Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02235


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Full Text
ANMO XXIX
SABBADO 1
DIARIO DE
D OUTUBrlO D/l853.
N. 221.
PEBNMRim
pnrr/o da mtbsciufcjao .
,l>*creve-se a 159000 poranno, 000 por
Id pago adianlado, e 4*500 por quarlel pago
ido, na cana do seu pruprietario, M. Figueira
ra, na praca da Independencia, ns. 6 e 8, e no
le J. casa doSr. Joo Pereira Marlius.
a F. Duprad.
o Joaquiui Bernardo Mcndonoa.
a Joso Rodrigues da Cosa.
a Joaquim Ignacio Pereira.
a Aulonio de Lemos Brava.
a Gulhcrme Augusto de Miranda
Joaquiui Marques Rodrigues.
u Justino Jos hamos.
pal
tlt
Ki'i
Balii
HartM
Paralii"
Nal.il
Aracaly
Ceara'
Marauliao
Para'
CAMBIO! US 3 OX SETEMBRO.
Sobre Londres 27/' 60 d.
Pars, 315
1 Lisboa, 95 por rento. m
KETAZS.
Ouro. Onras despalilllas 289500 I 293000
MoedasdcfiSlOOvelhas......000
ii de 600 novas......KoOOO
a do000......... WKM
Prala. Palacoes brasileiros........ j*M
Pesos columiiarios........'9"
a mexicanos........."PW
Arrees do Banco......... 10*
Descuido de Ledras.......Sal
WOTICIAS XITBAirOBimAS.
Portugal.
Hespanba
Frauca. .
Belgira .
Italia. .
Aleinanlia
Prussia. .
Turqua .
Hussia.. .
Dinamarca
30 de Agos.
8 de
8 de >
4 de
.1 de
3 de
3 de
26 de Jul.
31 de a
31 de
Austria. .
Inglaterra.
Suissa .
Sueria. .
E. Unidos.
Moxico .
California.
Cliili .
Buenos-A .
Monte\idco
. 3 de
27 de
2 de
29 de
27 de
16 de
1 de
12 de
2 de
1 de
Agos

D
Jul.
Jun.

Selh
WOTICIAS DO IMFEIUO.
Para'. 16 de Selbr.
Marniiha 20 de i
Ceara'.. 24 de
Parabiba. 13 de
Alagdas 21 de i>
S. P. do Sul 31 de Agos
S. Paulo do >
Minas. ... 26 de
Kde Janeiro 14 de Selb
Bahia.... 19 de i
PAMTIDASDOS COBMIOI.
Olinda, lodos os das.
Victoria, nasquiniasreiras.
Caruani, BonitocUaranhuns, nos das I c 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex c()rirur>, a 13 e 28.
(iuiaiina c Parabiba, segundase sextas.
Natal, quintas fciras.
DAS da semana.
26 Segunda. S. Cleofas.
27 Terca. Ss. Cosme e
DamiAo Ira. Mm.
28 i.'ii.ii i.i. S. Wences-
lao duque M.
29 Quinta. S. Miguel
Arclianjo.
30 Seita. S. Jcronymu
Presp.
1 Sabbado. S. Remigio
B.
2 Domingo. O SS. Ro-
rio de .M ,ii ii.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Relaeao'
tercas esabbadns.
Fa zenda
tercas esextasns lOboras.
Juizn de Orphaos
segundase 5. as 10 boras.
Primcira vara do civel
Ierras c 6. ao mcio-dia.
Segunda vara do ricrl.
qu.irlascsab.ao nieio-d.
i lu iili" 2 La nova as 7 boras, 17 minutos e
31seguudos da larde.
ti 9 Quarlo crcscenle a 1 bora, 5 mi-
iiuiii. e .17 segundos da larde.
16 l.ua rbeiaas 10 boras e II minutse
37 segundos da larde.
a 25 Quarlo mingoaulo as 2 boras, 49
minutos e 31 segundos da inanhaa.
PBXAMAB >S HOJE
Primcira t
Segunda
i 2 hora e 5tminulosda (arde.
3 llorase ls minutos da niaiiba.
Hilo
inuiullii ,
i Mello
.los lie
ii o B
PARTE OFFICUL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expcdlimte do da 29 dOMteaabro d.1853
(lllicio Ao Exm. presidente de Mnrnnh
ludido flear iuleirado de havcrein sido feilas
Hcicoes de v creadores o juizos de paz, para o futuro
iiuailricniu, lauto as freguezias do mumciiuo inilal, como lias perlrnrenlcs aos da villa 00 I n-
ii. Alcntara, Vianda, (iuimarcs, Irolii. Rosario e
apii ur-meriin, sein que livesse orcorrido a me-
ntir linvidadc. ,
Ao ni......Iiil commandaiilc das armas,
,i,i,, que, por decreto de 6 do concille,
nslnu ii,, aviso de 7 do inesnio incz, fui
o ruusclheiro Manuel Folizardo deSou-
do cargo de ministril c secrclario'd'csta-
iirios da guerra, c humead parajeub*-
n. Sr. Pedro de Alranlara Bellegardc
iiinioaoo se fe a Ibesouraria de fa-
Ao inesnio, Iraiismillindo por copia o
,i.,i,l,i icparlic.lo da guerra, do piiinciro ito ror-
iilc, peloqual se inainla dar baiva do servicn il
(dado ihcoiiipanliht de arlilires desla |irovincia
.io Josrdn Bsplrllo Santo.
Hilo Auinesiuu, remelleudo copia do avisodo
un-leiiola guerra de 19 do rmenle, mandando
lalxlrrer encolas de primeiras Iclras para M praca,
no* curposdo exercilo em que nan exisli-
ul.i laes esrolas.
Ao eonsclheiro presidente da reanlo,
nioan.lo que, por decreto de 6 do curenles
ifoitaduu do aviso do 7 do inesnio me/, foi
ln i, Exm. Sr. Ilr. Jos I Imilla/ Nabuco de
para o cargo de ininistro e secretario d'es-
iii uncios da juslira. lizeram-sc as nu-
i-rulillinniicaries.
Hilo Ao inesnio, conimunicando baverein si-
muovidos por decreto do primeiro do crranle,
juiics iiiiuiicipaes, lleiiielerio Jo; Velloso da
irii.i e Jos Mara Monelo da Veiga Pe.-na
:u.il i
inda.
Hilo
i ,i
II
iiniiiiiii
.,v.....I'
Araoj,
lado do
urimeiro do lerino de Naiarelli para o de Pio-oTA-
lu.e o segundodfele, psraaquella termo. Ex-
|i,lii,iui"e as necessarias cominiiiiicaees a respailo.
Hilo Ao inspector da Ihesourana de hienda,
liiiii.....ue.nulo que. segundo conslOU le a da
reinrlirlo da marinha de 3 do eorrenle, coiiccdeii-
-i'.i ilniii.-.iii que pedio Anillo FerusndesTrigo de
lioiiciro. do lugar de porleirode conladorlade iaa-
nnli.i ile-l.i |iinMliei,......omeoil-M para en* tusar
CMUOS respeclivna\enefniefllOfi a Manuel Antonio
remandes Trigo de l.oiireiro, (00 deve pagar na
rereJiciloria de rendas Inlemas, vala di ola que
muelle por copia, Importancia do sello e direitoa
i.....-i.....denles ao veneimenlO que Icm de perre-
ber. bein dos emoluinenloi perlencenles aquella
repartidlo.
Hilo A" inesnio, transmittindoo aiisode iim.i
lena, -ol u. li, na Importancia de 50WIOOrs.,sa-
i.ul.i (irla lliesiiuraria de leiend* da provincia do
lli.i-lii.iiide-do-Noile. sobre a desla, c a favor de
Miguel Beneiides Seanra de .Mello. ParlicJpoo-
c ao Kmii. presidente daqaella provincia.
Hilo Ao mesmo, rommiiniraiido que, por ll-
nelo de Ii do correle, segando eonslmi duaiiso da
nema dala, foi nomendo o Emii. rnnselbeiio lu/
Pereira do Cauto Ferraz, para o cargo de ministro e
terciario d'eslado ilos negocios do imperio.Iguacs
iiiiiiiiinuieaeoes se li/eeam ao referido inspector, -
i'iia las noinoaees dos Faiiis. vlaconde de l'ara-
ii i i -1 i. 11,, Antonio Paulino Limpo de Abren,
rule rara ministro (|e estrangeiroa, e aquello da fa-
rendi, e presidenle do conselho de ministros.
tillo Ao mesmo. inleirando-n de que.poravi-
hk ila repartirla da fa/enda de 29 de agosto ultimo
i Mocil
provincia
ilr Cimpa
Mulioi,,,
rod Ara
ente,consta que os diputados por esta
Sebasllaodo llego Barros, Jonquini Piulo
, lianciseo Ca los Ilralldilo, JeroiiMilo
i Kiguelra de Mello, Jos Tbnma/. Nabu-
Jo, JoflO Jos Fcrreira de Aguiar. I-'ran-
ri eicl Sionleiro, Antonio Crrela Sera, e Francisco
e Paula Bapllsla, receberam notliesoara Dal.....l-
qoinllade tKWWOOra. cada un, romo ajodasde
relodc klaevota, na pritueirasess.vu da nona le-
lii-laiin.i. e o Ilr. Antonio Coelho de S eAlboqoor-
Me, na Parabiba, onde era residente.
Hilo Ao mesmo, reinellemlo por copia o aviao
>t.i reparlieaoda jusliea de 2 do eorrenle, reconi-
iiieiiilandoque ,e enve aquella reparlieo luyo que
lera.......leveniriodc IH%2 a 1853, nina demons-
li.o'iu ,1o que se ds|HHldcu por conla do ministerio
,la jusliea, durante o referido exereieio, sendo a
I.....lila dciiHinslr.ic.ao, organisada segund......10-
ilelo queaeoiupaiiliou nutro a\iso, datado del.* de
ileiobrodel819.
Hilo Ao meaiBOi inteirando-o de lia\er ocom-
tn unanle das armas participado, que no dia 98 do
i irente, fallecer o alrererarcnnadnAntonio llcr-
liardino dos liis.
DitoAo jui/ relator da junla de jusliea,Ir.uisiuit-
luiilo para M'reiu relatados emscssu da mesina jun-
la, o. proee-sns \eiliaesfcilosao.ilferes do meioba-
lalbao do Geera Antonio Jos N'idal de .Negreiros,
e,ms soldados Francisco Antonio Pereira, Manuel
Raimundo da SImic Luis Manuel Pereira de Bar-
r", piTlenccnles ao 8.- balaroflo de imranlaria.
l'arlieipou-se aos F'vms. prcs^dciilcs du Ccar o
Magnas.
DitoAo inspector do arsenal de marinba. corn-
iiiunicandu que. por decreto ae6docorrsulc.se-
gundo consln deniiso de 9 do niestno me/, foi no-
meado o I 'ue. Sr. Peilro de Alcaulara llellegarde,
^sira servir interinamente o cargo de ministra e se*
irelario d'eslailo dos negocios da marinba.Fi/c-
lain-se as nutras comniuiiicaeoes.
HiloAo inesniu, para com sua informaclo ba-
lulilar a presidenria du modo, a poder lalislaier o
que se exige no aviso que reinelle por copia cerca
ilo-iequcrimentos que lainbcm remelle, de Manuel
Joaipiunda gilva Ribeiro, Antonio di Cosa Heao
Monleiro c Eduardo Freilerieo Banckrs, pediudo
lireneii para corlar madeiras
HiloAo director das obias publicas, duendo
que pode lairaro terniu de recebimento deflnitivo
ila otra do 13.- lauro da estrada do Po d'Alho. cer
lodeque, exjiedc ordein ao inspector da ibesou
rarlldafaunda provincial, para ppgarao le-nec
liso arrematante Antonio Francisco Paos de Mclli
Halieto, a importancia da ultima prcslaeo a qm
leindireilo.Ncstc sentido olllciou-sc ao mencio
.....I" Inspector.
HiloAn mesmo, rccomnicnilando ocxpeiliccao
de-uas ordena, par que por aquella reparlico
jam orados os conrerlos de que precisa a robera
'le un dos arma/cus daalfandega desla eijlade, dc-
M'inlon eugenlieiro nomeailo para esse lim cnleie
dei-serom o Inspector da mesma alfandega.Com-
iiiiiim iiH-.e a esle.
Hilo Ao commissarin varcinador provincial,
"imiiiiuniraiido que, por aviso da reparlicio da fa-
'cila ilc :m de agosto ullimu. foi declarado nilo
proceder aduvida |ior Smc. apreaenlada, acerca da
liibicao de allcslado de frei|ueiicia,visloquc scnic
Ihaileduvida se ada resolvidapela ordeuiu. 151 de
I-de oulul.ro de IHI7.Igual roinniuiiicar,ao se foi
Mu-ouraria de fa/.ciida.
Hilo-v\o presidenle da conimissilo ilc bvgieuc pu
lea, ili/"eu,i que, segundo foi declarado em aviso
da reparlieo do imperio de2 do rorrele, m deve
o.provedor da snde fn/er liarte d'aquclla rnniinis-
' qii.iinlo for especialmente Horneado.Coinmu-
en-ou-M> ao mencionado pro\edor.
"iliiAo inspector da Ibesouraria da fsicmla
trincial, devoivcndo o roquenmcnln c mais
l^lieis. i.-iaii',,.- ao pagamento de ordenado que
l*lco professor de grammalira latinada villa de
Wtraast padre l.ui/ Carlos Colbo da Silva, lim
'que a vista do sua iiiformaeSo mande Smc. ell'ec-
'"'Tee |iagamcnlo.
HiloAo mesmo, di/eudo quo pode mandar i n-
''Karao \igarioda fregiBia d'Aguas Bellas, Ma-
""el l.o|ies Rodrigues do Barros, de|iois de prestar
elle ii.inea idnea, o emii" de rs. que pida lei do or-
'.'iineiiio ligenlc fui volado para os reparos deque
precisa a malriz d'aquclla freguc/ia, visto nao lia-
ver uiromenirnlc na cnlrega dessa quanlia, sc-
giuiilo Smc. declarou em sua informacilo.
"do Ao mesmo, ditendo, a vista de sua infor-
macao, o do parecer do procurador fiscal daquella
Ibesouraria, que pode aceitar o lauco de 67.55000
rs., que, segundo consta de seu olllcio de 6 do eor-
renle, oflcieccu lialdino Juan Jaciulho da Cunda
pela casa lerreasila em Sanio Amaro, a qual foi
adjudicada a hienda provincial pelo sello de be-
ranca de Jos Ramos de Olivcira.
Portara Ao agente da compaubia das barcas
de vapor, para dar transporto paea a nrle, com so-
goraiiea, no vapor .San-.Snlvailor. ao dcserlor do
corno de iiupcriacs mariiibcros, Agosliiilin Soarcs
da Rorlia, quesera enviado para bordo do mcsiiio
vapor pelo comuiandanle da cslaeao noMil. Di-
leiroii-se a esle.
Dita Ao mesmo, recoinmendando a cvpedielo
de suas ordeus, para que sejam transportados com
egoranca pera a Rabia, no vapor San-Salvador,
leserlores do briguc de guerra britnico Sfar
II. 11,ni .i,',,. James Marplir-rsonc, W, S. Iloore a
rom entregues ao cnminandanlc do referido bri-
gne, oh an cnsul do S. M. Britnica naqiicll.i pro-
vincia, rnrreiido as desperas de transporte c como-
donas sulado ingle/, eslabelceido nesla cidade. taiinmu-
uicou-su a esto consulado.
- <-
COMMANBO DAS ARMAS.
Quanel general do eomsnando daa armas de
Pernambuco, na cidade do Recite, em 30
de seiombro de 1853.
OBJDEM DO DIA ". .
(I ni.ireclial de campo eniinnandanlc das armas,
publica para ronlieciineiiloda guarnieo c devida
obwrvaucil, o aviso circular do minislerio da guer-
ra de 19 de igualo ultimn absjxo Iranscrlpto, que por
copia Me fui Iransmittido pela presidencia desla
provincil em dala de lionleni.
(I mesmo miredial de campo delcrinina. que na
ni.lid, i do da l'de oulubro se posee revbl de
ni'islra ans rorpos do excrcilo aqu existenlcs. cm os
seos respeclivos quarleb pela ordem seguinle :
As Ii horas o lialallniu n. II de infanlaria ; as 7
os balallies segundo e nono da mcsnia arma, c os
rerrul.is em deposito no quarlel do Hospicio ; as 8
a loinpanliia li\a de caxallaria ; asH 't a de arlili-
res ; c iin,,hunde as 9 n balalbao quarlo de arlilba-
ria a |i.
Circular.Rio de Janeiro. Minislerio dos negocios
,1,, guerra 19 de agosto de 1853.
Illm. Exm. Sr.Ileleiniinanilo S. M. o Iinper.'i-
lor que em lodos os corpos do oxercilo em que nito
Bxislirem aluda escolas de primeiras letras para as
pnces de prel, sejam ealabelecidlS, assim o declaro
V. F^xc. para que a faca pelo que respeita gllaf-
nicau dessa provincia.
Dos guarda a V. Exc Manat Felisaradt
Souza r Mello Sr. presidente da proviucia de
Pernainlnicu. Assignado. /ot Frriiatiilrs ilus
Sanio* 'rreira.Conforme.Candido /sal Fcr-
reira, ajiiiianlc de ordene, encirrogldo do delalhe.
dina o celebre Duelos, prova que aquellos, que mo
lecm carregadn e oceunado o seu espirili
poiilivo das leii. sao de todos os liomcns os menos
INTERIOR.
BABIA.
Segunda e ultima resposta do Exm. e Rvm.
Sr. arcebispo da Bahia ao Sr. Di. Jcro-
ymo Vllella do Castro Tavarea,
Illm. Sr. Dr. Jtronymo I Helia de Catiro Ta-
raren. Com a carta particular de 30 dejunlio ul-
timo, que V. S. leve i bondade de escrever-roe, rei-
lerando os lenlimentoi de sua csliina c cnnsiilera-
e.lo para couiign, leeehi igualmente lies iniinernsdo
/.ibera! I'eriinmhiriino. onde lcni liansrriplas,
em forma de carta a inin dirigida, as uhscnaeors,
que V. S. me Indi i anniiuciado c promellldo na
sua estimada leo do dito me/.
Tendo, a meu ver, salisfeiln a obriglfio quo me
Incumb! de sustenlar asdoiilriuas eununeiadas na
minlia resposta an padre llocba Vianiiu eeoniesla-
laspor V. S.. quil largar a peiina, c nilo proseguir
nina disrussfiu, que, com quaulo puraniriilc scieu-
liliea eilesuniino inleresse, pareca ir ja lomando
mu carcter hostil, que nao poda fa/er honra iieni
ii mim, ii, ni a V. S. Todava, vendo que
algum
amprelieii
lomadas
lure/.a da
coiiYiceai
doulrina
las minlias proposlrtiei nao forain be
idas, c que do sentido, em que lulo sid
ndem resultar ju/os pouco ravonvelsil
liiiliasiulcnees, e boa f c profiluda
com que hci sempre prolessado igniel
Torca be cansar anda una ve/ a alleueao de V. S.
edo publico com algunun rouexoaa-
E, eoinecaiido pelo que me diz pessnalmenle res-
peilo, ajsevero a V, S. que esto enganailo. qnando
suppoe que cu fui o pruvoeidor da prsenle ques-
illo ; nao, cu apenas respond a consulta de llm es-
ludantc dessa aeadeinia, seui fallar, nein pensar em
\. S. .com quein naolinha rclaees llguilles, per-
suadido que o nao nllendia. c que ruinpi i.l mil de-
ver, re-pouilendonusipiesilos dopadee Itoeba Vian-
na, como leubo feiln a nutras inuilas pessoas, c al-
gumis de eminente mner, que me leem relio a su-
bida liniiia de consultar ininlia opillifiO, sem duvl-
da pela falsa idea, que formam, de tlenlos, que
nao posstio. Mas V. S. enlendeii que cu o pggredia,
e dirigiu-ine a sua referida caria, que me collucoii
no imperiosa neceatidede de aceitar
duelo mi cmbale, que anda rbainarei desigual
podendo-se-llic applicir alienta a dcbilidadc das
miiibas forras a pilcase do pico Latino. Impar
congrtttnt. tckfUt,
E cuino n.io pensara cu assim, qiando V. S.
mi>sino, ostentando a Torca o o hi illm das armas, de
que se ach munido, ronfeni ene lem feito nin es-
ludo aturado nobre os ionios mais inlrlncadot, so-
bre w gHM/Ats mais dlffictit e momrnlosiis dessa
srienein, pela i/uul lem subida predileerilo'f Jm v,
pois, V. S. que n.io Ibe ti/ nciiliumu injusliea, qnan-
do maiiileslei o bem fundado reccio de inedir-me
nessa Importante discussao com nm ISo poderoso
eoiileiidor. lmilarei o excmplo de V. S.
que prometi melca do padre Rocha Vianna, c sii
de passagem observarel que o Julio que V. S. delle
faz ebamando-o ineilinrrhlaileeonlieeiila, roniquau-
lu eu o nao subscreva, me eiicbeu de siimmo pra-
zer, ponpie, amigo, romo son das lellras, nao poa-
sodeixar de coH^ralular-mc pelo progresso dos cs-
ludos dessa academia, quandu nm dos melhores e
proprios para o governo.
Nao Icnlia, por lauto, V. S. reccio de que o pro-
motor publico o acrusc, cmquanlo V. S. no seu
magisterio, nao ullrapassar essas analvses ra/oaycis
das leis existenlcs, que a prupria Icllra do rodigo
criminal cxpressoinciile peimillc noS3.- do artigo
9.', e do qual nao san isentos nem os un -nm- prin-
cipios c usos religiosos.
Dc|Hiis deslas observacocs preliminares, julgo
desneressarin orcupar-mr ruin a distiucjao, que V.
S. faz enlre direilu cannico o rcclcsiaslico, dislinc-
Clo, a que me nao opponho, com quaulo ella nao sc-
ja seguida |Mir muitos ranonislas, como se pode ver
no diccionario de direito cannico de Diirand de
M.iill.iiu- ,n I. Druil eunon. Orvil ianonit/ue, c no
miiilernissimo Iraladu de direilo cannico do Sr.
oiii.i, que, na secc. 2." cap. I." pag. 51 o srgum-
lea, cxpAec examina as ditersas drlinic/ues, que os
autores bao dado a esta scicncia. O que nao posso,
porm, acallar he a appliraco que V. S. fai, quan-
do diz que cu argumeiilci do modo, que ciilendo
quo os cousas dexcm ser, ou dc>re evnstiluenilo,
c V. S. do modo que provoii, que ellas o sao c.....os-
opai/, ou afijare constiiuto.
Os que lixerem lido a niiiiha respnsla hilo de rc-
onlieccr, quo V. S, nao me fa/ nisloa devida jusli-
;a, poisque, declarando en quo linha chamado a
quesillo nos principios geracs da scicncia, sem at-
iende! multo lellra do cdigo e oulros leis vigen-
les, acreeeeulei logodepois l'erei se posso ulili-
siir-ine, em /mor da eausa, mesiiiiK le.ilose leis, em aue V, S.deseobro ar-
mas pura cmbale-la. Licio bax-lo conseguido,
claliez que, na ronlinuavAo do dbale, eu posea
aind,.....istrai que mo me desviei do cspinlo das
leis riladas por V. S.
Passando j.i aos pontos da nossa controversia, nlo
posso deixar de queivar-me de que \. S., reprodu-
ziiido por diversa forma a mesma doulrina da inde-
pendencia dosdous poderes, que cu nunca conles-
Ici, 'nidia, sem pensar,cxpor-inc a serias c graves
suspeilas. Sim, qucni mo conbecer bem os meus
scnllmenlo- de lealdade, c ohsenar o empeuho e
afn, rom que V. S. procura sustentar a indepen-
dencia do poder civil, pondo cm ruiitribuicao a Sa-
grada Esrriptura, os padres c autores profanos, c
IstOu'uiUiepOCI, em que OS espritus so nrbaiu prc-
oecnpadoe eoM inaovacfleae refnnas peUllea*, en-
tender lalvcz que a patria rorro ilumnente perigo,
ou existe ilgum plano clerical ou ietatri'lla pa-
ra r.....lar nina Iheocracia sobre as ruinas da cous-
liluieao du eslado.
Concordando en perfeilamenlc com V. S. sobre a
llicoria da independencia dosdous poderes, que ne-
ceasidade havls de dispender lana erudieto, como
so eu duxiilasse dessa doulrina ?
Mas diz V. S. queo a igreja Irahalba, ha mili-
to lempo, por estender a sua auloridade sobre o
temporal, firmada no principio, por mim nbracjdo,
de quo se nlo deve perder de vsia que as rclaees
dos dona poderes rapooaan sobro a baso do direito
divino, o Ora, Sr. Dr. Vilella, cui que lempo, ou
em (pie paiz oslamos mis? Pois iide algiiem dizer
hoje seriamente que o clero do Brasil Iraballia por
eslendcr a sua auloridade sobre o leinporol, este
mlseravel clero sem prestigio, sem consideraran,
que, como V. S. allirmn, se ordena de presbx le-
lo mal sabe Iraduzir olalim, este clero pobre,
que todos os anuos so aprsenla s portas das cma-
ras a pedir lima tjsmola, sem rereber al o presente
unir resposla que DtOt o/aroreea (Ij? Piale
este clero, assini dependenle c aballo, nulrir pen-
samenlos do dominarn, ou aspirar a auloridade
lemporal E que principio be ene abracado por
maisdislinclos alumnos du seminario archiepisco
pal, que nao be dos pebres do imperio, nao passa
.du de urna mediorriilade eonlieeiila ; e, porlnnlo,
u,lo possoadmillir o Irisle prognoslleo, aventurado
por V. S., do delud.inmuto e innrle da mesma aca-
demia, cuja respeilavel rnugrrgarao c sen bene-
mcrilo director consagro a niaior vcneracilo, o mo
creioqlieo paiz queira privar-se dos valiosos servi-
coa, que ella Ibe lem constantemente prestado.
E sem seguir passo a passo a ordem dasobserxa-
rocsoTferecidas |mr V. S., julgo ser aqui o lugar
mais iipporluno para explicar o sentido, em que cu
disse, que V. S. devia desprciider-sc un pouro do
apego ao texto e lellra mora das leis, n que fe/ rrrr
ii V. S. que cu oaronsolliaxa a que rombalesse a le-
gislac.io vigcnle do paiz, e al a ensillar a seus dis-
cpulos o contrario do que ella prescreve. Pcrdoe-
nc V. S. dizcr-lhequc inlerprelou muito desfavo-
ravelmenle c com bstanle injusliea as nvinhas pa-
lavras, e mesmo que nao atlendeu bem a po.ieao ,|e
iim Ionio na cadeira, que V. S. arlualmenle oceu-
|,,i. Umadvogadn c timjuiz devem por rerto cin-
gir-se cm todo o rigor lellra da lei, ou, para ser-
vir-mc da Wprsalo de un judicioso escriplor, cl-
les no podem deixar o regua e o cnmpiisso, appli-
, .un,,-,,- sem eessar ao fado, ou objeelo da lido.
Eslora no mesmo caso um lenle de direilo 1 Parc-
ee-me que nao, c que, sem oHcndcr o respeilo c obe-
diencia s leis em vigor, elle podo e leve indicar
suas ni|erfeic,ues, suas antinomias, o meio de as
concillar, e coordenar de um modo adequado ao
progresso das luzes c s uecessidadcsjJo pan.
Enlendo que qualquer eidadn lem o direito de
emillir suas ideas sobre os defeitos da legisliirft.ii,
que, sendo obra humana, c muilas vezes filha de
rircumstaiicias, nao |Kle deixar de os ler; quaulo
mais um lenle, cuja missn he preparar e adestrar
,,- jov .ii-. que um dia devem orcupar os allos em-
pregos de legisladores c esladislas, a quem inriinihe
fazer ou execular as leis.
Eis-aqui o sentido, em quo eu oose acoiiselhar a
V. S. que se desprendesse um pouro do escrupulo-
so res|ieito ao leito ou lellra mora. A experiencia,
(Micelio, a que V. S. se refere nao be met, mas
de Gtorgtt l'hillips, que V. S. justamente qnalili-
ea de autor de nnla, limito e dlslinclo .lllemito.
Esle eacriplor be quem di/ mal claramenle que nao
se deve perder de vista que as rclaees dos dous
l'oderes repoiisam sobre a base do direilo divino ;
lereseciil.iiido que esla considerac.lu d ao poder es-
piritual, ape/ar da independencia reciproca de um
c de oulrn, una milito grande superioridado sobre
a auloridade lemporal (3). He evidente que neslas
palavras n.io prelcndeit o sabio canonista subordi-
nar o eslado a igreja, mas su mostrar o carador cs-
perlll de cxcellenria c de grande/a, que Ibe courc-
reiii aorigem oobjeclodesoa missiio celeste, e que
os maiores c mais poderosos mouarchas siio os pri-
inelrns a reconhecer, hoiirando-se do Ululo de scus
lillms piimogcnilos. V. S. ha de estar leinbradodn
una passagem, que ellel, do grande Bussiicl, olido
elle ensilla ao proprio herdeirodo Ihrn.....lo ahsolu-
lissimo l.uiz A IV quceiu lodasas nutras colisas
o poder supremo da a lei c marcha adenla como so-
berano, masque nos negocios coclcsiasl icos elle rulo
tai sendo auxiliar e servir, segundo as palavras de
nm auiigu ii'i de Franca fantulante, m deeel. pa-
leante lbja_
uusemolhanlc doulrina, araba de
por um dos mais insignes |iubliris-
dias, u Sr. Ilalmes, que a unirte mu
Ble i mi lmn as ledras. .Na sua lo grral
la e applaudida obra O Protestan-
iimpiirudo no falbolieismn dil osegnin-
A separacao dos dous pulieres lemporal e es-
piritual, a indrpendciiria dcsle relativamente aquel-
lo, a ilisliiircau das pessoas, em cujas maos elle re-
side, lal ro nina das mais |>oderosas causas dcsln li-
ben!.,,lo,que,dehaivi deformas diflercnles de gover-
no, be o romniiim apanagio das nacOes enropees. Es-
!> da Independencia do poder espiritual,
que elle be em si por sua Miaren, sua
nrigem eseu lim, lem sido desde o principio da
igreja comu um aviso perpetuo, Icmbrando que as
faculdades do poder civil silo limitadas, que ha oh-
ilcncic," jeolos. nos <|uaes elle uo |h'h1o locar, casos, em que
0 lioincni pode e deve di/er en mo te obedere-
rti. :t
De ramiribo observarel rom um dislinrlo cauo-
uisla nutra ,!,il,,ei,,.i cutre os dous poderes, ., Be-
ber, que o poder lemporal he, sem a menor duvida,
incapaz de excrcer o |H>dcr espiritual. Niugiiein di-
r, porein, que esle nao possa excrcer o lemporal.
especie de premaliirai
inenlc elogi
/
le
te priue
alom do
nlo eslou engaado, parcec-mc que X. S
tratando de nutro ponto de nossa queslfui, di/ que,
se esla einiTro, lem a consolaran de que erra rom
mu autor lao ahalisado, como (leorges Philli|is. Eu
seguirei, pois, nesla parle o sen cxemplo, edlrel
que, se eslou cm erro acerca desso principio por
braeado, tico inui eonaolado errando com o
Bussuel, H.ilnm-, Mouta-
anlicns c noves csrriplo-
leixo de cilar ; e lalve/eu
se applicar a esle brilbanle cortejo ilc sainos
Imefra ordem a bv |ierbolica expressilo do
me-.....C
Icmberl,
re', qi
pode-
.la p.
, Phillips,
ioiIio. mullos
brevidaile
,1,11
rom Platao, do
iinmio, que antes queria errar
que acertar rom oulros pbilosophos....
Agora advirlo que a arcusacilo, feitn por V. S.
igreja, de Irahalhar ha niuilotenqHi por estender a
sua auloridade sobre o lemporal, uiio poder refe-
rir-seao clero do Rrasil, porque, cm verdade, seria
isso urna injusliea, para uiio di/er, escarneo indig-
no da eravidade c bom senso, que cararterisam a
V. S.
Quero antes |iersuadir-mc que esses tiros nilo se
dirigirn! i ncnbuina igreja particular, mas gro-
ja principal, ao rcnlro do poder erelesiaslic.
para offerecercm meu lugar o lesteiiiunho de um es-
criplor bem moderno, qucsu|q)onhoser leigo, e nao
suspeilo de ultramonlanisnio : lal he oSr. Maller
ua sita I..-1 la historia dasdoutrinas inoraos e polti-
cas dos tres ltimos sccnlos, que descreve do modo
seguinle a conduela esclarecida c circumsjMjela dessa
curte romana, objeelo anda boje, de laidas derla-
macAese invcclivaa. n Nenhuina iuqiilclar;ao mais
causn esta repblica poulilical, que. ao passo qias
manlinha os principios de iguatdade reliciosa o li-
berdade moral, que ella dea no mundo,linha,desde
muilo lempo, ioslo sua frente......nonarchainfal-
livcl rodeado de urna arislocracia sacerdotal. E-la
repblica universal,a igreja, que outr'ora derramara
sobre a Eurupa lautas innovaroos, lautas ideas; que
linha lanas ve/es upposlo .,- violencias da forca
brtala santa inllcxibilidade do principio o do direi-
lo ; que linha por lano tempo servido de Charla o
de Consliluicaoao mundo barbare, eslaru agora re-
duzida a currar-sedimite de simples umnarehias,
inda quandu nilo presididas por um l.ui/ XIV. A
orle de Ruma nao podia iuquielar ninguem dc|Hiis
que ella eulrou nesla via do Iransaecoesc resisten-
cias, de amcacas e negociscoes, que lie a poltica de
una civilisarA avancada, e na qual a servia com
lano esplendor a sabia rompauhia, que ella linha
rrcado para oppo-la ao progresso iudelinido, que sa-
bia dn rcnasciinenlo. o E a igreja ueste eslado po-
der seraecusada de ambiciosa e usurpadora '.' Jun-
lemos anda oulra auloridade, lalvcx mais compe-
lenle, a dc-se magistrado, nijn opsculo, pequeo
no volume, mas grande as ideas, forneccu diversas
cilarcs miiiba resposla. a Crila-sc contra o espi-
rito de dominacao, contra a uvasao do clero. Ajas
mis pcrguulamos, quem lia que possa ciiganar-sc j
neslc porliculaa? Quandu beque o clero foi mais j
pobre, mais modesto, menos dominador a lodos os I
respeilos, do que boje? Em Roma ha mais de um
secuto, que mansidau Que |Kinlilices 1.1o assusta-
dores como lenlo 11. Clemente II, Pi (i.-, Po 7.-,
Lelo 19, Pi 8.-, (iregorio 16! Se volvemos nossas
vistas sobre a Franca, que episcopado c que clero
rnais simples, mais evanglicos, mais nacionacs, que
o episcopado e o clero francez! Que invasores,gran-
de Deus !.......N3oha porlanlo a rcs|icilo do clero,
assim como a respeilo da rcligiao, senilo prevencos
c prclexlos (I)
He juslira cnnlcssorque nngucm eslabelere prin-
cipios mais silos e legtimos, do que 5'. S. aceren da
independencia dos dous poderes, e do reciproco au
vi lio e prolccean que devem prestar um an outro
mas quando desee as opptiraces ou consequencias
pcrmilla-me d/cr-lhcque vai de lal sorle decom-
pondo e sublilisando a auloridade ecclesiaslica, que
o resultado desse processo be a quasi completa ah
sorpeao delta pelo poder lemporal. rjWM0,dix V
S., que entre ambos os poderes espiritual e lempo
ral. alias soberanos, ha una eerlu dependencia in
directa, ou para me e.rplieur mellior, neeessidade
de mutuo auxilio e soeeorro. Vejamos se he igual
esla independencia indircclade cada um dos pode-
res, soberanos eimlepcndcnles, ou em que consiste
de fado o rcriprocidade de sua Influencia e auxilio.
.Nilo lia nada mais essencial jurisdicc.lo da igreja
ito quo definir dogma e exigir a rrenea de seus li-
Ihos. bem como Ibe pertenecen! toda a sua ploiiilu-
de o poder disciplinar, que ella exerec pelo seu or-
go proprio, que he o episcopado 21. Entretanto,
pela llicoria do Regio l'rasme, que sujeila ludas as
hullas o decretos pontificios, quer dogmaliros, quer
disciplinares, ao previo exame do poder civ il. liea
este legalmenle habilitado para inlcrpor um Julio
sobre a conveniencia das iloulrinas da igreja. con-
forme as opinirs do lia ou do espirito, que domina
o governo ou o parlamento, c queso muda rom o
pessoal. e, por ronseguinle, a suspender ou suppri-
miras mais Importantes derises do poder c-piri-
lural, E para niio mencionar senSo fados domsti-
cos c de recente dala, su leinbrarei que entro mis
deilou de ser publicada aoncyclira de l'io 8.-, que
coiidcmnava as sociedades secretas mo menossuspei-
em religiiiu du que cm polilica, o, o que he mais
liara admirar, o breve de (iregorio 16, que determi-
nara preces pelo eslailuanarchicn un sv.slenialaiuen-
tavel da igreja ilollespauha.soba omlneeadietadora
du Tamigcrailo duque da Vicloria, breve que. pro-
mulgado e exeruladosem neiilmma conlrailicean em
lodo o inundo calljolico, e no seio da inesina Hes-
panba, e em virludedo qual,&egiindn a tocante ex-
pres-ilo dn Sr. de Moiilalomheil, oraram a Dos lo-
dos na ealholirns desde o (auges rico Daiiubio.mlo
ublevc un Brasil por motivos queigunro, o benepl-
cito imperial.
Nilu be menos doloroso o contraste que oITcrecein,
com a independencia e llberdede da Igreja, as ap-
pellaenes eomoile abuso,ou recursos aeorda que, na
opinl.io de Flcurv, citado na niinha primcira res-
posta, acaharam de arruinar a jurisdireao ecclesias-
lica, lornando-se para os man- padres o meiu ordi-
nario de se maiitcrem nos scus beneficios, a despeilo
doshispos, ou ao menos de Taliga-los com iulermi-
naveis prncessos. Pela legislacao em vigor, se um
hispo suspende um sacerdote doexereieio do suas or-
deus e.r-infrmala ou por motivos que nao se po-
de, nem conven) sujeilar a um processo, ou se ful-
mina qualquer oulra rentara, c a prupria evrom-
miiiibo maior, um recurso iulcr|ioslo rora e a-
eeilo pelo compeleiile Iribiinal, produz o elleilo
suspensivo : o padre continuara a celebrar zoin
bando do seu prelado, c o excommuniadu poden
commuiiicar livienienleeom o resto dos liis. Ou
11 ii'ni a. se u jui/ reenrridn nao cumpria a ilecMo da
eoroa, era punido coma oceupaeaodas lemporatida-
dese mesmo dcsiialiiralisaefto, penas mili graves,
mas de alguma surlc honrosas, (1 Soberano tempo-
ral rogava ou encommendava por Ires vezes., auio-
i i,lado espiritual que lizesse eessar a pretendida vio-
lencia, c quando ella repugnava, sulilraliia-lhr, co-
mo cm represalia, u que llic podia tirar, islo be, as
vanlagens c regalas temporacs. Moje, porm, cm
virlude do regulamenlo u. 10 de 19 de fevereiro
de 18.18. arl. II e scguinles, he aulorisado ojuizde
direilo a etecutar as scnlciic,ns, que a auloridade ec-
clesiaslica nAoquizer cumprir, e, por coiiseguinte,
assumimlo o|HHler das Chaves, desligar o sarerdole
da siisperisao, e o exeommiingado da censura, o as-
sim B respeilo de qnnesquer uniros direilos dos re-
correnles queixosos, licaudo por esla forma depri-
mida t dignidadepastoral, eufraquecida sua forca
mural, e Iriumphanle o cuino, acuberlado rom a c-
gde da proleccilo das leis.
Nao pense V.S. que cu eslou improvisando, ou
figurnndu livpotlicscsqnc niinra selenhain verifica-
do. All oslan linda bem rccenles.faclos mu i doplo-
raveis, ile quceu Tui leslemunha oculac na provin-
cia do Para, dos quaes por brevidade s rcTerirci o
ultimo, e o mais eslrundosu. lu religioso da lerccira
ordem da penilcnria de Lisboa, lAodevassoc escan-
dalnso.queal foi v islo com Irajos de mullierem or-
gias nocturnas, e que dovas.idfto junlava a impic-
dade, prnTeriudo no palpito proposiees herticas
ou suspeilas de heresio,linha lidOStnpenH doexer-
ricio de suas ordens c da enrommondacfto di Tre-
aue/ia de Camilla pelu veneran I hispo D. Manoel
de Al......I.i.
(aun ludo, ello orhou o mais benigno o Tavoravel
.i, ..llniii-i,i,, nos jui/es, que cumpiinham a junln da
cnriia ; e porque o /eloso prelado rerusou cumplir
as rarlas rogatorias, Toi privado de sua congrua e
mais temporalidades, e esleve a ihiiiIo do ser ilesua-
luralisado.se o piedoso rei I). Jofto 6.- nao loinassco
nrgocioa si, ordenando ao ronde de Villa Flor ihoje
luque deTcrceira'governador daquella provinris,
da liberdade. J o grande Bossuel, lamenlando es-
ta Irialo dependencia da igreja, n.io duvidava allii -
marque ludo he poslo deliaixo do jugo, c que, reu-
n indo-seo |Mider ecclesiaslicoao Ihrouoreal, a igre-
ja nan lera mais Torta do que aquella que o seculo
Ibe quizer dar.
Vejamos agora o reverso da mcdallia, ou por oulra
examinemos al onde ebega a acc.au indiiecla da
igreja que, segundos principios de V. S., deve ser
igual eu reciprora enlre us dous poderes, de modo
que um mo invada as alliihuicoes do oulro ; c pa-
ra esle lim nada direi de mim mesmo, mas cliama-
rei em meu apoin o autor da prcdilcrcao de V. S. o
muilas vezes citado Gtoratt l'hillips.
A repruvncao daminha doulrina importara ueres-
sariainenlc a delle mui expresa DO SH2 do loe).
2.', pag. 115 e segiiinles, Halando do l'lneilo Itegio
c da appcllaeao eomo de abuso ou recurso ao priu-
ripe. Pur /'/ucc/enlendc-se e direito. rovimlirado
palo eslailu, de subordinar ao seu consenso a pro-
mulgaban das leis da groja, v. gcralmentc lodos os
aclos jurisdiccinnnesda auloridade ecclesiaslica. He
de (i,l.i a evidencia que, desden instante em que
o estado Tusse inv eslido le nina semelhanle prcro-
galiva, nao seria mais an, bis/ios, instituido* pelo
Fspirilo-Siinln, mas ao poder secular que perten-
ceria de /helo o gorrino da igreja. Sendn indis-
pensaud a prnmulgacftoa todas as leis, uiio pidc de-
pender iio bom prazer de um governocxlranho pa-
ralxsar a acefto governamenlal da inreja reciisando-
Iboo direilo de piomulgar suas di-po-ieos le-isla-
livas ; poisque de oulra Tormao verdadeiro legisla-
ilor canunico seria esle poder, e delle dependera
por seu velo as deri-es dos cunclins, as de-
crctaes dos papas, que mo Tussemdoseu agrado,...
II motivo quese allei:a mais ordinariamente cm fa-
vor do direito do Pinrel, he o dever que incumbo a
lodo O soberano de prcinunir seus subditos eofllri
os ataque-, que as leis da igreja poderiam fazer aos
seus direilos ; mas nan he o Hgnal inronlcslavel da
maior deseoulianca, digamos mellior, da maior bos-
tilidade, em rnnlradicc.au tlagraule cornos prinelploa
do direilo divino, cutre a iureja o o eslado, i|ue esle
se pouha em guarda contra o poder espiritual, roinu
m caonea dictados pelo espirito de sahedoria,
c ii.'.n leudo oulru lim mais duque a lalvaelo do po-
to rhrslo, podessein invulver algum perigu jiara a
Irauquillidade do estadu '.' E lodavia chegou-sc a
suslcnlar que o l'iaeet |iodia eslender-se al as cen-
suras, c niesino ale as diluiirncs dogmaliras, aflc-
lamlo querer cxtcptua-las......Soja qual for o senti-
do, em que se turne o l'Uieet, o resultado deliuilixo
era sempre ferir a independencia, a auloridade ea
"honra da igreja. o
Veja, Sr. Dr. Vilella, que eslas palavras nao silo
miiibas, mas de um aulor que V. S. robre de elo-
gios, e parece considerar como classico na scicncia
sem que cm parlealguma para premuniroe eeoe
discpulos, uu'creca um correctivo aeslae nulras
duulriuas pur elle expendidas, alias contrarias i le-
gislarn vigente do imperio.
E n.io he elle s.i que a delcndc contra a aulorida-
de do celebro lan-Espen. Lcqiicux o oulros age
rncenle com elle, o o moderno canonista fi anees,
n Sr. Ilonij, que ao principio cilei, beainda msis ex-
plcito, sobreluilu na parle histrica, mostrando que
o beneplcito mo remonta alm do grande srhisma
do Occidente, como, com que inndlicaees elle fui
inlrodu/jdo em diversos pai/os supprimido cm
Portugal por el-rei I). Juan 2.- a in.lanrias do papa
liimicrncioK.', c posleriormenlc inslaurado pela iu-
lluencia que por Inda parle exerreu o espirito da
He for na.
ledo Ruma. Se assim he, perniilta-me V. S. dizer- I que lizesse restituir Indo ao hispo sustentado du
ranle a niqua perseguirn pelas esmolas dos seus
liis dioeesanos.e que cm iasse preso pura o seu con-
venio de Lisboa o famigerado religioso.
Herida V. S. se, ivisla deslcs Tactos, pode dizer-
se que o poder lemporal exerec urna actu indirecta
sobre o poder espiritual, indepemlenle como elle.ou
se nfto ssria mais exacto dizer-se que os direilos de
I heneplac il,,, das ao|iellaees como de abuso, e do
I padroado. de que adianto fallarei, sAo romo una
I triplice cadeia, que prende o subjuga u poder ec-
clesiaslico cadeia descoiihccida na anliguidadc
rlirisla, e que hoje mais extremados os limites do
sacerdocio e dn imperio, nao pode deixar de soffrer
I ronsderavel modilicaeuc ceder an direilo couimum
I he uue a sua lgica ncsle punto nflo Toi muilo Tel
oque a prelencao, alias muilo i........nm. dejulgar
os papas dos lempos modernos pelas ideas rcrchidas
nosscrulos auleriors, lie um verdadeiro auachro-
ni-ino repugnante ao presente eslado de illuslra-
raoo progresso dn direilo publicu da Europa.
Scr-me-hia Taril deTendcr a igreja desso sjslema
de ni' -a" ou usurpacau, quese allrihuc iudislinc-
lanienlo aos papas, ; mas desde muilo averbado de
suspeilo, como adulador da Curia Romana, |ielos a-
duladdres do poder lemporal, peco venia a V. S.
il; Neslas palavras nao se alindo de maneira al-
guma actual legislatura c gabinete imperial, que
parecein empandados em por lermo aos sOTTrimen-
los do rlcro.
(2) Uroil. Ece. (om. 2 S 109.
(31 Tom. 3/, cap. 54.
(I, De l'Eglese el de l'elal, p.i.
|2) Georgis Phillips, lom, 2.- pag. til citando
lioiolt P. de Marca Bossuet o oulros.
Meando depols ai appellaces eomo de abuso,
que sujcilameiii ultima instancia as decisesdos Iri-
bunaes ccclesiasticos. nasmesnias causas puraineule
eapirUuaca, aocnnnecimenloiloa Iribunaei civb, el-
le se exprime nos scguinles termos.'* Em van se
lenliiria legitimar esle direilo na sua applieaeau,
dando alguma sombra de garanta a Independencia
da igreja. Nem a Inhlblego finta ao juiz secular de
passar alm de cerlos limites, nem a prnclamacAo
desla mxima, que a appcllaeu mlu deve ser race-
billa semln no caso de abuso uolorio, poderiam ler a
virlude de modificar a esle reapeilo o Julio da igre-
ja. Beguramente he urna verdade, fura de toda
duvida,que neiiliuma auloridade temo direilo do
abusar do son poder; a auloridade por mais vene-
ravel que |iossa ser, nao pido juslilicar o abuso qno
dclla fazeni os seus dcposilarios. Mas o que lio he
menos iiirnnteslavcl be, quen abuso lian poderia a-
h"ln una auloridade emanada do mesmo Dos.
Depnis dealguroai nutras Importantes observar/Dea
concille o sabio canonista, propondo mcios mais le-
gtimos e cnnsenlineo para manler a reelprora in-
dependencia o mutuo auxilio dos mesmos peder*,
Instituido!, nao para se vigiaron c hostilbanro, mas
para de coiieorlu regerem o umudo nu anuir, na
conliauea o na paz.
Admira cortamente que V. S.. coinpiilsaiido a
obra de Gtorgtt PMIIipt, que llie be l.lo familiar,
n.io se convenc de que a pretendida reclproeidede
dcaccao e assjslencia enlre os dous poderes mo pas-
sa, no actual svsloma, de nina especiosa llicoria, e
que de faci a dependencia do poder espiritual, di/
anda n mesmo csrriplor, em face dn poder lempo-
ral degenera em escraridao, em nina guerra aba-
ta entre o eslado e a igreja.
iLMinra por venlura V. S. como he ordinariamen-
te halado o poder eeclesiaslicn, pur puucu que ello
queira pugnar pelos direilos da igreja, e que se, na
phrase de Saolo Ambrosio, nada he Ito arriscado
ilianlc de Dos, nem lim vorgniihoso diante dos ho-
nicns. como nao dizer livTrllenle um hispo aquillo,
que sent, sua voz. rom quaulo humilde c respei-
tosa, he logo abalada por .linearas 0 roprelicnsiles,
ou so, imitndoos apeallos, ellejulga dever ohe-
deeei niais a lieos do que ans liuinens. mo v ou-
lra alternativa que ou urna absoluta submUrto, mi
a prisao, o exilio o oulras penas gravissiinas'.'
Digam-no os bispos de Hespanba, durante o pe-
riodo, que jii ineiiciunei, sciuln una das victimas
mais illiistres do liberalismo icvolurinnariu o meu
sabio c respeilavel amigo o Sr. I). Jos Romo, ou-
Iro'ora hispo de Canarias, e boje cirdeal arcebispo
de Sevilha : fallcm us bispus do Picmonlc e us da
repblica da Nova (ranada expulses de sua patria
dispersos e buscando as; lo em Ierra eslranha, por
nao quererem acallar leis manifeslamcnlo repug-
nanles ans sagrados ranunes e disciplina rcrehida
pur loda a igreja ealholica Que doce amostra da
Independencia da igreja e proteecfo do poder civil!
Fique, entretanto, V. S. eerlu de que, locando nes-
las eapeeiea, eu mo me eriju cm censor das leis do
paiz, que profundamente res|icln, lauto mais, quan-
lu da urlliudnxia a espirito religioso, de que se moi-
Iram aniniailus us allos pudores do eslado, he dees-
perarqur. na sua sabeduria o ba inlelligcnriacoin
a Santa So. adiaran os dados necessarius para ro-
solver o dilliril problema da liarnionia dos dous po-
deros, ou centros da aiiloridide, ao mesmo lempo
unidos e di-linelus, eomo a alma c o eurpo, cada
um segundo as leis particulares da sua organisacilo.
Ahi est o Irisante excmplo da Austria, que, eon-
sullando os scus xerdadeirns inleresscs, lunioii a
Iniciativa deaaudavell nielhoranienlos cm favor da
igreja.
(I meu tunco fiiii foi, amparando-mo com a au-
loridado Irroeusivel dn canonista, que tanto apre-
co merece a V. S., c que alm dissn so lirmaem ou-
lros muitos por elle citados, mostrar que nan lie o
poder eeelesiaslieo, que invade o poder temporal, c
que V. S., elevando-so por alanos momentos al-
tura dos grandes principios, rahe inTolizmenle em
maniTestas contradiceoes, que s podem ser allri-
buldas ii iircssa rom que redigio a sua resposla.
N.io soi a que proposito Irouxe V. S. a longa tiril-
la sobre as elcicocs dos papas din ante a inris da-
le, e conTessando V. S. que os fados que mencio-
na, proviuham da oppressao, em que re achava a
igreja, ftibjiigatla pelo poder temporal, deshonra-
da uir seus proprios ministros, e aturada em sua
on-tiluirrio fundamental, parece ocioso e pura per-
da de lempo demorar-mo ncsle assnmptn, pois lie
bem sabido que a Torea n,lo eonsliliie razan o jusli-
ra, e, como diz Rnssucl, nan ha direilo contra di-
reilo. Cumpre todava notar, que uesses lempos
de nhscuridade e rouTusflu bata, mesmo no abuso,
una especie de reciprorjdade, porqu, se de um
lado, os imperadores se arrogavam o direilo de con-
firmar, ou designar os Papas, de oulro lado, era
um principio, diz Alzog, na sua bella hisloria ec-
clesiaslica (I), slidamente ostabelecido queosue-
eessor de Pedro elege e corda o imperador; e lio
recoiibrcida erosla mxima na jurisprudencia des-
sa poca, que o imperador l.uiz II, em urna caria
au papa Basilio nan duvida cuufessar quo elle o seus
a vos nao tinhain oblido o imperio sean Dei nu-
la el tcclesiir indicio, summique l'onli/icis per
imposilionein uianus. He em virlude desteprelen-
didu direilo que us papas dispunhain das cumas va-
gas, como arbitros supremos, em favor de um ou
oulro candidato, como V. S. poder verilicar na
citada historia. QuendiniracAohe, pois, qucalguiis
imperadores Invertidos da furo, e mesmo convi-
dados para rcinediarcm os males da igreja, iiiormen
te durante a Tuiesta e vergonhosa dependencia da
dominacan luscaua, so aproveilasscm desle al
de cousas para nsiirparein u direilo de cleger ou
firmar os papas, se nimia boje mesmo as princl
roroas da Europa eilholiea se prevaleceni na
cao do soberano pontfice da prcrogaliva (lolei
pela igreja) du velo ou excluso do candidato qui
nilo he do seu agrado 1 Com ludo u fado, i que V.
S. allude, de um concilio coiivncadn cm Roma por
Lelo VIII, c no qual de arcurdo cun u clero e |io-
vo se conceder ao imperador (libn I c seussur-
cessores o privilegio de clceerem para o futuro os
papas, c dareui a iuvesliliira aos arrebispos e bis|ios,
nem lie hlu liquido, como V. S. pensu ; pois que
cutre os melhores rriliros prelendem un- que us du-
rumenlos rclalivos a Mee concilio ou assembla fo-
ram interpolados, e oulros que foram inven^ilodos
eeutea posteriores ; nem, quando lossc verdadei-
ro, poileria prevalecer ronlra as disiiosi^iles dus sa-
gradus caones, quo desde o 8. concilio geral, lem
sempre reprovado a ingerencia do poder civil lias
elcicocs dus bispos c uulrus prelados, que, depois
de diversas vieissitudes da disciplina da igreja a os-
le respeilo, foram em lim dclinilivameiile regula-
das por essas Iransaieescinhccidas com o Hume c
concordatas. O fado allegadu por V. S. he lano
mais sospoilo, quanto he ccrlnqne o papa Jo,1o XII,
einhora culpado de grandes orinics, foi deposlu
muir as furnias cannnicas eslalielccidas, e, |ior
consegiiiute, illegalnicnlecleilii l.co VIH, que Iho
fbl -nh.iiluido, o que mlu fui rerouhecido pur Inda
a igreja cuino legitimo, seuao depois da inurle da-
quello.
Em vez de Icmbrar faelus t,lo odiosos, e que na-
da mais provain du que os excelsos o aggresses da
autoridade lemporal que, na phrasc de Vollaire,
linha ludo invadida, quanlu mellior Tora que V.
S. iudicassens iinmcnsos servicos que o clero pres-
lou nessa poca, em que s elle possuia u see|>lru
da scicncia, que, como se sabe, he um verdadeiru
poder Fiel o vigilante depositario dos anligus mo-
numentos da lilleraliira, assim pagila, como chris-
hla, elle foi como o elo providencial que prenden a
anliga rom a nova civ Misaran, e que, fazendu sabir
do rundo dos moslciros u lume da scicncia, que, ee-
melhanle ao fogo do N'i-sla, alli era religiosamente
guardado, preparou a grande era do llenaseimenln,
e do progresso social e soienlilloo. -Sem a influen-
cia dos papas, diz mu sahiu protestante, mis seria-
mos hoje 1,1o eslraulios aos conhocimenlos dos anli-
gos, com sfto asarles o scieucias dn (iregnsus l'ur-
cos, que occiipam o seu bello tcrrilurio.
Feh/uiciile esle Julio lem sidu confirmado por
muitos insigues esiTiptures, unssos eniilemporuiicns,
c pur esse mesmo l'uigt, lamheui prolcslante, que
V. S. me i ni-,nniimi,,1., que leia, e que, se nau esluu
engaado, rehabililuu pela historian memoria des-
eonlueida o l.lo njiislamenle depreciada, du gran-
de puntillee S. (iregorio Vil, genio superior au seu
reculo, e lao intrpido defensor da liberdade dos
pnvo-, quaulo iillexivei ennlra us cseamlalus da si-
mona e da incontinencia do clero.
Entre esses escriplnrcs, portal, nau posso nesle
momento furlar-inc au prazer de copiar n segiiinte.
eloqueiilo trecho do Sr. /c Salrirulg, no seu mng-
niliru djsrursu de reeepe.lo nn acndouiin frauecza.
a Userbert, os Ulldebraodoi [o papa (iregorio
Vil sao honicus de lellras curundns. Nao ha no-
brezas U nllivas, nem rea /. i- hlu zelusas, quo
u,iu se nlialam dcbaixo da sua mao. (Iracas a Na
gloriosa repblica da igreja, u espirito inverna .i
meia idnde. A arle so refugia as calhedraes, quo.
olla edilea ; a hisloria c a scicncia uas suas ablui-
dlas ; a philosnphia as suas escolas ; a polilica nn
Vaticano. Esla poltica he sempre a dos Romanos,
a universalidade. Ella lubmeUa o approxiina as
uacilos, fiindamloa unidade delingua, de coslumes,
delei. O capitolio rev os Iriumphos nligos. E
sao os hroes da litleralura, he Petrarca, he o Tas-
so que Roma cora, porque ella bem sqbc que n
poesa e a clnqiicncia san as legies, que llic lem
de novo couquislado o mundo.
J he neeuparino-nos demasiado com essas vclhas
declara unes contra os papas dn meia idade, o he
lempo de passnrmos a mu ponto, a que V. S. deu
lau granito impnrlauria, istu he, dcnumiiine.m
do empregadu eeelesiaslieo dado aos parochos. E
nao he -mu algum susto que entro uesta materia,
em que V. S., com lodo o ar desegurdade e con-
liauea, emptinha as armas de sua sublil dialctica.
Mas, mu poucu reanimada, creio que, com nina
simples explicac.lu, cahir por Ierra esso fnrniidi-
vel dilema, que, para fnllnrcumu niesmu poda li-
lino nu passa de lelum imbellc sine du. En li-
nha dito que nao rniitc/urii nos minitlrot da igre-
ii n dennmiuiiciio de empregudns pblicos em mu
ttHlIto tutu, ruino membrot da norledadt, e su-
bordinado cm materia* Umpnrattt leis do paiz,
A islo responden V. S. que nu pode compreheii-
der bem o meu peiisanicnlo. o que eu nu devia con-
ceder que us parorhos umhom sao empregndos p-
blicos, ou nega-lo absolutamente. Vninus ., ex-
plicneao. Os parochos pela Miaren de seu iuiis-
leriu e indule da cunstilnicau divina du igreja siu
essenciahnentc cinprcgadns ccclcsiaslieos, disliue-
los de lodos os mais empregados pblicos, c subor-
dinados na ordem hverarchiea aos primeirns paslu-
res ; mas, como cldadaos, ellos podem igiialnienli:
exereer fenles civis, uas quaes estilo de cerlo su-
jeitos ao poder lemporal, e mesmo ruinu minislrus
da igreja ellos inlusa isenlos dn vigilancia, que,
donlrn de cerlns limites, incumbe ao soberano, ru-
mo protector dos sagrado* caones, para us fazer
exoculor, sempre do aerurdn rnm o poder espiri-
tual, alim de apoiar suas dcciscs.
Eis-aqui u senlidu hilo, em que piulo caber aos pa-
rochos a qualidade de empregados pblicos, (mis
que no scnlhlo estrelo e rigoroso elles uo podem
ser denominadle seniio empregados ecelcsiaslicus,
como rom elleilo us denomina a legislarau vigente,
enitii expressainciitc o aviso imperial de 18 de abril
do 1811 nos scguinles termos: o Sendo us parti-
dlo* e coadiulores empregados ccclesiasticos, co-
mo laes, pude n reverendu bispu conceder brencas
un dispensa de residencia, ele.
Se mo mo engao, a nussa divergencia consiste
em que V. S. encara us parochos, comu princi-
pal o por venlura nica, a qualidade do emprega-
du* pblicos, eoiifuiidindo-os com lodos os oulro-,
cappliraiido-lhes, sem nenhuma reslr ionio, lodas
as disposirfics das leis civis cuucernenlcs aquellos,
entretena que eu comidero comu primaria o es-
scneinl a qualidade do empregados crrlesinslicos, e
apenas como accessoria, se assim pusso dizer. a de
empregados pblicos no exercicio do ruuccijes pu-
ramente ien,|i,n ios. como.....mlu -i. da -," m l.nl,. e
sujeilos ss leis do paiz.
Enunciando esla proposieo mo fiz mata dn que
nduplnr c repetir a doiilriiia do nosso bom Ceorges
l'hillips, quandu diz a pag, 121 do citado para-
grapho.
o Os clrigos olalo submcllidos jurisdiccao
do soberano temporal senAo como eidailaos do lista-
do; musde nenhuma sorle como serr* da igreja.
Mais nnnllemenl comme lerciteurs de Ve'glise.
V. se he preciso dar mais algum poso e desenvul-
v iiiionio .i urna tilo respeilavel auloridade, pcrmil-
la-me V. S. Iransrrevcr aqui as cloquentcs pala-
vra*. que na cmara dos pares de Franra, ua sessao
de 10 de abril, de ISH proferto sobre Idntico u-
sumplo o nobre conde de Monlalemberl, que nao
he padre, em um desses magnifico* discursos, para
os quaes, rom rara plcdade, elle rosluma preparar-
se e l'orlalecer-se com a sagrada commuiihuo.
i Nao. oxclnmavn elle, mil vezes nao; o bis|Hi
n.io he funecionario; o padre nau he funecionariu.
(Ii Tom. 2 S. 186, pag. 135 e seguales.
nien-
da ,
dado #
9
irada


Mu falsa, hcorronc a opinlao daqucllcs, que n8o
ice... em un btopo sean una especie do prcfello
ile lialiua, un commiisario do alia policia moral....
i-:ii.--- .11 juni a nsoienihaixidorcsdo Dcus: Sem
duvi.la o re os designa e o esclito; na nao lie
delle que provem OMupodr; a le reconheca a
aua auloridade, nial ujlo a crea-, elles receben) esla
auloridade de Dos, ou nao a rcccbeni do ninguem.
o He esta a aua crtica c a IMSM. lodo o bispo,
i|ue nao livesso ala crenra, que lulo se julgassc rc-
vcslidode un poder indepenilenlc de luda aulorl-
dado humana, seria mu imposlor, o nao deveria
couservar un s iiislanlc as runcrlrs do seu minis-
lerio.
Eis como un dos primeiros oradores da Franca
deline e explica, i face das maiores lluslraoocs da
Europa, o emprimo ou o misso do sacerdocio catl.o-
liro. Com clleito, o canelar, que o sacerdocio im-
prime, lie lodislinclo c especial, quo encino i) pa-
dre de cerlos carpos o direilos communs nos mal
cidadaos, coino mi Miares, juies do faci, c dedireilo
ni causas crimes eoulros, cuja incompalibilidade
ligada niesma nalureza do santo ministerio ha sido
loconhocida pelos cdigos de lodosas uones cultas,
e pela mesma Inglaterra, onde pelo icio do reina-
do de Jorge IV, datado do 22 de junlio de 1825,
sao cicepluados do jur> os ccclcsiaslicos de ordena
Esta materia, Sr. l)r. Vilclla, he mu delicada, c
bom seria que V. S., com a franqueza, que o ca-
racterisa, tivesse indicado cm que parle de nossa
enrrespoudencia, oudesses rneus escrlplos, que por
all correm nq.rcssos, neguei jamis a sujeifilo do
clero au poder civil cm objeclos lemporaes. Ao
,a.s ,o que V. 8.
ulrario, eu repilo que concedo
, pois qu admiti
-i.i,......, proleclora lias ci
lunes, quo V, S. declara qu
ecclcsiaslico. Ilellicla lien
rao de empregadosccricsias
fie una coiiscqucncia logici
|iins eslabelecidos |M)r V. S
dos dous poderes.
Para suslcnlar
tres fuudamcnlos
la, e, supposto ei
didos na segunda
dida, todava ven
ma cousa, embor,
que ja disse.
I. fuidameulu
me haver .U-liml
herauo padroeiro
uclicios ccclesiasli
ius d rein, porqi
que nao admitid!
uhoalum. que.
inlervenr.io cas-
ia iiuramcnlo espiri-
. pe lineen, aopodci
! veja que a denomina-
ros,dada aos p .rochos,
! necessoria dos princi-
obre a indcpcndeiicia
I "I.......
|uc allegou n
nao ache nos
seu.lo materia
se posso accii
insiste V. 8. 110!
sua prhiiciraoor-
isumeulos espern
relha e j respon-
.ocular mili nlgu-
risco de repetir (
del.
do iinperanle. Parela-
ii com eiecUdao o dirello do so-
la eidero ou apresenlacao dos he-
nos, alliriuando que ella s daVI I
.e canonistas ha o mu abalisados,
.sci.au o que ellos ehainam jus
Mgundo dlum, nao l..... na-
i lorej do/su ad rom, na craformidade desle prin-
cipio da, decr.'laes: Inlequiim presenlatiii per
dioresaiiiim epitcoptm approbeiur, rainal non en
gimd u patrono fuerut inchoalum I'. .Mas esta
nao he a doutriua concillo, sobro ludo ipplicada 10
suiimo imperante. Segundo esta, a simples ipre-
-cnlaro antes de ser conlirinada pelo hispo dioce-
sano nilo poder dar olni in re, iiem por consegu n-
legilii
i|n
lilil
unta
le cnsul
V. S. p,
lurbpruda
osla npreseiilno.u. deriva
iiorque o .-.presentado lu
rolo da aua uomcarao, i
guc-sc que elle nao lio d
vil,que, I
Kcs|
chi
o apreaenlado.
ule concorda com aali
nui seguro : Porque
lo dirello do padroado, c
le recebar, denoto do de-
DSlilalrto cannica, se-
eleirlodo inipcrautc cl-
lanlo, na., lie empreado publico?
ido por oulra pergunta.0 sacerdote eleilu
ou aprcscnlado |ielo iinperaiile i prer.igi.liva esta de-
rivada do padroado, que nunca conlMlel | peder
un virlude desle titulo, ou i-ni quanlo nao reccher
a iusliluiriioruuouira, exercer acto algum paroclllal
OU ser considerado empreado ccclcsiasf ira ou civil,
n.ii-aso alllimalivo, ser esse ocio valido nu li-
cito.'
E porque nada poseo diier, que nao ieja mipel-
10, acriir-ine-hei de lies autoridades irrecua.iv eis.
A priineir.i he a do prutc-laiilc Maero, no seu
direllocccli-siasicodos prolealanles, lom. ti sec. :l
cap. I., onde denoto de comparar o viuculo espiri-
tual cuulrahido entre.. parodio e os scus parochla-
nos, em virlude dacunlirinaro ou cnvcsliduia dn
henelicio, ao que coulral.....i os esposos, pela rclo-
bracio do ContntoiMlrilDOnial, di/, que por esta
investidura he que o eleilo tica actual mente consti-
tuid,, pinocho de urna certa groja, d.indo-lhc o olei-
rio smente mu dirello cello, mas nao aduul, e
con firmado |.ela Iradico ou qaasi, que elle as-iiu
deline: .Idus oceleilatilcui gao persona mi minis-
rVrlHM legitime rumia ul m dimita, grtgi in ec-
eletiamuum iiuttlnilur. Ha tiipoutwoH
-H .-i actualcm Mutilar, el quid
puhlic., ii/ omiih cilcliir nupleio.
V. S. que na opinin desle c
gundo a diiUin-cio, que fazern lodos os canonistas.
Ora. els aqu romo V. S. enteudo e applica os
grandes principios que estabeleceu sobre a Indepen-
dencia o lber.lado da igreja .' Ser no ramo mais
importante e delicado do rgimen da igreja, qual
liaaescolbadoaparorlins eooperadoree do primeiro
pastor, que ello, pnslu pelo Espirito Sanio para go-
vernara igreja de lieos, elle, a quem assislo a pre-
sumpcao de conhecer mcllior do que ninguem a ca-
paridade dos soccrdolesde sua diocese, flcarn com
as miios ligadas, e sollocar o voz de sua conscien-
cia, aceilando o parodio, que o governo civil ll.e
quizor impoi N.io, Sr. Dr. Viuda : a collacno
necessaria oh forrada, de que tratan) oscanones,
s quer dizer que o eollalor nao podo variar ou con-
ferir o henelicio a oulra pessoa, que nflo a Horneada
ou apreseulada pelo padroeiro ; mas do ncnliuma
sorle o obriga a iiisliliii-lo c conlirma-lo no caso de
conhecer nelle qualqucr iucapaeidade ou defeitu
cannico. Siippouliainos que um hispo, depois de
slmoiiia, ou do propor um snccnlolo na boa IV c
convencido da sua idoneidode, vem a saber que
ello lio culpado de algum oulro vicio ou crime,
ada V. S. que dever o dito bispo aceitar e cuin-
prir cegamenlc a caria imperial de apreseulacjo,
enviando um lobo ou mercenario para curaras ove-
lii.is de Jess Chrislo, sob protesto de que a colla-
Ho lie nmuartat
Heos nos livre que prcvalcija Semclhanlo princi-
pio, qoc o proprio anligo governo, absoluto como
era, nao reconlieccu, approvnndoem iguaes casos a
repulsa dosbispos, quo a ser injusta podo reparar-se
pelo recurso lo competente tribunal ecclcsiaslico,
ou poroulros meios cslibclecidos na legislajio do
He corlo que alguus ullra-regalislas, c sinlo di-
zer quo iamhcm o mcu sabio amigo, o Hilado mon-
senlior Pi/arro, preorcupado com as amplissimas re-
dias do gran-meslrado, que na sua opiniao eram
periores lis dos arcehispos o bispos, enlciidcram
que iio.ias ocenrrencias, cm quo um hispo recusa a
msliluifilo cannica, p..le o soberano padroeiro mau-
lar proceder por qualquer oulro ecclcsiaslico c
Memo por um magistrado leigo, nao so liMlltoi{lo
ollaliva do Ululo e invesliilurn i'mnissio in /io.<-
lesnionein, como lambeni a mesma InsliluleJM aulo-
riiavel ou approvai;ao pora a curo d'almas. Mas os-
le espediente aoli-ei.......leo o contrario ais disposi-
Oes do sagrado Concilio Tridciilino n.iscsslo do I i,
ap. Illdoreformol., que excogitaran! os anligos
(onliandoprovisoriamenle,
ila F
o ..lili.
nao linli
venli
nergii
lente
parlamanl
ale decidir
chas aos q
cannica, o qu
sacramentos s<
jeclo das mais
mee, especial
cuino -e podo ver no d
deKi(iH(/i/e .l/i/(i
o que he mais, n.'i.i h
protestantei, cuino ati
citado, dilendo que ei
le que da a invesli.lu
cehido, porque ele ;,
ilrccao das paro- bl
i podido obler a iiislluicao
..llalli da administradlo dos
. aniovives, fui sempreoh-
rcclani.icfies dos bispos fran-
asirinhlas de 1755 e 17,
lionario de dreilo cannico
ne, un palivri imlilulion, e,
ic admiltido entre os proprios
i vera llohanno no lugar j
mgeralsorequer que, aquel-
,i a oulro a tenha lamheiii re-
\o he proprio da Igreja, nc
civil (
de espedir ordem ao respectivo pagador, som que
nunca Un' seja licito nega-la ou demora-la.
Eli aqu porque entend que eilsliam nolavels dlf-
ferencas entre os olllcios civl e benelicios eccleaiis-
tlcoi, enlre ordenados de unse congruas do outros,
e dille que, au estando al boje alteradas as nocSes
err.ilmonle recobidas de hinelleioi ccclcsiaslicos o
scus IVuclos.cunlInuarei a -n-lcnl.ir que o pagamento
de taescongruaa pelo lliesouro nao importa necessn-
ii.iiiH'iil.- nos parochos a qualidado de einpregados
pblicos. V.S.,|Hiri sdica phraseologa cannica, pretende com rara
sohtilcza einancps-li, e dar-lhe por sua propria au-
loridade o l.'.in da linguogcm i-i.mimi.iiii, nao dovi-
dando afrontar o poder desse desptico uso Quem
penes e/1 arbilrium el jus el norma loquemli. Ho
sentir de V. S. congrua o ordenado sAo sv nonimos,
benoficio ou emprego de parodio o mesmo que ofi-
cio de eicrieiio de orphaot ou do ricel, labelliiio,
ele., que, mulalis mulandit, tilo perfeiloi benefi-
cios! A "i in, d'ora'em dianlo poderemos sein regalo
chamar beneficiado (juulqucrompregado da lazenda
ou da alfandega, e dizer quo elles percebem tal ou
tal congrua Entretanto observo na ccollia do
csemplo dos einpregados, qoc V. S. menciona: I-
Quo iral.inihi-se do ordenado lembra-se de cscrivaes
c i.iln-1 ii.n's. que nenhum rccebeni do lliesouro, -2-
(Juc Vollaire cm algunia parle diz, qoe os padres
( deqoein seguranieiila nao era amigo ) nSo deviam
ler menos direilos do que o gemetras e melaphy-
sicos, ao passo que V. S., nflo sei porque lado ou
razAo de analoga, equiparnu os parochos nos cscri-
vaes! \i.i he.Sr. I ir. \ lidia, rom liio inslitas pa-
ridades, que V. S. pndeni persuadir que os parochos
nSu so einpregados ecclesiaslicoi.
Itesla-me s responder as duasolijeccocs apresen-
ladas por V. S. sobre o venciinenlo das congruas.
.V primeiro he que o parodio procesando c criminoso
senlciiciadn, c o que nao ciimprc seus deveres na.
pode em rertos casos rccelicr a congrua, sendo poi
lano o pagainenlod'ella regulado da mesma furni
e muneira, que o pagamento dos ordenados. A se-
gunda ..lije.-.;.i., lie tirada do derrclo, que V. S. scni
duviihi por engao, rhamou carta regia, de 18 de
iinvcmbrodc 17%, que proliihe pagar nconcru.i a
ns parochos. r.megos e heneliciados do Brasil, que
se auaentaatM sem licenra do rei. ttffi a V. S,
que repare liem nos Icemos, em que lie concebida I
miimIi.i pro|iosicao. Eu disse que o pagamento da!
congruos pelo lliesouro n.lo imporlava neiossaria-
as parochos aqualidade de einpregados |
a
pele-ao magistrado civil como tal, excepto uni-
camenle se elle se ada munido de una pri'sriipi.-ao
imiiieiuoi'ial. Cun aelul pruprius sil tcclllia, nee
maglslralul, qua lalicumpelal. Aqui cllcs falla
da posse ou iiisliluicAu corporal.
Querendo, lin.ihne....., V. S. apelar a sua doutri-
n,i rom etemploe, pcrmilln-me dlzer-llie, que nao
fui mullo reliz cm oque allegou daciillacodas
dignidades c benelii-ios da capella imperial, dando
como prova do ser o eollalor obligado I conferir I
coll.icao, o alvar do 35 do agoslo do 1858 dirigido
ao hispo capdlao-nir, para que na collacao que li-
lOtse desses hendiiios, insliluisse cada um dos no-
mendos na propria cadeira da sua respectiva digni-
dad. Digo que nao foi milito feliz na eseolha desle
helo, enlre mil, que V.S. di/, haver dcixado de ri-
lar para nilo gastar multo lempo, porque parece que
V. 8. limiloU-M a ler o ,-ilvar OU na colleccito da Ic-
gislaco porlugueza, ou no diccionario jurdico de
Percha e Sonsa, aoqual se refere na palavra col-
laeilo ; porquinlo, se honvesse consoll.i.lo lodos os
mais aclos do governo, que enljo tiveiam lugar, c
que xcm alenosnos estatutos dn mesilla capella
lieri.il e calhedial do llio da Janeiro, veria que
as islo iiilu cxrliie toda o especie de in-
lerveaceo do poder icmporai, que, eompromeiildo,
cm mi i ii I.- das supradilas concordatas, a marcar c
pagar peJaa compclcnlcicelar/acsoicu quantllalivo,
nao |Kle ser de lodo cxlranho a esle ohjcclo, po-
dendo, conseguiuteincnlc, suspender a congrua do
parodio criminoso, como um cllcito da seiilen^a
coiidcninaliiria, proferida pelo uiz ecclcsiaslico ou
secular, conformo o delicio foi esperilual ou tem-
poral.
Nunca oti disse que a suspensa.i ta congrua fosse
una penn piiramenlc espiritual, c somciilc |irocu-
rei iiinslrnr que a circumslancia do ser paga
peloscnfres pnulicoi, ou a neccssida.lc de n ir recc-
her dns mlM de um pagador, nao baala para rollo-
ci-la no inrsin.i p, sem dinVrenca alguina, dos or-
denados dos ompregadm rivis, a vista do sagrado
desuno de laes congruas, garantido pelo cuncursu de
ambos os pudores : aasim como nao se poderla con
cluir que a igreja aiinlejconscrvaalgum direilosobrc
os dlllmoi afeudados, s porque, Del as eslipula-
cBei do contrato,ella persuade o exaclo pagamento
d'ellcs aos receho.lores aulorisados pelo estado,
ameaea aoa tcua infractores a tnalor ilc tuai penas
nperituae, o cuadOea o paeeado de sua ombele
enlre os rasos reservados asdiocesesdesle impe-
rio (|),
Quanlo ao citado drelo, ja poi vezes ohserveia
\'. S. que as leis dessa poca n.lo poden) semprc
servir de regia, porque u legislador pelas isempres
e privilegioi do Grlo-Meeirado, eierda urna en>
(dis-iini jui-isdirrao sobre os parochos do Brasil, e
mais objeclos ccclcsiaslicos: assim mesmo. piirui,
II.'- mostraram qua-i semprc, a maior dellercnria
lo
ireba nao pi
nao por especial Indulto api
menle declarado no prca
rean.
itoliro
nimio
,,.1(1,
Offi
hasta
iraconslitii
i pi
i"
Eommunliau
tuaes oulra
a do bem
'i ju
mista
legtii
a qu
i,,,,
ipre
idli
uherid
", I Mil
elcir.i.1 ,
e nolc que llol.emero
dorado, perlencentc a
leconhece em materia
que a do soberano.
A segunda auloridade, I
mira I Souxa no seu d
bem citado por V. S., que na palavraconferir
.xplirii-sr d.-.i.- modo : e l)iz-sc em materia bene-
Dclel ronfe.ii um henelicio por designar o dar a
provisto d'dle. Os padrociios leigos ou ecclesias-
licos, que n.lo l.in mais dirello que o da nomeaclo
ou apreaenlado mo eonferem o beneficio ; o que
he urivaliio do eollalOI ordinario, oa do pupa.
A lerceira auloridade, emli.....uais eompeieiile o
(mullanle he a do dislinclu canonista allomio /' -
mingos .Sehran.aaincnieu no lempo, em que
prevaleciainiiaAlIcinanlia as donliuias do ./.,<.-
phismu, subversivas da Independencia e diiriliisdo
poder espiritual. No tomo-2- das suas Inallluleoa
de direilo ecclesiastico liv. i i IK'J Srliol. diz o
douloescriplor: i. Os leigos nAo iiiidcm conferir
digiiidadealguina ecclesiaslica, e liem nimia .....
henelicio simples; porque esto direilo, sendo espiri-
tual e ecclcsiaslico, nao podo ser liem possuido nein
(venido por leigos. Por lanl.i, se alguem temo
direilo de nanear, niio se scuuc por isso que l.-nlij
.. de conferir o buufeio, o que lie lio erdadeiro,
que <./o m privilegios emdidos em reto de
nm retringir-te ao direilo de upreteatar, i
uperior, a quem perlence a conflrmaela, nao do-
ve n.hnitl.r as letras de aiiresenlnrao, cm que o lia-
do beneir........ use,lepa-
>llac,ao, sal. o occorrend,
u entilo principe regento creou no
den diversa forma a sua hieiiu
u instituir pelo hispo diocesano i
, fui munido de facilidades poulili
mu poder cspiilual.
segundo r.iiidaineulo, islol.e, seo:
ser considerados empregados pu-
ebciii a respectiva congrua no Ihe
drueiro se chame collal.
Invras, queiinporleiuac
.mira causa razoavel. a
E a face de l.lo pnsilivj
V. 8, que |iclo simples I
idu
nulo
ni.' da
TS
pi
lado ellil
I.....'blico?
II mato \. S.: i. Se a
in hispo pode feer um parocl
salvo
idades
i.i.nieai
nenie
dir anu.
le he o no
Ollslillli.l,
o nos ai-
peanle
nm,, rrege
ntndo.
que
V.
n..de d
luiim presbyle
zin, sen. que o i
Sei.....licuor I
So pode
Mil
irho, sem (|ue o im-
e-pirliva insiituiilo
c rolla-lo parodio de
un 1,0 o tenha ai
inr.,1. respondo i
elnrquiido u argume
i le
i-ii'j,
de-
Mil
Hllulai
m. lude
du
lulo
pergunlarei so"o iiupeiiinle civil" podo, entre
lomear um parodio, sem que seja proposlo pelo
hispo, ou manda-lo exercer o seu ministerio, sem
que seja cannicamente instituido o continuado J
lie obvia a reapoela negativa, porqueesla institui-
rn lio a que Ihc cramele cura d'almas, que Ihe
ronfere a uiissao ou jurisdicro cspirilual, e que Ihc
da por la:.I,. o carcter c titulo de parodio, segun-
iliccida regra do direiloijui benefirii a,l-
I, isipsum binefidiim dar rensclu. Hu-
ir., pnnula qoc V. S. faz a cerca do padroado lie
inleiraineiile ociosa. Nunca nimiuem disse qoe o
direilo de eleger os sacerdote! para benelicios eccle-
siasliros he conferido ao mouarclia na qualidade de
liessna particular, oncoino empregado da igreja, c
nao comochcfo do estado, t) que todos ili/cui he
que foi a igreja quem o conferio aos principal, law-
.-laiido-os a isla parle do seu governo, por una jus-
i.i e saina ruiulrscciidcncia, c i econhccinienlo da
prnlecr.ioc relevantes serviros prestados i uie-nii
Igreja.
fui iic-lcinesinne.piiih. quo olla, lid a.w dicla-
mee do apeallo, llicsconceden a, mesma, hr-
dislinrcnes, e urna especie do culto, quo Teilul
ihainavaicligi.io dn segunda ningostade, mas i
-- podera dah concluir quo elles sejan. empre-
licos. A ipie Um, pois, suscitou V
gados ccel
S. tan inslida id.
O direilo do padroado perlero ai
lado, nao rumo nllrihulo ,la nberi
privilegio ou roOrcssaodos p idm mi
.....lenio de toda a ioreja, aiirorpm
..iiiii, c coiiseguinleineiilo irrev
befe do Be-
ii, mas com.
iounda pe,
no direili
il
Dimanando, por lano di auloridade da iare]
proprio,lireilo da apresenlacao dos benelicios, pa-
iree claro que, se he possiveladinillir-sc nos paro-
dios a deii.iiiiin.icjo de einpregados pblicos, nao
pode ser scuOo em un. sentido lato, como eu disse
na minha reapoela.
Mas X S. recorre .nula a um nrgumciilo, quo
me parece especioso, para niio dizer sopliislico, per-
gunlando: ,, So pode o eollalor enlre nos dcixnr de
cunfenr a insliluicao cannico nquille, que for
..presentado pelo patrono, que be o moi.archa, ou.
por oolra, se podo o bispo, nao obstante a carta im-
S i'loaPr'-en't.lode qualquer pmbyiM para
(a ou aquella lureja vaga, deixar de conferir-lhe
..jurisdicoo, e luvcsli-locanonicaiiienlo? a E lo-
go responde que nao, f.mdaiido-se em ser a collacao
necesaria e frcada c nao livro ou volunlaria, se-
I Zjlltoger, Insl.lu. Jpr. ccclcslasl. lom. i
den a essascrear..e-d
beneflclM se
inolieexpre,
llloseslalul
Quinde, i
.os henelicio
:liia, e ,.s mi
parocItM devem I
Micos, porque re.
som.....acional.
Ilcprodu/indo a proposi.-ao, quceuiilli sobre este
objocto, llribue-me V. S., apetar da profuuda al-
leii(;o, com que leu a mesma resposln, baver cu ti-
rado esta coiiclusiiologo esse quanlilalivo i llama-
do congrua nilo he do lliesouro. Dudo acl.ou V. S.
que eu negaisc que as congruas dos parochos c mais
heneliciados silo ou deven, ser pagos pelo lliesouro 1
A .pir-lilo he saber-seso o-lns congruas, siilisliluin.tu
os dizimos, que eram bensecclesiaitlcoi, conservara
n mesma iinlurezn, seiilodeslin.i.liis t mnnuleiic.lu
do culto o seus iniiislros. Km vez de disculi-la ie-
gundo.ns principios do direilo ecclcsiaslico publico
e privado, V. S. divaga pul, historia dos dizi.....s, o
concilio com o fado, ipio ninguem ignora, que o
congrua dos parochos, qualquer que fosse a sua ori-
gen., lie paga boje pelo llicsouru nacional. V. S. ver-
sado, como he ne!il aclcncla, u'io pode dcsconhecer
que se un ai.liga alliinc o piereilo dos dizimos, ce-
remonial ou judicial c en. parto moral, cessou con.
o eslahdecimenlo do rhiisliauisrao, o sen principio,
diz anda Georgt PhUlips,aHo fui abolido, porque
n sustentaran iln rollo c do clero he, quanlo ii sua
substancia, de dirello divino, nannlepofiltro. Es-
te principio (onlinuou, pois, a ser oh-crvndc
Igreja ehriiUi prlmeiramenle por eonlrlbui(Oa
luntariasdos liis, auiniados pelas Ireip.e.ilcs oxl
la{es dos seus pastores, mais larde por coslni
que os tornou dealguma sorlc obligatorias
ratina, e desde osecillo VI por prcceilo o
posla por varios sv nodos particulares e gcrai
creaos dos solicranos poulilicos al o Omc
denlino, que na sess. 25, cap. Ii1 de reform
\ou debiiio de graves penn ns disposices
gos (.anones sobro esla materia. (I)
lie logo incouleslavel que os dizimos coi
por direilo ecclesiailico a dolaelo do clero .
os paizesda Europa, calholiros o proleslanles, oque
sendo espiritual ou annevo no cspirilual, u direilo
de os perceber, nao podio licilnmenle plisar ao do-
mi. lio dos principes seculares sen. especial conccsslo
da niesma igreja, como ensiuam S. Thoinaz e a lor-
eute doi ll.eologos o canonistas. Ilaqui nascera.n ca-
sas convencAMOU concrdalas, deqoo lallci, verda-
deiros contratos svnallaginalicos. pelos quaes olguns
nionarchas, e principalmente os do llospn.il.a c Por-
lugal, oblivera.n da Santa S a ciicorporac.an dos di-
zimos as rendas de MlM coras, nu conquistas ou
Estados Ultramarinos, ondohavinn. planta lo n ro-
ligilO de Jess Chrislo, con. a clausula onerosa de
provcreiu sullirienl.....ente i docencia do culto e
subsistencia de seus ministros, como V. S. pode ver
mais Inrgnn.entc expendido em Solortano, na sua
Poltica Indiuna, o era (nbriel l'evcni, no seu
tratado de maiiu regia, ambos n.ui sabios j
-nilo, o magistrados, rujas obran, posto qu,
e volumosas, nao estilo no caso dessas, que
Filalo Elvsioi.ppclli.hiva
Kmpoeirudos buruinartes,
tjue peijam rom deshonra Mera
Ora, substituidas aos dizimos as congruj
pelo lliesouro, mo he claro que rila lein o
deslinu di. nioiioli'iira.iilo clero, e Rio, pul
guinle, ...na divida sagrada cmlrahida pele
para salisf.zer a case encargo ou oh. gac.lo de direi<
to divino '.'
- Se ellas forniam a renda ou os frucloa essenciaes .
inelilulcfa do be.iclici,, ecclesiastico, ser,, erro dizoi
que, en.lrara pagas pelo eslado, ellas cnniervau. i
iiH-ni.i ndole o ualureza de l.ens ecclesisslicoi, i
que o clero lc.il, como u.iuislros da rcligiao, mu di-
re.lo perfeilo'.' Se he erro, nao he smenle meu, ...ai
do minios e n.ui doulosll.eologos e canonistas mo-
dernos, e, o que he mais, da mesma Sania S, que c
ha ulliiiiamenlo sancionado por varias o terminan-
tes ,1.-. I .i:n i..-,. N.-iii se pens quo ignacs concorda-
tas foian. fritas s en. lempos obscuros ou do igno-
rancia, en. quo o clero dominavn exclusivamente,
Nilo no, nomos me-mos ,li,,. quando na rranc.i
nao so ouaava pron.....rar pultlicaincnle o nomo de
Dos, .iludidos os dizimos pela resolu.;ao de I7K,
foi celebrada em 181)2 a famosa concordata entre o
soberano pontifico Pi Vil e a repblica francezo,
pala quid noarl. 11, ae obriguu o governo a prever
a -ii-ii-in-.;. ds hispos c dos parochos en. compensa-
ele dea heua ecclesiaalico, do que o clero havaiido
deapojado, e cuja nlienaco o mesmo ponlilice, no
art. 13, conlirmou e declaro.) irrevogavel.
E tanto esla cninpcnsaco conservava o carcter
primitivo creligioso da auliga dolaco, que se jul-
gMI indis|iei.snvel a interferencia dos bis|KM no pa-
gamento das congrnaa dns parochos, de aorlr que s
i elles perlence alicatar ou indicar no principio de
ida IriniMlre ao prefeito de departamento oa pa-
ochos, que eslao no caso do ser pagos do anteceden-
te tii.neslie, e no dilo prefeito a rigorosa ohrigacao
e conlemplnrlo para com o opil
va esse n.esn.o decreto, declarado
de 8 de Janeiro do 1708, quo c.
de 11 de oulubro de 17811.
He visto que estas saudavoia pi
das aos proprios bispos s I.....in
a sua auloridade, cuino os ma.
desenipenho dos deveres dos se
Consulte V. S. o ndice ,-h. nuuhi:
opad
), como pro
Hcado pe
buruti o alvar
.videnci.
por r
inlercs.
din
....prel.endcr o espirito
dirig
mxilial
dus nc
peladores
lomo i.- png.
nesle respeito produzi oa miiihi antecedente respos-
ll, nJaccrerccnlarciquc, instolindo V. 8. na intel-
lige.iria, que den a passagem deBossuel, rilada por
Ceorges Phillip', para moilrar que nilrucril..
udo lie menos negocio da igreja que do eslado,d,in-
de concluioquoa predica e o catliecismo enm da
competencia de imom os poderes, s icrescenlani,
digo, que o proprio GeorgH Pillips expllci mu
clarainenle o sentido diquclla sua proposi(4lo, ja
qunndo.imuco antes, alegando lamben a aulorida-
de do abbade /'-'/. declara que nem predica, nen.
catliecismo, era cartas pastorees, nem decretos dog-
mticos p.,.h'i i.ini cahir na ..... 11 ., i ,... i ,i do estado,
era depender do seu consenso e aancco (I) al*
quando, mais odiante, diz que, cm qunlidade de
pastores, devem os bispos ter autoridado de fazer
lodos os rcgulamentos uccessarios para a eilucnrao
moral religiosa dos lili.- da igreja, e dispor conse-
giiinlenioulo do todos os meios, que exige o desem-
penhodesua iiii.-.i...
A -.in lodos os dircltos, todas as i i i 111.. i ...--, do
quo o poder temporal precisa para precucher Mala-
rala, pode a igreja reivindicados por igual Ululo, c
fazer uso dellesdc urna nianeira appropriada a sua
...iluc/..i. Quo .liria V. S. se um bispo, convencido
dcsla doulrina ou, como ll.e chamo o mesmo aulor,
desta equarlo do poder da igreja e do eslado em
materia de ensino, se lembrasse de ir inspeccionar
a esrolas publicas da sua diocese. e prescrever-lhea
regulamenlos a bem da sua moralidade. DiraMm
duvidaqoe era orna invasdo dos direilos do poder
lemporal, ao mesmo passo que nao duvida sujeilar
i inspec(o desle, o exercicioda predica edocalhc-
rismo, a quo por direilo div iuo c ecclesiaalico sao o-
hr.gados os pirochos. Admira que V. S. (linda
mencione, cm prova da auloridade do Soberano a
esle respeilo, a carta-regia do 9 do oulubro de 1789
o a de li.n .. sobro as quaes j respond, c per,o ao
Icilor que, se a tanto chegar a sua paciencia, de
novo examine e avalic as razoes, em que mo l'iui-
dei.....
Eu quizra lambem nao fallar sobre a queslao do
iii.iliimo.iiii, porque, ofllrmondo V. S. que concor-
dav,i n,m ,......din pima... ocioso cm repetir as
mesillas cousase diminuir com a prolixidadec ule-
rease, que por ventura possa excitar no publico es-
la nossa di-, .i- .... Mus, pudendo colligir-sc do nu-
peuho, com que V. S defende ella causa, que cu
n.iu reconl.cro a inlervenrao do poder temporal so-
bre o contrato do matrimonio, forja he dizer-lhe
que MU rcdondnuienlc engaado e esquecido do
que cu disse assim na resposta consulta do padre
lloclla Vianna, como naque dei a V. S. Eu ad-
miti, cora lodos os ll.eologos calholicos, que ao po-
der temporal, para servir-ine das mesillas palma)
de ...n dos mais eminentes, o rardeal tousset, ac-
tual areaUeno de Relm. cabe sem conlradiccao re-
gular ludo que diz respeito aos elleitos civis do ma-
ti in......... o aos direilos respectivos dos esposos so-
bre os bous da communbao matrimonial : que elle
(em cm urna palavra, o dirdtodc estatuir oque lo-
ca ao temporil do matrimonio ; mas aqui acaba lo-
do ii seu dominio. (2)
Nao neg, por tanto, nem nunca nagual que o
|.arochos,que violan, as leis reguladoras dos acra-
senos c coudices civis do matrimonio, s.1o re-pn
avail peraole a auloridade secular. Ajunlei s
.nenieque, para segurar a eslal.elidnde do n.nl
moni.., o cora din a pal c prosporidi.de dns fin
lias, he inlispensnvel quo as duna autoridades mi
bem senipro de accordo, maniendo indissoluveis
ul de sen
que'perlencem mis desdo qoe n igreja os chama
i .nsi.iuc, consagra e encirregidu descmpenlio de
lo divina, elles adquirem o cnrocler espe-
irvoa ou en.p. egades. bem qua lujeiloi
o ...don. lemporal aoa podendo eslado.
O que nao he novo, gr. l)r. Vllella, nem singa-
lar, mas summamenli perigosohto nlisolullimo tu.
materia de rcligiao, ou accumulieao de nmlnn os
poderes, quo na liuguagcm do precitado Maller,
importa o aiiiquillnmeiiin do comclencii o da razo.
Elle abre e facililamais do que se pensa, o camiiiho
.... ol.-oli.ii-iiio poltico, como anda boje so observa
en. nina grande parle do norte da Europa ; o so a
Inglaterra e.itrou cm um i)slema mais largo do li-
berdade, foi,diz dklro dislinclu cacriplor, em virlu-
de do enfraquecimenlo da auloridade civil cm Indo
quo (oca religiau, e de uragrande dosel.volvimen-
to d iili.di. i-mu, opposlo peloi seusmesinos prin-
cipios a esla monstruosa supremaca (I). Perigosa,
infim he luda a doulrim que, directa ou indirecta-
mente, tendea fazer do governo da igreja um ramo
do poder publicoun affaire de bureau (8), a car-
go desso axpedici.leadminislralivo.quesc lem cha-
mado bureaucracia, o que transformando a igreja
chrisiao emuma insliluicao puramente humana, Ihe
faz perder o superior ascendente, que lie destinada
a exercer sobro a conscicncia dos povos, o conse-
guinlemcntc sobro a prosperidade publica.
Entro os argumentos, com que V. S. proseguc na
sua demonstrarAo de seren os parochos empregados
do calado, enconlro especialmente dous, que muit
rae sorpreenderam, c que me parreein nao fazer
mulla honra ,i cxaclido e sovcr.'dade da sua lgica.
U |.. inii-ii i. he a idea de nao rcaullor pe igo algum
igreja de que oa parochos sejam punidos pelo poder
civil, quando violara as ohrigac,oea mixtas ; quando
por cxcmplo, nao pregara o cvaugelho, nao ensillan,
o oalhccismo, e assim oulras. A esto argumento
respondo com una ilislinccrto. Se a auloridade que
tirocessuo parodio, he cenipetenlcceslahclecidapor
le, neiibiiin perigo cerlamenle llover ; mas, se pa-
ra contrario ella he nri.inpclei.le o se arroga una
jurisdiccao, quo a Idilio nao Mulera, lie obvio que
haver conflictos, grvame c perigo, principalmente
quando so trata de materia capirilual. Ora, esla I
a queslao que nos oceup
Olvida, dando acra o pro
qu
lo de
qu
lie
lu
leer de lod
ra, equechi
is dcscriu.ii.il
na porque di
res, limitando-so a perg
ver de nem os pudres p
he aso o que na escolas
clplo.
Ocio que Porlus.il ni
vir de modelo para refor
da igreja, e com ludo,
das corles deslo auno
que en algum arilgc
dn ercleaiaslico, inv
llribuiro de punir
V.S.jasuppoero
|.ndri iimIm .Inri
L--,i. causa, ccclesiaslicas
na inixl.i,, sera especilica
ii, .ii-i.i -i-, pe..asque ini|>e
era proceder os dous pode-
nlirque perigo podo ha
M acadein. Parecc-mcqui
chama pelirao de prin-
esla
las la
api
ida
ralh
mi-
li, que dala dos
io, e cinc s o csi.i-
prelendido alterar
paizes da Europa.
rpela vina, a mi-
a, ubi achar hem
io sobre esla ina-
d'essa le-
da
pe.
nesiini
arhi-
M Ihe
I llMM
-1.1
riscon-
anllgat
i faceto
pagas
((.nae-
'l..d,i
(Ul. e i
gislnril.
I) que he digno de reparo lio que, rcronl
o aviso, ,p.o jrilei.de I7dejaue.r.. de I85I
pelenria exclusiva dos bispos para conceder
rochos licenra para se ai.sculareiii tcmporariamen
la das suas fiegueziaa, dcixo cora ludo o pngainenl,
de suas congruas dependente de ordem dos presi
denles, ipic eulciideui quo so pde.u mndala pa
gar por lies nie/cs, prau a que so evloudc a facul
dude,que ll.e concedo a Id para iguaes lircnriis
os empregados rivis : de sorle que, so o parodio
obliver dispensa por (> n.ezes, romo muilas xczes
exige o eslado do sua sadcou oulras cusas igual
mente allcii.liveis, perder a congrua iiirrrspim
dntenos outros Iros mezea. Eis un.a antinomia
que redim providencias do governo imperial. Na,
censuro o presidente escrupuloso, que assim pro
rodo rereiamlu ullrapassar a rbita de suas nltribui
res ; mas mo pos.od escalpar o lelo ojcorrida en
un.a pro. Ineil onde reqiicreiido um vigario encom
mendado liceo;! io reepectivo presidc.ic para ven
, er a sua congrua, durante o lempo que so dr.norossi
na cipllal da diocese para fazer concurso
freguezie, o dito presidente, por um aclo
Irario, e sem exeinplo, ordeuou que ..pon
pigaase metade da congrua corresponden!'
po dn liccma.
Pnssenios ao lerceiro funilanieiilo, a sabe
parochos lio empregados do eslado. por i.
siijeilos a inspeccilo da auloridade publica no des-
i'iupcnhii de suas func5f.es. Eu.lissec suslenlei ipie
os .oonnirlias cnlholicos lera o direilo, 011 anlr-o
dever deipoiir os juiroi e leis da igreja. sen. rom
ludo ingerir-so no sen governo o nilniinislraro, e
al Irouxe por exeinplo o crime de heresia, em
qi.....ronheriinei.l.. ib auloridade ecclesiaslica. se-
gundo Mello Freir, dexe preceder no aclo do |.o-
der civil para puni-lo com penis lemporaes.
Ora, estando V. S. romo diz, de acord com esta
doulriiin, a que proposito vem esse dilTuso trexo
sobre o direilo de prolorrilu do soberano lemporal
a rcligiao c a igreja, que nunca neguci u.nn vez
quo nao exceda na ralas Incids por llossuel, quan-
do diasc que nos negocios nilo smenle daf, como
nindn da disciplina ecclesiaslica, igreja perlence
a dedillo, no principe, a protecciio.n defe/n e o exe-
riirdo doscanonrs, .... como pensaxa Santo Am
hrozio. dizcn.lo que o hora imperador esla dentro
mas nao cima da igrejalionas Imperntor inlra
non tupra KcelUiam l T Persua.lo-mc que h(
nesle sentido que /fc/j/c--, diado por V. 8. enlen
de esse direilo ou dever de proteeraodo poder tem-
poral, para firmar com sua auloridade os decretos
la igreja e telar cuidadosamente para que te nilo
faca nenhuma resistencia as rearas por ella con
liluidas.
Pelo que loca .1 auloridado do prulcslanlc lintel
pu a I1-11I11. por mais que suspeila, pois que secun-
do um judicioso escriplor, ello Iralou I religiilo
coran um negocio de poltica, e mesurado rapricho.
.2 A sua exagerada llieorin ipenas opiiorci as se-
grales bellas palavra do Ilustre Icnelon. O
mundo, submcltcndo-sc i igreja, ralo mlquerlo o
direilo desujcila-la ao seu Imperio : os principes.
lornando-M lilhos da groja, mo so lornararn seus
Sis. ellcadecemserii-laenilo domina-la.....V igre-
ja leon sol, os Imperadora convertido!, Lio livre
como linhaiido sol. os imperadoresidolalri.se perse-
guidores. ,.
Se pois, V. S. julga (o que niio creio ) qu
1-11,
cleaii
di
( I ) Schram, lia obra citada, liv. 2-,
lll srhol. I.
til. 13, ;
cao do poder" civil sobre as c
tiras niio se limita a simples assislei
a groja, raasexlcude-so a una supremaca 011 acciU
direela sobro as malcras espiriluacs indicadas pul
V. S., como observancia dus canunes recelados, en
que a mitiga legi.lncao nen. incaiiio adnillia recur-
sos -, cora dos despachos 01. sellencas dos Hisp
disciplina ecclesiaslica, dcbellaco das heresias,
censura enrohihico do livros perniciosos etc. sem
precedencia do coiiheumcnlo e juizo da ines.in
igreja se ciuliin enlende quo a igreja deve ao es-
tado oulra auhi.rdinacu, que uo em ol.jccloa pu-
ramente tamporaea, na do comentir que lu.quali-
llquodejugodisfarcado -mill.ai.te prolccc..1o. equo
diga cora o celebro do la Mentais que mcllior se-
ria proteger menos, c tolerar mais.
M.i- \. S. explicando esle direilo de nspeerdo
sobre os parochos, o auturidade do os punir con.
penas lemporaes, parece rcslriiigi-la smenle
aos casos de Molar.... dr obi igaroe- mixlns, aem com
ludo dizer-nos quaes sao os delirios millos, quaes
as leis que os cslaholccoram, c as penas quo Ihes
sao impostas. E espera V. S. que acreditemos na
sua palavra, alus to digna de t. quando a frente
d'.--a-.il.i ij.i. ,.', ou fu..cees, que chama mixtas,
. ..Il..r,i a de pregar o evangolho e ensillar o calho-
cismo, quoeulre oa niosmos proletlanlos consliiuc a
parte principal do seu culto, c da n.issiodos seus
ministros?
(.-ou,. anda considero cm p 01 argumentos que
uniao do contrato c du Si
primeiros sccnlos do chrisliani
rilo do Innovaeto e do erro leu
uestes ltimos lempos era algo
So V. S. livor n hondade de pi
ha caria ao padre Bocha Vial
claramenlo delirado o que |><
loria.
E, ogradecendo a V. S. o favor de nconsclhar-nn
que eonaullasse sobre esle assumplo o dicrio.im i,
universal do llichard artigo Marliige, o qual ron
lirnin cssa mu conhecida doulrina de S. Thotoll
que aqui sabe de cor o mais mediorre osludanled(
seminario arrhiepisropal, pedir!,em retribniran, |
V. S. que leia c fura ler pelos seus ouvinles o irligl
Maria.je, dodlccll.....rio de Iheologin de llergier
onde ven. Ira.scripla a luminosa upiiido de 11111 es
criplor proleslnnle, quesiipponl.o ser o celebro di
Luc, acerca dos gravissimos inconvenientes, c peri-
goa, quo resullan socle.lr.de do doixar-so esto i.u-
porlanlo ohjcclo do mnlriinoniu ao arbilrio o velei-
dades das legislarnos humanas.
Vollemosao lerceiro fundamento, de ruja nnalv-
se, nao Mi como inseusivelinente me fui desviando,
c fallemos na Ilustre eslrangeira e I janle, que
lano incommodouou escandalisoii 11 V. S., a poiilc
de csliamalsar cala denominncao dada a igreja, ro-
mo una doulrina nma e mesmo singular e ule pe-
rigosa. Oh Sr. Dr. Villela, slo he de mais I I
Euconlnva que a auloridade do grande BoOMel 11.1-
poria mais algum respeito a V. S.; ntO acontecen,
portal, nssini, |.orque V. S inler|,rclan,loiuu pou-
co arbitrariamente as palivrai o ns InlencOea du lm-
n.orlal prelado, alliruia que elle i/ueria sem incida
referirse mismo, que a igreja lem, de andar
por loda a parle a pregar o Lcangelho, conforme
Jais Chrislo mandn aos apostlos.
Todava, se a voz.....gestusnda sublime Agua de
Meaui nopoii.lo fazer iinpressilosobreoai.il........
V. S., Inlvez'quoa voz siiaiec encantadora doCxs-
ne .leCiiinhrnj, Ihe morera mais svmpalhia. Oin-
sinta. poil.que ll.e cu aprsenlo igual doulrina pro-
fessadn pelo eximio l-enclon.,, Em vilo alguem di-
r que a igreja oU 110 oslado. A igrejn he verdnle,
esla 110estado pnraobedecer ao principe em ludo
que he lemporal ; mas anda que ella se arhe no os-
lado, uo dependo dello para nenhuma fuurro es-
piritual. Ella esta ueste inundo, mas he para o con-
verler, cala ueste mundo, rana he para o governar
relativamente a salvara,.. Ella usn deslo inundo de
pissogo.u, cnnio nao usando dellr. semellianlc o Is-
rael eslrungeiro e 1lijante nomeio dn deserto ; el-
la perlence M oulro mundo, que est cima desle
:) Mas ja vejo que liem esla respeilnvd lUlori-
ladc ser atteudi.la, porque segundo V. S. observa
nesle Ircrlio dn sua cnrlu. semelhanle proposito
nao pode ser aceita e recelada, mormenle luje,' no
claran da libcrdtide.e no eslado da ciciiitafu c de
progresen, cm que se achain as nacoei,
leu. X. S. limita razan, porque a elvlllsacao d.
grande seculo foi apenas nina escassn o fogilivasom
brn dn riMlisieio do serillo das l,i/es I Os Bnssuels,
c os Feueloin, mis aduladores di curte do Itoma
l.uiz XIV um mooircbl descuidado dos regalas d
sua cora, conseulimh. que dous bispos imhui-seii
do lao perniciosas (iniiliinasos principes scus lidio
c her.lciros do seu ll.rono I Equo din. V. S. di
proprio legislador divino, da verdade eterna, qu.
Iirime.ro cniucioii c-ta dea, quando dase queo soi
rciimiMoera destemundu, uo porque elle aoja in
villvel, pois quo a visiilidade he um dos enraele
res da groja, mas porque linda lem do coinimim
nem de seinelhnnlo con. osicinosdealoinundo, lien
os seus ministros ,.,. como os raiiustros do mundo '
ti Dcixou elle por isso do ser o mais completo mo
dlo do un. perfeilo cidndao, o de subnicllcr-se \
leis c autoridades trmpnraos .'
Nao |.oz elle na mesilla linl.n os deveres para con
lieos, o o soberano, quando manda dar a Deosoqui
he de lieos, c a Cesar oque ho de Cesar '.' Seus dis-
cpulos, hem que se conshlerasseni eslrungeiro* pe-
regrinos e ciajanlespara a cidade futura 1 pcimu-
nenie (.">', Imitaran! ,1 seu cxemplo, o entinaran
d
nliiim
dos pare,,, E
(estando rom
xiimIo-sc ora
lh......depeu.
do foro scula
ncaoejulgiim,
pudero-a a v o
acabava de pr,
ocaso de ser-
iis a !.: !.-
ido-se na ses-iV.
projcrlo.lo cdigo criminal,
feria a independencia do po-
lindo os jui/.cs seculares da
0,1. penas lemporaes os debe-
do dilo pode
pi
.pe
in..... dello, Irvanloil-sc na
11. cordeal pilrilrclll de l.isl
1 eslainvasao do poder civil, e quci-
111 eloquciilc discurso do queso nilo
nte o corpudo delirio eacclo penal
em Ins delicies, da previa nprec-
ilu dojuizo ccclesinslico. E foi l.lo
do digno prelado, que o governoque
.migar o dilo cdigo, o ordenar sua
1 pode
11, don
lam elles fazer |.reoecupid
|.i 1nrip10.de urna ln^ua^aju'rispr'r,*"
ca, que os pr.q.rioe consisloriui Prote,l,,i ,Z,
liriamcom inil.gnacjlo? "Iepcl-
Ecomotalvez V.8. nao tivene occiio de 1
duas celebrrimas Malencas do juiz de direilo. k
Ututo, que prumiiiciou o supradito \i cxpor-lhe em resumo os priucipaos rundu...', ,"u
OU untes u.iradi.vos huUtmnm .......------ .. ,Mys.
ules paraduxo. jurdicos, emque accll.. o
. -,.r Os bispoa no Brasil ? ^'j
riores dos parochos.... Be verdad.11?"
gozara deum ou oulro aclode i.l? .'
Biiperiores dos p,
pos gozara d.
-ttai9(1ss
de apresen,,,,
m dianlo lio que os bispos le,alroe..| Im'J'"1'
uprcmacia sobro os parochos, mas ,, 5g
nc chaman,
da
In, i.
BraeU
do poder lemporal. Sv A t
collacao, he toda consuetudinaria, poran
pela coiisliluirao do bispado da Babia, ,
.... alguiini legal! I Em direil., canonice
he a raeama apresenlacao; e, como o, tSH
1 lem esle direilo, quizeram ,,LtC '"
ter urna mbra 11 4.- Os hispo, so WsCe2C
o p.u iiihii, e iDuppccioiiar e cuiiinrcm coiu
deveres, por dealegaCio do poder lemporal, auc?
quem os crea, quem llio marca func;.^ ;,,'"
aprsenla, quera lem |wr coiisequencia o drii,,
u.speccao e punicao, sendo, partean, na orcl.
clesinslica os parochos aujeilos aos bispos rom,, nr~
h)tcrossoraento.M j.- leudo o presidente all lm
ocs pnra ispeuder lodos oa empregados da i,ivi
ca, e manda-Ios respoiuabilisar, pode leuneW,
parochos de suas funeces espiriluacs e iandadoi
reepoMabiltoar, ou pelos tribunacs ecdeai
pelos Irihuiiaes lemporaes, c aos mesmos 1
abuso da inspecrao e punfeo, pois que lie
tilo i
pode
ersn I
1 p.
II |.o 1, lili rtiiria l.i-11 deobs
ll.l.ll leudo hn civil de-
nunedaln execuca,., innnd
Mr OH doclararloao cdigo ri.uiiii
lar aos abusos do poder secular.
Aqui lem V. S. cuino cm Porlugal
je o aalillo o proleeco, que o aulor
ve prestar a ccrlesiaslicn nos objeclos da sua Compe-
tencia, a romo convida proceder contra o parodio,
que, por exeinplo, nu cxoroicui da predica abusissc
cscandnlosnnieiile do sen ininislerio.
II que sohreludi. ludo li com suinm,. desgooloe
ailinirarao, foi oque logo adianto V. S. arrscenla,
allrihiiiudo o que suppoou. eme ou crime da parlo
do clero mi rae.....chinde o ignorancia, que na,.
do
pu
ule
rhi
lllrlbue lauto aog-
leixo do proprio clero, o mullo prnclpil
c.lidndc. con. quo o, prelados, siiImis I.....n
cc|ir,",es, ordenan, pnra presbteros a qualq
joilo.qu en.al sabe Ira.luzii oialiui. li logo c
romo hoque nos doverans nbs.dolainenle enliegni
ao que estes hiimeiis quizcieni dizer e cnsi11.11 .' Ah
coniinua V. S.se o poder lemporal enlre ..
bdlcuM complelamenle loda a ingerencia nos neg
cios da igreja Melle nao fosse forte para reprimii
os abusos ccxcessi's dos parochos e de oulros minie
Iros da groja ajiidamlo iis-ini a acrilo do cspiilual
O prolegenilu a religiilo, onde Mlariamoa nn- .'
Ab,lenho-iiie de fazer a ...ais ligcira retlexu so
brceslc inslito juizo.quc V. S. faz denusso cle.o <
de loda a igreja brasilcira, a ponto deiuppor que, 14
anda existe religiio enlre nos, he esle Insigue be-
n-liciodcvidi. mi a influencia lulelar das luloridl-
dea seculares, islo he, aos subdelegados, jui/.rs 11111-
nicip.ie,, delegados de policia. etc. O publico, que
lera listo ligurar osle clero nos mili eminente,, ar-
gos dn igreja, o do estado; mis ca.....ns legislallvu,
na alta ndininislracilo civil, as acidemill..... li-
ecus, nos seminarios, avahara a sravidadcdn ntleu-
M que V. S. Ihe irroga,e lainenlnr que, quando os
honsllrasileiroi dcveinempenliar-so era f.i/ei ,1. ir-
as naciescslrangeiraj, que in-
iiun arada, como ello merece,
te Ihe miro pela Imprem to
re os quaes anda quando fos-
ria laen o io da enridade
dilu
feliz.
V. 8
injur
o sen pan en
cnloo nao 111
USCf
erdaderos, d.
hrisliia.
Talvez porein, V. S. livrssc era
irisie memoria, nflo mullo remola,
esleic .imenr.idoiloun srlusnid. 1
promovido por .lous ou Iros |ia,l
isla a poca d
' Oe .....'"<
1 glande |iar|i
nlliieulcs, nli.i
.peilo
Ido
), qui
lu
I Conslil. doAiceh. li-
i l-'eller Biorgr. luiv.,
.'.Mil. 21, n. 113
1 palavraWalel.
roiislanleincnlr niearan doulrina do 1
li.ir.liii.i, .o nos poderes consliluidos ; .
foi Paulo .l.,s,lucilo, do cid.id.u, rom,,,
cuando pelos judeos |,eranlc o governad
hesilnu em appellar para o Cosnr |ti). Como he logo
nc v. s. ncciisa i.u. cruelmente a minha doulrina
de ora, singular e perigosa, aobreludo quando el-
la he arouipanhada de expresso rcconhecimculo, na
I1111111I I,- siihmissilo da igreja era niiilci ns lampo-
raes, da sua condeacendeiicia mis discipliiiiur-. 1
en.lhn da sua aoliriliide em parauadira scus lilhoa
a ohedienca ,is polcslades do seculo?
Dedu/indo V. S. do direilo do iuspeccaodo poder
lemporal n lerceira prava de seren os pinochos nn-
pregmlos du Miado, eu liz xcr pelo excn.plo do es-
Irnngeiro residente en. un. paiz, sen. oxcopro dos
prios agoles diploiualiros, que se podo eslar su
jeiloasrespeclivas leis o regulamenlos policiaes
em -i por isso reputado como euipregailo do moa
110 paiz ; e invocando a auloridade era Bossuel
haiiiei a groja Ilustre eslrangeira c rinjanle. So
ic.lnde permita, rousliluida pela ino do mesrm
Dos universal, e ilillun.lida por lodos os imperio,
e iinci.es, que so abrigara om seu aeio malerual, 1
igraia calholica mo pode ser i-iii-uiuacrpta liases-
Ireilns diinenaoca do um eludo particular, como
imaginaran! os prolcslunlcs com o aeu sgslema ter-
ritorial, segundo essmclli.i c odiosamximacu]us
regio, llius rligioque, como dito conde d<
.Monlaleinbcit,-coiideinu,iva os povos a seguir cega-
menlc os caprichos e paixes de seus chefes ou do-
minadores. Os ministros da igreja sAo seguramente
cidados e ii.eiiibros da associaedo polilira du puiz,
(l)T
|2) Theolng
I T.un. 17 Diacours pour le Sacre de l'Elecle
lo Cologne
(I) Joan. cap. 18 v. Millegnum meum non el
de hoc mundo ; si e.r huc mundo essel reqnum
meum, minislri nici iiliijue decerlareniul non Ira-
lerer Judiis.
,.) llebr. cap. I.t-v. H I. Pclr. cap. 2.
t6) Act.cap.23- v. II.
2. pag. ii 1'
Uogmal. lom. 2. pag. 1.
I DI
u.endaveis por oulras qualidades; e nao lu
iluvidique fui o poder civil, foi a ubedorla c rcli-
giiisidnde do carpo legtolilivd aueconjurou mm la-
lal calamidade ; mas esses padres nao ei.ini nem
mendigos, nem gmanles.
o segundo argumente deduiido da luspensgo do
rigario de Mogmirlm, na provincia de San Paulo,
pelo respectivo presidente em isn, ntb ...c causn
menos reparo c aorpreza, por que recorrendo para
maior csclareciinenlu a rollecrilo da lia teta dos
TrHnmaes no quarto anuo 11. :ll:l, e examinando
ludas ns peras de-so n.onslriioso proersso, observei
que V.S. nflo liaba.1I0 mais feliz un alegacao des-
le relo, do que fura na da crearan dn capella impe-
rial. O pnrucho de Moijininim liaba sidu acensa-
do de um delicio puramente lemporal. conunellido
no exerricio de vugal da junta qunlilici.lorn dos ri-
dnililos Hilantes da sua frrguezia, e ..esta qualidade
eslava sujcilo respousahilidadc peraole os trihu-
es seculares, (iiicmo pdc duvidar'.' Longo de o
alertar, eu rae lenlin nueiada de que V. S. ncsla
rn-s.io confunda laes delicio) rom os e-pii iluacs
ou ...nexos a estes, fa/rudo-mo de mais a mal I
iujuslirn de servir-se, a epigrapl.c das suas carias,
de termos, que podein fazer suspeilar que en au
rerunheco nu poder civil o direilo do punir os cri-
mes coinn.eltidos polos empregados ccclcsiaslicos
contra ns leis do oslado. Podia, perianto, o presi-
dente do San Paulo suspender o parodio do exerci-
eiodo cargo lemporal; mas elle por sua propria au-
loridade O suspenden 1I0 e.rerciciu de parucho, com
expreua Inhlbicio de all ejercer quaesquer (Me-
oes paruchiaes.
k. oque fez o supremo tribunal de juslira. ante o
qual foi responsabilisado o mesmo presidente, em
lirlude dn rc|ircsonliirao da assenibla provinrillt
Elle o proiiiiiiciou pilo crime reparo bem V.8.1
le e.cceder as funcees proprids do seu emprego,
declarando que pela sua porteril u circular ello II-
..lu manifeslamenle ncaiUdo a autoridad,- eccle-
siaslica. Em que, pois, iniorcce esle despacho do
egregio lrihui.nl a upiuio sustentada por \ S.< E
i.ilo i.- .pn- as disposices da lei do 3 uo .minino de
is:ii nao podein ser lillerahneiilo appliradns aoa
parochos, 'di pena de una aiiliuoii.ia 011 opposie.lu
con. aa leis canonical, smenle propril pnra pro-
dn/ir mullirlos de jurisdii-r.ments usjous poderes'.'
O presidente pode por em lei impender ,1c fi.i.c-
..oes ciiis o parodio indiciado do um delicio lam-'
paral; mas mi pode de maneira algama pela lei
cannica suspenile-lo das huieccs parochiaes. As-
sim le em... o 111,smo piuoclio, qual l.ovu llrigiio,
aqun, afabula all.ihuia Irrscorpw, con. uin'drl-
ha |u,'so nn cadeia por ordem do prndenle, c com
uulro excroendo na igreja o seu ininislerio por or-
den, do prelado diocesano.
lie lorcoso, pois, que 011 nilo se applique nos pa-
rochos a ilispo.i..;.,, da liada Id, como rae parec
mais conforme s regras da heru.cueulira jurdica
e ao espirito da eomtiluicio do impeli, que, dei-
viudo no imperante o direilo de noiuear os bispos 1
os parochos, era parle alguina Ihc confere u direiti
de os suspender, cuino 1,1/ n respeito dos deuiah
pregadoa, ou quo no menos c-in scraelhanle-, ca-
si extraordinarios se requisito o auxilio da primei-
ro auloridade cVclesiaslica, para que se hea elfecli-
va n sospenso do olllcio parocbial, eaeja igualmen-
te prvida a igreja durante o impedimento legal do
iiiesuin parodio, c he islo o quo nilo pialicarain
nem o presidente de San Paulo, nem ojuiz do famo-
so procesan, que pelo cm.Irario neulura. caso llzeram
daa enrgicas rcclimacocs do bispo diocesano. E co-
l'iicos 011
i'Pos pelo
li sope-
Nao sei se poderia levar-se mais lonce a idea de
una servil o nl.jecla dependencia desse paa e.n,
ritual, que V. S. proclama soberano e iiulopeiiilei,.
le; e cada vez me admiro mais de quo V. s., com
seu illuilrado criterio, se animas a iniocar e^
vergonhoso drama, e a decislo do supremo tribunal
inirirainenle contraria i mi doulrina.
lie cedo que, segundo V. S. nsseveri, rarisinw
sao escasos, em que eslo fado da luspenslo t.n 1
rochos se lem dado, e que islo prova nrailo a di^ri
cao o lino dos presidenles, que smenle en. orci.
s.ilo Hlraordlnaria usarara desla medida Uo forte.
r. nclia V. S. que cora seinclhnnle mleriirelarsi
lin. sal.a n auloridade espirilunl ? Oue Impert ,e
os rnsos sejam raros, so o principio suh.islc coim,.
grado na id, e pode o praldeala, semprc qaeiel.
gar nrressai io, o por inollvoa, que podem ser iiijo,.
lose .helados pela palito c parcialidiide.laiirarin.,
dessa fornuilavel e aiiliranuniea arma da sua......:.
dos prop.ios aclos pnrorhines-! au recri 1.....o \.
S. que algum parodio menos illuslcado, tmi,
nuil interpretando aminlia carta, Mpernotan,
lodo elle he prinlegio, e que se qucirit ama y.
prender de lodae qualquer obediencia ao (oren
ilopai-.. Nilo, Sr. Dr. Vllella; os parodio.,n*
quanlo era gcral malsaibum o lalhn, eiilendrin m.
redmenlo o piirliiguez, em que searlia esrrlpU ,
iiie.ui.i e.ni.i, na qual sao mili cvpressns osieoli.
raculos de profundu respeilo e lealdade aos sjb,
. da narao o seus delegados, t)
leve recalar, slo he. que, nao di:
denles das provincias, ordinariameule lin.......|
chisse mais illuslrada, mas oa cinpregadu- lubalkl
nos, niorraeiile osdos serloes, que j nao poont
xiiiii o peneguem os parochos, que mo se nn.,,,
as suas ordena e nos seus caprichos, leudo ..mioi-
naos o comprehendendo mal, pela sua igii.iranni
as iluiiliiiiiis do V. S. c a inanoiin porque a- eu;.
ron e !ipph,'.,o ao vignrio da freguezin do Mogit,;.
rim o inqunliliravcl juiz de direilo substituto, un
peerr aluda mais o sen jugo, sobre ludo naicrka
eleilornes, aecusando-osou proniinriniido-os r nu.
daudu-os para n cidria, fun elleilo. quando se en-
sinii publica c olllcinhnente, curan jurispru,l,wii
do paii, que n podo lemporal he quem fu: osptn-
dios, quem Ihes muren suas funcees e que lile I
sen superior, j uno deve parecci Incrivel I ineedo-
laone Iradlcio conserva, de una mitiga iiiuii,,,.
palidado du centro do una das nos-as proiiiiiii..
i|iie 110 impedimento ou ausencia du rocho, m
e-liii,l,idc do natal, pretenden obriga. ......u-i
lizer ns inissns, allegando quo se o inperniile/.i:i,
bispo* e parochos, tambe... a cmara revesli.la .1,
auloridade publica, podia, 10 menos em roU
111 gente, lazar um pudre, pare nilo lirar o povos
mis,,! rm din tan solemne,
Conclue v. s. o macarla cora mu longo irlia
neeu-,1 dn rilar.li. de tiegger, que eu havbi qil.ilili
culo de c.iilrnprudurcnle. c da competencia da '
uhldrhm Judeos. liv,.....nnudo allenlaiiicnle,
referido artigo, anida me vejo abrigado a 1 rocn
que a edir.iu do Ueggec do uso de V. S. lie inlcia-
mente diuerenle c mesmo ..miIi.ii 1.1 n que Icolro en
ininlin livraria. Afllnna V. S. que no 5 Ubi Jipir
niiir.i piule, e na icspcdiva nota, inoslni etll CIM-
nisla o direilo, que lera so.-iedade civil, de punir
oscrolcinslicos as materias mixtas.
Pelo cuiilrorio, na minha cdic.1o es.c 5 enolj ha-
lara exrlusivamciile do primeiro genero Mirria
sagradas, islo he, puramente cspuiiiar., declina
do como cousa evidente e geralraenle aaeutadi, o,ue
ellas esla lujeilas ao Ilimitado poder da igi-pi
sera iienhunia iiigereocia do Imperio dvilMca
julgn-las ou ordena-las, che para ronlirnur ola
principios que elle menciona o fnclo do iatarega-
lonu relio peluscna.lu dos Judeos a San Pedio c
.".in Judo, e a rcsposla dcsles, da qual infere o iner
1110 Cinonbll que ludo o que foi eslahelccido s
direilo .li.iuo coucerneole as funec^e* dos ngn*N
ininialros, ao, Sacraincnlos o pregacoiadltiu
doulrina, nilo pode soil'.er illericuo alan.......na
pelo poder lemporal, nem anda pelo ecclcsiaslico.
Ijuidquil gilurjure dicino nlrodmlam 1*1,sjMfr
lansudfunctioucssacrorum ministrlam, Sacro-
menta, ucilieintr doctrina" enuncialinncm, ea iws
modo regia, sed ne ecclesiaslica quidem potc-M'
ullum mutali.mein poli possuiit. Onde, em que
cemmenlador ou interprete achou V. S. neeH n-
pasll dos dous apostlos 11111.1 proin de hnierriii li-
les tcitamente prumellido obedecer ao Sgnliidici
no caso de que elle jahjasse que era justo, na prr-
I srnca de Oos mesmo, nucir a elle Sgnhedrio iul>-
loquea Dos, ou, em oulros termos, no caso i,
qucdle cntenilesse que era justo jnlgn-los aniel
pela, leis do Sgnhedrio, do que pelas leis de Dn:
pilas da igreja, ele. 1 Protesto lilamente coiiIh
seindhonle inlcrprclacao, que suppoe M rospcili-
sa c moderada respoala dos dous apostlos 11111,1 la-
cil.i promessa de obediencia as ordena do Sgiilieilri
eraopposiro nsde Dos, iiileipreliiro loiindiiiiii-
te il.'snienlida pelas razos que iiiiiiiedialnmciilcale-
garan. .\ 1,0, enim postuma*, apa cldimus,!!
audicimus mm toqui, continuando a deapeile ee
poeilivi InhibiclO o .linearas do Sgnhedrio, I n.i-
ce. sua niissan divina ; e ohrigados a lomparcnr
de novo, nao rereain explicar-so i!o ira. modo lladl
mais claro e preriso : Inquira obedei-er n,sl
Deo do quo aos bonicas obedire oportel De
magis, qaam hominibus.
Juigodesnecessario acompanbar I V.S. DMU
dill explic..((lo do Synliedrio dos Judeos, pan mes
liar quo elle era um tribunal, que julgava oderi
quesli.es. qur religiosa-, qui lempo
einlini das ininli.i, pala, ras nao se |h.J.
eu dissi-sse 1. conlrnrio, sali invert
do-as, romo creio que por inadierleiicia csciqioii (
lo-ine dizn que esse liihuiial era icli
(anegado smenle dos negocios da re
loen tervi-me do adverbioerf/rafir
diccionaiios exprime niui.li
1 Inda
'-, punpi
legir .pu
no-
li) lien el le peuplc .Ippel n la Frunce el
riiurope par-U. B. BalnDoclour en Droil.av
cal a la Cuur dAppel de Pars.
(2; Expresado de um anligo par de l;rauca, il
la na resposta a consulla do padre Korha Vianna.
V. g., faz
gloso, ou
llgio, qu
menle. ,,
versa iJa.
lili sabia, polo pnuro, que Idilio lid,, sobre esla
materia, que o Synliedrio, onde presidia o sin.......
ponlilico c liuham asenlo os principes dos sacerdo-
tes e os Cheles das fiunilins sacenlolaea, enlc.nlia so-
bre lodos os negocios do paiz, o .inda n.ui' s"la
M da religiilo, ale |iiirque segundo di/ 1, Sr. I.'r,,"-
de ; I ,- os proprios rahbinos prelc.i.lciii que '
supre.no coi.selho, no lucio de lodas as iin-ilnl,-
e revoluc.K-s da repblica judaica, semprc subsisti
seraiiilcir..|.i-aode.-.le .Moiss, que .. iii-lilnir.i |-i
ordem do mesmo lieos, al Jess Clin,lo, c anda
depois, opinilo igi.ahiienle suslcnlada |.r abalan-
dos esrii|ilorcs, como (roci, Shlcn e oulroi, I'1
quccoinbni.l.iporCnliui. Por ventura a MliacM
mesa da conscicncia c ordens ralo era iuo liibunil
no mes.....lempo ecclesiastico e civil ? Nao ro.ilic
ciara o, hispo-, antes da cxliuco.an do foro peao*
do ludas as causas lelnpoiacs o ccilr-iaslirii-. e I
ponlilice romano nflo rene ambos os poderes, ron
chcfo da igreja c soberano temporal de Itoma i Oat
dunda poda, pois, haver en. qoe o Sunktdrtoio,
Hebreos, crenrilode un. governo ll.eor.al.ro, ever-
n-se MM dupla niiloidade, o HveOM o ill.cll",'
interrogar I h.unens desconheciilos, qoe filian) I""
.ligios e inhoduzian 11.11,1 doulrim ..ova, scpral.-
ravam mTmcoomi cun auloridade de propbeuaeni
nomo de Dos, ou por parle r virlude da magia,.....
nomo do demonio, para servir-ine das pelln
mu doulu e moderno expositor t ;1 (luaiido, |
eu dis-e que o Sgnhedrio era parlicalarmlHtt
rarregado dos negocios da religido, nilo quiz. 1
pud.....gar que elle liveeMiurSliccJoaobre n
gneos lemporaes, masicrcria-iuc ,1 circuiiisl.u
hem sabida de que os romanos, que baviam ibii
.le
li Slc. Ilible (0111. I.Sombrescap. II- l\
luunnrnl. no v. II,.
2. M.in.rnliur Antonio .Marlini arrelii-......c
I lorenra, na SunSacra lliblia Iradollu in IllfOf.
Ilaliana r con ammluzioni lom. X -Olialli di
sanli .iposloli cap, i.


,i,,o.eu jugo o povo judaico, uno podando lole-
' a erando aulorid.de do que ulliuiameiile se
hita envestido o Synhedrio Rablimtco, mmida-
l i ai proprloi reis, uo su o n-accionaram a dlv idi-
. ,, romo Limitan o privaran do dircilo da vida c
,i.. mu le, o do mu principara privilegios.
Vsle estado sus jurisdiceao civil era mu res-
nela ; mas "So a jurisdicco religiosa, que un an-
ui a sabio commenlador oipondo us pslavras do
Lito de S. Malhcus "cap. X v. 3, tune congregan
,' principotacerdolum assim esplica : l'rimarii
,./.( mcerdole.....Af magii religionie iiegoliii
flindlhtuU i o ao cap. lt do nieiino Evaiigelho
, [ dil: principa tacerdolum, languam ad miot
,,,',1.1 me tpiclabal agtre de religione ( I ). Eis o
que cu quit significar com 11 adverbio particular-
mente, como se dissesse npeeialmenlt, principal-
mente, mii'inene, .c.
.Vtdaiiiaisdirei sobroaqucslaoquc nos tan oceu-
udo, e na qual o publico lia mostrado algum inle-
rejat. c ilo accordu com V. S. dou por linda loda a
IbjnMBOi etnn o iiini'1 prnleslo de no responiler
nud nenhuma consulta de seus discpulos. Sintu
ler dado inaior evlenso do que desejava a esta etir-
1,1, i-itin Ircqiienlcs e lougas cilnr&es ; mas quaudo
uto lente de direito occlesiaslico da una academia,
o un lento 15o hbil pronuncia, o declara pelosjor-
n,ic, que a doulriua de un prelado da groja, he
mea, singular e pergosa, iio pode este, sein lal-
iii i sj.i diuiudadce a sua honra dciiarde defen-
,lcr-se e abrigar-se sombra de liornas, que podein
iiipor silencio a urna lio cxlranlia e tilo infundada
.itcusac.o.
Se, cnlrelanti), |>ela miiiha parte esrapou olguiua
i'vpiessao ou librase, que de*ai|radas*e a \'. S., peco
- iiIim. e que nao a tome cuino desforro das que
Ido arrmenlo me oram dirigidas.
Apenar de ludo cu espero que nao sera san fruc-
t a nossa controversia, o que V. S. mesmo dcspin-
ilo-se do nlgumas prcvonrics, que infelizmente alu-
ja stibsisieni conlra o clero c auloridadc ecclcsias-
h i, -c associar a tan magnnima e nobre milicia
ile sabios leigos, que |ior loda I Europa lem drno-
.lailnincnle/Wr/iiAi at guerra* to .Senhor, t procu-
rado im|iriiiur no seu seculo nini feliz reaceflo de
solidase depurada.' doolrinas.
Mngoem ntais do que V. S. pode nesse ramo de
ioilrueru a sen cargo, coadjuvar a gloriosa ompre-
/,i ja encelada pelo governo imperial, do molliora-
iiii'iifn tlu clero brasilciro, que nuira poder ser
nimplelo, ncm ulular eeltlca na Influencia, cm-
iHtnido a iereja no esereirio to seu poder for con-
raiidida eooi as InilItoieoM hamanai.
90U rom a mala ilistiucta considcrac.ao de Y. S.
mallo atiento venerador o llel servo
Hoinualdo, nrceltispo da Uahia.
Baha -'x do oslo de IX5X
i l)r. Antonio Epaniluondas de Mello.
3 Coronel Domingos Alfonso Nery Fcrreira.
i l)r. Angelo llenriques da Silva.
5 Tcnente-rorouel Antonio Cnroeiro Machad.
Rios.
6 Major Benln Jos Fernandas Barros.
7 r. Pedro (iaudlano de llase Silva.
8 llr. Manoel Clemenlino Cumeiro dn Cunta.
9 l)r. Jos Rodrigues dos Passos.
10 l)r. Jos Ou ni no de Castro l.eilo.
11 l)r. Joaquim Francisco Dunrte.
12 Floriino CurradeBrlu.
13 Dr. Antonio Alvos de Souza Carvalho.
li llr. Abilio Jos 'lavares da Silva._
15 llr. Ignacio Firmo Xavier.
16 Dr. Joao Mara Scve.
17 Dr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanli de Al-
liuqiierquc. ,
18 Dr. Aleiiiudre Bernardino dos Keise oliva.
19 Dr. Jos Nicolao Kigucira Cosa.
O Antonio Pedro de Figucircdo.
I Francisco Joiio Carnciro da Cimba.
M.iuocl Coelho Cintra.
>:i Francisco de Assis Olivera Macicl.
J Dr. .Manuel Firmino de Mello.
j-, liesiinb.iiiiatlor l'lrmlnu Pereira Monlciro.
B Comnicntlador Domingos Malaquias de Agolar
Pires Fcrreira.
27 Dr. Antonio Jooquin de Muraos c Silva.
s Desembargailor CaeUno Jos da Silva S. TlagO.
J't Dr. Caclano Xavier Pereira de Brilo.
"w Chrstovo Xavier Lopes.
31 l'nibelino tiuedrs do Mello.
32 llotlolpbo Joflo Barata de Almcitla.
.13 Tlioodoro Machado Freir Pereira da Silva.
:ll Bario tic Caplbariaa,
3'> Dr. Joaquim Jos da Fnnseca.
:lt Dr. Anselmo Francisco Pirclli.
i'i Blelor de S, Antonio,
COMMERCIO.
niiMiiiiico.
BEPARTICAO' DA POLICA.
Parlo do da 30 de setembro.
Illni. cFxiii. Sr.Participo i V. Eic. qiic das
liarle* bojereeebidasnesla repnrlic.lo, consta (ercm
ijti pti'.tts : a ordein do subdelegado da fregue/ia
ile S. Aitltiitii. ocrioulo forro Pedro l.eiio Monte-
roila Siha, sem declarado do motivo, c Joaqiiiui
lrSmi/,1 l'creln do Brilo, porcrime de estupro ; o
,t unlein do subdelegado da fre-'uezi.i da ltoa-\ isla,
Harllioolmcil, escroto dcBenlo Jos da Cosa,a rc-
qneriineulo .le se saibor.
D eonimnndanle to eorpo de pulcia, rcferintlo-se
i,i nllifi.il tpti- niiiiltiu ilasli as 12 horas da noile
parlicipou tpie as (i horas da larde de hunlcm n
lllierna do porloguei Joa Piulo, illa na lra\cs.a
tlaraa das Ciu/.e-, se Incendiara um barril tle espi
rito de viliho, o t|iial sondo laucado a runpclodilo
iiorlugaeXisnecedera queimar a um prelu c nina
ireLt. que na occisllo lam paitando,
lieos guardo a V. Ese, Sacrelarla da polica tic
iviii.iinliiiriiHi do setembro de 1853.llliu.eEtin
Si. ronsellieiro Jus' Denlo da Cunha o Flguelrcdo
aroildenloda provincia, O deaembargador Cae-
\imJo>' ii-i Sllea Santiago, ebefe de pedida in-
ifrinti.
PHACA 1)0 HECI FE 3U DE SETBUBHO AS 3
MOKAS DA TAHDE.
Cnlac/ics oftlciaes.
Cambio subre a Haba ao par15 d|v.
Dcscoulo tic lelias a vencer ein no^enlh|o (i l|2
por cenlo ao amio.
ALFANDBUA.
Ilcniliineuto to tlia I u 29 .
dem do da 3(1.....
toneladas, c.ipl.loTliomai Wbilc. oquipngem 12,
carga 2,250 barrica!, com bacalbo; a Me. Cnl-
monl ct Compinibla.
Iliillicrtlam46 ili.is, escuna hollanilcia .llberl, de
120 toneladas, capillo J. R. Uok, cqulpagetn 7,
carga quijos e mals gneros; n (>. A. Brander
a Brandis.
Natos *ahdo> no metmo din.
I'araliibaIliale brasileiro Flor do Brwil, mestre
Joaquim Anlonlo do Figiioiredn, carga varios
gneros. Passagelros, Domingoj Lins do Albu-
Iuerqtic c sua inulhcr.
liaGatela liollaudcta Curar-do ; com a mes-
ina carga que trouve, tuspendeu to lamelrlO,
Kio de Janeiro o purlos intermediosVapor brasi-
leiro .s'. SalCMor, coniinjndanlo o caiiilao-lc-
ncnlc Antonio Carlos Figueira. Alcm dos pas-
sagelros que Irouu, leva para os purlos do sol,
Jos Marcelino de SOUU, llenrique Jos Alves
Fcrreira, Joanna Francisca de Figiieiredo, 2 fl-
Ihos meneros, 1 criatlo c I csrrnva, o criminoso
Antonio Jos da Siha, 3 recrutas, I desertor de
iii.ii i nii,i e Smarlnhoiroa ngicies.
BabiaIliale brasilciro .Unelia, meslrc Joaquim
Jos da Silveira, carga varios gneros. Pasaagel-
ros, JoAo Francisco Mechado, Joaquim Francisco
Pinheiro o I menores.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro ( ello:, capitilo
Jos liarla Sotarlo de Olivera, carga varios g-
neros. Passageiros, Francisco Mavimo llc/.cii.i
dos Res. Francisco Jos da Cunha Sampao, Ja-
ciniho Sim.io c Oafcravea,
Rio Grande do Sol Patacho brasileiro DoH< de
Murro, eapllao l;.idoro Serr.lo, carga assucar e
mais gneros.
3
paasar edilnesqaa serio publicados iiflosjornacti, i
nflisatlos na pracudo commercio e casa das audieu
das.
Dado e passado nesla citlatlc do Rocilo, nos 21 de
setembro de 18VI. Eu Manoel Joto da Molla, cs-
crivflo o sohscrevl.
Jote anginan,l i da Coila Menezei.
DECtAHAt^OES.
EDITAES.
A cmara municipal do llerife hl publico,
que em virtudc da auliirsarlo que lite foi ctincctli-
da pelo Evm. presideulC da provincia, ein dala de
28 do prximo liinlo, oslarlo en praea, 00 paco tle
suas tetloea, no tlia 5 Jo corronle, as rendas tas afe-
ricties por l2:(Klri rs., e e imposto tic 500rs. sobre
niiieta tle gado variim por 11:3001 rs., com um aba-
le naquclle, .le :l:OIKl-MMM de rs., o ncslc, de l:K00s
rs. i os prclentleiites podem comparecer no men-
cionado da, munidos de Dadores habilitados na for-
ma da le, para potlercni arrematar ditas rendas.
ni lu-u ti Pacoda cmara municipal tlu Recito 30 desclcin-
":SSS|brode 1853.-Bario da Capibarlbe, presidente,
17:1853571
329:iiai07
Brigue
Dtttarrtgam lo/a I. de oulubro
ilinaiiiaripic/ Indwlrie larnli.i
Irigo,
Ucigiie americanofl'm, Prneeidein.
Brigue ingle/.Ladjf ti'laiiebacolbo,
REMUME.MO DO MEZ DE SETBUBKO
DE 1853.
Kcndiini'iilo Inlal........
RcsIiliiictM's...........
329:i5!>(l7
1319693
;rri:si'omii:m:i\s.
v>. redactores* OdeMijo ciu Isnlio tic i
miiili.i proviucla i' 'in reprwonlada, mu ubrign h
neflciunnroi uoiues tlo-ritl.itl.in-. ;ili;n\u, parade-
paluloi proviDcIma; Bt^MrandoMr tllenulilo cm
mu |rQddo > diminulOa Um .igailtuv.
Ni. SpbrUliCu tlu Hi'U'i ll;ii id-, l.iu'onl.'i.
Hi. Pedro tKi.iiinsro Jo Paula Gavalcanli *lo Allu-
i|ll)'l'l|UC.
":. I i inri-Mi \i\irr I'.ir- [t.iui'lo,
i>r. i 'u/ riippo ilo Sorna LdlOa
i>i. KraiKiaWo de.I'.inhi Banlitltie
I'i. Augusto Frcleriro da Oliu-ir.i.
ii. AntonioCoellio dcS/t c Albuquen]UO<
Dr, liinicioiouuini de s-m/.i l.ejn.
i*i. Praucifro AIvoi dn Silv.i.
Mr. Auuti-!ti tic Siiu/ii IjffAOe
i'i. Kodrigo Castor le Albuquerquo IfarauluTu.
llT, li.inri.cn iln ReRO lluros I'. ,i i .
I>r. Francisco Ksipli.ud de Mullo Hegu.
l'r. Homingoi de .Suu/.i l*aXo.
I*r, l.ni/ tlt> Car\allto Paea ili; Aiidrndc.
l'r. Vharo Barballio UcMa Cavalcanti.
llr. Joaquim Manuel Vielra do Mello.
Mr. sVoaquim l'r. Victoriano tic Si e AII>uriiipr<|UO.
ir. Jii.io Joro Ferrelra de Agolare
l'r. Aiisrlrno Francisco Pirclli.
i*i. Uanoel FraMbco de PaulaCa\alcauti de AIbu*
<|U(>n|iir.
Dr. Joao Antonio Cavalcanti de Albuquerque.
Dr. Ignacio de Hiirru Brrelo Jnior*
l'r. SetNHlUo do Uceo II.ir ros.
l'r. Jnsc llemardo t i 1 \uo AlraiiDratlo.
l'r. Manuel Jo(|Um Carnciro da Oiulin.
l'r. IrancACO JoAoCuriii'iro da Cuilhfl*
l'r. Joaquim l'in--. Machado Porlella.
l'r. Abilio Jos lavares da Silva.
Mi. Anlonio Alves ilc Sou/a Carvalho.
I'.nlre Joaquim Pinto de Campos.
Padre Luis Carlos da Silva.
l'aJrc Vonanolo llcnr<|ucde Kcseiidc.
Bario de Capibarlbe.
I lorcm-io Jos (.arneiro Moulero.
Sr$, redactare**Oilireiloqucassisleaqiijlipier
'iil.iil.io de /ciar e procurar n bem puhluo, c lodou
pii-iandecimcnlo qur moral, qur malciiol de sua
provincia, fa/. que um cleilor que v*> approximar-se
odia 7 do iiovembro, no qual (em de rcunir-se os
railegica para clegcrpiu os depmados asscmbla
iru\incial. c rallaramos a um dever >.e como l'cr-
iiamhucaiio nao Icudtrasscmos aosdiaiios tleilorw,
tanto da capilnl como i\o centro, que nos acompa-
Dhem mi|,mlii na prcsenle chapa composta de citla-
'l-io- loilt* prestantes por fnal virludcs e tlenlos,
"utle o commercio, a sciencia e as arles cnconlrarAo
k'n-i\o apotoa (\C.
Smi. Srs. redactores, ten constante leilor
O Sertnnrjo Rlettor.
Mr. Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querque.
Mr. Francisco de Paula llapllsta.
Mr. Antonio da Cunha o l-'icneircdo.
Dr.Joao Jos Fcrreira de A:: mu .
Biir.io do Siiassiina.
Mr. lu/ tilippe tic Souza l.cao.
Mr. Francisco Jo-lo Carnciro da Cunha.
r. Manuel Irancisco de Paula Cavakanti de Al
liiitpierque.
Mr. HominuoMlo Souza Ceflo.
Mr. Jcronjmo Marliiriano Picueira de Mello.
Vigarfu Venancio llenriques de Kczeude.
Mr. Ignacio Jonquim de Souza l.eflo.
Mjiir Klorencio Jom; Carnciro Monleiro.
Mr..li..r ilr Si Cavalconli LOS.
Cwnnwndador Joo Piulo de Lemos Jnior.
Dr. Antonio Bpamioondasdo Mello.
Mr. Irancisco \avier Pac* Brrelo.
Mr\ Antonio Alves tic Souza Carvalho.
Mf. Irancisco do Kego l.u ros Brrelo.
l'r. Francisco Kaphael de Mello Kego.
Dr. Joaquim Pirca Machado Porlella.
J'r. Antonio Coelho de S c Albuquerque.
Mr. Manuel Joaquiu Carneiro da Cunha.
i' :r .1. ,i.j......Pinto de Csimpos.
r. Sebastilo ilo Ueio Barros l.acerda.
Mr-Joaquim ilc Souza Heis.
W. Coime de Sa Pereira.
Dr. Simplicio Antonio Ma\inicr.
!'r'"ctano Bslelllta Cavalcanti Paasaj.
r. Rodrigo Cislor de AlbuquerquoMaranhAo.
"/ Antonio Francisco Pereira de Carvalho.
loriante Antonio Marques de Atnorim.
'Augusto da Souza l.eao.
r- Manuel Clemculino Carneiro da Cunha.
" Auxiisto Frcdcrico tic Ollyalra.
'"i'Hllioiin Seliasliilo do Hego Barros.
Rs.
Diroilos de consumo..........
DilOS tle I por cento de reexporlaijiin
(.na os purlos esirangeiros......
Ditos dito para os porto* do imperio. .
Dito dito de baldoBcSu.........
Kxpetlienle de Sjnor cento los ueneros
comearla de uuia........
Hilo de l|! por r. dOS ReUCTOS do p.'ii/.
Dito de I I| por c. do* gneros Ihrcs.
Ariua/eii.tuein tle I por cento das iiiit-
cadotias...............
Ihia dlla da plvora..........
Premio de Iu por cento dos RsalRnadns
Mullas calculadas nos dospaehns. .
Hilas diversas.............
Sello li\o................
Patentes dos ile>paeh,inles i-er.es .
Bitas ditas cipeclaes..........
I-chindo* lilulo-. do. nii'-iiios. los i-.ii-
\ciios des|iacliaulpHe \e.......
IinioluMH'iiitis de corlidfic*.......
3^9:010
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1:57:19(105
Silbido
\ I!I:^(oJ'J
871 !!
IS: l'.'.^Tn I
ManoelFerrera Jeelot. offlcial, serrlndodese
crelario.
0 Dr, Jos Raimando da Cotia Mcuezrr, juiz
mu 11 r i mi implante da iegundo xarae (/" meretOtpor s. m. i. 0 r".
Faco saber ios que o presente cdital virem.quc no
di.1 I.' de oulubro prnvuno ruluio.se ha de arrema-
tar por venda a quem mais der dcpoll tU\ audiencia
ilealejuiOi na casa dns audiencias, os escravos se-
guintes: Roinnsldo crioulo, idade Idannos, com
um pequeo achaque no nellOtavalladoeni 3.509 rs.;
(?riendo, crionlu, idade I") innns. com una rotura
n'umbigo, avallaioem I00|rs.; Anacalodllo, ida-
de IK ,muios, avahado em 3008000] l.oiirenco dllo,
Idade 17 anuos, uva liado ein 6008 rs< ; .oaqnlru
Angols SOannos avallado em 2309 >s.. Jos Auto-
lo, COm nina helide lio OlllO esquerdo. Aligla,
idade .vi anuos, avallado em VJOtrSi ; M.nia, na-
i;.m Cacange com umn cria ds 1 > meses, avahada
em 5009 rsa, penburados me eiccuc,fto de Boaven-
1 ni.t di Bocha conlra Joso Alexnndra dos Sanios.
E para que cliegue a noticia de todos mande!
De ordern do Illm. Sr. capitilo do porto se ta
publico para conhecimeuto dos individuos malricti
lilil-, quo a moslra no primeiro domingo do mez de
oulubro protimo, ser leila pela manelra eauintc
primeira chamada ser a dos praticos c pralicunles
segumla, dos carpiuleiros : terceira, dos cala Tales
quarta, dos calraeiros: quinta, dos canoeros
sexta, ilos pescadores : c a ultima nos marinheirns
dns embarcaces niercanles brasilea*. Secretaria
da capilania do porlo de Pernambuco 27 de setem-
bro de 8">:l.No impedimento do secretario, Joo
Roberto .ti'QUtto da Silva.
De ordem to Illm. Sr. capillo do porto, se Taz
publico para conliecimeulos de lodos os propriela-
rios dos embarcaees empreadas no trauco dos rios
naveuaveis desla provincia, que ein virlude dos
arts. 7Ue7i do regulameulo das capilanias deverao
solicitar ai licencas anuuas, e o arrolameuto das
ditas embarcares, isto no prazo de 30 dias, lindos
os quaes se iiupor as multas aaqiiclIcsqticdcUarein
de ler senielhanles documentos. Secretaria da ca-
pitana do porto de Pcruambuco 5 de setembro de
1853a>o impudirnenlo do secrelario,
Joo Haberlo Jutjutto da Silva.
IScal componhia de paquetes oglexei n
vapor.
No dia I. de oulu-
bro espera-so da lij-
ropa o vapor Severa,
eoinmaiidanle Strull,
o qual depois da de-
mora do cosiume, seguir para os purlos dosul;
para passageiros, (rala-so na agencia, r*ta do Tra-
piche Novo 11. \-2.
Gollectoria da cidade de Olinda.
No dia t de oulubro prximo viudouro, as i ho-
ras da larde, de casa da residencia do Sr. Dr.juz
municipal do termo de Olinda, sena de arrematar
tle venda, por ser a ultima praea, um sobrado em
chica proprios e bstanles commodos para grande
familia por ler tres salas, um sulo e ti quarlos, em
unidos melhores luuares para negocio, na ra dos
Quatro Cautos, n. M, com os Tundo* para a ladeira
la Misericordia, no valor tle 575sf rs., em que foi ad-
judicada a raxanda nacional,por con I a do que Ibe de-
ve Jos Joaquim de Almeiui Goedea. Colloelorii
d'OHndafll de setembro tle 1853.O escrivlo, Joiio
tionfalcet Rodrigues Franni.O coilector, f'ran-
eteo da* Chagat Salguelro-
Pela administradlo da imsa do consulado, se
U publico,que no tlia II.a I hora da larde,c bao de
rreniatar em hasta publica,a port da rnesrna, r na
Turma iielerminadanosarligoe^88o 2H do rcgula-
meuto de 22 tle juuhii de 18., 2 caisai con aasnear
bramo de segunda qualitlaile, cnin 10'J i> e 184 a
19950 a ;i 2I.I--Mi.li rsxintlas d0S>ageilh0l Barrella,
0 Boin Lunar,da provincia de.Maceio.eappreheiitli-
daspelouuaniaconreienlel.ui/. (ioii/aga tic Sena,por
IneaclldSode Liras. Mesa do consulado de l'eruam-
huen, 2H de elemhro tic IMVI.O administrador.
Jado Xavier Cantriin tlu Cuttfiti.
Lotera de Nosaa Senliora do Rosario.
As rodas desta lotera andam no dia 37 do cor-
rele com todo o qualquer numero de bilbeles que
(icar por vender, assim como 10 se vendem al o
dia 26, nos lugares scgulntes: prac,9 da Boa-Vista,
toja do Sr. Pedro gnacio Bapllsla; praea da lude-
pendencia, laja do Sr. Fortnalo ; ra do (Jueima-
do, toja do Ihcsourciro; largo do l.ivramcuto, boti-
ca dn Sr. Cingle, no HeciTe, ra da Cadeia, toja
doSr. Domingos Teiieira Bastos. O lliesoiireiru,
Silrenlre Pereira da Silva (aimariie*.
Dinheiro.
Letras
H0I9577
;l7:.VVI-sl2li
AI!audei!iilePerii.iiiibuco:ldeseIenibiotle IK.YI.
11 eacrivfio interino,
Franeivo de Paala Goncahee da Silra.
CONSULADO ERAL.
Reudireiilo do dia I a fl.....7:370*782
Idnn tl.i.ii.i dn........I:lb2c0:>0
8:.Vl2,->8d2
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do dia 1 a 29......tUWi
dem do da :W....... l2t-HHi
*70?.-i0
KBN'DIMENTO HA MKSA l><> CONSULADO
DESiA CIDADE NO MEZ BE SETEMBRO DB
185.1.
CoiMUlldo te .'i per eeulo. t: 108?I
li:IHWS3
Anroraiteiu........ . TOSWMO
Diroilosdo l.*> por fcnlo . l.-vVHI
Ilitus de "1 fiuri'cnlo . . fiMWMW
\|ii'ilicnir das rapaiaxias. . tH3t3S0
Hilos........... . autuo
Snioluuienlos do rertidoos. '.WWII
--------- 2::l.ll>ilil
H:.VI2Vi:l2
seguida (loado da roroarao.
DISTRIBUIQAO' DAS PARTES.
Personagens. Actores
I). Alfonso........................ OSr. "
I). Pedro......................... UionUio.
Eiiilmixailor........................ Amodo,
Ctielliti......................... t Uo/errii.
Pacheco......................... Mondas.
Saurn.......................... a Coala.
11. Niint.......................... Coimbra.
II. Ignei..........................V Sr. 11. J01.....;i
Eli ira.......................... as Orsal,
Dola meninos....................... N. >'.
Dar Hu u 0|icrlaruln i muilo jocosa runictlia cu. I aclo, .Iciutininatla o
PHN0K1II0
01'
Dlrerttn pvor-iucttu,
Diiimo tlu .iIjm.i 1,1 c ouiros
i.'1-ii.r..s ila l'araliiha.....:llt"i.')
Hilo ilo Boaucar ililo tlilo ila
dlla............. .">t?.V.iK
Hito dito iliin to Itio tiran*
1I1' ilo Norle........ -TMI
llilu ililu tas Alamlas. HH-MI
i70->i:i0
HOOJ-fW-J
Deposiloa sabidos.
hiiti> i'\i>u>ntis. .
lflS:l
1 .'i 11.-1:1
nuicno A PEDIDO.
I'AHA DEI'IIADOS PHOVI.NCIAES.
'. Illms. Brs.
l'r. Ju.iquim tic Aquino Fonscra.
' '"inineiil. do rarmelila | -.1 Iiiuhp/ !>. JoSo
'fihoira, impresos pin Venca e l.o, e men-
"iiaiio, i,., Riourapiii,, 1 nH,|.,ii de Frller, como
'a vasta rompilarodc oulros escri|ilorcs, lom.
'Pn-aoem.
Mei to ron
le I8S3.
ulatloili' PernaaabtMO,S0 tic seleinliro
O escrivilo,
Jurme C.ernrdo Mara l.umaehi de Mrll".
HECEIIEIIOKIA HE RENDAS INTERNAS liE-
IIAES DEI'EHNAMBL'CO.
Ucniliiiipnlo ilo tlia :H)...... 8160353
REMUME.MO DO ME/ DESETEMUlttl
Ronda los proprios narinnaes. .
litros de loirciios de marialia. .
I.HUlIcillios.........
Si/.a tos bajas dp raiz......
Dcima aildirioiial das eorpoi aci.es
do lun mora.......
Dita urbana........
Dirpilos novas B ipllms e tle clian-
cpllaria.........
Dilima ta ilila........
Carlas de hachareis......
Mullas por iifracrtestlo rcgulaniciilo
Selln Iho e prii|Nirciiiiial ,
Preraioa doaoWpoailoa puhlico*. .
Euiiilumeiiliis........
lni|Hn>(o sohre lujas e casas tic dep-
rimios..........
Dito sobre casas tlp mtiM'is, roupas,
ele, fabricados cm paiz cslian-
fteiro..........
DilndeH por cento dos premios tas
oleras .........
I.cuitimacocs.........
Imposlo sobre skcs......
Ditos sobro barcos do interior. .
Tasa do escravos.......
Salario de Africano
Rcccbptloria 1
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366IO00
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C0\SlLT0Kt0 [liniilll'lillll.
Gratuito para os pobres.
Alo liedle, ra do Trnpirhe Suco numero 1 i
O DR. CASANOVA lem aberlo osen con-
sultorio no Recife, onde poder ser procu-
rado a i|ii 1.11..-1 hora do dia.
N'. B. As pesstias que nAo fdrem pobres,
i pagarte |ielo Iralamenlo de ."> a -JUOUUU rs.
I ( aja esreilendii do ilous meses. )
_ 'Habano asignados, leudo amiga\etmeule
tlissolxtlo a soriedadeque linliam em umn luja de
miude/as no aterro da Boa-Villa n. 51* c que girn-
va sol a lriua tlcEstimaiV Hamo, cuj1' disnolu^o
foi Teita por consenliineiilo o approvac,flo do scus
credurw, e lem de ultiuar-se por escriplura publi-
j distribuida ao cartorio do tnbelliiio t'aKla
Monleiro, Tazein sciculc ao corjio decommercio, c a
quem inlerewar pOOia, que o ursino eslibelcriinen-
lo pHa .n girar desta dala em liante sob a llrma do
socio Thoma/ Pereira da Mallos Estima,i cujocargo
Dea a liquidacao do activo cp.iwiivo daetlincU lir-
ma. KocifoliOdeselembrode 1853. Thoniaz Pe-
reira de Mallos /Calima, Inloitin de Azevedo
fa mus:
Hdame Mlllochau Bueitard, ao aterro dn
Boa Vala, a. 1,
acaba de rercher pelo navio Oeridenl, um giamle
sorlimentii tle objcclosde moda* e Fazcndasde goslo,
como sejam: cliapcos tic seda e de palba para sendo-
ras, rliapios lisos de palba da Italia : maulclcl' e
capotinbos do seda a moda de Pars caracol, rapoli-
iibose colleles de cambraia o (li. lindas camisinbas
bordadas debicoede cambraia,csparlilhos01 iupIIio-
rrndu mercatlo, mangas drbico lira uro e prelo, pul-
reiras e enfeitcs de luvas, rumeiras e lencos, diales
de relro/, cabecoes o maulas de blomle para noiv.-is,
ricos corteada vestidos de Monde com bateos, veos
e cabecoes do mesino padrao, flores de lar.inja para
cabrea e para cnfeilar veslidos, cabecoes de bloixlc
verdadeiro, me.is, lencos de mo, luvas de jnuviu,
plumas para chapeos c cabeca, llores linas, lencos
de cambraia, sedas furia-cores e prelas pura vesti-
dos, cambr.iias de liulio, cnfeilcs para cabera, lu -
bales e loucado, corles de uarca rica para bailes,
cambraias c tarlatanas, bicos de linlio, lihs ricas e
inuito largas, ele.: e muilas oulras fazendas que
prelendc vender nuiilo barato. fa/.-sc enoclivarnenle
chapeos toncados o vcslidos, com O goslo recoubeci-
'\o e a moda tic bom ton.
A meta renedorada irinainladc doN. S. do
Rosarlo dafreguetia de Banto Antonio, rusclenle
que a Testa da mesma senbora, (|iiedeva ler lugar
no tlia !l do torrente, tica Iraii'dVrid.i pra o din 16,
leudo lug.tr o levautimeoto da bandeira na n*adru-
01 l\T.\ RECITA DE 4SSIGKATUIA.
SiBU.O I HE IIIII lilil ll; 1853.
Debut do artista oSr.Dionizto Francisco das Ghagas.
Hcpuisquea orclieslra liver cxeculailo urna cxcellenle onvertur?, daMO-ha principio a represen-
tacau da muiaceita Iragediacm d actos, julilulada
D. IGNEZ DE CASTRO
s mw is ^i^'wy.^
Kart
Uc/prra.
desla comedia asSculioras DD. Orsal,
Joa
ia, e os Senhores CosUi
i os pnucipaes pap
Meudes, e (Jiimbr.
A IraBeilia Hi.NK/ 1>K OASTKO j lito vista nos I huaicos desla cidade, mas que nunca dei-
vou de agradar e ser bem acolliitla tlu publico, foi escolbida para nella tlebular o Si*. I>ioui/io fa/cinlo
a parle de II. Pedro, que bem sabe o publico quilo forte ella lie, alini de mostrar o seu (alent tilo apre-
ciado un Ibeatro de S. Joiio da cidade da Haba.
Discpulo to dislinctn artista < Sr. Jofio detallo dos Sanios instruido e leguldof da sua escola, o
Sr. IHoni/.io l /er todos os sacrificios para tornar a sua companbia a melbor que fdr posslvel : o publico se agradara
obreinaneira dos IranalhOfl to Sr. Dioni/iu uo carcter de galn em que representa.
tu bilbeles acbam-set venda, desde j, no c-xriptorio do Ibeatro.
Principiara as H horas.
AVISOS MARTIMOS
ivrcs. .
de Miembro de IH.VI
0 esemiit,
Manoel Antonio Siaioe* do .imaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimentododia I a29 .... -:>:Ij/j>I1
dem da dia :tO........:i:l94lb
-H:-'ffl:i7
MOVIMENTO DO PORTO.
Wavtot entrados no dia 30.
Terra Nova*l dias, brigue iniile /tozalie, de228
PARA A BAHA
lemjira' brevemente o liiate oaconal
FoptUDBi capitao Jon* Severo Moreira
Kioa: para o resto de sen Gari*egamen-
tti c pawageiroSi trata-te com os coqir-
natarioi, ni na daSensaln n. I~>..
Para o Itio de Janeiro segne cun toda a brevi-
dade o brigue naciounl Murianna, capIlAo Jos da
Cunha Jnior, ; recebe nicamente algunia carga
iniuda, pamgelfOS aaacravosa rrcle:qiicinnomes-
nio qui/er carrejar, culenda-sc com o capililo ou
rom M. I. de Olivera, na praca do commercion. t.
O capitilo James L. I.ambcrt da galera aineii-
rana Manir**, arribada a este porto na sua \ a-
geni de Sandwich Wmd para Kew-Bedford, pren
sa a risco martimo sobre o casco, carga e frele que
cundo/, para occorrer as despe/a* feilas, de tena di
;(:(KMIMJ(MI de rs. : dar suas propostas no cseripiorio dos consignitorios
llenr\ i'oisicc ACompannli at o Um do crrante
mez, na ra do IVapicbe .Novo n. K.
Para o Ass, sabe n'esles dlaS o biale Flor do
Cararipe : qnem n'rlle qui/er carregar ou ir
de passagem, dirija-se a ra ta Cudria do Itecife
n. til, primeiro andar.
Para a Rabia, sabir breve o biatc ConttUtli-
eo meslrc Francisco Fausto da Cuidll llilan-
rourl: quem no mesmo quizrr carregar, ou ir de
passagem, pode tratar enm Amoriiu Irmos: na ra
da Cruz, n. II, 00 com o tlilo mestrr | bordo.
Vende-so a barraca denominada Safa-Rabea-
da, do lole de I.StNI a ,de bna ronstrureflo c promp-
l.i a nuvrpar, a qual srarba rundcatla na rolla do
Forte do Ifatlaa, para ser eiamtnadi por quema
pretcutler, e para ajnslar-se rom os correspondentes
Anuo un I mulos, na ra da Cruz n. .'I.
mais der, dei.' barris dea/eile, A i\ C n.l, a li",
vindoa de Marsellm pelo brigue francei Manee, i
depositados no armazem tos Srs. Tasso Irm.los : u
leilttO principiar as II lunas da manlula.
AVISOS DIVERSOS.
O Sr. Jos Teiveira liuimaracs, que leve bo-
Icquim na rita laria ilo Kosario, queira dlrigr-se
a praca da Independencia, livr.u a, n. fi c H.
jj O medico J. Alniuida mudoua -
etidencia
sun
:i rus
andar,
LEILAO
No tlia 3 de oulubro prximo, |ior inlcrvcni;lo
do agcnlc Ollsatra, c em prenota do rhancellcr do
consuludo de l'ranra, procctler-sc-lia a venda a qucni
{lilla
7%. Cm/. ii. 18,primeiro _.
jB de pode continuar a aer procura- H
:Jh do ate as 2 horas da larde !fi
rosajtfittilti
British Clcrk's Pro videnl Ahsc ci aluoi.
Tlie quarterh Heetng of iliu alwvc
Attociabon di lakeplace I i OcIoUt
ni 0 O'Clock P. M. at ili<- Treawren
Kooms. Jniiii'S lliinlcr, llon. StH'.
Qopm qui/cr umn porr.lo do enttillio : diri-
ia-so .u sobrado ao |i do Terco n. 13!).
SOCIBDAbB
Recreio da Tamarineira.
Unjo I tic ontubrn1. rcune-se a dircrc;So as 7 lio-
ras pin ponto, na rasa tlp suas tesadas.
Auaa-c pelo lempo da festa. ou por anuo
nina rasa rom muilos roininoilos, sita no Toro da
1*011011.'!, milito a marcpm do Itio Capibaribc : quciu
a pretender iUrlfa-ta lora tic Ponas, na fabrica ila
lanitldnida Bowman, a enlemlcr-se com o Sanios,
caisciro da mesma fabrica.
Constando que Joa da Silva Idajia, lalve
mal iiponscllintlo por nl^oein, prclcudc \cuder os
escravos que possiic, atlm de evilar os cuello* de
uina cxccuco que conlra elle se inove pela bpiuii-
da vara rivcl. avisa-sc ao publico que, se assim be,
alaguen! transija com elle a resneilo de laesbcns,
pniipic cs-a- vendas, assim fcitas, silo milla-.
-f| llpspj.i saber-ao a morada nesla cldatl
3 Ctirrpspouilpiilc ilo Sr. Manuel lltv.prra Vi
ve i'PirailcAraujii llpllto.dc Ouausi.
mmm /' m-mm^mmM
Joau Antonio Uichldo, eslabelcridu rom luja
de raaendas na ra du Queimadn n. \x, faz. idenla
80 respeilavcl publico, e principalmente ao carpo
de commercio, que utudou seu estabelecinienlo para
a ra ilo Uwaiuculii. luja n. '2.
Bvporlam*se para o lito de Janeiro os oscravos
Sebnslio, .'abra, e Manoel, clmelo, a enhenar a
lO Antonio Alves de llrilo.
l'rrri-a-se de um ou doiis tulicrie. ile hmilei-
10 para a i'arabiba do norte : aquello que esllver no
'aso de querer ir, dirija-se' casa la ra da Cru no
Kecife n. :ii, que adiar com quem Iralar; facu-
do-se bous IlltervSBOS a quem OSliver no raso.
Norberlo Marciano ls Santos o noria para <
Hio de Janeiro o seu cscravoi pardo, de notne Joa-
quim.
Anlonio Darboza do Barros avisa aossouaainl-
uo meiro andar ta ra da Oui n. Vr2 com sata de bar-
ben o; vende bichas, o aluna n lOr*. rad......ia.
qnem de seu presumo se qulier nllllsar, poder tli-
i lgr-S0 ao ine-ino pi imeiio andar, a qualquer bora.
Antonio llitlio/.a de Marros avisa ao respolla-
icl publico, tpie tlrivou tle ser ollleial da laja do Sr,
Joaquim l'erieira ("untes; eaoiueomo lempoaua-
ilcce o bom Iralamenlo que do mesmo Sr. receben
ilurania .' anuos e malo que csle\e na sua e.i-a.
I'rrdcu-so no dia t do parado, la ra da Ci-
dria do liedle ao palco to Paraso, urna chavo de
aliarpianus : quema aebuu, queira ir entregar o
mesmo paleo n. '2S, que ser recompensado.
l'eile-se aoa Srs. Ilscaea dosla cidade, lancem
suas valas relfdiosas sobra os eslabelaclmenlos qoe a
assembla dcllherou fcebar-se, quo j vSo princi-
piando oh abusos roslumndos ; bem romo pede-te
coridado sobre ceiios donos bam-se tle nAo evrrpluar o dia que Heos dcstinmi
para descanso do luuncm, que nesse inesino a-
zem os pelos I raba I liar lodo o da e carregar asso-
rar para as tabernas pela pnrla do berro ; do me>-
mo modo procedecet(o amoleloao que lem deposito
tle a-;ucar, e di/ ler mais praier Irabalbar aus do-
mingos, nfloobsIaAle ler J sido castigado, a depois |
Ii/ nao saber porque Ibe focm OS escravos. Heos
rlrruo!.,.. Jusilla, juslir.i. OotOfla fltCMtt*.
O abaivo assi^n.ido, rin resposta aoanuunrio
publicado no ti Diario de l'ernambucoj do 30 da
proiiino (Indo me/, sob a asrignalnra do Sr. l-rau-
cisro Jos tle MaijalbAes Uasto, declara: I.' que as
iluas casas sitas em Olinda, a que o mesmo annuu-
i io se refere, slo propriettades suas, sendo quo a
berdeira de seu souru Antonio Jom: Allonso, como
so pode ver do rcspcclo inventario que existe uo
ca lorio tos orpbaus, e que, |iorliinlo, pode deltas
dispdr como muito bem Ibe appromer ; -2.' que
nao prelende vender neuliuma das referidas casas,
c que unios pelo conharin esta dbposlo a comprar
uiuda oulros pretlos..figelo Franrim-oda Costa,
Urna pessoa capa/, casada, seoll'erece para co-
brar divitlas nesln praca, mediante o ajuste que se
convenclonar, ou mesmo para cnsinar meninos em
qualquer enioubo perlo desla praca : quem preten-
der, dirija-se a ra llirelaii. 17.
lie ordem do Sr. director da sociedade tas
arles mrrbauicas o liberaos, convido a todos os so-
cios para quccoinpareram na scsso de dominuo, '2
do corren t, pelas 10 doras da inauba. Manoel
Pereira de Hollando, secrelario interino.
OroIoKio de onro, rom a flor de I brilbanles
de um lado, edooulrocom perobs, juulainenlc com
cadeia, sinelcs, e allinelede pcito, a\aliado em -..'tul"-
rs., queso jierdeu nosabbaifo a noite, desde a ra
da l'raia alea praca do (lorpoSanio, foi achado pe-
lo Sr. Joaquim Jo^cdc Aliuritla l'nlo, morador na
mu da l'nnlo.e rrstiluido loi;o, por sua livre o es-
pontanea vonlade, a pensoa que por este mesmo
Diario, com tlala tle '2ti to prximo passado mez,
anuuuriou ler perdido.
I'rerisa-se Blugar nina ama para cozinbar o
comprar : na ra ta Concordia u. N.
O abolso asslgnado pede aos credores do Sr<
M .n rl I' dn,.i ib? Itc/.euile, que mandem rereber
o que Ibes toca em raleio do que ptfr receber da
abantada ra Nova: no pateo do Carino n. i;l.
Narciso Jos da t'o*ia.
o aballo assjguado raga a jiessoa que por en-
gao lc\oii um orillo de alcance to reslauratd frail-
eis, faca o btvordc ir ou uiflndar cnlreuar no mes-
mo realauranl ; pesle-ae lambein a pessoa a quem
fr olerecido.lentia a boiuladede o levar na mesma
casa, que ser gratificado*llebrard.
,\n dia 3de oulubro prjimo viudouro, as \
linras da larde, o porla lia do anrinalar, por ser a ultima praca, a renda
iiiiiual tic tuna rasa tenca, na ra dasjnro l'onlas
u. 00, avadada em I i i- mu rs.
O Clrurglio Joaqolm Jo|6 Aires de Albuquer-
que lem mudado sua residencia para a ra das dn-
les, casan. 18, agnndo andar: as passoas quedo
seu prcsl'ino precisaren), o podem procurar em dila
cusa.
A filba do fallecido J. II. C. Tresss roaa .lo Sr.
Manoel (ioncalves l'creira Una, baja de mandar
buscar osen realejo queden ao fallecido sen pai pa-
ra o concertar, e existe ba "> anuos emseu rx'dor ;e
passando8das depois desle snnuncio,vndete
para sen emtiolco, pelo metros prsenle estada em que o mesmo realejo se acha.
AluitMin-sc rasas para se psssai a festa, rom
bous rommodos, no siliu do llajuriru : quem as pre-
tender, piule driuir-se ao. mesmo sitio uara ajuslar.
Precisa-sc de serventes para Irabalbarem na
hIh.i Precisase lugar nina ama de Icile, ,f|uc 111)0
(snha flllio: na roa da Ranga! n. .">, segundo an-
dar.
Preclsa-se tle um raixeiro porluxuez, que le-
uda pratica de taberna: na ra Direila, n. .
I'recisa-sc do una ama secca, escrava, para
loilo serviro de urna casa de bomem solteiru, quo
enlenda alguina cousa de costura : a Iralar na pra-
ca di Independencia n, Xi,
I*rensa-se de um forneiro para urna padara ;
l>aga-sc bem : na ra da Florentina n. i.
TODOS OS SAIBADOS
douram-st v. prateam-e, por neio de
electricdade, quae$([tiei- objectos, ican-
do perfeilanientti semclhante uo metal
imitado, o leudo a vnntagem de milita
.liirnr.Mi, pur presos commodoa : a Uu-
tar com Delotielie, relojoeiro, na ruu
Nova i). Il>
Precisa-so daum bomem paro lomar coula de
iiiim otarla, eque (rabalbe na mesma. paga-se bem :
Juem estiver ueslas circunulancias dirija-se o ra
a Concordia, casa da esquina, confronte ao boceo
da remella, das ti doras da mandaa as 8, e das I du
larde, as eii.
Para quem qufitr MUfcolooor.
Traspa^a-sio s edave da luja n. \, no Atierro da
Boa-Vista, e vende-se aruiacAo quedeulro exisle,
propria para qualquer negocio pelos eicellentes
commodos efirguezias que a casa lem : Irala-se na
ra Nova n. '20.
Precisa-sede um olicitjl de alUiale, que en-
lenda alguma cousa de corlar obras muidas: ua ra
da Madre-de-Deos u. 3ti, primeiro andar.
Lotera do Rio de Janeiro
Chegou o Ibiliiiinu, e temos exposto u
venda os billietesdusloterias 59. da San-
ta Casa da Misericordia, e I. das obras
da igreju matriz da cidade de Sobral;
as lisias podem ebeyar no dia 2 de outn-
bix), pelo (iuanabara, os premios senio
pagos logo((116 86 i*er a distribuido das
listas.
I.luem Iner um pudo id oso e o queira alugar
para lomar cunta de um sitio uos Afogados, por um
preroem propurrfln a quasi neubuui Irabialjio, que
leve estar a seu cargo, procure na ra eslreilu do
Kosario n. 8, segundo andar, para ajuslar.
Jos Marque! da Cosa Soares lem cassado os
poderes que bavia dado em nina procurado ao Sr.
re chino do Kego Barros, e nao pode desde jodilo
senbor fazeruso da mesma procuracao, que lira can-
sada e revogada.
O Sr. lioncalo, ollleial de Justina, morador no
aterro dea Allegados, leuda a bondade do apparecer
uo Coelbo, aurgocio quo mo ignora.
Quem se julgar credor de Jos Moreira da Sil-
va Jnior, queira aprcsenlar suas conlas ao Sr. Ala-
noel Joaquim Carneiro Leal al o dia 8 de oulubro
prximo fuluro, para se poder conbecer o estado do
Ma casi.
Alusa-sc o segundo andar da casa da ra do
Caes, o o quarto da ra du Hnim, em l'ra de Pol-
las, pertenrentes a I A. da Cunba & Companbia,
na ra lo Vigario n. II.
Alnga-SOoma casa, na ra doCaldeireirn,roin
armacao para venda, na esquina da Iravcssa do
Monleiro, a qual csU livre do iii|hmIo : na praca
da Independencia, livraria n. tic8.
Alugam-sc duas casas terreas, em Sanio Ama-
ro, ao p ila iuudh mi, por prreo coidiiumIo : a fallar
rom Jos Jarinlbo doCarvalbu, em sua taberna ao
peda fuidiran.
Deseja-so saber se exislem nesla cidade, p-
renles derderos de Itoavrnlura (iun^alves, fallecido
nesla mesma rdade, para se Ibes entregar urna
quanllaqne Ibe betle\edor Antonio llarbosa de Bri-
lo, morador naurovincla da Paralilba: para esse
liui podem os liurdeiros dirigir-sc a ra da Cadeia
do Recife n.21.
.Na ra Helia ii. Id, precisa-so d'uma escrava
que sniba comprar, rozinbar o eugommar alguma
eousa ; a rasa s (em .'1 pessoa* de familia.
Pao' queme das 6ai8 boraa da larde.
.Na padaiia delraz ila matriz da lloa-\ isla n. ti,
do I.* do mez oulubro eludanle, baver pilo queli-
te uo deposito tlartia do Kniigel n. DI, e na mesma
paduria nciin.i, como se cos una as padaras do Itio
tle Janeiro.
Prccsa-se do um caiveiru para nina padaria,
que (cubil pr.ilira tle negocio c que saiba ler e escre-
ver, oque dr Dador a sua conducta, e junlaim-nlo
um preto i>ara o serviro da dila padaria : uo paleo
da Santa Gru, n. 106.
Aliifjam-se, para se passara Icstu, '1
boas casas, com commodos para l'ami-
lia, piuladas para nao l'a/er uespe/as, ao
passar da lesta : a tratar na Torre, litio
do Lcao, de Francisco Jos Arantes.
Aluga-SQ o armazem, u berna, o uo mesmo lam armaran: no paleo do Ter-
co ii. D.l!l, a Iralar rom o seu proptielario Joaquim
Lopes tle Almeida.
Precisa-sc alugar um solAo ou lerceiro andar,
uas ras do Vigario.de A pollo,da Cruz ou do Bru:
a quem Ibe couvicr, dirija-se relinac.lo da na da
Cruz n.7.
Aluga-se por pre^o rominodo um sitio, no lu-
gar denominadu s.nii' \nu.i de dentro, rom casa
paira granate (lunilla, coebeirn, estribara o baiva
com cpim para duus cavallos i a Iralar com l.uiz
tiomee Fcrreira, no Momlego.
Conlina ,\ eslar poralugar o sobrado de Ana-
rielo Joa de Mcutlunrj, silo nos Coelbos.com gran-
des < iiminodos para nina decente e numerusa fami-
lia : as cbaves eso no sobrado imiucdalo para
quem quizer ver.
Na rua das CllUd n. 21, si-;;un-
do andar, rccebeiii-se aegruliai 0 iiiuln-
linbas, osera vas, para se ensillar, jh>i
pirco commodo, a coser, fazer labvriu-
Ilos, marcar e entornillar.
COMPRAS.
Conipra-sc qualquer peca velba de metal cba-
iii,id do principe, preferindo-sc o que soja mais
claro : na rua do Collcgio n. _'. taberna do I mi-
les.
Gunpram-se escravos, c vciulem-se, rerebem-
sc tic coimuissio, lano para a provnra como p,u.i
lradella; ua rua dos Quarleis n. 21, segundo an-
dar.
Conlinua-so a comprar bolijas o garrafas vast-
as : na taberna da rua larga do Husario u. Iti.
Compram-sc garrafas pequeas, que (eiibam
servido aguas de Sedllz, Virby e Scltz : na rua
larga do Kosario, n. 'Mi.
( uiipr i -r um i rarroracm mcioitso : quema
liver, dirija-se n rua do (Jucimado n. 8, que achara
rom quei* tratar.
VENDAS
Vead<-s.
.....i lira railejiinli.i rtim lodos os |ierlciires, om
bom uso. o i mu i.........to prern : iiti la ti Prnid,
II. I.'l, SORIIIIlItl .iii.I.II .
Vandc-tewla tle niparkn <|ualil.i.lc, eaaOda
tle pniviiue ilo Anirat., ussim comti cauros miados,
cera tic carnauba, velas de earnaiilia componas c
peonas ilc cina : na rua da Cruz n l.">. aagunuo
andar.
Palitos de brim a 3;000 i.
VendonMa pslitits de brln. muito !>en fcilos, |ic-
loliaralo prc{u tle SfOOO : na rua-Nova, luja im\a,
ik IG.
Cari d. ca.emlra, a 8,000 rt.
Vciidenie casatnirai francatai tic lionitos |m-
tlrtics, a .'yiUtl o rorle : na rila IS'o.a, luja iiomi,
ii. III.
Ycndc-sca olira Hrcrcieilo l'liilusopliica, |wlo
nadra tlujodoro uo Almeida : na rua No\a, loja no-
va, n. 16.
Vende-se nina prela de narao. mora, com lia-
hilidatle; ciigtimm.t, ro/iulia. lava, o Taz lodo mais
arrAiijo de moa casa, c lie tierna: i|ul>iii preten-
der, ilirija-sc ao K.irlc to .Mallos, prensa do Jot>
ipiim Jos l'erreira A; Campanilla,
Yondc-se lima correnlc do ouro do le com
o pc-o de llloiliivas e :lil. ein nuiilo Iiiim estado;
atu dono u.lo seservlo tlella mais do ipic tres ve-
ic; ventle |wr UU0 rs.aoilava sem foilio: quem
pretender, >linja-se rua doQticimsdo, loja to oil-
rives ii. :t".
Chumbo de muir 10 .
Vende-sena rua do l'rapiclio Novo n. IH.
Ventle-sc una carleiraj" usada paradqaspcs-
soas e-scroverem : no rae* ilo Hamos, sobrado 11. 1.
Ycntlc-sc um casal de escravos. sendo esles
partios a pessoa que preleiitler, dirija-se ao paleo
da S.inl.t I li ti/ n. II. .
Ycndc-c iiiiincurotlc lionila Riira, peileil"
eoxialioiro, e bum ganbador tle rua i quem o pre-
Icudei, dirija-se rua .las Cruies n. aV, primeiro
[indar. _T ', ., ,
Yenile-se um prelu tle nacao Aag, tle nlade
ilo "i annin, punco mais ou menos : cm Fura de
Corlas, ruado Pilar n. K'i, secundo andar.
__ Vcnde-se una cscrava, crioula, de dadetlc
a 21 anuos, rniiulieira e lavadeira : quem a preten-
der, dirija-se a rua das Cruces, sobrado da esquina.
lerceiro andar. .
No aterro ta Hoa-Visla li. -J7,,irm,i/nii de Iras-
tes, vendiese urna mobilia, nova, de jacarauda, de
Oalo iiii'.lernoe muito bem acabada.
Yende-se una taberna, nos Alocado-, rua de
S. Miguel o. -!l : a Iralar na iiicsma.



N;i i'Uii do Queiinado loju n. V7de
Joio Antonio de Arinijo, vendem-sc ricoi
corles de vestido! de cambraia de cor,
i'i' diminuto preco 11 < >,: i (111 )-g. ditos
milicos de dou bbados a 4,600 rs. ;
leeros de setim de cor do idtimo gosto
para gravata a I ,000 W. ", corte de brim
Icipiadroi de algodo para calcas 0 me-
Ihor gosto a I .tV i?. ; ditos de meia ca-
simira a I ,(00 rs. o corte.
Vende-se papel limpele superior :
na luja do pateo doCollegion. 6.
Ao bello madamisino Permunbucaiio.
Vendem-se i iquissimos penleg de tartaruga par
prender cabello, dos melhurcs que (em viudo i eslc
inercjnlu, i'.-iu iliniinulu incc.ii de '-".ii: na rua do
Uucimado.nuva lj,i ile iniudczas de Allomo Pedro-
so do Anuiriil HraiidAo.
Aos Srs. acadmicos.
Yeiideui-se luvas do pellica de superior qualida-
de, mullo novas, pelo diminuto prcen de ll(KI o
par : na ra do CHieimadn, nova loja do iniudczas
n. ,7,dc A. I'. A. Branda._______
Sedas modernas.
Na luja do sobrado amarello, nos qualro
caulos da na do (Jueimado lem un comple-
ta sortiniciiloo novo de corles de tcslidosde
2 -i'.1.1 escoceza e de furia cores, fazenda nm
J lo moderna e do escollados gestos, e lambe
lem da mesma fa/enda que vende en
bg dos, ludo por preco iniiilo coinuiodii.
Milita nttenco ao baratcti'O.
Na rua doOucimado, uta loja ilc miiidezas, n.
57, de Aironso l'cdroso do Ainaral Brandao, tciidem-
se lutas ile pellica de |Hiuto inglcz para bomcn e
unidoras, pelo iliiniuiito proco de I.nhhi o par, di-
Im de seda traillada de cores pin huniem esenho-
ra. a lIW e ISrlXI; ditas bramas do (irreal, o nafa
delicado possivel, a l-i,mi o par : dilas prelas de
lorcal para lionieiu senhoras o meninos do rjuabpici
laiiianlio, dilas de lio da escocia, nicsrladas para me
iiiiiu e seuliora, ineias de seda brancas para sciihu-
ras, a al&SOO o par, niuilo lindos e moileruos chapeos
de sol ile seda de cores para biunoin, pelo diminuto
prefo de Ksomt eada un, e oulras miiilas niiude/as
ipie se vendciii miiilo mais baralo do que em oulra
ipialquer parle, a dinbeiro a tisla para adquirir
(reglala,
Gulas linas para vollarcte.
Veinleiii-M! niiiiio linas cartas para tullarlc pelo
iliiiiiiiiilo prero de tile rs. o bar.ilbo : na rua do
Our-imado, loja de iniudczas, n. 57, de Aflbnso l'c-
drOMldo Alliai.il Brandan.
As pessoas de bom oslo.
Ni i ii.i Jo (.lii"iiiiailo, n. 57, luja de iniudczas de
Albniso l'cdroso do Aniaral Brandao, veinlcni-sc ri-
ipussimas bandejas do melliiir |0SlO, que lem vlndo
a i-lc mercado, enm pinturas inuitu linas do lodos
os lamjhbos.
Itiipiissimus franjas pala Cortinado.
Vendeiii-sc riquissimas franjas de bulla- par
cnrliuadusda Indas as cines, c do mellior insto pos-
sivel, palodiniinulo pceo deSBStW rs. cada peca :
na rua doQuainado, n. 57.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 0:0000000 n.
Vi casa feliz dos qualro cantos da rua do l.luci-
in.i.lo u.JII, vendeiu-su os mullo folizes biilieles,
mcios. qiiarlos. oilavos e t iscsimo da 5!' lotera da
Misericordia, ruja lisia diegl no dll i: a ellcs que
lee no resto.
O Barnteiro,
na rua iUi Oiieimado H..50, vcn.le poi procos mui-
lo coniinodos a* segundes fa/eud.is : chales de seda
de bom goslo, pelo proco de 1:1 ,i HfeUdO rs ; corles
de dita aKoueu, pira vwlldo, de wkmi n.; dito
ilc dilas mellior, a iUSOOO rs. ; rapotinlios de 1,1a
para scnborus c meninas, a 7~5IHI; chapos de
de seda, de furia cores a 7>'>00 ; casemiras para
ralea a ",-JIMI; lnins escaros a 1-1-0 ; Ia de qua-
ilrinbos, a -J5IKM) rs. -. ditas mescladas, a -.fttOO :
luvas deseda de Indas as dualidades : ludo falo do
mellior aislo, c milito em cunta ; lanibem se ven-
ilem oulras limitas fa/endas, por piceos cominodos.
-- Vende-se.....a rede inda pintada, propria para
lipoia : na rua do (Jucimado, n. II.
Rua Nova n. 17.
VeadoM-aa ricas eamfainbaia enlartohnide cani-
braia bordados para seuliora, minchas de tilo briin-
o. enreiles de llores e litas para caliera do seuliora.
srinahlasde llores de laranj.i para noiva. riquissiina^j
luvas de pellica com enfeiles da fabrica de Joven,
liit.i-.de seda detallas as quali, ludes, seda para ves-
lidns branca c de cores, bicos de blonde c de lindo,
c muilns oulras fa/eudas por menos preco do (pie
em oulra quulquei parle : na loja do Theopilo
lliibcil.
Itua Nova n. 17.
Ilcrhesado 11111 arando aorlimenlo de papis pin-
tados para forro de sala, dos mais niodcrnns goslos
(pie lem apparecido naala praca, lia tambem papis
de boinas para sala de jaular, e lindas guarnirois
de velludo e domados, por preco mais baralo" do
que em nutra qualqucr parle : na loja dciiicopbiln
Hobcrl.
Itua .Nova 11. 17.
Vendeui-so lludoi papis pintados para forro de
sala ale mil rs. a peca : na luja do llieopbilo Ho-
berl.
Sedas baratas.
\'endein-sc corles de seda escoceza, de 15 rovailns
rada un, a is-mni rs. na rua do Cres|H>, loja do
Antonio Francisco IVreira.
Palitos francezet.
Vciidcin-sc palitos de panno lino, de cures e prc-
I". (besados iiliimaineule, a KttXH) rs. cada um :
na rua do Crespo, luja de Antonia Francisco l'e-
reira.
Para nieiiiuos.
\ endem-se vestidos de seda, do cores, com pili-
lo da mesilla cor, para meninas o meninos, a '.i.niiii i
i-, inda un : na rua do Crespo, loja da Antonio
I lamisco l'creira.
Camisas baratas,
Vendeiu-so camisas (raneen*, para bomcn, lo-
ilas de lilil., da Irlanda, asmis linas que se pode
Vende-se um par de consulos de amarello, I
cadeira de bracos de Jacaranda, I quailro, I cspcllio
com moldura dourada, I lavatorio com espelbo,
jarro, baca e mais preparoi de iHireelaui, I aparo-
llio de meu uno, fallando tmenlo algons pralos, 1
armarioKrande.com gavetas dentro pora o mesino,
2 mesiulias com gavetas, I marquen, o I jobo da
bancas de columna de jacarand, ludoem bom uto,
e por preco commodo : ua rua da Cadcia do Hecife,
sobrado u. 9, primeiro andar.
NO CONSII.TOBIO HOMEOI'ATHICO
lll!. P. A. i.ono MOSC0Z0.
\'ciide-se a mellior de lodas as obras de medicina
liomopalbiea iy O NOVO JIANIAI. DO DK.
G. II. J.MIU U2X Iradiuido em portuguei pelo
llr. I'. A. Laba Moscozo: qualro voluincs encader-
iiados em dous. 20*0011
0 1. volume conleiido a palliogenesia dos 14*
mcilicameiilos que nao 1 : un publicados tabir mul-
lo breve, por estar muilo adiantada sua impressilo.
Diccionario dos termos do medicina, cirurgia, analo-
mia, pbaniiacia, ele. ele. enradernado. 19000
t'ma 1.u leu,1 de 21 lubos, dnsmelborcs c mais liem
preparados glbulos bomopalbicos com as duas
obras cima.........tOgOOO
l'ma dita dc:M> lubos rom asmesmas 159000
Hila, dila do 1H lubos........509000
Hila de 111 com as ditas......Iim-iiini
Carleirasdo 21 lubos pequeos para algi-
beira........... IO9OO0
Dilas delHdilns.........200000
TuIkm avulsos de gluliulos..... 19000
Vendem-se obras dos Mvtenos do
l'ovn COmpletai, atea poca das Cruza-
das encadernada a I ti,nuil rs. ; ditasem
brodiura a I i.oooi-s.: no pateo doColle-
gion. .
AO BOM COSTO.
Vendem-se carteiras de papel do Ikiiii
goslo para os... |>elo preco de I ,"280 i-s. :
1 Hojan. (i dti pateo do Collegio.
Vendem-se capadlos compridos e
redondos a ."i20 ra,: no pateo do Collegio
n. (i.
Vende-se a mellior labcrna da Capunga, 1 un
poucos fundos, ludo em I111111 estada, e so tira o que
nao sorv ir ao comprador : na rua do Vigario, taber-
na de Joan Simio de Almeida.
Vende-se una linda garrota loiirina: na Capun-
ga sitio de Mr. Ilouburcq.
Andar a moda com pooco dlabelro.
Na rua do Oueiiuailo segunda luja 11. 18, vend-
se luvas de pellica prcla para hornera, seuliora c
incniuis a 500 rs. o par.
Na rua da Pcnba 11.2:1, primeiro andar, se di-
r qiicm vende I retost decaiva de ouro, em pon-
to pequeo, que pude servir para seuliora ; I dilo
de metal doorado, muilo bom regulador, 2 corren-
tes para relegios. de miro de le, 1 par do brincos,
e I ditn de rselas pequeas, linio por pouco di-
nbeiio.
Lencos de cambraia de linbo, linos,
a 100 rs,
que trolla para
4
l) 1 ii.i do CltWpOi loja tl.i 1 -t|n 111.1
.1 Ciideit.
Voiidcin-so l^cst'rintK, Bendoftdlloi tlnspr-
viro de c;mi|io ; I iie&rinlhi limito Iihi, rom icl.idc
(ir Ki fi lalanno*; i cas.il de cscnivos, mocoi; S
WCTIVM de Iodo senro ; I itil.i de lioniln UgurM
que COM o eiiyoiuma iki rui Diroila n.;t.
Vrtidriu-sc irrjn roin iniiilo superior Hiriiilia
de Santa GalharlM, |ir prerorominodo : na rua de
Apollo ominen) n. i_'.
Barcaca.
Vtindo-M' uma Icinara, muilo boa de vela, do lulo
de II a lliraivas, v por prerocommodo : na na do
pal M&[mt?ymm&m. bbh
Vestidos muito baratos.
Vcndeinse curies de vestidos de i-bita de
barra, bonitos padrn c modernos, leudo suf-
licienic raaendapara se laier o vestido da
moda, c pelo baratsimo preco de 23 rs. ca-
da corte: na loja du sobrado amarello, nos
qiialiu calilos da na do Qucimadi) n. 29. ffi
\ende-se a mellior i.irutlia de San-
ta C.tlliarina.ciii sacras grande, a ").V">00
11.: no arina/cm do Forte 20, defronte do trapiche do algodao, 011
a halar cun Manorl Alvrs Guerra J11-
nioi, na rua do Trapiche n. 11, pri-
meiro andar.
Vende-Se un rcslo (le esculpales
da obra Kapbacl, paginas da jiivcnlu-
de por Lamartine, versio porlitgur-
Za de I). Carlos Cuido \ Spauo : na rua
do Trapiche U. I i, primeiro andar.
Em meio uso.
Vcntle-Se um par de bancas de abrir,
de Jacaranda', obra beili acabada, e que
uo be (oleado : ua rua de Hurlas n. (12,
casa le
que se pi
Imaginar, pelo diminuto preco de ;lguiiu rs. cada
uma : na rua do Crespo, bija de Antonio Francisco
1'eiciia.
A 20600 r.
\ endem-se camisas de niurim trance/, brancas o
decoren na rua do Crcs|Ki, loja de Antonio Fraii
cisco l'creira.
A ."isOOO rs.
vendciii-se |ici;as decidla, de (Vires fivas, com IIK
(((vados cada pal na rua do Crespo, loja do An-
1 Mu,. I rain 1-1 .i rereira.
A5.s000i-s.
Vende-tc panno lino, prelo, a/.ul c niesclado, pro-
pi ni para palitos e vestidos de moutaria : na rua do
Crespo, luja de Anlonio Francisco l'creira.
A 300rs.,
o invado, de cassaccambraia, franre/.a, de cures li-
vas : na rila do Crespo, loja de Antonio Francisco
rereira.
t v ende-sc nina fabrica de c!iarulos : no palco
do Ierro 11. II, que serve aarmaijan para oulro
Diccionario dos (crino, de medid;
clrarcla anatoma pharaaacia ,
etc. etc.
Sabio a luz esta obra indispcnsavcl a lodas
as pessoas que se dedican ao esludo de
medicina. Vende-ee por O rs., enraderna-
roiisiillorio do Dr. Moscoin, roa du
o, 11. 25, primeiro andar.
Hetofioi laglein de ouro de patente
Vendem-se em casa de Deane Yonlo A Coinpa-
nliia, rua da Cadea do Kecirc 11. ,2, tanto para lio-
iiicm como para seuliora.
Vende-sc o silio que foi do falerido Jos /.aca-
cias de Carvallio, 110 lugar de Beberibe de baixe,de-
nominado dos craveiros, com casa dovvenda do po-
dra, eonlendo sala adianle rom dous quarlos, dita
de delraz rom dous quarlos, solio grande, eoziulia
grande e copiar. Tina casa de laipa com sala c dous
quarlos, alraz dous quarlos, estribarla para Ires ca-
vados, c sulo para prclos; mu lelbeiro que serve
|iara casi da familia, com ealribaria para dous ca-
vados ; iimifas arvores de frulns.romo sejam, eoquei-
10,, ntaouetrai, cajueiros. maiigabeiras, craveiros,
fe lar.inuciras, sa|H)liseiros, pinbeiras, frulei-
iio ele. etc.. ICrrcuos para loda a cultura, e
! canoeira, leudo de fumn quinhentas bra-
a dr frcnle qualroecnlas, pela beira do rio
maisou menos, sendo o fundo de menor lar
rea iptc Icni a lenle piulada de
a/.ul, c piuladas brancas.
11(111 I.AI IKCTEIK.
/* uniro autoritario por aecltUo rrat
e iterrfln imperial.
Os mediros ilnsliospilaes recoiuiueiulain 11 arrobe
l.atrecleuv, ruino MIMO n mitro aulorisado pelo uu-
veinnc pela Kcal Suciedade de Medicina. Bale me
dicanieuln d'iim enslo auradavel. e fcil a lomar
em BacretO, esln em nao na marinba real desde mata
de 00 anuos; cura radicalmente em punco lempo,
com punca despe/a, seni merciiriu, as airecces da
pelle, iiiipinaeiis, ascousequencias das sarnas, ul-
ceras, e os accidenli's dos partos, da idade critica e
da acrimonia beredilaria dos bumnrcs convcni loa
calbarros, da bcviua, as iniilracres, e fraquiva
dos unaos, precedida do abuso das inuceces ou de
sondas, (auno anti-svpliililico, o arrobe cura em
'I-
ANTIiiClUADE E 8F1'EHI()IUI)ADE
DA
SALSA PARIULHA DE IIKISTOL
note
\S\ISAI'AI!!{IMI\DFS\MIS.
Attcncao'
A SALSA PARKll.MABBRISTOl, dala des-
de Ik;!_\ o lem com.tanlemcnteynaDlido a sua r>--
puardo sem necesfiidado de recorrer a (lonipo^os
fiinuiieio, de nue a prcparaeOea de mrito poden.
ili-|irii-,n -f. u Hiircesso do Ur. JIHISTUL lem
provocado inlinias invejan, c, enlre oulra, as dos
Srs. A. R. I>- S;mds, de Nrw-Vork, preparadores
e proprielarius da salae parrilna condecida pelo li-
me de Sands.
Esles ouborea solicilaram a agencia de Salaa par-
rillia de Brislol, ectmio nAn o podcnsem oliler, fa-
bricaran) urna 1miIafilo de Itrislul.
Kis-aqti a rarla que os Srs. A. H. I>. Sands es-
creveram ao !>r. Brislol no dia ..'< de abril de 18.2,
c (iue se acba em noso poder:
Si\ Dr. C. C. Brislol.
litlfalo, \p.
NOSSO il|M 'i.iM'l -l'lllittl .
Km lodo o annu passado lemos vendido quanli-
dade* eousidera\cis do e&lraclo de Salsa parrilla de
Vine., e pelo qneou>iniw d/.er de suas rirluilrs
quelles que a lem usado, jugarnos que a venda da
dila medicina se aumeular muilUtmo. Se Vu*
(|ui/cr i.i/fi um convenio coinuosco, eremos que
nos resollara muila vanlaKcm, lano a mVs como a
Vine. Temos muilo prazer que Vine, nos raSMUdl
sn|>ro esle assumplo, e se Vine, vier a csli cblade
daqtii a nm me/, ou cousa scmelliantc, leiiamos
muilo prazer em o >ercm nossa bolica, rua de Ful-
lon. ii.to.
Firains ordensde Vmc.sens euros servidores.
(Agnados) A. R. I). S.LNDS.
CONCLUSAO'.
1.CA anlicuidaile da salsa parrilba de Brislol he
claramenle provada, poli que ella dala desde 1 s '.
eque a de Sands so apparcceu em 18.2, p qual esle droyuisla nao pode obler a aecucia do l>r.
Brblol.
2. = A sii|>eroridade da' salsa parrllia de Brislol
he IncontOMOveJ ; pois que nao ohslanlc a concur-
rencia da de Sands, c de urna |ioi rao de oulras pre-
paraciH-s, ella lem maulidoasua rc|iulacao em qua-
si Inda a Amrica.
As numerosas e\|>eriencias feilas com o uso la
hIm parrilha em lodas as eiilerinidailes originadas
|m'I i impuro/a dosamme, eo bom c\ilo ohlido nes-
l.i edito pelo llini. Sr. |)r. Siuaud, presidenle ta
academia imperial de medicina, pelo .Ilustrado Sr.
Dr. Anlonio Jos l'eixulo em suaclinira, e 001 MU
afamada casa de saude na l.ainhoa, pelo lllm. Sr.
Dr. Salurnino do Oliveira, medico do exeicilo, e
|Mir varios nulros mdicos, permillem boje de pro-
clamar allanienle as \ii ludes pllitazes rilha de Brislol vondo-M a .-un vWro.
O deposilu ilooU salsa moilou-00 para a bolica
frauce/.a ta rua da Crui* em frcnle aoehafariz.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
('mili.i i\ Amuritn, receheram pelo ullimo navio
de Lisboa harriscom a. de superior cal em pedra
para o fabrico de assuear, e > en 11 fin por menos que
em oulra quahpier parle ; e para fechainculo de coti-
las um rulante de poloni americana : na rua da
Cadeiado Herih- n.5.
Vciulc-sc a vcraadeira salsa parri-
Illa d(* Sands: na botica IVancc/.a, na na
cliiGru/., em frente ao chafariz.
00.000 RS.
Xcnde-sc por .tlli-MUHI r-., uma Ivposrapbia com
maisdcTtl'l i de tvpus muito bem surtidos, c um
bom piolo de (erro c p o : .1 queni ruuvier dirija-se
a rua .la. tu u/c n. 28, seuundu andar.
Vendem-acem casa de .Me. Calmoul ev Com-
Vcndc-sc urna prelado boa conduela,domis
idade, cotinlia o diario du urna casa, o lava de ba
rala, bequiliiiiiliii.i : nucm perleudrr dirlja-se a
pronta dojoaipiim Jos Ferrelra i\ Compunbii.quc
acliai com quem tratar.
Vende-se nina ocrtva. trioula, de lionlla li
Hura, rom as habilidades soctnlcs: ennooMM, "
se, eoiinlia, c boa quilaudelra; o motivo poripn
se vendo se dir ao comprador: ua rua da Cru do
Kcrife 11. 21.
Na rua da Cruz do Recito n. 2|, lia para ven-
der-se una cscrava da Coso, mora, boa enuonima
deira, boa ruzinlicira, faz (loco do todas as qualida
des, lava desalo o tambem bequilaudeira.
Vende-se a loja de fazendas, da rua do Pal-
acio n. 21, com poucos fundos : a Iralar na mesilla
Vendcin-scos perlcnccs de urna piulara, con
sislindoeni masseira, lendcdeira, laboas, balauca e
ludo iiis, ruin pouco uso, por lodo o preco : no
paleo da Santa Cruz, bolica, 11. I.
OLEO DK MNHAC.A KM BOTIJAS,
veii Novo 11. 18 j a iiic-mii cusa cliejrou nina
porcio ilt^ uvaade lo nova composicSo,
muito superior em <|ualicliHle ao usual.
.Manuel .la Silva Sanios contina a vender as
superiores familias do trigo das marcas Fontana e
tialcsa : a Iralar no caes da alfandega, un na rua
do A mi..1 mi ns. 5b' > 58.
Sako (Mulo
Vende-se no deposilu de carnauba, rua da Cruz
n. 19.
r. Aunes
1 por mis
qualqnei
Hun-
de qili
w
panbia, ua piuca do Curpu Santn. II, oieRuinlc
viiilin de .MarsciliciMii ealsai de :l a 6 duzias, I i libas
em iiiivellus acairlela, bren em barricas muito
crandes. acude milaisniliiln.fcirn Inslol,
AGENCIA
Da Fund cao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova 11. 42.
Neste estabelecnento continua a ha-
ver un completo sortimento de moer
das e monis moendas para engeiilux, na
chinas di
Vende-seaessoein barricas.ebesado ullimamne-
laiem casa J. Kcller rj Coinpanbia, na rua da
Cruz. 11. 5.1.
PRELOS.
Vende-se no armazem do S
farelo em arcas ile ~> arrobas,
nos preoo do que em outr.i
parte.
Vinlios superiores de
ibranro) c de Colares (linio em barr
vendem-se em vasa de J. Keller&C.
Taixas para engenhos.
Na tunoicao' de Ierro de I)
Bowmaiui, na rua do Rriim, |iassu-
chafiu'iz continua liaver um
completo sortimento de taixas de ferro
tundido e batido de 5 a 8 palmos de
horca, as ipiaes acliam-se a venda, por
pirco commodo e com pr.....ptidao':
(Miiharcaiii-se OU carrejjaiii-seeiu carro
sem desposa ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por preco multo cnin-
modo, iio arnia/.em n. 7 de caes da
all'aiiile;;a, de Jos' Joaipiiin Pereira
pi-ei-i
Vende-te a casa de nm indar da rita Dirala
n.92, rom um grande quintal: a tratar na mema.
TAIXAS DK FEKRO.
Na ftiudirao' d'Aurora em Santo
Amaro, e. tambem no DEPOSITO na
i ua do Itrum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Matinlia ha' semnru
um rrrande sortimento de tnichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
e\istem piindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
os sao' os mais commodos.
RAP l'IIIMH. DE LISBOA.
Na runda (ladeia do Hecife, loja de fazenda-* de
J" i. da Cunda de M.i^.dli.ics, voiulc-se u excellcn-
(c pilada deslc rap, o mim fresco que lem viudo,
pela galera Afargando.
POTASSA DA RUSSIA.
Vende-se superior potassu du Russia, e
Americana, por preco milito commodo i
na rua do Trapiche u. 13, armasen! de
llasln li ni,ios.
Barato.
Na rua do Crespo, u. 9, vende-se para acabar,
cbila fruncen muito lina a 210 rs. o covado.
ATTE\Af).
\ endem-se livros e meios ditos de piio
de prata e ouro, chegados ltimamente
de Lisboa e por preco commodo : na
rua do Trapiche n. 17, escriplorio de
lose Tehtejra Rasto.
MltMMHMiMISMMMMMKWMM
Necessidade para a fesla
' ride-se um carro de quatro rodas com
lohaj.
la No-
'ii-
Vende-se-em casa de S. P
ton & Cotnpauhia, na rua daSen/ad
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qi|H|l,|H(i(,
garrafado.
Vinho Chery, "em Iwrrii de qur|0
Scllliis para" montaria, de liomera'e i.
nhora. "s
Vaqueta! de lustre para coberta de L-
Relogios de oura patente inglez. "*'
Vendem-ie apparelhot par. ehi'
tos, dilos para mesa de ilutar, pralot aiuj-i^ e r"'
chicara! isuet e rtat, bules, assurueiri S?1
Kueirat, avulso, vinho ensarrafailo do pori''ei
Ihor que apparece no mercado, izeiledoce w,T'
los e chourieisde l.isbpa, chi do KioeS p i
vinho de Lisboa, e oolros muitos objerto,*nM 2 '
commodo : defronle da matriz di Roa-Vid. Hf
du Hospicio u. 88. 1""
Vendom-w pianot forles de sa|*rior ,Wl
de, fabricados pebl melhor aulor liambumcV
roa da Cruz n. I. w
Na rut da Penhi n. 2:1, primeiro andar ,,,
dc-se o seguinle muilo em conla : II cader.is rn
asscnlo de palha, \ nieaaiservindouma pira iij"
e eiuiommar.t carleira de viagemchapeada d|ka
1 laito de cobre qua terve pan lavadeira ua fon
ra, por ser muilo arando o fornido, c I locador
Vendein-to 8 novilbos mansos
vacca, a,
leilc, cheaadat do protimo do lugar de Mainan-u
pe: a Iralar com o dono aop da pome na n^
Vitla.
ESCRAVOS FGIDOS.
pialro menlos
um ou dous ca
sortes, i
a da rua
Vende-si
pie ovislc,
pudendo ser pusado por
Ubis, leudo arreins para am-
nuito em conla e novo: na
Nova n. 51.
Cal de Lisboa,
na rua de Apollo n. 21, a mais nova
inda na barca Muigaritln.
Moinhos ce vento
rom bombas de rcpuxo para reaar borlase haivas
de capini. na fundicao de 11. W. Kowmau : na rua
do Bramas.6, 8e m.
Arapnziada degosio.
VendenVaS lindissimas c muilo ricas aboloaduras
para collees demuilnuoslo, e dasmelliorcsquclcm
apparecido Mate mercado : na rua do CMicimado,
ou no escripiorio de Novaei &
vapor, e taixat de Ierro balido
de todos os lamatibos. para
de i
malla d
pon
uura : quemi O irelender cnlcnda-se com o lllm. Sr.
Jouo Piulo de I.cilios Jnior.
pouco lempo ns lliivos rcenles ou rebcldi-s, que
vea InremnM sem comeqmncla do emprooo da co-
paiba. da ciibeba, ou das iiijeccies que represen-
laiu n virus sem neulralisa-lo. II arrobe l.all'ecleuv
he especiabneiilc reci.....Herniado cunta as dnencas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao lodurelo
de potasio. Vende-ae em LrtMa, na botica de llar-
ral, e de Anlonio Feliciano Alves de Azevedo, piu-
ca de II. Pedro n. US. unde acaba de cbeuar una
aramlc porfi da unalas pandea e pequeas, viu-
das direclainenlc de Paris, decasi do Sr. Ilowc.iu-
l.allecleuv 12, ru Itichev Part. Of formulario!
dani-se uralis em casa dn acenle Silva, na praca de
I). Pedro n. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Araujo; na Itahia. I.ima Irniaos; em Pe 11.1111-
Iraro, Soiini; Dio do Janeiro, Rocha A l'ilhos. el
Moreira, loja de (Irosas; Villa-.Nnv.i. Ju.iu Pereira
de .Maizales l.cilo; Kio-Grande, Franciscn de Pau-
la Coulo & C.
VENEZIANAS .
Aterro da Boa-Vista n. 55.
Tem 11,11 sorlimenlo de venezianas rnm Tilas ver-
des de linbo o de lia, rom cala esem ella, e se
colicorta e se truca as novas porvclhas, a vonlaricdo
^"iANBAIlANCBZA.
Vende-aebanha Iraneesa emlaias da 9 a :i libras
cada uma, nssim como a libra, meia tilma quarlas,
pelo dimiuiilo preco de I -snhi rs., a libra: na rua du
I iiit'imailo luja de iniudczas n. !>. de Anlnnio Josu
de Azevedo.
Vrnde-sc muilo luperior familia de Santa
Calbarina, c S. Malbeus, medida avistado com-
prador : a bordo do brigue brasileo Milla, tun-
deado perlo du AlfandcKa.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente ingle/., os inelhores que tem viudo
i este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liver|>ool: em casa de Rut-
n Mellors rS Companliia, na rua da
Gideia do Recife, n. 30.
Vende-se ama linda atorara parda de Ib anuos
de idade sem vicio nem achaques: na rua do Ouci-
mado, ii. 39.
Cobertores oscuros,
c algodao, a 800ti. ; ditos anea a encarnado!,
muilo arailes eenrorpados, a il(K) rs.: na rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadcia.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidadeemquarlosc oilavos de pipa, |nir preco rom-
modo: no armazem de N. 11. Ilieber A; Coiiipaubia
na rua da Grasa. I.
A clles. que se estao' acabando.
Coberloresdc tapete muilo randes, pelo diniinu-
lo preco de 18100, dilos mais pequeo., a H0II rs.,
colchas de salpicos brancos, a IJtiOO, brim trancado
escoro, de linho puroc muilo fino, a 610 rs. vari,
chitas de mtenlo escuro e Imm panno, a IIO rs. o
covado: na rua do Crespo, loja n. 6.
e eoailo
dilo.
AOS SI'MIORKS DE ENGENHO.
O arcano da invenrao' do Dr. Eduar-
do Stollo eiu llrilin, einpregado lias co-
lonias inole/.as e liollan'le/.as, com gran-
de vantagem para o melhornmcnto do
assuear, aclia-se a venda, em lata! de 10
binas, junio enm O mclliodo de cnipre-
ga-lo no idioma porttigueK, em casa de
Y O. Ilieber tSc Conipaulila, na rua da
Cruz, n. 1.
Na rua doVigarto n. I!l, piimeirn andar, bu
pan vender, larello inuin novo clieaauo pela barca
HriiritliVi, por precu cuuimodo, e jiinlamciile nova
cal virgem de I.islina,
ARADOS Di: FERRO.
Na fundicao' de C. Starr, A C. em
Santo Amaro aclta-se para vender ara-
dos du ferro de superior qualidade.
MOENOAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Compendia
eni Sanio Amaro, acba-se para vender
moendas de canoas todas de ferro, de tira
iiindello e conslruceao miiilii superiores.
TKIESTE-SSSF.
lie rccencheuadu um earregamento da verdudei-
ra farinhn de SSS raiiiinlin. e vende-se por mdico
preco : no escriplurio de lleane Vonle iV Coinpa-
nbia, ni.....s -cus rmasela nobeceo doGonralvet,
noc-; DB BACORY.
tjieuuu rcreiileinenle i\o .Maranliao urna pequea
poicilo desic delicado dore* o mellior que ha, tanto
pela Ma cvrelli'iilc qualidade, romo |mr conaervar-
se por milito leni|i(i em perfcilu oslado : vende-se-
cin casa de Fonle A; Irnio, na rua da Cadcia Velha.
Atonda de Edwlu Maw.
Ka rua de Apollo n. 6, armazem de Mr. Calmonl
& Campanilla, achn-ee constantemente bou. iorll-
ineiilus de laivas de ferru coado a halidu, tanto ra-
mio fundas, moendas ineliras ludas de ferru pa-
ra animaes, atina, etc.. dilas para armar em madei-
ra de Indos os lamauhoscniudclnsns ni lis unidor nos,
machina burisunlal para vapor com forra de
1 ravallns. cocos, passadeuas de ferru Mlanhldo
pararasa de purear, por inclus prero que M de ro-
bre, escovens para navios, ferro da Succia, c fo-
haado Handrea : todo por baralo proco.
Deposito da fabrioa de Todoa o, Suutoi oa Babia.
\cndo-se, em casa de N. O. Biabar Ote., na rua
da Cruz n. ?, aluodao Iraiii.adn d'nquella fabrica,
iniiilo proprio para sarcos de assuear c roupa de cs-
cravos, por proco rommudo.
Vende-es preaanlni Ingsazes multo aovos para
fiambre, latas com bolacbliihas de suda insli'za.quri.
jus de pralo, conservas muilo novas, seuientes de to-
das as qunlidades do bnrtalice. clieuadus iillimuillen-
le: na rua da Cruz n. Cosme.
Vende-sc a labernn du rua dasCnizes u. I,
com puucos fiindus, e bom cninniudo para familia :
a Iralar ua rua de Hurlas n. I, junio an sobrado do
Narciso.
Vende-se votante estreilo e laruo, proprio para
armacan de inreja : na rua do Cmeiuiailo, u. | i,
Vendem-se duas lualbas, sendo uma loda
aborta de renda a labvrinllin, contra romluhvriu-
Ihiieui roda, ambas com bonito bien, c um rico ro-
dape, de cama, todo abarlo de bonito lalryrinlno
luco, e urna rede piulada i ua rua do iieiniado,
n. II.
Vendem-se "i2travs, ebaadMprximamente
da provincia dnAUgAat, de l palmos de compri-
menlo.eSa 9 pnllesadas de quina viva; para ve-las
no Trapiche do llamos, c para justar no armazem
da rua da l'raia, n. II, com Antonio Caldas da
Silva.
Vende-M a deposite de pao e bolacha, silo na
rua de Hurlas, n. 18, a Iralar ua mesma, ou na rua
do Colovello, u. 29.
Vende-ee sebo do Kio tirandeem barris.dcrrc-
lido: na ruado Vicario, n.lt.
Vende se um cuvaDo rodado, bom
para carro, e gordo : a Iralar na Torre,
no silio do l.eo, de Francisco Jos A-
rantes.
Vendem-se vareas, boas de le-
te, motilas e gordas, I parida dc|oii-
cos das, e 2 prximas a parir: a tratar
na Torre, no sitio doLeao, de Francisco
Jos Arantes.
.Mello,
Companhia na rua do Trapiche n. "ii
Na rita do Vigario n. 19, primei-
ro andar, lem paia vender diversas mu-
sicas para piano, violan e Maula, como
SCJam, quadrlllias, valsas, redovvas, sebo-
ticket, inodinlias, ludo modernissimo ,
(llegado do Rio de Janeiro.
VINHO l)> PORTO MIITO FINO.
Vetule-sesuperior vinho do Porto, em
barril de i., .">. e H. no arir.a/.emda rua
doAzeite de Peixe n. I V, ou a tratar no
escriplurio de Novacs
rua do Trapiche n. 51
No armazem da travesa da .Madre
de Dos n. 0, e no arniay.ein dejse Joa-
luini Pereira de .Mello, no caes da Alliui-
dega, vende-se l'arlnba de mandioca de
Superior qualidade.
POTASSA.
.No enligo deposilu da rua du Gulcia do llccifc
rmucm n. 12, ha para vender muito nova polassi
da llussiu, americana e brasileira, em paqnenrn liar
! le I nrroliHs; a boa qualidailc c prerus mais lia
|uc em oulra qualqucr parle, se alllanrau
isarem comprar. No niesmo do)
i cal de Lisboa em pedra.
rain, d
aos que pn
lambem ha l
almamente el
Velidein
.'liados
se lona
ii.i
Ja Hussia : un nriuuzeiu de N
inpanbia, na rua da Cruz ll. t.

IVVMII WIM.IA.M HtlW.MAN. eiiuenlieirn ina-
cliimsia c fundidor de ten.....mi respellosamonte
anuuiicia aos senlinros pruprielurios de cnceuhus,
fazendeiros, e aompellavel publico, que o sen esla-
belecimenln de fui m inov ido por machina de vapor,
un rua dn llriiin passaudo ochafaiil, continua em
ellceiivoevcrciein. cseachacomplelameulcmontado
rom apparellios da primeira qualidade para a per-
leila ciiiil'ecca da- mainres pecas de iiiachiuismn.
Main 11 la,tu para enipreheiider qiiacsquer libras da
sua arle, David Willinm llnvvniaii. desoja maispar-
liciilarineiile chamar a allencaA publica para as se-
gufnloa, por tordellas grande snrtimeiiloja'priunp-
In. na dc|iosi!onn mesma fundiraii, as quaes enns-
Iriiidasem sua labrlca pndem competir ruin nsfabri-
cadasein paiz eslranceirn, lano em preco como em
qualidade de materias primas e mao de obra, a
saber:
Machinas de vapor da nielhnr rniislruraft.
alnenilas de caima para eiiuenhos de lodos os la-
manlios, moviilasa vapor por amia, ou animaes.
lindas de auna, moinhos de vento e sorras.
Manejos indepemlciiles para ravallos.
rindas dentudas.
Amaitines, hnuizes o rhmnacoiras.
Cavilhoese para lusos de Indos os laillanhns.
Tai va-, pai lie-, rrivosc horas de fornalha.
.Mninhos de mandioca, movidos a man 00 poruni-
mais, c prensas para n dila.
Cimpas de foaao e Ibrnoa de farinba.
Canos de ferro, lomeiras de ferru e de limazo.
llonibas pira cacimba c de reputo, movidas a
mii.jinr animaes tiuvento.
Iiiiindasles, [Hinchse macacoa.
Prensas Imlraulicas eile parafuso.
h'eiraeenspara navios, carise obr
Culmiinas, varaiulas. gradea e porU
l'renss de cnpiar cartas e sellar.
Cattas, carrol da mnii c arudns de ferro, ele, ele,
Alcni da siiperioridado das suas obras, ja' gem-
nenlo rocnnhcciila, lia vid Willium llowman garante
amanouela confonnidadec.....os moldea e dese-
nlio.......cuidos lelos senbures quese dignaran) d
faieMlie enconunendas, aprovetUndo nneeaiiao pa-
ra agradecer ans seus numerosos amlgoae freiiiezes
a iireferenria rom que lem sido por clles honrado,
c assotiura-lhos ipio uno poupaia esforensediliucn-
cias para ciiutiuuar a merecer u suu cuiifiancn.
N'oiiilein-sc lualbas do panno de linbo do Pol-
lo, para rosto, o mellior que lem vindn un ulereado,
alffl "i is. cada urna : un rua du Crespo, luja da
esquina que Milla para a Calala.
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha.
Vende-se em rasa de Domingos Alves
Malhous, na rua'da Cruz do Recife n. 52,
primeiro andar, algodao lransadodau;uella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa do oscravos, assitn como fio proprio para
tedas de pescar e pavios para volas, por
i muilo commodo.
Vende-se amcaixan grandl com qualro vaos,
bem rniislruidii, muilo proprio para relinacao ou
padaria : a tratar, confronte ao Rotarte de Sanio
Anlnnio n. .19 A.
Pela precisilo ijue ha, para liquidado de cun-
tas, vende-te ama toja de chapos, e mais acento-
ros para o fabrico dusmesinos ; com puucos fundos
aemlugardemultaeoneorrenela, pnrsercm urna
ilas priucipacs ras de roinmereio dcsta cidnde :
(|uem a prclcnder, dirija-se a rua Nova n. i, que B-
cli.iia com que Iralar.
FUNDICAO' D AURORA.
N;i fiMHi iio fl'Aurora iirha-sc con^lanlciiionle um
GOlDplelO siu'limi'tilo dfl machinas tic VIDOT lano
il'alla rumo to Iiumi preMSo ufa ininlellos.os m-ii-
i|i|>rovailos. TamlMNi; st> .i|ironi|>lmn le encotniufii-
ila ile i|iial<|iKT rrma (iio sn |issim dCM^tVCOm I
maim |)io-lc/.i. Halieis onMIMI MfflO maullados
l>.na as iiaissonlar, o os faliriranles como lem de
t\ Coiiipanliiti, na coslumnalani;aiii o iierfcilo Irahallip tlt'llas, ese res-
ponsaliilisam por qualqucr tlefeil que puna n el hit
pparecer Jurante a pninelraMlra. Mnas machi-
as de \i|ror ronsliuilas neslc e*lahelecimenlo lem
estado em i'onslanle serxiro nesla |iniviiicia 10,12,
eatt. lli anuos, e apenas lem cxiiiiiln mui insiumli-
Mitles reparos, e alsiimas al neidiunsalisoltilameii-
le, arrresreiiilo que o roiisiimmo to roiilnislhel lie
mui inroiisidt'raM'l. Os seiihoiesdceimeiiho, pnis,
enulras quaesquer pessoas que precisaren, de ma-
cliinismo sin respeilusameiile convidados a visitar n
csl.tlje.Ct meulo em Sanio Aniaro.
i Km casa de Bruno Piiieger &Goui-
panllia, na na da Cruz n. 10, vende-sc
O sr<;iiuilr :
PIANOS FORTES res vdv moderna coiislrucrio.
INSTRUMENTOS DE MSICA para 01^
clirsha c bandas mililaics.
OBRAS DE OURO de toda a qualida-
de e tl<> mais apurado (joslo.
NIMIOS Si. Marmol, St.Jiil.cn echa m-
pagnhe
LONAS dediirerenUnqttalidades.
liKINS DA RUSSIA.
MOBILIAS DE FERRO, como sejam,
eadeii'as ele tlillerentex moldes, mesase
soi's, ussm comocoinmodas de mogno e
caderas de balando de sipo, viudas de
Flanea.
ALCATIFA |aia sala a mais linda que
tem viudo a esta praca.
OL'.A DOS com lindas pinluras de Inic-
ias, ele., para mesa de meio de sala c
llancas.
CHARUTOS da Havana veixladeiros
MOLDURA DOURADA para
cao desalas e (ruadros.
12,000 rs. a duza.
Superioreshialhat depanno dfl linliodo l'orlocom
inpiiilo, proprias para limpar
iili
.brinza, lirin
O,
ineias lo-
Hieher ,\
(jiiarm-
No dia V2 de abril dn correlo anuo, fouio Oj
villa de Vane da provincia da Paralaba aeter.
Quileria, mulata acabralhada, de idatle de 21 anuo,
pouro mais ou menos, de altura retallar, urt^u ..
sabio pejada, nao heleia, lemricalri/de rllm i^
i-.i-i.i- e nadeaa, e lem o dedo ramle li'nu |>c Z.
rece que o direilo ) main PSSSS e um linte vjraj
p.ir.i Im\o ; lem finalmente a habilidad? de ra^
fner renda e enaommar ; dila cscrava he peiW
ceute ao escrivAo de orphilos ta mcsniri vill Anln-
nio Marlins ('.ivalcaiili t.ambarra, a qunl seguium
companhia de eu marido o liberto Manuel \-.,- i,
de Sousa por aulunomasa Canrao imiliu
acabocolado, de idade de 30 annm puuru mat. ^i
ineiiun, altura reiiular, neceo, sem oflkio ;e leiu.
\ icio do tomar seu cachimbo : quem apprelwti-
ile-los e louxr a seu tteulmr ser assameiiie ;r,ii|.
lirado, e muito ohrfzir.i ao mesmn seiihor; y \
do entender-se com Jos Moreira l."u> na m,
Queimado loja n. 29.
Desappareceu no dia ^8 ito passado me/ para aiH boras da noile, o prelo Marliiii.uio.i.eijj.
de 20 a 22 aiinot, leudo na occasiao di foMa ni.
levar Boa-Visla2 Harneas pequeas com tttKt
sobre urna taboa, he criuulo bem prelo, mhtu <|,
cor|H>, i-fio comprido orelhas pequeuns, culuia>
andar e Tallar de va^ar, quainio falla fu BUIISh
comoiibeicos para um lado, two pouco vhme.,j.
foi surradu no asscnlo quaiiduera escravo dttajR*
uho, levoii calca e camisa axul echajH'ode njllu.
juli:a-e ter ido para os suburbios de Pro il'Alli ,
ioiaiiiii, para alffiun engenho, por ler audaduMr-
uejando para esses lados, foi escravo do piopriU-
rio do encenho Monsee dahi paralaquara.o |ienui
lino Sr. que servia fui em Belteribe ao Sr. Miliu.
Bornes Celina : quem o pegar, leve-o a rua DU
fa n.76, que ser.i acuerosamenlc recoro pe usado.
Desappareceu uo dia ."> de agosto um cwji
de nacAn CotU de nome Joflo, muilo emlucii^il.
sem se entender aimla o que Talla, jultfando-M \tt
sido i 'ii i.i I i pela sua briitalidadc, c levuu i. ,,,.
ceroula de aluodilo azule branco; altura resillar.
nitirit, un pouca barba, uma marca de le i l,i en
uma perua, os pos torios, e os bracos comprata
roRa-se, porlanto, as autoridades policiaese cajiiljfs
de campo, que o apprehcndam e levem-no M eu-
nliti Curado, ao -cu legitimo senhor, que BBrSaanh
Meados.
Desappareceu no dia 2K de sclemliro do cor-
rcnle auno a prela Isabel, que Toi esorava dri SU
uneht do Inspector, odepois do Sr. Santiago, proru
railor, morador na rua da l'raia, a qual lem H 'i:
mies seauinles : alia, hem Teila de corpo, roslt
redondo, cr inulo prela, anda sempre iimiii
apressada ua rua ; levan vestido niio de barra ion
piulas brancas, saia prela e tambem panno prcto
levuu lambem um talioleiro cuvernisado em qui
audavfl veudoudo Imlas; costumava a ter roupa l"r*
chive/, miiilflssc de Vestido: roga-se, poiianlo,r>
autorithtiles competenlcs c pessoas do pvi
captura, ea levem i rua da Cruz. n. S5, que SMll
reru m pensad os.
Uesappareceu no dia 2-"> a cscrava. crioul,
de noir.e l'hoiiiit/.ij, bem coiihecida BOltt ridade
alta e de bonita Hgura ; Icvou com-iun luda a tu
roupa; esta escrava Toi seduiida ou esta aroil.ijj,
por 14 nm ser a primeira vez ; por isso pctle^t
aondfl ella estiver bola-la para a rui, leoja prnrr-
der-sc-ba contra quema liver acoitade; srifMl
as autoridades policiaes, capilAcs de campoequit-
quer |>essoa que a pegar, levada i rua th Auton
ii. 2K, quoscrao gralilicados.
Attcncao'.

I vara
da
lo, pal
i,i i ni i
de (4)000 a dmia na toja
lilllilllllil |tli'i;
i Crespo n. t.
Cera de carnauba.
Contlnut4oa vender a mais superior cera
I piililiras.
iimili,'i, ipie ha nerie rnorcado
llin: noaminem ila rua da t
lu' ii, 10.
preco
ande aortlmento da pannoa ano. e c'a.e-
mlrafl.
Na rua du Oetpo, laja da esquina que tolla para
a Cadel*, vcnde-M panno preln, a ajIN);) c llgiOII
rs.; de ourelo branca, a 3>SD0ri.; dilo Irineai, a
lVKIe."i9000i's.. c muilo superior, a (IJOUO rs. o
rotado; dilo azul, a 5800, :if.>00 e toOOO rs., e
mallo I10111, a .'19.OO rs. ; dito verde, WKl e IgOOO
rs.; corles de ci-cniira prela infcslada, a .""lOtl c
SOUOrs.; dita (ranean c de cor de (odas as quidi-
dades, por prero rnnimodo.
Veadem-Mrologios da ouro, paten-
te 111,;li-/. por 1M1111111 iild prec;o : na rua
la Cruz n. 20, casa de L. Leconte Ferou
& (jun| 1,Milu, 1.
STARR A C.
respeilusanieiile aniiuiirimn que no seu etlenso es-
laliolcciinenlii em Santo Amaro, reiilinua I f.ilnir.11
rom a iiihiii peiTcic.loi'pioinplid.lojodaaqiialidadc
de iiiarliiuisuin para n uso da aoriciiltura. navega
caoeinaniirarlura, e que para inaior commodo de
mu nnmenaoalregtMiai a no publica em aor.il, lem
borlo em um dos nrandei arma/ens doSr. Metqui-
la na rua do llriim, nlraz do arsenal de mariulia
11111
DEPOSITO lE MACHINAS
construida* uo dito sen eslalieleciineulii.
lli adiarlo os compradoroi um rmnpletO sorli-
menlo de moendas de caima, com lodos os inellio-
rami'iilos'idmiiis delles novos corKinaes) deque a
experiencia de imiilos anuos lea mnslrado a necet-
sidade. Machinas de vapor de lima c alta pressiio,
taitas de lodo tamanlio, lauto batidas como rundidos,
carros de mao e dilos para couduzir formas d uiq.
, inacliinas para moer mandioca, prensas para di-
lo. tornos de ferro balido para farinba, arados de
ferro da mais approtada ronslrtirciio, fundos para
alambiques, nitos e pollas para toralbas, e anta
iiifinidade de obras de ferru, que seria eiifadouba
enumerar. No niesmo deposita etislc uma pessoa
inlelliiciilc c habilitada para rereber todas ns en-
commendas, etc., etc., que os annuncianlcs contan-
do com a 1 ipacidadedc suas olllcinas c macbinismo.
o pericia de eoselBeiaea, se cumpronirltcm a lser
etecutar. com a inaior preslcta, perfelco, eetnela
confonnidade com (modelos ou desenbos, einslruc-
citp* que llie foreni forneiidas-
Brisa trancado amarello da paro linho, a 1,4(0
ra. o corte,
vende-so na rua do Crespo, loja da esquina que
tolla para a Cadcia.
Vende-se o mais superior chocolate francez
que (em viudo, e diversas quididades de consertas
alimentares, muilo boas para .sopa e mais proprias
para rnibareadicos: na rua da Cru do Recife, ar-
mazem n. n'2. No mesmo armazem lambem se ven-
de muilo boa colla do Kio (irande.
Ainda continua andar futida desde o dia \i ,lc
novemhro, a muala de nome Bernardina, que re-
presenta ter de 115 a 10 anuos de idade, rom ossi:-
i.ics seijuiules: cor alva atermelhada. rusto com-
prido, naris grande, otnoa um tanto paqueen, "
licllos crespos, lem bastantes manchas de pantin 1
lo corpo. bracos c costas, altura regular, um lanli
(1ii-i-i do corpo,e (em asmaos trmulasquatido|icj
em qualqucr cousa ; levou vestido Illanco, chalo
do ipiadros enrarnados e rotos, sapinos decaer, m
panno de l.ia encarnado e branru, c mais ahiuiiu
roupa ; a dita cscrava belilha de lioiaiiua,eli
.11_un- prenles, o ja por :i vezes se lem vate andn
por 14, e em Cruana; aonde lambem lem prenles
pulanlo, roga-M as autoridadespoliciaes, ripilki
de campo, mi qualqucr pessoa do poto, de app^
beuilc-la o leva-la .1 Camboa do (.armo 11. .'IM, ni
inciro andar, uu i ma da Cadcia de Sanio Aillo
n. primeiro andar, que so dar muilo boa ;n-
lilicac'io.
No (lia t tle ji'mlio pro\mo pn-
nado ln,;iii de bordo do piiiclio iiaiiu-
nal Espadarte, entilo fundeado noporto
do Rio de Janeiro, nm escrato pardo-
escuro de nome Cyrillo, idade de 15 an-
uos, natural da Capitania, lem no palo
tima iii.imik ul.i liaslanle jpanile, l.ill-
tim pouco vagarosamente, e levou vest"
lo c.ili-.i do risc.iiln e camina branca- l
como se siispeitu i|tie tcnlia timli, pan
esta cidade inliliilainln-se forro, se rop
i autoridades 11 sua apprelicnso, e i|ttal-
rpier pessoa do povo que o capturar ir
Cebera' boa gratilicaeao, entregando-"
na rua do Vigario 11. I'J, eguiidiiiindar
eKl'iptorio de Macbado ii PinliPiro.
Ilesappareceram na fundicao d'Aumra, na 'f
le 10 de asesta, os prclos Miguel, Angola, lilao**
anuos pouco mais ou menos, estatura regalar, lec-
co do cot(io, rosto mareada de bexisas; Manoel. CU'
ro, idade .'10 anuos, bateo, um lano cheio do ntra
levou calca dnriscado d'algodilo, camisa d nudtp"-
lo, lioncle, chapeo de sol, ambos fallam ilesfauja-
do. e mo lecm barba. Suppoe-c lercni sido *'"/
zidos : roga-se a quem os apprcheuder ou delles 11-
ver uolici dedrrlgtr-ea a mesma (nndirilo que ser.'
hem recompensado.
Anda continua oslar fusidn.desde l.'nlcnm-
codo correlo anuo, du cncenlie de Santo .tmtn-
nlin. fresuezia da Vama, 0 escravo Silvano rom '"
siguaesscguinlcs: levou camisa c ceroula de alpinl*'
da (erra, reprsenla (er -JO anuos de idade, rara un
pouco larga c (albinia, altura regular, n.lo falla a*
siunbara^ado, be alguina cousa fula e lem lodel *
denles: quem o |iegar leve ao mencionado enaenl'-
que ser i hem recompei.aado de sen trahallio.
fo abaito assignado, fugio no dia i:i do roe
renlc, um escravo. criuulo, de nome Ignacio, l'i u
ofllcio do carreiro, cslalura bnita, rete reilnu"-
nonos barba, olbos grandes e algnma rous te"1""
llios, porem nao milito vivos : levou camisa e flSJ
de algud.io azul: rogo ,1 quem o pegar que l-a
ao ongeiiho Kodrigues, ua rreguczit de S. I.oiircn
da Malla, ou na rua da Cruz do Recife n. 10, V"
ser recompensado.
Seba'liilo Jntonio l'aet nrrelo.
Desappareceu do lugar das Curruraiias, no
lia 1\ de corrente, uma mulata de nome Tlicreza.
que reprsenla ler 10 onnot de Idade. cslalura re-
gular, magra, c com o cabello piulado de briuim-
levou vestido de chita com asscnlo azul claro 0
ramascio, com bailado, c panno da Cosa com la-
Ira, rncarnadat; osla muala he bem coiihecida i
Venda tirando por vender leilo j. ha anuos: roga-
se a (odas as autoridades policiaesecapilAc de cam-
po que a peguem e levem 110 silio de Manoel J"*
Nuiles de Mcdeiros. nasCurruranas. ouemsua ras.',
na rua de S. Miguel, nos AfegadM, que se gralin-
ar generotamenle. ____^
Farm. 1 Typ. 4a T. U Tarta,
-18S3.


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