Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02229


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Full Text

LNNO
DE 1836. SEGUNDA FE1RA
22 DE FEVEREIRO N. 42.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pbkkmhdco
a Ttr.Oi M. F deFARi
DAS dasrmana.
Qu.rta Tmporas*. Pretxtalo M. da Tirana Pab.
45 Quinta S. Malbias Ap.
, Sexta S. Ten*. I. Cetario M- da The. P. do J. de O-
sdo Temp- S. Torcato Re., de .. -. d V. O.- det. etn
* Engo 2. daQ.uares.ua S.Leandro
S^S***"** entre a. N.coe. .....c.Im.

PARTIDA DOSCORREIOS.
Olinda_TodoodiaBO meio di.
Goiana. All.andra. P.ra.1... Villa do Conde. M-man^ape PJ
lar. Real de S. Juo. Brejo dAre... Hamha, ?**
Son**. Cid.de do Na.al. ViHa de fin.Hnn.nha. e Noa da Pr.0.
.., Cid.de da For.alexa. Villa, do Aqu.n Monte "'
Araca.v. Cartel. Cnind. Grania Imperatna S Bern^oc
S. Jo5do Pr.ncipe. Sol.rar. Novad BlHet. Ico. S. M1 the.,
acho do .aEe. Santo Antonio do Jard.m. CWxeramob.u..
ni.il.a- Secunda e Sexta feira ao meio *
Santo Antn- Toda as qnarta UlMN H^.O d.a.
Garanliun. e Bonito-no. da 9 e 23 do mez aomeio M.
Flores-no dia l dcada me* ao me.o da. Qu.rt
Serinlmem, Hio For,m.r.o. e L.me.ra.- Segundas. Qu.rU*,
Bextas feiras ao meio da. _
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SENADORES.
Extractada Stssio de ai de Outubro.
Presideuci. do Sor. Bento Barrote Pereira.
A hora do costme, aberta a aessio coro 27 Se-
Sow, leu-seeapprovou-se.acUda.eMio ante-
"o'pnmeiroSocretario deo conta do expediente.
OBDKM DO Dli.
Entrou em segunda discussio resolocio M
cede o Ministros de Estado a grat ficcf o de s:4oo#
ie0 Mrquez de P.r.nago declarou nio descubrir
mcessidade despeinante dspoa..6, nem II pouco
perc.biaoqoe quena dizer, concedo.-., hum. gra-
Sfioaclo.o. Ministro. de Estado; que a nica causa
que t.nh. ob.erv.mo .presentar se como orig-.da
solucio, era o nio rhegarem os ordenados ds Mt-
fcro. de Estado para da.em jetares, etc., raa que
! necesario ob erva.--.se, que s Minwtrot de Esta-
do nonca se reforma-io, po.que elles nao entrevi
acias* geral dos empregmos, sendo somenteem-
t>ree.doBdeCmmissio, tomo ts.-s por rienhom
principio podiio ter hurta gratifcelo; e sendo islo
certo, bemcomo olera uir* Camar prqnunnado-
8e contra tal idea dea.gumento, julgava que havia
mbarsco em ella passar, e tinlia por fim ir por as
Cmaras em deainulligencia, poreujo molivo votava
Otilia tal materia.
O Snr. Ferreira de Mello declarou que tendo sido
hum ds que assignou esla ivsoluc.6, pela ulg*r de
ul.bdade publica, cuu.pria Ihc, dar as iftxoesqiie.
i,so o moverlo, leapondendo ao nobre Senador que
epronu.uiu contra a .esolucf-, fundando o sen
mes forte a.gu.enlo no pr.n.ij.io de nao poder ter
lugar a pal.vr.. gr-tifi. cao e entran Jo em matei ia
de.uon>tru que esta pala vi a nio era nova, porem
un muito usada pelo CotpoLgUlativo, sempre que
> prelende melhorar a >orte de algum empegado,
-cqueachando.se os Ministro, de Estado neste ca^o,
rio va raiSes, pelas quaes a materia f.s.e tanto im-
pugnada: observou que lodos os membros da Cama
la estavio hem ao Uto da deapeza que >e faz toRtO
.leJantiro, e nao he po^sixel que lium Ministro de
Estado f-ca face s despera, que sao uiherentesa tal
.reo coro o ordenado que tem, e Uto quando .to-
dos os em pregados se tem concedido augmento de
ordenado pelos mesmos mtio: o nob.e Orador
denonstrou qu. os ordenados que tem os membr.
lo Supremo Ti ibunal de Justica, Inspectores de 1 he-
-.otiranas, etc., que julgaf- ni poder. "'
Uh. de conuco... oq.ie pe.cbe qualquer Mm.slro
d'E.t.do a'M da su. rep.e-.enl.cao i fea ver q..e o
^pregado que nio tiver sufficente ..... de su'.s.s-
len?., larobem Ulvet nio possa bem desempet.h.r
^adevere.; esa os membros do Governo as nio
**w, mals ^aciUntelirari. asorte dolmperm. o-
ton one era ce.to que materia anloga fia cabido
nao,' (amara, Isqueonobre Senado,-que n.sto
"em lava ** em contr.dicci, por '-que ten
do nao-ira Croara cabido o projecto de amn-lla
f do pelo Senado, elle tornou a ler MlMN
roesmo Sanado, e nao se julgon lo .ncompeteD >,
ZTumpri. .bserv.r que a materia rafeo na o..a
cmara pora! foto, contra 06. e tal vez pelos vo-
tosdaqu'lles Senho.es que julgao que f.Zem gran-
des ser'vicos patria f-zendo appoMcio ao Go..rno
quand est-va convelo *f*Z*Z*Z
,icos naci quero dava ao W* renresenta-
su.tentar, e sustentar coro digmdade a JP^**.
L.a Cmara, por i^o queja se tem dad factos tden
l O'Mrquez de Paranagn respondenrlo so .obre
;;rtd...,..-** i; -v^
i" mH*sv......"j -, i- r^nsTi
!, remelle,- ao Se....lo enli.. cl.,o q 'I'1" "
i h.ver c. p... > I ?*' P;, ^'
,epr...ad., e leudo islo o,:co,,,do, J.ilpw
nem tio pouco contrabio d,v.da. (o n
declaro., ni a sua .polog.a, 1 JWJMne
SSuSKffiSw;
j j~- fiiupucm ness. occastao e '""
9m elles as mfatn. Ta^oes; conlra o que ou j
declarava votar, coroo era outra occasiio o hav.a
feito: finalmente que hura dos motifof da resolucao,
era os Minian, comerem ja otar.., e ni poderem
dar jantares, o que nao jolgava decente, porquees-a-
va persuadido que os Ministro. d'Estado severi.o oc-
cup-r no dewmpenho de seos deveres, e n. de reu-
ni5e., donde muitas veZe. proven, descrdito e ni
proveito algum; qu.ocar.cier do bom^Ministro d
Ludo ni eraofaustoeolu.o, porem ..m a .uo
boa conducta moral e poltica.
O Snr. Ferreira de Mello refutando a. rar.6ea do
nobre Senado., demonat.au que estando n^deb.!
de hum Governo Monarcbico, cumpr.a sustentar-se
oseu decoro e dign.dade ; loiifou rou.to o proceder
do nobre orador, mas objecin que-elle ulvrt lo
metes-e em linha de conta o aoldo de sua patente, e
ordenad de Cons-ll.eir de Estado, com oque .un-
to .osdoze mil cruzados pudesse mu. bem fazerf-ce
s despeas qu.hu. MinUt.o de Estado tem a faier;
eorroboroo muito. dos argumentos apresentado.,
usteoundo a resoluga pela qual declarou a.odavo-
" O Mrquez de Paran.gu declarou que em qo.nto
foi Ministro de Estado nnnea .ccumulou o .odo de
8U. patente e ordenado de Consolhei*> de Estado ; que
cmvinh. noe,plendor do Monarca, e dosqoe o cer-
cio, n.asdando-se par. Uso o nectario, ni o su-
% Mrquez deBarbacena declarou nio ha ver pe-
dido a palavra para fallar na queatio pnnc.pal, por
que far.endo-o abusara da paciencia dobenado, visto
que adispo-icio da resoluci. era por todos reconhe-
cida con.0 hum acto de ju.tJC., desde que loi conce-
dido auementos de o. denado, a lodo, osempreg.dos.
Nos devemoa, e nos queremos conservar o Gover-
no m-...archico; o. Miniaros que se ach.o pe.to do
Soberano dei.m U hum lr.Um.nto NmaM'
dente ao alto emprego em que se acb.o collocados.
Nda hemister accrescentar a este respeito. fW-
rei porem sobre a censura feita aos .anlares, porqa.
cos.mno dar recebe.- jantares, e pode ser-me d..,-
ida tal censor, (o Mrquez de Paranagua :-Nao
|,at.n na afiirm que me fosse dirigida, d.sse o
,.bre orador, mas podia se-lo, e istc.basta par. res-
ponder. DA muito. jamares qu.ndo }'*
Estado, por jolgar que nUsofaz,. *""**
doaV por julgar que de t.es fuccoes me resu lava bem,
e -orna (apoiados), nem modo de ommao apezar
darespeitavefantor/dadedonobre Senador. Os rno.
a. gmenlos tir.5 toda a torca de ai raesmo :-_Eu vi-
.i com d..e mil r.ruiados, chegou roe, e nao pre-
Uei dosf.vure. de ninguem, ... como pa.se. o.
outro, podem igualmente P.-*!* J"
nobre Senador viveu como seu "*' *"
favores, que he hum CataS, ****"?
iulgando dosoutros homens por... Elle he umeo,
a orno aiRuroento e exeropl n.5 proeedem..
Depo!,8dero.U.lgum debate, vier.6 mem ..
leguinle. emeud.s:
1. Do Snr. Borges:-Em lug.r de gratific.c.6-
diga-seOrdenado. .
a. D Snr.'Rodrigue, de carvalbo:-a Accre.-
cete-.e-interinamenle alero do actual ordenado,
em quanto se n.5 org.nia.reu, drfu.uf.immt. a.
Secretarias de Estado. .___j^
I. Do Marque, de C.rtfell.s :- em lugar da

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DIARIO DE PEBNAMliUCO.
V.
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Secretarias de Estadodiga-seem quanto se nao or-
gamsarem os Ministerios.
Fora apoiadas, e dando-se a final a materia por
discutida, fui appi ovada a materi* da resoluca salvas
as emendas: edeslas iorad approvadas a do Snr.
Rodrigues de Carvalho, salva a emenda do Mrquez
deCaravellas que o fui igualmente, nao pausando a
do Snr. Boi ges.
Foi approvada em segunda dscuss-a p passou
ultima, a resJuc que el*-va a 600$000 reis
os ordenados dos Lentes de.Sua iiag.side Impe-
rial.
Entrou ero lerceira discutas6 a resoluca relativa
ao Secretario eOHicial Maior da Secietaria do Supre-
mo Tribunal de Justica rom as emendas ja apoiadas,
de novo fora oll'erecidas mais dnas dosSnrs. Car-
neiro de Campos, e Rodrigues de Carvalho, e dan-
do-se por concluida a discussa, o Presidente decla-
rou julgar mais conveniente pira o bom resultado
da votaci ser esta por proposicoes, com o que o
Senado seconformou, epropoz:
i. O Secretario e o Olliri .1 Maior da Secretaria
do Supremo Tribunal de Justes tera pelasCeriides
que prt-saiem as mesmas quantias que perceberu os
Escrivies. Foi approvado.
i. Os emolumentos das revistas firar elevados
ao me>moquese pagava no Desembargo do Paco.
Foi approvado.
3. Seraisentas dete pagamento as revistas dos
prese pobres. Foi approvado.
4- Sera ci edos dous Amanuenses. Nao ps-
iou.
5. Tirar-se-hao dos emolumentos das despezas
do expediente. Foi approvado.
m 6. O restante dos emolumentos sei dividido em
partes iguaes entre o Secretario, e Official Maior. >
Foi appi ovado.
7. Na despeza do expediente entrar a despeca
cem e-ciipturarios. F<> apin">vado.
8. Ficardsem fieito os artigos 4i da lei de 18
de Sett-mbro de 1828. e re-oluiv de 3o de Agosto
de i83o. Foi igualmente approvado.
A final approvou-se a resoluca as-im emendada
para ir redacca.
Fora appi ovadas em ultima discussa para subir
asaneca as segui rites resolucs : a 1. relativa
estrada de ferro para Minas, S. Paulo, etc. ; a 1. "
approvando a pensa de 3ooj rs. annuaes, concedi-
da a D. Carlota Laurinda de AI vrenla Tinoco: e
a 3. mandando queimar as notas do Banco.
Fora approvadas m segunda discussa, e pass-
ra a ultima as seguintes resoluces, a 1. appro-
vando a aposentadoria concedida a Antonio Luiz Co-
lho : a 2. aulorisando o Governo a aposentar di-
versos em pregados dos R>g provando a pensa''e ia-JJiis, concedida a Maria
Ig> a ia "13 neliot.i L o er ],. : a 4* apjnovando a a-
po-pi.in 01 ia concedida a Luis Mara da Silva Pinto:
l5.* ai'|>iovan*o i|-;.oi:wi-ule a ap> seiiiadoria con-
ced-I., a Fe'ippe M..n I de Castro : e a 6. appro-
vando a tenca Coronel Pedro da Silva Pedroso.
Tendo dado a hora o Presidente declarou que o
objecto da ordem do dia da seguinte sesa, era o
resto das materias dadas para boje, e diversas reso-
luces, e levantou a aessa depois dasduas horas da
tarde.
PERNAMBUCO;
GOVERNO da PROVINCIA.
Expediente do dia 19.
N,
A devecorrer porcenta d'esla Provincia a des-
peza feita por essa com o Reci utamenlo de piacas pa-
ra o Exerrilo, por que sendo objecto Geral respe-
ctiva de-pesa deve ser ella carregada : por consegran-
te deixei de expedir Thesourana a ordem que pa-
ra tal fin V. Bx. reqniitoo em ofticio de 9 do cor-
reute, por que tambem a Provincia da Parahiha lem
receila para despezas Geraes. A Emba cacao paia
o transporte dos recrutas que existem no l'abedello
a d'aqui sabio, e a esta hora esta> as agoas d'ese
Porto Fico soi-nte de ha ver V. Ex. receido o
Caixme com carimbos para a rooeda de cobre. Desla
man eir bei dado soluca os objeclos, de quetialou
o officio, que V. Ex. me fez a honra de escrever em
9 do cor rente.
Dos Guarde a V. Ex. P. doC. de Pernambuco
l9 de Fevere-o de 1836. Illm. e Em. 8r. Ala-
noel Gai neiro da Cuuha. Francisco de Paula Ca-
valcanti d'Albuquerque.
w Tendo o Consol Geral do Brazil em Portugal,
participado a este Piesideucia, que pela Commiasa
de Saude Publica na quelle Reino se Ihe haa decla-
rado, que os navios, pes'oas, e effeitos de Leorne,
MarseUi, eToulon ficava aujeitos nos portes de
Portugal a huma observaca de 6 dias em vez de
la por hven m os Cnsules respectivos dado parte
de ter cessado o lerrivel flagelo da Calera morbos as
referidas Cidades; eu o participo a Vm. por sua iu-
telligenria.
Dos Guarde a Vm. P. do G. de Pernambuco
i9 de Feveieo de 1856. Fianctico de Paula Ca-
ant d'A'bi qneiqne. Srs. Presidentes e Mein-
bros da Cmara Municipal desta Cidade.
Part cipando a *-s'a Presidencia o Cnsul Ge-
ral deste Imperio em Portugal, que pela Commissa
de Saude Publica d'aqut He Reino Ihe fora declarado
em 4 e 7 de Novembro do auno passado, que a Col*
ra-morfeus bavia ce.-sado em Mabon (na liba atRor-
ce) Tarragona, Areno do Mar, 011 Sania Mariana
Cataluuba, e que os Navios, pessoas, e efleitos de
Chioiza, Malamocea, e Treponle (as vizinhancas
de Venesa) tcava al snjeiios a huma ob>ervac de
ia dias por se baver declarado nos r fe dos porlosa-
quelle tenivel flag-llo : eu o communicu a Vms. pa-
ra sua inteligencia, e precisas providencias.
Dos Guarde a Vms. Palacio do Governo de Per-
nambuco i9 de Fevereiro de i836. Francisco de
Paula (avalcanti d'Albuquerque. Srs. Pisiden-
te e Membios da Cmara Muuicipal desta Cidade.
Continuarse- a.
INTERIOR.
ARTIGO COMMUNICADO.
Continuaca das rtflexes sobie as cousas do Brasil-
Em poltica os en os pioduzem ciimea. P*gs.
O.MDF. (dir por ventura algum pechoso) aorule
irenios buscar tonta somma de dinht-ii" pra pagar
ati! aos Jii'Zi s de facto ? A dispi za do Biaxil, sobre
individado, que est, avantaja-se considera^elmente
da sua receitd : como pois estabelecer huma diaria
para taes Juizes ? Verdade he, que em se pondo por
diantea qualquer alvitrista o gra\ issimo erabaraco de
falta de dinheiro, desatina, e l se de mai bem imaginados castellos ; e alm disto a irmos
no deleix", em que vamos, acontiiuarem os no-sot
negocios da maneira, em que esia, fora impratica-
vel sern duvida assoldadar os Juiados: mas tenbo,
que, se huma ma caridosa concertasse as nossasfi-
nancas, Ido mal administradas, e pejoT desbaratadas,
se accaso se cerceasse o numero espantoso de lencas,
que se tem dado, e v dando na rasa dos polri
nhos, e ailh-tdoH, se finalmente a erecn->mia live->-
se rt-alidade ni A Imin. Ii'.m; do l'r.izil, coi'lando
por Unto di-perdicio, nao s solveramos a divida
publica, Be 11.1 sobej ir-nos-id dinheiro para muila
cousa, de que havemos mister.
Mas parece, que o spcuIo das luzes (ao menos por
c) he o seclo do Venha a nos*- Cada lium (com
pomas, e mui honrosas excepQes) s cura de eota-
bolar os seus negocios, de promover os seus interes-
ses, e de fazer peculio para o que der, e viver.
Liberalismos, amor da Patria, virtudes Patii>>licas.
&c. palavrassa, que j a bem puncos embaca, sao
moda falsa, que rejeitada do maior numero sobeja-
mente escarmentado, apenas corre, e conserva al-
gum valor nominal as paginas dos Peridicos : e as-
a m nos iremos deslizando para o tmulo, as-im ir
vaiizeando a au do Estado, at que nova geraca
com melhor tripulaca, e mais habis pilotos a po-
rili- no devido rumo, e levem segura ao porto de
seus d'slinos.
O Jury organisado pouco mais, ou menos da ma-
neira, que tenbo exposto, parece-me, aera vantajo-
aoaoBrazil: mas se permanecer do modo, e tbeor,
por que vai, ser em meu (raro entender, dentro de
poucos anuos o sepulcro da Liberdade, e o manan-
cial fecundo da immoralidade, e barbarsmo. Tam-
bem ulgo objecto de grande importancia, que huma
Lei exima do cargo de Juizes de facto aos Clrigos
O denados m Saciis propter tenittem confu mea
expre.-sa do Caones ; por que em verdade nada
me parece-mais monstruoso, do que que huma Lei de
lium Paz, que se apr- g Catholico Romano, impo-
nba ao Clero bum encargo, opposlo ao seu estado,
contrario Disciplina da Ig*eja, e nada compalivel
com aquelle espirito d>; docura, e mansida, que de-
ve cararterizar aos Ministros, e delegados 'Aquelle,
que dizia Discile a me, quia mitissum, et humi-
lla coi de Com a Lei actual em que dura cohsa s-
na ve o Sacerdote, Juiz de facto, que tera de enlene
cear a bum reo convencido de crime capital? Seo
ab olveda pena ultima contra a propria convicca
pecca mortalmeotc por que vai coulia a sua cons-
ciencia ; se vots pela sentenca de morte, quebranta,
o preceito da Igrej, de quem he filho, 0 subdito,
incorre em irregularidide, e chama sobre si o odio,
e desprezo dos Povos, que poden) ver com bonsolhos
ao Ministro de bum Dos todo de amor, de p-rda,
ebondade, conrorrendo para que se tire a vida em
hnm patbulo osen semelhante. Admira, que em
Inglaterra, paiz, onde reina bum < ReligO falsa, as
leis haja izentado das funrc-s de Juiados aos seus
Padres, e a Lei doB-i-zil f brigu a ellas aos seus,
que s Catbocos R nano> .' Muitofadiantado va
o nosso Bia/il : nao macaquea, se nao j deita a
b.'rra adianle propria Gi-Brelanha.
Apellme vem huma i-la, queja tenho expendi-
do em ou t ros f se ripios, e sobre a qoal nao sessarei
de insistir. Por que rasa os nossos Legisladores ti-
rra ao^ Padres o antiquissimo privilegio do seu foro,
sujeitando-os aos Tribunaes communs ? A Constitui-
do privilegioo a esse respeitoaos Senadores, aos De-
pulados, e Corpo da Magistratura ; e por que? Poi-
que eonvinha (diwm a carga cerrada) 09 explicado-
res da Constiiuica) dar certa concideraca, e inde-
pendencia a esses Cidadas: l< gr tirndo-se esse pri-
vilegio aos Padres, que o tinha desde lempo inme-
morial, parece, que nao seteeem vista outra cousa,
se nao tirar-lhesa(|Ullo mesmo, que se quiz claraos
outros, isto ; concideraca, e certa independtncia ;
por quea ser por molTodessa Igualdad* ta preco-
nisada, e de me lira todos pela mesma fieira, nenhu-
ma cla-se de cidadas devra gozar de tal privilegio.
De balde pretendem alguns tapar-nos a bocea dizen-
do, que fi-ou aos Padres o privilegio do foro as ma-
terias espiituaes. A evasa nao he mpormse
Ihe pode retorquir com aquelle lifa O que nao
podes havelo, d-o pelo amor de Dos Seria muito
para rir, e digno d'outro Lutrin, ou Hysopaida o
ver bum Jury, com posto de leigos, e de toda a laia
de gente, senienceando sobre excommunhes, inter-
dictos, irregularidades, suspences va'idades de Ma-
trimonio, materia, e forma de Sacramento, &c &c.
OsnOssos I.egslodores ru devia ignorar a sum-
1.1a forija, que lera no coraca bumano o espirito de
classe : pelo que ainda que o Brazil haja deaproxi-
mar-seem duiaga quasi eternidade, continuando
o privilegio, nunca se ver hum Senador, hura De-
potado, hura Dezembargador, por mais escndalo-
smenle criminoso que seja, condemnado s gales,
011 a qualquer outra pena ignominiosa ; por que em
tal nao convir os seus pares. S o pobre Padre
(desgracada classe !) despojado do seu antiquissimo
privilegio, vai sendo julgado por leigos, e ter o pi-
edoso Povo do Brazil de ve. hum Sacerdote, hura
Ungido do Senhor, que a Religia militas vezes tra-
cta por Anjos, accorrentado de parceria com genta
da nfima canalha, e j bem pode ser que com aquel-
le mesmo, que foi seu aciava Que pezo de igno-
rancia, dedezar, e menos preco nao cahir aobre a
Relici. alias j ia acab> unbda, e quafi ab*udoii-
da ? Que respeito guaidnra os P.voS a Sig>ado
Ministerio do Sacerdocio, vendo Padres trabilhobdo
pelas ras, cora bu.na grosaa crrente ao Descoco,
ajoujado com hura faccinoroso trapdhis? Sbese,
com quanto se diga, que a Lei he igual para todos,
nunca se ver tal pena imposta a hum Desembarga-
dor por ex., eui quanto este for julgado pelos seas
pares; e quer-se, que os Padies tenha de passar
por essa ignominia ? Ser mais respeitayel o Minis-
tro de Casar, que o Ministro de Dos Vivo? Ser a
Religia de hura Pvo objecto a insignificante, que
nao mereca concideraca, e respeito ? Finalmente
das duas iuma, ou n devra dar-se privilegio de
foro classe a'guma da Naca, ou nao se devra ti*
raro quetinh os Padres huma vez que se creou
paia outi os Cidadas em nada mais respeitaveis, que
os Padres.
. Continuar-se-hd.
1 :_____
k
DIVERSB6 REPARTICOENS.
B1SPADO DE PBRNAMBUCO.
Rs. 16:299^5598o quantia distribuida pelos pobres
das Freguezias da Se, S. Pedro Mrtir, Recife, San-
to Antonio, Boa-vta, e com varios Seminal islas co-
mo consta dos recibos paasados pelo Reverendo Escri-
vada Cmara Ecclesiasiica, Reverendos parocbos
das trez Freguezias du Recife, e 1 Reverendo Reitor
do Seminario, desde o roez de Oulubro de 1833 que
S. Ex. Rma. veio do Rio de Janeiro, athe Dezem-
bro de 1835.
Antonio Teixeira
Mordomo de S. Ex. Rma.
PROMOTORIA.
MLlm. Sr. A bem do Servico Publico haja V. S.
maudar-me o mais fcre que Ihe for poisirel Luuia
..


aAKIO DE PKRNAMUUCi)

'ista de todos os presos que estad para *erem julgados
pelo Jurados, e nao do- de sentncn, assiru como U m-
bem a antguidade da prisa de cada hum.
Dos Guarde a V. S. por muins arinos. Recife
10 de Feveieiro de i836. Ao Illm. 8r. Januario
Joze Nones, Carcereiro da Cadeia desla Cidade.
Di. Elias Coelho Cintra, Promotor Publico.
- Illm. Sr. A bem do Seivico Publico h-ja
V. S. mandar-nie ero que Ca torio est a petica5 pe-
la qual V. S. deu Fran seo da Paz dos Santos or-
den) de libas rorpus.
Dos Guarde a V. S. por miiitos annos. Rerife
18 de Fevereir.. de i836. ~ Ao IHm. Sr. Dr. Hen-
lo J->aquim de Miranda Hnrique-. Juiz de Diri iio e
Chefe de Polica. Dr. Elias Coelho Cintra, Pro-
xiotor Publico.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mama do N.* 35.
E
conRKio.
i Xiste na Administrarlo do Correio um Ofticio do
Ix." Prezidente desia Provincia de particular inte-
resse de Felippe Antonio de Barros ao Ministro da
Guerra.
O Pataxo Venus rec< be a malla para o Mar-
abad boje (12) as 5 horas da tarde.
O
ARCKNAL DE MARINHA.
Arsenal de Mariuha desia Provineia lem necess-
d* estacas grocas para ceicar o roes-
mo Arsenal pelo lado da mar pequma: quein a- li-
ver e qn*er vrnde>h peicao para trat-r do ajuste.
O mesmo Arsenal de Mariuha tero de f retar,
em consequencias das ordens do Exm. Snr. Presi-
dente, huma Embareacio, que transporte Provincia
do Para duzeutas piacas, inclusiv>algdns Officiaes :
quem conviero refeiido fretamento pode dirigir-se
casada Inspeccio domesmo Arsenal para tratar do a-
juste, econdiee.
Arsenal de Mrinha|20 de Fevereiro de i836.
Antonio Pedio deCarvalho.
Inspector do Arsenal de Marinha.
O Snr. Patro-Mor fique na inlelligencia de
que nios dever andar serupre promptos os .bjec-
tos dossoccorros navaes, como igualmente o dos in-
cendio*. 4 pelo que cimipre que de mirrhi pa. le 01 de-
ne o Me-tredo* calafates que elle de ver semp sei var -s i'umha, no melhor estado, e lod o- petie
los, i*- bildes-, maagueiraa, etCada de- madera e de
coi da ; devendo a bomba glande ter trez iiiaugueiras,
e para as pequeuas tr z, para ambas, e que tamtiem
sempae no carro da bomba grande hajao Bichles,
picaretas, e machados. Para milbor execucao d'esta
salutar medida dever ha ver em lodos os sabb. los de
tarde hum ejercicio de bombas rom os Marioheiros
do Arsenal, dois quatro carpinteu os e dois calafa-
tes, em o largo do Arsenal. Far-se h hum detalbe
entre osCarpinteirose Calafates, para que en toda a
emana hajao sempre nomeados o uutDero d'Arlifices
j ditos para que se apresentem ao momento de ha-
?er qualquer incendio, de cojo tmbalh sero pagos
conforme a pratica adoptada em os Aranaes da Ma-
rinha. Esta se regular, e publicar, para que as
occasioens necesarias nao haju desculpas, e a res-
ponsabilidade caa obre aquelle ein que se ob>ei ve
doleixo, ou fallas.
Inspeccio do arenal de Marinha i9 de Fevereiro
de 1836Carvalho.Conforme.Alexandie Rodri-
gues dos Anjos, Seci elario do Arsenal.
EXTERIOR.
ESTA DOS- UN I DOS.
Washington, 7 de Dezembro.
Extracto da Meossgem do Presidente Jackson.
A
Supposico deque fra intencfo minha ameacar
ou insultar o Guv rao de Franca he to destituida de
lundamerito, como seria ridicula a idea de haver eu
tentado arrancar aos temo es daquella naci aqullo
que os seus pilncipies de justica recusassem. A cons-
ta ui(o dos Estados Unidos ia\p5e ao Presidente o pre-
ceito deapresentar ao Congresso o estado do paiz quan-
to a suas relaces exteriores e domesticas, e p dever
de recoromendar-lhe as medidas que em sua opiniio
exigem os seus interesses. Do cumprimento desse de-
ver nao pode elle ser desviado pelo receio de ferir a
sensibilidade do povoou do Governo de qem seja pre-
ciso fallar; e povo Americano be incapaz de consen-
tir que qualquer governo, por poderoso que seja, in-
tervenba na livre exerucio dos deveres domsticos
ciue a tonstituieii impSe ao seus funrcionarios p-
blicos. As communicacoensque lem lugar entre os
difeientes ramos do noi m-snios, epor aqailloqae nellas diz, '> p" os
servidores do Estado ser responsaveis toa sena conft-
I otates, e huns aos ontroa em paitieular. S^ no de-
curso das suas dicu-s5- s se mencionlo alguns factoa
errneos, ou se tirio deducc;5es injustas, nada rnais
preciso para corrigi-las do que o amor que ronsagrio
justicie oque devem aoseu proprio carcter; mas
niii podem submetter-se a seiem interrogads|-obre o
objeclo, como cousa de direito, por qu.ilquer naci
eatranha. Quando as nossas di-ou-srs terminio em
actos, principia enlio a noaai responsabilidade para
com as potencias e.stranera>, qio como particula-
res, mas como naci. O principio que responsabilisa
o Presidente pela linguaeem da aoa mens-getn, au-
torisaria tambero hum poder e.shanho a pedir exn'i-
caeoena da linguagem d'' que ^e fie-ae oso no relalorio
de huma commisslo, ou daquella de que qualquer
merobro se servisse durante o debite.
Nao be esta a vez p. imeii que o Governo de Fran-
ca lem encontrado vft n*as as mensageus dos Presi-
dentes Americanos-, t) Presidente Washington, eo
piiroeiro Presidente Adama, cumprindo aeus deveres
para cera opovo Americano, inconra'o lambem naa
censuras d<> Directorio Franoez. As objeciSesdo Mi-
nisterio de Carlos X, removidas pelasexplicacnenado
nosso Ministro junto suaCirle, ja f>rio referidas,
Quando sasoobeque o Mmisterio do Re actual .se jul-
gava ffi-ndido pelu minha mens>nem doanno passado,
danio-lbe huma i' lell gencia que se nao poda justi-
ficar, o nosso enlao Minisiro em Pars, respmdendo
piimeira nota que anuunciava a sensacio desa^r.d.'-
vel causada pela lingoag cornmunicac,io ao Governo Francez oro data de a9
de Jan-ico dr 1835, que deria remover toda a impiea
sin que huma desarr.i/.oad sus* epiibilirt*df Imh* cri-
ado. Elle charoou a attencio do (>v.-rno Frantvz pa-
ra a desapprovacao que continha a nie-nu mens^gem,
de toda a iuienco d<- iniimida por am"acas, edec'*-
roa com verdadeque nem ella continha nena insinua-
ra, accu-acfoalgum. de m fic nt a o Reidos Frao-
cezes ; e distingui cabalmente o direito de queiXar-se
em termos fortes da talla do cumprimento de hum a
juste e o cas > de dizes-se que esta falta de cumprimen-
to era denda m f ; e demoraron m*is que o uso
nec> ssari df-se diieilo nao defia ser consid. raio co
mo hiimaimpuiacao offemiva. Anda que eslacom-
niuaicuoAu fosae fe la s.m instruccoens, e s<5 ob a res-
poosabiii'iadedo viin.iio, lornoa-ae rom tu'o is huu acto dt-ste Governo pela minha iiileira appro-
vacio, a qual foi olTiCialroente levada ao coohe< men-
t do Governo P'ranoe em a5 de Abril de 1855. Fo
depois desla exp'icacao que passou a lei coro er-a ?men-
da deque nos i|ueixamos, su t< otada pelo Ministerio
e finalmente appi ovada pelu Rei.
povo dos Estados Unidos deseja com razio hum
systeroa pacifico as suas relacoens com Os G'Vemos
Estrangeiros. Compre por Uso que elles saihio seo
seu Governo tem adherido a eateTU< mi No caso em
qufSlo, tem elle sido levado ao maiof aune, que poda
S' r leva lo, sem quebra do nosso piopiio decoro. A
nota de 29 de Janeiro, a que ja alludi, nao foi a nica
que o nosso ministro tomou sobre i a r>-spori-aliili la*
de de appr> senlai, so'ireaquell* "hjecto, emim.....u
espirito: Vend > oorm, que sequen* facer dep nd r
o pagamento d^ huma divida juila. docunp>im uto
de huma condicio a que elle saba nunca se pode- a ac-
ceder, julgau do seu dever tentar de n..vo convencer
o Governo Francez, deque, se bem queorespeiio ea
consideracio da dignidade das oulras nacoens nos i-
nbihiiia sempre de u-ar de huma linguagem que pu-
desse dar Ihes offensa, nem por isso reconh- cenamos
jamis a qualquer governo estranho o direito de exigir
explicacoens, 011 de inlervir de qualquer modo que
fosse as eoromunicacoens que hum dos nossos ramos
do poder, julgasse neoeeaurio faser a outro ramo ; que
nt aso em que.stio se nio tirfta feto uso de semelhan-
te linguagem e que j islo -nestno se tiuha dito claia-
raente em huma oulra nota, antes de Saber-se que
dessa explicacio se faria huma rondicio ; e p>ra que
nao bou ve-sea menor deintelligeucia, fez mencio dos
te> mos de que se servir naquella nota, e mformou
ofihialmerite o Governo da appiovacio que tiuhio me
recido ao Presidente ; e que por i>s<> qualquer expli-
cacio que razoavelmei.te se pudesse pedir ou dar coro
honra, j tinha sido dada ; que a medida em conlem-
plaoio liaba sido anticipada por huma declaracio vo-
luntaria eamigavel; e que por isso era nio 1
mas talvezae julgasse offensiva, eporcerto se uto da-
ra, se fosse imposta como huma condicio.
Quando esla ultima communicaQo, para que es-
pecialmente chamo a atlencio doCongresso, rae foi
apresentada, esperave eu que os mei de um honroso e pronto ajuste dasdfficuldades entro
as duas nac6es nio sei iio despresados. Nao hesitei
por isso em dar-lhe a minha senecio e iiteira approva*
cao. Devia-se ia^oao Ministro que aetornou respon-
savel por aqoelle acto ; e feZ-se lUk!o publico ao po-
vo dos Estados Unidos, e boje se presenta ao e-
o*Representantes pnra mostrar niuii-que osen Go-
teriii Ex'-c uiiv habahou paia res'ab. le.er a boa n-
telli .enra entre os dous pai.r.s. T< r-se-hia tambem
ronimunicado islo mesroo em qu;i!quer lempo o Co-
verno Fiancez se offieialmente ouvesseaido pe-di do.
Tendo o Governo Francez recehjdo todas a ex-
pliravo-ns que a honra e "S principios permiitirio, e
que com razio se podiio exigi-, julgava-se que nio dif-
feriri por mais lempo o pagamenlo devdo. O agen-
le autorisado pelo meu Gov. rno, leve insiruccOe para
formar o Ministerio Francs de que estava pmmpto
para receber dinhe>ro, e dissese-lbeen. r.sposi que
nio poda enti<> ser pago, porque as forma'idadca
exigidos peUsCamaiaj anda uio tioheo campa-
do.
Como nio tiveoe recebido rommunicacaY. aguma
official das int ncSas doGovemo Fiancez. e de>ejasse
quanto era possie| concluir este d> sagrada val negocio
antea da r uniio do Congivaao, para o-l<> submetler,
ordenei ao no-so encarr< gado de Recoc-m en Pat is que
exigase doGoterno Francez a aua final dele, minado,
e que no c#so de continuar elle a recusar o pagamento,
sem se darem mais eiplicacoens, voltasse para os Es-
tados Uni los. O resollado Je-ta eatgenco inda nos
niochegou, mas espera-se todos os dias. Omeu-iu-
cero desejo he que seja faVoravel. Tendo a Franca
r- couliecido agora por todo* os ramos do seu g uni,
a vali'lade das nottsas reciamacoens, e as obi igices do
Tratado de i83t, e nio exis'indo na realidade causa,
alguma legitima para mais demora, vira por hm, de-
ve no lo esperar, a adoptar a huha de conduela que
os iniere-aes de aroba as nacoens, nio menos que os
P'iri-pio- de usloa, lio impeiiosamente exigem.
Cumpri' do a Franca pela sua parle c<>m as condicoena
d> tintado, pouco ficaid que possa perturhur as rela-
CoeHs amisveii da., duas nafuanat e nada existir
mesroo, na Fardada, que nio dora ceder ssuge(6es
de huma pol'tica pacifica e Ilustrada, e a influencia
daquella mutuc boa vonl.de e daquellasgeneosaa 16-
roidacSes, que com coui-nca devenios esperar ver re-
novadas em toda a sua (orea. Com ludo, acontece o
que acontecer, o principio compreheudido no nono
aspecto qun tomou a quotio, he de tal importancia
paia ndependenle administracao do Governo, que
nao pod-ser cedido ou coropromettido sem o val un- n-
to nacional. He me desnecessario dise que noseiei
eu o agente por onde se taca lemeirtMnt sacrificio. A
hon>a do meu pair. jamis se< manchada coro huma
afio'o;ia minha, poi haver eu <>i(o a vtrdade ou cum-
prido com <> meu dever; nem posso eu dar explicacio
dos meus actos ofhViaes, a nao ser aquella que he de-
vida integiidade e a justica, e que he compativel
com os principios fundamenlaes das nos-as ustitui-
cenx. Confio que esta minha determinaco ser ap-
provada pelos meus constituintes. Na verdade, de
pouco me servio o esludo que fiz do -eu carcter, sea
quantia.de 25 milhdes de francos pode ser de algum
peso nt avali nacional ese, des^r cadamente, apparessesse em al-
gum pon" hum 1 impresiodifferenle, tattM conven-
cido deque enrgica e unaiiimementese reuni> io em
roda, do Governo da -ua esi-oiha, a fim de abifar para
>emp < aav unte ropoUci".
H.ifinio-vos Iruicaiii' uta tnmmunn ado as oir-
"Uostaiicia-qu occ ri'o nsla nnpoi'iante maieria,
d-p is da Uoua r< umao >lo Cong.es.o, e a-vitas do
H".le Exeiuii^o nesta queslio, basta accresi enlai por
on qi.e, logo que cheg-nem o* ofiicios que todos os
das se espero to notso Encar'egado de Negocios, ser-
vos-ho especialmcule commuuicados.
New-York adverliser.
(Do Jornal do Commercio.)
AVIZOS PAUTICULARES.
O
Abaixo assignado lendo o annuncio do Dia-
io de 27 de Novembro doanno passado Hilo pe-
lo Snr. Joio Haptista Cezar, tem a responder que na-
da deve a Gabriel Antonio, puis das coutas que leve
com o oaeamo tem recibos de sga de do uHy% uuM

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DIARIO DE PERNAMBCO.

I
asisten, em poder do mearon G&rie). Ergenho
Goncaisari ao de Janeiro de 183b.
Antonio Pe eii a Piuto de Faras.
*y -Quem livor para alugar dnas escravas, ou
umescravo, e urna escrava, que laibio faser o serv-
>> ordinario de urna casa : annnncie por esta lolna.
^JT Quera percisar de un erada branca de
bous costumes, a qual da fiador a *tl(Vond1ucla-dl_
rija se .tras do ealabouco na i ua do Senhor bom
Jeau d.is crilas D. 8.
y Perfca se de um criado para servir urna pes-
soa distinta : a pessoa que estiver neMas c.rcun-lan-
ciasdeir a recados, e tratar de cavallos e da estribara,
pode dirigir se a ra do crespo loja D. 6. ,
^ Sor. Ap.........queira ter a bondade
de ir sati-faser o importe de dois livros &r que cora-
prou na loja de Encadernador na vraca da Indepen-
dencia O. a6, e jumamente un corte de colote que
ve Ihedeu para fa*r em i6de Novembro de I8.J*. e
comotenhadecor.ido tanto lempo, e urna mangacao
formal do sopradito acmH ; por isso se Ihe pt o pre-
sente aviso, aliase recorre. a Autho. idade compe-
te0te' 3. R. Simoena.
*y Quem liver para alugar, ou arrendar (dan-
do-se bous fiadores a contento do prop lelario). um
obrado de um Candar, ou uma casa terrea que te-
nhaquintal, e cacimba, nil ras princ.paes deste bar-
ro de S. Antonio,- para pequea familia, aonuncie por
esta folha para ser procurado.
*y Precisa-se de urna casa de dois andar que
toh- commodes para grande familia, e que seja no
Bairro de Santo Antonio as ru*s princ.paes : quem
a liver equuer alugar dirija-se a rraca da Indepen-
deacia n. 30. ,
e/y Oabaixoassignadoroga aosSnrs. Advogados,
Esciivies, oo alguma pessoa particular, que se lo-
rio entregues de ons autos de execucio de aentenca
de formal de parlilha de Romana Caetana de Lima
contra Joio Chrisostiroohajio de oa mandar entregar
oabaisoassigoado, ou alias ao Doutor Gulmarens
ou entio annoncie a sua morada.
Antonio Joie de Souta Mooteiro.
- Camitlo.de L-llis Duarte Carnero, roga de
novo oailluatrissimo Sur. Joio Jote de Vasconcellos e
Otlka, para o Era deeniregar-lheuma carta, vinde da
Capitana do Espirito Santo cuja ca. la existe a bordo
da Escuna de Guerra ti. I Fluminense, ou alias an-
nuncie a ua morada por ca folb abm de Ihe ser eii-
U Mp ,Quem tiver para allug.r um primeiro andar-
de qualquer casa cita era as principaea ra do Kan ro
de SBto Antonio sendo era bom ctado, e hmpas ; an-
nuncie, ou dirija-se a esta Tipografa.
ww" Jo da CrurdeMendonca fazsciente ao ar.
Thesoureiro da Lotera que se desen- aroiuhou um
meio b.ltiete da Lotera N. 2i63, e sendo que sa.a pre-
miado nao pague se nao a elle .nnuncurate.
9 A pessoa que qniser ser feitor d'uro Eogenho
distante deba praca ia Ifgoas, falle na ra do Pal-ce-
te D. 23, ou na ra Direita sobrado d um and-r de-
fronte.do beco do serigado, que achara com quem
" OBacharelFoiroado Jo*e Pe. eir tU Silva
fuscenteaorespeitavel publico que elle advoga eni
a caaa de sua residencia na Boa-vista ra da
Gloria sobrado D. 47, ees, prompto para prestar- seo
presumo: a. pessoa*, >* d'elle qui,erem se olili-r.
j O abaixo assi.jnc.do annu.ic.a, que rio da 19
do corrente aparecer por o seu sitio do Coelh en. o
lug-rda Boa-vista um preto de nome 3oieLiba.no,
cilo, que se for-valer do abaixo signado pa.ao
comprar, rujo preto diz ser cativo de um Negociante
Ingle* morador na Cidade da Paraiba de nome Jo.o
Avahe: por lauto o abaixo asignado declara, que
qualquer senhor Negociante Ingles, ou Bras.le.ro, que
lia correspondente do lai Snr. Negociante o veiiha
receber por estes 3 dias, dando os signaes ce. tos para
salvar a responsabilidade, que possa ter, eso por e.le
P Antonio Coelho da Silva.
, Maa Therea de Jecus avisa .lodoso* de-
vedores do falesc.do seu marido Manoel lote de Sol -
7.aTarroio,qoeno prasode 15 dias Verti saldar su
a, contas que esto e abe,lo, pois que ja anda em 2
mezes, e inda nao aparece oem um, nio tondo a an-
nuncianle auiborisado pessoa alguma pra as cobrar,
que cansaase demora. n: v i,,.
I A pessoa que annunciou no D.ar.o N. 3y con-
pianos dirija se ao beco da L.ngoeta n. i.
- U.n Ovidio grande commentado, estando
ainda em borooxo : na ra dos Quarteis D. .
ARRKMATA^O,
JT Erante o Doutor Jdz do CvelJose JoaquifGi-
ntiniano de Maraes Navarro, se hade arrematar quera
mais der, findos oa dias da Lei, urna morada de ra-
7.M8 de sobrado de uro andor, sita na Povoacio do Poco
da panella, assim como mais urna porgio de escravos,
tudo pinhorado por a Fzenda Nacional, a seo deve-
dor Alexandre Lops Ribeiro.
LEILO.
B<
.VRnrs F.cres & Adour, fasem Lei'io de vari-
.sfaiendasfrancezas; sedas, filas, meias de seda, len-
cos de fil e de cambraia, perfumas e varios artigo* de
quincalberia &c. no da Terca feira 93 do corrente,
aa jO horas, em casa de sua residencia ra da Cadeia
do Recifi* 34.
t90V'
VENDAS.
periodo
cerlar pi
COMF3AS.
[jManegrinha de bonita Bgura, qt.e s.iba coser
cbao, eque tenha pr.ncip o de engomado : na Hja aa
rraca da Independencia n. 30.
Ara f<>ra da provinciajduas f sera vas crilas rob"S-
ts, e radias, um de idade de 14 franos, e >utra de
15, cora as principaes habilidades: justa Typogrffia
se dir quem vende.
/y Sal de superior qualidade, e por prego com-
modo: abordo do Brigue Leso a % ou oa ra da cruz
n. 1 A.
ajqp Rap pncea da Babia chegado ltimamen-
te ero libias, e <'iivsv.is: na ra do Rosario Botica
d 3<>o Perei. a da Silvtira.
/y Superiores veos, e vestidos de linho branco,
Weos preto?, escora i I ha branca, iil de linho branco,
jliso, e bordado, meias de seda lisas e borda Jas de todas
las corea para honiem, e senhora, bico de linho bran-
co, e preto, tensos detouquim pelas, lensos pretos de g.avata da milhor qiiadade
que h, cambraia dehoho multo fino, cascas da India
de bom goslo, plumas brancas, esp.lilho, e fits de
cinto egarra da ultima moda de cores muito lindas;
tudo por prego com modo : na ra Nova loja de Frc-
deiiro Chaves.D. a.
ajqpp> Ura par de bancas de angico de gosto moder-
no de arp., urna mesa de ja'ntar de ana'arello, 1 ditas
pequeas, 19c-adeii:as'de palhinbajdo porto,uro ra-
map dito, e um banquinha, 2'camas de vento, a h>-
garetrot de ferro, por preco muito commodo no pa-
leo do Ca mo D. 12, esquina da camboa, tenda de
marcineiro.
j^ Urna armaco de venda, cora alguns cacos:
na 1 ua do Padre Floriam D. a3.
dr Um moleque de bonita figura, abco'sinhar,
e serve p.ira todoservico : na ra da cadeia do falesci-
do 3 jja* Urna rsTav,. dpn?cio"A;igola, de bonita fi-
gura, idade25 mnos, boa quiandeira, cosinha CoW
perfeicio o diario de una rasa, e lava nidi beni de sa-
bio: najrua do ralleireiro D. 26, casa que faz frente
com o fundo da 1^. eja dos M*rt.ros. Na rasma cast
cima vndese oulra escrava de 30 a n nos, que lava
raui bera de varrella.
ajry Arroz com rasca, em porco e a reta I lio por
preco commodo :t no armascm da ra das erases
D. 9.
/3B- Urna molaliuha de bonita figura de idade 9
annoi/pouco m*4 011 niesnos, e urna escrava qnesa-
be faser o servico de urna casa : na ra,da cruz 11. 9.8.
S/yjCarne de Montevideo : abordo da Sumaca
Atahualpa, pur preco commodo, e se faz qualquer
tranzacio por asjucar, couros, algodo, ou cachaca,
sendo em partida maior; para tal fira se p..dr6 di-
rigir a ra do V.gai 10 D.51 a, onde se vende lingoas
seccas superiores.
yy Un cavallo ssa novo, em boaa carnes, muito
muipador, e tambera carrega baixo, e muito pro-
pri paracarro : najpraca da |Boa-vista a fallar cora
3oze CarlosTeixeira.
yy Um terreno com Irinta palmos de frente, e
doi alcerces cora 30 palmos cada um, na ra do Pa-
ldcete,eum terreno com 60 palmos de frente, por de
traz dr ra do pjlacele por.atlerrar : as 5 Ponas so-
brado da esquina 80.
*y Umacabia, com btanle leile, faltando-lheo
cabrito p^r t~r niorrido : na ra das Tiinchiins D.
o
yy Carne novs, e superior^ de Montevideo, por
piac.o cmodo; 0 tioca-e por awocar : abordo do B- i-
cue Sardo, Orestes & Pylades, ancorado na Pr.it do
Collegio, a tratar com o Capitio, od com oConaig-
natari A.Sclwamra, ruadaCruiN.27.
(f^- Folititias de porta, de Algibeira, e
de Padre, para o presente^ anno de 1836,
por pre^o commodo, na"Pra pendencia, loja de Livros N. 37 e 38, e
na ra fia Madre de Dos venaa que foi
do Rezende.
ALUGUI5IS.
ALluga-se urna bou casajna ridade de Olinda ao p
dacadeiajeonfrontea K.bei-a, propria para estndanlea
por ter rauitos commodos: os perleodentes procurem
ua ra do Rosario Botica de Joio Pereira da Silveira
para tratar do ajuste.
--------- un". '
ESCRAVOS FGIDOS.
Conrado, mulato, idade 12 annos, baixo egroeo
do coi pe, cabello acabocolado, sobr-ncelh-s fecliB-
das, aprendiz de arpia: os aprehendedores levetn-
no a ruado c.e.-pa loja D. 6; seu senhor declara pro-
curar o meio q.e Ihe oompeir sobra a pe-soa que o
Uver ocoulto, o que di-iiar de faser se no pr.ao de
dias o vi. r ou mandar entregar.
?y Fugiu a 18 do conente uroapreta d" do an-
no.- a AO annos, de nome MaiCelina de Angola, mais
veio de menor idade, e foi criada em casa dosj pas e
rmSoa de Joae Maris Barbosa, preta retinta fem do
rosto, lela direita, olhos grandes,g bem picada de bi-
xigas rooito ladina, e a pouco veio de Mace.0 par
onde irall. sido vendida, e levo vestido de 1 i*cadi-
nbo : quera dellesouber leve-a a cas;do Doutor Jhi*
do Civel Navarro, quem hoje'perlence, que gralih-
car a pessoa que levar assira como uxai com todo
o rigor da lei contra quem a o cuitar.
NOTICIAS WARITlMA.
Tahoas das mares chetas no Pono de Pernambucr
6 Segunda i 9h. 18 m j
10 6
3
v
j
a
, MatitC.
5. 10~5
n 42 >
- 0-30
T i,8 Tarde.
I 2 8
Navios entrados no dia 19.
UlMBURGO: 26 dias, B. Dinamarquet ^oanqa.
Cap. M. RKgemburgo-.varios gneros: ao mesmo
Capitio. T.... 150. a.
S.^PETESBURGO-, 73)dia; B. Sueco Cande,
Cap. A. F.: varios genero: N. O. Biebier. Ton.
i56.
Dia 21.
A AACVTI ; 33 dias ; S. Estre? Matutina,';M. Jo-
e Frami'co de Araujo : couros. Ton. 80.
DITO; 4a dias; S. Emilia, M. Antonio Bernar-
do de Mendonea : varios gneros : jjoo ^Chr.Zo.
thomo d'Oliveira. Ton. 4-' Pa-sagei.o 1.
RIO DE JANEIRO; 39dias; Paq. N.jModerado,
Com. o Cap. Ten. Ang-lo Petra Bil-ocurt. Condo*
Ti opa para o P^r.
Saludo] no mesmo da.
RlO'DE JANEIRO; S. Nacional Paquete do Rio,
M. Joio Rodrigue Amaro : differentes gneros. Baf
"hAMHURGO; Pataxo Ing. Lsallutla, Cap. H.
SUimp'u'iHN : algodio. .
M \RSELHA ; Brg.atra Janes, Cp. Cronoolapl.
asquear.
Da 90.
TRIESTE; B. Ing. Forlitude,Cap. John Harvey-
as*ucr. _. ._ **
RIO FORM0Z0:; S. S|Jose Viajante, M. Hen-
riqoe Carneiro de Almeida : lastro.
Dia di.
SNEY Ber*. Ing. Heb, Cap. L^botion : assucsr.
?OR roSDONORTE Paq. B. ^de Abril, Cora,
o S.'Tenjiite Manoel Cuflho Cintra.
Observacoes.
Bordeja no Lameiiie uro Br.gue Ingles.
PcrTna Typ. do Diario 1836.


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