a dimculdade quecnconlrain linda mesmoaquelles
quenella so julgain versados, quando a lem de
couraltir, pelas eonlinu.ldas modilicai;ese allera-
eoe a que eslAo sujeilas as lei* de fazenda, alm do
um sem numero de aviso*, orden e dcllhcraeoe
que a* explican! c coinmcnlam, Iratou de colfigir
luda a legislai;lo coiicernenlc as colleclorias, c fez
della una especie de ndice com a integra do cada
urna lei, aviso eu orden), parasol consultado can
mais facilidade pelo* colleclores e seus escrives no
desenipenlio de HU deveres, an qual mili apro-
priailamciile deu o lilulo de Koleiro dos Collec-
lores ; islo nosri pelo que diz rwpelto a logisut-
i.io acial, como a peculiar desla provincia,
lano qudiilo no foipossivel, eiaminei i paria
relativa a legislacao provincial, rcennlicci estar
ella bem coordenada; pelo que calendo, quou
seu Koleiro ser de muila ulilidade, uilo sii
os colleclores c seus escrives, como aos I mais
empregados de fazeuda, quando (eiihain de tomar
as cotilas destes, ou queiram decidir qu,iequer du-
vidas relalivas aos diversos impolo* que searreca-
d.im |iclii colleclorias, com o que fez V. S. um
sorvcn real ao paiz.
Eis o juizo que faco do seu Roleiro de ccrlo
nonio aquem do que elle vale, alenla a miiiha
insuflicieiicia na materia.
Para ludo quanlo Mr de seu servico, encontrar
enipi e ,li-piisio este quo se presa ser. de V. S.,
amigo o collega aueiiuoso, Jaiiu .nimio de Ma-
uuihiet Calce!.
Vcndeni-c nosla cidade do Recito, na ruada
Cruz n. 7, primeiro andar.
Veiidein-so pianos Teles de superior quaiida-
de, falii-irado. pelo inclino autor liaiiiburgeez na
ra da Cruz n. 1.
Vcnilc-e o sitio que Toi do Talecido Jos Zaca
ras de Carvalhn. no lugar de Reberibe de baixe, de
nominado dos craveiros, com casa devivenda de pe-
dra, conlondo sala adianle com dous quarlos, dila
ile dclraz rom dous quarlo, solao grande, cozinha
grande c copiar, lina casa do laipa com sala e dous
quarlos, alraz dous quarlos, eslribaria para Ires ca-
vallos, o solo para prelo*; um lelheiro que serve
para casa de Tariulia, com eslribaria para dous ca-
vallos; muilas arvore* de Trulos.como sejam, coquei-
rus, mangueiras, cajueiros, inangiibeira*, rraveiros,
(giroTe) larangciras, sapoliseiros, piubeiras, frulci-
ras de p3o ole. etc., Icrreno* para toda a cultura, e
malla de rapoeira, leudo de fundo quinheiitas bra-
cas, o de Trcnle qualrocenlas, pela beira do rio
punco maisou iiicno, sendo o fu mo de menor lar-
gura : quem o pretender cnlenda-se rom o Illm. Sr.
Joto Piulo de l.emosJunior.
V'ouile-se um par de consol* do amarello, I
cadeira de bracos de Jacaranda, I quadro, I cspelbo
com moldura douraila, I lavalorio roiii espelho,
jarro, baca c mais prepara de porcelana, I apare-
Iho de mesa lino, Tallundo smenle algn* pralos, I
arinarin grande com gavetas dentro pira o iiiesmo,
1 mesinhas rom gaveta*, I iiiarqueza, e I jugo de
bancas de columna de Jacaranda, ludo em hom uso,
e por proco oommodo : na ral da Cadeia do ReciTc,
sobrado a. 39, prineio andar.
.NO CONSULTORIO IIO.UF.OI'ATHICO
lili. I' A. LOBO M0SC0Z0.
Vinde-so a melbiir de luda* as obra do medicina
lioinoopalhica %ZJ- O NOVO .MAM Al. I)(l 1)11.
C. II.JAIIK -S Iraduzido em porluguez pelo
l)r. I'. A. I.oho Moscozo: qualro voliimcs enrader-
n.iiln* em dous. JlWIOtl
I) i. volunte unid n.lo a palhogenesia do lli
incdicanienlos que alo Torain publicados saldr mul-
lo breve, por estar multo adianlada *ua impreatlo.
Diccionario dos Icnnos de inedicina, cirnruia, anato-
ma, pliann.u-ia, etc. ole. encadernado. 15(100
(na carleira de '\ lubns, dosuielhure* e mais hi-iu
preparado* glbulos bomopalbico* com a* duas
liras cima......... KWKK)
lina dila de 36 lubos com as mesma* i :.~iiiii
Dila, dita de 1K Indos....... iDc-aNI
Dila de MI com a* ditas...... luo-ii.
Ca leirasde 1\ lubos pequeos para alai-
boira............ I Dila* de 18 dilos......... -JltiNKI
Tubos avnlsos de glbulos..... laOlKI
Vende i- urna linda narrnla lonriiia: na Capun-
ga aillo do .Mr. Doubareq.
Andar a moda com pouco dlnhairo.
Ni ra do (.lueimado segunda luja n. IK, vnde-
se luvas do pellica |irela para bniiiem, sriibiu
ineiiinos a oOOn. o par.
l.einvMtliM'uiiibraia de litiho, linos.
i 100 rs,
na na do Crespo, loja da esquina, que volla pan
a Cadeia.
Vendom-sc saccas com inuilo superior farinha
ANTH.nDADB E SPERIOKIDADE
DA
SALSA l'AKRII.HA DE ItltlSTOL
, sobre
A SALSA PARRILIIA DE SAMIS
Attcncao'
A SALSA PARRH.IIA DE RRISTOI, dala des-
de IM.1. c lem rooalaiilrinente manlido a -ni re-
putadlo sem-neressidade de recorrer a pomposos
annuucio*. de quo a* preparncoes de merilo podem
dipciisar-se. O successo do Dr. BRISIOl. lem
Srovorado inlinilas invejas, r. enlre nutras, as dos
rs. A. It. D. Sands, de New-York, preparadores
e proprielarlos da salsa parrilha eoubeclda pelo li-
me de Sands.
Esles senhore* solirilarain a aiicncia de Salsa par-
rilha do Rrisk>l. e como nao o podessem obler, fa-
bricaran! una iwii'fnrilode Krislul.
Ei*-aqui a rarla que os Sr. A. R. f>. Saud* es-
creverain an Dr. Krislul no da 20 de abril de I82,
e que se acba em nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Britlol.
Bfalo, &e.
Nosso aprccavel senbof.
Em lotlo o anuo plisado lomos vendido auanli-
aen consiileraveis do aitriclo de Salsa parrilha de
Vnir., o |ielo que ouvimos dizer de suas rirluet
quclles que a lem usado, julgamos que a venda da
dila medicina se auiiiiienlar muitifima. Se Vine
quizer fazer um concento coiunosco, cremns que
no* resultara muila vanlagem, tanto a nos como a
Vine. Temos milito prazer que Vine, no* responda
abra Mil nssumplo, e se Vmr. vier a esl cidado
ilaqui a um incz. 00 cou*a semclhanle, lerinmos
nioiio prazer em overeni nossa holira, ra de Ful-
Ion. n.79.
Ficam lis nrdens de Vine, seus seuurns servidores.
(AniBiuiilo) A. H. D. SA.NDS.
C.NCLUSAO'.
I.:A aiiliguidade da salsa parrilha de llrislul he
claramente provada. pois ipie ella dala desde lsi-_\
cque a de Saint* sii appari'ceu em I8i, epoea na
qual este drn^usla iniu piklc oidor a agenciado Dr.
Britlol.
2. A su|.erim idade .la salsa parrilha de Rrislol
be nennlesiavol: pois que nao obstante a roncur-
le oulra pre-
4
Vende-se
ra de Borlas, i
do Colovello, ii.
id'po.iln de po o bolacha, silo na
IK, a Iralar ni lucirla, ou na ra
reueia da de Sands, ede uma
pan.....i-s. ella lem lUIOUdoa sua repulacan cnl qua-
si io.l.i a America.
A* mimerusas experiencia* feilas enm o uso da
salsa parrilha em Indas a* enforiiiidailr* orinnadas
pi-l.i impureza dnsaliuue, eo bnin evito oblido un-
a corte pelo Illm. Si. Dr. Siuaud, protideille da
academia imperial de medicina, pelo illu*lrado Sr.
Dr. Antonio Joal Fololo em mm clnica, e em sua
afamada eiaa de Ilude na (iiunbda, pelo Illm. Sr.
Dr. Saliiiiiiiiu de (lliveia, medico do exeicilo, c
por varios oulros medico*, permuten! boje de pro-
clamar allainente as virlllde* erticazes da sal-a par-
rilha de Krislul vende-se a .-u m o vidru.
ti depusllo deatl *al*a inuduiise para a botica
france/a da rua da Cruz, cni frente ao chafarz.
DEPOSITO 1)K CAL E POTASSA.
Ciinlia iV Aniorini, recrberan pelo ultimo navio
de Lisboa barr* rom l a desuperjor cal em podra
para o fabrico de assurar, a eudein |ir menos que
em oulra qualquer parle ; c pan ferln.....mo de cou-
las um restante de polas-a americana : na rila di
Cadeia do lleeife n.-VI.
Veodo-ae a verdadeira salsa parri-
llia di' Samls: na Inilica liaticc/.a, ila na
ta Cru/., em IriMite ao ('liahirt/..
Vendeiii-seein caa de-Me. Calmonl itCorn-
...........lo :
rua ib
le lol
rua do
prt
IIU-
riia
ilo Sania C.ilharina, por preco
Apollo armazn n. \2.
Rarenca.
Vende-*e urna barraca, mullo boa de v
de II a loraiva. e por precocoininodo :
Vestidos multo baratos. H
barra, iwnilos ptdrftei e modernos, lendo suf- ^
(icienic (a.unda para se (anr ovolklodi. '""
moda, e pelo barall-fiuio pre^o le -19 ra. ca- ^
^. il corle: n.i itij, do sobrado amarello, nos ..-,
,,v qiilru (Millos tl.i rilri do Queimado u. _"'. fu
veuaoat) a laeiborfarinbu de San-
la Catharina.em laccat grandei, a ."),s'">0ll
rs. : no ai'ina/.i'iti i!o l'ot'ti! do Mallos n.
20, den'Onte do trapiche do alyodo, un
a Iralar com Manuel Alvrs Guerra Jn-
iiior, na rita do Trapiche '
iiieiro ailar.
Vendo -le un resto de exemplare
da obra Raphael, pagina, da juventu
de por Lamartine, veiiSo porttij
/.n de I). ('arlos Guido v Spauo : na
ilo Trapiche n. I 'i, primeiro andar.
Em racio uso.
Vende-M um par de bancas de abrir,
de Jacaranda', obra bem acabada, e que
nao be (oleada : na rua de Hurlas n. (2,
casa terrea tjue tcm a fenle piulada de
azul, c piuladas brancas.
non LAFFECTEUR.
O uitii-o (iHtoritatlo por tfyefflo do con e decreto imperial.
Os medico* dos liospilaes recoinineiulam u arrobo
l.airecleuv, como sendo o nico aulorsado |ielo uo-
vernoe pula Real Sociedadc de Medicina. Esle me-
dicamento d'um uoslo amadavcl, e fcil a lomar
em serelo, est em uso na niarinlia real desde mais
de (kl anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despez, sem mercurio, a* alleceies da
Iu-lls-, impiuueiis, asconsequencias da* sarnas, ul-
ceras, c u* arcllenle* dn* parios, da idade critica c
da acrimonia hereditaria dos humores ; ronvin aos
i-alharro*. da beviua, as ronlraeces, e i flaqueza
do* oritfo, procodidl do abuso da* iuuecce nu de
sondas. Como anli-svplulilico, o arrobe cura em
pouco lempo o* lluxo* ratala ou rebeldes, que vol-
vcni ilice-aiile*,eiiiciin.cqucncia diiuiupreijudai'o-
paiba, da eiibeba, ou da* iiijececs que rc|ireseu-
laui o xiru* *eni neiilialisa-lo. O arrobe l.allecleuv
lie e*|HM-ialnieule reruimneudailu conlra a* dnenea*
invelerada* ou rebelde ao mercurio e ao Mralo
de pola*io. Vende-se em l.slHia, na bollc de Rar-
ral, c de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, pla-
ca de II. Pedro n. fiS, mide araba de i licuar uma
tiraude purrode arrafa* grandes e pequeas, viu-
das direclamcule de l'iu*, de casa do Sr. Ruxveau-
l.aHecleuv 1^, ruc Ricbev a Par*. O* formulario*
dam-sr arali* em casa do auenle Silva, na prora de
I). I'cdro u. H>. .No Parlo, em casa de Joaquim
Araujo; na Rabia, Lima A Imijo; em l'eruain-
buco, Soiiiii ; Rio de Janeiro, Km ha A I illm-, el
Morcra. loja dedrosn; Villa-Nova. Joan l'ereira
de Minales Lcilc; Kio-Crande, Francisco de l'au-
la Couto ,V C.
VENEZIANAS .
Aterro da Boa-Vilta n. ").").
Too um sorlinieiilo de veiieziana com lila ver-
de* de liiilio o de bla, rom caiva e-em ella, e se
neerla c *e Iroca a* novas |wr velbas, a xonlade do-
minador.
RAMIA FKWCHZA.
\ euile-se banba n.....e/a em latas de 2 a :l libras
cada uma, assim como a libra, me ia libra c quailas,
pilo diminuto proco de l-in r., a libra: na ruado
i.iin-iiniiilo luja de miudezas n. i, de Antonio Jos
de Azevedo.
Vende-so mu lo superior farinha de Sania
Catharjua, e S. Mallieu*. medida avista do com-
prador : a borde do briuue brttUeiro Mida', fun-
deado perlo da Alfaudeua.
Vendem-w retogie, de ouro, pu-
tele iii(le/., o luelhoret que tcm viudo
i esle mercado, e do mms acredilado
fabricante de Liverpool: em casa de Ktis-
uinle:
linhas
IllllilO
da
paollll, na tirara do Corpn Santnn. II, o*r
vinho de Maiscillcciu caxas de :i a (i duzia-
cni nnvelln- e carreleis. breu em barrica*
grandes, ara de mila*orl ido. ferro iaaiei*
AGENCIA
Da Fundicao' LowMoor, Rua
Scnzala nova n. 42.
.Nesle cslabclcciinenlo cODtiuuil a lia-
ver um completo sortintento de moen-
ilas c metas nioenila paca engenho, ma-
cbinasde vapor, c tuixul ilc Icrco balido
e coado, de Indos os lamaiibns
dito.
AOS SEXIIORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Sinllc em Berln, empregado na* co-
lonias inglesa, e hollandezai, com gran-
de vantagem para o melliorameiito do
auucar, acha-ae a renda, em lata, de 10
libras, junio com o metbodo de empre-
ga-lo no idioma pocliifjne/., em casa de
N. O. Ilieber v\ (".iiiii[ianhia, na rita da
Cruz, n. V.
Na rua du Vigario n. III, |iiinieirn andar, ha
para vender, farello uiiiilo novo rlicuado pell barca
(Irittiitoo, por preco t-ouiinodo, e jiinlameiile nova
cal virgeui de l.isbo-i.
.miados di: ferro.
Na l'tmdicao' lie C. Starr. Sr C. t;m
Simio Amaro acba-se para vender ara-
dos de ferro de supeiior qualidade,
H0ENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companliia
em Sanio Amato, acba-se para vender
moenda de catino, todas de ierro, deum
i ni n le lo e construirn niuilo superiores.
Sedas moderna
BaV
Na toja do sobrado anmrellc, nos qualro j
canlos da rua dn Quelmado lem um comple-
to sorlimenlo e novo de corle* de vestidos de
-ciln e-coroza e de furia core*, fazenda mui-
lo moderna o de e*colbido* kosIos, e
lem da mesmi fazenda que vende i
dos, ludo por preco inulto cominodo
zmzmms $m?m-&F5
\ tMitli'in-r o- perlence .i-im.l.i em masseiiii, leiiiledeira, IhIioi
liidn ntais f'n"i poiiro uso, |Mir lo*lo
|Kileu dn Santa Ouz, bolica, n. -i.
oleo de i.inhai;a em botijas,
vende-se em contu, na rua do Trapiche
.Novo n. 10 ; a mesma casa chegoii urna
porc.lo de alvaiade de nova eottiposicao,
milito superior em qualidade ao usual.
Manoel da Silva Santos conllna a vender as
superiores farinlias de Iriuo das marcas Foulana c
(ialega : a Iralar no cae* da alfaudega, ou na roa
i Amorim n. .16 e j8.
Sobo reliado
Veiule-*e no deposito de carnauba, rua da Cruz
I.
Oiiio
iieni barricas,rlieuadn ulI imn.....-
keller ,\ Coin|iaiihia, na rua da
Vende-sene
te : em casa J,
Cruz u. 5.
Vende-se
FAHELOS.
no orino,'.-n
lo Sr. Aunes ,
fu rulo em saccas de ~> arrobas, por me-
nos preco do que em outra qualquer
pacte.
Vinbos superiores de Ilucellas
brauco; e doCulares (linio em barris de quinto:
veiulcm-so em vasa de J. Keller i\ C.
Taixns para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Ilowinami, na rua ilo lirum, passau-
do o cbafaii/. continua haver um
completo sorlimenlo de tai xa, de ferro
fundillo e batido de 5 a K palmo, d
bocea,
'I1
le
5 a palmo, ib
icliani-se a venda, por
preco eominoilo e com promplid.io' :
enibari-am-se ou carrej'.im-seem CHITO
sem ilespe/a ao comprador,
POTASSA SUPERIOR
\ ende-ae por preco mullo eoin-
modo, no :icma/.em n. 7 de ces da
alfkndega, de Jos Joaquim Perettit de
Mello, ou no esciiplono de Novaes xV
Compaiiliia na rua do Trapicho n. 5-.
Xa rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, (em para vender diversas inu-
sicii8 paca piano, violio e flauta, como
srjam.qiiadcilliiis, valsas, ivdowas, sebo-
lickes, iiniilinlias, ttido uiodernissitno ,
eltegado do Rio de Janeiro.
VINHO 00 PORTO MUITO FINO.
Vendse superior vinho do Porto, em
barris de 1., 5. e 8. : no arma/.em da rua
do A/.eite de Peixe n. I i, ou a tratar no
escriplocio di: Novaes iS Compunltia, na
rua do Trapichen. ."H.
No ariua/.em da Icavessa da Madre
de Dos n. 9, e no arma/ent dejse Joa-
' loiiini l'ereira de Mello, no caes da Alian
dej'a, vende-se larinlia de mandioca de
superior qualidade.
POTASSA.
auliu depO*ilo da rua -l.i Cade
lia |iara vender mull
enna r brtsllclrn, em pequeos l
a tpi.iii i.i ii- c presos m.iii
palie, se all
riarciii coiii|inir. ? ~
lambin i barra rom ral e i.>
aliDameole eheu^doa.
Veiideni-si lonas, lirioxa*
nas da Itussia : no anna/ein
Comnanliia, na rua da Cru/ n
TRIESTE-SSSF.
sel Mellors i\i Conipanbia, na rua du
Cadeia dn lecife, 11. 5(i.
Cobertores escuros,
de alodo, a H00 rs. ; dilos a/ucs c encarnado* ,
mullo grande c enoerpado, a 191011 r. 1 ni rua do
Cre*|.o, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Venue-*e vinliu da .Mndeira.de superior qua-
lidade emquarlose ollavosdepip, por preco com-
iiiiulo: nn ariuazein de .N. I). Ilieber & Coiupaiibia
na ruada Cruz 11. i.
A elles, que se estao acabando.
Colieiloie-ile la|ielc lliuilu uraiule, |a-lu iliininu-
lo prefo de IJSIOO, dito* inni* |iequcnos, a 800 rs.,
rolcbasdc sal|iicos branco, a IMKHI, briol ii.nn ,nl,.
escuro, de liulio puro o limito lino, a tin rs. a vara,
rliilas de senlo escuro e bom panno, a 110 rs. o
covado : na rua do Crespo, loja n. (i.
lie reeencheuado um Miregomenlu da verdidei-
r.i farinlia de SSS raminbn, e vende-se |>or uiodieo
precu : no e-cri[ilorio de lleaue Voulc tV Couipa-
nbia, 011 110* *eu* arina/on- no becco ilo Coneatves.
DOCE DE IIACORV.
ClieL'ou recenleinciite do .Maranlio urna |>equeua
|Hirrilo de*lc delicado doce, o mellior que lia, tanto
pela' SOI excellenlo qualidade, como |Hir conservar-
se por iiinilo ii-oi|io em |ierfeilo estado: venile-e-
etn ca*a de l-'oule ,\ Irino. na rua da Cadeia V'elba.
Afoaeu ao EOwln M.
Ni ruado Apollen, (i. annazem de Me. Caluiiinl
,\ Companhil, acba-se coii*l,'iiileuiente bous sorli-
iiieulo* de laixa* de ferro coado e balido, lano .ru-
erno funda*, inoenda* iuelira* lodas de ferro pa-
iiiinae*, asoa, etc., dila* para armar em madei-
le Iniln* o* lainanliu*e iiUHlebi*i>*mai* modernos,
liin,i I101 i-oiii.il para vapor rom rere, de
-icaxallu*. ciieo*, |ia**adeira* de ferro cslaiibado
|iara em de purgar, |ior menos |ireco que o* de co-
bre, e-ieoven para navios, forro da Sueci.i. e l'o-
Iba* de llaiulrc : Indo por barato preco.
Deposito da uxbrioa de Todos os 8antof na Babia.
Veode-se, em casa de N. t). Ilieber i\C, na rua
la Cruz. 11. ^, alendan trancado d'aquella fabrica,
muiloproprio para sarco* de a**ucare roupa de es-
clavo-, por preco coinniodo.
Vende-se presunto* iimle/es lliuilu novo* |iara
li.unbre. lata* cun bolaelilliba de-nda nii:le/a,qiiei'
jos ile pralo, cou*ervas iiiuilo nova*, *emenles de lo-
das as qiialidades de borlalice, ebe^ada* nlHmamcii-
le: na rua da Cruz. n. ifi, delronle do Sr. Dr.
Cosme.
Vcudc-sc I taberna da rua da* Cruze* n. I,
rom |ioiicii* fundo, e bom comuiodo para familia :
a Iralar na rua de llorla* 11. i, junto ao sobrado do
Narciso,
Veude-e volantee*lreilo e iflrgo, propriopara
rancio de Igrejl I na rua do Oueiniado, 11. II,
Vendem-H dan loalhas, sendo uma toda
Iberia de renda e labvrinllio, e oulra rom l.ibvrin-
llioem rods, auiba* com bouilo bico, o 11111 rico ro-
ilapi, de cama, todo iberio de bonito iibyrinluoe
bico, e una redo piulada : na rua do (Jiiciniado,
n. U.
\ eiidem-se W2 Iravc*. ebegauM tiroxiinainenle
da provincia da* Alauia*. du 1 "1 |ialmo- de compri-
ineiilo.eHa Opolleuada* de quinu viva; para vo-las
110 Trapicbc do Hamo*, o para aju*lar no ariua/em
da rua da l'i .1 1. 11. II, com Aulouio Caldas da
Silva.
Vende-se scIh do Rio liraudc cni barris.deirc-
lido: na rua do Vicario, 11.14.
Vende-se 11111 cavallo rodado, Iwm
para cairo", e ordo : a tratar nu Torre,
110 sitio do Leo, de francisco Jos A-
r.iiites.
Vetulem-se vaccat, Ijoas de lei
te, criottlas e (oedas, I parida de (ron-
cos ilias, e i prximas 11 parir: a tratar
na Torre, no sitio dol.eAo, de Francisco
Jos Arantes.
A 3s0<>0 i-s'.
Vende-se panno lino, prelo, azul e mesclado, pro-
firio |iara |ialilii* e ve*lido* de monlaria : na rua do
Crespo, loja de Antonio FranclMO l'ereira.
A 300rs.,
o covado, de cassa ecambrala, frauceza, de edre* li-
tas : na rua do Cros|>o, loja de Antonio Francisco
l'ereira.
N
irniixem u.
da llu-l.i, ai
r* de i irroi
ralo* do que 101 oulra qualqii
,in* que |ireci*arem couipn
di
ni p
X. I).
1.
i Itecile .
va potam
iba-
eam
depoiilii
'da. pro-
meias lo-
Ilieber &

DAVID WII.I.IA.M BOWMAN, ennenlieiro mn-
rliini*la e fniuliilor de ferro, mui respeltesimeale
.'imiuiii ia ios senhoree proprielarios de eageahos,
la/endeiros, e aorespeilavel pnbjico, que n seu c*la-
belecimenlo de ferro movido purfinarbuia de vapor,
na rua do Ionio passandn ocbafaiiz, conliiia em
cireiiivncxerciciu, e*cacliacmn|ilelaiiienleiniiulado
com app.nollio* da primeira qualidade pira a por-
feila confecciu da inatore* |ieca* de riiacbiui*mo.
Ilabilil.ulopara emprelieilder quaesipier obra*da
sua arle. David William Bowioin, desoja mai* par-
liciilariiienlc chamar a allciioac. publica para a *e-
-iiiiiio-, pur lerdelilgrande sorlimenlo ja'promp-
lo, em depejHfo na mcunl fiindicad, a quae* cou*-
Iruida* em sua fabrica podeni eoni|ielir com as fabri-
cada.* cm paiz cslianueiio. I.iulnem preco como cm
qualidade de malerias primas c niaA de obra, a
saber:
Machinas de vapor da mellior roiislrucaft.
Mecilas de caima para enueiihu* de todo* o* ta-
manlios, inovidasa vapor (ior agua, ou animaos.
ttnil.i* de auna, moinlio-de vento e serras.
Manejo* iiidepeiidenle* para cavallo.
Hntlns dentada*.
Aguilhoes, Inon/i- e chiiniaceira.
Cav illuics e purafusos de lodo* os tamaitos.
Taivas, paroes, rrivose bocas do fonialha.
Moinbo* ile mandioca, movidos a raao ou por ani-
mar-, e prensas para a dila.
Cliapasdc foaafle foruiH de farinha.
Canos de ferro, lornciras Je ferro e de bronze.
Bomba* para cacimba e He repulo, movidas a
man, por animar*ou vento.
Guindastes, uuinebnse maraco*.
Prensahydraulicu ede parafuao.
Fi'i'raiieii* |iara navio*, carro* o obra*
Columna*, varamla*. urade* c portOes.
Prensal de copiar caria* c sellar.
Camas, rano*de inaoearadn*de fern
Alm da su|ierioridade da* *ua* obra .
meiilcreconheiida, David William Bowinai'iarante
a inaiscsacla ciinliiniiidade ruin os mobles e dese-
nlio* remedido* pelos seuliuro que se diguarem de
fazer-lbc enrnminenila*, aprov citando a occasiao pa-
ra auradeccr ao* seus numeroso ainiuns e frecue/c*
i preferencia com que tcm ido por elle* honrado,
e asci!iira-lhes que nao poup.u.i esforcosediligen-
cia* para continuar a merecer a sua coiilianca.
Vcridcui-*c tnallia* de panno de liubo do Por-
to, tiara ro*lo, o nielhur que lem viudo ao mercado,
a 19000 1*. cada urna : 11.1 ru.i do Crespo, loja da
enqnioi que volla para a Cadell.
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Bahia.
Vende-se em casa de Domingos Alves
Matheus, na rua da Cruz do Becife n. 52,
primoiro andar, al|iodo transadodaquella
fabrica, muiloproprio para saceos e rou-
pa de cscravos, assim como lio proprio para
redes de pescar e pavios para velas, por
preco iiiuio (-..ninimio
...mtmwmam
ande sortlmento de pannos ano c casa-
miras.
Xa rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cidria, xende-sc panno prelo, n IbOOU e 3&00
r>.; de ourclo branca, a .'UOO rs.; dilo francs, a
ttjsJOeSJOOOr., o uiuilu superior, a USOO rs. o
covado; dito azul, a 2e>V. ilfrfOO e iSOOO rs., e
11, ni di di mi. a .i*j00r.; dilo verde, 2SHO0 e 1*0011
rs, ; curie. de raMtniri prela iiifesladn, a .'(.lOO e
BjOOOrs. dila frauceza c do cor de lodas as quali-
dades, por preco commodo.
Veiidem-se relo|ios de ouro, |i len-
te in;lez, por coinniodo prei^i : na rua
du Cruz n. 20, casa de L. Leconte Fexm
& Companbi.i.
Xa rua do Queimado loja 11. 1 de
.loan Antonio de Araujo, vendem-se ricui
corles de vestidos de cambriiiJi de Cr,
pelo diminuto preco de ."),30D ts. ; dilo
blancos de don bailados .OOO rs. ;
lencos de setim de cor do ultimo eosto
pura (fravata 11 1,000 rs. ; cortes de brim
de (iiiadrtM de algodSo pura raleas o me-
llior ;osto a I ,W0 11. ; ditos de raeia ca-
simira a 1,000 rs. ocrte.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
uta do Bru Ioko na entrada, e defron-
te do Arsenal de Matinha lia' sempre
um grande sortimento de taicha, tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batida,, fundida,, grande,, pettuenas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
existem quindustes, para carregar ca-
noas, ou carros livre, de despeza. O
precos sao' os mais commodos.
IIU'K PRINCEZA DE LISBOA.
Na ruada Cadeia do ReciTc, toja de fatondas de
Join da Cunba do Mae.1lb.i1-. xendd-se a escolen-
te pitada desle rap, 11 rnsi fre-co que lem viudo,
pela galera Margarita.
POTASSA DA RISSIA.
Vende-se superior potassa da Kufsiu, e
Americana, por preco milito commodo:
un rua do Trapicbe 11. 15, armasen de
Basto li-maii.
Barato.
Xa rua do Crespo, 11. 9, vende-se para acabar,
cbila francesa miiilo fina a n rs. o covado.
ATTE^fAO.
\endcm-se livro, e ineios dilos de pio
de pratn e ouro, ebegudos ltimamente
* '*' Lisboa e por preco commodo : na
rua do Trapicbe n. 17, escriptoriode
.lose Tei\eirn Busto.
Necesnidade para a fesla.
Vfii.lc-se um oarro de qualro roda* ron
qualro asseuloi, podciitla ser pinado poi
um ttu dous ciivallos, lendo arreios para ain
han '--mm,., tu ni n em conlaenovo: ni
ocheira da rua Nova n. M.
^Uar^altV akt^^BaV^tfaVaiBV^iaBV^saV
hGIiIHH
Cal de Lisboa.
Vende-so, na rua de Apollo n. 2i, a mais nova
que exislc, viuda 11a barra Margaritla.
Moinhos da vento
com bombas de repuso para reuar borlase bailas
de capim, na funilicart de II. W. Ilowman: na rua
lo Bruma, (i, KelO.
Vende-se tun raixao rrandc com qualro vios,
lirin con*lruido, minio propriu para relinacao ou
padaria : a Iralar, roiifronle ao Rosario de Sanio
V,Uniii" 11.39 A.
FUNDICAO D'AURORA.
Na fundicao d'Aurora acba*e eoii*lanleiiieule um
cmplelo sorlimenlo de machina* de vapor, linio
ralla como de baixa pre**ao de modello* o* mais
ipprovado*. Tambem se apromplam de encommeii-
ila de qualquer forma que se posntn drsejar com a
maior presleiea. Habis omciaes serAo mandado*
para as ir asscular, e os fabricante* como lem de
eoitusnaifiancan o perfeilo Iralialbo della*. esere*-
punsabilisam por qualquer defcilo que po*sa nella*
ppareear durante primeinulra. Mura m-n lu-
nas de v ,i|ior construida* ueste eslalieleciineiilo lem
e*lado em coiislaule servico uesla provincia 10, IJ,
eal I auno, e apena* lem exilado mui iusiumli-
eanles reparos, e aiuumas al neiibiiiisab*olutainen-
le, accreseendo que o consummo do conbiislivel lio
mui iiiconsideravcl. Os senhore* de euiiculiu, |ii*,
e oulra* quaesi|uer pessoas que preci*areui de ma-
Inni-.....silo re*|HIosameule convidados a vi*ilar o
eslabelecimeiilo em Sauln Amaro.
Em cusa de lliinin Praeger&G>m-
paubia, na rua da Cru/. 11. 1(1, vende-te
o segtiiute :
PIANOS PORTES dos inelliore. auto-
res ede moileiiiu coiisliiiceao.
INSTRUMENTOS DE MSICA pura or-
cbestrii c bandas militares.
OBRAS lli: DI IK) de toda a ptallila-
de edo mais apurado gusto.
VINIIOS SI. Margo!, St.Jiilienc cbam-
pagnbe
LONAS dcdill'erenles (iitalidadcs.
BRINS DA RUSSIA.
MOBILIAS l)E PERRO, como sejam,
cadeiras de dilleieiilcs moldes, mesase
sol
propri,
cama franccM,
Vcnde-*i' uma redo, lodi pin,^
para lipoia : nu rua do (Jueimado o. |t
Vendem-M cadeiras
banca* deineii
cadeiras, wfi
meio de Ma.
di*, colmlos,
pirawohor., _
caranda ; dila de amarello, marqaeu a, "f
dila, de leo, e de amarello, e oulra, muir "R',c**
Suo M inostrarSo ao comprador, ludo o rriu 0'lr*
eroo powlvel, e por precos muilo comm^" m''-
rui d.Camba doCarmo n. II. N,r,:,|J
lambcm se vende junco, lano de priman' "'*'
egunda Mirle, para lecer cadeira,, F ??
preco. w "to
c.riosu.*..
Vocabulirio da lingo, indigena eral e ...
lo da uiulher forle, 011a virludc*que.i ik),|I?T""
mar ; pelo conego di Sedo Para, I.ui, Barro,,"!"
Uto: vendem-se na livnria do pateo do rT '
.1. 2, e no hotel Francisco, rua doVrapicbra, ?"
\ ende-M uma prela de nacao, moca, c ,
bilidade; cugomma, oninha, Uva,,- f, ,, ''""
arr.njode uma casa, e he de rua : ouem ,
der, dirija-se so Forle do Mallo ZZ ^
quim Jos Ferreira Vende-se uma crrenle de ouro de Ui ,
o |ieo de 19 oil.va e 3,*, em muilo bom luV
seu dono nao se servio della mais do que trc.,
es. o veiulrt nnr XslMlfl *d -. ,.a...... -._ ^..r ,c* r*-
queni
se, e vendo por 4JO0O r.a oilava sem feit, ,
prclender, dirija-se rua do Queimado, loia'ilc
rivea n. 37. J
Chumbo de municoo .
V ende-so na rua do Trapiche Novo n. IH,
Vende-se um casal de escravo. sciido cstn
pardos : a uessoa quo pretender, dirija-se ao nal
da Sania Cru n. 'wm
Vende-se um uegrode bonita figura, ncrreilo
cusiuliciro, e bom gauhador de rua : quem o ore
tender, dirija-M rua da Croles 11. :t, pri,,,,;,'
andar. pioncir
No aterro da Boa-Vala n. 57,arinaem de tr.
les, vende-se uma mobilia, nova, de jacaraoila,
-o.in moderno e muilo bem acabada.
Vende-se uma tabana, nos Afogado*, rua de
S. Miguel n. I : a Iralar 11a iiic-uu.
I'S.
1 rcilus. le-
lil iH
urna rica cadeirinba com lodo os perleure-, (n
liom uso, e por commodo precu : na rua da l'raii
11. ia, segundo andar.
Vende-se wila de superior qualiilmle, chcarli
de prximo do Aracaly, jiii como eniiro* miudo,
lera de carnauba, velas de carnauba coiii|hi,Ih
peiinna do orna : na rua da Cru; 11 la. seciinik
mular.
Palitos de brim a 3;000
Vcndciu-se p'slildt de brim, muilo hu
lo b.ii alo preco de 3S00O : na rua Nova,
11. 16.
Corta, a. cmalru, 6,000 rs.
Vendem-se casemiras francesas do bouilo n.
ilion-, a i*aao o corle : na rua Nova, loja non
11. 16.
Vende-se a obra Rccrearao Phuosoplrica, pea
padre Theodorode Almeida : na rua Nova, luja u
va. n. 16.
Vende-se em cusa de S. P. Julios.
ton & Coinpanhia, na rua da Sen/.alu Nn-
va n. 42. .
Vinho do Porto, superior ipialidade, en-
jjaii'aliiilo.
Vinho Cherv, em barris de quarlo.
Sellins paca monlaria, de lioinem e te-
iihorii.
Vaqueta, deluttre paracobertu de carrol,
Reloj'ios de ouro |iatente inglez.
Ni rua da l'enha n. 'J;t, primeiro andar, ven-
de-se o sciminte muilo em conta : II cadeira co
sent de palha, 1 mesas servindo uma para jarilar
e encoinmar.l carleira de vligem chapeada de lalio
I lolxo de cobre que servo para lavadeira 0.1 docei-
ra, por ser muilo grande e fornido, e I Incadcr.
ESCRAVOS FGIDOS.
.....
etc., ele
ja' geral-
issim comocoiiimodas de inocuo e
cadeiras de bala 111 o de si|Ki, viudas de
Franca.
ALCATIFA para sala a mais linda que
tcm viudo a tutu prara.
OLEADOS com lindas pinturas de IVuc-
las, etc., para mesa de meio de sala e
bancas.
CHARUTOS ila llavana verdadeiros.
MOLDURA DOURADA paca guarni-
i;ao desalas e (nindros.
12,000 rs. a duzia.
Superinresloalba* dopanno do liubo do Portoeom
I vara ', de cimpridn, pmprin* tiara limpar o ros-
to, pelo diminuto preco do I2SII0IIi duiia : na luja
da rua do Cre*pu 11. C.
Cera de carnauba.
Contiiiiia-sc a vender a mais superinr cera de ear-
nauba. que ha ueste mercado, em porciio c a rela-
Iho: nonriiiatcm durua daCrus coiifronle o clll-
l.iri/ II. 19.
DAUHuMA
C. STARR rSC.
respcilosaiueulc auiiunciam que uu seu cxleu*o es-
i.idele, iuieni" em Sanio Amaro, continua a fabricar
rom a maior |ierfeicao e |iruni|itido,lo de maeluiiismo para o uso da airricultura, navega-
ciio e inainil'acliira, o que para maior roinmodo de
*eu* naioeroso freguexe c do publico em ceravfein
alicrln eui um do* grande annazens doSr. Mosqui-
ta na rua du lirum, aira;, du arsenal de mariiiha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas 110 dilo seu cslabelerimcnlo.
' lli acharan o* compradero* 11111 completo sorli-
menlo de inoenda* de calina, rom lodos os niclho-
ramento(alguna delles novo coriginacs) deoiiea
experiencia de mellos anuos lem innslrailii a necc*-
siilaile. Machina de vapor de baixa e alia pressiio,
laixa* de lodo lamaubo, lano halidas romo fundidas!
carros de miio edito* para conduzir forma, deassu-
ear, mnchiuas para muer mandiuca, praon, liara di-
lo, fiiriio* de ferro batido para farinha, arados de
ferro da mais approvada conslruccao, fundos para
alambique, orives e portas para fornallias, e urna
iuliiiidade de obras de rerro, que seria eiifadnnho
enumerar. No mesino deposito existe uma pessoa
iiilclliuente o habilitada para receber lod.i. ,1. en-
coninieiidas, etc., etc., que os aimuiieianles contan-
do ciini a capacidade de suas ofllcinas e marhiuismo,
c pericia de seus oalcines, se coiiiproiiiellem a fazer
evecular, rom a maior presteza, perfeieao, cetaria
rniiinrmiilaileroni o*modelo*ou desenlio*, einslruc-
ce* que Ihe fnrein forner'idas*
Brim traaoaao araar.llo a. puro ll.fao, a 1,U0
r. a corta,
vendc-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadoia.
Venda le o mai* superior rhocolalc francs
quo lem vindu, e diversas qualidade* de conseivas
alimentaros, muilo boas par sopa c mais proprias
para embarcadicos: na rua da Cruz du Rccio, ar-
iiiazcm 11.62. Nn mesmo armazem lamliein
de muilo boa rolla do Itio l'.r.uule.
xcii-
Desappareceu no dia 28 do pa*ado mez d.i*7
para a 8 horas da noile, o prelo Marliniauo, de ida-
de 20 a 22 anuo, leudo na occa levar a Boa-Vista 2 oarricas pequea* cun assurar
sobra una tahua, he crioulo bem prelo, serco do
corpo, ro*lo romprido orellia* pequeas, cosluimi
andar e fallar de vagar, quando falla faz um aeilo
rom os heleos para um ladu, i**o piuco vizivel, ja
foi surrado 110 a*sonlo quando era escravo de enge-
nho, levou calca o cami*a azul e chapeo de pallia.
jnlga-e ter ido para o* suburbios de Po dMliu 011
tiolinni, |iara alsiim ciutenho, por ler mdidoesr.
uiiejando para e**es lados, foi encravudo proprli-
riodo engenho Mongee dabi paraTaquara,o|itiiiil-
llno Sr. que servia foi em Beberihe 10 Sr. Milii-i
llorges L'clidi : quem o pegar, leve-o a rua Direi-
la 11.76, que ser generosamente recompeiisaili).
Desappareceu 110 dia de agosto um osmio
de nacao Costa, de mime Joan, muilo emliararuln.
em se entender anda o que falla, julgaiulo-se ler
sido luii.ido pela sua Inni ahilado, c levoli 1 .un., it-
cernula de alguiMo asulebrancu; altura regular,
mucu, com punca barba, una marra de ferida em
um.1 per, o* |hjs (orlos, e o, braco* coinpriilu:
roea-se, portanto, as autoridades poli'ciaes o capiliet
de canino, que o ippreliendam e Icvem-uo ao ense-
nho Curado, ao seu legitimo senhor, que serAo tra-
licado*.
Desappareceu no dia 28 de miembro do fr-
renle auno a prela Isabel, que fui escrava da .M.i-
noela iln Inspector, e depois do Sr. Santiago, prora-
radur^inuradur na rua da Praia, a qual lem u* sig-
11.o-- seguinfes : alia, bem feila de corpo, ruto
redundo, cor muilo pela, anda sempre iiuiilu
apressada 11.1 rua ; levou vestido roso de barra cora
pintas brancas, saia prela e lambeni panno prelo i
levou tambem um laboleiro enveruisado em que
andava veiuleudo bolas; coslumava a ler roupa fon
o lalvez mudasse de vestido: roga-se, porlanlo,
aiiloridades com pelen le e pessoas do povo asaa
captura, ea levem rua da Crui n. 3.1, quo sero
recuinpensados.
Attengao'.
Anda contina andar fgida desde o dia 12 de
iiovcinbro, a mulata ile nomo Bernardina, que re-
presenta ler de Vi a 40 anuos de idade, com os lin-
n, scguinles: cor alva avermi-lhada, rosto coru-
rido, naris grande, olhos um lano pequeo*, ra-
dios crespo, lem baslanles manchas de panno le-
lo corpo, hiatos e cosas, altura regular, um lano
chcia du curpo, c lem as mos trmulas quando pe
em qualquer rousa ; levou vestido lirancii, chale
.le quadrus enramados c rosos, sapinos de couru, um
panno de I i.i encarnado e di anco, e mais akuiua
roupa ; a dila eterava liefilba de tioiamia, ela lem
.1 luu 11 prenle, e jii por llvezcs se lem vislo audar
por hi, e em Cruangy anude lambcm lem prenle*;
portaulo, roga-se as autoridades policiae*. capilile
de cimpoJJou qiialriiier pessoa ilo povo, de ippn-
hende-la e leva-la 1 Camhoa do Carino 11.38. |r-
meiro andar, ou i rua da Cadeia do Santo Anloui
11. 2-1. primeiro andar, que se jdar.iimiiiu boa ^ra-
li licaran.
Xo dia 2(i de jnlio prximo pas-
udo 'ugio de bordo do patacho nacio-
nal Espadarte, entao fundeado nopurlo
do Rio de Janeiro, um escravo pardo-
escuro de minie Cv filio, idade de l"> ali-
os, 11 111 n-.-il da Capitana, teui no peito
tuna tiianiii'iila Justante grande, fallt
tun pouco vagarosamente, e levou vesti-
do calca de ciscado e camisa branca- E
como se suspeitu que tenlia viudo para
esta cidade tntitiilaudo-se forro, se i-oga
us autoridades a sua apprebensilo, e qual-
t|tter pessoa do povo que o capturar te-
cebera' ljoa gtatilicaalo, entregando-"
na rua do Vigario n. 19, segundo ailar,
escriptorio de Machado & Pinheiro.
Ueappareccraiii na fumlicod'Aurora, na noile
de 19 de agosto, os prelo Miguel, Anela, idade li
anuos poiioo maisou menos, eslalura reun.n -er-
ro do corpo, rosto marcado de bejigas; Manoel. Coli-
no, idade 30 auno, bailo, um lano ebein do corpa,
levou calca de riscado d'algodao, camisa de madapo-
ln, bonete, chapn de sol, ambo fallam descanfa-
do, e nilo leem barba. Sup|K"ie-se lerom sido srl"1
liilos : roita-se a quem os apprcheinler nu dellc* Ir
ver noticia dedirigir-se a mesma fuudiciVi que Uta
bem recompeiisado.
Uo abaixo assiguado, fuitiu no dia l.'l do cr-
renle, um escravo, crioulo, de nomo Ignacio, leni o
illicio de carreiro, eslalura baixa, roslo redondo,
pouca barba, olhos Brande e alituma cousa verme-
ho*, poieiii nao muilo vive, : levou camisa e cale
de algodao azul: rogo a quem o pegar que o Iraua
10 engenho Rodrigue, na Ireguciia de S. I.ourenco
da Malla, ou na rua da Cruz du lenle n. 10, que
sor recompensado.
Sebanliiia Antonio Paes ttarreto.
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