Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02219


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Full Text
ANNO DE iM. OAHTAFBIRA
10 DE FEVEREIUO N. 32.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
. ___.. .,T>. n.M V de FaRM- 1836.
Pbrnamboco, Tvr.nM.F de Fama
DAS oaskmana.
8 SejrnndaS.Jo.o da Matta A do. a,* C. de m. det
10 Quarta S. Escolstica V. scs. da Thezouraria Pon.
Quinta S. Lzaro B. Re. de n, aud. do J. do C. de m.
IftaS Eularia V. M. I da Thez. P. a*L do J. de O-
,3 Saba,.o fr Glorio 2. P Re., de m.e aud. do V. Gera. det -
U mingo QuinquaKesma 8. Valentim M
T..do .Rrade,.ndr de no..n*.mo,. da no.,. "<; ^.
teo, e enero = contorne......con., principiamos, e WNM
poiilado.com .ImiraC-Sn enue a. NaQOe ma.hCiiUa*.
Proclamado da JtitmbUa Goral do Hra.il
raen
8ul.creTe-.e a 1000 r. maanea pago a
diantad. ne.ta Tvpopra-
rMC.e a ."""' ="-'.<"*" -- receben,
a Praca da Independencia R. SI aM I "1* "* gra.
,..ndenc.a.leKahsa(4aH. e ...nuncios, l*MS ",e" "
li. .endo do. ,,ro,,rio..i...ls e v.ndo .*.e..adn.
PARTIDA DOSCORRBIOS.
Otinda_Tndnosdiasao meio da.
Gam. Alhandra, Paraiba. Villa do Conde. Maman^ape, Pi-
lar Real de S. Joo, Hiejo dAr.-ia. Raiiiha, Pomlial. rvovn d-
Sonta, Ci.ladedo Natal. VMas de Goiai.ninba, e Nova da Pnnet.
sta: Cidad.wlaForti.leza. Villa* do Anuir. Monte mor novo,
Aracat. Cascavel. Canind. Gran.). I.nperatr.z. S. B'rnardoo
S. Joo do Principa. Sobrar. Novad KRev Ico, S. M atheu..
acl.odo sanirne. Sanio Anion.-t do Jardim. vWxeramob.m, e Par.
M..I.- Secnndaa a Sextas reina ao meio d'
Santo A nio-Todas a quartai foiraa acte.o da.
Garanhunt. a Bonito- nna4tni 9 e 2 do mea ao meio Ja.
Fl..res-no dia l8de*aoa aunao meio da. ...
Serinl.aem. Rio For.no/.o, e Luneiras-Segunda, Uuarta,
Sexta l'eiras ao meio dia.
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBCO.
GOVEHNO da PROVINCIA.
Expediente do dia 6.
CoNJtando a este Governo por oflicio da Cmara
Municipal dessa Villa, que no dia 3o do p.ux.mo
findo aea lora atrosmenle assass.na.do o Ju.z flij-
do Deairirto de Cacimbas Joaqun e.hno de Alb.i-
uerque Uxa, e coovindo qie os perpetradores de
semelh.mte crime se na5 escapen. a JaU, rigorosa
poaici-5, que Ibes he decretada pelo Cdigo Crimi-
nal ; cumpre que Vin. en.pregue as man. efl.caze*
delfgenrias, par. que sej -5 elle presos e competen-
temente protessados, pondo em prat.ca todas II me-
didas legaes que eatif eren a seu alcance abro de que
a manlida em toda a sua plenitt.de as seguranpas
pesaoal e de propriedade ta5 escandalosamente aco-
metlidas nessa Comarca.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Governo de Per-
nambuco G de Fevereiro de i836. Francisco de
de Paula Cavalcanti d'Albuquerque. Sr. J-ie
Tellea de Menezes Juiz de Di.eo da Commarca de
Santo Atita6.
Vi com o nator desprazer o officio que Vms.
mederigiraSdaUdode 3o do prximo findo mesern
que communica haver aido atrozmente assassinado o
Juizde Paz do estriclo de Cacimbas Joaquun Pro-
6.iodc Albuq.urqueUx. ; e cumpre em resposta
acienliflcar a Vms. que nesla data tenho ordenado
ao Juit de Di.eito dea* Comarca que eropiegue todos
tneioa que a Uta lein posto a sua dispostca para que
sejtd preso-, e punidos os perpetradores de um>e-
mt-lhaute crime, tomando todas as medidas legaja
afim de que seja mantida a seguranca pesaoal, e de
Propriedade, ta5 escandalosamente .comantida nes-
Mi'K'rmo.
Dos Guarde a Vms. P. do G. de Pernambuco
6 de Fevereiro det 836. Francisco de Paula Ca-
valcanli d'Albuquerque. Srs. Preiidente e Veri-
adores da Cmara Municipal de Santo Anli.5.
Ollicio; Ao Commandante das Armas, para
pedir as convenientes ordena ao Commandante da
Fortaleza de Tdiuandard, a fim de entregar os petre-
xoade guerra que lem em BvU poder constantes da re-
lacaque acomp-tnhoo o ollic.o do roesmo Cotnman^
dante das Armas ao Commandante da embarcacad q
1'oreiicai regado de os receber.
Ao i'psctor da Thezouraria, para mandar ao
CaboFelippe JoaquimdaConce'iQaS, ea i.i Soldados
que conduziram 6 reermas da Villa do Cabo a diana
marcada n-s Instruccoens respectiva.
Ao ii:e*Bo. para f-zer igual pagamento ao
mesmo Cabo, ei7 Soldados, que conduziram inaia
8 rverutas. ,
Ao Inspector do Arsenal de Manoha, para
mandar por a dispoMca do Administrador Fiscal das
ohraa Publicas urna Alvarenga e-qtupada ahm de oe-
sembarcar as madiiran rindas das Alagoas para as pon-
tea d'esl* Cidade ; advertindo que esta dehesa sera
abonada pela repartic.6 d;ts Obras pub'tcas.
A' Cmara do Rio F-rmozo, para remetter
com urgencia a Secretaria do Governo urna relaca
dosCidadasd'aquelleTe.mo, que ft.r-B quaihca-
dos Jurados. ... _
_- A o Inspector Geral das obras publicas para
orsar a de.speza da obra da cuzinha da Cade.a, alia de
ser leita a cusa da cota destinada para sustento dos
Pr8APo Intpertor ^ ^^ ^ Marinha, dizendo-
Iho que para o Governo poder resolver a cerca da car-
nesecca de que trata o seu offirio he miater que inlor-
me, quaodo foi comprada, por ordem de quero, e
para que. ... c
- O Presidente da Provincia ordena, que o >r.
Inspector do Arsenal de Marinha faca t mover todos
oscasros velhos deembarcaca, que seachao del.on-
tedo Trapiche do Algodao, visto em^aracarem o
transito das Alvarengas, que conduzem f.aendaa pa-
ra a Alfandega, devendo ser leita a remog.o a custa
deseosproprietarios, como j oult ora se mandou
praticar pela Portaria de copa inclusa
F P Jac^do Gov.rno de Pernambuco 6 de Feeere-
rod 18.36. Cavalcanti.
Dia 8.
Illm Sr. D V. S. as precizas ordens pa-
ra que se compre, e forneca o Arsenal de Guerra su-
ficiente pu,c.,5 de chumbo em barra para o labrico
de bailas dos adarmes i7, e .3. conforme acaba de
requeattar o Director do referido Arsenal.
Dos Gn-rde a V. S. P. do G. de hnm-W
8deFeverei.odel856. Franjeo He Paula Ca-
valcanti d'Albuquerflue. Sr. JoaO Gon9alves da
Silva, Inspector da Thezouraria.
INTERIOR.
AP.TICO COMMl'MCADO.
En Politque les erreurs produisent des enmes.
Pags. Em materias de Poliiica os erros p.oduzem
crimes.
Pormaisbemimagmada, por maia bem combi-
nadas quesejo aslheorias politi.as, ellas nada va-
lern em met humilde entender, se nio as apadrinhs
faz recommendaveis a experiencia, que l.esemdu vi-
da a pedta de toque de todas as lnsl.'ujcoes huma-
nas. Repblicas dePla.o, Utopias deThoma. Mo-
ro, a Paz universal do bom Padre Bernard.no de S.
Pedro cor.em parelhaa cornos lindos son hos do Ka-
\i d'EI Domado, s proprios para divert, a imag
nacaS, que ordinariamente muito se paga ,o*'
ravilhoso: ma, governar PovoS \wm W-
dade 0 al nao he o mesmo que engendrai novellas ,
e releva concide. ar os Povos, e paizes, como elles
realmente s.., e na., como deve.toser, ou quaea M
antolhio ao be.stunto de Tsionaiios empleos, ou
innovadores suspeito". _. j*
Vai em .4 annos que o Bra.il fez a sus Gloriosa
Revolucio, que se emancipo.., e Conslituio. mrn fu-
turo lisonjeiro p.receo Survir-nos tfes d ospr.me.ros
das da nossa Independencia, e a Liberdade ate
entio reprimida, e ferropeada pelo rgimen colont-

al, tornou se o dolo de quasi todos os coracoes.'
Mas o que be a Liberdade, se nao o meio de chegar
a felicidade socil ? Do que serve dizer-se, que so-
mos livres, sea nossa vida nao tem seguranca, se a
nossa propriedade he envamda a cada momento, se
os malfeitorea se regozijo desempecados, e qutea ga-
lardoados, ejazem no silencio, e oppresslo os homens
picifcos, honestos-, e industriosos ? Assim nos das
de terror da Franca se apregoava o triunfo da Li-
berdade, o imperio da igoaldade face da Le, e os
LeBons, osCa.riers, osBourdons, os Marats, Jans-
Justes, e Robespierres alagavfo de horrores o solo
da Franca regenerada, anniquilavio o direito de pro-
priedade, apagavaoem ondas de aangue os mats ligei-
ros vestigios da Religo Santa, sob cu jos auspicios
tanto crescer, e medrara o gigantesco Imperio d
S. Luiz, e s distribniio a igualdade do cadafal-
ao. .
Vai ero i4 annos, que temos leis nossas, e que os
gritos de Liberdade lem aoads e repercutido ate nos
oais escusos rinres do Brar.il. Liberdade bradlo
unissonos lodos os Peridicos. Liberdade clarnfo
lodas a, Provincias : estamos fartos de Liberdade:
,as aonde est a nossa felicidade? Observlo-se as
L,s? Sao estas adaptadas nossas^circunstancias !
Sao liis, e zelosos os gentes do Poder ? Sao os Po-
vos submissos. e respeitadoies da Le.? Tem oneci-
do a rossa industria? Temos estradas, pontes, e ca-
naes P Est defendida a nos^a vida do punhal do as-
sassino? E-t garantida a nossa honra, e proprieda-
de ? N. da disto. Os homens bem educados, os ho-
mens de bem vivero como olapardado. tmidos, e
.(endosos os Emp.eg.dos Pblicos Untando a vista
da espada de Dam-cles (o Cdigo Penal) que Ihe es-
t iromit.ente sobre a caneca, .0 mesmo passo que a
gente perturbadora, os lad,5s, e assassmos v.vem
nedios, acontentes, sombra da mal assente ph.lan-
tropia do mesmo Coligo. .
Se Unco os olhos para o infeliz Para ve,o com
horror todos os estragos da mais barbara demagog..:
se os soleo para o Rio Grande do Sul, "JJ
vi-t, de tanta immoralidade, e crueza. Al. (quem
tal dissera ?) as palmeadas rio se aquinlmanuo sem
- ., Hade Entre as victimas dessa
atlencao. a s< xo, ou idaoe. c"1"; .... ~
correr ci I. ate, na conta-se o Ba.ao de Jaguary, oc-
tuogenario, primeiro pr-prietario, e "Pl'-ta dn
Provincia. A dori, que Ihe apphca.ao, fot de 6 du-
Zias (mea groza). comque lhe esfarrapar.o as maoa
aosom de vivas Patria, e L.be.dade; e Como .
misera Baronesa interposesse os seus rogos para pou-
par ao marido tanta afronta, levou com a palnu. .-
ra c.hrp, ealgumas espaldeiradas como in miga
dos nronresVo das Wdo sculo. O Bar.o Ute*
cramenUdo os Genros rae.pa.lo por ps espavo,,-
dos, suas estancias foro roubadas, e nao ha quent
^lm. amostra do que seiio as ***
Bra.il. E vista de tanta desorden!, de lanos crine ,
e horrores, deverei ce.rar es olhos, e ouv.dos, e d.-
aer? tue vamos bem? Nio cerlamente: nos eMamo
como'spssobr'hum v.lco.-Jam probos Slrf
Ucalego..-Conhec.mas o mal, e procuremos appU-
car-lhe o remedio. Este, quanto a miro, .osjcj
seguir reformando algumas das nossas Leis Admi-
nistrativas, e.bolindo, ou modihcaiido certas Ioati.
tuices, que anda nio tio par. nos. Eu pSSSJfW
publica, francamente as m.iihas humilde* ideas
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DIABO )E PF.RNAMItUCO
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lsse respeito se me refutan in com utbanidade, e de-
cencia, respondeiei ;'te me insultaren) na frma do
c-stume, despioiai ma le rea dos
O EscripU-r do Caivpuceiro.
I
D1VERSBS4REPARTIC0RNS.
CO.MMANUO DAS ARMAS.
Li.-"" Snr. Em pie-enea da representado, que
V. ,8. me dnigio cun d>lu de30 de Janeiro ullimo,
faaeudo ver o' piocedimento que leve.o Tenente Fran-
cisco Connives de Arruda, cun Joe Thcmoleo de
Mallos, Soldado d<> Corpo deque V. S. heCoranian-
t.'anteGtnal, ordenei ao Tenente Coionel Francisco
' i.ix-t Pas Bai reto'CommandanledaJForca empre-
ada no servico das mallas do Calina, que ouvisse ao
Tenente, para o pie Iheenviei etn original a nienciu-
n ida lepresentariu de V. S. e esta ordem que^ leve
lugar no dio i." do correte, tem neata" dada de ser
cumpiid.
u offereco pois a concideraco de V. S. como res
posta, ainformacso junta do referido Teen te, aquai
me pazece saplisfaturia, edenenhuma maneira favo-
iavtd nv Soldado, que s tn duvida conhecendo a doc-
I.dade de V. S. d isligm ou o caso a seo molde, e soli-
citou a.-aptisfaco que V. S. pede em desaggravo da
Lei R< gulamentar do Corpo.
Se avista do exposto V. S. se nao julgar saptisfeito,
s me resta significar-llie que ealgunia Lei auctoriza
o' dezaggravo pedido, ella deve V. S. recorrer, fi-
. o lo V. S. convencido, que s tenho em vistaa con-
i, iv ai a armonia que deve reinar entre os Corpus da
icio, e os que se acho enca regados da segu-
rauea P ublica.
Dos Guarde a V. S. Quaitel doCominando das
Armas de Pernamliu.co 4 de Fevereiio de i836. Jo-
ce Costa Rebullo Reg Vlonteiro, Commandante das
Anuas, 111. Sur. Francisco Antonio de S Brre-
lo, Com manda ute Geral do Corpo Policial Perma-
nente-
PROMOTORIA.
i <
/tL Bem do Servico Publico baja de V. S. mandar-ne
o Processo que iiesse Juiso se piocedeo conlra Fran-
cisco Vicente Valim, e Sebastin Joze de Carvalho.
Dos Guarda a V. S. Recife 8 de Fevereiro i836.
Ao Ill.'noSnr. Juiz de Paz do 4. DMiicto da R-
htrira. Dr. Elias Coelho Cintra, Poomotor Publi-
ca.
111.* Snr. -- Tendo-1 he eu pedido a 4 ou 5 do
coi rente p or hum ofioVio V. S. o Piocesso em que es-
t pronunciado o preto Antonio escravo de Joo Gui-
Jbenne Asevero que V. S. me partecipou a a9 do mez
passado que existia no Ca torio desse Juiso, V. S. nao
roe mandou anda nem o tai Processo, e nem diser se
p<>de ou nao mandar- mo. Nao sei quat a causa d de-
mora existindo ah o tal Processo.
Dos Guarde a V. S. por mullos anrios. Recife.9
de Fevereiro i836. AoIU.'^Snr. Juiz de Paz do
i. Disti icio da Boa-vista. Dr. Elias Coelho Cintra,
Promotor Publico.
tenho a responder Ihe : que tifio detendo algueni ser
preso seno em consequeucia de pronuncia, ou sen-
lenca, que aislo oobrigue, ou en flagrante delicio ;
e nao estando em nenhum destes tres casos os referidos
Gidadios, uin posto poroso prests K?tr.f aocumpri-
menlo de huma ordem arbitraria, para nio incorrer
na pena de respbnsabelidade imposta a.sifuelles que
cumprrm eexecuto ordene, eie<|usicesjillegaes :
por quanto, j ruis foi, nem ser hum delicio, o nao
qu.realguem exercilsr sua industria, seno a quem
bem Ihe parecer, epelo prego que bem quizer, po-
derido asseverar a V. S. que .-ei e promptoj cm'res-
peitar, e cumprirsuas orden, quando el las nao forera
da naluresa d-sia.
Dos Guarde o V. S. i Dulcirlo de Paz do Col-
legio 8 de Fevern'r. 1836. Ili. Snr. Dr. Benlo
Joaqun] de Miranda Henijque, Juis de Dircito, e
Chefle interino de Polica.- Joze Tavaies Gomes da
Fonseca, Jui* de Pi.
JUtZO MUNICIPAL d'olinda.
ILIm. SnrPutecipoaV. S. para sua inti-Iligen-
na, que, cora quanto se feclmse huje a Sea-fo peri-
dica dos Jurados, continua a nece.-sidade de ser
guarnecida a Cadeia p(,r urna guarda de doze horoens
(pelo meiio-) comuinndados por um nfficial Imftri-
or, por haver nella presos inrnrses em grandes Cri-
mea, e muito empiehendedores, segundo sou infor-
mado ; pelo que faz-se im'sler na5s urna guarda re-
forjada, mas tambero queassentinellas cump.o ex-
aciaraente os.uoflicio, principalmente de note, e
que nao caio msis em faltas, em que ten cado, co-
mo ja emoutra occasia fiz ver a V. S.
Dos Guarde. V. S. Olinda !. de Oulubro de
i8J5.Iilm. Snr. Ancelmo Joze Ferretea Commi.
danle Interino do Batalha de G. N. de Olinda__
Doutor Lourenco Tugo de Louieiro, Juiz Munici-
pal.
t Nos autos de invenlau'o, que en i2 se pro-
ceder por falescimento de Pedro Jorge de Souza,
os quaes Jbe ordenei me maodasse para os rerer,
consta das pai tilhas, que varios dos coherdeiros fica-
ra derepoi alguns deseus irmos menores ru
diminutas quantias, que junis se ti atoo de 'facer
reeolher ao respectivo cofre, como convinha, e era
Deuuncia.
Praote V. S. Sur. Juiz de Paz do !. Dislricto
Coelho Cintra de Joo Goncalve-- Evangelista solo-car-
, 11-, iro qiincs' h o seguiote : Que sendo o denunciado solo
carcereiro da cadeia tem abusado do sen poder, soli-
citando, e -.edusindo a mulheres, que eslo presa., o
que se piova coin as teslemunbas abaixo declaradas.
Por smj e.st o deuunciado ericurso no art. 151 do
Cdigo Criminal.. EV. S. autoada esta, e pregado
o Juramento, proceder na forma da Lei. Recife 9
de-FtVti'eiro i836.
Di. Elias Coelho Cintra.
Promotor Publico.
Com 4 Testemunlias.
Jl'IZO DF PAzDO I. DKSTRK.'TODOCOLCCGIO.
I
Ll.L."" Sur. Em vista do oflicio, que de V. S. re-
cebi, no qual diz, que eu empiegue todas s devidas
diligencias a fin deseiem presos os Cidados cons-
taiiies de huma lenga lista assignada por o Secretario
'o Ai o u.il da Vlarinha desta Provincia, Alexaudre
Rodrigues dni Anjos porterem, como alfirma o Ins-
pei lor destrt Repaitico, sendo calafates delta, desam-
parado no dia 25 de Janeiro os ti abalhos de que sea-
xovio encarregados as suas respectivas officinas, com
frivolo pretesto dequererem aagmento de jornal,-
de Le que se fizesse, fim de nao se p. m eootiii-
gencia e risco assim os lucros, comoosmesmos capi-
taes por falta das necessarias segurancas. Nestes ter-
mos, poique dosinesmos autos n..5 consta que as
menores Candida, Jaciuta, e Joanna, se achem e-
rnam ipadas, passe Vm. mandado para que os varios
berderor, que ficara de ivpor a Candida l8i^670
reis, 307^67 a J.cinta, e i38^286 a Joanna, ve-
nha rcolher ao Cofre no prazo de 8 das, sob pe-
na desequestro, a quanti, que tocou cada um
delles lepoi-lbes; e fique Vmc. na intelligencia, que
omesmo dever fazer a' favor de qualquer 01 fo em
lode o ca<>; em que hajaS reposqes a fx-er-se-
Ihe.
Dos Guarde a Vmc. Olinda 3 de Oilubro de
i835.Snr. Manoel Joze da Molla Ecrvo de Or-
faos.Doutor Lourenco Trigo de Luurero, Juiz de
Orlaos.
Illm. Snr. Remeti a V. S. os Remitas Joo
Carlos de Mello Cavalranli, e AntonojSeha>to Ar-
co-Frecha, renietlidos pelo Juiz de Paz do 2. Dislric-
to deste ^Municipio, informando que voz publica
ser o primeiro desertor do Corpo de Ai tiHieria.Va i
lambem Manoel Antonio, o qual, aprehendido pelo
Juz de Paz do 1. Deslrito, foi por mim remetido
a V. S. no mez prximo passado. e tendo deleitado
gundo me consta, tornou a apparecer no mesmo
Dislricto, onde de novo foi preso.
Dos Guarde a V. S. por mili tos annos Olinda 6
de Novembro de 1835.-Illin. Snr. Doutor Joaqum
Nones Machado, Juiz de Direito Chefe de Polica.
Doutor Lourenco Trigo deLouieiro, Juiz Munici-
pal.
fim. Snr.Com o Oflicio neju respondo
ao de V. S. de 4 do mez prximo paa ado relativa-
mente s duvidas, que o Director do Curso Jurdico
de:ta Cidade oppoz requisic.'S de V. S. acerca da
listados Alumnos matriculados no me-1110 Cuiso Ju-
rdico. Aproveitando a occasia, pondera a V. S.,
que, com quanto a Escola Publica de Primeiras Le-
tras, estabelecida no seu Districto, pe tenca por sua
nstituica ao 1. Districto, eaque se acha estahele-
cida ueste perten?a ao a., que o de V. S., com lu-
do conven que V. S. nclua no sea Mappa os Alua-
nos da Escola, que defacto existe no seu Dislricto,
e haos daquella, qaeexiste em outro, embora fos-
afl ella creada nao para esse, poren sim para o Dis-
tricto de V. S. *
Dos Guarde a V. S. por inultos anus. O.'inda
7 de Outubro de 1835. Illm. Snr. Ignacio de Almei
da Sariuho Juiz de Paz do Segundo Dittricto"
Doulor Lourenco Trigo de Loureiro, Juiz Munici-*
pal- < 1 .-...,
jf- Illm. Snr.--Com o Offici incluso por copia
va5 dissolvidas as duvidas, qfle o Director da Aca-
demia Jurdica oppoz* requisica de V. S. relativa
lista dos Alumnos, que IrequenlaS as Aulas do Co-
legio das arles.
Dos Guarde o V. S. por muilos anuos. Olinda
7de Outubro de i835. I'lm. Snr. Antonio Simpli-
cio de Barios, Juiz de Paz do Primeiro DeStiicto.
--Doutor Lourenco Trigo deLureiio Juiz Munici-
pal.
Illm. Snr.Envi a V. S. por copia, assim o
oflicio do Governo da Proviii'-ia relativo a nornea-
ca dos Inspectores de Quarlera5< fim de que V.
S. huja de dar pela sua parte a devida execuga ao
que nelle se coniem, como o Edital do mesmo Gover-
no relativo ao Engdjamento voluniarioj a fun de que
mandando V. S. extrahir rol ras cop'as, as laca pu-
blicar, c uflixar nos lugares mais publieos do seu
Dislricto para que ebegee o seu conteudo ao coohe-
einienlo de lodos os seus Distii> tautl.
Dos Guarde a V. S. por muitos annos. Olinda
7 de Outubro de 1835 Illm. Snr. Antonio Simpli-
cio de Barros Juiz de Paz do Primeiro Districto.
Doutor Louienco Trigo de Louieiro Juiz Muuici-
pal.
Igual todos os Juizes de Paz do Municipio.
EDITAL.
Gousafo Francisco Marlins, Juis de Paz do 5.a Disli ic-
io do Bairro du S. Antonio do Recife &c.
l Ac saber aos que este virero, que na cadeia d'es-
ta Cidade, acha-se preso por este Juiso, hum preto
de nacoCasange denome Joaquim por estar fasendo
desordem, o qual diz ser escravo de Joo Rodrigues
Gamillo, morador no Rio deJaneiio, d'oude viera
em huma Sumaca denominada Theonda, de (pie
Mestre Joo Ferreira Pinto, e para que cliegue no-
ticia do dito seo Snr. mandei publicar o presente pela
Impren a. 5.* Dislritlo 6 de Fevereiro 18.16. Mano-
el Lucas dos Santos <-[Otiveira, E-crivSo o escreyi.
Goncallo Francisco Martin?.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula lw a mesma do N.* 13.
EXTERIOR.
Lisboa 31 de dezkmbko.
"G.nernador Civil deViaana d paite que todo o
seu deslricto se conserva tranquillo, eque nao ha re-
ceii'S a respeito da manuteu<;o da ordem publica, ha-
vendo sido deslrogada a gueriilhaiJo l'amozo Lopes na
Galiza, guarnecidas as Pragas de Vlencao Melgaco e
Valenfa com a tropa que ltimamente lora destinada
para aqnele servico, e apiezionados alguus salteadores
queinfesiavo diver.-as paragens.
Participa o Gorernad<>r Civil de Braga que perma-
nece o socego publico rio Deshielo asen carga, o que
a confiauca doPovo as Animidades tem augmentado
proporco do zelo que ella* mo-tram emprender e
punir os ladiese salteadores, cujo 11. tem diminuido
considera velmenie.
Iguaespariecipacf. fazem osGovernadores Ciiz
de Coimbra Porialegre, Evora, Beja,.Castello-Bran-
co, edd todos osma's Dis'iirlos do Reino, quanto
tranquilidade geral dos msm.s Disir ctos, tendo en-
tretanto havido alguna leritnenlos, roulios e ti xas
particulares, de que eslo prevenidas as Authorida-
des Judiciarias, para punir os drlinquents, ha vend-
se lomado as necessarias medidas preventivas para obs-
tar a repeticio de no vos at tentados.
(Do Diario do Governo.)
PARIZ I a DE DEXPMBRO.
Cartas de Genova, recebidas em Toulqn, onnun-
cio que huma fragata de 6u pecas, tendo sido manda-
da a Cagliari, n^ Sard>-nha, con instmccS.-s secretas
para o vice-rei, fra aili recebida a tiros decanhio.
Outra fragata da mesma forca vai partir novametite
para aquelle ponte, e deve ter partido de Genova a eala
har. Esta fragata ser seguida por humajparte da
diviso que st arma em Genova, e se ella experiman -
tar a menor resistencia, a csquadi ilha tni orden 'de


DIARIO DE PEBNAMbUCO,
se aproximar, e tentar hum desembarque vira for-
?''' (Jornal des Dtbate.)
inFM 14.
Pasillo as incertezas sob-e o objecto on arma-
mento do rei de SardVola. Fu.So pedidas seria ex-
nliacs a este respeilo, e a feeposfs foi qoe emente
le trata va de huma medida de prevengo para repri-
mir as desordena da ilh.i deSardehha, e que a esqua-
dra'tffb Ke"aflbri deta paragens. O rei Ca loa Al-
herto prot.stoii imiemeiiie que se iJao ti at va mm
de D. Cario, nrm de D. Miguel ; que elle na verdade
nao podia impedir que alguns particulares auxdiassem
o pretendenle rom reme.-sas do armas 011 dinheiro ;
mas qe'o goverrosarderjmas empinhara a siia ban-
deira em qUalquer expedico quepodesse comprme!-
lelo directo ou indirectamente com os governus de
Ftioi e de d Inglaterra.
__ Him despacho telegrfico deB>yonna, datado
de lo de Ueitml ro, participa que q bloqueio de S.
Sehsi.., f aHevanlado," fin rnacqoi nci* de hulB
iimv imento de Espartero e de Ja,,ieguai sodre Onhate.
(T-tnpa.)
BARCELONA 5 DE DE/.EM5RO.
O general Mina fallu a campo no da 2 docorrente.
Naquella mesina tarde chegou por mar o resto do ba-
inlhio de voluntarios de Malaga, que secompe de
uns 45o homens. N. tarde do dil 3 chegnu tambera
t'um vapor Portugus LjimIiio*d-tqii"la naci in-
titulada de Grauadeiros do Porto, composto de
um < hefe, dezessete ofiicia|j.-, e qu*trocentos e qui po-
ta homens, que se aquai talaran em S. Agoslin Vell.
Asseguram que vira mai- loica. Palarea chceou aTor-
tosa com nove a dez mil homens, e 3"0 eavallos, e pm-
vavelmenle operai as l'ionteiras das tres provincias
de Coronilla. A farcao navarra de>appareceu iniei-
ram- nle do nos.80 paii, eos seus co]legas caala" s an-
dam muilo desanimados. E' esta a oicsio pporlu-
na de dar-Ibes, una boa hco, e eu espero que ha d
ipVoV'iiar-se de maiieira, que ante9 de se acahar 6
MHM'nip auno, mellioie extrnordinarimenl o estado
geral desU provincia^ enjo pi ito pubtiro v.i ganlian-
dd muito cada dia.
(Do Diario do Governo.)
CORRESPONDENCIAS.
Snts. Hedactoibs.
__ EnHaSju hondade de tran crever em seo roncei-
tnado Diario nexpozicio, que passo a faser, para que
o severo Tribunal daopinio publica possa asseniar
seo juizojsobre o que e tem pascado entre mim e o Sr.
Jio Dominles da Silva desde o dia 28 do pnssado
mez ail)e boje.
Chamado pora Cmara Municipal d'e-ta Cidade pa-
ra servir como Juiz de Paz Sulenle do primeiro Dis
trirlo da Hoa-vita, no dia 21 do mencionado mes pres-
tei juramento ; e como fosseeu por a ordrm da vola-
rn o que menos^volo- linha, e este fose o 4-" anno
ju'guei, que me competa agora'servir : por isso oflfi-
c*- a aquelle Juiz para que ficas-e sciente disto,: m*
el Je,' que nao sei porque razio nao llie fas rontajargar
avara, poia era d 11 vida a minha euVtividade, e a pe-
sar da decizio vocal do Dr. Antonio Aforigo en'o Jui/.
de Direito IiHei ino, e do pensar do Chefe de Polica
cinal Di. Benio loaq'uim nao quis ciar por .so ; e
sabendo (pie a requerimento do Dr. Promotor Publico,
e de Francisco Caetano Perora Guimaraens eu otsta-
va processandojpovciimes de responsabelidade pro-
cedeo ex-oflicio hum sumario con'ia mim por terme
arrogado huma aulhoi idacle, que me nao competa, e
mandando, que e.u[resi>ondesse no dia 6 do crrente
a tai de no pazo de3dias, ontem declarou-me pro-
nunciado iom data don ferido dia, e ao Sor. Antonio
CaMmo de Parias a quem inteiramenie tinha jnraroen-
tado para commgo servir por aver suspendido olvs-
crivio do Juizo poique soube, queeu o tnba tamben
pronunciado na denuncia do mencionado Snr. Fran-
cisco Caetano Pereira Guimaraens ; entretanto esta-
mos ambos pronunciados e q Destnclosem Juiz, e u
espera da decizio'de huma Reqiozeutaio, que tiz
ao Ex.-0 Snr. Presidente da Provincia sobreest cou-
flito de competencia.
Sou Sara, Redactores
Seu muito Venerador
Francisco Ignacio de Athihyde.
do facto acontecido, entre elle, eoa l!|."0'Snrs. Jo-
re Carlos Mar i 111, Bernardo Tolentino, eJoz Tbo-
mz d'Aguiar; e com quanto deva agradecer ao dho
Snr. a distincSo, om que me trarta a par de um Con-
refhtiro de S. M. I. e Senador do Imperio, dum
Coronel de Lego : aou rom ludo obligado a levar a
concideracao do mesmo Senhor. e do Publico pa-
ra quem escrevo, que rio era neeeasario para arran-
jar asua defeza, neffl len.brar-M d mtfi', onz le-
goas distante, nem mentir, direndn, que o IHm. Sr.
Beinardo Tolentino avaronduzido os C'avino,M
que tenho ; nrm querer fzer figurar aoa sbbredlo8
Srs. como estrangeiros, iiu* vieraS mendigar ftu-
na, por quanto todos s6 Bi a .il'iro', um natural dos-
la Cidadei os outros da provincia de Mina?; nenhom
filho das ervas ; esUiiconductas' al* o preaente na6
tem ido su.'peitas. B mais rircun.-pecto em sua ing< agerp^e n^cencomas-
ae aos outroy, Sou Srs. Reda S. C. 9de Fe- Se Muilo Venerador e Criado,
vereiro de 1838-
Gervzi' Pires Ferreira.
H
VARIEDADES.
(Colonisaca8 no Norte da America.)
Snrt. Radactores.

A Cabo de ler no seu Diario N.# }o a narrado, que
fex Ill. Sni. loaquin\Aurelio Pereira de Gsrvalho
OjE que Unise agit.18 entre nos as de lonisacafi livre, e que com tanto entlul-iasmn se for-
ma Companhias com svnllados fundos para direcca
e iritroducc5 do colono*. d''vem aproveitar os ex-
tractos spguinles da ohra de Mas. Wi iglit que ora
publicamos, p que bastantes lmes nos foi neeem sobre
a colonisacaS Europea, que tanto lem eoncorrido pa-
ra o rpido augmento de piosperidade doa Estados
Unid< s No-t'Americano.
H* lambpm nqni outra aorte de trabalhadores
que -6 miii tela aos Far.endeiios, e *8 os pobres
carnponio- Suissos e AHemles, que da Hollanda rhe-
ga6em centena* a esle paiz, e p'incipalmente a Phi-
ladelphia. A Pen->ylvania tfm sido em grande paite
povoada por AHemSe, e talv que hum tereo da sua
populac.a6 seja deorgem AHeml ; he pois natural
que a trrenle de emig aca8 qoe transborda das mar-
gen? do Rh'ii continu a rrflur para este metmolo-
gar. Os reguUmentos. a que esla8 submelldos os
navios mercantes em New-Yoit, parecem fechar
este poi to aos pobres eioig'antes. Todo O Capita8
que desembarca hum estranj tro, "fica re>ponsavel d
qoe elle nao ser peado Rep'blica. Se he encon-
trado errante, e sem orcup*co, em qualquer epocba
dentro dos prmetroa 3 annos lepois d sua chegada,
oCapii5, que o desembarcara, paca as despegas do
sen sustento, e alm disso huma forte multa o Esta-
do.
Os Ailernfea ma ricos, Oolros h (hitantes phi-
lanlhropicoh do Estado da PeM-vUania, mantem a-
herto o p-rlo de Pliiladeliha a 08 indigente* da Bu
ropa ; e'l>-s rurreS de subm-itn- este rommerri
(porque a exportacaS dos emigrantes h>' realmente
humohjecto d r.ominertio a Hollanda) a regula-
mentos [iroprios a garantir o territorio Pensylvanio
de hum dil ivi<> He mendigantes, e os pobres emigra-
dos de honra Taifa de f da parte dos especuladores,
ile quem tiles confit a sua vida e a sua liberdade.
Os navios empreado- nesie rommercio sa6 princi-
palmente Hollsffdexes ; mas Osu triste estado o tem
alargado a navios ie qoasi toda as NacOes de Ingla-
l'jira, da Ameri'*, e me-tno dos porlof du Blti-
co. Acl>ou- sujeiai navi..se-i-mneir.* juri-dicca das Leis do
Balado-. O- pftrneirwi' reguUmfcaitl lora8 em algu.is
casos i-6 escandalosamente illudidoa, que o Governo
Nacional tomo,, este r)bjef|n em consideracaS, e pro-
molg'ii humi Le, fyae entendeos todos os portos da
Uni*8, e que se acham ser effioaz. Em consequen-
cu deata Lei o negocio d ten rgranlea est submetti-
doaciualm ntea'jurisiltccc do CnngieaM America-
no, eo Estado para se asegmar de que es conVraBtoa pasS'dos entre
c emig" .ititi, eos'Capitie n:.*" "6 fielmente
execulados. Tod o C >il 6 he ; bogado a sustentar
o-sen- emigrante, .11 >e npc o'ariOJ por hum
mea desde o da lo si ehegada av. po. lo ; maa pode
accroaeenlar o aaontajte <) -l deapexa que he -
da |ioi Le pai a o rusto da passagero. Ksla divida
coniractada em Hollauda, pg<-se segundo aa posai-
lid-dea do emigrante. Se elle tem dinlieiro p*ra pa-
gar a aua pHsaagem, e a de ua familia, emprega-o
nisto ; mascara vez-s as-im acontece ; qua-i sempre
elle paga hum terco Ha livida, e obriga-se par.com
oGapiaSa trabalhar cerH> lempo para Ihe pagar o
resto, convencionando que este pode ceder oaaeua.
direilos a qualquer Cidada6 residente, na Pensylva-
nia ; Hsrn a divida sojeitando a sua liberdade.
A'aua chegada aqui, as Las e protegen! efficaa-
mente contra aa conaequencias que poden resultar
desua ignorancia, onde sua Imprndencit, etlem9
pode, ou nao pode por ello o CopiaG obrigar ni ca-
so *lgum a sua pesaos por mais de 4 anuos aeim
romo nao pode, sem sea coBsanlitnenlo, ser. lavado
alm dos limites do Estado da Ftnsylvariia. O Go-
v rno ds|e Estado nomeia apaga a hum einpregsdo
que passe revista sos redempcioparios, medida que
ehegiS, e que toma eonheeimento, e d coala do
ajustes fetos pelos Capilles, que <+ tem condusido,
e pessoas que comprafi os aeus servidos. Os compra-
dores devem eacarregar se de- toda a familia, pai,
m i, I los, excepto se os mesmoa redempeionarios
eonsentrretO em que issim na seja. Os amos sa8
Inmliem .brigadas por Lei a veatir* fazer itiatruirog
filho-- Ha maisalgumaa dispoticSee de menor im-
portancia, que eu nao eonheoo perfeitanicate. Na6
he por lanto pouco despeadioso empregar redsnipci-
onarios ; maa iale apitaenta menea riscos do* que se
acredita, pois que os campoBos Suissos Alluniea ,
8k8 pela maior parte simplires, honostos, laboriosos,
e muito ao facto dea trabalh.oa da Agricultura, e Lei -
terias. E-te asede de erran)o he tag ?anlajoso a<-*
emigrsntes, que sqnelles que podem pasjsr a sua p*a-
agem em dinheir, aluga8-se ora nanameute por
hum par de annos alguma familia Americana, em
meio da qual se familisrisa* cosm a ligua e costumea
de sua nova Patria. Eu vi moites ejjempb:8 na Ptn-
sylvanie, e nie'o nos Estados de iTew Toik, e de
ew Jersey, para lude os euiigrantes quizera6 pal-
sar- Acabando praso de seus a)m,tes os redempei-
onarios a8 muitas vezS tomadi jornal por seus
amos : e enta6 se sal eeeBomicoe, tem emulseaB,
podem com o tef o aeeinular diaheiro, com que
compraB alguas aeres e tfrra %n que stabelecem
fazenda.
Na6sede.ecertaeifeesP'r^' Naea Ame-
ricana aelfrer que aeu pas I hum laaarcto
para lodos oa indigeats da Europs, ^ue alem de
sua pobreaa. tratem muilas vezes es seus acceescrioa,
indolencia e vicio. Os Males que per taes reg,
lamentos, como oa de que tenho Litado a raspeiio de
New York, feeha8 s porta aos emigrantes, obraS
provavelmeaiecomabedoria. late Estado, ea> su ra-
ma, recebe muito mais da que querena pelo catti-
nho do Canad ; e seos habitantes esta8 smtitoa *
rauit.8 embarsijns despeaas eo aua auatentacaS.
Acredila-segeralmentena Europa que a Amerwa a
cha larrta yantagem tmreeeier o excedente da popu-
laos desla parle de mundo, quanto a Europa em
perde-la. A eouaa seria muito plaosivel je o exce-
dente da populaca8 de todos oa panes ns8 fosse geral-
ment a suaia. Com lodo, na6 se pode fazer aoa
emigrantes dos Estados de eeatro da Europa asmes- ,
mas exprobsc6es, que tem merecido muitas vezea
aquelle* que transborda6 da Franca nicas. A pobre gente que abandona e Siiism a a AI-
leuianha he de iimpl'1 trabalho, sa8 ignoraoftcB cam-
ponezes, que squi entregs6-se iranquillsmcn^ aoa
trabalhos que se vira fureadoa a abandonar na Eu-
ropa, e com poueo costo se fazem Cidada6a pacficos
e laboriosos. Seus p. ejuiaos, quaesquer que posaa6
ser, sa8 alias innocentes ; e quanto a viems decididos, ,
,1-
l
r
M .
I
riles nao tem geralmente algum. Os pobres emi-
grantes Inglezes trazem para aqui de certo oseostu-
mes corrompidos da populado das Cidades manufa-
etureiras, a dos grandes porto de mar; cf.les aa6
muto igu<.ranies para podenem apreciar as vantagen
que e,ie pa* lhes offerere, e mnilo sabios para quo, .
pOMfo aprender alguma eoi.sa (*) f mas suppondo-
se-lhes mesmo bons costomes, e que he rsio, ello
naosaS proprioa para o genero de trabalho que aqu
podem obler. O Ingler, em geral, na6 aabe fazer
mais do que huma scoosa, eo Irlandei rnuitaave-,
zes na8 ssbe fazer nada. Eu os tenbo cinto, em
muilas circunstancias, empregados por mera cunda-
de, e suas mulheres e filhos entregues a ociosidade,
por semanaa e mezea inteira, vivendo cuate di el-
gum hum Eazendeiro. Masa beneficencia '''
limites ; e os Soberanos da Europa m8 leraO razafi
dequeiar-se, sea Repblica suspender a imprla-
Ca8 deseas turbulentos mendigantes que laB pecados
se IhC fasem. O fseto he que na6 ha boa acquisicaft
para este continente, sena6 de homens que apiovei-
U6 no ontro, e he desgracadamenle verdadequ* cada
navio que entra noa portos Amencsnos, para aqu
condoa alguna emigrantes deste earacter. O patriota
Inglet deve sentir spertsr-se-lhe o eoracab quando
fes esta refl ella for cemposta de homens, que regorgitem d ri-
3 uezas, e de misera veis fa milicos ? As vcess gor-
i, e as vareas magras de Pharo, que se ItvoraraS
humas as oulras, offercetm huma aleguiia bem fri-
ante. (^ Correio OfTlcsl.)
(*)' Os habitantes do paiz de Galles fazim excepcaS
a tata regra ; seus costumes sa8 mui scmelbajiies ao*
dos camnonezes Allemes, e por eooseiiuen,cia aeUa
e vicos s'afi igualmfeute apreciados n- P^rfaiytah.
*


DIARIO DE PEBNAMBUCO.
Dizia hum antigoFilos.f. (CHion) que o ho-
nien expai imenta-se pelo uro; e isso he verdad- em
todas as idadts epaizes. Tudo se pode esperar, ex-
cepto virtudes, de horaens, que esto amarrados de-
pendencia do interesse.
Em materia de governo hum dos maioie- deli-
i os he querer extremar a autuoridade da forca e
grandeza; se a autlioridade iira-se forca, esta en.-
fmqu'ce; e te aquellachegaa ficar dcima, he para
quebrar iodo.
A calumnio assooia de hum canto escuro, mas
a gloria percorre toda a trra, e paga a divida do ge-
nero humano para com a virtude e genio.
O melbor meio de exrilar homaeniulaco ven-
tajosa ao Estado, he recompensar quelles que tase ni
servicos. .
As Leis nio tem outro apoio que-nio sejao dos
costme; ea Liberdade outra salva-guarda, que a
virtude.
A boa educarn damocidade he o m >is seguro
penhor da felicidad* de hum Estad1.
(Do Fluminense.)
ANNUNCIOS.
M. Kndo-se demorado a .publicacfio do Edital sobre
arr.matacio de diversas drogas, tica a mesma re-
tervada para odia 13 do corrente. Alfandega de Per-
nambuco 9 deFevereiro 1836.
O Inspeolor interino
Jacome Gerardo Maria Lumachi de Mello.
M
AVIZOS PARTICU L A R ES.
. JO Vice-Consulado de Portugal, rua do Trapiche,
existe urna carta vmda de L-shoa para o Sor. Manoel
'Evaristo Affonsodo Nascimento.
yy O Col lector das Diversas Rendas-Publicas do
Desti icio do Recite, convida a quem quiser vencar a
pss-agem da Magdalena a que comprela no da 12 do
corrente m*z na casa de su* residencia na ra do
R.mgel D. o das 9 horas ta manh as 2 da tarde,
com 01 scus fiadores hahflilados na forma da Ley : ""
tro sim faz 'ver aoscollectados na imposicio di cot-
tupio das aguar -ai denles que no dia i5 do corrente
finda-se o.prazo da Cobanca a boca do cufie.
YV* Ptecisa-se de urna ira de ca'-a : annuncie.
* ^y Francisco Jos Motrteiro, e Brrnarde GnmM
deSouz, qoeiro comparecer no Vice-Consulado de
Portug 1 para negocio de s. ti interesa?.
yy 'Quem se quiser incumbir ou tirar urnas con-
tas, pagaodo-se, dirija se ao heco das barreiras na ca-
za aop da Otaria de J>>7.e Rodrigo, s dos Pas>o.
yy Hum homem, que sabe ler, escrever, econ-
tar, prope-se para qualquer renpacin de caixeiro,
na piaca, ou foca delta, .i*-ira como para tractar de
terreirode assucar, ou etisinar piimeiras letras uO
malo,ou em qualquer F.og'iiho, e para todo dallador
aquella pessoa qne para tal exposicio o p rtenda po-
de procurar na ra do eellegio Botica deCypriano
LuizdaPaz. 9
yy Preclsa-se de um'bom feitor para tim Enge-
nho distante da praca, epiefeie-he a un voftllgtlez :
qjem esliver tiestas cncun-lancias dii ija-se a roa do
Vigario casa n. 18, primeiro andar para tractar do a-
jusle.
yy Quem quiser mandar dar no Rio de Janeiro,
iGcontosde res, pouco mais ou menos, com igual
mato Letra que -e Ihe entregar uesta Cidade, diri-
ja-se a ra do Trapize Es>Tplon"o n. 4-
yy Percira se de um homem que esteia tivre do
recrutainei'to para sentar praca por outro ; na ra
da cadeia loja de cambio, se dii qoem quer. .
yy Pecisa-s alugar sissrvenles : quem os li-
Ter e quiser alugar dii ija-se a praca da Boa-vita Boti-
ca D. o.
yy Perciba se de um feitor, que enfeuda .de ti-
rar leite, sendo solteiio, 01I casado s*m ti I los : na
ra do Bomfim em Olinda n. 9.
yy Percisa-sede um caixeiro Poituguez: na ven-
da da ra da Conceiclo 13. 30.
ra Quem tiver urna escrava com hom leite, ea
queira alugar para criar urna menina, dirija se a casa
de Antonio da Silva Guarni, ra do Queinndo.
yy Alluga-se um escravo, ou urna escrava que
aaitm cosinhar o diario de urna casa : quetn a tiver au-
nuqcie por este Diai io.
yy Quem tiver iira-ne^ro padeiro e o queira al-
lugardirija-searuaNov. n. 6, e.
yy OSnr. Manoel Rodrigues dos Passos queira,
nnunclarsu* motada, para ser procurado para ne
ocio do ceu int*rese.
yy Franciaca da Silva Neve.i Viuva do finado
Antonio Jote da Silva Crvaha ruga a todos o Sais.
que forero credores do eu afal que rompaieco na
casa desua residencia roa do collegio D.Jia, pa'* ne*
gocio deseu inteiesse no dia 13 do correle pelas 10
hora* da manhi.
%ry Quem annuncou no Diario de 9 do corren-
te querer comprar urna duzia decadeiras, euro cana-
pem boro "/.o, e gostosofrivel; dirija-se a roa do A-
ragioda Boa-lista casa contigua a Viuva de Theodoro
Sirio.
yy Perriso-.ie n'huni lugar saudavel na visinhan-
ca d Boa vista, S -..ledade &. de una casa larrw com
cacimba, e quintal que nao seja mullo hmido, len-
do algnm arvoredn melbor ; d-se del doze mil rea
por mez com bous Badmes se necessavio for ; a Tal-
lar com Snr. Pe eir na ra do cabog, que dir
quem precisa.
yy Alh.ga-elim pretoj (loso, 011 ",n moleque
de 1 a al 14 anuos: quemoqu'ser alugar, annunoie
por esla fdha para ser procurado, pois que para
sei vicos leves, que se far ver, a pes.-oa que o tiver,
ry Na ma da Aurora, 2.'andar do sobrado N.
10, preeiza-sed'urna an.a Coin mutilo e bom leite,
forra ou cativa.
yy Na Praca da Ind p'-ndenria, luje N. 4, pre-
c'ua-se d'um moleque por alluguel.

Ai
ARRKMATA9AO.
RlfEntATA se nos dias da Le, a qurm mais der, a
Galera S. Joio Bap'ista, nnvamenle avaliada pela
quaniia de A gi/f'^'on, e arrematacio sei feita por
oJui/o do Civel da segunda vara, E->crivfo Almeida.
COMPRAS.
O
m \[ cavallo novo, sm achaques, com lodos > an-
dares, ainda mesmo magro : quem o tiver annuncie
para ser procurado.
m
LFJLAO.
Anoel Joaquim Pedro da Costa fu 'eiHo por
nonlae risco de quempeiten er de 160 ai robas de Ro-
tunda India de boa qualidude, no armas-111 do (ion-
calo no pateo d'Alfandega Sabbado ijdo o rente.
yy Noarmasem de Goncalo Jote da Coita e S
faz-se lei'io de urna porclo de railho em sacras gran-
des a prtco de 2^)880 reis.
VP.NDAS.
\J Ma carteira de urna *> face : n ra da Florsnli-
11a sohiiii'Ih casa que foi de Joio Zurrele.
yy 4 rodas de ferro pa ra da (onceiiu vemia l>. 30.
V3T Uina negra de naci de dad* 30 annos, sern
vicio, e nem uodeslias, cinlia o ordinario de nina
casa, e eusahna : no sobrado D. 1 do bt-c-> da po'.
yj" Pipas o'Aortrdente. desuperior qnalidade, e
t grao : na ca> D. 3 ao lado da cadeia.
yy Dina cama dcjacaiand com rico embutido,,
em milito b-:m tizo, por preco rnmmodo : na rua das
cruces indo para a Ordem Terceira na b'js da esqui-
na por baixo de um -obrado de 2 andares ja no lim da
rua.
yy Um negm mos*o hbil para todo servico : na
rua da cadeia do Recite loja 11. 19.
yy 2 espelhos de salla de multo hom g^sto: no
alieno da Ba vista ai m sem D. 16.
yy Camas<.'e vento a 4$ reis, e tabo.ido de pi-
tillo : no me-mo armasem cima.
yy \ ices da Companbia g.-ral extinta de Per-
n imbuco e Parahiba ; rap p> ince/a viudo de Lisboa
por Santa Cruz ; fifdoa d'Alfazema Hespaiiholla ea
verdadeira agoa de Inglaterra d.; Anch Inopes de Ca-,-
Iro, e.-n gan alas i ande.-, e peqk-m.ii : na ma da ci ux
11. 22, em casa de Antonio Jo/.e d'Amorim.
V^r* Una oolala, que s nhar, e lser doces de varias qualidade : na 1 ua da
i'raia n. 10, defionte do armasem do sal.
^ry Urna negriiiha de 10 auno-, sem vicio, nem
achaques; junto a loja doseuhor Bandeira rua do ca-
bula.
yy 30J) reist'sta lim de 80, 40, e 20 reis, por
"b-iJJ r-is : me-ma casa cima.
%-y Cara qu.ilijuer jKmbareacio um preto mari-
fihii o de profissia, muio bom remador, e cano-iro :
na rua do c .-I (la*alean 1.-, mi na ru.i do cropo D. 11, qua em
.1 lalqnpr desles lug ii'es se dir quem vende.
Arroz pilado de sup rior qualidade a ilyJ ti.
medida velha : no Forle do Mnttos na venda defron-
te de Alexandre Joze Lopes.
yy Um cavallo castauho carregador baixo at e-
quipado, por preso commodo: na rua do Nogueira
s< brado D. 6.
yy 54 duzias depennas de rabo de junco part
penaixo de barretina de Offioiaes: na rua do Cabug
D. 5.
yy Urna vaca caiauna rom doispeitos, hizerro
pequeo boa de leile, e d-se para experimentar : na
passaeem da mji!-.lena ua Olaria que foi do Llescido
Aiaujo.
yy Urna boa escrava, quitandeira, ensaboa, e
engoma alguma cou-h : na rua de Hurtas D. /|H.
yy Urna propriedade de plantar algndio, e criar
gados na Ribeira de Unna julgado deGaranhuns de-
nomina'la S. Francisco, e tem Brejo denominado Jus-
tara: quero perlender procure a Deziderio da Cruz
Cordeiio morador na rua Diieila D. 2.
yy Um Engenho de faser assucar, moenlee cor-
rente denominado* Mazagam, termo de Iguarass,
C'-m boas ulatlas, e o mais que he preciso paia mano
bla do Engenho: quem-perlender procure au dito
Ueziderio.
yy Um Bolequim com poneos fundos, e tudo
muito em conta : no heco do Lobato D. 2.
yy Folhinhas para o pieseute auno: na loja de
miodezas ao pedo Sin. Bandeira.
(f3" Folmlias de porta, de Algibeira, e
de Padre, para o presente auno de 1836,
por pipilo commodo, na Praca da Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e ."38, e
na na fia Madre de Beoa venna que foi
do Rezende.
KSCHA VOS FGIDOS.
-c\ 16 de Si tem bro do anno passado, rouharfo Fre-
(1. i i. o da Costa Rios morador na rua de Hurlas D.
48, urna escrava de nnme Eufrasia, nario Angola, i-
dade 18 annos. seca docorpo, ps ap-dhetado-, peitos
p quenos, falla ac.nihada &c. ; consta ser conducida
para oSul, por um Aitilheiro, avisa-seatodos que es-
te lerem, que obtendo inculcas c- rtas, e hindo a dita
casa serio generosamente recompensados quando se
verifique a pos-e. Recomen la-se igualmente aos Se-
nhore.s Juizesde p.z hajio por >eu dever, lser, as de-
vid.'S indagagdes bem da ju&tica.
yy Antonio do genlio de Angola, cujo negro an-
dtva sempre comprando latoens e cobres com os sig-
naes seguintes ; cara redonda, nariz chato, psapa-
Ihelados ; fgido no dia 4 d" trrenle, e levou vesti-
do jaqueta de riscadinho encarnado, calsa de urna fa-
senda chamada castor ; consta que elle andou por es-
ta i i tade nos dias de Quinta l'eira e Sexta, e fui en-
cont.ado com urna gamella e um -> xio disendo hia
v.-ri'U-r miu lesiis pelo mallo a mandado de seu se-
nhor : <>s apr< hemledores o podeio agarrar e lva-
lo na rua do Livinmenlo ua luja pe seo jsenhor na
do Ro-aiio D 18.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chetas no Pono de Ptirnambuco*
21Segunda S uh. 42 m
11Ts----- -10-30 a.Tarde.
i.\ -Q:i 11 18
a4 -Q:----- -: i2 (i
25 ~S:-----
a6 -5:----- i
a7-D:---- 2
3
-;
-o
o 5-
42 fvlanl
-30 I
a.
Fi
Navio entrado no dia 9.
IGUEIRA,comesralla por S. Miguel; 33 dias;
B. L-io %.", Cap. Antonio Gomes de P.iiva : vario
geneio-: joze Antonio Gomes. Ton. 155. Vas*
Sdgeiioi4 Biasil.ii s, e 26 Portuguezes.
Saludo no mesmo dia.
tjTOIANN*; LanxaConceicio do Pilar, M. An*
tuuio Joige da Silva : lanU'O. Pasageiros 5.
Ohservaqes.
M. Undion no Laroeirio urna B .eir Americana.
9 *
Pem. na Typ. do Diario 1836.
_


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