Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02222


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Full Text
I
'.

. -
tfWNKD-
ANNO 1>K 1836 SBADO
,***

15 DE FEVEREIRO N. *
DE PERNA11BUCO.
rmiAHHicit, fvr. r. M. F d F*i*. ISS.
DAS fMSKMANA.
W
a. aerando 8. Jm la Malla A. do Ja. Jo C. le m. e cWt
ten. tU Thexouritria Publica. Chae, de f
0 Terca s. Apolonia P. M. Ifrf de m. and. do Juia de O. tt t
io Qiiarta S. iBtcolaatic* V. e*. d Theouraria Pub.
II Quinta S.Lhm B. Hel. de m. and. do J. do C. de m.
1) s'au* Kulavi* 'V. M- m. a Thcx. P. !. do J. de O
13 SMta 'o S- Greori 3. P Re. eViM "d do V. Geral dat. em
14 Domingo (tiinquagcoinia >. Valentina M.
Tuda a pora depende d 0 mnmni. da aavaa prudencia, moda
raqo. saurc**-' oaunuemo coa* uriucipiamo*. avremna a-
poutadoaOum adwiracSo taire aa Nacr. mata cultas.
* frucl4w>*co da JliHmH eral 4* AVaaii
Saiir.reve.eea 1000 r. inaaeapa;oadlanUdaa acata Tvporra-
fin. na Praea da Indi-prudencia N. .17 el" : onde > receben
correPniidencla lealll. enuunciot iitaerindo- iie>|r.
(ia ando doa frrapripaMaif mmii, viado aai|rMadui.
PARTIDA D0SC0RR1IOS.
Olinda _Todnaoa dlaaao a da.
Goiana. Alhnmlra. Paran, Villa do Conde- Mamanjraafe, Pi-
lar, Renl de S. Jlo, Brejo ri'Areia, Hainha, Pnmbal. No 4.
Soasa. Cidade do Natal, \ Ha dt Goiaoninha, a Nova da Priaee
aa< Cidade da Portalesa. Villaa da Aquir. Monte mor noto*
Aracaiv. Caacavel, Caniud. Granja, Imperalrii. 5- Berairdoo
S. Joiin do Principe. Solirar. Narid RlRev, leo, S. M atbcat,
acho do litigue. Santo Antonio do Jardini, (aWaieraiaobim, Par*
unida Segunda e Sexta feiraa ao meio V
Santo Antao Tiidaaa quartai feira u wco da.
fiaran han, e Runito Moa dina y e 33 do nica ao mal ia.
Plore no dia 13 de cada mea ao meio da.
Serinliaem, Rio Poniioxo, e LinieiraaStg uodaa, Quartaa,
Sexta feiraa ao meio dia. _
i
8
#9
ai
PARTE OFFICIAL.


PERiAMBUCO.
GOVEHNO da PHOV1N0IA.
Expediento do dia 1.
I_|Pficio ; Ao Inspector da Tbesnuraria, para man
dareiitngar eoOlficial da Screlaria da Ai>embii
Prmin 'al Rufino Joze Crrete de Almeida a quantia
de 80$88' rs. importancia de urna ollecoaode Lea
cinc* f'.i comprada para'ur. da meama Asaembla, que
nuihoiivu esta compra.
A' Cantara d'rsta Cidade,gpara fazer publicare
eflixar nos lugares mus pblicos do Municipio a Re-
soluc5 (que *> be enviou mproaa) pe-la qual he con-
\ o.-ad. a AsseniMa L'-gi>L.ti*aJ Ptofincial para o dia
l4 do prximo futu- o Marco.
= Officio do iheor se enderecaram aa Cmara*
d'Olinda, Naiaietli, Serenliaun, IteilDarac, l.imu-
fio, Biejo, Pau d'Alhi-, Iguareiw. S. Auta, Cim-
brea, ores, Garanhum, Bonito. Rio Foruioxo, Ca-
bo, e Goianna.
Illa. Sr. S. Ex. o Sr. Piecidente no co-
nlie.-im.nto de qneirt leYei o o,oflieio dej9 din-
dinite mes i'eqaaiirdo o pagamento da ro|leca5 de
Lea rompiada para o uso da Auembla Legislativa
Pri'vitictal, expediu ot'dem Tbezotirarja para s<-r
fiitrt-ajue ajquantia pedida ao Offi'-iai da Secretaria da
menina Anembla Rufino Jo'.eCorris de Almeida, o
tj'ne tenho a honra d ommnnicar a V. S.
D*os Guarde a V. S. Secie.aiia do (Governo fi
' de Janeiro de i836. IHni. Sr. Laureniino Aoto-
tiioMdreii de Ca vatfro SeneUrio la A. L. P.
Vicente Thoims Pire de Figueredo Camargo, Secre-
tario da Pr.mm-ia.
D1VERSBS REPARTICOENS.
Cmara Municipal d'O inda.
%%.* Srsscid ordinaria de iQde Agosto de 1835.
Preaidencia do Sr. Barros Falcan.
^S^BivRTa a *ssa5 comparerera o Sin. i'erreira,
Guede-, Passoa, e Otiverra, faltando com canea ot
Sr. Axevedo, e Peixoto, e os que fraS participa-
do para tottiarem ausento.
O Secretario dando conia do expediente mencio-
non biim Oficio dojuir.de Direito Chele de Polica.
para' qe a Catnara Ihe preste a nfcesaaria infonnapaS
a capacidad', aptH6, e freqiiencia doa Profesores,
que sa5 pago pela Faeenda Publica, e outru M*m daa
eolias particulares de ttihos os sexoi para organizar
hifin Mapa p-.rexigencia, que las o Exm. Sr. Pre-
Mdtntada Provincia de 5 de Agosto do coi rente an-
no ; ioteirada ; e que se oficiasae ao Pisraea deate
Municipio pin diio -fim. Nr*ta sos-a apareceoo
Veieadcr ellvito L.-m etico Antonio d'Albuqrterque,
c qual jurou na forma da Le do competente Litro,
e tcaiou a itento. O Sr. Aroujo tonou asacte, e
declarou, que n6 poda continuar no exerricio de
Vereador desta Cmara por aer incompativ. 1 com o
eargo de Retordo Seminar'" com cadeira que oc-
cupa ; pelo que a Camai a o bou ve por eaeaao, e que
*ra precito ae chamar o immediato visto nao citar a
Cmara completa por rpre*'nl*cS dos Srs. Pasaos,
eOliveire, qiieet^v5 licenciado-, eujo mediato -
ra Cidada Jore dos Santos Pioheiro, remettendo-
^e-lhe a copia da presente redocs6, da epurac5
dos votos at seo numero, nilt e ler eMiusado o Dou-
tor Jans.n, e Ignacio de Almeid" Sarinho por estar
de; Joiz de Pa* do a. Oesln'cto. Reileo que se of-
fi i-sse aos mediatos para Juix da P^x Suplente do
i. Destricto, que erafi os Cidadaos Manuel Joa de
Miranda, e o Doulor An'ran para prestaren o com-
petente juramento. Assiro como >e achamasse o me-
diato em votos para Suplente do 4.' Desiricto, que
era o Ooutor Jamen para prestado coropetento jura-
mento. ResolveraS avahar a caada de agurdente
o Fabrico Bra-leiro par mposica doemnumona
forma da Le na qtranliade Sao por caada, que
sefiassm Editaea. e se offi-ias&e ao Colector da
dita arrecadac-8. Reolrera5 em nomer-se 5 mem-
broa para a Commis a8 do exame da pr'nb** publicas
na forma do Art. 6 ds Le do i.' de Outubr, fo-
ra nnmeadoa o* CidadtS- segnintes. Jote "!S San-
to pinh-iro, o Ciriirga6 Malvina. Jote Mg"el de
Sousa Magalheens Jnior, Manoel Antonio d'Assum-
pca5 Cardim, Manoel de Axeredo do O', e que se
Ibes olficiasse para suas intelligenrias. Nesta fcessa
apareceo o Administrador das Ballanca* Joie Anto-
nio da Silva, e a prezentou as respostas ds pareceres
da Commissa5, em que destrictu as du vidas que pos
di'tta Commi-ssa em sedi pareceres ; c por conse-
qnencia a Cmara aprovoo ditas reepostas, e as axou
conformes; cresol veo que dito Administrador na5
entregatse ao Procurador dinheiro algum de sua ad-
minstraca6 ; pelo que dito Procurador na5 percebe-
ra por cent algum em q ta o i o as buHancaseslivessem
por admimatracao. Honvera5 varios requer ment
de parle ; e por ser dada a boca o Sr. Presidente le-
v.inlMi a ses5. efiz esta acta, em pue assignara6.
En Manoel da Motta Sikeira, Secretario da Cmara
oeacrevi. Barros Falca, Presidente. Gue
dea Pas-oa Albuquerque Ferreira.
OAMAKA MUNICIPAL OO HBCIPB.
JjX Aa a Cmara Municipal desta Cidade fier pu-
blico o imperesso supra para que ebegue ao conheci-
inert lo de todos o* habitantes do Municipio, e com ex*
Pecialidade do Membros da As embia Legislativa
rovincial, que a^viesma be convocada extraordina-
riamente poro Ex."* Pre-idente para odia 14 de Mar-
eo. Uecife j i de Fevereiro 1856.
m
O Secretario da Cmara
JoZe Tarares Gomes da Fooceea.
O IrrtpreSto de qne fax mencfo o annucio ci-
ma, a Portara doEx.*" Prczidente, j publicada
em o N.%33 d'este Diario.
COlPO POLICIAL.
1LLM. Sr. Re-pondendo ao Officio de V. J.
datado de 5 do correte, que ro% derigio era qualida-
de de Presidente do Concelho que tem de julgarao
Cabo Gaspar Jos Vianna no qual me pede que lev*
ao ronhecimento do Exm. Sr. Pretidente de Pro-
vincia afim de que elle delibere a du vida ein qupate
acerca da nomiaca5 qoe fes V. S. na pessoa do Aja-
danle do Corpo para Promotor do GoncelhpjpcMrfae
nao conformar V. S. com minha deciiaft de ni6
poder ser o A judante obligado aceitar a Promoteria
por n ser da classe dos qne falla o att. %o do De-
creto Regulamentar do Corpo de ax de Outubro de
1831) para memhro dos Con celtios ; >ou a ditera
V. S. em primeiro logar que o luuvo prtercom-
pi do o que Ihe ordenei por olliiio da & do mes rjue
rege, para nomiar outro Ofiicial para Promotor do
Concelho, e inseguindo que as duvidas, que aeeua-
citarem no Corpo por falta de inteligencia a Le, %
de praxe no aet vico, eu me ji.Igo aasas autborixado
para as descidir por mim mesmo como C'ommandan-
ted'elle(com oque muito me honro) e ei i raza6,
por que me julgo di apenca do de o MptisfaZer.
O iladoart. so espressainenie dis que osOffieiacc
para os C-ncrlhus sera5 !i;;d: d'cntre o CoatiniAa-
dantes das Companhias. O Promotor se bem qu
nao tinha voto no Concelho, com tudo i uaj d*
membros d'He, e devendo ser tambera Officialeo
mais apto, e de nomiaca do Presidente do Coucelbo,
aegundo o artigo S i do mearao Decreto de que claaae
pos deve elle nomia-lo ?
Como por corollario do ja lodo art. Oentandc-
se que deve ser d'entre os Commandantet daa Com
panhias, e oa o A judante. Secretario, ou Quartel
Mestre, cujas funecoe sao distinctas daa, d'aquelles.
alfui de nao ser pratica em outros corpos.
Com o Capillo de Guardas Naciouaes que requi-
*-ile, tem V. S. oito Officiaes de entre oc qnaes pode
com aniecipaca nomear o mais apto para Promotor
no caso de ser preciso, e com os outros forma o Con
reino, faxendo-seasiim dispenaavel c A)udante, n*h
6 para o Goncelbo do dilo Cabo, como para oa que
tem V. S. de Presidir.
O Ajudante verdade que pode seso illegalidade
ser Pi omotor em algum concelho do Corpo ? mas por
que ? Porque pode ser defiensor gratuito de alguas
consequentemente se elle pode ser deffensor.
eo,
tambem pode ser Promotor ; porem obriga-lo que
seja por assim dever-ae entender do espirito do mea
eionadoart. al como argumenta V. S., com oque
e nao conformo.
Ao segundo quisito de seo officio respondo qut
3.* Commandante Amaro Benedicto de Sousa, eaft
pode ser vogal aos concellios como em outro officio
diste a V. S., embota na6 esteja elle pronunciado, o
com' qoaulo eu respete a opino do MertiasttBo Sor.
Juiz Municipal a quem diz V. S. eonsultou o Coa*
celho, efoi devoto que nfo celando dito3.*Coro-
mandante pronunciado poda servir de vogal, porque
k5 depos da pronuncia que tem lagar a dispoeicflo
do pargrafo S.* do art. i65 do Cdigo do Procraso
Criminal, eotendo que nio estando elle pronunciado
nio pe de o direito de votar ou aer votado segundo
o pargrafo 5. do art. 9i da Constiluicfo do Imperte,
e nern pode ser privado do exercicio de ontraa fuuo-
coos publicas, pargrafo a. do ai t. 16"i de Codito
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aiA.lia DE PE*HA.MUVUO
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do Proceso Criminal; porm poder elle julgar aoa
Bros do Corpo, estando preso para ser julgsdo, nio
resegu deaies meamos principio. E suponbamoa
Ht? tero elle d^mlgai elgura individuo, que absol-
vi fadesW'^sHs$4 n*n de aup'por que o eu
Melle para ib-lo tambero* aer
favnr ? Como pois ser iecta a juslica ? Suponbamos
mais que tile tem de julgar fura do Qoarlel, ou dar
reza de seo voto em outro Tribunal, logo seria
precizo relaiar-lhe a prfeaS, burllando-se assim as
orden* Superiores.
Tenbo por lauto respondido aoofficio de V. S., 6
seo concelho toda*a exitar dirija se V. S. ao Kxm.
Sr. Presidenta da Paovincia. .
DensGfsardta V. 5- Quartel do Cairpo policial
xi deFevcieiiode i836. IHm. Sr. Pedro Ale-
xandrino de Barros Cavalcante Presidente do Concc-
lh*. *r francisco A- deS Barrete, Coromandaote
------------,-...,
WJEZA OAS DIVERSAS'RRZfii.
A pnvu hr a msmax o Jlg empluma ptfsjot
*7#3uo. .

>-f
fOHRKIO.
a
Patatfra Ftdis Aurora recebe a malla, para a
Bbma baje i3 as horas da tarde.
JCJT Pela AdministracaS do Correio se faz Publt-
o, tte parte dte Porto par*"** do R-o Grundedo
Norte, Cear, Maranba, e Para o iqaeie Nacio-
nal l.'d'Abrl deqoe .Cojamaxidente o 2. Teneote
Manoel Coelho Cintra no dia ar do crtente cpiem
'ieJft'qbiserdavrepr, ou bir de passagefh drn>a a
Adrainistracado Cofre io.
, A mallas serab entregeos* boras da noite.
MARIO-DEPERNAMBUCO.
a^A piqueamos em varios nmeros da nossa Wba
otaros argoa tendente* as queixas, nos mercados
dttEurojp.'d* fraude, que, d'algum lempo parac,
inti odajzem alguris agricuUwes.no ensacaroenlo do
ajgpds5 ; mas nunca pensavamos admoestando-oa,
ajucsease^cessos chegassen* ponto de motivaren!
o documento cuja traduoaS segu :
Ero mna. ReuniaS geral daAssociaca Braslejra
O Liverpool, feit fe Dezerohro de 1835,
albm de tQinar em cnsideraca e adoptar-se
.joa, daatalhar oi/>fiel o fraudulento eruto-
^amento doalgodano Brasil;
4W Moon, Esq-, Presidente.
Q-Memriai ijosCor.etpres, do Algodad ertiLi-
jsWswoU-,. ndwesaado. esta AssociacaS, expoudo
t'nc^.euseflVitoa das lez-es de que se queixso,
i*n4o*ido b' Fpirolvido: v .. -
Que a Associaca concorda obre a importancia do
Moto, ejpo<4o a\flju consideraga, e sobre a grande
urgencia ^ju^,ba da se adoptar immediatamente algu-
tas medidas para por harraira aos infames e.fraudu-
Jentos procedimentos deque se queixa, os quaes
fdzem-.-e ts inttdaraveis, que ja to n5 difficil a
^e*nUdo-ralgoda5 do Bi-azil, etendem grande-
mente dionuir seo consumo neste pata.
Fui resolv^ *
Que aqelle Vemorial, e as deci5es desta Reoni-
seri& impresso* e mandados cada Meinbro da
Aikocica, rcommndandolbes d'os comuiunica'
incontinentv seus correspondentes no Brazil; e de
aullipitar sus firme cooperacapaa meditar e apoiar
akuiw remedio apropriado.
AQue o Presidente eocaiainbaria ignaes copias aos
Cnsules de Sua Mageslsde na cada bum dos porlos
aJttRn.il, onde he embarcado o algodaS, iequiiUu-
dw^bes qe convoquen logo hiuua Reunia dos Ne-
i>c'iantes IiiglfZes .n'elleestaheWidos, para obtr que
se iustitua ein tada porto huma inspeccao conten-
#V# (seja por.epipigado nmtados ad-hoc pelo go-
axjrno Braailejro,, ou, em falu destea, pelos niesmos
fftgpcUntt'*.). de >4o oa'goda trasido venda nos
portoa-de.amharque, ou adoptar-se ouiraaqUaes.qtfer
medida que I he parecer ronvenien'e-. para* antea
d embarque, os le*ar deoobrir e por consiguite
lifevf^rr qualquer fraude.
fefli.resolvjdo: .
Q/Ue. i." caso qoe os gvernos locaes do Brasil se
.Vgaaafar1 Muear tmtpoetores* he a proposito que
uaj cegociaute Ingleaea la esidentes, deva5 nt*S~
proceder em lormular el les meamos alguin regula-
luent adquadu j c e,!aAooi*9*8--lecouiujeBda
09 ditos negociantes d?o edVrecarem n'bum memo-
rial aos respectiva Coirernos toca*i para qoe estes
sauceonemaei pro>d1m#nt?, proKbr-
tacaft de tbffn IgiidaS'qoe n.6 tt^r ado suhmtido
h Ul In-peccafi ou aoi^gUrsrerJtoVque igualmente
poderao s*f estal>e1cidi>*.
(Assgnado) Jam*s Jfoon, Presidente.
Em ronforinidVdV (Tesar communicaca5, os nego-
ciantes Ingleses aqsji resllente, reunira-se o dia
9 d<> correte wl>a~rresd'eticia fe sen Consol, e. se-
gundo somos informado, redigiraS bum Memorial,
reclamando de S, Exc. oSnr. Presidenta d'essa Pro-
vincia medidas pfficazes contra a fraude de qoe* se
queixa ocnmmercio em geral'. E*ae memorial, que
publicaremos logo que no vier as mf os, detniaer,
BOaM pensar, apresetudo a Nossa AssemWea Le-
gislativa Provincial para providenciar a respeilo.
Es-a nod(a contra a boa C* bemeonhecra do em-
marcio Pernambucano. nao deve vecabir eontva
os agricultores perpetradores defraude, as tambean,
e rom muflo nais rasar?, s> br* pesoas que se n6*pei-
ja, vlha verdad*, de convidar os plantadores a a
na6 importaren! da limp^, eqnalidade de seo algo-
da5. pois, (segundo efiW ffirm'aS) agora todo hti
V'imr.iia sorte. Huma tal in-inoaen fei'a por pesso-
as d'esta Cirfade a matulos qn, bem longe de terem
idas d'ecoiiomia poltica, tflvex ut n6 sopponbao
que o lucro que ellas traS da fraude, vea a reeahir
rm parte obre el les mesmos, tanto pela haix* do
preco do noso algodifi, como pela diminu dreitos que fe prcebem snbre Ia5 importante ramo
de nossas exportac^es. He pois sobre buns eoutro,
Atas principalmente sobre aquel le, que devem v
cabir nosaa censura; e o opprobrio que soffre a hon-
ra nacional.
' 'aas -
HTIOOS COMtl'MCAOS.
Contiouseao do Communirado sobre as cousas do
Brazil.
Em Poltica ot errs ptociu*cm crimi. Pagee.
D
Rstk men escupi na5 entenda ag'im pragiien-
to, ou dessese^piritosespantadicoi. que eu., que tati-
to, e ta6 proGadamente defend outr'ora a Constitui-
rn, boje me pronuncio contra ella, a a pretendo ver
destruida. Longe de mim tal pensamento. A Cons-
titnica he a Arca Santa em que n6 devenios vr
ma- sacrilegassob penado, nos .arrojarmos emhum
abysmo de males iosondjaveis. ,0 meo despeito re-
cabe toto iob a certas.fnitituices, sobro certas leis
Admini-sltactivas, que lera sido, como mal deduzi
dos corolaiios da mesmp Conslituicao: e na verdad
en chamo mal deducida toda a loslitoicaS, toda a
mudenca poltica, que, n 5 se eompadecem cota as
circunstancia de bum Pvo.
E" vejo, que a Cnnstituica, por ex., no Arf. 161
do Titulo 6* Cap. nico diz Semse faxer constar,
que se tem. intentado o meio da concili*ca5, na5se
comecar Processoagum E no Art. inmediato
para esle fira haverJuizes de Paz. os quaes sera
electivos pelo mesmo teropo, o man-ira, por que >e
ele^em os Veres |ore das Cmaras. Snas tribuicoes
e Uestrictns sera repulado- por Le E ser huma
ronsequ-neia neces-aria, que easea Juies, pela n>>
parte leigos, e ignorantea eslejaS abarrotados das in
numeras siribuices, que, .ora tem, para se torna-
i em. com poucas excepcSes, os mais intoleraveis
despotazinbos do Brazil ? N-i5 certamente. A ex-
periencia quotidiana assa nos lem demonstrado, que
huma grande parte dos nossos males, e dos padeci-
raentng do Pvo provm dos quasi ilimitados pode-
res de taes Juifes, que em arbitrariedades, e prepu-
tencias tem levado as lampas ao.- mais a.saalvajados
Capitaes Mores do auligo rgimen.
E qyal a rasad por que se na5 a de rednxir a siui-
to menos as ilribuicoes de-s-s Juies ? Em meu hu-
milde entender bata limifalos > co-ociliaces, e sos
pequeos pleitos, que nao excedaft de 4'mJJJ r^., e na
da mais. A outra monstrnosiadade, que nos v.>i ure-
cipitando diariamente em hu>n pelago de Crimea, *e
immoralidadea he a Instiluicao do, Jury, que como
a mailclp eiicaixra&.por todo O Brazil, nao s lias
Cidades Capitaes, e Villas populosas, se nao em os
lugares mais rotos, e de gente maja safar*, a mon-
tezinha. E o qoe he que temos visto de tal systern ?
Onde o beneficio, proveniente de aemelhantesjolga.
mantos ? Tem diminuido a oassa dos rrimes ? T m
secorrigido os mal feilores ? Pelo revs, nunca a in-
punidade fui ta6 eral, e e.scandalo-a, nunca se vio
sentenciar em ftvor do crime con tanto dasemoeco,
efresquida. Ham Juiyda A tahua, nao aebe mate-
ria para aecuaacao esp ci mea provados at eviden-
cia : aqurmositio que senteneas iniquas f*(l'tr me-
morar QuepaUonaiocoohecido em favor de cer-
tos reos, &c. tic. Quem entre nos deixa Tiasultar
sen talante pelo pelo a qualq cidadaS, de Ihedehr
a reputaceS p< temor de huma sentenga dos Jurados?
Para dearoiirpor impune batial pHStenCsl <*rtir-
culi, e ty a precisa der dedeacaramento paca peT
dinrhar, e intrigar : por isso ja nerihum hometo ser-
rato chama a Jurados a quero o enchovalba pela Ira-
prensa, bem crio de qoe o reo tem de ser absolvido,
elle rada vez mais enchovalhado, e o criminoso victo-
reado, e lemdo.
Eu passo a offerecer concideracafi das pesaoas,
que aabt-m pensar o que a respeilo do Jury em geral
escreveoopimamente hfldoa maia isluadoa Filo-
sofoii, e Publicistas da Europa. N- b boje na
Europa (diz o celebre Aucior a L.gijhica primiti-
vo) homem instruido, que nao concidere a institm-
ca do Jn.y em materia criminal, como boma ina-
tiloica da Infancia da Sciedado, madr aosaviobasrai
aos progressos da corrupicaS do homem, do que aos
progressos da sua raaaS. Quando o crime b-se tor-
n'itl> num'arte; a far*m dte ojobjar h busto, aaluio*,
aue presuppoe a nslrfo6 de longos anhOs^ V prati-
ra de toda a vida, e que requer1 bomefti retirtds,
como em huin sartctuaiin, h>nge da influencia don
inleresses, a seduca das paixbes. O e>pii lo d'anti-
pa jori prudencia era tinga asnciedade ; o eapinlo
da nova he siIVsr o acrruaadb. O Jury, especie de
, machina intermedia entre o Ju, a o reo, f queha>
^rnister p- em andamento, nao pode dixar decoo-
d. mn r po. factos con-umados, 6ti abdlver pw pra>
aoimdas intentos. O Juis, instrumento da le, e
nauseo ministro, ap ga-se servilmente a huma letra,
que mala, ou absoUe : aunad ha, se na6 evidencias
fsicas, e nada de motivos moraes. lo sentir dos ma-
terialislas o criminoso be huma machios i e o J.ojlf
o/uiz, eo proprio instrumento do spUcio, u.rat
tamas machinas, que na6 poent: caber ao culpado,
faca elle alias o que fizer, huma vez qoe se na6 mo-
va na sija'dtrcc&6.
Nos conhecemosem Franc o julgamento pbr Ju-
ry em casos, em que era misler proiionciar sobre o
modo, e preeo d huma obra oo Ira Bal ho mecnico.
EntaSosJuizesappelavados expertos Jurados, eo
ob' eiro era julgado pelos srun pares ; por que tracta*
va-sede hum facto, do qal s pares poda terco-
nhecimento. Ms quaes sera i>s pares do ladrad, t
aa-assinO ?
A'lmit'amos pornade barato, que o Jury em ge-
ral na5 offei ece inconveniente algum ; qoe be a maia
sabia islilucaO, o mais sublime invento do rgimen
Representativo. Convi. elle absolutamente ao Bra-
zil? Conviiem todas as partes do B'ail ? Omvira
da u>aueiiA, porque esta organizado entre .nos? Isso
he que compre examinar no cadinho da experiencia,
que ja temos do sobejo.
Cvntmuar-se-a.
N.
,Ovo escndalo publico; ovo insulto aa nslitai*
cues que tanto anhelan climatzar : nova motra da
pqu'iihez de grande parte dos nouoa homens da
p v. ruanca. He no reapeitavel Ti ibunal po Jury,
jue se representou nova scena de desdouro ao patrio-
tismo Pernambucano : seguiu-se do temor do assassi-
no. a maiigaca : triste e ignominioso ti espasso !...
Nriem '8 o facto.
Convocada aSessa pelo Sor- JuU de Direito Ben-
to J.aqnirn de Miranda Henriques para o dia 9 do
crrente, comparecers6 nifqrnjf do estilo pelas no-
va, dez huas do dito dia, multo. Juizea de Facto,
que desta vez procorarad piten> ber as determmac-'s
da Lei, n5 faltando od seos deveres, como Gidadas
amantes da ordem publica ; como Juies uepo-itano
da. beneficios dajii tica. ReuniraS se pois no stflao,
e l i vera 5 de esperar assas, pelo Sor. J. de Direito
Miranda Henriques, oqual muito stu com modo, a,
a po mui frave, eompareceu depois do meio di-,
ou quase ess hora : enfadados os Juizes de Facto
de tanta marotidade, perdando dos seus negocios, c
talvez emsuasaude, na ia por amor da Lei, roas
sim por causa dos oommodos, ou visitas do Sor. Pre-
sidente do Jury; hum dos Juizt (o Sor. Se t te) Te ve
a f.eawjueza de representar a S. 8. o ocopveuiaotes
(lu sua demora, prejudicial, na5 a ao bono expedien-
te do Trbunal, como aos inters particulares: o
Sur. Jui enadou-se bum pouco com eata animosida-
de, e responteo entre outr9eoas,Que na6 esla-
va para salis&zer reclamacbes eatudadaa;'am caxaO
Snr. Sette replicn no mesmo lona, e sendo apoiado
por seus Collejas, a final oonvenceosa o J. de O., e
convencionou>.se, que d'ali em diante, fosee o corn-
pareciiaeuto para todo, 0 boraa: nft dia seguin-
te, esaa hora achavab-aa juntos os Jpites, a Mve-
i*5. por mi fortuna do mpamr outra vez pelo Snr.
do Dtieito ale mub nr0" aaaone: asna cbaf-


/
UiAatlo O* PKCftUllftUi*.
U
laa
w> ***<
W oa Juites de F.cto pegando cada ^neuehV
peu, otoaendd huma venia, fora5 se *^>J-
i,.. Caas, fie-n lo pnne* coa. Sor. Jdft do Dir-
to huma me duiia de JuiteN qu.*e todos daquelles,
ou* g.,1.6 d. hir !L, aW <** m-4*- "T ero HU,i ""^.*
libero*, qde* co>.eq*enem de serem, agora o. das
deEWrudo, disa inconveniente*, .en *****-
9,6depois deO^aje.deCuus no du .8. O
Pub^fa.ao^JIZO. ^
> '
a*
SfE 9 f*c* q'ie. narra o nosio Commudicante, he
tat toda vetdadetro, ceuo julgamos,*** ** P*11
NAVIOS A CARGA.
Para Lisboa.
Sab*"* a fnsior brevidade possirel a bem con--
t. ni la e valler* Brea Portuguesa Felicidede, Torra
da derobr*, d. que he Opitto Jos Miguel t*n :
qno> II- qUer carrear ou ir de pasaegern, pare o
due tem o, melhoree emmodos, dirija-ee a F.-ancii. o
So-ra' Rabellono Fort? doMailoe, a* Gap.teo
oa Pnrca do commercio.
teueura.
O Bfi.
M.
AVl/OS PARTICULARES.
COMPRAS.
u*
Ti nuarto noee podante, essm scbiqUf, Mm
orna ngora, e eos a a)ra*it: +' ''^ -nnunc,t
por esto Diario.
r
^R. Theart Mkou a revotarlo decon-
M-rvdt-be na cuZi era ftlifi est t#f *irrta ca
loja do Sur. B.uwieira na ra de Cabi.ga,
porque rtuas pc**>a* quo la tet' hielo h**
tetfa assVrulf preferrrem corlar o cabello
ein una silla d'um soqrado do qfie n'tma
loja. Precio rio corte d cabello 320 r. etn
caza, t fura a voutade da pessa*, asslrn
coirio para 'peniear* us Senhor;;s.
/y Qoeat snunciopquerer compiar um Piui.no,
diriju-ie r* da Gra D. 7
Januario Alexamhiae- d* Suva Bel*Ho-Cano-
ra pe. tende dar ao Pt'fo as Tbuas Sinptica, de
R. b*toica-*- nejadas por eo faU-noo mano Fr. J<-
ciuiin d amor foie.no u a, benefic o .. fai.aH*
de ,*o Mecido Pai, oSrs< amantes t> lej.es, que
qoiserem saajgodr urna too iniereaaoto bre queiilo
dirigir- wje.doSm. Bandeira, na ra dO Cahug*.
a/y- Quem lfar, e qpir allugai umiUoaa Mag-
dalena, MUt'(-*. .
a/y- Queni qiier JaT 1O6 r. a premia;, #'
nnifcoieadw ouro; annui'Ci.
kj- Sendo hj l o tm o. rente u*, al:o
n.a>*nbartacao mate Pono, que que r ivcebn aU"
toa carga para o A ret, ou para aliatra o'A-ar*< U
annncie o Hoiiie Oa mc-afca, onde atdfe. rotra
tar Jilo wff*Kaw uto. .
y 1V tus daAur-.r, a.*andr dosobrado .
to, pieoi*s-sed*ui iioo c<03 mutilo bort leite
foir4oocaiiv
y Wa Praca da Id-p, ndencia, hje N.* 4, pn-
cita-se d'um inoleque por allguel. .
a/y T- udo a Uminuii Atfmlnialradora dos H "-
aiiieej de Calidad*, de contratar rom bum dos Sm>.
P Ijarma'cutidos, a piomptifca^ilo do reu.edio* pa-
ta o-sEnfend all* sientes, qu^eo astiver nstas cir-
cuustsncisa d os f^ier, q-iti-s romp rTr no da i3
do cftnte peiaa 4bota da tarde H S \\l 'K -uas Ses
b6es, yai** tltar-se a suielliaaite r. p o.
P.* J.*e h-o liscrivio da AdwHsatrad- G ral 'H 'p'"
9 Prct-l deumcp*"!"-^ h.-bi', quesba
le., e^cieve, fcc e que d fi%d-. U* -uiiduct*,
p.ua tom*r con d* uio piquen* loje de t-ouio n e>-
Pi ac : a peaaoR que estiter tV$tas circunilancias,
|ipreaen'uio os quexito cima, dirija-se a ru do
Fngutute, cata trria U. 14-
ff Qualquer oflieial d* fwdreieo, ou rarptna
que qoeira aiurtar fer un ci> tirria dopedra e
cal no lug r do Calderelro, f-le ao Raer Vi< R' g(. ,
tW- A rVfrore Unga do Bairrodo- Antoniq,
nnon.ia ao Pes d- suan alomoa-., que ua AuN
tea h- berta ; naiuaNova, raza de^ua remiden.w.
%jp- Qu m pt.6M..r de sn padei'i o para qualqaer
Embu.r--6. ou ca^ particular, qoeira annuncwr
poi etc li paran r piocurad>)
sjap- Para eviiar qualqaer dnn ^*>ae ao d-pois po*
t qi.rtoer se f*a ** avio i no N. 49 que a r*.
sa le soorad dr 1 andares 1* na ua -to Lal-bouco
deslaCHad^ N.^8*. aayckava h-p .eca Ja Vlanoel
Aiild.no Ra">os, eiuutam ut- *- fe -q mesm*
cata e n>-" b> nssehiio vende.- paxa ^"Ol ".tu uioso
da mani hip-tecaoomode ou'.a mai* deida queo
hipoter^m- Aolouio Ca.U-.o Vivir est deteodo, e
bera P*d'-i-a eau*** Usotoi me,ma ca, a dna h. ..*. ou mta.no
toda iqoanti, o meaoJo bip .(ecd-. declara qc alo
poem uvida m recah*r da rto Letra-.
Maooalioaa doa Santos e Adra.
ARRKMATAC6.
m R*a)*-r* tt no. disa da L*, qn- +&**',!
Galera S. Jo*v IHplista, t .^n.ata avahad* pe.
oJuiao doCireldasegonda vara, E?criaoAitfe.da.
LRfLO.
M*
jtAnoel Joaquim Pedro da Cotta fa Uillo por
co.tae risco de qOrm pe. t^nrer de 100 a. rU-* da o-
timd. India deh qu-lidode. no armaavm do O011
calo no pateori'Alfan ieg* li-j- Sablado H da>o
vente
VRNDAS.

AivDouen.
/mLi.uG\-sF., ou rendente unta casa da sobrado os
P asaigaaa da Magdalena, junto a ponte que rai para
0 Remedio, fura um pedaco deteirs, oarmscio 4*
renda na loja : fallar com Nicolao Tofino Pinto, oa
ra da 9 Crua, defrome da torrada Vgreja, D. 0.
Ende -ae 00 ti 7 doeorrenia mes da ponje da
Boa-vi-ta at a ra io Cabug om anna da cabella
com a firma da A. F. M. : qoeu o acbou, a qoar
1 estituir a h0 dono, dirija-se a roa das CroteasobiO-
do ds a andars no aegwidoandar, rshnda do beo da
Ouvidur o lado eaquerde.
M-
F.SCRAVOT FVGIIKMJ-.
\U cata dSObrtdo na ra do Li tramant: W
tar cofti Joi-Lucio Correia.
ry alfineta da peito de brha.itea, autendo
om, baslane grande no mein a qatorxa mcoorea
^. Yotta : ..a ra Nora. Loje francote, D. 4*
vw i Carnei.o grande capados, aaera.a am
caramilho: na ra por detrae da Matris da Boa-
vista, D. i7. ,
w9- 5 Almarios de dilarentestamsnhos, propno*
psia loje d miudetas : no aterro daBoa-riata lado
direilo hindo da ponte, D. l.
/y Um cvalo de estribara, lati carde, toa-
do, a sem achaques, r arregado, de pasaos t eaqmpa-
do. com aelim, e arrelos de metal am-relo, per pro-
co coo.odo : na ca.a.do Esc. i viada P. do 6.' Dntttc
to das 5 Pon. .
a/jp. Uim eacrav* e. 61a, aabe coainhar, UW ua
barr>la e aahlo, fater doce: na rOa da Prais, d*non-
l* do s brido qua ae ata faiendo.
*rF 5 Banca de angico modernas ftti Dm "o, a
, p.. d ,ro jpa d'smarelo : na ra do Lirraaaanto,
loieD.5. .
/y omolequedei6annoa, qBt aabe cea-.atiaf.
na.u- '''ogo, D. II. .
V7- IJ o ancrara moaaa, noU 1 na ra oa#i-a-
rangt. D. 8, *.* andar.
y* .t.ii.ieca.rapatoembarrit, porpreooco-
ood.: na ua do Cailereiro, D. 10.
*m- A vend.. da roa do A^ia de P*i> a dtnhei-
ro, oa prad om boa|firma, com um cont de rwa
de fundo : ... u-. do" Vigario N. ai, ou drfronta da
Lingo ta a f'lar roa Anton-o J.*adaCosta %H*^
rW l b*t au Ufi IVtargatx. agoafdaute da tran-
ca^ frutas ea celda, a tiunoaneeael: na ra da La-
deia velha, Kr* 4i. .., .
arap- Atacado, bons aarotoa da direrasa qualidadas.
na roa Nora. Da. .
raa- Em bom uso, e por pr*o cmodo os aegu.n-
IMHffoa : urna gramatic* latida pelo P.* Antonio
remira, om H raci<>, urna a. ta potica, um "TU. la-
vio. u.nGoroelio, Salustioa. urna car "G^o,
oru Rlemeato dnPoetva, umZaillear, auaa B.Mia.
na ra do Rosario Urga, botica D. 7.
jp Fulinhas de porta, de Algibeira. e
de Padre, para o presente anuo de I83,
por pre$o enmmodo, na Praqa da Inde
penaencta, loja de Livr.> N. c 37 e 38, e
na rtia da vi adre de De os veaaa que tul
d tad".
AaiA Joaquina, d'angola, chala do corpa, b-a
al'ue-, bam parecida, com taha de dentae na fiante,
e r pr.-sen 00 do ana.-patmido s roa do Queinado, D. on-
dea dan 5,Oi5J.. d> fjralificacio.
trap Jc-anna, c i(h, SSasnos, alta, corfolls, tita
fa-it.^ fr-afa, ru <1 fita de p^B ealgm dedo* mam
t-urt'oat fgida < o vfratidoatul, epano de casto: I
rus doQoeiaet''/; D. 3.
ry Jote jjm kuoho o Contra melada, canosire,
e perd lortsa p* 1 dentro; fngido no da 7 do aor-
vente: ru* do T.apixe defronie do rae da Lingoe-
#y* Jote, naci cabinda, Snannos, baMeagra-
an de corpo, fel gago, falta de cabellos no meio da
atfbMl deandar vendendO pie; fgido nodiaSi d*
in-o. p. Janeiro, om calca da risoado asol, a ca-
snlsadaalgodaOfiBho: ato 80/. Mno*4 Ignacio da
Silva morador no beco d Axetta de Peiae, padara
a/y- Rsaadicto, nscio da coate, bawa, agrossso,
t caooeiro; fgido no dia 6 do crrenle coa camisa
ca'ca branca, lerendo m*is urna calca de rscado 4-
tul: a rus ds Guia do Retito so p do porto das ea*
rmas, N. 16.
saja Jote cabinda, por alcunho Jos 001, esnoai-
ro do poito da ra Nora, e j foi eu>brcadico J fgi-
da no dia 9 do corrente, a lerou ean.iaa de riacado a-
si.l, e calca do mesmo, chapeo ds eouro a moda do ,
OertlO, estatura regular, cheio do corpo, ea.a larga
# ^mpreanJacrrraneudo, p^-andes batos qu
parece aer enfado, idade pouco si 00 rnhob SO so*
n...: quem o pegar leve a rus Nora armaseaa de
Irsstea D. 34, que ser bsm recompensado.
noticias nAnmsiAl.
Ti \*> dmt mmr4 cAowi no Pon de Ptmmhuf
11lanada j oh. 4J m \
4 |Ti W-S6 .[Trdt.
J ,3-Q: t l 8 )
^5 4-Q:--e '*r* "
. S4i 4 e-5 )
J $6__8: T-49 Msnbl
,7-D:^- J t-.ib I
iVot>5 entrado no dia tt.
R.I0 im JANEIRO i 4 dias; B. Marte mbelaa,
Cap, Manual Jue da Silva Maia : varioag*ioS. T.
laO. Pasasgeiros 4
COIANA? 4das? RiataPlor daOetSBS, M.Josf
Nsraiso: saauear.
Sahdo no mesme dia.
IliVBRPXsL, reto UIACATI} B*JVig.Ibasa-
t) C^p. Aiaxand.e Pedro i lastro.
ERRATAS-
t
No N.*4 rt- Diario da P.; pag. t, oai.
Lnca.io as oriJeoes episaa OS Padras, -- U-a: to
do os parW, col. 5. oianta oqnal, o Arbiipo -
diante do qual *rc: tefaios prowpitadsaanla ^
precip ted-.oen:*.
'*. tM Typ. do "TKitP II
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GNEROS.
A.<;0 de Milo.............
' d* Suecia............
A gO < 7....................
Agoardeute de Franca at.-0..
,, do Mediterrneo,,
Aicatro Sueco.........
, Americano.....
A Ifazetna...............
. 41 vaiade.................
I Amanas de ferro conf. snasv.
de linlio Ing. pat...
da Russia.......'..
;' Amendoa doce coin casca mole
Ancoras e aurrela*...;....
Amagem ordinaria...........
,, fina .. ..*..........
rame de Ierro.............
,, de lato.............
| Arcos de ferro............
Arroz pilado ektrangeiro......
Azarcio...........:.........
Aaeile doce <1 I'ix i"^l -.....
de Mediterrneo..
de peixe......'.,
BAOALHAU peq. seco......
Hacas de lalo............
Batatal...................
Hezerros Franceses........
Bren......................
t) i"n da llussia largo.......,
,, estreito......,
inglez largo........
,, ,, estreile.....
Bolaxa fina.................,
ordinal ...........'.
Rolaxinba..................
CABOS de Hubo Ig. pal___
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Stveet talmond* sn/tshell
Anchor* and grapnels..
Crcquillas.............
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Brass ..........
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Garrafoens empalliadoi.. ..
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,, en botijas........
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LONAS da llussia largas...
M > estreitas....
,, Iiif>li;zas largas.
,, estreitas.......
MAMTEIGA Ingteza......
1,, Franceza ....,
Mascas sortidas...........',
OLEO do li/ihara en pipa.,
., ein garrafes...,
5>AIOS de Lisboa.
>apel llollanda
Bread piht........... -| j|iloo Ra. 3
navy.... ..... f3| 5|5) ,(
Craeken ............I a#noo 3|oo Bl. 5
Cordgefng. pal.... .LJs i, Jo00 '}\. ,,
,. .. uia. ..
Cafl*'......................Cafee .......... TW
do1Rio.grtnd:...\Beefdriedl Rio grn'de] a/8
Cama necea _
,, ,, de Monte-video.. .1
.. .,.1 .,! ,l'l..l___I.
Cnh
Ru.uian........Uojf

de vaca salgada d'lrlanda
,, d'Ainerjca
9* t*
Montevideo
de Porco ,
m 1, d'lrlanda
Carneiras Francezas decores..
Carvo de pedra............j
Cera ainarella.......
. branca.........
Cha 11 isson superior ..
,, I 'xi'll...........
,, perol.....'.....
Cerveja branca.......
. prea...........
Cintas azues Ja fabrica
LIiuih1k> ein barras..........
,, un lenrol..........
,, denuutiuo.........
Cobre para Caldereiro.......
,, ,, forro..,.........
ENCHADAS do Prto.......
Erradoce....'................
Espingardas lazarinas........
EaUnlio....................
FARINHA de Trigo Ame/...
d^ oulra parte...
de Mandioca.....
Folha de Flandes....
1 II
Fio
i'Satled Jrish...{
. xi American
Por/c......../........
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Shep Skm.i'FrVnch col.
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., Vmtf..........
Tea ffysion S.....'..,'.
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Ale'boUled...........
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Braiiers copper.......
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,. abnaco 1. qualidade.
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Parnahihas................
Passai mnscael............
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Pixa da Snecia
,, (I America ... .
'otasi d'Amrica.
,. da Russia.
p'regos caibrar.....
,, eaitar......
I ripar...............
de guariico. .0........
Prczunls do Pirto.........
., de Inglaterra.....
JUEIJOSFIameiigosiip.a.
.. Londrinos........
RAPE da Rabia, rea pieta..
,, Princeza...........
Betroz sortido.............
SABAO' Americano........
11 outro.............
Sal Esjrangeiro..........,.
(Salya-pari illia........
(SelitiH.....................
TABACO maependiin......
o da Babia........
1. d'Aiucnca.......
I oncinlio...............
VKRObTE......... .....\
Vinagra de Portugal ......*
,, do Mediterraueo...
Vinliu do Porto............|
de Lisboa tinto PRR
,, oulroH autores
da Figueira ...
dt Prov. e Catalonia..
pipas de 85 Cauadas..
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de Rordeaux ein B.....
,', engarrafado
Cbampagne ., .....
Moscatel ,, .....
Vidro* para caKlliosdecai*a
(le 100 pes (juadrados...
Vellas de Spennacete......
,, de cebo............."
Viubo de Cette, S. (>. p gr_
Iron Eng. in bars.....
,, in ods......
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Bulles black .........
Dame-jeannes........
Gin in pipes..........
,, in jars...........
Ofnaburgt...........
AViiV c/o//i Rusta wide.
,, ,, narrow
Engel. wid.,
narrow.. .
Butter Eng/ish......,
,, French.......
Matearon! and verm.. .
OH linxeed in pipes....
11 i in jar*.....
Suusaget Lisboa......
Paper largt> folio.....
Sma.'l ,, ......
letter ..........
a/matso 1. qualit.
>> 3' >i
florete .........
IVrapping 1 1 q.
Geiman cutlasses......
Musca le/ ratins .......
Pilen Swedish........
,, A-neriean........
Pot 'ish American.....
Ruttian........
Nails 3-' i'/...........
3...............
|.............*
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flams Lisbon........,
English........
Chet.se ilutch Slip. a. ..
,, English.......
Snuff Ba'na..........
,, Litbojt.........
Sewing Sil/s.........
Soup American.......
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Assucar mascav. sobre ferros.
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Portugal, Algodo 600 Rs. por Ai
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Genova, dito 3 C. 10

CAMBIOS.
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Janeiro so por centoda pre-
so por 0/0 ; Cobre ao p. /o.J
U! o,L?zz<^\: dPr"... 6s..sl.'z fea aa Si ,p"i t:" ? rnw Li'b" -- 1 *
/ #*>*., Aljiaio 8|5, C.f |,. ta" ""*' <,0<" """* M u"'"'u *> I' '.i.iiin.1 i Mo.d. p.p.1
Quintal =: 4 arrotas. 1 ar. -= 5a Lb.
Joo Lb. = 93 meios til = 101 Lli. lugs. = yi Han.
1 Canad (medida velhaj : 3/ s;o/* 6/7 ./ #a Alqucires (iden$)= 94 jA*/ f= 34 ///rej.
_ 1 Covatlo = 3palmos, 1 Ja//. 4 palmos.
t faro'5 f/'*. palmo = me x. 216, = 8 p. 1. /-
QL quintal, Lb. Irtira, Ar. arroba, To. touelad*, Ba. barrea
bstml, Cx. cai.a, Gl. galo Pp. pipa Alq. alqueire Va. vara,'
*. oovado, hu. liuma, Ut. duz.a, Cl. cento, Gr. groza VI. -
a?u4 "^ tV'' .T' '-'lU, ai.. atM.idi.ita, Pr. procurado.
Wb. be, je- Jarda. r
B.
i, iS"* o*/5 i- 3 obre M v.'.scoens.e mai. 1 in daa.p*!,,,,*J
S?m...^f~. ,d* Ju}h' ,umo' ^-'"do Rio Grand-To ltl\
gao m... d,reno algum de exportacao, mas continuo a p.K.r 16 por cu -
^sobre .. av.iacio d Alian de vindo de pavt. rangeirol. ^ "M'
n^ A Agurdente uai/a inr ,-.m,. J'__:.'-.._.-. k _t_ j_ '
y ;. -'"" "= p"acao, mas continimo a
tosobre 1ii v.iac-o d Alian dega, vindo de pawes estrangei
rTTcanada ,U l"K* Pr cen, d'eiportao sobre valor de 400,]
r^Subacreve.sena Typogr.fi. do Diario, pateo daM.trii 3#ooo por aqn
Ifooo poi beaiestre 4#ooo po, trimestre ; vnde-se avulsa no m.s.oo In.ar
.;?.&? '*",o P"'a s.ijnanles a 80 Rs.
IMPRESSO PR M. F. DfcFARIA.
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