Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02225


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Full Text
f
ANNO DE 1836. QUAfTA FEIRA
I'
)7 DE FEVEREKtO N. 38.

Pkhnambuco, a.t Tvr. k M. F de Fra. 1836.
DAS DA SF.MVA.
15 Segunda Trasladado de 8. Antonio- Nao ha de-p.
16 Terca S. Porfirio M. La \. as 2 h. e 52 m. da tarde- Nao ha
17 Quarta de Cinza ( jejutn ate Pasco excepto M Domingos) \.
ha itp.
is Quinfa S.Theotonio P. Hel. de m. aud. do J. do C. de ni.
de i- i '<
la S. Conrado F. sen. da The*. P- aud. do J. de O-
rlr I.
20 Salilmdo S- Iileuterio [? M. Re. de m.e aud. do V- Gl- dct. em
- linda. .
21 Domingo 1. da Quarcsma Mariano.
Tildo agora depende de nos mesinos. .la nn-sa prudencia, mode
raCUo, energa: conminemos i-.om |n inopianio. e seremos a-
puntados oimii admi i j^iD eniri- as Naques ihmrcultas.
Proclamafo ilm Aliemblea &*ral rio ftin
Suhscreve-e : I0<)')r. mensaes pagos mliantadus net* Tvpoera-
fia, e na Praca 4a liideaendencra N. .'{7 a88 : onde e recehem
eotrefipondeucialeiraliiMMai>, a uiiituuc'<. inserimlo-s,; estes ara-
tls lando don prxipi'io*at(fniiMeH, e vindeaia grado*.
mafcMayii;
BTR-v-
PAKT1IM DOS CORHKIOS.
Olmda_Todos os dias ao meio dia.
Roiana. Alhandra. l'araiha. Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar. Ite.-il ile S. Joo. Hrejo d'Areia. Kainlia. Poinl.al. Nov d-
Suiza. Ciliada do Natal. ViMas de Goianuinlia. e Novada Prinee,
ca Cidadi- da Fortaleza. Villa do Aqu ras Monte mor novo
AracatT, Cancavel, Canind. Granja. impertris. S. RVruardoc.
S. Joo do Principe, Sohrar. Nov* d'F.IKev. Ico. S. M atheu.
arho do'sauguc. Santo Amonio do Jardiin. U"-.xemiuoliim, e Par*
na i ha Se gumas e Sextas -iras ao meio d<
Sanio A ulao Todas as (piarlas leiras al i*iO dia.
Garanhuii*. < Monito- nos dia t e 23 do me ao raeio la.
Flore: no dia 13 de cada iin-z ao meio dia.
Scrinlisein, Uto Foriuoao, e LioieiruSegundas, Quartai.
Srxiiis fe i ras ao meio dia.

Id
r
r*
IV
i
PARTE OFIICIAL.
las Irnies, qtianiu le 600$O0O reis por an-
uo.
F,
RK) DE JANEIRO.
CMARA, nos dePutAuos.
Extracto da Sess&o de 19 de Outubro.
Presidencia do Sr. Aravjo Lima.
lilla a chamada pelas iO horas da m.m-li, e ni liari-
do.se presente 54 Deputados, o Piesideute declarou
aberta a sessa, e I ida a acia da antecedente, ioi ?p-
roVad
a.
i
OptiwicitOvS creUrio deo ronta do expediente.
0R.DF.M DO DIA.
Conlinifu-a disco sao adiada sobre a resolucaS que
eleva os ordenados dos Ministros d'Es. la do a oito cot-
tos d is. annuaes.
iN5 havendo qunn pedisse a pa'avia, den se a re-
siilina |)i'i'tli-i:uti,i.i, .e posla votacoS, foi regeila-
da por 18 voto-, contra 2.
USnr. Vascouceilos pedio a uig neia pata se ler
huin requerimento t-cu relativo ao OUicio que iinha
viudo d > Ministro dos Negocios do Imperio, pedindo
a dispensa do Snr. Oepntado Joze de Arauju Kibeno,
para ir oceup-r o cargo de Presidente da Provincia
do Rio Giande,do Sul.
A urgencia proposta fui apoiada, e entrou em dis-
cuss 5.
,vO pi imeito Secrt-lario pedio lcenca i Cmara pa-
ra ler Inun OITieiu que acbava de mceliej- do i\l'"*-'-
tro do Impeli, em que participa que lendo thega-
do ao conhet iinenlo do Guveino quena Provincia de
i. Pedro do Rio Grande do Sul acaba de rtbeiUar hu-
ma sedica, e con viudo que o Sur. Deputado Vianoel
Parauhos da Suva Velloso, Juiz de ireilo da Co-
t marca 1 companhia do Prndenle que se ada nome.id para
. imperador, aohicila desta Camaia a nccessaiia dis-
pensa fui tomado em coiisideraca.
'Julgada discuiida a urgencia, ioi oill-recida vula-
ca, eappiovada.
Entrou por conseguiute e'm discuoo. 0 o seguidle t4*
querimenlo :
I'rop.nihn que .se responda ao Gove 110 que aGa-
maia dos D< puiados dispensa o Sor. Deptita.lo J..ze
deAroiijn Rib.iio, paia ser empreado na Presiden,
cia daPiovincia do Rio Grande do Sul. Vasconce-
los.
O Sur. Vascoticellos tm vista do Offitio que se-a-
cabou de ler, do Ministro do Imperio, ollerecea o se-
j'.umie adormento aoseu leijin-runenlo : Qu >-
ja igiialmeiile dispensado o Snr. Parauhos. l'oi a-
poiado, eeulrou emdi.scusfa.
respondesse \<\ ao Govenio.
l'iiirouem discuasa seguinle resoluc :
A AsS'inblea Gei\il Legislativa resolv*:
Arl. nico. Ficaelevada a gia(ificca5 de 350.J3
W. que liniaO os BKtlict de S. i\J. I., tanas iugua-
Dndose por discutida a iiiateria, foi approvaJo o Pioviucia do Rio Granda do Norte ha5 tinha o com-
requeiiuienio, assim como o addiamenlo, e que se mercio que teri boje a Parabiba : que na'inenle el-
le DepuUdo, nesta materia s (pieria mostrar a sua
inpaicialidade para q"e .1 (/amara conhMfBsa de
que lado esl a justica da trau-a que se discu'e : e
coneiuio olfutecendo a seguintc calenda que ioi a-
poiadii
Paro ra Cmara dos Oppot;vb>% ern iO di* J'.i-
lhodei855. V>.se.ride d<" G ianua. PeixOlO de
AUmqoerijiie.Gomes 'la Eonrers.
Poi'apoiada huma emenda ti Snr. Aratijo Vian-
na, que deilarou Em lugar de GOO-JJ) rs.diga-se
800,$ r-.
Dandn-se a materia por H?riida, a resoluc'5 foi
approvada, ea eniemla limu p-ejud'fada.
A reso'uc.i Ioi atioplatla, e pasiou Comtjiissa de
redacc.i.
O Sur. I'i-uviia da Vegi obsarvon que na sessao
de 17 do correut, se Kavis vencido a urgencia s hi-
liii'ii parecer da CoromissaS tle Rslalrstica acerca de
huma que-t.. futre as Provincias do Rio Grande
do Norte e Par.diiha, e pedia por tanto queentrass"
eonaiscuasaS o parecer.
I'.mIii.11 em discussa o cguinte parecer '
A Comm-aa5 de E-tati-t oa examinnu a reprc-
seiitaca que a esta Hiiousta Cmara rfiigioa Asspm-
bha Provincial da Paraliiha do Noile, em que mus-
ir a coiixenienci' de se rcvgar a resoluca de 25
de Outubro. de iS3t. que lixot oslimites entre esta
e a Provincia do Rio Grande do Norte ; oulrosimex-
amiiiou a roe-raa Commissa ontra repcsctilact
da AssembleaJPlovincial do Ra Grande do Norte, em
qoe expe a neie-sidade de Ser inalterada a sob edia
esoluQaS pe-a vanlagna que della resulta aoa po-
vos limiln.phe.s das duas Provincias. A Comn.iss-6
loinaut'o na devida consi'leaQ 6-t"dos os dr.cum ri-
tos comprobatorios re duas pr-letic"- inmeii-.d-
iiiente o po-tns, arh u en ultimo resobado d-- su^s
oliservac s, q ie a r-S'Jti' de a5 de Oomliro de
i83 1 b'-iu louge de spi npposta a os iiiiei-sse- e crun-
inodiilade dos povos, sobr que repre-enta as duas
A-sem'deas Provincias, be pelo contri-rio apoiada
n a em huin longoNos abaixo a-signadosdos
idouios povoa, os quaes a-severa Assemble.i Pro-
vincial da Parahvba haveiem solrido nos seus com-
ino h-s iuteieS'-s comroerciaes, com a adopcao de
emeiiai.te medida, mas taSbeni no vulo uuaiiitue las
Dewulat-s da I'.. 1 a>-vli, e do Rio Grande na legis-
latura IraofaCta, em que foi considerada a mencio-
nada resoluca com) remedio o mais elica-'-. para
exterminar de huma vez o\ males que soff'iaa-
quelles povos. A Commissa entende que visia das
razdes exp-ndidas nao he neees-aria a ievogc<>6 da
lesoluc.- em <|uesta,-e que neste sentido se respon-
da sohreditas Asjemhleas Provraciaes. Paco da
Cmara dos [).q)ulad...s, 9 de Seli-mhro de 1835
A. J. R. Bhering.AlbuqueiqueCavalcauti.
O Snr. Veiga Pessoa em hum longo di-curso c<>m-
bat-11 o parecer da C< por futeis as razSes uelle apreseutadas, e demonstren
que na5 fallava ne?te negocio seri6 com Di-pulado
do Bratil e a favor dos povos da Par.hyba por ver a
justica que Ibe assislia, pois que e-ta Provi:.cia nada
niais qoeria do que .quiln que de ju-tica se Ibes de-
Ve dar ; e declarou mai o illustre Diputado que a
n O habitantes do territorio que perlencia Pro-
vincia da Parah ba, e que pela resoluca5 de 25 de
Outubro de l8Jl licou perleriCendo do Rio Gran-
de do N01 te, pideir.com plena liberdade manifestar
qial ilas referidas Pioviucias querem periencer;
pra o que o Govemo nom-ara dous eni>enlieiros ba-
h i-, os quaes com dous Delegados, Horneados cada
hum pelos respectivos Presidentes das sobreditas Pro-
vincias, i mu ao mencionado territorio, cuello se a
pifiarlo por onde deve ser adivisa entre as duas
Pro* ii.ci.in,. fpg,lindo semprea Imha mais recta, por
Cordi'heirsa de.aerra, ou de rios, e lugares notave|s,
atlendendo ioualm-nle ns commotlfdadH einleresses
'Corrrtnerciafg tos roe mos habitantes. Outro sim os
ntesmos Engenheiroa levantaras linmi pauta doslu-
gares Uimtrophes das referidas Provincias desde a cos-
ta al os flus das mesmas. E.-ta iiehh- 1 ac ser
quanlo antea communirada por vja do Governo aoa
dous Presidentes di vja das Cmaras quemis visinhasforem a estes po-
vos, fai pub icar porEdiiaes a medida cima, a
qual tei principio ipianto antes, paco da Cmara
dos D-putador. de Ouliafcro de 1835.J. Ivt. I. J.
da V eiga Pes.-na.
O Sur. SebaatiaS do Reg offereceu como emenda
ao parecer, nseguinte:
A Ass n Arl. 1. Havendo conieslaces entre tluas Provin-
cias do I.nperio sobre ajuste e xacu ih>s seus res-
peciivos limites, o (i vemo Supiemo nomeaidous
Engenh-iros para procedeiem aos exames necessa-
rios, e ly.e'em, com aHenc.-6 c<-mmoili la de e io-
lerejse dos p'-vo-, a Imha divisoria, inlervin'do ai b-
tms decaa li-ma das Provincia internadas, 110-
meados eles pelos prsid> lites resp.divos.
*' Ait. a O resultado de-tes ir. b !-< s rednado a
plano apprnximado igualdade das Provincias, sei
submettido spprovacaS da A.-semblea Geral Legisla-
tiva.
" Art. 3. As despezas fcitas para o mencionado lim
serio paga.s pro-rata pelas rendas Provinciaes, salvo.-*
os vencimentos dos Engenheiros que o serio peras
lendasgeives.
* Art. 4. Fica derogadas todas as leis'e dispo-
aices em coutiario.
" Paco da Cmara dos Deputados, iO de Agosto
de 1834.Francisco de Brito Guerra.V. K. de C.
e Silva.Joao Dias de Quadros Aranha.,,
Ioi apoiada, eentrou igualmente un di cusso.
O Snr. Henriques le Ri sende lallando sobre a ma-
teria, voti.u pela emenda otlerecida pelo Snr. Sehas-
liio do Ri-go.
O Sur. Veiga Pessoa responden as observacoes que
se fi/era, Mistenlnu asna emenda, e cppoz-se do
Snr. Sehsiia6 doRego, por ella ir demorar eote ne-
gocio, pois que assini liuhadeser remettido ao Se-
nad" piimeiro que passasse.
O Snr. Albiiquerque Cavalcanli, romo membro
da CommissSo responden a algumas objecces apre-
senladas pelo Snr. Veiga Pesoa, e volou pelo pare-
cer.
O Snr. Biito Guerra em longo discurso defendeuo
parecer da CommissaS, os interesses dos povos do
Rio Grande doNoite, responden aos argumentos do
Sr. V( i;a Pessoa, e concloio votando pelo parecer
contra todas as emendas.
Dan-Jo-ac 111 *r
r
4
1
{
_


*
DIAMIO DB PKRNAMIZUC


o parecer da Comrrista foi oflerecido votaca, e
As emendas julgr*6-se preiudirad.is, o a Jo Sr.
S' hasts do Reg jnlgou ee prejudirads, como emen-
a ao parecer.
Entrn em discussa a reso'ucaS que autcri-a o
Governo a conceder .para o arahamento ilas ohiasda
cpsa de corr< ica5 dota Corte quatro lotera* annuae,
segundo o plano das concedidas Fabrica de listam-
paria de Andarahy, etc.
O Sr. Baptista Caetano ohservon que tendo-se i
concedido militas loteras, e havendose consignado
48'"no^ooo rcis para a casa de correica, offerece-
i ia huma emenda para que em vez de quatro lotei as
fossem duas.
A emenda doillnslie Depotado foi apoiada.
N-'5 hmve votaran sobre a materia, < m consecuen-
cia de iirt a ver rniroero de Depulados paia formar
ca>a, e o Presidente dan dfffeTentes pVojprtQs, levant- u a sessa dez minutos
antes das dua horas da tarde.


diversbs reparticoens,
ppt meza das diversas rendas.
A paula he a meima do N* 35.
EXTERIOR.
RUSSIA.
amS 'hisallemies j fizeraS menc^ por difieren-
tes ytzes de huma f..|la dirigida deputaca do cor-
po municipal de Varsovia, pelo Imperador da Russi'a
ua sua ultima visita a esta cidade, queso se fazia no-
tavel pela sua extraordinaria severidad. Bem que
estes papis nao teuluG publicado semelhante docu-
mento, podemos dar oseguinle como copia autheuti-
. Sei, Srs., que desejais fallar-me ; nao ignoro
mesmo o conuudo do voso discurso, e lie paia vos
nao dbrigac a mentir, que nao quero ouvi-lo. Sim,
Sis., para vos na5 obi igar a mentir i orque Bem
conheco que o* vo^sos sentimentos ua5 >a5 taes como
me queris f-izt-r ao editar.
E como lite dari.i crdito, se me do pistes a mes
m liugoag m na ve-porn da revoiucad ? Nao eris
vas mesmo. que me falla veis ha cinco anuos, lia oito
mm de f'leliddde e de amor, e que me fazieis os
minores protestas <|e lnnu^e^a sul>misa5 ? Ealguns
d.>s d- p'iis violastesos vossos j tu amentos, commettes-
tes arges honiveis.
O Impeador Alexandre, que fez em vo.-so favor
mais do que hum Imperador da Russia devia fazer,
que vos cnchcu de beneficios, que vos favoreceu mais
do quea seu proprins subdito*, que vos tornou a
nnca mais (hueseen;, e feliz, o Imperador Alexandre
s leve por paga a mais negra iutMtida. Nunca
vos Srttifrz a voma posic.i, por van'ajosa que fase,
e a araba-tes por dt spedacar v-. mestnos a v-.ssa feli-
cidade. Digo vos agora a verdade para v sobre a nossa mutua posica, e para que-conhecajs
perfeitamente o quetenfles a esperar, pos que vos
Vijo e vos fallo pela pi aieir.i vez depois de revoluca.
Srs., quero aeces, e nao pala vi as ; cumpie
que o arrependimeuio venlia du roracao ; ftllo-vc-
sero me en. oleiiar, bem vedes como eslou sncrgado
e tranquillo ; n*5 conservo mneor, e concoirere pa-
ra, o vosso bem, roesuio a vo,o de>peito. O M*re-
chai, que vedes junto a mim, desempenha cabalmen-
te as mi nhas inle.'iiuesj e peosa tambera na vossa fcli-
cidade.
(Ao ouvirem estas palavras, os membroi da depu-
tac5 saiulra o Marechal.)
Que signi6ca5 essas >audac5es, Sr-. ? Pnmeiro
que tuilo he de mi>lor cump conduzirem-se como h un. ns de bem.
Tundes, Sis., a eseolher entre dous partidor :
ou per-istir as vossa.s illtises de huma Polonia inde-
pendeole, ou viwr tranquillamente como subditos
iei do meu governo.
Se vos obstinis em conservar vossos sonhos de
huma naciunalidade distincta, de huma Polonia in-
dependenle, e de outras semelhanlea chimeras, cha-
mareis fiobie vos as maiures desgracas. Fiz levantar
aqu a cidadella, e vos declaro que ao raars leve sinal
de revoluca, farei fulminar a cidade e destroirei
Varsovia j e nao serv eu por certo que a manda re
reedificar. ._
Muite me <;ujta fallar-vos assim, mu penoso he
para bum soberano o ter de Ira'ar del'arte os ses
subditos, mas euo fasopara vo^s bem* A vos tora,
Srs., merecer o rsqueclmwto dp passado, e he 5(5
pe vnsa condm la e stibn>isad absoluta a<> meu go-
vn no n"e o podereis conaeenir.
Sei que ha correspondn que para aqu se mandan pesimn esciito, e que se
prornra perverler os anJmns. Mas melhor polica
do mundo, com huma frnntpira como a vosa, n*5
pode impedjr s refaces clandi-stinas. A vos m'esreo
compre vigiar e-desviar o mal.
He educando bem os vossos filhos, inculrando-
Ihes principios de leTi^iaS e de fldelidade ao seu so-
berano, que poderes continuar na nica linha de
condurta que vos convero.
E no nielo de todas esas desorden* que agitaS a
Europa, e d todas essas dourvinas que abala o edi-
ficio social, he a Russi a nica potencia que se con-
serva forte e 'litado.
ii Acreditai-me, Srs., he huma verdadeira felici-
dade o nerten Se vos condnzirles bem, se preeni brdenos torsos de-
ic e, contai coro a ininha sollicitude pnt-rnal, e nao
ohst-ntp ludo que se passou, o meu governo pencar
sejriprena voss fe'iridade.
Recordai-vs bem do que vos digo.
(mpartial.)
Guern'y, i9 de Novembro.
O discurso do oppressor da Polonia corpora
ca6 Municipal de Varsovia, tero sido altamente cen-
surado por toda a mprensa franeera*, e roe'oio al-
guns iornaes infilezes (en're q^e, em regra geral, naSsaS favoraveis causada
liberdade, viera prestar o sen apoio ao grito .geral
de indignaca. Por huma circunstancia que enta
muito st-ntimos, nao nppareceu este extraordinario
discurso no nosso ultimo numero, mas temos agora
menos raza para lastimar a sua nao pub'iracao, por
termos depois disso feito desappfrrecer toda a duvda
qne exi-^tia acerca da sua authenticdade. Hoje se
sabe qne es-e documento tero tanto de aibpntico co-
mo de feroz. Nao sal afeito cem ter privado os Pola-
cos da sua nacmalidade, de ter confiscado as suas
piopriedades, desterrado os mais virtuosos do seus
compatriotas, de baver-llw .--r> aneado os sens filhos,
e de ter feilo pesar sobre files toda a c; dades, veio agora o insen da sua Iniquidad?, juntando o insulto as injurias pre-
vias Mas, talvez aso convenha.
Talver que este acto apresse o dia da relribnica,
e que o tyranno conbeca. como j ontros lyrannos
eonheerao, que havia califtladn m-I o poder de sof-
friment das suas victimas. A sua ultima phrase tai-
vez seja mais bem obedecida do que elle e-merava. Diz
elle : Lembrai-vos bem do que vos digo, e sem dn-
vida lies o nao e.-quecer, nem est por ventura dis-
tante o dia em que provar ao seu opprcssor o quan-
to he boa a sua memoria. Cbegar o momento de
tomar cotila, e enla mui'o nesejaria el'e que estes e
outros laes dos se.us actos se (vessero esnuecido.
O ti'Curso de que fallamos diz-se nao ter sido pre-
meditado, e ju'ga-aeque o se.ii carcter assoma-
dootrabio, e o obrigfm a declarar rom demasiada
franqueza os seus verdadejros sentimentos.
O calor e liberdade com que os papis francezes,
e particularmente o Journal des Dba's, tem enm-
mentado esta extraordinaria amostra Je indiserca5
imperial, excitou a maior consfernaca e raiva na
Embas.ola Rossa en P.ris, tanto assim que se inti-
mop que a nao -eiem aquelles sen'inentos desapro-
vaiios pelo Governo Francez, nao seria rer.hido em
S. Pet'-rsbu go o seu novo embaixador. pen a '8
que os Ministros deLouia Phippe na5e>ta di-po-tos
a dar a satit>faca5 que se ex ge sobre este ponto, e mes-
mo se diz que o Mouarcha nao tem diiiculdade em
euvolver-se em huma guerra com a Russia, a fim
de ganliir a ua perdida populardade.
(ChaniR-1 Llands' Gaiette.)
PAKIS, l3 DENOVr.MBRO.
O discurso do Imperador Nicolao a coi poraco
municipal de Varsovia he bum extraordinario doou-
mento, e nao podemos de&ar desuspeitar quealgum
amigo secreto da Polonia o inventou. Quequerer
o Imperador Nicolao dizer com taes palavras? Qual
sei a sua intencao ou fim ? He a Europa que se dirige,
ou Polonia ? Nio era possiveI que elle ignoraste que
suas palavras resoario por toda a Europa, pois que te-
ve o cuidado de declarar que eslava hem ao facto da
exilenca de con e>pondencias entre a Polonia eo Oc-
cidente da Eorop-. Rm-vio buscamos descortinar o
alvo do p'tenlado, porque impossivel uos he conside-
rar o seu discurso como simples parlo da iiidiscricio
de hmn despota irritado. At* aqu ootra era a ida
que formavamos dolmpcarlo-da Ru-sia. Cousidei .<-
ramo-l il'ustr.do, discr-o. paciente, hab; .-an-*
da que o tives>eroos emc.n'a deadveisario da P.uropa
Occidental, e inimig" da liberdade Frne. za e iHgle-
ir>, ainda aisim no* inclina vamos a suppor-1he mais
que ordinarios talentos para governar. Militas veze
denunciamos a ambicio da Russia, e mes.no revela-
mos huma oceul1 > admiracao prla fortuna que aconr-
panhava aqnelle Loperio. e pela habilidade com que
era govimado. Deveremos abandonar es>a d(5d.-,?
Seremos forcados a ver no Imperador Nicolao hum
Pi incipe inferior sua poaicio, oescravocego do seu
ou do odio do povo, lisonjeando o anligo ranror do
Russo contra o Polaco, e havendo-se mais como chele
de huma t.ibnselvag"in, duque como-Monaicha de
hum vasto Imperio?
O discuto do Czar nio p le deixar de rerollar
todo o c'acio generoso. A sua v..l.iir< s pode
comparar-ve sua grosseria. He a antiga Russi., d-
pedacando de/iovoo delcacado manto da ctvsacio
que and;i lo nies-iuirihainente acobrlu. A sua cru-
eza te>n visos de fioma poca anterior mesmo aorer-
nado de Pedro o Grande. Depois de hum tal ditcuT-
so, he S. Petersburgo huma residencia de demasiada
civilisacio para o Czar- Convm que parta quanto
anies para Mosrow, e v esconder-se no Kremlin no
anligo casi el lo delvan 4/ Nem o palacio deCatha-
rina, nem mesmo a buraca em que habitou Pedro o
Grane em quanlo edifica va S. Petersbmgo, pode
convir a hum Principe q"e falla em arrazar cidadesr
e deixar s ruinasap* si.
E se nos len.brarmos a querp laesafTronls sao dii i-
gidas, o quanto heeeneroa aquella naci* oquanto
he desgiacada^ e o como foi onqui.^tada..... Mas
ha consolacio comtudo ne-ta cou6sao, ariau. ada a
colera do conquistador da Polonia. Bravos Polacos,
este eatrbilho do vosso hjmno nacional:
Polonia, tena adorada, inda nSo pereceste. n
encerra algnmn verdade. A tena humedecida pelo
sanguequederramasles paa assegurar asna indepen-
dencia, ainda palpito. Pulsa ainfla o patriotismo den-
tro do seu alropelado coracio, e he o vencedor, he o
tyranno quem no-lo diz. Pensava-mosqne a Polonia
ja nio exista, ou sobreviva apenas nos inlelizes des-
terrados que escaparn ao alfange rio algos. Mas esla-
vamos il'uddos O mesmo opp-e sor nosaffirma que
ainda ha huma Polonia, e oa-sassino he forrado a con-
fessar, na sua raiva, que a victima que nao pode aca-
bar, ainda re-pira.
Poderia ler-se acreditado, ao ver huma depulaco
de Polacos saudar o Impeador, que airrda a Polonia
tinht filboa que o seu jugo aceilavo. Mas o me>mo
Imperador Nicolao nos diz que isto he falso que a
mensagem, o protestos de fidelidade, ludo he falso.
Elles sao Polacos, nos somos Buscos ; elle* norabo-
roinio irrevogavelment, e nenhuns sentimentos po-
dem existir entre nos, salvos os do odio eda vingauca.
A Polonia falla verdade quaudo diz que se submette,
e mente quando promeite ser fiel. A resistencia he a-
inda o penssmento mais profundo do seu coracio, ea
insurreicio odever eterno, e a e>p-ranca de todos os
dias. Ha) o Imperador da Russia quem no lo d>z.
Era fcil desunpr que nos ltimos qutro anuos
tivessem os Russosganho at"guma influencia em Vr
sovia, que o Governador Geial teria mnciliado alguna
nimos, quesera menos contestado e mais res-perla-
do. O Imperador porem sabe o. contrario, e o dia ao
mundo. Nao ignora elle que quando os Polacos san-
dio bum Malechal Rus-ooniofazem com sinceridade;
e que a Polonia nao pode arrepender-.-e doque fez.' E
arrepender-se de que ? De ter por tres vezes tentado
leviver ; 'de ter baiidoos Russos, emeacadodeirocar
o seu Impriio ? Arrjependa-*e ella do seu heroi-mo,
e achara entio favor no Czar. Mas st hoje o senti-
ment que entorpece a coragem, efaz do genero hu-:
mano cohardo*, ainda nio tocou ororaco Polaco..
Nio; a Polonia nio se arrepende. Giacas Pi-ovk
dencia que I he d hum lal espirito, e ao Iu.perador
que altamente o proel- mi.
A Polonia nio abdirou a sua nacionalidad*^ nem
as suas esperancas da redemqcio. Esla^ nio esli con-
fiadas a seus desterrados, ellas se nutren na mesma
Varsovia, debaixo doranhao Ru-so e dasameacas do
Imperador. Nem a Polonia se aclasolada, cunse
poda suppr, do reto da Europa. A policia Russa,
vigilante, hbil e severa nio pode evitar ascomniuni-
caces entre a Polonia e os seos filhos no exilio. Ti-
nhamo-aoscostunado a lamentar a ceguehra eo silen-
cio que peavo sobre a Polonia, e o maro impenetra-.
vel que a cercava. Mas enganavano-nos ; o Impera-
dor da Russia nos dizque a Polonia se corresponde
com os paizes da liberdade, e que do exterior lheche-
gio anda palavras de consolaciu e de esperanca.
Nesla pintura da Polonia, eeboeada pelo Impera-
dor 4a Russia, nada vemos qie possa assuttar a Euro-


DIARIO DE PERNAMIiLCO.
8
S
na ou "desanimar os desle rados Polacos. Dev ni es-
tes p*-l" loiuraiio agade-er, a 9, M. I. sigmtica
Me llies d'Mi, e o- Di pula ros tli- Varsmia le1 eni pa
corita o piofciii elle o,sen>menlf quedmrfta*r seos
coract-s, e (jue nao oua ennHir. Ag-ra lh- po-
dern dizer, N.- vos teiiaiiio*engnad.se vos di-
rgissemos a palavra como a nosso Solieran-. Nao so
mos, e nio queremos ser Rus-os. Somos anda huma
n*cio ndepeiidenle, rerouliecida por traiados Euro-
peos. T nunca consentimos na nossa rniua, nem al>andunm< a conscienciosidade de nossos din-los. E-la cuiivccio,
este reconhcimento de woso direilo, ios mesmo o
ten res, Se_nhor, s->b a ima do nuioiso, eeisopor-
que ha 30 alios haveis frito todo o po-sivel por exter-
m nar-no* e ai ab.r eomnosco. Dizeis-nos que lie fe-
1. Made perleii: er Rusta. S conhrceraos tal feli-
cidare pla malrica de nos-os ir mi-, pela devastaco
do nos-o piz, eporannacas e desti uices ignae* s
que acabalada proferir. Qnanto a soliden da Russia,
sahei. que tunda que pequeos ein numero, m m ar-
ms e seui recursos, fajemos estremecer o vosso Impe-
rio, e anda o esln pido da nosa derrota ame.lionla o
vossi poder, e vos ro iba a calma e modeacio que
devem ser allributos dos Monarchas. Pensaremos as
vossas pala vi as e ordens, e damos gcacas aoCeopor
proclama-las pela toaa boca, substftuindo os vossos
verdadeirossentimenios, pelo que disimulando po-
deriamos apenas ler balbuciado. Esta ver.lade, Snr. ,
loconsoladora para os exilados, tio honrosa para
nos, tan impoiloiile para a.Europa, sois ti a nica
in-ssod en Varsovia que ousaria proferida, sern ser
instantneamente entregue s mo do algo* da Ru-.sia.

(Journal des Dbate.)
14 DE NONF.MBRO.
No seu discurso toa Potaros, esqueceu-se o Impe-
rador u olo de que a Europa o e.-culava. Mas nao
foi esta lambem a unica cousa de que elle se nao lem-
brou. Esqucceu-s'e dotiatadode Vienna ; esqueceu-
se de seu ii mi Alaxandre que o fez Imperador, e es-
quecu-se do que deyia a seus alliados o Rei da Prus-
sia e o Imperador de A u t > i a, quand<> fez a declaracio
de que era a Russia a unica potencia firme no meio das
revolucoes que agitavio a Europa. Se nesla conduc-
ta eutou alg'uui calculo, annunria ella grandes desig-
nios ; mas be nao eutrou, inculca singular ceguei-
ra.
.O Imperador (rala de chimera e sonho, a idea de
huma Polonia dial neta do Imperio Ru-so. Nao he is-
topolilii. Os Snrs. de Talieyrand, Metteernirh,
Castlereagh e Hardemheig, e( o todos dessa opinio,
buje denunciada como chimenea \ e tanto o erio que
icsisliro na adoptio do i. artigo tratado de Vienna,
qu-estatu que a Polonia U-r huma adroinistiaefo
disliucta e separada. O congresso de Vienna tinha
mil diversos interesses erazes para proteger a nacio-
nalidade da Polonia, mas abandonarlo tudo Russia
aexcepci" 'o nome.
Nio so o > ougreso, srnio. tambera o Imperador
A'eiviidie, iiteTnteiio o Ira' ido de Vienna ueste sin-
tido. Lea-se talla puclamacio ao lomar posse do
Gii>n>-Ducado de Varsovia em i8i5. a O im da
guelra, diz elle, era reconquistar a independencia das
naces, e dar ihes por balea; principios de juslica,
mderacio, e ideas iiberaes, por tanlw lempo repri-
midas peto despotismo militar. Quanlo Polonia,
(limpie inclui-la huma vez mai no circulo das naco-
es. Polaco, coniititiou o Imperador AW-xandic,
admiro a grandeza d'alma, alismeza aeoragem que
ende desenvolvido para recuperar des a existencia po-
ltica do vosao paiz. 0-. trrlados de Vi-una vos ttifor-
mara das cucuostaiicias polticas da Polonia. D'ora
Bvanteo v.-s$o.patriotismo encontrar as vps&as ins
tituic5es ua< ionaes hum flm perenne e digno do em-
prego das vos-as faculdades. 0 Imperador Alexan-
dre prt.nietie enio o uso da ngoa P olaca nos aetos
pblicos, o emprejo dos Polacos nos lugares \a ad.ni-
nistiaiio, lium exercito nacional, hum reino da Polo-
nia, e falla da garanta que lhe.i promette o tratado de
Vienna.
Pude haver cou-a mais clara a expresiva do que
esta lingodgem do Imperador Alexandre ? Infeliz-
mente huma morte prematura veio por termo a seus
das, e o Imperador Nicolao que Ihe succedia, pro-
metteu Polonia a continuadlo do gorerno 4e Ala-
xandre. De indo is'o se esqueceu o Imperador Nico-
lao, e agora sabemos oque elle entenda por eserptos
e documentos perniciosos que lhe tornavfo a Polonia
desaffecta. Por aquelles perniciosos esciiptos enten-
da elle sern duvida, os arligos do tratado le Vienna.
O Lz-r Nicolao dij aos Polacos que Alexandre os fa-
voreceu de roais ; e aqu temos este momrcha acos-
tado por bom Principe que lhe deva o treno. O que
he fura de duvida porm, herjue Alriandre fe?, mais
por seu ini o do qi e elle meie-irf. Mas esta acensa-
rn he-o elogin no In perador Alexandre, que snirhe
reslslii airodio b'i.ial dos Rus-os entra a Polonia.
Alexandre sabia goverar, moderar e rs'ring'r opo-
voqnegovernava. Era istoo que convinha ; malpa-
ra con-egui-lo lora preciso conciliar e nao irritar os
Polacort.
Mas nao oentendeu assim oTiar Nicolao. Tem
elle todo o odio inveterado de huro Ro'S'gajyiitra a Pe-
lona, e perdendo de vista a benevol- m^Re seu ir
mi, persi gui e opprimio' esse infeliz paiz. Dauui
nasceu a revolucio re i830. Agora mesmo, mal cntn
prebende elle os. nobirs designios e elevados pin-a-
mentosfde sen irmios, que hum senlimento de gcati-
dao I lie de vera ler ex pinado, Pouca adroitacio nos
causa porm que hum ente to infaluada como o Im-
perador Nicolao, nio possa coinprehender u Impe-
la dor Alexandre.
(id.)
FRANCA-
O Journal des Driats de i4 de Novenibro an-
nunciaqueas Cmaras Franrezas serS convocadas
paia o i .* de JanerVo, em vez de a8 de Dezemhro ;
mas o Courrier Prancais diz. que se decidi que se
iid reumriaS antes de iade Janeiro. Diz maisesta
latela que no principio da se>s<<5 o partido do Sr.
Dup'n propor huma lei para a purificacaSda memo-
ria do Marechal Ney, s- bre as mesmas base daquel-
la que Toi decretada naHe-panhaem favor do General
Riego.
. As folhas fcancezas conlm muitas tartas de Ton-
lon que procuiaS explicar os motivos do armamento
no arsenal, dizendo, queem Malta, Genova, Coifu
e Zante pensava-se geralmente que huma esquadra
Russa, viuda do mar Bltico, ia elrar no Mediter-
rneo, igual em foica esquadra Iugleza no Levan-
te. Falla-se de Cagliari na Sardenha, ou da Bahia
de Palma, como ponto de reuniaS da esquadra Rus-
sa, e dizem queo objecto desle movimento he pres-
tar auxilio aos Pretenden les.
Corre tambem queo Rei de Sardenha est aprnm-
ptando todos os seus vasos de guerra, para intimidar
o Governo Potingue/, e que ha dados p-ra se acredi-
tar que esta resolura foi tomada em Taeplitz. Do
ou11 o iado sspi>ura se que huma divisan naval Pian-
ceza, composta de 15 naos de linha e hum numero
proporcionad., de fragatas e viso pequeos, est pa-
ra leuuir se; queja se dera ordens a este effeilo, e
que o cumuiando ser confiado a hum Oficial da mais
alia graduaca, que deve ler s suas ordens dous
Contra-Almir accrescenla-se que o orcamento do M nislerio da Ma-
rinha se est j aprontando, para a presen tar-se logo
no principio d ses-a, e que se pedi< huma somma
tal que pe milla por toda forca navai da Franca no
p d guerra.
O Sr. Pqi talis leu Commissa o seu relalorio so-
bre o negocio de Fieschi, para o qual porm, hum
outro mi-mbi'o da Cmara dos Pares lhe forneceu os
drlalhes. Cinco ndivdlIOS sao ali declarados crimi-
nos(8, Piesi hi,_ Morey, Pepin, Boireau, que deu o
siripi nos Buulevards, e liuma nutra pessoa, queem-
p csiuo osen passaporte a Fieschi, c cujo passapor-
te lhe l')ia encontrado.
O Moiuteur de 0.mingo annunria fina'mpnlede
huma inaneira ofliei.il, que o Sr. Pageol, encarre-
gado de negocios da Franca em Washington, rara
mandado retirar pelo Governo France/. ern conse-
quencia de ler saludo da Franca o Sr. Bailn.
O Re de Sardenha, se devenios acredite ^ repe-
tidas noticias que temos, perd- u de to lo a raza5. Es-
t promulgando decretos os mais absolutos e retr-
grados, e p>epara a sua esnuadra para reconquistara
Pennsula em favor de D. Carlos. Os navios mer-
cantes GenoveZes tem medo de entrar nos portos de
Sardenha com receio de que sejaS ncrulaJas para a
iiiarinlia Real as suas guai uices.
A questa da iiidemuidade Americana torna-se
cada dia mais intei e-sanie. Porcm, neubuin dos
ornaes Iraocezea pensa que o resultado desta drsaen-
ea, aeja a guerra* (iu)
j gres-o. Esta opinio era fundada sobre minha firme
comicc5 rpie o General Ja-ks< n deseja envolver ste
paiz na guene. A cal ala demoralisada que o rodea
deseja a gnei ra porque ella ab>e as comportas da cor-
ri mifiistiaca8, regosija-se na delii iosa perspeclivo das
pi-xinchas que Ihs offertcer o estado de guerra.
Esl*s lu p as al'unda no palacio de Washington e
excita5 o velho imprudente que .'e acha testado
goveinvi, a actos di- loucura e dese-peraca.
Com cnnheriinento rieste- fart' s n6 poda anlexer
como se havia de efTeituar huma composicu. OGlo-
be nao quir. responder s qtifst5es que lhe dirig acer-
ca do B..ra Rosihclnlds. Este eminente Banqueiro
inglez he com effeito o Ministro Plenipotenciario dos
Estados Unidos unto Corle de Franca. Nao deve
esta lerobranca enrher de pracer e de orgulhoo patri-
tico peitode todos os Americanos ? Pois bem,
este l'.mliaixador Anclo-Americano apresenli.ii o seu
requeriniento e recc-beu a sua despedida. O Duque
de Broche e>ige huma satisfacad antes do pagamento.
Se pensis que o General Jai k>on esleja sin prendido
ou desgo-toso vista desta occoiremia, estis enga-
ado. Ella, so contrario, lhe ofTrece a occaaS
que ha muito piocura, de derramar tro sua lingoa-
gem tosca a amargura de seu odio contra o governo
Francez. Este odio tem sido abofado duranto o in-
vern, maso sen peito, qual hum vulca, nao tem
deixado de aider. ,
He preciso que a naca saiba que os parsitas do
Gabinete, os olhns filos no saque, esta6 pela guerra.
No principio da sesead, alguns dos pequeos strapas
denion trai no Cmigres-o a necessdade de pr
disposica do Presidente 8 ou lo nilhues de pesos.
Se pa-sar esta prop sta, que famosa colheita haver
pm-a este bando de faciuorosos O receio de hum
rompimento possivel com a Franca j fez que se acau-
lelassem os notaos capitalistas. EllesdcsOubrira em
fim, que a boa recppc*i5 que se fez ao Sr. Livingston
s leve por fm ciear huma liusaft. A p-imilivain-
leiica foi pioduzir hum effeilo theatral, a segunda
o tornar menos pesada a queda do Sr. Livingston.
Foi o final da carreira poltica deste honrado dipl-
mala.
(-Alias.)
(Do Jornal do Commercio.)
H
ARTIGO TRODimriO DO UNIVERSAL.
ESTADOSUNIDOS.
Noya Vork, 4 de N.ovembro.
Nestes ltimos quatro mezes de nossa corres-
pondencia, nunca qgixei de declarar-lhe a minha o-
piniaS sobre as difficuldades que achava no ajuste dos
nossos negocios com a Franca. Sempie pensei, e
assim o tenho declarado em adobas cartas, que a
questa seria reproducida na futura scsa6 do Cn-
__A muitos dias que os nossos escriptnres e lena
lugamente oceupado das concorrein ias de que ha
sido o thealro a Provincia limitiofa do Rio Gran-
de. O Estandarte comecou em seu n. aao hum '
A'liio:a Consideracoes polticas sol re a re?o-
lovio do Rio Grande n c o modo com que tem ex-
pressado s Mas considleracftea, e as propcaiedes que
tem compieemlido nella, provocatio o Nacional a
o Independenle dseussio que se lem seguido e
prolongado por tantos dias.
Persuadidos de que a queslo da juslica e u'ili-
dade das revolutes he muito delicado e que se
nao pode decidir com argumentos geraes, sern nos
exporinos as mais obsurdas consequencias, temos-
nos ab-iido de declarar juiso sobre a revolucio do
Rio Grande. Porem, ou seja esse movimento o
preludio ameacador de novas tuibulencias : ou seja
o principio de huma regenerado benfica ( o que
s podra resolver o tempo) nao temos podido ler
aem extranhar, que os editores do Estandarte, atlri-
buindo a preparadlo ds revolu.cSes, em geral, a
dissimolaca, a a-lucia, e a intriga, e sua execus-
sa5 a forsa, nos assegurera que o triunphu Ibes im-
prime o -elo da legilimidade.
Confe-samos que nio esperamos onvir a pro-
clainacio de hum principio, que em nosso tonceito
he, em poltica, huma heresia detestavel; o succes-
so justificar e legalisar huma empresa preparada
pelH dissimulacio, astucia, e intriga, que absurdo!
Que pernicioso e ante-social principio! So elle en
serra a apologa e o elogio de todo o revolucionario,
e de todo o que se atrever as destruir a Institun;5es
do seu paiz com tanto que o tempo coroe asna
empresa. Al agora est eseandalisao o mundo cal-
lo com mxima atroz do que a nobreea e santida-
de dos fins e objectus juslificio lodosos meios.
At agora a Moral se subleva rocordacio de que
houve hum tempo, em que se ensioava e praticava
semelhanle doutiini. Ate agora tanbm assevea,
a imparcial historia nio tem podido perdoar a Ce-
sar o passar o Robicon, nem a Napoleo o dia 18
brumaire, apesar de que hum e outro tendi co-
berto esses grandes attentads com huma immensa
gloria.
Depois disto ; c de tudo o que tem feito sofre' aos *
hotos Estallos d'An;erica as molucCes, niodetiaqiea
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DIARIO PE PKftNAMBUCO.


certa mente esperar que hum enriptor"sV*nias.*e
a ser-nos que o triumpho U>e* irnpiime oseJIo
da 'egli-laiJ.'. u conn. podio Uuio cr*r que de-
pon de biim.i leprovarao tu5 prouUnoi. da d.iS \*s
defacto apaieieria que ni dice.**e (|i mem, que gusa de opima o em sen paz, pode rfsvr
huma revoluta, cqueptit sso nao jn m^is-do
que ertfpenhar hum,pa> ldo, proclamando, de.*emo-
lar a sua baud-ira, suiprehender, .impor, e derri-
bar as Authoi dade* ?., --.
Oissemos qye nos abvlinhaaKH de derla i -a-r ins-
si> jiti.su sobre os motivo- do arcb|>le.cmen.f->8 do Ra
Grande; qualquer, que a nossa opiuii esle espei..'
to crunos que sei ia l-aivid-itl-, ligeheza, e sobre
todo impohtica, .meternos a julgar negocios, que
aletn de nos eeraheio, lie iinpo-sivel apre< iai eiu-
se cora, j.titesa. O Jempo e os socoesans sao so is
qae nos pode rao ieveldr as vi-tas dos ucloi es desse
motimenio, e tiles no* dirj.. se foi mressario, justo,
do desde albora ler|>o para e, que pareca huma dif-
heulda.de a,venda dos navios Portup'uenps, torrftills 0
'IVjo pelo Ahiiiraule-Roussin. Cor emito wc"i iGcou*
6e hoiit>m em prnericit de hnm grande numero de
negociantes de J5i e*t e dg porios visinhos : eis aqu'i'o
r-a'uJiado: a. Fragata Penda l'.-i .ai rematada por W.
Detujal de Loriante-pelaq^anti f-.0,b00 IV. : Pi%*
Rt Amazcna p.r \l, io.iiier p Di.boia, de'fie.t,
pela <|iia^| de 56,2oo francos, a Corveta Lealdade
pwi m. ilHyd, de Loiient, por 22,000 Ir. : o Bri-
gue D. SttyMiao por J)ousIen ide Bnsl, por ia,ooo
ti ancos. '.
^A Artilheria foi comprada por corita do "Goyerno
Poiti.jjii.z ; a da Perola por 7,200 Ir. : a da Amazona
por 6,000 f..; a da l.eald-de por 8.800 fr.
E'e 11.. ti o, en l reanlo ,que se i|ie nao da va Imm
destino, apo hertio ese deteriora va a cinco anrmsVio
fondo dopoito, de forma que esli em hnm estado
miseravJ, e piov*vdan t.te vio aer desmanchados ^
* nlil. ^ que' nicamente queremos, he* mamles- J rom ludo f. lia-se em ..apar-albur hnm p..ra seentiar a
tur a nossa desaprovoiio as doulnrias proposites, pe-ca da halis, oque se se teiifi.ai far' honra a
as w i'fiwdtoa**Hleit por huma ncressid-de geral he. que
que emitir o Fraudarte em anas ofishiera^e po-
Utoas si bre- a revoluc-e do Bi. Glande. Pode,
ser que o seu chefe ?eja hom heme, (|e fca a le-
licidade do seu paiz ; por m a txpe enca de 25
anuos, a historia de muijos .seclos, nos fd en timi-
Jjo ; ellas nns rnosau. que huma revoiuo piepa-
tada pela astucia, dissimulacao, e utinga, i*{o he,
nientfiido-.se, calumiiiindor-se, coriompeiido-ae,* e
desviando se a l'orca deseo verdadeiro desutio, ato
he, commeltendo se violencias, dei ranTando-se->.n-
gue &c., nao faz niais doqoe abrir a poita atiiovas
e HittTininaveib desoldeos.;, parque enlao >obievem
03 partidos, as dispolas, os. conflitas entre o., qi.e
qu^i,e ideamos que se hav:ao ligac'o por ds iifiulaca, a*tu
ca, iutriga, di\iiem-se deposda viloria, e prolon-
gan a lua, sem que esla jamis teiu.ine 1 elo' tttn-
jilio da razo e da vontade puld-a anUs *m liit'or
de huma lacc|o que se nao comidera sigoia--.se nao
exterminando a lccio contraria, e erigindo..e*u
dogma a aihitiai icdiide e o absiluiismo. Sequa
rem a prova. disto, bastar laucar as. vistas sobre-
todo o velho" e novo mundo.
t-He lab palen!' aterdadeda doiitriua do aflijo
anteiioi, que escusa de- cammenlai io pura aquellas
pesseas, que conhereiu os males insep.iravt das
fevcd:o,:-s 5 e"
do pit-p iradas
produsent algum bem, e a-mda ass>m a -cusa de
grande* sacrificio?. Mas quando a amhicohe o .*eu
principio, a dissiiiula^o, a a.siiuia, v, a in'.j;:ga, oj
aeus instrumentos, eniu nein delUs reioila o beui
f do maior numero, uemosque >'S lesean |oi.lhem por
uiuito lempo os l< uctos que e-parava. li (parque
US aijihiozo aveuturso-se mi siias empiesas, anima-
os por esemplos de olidos, e sempie t< m 'Am
para infiaOiareni osseu* Considados menos ^^u^a-
U)s, segue-se rjue a aiiaKjoia se torna i>z *al. e a
yu rra civil hum emjirego de discoi t utei-. Lo.ios
s que do impulso a levolotes, proiui tem ta/.i r
* t d-litidade i\a Patria,, qmj nunca se"ralisa. Ma-
lu-se is hoineus por uo\ a. fui mas de ro^iiio ; inas
pas.-ao de um sem nulo a tucoutiart-m essa pLdra 1 hil- sopii-1,
Comque os Uudem os di-vi mola do.- anihioosos. Jyl-
gou-.se no Mxico que a Moiuirquia Consltucioiiai lhe
tira piovui losa ; seus h>b.Untes corojra hura Mexi-
cano, que mullos sei ticos prolaia a independencia.
? Liberdade da Patria 5 depois fizero-o descer do
iroiiM, uiataro-o, A redera ci paieceu ennvir
mi-lhoi-, 111a- coidm os ambiciosos se n prodceme
liuus a p iz oultos, a guerra civil lanihem se iepro-
Uu!. Jlo para notar que quasi ao uiesuio lempo,
em que os Mexicano* com a armas as mios.. deslro-
em a (dera a eslabelecem, e ambos es-e* Estados oslado esto
perai.aidos que la*em o uitllinr. Quando se a.Hnba-
ri lanas. desur.dens ?. (Rundoos ambiciosos n.i
foieui ou kilos ; qnaudo o* p .vos nao quisk-reiu ser-
vir de iiislruui'iilos a eA.vao.iii deesett devoiadorcs
da sua leiii-idaue ; quau o taiisados de Untas revo-
luye.s, e bem contencidos dos de-a-tre*, que sempre.
e(la* ic-canetd se volt.rem para a Industria, apro-
vilido os iinmeosos ii ursos qne o sojo Ainericd-
nillies oflVrece para s- rem grandes e fe-lio-s. A
in.indomania lje.niole*tia contagioU 5 roas a ioalruo-
y6 d.) novo lite servir de antidoto. CKala qoe ella
se apies*;e i .
(Do Flumiri- use).
q
Uommeicio de l*r. si. f^iece que o producto liqojdo
da venda de-t.,s prisas, n|o be destinado a..s app.e-
liensor* Franceses. 11U qne servil* a'indemnisar as
victima* do'jb'oqeiu de Lisboa e Porto.
r M
(J. do Havre.)-
CAMBIOS.
Fti.j de Janeiro 15 de ezernbi o 1635.
JLal Ondres............ 93 /
Pariz................. 240
Ouroem barras......... 75 ?R p. c. premio.
DobrOes Hepanhes..... 21^7)400
|VS05-'.............. I^)i0
AJoedas de 0-2)400......... 12&650 '.
" de4&000....... 0'.^J50
PWa------............. 42 Ai '/,; p.r. J ,
Cobre tnoeda de 80 reis. 9 a lOp. c. de dosc.
A plices de6#p. c. juro., 85 '/, aS6 p. r.
(Joi ual do Coniiut rcio.)
Huldx 4 de Janeiro de i836.
desde, c, dia 15 do coi rente- Fvereiro, visto o* Sur,
CoJIertor ter colectado o mesmo na sua tahorna na
ruad" Rangel l>. a em quinze caadas pormrz, e -
gora foi paga.-Hieo simesti pastado, e levou mas
cuco tanadio-, uando a trez anrios que a venda seui-
pre'pagouquioze ranadas, como mosini' do-recibos
es qi/aeftfiz ver, e dis.-e-me o Sur. coHectcr qne cu
pagasse e.slesimestre ja vencido, e1 que no outro me
ha va deabater as cinco raiwdas, poi.s nao sejamos d-
rem sera oulros nio*.
jr^ Q-eni pretende tS0$ re a julos dmdo p-
nboresdeouro, e prta, diri)a-se ao segando andar
tfn si b.ado II na rus rJa'cadVie em Santo Antonio
da* 6 horas da maih a- 9, de tai de de 1 as 4.
*E9^ Quem pe citar de urna ama de casa dirija-se
a ra da Florentina casa D. 1". '-
Peicisa se d-.- um homem para tomar conta
de umarroas'.-m que consta de vender cal, lnllos,
uniros rnateiiaes, equeeotemla de' planee-, ns. e de-
te'mmar sen co* d..s c-eravos i ..no sojnaoo noto de-
liaz Ha. ra rio P- la cele.
93a* Quena annuerriou queief 130^J rei-i a piemio
sobre penhore.-de pia'a t ourn, 'djria se ao sobrado
rfovo dttraz'da ra do p. ltete, qu l se dir quem
os da,
JCJ^" Pereisa-se 'd'um homem que sajba ensillara
l 4 r viola p ir mu/ica ; na ra Nova ao p da p-nle
fu lllasi id |>. 2<).'
MSaH
>*-*.
1
.M
COM
RAS.
Inaco debalaiica qne se]a grande, as-im como
as com ptenles coins: na roa ta c.uieia ao p da
Cauce,eo 11. 24 "a loj.i.
JUO.vnRr.s........
Oo eoi uioeda papel.
Pars..............
Lisboa.. ,-.........
IVrii.iiiibuco........
Itio d Janeiro.......
Dob.e's rlespaiihoes.....
IVcas de 67)tO0........
^j'aso'e.jjT)............^UOO
Pesos Uespdiilioe.....,:. 8> por cttilo
P,M|".......:J........ 80 p.r.
^lJuro....... ......20 p. e.- procurado.
Nulasd') Banco........ 20 p. C. dU>
.i-v '
40
290 por 1 franco
00 por rento,
.ao a 15 por c.
20 p. c.
28^000
1 ci$)000

(Diario 4a Babia.)
WIZOS tAttrtCUL\RKS.
M^F se no Aimtuicaiu, Jornal' de Best d- 20 d-
Seteaohro.
O Commci ci') de Brest est lio di fi-ihaiio e aba'i-
R. Theail lumoa a resolu^ao decun-
bervar-i*c na caza em que est por' ima dj
loja do S'ir. Batuleia na uta do Cabun,
parque miUs pe-soa.s qu l lin hidt) lhe
tciit assevtCddo preieriietn corlar o caballo
em uiiHi sala d'utn odraio (loque ii'uria
luja. I'ret;o do corte de cabello 320 rs. em
caza, e lora a vonade das pesaoas, g&im I
como par;. >''nlear as 8 uhor-i^.
*^T> Lu Fran seo i> iib.lho; actul Rec bed..r da
D zuna da Chancellara, avio o resp tav 1 Pob'ico,
que lei.n de so proeelar 111 a lemaiac" da Beoda.an-
imal de um. cas de sobra lo de doisaillaies CjJIO So-
* Um sitas Ha 1 ua N-iVa de-la Cidade 34, o pelo pre-
go de 450J5 reis, a qual (ora pinliorad* porexecuco
da izuiii, l seu devedor Aiitunio forera, earrema-
^icose effecfuaru I -go que se fin Jem o das da L-y,
e.ha pre*eui:u d S.ir. Quuter Juiz do Civel Joee J0.1
qiliiO (ier niniano tle Mor.ris N.^v^rro.
t^* Peiiisa-se de um hoinempua tiahalhar dia-,
i i.iuuit em uin*si*i) perio v.^,4 pra as-iilir : na ruada Aurora n. 9.
<|^r Auouio Joze Alves i< scieuteao Sur.roHrc-
toi nas Jigo.tf Jeutis que dc-ixa d \ cuJi-r c. te y-m- o
VICNDAS.
i M cnvillo cm'mti.i.s carnes, que se|'ve.para se!a :
'o pateo de S. Pedio lado do nasrule'D. 6.
*X^ Rap verpinia de superior aroma do novo
auctor fabri'-adu na B-hia, e chegado pioxiinamente
no Brizne Oois Vmigoi, lio aprovado este novo fa-
bi icaole qne todos te"i Lirondo a 1'abi i a do Pi incea
di B bia, e 111 udiaolpaca este fabrican e: o f.br.-an-
le para-dif. lenca o -ni rap m.tnduu ludo ero botes
de quai ta e de meia lib a; veni<--se em poiQoens,
a ntalho na loj 1 de miudesas e Couros do largo do
Fiviamenlo I). i3.
vj^~ Doi- ucltos moco, honitag figuras, sadioi,
e sem vicio'algum,,e um (le naci Angola com osoffi-
ios de carnfefeiro^ i-anoeiio, e principios de co*nlm:
a ra da l'r. i ^m a sen aria que foi de Antonio B-
hiio: .-.dv- rle-seque ni se vend; por menos cada
uin de 600<2) reis. 011 se 'imc por dis negros sena-
dore-:, cejas ipitli ladestquihbieni lio-seo Vallen'.
W J o' portas de amaivjlo e lomo,, eni bom uso,
doisalambi pies de etil1 agoardente, um pooco de
entullio de lijnllos, e 16 pedacos de pe Iras de porto-
d na- 5 l'ontas D. J>3.
1T3^ Um eatallo ia-laiho com bous andares ainda
novo: ua iuila oiuni. 5.
t|r^" Um cavado, bom e noto, sellado eenfreedo^
por preco cooi'O'i I" : ad efttrar do atie-ro tfti Boa-tis-
ta lado djreit'i I). 5, d'a* 6 horas aleas 8 ,ia tuanlii, e
da.* 3 da larde a-' as 5. -
C^- Folinluis de porla, de Al^ib.eira, e
de Padre, para opresi'nle anuo de 1836,
por pieeo cammodo, na Flaca da inde-
f)^itderrci,i, loja deLivros N. 37 e .'3.8, e
na rti i di Madre de D^os venca que lyi
do Rez^nde.
NOTICIA. INARITlMiVS.
Taboas das rifars che tus no fono d Pernambuco-

J
V
n
i
28.-Seg.inla U- 3!i. .8
29 I'. =-46
3 -S:
4-5':
5 Aj-L
t - 4 % .
_ - 5 18 ..
a -a 5 6 6-S4
n- 42
Manh.
ERRATAS.
N,
0 Diaiio N.*36, Artigo Etterior. Braga
lei -ij-se Pra^a.'
PerThd'Typ. d Otario 1836.


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