Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02224


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Full Text
-V

-
ANNO DR
16 V. FEVEREIRO N, Sr,
DIARIO DE PERNAMBIJCO.
Pnh*miioco. aaTv. na M. t eWfcia.
._1L____IM
13 S*tfinda Ta*ladae*4 S. AMm%, Na ha deap.
IW^-1TWHHVWII. W datara*. Na* ha
17 Qaarta i* Olbaa (jeja Ai Pascoa ee*Ro oa Domiag-ot) N.
18 Quinta S. THeotonid 1*. Ret. de m ** J. d C. e m.
19 Sea S. Conreo 9. se* a The. P. and. en J. le O
l de i.
w s^*5* s- Blw*!ri B: "* **' *" m-e*** ** F' G" <"t" **
i sr polnga I. daQua
TM ae""i depende it n meMW. da na prudencia, nioitc
nJU. tCHermu: coiuinueino O"* principiamos, e ir rento*
poladocoui adini rue.no MN a Nac5e utHclat.
rri.eU.HMfa. m imkmHim Omrml Mr a.K
Salnoreve.ne a lOOOra. mnnef pajeo, adlaatada* Mita Tvatnf ra-
(la. e mh Pt.iC* da I tiiseaendeiifcia T SH : <>de *e recHiem.
correspondencia leraie*. e aiinuneio< t iiwrii4n>a t.cea ra
ii* cn'io a. |m
>>(Jliaill, IImi.. SSS'.SS!!>*:
PARTIDA DOS COKKKIOS.
Olinda_Tndo ol lianao mt-io dia.
Ooiaii. Allmndra, Parailia. Villa do rondo. Mamanffuape, ti-
lar, Iteal de S. Joo, Vejo d'Arria. R atuta, Paaaoal, o d-
Souxa. tidaiie do Natal, VWa de Goiaitninha. e Notada Prinee,
aa; Cid.ide da Prtale xa. Villa* do Aquir*. Monte mor bot.
AracalT Cascavel. Csninl. Granja. Impertira. *.. Brrnardoo
S. Joaadn rrnuiiv.,Mprar. Nnvad KIHe. h. 8. M aliara.,
achn do tanjcue. Sanio Antonio do Jardiui, (^eaeramobim, e Par*
naili Segundas e SeaOi feira* ao meio d*
SrtHto Atttan Todaa qaartaa (Vira* aa mmiO dia.
tiuruiitiun*. e Honip no dia* } c W itu mea ao meio la.
Flores ao da 13 ilr cada urea ao meio da.
Serinlmetn. Hio Porajinxo. Limeira-Se(fuiidai. QwarfM,
Sexta feirav ao uteil
m
m

m*

PAUTE OFFICIAL.
F.
RIO DE JANEIRO.
CiMARA OOa DIPutADO.
Extracte da Sesto de 7 de Oulubro.
Presidencia do Sr. Araujo Lima.
_ Fiita a chumada pala .0 borea da manhf, e echan-
>.*e preacntas.59 Dt-pulado, o Preatdcnl decUruu
t-rta a seaaaS, c lida a acta da autwente, loi ji-
p..Tada.
O priaaa.ro Secretario dando onta do njadenle
ju bull oflicio do Exin. Sor. Limpo ne Abi>u,
jaiticipando qif o Regante rm Sf >i|) do Imparador
M'uve par bom nonien ju Minina) e S*ktialario de
tado v N-gaci'.s da Julc, e lii'eiinamenta en-
arr. gado da pa.Ma dos N-gocjot do Iaiperio : ficou
Camjia iuleiivd.
Outro do Ministro da Guerra participando que o
leg< ote m Nome . rto nomea-lo Miuiftio da Guerfa, o enoanujou
interiaameula da pabla dos Negocios da M.uinha fi-
|ou n Ornara inteira Outro da.Secretario do Sanado, remetiendo homa
}\ oporfca do mamo Senado appn.vanelo a apoceij-
bdoria concedida a Joie Ale l'iuto Campero, no
^gar da Ajudante da AluicaS da Casa da Moeda des-
Corte : f.i a imprimir.
Fe-ae Bteoca de huru requermento de l.ourenco
lloao do Reg, uve insta pela tu geutia d<> diarus-
du projecto n. SO : remet ido ao Presidente da
niara.
Leo-*eeapprovuse hum parecer da men, o qual -
re.conh.tend metilo e bous ei vicos deTheodoro
Jur.e Biancaidi, Olitial Maior da Secretnria da Ca-
mal a dos Deputados, lite concede a licritca na forma
que i-equer, para tratar da sita sao'le.
Leit-se o parecer das Commis>6es Especiaes encar-
regadas tle rever o Cudgo presentado ein otra
r*sa6. pel Sur. Vloura Magalhes, cujo parecer
re igual ao q'te.se apiesenluti na Cmara dos Sena-
dorfs.
O Sur. Odorico Mendes pedio que se tratasse pri-
meramenta do resio da ordeni d. dia, em.que ha-
Mafi cnusas importante, para depon se pasear ao
lijado que esteva dado eui priineiio logar, para
ver ae aa-im se i'aiia a'gtima cousa, poi qe do ou-
tro modo talve ae naS vences-e nem huma oem ou-
cia proposla fui apoiada e enlrou em discussaS.
Depois de atgum debate, o Sur. Odo.ico comap-
provrtC*5 da Catatara, retmi a sua urgencia.
O Snr. Veiga rV>0 propm h urgencia pra ae di -cutisse o parecer de huma Commi>-s5 sobre hum
negocio da Paral yba, cuja urgencia j elle Imputa-
do lnha proposto emoutra sessaS, e ae r?a6 hara
vencido; e como o negocio era entre a Paiahylia e
n Rio Grande do Norte, e hum Sur. D>puUdo desta
Provincia eslava para aa retirar, par laso instara pa-
ra qieeata materia se discutiese.
A urgeiM-io propasta fbi apoiada a entro*
cnv*aV.
dis-
O Snr. Ferreira da Veiga declaro que votara por
osla urgencia, Vm tanlo, qnesej.. para ae tratar da
materia, depois dediscmiJa a reaoluc<*0 a drf augmento de onWnado lo Ministros de Estado,
cuja urgencia honlm se bavia vencido, a eslava eni
piimeiro logar.
Discutida a urgencia, foi puata votaca na5
,pa9*ou.
O Snr. Ferreira d Veiga pro por a urgencia para
se tratar do parecer sobra a Paral'j'>, quaudose con-
cluir a discussa do projecto sobre os ordenados dos
Miniatroa. Bala Urgencia foi appiovada.
MDBM no da.
CoulimiOH a discusaa sobre a re^oluca do aog-
menlo de ordenado dos Uirslros de Estado, e emen-
das a posadas.
Jug'tido-w a qnettaS de orden sufficJoiieoienle
d.cotida, fui posta votacad a emend do Snr. Vas-
concell.s emquesederl.na que o projecto de resol u-
(a se convarta em projecto de tei, e nao se sppro-
ro.
Continuou por asiseguinle a diseuesao sobre a>re-
aoluca.
O Sr. Maaiei Monteiro padio Ijcanea a Cmara pa-
ra retirar *aoa emenda, a/-i de parecer que. o pro-
jacto em discusaaS dara ir a Commis^o de Conalitui-
9a.
O Sor. Ferreira da Veiga declaren qie adoptara
a emenda que o Ilustre Depnude quera retirar.
A ero* nda do Sor. Maciel Monteiro foi i eticada
con consenlimenlo da Catatara, eoinesmu Snr. De-
putado piopo oadiani'Olo na forma que oljarute-
uuticiado.
O adiamento proposto foi apoiado, e entrn era
diseussod.
Jnlgnii-se a materia do adiamento sufficienlemen-
le discutida, eposio votaca foi regeiUdo por 3a
v. tos contra 7.
Continuou ediscnssa sobre rtsoliica, e naO ha-
vendo numero sufTicnte de Deputados par formar
ca>a, a Rm de se volar sobre a mnleiis. o IVeiden|e
deciarou suspensa a ess6 por.meiahoi-s. e linda es-
t, continuou a essu5, e nao liaveiido sisida numero
suffitieule, o Piesiueote dc.u para ordem do dia i9, a
luetma materia dada para boje, o levanlou a seasad
pela Jioia c meia da tarde.
#
---------- tai
r U-osGnarde a V. S. Secretaria do Governo da
Provincia i3 d Fereiero de i836. =13 IIlm. Sr.
Inspector da Tbeicouraria Joto Gonalves da Silva.
Vicente Thoroas Pires de Figueiiedo Camargo, Se-
cretaiio de Pioncia.
Manda S. Ex. o Sr. Prexidente participar a
V. S. que ao Inopecior da ThrZouraria expediuor-
dem para eutregar pesson por V. S. auctqrisada de
receber a importancia da despea feila no mer. de Ja-
neiro com os p'esos de Justica reclbidos a Foi tlese
de Tamandar, e a do osmenlo para a speanie dea*
pesa no msente mer Gcando assm defriida a sue
representaaao em offirio de hontem.
)t os Guarde a" V. S. Secrelai ia da Provincia de
Pernambuco tS de Fevereiro de i830. Illm. Sr-
Joip da Cesta R< bello Reeo Monteiro, Commandanlo
dsvA.n as. VitenteThoinai Piteado Figueirada
Cama*.gp, Sevwlario da Provnicia.
PERNAMRLCO.
OOVEUNO da FUOV1NC1A
Cent, do Expediente do dia 13.
I3. E*. o Sr. Preridenle miada remellar a V. S.
ooflicio incluso do Conrinaodaule das Aunas acom-
panhado da conta legalizada da deapeza feita com os
pretoa pobres de Justioa reqolhidos na Foilaleaade
Tamandar, no passado mer de Janeiro, a orsamenlo
do que ae podara gastar no presente Fevereiro, e or-
dena que V. S. mande saliafazer a quanlia despendi-
da, a abonara ormla, sendo ludo entregas i pesaoa
auctofisada pelo Coro mandante das A< hits.
AP IIGOS NAO OFFICIARS.
Odo Alegra 1 'de Dez Meu estado desande bstanle anuinada nao me
pern.ille por maia lempo eierrer o emprego honroso,
para que V. Etc. S" dignou mmiear-me : o palriol-
mo sanenle con)pello-me a scceits lo, pr julgar
enla a crise melindrosa, mas agora que a Piotincja
se aclis eos peifeito soreg, e a Aseembiea Piotincial
est reunida, prereo juslo, que se me conceda facul-
dade para retirar-me a ida privada, nico, que
eordJalmenle sppeleco ; (cando todava V, Fxc. con-
vencido, de que no gi ito da Patria aac ificare es-
ponianetamente n.inlia existencia, e prestarei lodoaoa
.erviros que poder, sempre que o bem della as>im o
exija.
Dos Guarde a V. Esc. Quartel do Commando in-
terino da Armas em Poito Alegre 28 deNoVembro
de 1835.IHm. e Exc. Senhor outor Mariano Pa-
reira Ribeuo.Benlo Manoel Ribeiro.
(Do Mnsagero.)
Mato Gfosso.
S.nhores RepiescnUntcs da Avemblea Legislativa
Provincial Mato-Grossense.
O
Presidente da Provincia tem 9 honra deexpor-
vw, que confiado na forya fysica, e moral, que soube
feliamennte adquirir nesta Provincia, emn a qual
levo a ventura dea Iranquillisar, despresou (ha % me-
zes mas ou menos) varas denuncias de eoatpetaatee
Aiithoridadea de andar o cf iminoso Joa5 Lua Ai-
rosa aluciando agentalha dos contornos deta CiUa-
de psra se reprodozir nalla a terrivel, e hedionda a
narebia do auno pascado. Agora porem vendo que aa
anas ordena para a exerucaS daa Leis acbaft se d'al-
gura modo parausadas por Iguana das AuthoridaaVe
subalterna--, e conhecendo por outroa maia dados, qoa
o Corpo anarebico da Protincia vai de cario modb
tomando um prodigioso incremento, por ver queC*;
dadsos d'.lguma influencia desta Capital se tem da
elarado a lavor desie bol ri\cl pedido, ons que par
comiserseeft tteste GoTerno n5 se acbfo p aw ate-
a
a
i



J
DIARIO l)K PKRNAMIMJCO
-
.'
menle pre/c s na Corte, ou en gales tiesta Cidadc, e
.uiros que sendo indigitad na Sed i cao de 5f> de Vfaio, hoje se a-presenta desca-
radamente pi i lerindo disrur.-os anarchicos, t< nden-
tes a diminuir a forca moral desle Governo, e a pro-
niever a pe turbacaS consequenieoiente da boa ordeno
parecendo ler este partido des aquelle ni'smo que mpelldo no c^minho do rrime
por urna condescendencia b.ix >, e verg orenlla, e por de raz da coi tina, tambe dirigir a re-
ferida sedica. Compre aoP esidente da Provincia
pelo que vem de ex pender -vos p.oa segura 6alvac
da mesim, e da su a lespotisabilidade, pedir a sla
Assemblea providencias Legislativa', guara asquea
Aasrmblea -Legislaiiva da Provincia do Rio de Janei-
ro deo .'obre a desronfianca de urna insurreicao r"e
esepavos na dita Provincia. (*) O Pnsidente ponde-
rando Assemblea a reprodnrca dasratstrophes do
Para, Provincia limitrophe dota, assevera, que ja-
mis abuata' de similbantes med-la de prevenca
ltenlas as exuberantes pro a., que di Palacio do Governo da Piovinria de Mato Grossoem
>0 de Agosto de i835.
Antonio redro d'Alencattro.
__ Illm. e Exm. Snr.Nesta Provincia nao h no-
vida de : os sena babitantes continoa no gozo da paz,
ed'uma serena trananilidade, tendo-a Aserribbi Le-
gi-UtV'a terminado hoolem n* seus li al'albcs com re-
ciproca rnia, e louvavel iTitelligemia, sempre de
roaos liadas com e>te Governo,* veiific.ndo as>im o
que en bavia prognostioan'o em nfficio ele 30 de Maio
ultimo N. 43, que enderessei Repai tic*o do Impe-
rio.
Dos Guarde V. Exr. muitos annos. Cuyah 4
deSftei bao de i835.IUm. e Exm. Sur. Manoel
Al ves Bramo.Antonio p-, dro de A lencas tro.
D1VERSBS REPARTICOENS.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
Sessao ordinaria do dia 4 de Fsvereiro de. 1836.
Preaidencia do Srn.Gusmio.
C.
IOmpArechra osSis. lWoa, Mamede, Miran-
da, Si: va, e Souz*, fa i lindo com cau/a a Srs.
Brancoc Mr una.
A berta a sessao, e lida a acta da antecedente foi
api ovado o expediente mericiouou oj segu n tea oB-
cos :
Hnm do Juiz.de Paz do 1. Destricto da Lus, re-
metiendo a lista dos novo Jurados para .erem apura-
dos : qt.e se mi y idease o mesino Juiz e o Vigai o res-
pectivo p,ra a apuracr odia 11 do corrente.
Otilio do'Juie de Paz do a. eslricto da Sania
Cruz, cobrindo e lista dos novo* Jurados ; que -1
rhiidas*e o mesmo Jirz e o Patacho respectivo pa-
ra a apuraca'no dia 11 do corrente.
Outrodn Juiz de Paz do 3. Ded rielo da Mvire de
Dos, cobrindo a lista dos novos Jurados, que fosse
convidado junto com o Pararho para a aiiuraca'5 no
dia 11 do corrente.
Outro do Juiz de Paz do i. Destricto da Freguetia
de S. Lourenco da Malla, cobrindo i lista dos novos
Jurados : que se eonvidaase dito Juiz e o P^recho res-
pectivo para a apuraca no dia 11 do corrente.
Outro do Juiz de Paz da Boa-viagem coma lisia
dos novos Jurados ; que se convidare o mesmo e o
Paraeho rt pectiVo paro a apmaca no dia 11 do
corrente.
Outiodo Juiz de Paz do I. Destricto do Pilar,
remetiendo a Hala dos luiaooa que se eonvtdaese o
meamo ini e o Paraeho respectivo para a a-paraai-o
no da 11 d >corrate.
Outro do mesmo, parlecipando a'ausencia quedo
Destricto fez em consequenria da pronuncia, que l-
vera o outro Juiz Luis Alves Moreira, que seja jura-
mentado oulro em sen lugar,
O.tro do Collctor' Felippe Benicio Cavalear.te,
pera que se taxasse a agoa urdenle do consumo do
Pas: intetrada.
Ortro do Juiz de Paz do 5^ Destricto das cinco
Ponas para que se mandasse receber ?.3:ooo ris de
iMillaspor elle dadas queao Procurador os fosse re-
ceher.
Outro de Antonio Jo-ze Pinto, escus*do por mo-
tilas de ser ii de fu iz de Paz do De-t-i< to do Cole-
gio para que lora li. ' Outro .lo Fiscal da Boa-vita, peind se Ihe man-
() A Assemblea negou redondamente a su*pen-
aad'de garantas para outra agaira^o, e deporta-
dare papar o6o reis da lint-pesa da ponle do mesuro
Ba-ii ro nos ro< zes d1 Dwembro e Janeiro, e 1 emetten-
do a lista dos multados no mee ele Dezen.bro empor-
lando em 13,oo reis : inteirada e que 9e passe nwn
dado por a dita qu&ntia,
Dutro doCtidrador sobre a nova edificac', que
digo esta sobr a edificacao do n'tio cbhmado Cajueiro,
queas las r'cvein ter os screnta palmos de largura
determinados per asPo'uias da Cmara e que elie
I rordiador ser reyp( nsavtl se quando firer cordiaco-
ens as novas ras de*se legar Ibes der de larguia
menos dos ditos 60 palmos.
Outro do Fiscal do Recife, dando paite que est
doeute que e-m seu lugar sirva por ora o Fircal de
Santo Antonio a que por estar presenta se deo ordem
para i.*so.
Outro do Juiz de Paz do 3. I), siricto da Madre de
Dos, piopondoa varios Cidadi-s para Inpeclorcs
de Quarleirocns do mesmo a<> Sr. Mamede.
Ontro do Juiz de Paz do 4/ Destricto da Riheira,
propondopaia seu EsrrivaS a Miguel Primo Villar
lo O' Bai boza ao Sr. Pessoa.
Outro de Vicente de Araujo Pinhero, provando
com alleslacoens de Facultativos que est dot rile e que
n* poda por aso ser Juiz de Paz do a.* Desluci de
Jaboata que se chiroasse o immediato.
Avista do parecer da CrmmissaS : a Cmara taxou
a agoa-ardente para o consumo do Paisem Sao reis a
camilla para sobre e-te pirco cnbrar-se im| oslos
d viole por c< nto e manflou que se participasse ao
Inspeitor da Thezouraiia, foseado se publico pela
im piensa.
Foi approvadoo pirecer da rommissa dado sobre
asproposlas paia Inspeciores de quarteiroens do a.
Destricto de Paz de Sao Lourenco da' Matts.
A requerimenio doCaieereiro mandar a Cernara
por na Cadete as chaves e f. c liaduras por elle pedidas
recebendoo officio do nie.mo e ordem para is.-o o Fis-
cal do Bairro.
A leqoerimentn do Sr. Miranda manda a Cma-
ra que o mesmo Fiscal fier passar por peritos huma,,
rigorosa revista sobre o estado em que se sena o l da ca-a da*('adria. E por a- r dada a ora alevantnu se
a ses-BO. Eu Joze 'Pavarea Gomes da Fonre n, Se-
creta! o o esc re vi. Gusmao Pro P. Pe>soa ;
Silva; Mamede; Miranda.
Cmara Mnnicipal d'Oinda.
i3.* SessaB ordinaria d id de Agosio de 1835.
Presidencia do Sr. Barros Falcao.
4BBQRT.t a sesuf comparecera es Srs. Guedes,
Obveira, Perrer, e Albuquarque, e tomn asstn
lo o Reveendo laxe Ribeiro Pereira Torres, fallando
com cauza os Srs. Passoj, e Azcrelo, e o Sr. Pi-
nhero por anda na5 ler tomado possp.
O Secrel*rio dandn conla do expediente menrio-
non hum oTiciodo Exm. Sr. presidente da P.omii-
la- pelos JuizesdsPaz para Inspectores deQuarui-
roes, em p. ssoa-, qfe forem Guardas Nacionaes do
servido ordinario, esirn nos de reserva : inteirada
Outro offkio do Juj de Direilo o Doutor Joaquim
de. Miranda llciiriquu, pnlicipando que deve abrir
primeira Se.sss Jo Jury a i5de Setrmbr prximo
egiimie : iuti irada.
Dans oficina, lium dos eeitos Siipphntes para
Ju.z de Paz do i.TiesIrirto Man-e' Jcio de Miranda,
e o Dutor Aulran, am.0s escusa ndu se, aqnelle por
doeute, e este por ser Lente rfi Curso Jurdico : finio
es.usos. e que se chame o impd^tos, que erlo os Ci-
la.iis Antonio Jos do E pi.ito Santo Barata, eo Te-
nenle Felipe Man- el de ( hrislo. Ne.st.* sessao apna-
recei o Dont-r Jan en, e declaror) nio poder servir o
cargo de Juiz de Paz por ser inro.np.tvel com as ca-
dena*, que o oceupa no Curso Jundico : escus-do, e
que se rhamasseo emediato, que era o Cida.f,, vf'u-
noei Figuei-oa de Farias, para o que fossCn oficiados
para 11 da 5 do seguinte mez de Seteinb.o.
OSnr. Guedes propoz que se livi.-se ao Procura-
dor desla Cmara para c. brar judicialmente de todos
os l.reiro, que deverem foros vene idos : resolvido.
Oficio do Procurador de primeiras letras de S; Pedro
Manir participando se adiar anda em estado de do-
ente ; pelo que nlo poda cou'inuar no exercicio da
referida Cadeira ; oque provou comattesla?io de Fa-
cultatro : inteirada. A Cmara com o Promotor fez
Ufar da unaos 60 fura'os nara a ses-fo aprassda a i5
de Setembro p. aegainte; e mandn se afix&ssem
o, romp. lentes E.lilaes para pa.tj, paci ao pi.blici,
e que >. rfTiciasse aos Juizes de Pas na for^ia da Le, e
que o Procurador opromptaase a casa para o Dr. Jois
dfc Direilo, oficiando M-llie a respeito; e outro siro
que dito Procurador fize se as despejas nerrsarlucom
o qne l-sse preriso em dilo Jury'.
Houveio varios Requeiimertoa de paites; e por
dar bora o'Snr. Prezidenle houve a Sess^ por (cita-
da; assm como apnzinie Sessao Ordinalia. Rea
Manoil da Motta Sitveira, Secrelarioda Cmara m
rscrevi. Barros Falcao, P. ; Wiveira ; Cuides ;
Ferreira ; Rebello ; Albnquerque.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Jt pauta he a mesma do X.* 35.
CORRRio.
VJ BrigueS. Manoel, de que r? Capita Manoel Al-
ves da Gunba, sai paia Lisboa nq da a5 do corren-

te.
mi mi il-
O
INTERIOR.
ARTIGOS COMMl'NICADO!.
S pUn a, que em Ju'bo e Agosto se formarlo i*
cer< a da Regencia do Imperio, parereque de iddo a-
inda nio foro esquecidos. A princesa D. Jannaria
tem-sa constituido hum alvo b ilhanie deesperanca,
para muitos d'aquelles, qnem a solidezcd<> actual
Govern> profundamente offeude; neHa se filio os o-
lhos dosjogadoias p pea fantasa de hum lucro possivd ; ella Ihes acea de
loripc rom a alleinati-a de huma elevacio anciada ; o
esva alternativa Ihes b.sla, porque em lodo o caso a
dn da de parecer governar he prefeiivel cei teza de
completa nulldade.
Fstarlu porm <'S votos dessa Tcelo polilica har-
mnico* cm os intereses do Estado? Convir que o
Governo do luip.'iio pas-e das mos que odirige, pa>
ra as de hum jo^en Piiuce'za, aquem, anda tudo,
al* mesmo a experiencia fallece? Que vanlag-ns r<-
Hlllarao ao p-n*? Que nova garanta de progresso'
de ordem? QMe principio vai ler apptica^io? Que
idi^a ntil va rea'isar se? Estudu-se a que-lio que ella
he intees-ante.
H.je a nossa contenda polilica nto be deLibeida-
dey mas sim de Poder. A^ garantas da Liherdade
e lo firmadas; ado Poder anda o tilo fulo; as pi-
meiras vio a pecer porexcessivas, as segundas nem
vida lni prop ia por mingoadas. Maa humas con-
tras Sondispensareis, el SocieJade priga m cun-
vuUqs extremas, se equilibrio se nSu resbeleceert
l're o Poder e a Liherdade.
Dleffo oque quizeivm : o Poder ficen disilvi.lo
em 7 de Abril: deenllo par c tem-so procurid
rec<>n-tttil-o, mas ain-la seesl formando, anda'es-
t fraon, anda reclama foi cas para equilibrar aecom
a'CDPrdd*e. Donde Ihe vir poim' eas (>rca.-?
Nio pode ser se nao nos falla, pm-quea Lei he a norma desse fauiObio,
que ufo emria ; mas os homeua, fe nio Swhejio, u-
inol-os, ao menos no que he indispensavel, consc-
guido.
0 ho.ne.n qu oi rm 19 de Oulubro Je 183o ef-
Vado Jo Mando Supremo, d boje solidez do Poder
garantas, que outro qualquer personagem Biaslleiro
nao pode olTerecer. Merobro influente de hum par-
lulo, que dominia npaiz rom lana preponderancia,
es'e pa9So Ira' i'-ional de super'ioi idade e energii o
aconaipanbaeo su-t'ii'a, e fcil hf de ver, que a l'ra-
dico hasta a antlioii !ade, e Toda a fo'ca revolucionara, que de bou D, Pedro,
toda a foica organisadoira, qu sulfuro 11 a anarqua,
e desliarfou a reslauaco, esli na verdad e^tic-
tas ; maa tas, que depoidas crises violentaHra iaq-
prrsso na recoidacin dos povos, essa confusa rerj&in
cenca d pas ado, que na imaginafio popular anda
se lina momentos deeiithusiasiuo, posto que arefe-
rido, essas pode nsas b rnbrancas, anda rod ia o 110-
me AtFeij. Meta da>o cada nome re F.leitor, que
Ihe den -eu voto, lie tambem o nome de cada sustm'a*
dor do Poder Supremo, e os votos da grande massa
da populacio Brasileira iio podiio ser dictados por
capucho, alheSos qualquer especie de merecinieu-
lo, ineousequentes e uullos : pelo contrario, ellesal-
t-mente indicailn, que a energa Ibana, e o bom sen-
so prudente deviio goveruar o Imperio; e s o Sur.
Feij nio leni es-as qualidades, os Eleitores ao menos
pensaiio nelle lob'gal a'.
Sendo assim, u-se h<>m> ra que dirige o Estado,
rodeado de fo ln ilhanie coi tejo, deve dar ao Podtr
garantas de vigor, e a sociedade sguiancas de op-
clctDj porque hoje esleada cerno est a'Liherdade,
Ordem na Sociedade, eVigor no'Poder, se'eonfuu-
immm


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DIARIO OE PKRNAMHUCn:
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dem, emWiinmnte se soateYtio. 8fo codns hoja
homogneas d.speitt) das doutrias propagadas pelss
vivnhancas da revolucio, emesmo de paito dessa
legislarlo, que tr>l<> males nos lia cantado por imuf-
fiVient e mane*, quando ereve demasiadantrnt a esfera da ^ua acttvidade.
Neslaturcnntiiricia* qae h*-m nos j ie IraZer a
elevarlo da PvtticWa D. Jamiaria aopdsto"rfe Regenta
do Imperio ? Vira sen goveVno rfWMioir o provisorio ?
Mas o proviso io, o inleiiir> continuars incontrita-
ramenle ow ogoverno da Princesa ; seu nome, a-
tavimocomo quizcn m, indicar lerapie hum n-
lerregno na Monarqua : a e e.e provisorio ser-nos-
ha fatal em mitos ieptiti s, porque leduzir-se-ha
huma minoridade sem piestigio tutelando oulra, que
attrahe toda as impatiiia. Rata po.Mci rene 10-
das asdessantsgens das Regencias iodos inpnigos
da menoi idade, ea Naci, que deve na sanelo do
Snr. D. "Pedro II. rer realzada a acea de lium joren
tem experiencia condozindo o Estado, ha de fot cosa
ment rec usar st isso, que lhe.querem impor desde
acora qaando iiiieno preencher o periodo da meno
tdade coro o governo neressai iamenle fraco de huma
jov>m. quero Adecena finca, sanios os nudos adminis-
trativo., lodos o recursos de ex pe ncia, lodas as
rjiiiag ns -'o Saber, d.< idade, e da tep..lacio.
, Sufi..c 6-se as mbic6es. dira: bem, masque
amhic&es si- es^8s. que se miRVco ? Suftorin-se a
rn.b' -a e elevada embic s, essas, qietallio ao co-
rarlo dos povos, que menoriu sei r:Co, que pedero
recompensas, que amiio p< lo gloria, que rivem
as sperincas do tr'umpho eleiloral ; mas a* au bi-
coes iguobeis e occultas de Pa'acl, m;S todos o*
meios de coirupciu, tod s as manriras deatirpre-
hender a inexperiencia da Princesa, ludo Uto ganlu-
nhara vulto, e^recer cun vig< r : ser isso o qu
se deseja ? Queier-se-ha rer quotidianament* a d-
WlnUtidcfo varillando etn mos tmidas, suputa s
influencias de pessoas que jio.-io sobie a Princesa
vauhar piedotnmio ?
Gunipre desenganarmo-nos: huma moca de 13,
tnn s, por ha I' I e prudente que seja nao governa
num Imperio seu sexo e sna idade entvgio-a
direccio d.qiiells qu souben ni fasrinar-lhe o es-
pirito, e impiitair-lhe confiancas. Onde estar pois
o ceir o dts governo, se a mola piinripal rece-
be de atoaos o marimuto. qU qnerem cmmu-
nicr-ihe? f)e todas as maneiras o movimento, go-
vVrm'tivo ser-lhe-ha rstvsnho, deoulm rii adi-
&&4W. isto he i'uftilivel, cni todos os ponto-i, em
luda* a* etaaas, tne.-niai naqoellas, que veslem a
purpura, as tulbefir si guiada", e O meninos
sprendem.
Que poU dirigir o governo d- joVl Prince-
ps ? ^i alguna' merabro da AdYnnitra sendo as>im, porque ^e rtgeiU 0 Regente Je nome-
scio popular p-ira aveniuranuo-nos n*s mos Je
hutti bu mos em erguer huma induencia inv.l'a no mis-
terio, em ve* deonlra, que se piienlea as claras,
que carrega' coma responsabelidade moral, que an-
hela aprovacau gloria? Mar, nao, a dirercio rii
de fora i\o Governo ; Os neg cios s.r decidiriu mer-
ee de huina potencia invisivel. Peior mil-re*es se-
r csse1 csado. E qu lie da furca, que ter es>c
poder, que queremos construir onoUdar ? A
forca da inlrig e da cabilla, a denominaco da po-
ltica de escondrijos, e por lim o predominio dos tros
do GoVerrio V D, Pedro, de que a pone e ponen
uos temos libertado. Bello legado m eflVilo e,
que aRevolucio de re deixar o segundo Imperador
do Brasil !
E conv^ncMiio-nes', o Poder qn&m'o passar pa-
ra *s mafia d*> futuro Imptranl"?, iequer ser entre-
gue qom huin pa sadi piestigipso, que cU? a inu-
giiati dos povos, e compenso os inV'taes err nova Adminisiiavio temporaria. QuV-da'ra e\me
prestigio Authoi idade ? Q.uem ao principio VIo-
narquico, que elle vai api -sentar? Seu Pai quan
que des,iruio a monarqua no Brasil} os erro, que
Comihette, a rlevar6 aborda doai'ismo j ese a bre-
vid.de com queitbentou a revolucip de Abril, po-
de saltar o Monarquismo, e tornar ince'rlo e de-
pois vio o triumpho do elemento democrtico. Sen-
do assim lodo o passado iradicibnal do tegndo
Imperador do brasil limitar-se-hu na accio dus
G<.vemos, q^preencheiao o periodo d'aa meno-
ridade, rematar nos i3 apims do .interregno, a que
sua intaiic'i den cau-a. Pois Bern, seja esses passa-
do Kfli nodoas e sera frqneas, squis'r-ni fir-
mar em baso solida o Throno do Snr. D. Pedro
II. .....
Que idea salvadoia. que, principio sorml vai
realisar a ReiiencM da Piincesa U. Januaria? Qfte-
rer-seha roelhor represenlecio do Monarquismo, do
que temos?Mas a Regencia, co Regente oulra
cousa wip rcmescniv se no a Monarqua. Jul-
gar-se-ba que a nesoa d Princesa he mata apta,
que otra qualq'oer ? PJo contraro os rrs do
governo da Prmce-a devern aretefar maie, lio que
oa en os, qoe de oulra er rige m proven hfo. Na Ad
mioialiacio do Regente, se niales appeiererem, to-
dos oscoiacSes, todas as esperancas fepellaiio para
o'Prineipe, ata nnme se hira' con.-ei rundo como o
Pttliadiuin da ordem publica, sua maioridade como
n alvo de todas as roais Bidentes eXpe vai porerri oGurtrno a Irmia do futuro Impera-
dor ; consent inserios, en* que a fraques rita a
Administrarlo pode mu fcilmente eahir e dise*
nos se nio hidea pouco a pooro abalando esse crdi-
to que a tanto cusi haris farmado { se rio despe-
dacars a obra lio melindrosa, em que de.de 7 de
Abiil trabalhaes He hum Merabio da Familia Im-
peiial, quecommelte erro; he huma pe>soa liga-
da intimamente so Imperador, que tem sens fhesmos
intereses, qte seofleiece a censura e a diseonfianca
publica. Anedai pois esse futuro ( cohri com hum
veo de innocencia essa inleressanle Familia, a quem
nossos destinos s'o ligados; hide coiToburando a
Auctoridaile, queja por iim quasi que escapara das
nvios de D. Pedro, e depois de hem terdes Arma-
do o Poder, depoi de o ha verdea equilihiado rom.
a L.il erdade, depois de tel-o irsti unido e ampliado
como corioha, entr^gai ao Imperador em suas pro-
p'iasma s e-se deposito, de que v< s incumh stes,
e.se penhor da gloria e da felicidade da Patria.
(Do Flnminenae )
Coi.tinuseafi do Communirado sobra as roosas do
Brasil. Km Poltica % aros produsan eiimtts.
l'ag.
Im da ignorancia acresce qqe huma grande par-
le da nossa gente por habito inveterado, e falta de
ronliecimentos de seus rerdadeims interesses lem hu-
ma grande propendo par proteger, e guardar mal-
fei'ores 5 ees, pessimo roslume n6 he f da clsse
nfima, se n& de n-uias pe>sotis abastada, e pod-
rosas, ej Um pode ser que d'aquelles mesmos, que
mais .presumpcoes gasta8 de bous, e extremados Pa-
triota, de manen a que o roesmo liej ser desordeiro,
espada hm, as-assino, firc, que ontar|acoms*prn-
tecra dos Si s. fulano, e sicrano, peder-'sos no sea
Deslricto, fcc.
Ainda main temos hum gravissimo inconverrieeta
do Jury estabelecido pelos nossos matos e renta
ser. Quati todos os Juises de fcto por a 1 i vivem das
iuas larour.il ; e que detrimento Ibes nao causa lar-
gaiem-as por ma5, desampararem as suas habaacoes
pelo espato de hum mes e mais paia cstarem a p fir-
me no lugar da reunit6 dos Jurados com prejaiio dos
seus interesses, e desai ratijo dos seus (rabalhos agri-
en las? Os meamos Sis. d'Engenhos, como se preslra
de bom grado a e servico petado, e gratuito, se
succeder iffeituar-seno precioso lempo da n oapem ?
E'.qui em grande parte o nenhum interesse, antea
n pugnanria, que toma a m6i p.-n te da nossa popular-
as em que se c leb em as sesses do Jury.
Postas islas conci'lerstGes, queesla6 escala rala
de todos, qual o remedio, que se deve apphcar a tan-
tos inconrenienies ? Qual o meio de por dique tor-
rente des crimes, que ira.-borda de todas as partes,
ameaca de snbmergir o Brazil em hum enchurro
medonho de immoralidade, e detordem ? Notar oa
dt f. tos de qualquer instiluica he obra de pouco
trabalho : oqueconvm, e mais cusa he, condeci-
do o mal, atinar com o curativo, e indigitalo.
E deveremos cortar em ag ac a instituicando Ju-
ry por todo o Braiil, e volvermosaoanligo rgimen?
l.ambem nao rou para ah. Ag ndaS-me mu i lo a
este 1 espeito as ideas geraes do illustre Auctor das Car-
las de meneos, e nfito-rne i 8-* Carla, onde mu
judiciosaiiienle se exprime desla maneira. Eu na6
sou por certo de hum temperamento U>5 sanguneo,
que pretenda ver o Jmy estabelecido de repepleV e
s p> |o f ffeito mgico da promulg.tc6 de huma lei:
certas med las, humas antecedentes, oulras colate-
raes devein necessrimente aukiliar o seu estab-leci-
n*rcha
easada-
e rpida : as resolncftes vilenos raras veedeixao
de tiater comigo giandes inconvenientes. NeA
easoest'5 muilas das nossas leii. Tem-se querido
JljU nao entrona eipinhosa qoesta8 da hondade ab-
soluta da instituic*6 do Jmy, e at concedo de bata-
to, que sej. huma das m>lhore garantas do rgimen
Representativo. Na5 defendo Ineses 5 tracto sim de
huma hypolnesi ; e indago, ge instnuicad do Ju-y,
tal, qeal se acba estahVlecida ntre r.s,prehenche o
feu fim. que nadev.- ser outro, se n. 5 a prosperid-
de puhlit a. O bemol para os F ctos, Htlentemos pa-
ra a experiencia, e Arar decidida a qinslaG.
Mui rasoavt^me p;iecerad as ieflex5es do Auctor ,, ment, e ludo <'ere ant-s progredir n'httina l
das Cartas de Americos, quando filiando do Jury^sjenta, e gradual, do que n'huma corrida api
aconcelhou, que este apiincipio t se estrtbelece.'ie
nasCnpitaes, a Rndese irem experimentando len-
tamente as suas rantagens, ou de*vanlagens: mas
nao aprouve esta vagareas, e moderaca aos nossos
Legisladores; edogiemioda AssemblAi Leg slativ
sabina InstiU ia do Jury para todo o Bread, com-
pleta, e acabada, corno diz a Mytbologia, sara a de-
01a Minerva do cerebro de Jpiter.
A I.e (diiem muitissimos Publicistas, e he quasi
ilouti ina crtente) he a e\pres-a5 d* vontade geral.
Oim oh-eivando-e em toda a parte do nosso Brazil a
extrema 1 epugnancia, que mestra a maioiia d dadat em comparecerem no Juiy. sendo evidente,
que pouqnissimosl iriaS, se nao fossea pna da mul-
ta, c se na5 andassem rala delles os beleguins, qoa-
Meano se agarra gente para a tropa ; segue-se, que
aseroJiny huma Lei, na5 lia cousa, que menos
exprima a vontade geral ; donde concluo, que a Lei
nuoc f i, nem he, nem ser essa caraminhola de
expiessa d. vonlade geral, ou que o Pvo do Bra-
zil nao eslava, nem est todo preparado para a ins-
lituic-5 do Juiy.
Quera se quizer desengaar do que be o jury en-
tre nos, cniranbe-se por es-es motos, e series, e
v ver, como se apad milis o ciime, e rom que escn-
dalo, desempeo, e frescura de conscieneia sao ab-
Ivi-Jos os inaiores faceinorow. Va observar, e ad-
a honivel da mor caite dess sJui-
sobn sallar os degraus compassados da civilismca, tem.
se procortdo maca()iiear os Povos, que nos sqbraS
muitos seculos na estrada da cultura poltica, mo-
ral; e o rezullado ha sido daimus grandes quedas, ^
e em vez de progredirnos, segundo a na uresa das.
cousas, Ararmoa estacional toa, e alm disto mazeian-
do nos dos erro.
Continuarse-s.
EXTERIOR.
CHitl, PltRC
1^1 A8 ha couta mais deploiavel do qu>' o actual esta*
do poltico, e Social do Chali, e do Per. Desenfre-
ada lit-enca, edezordem prevalecem debaixo do pre-
conisado nome de lib-rdade; e o cerlo que os 10-
tereases dopaiz leingiaduilmente reliogradado, de-
nos da sua emancipaiio do jugo Hespanhol. E^ta
so
mirar
xes, q
a ignorancia non ivel da mor p
' u5 leudo a mais leve noca6 de cei tos crimes,
inuitomenoaaabem apreciar o que ej"5 circunstan-
cias atenuantes, 8 agravantes. Bem sei o que duem
os livrosa este respeilo ; que pa.a sentencear em
causas crimes basta ter bom senso, Are. : masissode
bom senso sera partilhade muitos ? Que bom senso
se espera de hum desgracado malulo, que chama
Coreo, ou Conego do Processo, e que dinge-se ao
Jui/-. PrezidentedoJury para *hm, se deve com-
parecer de chambre, ou casaca ; M o leo he seu pro-
tegido, ou nao,. &c. 8tc. ?
Na5 drsconheco os muitos, e graves abusos, que
se comettiaS 110 ju'gamento dos ciimes cm o amigo
rgimen: mas o que cumpre in-lag-r he, se os ni.-
les a e^se respeilo tem derrescdo < otn a creacao 'lo
Ju.y : se he maU eti'ertiva, e prompla a pun^ca doi
crimes, e se o numero destes ha diminuido. Eu di*-
go, que na5, e apello para a experieocia. A impu-
nidade nunca foi U6 geral, crime nunca se mu I ti-
plicou*m huma piogresa ta6 crescida : lego (nfiri-
r qual quer) e Juiy os6 nos tiouxa melboramento,
an'.cs com elle temos ?do de Mil a piar.
pois oa sua emannpa
a concluzio quelenho tirado da actual bse vaco, e
leslemunhodoshabitantrs, qnetambem asser.io que
Ibes era amigamente menos difficil (por^aerem enlao
P
c
gora ad'q
preco
iropoicionalmente ricoif pagar eseaorbilanlea pre-
s impelo- aos gneros de n- gbrio, do que Ihes -
ora adquiri-ios apezar da sua actual diminuicfo de
ipezai
Costantes d? Lima.
O poro de Lima, principalmente as vulheres,
inda da mais alta elasse, exlremaroente licencilo, e
estragado. O seu total desprezo da decencia externa
rerdadeiramente provade por urna maneira predo-
minante de veslido chamado Siamanta, evidentemen-
te inventado pa.a fina d intrigas amo. ozasv que rom
pouras exceIH6e?, sio al pralirada por ambo.os se-
xos seo, esr. upulo algum. N- raalidade, a observan-
cia do deve. es moraes nfo faz. pa. te do credo do Po-
ro de Lima, e o vicio, desprezando al a aemethan-
ca de vi. lude, se ostenta em toda gro.^aena da sua
nalureza. L
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VARIEDADES. -*
Guvlberinejf-eafGibr*llar era i78t.
*
O na esqnadra do A 1-niiBit- Rolney que o actual
Subeano d'jngtater ^ H^ni ii|'tn ) vizitou Gv+nattar, econ'rihando p"
ae.at8oec.iro, appatei eo p tensos d'aqo. || thrnno que a Prov 'ew-ia peraaiitio
que&M. dfpwis *dinasse. S. A. H. S> reto fonm
Guarda maiiultt sobo commando do Almirante Dighy,
no Principe jorge, (lNy') e u'uuia oecaiio "ni per-
lieulsr orcorreo urna cirrtinstaheia de q ie os Iiijileees
i>odem bem j etbr-se. Iodo o Almirante Hespanhol
I>on Juan Lngara -{entio priaiotieiro b ndo iaVE*"
qnoike-Ingle;) vizttr o Almirante- Dj>t unta na-
nham, fui por'comeguinle entro-huido a S. A. R.
Duranlea conferencia entre os Almirantes o Principe
Goiloerme Henriqaie se relirou, eqnando Ihefoi in-
timado que Don Joan quena se ir embora, apparereo
S. A. R. como o Guaida-marioria qupate*! deser-
vido, e respedoia/ne-nte deo (jarte ao Almirante de
-que o lite eslava e.-qu pido. O Hespa-h d na pode
contemplar o fi'ho to as fnnrcSes voltando-se para o Almirante Oigliy, t_'seu squito,
exelarnou. Bem merece aGrain bVetanha o impe-
rio do mar, q'uando o- nii-* humildes posto* da sua
marinba aioexercidos pilos Principes de "Saiigne. a
Meninos Malteces.Na primen a infancia oi %ie-
ninos do enfarbados em roda do co'po desde os hom-
bros meaos dedos dos ps, incluindo os braco', que
sfo ligado* ao longo das il bargas, de martina que a-
presentiouma fiizante semilhnnca com mn tnunimja
do Enypto. A pesar deste cohstra-.igim-mto apparcn-
tmente contra o natural, elles adqnirem redo o futa
das peinas; raras?vetes se ve ua meninnjcxo, u
lejado ; e a artividade doa Maller.es especialmente
como nadadores, e mergolha dore*, minio grande.
Emalguns caaos eflaivio bs meninos fracos on doentes
a extrair o sea alimento daa cabras ; mas em geral no
lia difterenca entre o su-tento do menino e do adulto,
Xcepto na qantidade ; o menino apenas aparta*
do paito engole aceite, ejjqueijo, peixe saldado, vcge-
taee, &c. om mssmo paladar de aeus psys.
Em Roma oCardeal-Doria Cos urna va venderle-te
qoelles que querub mandar ao seu palacio buscar s-
te artigo necesstrio aoa que bberri chJA Ingiera. Em
Na pides o nico vendedor da boa martteiga-e Sua Ma-
gestade, e aqnelles que qiiecem ter este genero puro,
rnandio Corte por elle, donde] sabe, impreco com
a nios i ea.es.
neidnins effeit avista da Od. Liv-, aje*'Rf. lOft, 8
qual determina que os m'nllieres viuvas que celo de
50 anuos, tendo descendeuies, ou ascendente, no
po*io alheav por titulo Igiwri eiosua vid*, nem ao
lempo de ana motleas duas psries dos feos bin. K
como consta a annuncisnt* que o dito marido de ana
sogia a pom o i heg.-do do Rio de Janeiro para onde
f.ra mandado-prezo, perleude vender ou fa>er ontio
al^nm tiai tu dolocumi-nte mi piejuito deseo filbo Jo-
le Marijiho Pereira dos Santos erdeiro rieressario da
rele ida ana og co,.afu de evjiar untante qnostueiia, que parado lu-
tnro posho oron-e*'.
- lOP" 'Queni taiinunriou ter para singar o sobrado
de um andar-qn*; s>- qne>ia no slleiro d Boavi>Upo-
de diiigir se a rm do rUngi-l no segundo andar do
sobrado D. 3i dilconi da cas daa Utver-as Rendas
que a e-cada na ra da Praia delronle^d^ Joe Higino
de Mi.ian la.] "
tjcj^ Segunda vea. se lemhra ao Sor. Fi-cal da Boa-
?iala que a ra consinta que ae tenha ali leito, e continu a lser um
grande mooturo que ja a loma inlranailavel. Lera-
hra-se mais que a dita ra nio e chiqueiro pava que
S. Me. comila que o porquero da ra da Gloria*
infeste qiiotidianlmente com seigJpoi'cas,Pura varro,
e doisbacorinbo .
*j3"'Nodia J8 do renle mex, se hade avenen a
pa.-sapcnrda Magdalena ale o fin de Junlio* do Cor-
renteanno, as pe>s->as que se qniserem prop<>r a dita
avenga comparece ao meio dia do rele ido dic 18 em
csa do Collector da Diversas Rendas do Diotriclo do
Rerife na nu do KangeJ D. a< munidos de eus res-
pectivos fiadores hai>iu(ados na fot ma da L> y.
COMPRAS.
Um relogo d banca, desconcertado, e anda faho
d-algwmas pe
37, 38.
Um
(Extrado do Times).
. AVIZOS PARTICULARES.
%W A baixo assignadoffaz publico qur mudou a sua
residencia da casa da ra de, S. Gpncalu, pareado
largo dapraca da Boa-vista, D. a' anude o podei
procui-ar J. B.Rranco.
^ttp 0 Shr.} Antonio Viera Martins annuncie
por erte Diario, a sua morada,' pra|e lbea[eulregar
, urna carta vinda dalh.d S. Miguel.
Wr* Pevtiaa se de 130$ '"eis a juros sobre penho-
rea deouro, e prata ; annuncie.
m& rPer"i>a-se de a'guns carpiras, ferros, ou ca-
tivos p*ra faseiem caixea, pagndole por cjdi mn
caixSo,48 re), para o quetlpoderaf. dirigiese a ra
da Praia em a serrara que fui de Antonio Ribero.
%TJJJr" O abaixoasignailo raga a todas as p-ssoes,
que tem penhores em sua mo, queirio hir litados
dentro do prazo de 8 das, findos oa quaes serio ven-
didos perante 3.teslemunhas, para wu pgvmenlo, eo
excdanle se ouver depositado comp tentemente;
tendo principio dito praao do dia da poboaaio deste
a anuncio.
Joaquim Perers Xavier d'Oliveira.
IT^P* Fazec'iente'ao re-pr-ilavel public* Mara An-
glica do Sacramento Santos que uiiignem compre,
bypoteque, ou faca algum nutro ci>nlrti> rom Joae
Joaquim da Costa, ou Joze Gomes Leao (porque eos-
luna mudar de nome) cacado com sua sogra Gertru-
des Mara do Sacrame.nlo, sobre |trez moradas de cu-
tas terrea)", silas no Bairro de S. Antonio, urna no
lugar do pateo da Peuba conligua^so sobiado Jo-
ze Joaquim do Espirito Santo, outra na ru.i do Ran-
gel que tam um Nixo, eoulra'por d- Ira* de>ta n ra
da Praia, aseim mais os acravos, Antonio da coala,
ftntonio novo, Engracia, e Joaquina, pois que todo o
tracto que COm elle flztre por direilo nullo, d '
Vr.NDAS.
.
pela de naci Angola, de ?S'annos>, cosinh*
nptimaiftente o diariode nina casa, e boa quitande-
ra: na ra do Cldeireiro l). a6.
Wk** Tret canoas d roudu/ir agoa'em'bom esta-
do, duas que carregio 4 patacas d'ago cada uina,
e outra que carrega 18 pateas; dois escravos lionv
canoeiros e -mo-soa, e urna bomba de Ierro : no sobra-
do novo dolrnz da iba do palacete.
WP* 2 esclavos de 15 a 18 aunos: na cidade d'O-
linda, ladeita dabica de S. Pedro n. 30, a subida do
lado direilo.
IClv* Jma armacio de venda, p-zos^ medidas:
na iu.id.i Anigo O !'.
VJp* a prelos muito robustos para Inda a qnalida-
de de servico tanto na Pa va como no campo : na ra
docollegio na casaenique moraovSnr. M-noefCaval-
cante.
%^ m p-etade 0 armes, bonita figura, sabe
coainhar, engomar, co-er, e fa>er renda, ludo rom
perfeivo ; e um moleque cositiheiro : na ra do Fogo
D. 11. B
Urna negra de naci sei vicio, e nem moles-
is, cosnha o ordinario le una casa, e ensaboa : no
obrado D. i do beco da po .
9Wm Panos linos, e gizimiras de diversas cores,
sarjas prelas e de cores. Irosos pretos, ditos de cores,
ditos de garfa, di'oa de fi de linb, ditos de cam-
braia de linho, edealgodio, Llanda decoresproprio
para vestidos de sen hora, vestidos e challes de 6 de
linha, faseMilas de seda para vestidos, lavas de se^a
meias de seda para hmeos, e senlioras, bies de li-
nha, chapeos castor pretos, e brancos, ditos de sol pa-
ra homens, sen horas, e meninas, setins de diversas
cores, chilles do toaquim, chamalote de sed, e de al-
godo, cambraias de linho, ditas d algodio, fraiiklins
duraques, princesa, mari.dista, lilla branca, lafei de
diversas cores, e outras m.it.i8 fasenda* por peeco
commodo : fia rua do Queiinado luja da L-iilla D. 3.
^rJJ? Elementos d'Aslronbmia para nao da Joven-
lude: na eraca da Independencia loja n. 37 e 38.
(f3- Fuluilias de porta, de Algibeira, e J
de Padre, para o presente auno de 1836,
por pretjo comoiorio, na Pratja da Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e 38 e
m na fia Madre re DiXM venna nm fui
do Itezend*.
UfeTO."
lv A madrugada do dia 11 do correte furtaiij da
sitio, qnefi do-outor Bernardo um cara|U,com 09
signaes seguinles : alazio ama relio com ss dinas apa-
radas, o p raquerdo, e a testa branca, t a venta,
rom urna pinta branca no sudador da pai le direita, o
unta marca de pisadura no es pin haca : qu- m o arbar
levr-a nu niftinu sitio que sera generosamente rrcotu-
pensado.
KSCKA VOS FIXIDOS.
X Hereza, nac*' Benguella. alta e *ecra dp crpo,
cor fulla, as costas da mi dii cita tem luna qticima-
dura, eos b seos bordados, marca da sua naci; f-
gida nodia i.'do rorrente, e levou Vestido de xita
prelaj desbotada, por sima do vestido um* saiade
lisradiohoencarcido ja desbatado, pan<> aiul de o-
1 ella branca r os aprelf-ndedores levem-na atra*' do
M ir lirios rasa de Ir* portas pintadas ir r< rde, quese-
l 1 ecompensados.
NOTICIAS MAKITIMU.
" J..
Taboat das mares chuuxs no Pono de P*rrnwtbute'
3
y
TS
28 Segunda
29-T:n 5
^z ;
3-S:----
4
5,-D:
3 4-.----
31 . 18 m
4 -6 .
4 5i
5- -18 a
5- - 6 *
6 54 M
7- 42 ' 1
I Va ubi.
B<
Navios enlrmdos no di iS.
IQSTOS; 3i dias; B-rgantim Americano, Cap.
Irser : ddTcrentes gneros'. Passageiru Luis de Mu-
raes Pereira.
I.IVEKI'OOL; 33 dias; Encuna Ing. Marlerde
Sohoo 1 er, Cap. Ch. uirands: varios generosa
(Jaliu-.nl & Cmnp.. Ton. ll5.
. LONDRES; 44diaa} B. Inglez, Cap. Pringle:
lastro. Ton. 3i8.~
MONTEVIDEO; 4a dias; B. Svfdo PeladeOwt,
Cap. Antonio pghiserdio: dif rentes generoa: &o
Cnsul desfa Nac^o. Ton. a 16.
MARANHA'O; 24 dias; Paquete Nacional Pala-
gonia, Com. o 2.Ten. Beij.mim CarneirodeCam-
pos.
Enlrou ama B-rra Ingleas,e urna Polaca Au>lria-
na que leadiavio fuudiadas as Laminbas.
Dia i4.
R GRANDK DO SL ; B Gerneal Coimbra,, Cap.
Joaqoim Jote Pon-e ira de Figueredo: carne : G.
Agosiinbo dr Barros. Passageiros a.
H \ VRE DE GRACF. ; 39 di., Galera France
f'auoens, Cap. Maniere: faoendaa : L. A. Du-
biurcq. Ton. 300. Passageii os 7.
Ifavto sahido no dia ti.
M. ARAHIRA ; Escuna de guerra Nacional Victo-
ria, Gom.0 1/TenenteCaeUnoAlves de Soma.
Da 14.
BUHA; Ptaxo Flit Aurora, M. JJoio Joxe da
Silva; varios (Teneros. Passageiros 12.
ARACATF ; S Delmira, M. Joe Joaquina Aires :
varios gvneros. Pas-ageims ft.
DITO; S. S. Jote PaMoi, M. Ignacio Martina;
varios gepsVni;
TRIESTE; B. Iog. Vendante, Cap. Bann: assu-
car.
LIVEPOOL; B. Iog. Heriam, Cap. Roberl Lar,
gleg: algodio, e estacar.
M
cana.
Obsfr vaces.
O i3bocdo^s>tt no Lameirio ama Barca Ameri-
Pfn na Typ. do Diario 836.


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