Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02226


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Full Text
'
ANNO DE 1I6. QUINTA FRIRA
18 F FEVEREIRO N. 39.
Pkrnamhuco, Tvr.oitM. ? deF.ai*
I8:6-
BBIWi
OUS dasrmana.
15 Secunda TrasladacaQ de 8- Antonio- Nao ha de*.
,6 Terca S. Porfirio M. Loa N. a, S e 52 m tarde Nao ka
n otaru de Cia. (jejnm ate Parco- excepto os Domingo.) N.
U 5S%.TF.M- dc '" !'"d- J- d C dCm'
,9 Conrado F. .. da The*. P. aud. do J. de O-
, sS:--.-S-Bei-eri-B-M. Rei. de ,n.e aud. do V. (i.-dct. e.n
j| Domingo > da Qt.arcs.ua 5. Mariano.
,K^^,,^^^^
Tudo .or.dm.eod. de no.me.mo. da ... PHW*- d.
racfio e enera'*' oontii.uemo.com. prii.clpia.no.. a eie...o.
ponudo.oo.n a.....ir-^So entre Ncoe* ma..oUa..
rrocl(imfao da JiSimhUa Gtral do Br,.,.'
Sul,creve-.e a 1000 r. menue. paso, adiantado* nerta Tj Pne ra
- ^.Tpac.da Independencia N. S?eS8, o..de -e recebe...
,1, ,e.,do do nro.rio.amifaata, ..ndo awlgnado.
PARTIDA DOS CORRI10S,
Olinda-Todo.o.diaaaomeio dia.
Goiaua Alhandra. Parail.a, Villa do Conde- M.m.np.iape. Fi-
lar. Real .le S. Joan. Hr,-jo dAreia. Rain ha, Pombi.1. *T '
Sonaa Tidadedo Natal. ViPas de Goiaan.nha, o NovBda fnnee,
/a- Cid.de da Porialeaa. Villas do Anuirn. Monte mor novo.
Ararat*. Cascavel. Canind. Granja, lmperairia, S- Bernardoc
S. Joan do Principe. Sobrar. Novad BlRev. Ico. S. M atheu.
Clin do sanle. Santo Antonio do Jardi.n. U-exeramobim, e Par.
naibaSegunda* e Sextas feira. a meio d1
Santo IntoToda.a* uarlas feira. ao c.o da.
(Varanhum. e Bonito-no dia 9 e 38 do mea ao meio i.
Flore.no dia 18 de cada awsao meio dia-
Serinliae.ii. Rio For.nozo. Limeiras-Segunda. Qu.rl...
Sextas t'eiras ao meio dia.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
GAMAHA DOS SFNAD-MIE.
Extracto da Sesso de i9 de Outubro.
Presidencia do Sur. Bento Barroio Pefeira.
r\ hora do costunie, aberta a sessSo cora 27 Se-
iiadorea.Jeu-se e approvou-se a acta da sessio ante-
OprimeiroS cretario deo cotila do seguinle ex-
Officio do Ministro da Ju-tica, participando lve-
lo o R gene em monedo Imperador encare- gado in
Miuamente da pasta da Repartica do, Negocios do
Imperio. Firoo o Sedado intcirado.
Ooiro do Ministro da Fazenda acompanhando o
aulOginpllO da resoluca t|ue autora* o Govermft
indemH.sai, p. la maneira d terminada na le. de 9
deS.ieml.ro de 1826. aoa prejud irados peloavw.de
a de Outubro del8i8, quemando., p.e.nehcr nos
lenosd pai't* do Rio Cubal.5 a legoa de lenas
comedia** ao Hospital das Caldas, 11. Provincia de
S. Cih..ri..a. Ficou o Senado intetrado, pa.ticipan-
do-se oulra Cansera.
O Senado ficou imeirado.da participado de mcoin-
modi. do Matquez de Marica.
Foi remedido ao Pcesid. nle do Saludo o requen-
mentu de huma parle p.dimlo andamento de huma
esoluca relativa pprov-c>6 de huma tenca que Ibe
i'..i coi.ctd'da. i
O Sur. Rodiigues de Carvalli por parte da Com-
nssaS deiedarc-5 expoz o eraba.ac em que a Coin-
missa wchava em otearaa som-sd-s .1 (Terentes oh-
jectos designados a f.zer areceita d.. Nacao, por cojo
motivo pediadi-peiisadeof-zer: o Senado conteio
na dispensa pedida.
O Marque/, de Barbacu observou qne^da Cmara
dos Deputados tinha vitido huma resoluca3 auloi .sali-
do o Goveruo a contrariar a e.np.e-a da lacinia de
huma estrada de fe. ro de con.municaV'a5 entre as Pro-
a incas do Rio de J.neira, Minas, S. Paulo e Rio
Grande. resoluQ.5 que l'oi mandada imprimir, e al-
lecla Commissao reapeclTa cujoa membros se nao
achava5.ua casa por doenles, ejulgando-a desumma
importancia, loroava a liberdade de ogar ao Presiden-
te a des-epara 01dem do dia indepeiide.ile do pare-
cer da C01nmi.ss.10. t
O Piesidenleconsiillou o Senado se convinha em
que se di pensasse o parecer da Commissao, o qual
anouio na dispensa. (
O Mrquez de Baependy expoz achaiem-se os ira-
balhos d (ommissaS de Fazenda privados le terem
egular andamento em razaS da falla de alguns dos
teua merntiros, e por i.so pedia se nomeaase algum
iiiemhru para ella, durante o impedimento dos mem-
bios que Ihe fallava. O Senado convelo em que se
j.omeasse hiun men.bro para a d.la Commiss^, e o
fic.idti.ta nomeou aoBnr. borges, que ,a em ou-
Ira orWiaS supprio a lalU de bum memb.o imped-
Pelas 11 hora, foi snunuiaiado athai-se na ante-
Cmara o Ministro e Secretario de Estado do. Nego-
cios E-trangeiros, p.sson-se a non ear a Deput.-c.o
do seu eceb.mento, e fora pa. a ella des gnados pela
aorw os Sur,. Marqu. de l'abwa, (]^r'\'^i^;-
pos e M.ia Bacallar j c sendointiodondo o Minutro
-otn as fot cualidades do estilo, tomou o re.-pectivo as-
set'lo. 4 1;
O Presidente deda.ou entrar-se na ordem do da,
e sero obieclo d.11. a segon la eliscussaS da resoluto
viuda daoutra Cmara, que app.ova, nos termos e.n
que he cunc.bido, o tratado entre oRra/il ea Aus-
tria, com o parecer da Commi^.5 respectiva, cuja
maieiia Ara declarada urgente. .
OSnr. Fe reir da Mello dedarou qe em geral
parliihava a opinia daquelles que nao quenn. se
celebren tratados, mas que desgracadam ne o Go-
v.rno doBralil com baSlan trahido; que sendo a materia imporlanla tena de
Ras.ar muio lempo, eiilrela.Ho que observava que os
memhros da C-T-missa da casa que o eXarainarafi,
se nao acl.ava presente por incommodados, por ru-
ja caus.. se atreva .. pedir o .llmenlo para e,ta ma-
teria ser iratada e.n a prxima fuloia M-s-ao. |Ul-
<7rtdo ine de lal adiamento n5 esultai ia prejuuo :
o nolne Senador nestesentido mand..|i o r.quer.men-
to mesa que loi apoiado, e ei.t.ou em diseus-
sa. -
Depois de breves abat vaces, posto a vot,c..o nao
passou, conlinuuua discussa.
O Senado res-dveu que a discussa versaesse sobre
cada hura dos bledos impugnados.
OMarqu.z de Pafanagu entrando emmalenao-
bservou que a dispoica8 do arligo 5 do halado era a-
bsu.da qu.ndo p-ohibia a inlroduccaO -e g-neroa
bellicos de nae-a a ii*Ca5, donde resullava da proli.-
bc de que a Austria meterse gene.os belbcos 110
R aifl, quando este paiz l- nba guerra con, Buenos-
Aires, e do mesmo .nodo n 5 pode o Rrazil ra. Iiei
gneros bellicos na Ausl.ia quando esta" nacaS lenha
garra com a Russia ; que em ge. I o que era s.ni pro-
hibido, era ou a Austria, por exemplo, leva, gne-
ros bellicos a Buenos-Aires, estando este paia ero
guerra coro o Brazi. seu alliado, podendo todav.a
continuara ler comnuinicaces cou.me.c.aes sobre
ouiros gneros. ,
O Ministro refutando os argumentos aprestados,
pe.guntou se este ai ligo, assim concebido nao preen-
cbia o principios de iieutralidade ; por que o ai Hg>
linha por fin prohibir a inl.rf. renca de qu.tquei
naca adiada, de ohjectos bellicos, quer a huma,
quer a oulra nacaS que se acbem em guerra; qua
com quanto o arligo fosse laxado de ab u do, nao po-
da detxar de ler u carcter de conveniente.
OMa.quez de Paianagu dis-e que e.a principio
geral e.-t-belecdo enhe todas as nac5-s o exclu.r-se
smente ainl.odiicCa6 de gneros bellicos no raa
com quera huma nacaS se acba ero guerra, e nunca
o p.oh.bir-seque huma naga alliada mella no paiz
do seu alliado objectos bellicos, por que ce lamente
seria huro principio bem celebre o de. quando o
Brasil estives-e em guerra com Buenos Air. s, podei
Austria (alliada d. Brazil) levar objectos be.licos a
Buenos-Aires, e nao aoseu alliado.
O Ministro respondendo ao nobre Senador nuser*
vou que o a.ligo era concebido no sentido, de nao
podendo a Austria, dado o caso de guerra, melle-
I generes bellicos 110 B.asil, leu alliado do atamo mo-
do, segundo os principios de reciprocidade, ella os
pedia levar oulra Nac.5 bell-gerante.
Depois de longo debate e.n qu.i lomaraS parte os
Snrs. Borges, Marque* de Barbacena e Conde de La-
ges, ficu a materia adiada peU hora, e retrou-sfl
Ministro com a formalidaJe com que fra introdu-
O Presidente propoz ao Senado a prorgacao da
geiw5.fim de se tom.r conlieciinuito da .edacca
das emendas feias lei do orea ment, o qual conveio;
einseguida o Snr. Rod.igues de Carvalho piaaou
a fazer a leilura da mema ledacca, finda a qual foi
pota em dSCtfc*aO, > approvada cora leves alteraces
era conformidad* do vencido, a remettea-ae outra
Cmara.
O Presidente detL.rou que a oidem {di 'dial da se-
guinle s-ssio era a matei 1a dada, e a discissio da re-
soluco relaliva a estrada de ferro, e levaulou ases-
sao s uuas horas e tres quartos da tarde.
D1VCRSBS REPARTICOENS.
Juizo de Paz do i. Districlodo Pilar.
I
L..L.""' Snr. Partecipo a V. S. que no dia 22 do
corient* raes ter priucipio o Concerno de qualilica-
co na Capel., do Sor. B"m Jeua das Portas as 9 ho-
ras do da contarme oart. 4 da Lei de 10 de Agosto
de 1831 ; convido po. a V. S., como Eleitordua ma-
is voladas desta Freguezia para compor o dita Con-
celbo, a execuiar->e o dele.minarlo nosarl. 16 da
mesmaLei, e7 da Refo. ma de 25 de Oulubro de
i832. O reronheciilo palriolismo de V. S. lie nolo-
rio, e por isso desnecessario se az oulra qualquer re-
comendato. Espero pot tanlo que estes trab.dhos
Diodeixario de tero seo devido principio no da in-
dicado, seguindo se diariamente tlie que se Qnalisen,
e desta torma firar empole remediado o acouleci-
mento do dia i-2 do corrente mez por motivo ineX-
perado. Nao s para o publico sei vico, como para
o particular de V. eu serei proroplo neste Destric-
to, e fora del le. .
Dos Guarde a V. S. por multo, annos. Pri-
men o destritodo Pilar i5 deFevereim de i836.
IHm. Snr. Jos Ramos deOliveira, Eleiior da Fre-
guesia de S. F. Pedro Gonsalves do Recil'eJer-
nimo Jos Ferreira, JJuit de Paz.
Expediro-se s-le ofli io do mesmo theor para os
eleilorea Francisco lt-medc de Almeida, Padre
Ignacio Francis-o dos Sanl- s, Gaspar de M, n s s
V.is. oiiceloa, Jos Bcnto da Costa, Beiilo Jos Al-
ves.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.* 3j.
eoiiRKio.
*
\j Brigua Comenciode que Capita Monoel Mr-
cioianO Ferreira sai para Santos no dia a5 do corren-
te. ..
A Sumaca Faquete do Rio recebe a malla
A"
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t.
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DIARIO DE PRRNAMBltu.
para o Rio de Janeiro hoje 18 do corr-lite ao mrio
da.
IV
INTERIOR.
A5 falta quero diga que huma 9ociedade podero-
sa se criara em paiz eslrangeiro, rom o fin de desin-
quietar os escravos A < icarios hoje derramados por to-
da a superficie da America, e que diversos emisarios
trahalhio incansaveis nessa tarepha, querendo cosa
de nos'-os ineommodo" apressar hum ben-ficio, que
deve ser lento, e rom muita prudencia piepatado.
Mi habernos que grao de crdito mereca hum tal boa-
to, mas talvez que varios movimentos de.ssa gente coa
alguns poutos do Brasil nos faci ter como ceria pa-
sa noticia. A pesar de que huma empresa drsta na*
tu reza se disfaice com asaparencias de pb'lanln pia,
com ludo ella se torna horrorosa pilos perigos que
exp-a raya nao Africana, que ter de luctar cni
mullos males, esofl'rer b'm nerios detrimentos. Va-
se)* ou nao veHade, o que s- dii parece quetambem
a srdida cebica, por caminaos diveisos, coi -pira
envolver-nos este res pe 1 o em muilas desgracas,
porque a introducto de Africanos continua talvez
maisactiva, do que antes de ser prohibida por huma
Le que honra a sabedoria de quem a proposera. Nao
pode ser maior o escndalo des es traficantes de car-
ne humana, a quem o engodo de hum torpe lucro ar-
rastra a accumular sobre nossas ca becas huma negra e
grossa uuvem de barbaros fUgellos. Sabemos que
curiosos ha que tracto de colligir huma lista nomi-
nal dos principaes contrabandistas, indicando-se at
as ras em que muri, e mais minuciosidades ; e da
mesma sorteassevera se que ha ahi quem possua o
quadro demonstrativo das emban-ates, que cooieo
a frica, sendo todas ellas embandeiradas Portugue-
za.
Ha ainr'a quem se persuada que o Commeicio de
escravos feito por contrabando nio pode dar interesse
algum, poique, sil legan os que querem incubrir seo
an-.or Patria, e Hitmauidade, as despezas Jui-
zes de Pat, Inspectores, oh paseadores, e tudo o
mais queso da comer devem exceder milito aos lu-
cros que resulto das vendas, asquaes muitas vezes, a-
lm diwio, ficio de meia cara, contra a vontade do
vendedor, verificando se assim o proverbioladiio
que furta a ladrio tem cem anuos de perdi: mas he
i-no huma labia ; por quanto amigamente as fazendas
despachadas para a Costa ero por consumo, e boje
sao por reexportacin os escravos importados paga-
rao direitos de entrada, e de sabida, e agora nada
pago, e todava as nossas A dminislraces, elVianda -
i anos nao se lem dado ao trabalho de eslahelecerem os
meios de neutralaarem as vanlagens qu desl'aite 00
offerece. ->os cono abandistas.
Mal se diz a populacio be favoravel ao cotn-
mercio Ilcito de octavos, e as comino 'as absl-
vice> no Jury, o deroon-ttao inqneslionavelmente
entio o un-siiio argumento se pode dar a respei-
to de todos o mais criases, e de toda a especia, que
vemos todos os dias lavados n'esse Tribunal popu-
lar, de maneira que por boma tal arrume uta cao de-
ve-se aflirmar que a populacio BrasiU-ira be favo-
ravel ao rouho, ao assasainio &c. O qne he verda-
de he isto queja se cansa de repetir : que admi-
nistrado da Justica est mal montada : que quem
negocia em escravos tem mais, ou menos, dinbeito ;
que quem tem dinheiro tem padrinhos, e quem tem
padriuhos nao morre pagio. Quem nio est ao
facto dos progressos que tem feito o Jury entre nos?
Ainda ha pomo vimos que em huma das mais popu-
losas, e Ilustradas Provincias, em huma deriso
nesse Tribunal seis vencera a desoito !!.. I-to he
pelo que diz respeito a capacidade mental dos Pares,
nio me'endo em buha deconta os defeitos bem sa-
bidos da Ley competente, que be tal que se destroe
a si mesma ; seja exemplo, alen de oatros incon-
venientes o seguinte, que em nosso humilde pensar
he dos mais salientes. O Juiz de primen a instan-
cais pronuncia hum individuo por hum crime
cotnmetiido ; o ptocesse he submitido ao p> imeiro
Coiselito de Jurados, que Ibe acha criminalidade :
hum sguudo Conselho classifica a pena, eogrc;
o reo assim condemnado no lugar onde commeiteo
o delicio apella para hum Jury de "..tro ponto
que deixa de ser Jury porque uestes casos vai co-
nbecer do Julgado aprovado e este Jury absolve;
aqui temos o reo solt, e inutilisados os julgameotos
do lugar onde commelte o crime.
Continuemos porem, em nosso assumpto pt imei-
ro : nos julgamos que suppoalos todos os defeilos, e
incontabelidade de muitas de nossasj disposices le-
gislativas, a administraco actual, em quem de boa
fe, os Brasileiros tem depositado todas as suas espe-
ranzas, esforcando-ae para ejecutar, e fazer execu-
tar, efaser. execular a Ley de 7 de Nvembro de
i83i, poder conseguir, quando nio extinguir,
pelo menos tornar menos escandalosa rea negocia-
cao inf.ime : nio se dislraiio a diversos pretextos oa
poucos, e pessimos vasos que andad a rruteno : nao
se modero aqneiles dos officiaes nesse servico empre-
gados, que ja lem dado pt ovas de seo /.ello, e capa-
cidade, como jalemos dito, talvez, exen.plo : p*-
gue-se aos apressadoies, e denunciantes oouelle
premio que Ihes garante a Ley, para que elles se
nio >. cante*, contando mais com a trangressio, de que com
ascbicanas, que os disslenta. Ja se tem reenviado,
ou leexpoilado para suas tetras os Africanos libertos
apreendidos? Nio he mellior que se esleja acru-
mulando ahi, com a tal venda, denominada dos
seosservicos a qual nio passa de huma qtuslao
de nome, sendo o resulladoa os mesmos que se se
finessa o trafiico como antigamente; elles fica sen-
do e-eravos e o Btasil continuando a Mifrer os san-
tares efftitos dssa col<>nisco necessaria, ou indis-
penavel O e resttictamente a Lei de 7 de Novemhro nio ap-
pareceria lio as escamaras a impttnidade a lal res-
peito, nem lio pouco a infame e deshonrosa conve-
niencia deauthoridades, queouso os mesmos con-
trabandistas, ou seos socios e amigos, concorrendo
nao em pequea parte, para a demoi alisacio, e des-
preso da Lty a opinio dos ambiciosos, que, com
a mira em seus proprios intereises, quando menos
de perpt-tuidade pos bancos parlamentares, espalhaS
que he necessario ednrar primeiro o povo, pata ao
depois poder-se levar a execocio a ly precitada:
d'ahi provem a ioexer ucio deludas as outras le y a, a
atropelaco' dos dictames os mais sagrados da Natu-
reza, e o escndalo, por conseguinte, com que nesies
ltimos lempos se tem traficado em Africano, che-
gando a ponto de, so na Prorhicia do Rio de Janei-
ro haverem entrado este anno para cima de 46$.
At certo lempo, isto he quando se receava da exe-
cucio da Ley, aqutlle que se d;va comraercio fa-
zia-o sempre coro medo, e por isso era levado em
pequea escalla; mas ltimamente tem subido a pon
lo que nao so os Portnguezes, que sao os principaes
contra hund* tas, o fasem em grande escalla, como
tamb m Brasileos cegos pela avaresa especulio con-
os mais charos niere-ses da Patria, e consta que ou-
tras Naces tambemja nos trasm seos presuitinhos
de negros. He porisso que as Escunas tanlo tem
encarecido, desorteque custio hoje tanto quanto
hum grande Navio, e a penas entra alguma no por-
to he imedialamente vendida : actualmente na Cos-
ta de Leste nunca estio menos de cincoentas embar-
cacoes a receber negros para o Bca.-il, e leva-se a
calculo das embarcacSes que a i.-lo sedestinio para
mais de o nio e cincoent.i. Aqui e na Bahia sbe-
se, sem o menor rebuco, quando se prepario as
embarcadas, qttando sabe ni, e enlrio : n.-parles te-
legiaficas bem aniiunciao, quando deslavadamente
seda entrada de entharoace viudas deslas partes,
em lastro ou com caiga de aseite esteiran &c.
Sibretudo, fiualmenti', deve-se, insistir, outra vez
o disernos, cm om cruzeiro sistemtico, com sutfici-
ente numerode embarcacSes eproptias para perse-
guir o desembarque at o mais prximo possivel a
praia sendo essencialmente inisU-r que os Officiaes
sejio de confi*nca, e nao queirio lambem conside-
rar sua commisso como huma mina da fottnna;
isso porem, po le retnediar-se dando-se exemolares
castigos, aos que assim prostituirem seo honroso
cargo ; e o governo se quiser bem pode coartar o
mais possiv-1 o abuzo terrivel de que tratamos, adop-
tando, entre oulras muilas medidas que esto a seu
alcance o de entreter huma bem organisa.'a espio-
nagem, para que vinha ao seo immediato conheci-
ineiiio quaes o- Juizes de Paz, e mais actoridades
locaes, que entiquecem as dispensas dos malea in-
calculaveis da Patria, que assim roecgulho n'hum
pelago de futuras calamidades.
(Do Fluminense).
EXTERIOR.
r.\R!S, l9 DEDEZEMBRO.
Scssa Real.
49' huma ora da tarde, urna salva de artilberia an-
nuneiou que o Re sahira das Tulherias. As gran-
des deputacOes da Gamara dos pares e da Cmara dos
Deputados, sahira para receber S. M. Pouco an-
tes da entrada do Rei M.~ Adelaide acompauhada
das Princezas Maria, e Clementina, dos Joveus Prin-
cipes, toroou lugar no tribuna] Real. A' huma ora
e alguns minutos, gritos de viva o Rei E o toque
dos tambores que batido a marcha dubrada aimun-
ciara a approxijnac* de S. M.
S. M. entra com effeito pouco lempo depois ves-
tido com unifom-e de Tenenle-General. Elle e
postuti dianle do Throno ; sua direita eslava VI.
o Duque de Nemouts, sua esquerda M. o Fiinci-
pe de Juinville. A cadeira, de M. o Duque d'Or-
lran-ficou \azia. M. M. os Miilislrcs, os Marecba-
es de Franca, e huma d"putac*6 do conselho d'E*la-
do, viera ocrupw em r da do Thrnno os lugares
que Ibes e^tavaS reservados. Ao speclo de S. M.
toda a Assi robla se levanta, e a Ralla retumbou por
muitos minutos com o-* riios mil vezes repetidos de
Viva o Rei S. M. sauda a Assembla, senia-se, e
dice, Senhores Pares e Sis. Deputados : sentaivos e
depois S. M. prununciuu com huma voz fume o dis-
curso seguinte :
Senhores Pares, Senbores Deputados, vendo-vos
de novo reunidos em torno de mim, eu mejul*oven-
turozo por ter de felicitar-me com voaCo da prospe-
ra sitoacado nosso Paiz. A sua prosp>ridade, au-
gmenta cada dia ; a sua tranquilidade interior pare-
ce estar livre para o futuro de ser perturbada, e ella
assegnra o seu poder n<> exterior.
As medidas que vos leudes adoptado na vossa
ultima scssa lem conseguido o fitn a que nos propo-
zemos de concert ; ellas lem consolidado a ordem
publica e as nossas instituit s. Eu tenho sido pro-
fundamente tocado dos sentimentos que a Franca
manifestou pela minha familia e por mim quando,
em hum momento de doloroza recordacaS, a Provi-
drnci se dignoii conservar rneus dias, sempre con-
sagrados ao servico da pa Huma expedienemprehendida para a seguran-
ca das nossas putes>oes d'frica, foi conduzi>la e ter-
minada como convinha a honra da Franco. Eu vi
com emossa o primognito da minha familia parte-
cipar das fadigas e dos perigos do no.-sos bravos Sol-
dados.
t. Eu tenho motivos para me felicitar do estado
das nossas r< lacees coro as Potencias Europeas. A
no-sa intima uniaS com a Grande Breliha, >.e es-
treita e aperta cada vez mais, e ludo me da a mais
inleita coofianca de que a paz de que gozamos nao
seta perturbarla.
O m a fronteira de Hespanha, as medidas as mais prop ias
a cumprir fielmente as clauzulas do tratado de a8 de
Abril de i854. Eu faco ardentes votos pela pacifica-
c5 interior da Pennsula, e pela con^olidaca do
Throno da Rainha Izab I a.'.
Eu lamento que o tratado de 4 de Julho de i83i
com Os Estados Unidos d'Amefica, nao tenha podido
ainda reci-bera sua completa execucaS. O Rei da
Grande-Bretanha meoffereceu, bem como aos Esta-
dos Unidos, a sua amig.vel roediaca. Eu a tenho
aceitado, e vos part-cipareis dos meas dezejos de
que esta diTerenea se teiroinede huma maneira igu^l-
mente bnnroza para duas grande^ Naces.
O .slado des finaneas be satisfatorio. As ren-
das'publicas se augmt nti pelo nico eEfeilo da ge-
ral prosperidade. A.-. I< is que j vos tem sido appre-
zentadas ou annunciadaa sera igualmente subzneli-
dasao vo.-so exaroe, assim como aquellas que urna
lpgislaca rcenle tem reservado para as deliberaces
da prezente sessa. ,,
,, Eue-pero, Sis., que he chegado o momento
para a Franca, de recollier os frutos da sua pruden-
cia e do seu valor. Esclarecidos pelo passado, ap-
proveitemos huma experiencia ta5 caramente ad-
querida ; applique-mL-uosa socegar os espiulos, a
aprefeicoar nossas leis, a proteger por judici''Zas me-
didas, lodosos iuleresses de huma aga, que depois
de lanas tormentas, tem dado ao mundo civilizado
o salutar piuhorde s iccessos dura veis. O cuidado do seu re-
pouzo, de sua liherdnde, e de sua grandeza, he
o meu primeiro dever ; a sua felicidade s;c a mi-
nha mais appreciavel recompensa ,,
Apenas o Rei sesou de fallar, as mais vivas accla
maces retumbaiv de novo em todas as partes da
salla. S. ni. se levantou, sauda va Assembla, ese
retirou no meio de novas acclamaces.
(Le Tempi.)
LOKDRES a8 DE DEZEHBRO.
Derrota dos Torya.
Na5 sofre duvida que os Torya tinha prepara-
do tudo para tornar entrar no poder, antes da epo-
ehadas eleices manicipaes. Elles tinha escrito a
todos os seas amigos, em Paria, em Madrid, e em
todas as mais partes, dtzendo-Ihes que hia tornara
subir ao poder. A Irlanda Oangista era triunfante.
Os Torys nao podera cenler a sua alegra, a qual se
raanifeatava nos seus jomaes com huma especie de
ferocidade. A sabedoria de Sir Roberto Pell o- lorneu
MELHOR EXEMPL/


f
a*W DE PEtNAMUUCO
estra ngeiro ou opposlo nova exaltaca do partido.
Em um momento le duvida Lord Melboorne v-zitou
o Duque de R chmond na sua caz. decampo. Man
ii.-i occazia de lium jantar no Palacio de Brigh-
lon, a que o Rei linba convidado todos os Mini-tros,
huma explicaca teve lugar, em eonseqnencia da
qual ludo se arabou. Hoje as noticias das eleie,-s
municip^es Tierno acabar a derrota do Torysmo. O
part lo liberal tem por toda a parte ganhndoa viloria,
atjno principal lugar do partido contrario ; ali mes-
rno elle tem sido mais feliz do que nos outro-s pontos.
PAfilx.
Bulletin de a8 de Dectmbro.
=r Na Europa o principio constitucional tem por
toda n parte inslido sua snpiinridade sobre o ab-
SolotisflM), e e-de piiorinio verdadejra ascendencia, e
conquista de Jodio, conseivado firme *pi?r dos
mais vi*o- asaques, cad \n mei* se cnsoli 'a. asse-
gu>a sihj ln-c", e promelte estendcr-se nao obstante
os obstculos que encootra.
A Austiia, fatigada do papel que ella reprezenta,
todoem proveito da Russia, se decidi a reconhecer
D. Mara %.'y ese mostra di^pojta a uuir-se Grande
Bretanha parase oppor as iovases do Autcrata no
Oriente.
A' 9 horas da manhai do dia 23 de Dezembro,
o gov no tfcebeu hum FUtafelte vindo de Toulon
em direitura, annunciando a rhegada aqu lie porto
a i9de M.'o Duque d'Orleans Si. A. R. est a-
hordo da Nu Montebello.,. Os navios que condu-
zco o Principeea sua cometiva partira deMoita-
ganem a :4. A quarentena ser, s'gundo dizem,
estar em Pars as festas do i.'dia do anno. O Ma-
rech.-l f.lausel publicando a 7 em Mascara a orden
do dia se^uinte : '
ORDEM GERAL.
MASCARA 7 DE DEZEHBRO.
Soldados, voz tendes plenamente justificado a
tninha confianca e excedido em poucos dia o fim que
*u Vos tinha proposto. No *. de Dezembro, v6s
tendes valerozamente combatido no reconhecimento
dos desfiladeros do Sig, e no meio do vosso ardor
v> tendes arrebatado o campo do ni migo, no tem-
po em que no* nos approximava-mos delle rom o fim
ta mente de reconhecer a sua pozica, e o mine-
ro 'las tropas que continua.
No ilia 3 haveis igualmente arrebatado o cam-
po do Eni'f*, que (ugio diante de vos, e que apezar
rl de sedspersarem petas n-onta a<. No me roo dia
em Sidi-Emhuruk, quando s fostes cercados por
huma numerosa cavallgria, nn tirapo em que e-taveis
ex no i os ao logo d'ar'ilharia d'Abd -el Ksdcr, vos vis-
tt anda outra vez fugir as suas tropa embuscadas
por detrae de hum obstacolo, que apenas tivesteis
tempo de perceher ; levados de buro nobre enthusiss-
mu na nof sma noite V o Habrs.
A 4 vos Bilocasteis, em Ouled Sidi-Ihrahim, sobre
os contraf irles do Atlas, a infantana do Emir;bas'tou
a vossa approximaca para a por em vergonheza fuga.
A 5. vos ten'les tomado em poucos instantes huma
forte pozica oceupada por hum crescido n." de ini-
ro'gos, aos quaes vos fizesteis experimentar huma
perda consideravel. Em fino, a 6, vos tendes entra-
do vencedores em Mascara, que o Emir, abandona-
do, insultado pelos seus, na5 ouzou defender. Desta
jnaneir.a pois em olauns dias, se desvanecen 'diante
de vos e*l potencia que rvpesentava la formidavel
e da qual o vosso valor nmslrou toda a franoeza.
Soldados v haveis com' t;do debaixo dos olhos
do Principe R^al j elle di- o ReL, com o vosso ge-
neral em cht fe, voshhs hrilhanles facanhas ; e a Fran-
ca eoRt-i sera ententes de v-, e reeebervis en ta
a justa rtcoropen- que haveis nlerecido.
O Marechal-Governador-General
(Assignado) Conde Clauzel.
(Le Temps.)
PA.RIZ a9 DE DEZEMBRO.
Nio se pode dovider, que a H^panha se aproxima
ao tai moda sun sanguinolenta luta. Ha dias que cir-
cu* em algn* circuios legiiim-t-.s a noticia da m >rte
de D. Carlos ; nos nao afiancemos, nem duvidamos
desta noticia ; mas o que damos como certa he que a
F ranea e a Inglaterra, fatiga Jas deate coufiito sem re
sollado decezivo, vo decommum acord occupar-.e
de por-lhe termo. Ha niuio te-npo que isto Hevera
ter sido feito; ese tintero das Nacei ssquae per-
tenca por humanidade mesmo, a ohrigacio de sorem
rn^dHueiras e civiliz dore- do mundo, sfo sero con'ra-
dQoa Franga e a Inglaterra. H* na verd de indig-
no d'ellas o deixar liun povogeneroio se degolar mu-
tuamente porespseo de a annos inteiros, debaixo do
pretexto d" huma nfo intervencfo, N-i nio falla-
mos em huma invaiio, era em huma intervenv'o ar-
mada, mas preseslimos em acreditar que hum* von-
tade forlemente pronunciada- teiia ha muilo tempo
decedido em Hespanha o ascendente dos principios
Constitucionses. Sem esta vontade, sem esta media-
cioprompta e vigorosa, anda morreo do D.Carlos,
receamos se nio teimine a eueira civil. En Hespa-
nha, assim como no resto da Europa, nio he por cau
za de hum h'imemqne se fozem corrers armas porn-
aces infeiras. He o instinto da conserracio para huns
e oda 'iberd-de para "soutr-'s. 0-p0, Hp 0. Carlos
oave' iiulro'.piet'-ndentea. O g-itoda legiiioiida-le,
e vivio Sio o Santo e a Senhora que conservio perfilados os
soldados dos leuitimstas.
MADRID 22 DE BEZKMBRO.
Espslhoa-se estes uliimos diasque sehavia pro-
posto huma transado a D. Cario, a qual se refere,
nio aos direitos qne o usurpador diz ter coroa de
Hespanha, mas snmma que Ihe deve ser paga para
que elle pnaM subsistir em paiz estrangeiro. As es-
perancas dos autores de semelhettt* boatos, sio tio
fiara, que elle- se contentan coro huma somma de
dinheiro dada so seu hroe para htrviver fora da Hes-
panha. A estes boatos nos responderemos por huma
unirs palavra : O governo nio f8ra adorna tran-acio
a este respeito. Nao h" lobum venlade que hum Corv-
fo do pret-ndenle tenba enejado ao quartel-gene al7
ou qnesequeira ali admittir algum.
ASTRli.
Vienna 17 de Dezembro.
Ftla-se muito em augmentar aootsa forca naval,
seja porque o nosso Commerrio. marimn no Levante,
noEgypto, e na frica Septentrional. teranement?Jo
muit;ssimo, seja porque as grandes potencias marti-
mas fortifirio as suas e-taces no Mdf-terraneo, o que
poder acarrefar brevemente importantes aconteci-
mentos. Diz>m que huma parte do ultimo impres-
timo ser declinada a este fim.
DEM I. DE JANEIRO.
Bourse de Paris.
Fundos H^panboes, d:vidat activas de 5 / 50-/
a|sov8............p:rmi:
P rtugal, o> rig^cesPe Iritis de 5 p/0 8v/- rroio.
}'m\\..................rfe 3 r*/. 5V lem.
dem Miguelwtas..........de 5 /. Sem preco.
(Le Tetrps).
MADRID a3 DE DEZ! MBRO.
O Marechal de Campo Don Nicolao Isidoro acaba
defazer huma expedicio combinada com a. tropa* da
M.mrha e da R>tremaihira, aqu.d teve por rezultado
a despercio e totni deirota dos bando fucciozos com-
mandados por Pero Tercero, Rraz Knmn, a Diow e
la lara. As fsredes vagio as inontanias em.'.los
de 5 e 6 b'>men, e pedem esmola ao pastorea,
O General Francez, Harispe, que cnmmaada o
exercfo do- Perineos, foi nomeido Gratn-Cr'iz da
ordem de Carlos3.* pela Rainba eovemadoia ; quate
ao mesmo tempo elle foi romeado por Luiz Felippe
Par de Franca.
PAR? 1. DE JANEIRO.
Hon'em note nos a mente prohibir completamente oda a espere d> cora-
miuiiracio pelasfmnieiras dos Pvrineos. e nue noval
medidas Torio tomadas por Lord Gr*nv'|e, Embaixa-
di-r Inglez na nossa Corte, e Vfr. Duque de Broche,
Ministro dos negocios Estrangpios, rom odup'ieado
fim do Ministerio poder responder alloma miza s
interpellscoes que 'he ser8 feitas na tribuna, naoca-
zii> dos Suplementos de 'undos de p.-lic'a. especial-
mente votados para a vigilancia dos Pyrino*.
DEM 30 DE DEZEMBRO.
As noticias deCaglnre, Capital da Sardenhi. vin-
das por Toulon dizem em summa o seguinte : O Rei
Carlos Alberto enviou ali huma Fragats que fi muito
mal recebida, nio porque rerajastein que ella levass** a
Cholora, mas porque os habitantes nao qnerem mais
sueeitar-se, aos caprichos d- Rei de Sardenha. Po-
de-se pois hoje considerar como coiza certa, que os
armamentos, que se fasem em Genova nos outros
porto, sio destinados a obrar contra a Ilha de Sarde-
nha. e Dos Sube todas as desgracas que ameacio seus
habitantes, se elles nio tiverem nem ba-'antt forca,
nem bastante retolucio para sedfenderem<
s.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactores.
R o Intrpido, asjm como quix campar de rgu-
ente. dpois de ter debatido, emprehendesse elle
m-imo s'.:a defeza, ea rTi':ulo dos meus raciocinios,
nada seria mais ronsent-wo raza, nem mais plau-
sivel : masque hum dosaahios colaboradores d* C-
tela Universal, (como inculca ser o Q, communican-
te- della, em o n.# 10) parando a torrente de produc-
ces littararias, com que muito tem biilhado na sua
invisivel redaccio, tomasse peito vngar o Intrpido,
a que o nio pode justificar, be o que admira, e mui-
to mais vista da qootidiana magrem da referida
gaze'a ; o que induz bem a crer-se huma ad< pcio ta-
cita dospn"ncrp!os doln'repido, da sua pessoa : dos
principios, porque, dizendooQ, qoe a cartas do
esrrevinhador nio agradarlo a nenhum dos colabo-
radores, forio nio obstante publicadas, e nio confu-
tadas por tljT'im. Mas nfo agradra entio pela
loucurio, eserilo la'vez indiferentes pela sua dootri-
na. He qnanio se deve io'gar de tal proceder, ves-
so forrada ronfissfo, que faz oQ, dorespeiio, amor,
egratdo, une eonapra a par de lodos os Pernam-
bncanos, ao Exip. Presidente. Adopcio de pessoa,
porque nolic:ando-noso cujo, que iguaes correspon-
denrias sereceb>rio naqoel'a Typogr nio forio iropres'as, indica particular predilecca
pelo seu Intrpido, a ponto de se lhe sacrificar a re-
putacio dnExm. Presidente, e de procurar ferir
todo custohumesiranho, que sem offnnder os cola-
borailores da G. U. proenrou > rebater as vocifera-
ces mal soanes, e anarchicas do Intrpido Vamos
contratar o sabio Q.
Triunfen triunfou no seu quinao sobre a occio-
sidade da orepoviciodedepois do verbo preceder .'
sou dcil, reronheco o erro (nem tile percebeo ludo;
coitado.') mas dv"te osabio Q, quam susceptiveis
sio de esrapar as boa- regras, em coroposices aprea-
sadas, 11101 mente quando se dirigen a confutar es-
criptns como os porem das gar^alhadas, que exct<> tiradas latinas,
th-mas e chaces a esmo, sem relami, sem neexo
com a ordem, e fim dodisemso. tal como fez o In-
tnpido. Popule meus, quii! fecit tib ? &.&<-.
&<. Que lame t ve isio com o argumento, com o
assumpto, com o -ugeilo da carta do intrepdo ? E a-
inda prrgunta o Q, onde vi, que taes monstruosidades
fossem de capadocios, ede'afias.-.em gargalhadas ? Pois
nora a'-nde Se nio tivesse vista a colleccio da G.
U. di- -lhe-;a : Qoe na Penha. Porem vi-o em oa n-
meros i e 6 da Universa' ; IwIm "Mvido la bea
d'oufroscapadorios, qne como o Intiepid--, (ero etn
Peinamburoalagado o prelo com sandioes. Huma gar-
galhada mreren tamben o Q, por vir pela sonsa, co-
mo quem nfo percebe o sentido irnicodaqoella mi-
nha obrase. Vamos aliante.
OQ, etrfiou com as garglhadas, de sorte que ja-
mis descobijo o verbo, a qoe prlenee a conjunvlo
e Pois nio o percebeo oculto ? Eu repito o que
escrevi, e jolgnero os eniend'-dores, o critei o do
mu an'agoni-ts : Qoiz tambem, humepigraphe m;nh> c- nova e fiic i) correrla, e augmentad :) cio fez o
Intrenido na sua ullim-; e (q nba latina nn principio de qa.i'qu-r rorr-spondeneja
(asnatica, bem como a do Intrpido) da-lhe hum
cerlo lom capadocio, qoe muito desafia as gargalha-
das&c A-c. Creio, que meentfndeo agora. Que
trabalho 1 Por tanto o verbo qiz, que est claro na
primeira oracio deste periodo, be o me^mo da oracio
censurada, mas oculto. Quiz, que houvesae huma
epigraphe; equiz(aqui tem a lasa) porque huma ti-
rada latina, em taes, e taes correspondencias, desa-
fia A-c, Ve.
** Onde achou, que a dissimulaca he avessa pro-
hidade ? prrgunta mui cheio de si, o Patrono d0s
Intrpidos. File mesmo ete respeito se expix ,
diz'ttdo : Os bomens probos 8^0' dissimuladce 5
mas quando a necessidad o exige, Logo a a ?-
nersidade, qne as vezes justifica o as-assinio, pode
fazer da dissimulaca huma virtude Sim, os Pcin-
cipos muitas vezet della precita; mas nem cernpre

AR ENCONTRADO


\
**
i; >

..., que n.ois celebres tV.,b6 pela b-nd-.de lo sea
carcter, na6 nos pinta, v. g. que alfreoo bran-
de, Henrique 4, Tilo, Marro Aim-lu, &c-, !*
>e.n refolhados, fingidos, ci*muMos. U q"
vamos mais lynge ? O mesmo Form*y, ciad.. pelo
Q, nos'iizmssua, mxima*: N5 i.vernos est.
u mar o carcter daquelles^ .que, ?* esc.oU.a. e .. distincad, sao inervados, e -ecreto-. -' '
disimulados, o simulados (pois s;-5 synonymo* ;
Oucamosi.sior.F.' Francisco de S. L.iu'. lo'io.
lem obrigaca de nao u/.ar de Mea- *W"*m'*?.
con i o presi.ppo-to de engaar osuuir- s, ede osin
dutiremer.o. O.anesla ac(eEC..6ad.ss.m..la
ca6 sera iempie aves*a a probidad.. Quadm
usei daquelle termo, toniei-o, romo exp.es ao y nvmica'de ivfolho, con. que Cgener.ceme.ne UU-n'
d) se confunde a Biasimalc6 : sendo certa, como
ja foi ponderado, que ella he hum mal uecessa..o,
e queso na exlreroidade pode ser ju-tiede em <
ral. Nao pmumi todava, que o Ir. rpido rareres-
edehiim Philologo para Ihe responder, porque en-
ta leria eu sido resnelo.
O pensainentos si actos necesarios do entemli-
mento: logo em que.ito vosi existir, (di* o meu non-
. \i~i_._ i: i:___ ___ K.A^.., Resnonda-
. Quero quiseralugaruon escrav.crila para
o engodo. P.incipes, heo r** 2^Gdu I oseTvicode .., nao de portas pera /ora, por pr.co
mais '. Histo< ia .(testando p* a cualidades, le ar I ose mI ue se da
deuoo.eispord^.com urna cood.q.0 o,e ad..a
quem a pertei.de*, procure ... ra das Flo.ts casa
D'~ Pe.ci.a-se de 400$ reis a ju.os de dois por
cenizo mex, por p.:u de <> .m,-, e com hvpoieca
.... doiaesoavol dwen.ba.aceri.-i: q*
,,,*..- dar andonee por esta folha pa.a ,e. p.ocu.a-
- ualquer pessoa que percisar de pianos afi-
nado*, e mesmo concertado, pelo mais mdico pr co,
Hununcie por e* declarar, hcand- ee.to o -...no... .ante que hade agra-
dare, pes-oa,q- se quieren, serv.r do seo prr.ll-
mo para a dito fin.
COMPRAS.
Um .elogio de banca, desconcertado, e anda falto
d-afumas peca>: na vaca da Independencia luja n.
y Um resumo de Historia sagrada do Novo
Ve.o Tstamelo e urna obra de loria Ecle s
Mlie, por e.ti, ainda aendo uiados : no Seminar,
obra' nova, cobiculo N. 6, oo annunc.e por est
Diario.
ARRF.JVIATACAO.
PEraieo Doutor .Juixdo Civel Jnze Joaqnim Gi-
miniano de Mo.ae.s Navarro, se badearrematar q..em
mais de.-, fin.los os dias da Le, orna morada de ra-
tas de sobrado de nm andor, sita na Povoaco do poco
ment : logo erri quanto v..s? exist.r, (IM o meu .,...- dt Pi,fiella. assim co.no mais urna p.,rci de esc. a-.s,
tender) he bazofia diier, que na6pen>a. Responda- | |u(|o pi-horad..-p dor Alexandie Lopes Ribero.
PER DAS.
Pi
mos.
Que a vida d'alma existe na aa perenme cog.ia-
ca, euosei, sahe-> o Q. ims pode ser, que o nao
saiba o Intrpido. Sa dis>e : Que desejva pen^r-
aempre, e pensar b.-m quizdar a entender ..nica,
mente, que proco cava ra. io<-ina.' >e.np-e en..l.ri..a,
pensar por principios justos, tirar dfaedes recias,
combinar com acert as diversas lelace^ daa cootas,
refltetir com a conveniencia precisa sobre os lije-
itos, que se presentan roinba alm<, e axar na lei-
tt.ra dos esrripios idea-, que ote dperlem pela vera-
cidadedos raciocinios ; o que de facto n5 encontra-
ba no Intrepilo. Pencar pode bem tomarle p.-lo
vocabub. raciocinar. Q'.iando eu psnso (bem, ou
iu!) raciocino. On afntne, ou negu, OU iodag e,
oudovide, a nessa alma se em prega sempre na in
quiricaS do objeclo, queatluae setM pensainenlo-.:
?1la raciocina por tanto. F.is o motivo, por queme
exprim d'aquelle mudo. Se o nal hi rom o rigor
Lgico, ouMelhaphis'.co, julgo ter-me XpTMaeafflO
n'buma lingoagem maiiaupU, e de la..lo uab preci-
sava o Intrpido.
En fiz-uie cargo de re'oia.- Intrpido, e depois
de attender em geral, e como no todo, wa seos er-
ros, en.pregando nUto a Synthesis, ou o mell.odode
composi;a6, foi enta, qtie particlilarite, cno p"r
bum desvio, ou por burna transieao do inlnu, qoe
eu bavia abracado, alguns dos mise.aveis escorre^->n
da carta que en coiilui.iv;.. Se por ler It-soido a e-ta
individuaca dos absurdos do Litrepid, se pre-
tende, .que cu empreguei a Analy-cs. ou que naO-on
Synlhesi-., u rtgur, que ella exig^ ; b-m j) >....
importar i.so. P. rdoe o Q, se taes exi.l.cac,-s Ihe
liad agradaS, menoa deven, agradar snas cliacot.-,
mas sabe despizalas.
O Biavoda Pcrta.
Marauhi 26 de Dezembro de 1835.
Rreeos crrenles.
Alg-do bom............ 'cO#000_ nap-l
O a.'godioda Sena Vale in.i..-s l^sOO a l^)500ar.
Arroz em rasca............ i$500 a i^OO
Farinha................. 300 a 9OO
Milho................... 15500
Courosdebo.............. '40 a 145 Ib
Vaquetas.................. 2#000
Atanados................. icO a Ib
Gorama................... 3J)iOO panei..,
Azeite de ca.iapato......... 44 d'tilbo
D.to dege.g'dim........... 900 a l lrrtM"
Premio de p.al .......------ JO a 95 por0/.
Dito de cobre............. r6 a 38 por %
(Do Echo do $01 le.)
ii n
AV1ZOS PARTICULARES.
O Thesoureiro da Fazetida Publica desla Provin-
ca, aviza ,0s possu;d..res de Cooheciiucrito* de cha--
pinhas de cobre, para compareceretn na Thesouraria
eiecebere,ri i,s rt.f-,dascbapinhas.
ThS,jrar, daFazenda de'Pe.nambuco i7 dFe-
vereiro de.i36.
Domingos AfoncoNti Ferreica.
*^ Queui percisar de u rapa/, r-o. l caXtU0tJeft}ndu> oqualji'. lem pralica, dillja >e a>
e'.ulas uo buco do Lobato D. 'ib.
Erdeo-se urna carler- com 800^ wa em Sfdu-
lasnojdia .. do co. rente e boje loi que M*d#0 peb
flu a pes.soaque,ativerachado fara o l.vor vir
entrgala a Antonio da Rocha Goncalees na ra estrel-
la -lo Rosario sobrad. D. 33, p-is dono da dita car-
teira e do que est dentro, e recbela de graUficacao
200$ reis. .
^y N< dia i5 de Fevereiro desapareci irm Ur-
de.nda qai.lia de 78^00 nis saccada peloSr. JTo
TerluliannoMoreir.de Carvalh-contra o Sur. Igna-
cio Antonio Porges : qualquer pessoa que arhar pode
eni.e^-lanaruadoCollegin.rnia^ern pr baixo do
Deslnboidor Oliveira. Adverte-se que ella nao tem
mais vigorlo fsia.em^osaccador e o pagadoi avi-
sados.
VENDAS.
]Eias de Uia pela* curUs, H.-mburguezas de
n.u.lo boa qu^lidade. os macos, e pa-es, p.evo coro-
modi : naTuia da Cadeia velha N. 56.
y Ra.princeza de Lisboa proxiraamenle che-
pado muito bom, as libras, e oilavas, e lambem mei-
as libras, epromete-se cooiodidade no preco : na
me>ma casa assima.
7. Un. Cvalo muito bom ca.regador baixo, ale
meio emacio mullo manco, e sem achaques: na roa
da SaiuU* velha N. 3o.
t/9 Barricas de farinha de mi'bo. e urna ponao
de Rolim da India : em casa de Henrique Forsler &
Comp. r.wda Sanzalla velba n. 1.
X&* Plvora, de sope.id- qualidade, em harria e
Ida, e sali'.e eu. saccas: na muiua casa cima.
^y V\..ioscazes de -yu.bos : ua. ra estrella do
Rosario O. -.fJ, sepund- andar. .
y Urna prela de idade 20 muios, bonita figura,
aabeoiisinhar, engoiuar, coser, e faz renda, ludo com
,.e.IVicio, e um moleque de bonita figura, de Iban
nos, co.-inheiro : na roa do Fogo D. 11.
VJp Umcavallo .usso'mu.to bom carregad.r de
baixo al meio, e muito novo : ua i'raca da Boa-vista
D. 15. 1
yy t,n cavallo ruco pedrez ainado com toos
os pe-le "-es : ama e>t ^^- Um e>cravo, de n.co Mucambique, alto, mo-
co, \ em pa.eciJo, robusto, e fo.te, co.n princ.pios
dec...eicu,alem de ou'ras habilidades, por 550^000
r.is : na i'caca daB-a-\isla, no sobrado da equina
que te'0> lanipio ni\o na polla.
yy HniH escrava de naci, mOssa, sabe cos.nhar
odiurioe loVardebr.ella,e muilo diligente para to-
do r*rvC0 de p ;rtas Iv.ra e u.na muala mo-sa que 10-
neihio. engoma, roMha, (*'* bicos e rendas, ludo
com pe.ieico, e vende sccom urgencia: ua osa D.
5 i> ^iio do Noia.
^^f Umeab^adeidade de 22 annos, muiag.l,e
proprio para todo strvico, coa) offi. io de c rreiro, eni
vicios, i.wii achaques de qualidade alguma : na loja
de Jo/.c G.Ull'-s Leal.
^3T Baralhos de cartas finas para jugar, a 100 res
cada um : narua Nova D. a'i,
y Um biiip no lug.r denominado Jang, co.n
mais depilo ceios pos de coqueiros, e oulras l'ruclei
ras, com baslanie leer de pUnUcS*, emes.no pa.a
criacio de gados e maltas para se lirar lenba, beira
mar, com um excellentelugar para cunar de peine,
e d^is quarto do servico orduia.io, e urna. vacca
p.e.iba, por preco commod, ou mes.no troca-se por
p.opr.etade ua praca : os perlendeules du.jao-se *
Udda ladei.a do Varadourocasa li.
^y Tijullesd'ahena.ia de bom barro, e marca
grande : na ra da Au. ora, em caza de Joaqun] Fran-
cisco de-Mello Cavalcanli, onde existe amostra ; obri-
gandoc e memo a conduco at o porto.
(3- Peinillas de porta, de Algibeira, 9
de Padre, para o presente armo d 1836,
or i>rec;o commodo, na Praqa Ha Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e 38, e
i 1 a da Madre de. Dos venaa que foi
do llezende.
FURTO.
I1 Ui^.-Of^ Mnanberer do dia 16 do frrenle do
urna estriba, ia de um sitio em- Sania Auna um cavallo
..reto ...vello com cauda con.p da cl.n-s cor-ada-,
i escudo, bem- caso ; c a qiwrl-usado, carro*
p, bem pnrl.a.xo: b -tica que o eolio d-st-s U-
d.es e Af gados, CefFeiie, e orraial: roga-se a
quem s-ube. ou lor off.recido dirija-se a P.acmha do
Liv.umento loja D. 19, que sera recompensado.
FJSUllAVOS FGIDOS.
N<
mO dia 16 do correte Feverei o fegioo preto Joa-
qui.ndenaco Angola, representa ter de idade v.i.te
equalro.ni.oa,-ebtalura mais que regular, Berna* um
uvuco arquiadas, pe, g. andes, tem urna 6s|oIa em um
uraco, pisca es olhoa a miado ; denles limados: qual-
quer Capilao de Co>po uu uulr pesaoa que o levar a
casa de Roms & Bra^a, largo do Corpo Sanio 11. 5,
Stl' l>m r< coo pensado.
iy Venmiio. naci Angola, i4 annos, muslo
lad.no, bem parecido, moi.o esper.o, e oiho, g.andes
e vivos; fgido no d.a 16 do crreme, ejulga-se es-
tar presinelo em caa dr algum Ud.io, do que
desbocadamente abunda nesta lena : aseo Snr. A11-
nmio da Silva Gusmio, mofador ua iu do Queima-
do. .
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Pernambuco-
3
v
-o
09
i
VI ai. lia.
Navios entrados no dia 16.
liISBOA ; 35 dias ; Pataxo Sueco Matild, Cap. S.
Hb.k: varios generes: S. Schrau.m. Ton. la.">.
Navio saludo no dia i5.
PoRTOSDOSUL; Paquete Nacional Patagonia,
Co.n. o 2." Tenrnle Reijamim Ca.-neiro de Campos.
PassaReiros o 1. Teneule C-mano Mximo de Souza
Amiba, e .... familia, O ,. Tenente An.cm, W
Pinto, o 2.' Tenente Francisco Xavier d Alcanta.a, e
su. r.mu, o 2 Tenente Kl-ri.no Antonfc4N &."
tos eum ciado, o|2.'Tenente Joze de Mello C.ista
de bu-, e um criado, o 2-Tene.,e Manuel Lop^
Pinheiro, o *S Tenente Anlonio.Veloao, uro cu-.
do, e algum invlidos. _______
Per*, m Typ. do Diario 1836.


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