Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02227


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Full Text
ANNO DR l.Sfi. SEXTA FEIRA
-----------------f-----r-

19 DE FEVEREIRO N. 40.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PtBI MI OCO,
Tvr.DE M. F de F*bu->8S6.
DAS DASF.MANA.
1S Seronda Trastadacao e S- Antonio- Nao h, de*.
<& de Cima (rjnm ate Pasco excepto os Domingos) N.
, ^r-S-TheotonioP-He.. de m. aud. do J. do C. de..
e de t- ., Th.i P and. do J. de O-
,9 Sexta S. Conrado F. es. da The,. I.
"" d m ri df m e aud. do V. 01- dot. era
50 sahhalo S- Eleuteno B- M. Re. de m.e auo
noinSo ,.daQuare.m.S. Mariano.
Tudo .ora depende de name-mo.. da MM l'ra<1'"C''- 'ri.
raco. e enerva = contenemos con.- pr.nau.an.,>^ e .ere.no. a
po..ldo.cou admirado entre a* Nacoe. masculla*.
Proclamado da A*mbUa Q~al do Bra;>
a ...... 1OOOr. menBesi>a Si.licreTe-.e a "<"'" receliem
,i. ,e,.do do. propr.o.a...g;na..le., e ....do ...,gMdo.
PARTIDA DOSCORRBIOS.
Olinda_Tndosos diaao meio dia. p.
C.oiana. Alhaudra. Parail.a. Villa do Conde. Mamanguape. Pi-
lar. Heal de S. Joao, Hreje dAreia. Hainlnv Poml.al. No 4-
Sotma. Cidadedo Natal. ViPa* de loianninha. e Novada Prinee.
za: Cidad^ da Fortaleza. Villas do Aqmras. Monte mor noo.
Aracat*. Cascavel. Canind. Urania. Impcralrii. > Bernardoc
S. Joao do Principe. Sol.rar. Nova d'KIKev. ico, S. M atheu,
acho do uneiie. Sanio Antonio do Jardim. Uexeramob.m, e rae*
n.iilia- Secundas e Sextas fi-iras ao meio d*
Santo Antao- Toda ai quartas ti-iras ao wiO da.
Garantan, e Bonitono. dia. 9 e 2.1 do mea ao meio la.
Flores-no dia 1.1 de cada mea ao meio dia.
i Serinliacm. Hio Fonnoao. e Limeiras-Segunda. Quartaa,
Sextas faina ao meio dia.
PARTE OFFICIAL. |
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SENADORES.
Extractada Sess&o de *0 Presidencia do Sur. Bento Ba. roto Preir.
A' hora do costme, berta a .mo con. 28 9e-
2J leu-se eapprovou.se a acta da. ea-aO -nte-
" O*primeiro Secretario deo conta do segrate ex-
PeO str! Saturnino por parte da. CommifeSe.de
Guerra e F.aenda, leu hura parecer sob-e a lenca
*mr+ c sefina Kreira Piulo de Mendonca, en c..)o resultado
ap, asenta v. hura, resolucio .pprovando t roesma
tenca : foi a imprimir.
OSnr. Rod.igues deCarvalho obtendo s palavra
pela ordem, disse que era preciso nlo viver no Rio
de Janei.o, e ulo ter huma se6ee huras casa cono de-
cencia, para se ignorar g. ande despeza que qualquer
empregado se v necesitado a f.ier, anda mesmo
,y aeudo das de maior representad.; daqni se se-
gua que os nossos Miniaros de Es-adu viven., M-
hndo-se francamente, bsendo huma figura tr.>te,
andando a comer aulare.. pelas caa.8 d..s Diploman-
eos quaiiito mudados-, ufo convidando elles a es-
Huiesmos Diplmala a janlarem era suas ca>as ; a-
iem disto .ccorria que osen ananjo domestico nlo
corresponda representado que des em ter, cans-
do pelo mediocre ordenado que actualmente tera,
comparativamente com despena quetem a fazer ;
vala de cujas razSes apresentava o segrate projec-
'it A AssembleaGer.lLegislsiiva resolve :
Art. nico. Cada hura do. Ministros'e Secre-
tarios de Estado perceber huma giaticacao anim-
al de dona cont, e quiircenlos mil ";.
Paco do Senado aO deOutub'O de iH35.J. b.
L Ferreira de Mello.P. J. Coala Barros.Conde
de Lace,.-Francisco do. Santos Pinto.- Lourenco
Rodrigue, de And.ade.-J. F. da Matta Macellar
Joto Antonio Rodrigues de Carv.lho.
Sendo dispensada a iinpressio, ficou sobre mesi
ara entrar na ordem dos trabalhos.
ORDEM DO DIA.
Foi approvada era segunda discus.io e pamu pa-
ra.*iUnaaresolocfo que concede o privilegio ex-
clu ivo p-r 40 annos, ahora- compa r.hia, 00 com -
panhu. que se propur.e.em a fa/.er huma e-ljad. de
fer.o, na commuiiicaciu enre o Rio de Janeiro,
Mina., S.Paulo. eS. Pedro do Sul.
Foi pela mesraa n.ane.ra approvada a resoluco
que manda queiraar as notas do exlincto Banco do
Foi' anproMda em ultira. dcus o, e remettida
Corarairio de Red-celo resoluflo qne raa.c. o
ordenado do Juiz dos Orfios d. Corte, e seo Mu-
MlCip O.
Foi approvada era ultima discusso para subir
r.. annuae,, concedida a D. Mana Joxefa de F.guei-
redo Segado. ._____
Ent.ou em segunda discusso a resoluc-o que con-
cede ao Brigadeiro Francisco de Lima e Silva, ex-
Presidente da Regencia, .pendo annua de qaat.o
cont, de re, e ao Exm. Sr. Costa Carvalho -C-ram
Cruz da Ordem do Cruzeiro, em remunerscao dos
8eOvTamoezdeParanag.. declarou que enlrav.
em doidi acerca d.sta remun-raeso, com quinto
reconl.eca que.aes .,. vicos do dignos dereciinnen-
sa a.ie.n abstracto, p-rque era ral >"nJ-
ravaolug.r de R gente como o de hum entro era-
pregado "da Naci, pelo nlgar fra da cl.sse gerel
dot empregados, e por .sso do mesmo raodo oiga va
que tal re.nunera;o nlo pod.a ter lugar deh. xo de
reir ceral; e quando assim fosse contemplads, ta.
remunerado era excesiva; alera de es.ar convenci-
do que huma tal remaneracio compet., nlo ao
Corno Legislativo, porem s.m ao Poder executreo,
e julgando serdoseu dever pognar por squell.s at-
tribuices que competem a cada hura dos poderes
politices, se via duvidoso em dar o seu voto
P O Marques de Barb-cenadiHae que *em duv.d. -o
Governo pertence conceder lemoneracoes de aervi-
eo., equando peennience, dependen, da apoiova
clo da Assemb'-. Gerel 5 mas nao se s- goe dah que
rPoderUgid.livoqaai.do entender ^^se
determinado, arrvieoa traord.n.loa sao dignos de
rerouneracio, de seu mota proprn. pss* decretar
o premio que entender elles merecerem y rara isto
he'doutrina nova, por ser ella porta '*"''
outros paizes con^i'uc.on.es, mas tambera entre
os como se vio ja, augmentando-se o *******
de huma remunetacio dad. p*lo Governo ao Dr.
Joze Bonifacio de Audrada, remuneradlo dada pe-
lo Governo na quantia de dous conloa de ieis e ele-
vada a quatro contos pelo Corpo Leg.sUt.vo,: de-
monstrou que era pra.ica dos Co.pos Legislal.fosen,
ervicosexueordinsrios votaren, grandes qi.annai,
semqueis-o prive ao Poder Exct.vo de conceder
agJ.ficacio Vi'.*1' WW^^ ^TZZ
eaTa que se nio pode l.oje dar, p.* que o R.pnte
nao e.t auloriado a is>o ; e a Cmara dos Imputa-
dos observando esta particular circunstancia, resol-
Teu.se atoraaremconsi.lerag.5 osserv.gos presta-
dos pelo ex-Pro-idenie da Regencia; e hn.lmente
que o lugar eminente emqueesteve o.ndmduo de
quera se trata, eosservicos que prestou, o tornan di-
01,0 da mena pela qual vot.va.
8 O Mrquez de Paranag respondendo ao nobre o-
rador que o preceden, demon.trou que a ^"ra
dequaniia e pes-oa niocompte aoCo.po Leg" U.-
vo, e sin. o Poder Execu-ivo; que o Goeerno fo
quem m signo., a pnafo de qualro conloa de res
enntedid. aoCi.adi Jos Bun.ucio, nao biendo a
outra Cmara oulra cousa maja que approvar; e era
pratica confame da me.-raa Cmar. o nae rendar
s qnantiaa das remunerac-s, porem sim approva-
U-ou reprova-las; declarou que nloeraaua ralen-
' ao co.rctaPr a. van.Igens que o indivituo de quem
L trata deva gotar, mas que julgav. -^"7;
ella fosse concedida competentemente, por que a
passar boje e.le precedente deviio eolio rncoo.
pasados todoSoSKRegentes, e bem>.m os Ministros
de Estado que tem servid, a f templo tambem do que
se pratica em outros paizes livres, e com bera rai-6
eiio dignos diaso pela responubilidade que acom-
panha Os nf iis ctos, entretanto que o lugar de Re-
gente nenhoma responsabilidade tem.
Depois de mais alguma. ohservaces foi approva-
do o artigo 1. da resoluco, e bera assira os 2. e 3., e
pas.ou a resoluco ultima disi-ussio.
Foio approvadas em ultima discussio para sub*
rem s.imco as seguintes resoluc5es : a pin.eir
declarando nao coropehendidos najdi-pOMCao do ar-
tigo 14 os e.-tuddnles de Medicina que .-e formaraoeni
paizes etr.ingeiros antes de acharem bertas as cac-
las de Medicina dolmprio; asegunda, approvando
a pensiode 20$000 rs mensaes concedida a D. Ma-
na Theoduia de Campos : e a lerceia, aobre a apo-
sentadoria de diversos individuos.
O Snr. Rodrigue, de Carvalho apresentou a redae-
cio da resoluca relativa ao ordenado do Juiz deOr
fios da Corle e seu Municipio.
Ficou sobre a mesa.
Foro .pprov.da. em segunda diseado, e pasta-
r ultima assegnintes resolucfies: a primeira ap-
provando a tenca de >40$000 res, annuaes concedi-
da ao Coronel Felppe Ne.y deCarvalho ; a segunda,
.pprovando a pendo de iaO# rs. annuaes concedida/
ao Coronel Manoel Freir de Andrade; a lercira ap-
proeando a penso de 300^ rs. anouses concedida
ao Marerhsl Daniel Pedro Muller.
Entrou em primera discusdo arrsoluclo que ap-
prova asconias -la Tutora da Casa Imperial do au-
no le i853 a i834.
Optimeiro Secretario leu hum ofiicio do'Secre-
lario da Cmara dos Depiado acompanhando hu-
ma proposicaS d.quella Cmara que eleva a gratifi-
cad d.-sMestres de So* Magestade e Suas Augu.-tas
Innes quantia de 600^J5 rea annuaes. Ficou .obre
a mesa para entrar na ordenados Ir.balhos.
Foi posta em di^cussaS a redaccad da resolupa5 re-
lativa ao Juiz d.-0 remettendo-se outra Cmara.
Tend dado a hora o Presidente declarou que a
ordem do dia da segante sessa era a di-ciis>a do
p. ojelo sobre a gratiftcac.5 dos Ministros de Estado
e dos meslres de Sus Mageslsde Imperial; uliimaa
dscos5es das re-olug'. relativas estrada de ferro,
e queima das notas do Banco, e chegada do Ministro,
o Tratado d'Ausiiia, e levanlou a sesio depoia daa
dtus horas da tarde.
' DIVERSBS REPARTICOKNS.
JUIZO MUNICIPAL D'OLINDA.
Illm. Sr. Na6 i en do V. S. dado execuca ao
que por ordem supe.ior Ihe recommendei em meu
oflico dr- 1 a do prximo passado mez i cerca do re-
crulamenlo, sou agora informado que nao procede
s>o de falta de vadlos em seu Destricto, mu aptos
pira recrutas, t.es como, porexemplo, u.n Cosme
de tal, filho de Antonio Teixeira, de idade de 2o a
ai annos, morador no Rio-doce, o qual, supposto
que eu na6 o conhec., dizem-me comtudo peasoaa
fidedignas que est com outros mullos mais seu. Dia-
trictanos as circunstancia de ser rccrulado par mal-


IIIAIII1I IIIHIInohv,..
tas e muis rares. Recommendando poia novamen-
ta V. S. a ipferida commisa, espero que me re-
metiera com brevide o dicto Cosme, e oulroi -
guaes.
^usSuamfc a ijf ^' *' lli". Sr. JuizdePaxde Maranguape, 3."
nTsTrtrTo-rfeste Municipio. DoiUor Lonrenco Tri-
go deLoureiro Juiz Municipal.
P
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mama do TV." 35.
ARCEKAL de marixha.
Ara que se fixe huma marcha recular nos paga-
mentos dos gneros comprados pelo Arsenal da Mari-
ItJia para fornecimento do* Navio* de Guerra, P. que-
tcu, e do mamo Ais. nal, f-co publico, que fic<> mar-
eados os diasT. reas, Quintas, e Sabbados do meio
dia al as 2 horas, para os referios pagamentos, afim
deque as pewoas a quem este annunrio interesse'com-
parecio as pocas marcadas, rifo i para no virem
debalde, como tambera nao se interromperero os de
rnais trahalhos da Repa.ticio, jvisto o Pagador ser
igualmente Amoxarife, tendo por sso outros deve-
res a cumprir na forma do legul-m-uto em vigor.
Inspercte do Arsenal de marinba i5 de Fevereiro de
3856.
Antonio Pedro de Carvalho.
Inspector do Arsenal de Mariuba.
' O Snr. PatrSo-Mor deste porto se dirigir aos
'Frcprietarios das Embarcaces encalhadas em frente
do Estab iro da Viuva Costa & Fdhos. p preli'.o espaco de 30 dias as facefo dfsmanchaf, nao
drfmlu vestigio algum 'que .posi impedir o Irn tito
das fmh.ro-ces miud'.s; Mientificando Ir-e de que
Masfim o nao rfzerem ser es-e trinWhn sati-feito pe-
*lo Arsenal sua pus' como, em eonsequencia das or-
de"na dd Ex tu. Sn-, Pi evidente em officio de 6 do cor-
rente, se vai pralicar com a Emhnrcacio que existe
'encalhada em frente de um dos E-talciros do Forte
dojtlattos. Arsenal de Marinha 11 de Fevereiro de
1 iSiCarvalho. Conforme.Alexandre Rodrigues
'dos Atijo?, Secrfetario do Arsenal.
O
mu
CORREIQ.
Brigue Delfim de que Capila Domingos Car-
duzo Goedes sai para Lisboa no di* 3o do corivnte.
- HOT' O Paqm e'ogl.z Spider recebe as Halas na-
fa Baha e Rio de Jan- iro amanilla (io) as 4 horas
da Mrde.
V
t<
INTERIOR,
. CURCO JURDICO.
RTICOS COMMt'NIC*D0.s.
,Gor-\ que ir.oilo se falla em reformar os dois
Ctmos.rufidicosdn Imperio fui tentado a dar loi
?gomas ronsiderc5es que me occorrera este re.-
1>*rtb, e que me levara a concluir que milito con-
' Veniente he semelhante reformo, devendo ella, no
meo humilde pensar, ter por primeiro ohjecto pro-
videnciar, atm de restringir o numero dos lachareis
Formados, eeis as minha. rasSes.
Se a facilidad* da Fornaalura continuar como at
agora, formando-seregularmente a Cursos, cem pes-
-soso poranno, teremos de ver dentro de curto praso
o Brasil extravasado de Juristas. E quanto nao he
de recaer da superabundancia de hnma classe de lio-
aseos,-que lendo despendido a mtlhor parte da sua
JHventde, e nao pequea porca da sua fasenda, se
m toda, em adquerif a carta de Bacharel, veeme
ao depois sera meios de subsistencia, *- nao s -era es-
tes, como at'inhibido* pela sua mesma posica de
procuro-ios? Sim, sem meios de subsist ncia, por
que os Empregos pob'ic s nao se multiplicando na
j-;sma 4-Bsaque asearlas^ e 03 lucros da advocada
j desfalcados em eonsequencia do nosso estado de in-
segiiidade, temiendo a dividirse entre os muitos,
que se devera ella propor, se taes lucros por ven-
tura nad forem abarcados exclu-ivamente, como he
rstame, pelos pouros, que tivera a fortuna de a-
ereditar-se coro ra-a ou sem ella, deve neressara-
mrnte acontecer qoe muitos Buhareis andam .-p-
boados por essas C'idades, e Villas e pelas Puntes,
aobsttfteiieia, e coitados se nad ibes acudissera cari-
doaoaes paes, q" sao anda pesados, depois de conse-
* a fita encarnada, al tes desejns de ambos. Qoe ellos se aclia, como dis-
se, inhibidos rea sua mesnta posica de procurara
vida, he manifest, porque de taes Juristas os que
merrcm rstenone, por qoe aproveitaia em seus
ftudos, s servriti pf nrouor ou desparba deman-
das, altemos os seus habito1-, e os qoe s tem este
titulo innomine. ta bem n^ pndem nrm qiierem dar-
se ii artes e ofjicios meeeneos, ja porqwt a respeila-
vel optuiao publica nao consente, no e estranha,
ejarorone igualmente tem setis hbitos, que Ibes
Pmhargao o passo, os babkus da cabula, fraseara e
orgolho.
A vista disto esta clcsse de Cidadas deve viver bs-
tnte desgofrosa do pu estado, que roo tas vezes amal-
dicoarn. arrppendidos da carreira qjie tom.ua, e
nestus cfrcnnrttnclas, quem ronhe-cendo o coraca
do homem podar dissimular o quanto elles sao rapa-
ces de arrojados eommelfer para melhorar sa condic
c5. que julga habilita los por si s riquezas, e
todas as vantagens soci es ? E quanto nao potlr.io
bomen, que tem principios ou mais ou menos, que I
tem labia, qoe se sabem insinuar, que tem o presti-
gio da carta, rom hnm povo como o nosso, inoran-
te, crdulo, f*cil, em huma palavra, maleiia ho|e
disposta para todas quantas rusgas e sedices possa a
imaeinnca figurar ? Jase me antolha incerteza em
tud'\ O11' m peder con'ar rom ser Mag-trado qu'ii
medias? E qoe fortes esiimul'si-
Iha em quanto he lempo Que intrigas Queca-
'uinnias se nao eng-ndiaiao para a queda hun% e
eXaltaQaS deoolrofl J Convem por tanto estrellar bu"
ma clae. que pode ser moilo damnosa, e qual o meio
tnas conducente este fim ? Diffictiltar a admissa
ou matriclanos Cursos Jurdicos.
Snppondn porem que os Bicliareis t-nha5 sempre
que fater, e que muitojliea funda a hinca, ser til,
'i'iiltiplicando os advocad- s, multiplicar os liomens,
que nao pndem. subsistir iens8 de piocessos, e (|uc
prnspra5 na rasan -lirocta di- conteslacSes e de^ave n-
cas entre "s CidarlaSl ; que sa5 interessalos em com-
plicar a IplmV i -ar, para que o direito parecendo in-
c< r'o. po:si cada huma das partes c->nceber sponn-
cas de huma sentenija favoravel, e levar o proreon
al onde a chicana o pode 0ondu7.ii'; que avesados
esta arte funesla da chicana origim dois sen'inientos
antesociae- nos outros a m cubica, que para lo-
ciiol'tir-se arma aos lucros custa alheia, e ne'tes
vaidadeque se obstina em querer inpingir o doloc.-
mo boa f, a iiiju^tica como rasaS que em fim, ra-
dimosn'arte p^riaosa de sustentar o pi e o contra,
de considerar mais os enredos da juii que o essencial da ques'a. o bom senso e eqnilade
natural, se ach.5 habilitados, ?e o Ceo os nao doto a
'le consciencia escrupulosa, para fallar n 5 em favor
do bom diieilo, mas segundo pn t"nca5 d > Cliente
que os paca, a coloreando actos criminoso8, e a bem
pode sr, justificando ve dadeiras iniquidades ?
Alem dit' en julfjo que aind por nutra rasa
convem dificultar a formatnra, e be que a experien-
cia mostia que o paiz em que o nnmpro rl<>s que se
da as letras ou -ciencias he mais considerare! e avul-
tado, ho pi icisamrnte ese o que mais hunda d-* fal-
sos dontor-s, e mais carece de verdadeiros sabios. Os
homens que podem ser nslru'dos rom e\aciida5e
profundeca sao sempre em pequeo numero, e mu:-
to principalmente, nuando aopiniaft publica subju-
gada p la multiplicidad dos seuri-douforos, que se
eneulrM, os nao galar'a devidamen'e, ou erroata
rom indiff.renca o homejn, que tem a desgrasa de
*pr grande ecirneiro, e superior turba infinda. E
sendo as-m; tiro esta eonsequencia, que o paiz em
que se po.Je trilhar a carreira literal i i com maior fa-
clidade be tahem aquelle em que mais fofmicaO er-
ro, por q'scmelhan'e pair deve como vimo<, deap-
presentar grande copia 'o falsos doutores, e iniprn)-
cipios dos ros esla. nao n'aqoelle que nada sabe,
mas no que sabe mal, e mnis flla o qual com-
municando aos ignorantes suas ftlsas opinin junta
nssim a ignorancia desteso erro, que Ihes Iransroitte.
Por tanto o paiz mais esclarecido ser sem duvida a.
quelle que contar menos semi literatos baralhados en-
tre as peasoas verdadeiramente sabias; ahi dar-se-
ha menos errrns e mais verdades diffindidas entre o
povo. Para conseguir este fim, he mister, cmese
ve pelo que fica dito, tornar menos accessivel o tem-
plo de Minerva, menos fcil o estadio d, Inglaterra exh;be huma prova de-ta verdade". Em
nenbuma Naca a ncquiscade conhecimentos he ta
dispendiosa, em nenbuma c.nvem S-r ta rico para
tornar-se sabio, mas ta bem em nenhum lugar se
encontra hum ta grande numero de hon.ens pro-
fundamente doutos, e hum ta limitado de pseudos
doutores, em nenhum lia menos erros, e mais ver-
dades derramadas entre o povo.
Em eonsequencia pois do ezpendido aflgura-se-me
ter algumas rases para pVnsar que o Rraxil ou seus
Representantes devem acatar sobie esta procressa
infinita de Doutores de falsas credenciac, quaesia
em grande parte os (pie todos os annos se sppresenta
no scenario da Repblica, e que a leforma dos dois
Cursos deve espcMmente fitar a diniinuica de ta
prodigio-o numero de taes homens.
Poiem ja .tenlio ouvido di/er que a reforma em
quanto este artigo convem antes esperar do tempo,
do que da ma do Legislador, porque di-em a pro
fissa das letras e>t no mesmo caso que qualq^er ou-
Ira industria, e que assm, qnandu os sus lucros e
vantagens se tornareni me-qninhos e nferioret aos
dos outros empregos ou mitteres, deizara de tffluir
para os Cursos esse t.- grande numero de candidatos
que boje se nota Eu n posso anuir esta opini-
. Primeiramente intendo que nao existe essa in-
culcada paridade entre a profiss*5 de direito, e as
outras industrias da soriedade. Aquella tem atraetj.
vos, queainda depois da baixa d"S lucros encantae
tem forea : nunca se despe totalmente de taes ou
qnaes pre8iigios. qneoii"mede Ba> h.rel ganha s6
or saos olhos d" vulgo, e finalmente ofiSuvccha-
bi'itaca para a mxima parte dos empregos pblicos,
que jamis se desespera de hum dia occup. f'7. ou por nehz. As outras industrias porem, rumo
s atia ganancia, logo que esta soffre queiua,
ou nao be proporcianada em alguma dell.s vanta-
gens communs nutras, e-las abandonadas, e trans-
feridos >n capilaes que fasia girar, pa.ra, eipr>go
mais lucaiivos. Na verdade. que compensapn li-
na o empri li"iidednr, qnp ge debate P"r garihar d-
nheiro ou fo< luna, para insistir em huma empreza,
que Ihe be desvaniajosa ? Entretanto que esta com-
ppnsaca actual ou futura sempre lisong-ia, como
ob-ervei, a mnginaca dos que professa ;'otras, e
principalmente a juiisprudencia. Nao se podo toda-
va desconheccc, que consideravelmeate cerceados os
proveilos do grao, devem diminuir os seus preteo-
dentes, por que sempre havera peasoas cudala!,
que qnerera ver reali ad s, e nao lancar-se no- bra-
co de hum f'turo ingerto, eeado. o sonhos desua
fantasa aduladora e faMaz. Po-em^o desf.lque dej-
sej pretendentes deve ser qoa*,i nsensivel, p>rque
na he dado lodo< resi-tir, ou ao piuido e seduce.
de seus clculos, que lhes auguran, qui^ IraicoeTa-
menle, prospero futuro, ou forca das circunstan-
cias, que algunscharm, quasi irramidia^eJmene,
aosestiHos, como o nico molo de subsistencia que
Ih'acabe.
Df' se porem de birato que abaixa dos lucros liU'ra-
ros,( faga com que o numero d.'S Juristas se propor-
ciones preeises da sociedade, do meinn sorle.que
o rommerro de huma mercadoria lende a guardar
proporca com asna procura, owvasa; Masquan-
do isto deve reab'sar-se ? Depois que o mercado des
Juristas abarrotar, depois que moito* leRiartV;ara
se nufrirem dillacrar as enlranliH da p.>lrU, (iwtf.o
efoma, ou mesmo depois que ella tendo genvido
com hum pezo norme de infortunios o aUnvidades
soverter-se e abismar-me nss voragens daintiigie
discordia, da ambica cdo crime, depois que em fim
tudo raso offerecer o sombro especteoje das rui-
nas, e a noite taciturna dos tmulos. Sintoque mi-
nha imaginaca se accende, e que me osqneco que n.5
e-tou compondo hum romance. Porem vi'lodcs'-onto, e prasa aos Ceos, que minhas encare-
ci-'as previs0s amis p cumpra neo por meta de,
ainda qnandu m.'s habis e assizadas nao a^pliquem
ao mal o a/.ido renvdio.
N. derive agora a'guem do que digo, a falsa eon-
sequencia de que se convem que a le difliculte o pas-
so dos que pre'endem formar-se em direito, para e-
nitur os sini-tros da superabundancia, conve ia igual-
mente, que ella marca-se o nume-o dos que se poitem
entregar tal ou tal industria, afi u de impaiiir qut*
da mesma s rte os seus productos n-> superabunden
porquanio na ha, como ja se li-z vt, semi-lhanca
enire os dois casos. Aqui a i pode confiar no inte*
resse indivi lual, que he hum forte seguro ou atenea
contra a superabundancia, e que se alguma ve pouco
illusrarlo se langa em especulaces arriscadas* desas-
trosas, logo e fcilmente corrige os seus erros, qua
s elle sao directamente prejudiciaes, e nicamen-
te de longe repercurtem sobre a sociedade, maneira
do que se passa entre as co- das de hum instrumento,
quaudo huma d lias ro ferida ; acola porem pelo re-
vez, qnandu apparece o excesw, a communidade he
quem mais soffre o se ma-ela, se ao mesmo tempo o
individuse nao ceva e repimpa. Em hum caso os
desvarios limito cusla a naca, em outro quasi na-
da.
Nem ta bem se acredite que esta minha opinu
acerca da reforma dos Cursos lipideos be infmsa
iu-ti iii-ca e progressos da civilisaca, por que pelo
contrario ella lende ao verpadeiro deaenvoiviosenlo
da inteligencia, como tentei demonstrar, e nem por
ella pioscrevo, desaprecio, ou roarcto a natrucca
primaria, que tem duvida he qoe verdaderamente
se pode dizer indispensavel aquella civilisaca, antea
wiuito reconbefo a nocessidde de protege-la lomen-



ARIO DE PERNAMfiUt'O
la la, nem ta pouconego as vantagen do eitudos
ded'reito, smenle doexcesso dos que pile fe ap-
pjfcai be que apprebenda inroneenenles, ,. me sai o
ratastroplves, n-5 podrndo descortinar prentimn na
nimia innndaca de s.melhenle rbsse, imindacaG q"e
nrrastando na encburriada homens, que flo n,M, VT
de nada aervem, f.ustra e inuteli a jfansd son-ma
decapitis, pois rosan di? hnm ha'issHo Economis-
ta, o domen, be bom capital arumulndo, fin qoan-
du absolutamente utilidad? anuira rende be hum
capital improductivo, romo lumia d*, 'machinas,
arrmiMr BOiMnaions, por s nao poder dplla l;rar
servico. Dir-e ha que elle* servem para memoren-
smaras pnme.ras letras ? Para sl nSo ,, mi}>|pr
faabtlitacae- de Brbrel em direito. e neW sP deve p<=n-
MI- que ell-rsipso/acto te a donei^do prer;9, pHra
ser bum mestre rio en .no p.im,,i. Db- .e-ha q-e
em ana roH.v.aace* i truem pnvf ^ ^ ^^_
res, ed^seu.di.enW N-nt,!,,^ *,_, dffrff,
por que muitn* bem p.erisio anda. niH, ae |h(1, n, .
tru.ea este mesmo .espeilo, e aqne||,SOIM, 0 AHo
fa*er, rre se que por Preme p,(|.0,llinin p phoa
fe andarlo por essa* ruase esquina, nulificados mis-
ionarios e apostlos da legislad ? He provavel sim,
qae peguntados a-segurem hum dia o visnho. e
afeum OUtra p.>as..a que o Codi>0 penal nao pone o .
simples roiibnroin a p. n* le mor,, P Bf|0 mih-a-lo.
como hedera-, para pr, .cisamenfe rtf,r c nta da
pena cororoinada. Mas i to be huma gota d'agoa no
gradde ocano.
TetidopoU demonstrado, segundo me parece, a
neces-idade de diminuir enumero dos candidatos
formatura em direito, passarei agora appresentar oa
meios que opino e deveiu oHopla, par, por empato
ealefim. pnmeiro be fundi.em-se em bum s na
Co.te osdois Corsos Jurdico* do JmPPr. 0,.. ienho
queel.-Hg.tudeuiie d'-b vai aalgumaa Provincia
tnara aleuniii dimtMildadP. .;nH lu(|m||N|m; ,,
que aereare a vantagem de est,, a Academia, que he
bom eetabeieriuienlo g-rl, delai*o d. nsneeclo im-
mediata do Governo, o que dever ser proficua nlo s
a disciplina, como a mut0s outros respeitos
Osegundo me.o hetfejMrtw-ea o q,inrtttl!ro
das matneolas, raeie a rando e estremando os talentos, tender ao fim pro-
posto, porque entio da ordem das peSSo,9 abastada
gmente se volarlo em geralas letras es up ,, Sen,irem
com nlo vulgar capacidade, porquanlo de ordinario
nqueiH nao simpatiza com as lorubr.re,, embara-
cose v-gibas das pendas e da classP pobre exclosi-
eamenlBaquelles, q.i P, ronaeqiieneia do aeu rero-
nhc,d m.ienrripntn poderem m>r -8 s ecorraa op-
aeaariot,oiiddsaocie,J,d?Hpairiocas quePnt.Sn
ucar d- seo,fi n.s.,en. rom eS5e n,|0> 0 fJo P.(;|h(?
lenmento puMiop o pe/.s?o qe rada Provincia deve
estabele. er p.i;a.a>ia|en\4r b..m limitado numero dcac*
mocos distmctose desvalido, no Curso de DreJ. Es-
la despera deveier diminuta, ltenlo esse pequeo
nutriera, e heasaz compensada pelas v*nla8en>, que
d -bi vertem, cerlo que se nao desbarata o que he bem
e convenientemente despendido. Desta orle no, os
espuitos superiores p-^toquenascidos na miseria nio
aerao excluidos do destino que a natureza Ibes lu as-
signado.
_ O terceiro e ultimo tneio tendente a referida reduc
Qao dos alumnns de direilo |,e exigirem e rigorosa-
mente t.dos os prepatorib, qUe determinan os acta-
es Estatuios, porque rouito.deaa,reoaro na rarrei-
^^SmBaaM------T~---------- TTiiJiiJaz"
tenia exemploa Academia de Onda, d'nde ^des-
pedirlo 2 Lente, mBi conspiros p por tanto querer
l>on,^ntescom mineado ordenado be qoe.er que o
barato venha a0 d. p..-s a *h;r caro, tral.alb.ndo ca
da hum Hgundn a pieo, qUe ,ec. be. noque em p.rte
arbu -a>ao, qu-ndo considero qiP infielmente se Ibes
nega o que a le Ihes ba promet ido.
PARA'.
T.tnca 14 de Novembro de 1835.
JA'podia ludo estar decid ido se o Presidente influs,
se Pvo. p.inrip.1 mente o do Municipio de Camu-
la. dp quem o r- e ItOvOs tanto se temem, nao esnne-
cendoos b avos Muanenses, que milito se t.m ,|Ps.
imgu.do ne^ta occa-ic.: em verdade elles todo lem
de bom rom;-g.: .-.q, i se ; presentara*.! cem Muanen-
aea, que r.zia gnMO olba- pa.a -lies. E m >e diCa
que os Paraen^PS sfo cobardes, diga se sim, que ..,
Haraen^saff.ctos ao gover0 da legalidade ato mu
obpd.entes s legtimas Alilhordad.. Por ventura
esse, malvados .Pvoltozos ,.f., slo Ufbem Pa.-aens.s ?
Ah com g. ande n.ag. a o confio! S dcem pr-n-
tos-occorros aos defencores da legalib.de. elle, leria'o
dcsafrontado ja n brio Paraenae. Para que l. tarda
moleta em aprotttar.Se huma Gabarra para andar no
gi-o desla (osla ? p.ra qe ,e nlo manda as Irez, cu
quatro Canoas, que os Camutaenses pedirlo para a to-
mada da Cldade 7 Paraque se quera mandar re.i-
raro !. renenle Francisco de Boria, que comman-
da. E-cuna de guerra Vlondrncu, e que tanto se des
TU'0. Tl,U d'' I",i' dH Cnceico, e maia bum
ouln. Omcial, q-.ecommandava a Ra.oa, condinvan-
do .a (.amnlaen.-ra. e Muana'enses? Para m- nio
ten. prestado Mt!|(l a J0aqi,n Rodrigue, de And.a-
Je (1; para fbrtlficajlo .lesla flha, nos pedidos de
fe-ramen.a, dizendo-se-lhe qUe \S |)a DOfJ(>nro
m.nd.r-se vir de Canela, ou d.bi ? R.?S
Jan. .une, acbar, >e .u qu-sesse enlt,erarTf7J9
de prov I n s q,|e ,e hrfvjdi> poJ9 .^.jWg.
neceada V Hp estar a..ft>endo*Wl., de maniroS
rom o cannnho do S,..io be.to? Qra sei. mo
po amor de Dos que Uto faz revoltar o ammo ^
o hraem ni.is indifferente.
De outra carta da mesma dacta.
Amigo: aqu exMo nesta Hha chela depeste.
porem eu arpda vivo, e mais roinh. jamib, coj
algu.na sau.le, ape-ar de que tem morrido mui. gen-
te.equasi tudo devido mizeria, e ^diftrejilJmo
rom que o Governo tem tratado lodos, CV-
ttutae Aban 1, m-seaustent.do b.Toiramente ron-
LaosCabanos^ueviodecairulo; eludo esta lia deci-
dido seo Gove-no i,\fSse ao menos cooperado de sua
Prte, indep. ndente de fincas de fora da Provincia ;
po.em a mfebcida.le do Para foi o governo persuadir-
se, pela- intrigada do ir Bri.o Inglez, qu8 0s Pa-
raPnese.o fra. os, e traidores. En, fim esper.moa
qoe brev, mente s-remos na Capital, porque os ml-
v,d..s nao ten, forras, nem municoens de guerra, e
m.nos de boca : e Ibe digo qe R ahuesa d- Cverno
n-3l.m iedMZ.doao.,li,moe.-tadodem.zeriaporno
q-..,er bater o G*banys se nao cun tropaa leaul-
ies (a). r
(Do Echo do Norte.}
>e
ORRESrONDENCIAS.
N,
Snrs. Redactores.
i-a, eaquell.-sq.ievin.i;arpm o termo de seo, deaein,
nao t. rao vergonh > de ignorarem as mais communs
uot-Sc-s de Geographia e Hiato.tf, como acontece a
nao pequeo numero dos que ate agora seho for
mado.
O segundo objecto carecedor de reforma, depois
da kicibdadecomqjiP se franqueio a todas as sciencas
jurdicas, sao os taes Estatutos, queregem as Acade-
mias, nao s porque si0 silentes ed-feituosos em
mullos pontosessenciaes, comopo.que nao ofTerecem
etoadear faxer guardar adesciplna p ordem conve
nientesa reg lar ida de doieatafuU, e respeito devido
aoire.tore Lentes, que se veem muitas ve-e obri-
gados a desf-rcar arto em ai crininos s, a fim de evi-
ta, em ser encbuvalbados e deprimidos impuneroen-
t#e
O terceiro e ultimo artigo qup, quanto a mm, me-
rece reforma, he o pessoal das mesmaj Academias,
devendo-ae fscolher d'ent.e os Lentes os de mais ins-
trucho e metilo para formarem o noeo fsiabellci-
ment, sendo os outros aposentados com o competen-
te ordenado, como be de justica, e os escolhid..s mais
bem pagos, do que atago.a, porque os act.iae ven-
amentos nem ae achio em proporclo com os ordena-
dos, que tem empregos de muito inferior calhegoria,
em sao ponform. s a h?i, aqual Ibesassegura a hon-
ras e ordenado dos Dezembargadores. Alem disto, o
tlenlo at-mpre frtil em r. coi .sos nlo cnsete que es
swieawxig wjio iodcvidanenle pugos, do queja ou-
(1) Este honrado, p valente militar, que hp o Di-
red., r do Arsmal de guerra, estando f.ente de una
cem voluntarios, ea'gnma tropa de prim ira Linha
que guarneca e^le ponto, SO O be encorajaHos de tal
aorta, que os meamos fracos, e medrozos nfose exi-
mindodefa>er fogo, del'endeo b mesmo Poni por
vanas veze< dos ataques que os revoltosos Ibe C*er|o
cauzaado-lhes grande estrago, e roo.i,dade; e em-
pregn em outros se-vicos aquellea homens que, pela
Wiainranaridade fizica, nao podiq pe^ar as arma
Ahitainb?m eslava., os Tenenles de Cacadpres J ..
Lua d. Castro, Boav ntura Fer.eira Benfe-'.'e de A c
tilheria J..- Antonio F.opes, que mofles se de-tiogui-
rao em todas as occasioens dos att,qeS, animando
com o sen expropio, a f..rca que dir.giin sub as or-
dens do d.lo Diiector ; sendo por iaao mni a .edores
da eslimco publica. Se o Exm. Presid-nte Manoel
Jorge Rodrigues, imitacio desle corav.so militar,
collocasse-se frente de mais de seis centos
voluotarios, que linha em Palacio ua dispo^ic.,
fi.ra a Tropa de prmeira linha, e Prc estraneeiri,
que guarneca os Vasna de guerra, e, encoraian-
do-os, fosaecom elle.* bater o r.imigo, cei|?mente te-
ria conseguirlo iguaes vantagens, e lelees a sua lotal
desiruico. Em quanto porem no Arsenal de Guer-
ra o sen mesmo Director fazia guardar a melhor or-
dem, e disposico ern Palacio re nava a ronf.ir.io, e a
desorden, p> m m.-ira que cada qual fazia impone.
mente < que quera : e pata que se f.ca huma ide*a
ve.dadeira do que ali se p.ssava. basta diser que S.
E\c. penniliio, que, mulheres prostituas, de mistu-
ra com famdias as.sas honestas, e honradas, sf asilas-
sem em Palacio; dando-se cm este procermente,
orcasiioa seafastarem alguns individuos documpri'
ment de seusdeveres, platicando accoens indecoro-
zas.
Nem.sr? diga, que por o Exm. Prezidenle ser na-
cido em Portugal Ibe car.ego a mo: outros sio os
meiiH p.in.-ipios: por quan'o aprecio os homens so
mente pelas su^s virtudes, e taleutos, quer ejlo nas-
cidos em Portugal, na Franca, ou no Brasil. Esse
militar, de que cima ti\iUi, tambem he nascido era
Poitugal ; e nem purisco deixo defaaer justica aoseu
mrito. O B.ro de Bag, tambera nascido em Por
tugal, e residente ne-la Provincia f0, e anda be boje
estimado d-s Paraenses, a quem governou no lempo
em que a rivalida.ie entra os oriundos de Portugal
eslava no seu auge. Tambera se nlo d ga, que (oda
a desculpa merece S. Exo. p^la sua avancada i lado :
mais velhos erio o Manchal de Ejercito Jaze Narci-
so de Magalb^ens de Ylenezes, e governou a provin-
cia do aar com umita energia, tragou o plano para
a Conqui-ta de Cayena, e fea marchar os bravos, que
a conquistarlo o Muechal Manoel Marque le El-
raa Portugal, que a conquislou, e governou e o Tenen-
te Coronel de Engenheiro* Pedro Alexandrino Piulo
de Santa, queosuccedeu ,10 Governo daqurlle Col-
ASpreleiidia oceupar oseo Peridico, nem, tal-
VP2, nunca ooecuparia, sea caria do Snr. Florencio
'T arn/iro Mt'n''-o, '""la na Qwdianna di
9abad< nao me rhocisse ponto de romper o meo si-
lencio, erezolver-mea pulven'sar as calumnias, que
ella ronlem, no que respeila ao Sni. Dr. Juiz Mnn-
cipal d'tste Termo, o Snr. Antonio .Afronto Ferreira.
A impudencia do Snr. Florencio em ofleuder. de pu-
blico hum Magistrado, honrado^ e a seguraoca cm
que att.ibue hum avtoseo ?entntenlos proprna d'
huma alma me-quinha, e falta de prohdade, e flha-
nienle a importancia que inculca gozar entre nos, 00-
dem fcilmente inibair a quem nao o ronbecer, ele-
var algu-m crer, que oS-.r.Dr. Juiz Municipal foi
parcial no negocio do criado dVIle. Precito he pois,
que exponha ao re-p. ta*el publico o razo tal qual
contec-... a fin de fi.ar habilitado a formar oseo j'uizo
entre o Sr. Dr. J. Municipal, e o Sr. Florencio 'Mon-
ten o. En, dias de Dezembro, se me nio enga, f
prezo ero flag. ante na Estancia o pardo Jote Mara,
criado do Snr. Florencio, por ha ver le.ilado assacina'r
bum bemem, em quem deo humo facada. O Juiz do
De.-triito proredeo Sumario pelo atieritado, poib
nao sei de que maneira se conduzio, que ojulgou im-
procedente, por nio se dcsrobri.em indicios de quem
foaseodilinquente, apezar doatlenlado ser perpetrado
n'esta Ctdade de dia, e vista de immenso Poro que
rrendeo o facinoro?o, Soltou-se pois o tal Joie Ma-
ga c.m grande satisfacio do Sur Florencio, que, co-
mo para escarnecer da moral, e das Leys, nio res-or
de ni os 11 a-lo ao Publico consiga no carro, e de le va-lo
a quanio logar bia.
Ne-te teinpo tomn conta da Poli, a o Snr. Dr. f.
Municipal, pelo impedimento d>s Snrs. Doutores Mi-
randa Henriques, e Nunea Maxado: leve conheci-
me-iio do lacio ; soube que o assacino pasteara com
seo amo, por toda a parte, e nio era de modo algnm
inquetado. Offiriou ao Juiz do Districto dizendo-lhe
aue apezar de jter procedidoaob.e aquelecazo, nio
devia deixar de proceder de novo, visto tilo se desco-
brir no primeiro sumario o delinquente : iuviou-Ibe
r
nia, e foi depos hum dos membros do Governo do
Sucesio na provincia do Para. E quanto mais : y
S. Exc. tirilla conviccio concienciosa de que, por sua
avancada idade, ou outro qualquer motivo,, nao era o
hornera necessario para desempenhar a importante
comuiis-ao defaser restabelecer a ordem na provincia
do Pa>, devia ped.- a sua excusa: mas logo que del-
la se encorregou ju'gou-se corn aptidio neoessara pa-
ra bem desempenhalla. Concilio poi> que a continua-
cio dos males que tem s> flrido a provincia do Para,
de-de que da sua administracao tomou poss o Exm.
Presidente Manuel Jorge Bodrigues, he de certa devida
este Snr.; c nio a covardia dos paiaenses.
(2) No mesmo sentido das cartas ja publicadas rio-
concebidas onda-muila.svindas do rara, que tem che-
gado ao nieu conhe. iiuento.
Emlempoopporluno publicare! os nomes diquel--
les Offiriaes que mais se deslinguiio durante a erh*
r
i
a



m
DIARIO DE PERNAMflUCO.
>
huma lula da< pesso*, que presenciarlo o a tentad o,
einslou p.lo cumpriraeot da Ley, e justa pumcao o
Baldado poini'foi ele zeo do Snr. Dr. J. Muni-
cipal, porque o Jais de Pas ou por apathia, ou por
altencioao Snr. Florencia, protector ostennvo dom-
sacino, ouporquemt.reasa.se, partcula-mente, em
BtUftorrtr, para a sua impunidade, ou por qualquec
outro motivo, que ignoro, conservo todoin ant-gu
estado, e .importou -ae powco com a ptalM W-
lia, que diariamente passeava nVsta Gidade .
fl&n se achara o negocio, quando .n hora a
d'.as da semana passada, qbegapdo, por acato, O OiHB.
Dr. J. Municipal a varanda vio pascar 0 t-l ossai.no
Chaiiiou-o e perguUtou Ibe teeiu ou nio Joze Mana,
criado do Snr. Florencio ; responda, q.iesim, eqoe
nio tinh. negocio com Sor. J. de D.mto. Mandn
Snr. Dr. luis Municipal, que as snas ordenabas o
prendessem, eo condosi-sem Cadeia d esta tajado.
Assira Bacilo? eelle partecipou ao J. de Paz a p. nao
doassacino, e o por logo a aua dwpoalcio para que o
processa.-se como convinha.
Queixa se porm o Snr. Florencia da falta de Tor-
maUdad com que se proceden ; roa, n.nguen, a ex-
cepcio dVUe, interesado na sorte do as*aci.io, cU)a
pr.ziaialvezlhe Toase assassen>vel, podora cora ia-
zio laxar de parcial o Juiz que aasim obrou. O ci la-
do do Snr. Florencio, tinha cometido hum cnme i-
nafiancavel, segundo B nossas L-;f, tentando matar
hum hornera. A ana pn/.io pod.a por tanto effeclu-
ar-se independente da formado de culpa como termi-
nantemente dispoem o Art. t75 do Cod. do P.oc. Cri-
minal; eoSnr. Dr. J. de ireito interino sendo Ju.s
Criminal nao podia sero faltar as aua. obr.gaiocsdeixar
decaptura-lo pagando de dia pela sua cara. A e-
uLci^oufaLdeilodapar.cdeile, laUre. fosse
nociva a alguem, pois o tal assacmo contando rom a
oroleco do seo amo, e amigo, nao sendo, severa-
mente punido, he mui prova.el ataca.,, a outro que
nio tevia a felicidadede encapar da moile, como o pn-
Tu'emobra, Snr.. Redactores, comoobrou o Snr.
Dr- J. Municipal no negocio do hacino, protegido
do Snr. Florencio, e continua felizmente a obrar nao
fax credor de improperio,. Alea to ... grande a
ota.imrooraiid.de. que o Magistrado honrado o
boro Empreado Pblico continuamente solre !.
que. de uan.o peralta, vadio, ^*1%"j+
em, temendoeT.es, qua a .mpa.c.al.dade do-M-y*-
tradosiliesl^ca so.er alguna cooz* poOCO agradavel,
S os pr.ve de ba. ***** A neceada-
de de desacreditar aquelles be logo sentida por este.,
.intriga, e a calumnia aparecen imedi.elamenle
e'neitrecendo a. ro.. innocentes ac*e, croo acaba
de acontecer: eoSnr. Fio. encto enalto, que lae.n.o
,ardo de emprestare seo nome para nos peridica
altacar-se a honra do Juiz imparcial, naoselemb.an-
doque em i.esnccawoes deve necessa.lamente paitl-
Iba? a ,o. le da v.bo. a da fbula que pretendeo roer a
ll^tr1aoeSn;-. Florencio sem duvida que os seo.
cn.atma.asse.ne robaM de publico sem que nio-
JuemV. -se a, mios, em aenc.o "**
7 A. or Uto nao lolerou a accio do ftni. I>. I
Zt^***",ni,ir"l,v Po,m.bo,n
h. que.expriencia Ibe *i mostrando, que lemos
jlescapa.es deprender, e piaiur nio .a ellos, co-
JUizesia r f convenc,dodeal-
madS O ^dt.beire, OS seos ,migos, e o seo
RUr?-toohide.-lereaiUl Colirfo, e pode ser
&* *"'** **'?* -^b
*t3tiE&* --8Br- Florencp medire'
nolilica supoem fazer em Pernambuco,
qUeXr n'os o ..es que o p. oced.meuto do Sur.
Kr I MunSp.1 lo. fi^hJ doespu i.o de partido e pra
Sildi ioar.acredita-locoroalgunsnaeporha das pro-
limaseleicSes? perauade-^e .,, que leu. alguma
SuS^ e ntranos clculos de qnalquer p..tl;
2ColUico? N.o o pos-o cr.r. Ilh -* deve co-
do poltico r i r tvm em co.
JSZ. P M-ss. se serve d'es.a liogoag^ para an-
Tr nrosel toa, e ler quem o duenda de grace, per-
8 nueThed!g.qr.e nao obra co... ace.to ^o.que
" ^1 ha uue ae de.xe levar por taes lumm.as.
n.ngueB ha que de,lca do Vigano do
Qa-nduseaju xou Cor P
&2SSSfX- -zoque faz de
^'slrvo^n^Redactoras, de pupear esta carta
M!" o nimig* dos assasiinJ*
Sms. Redactles.
SErei rato ao novo obsequio da publicac6 desta,
sorie,.nda-n.e para con. o Snr. Q, de cinco erro,
sabidos na minba coriepondencia ultima.
bou &c.
O Biavoda Pavia.
F.rros. Ecaendas.
S 2-reconheco- reconbeco
necxo f* .
3.*precedeate hum epigraphe huma occ.
M 4._falcas -pparencias la'cas &c.
7.._melbo metl.odo&c.
ANNUNCIOS.
A Viza se a todos o. credores e devedoiesdo falesci-
do Angosto Je. nmaire Relojoeiro bajio de compare-
cer no Consolad.. Sui.-so Roa da C uz N. 60 lodos os
dias das 8 s n horas da maiilii alim de venficarem
seus cre.lilos e dbitos ; ?sini como se avisa a todas as
pessoas, que tinhao i ele jos a concertar na miodaquel-
le f.lescido hajo de p.ocuHos na mesma casa e s mes-
itias horas; e isloalaohm do coi rente mez de Fe-
vereiro.
Um ewravo cabra, moco, sem achquea e
nem vicio, bonita figura, oleiro, carreiro,.e canoe.ro,
e avista do comprador se dir porque ae venda: na
ra das Flores D. 6. ... ,.. +,
- Charutos de Havanna de pr.roe.ra qualidade.
emOM de Lu* Gomes Ferreira & M.meld.
9- Ummoleque de .8 a uO anuos : na esquina
daTuTda Laradgeira, ultimo andar, das 7 at as ,0
horas da roanni, eda3a.e as 7 da aide.
V Sanas prrtss lizas a i'i40, e trancado a 16OO
rs. o ovado : na esqui da PracinhadoL.vraroento
loia do Burge- Ponce de Len.
W Tijolles d'alvenara-de bom barro, e marca
Brande : na ra da Aurora, em caza de Jo.quim Fran-
cisco de Mello Cavalcanti, onde existe amostra ; obri-
pandoae o n.esmo a conduco ate o porto.
tW Um cavollo caatanl.o escuro bom carregador :
no aterro da Boa vi>ta, da parte eaquerd., ca junto-
ao maicin-iro Joio Bap'iata.
(P- Flinhas de porta, de Alg.bejra, a
de Padre, para o presente auno de 1836,
por preco commodo, na Praqa da Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e 38, e
na ra da Madre de Dos venaa que fot
do Rezcnde.
LOTERI\.
.A.Cbando-se ja vendida milito mais da ametade da
Lotera. devendn andarem as .oda c-m amarar
bievidade posaivel, ruga se ao respeiiavel publico a
compra de mais alguma porefo de bilbetea, ahm de
qe se possa comsgoranca marcar o da iroprete.i-
vel, quedeier ser brevemente.
O P. Joio Rodrigues de Arsujo.
Rcilor do Semiua.io.
AVIZOS PARTICULARES.
N.
, Este Juio de Paz do Destlelo do Corpo San-
io se acha urna negrinh* que di*chamar-sb Thomaz.a
crila, e tambe... dh que forra, eVp.e mora no atier-
ro da Boa-t*ta eilicasa da Senhora i.u.z : quero
aeachar prejudicado COiupareca no referido eslricto.
COMPRAS.
i
LE LA O.
^ IVIa escrava robusta, e bem parecida, que ssiba
lav^r, e engomar com perfeicio : quem a t.ver an-
uuncio a Ma morada p*ra avr p>ocurada.
^y Urna caaa terrea no Bairro de Santo Antonio
ou Boa-vita, qn.-s.ja liv:e, e deaemb*racada, e nio
rxcedadel.ioo^re: quero a liver annunoe para
ser procurado.
ARRFMATACO.
Erante O Duuior Juiz do CivelJoze Joaquim Gf
mioiano de Mor.es Navarro. se hade arrematar quem
mais der finios os dias da Lei, urna morada lleca-
,. de sobrado de um andor, sita na Povoagio do Poyo
i da Panella, assim como mais urna Do. ci de sera vos,
I tudo piuhorado por a F-tenda Nacional, a seo deve-
dor Alexandre Lopes Ribeiro.
ANionio Jote de Magalhaens Basto faz ledlo de li-
ma porcaodesaccaa de leijio ebegado da Bdna por
coiita d-quero perlencev no caes d'Alfandega arma-
Txa* de GoB^alo Joze da Costa e S.
VENDAS.
Uvla negra muito m?ca, omito boa figura, eose, e
en*omabem,ecosBl.ao.0 de um* casa, e sem
v.cio algum, e a quero ae vender se dar a ..sao por-
^oe,e L: fallar com J.^e Carlos Teixe.ra na p. a-
i-d da Bo-vista D. 4.
.y- D.He^rvosdebo..ilas figuras mocos osero
Tieio na ra da cruz D. GO.
mw U*m n,4 de navio, sem vicio,, e nen rao-
Icatias, cosi.iha o ordinario do anu casa, e eossboa :
tto beco da Pol, sobrada Di.
ESCRAVOS FGIDOS.
i:
uJSPBRAScA, cor bero preta, gorda, e pea grossos;
rugida ..odia i3 do co.rente, e consla que esta oc-
cul.aem um caza: ra larga do Rosario, sobrado
D. 11, 1/andar. ,
-. Antonio, cabra, boa estatura, pouca barba,
finnido do corpo. e mustia er 4 ono ; e Gellru-
d,s M.a mulher, prela baixe,, seca do corpo, re-
nresenla le. 30 airaos : o Affogado, pateo da Igreja,
lie N. S. da Paz, ero caza de Joze Francisco de Fai-
" Epifanio, perra finas, cor bem rprets, e ji
com alguma barba : o mesmo lugar, e pe*>o* cima
mencionada.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Pernambuc*-
28 Segunda -
29-T:^ | -
ifc ;:
3S: 4 -
4-S:- g -
3
-9
v
"O
5D:
o
Manh.
Navios entrados no dia ij.
RlO FORMOZO; i das $ S. S. J.ze Vanle, W.
U Cameiro de Almeida : .asurar : a M. (-encalve.
^LISBOA; 4di G- Santa Cruz, Cap. Joio fo-
e Gomes: ddlVrente. gneros: a A. J. dAmo.ira.
Ton. 363. Passageiros 5.
DITA ; 33 dias ; Berganlim Anna nana, Cap. Joae
Paulino de \ lmeida : diffei-enlesgneros. Ion. Oi.
Passageiros .
Sahidu no mesmo dia.
PhILADELPHIA ; Berganlim Arar. Roxalba, Cap.
R. b'-'iRay : as-ucar.
TRIESTE; Berganlim D.namarques Elvanies,
Cap. C.G. Drescher : a-ncar : esta Erabaicaco ral
.cabar de ca.regar no Lan.euo.
ERRATAS.
]Vo Diario de hontem, pag. e col. a.', Hnhi 7 --
.; .ribunal Real, -lea.e- na tribuna Re.L *
mesn.a pag., te.ceira col., l.nh. 80 f"
|ea_8e L Saudou. Na .erce.ra pag., col.. p.
Iiha33- OMarecbal Cl.usel publicodo 7*
Miara, lea-se O VWech.l ^j*
7 em Mlscara. Na mesma pag., el. segunda i,
nh. 23 o Santo e a Senho.a lea-ae e-Santoe


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